‘Harry Potter’ tornou-se uma das sagas literárias e cinematográficas mais famosas e bem-sucedidas de todos os tempo e, em 2022, a segunda adaptação fílmica do universo mágico completa nada menos que vinte anos.
Para comemorar o aniversário, a Warner Bros. relançará o filme ‘Harry Potter e a Câmara Secreta‘ nos cinemas nacionais no dia 26 de Novembro de 2022.
Lançada em 2002, a produção, que traz Chris Columbus de volta à cadeira de direção, traz Harry Potter (Daniel Radcliffe) de volta à casa de seus tios – até ele receber a inesperada visita de Dobby, um elfo doméstico, que veio avisá-lo para não retornar à Escola de Magia de Hogwarts, pois lá correrá um grande perigo.
Harry não lhe dá ouvidos e decide retornar aos estudos, enfrentando um 2º ano recheado de novidades. Uma delas é a contratação do novo Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Gilderoy Lockhart (Kenneth Branagh), que é considerado um grande galã e não perde uma oportunidade de fazer marketing pessoal. Porém, o aviso de Dobby se confirma e logo toda Hogwarts está envolvida em um mistério que resulta no aparecimento de alunos petrificados.
Trazendo nomes como Rupert Grint e Emma Watson reprisando seus papéis como Ronald Weasley e Hermione Granger, respectivamente, o filme se tornou um sucesso crítico e comercial, arrecadando quase US$890 milhões mundialmente e conquistando três indicações ao Oscar.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.
Vale lembrar que Roberts também comandou outros filmes do gênero, como ‘Os Estranhos – Caçada Noturna‘, ‘Do Outro Lado da Porta‘, ‘Medo Profundo: O Segundo Ataque‘ e ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘.
Em entrevista ao ComicBook, Eva Green (‘Penny Dreadful’) foi perguntada sobre uma possível participação no popular Universo da Marvel. A atriz revelou que estaria interessada, mas com uma condição…
“Sempre vai depender do papel e da história, se não forem rasos. Em ‘300: A Ascensão do Império’, minha personagem era interessante, não apenas forte. Você conseguia entender o seu comportamento. Ela teve um passado sombrio que a deu humanidade.”
Ela completa, “Em ‘Sin City: A Dama Fatal’, minha personagem é completamente maligna, mas isso faz parte do gênero. Se você abraçar isso, é divertido interpretar uma femme fatale. Essas personagens foram ótimas. Foram papéis interessantes, e é sempre ótimo interpretar mulheres fortes.”
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
De volta à casa onde passou a infância, um escritor conhece uma mulher em busca de respostas. Será que um velho diário será a chance para o passado e o coração dos dois?
Há filmes que, se você se deixa levar pelo elenco, pode acabar tendo surpresas não tão agradáveis, no sentido de você estar acostumado a ver um determinado ator ou atriz tendo feito sucesso em uma franquia bastante popular ou familiar, e, de repente, vê um filme dele ou dela com inclinações mais dramáticas e doloridas. É o caso de Aldis Hodge, ator cuja carreira cresceu após participar da série ‘Black Mirror’, do seu papel inesquecível no indicado ao Oscar ‘Uma Noite em Miami’ e, mais recentemente, como o Gavião Negro no pipocão ‘Adão Negro’. Agora ele brilha no intenso e dramático longa ‘Clemência’, disponível aos assinantes da Netflix.
Bernadine Williams (Alfre Woodard) trabalha há trinta anos como carcereira de um sistema penitenciário de segurança máxima em uma cidade nos Estados Unidos. Sua função, além de gerenciar o local, é coordenar e dar a autorização para a execução da pena de morte aos detentos que aguardam a hora chegar, ou seja, ela prepara a equipe, o local, faz o treinamento, organiza as testemunhas, certifica de que os últimos desejos dos detentos sejam atendidos e que eles tenham acompanhamento espiritual em seus últimos dias, etc. Embora faça muito bem seu trabalho, após um incidente na execução da morte de Victor Jimenez (Alex Castillo) a dura casca de proteção que Bernadine criou para se proteger sofre uma fissura, e agora, diante dos pedidos do marido, Jonathan (Wendell Pierce), para que se aposente, e da iminente execução do detento Anthony Woods (Aldis Hodge), ela irá duvidar de sua capacidade e começar a questionar a relevância de seu trabalho.
‘Clemência’ é o tipo de filme que não busca o entretenimento, mas sim estimular o pensamento crítico e a reflexão. Escrito e dirigido por Chinonye Chukwu, o filme parte dessa protagonista durona, insensível, que realiza seu trabalho mecanicamente, quase como se não houvesse diferença entre apontar um lápis e dar autorização para a execução de alguém. Nesse ponto é preciso ver a solidez com queAlfre Woodard construiu sua personagem até a cena final, que nos esclarece o título do filme. Em contraparte, temos um impressionante Aldis Hodge de cara fechada; mesmo com poucas falas, consegue transmitir um monte com seu silêncio e seu olhar. São as atuações desses dois que carregam o filme, prendem o espectador e fazem com que nós nos simpatizemos com cada ponta dessa interação polarizada.
O soluço no roteiro, porém, é a falta de eventos. Passamos a maior parte do tempo acompanhando a crise de Bernadine, o quanto sua profissão afeta seu mundo, mas, na prática, pouca coisa acontece de fato. É apenas a rotina da impassível protagonista, que executa sentenças de morte, finge que isso não a abala e, à noite, não consegue dormir, recheada de pesadelos. Ainda que a construção dos personagens tenha sido bem feita, faltou elementos para comporem o enredo para além deles.
‘Clemência’ é dolorido, e levanta a trivialidade com que os Estados Unidos estão tratando a questão da pena de morte. Ao colocar a câmera em close nessa história e em seus personagens, fica impossível ao espectador não ponderar sobre a questão. Bem dirigido e intensamente atuado, surpreende, inclusive, por ter sido gravado em apenas 17 dias, o que demonstra a competência de todos os envolvidos.
As estruturas com que as sociedades se organizam dizem muito sobre a cultura, as crenças e os valores de um determinado povo. Há pontos que são comuns a todos, que atendem pelo nome de direitos humanos, mas há, também, pormenores que diferenciam uma cultura de outra, um povo de outro. E há, por fim, países nos quais os direitos humanos não são respeitados, e, sob o aspecto cultural, se valem desse viés para justificar barbáries cometidas contra a humanidade daquela população. Esse é o tema do thriller policial iraniano ‘Holy Spider’, que, após calorosa exibição sob protesto no Festival de Cannes2022, teve sessões aplaudidíssimas no Festival do Rio2022 e, em breve, estreará na plataforma da MUBI.
Rahimi (Zar Amir-Ebrahimi) é uma jovem repórter investigativa que volta à sua cidade natal, Mashhad – cidade sagrada do Irã – para fazer uma matéria sobre um serial killer à solta nas redondezas, que mata exclusivamente prostitutas na cidade e descarta seus corpos às margens das rodovias. Chamado de ‘Holy Spider’ pelos jornais, o assassino anda sendo aplaudido nas ruas por supostamente estar limpando-as das chamadas pecadoras. Para descobrir a verdadeira identidade do culpado, Rahimi fará de tudo, até mesmo se disfarçar como uma trabalhadora do sexo e colocar sua própria integridade em risco.
Escrito por Abi Abbasi e Afshin Kamran Bahrami com a supervisão de Jonas Wagner e direção do primeiro, o filme começa parecendo um típico drama do médio-oriente, com atuações contidas somadas a reações explosivas fagulhadas por situações que, a nossos olhos ocidentais, parecem corriqueiras. Lá pela metade do longa, a identidade do serial killer é revelada, o que faz o espectador questionar o porquê de a produção entregar o principal elemento do longa tão cedo – consequentemente, faz com que a gente se questione, então, como a produção preencherá as quase uma hora restantes. E é nessa virada que ‘Holy Spider’ mostra a sua excelência. Partindo desse plot comum a tantos outros filmes, e inspirado em eventos reais ocorridos de fato em Mashhad, o roteiro abre o debate para o machismo estrutural tóxico e o fanatismo religioso que não só impera na sociedade iraniana contemporânea, mas que também impede com que direitos humanos básicos sejam respeitados naquela região, especialmente às mulheres.
Dramaturgicamente, ‘Holy Spider’ contém suas emoções, acompanhando a estética do cinema iraniano que não se expõe mais do que precisa. Essa contenção é justamente o que eleva o nervosismo do enredo, pois, uma vez que a protagonista é uma mulher em um país masculino e machista, todo e qualquer ato dela pode ser fatal; em contrapartida, todos os outros personagens com quem ela contracena são homens, e suas atitudes são condizentes com a realidade local e a da ficção, o que eleva a tensão de ambos os núcleos.
Sem avisar, ‘Holy Spider’ é um soco no estômago disfarçado de thriller policial. Partindo da cruel realidade de ser mulher em um lugar dominado pelas regras masculinas, o longa merece todos os aplausos que ganhou nos festivais internacionais, entretendo e estimulando pensamento crítico ao mesmo tempo, e comprova que a realidade, no final das contas, é sempre pior do que se pode criar na ficção.
‘Passagem’, drama estrelado pela vencedora do Oscar Jennifer Lawrence, já chegou ao catálogo da Apple TV+ e fez um sucesso considerável entre a crítica internacional.
A produção conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7/10 baseada em 71 reviews. Segundo o consenso geral, o longa “apresenta uma perspectiva subjugada dos efeitos lancinantes do trauma, liderado por performances arrepiantes de Lawrence e Brian Tyree Henry“.
Confira os principais comentários:
“Este é um filme bem atuado e maduro, mesmo quando parece um pouco leve” – The MacGuffin.
“Qualquer significado metafórico é deixado para o espectador, que estará muito ocupado aproveitando as belas performances para pensar muito” – Boston Globe.
“A intimidade do filme, aliada à alta qualidade das atuações, o diferencia” – Aisle Seat.
“[O filme] não abre novos caminhos, mas é modestamente eficaz graças à sua compaixão pelos personagens” – KKFI-KM.
“Um drama tranquilo e discreto que não se anuncia de nenhuma maneira específica, mas tem uma maneira de se aproximar de você…” – Detroit News.
Na trama, Lawrence interpreta Lynsey, uma soldado estadunidense que retornou recentemente à sua cidade natal, Nova Orleans, depois de sofrer um traumatismo craniano enquanto estava de serviço no Afeganistão. Anteriormente no Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, Lynsey se vê retornando da guerra para mais uma batalha – enfrentando sua mãe negligente e seus demônios do passado. Incapaz de funcionar 100% por conta própria devido à lesão cerebral, Lynsey se encontra em um lugar escuro durante sua reabilitação e planeja retornar ao exército. Quando ela conhece James (Brian Tyree Henry), os dois involuntariamente se unem por causa de seu passado e seus traumas.
Segundo o ComicBook.com, a Amazon Studios adquiriu os direitos internacionais de ‘O Continental’, série derivada da aclamada franquia de ação ‘John Wick’.
Anteriormente anunciada como uma minissérie regular, a produção foi reformulada como uma série de três episódios, com cada capítulo funcionando como um filme. A história irá focar no hotel de assassinos que se tornou bastante popular na obra original.
Por conta disso, não há dúvidas do calibre se sua atuação e entrega a um personagem.
No entanto, o astro admitiu que quando assume seu papel como ‘Doutor Estranho‘ no MCU, se sente mais relaxado quanto às cobranças em sua performance.
Em entrevista para o The Talks, Cumberbatch afirmou que trabalhar no MCU não exige grandes atuações.
Ao longo da conversa, ele disse que a maior parte do tempo das gravações é gasto em pé na frente de uma tela verde balançando os braços e fingindo que está lançando feitiços.
“Atuar na Marvel não é uma espécie de academia de atuação onde você está desconstruindo camadas de si mesmo para sair do casulo. É claro que precisamos ter o mínimo de conhecimento teatral, mas no coração de um filme como ‘Os Vingadores‘ está na ação e é difícil trazer sua veia emocional quando o foco está em todo o caos acontecendo ao seu redor.”
Ele continuou, deixando claro que sempre tira boas lições de cada um de seus trabalhos:
“Acontece que esses filmes não têm foco propriamente no desenvolvimento massivo do personagem, já que a história é sempre o centro de algo que vai levar a outro filme. Mas eu aprendo muito em cada um dos meus trabalhos. Eu gostaria de pensar que aprendo observando outras pessoas. Foi maravilhoso assistir Robert Downey Jr em ‘Ultimato‘. É maravilhoso ver como os outros atores se deixam mergulhar nesse mundo fantasioso.”
Lembrando que ‘Doutor Estranho 2‘ já está disponível na Disney+.
A 5ª temporada de ‘The Crown‘ chega ao catálogo da Netflix em 09 de novembro, mas a crítica especializada já conferiu os novos episódios.
Infelizmente, o novo ciclo da adorada série histórica decepcionou e recebeu apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Das 19 críticas publicadas até o momento, onze são positivas e oito são negativas.
Entre os comentários, os críticos chamaram atenção para a trama entediante, que muitas vezes tenta glamourizar os fatos chocantes em torno da família real.
Com exceção das atuações de alguns membros do elenco, a atual temporada falha ao tentar repetir o sucesso das anteriores.
Confira as avaliações:
“A 5ª temporada é lamentavelmente deficiente em seu foco, o que, por sua vez, sobrecarrega demais os atores e a produção.” – IndieWire.
“Uma temporada que falha em sua tentativa de mostrar os contos mais chocantes desta época ao inserir uma pitada de compaixão na história da família.” – Decider.
“Depois desta temporada, resta saber se ‘The Crown‘ vai encerrar as coisas com uma nota alta – ou se, como a própria monarquia, vai lutará para manter sua relevância até o fim.” – Collider.
“Com exceção de Helen Mirren e Michael Sheen, é uma temporada que já parece muito obsoleta e atrasada. Algo que não faz valer a pena continuar…” – Deadline.
“Mais uma vez, ‘The Crown’ consegue superar suas temporadas anteriores. Charles e Diana estão na frente e no centro aqui, mas a série ainda parece muito com um conjunto. O roteiro e as atuações estão incríveis. É fascinante ver eventos recentes recebendo o tratamento histórico.” – Beyond the Trailer.
“Apesar das milhares de palavras indignadas que foram escritas acusando-a de transformar a família real em uma novela barata, os três primeiros episódios da nova temporada são entediantes. Mas a boa notícia é que ficar melhor a partir daí. Muito melhor.” – Times UK.
Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.
Assista ao trailer:
Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substituiTobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.
Lembrando que dois atores foram escalados para interpretar o Príncipe William em diferentes fases de sua vida.
Rufus Kampa (‘First Date’) dará vida à versão adolescente do príncipe, enquanto o estreante Ed McVey será a versão jovem-adulta.
A também estreante Meg Bellamy foi escalada como Kate Middleton, esposa de William. Amir El-Masry, conhecido por seu papel em obras como ‘The Night Manager’ e ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, foi escalado como o jovem bilionário egípcio Mohamed Al-Fayed, pai do amante da Princesa Diana, Dodi.
Senan West, que será a versão adulta do Príncipe William. Senan é filho de Dominic West, que interpreta o Príncipe Charles no show.
Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.
Poucas estreias de artistas do mundo da música pop nas telas de cinema foram tão significativas e marcantes quanto a da saudosa Whitney Houston em O Guarda-Costas. Lançado em seu país de origem, os EUA, no dia 25 de Novembro de 1992, chegando ao Brasil no dia 15 de Janeiro de 1993, O Guarda-Costas está completando 30 anos de sua estreia em 2022. O filme, que foi um dos maiores sucessos de seu respectivo ano nas bilheterias (permanecendo mundialmente em segunda posição, atrás apenas do fenômeno animado da Disney, Aladdin), será exibido hoje, 5 de Novembro, na Sessão de Sábado a partir das 14:10. Fora isso, faz parte atualmente do acervo do streaming HBO Max – que conta com grande parte das produções da Warner – para os assinantes que quiserem degustar com o som e idioma originais.
A ideia para o filme O Guarda-Costas já flutuava por Hollywood desde os anos 1970. No início de tal década, o projeto era pensado tendo Steve McQueen e Diana Ross como protagonistas. No entanto, foi descartado por ser considerado muito controverso, mesmo para a época de uma mentalidade mais revolucionária como os anos 70. Depois, ao fim da mesma década, Ross permanecia atrelada ao projeto, com a mudança do protagonista masculino. Saía o durão McQueen, e entrava Ryan O’Neal, do sucesso Love Story – Uma História de Amor (1970), coprotagonizado coincidentemente pela esposa de McQueen, Ali MacGraw. Depois de uns três meses de desenvolvimento, mais ou menos, a produção de O Guarda-Costas foi novamente cancelada, desta vez devido a diferenças irreconciliáveis entre a musa pop Ross e O’Neal, que haviam tido um relacionamento neste meio tempo – o ator era um mulherengo notório e inveterado, tendo namorado meia Hollywood.
Um grande sucesso do cinema, a ideia para ‘O Guarda-Costas’ já flutuava por Hollywood desde os anos 70.
O projeto deO Guarda-Costas, no entanto, se recusava a morrer, e seguia mudando de mãos e mudando de formas. Foi nos anos 1980, durante as filmagens do faroeste Silverado (1985), que Kevin Costner se deparou com o roteiro para o filme pela primeira vez. Acontece que o texto estava sendo escrito por Lawrence Kasdan, roteirista de alguns dos maiores sucessos dos anos 80, vide O Império Contra-Ataca (1980), Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981) e O Retorno de Jedi (1983). Kasdan escreveu e dirigia Costner em Silverado na época.
Fã declarado do cineasta japonês Akira Kurosawa, o roteirista e diretor Lawrence Kasdan pegou inspirações e referências de suas obras clássicas para alguns elementos de O Guarda-Costas. O título, por exemplo, foi retirado de Yojimbo (1961), que no Brasil e EUA tem o subtítulo O Guarda-Costas. Em uma determinada cena do filme de 1992, o personagem Frank (Costner) leva Rachel (Houston) para assistir ao filme Yojimbo. O protagonista, assim como o escritor do filme, se mostrava fã da cultura japonesa – o lema dos guarda-costas tem muito do altruísmo de entregar a própria vida para proteger outra, vinda dos samurais. E quem poderia esquecer da cena da espada afiada cortando a seda.
Temas e inspirações para ‘O Guarda-Costas’ saíram do cinema japonês, em especial dos filmes de Akira Kurosawa.
Outra inspiração para Kasdan na hora de criar o protagonista Frank Farmer foi o astro Steve McQueen – talvez pelo fato de o ator estar atrelado inicialmente ao projeto. Coincidentemente, McQueen estrelou Sete Homens e um Destino, o remake americano na forma de faroeste do clássico Os Sete Samurais (1954), de Akira Kurosawa. Tudo está conectado. Quando conseguiu o papel, aliás, Kevin Costner revelou que muito de sua performance estava baseada e caracterizada no astro Steve McQueen, talvez por já saber das intenções originais do roteirista. Assim, a inspiração foi além do desempenho, com Costner inclusive portando o típico corte de cabelo pelo qual McQueen ficaria conhecido ao longo de sua carreira.
A trama de O Guarda-Costas fala em seu núcleo sobre o relacionamento amoroso nascido entre uma cantora da música pop que se encontra no topo do mundo, como a artista mais famosa do momento, e seu protetor, o guarda-costas Frank Farmer. Mas a história não é puro romance, o filme é também um thriller, já que Rachel Marron, a tal estrela, está sendo ameaçada de morte por um fã obsessivo e psicopata, que parece estar disposto a cumprir suas ameaças. A trama tenta ainda ter um insight sobre a loucura da fama, como administra-la e os perigos que pode acarretar, usando como base artistas reais que foram perseguidos, ameaçados e inclusive mortos por pessoas desequilibradas, que ultrapassavam a linha do saudável. Ah, é claro, não esqueçamos das músicas – um dos elementos mais marcantes, mas que iremos falar mais adiante.
‘O Guarda-Costas’ possui uma das mais queridas histórias de amor do cinema – mas é também um thriller.
Apesar de parecer não ter como errar e já ter nascido um tremendo sucesso, o roteiro de O Guarda-Costasfoi rejeitado por Hollywood nada menos do que 67 vezes. Isso mesmo. Esse foi o número de “nãos” que o projeto recebeu até finalmente ganhar o sinal verde da Warner. Após ser abraçado pelo estúdio citado, foi adicionado a bordo o comandante da obra, o britânico Mick Jackson, que havia acabado de entregar a comédia de sucesso L.A. Story (1991), com Steve Martin e Sarah Jessica Parker, para a Columbia/Sony. Kevin Costner, que estava no topo do mundo na época, entregando um sucesso atrás do outro em sequência como Dança com Lobos (1990 – pelo qual levou os Oscar de melhor filme e diretor), Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões (1991) e JFK – A Pergunta que Não quer Calar (1991), embarcou logo depois no projeto assumindo as capacidades de produtor e protagonista. É seguro dizer que na época Costner era um dos maiores astros do mundo.
Com todas as peças no lugar, era a hora de encontrar a protagonista feminina Rachel Marron – preferivelmente uma verdadeira estrela da música, ou ao menos uma cantora talentosa. E o encontro único que ocorreu não poderia ter sido melhor. Antes da entrada da eterna Whitney Houston, no entanto, nomes como Olivia Newton-John, Joan Jett, Debbie Harry, Janet Jackson, e até mesmo Dolly Parton e Madonna foram considerados para ocupar a vaga. Esta última, no entanto, foi devidamente embarreirada pelo produtor Costner, já que tinha feito uma piada às custas do astro no documentário Na Cama com Madonna (1991), que o ator não tinha gostado nada. Já Dolly Parton não estrelou o filme, mas teve certo envolvimento. Acontece que Parton é a autora de ‘I Will Always Love You’, o maior sucesso da trilha sonora de O Guarda-Costas. A cantora country confessa ter tido que encostar o carro quando ouviu no rádio pela primeira vez sua canção na voz mais que potente de Whitney Houston, tamanha a emoção que tomou conta dela.
Whitney Houston finalmente era contratada para estrelar seu primeiro filme, na pele da musa Rachel Marron – um papel que parece ter sido escrito para ela. É dito inclusive que Kevin Costner e o diretor Mick Jackson não queriam que a cantora tivesse aulas de atuação, desejando que sua performance fosse a mais natural e real possível. Além disso, o diretor aconselhou a cantora a abordar cada cena como se fosse uma canção e atuar com esta emoção.
Durante as gravações, nem tudo ocorreu como previsto. Enquanto filmava suas cenas, Whitney Houston sofreu um aborto espontâneo e precisou se afastar da produção por algumas semanas, deixando os realizadores um pouco receosos. Mas a cantora e atriz foi guerreira e retornou para finalizar as gravações. Mesmo que em um de seus afastamentos não tenha podido posar para o clássico poster do filme, em que Costner carrega Rachel no colo – representando um dos momentos mais emblemáticos do longa, no qual o guarda-costas tira a cantora desta forma do meio de uma multidão alterada. No cartaz temos a dublê de Whitney, que não mostra o rosto propositalmente. Ninguém nunca saberia, mas Costner revelou este pequeno segredo recentemente.
Whitney Houston é a estrela do filme. Mas no cartaz quem aparece é sua dublê.
Com o orçamento de US$25 milhões e produzido pela Warner, O Guarda-Costas não estreou em primeira posição do ranking das bilheterias em seu lançamento, mas sim em terceiro. O filme não conseguiu desbancar a pesada concorrência de Esqueceram de Mim 2 e Aladdin, filmes mirados para toda a família de censura livre. Apesar disso, a propaganda boca a boca foi fazendo o filme crescer durante sua estadia nas salas de cinema até conseguir uma bilheteria total de US$411 milhões ao redor do mundo, se tornando o segundo filme mais lucrativo de trinta anos atrás nos cinemas, destronado somente pela citada animação da Disney, Aladdin.
Fora isso, com 37 milhões de álbuns vendidos, a trilha sonora de O Guarda-Costas ainda é a mais vendida de todos os tempos, rendendo ainda alguns recordes neste quesito para o filme. O Guarda-Costas ainda receberia duas indicações ao Oscar para canções originais (‘I Have Nothing’ e ‘Run to You’) – as quais foram derrotadas por ‘A Whole New World’, de Aladdin.
Durante um tempo se falou numa possível sequência de O Guarda-Costas, que ocorreria ainda nos anos 1990. Na trama, Frank Farmer (Costner) precisaria lidar com o trauma da morte de Rachel, enquanto encontrava forças para aceitar um novo trabalho protegendo uma nova cantora. Curiosamente, a Princesa Diana havia mostrado interesse no projeto para o papel feminino. Seria no mínimo curioso vê-la como atriz. Infelizmente, Diana viria a falecer num fatídico acidente em 1997. Assim também como Whitney Houston, aos 48 anos em 2012. Este ano, na comemoração de 30 anos de aniversário de O Guarda-Costas, também homenageamos a despedida de 10 anos da cantora e atriz. A continuação do filme nunca saiu, mas uma refilmagem é planejada. Torçamos para o melhor.
A notícia foi divulgada pelo site The Cosmic Circus, que revelou que a versão doHomem-Aranha do MCU estará presente no próximo filme do ‘Aranhaverso‘.
Não se tem informação se Tom Holland irá dublar, ou se outro ator irá dar voz ao personagem na animação. Além dele, o Homem-Aranha do jogo ‘Marvel’s Spider-Man‘, interpretado porYuri Lowenthal, também deve aparecer no novo longa.
As duas versões do Aranha se juntarão à Miles Morales e seus amigos na sequência de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘. Vamos torcer para que sim!
Lembrando que as duas partes da sequência foram ADIADAS pela Sony Pictures.
Miles Morales retorna para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar Aranhaverso, uma aventura épica que transportará o amistoso amigão da vizinhança do Brooklyn, Miles Morales, através do Multiverso para unir forças com Gwen Stacy e uma nova equipe do Povo-Aranha para enfrentar um vilão mais poderoso do que qualquer coisa que eles já encontraram.
Kemp Powers e Justin K. Thompson também entram como diretores.
Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’ e ‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter Docter e Mike Jones.
Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.
Vale lembrar que ChrisLord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.
Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.
Segundo informações divulgadas pelo TMZ, o cantor Aaron Carter morreu neste sábado (5). Aaron, que é irmão de Nick Carter, integrante da banda Backstreet Boys, foi encontrado morto em uma banheira sua casa em Lancaster, Califórnia.
De acordo com relatório a polícia, um chamado foi aberto para o local informando que ele havia se afogado.
Aaron ficou famoso no fim dos anos 90 com o hit ‘Aaron’s Party’, quando ele tinha apenas 9 anos. Depois ele se tornou uma figura constante no canal Nickelodeon. Ele também participou da competição ‘Dancing With the Stars’ e na produção musical da broadway ‘Seussical’.
Aaron fez a transição para o rap à medida que sua carreira musical progredia. Ele também apareceu em Dancing With The Stars e atuou na produção da Broadway Seussical. Aaron teve vários problemas legais e de abuso de substâncias ao longo dos anos.
Alguns anos atrás, no The Doctors, falou sobre todas as pílulas que estava tomando. Ele também foi para a reabilitação várias vezes. Ele deixa seu filho, Prince. O músico tinha apenas 34 anos.
Jennifer Lawrence, intérprete de Katniss Everdeen em ‘Jogos Vorazes‘, revelou em uma entrevista recente um algo no mínimo curioso sobre a sua relação com o prelúdio da franquia criada por Suzanne Collins.
“Isso me faz sentir velha como mofo”, disse ela. “Lembro-me de ter 21 anos e pensar: ‘Meu Deus, um dia eles vão refazê-los e refazê-los. Mas eu já estarei tão velha! Estarei morta!’”, disse Lawrence.
Anteriormente, a Lionsgate divulgou um vídeo em que Zegler nos leva em um tour pelos bastidores.
Boehm será Lamina, tributo do Distrito 7. Dillon dará vida a Mizzen, tributo do Distrito 4, enquanto Strates será sua mentora, Persephone Price. Kuse e Bruscheidt serão os tributos Brandy e Tanner, respectivamente, do Distrito 10. Abold será Reaper, tributo do Distrito 11. Shapiro e Reilly serão dois membros do Covey, Billy Taupe e Maude Ivory, respectivamente. Somner será Spruce, do Distrito 12.
Dinklage dará vida a Casca Highbottom, reitor da Academia e criador não-intencional dos Jogos Vorazes. Quando os jogos foram oficialmente anunciados, Highbottom serviu como rosto público do evento, começando uma espiral que duraria anos e que culminaria em seu assassinato pelo futuro presidente Coriolanus Snow. Davis, por sua vez, será a comandante da 10ª edição anual dos Jogos Vorazes, Dra. Volumnia Gaul.
Lance será Marcus, um tributo do Distrito 2; Liao será Clemensia Dovecote, uma das amigas mais próximas de Snow e mentora do tributo do Distrito 11; Gibson dará vida a Bobbin, um tributo do Distrito 8; Lansing será Coral, tributo do Distrito 4; Husain irá interpretar Felix Ravinstill, mentor do tributo do distrito 11; e, por fim, Schwartzman será Lucrécio “Lucky” Flickerman, apresentador dos Jogos Vorazes.
Lembrando que o filme será distribuído no Brasil pela Paris Filmes e será lançado no dia 16 de novembro de 2023.
Confira o primeiro teaser:
Na trama, “anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.
A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.
O filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas’.
Vale destacar que, além de ‘Bailarina‘, o futuro da franquia parece promissor, já que a série derivada ‘The Continental‘, que será exibida internacionalmente pela Amazon Prime Video, foi anunciada, e a empresa parece interessada em adaptar a saga também para os vídeo-games, sendo bem eletrizante.
Há a expectativa da produção começar em breve, com a possibilidade de participações especiais de Keanu Reevese Anjelica Huston.
Já ‘John Wick 4‘ tem estreia marcada para 24 de março de 2023. ‘John Wick 5‘ seria gravado ao mesmo tempo que o 4, mas a pandemia impediu o desenvolvimento dos dois filmes, então a equipe optou por fazer apenas um deles. Agora só nos resta para saber se a sequência deixará um gancho para novas histórias.
‘Adão Negro‘ está fazendo sucesso nos cinemas e, ao que tudo indica, o roteiro da continuação do longa já está até pronto. Pelo menos é o que diz o jornalista John Campea e o produtor Robert Meyer Burnett, que comentaram sobre a produção.
Meyer Burnett revelou aJohn Campea Show que o roteiro da sequência de ‘Adão Negro‘ já está em progresso. Campea comentou em seguida que ouviu relatos de que o roteiro já estaria pronto, e o estúdio estaria pronto para “gravar tudo em quatro meses”. Acredita?
“Eu gosto da filosofia que eles dizem: ‘Olha, esperamos 15 anos para ter Dwayne The Rock Johnson como [Adão Negro], vamos aproveitar isso. Ele diz: “Teremos um roteiro pronto bem rápido.” Eu definitivamente ouvi de alguém de dentro, seu roteiro está pronto”, diz Campea.
“Eles têm um segundo script. Agora, eles podem querer mexer com isso, dependendo de como são as reações ao primeiro filme, mas eles literalmente provavelmente poderiam filmar essa coisa em quatro meses, se quisessem”, conclui.
A Warner estaria apenas esperando o retorno de Adão Negro para já iniciar as filmagens do próximo filme, de acordo com os rumores.
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
O roteiro da continuação de ‘The Batman‘ está em desenvolvimento e Andy Serkis, que interpreta Alfred no longa dirigido por Matt Reeves, deve ajudar com com algumas ideias interessantes. Em entrevista ao site Screen Rant, Serkis revelou que gostaria de ver Sandman, personagem de Neil Gaiman, no novo título.
O ator revelou que não tem informações concretas sobre ‘The Batman 2‘ comRobert Pattinson, ou sobre o futuro de seu personagem na narrativa criada por Matt Reeves. No entanto, ele elogiou o trabalho do diretor e deu sua ideia de crossover.
“Eu não sei onde estamos com Alfred agora. Eu apenas não sei onde isso vai dar. Tenho certeza que Matt Reeves vai criar algo incrível, porque é isso que ele sempre faz. Ele é outro contador de histórias formidável que sempre vai de encontro ao coração. Em termos de vilões, eu gostaria de ver… Sandman. Um tipo de crossover. Acho que seria interessante”, disse Serkis.
Lembrando que ‘Batman 2‘ já foi confirmado, mas está nos estágios iniciais de produção. Sabemos que o roteiro está sendo desenvolvido por Matt Reeves e Mattson Tomlin.
Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.
Jeffrey Greenstein, produtor da Millennium Films, responsável pela franquia ‘Os Mercenários‘, em uma entrevista recente concedida ao The Holywood Reporter, foi perguntado se fazer filmes de ação estrelados por mulheres como ‘Red Sonja‘, ‘Até a Morte‘ e ‘Dupla Explosiva‘ era uma “mudança estratégica” de Hollywood.
Em sua resposta, Greenstein revelou que o estúdio estava tentando desenvolver uma nova versão feminina de ‘Os Mercenários‘.
“Eu não acho que seja uma mudança de planos exatamente, pelo menos da nossa perspectiva. Talvez seja mais o que o resto do mundo está pensando agora, em querer ver outras histórias. Com ‘Dupla Explosiva’, a personagem de Salma Hayek foi muito divertida , fazia sentido construir o segundo filme em torno dela”, disse o produtor.
“Nós gostamos de trabalhar com as mesmas pessoas, então fizemos ‘Até a Morte’ com Megan Fox, e ela está no novo filme de ‘Os Mercenários’. É apenas sobre trabalhar com pessoas talentosas. Mas vou dizer algo: estávamos tentando desenvolver ‘The Expendables’ (no original), como uma versão feminina, mas o problema com esse projeto sempre foi tentar encontrar uma maneira de justificar por que teríamos uma equipe feminina”, explicou.
“Em vez de tentar explicar isso, por que não apenas ter mulheres no time de sempre; elas não são igualmente fodas? Em vez de ter que explicar por que uma personagem feminina chegou lá, você apenas faz o que faria com um homem: mostrar elas arrasando”, conclui.
A estreia de ‘Os Mercenários 4‘ está agendada para o dia 22 de setembro de 2023.
O novo filme deve marcar a despedida de Sylvester Stallone da franquia.
Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.
“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”
Ficamos sabendo ontem que a série ‘Westworld‘ foi cancelada, porém o elenco formado por Evan Rachel Wood, Thandiwe Newton e companhia não serão prejudicados finaneiramente por isso.
De acordo com o Deadline, mesmo sem a produção da 5ª temporada, o quinteto fixo principal ainda será pago pelos episódios, devido a obrigações contratuais com a HBO.
Jeffrey Wright, Ed Harris eAaron Paul também serão remunerados. Os cinco fecharam contrato garantindo a presença deles em um possível quinto ano mesmo sem a renovação confirmada. O que acabou não ocorrendo.
A notícia do cancelamento foi divulgada três meses após o término da quarta (e agora última) temporada. O alto custo de produção comparado aos baixos índices de audiência é tido como principal motivo.
Michael J. Fox e Christopher Lloyd se reencontraram na New York Comic-Con de 2022, com a dupla aparentando muito felicidade por estarem juntos programando algo.
Os lendários protagonistas de ‘De Volta Para o Futuro‘ (1985) divulgaram novas fotos juntos, e até fizeram mistério sobre um novo projeto secreto.
“O Doutor e eu estamos tramando algo grande… Christopher, devemos contar pra eles?”, disse Fox, em seu Instagram.
Lembrando queMichael J. Fox e Christopher Lloyd interpretam Marty McFly e o Doutor Brown na trilogia oitentista, clássico da infância de muitos nerds. Os dois celebraram os 37 anos do primeiro filme com painel na Comic-Con de Nova York.