Parece que a segunda temporada de ‘Legends of Tomorrow‘ será transmitida por mais tempo do que os telespectadores tinham pensado inicialmente.
O segundo final da temporada foi inicialmente previsto para ir ao ar na terça-feira, 28 de março, após o episódio de ‘The Flash‘. Mas graças a alguns ajustes da programação da CW, o episódio final será transmitido só na terça-feira seguinte, 4 de abril.
E esta não é a primeira vez que o calendário da segunda temporada da ‘Legends‘ é redefinido. Além da troca do dia, passando de quinta para terça-feira, a mais recente temporada aumentou em número de episódios, saltando de 13 para 17.
O que é mais interessante sobre isso é que ‘Legends of Tomorrow‘ vai ao ar no hiato de ‘The Flash‘, em 04 de abril, e será seguida pela estreia da terceira temporada de ‘iZombie‘. A série inspirada nos quadrinhos da Vertigo estava prevista para transmitir um episódio especial de duas horas, mas acabou sendo reduzido para 1h30.
Ss belíssimas atrizes que fazem parte do Marvel Cinematic Universe se juntaram em uma foto dos bastidores, durante o mais recente ensaio fotográfico feito pela revista Vanity Fair que conta com todos os protagonista do universo.
A imagem não reúne todas as mulheres dos filmes da Marvel, mas já traz Brie Larson, a mais recente a ingressar o MCU.
Confira:
Ontem, a Vanity Fair divulgou o primeiro ensaio e imagens oficiais de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, trazendo todo o elenco atual do MCU.
Segundo ele, ‘Vingadores 4′ irá surpreender muitos fãs e será um divisor de águas para os heróis.
“Temos 22 filmes na Marvel e outros 20 guardados que são completamente diferentes de tudo que veio antes, intencionalmente. Vingadores 4 trará algo nunca visto em filmes de super-heróis: um final. Haverá dois períodos distintos. Tudo antes de Vingadores 4 e tudo depois. Sei que não será do jeito que as pessoas estão esperando.”
O CEO da Disney, Bob Iger, ressaltou que o estúdio tem direito a cerca de 7 mil personagens e muitas histórias ainda podem ser contadas nos cinemas.
“Estamos procurando mundos que sejam completamente individuais, geograficamente ou com relação a tempo, dos mundos que já visitamos e conhecemos”
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
A saída de Emmy Rossum da série ‘Shameless’ pegou todos de surpresa e desde o anúncio sobre sua despedida, muito tem se falado a respeito dos próximos rumos da produção e em como o elenco reagiu à sua decisão.
E desta vez, o astro da série, William H. Macy, falou sobre a escolha da colega de elenco em deixar a narrativa.
Em uma entrevista à EW, ele demonstrou apoio à jovem, pontuando que é natural buscar novas oportunidades após um extenso período envolvida em um único programa de TV.
Disse:
“Nós já esperávamos isso. Vou te dizer, quando você chega à nona temporada, você acaba pensando se quer continuar ou não, é um tanto assustador. É difícil não pensar: ‘Como seria minha vida pós ‘Shameless’?’. E parte disso é muito amedrontador e parte é também realmente empolgante. Ela é jovem e eu acho que fez a escolha certa. Ela já tem outro programa no qual é produtora executiva, então está indo para algo que ela quer, além de estar expandindo seus horizontes. Indo mais longe, ela acabou de casar e eu só lhe desejo o melhor e mal posso esperar pelo que ela fará no futuro”.
Sobre o futuro da série, JohnWells disse: “Estou ansioso para continuar a história dessa família imprevisível.”
Rossum está presente na série do canal Showtime desde a 1ª temporada. O motivo da saída ainda não foi revelado. A revelação foi feita através da sua conta no Facebook.
Recentemente, o canalShowtime encomendou dois episódios adicionais para a 9ª temporada. O novo ano, no entanto, agora com 14 episódios, será dividido em duas partes.
Os sete primeiros episódios serão exibidos a partir de 9 de setembro, com término no dia 21 de outubro. A segunda metade da temporada estreará no dia 20 de janeiro.
D23 Expotrouxe uma série de novidades para os fãs da Marvel e de outros produtos da Disney. E no evento, foi possível conferir o primeiro cartaz da série daDisney+, ‘Falcão e Soldado Invernal‘.
O material, que fazia parte da peças publicitárias de divulgação presentes na convenção, não chegou a ser compartilhado em alta definição pela Disney, mas um fã presente no local compartilhou uma imagem do pôster.
Wyatt Russellé a mais recente adição ao elenco. O ator viverá John Walker, um agente do governo dos Estados Unidos que aparentemente fazia parte do grupo conhecido como Vingadores da Costa Oeste.
Além disso, foi confirmado que Emily Van Camp retornará como Sharon Carter/Agente 13, enquanto Daniel Brühl (‘Capitão América: Guerra Civil’) reprisará o vilão Barão Zemo na produção.
As filmagens do show começam no dia 22 de outubro e serão feitas em Atlanta, Geórgia, nos estúdios Pinewood, sob o título de produção ‘Tag Team’.
A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).
Confira o logo:
Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção. Ele se junta a Malcom Spellman, que já havia sido anunciado no passado como um dos roteiristas.
Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.
A produção será protagonizada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.
Mais uma aguardada produção parece ter retomado suas filmagens, após a suspensão dos trabalhos, em virtude do coronavírus. E segundo o portal The Direct, o projeto em questão é a série original da Disney+, intitulada ‘WandaVision‘.
De acordo com a publicação, a produção do restante dos episódios já teria sido reiniciada em Los Angeles, com os membros da equipe de apoio gradativamente retomando suas respectivas funções. Essa informação teria sido apurada a partir de uma publicação feita por alguns profissionais em suas redes sociais.
Corey Lenart, que faz parte da equipe de câmeras, chegou a publicar um story em seu Instagram, com os dizeres “estamos de volta“, o que fomentou ainda mais as especulações em torno da retomada das filmagens de ‘WandaVision‘.
No entanto, não há nenhuma cópia dessa publicação circulando na internet e como a Disney ainda não confirmou o reinício dos trabalhos, trate tudo como especulações.
Segundo o jornalista Borys Kit, do The Hollywood Reporter, a produção ainda chegará ao Disney+ em dezembro de 2020 – diferente do adiamento para 2021, conforme previamente anunciado.
Confira:
I’ve made a correction to the article saying WandaVision is due to come out in 2020. Thanks to the Brandons for keeping me on my toes. https://t.co/Ju7vrSg6US
“Fiz uma correção no artigo dizendo que ‘WandaVision’ será lançada em 2020. Obrigado aos Brandon por me deixarem informados”, diz a postagem.
‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.
A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e também traz no elenco Elizabeth Olsen, Paul Bettany e Teyonah Parris.
Depois da sua memorável atuação como Coringa, que lhe rendeu um Oscar, o astro Joaquin Phoenix está de volta às telonas como protagonista do drama ‘Sempre em Frente‘, que será lançado no Brasil pela Diamond Films.
No filme, Phoenix interpreta um jornalista que precisa cuidar do seu jovem sobrinho enquanto embarca em uma viagem pelos Estados Unidos com o objetivo de entrevistar crianças sobre o que pensam do futuro.
O longa foi desenvolvido pela produtora A24 e estreia em novembro nos cinemas dos EUA.
Confira:
Na trama, o vencedor do Oscar vive um documentarista que se dispõe a cuidar do complicado e problemático filho de sua irmã, à medida em que tenta finalizar o seu documentário.
A produção será lançada no Festival de Cinema de Nova York.
Nick Frost está pronto para embarcar no mundo mágico de ‘Harry Potter‘ com um dos papéis mais icônicos da franquia: o meio-gigante e guardião das chaves de Hogwarts, Rubeus Hagrid. Em entrevista recente ao Collider, o ator britânico afirmou que pretende honrar a inesquecível performance de Robbie Coltrane, mas sem imitá-lo.
“Estou muito consciente do que veio antes”, disse Frost, referindo-se à interpretação de Coltrane nos oito filmes da saga original. “Ele fez um trabalho incrível. Mas nunca vou tentar copiar o que ele fez”.
Frost revelou que enxerga o personagem como um “menino perdido, violento, engraçado e caloroso”. Segundo ele, a nova abordagem da HBO — que irá adaptar um livro por temporada — permitirá explorar essas nuances com mais profundidade. “Acho que a beleza de poder fazer um livro por temporada é justamente essa: tenho a chance de mergulhar mais nesse lado do Hagrid, e mal posso esperar”, afirmou.
Frost é conhecido por seus papéis em comédias britânicas como ‘Todo Mundo Quase Morto‘, ‘Chumbo Grosso‘ e ‘Truth Seekers‘.
Recentemente, o ComicBookMovie revelou que a Warner Bros. está investindo mais de US$ 1 bilhão de dólares para expandir seus estúdios em Leavesden, onde a série será filmada.
A nova versão da famosa casa dos Dursley aparenta ser um pouco mais moderna e imponente do que a vista nos filmes anteriores, mas ainda mantém uma estética tipicamente britânica, algo que deve tranquilizar os fãs preocupados com uma possível “americanização” da franquia na adaptação para a televisão.
Na história, o número 4 da Rua dos Alfeneiros é a casa onde Harry Potter é forçado a viver com os tios durante sua infância, antes de descobrir que é um bruxo e ser levado para Hogwarts, a Escola de Magia e Bruxaria. Ele retorna ao local todo verão, e esses períodos geralmente marcam o início de cada capítulo da saga.
É importante lembrar que a Max confirmou os seis primeiros nomes do elenco da aguardada série baseada em ‘Harry Potter’, a renomada saga de fantasia criada porJ.K. Rowling.
O diretorWes Anderson irá retornar ao Festival de Berlim, agora com seu novo filme, a animação em stop-motion ‘Ilha de Cachorros’, que foi escolhida para abrir a 68ª edição do Festival. O diretor alemão Tom Tykwer (Corra, Lola, Corra) será o presidente do júri.
Com estreia programada para 23 de março 2018 nos Estados, a produção acompanha a história de um cachorro chamado Max numa aventura com cães de outras culturas, ambientado em um Japão distópico.
‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ ganhou um novo vídeo com cenas dos bastidores, entrevistas com o elenco e novas cenas do filme. Confira:
O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.
‘Jurassic World 2‘ foi classificado como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e perigo de ficção científica”.
“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.
Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.
Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”
O elenco de ‘Grey’s Anatomy’ vai crescer na 15ª temporada com a chegada do ator Josh Radnor, o Ted Mosby de ‘How I Met Your Mother’.
De acordo com o TV Line, o personagem será novo interesse amoroso de Meredith e terá uma participação especial no episódio que vai ao ar no dia 11 de outubro (nos EUA), como um homem misterioso com quem Meredith terá um encontro às cegas. Mais detalhes sobre o personagem não foram revelados.
A 15ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ já está em exibição. No Brasil, o drama médico é exibido no canal Sony.
Minissérie de apenas 6 capítulos, a produção canadense ‘Meu Nome é Liberdade’ foi exibida no início do ano em rede aberta, pela Rede Globo (e disponível hoje em dia na Globoplay). Apesar disso, é uma série que ainda merece nossa atenção e nossa crítica.
Aminata Diallo (Shailyn Pierre-Dixon, que menina fofa!) é uma jovem de apenas 11 anos, feliz em seu povoado na África, com sua família. Um dia, um grupo de invasores e traficantes de escravos chega à região e devasta a pequena comunidade, matando a família da jovem e a levando como escravizada. Começa aí a jornada involuntária de Aminata, que descobre muito jovem a necessidade de se ter uma função no mundo para conseguir sobreviver – e, já no próprio navio que levava ela e dezenas de africanos escravizados ela coloca em prática seus conhecimentos como parteira.
Já na América – mais especificamente, nos Estados Unidos, na Carolina do Sul do século 18 –, Aminata é comprada e vai viver em uma fazenda, onde aprende a ler e escrever, e passa a memorizar a história e o nome de todos que conhece pelo caminho. Por ser uma “negra bem educada”, como diz Rosa Lindo, a esposa de um médico judeu (Amy Louise Wilson), Aminata é comprada por essa nova família, onde é posta para trabalhar dentro de casa, porém, com isso, é separada de sua filha recém nascida. Começa, assim, uma nova jornada para a protagonista, em busca da criança roubada.
A jornada de Aminata é o que a motiva a todos os dias seguir em frente em busca de um único objetivo: conseguir voltar para sua verdadeira casa, seu povoado na África Ocidental. Porém, o caminho é longo, quase impossível, e o espectador acompanha cada queda e cada superação dessa mulher forte, que, já adulta, é interpretada com vigor por Aunjanue Ellis, que também trabalhou nos premiados ‘Histórias Cruzadas’ e ‘Se a Rua Beale Falasse’. A minissérie conta, ainda, com uma participação do sumido Cuba Gooding Jr, no papel de um dono de estalagem.
A superprodução investe bastante no figurino adequado para a época e fez uma escolha pontual das locações. Para contar uma história que atravessa três continentes, fica evidente que houve um bom investimento financeiro. E a história realmente vale a pena ser contada, pois é baseada em documentos reais do governo britânico nos quais constam o nome e o registro de centenas de pessoas escravizadas que, na América do Norte, ajudaram a lutar pela Coroa Britânica durante a Revolução Americana. Esse registro é conhecido como ‘O Livro dos Negros’ (‘The Book of Negroes’, mesmo nome do romance escrito por Lawrence Hill, no qual a minissérie se baseou).
Por ser uma produção curtinha, fica difícil recomendar os melhores episódios, mas os dois primeiros e os dois últimos são os que têm mais eventos ocorrendo. Apesar da visível liberdade do roteiro de Lawrence Hill e Clement Virgo em romancear certas passagens dramáticas da História mundial, no geral a relevância de se contar essa história se sobrepõe às escolhas da produção. E essas histórias realmente precisam ser contadas.
Mesmo que Anthony e Joe Russo estejam ocupados com o trabalho em ‘Vingadores: Ultimato‘, eles não deixam de comentar sobre o universo da distinta concorrência, a DC.
No caso, explicaram sobre a dificuldade de fazer Superman funcionar no Cinema. Em conversa ao Business Insider, falaram:
“Quanto mais poderoso é um personagem, mais difícil é fazer a narrativa funcionar. Como contadores de histórias, e nos modos que exploramos os personagens, sempre procuramos por suas fraquezas, pois é o que os torna interessantes. Eles atraem pela força, mas ganham muito mais complexidade quando descobrimos que não são tão fortes assim. Esse é o grande truque que se torna mais difícil conforme o personagem se torna ainda mais forte.”
O aguardado longa ‘Vingadores: Ultimato‘ ganhou uma nova logo, que traz o título da produção com um tom bem arroxeado, semelhante à cor do vilão Thanos.
Confira:
Sendo um dos filmes mais aguardados de 2019, analistas preveem que ‘Vingadores: Ultimato‘ irá ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.
Projeções indicam que o longa reinará absoluto por quatro semanas nas bilheterias, até outro blockbuster, ‘Godzilla 2‘, ser lançado. Para termos de comparação, o novo filme deve ter bilheteria semelhante a de ‘Guerra Infinita‘, que fechou com US$ 678 milhões nos EUA, e um total de US$ 2.04 bilhões mundialmente.
Lançado há uns dias, o primeiro vídeo de ‘Vingadores: Ultimato‘ quebrou recordes, tornando-se o trailer mais visto em 24 horas da história.
Com 289 milhões de visualizações, o filme conseguiu superar o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, que anteriormente detinha o recorde – com 230 milhões de visualizações. O terceiro lugar também pertence à Disney, com o aguardado live-action de ‘O Rei Leão‘ (224 milhões de views).
Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.
“Precisamos terminar esse arco”, Vaughn declarou. “O capítulo final do relacionamento [entre Eggsy e Harry] precisa ser contado, e estamos prontos para fazê-lo. Espero começar as filmagens no final deste ano ou começo do próximo”.
O cineasta também possui na manga uma prequela da franquia, ‘The Great Game’, trazendo Liam Neeson e Harris Dickinson no elenco. Os produtores também querem Brad Pitt e Rachel Weisz como protagonistas. A trama deve se passar durante o período da Primeira Guerra Mundial
O filme supracitado tem estreia marcada para fevereiro de 2020.
Nem só de filmes e séries vivem as festividades natalinas – mas também de música. E não estamos apenas falando de trilhas sonoras que marcaram época (como é o caso de longas como ‘A Felicidade Não se Compra’), e sim de canções especiais lançadas por lendas da indústria fonográfica.
Ora, é quase automático associar o Natal a nomes como Mariah Carey e George Michael, que inclusive marcaram presença na matéria que você está lendo neste momento. Porém, outras faixas de fim de ano passam escondidas do radar mainstream – e por isso resolvemos separar essa lista.
Entre nomes como Kelly Clarkson e Tchaikovski, passando pelo lendário John Lennon, criamos um ranking das melhores música da época em questão que já foram produzidas ao longo do tempo, seja pela letra, seja pelo impactante instrumental.
Veja nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita!
‘Wrapped in Red’ é o sexto álbum de estúdio da icônica Kelly Clarkson e sua primeira investida natalina – e, assim como suas criações predecessoras, a performer entregaria uma track específica que até hoje apareceria ou em trilhas sonoras ou em nossas escolhas para enfeitar o fim do ano.
A classy“Underneath the Tree” é uma mistura nada ortodoxa de vários elementos sonoros, como as ecoantes teclas do piano, a presença de um orquestral trompete e as batidas do dance-pop (tudo isso dentro de um pano de fundo que emula os retumbantes sinos de Natal). E, como a cereja do bolo, temos o forte mezzosoprano da lead singer que, sem exageros, é explorada nos níveis mais surpreendentes imagináveis.
“Wonderful Christmastime” foi originalmente lançado em 1979 por Paul McCartney em um escopo eletrônico e sintético que representava uma ruptura com o disco e o dance da época. Entretanto, a música não ficou restrita apenas à sua voz e foi relida por outras lendas da indústria que não apenas imortalizaram a produção, como revitalizaram-na.
Se McCartney fez um trabalho impecável, Diana Ross emprestaria seus potentes vocais do soul e do R&B para uma regravação em 1994, enquanto Kylie Minogue recuperaria a estética electro em 2016, trabalhando ao lado de MIKA.
‘The OC’ é um dos dramas adolescentes mais conhecidos e conquista fãs até os dias de hoje. E, dentro desse famoso escopo, uma das épocas mais lembradas da série é o Natal – ainda mais pelo incrível compilado indie que produziram com o especial ‘A Very Merry Chrismukkah’.
Com adaptações transgressoras de canções como “Last Christmas” e utilização das inesperadas vertentes de The Raveonettes e Ron Sexsmith, o miniálbum é uma louca, divertida e emocionante aventura por inúmeros gêneros musicais que convergem para um único e especial lugar.
7. “NOITE FELIZ” – JOSEPH MOHR & FRANZ GRUBER
“Noite Feliz” não é apenas uma mera canção natalina que ganhou versões em praticamente todas os países do planeta, mas é um belíssimo conto de fim de ano austríaco que homenageia a mitologia católica da forma mais cândida possível.
Composta por Joseph Mohr e Franz Gruber, a obra foi performada pela primeira vez em 1818, na igreja de St. Nicholas na cidade de Oberndorf, que havia sido destruída por uma recente enchente. Seu poderoso liricismo e os orgânicos instrumentais carregaram seu legado para os dias de hoje e, em 2011, ela se tornou patrimônio da UNESCO.
Imortalizada pela conhecida voz de John Lennon, “Happy Xmas (War Is Over)” vai além das costumeiras letras de prosperidade, mas também serve como um épico protesto movido pela rebeldia do rock que fala sobre a Guerra no Vietnã.
Aqui, Lennon se junta a Yoko Ono e a um espetacular coral de crianças do Harlem e entregam-se a uma releitura da tradicional balada inglesa “Skewball”. O legado dessa canção é tamanho, que nomes como Damien Rice, Laura Pausini e até mesmo o extinto grupo televisivo Glee pincelaram-na com suas próprias personalidades.
5. “JINGLE BELL ROCK” – BOBBY HELMS
A clássica “Jingle Bell Rock” ganhou ainda mais fama quando levada para a rom-com‘Meninas Malvadas’ em 2004, mas a verdade é que a track de Bobby Helms foi lançada em 1957 e, desde então, faz parte da playlist de qualquer aficionado pelas festividades natalinas.
Escrita pelas habilidosas mãos de Joe Beal e Jim Boothe, a música é uma ode ao soft-rock dos anos 1950 (o mesmo que tornou Elvis Presley tão popular), e é guiado pelos acordes de uma guitarra on-point. Para além disso, a construção faz homenagem à secular “Jingle Bells” – só que com uma perspectiva mais dançante, por assim dizer.
Depois de ter tido um incrível ano, Taylor Swift voltou mais um ano para nos entregar uma das canções mais gostosas e imperdíveis de sua carreira. A teatral “Christmas Tree Farm” é evocativa, inocente e dialoga com força com elementos já utilizados por nomes como Alanis Morissette e Mariah Carey.
Sabemos que Swift é uma das melhores compositoras de sua geração e que, nos últimos anos, vem se envolvendo bastante na esfera pop. E, diferente do que esperaríamos, a cantora mergulha em uma versão mais elegante de si mesma sem perder de vista sua identidade sonora – o que deixa a faixa ainda mais especial.
Em 1892, Piotr Tchaikovsky mergulhava em mais uma incrível composição que seria relembrada para as eras: depois de aventurar-se pelo trágico ‘O Lago dos Cisnes’ e a folclórica ‘A Bela Adormecida’, o compositor russo adaptaria outro clássico da literatura para os palcos, ‘O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos’. E, bom, não é surpresa que sua obra seja constantemente relida quando estamos perto do fim do ano.
A meticulosa e impecável produção estende-se por quase duas horas e é destinada, na verdade, para os ballets performativos; entretanto, quando ouvimos as agudas notas da seção “A Dança da Fada Açucarada”, é impossível não sermos engolfados por um místico e narcótico mundo cujas portas se abrem e nos convidam para uma espetacular jornada.
2. “LAST CHRISTMAS” – WHAM!
George Michael é um nome revolucionário dentro da esfera fonográfica e, ao lado de Andrew Ridgeley, compôs o memorável duo intitulado Wham!. O nome pode até não soar muito familiar, mas a dupla é responsável por uma das baladas dance-pop mais tocadas de todos os tempo, a contraditória e melancólica “Last Christmas”.
A música, lançada em 1984, mistura com perfeição a estética do synth-pop e do supracitado dance, guiada por uma poderosa letra que entra em conflito com a suave melodia. Afinal, em uma época como esta, esperaríamos algo romântico, otimista e à la contos de fada; entretanto, conforme a canção se segue, percebemos que o eu-lírico, na verdade, entregou seu coração para alguém que não o queria.
1. “ALL I WANT FOR CHRISTMAS IS YOU” – MARIAH CAREY
É claro que a lendária Mariah Carey não ficaria de fora da nossa lista – ainda mais tratando de uma época tão icônica para a artista quanto o Natal. “All I Want For Christmas Is You” é, até hoje, uma das canções festivas mais memoráveis da história e, ano após ano, quebra recordes e mais recordes de reproduções (tendo até mesmo entrado para o Livro dos Recordes no ano passado).
Lançada em outubro de 1994, a enérgica faixa é uma mistura de batidas clássicas e épicas exploradas nos séculos anteriores ao mesmo tempo que convida a presença de fortes sintetizadores e uma guirlanda de constantes sinos para dinamizar a forte apresentação da cantora – e, se a composição sonora já é marcante, não precisamos nem falar da incrível rendição de Carey (em praticamente todas as performances que se propõe a fazer).
A Netflix Brasil divulgou um novo vídeo promocional da série ‘Expresso do Amanhã’, explorando os segredos do monumental e imparável trem Snowpiercer.
Confira:
A série já estreou na plataforma de streaming.
Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.
Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?
O problemático ‘The Flash’ vai demorar ainda mais para chegar aos cinemas.
Na última segunda-feira, a Warner Bros. anunciou uma repaginada completa em seu cronograma de lançamentos e, agora, a adaptação dos clássicos quadrinhos da DCfoi postergada para 04 de novembro de 2022. Anteriormente, o filme tinha estreia agendada para junho do mesmo ano.
Este não é o único filme da DC a sofrer com os adiamentos, visto que ‘The Batman’, ‘Shazam! 2’ e ‘Adão Negro’ também tiveram seus dias alterados.
As filmagens do longa começam apenas no ano que vem.
Lembrando que Ben AffleckeMichael Keaton vão reprisar seus papéis como Bruce Wayne de universos alternativos na adaptação dirigida por Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) e estrela por Ezra Miller.
Pensando nisso, o artista George Evangelista publicou incríveis fan pôsteres imaginando a reunião do trio.
A imagem foi compartilhada em seu perfil do Instagram, e ele escreveu:
“Aqui está outra arte com Ezra Miller, Michael Keaton e Ben Affleck. Como a versão anterior, o traje do Flash foi inspirado na arte conceitual divulgada na DC Fandome, mas adicionei um pouco da minha estética ao visual.”
Depois que foi confirmado o retorno de Affleck como Batman, muitos fãs se perguntaram por que ele concordou em reprisar o papel.
Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora se disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.
“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”
Na mesma entrevista, o diretor AndyMuschietti (‘It: A Coisa‘) explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.
“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”
O cineasta também falou sobre a importância do herói na trama.
“O Batman de Ben Affleck é uma parte muito importante do impacto emocional do filme. A interação e o relacionamento entre Barry e o Wayne de Affleck vão trazer um nível emocional que não vimos antes. É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens estão mais relacionados do que pensamos. Ambos perderam suas mães assassinadas, e esse é um dos estopins emocionais do filme. É aí que o Batman do Affleck entra em ação.”
Ele acrescentou que:
“O filme é um pouco uma dobradiça no sentido de que apresenta uma história que implica um universo unificado onde todas as iterações cinematográficas que vimos antes são válidas […] É inclusivo no sentido de que está dizendo tudo o que você já viu existe, e tudo o que você vai ver existe, no mesmo multiverso unificado.”
Rumores também apontam que Michael Keaton irá reprisar o papel, já que interpretou o herói nos dois filmes dirigidos por Tim Burton: ‘Batman‘ (1989) e ‘Batman: O Retorno‘ (1992).
A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.
‘Cidade Invisível’ tornou-se uma das novas sensações da Netflix, por apresentar ao público uma interessante história que celebra o folclore brasileiro de uma forma contemporânea e irreverente. Apesar dos deslizes rítmicos e narrativos, a introdução de uma mitologia local ao cenário mainstream foi uma jogada de mestre da gigante de streaming e levantou diversas internas e externas, fosse em relação às investidas originais para a indústria do entretenimento nacional, fossem em relação ao futuro da própria série.
A história mistura realidade e fantasia e nos transporta para os dias de hoje, na cidade do Rio de Janeiro, onde um problemático policial ambiental chamado Eric (Marco Pigossi) lida com o trágico falecimento da esposa e descobre que sua morte pode estar relacionada com um místico mundo que se esconde bem à vista: a das entidades folclóricas.
Resolvendo investigar por conta própria, Eric cruza caminho com perigosas criaturas que também estão sendo caçadas por uma força maligna que despertou nos confins da Floresta do Cedro e quer vingança. Ele, então, conhece a poderosa Cuca (Alessandra Negrini), disfarçada sob o alter-ego de Inês; o temível Tutu (Jimmy London), apelido de Tutu Marambá; a sensual Camila (Jessica Cores), que saiu das águas como Iara e agora fica sob tutela de Cuca como cantora de um bar; e muitos outros. Mas o principal é que Eric descobre que é filho de Manaus (Victor Sparapane), um charmoso homem que, na verdade, é o Boto Cor-de-Rosa. E o que isso representa para o seu futuro?
A produção estende-se por apenas sete episódios e, enquanto faz um bom trabalho em sintetizar o que poderia cair em diversos furos, investe em peso em reviravoltas constantes e que se tornam cansativas – mas ainda assim reserva um tempo para abrir ganchos para uma possível segunda temporada caso a Netflix a renove.
QUEM É ERIC? E QUEM É GABRIELA?
Eric é o filho do Boto Cor-de-Rosa, isso já nos é mostrado desde o quarto capítulo. Mas dizer que ele apenas é sangue do sangue de uma antiga e poderosa entidade é ser simplista demais – afinal, ele também deve estar, de alguma forma, conectado com a magia que rodeia esses lendários personagens.
Pouco antes do season finale, Eric se torna alvo do Corpo-Seco, uma criatura demoníaca que foi cuspida de volta do seu túmulo após ser rejeitada tantos pelo Paraíso quanto pelo Inferno. A aparição, alma podre de um caçador que foi assassinado pelo Curupira (Fábio Lago), quer vingança contra as lendas do folclore que se escondem por aí e, ao possuir o corpo do policial protagonista, se vê apto a concluir sua jornada e a exterminar quem outrora lhe fez mal.
Felizmente, Cuca e os outros personagens conseguem se unir para impedi-lo do receptáculo humano – e Eric, num ato de heroísmo, tenta se matar para expulsá-lo de vez de seu sofrimento eterno. Entretanto, as coisas não são tão simples assim: no purgatório, ele se reúne com a falecida esposa, Gabriela (Julia Konrad), apenas para entender que sua jornada estava apenas começando e que seu caminho ainda era longo. Afinal, ele agora era parte de uma tribo milenar e mítica. Mas de que forma?
As perguntas são muitas – e as respostas, praticamente inexistentes. Gabriela teve um contato profundo com a comunidade ribeirinhas e com as crenças mitológicas, provavelmente sendo arrastada pelo vigoroso defensor das entidades, Ciço (José Dumont), e passando por uma metafísica compreensão shakespeariana de que “há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”. Talvez ela fosse parte de algo maior, talvez precisasse de um empurrãozinho para se recordar de que também pertencia àquele universo – e estivesse entre nós por determinado momento e para ajudar seu marido e sua filha, ainda que indiretamente.
E Eric? Bom, talvez Raphel Draccon e Carolina Munhóz, dois expoentes da literatura fantástica brasileira, estejam guardando reviravoltas para os episódios futuros e resolvam criar uma história de origem para o protagonista. Afinal, diversas criaturas do folclore ainda não deram as caras – e só podemos esperar que, seguindo os passos de produções similares, eles apareçam e alimentem o ousado panteão construído e distorcido.
O QUE ESPERAR DA 2ª TEMPORADA?
Dentre as várias perguntas a serem respondidas, inclusive qual a jornada que Eric irá trilhar a partir de sua “ressureição”. De certa forma – e considerando sua profunda conexão com esse imbatível e perigoso cosmos -, é possível que ele insurja como arauto de uma grande guerra entre tradição e progresso, vida e morte, realidade e fantasia que tomará proporções catastróficas. Sua presença como “guerreiro”, se é que essa é a palavra correta a ser usada, é um agouro de mudança e pode (e deve) ser utilizado com cautela.
E quanto aos personagens? Diversas lendas famosas ainda não foram trazidas para a nova série da Netflix – algo que nos deixou sedento por mais. É claro que jogá-las sem mais nem menos não era um caminho produtivo, motivo pelo qual a cruel decisão de focar em apenas algumas lendas foi tomada. Criaturas como a Mula sem Cabeça, o Caipora, o Boitatá, o Lobisomem e o Negrinho do Pastoreio são alguns dos ícones que permeiam o imaginário popular e merecem destaque nas vindouras temporadas – isso sem mencionar os contos menos conhecidos e que volta e meia são trazidos de volta à vida.
Em um âmbito menos envolvente – e talvez um dos principais problemas da série -, temos as consequências rodeando as tramas policiais e políticas de ‘Cidade Invisível’. Ivo (Rafael Sieg), chefe do departamento onde Eric trabalha, deve continuar investigando as múltiplas acusações de assassinato de seu funcionário e, quem sabe, enfrentar algo muito além de sua compreensão. Ademais, temos o conflito entre a comunidade ribeirinha e a corporação administrada pelo Dr. Afonso (Rubens Caribé), que perdeu o apoio da população e provavelmente irá recorrer a outros meios para conseguir o que deseja (e vingar a morte do pai, Antunes).
O gênero das comédias românticas adolescentes é um dos mais prolíficos do cenário contemporâneo do entretenimento – e, desde o final dos anos 1990, continua a entregar títulos que caem no gosto popular. Apesar de certas produções serem apenas o mais do mesmo, algumas delas conseguem se transformar em narrativas originais e envolventes, como é o caso de ‘Meninas Malvadas’, ‘A Mentira’ e ‘Sex Education’. Mas um dessas obras, de fato, nos chama a atenção não apenas por focar na irreverência narrativa e estética, mas também por abandonar estereótipos de gênero e de raça para uma necessária representatividade – ainda mais levando em conta que estamos em pleno século XXI e que o padrão branco e cis-heteronormativo não é o único a existir.
‘Eu Nunca…’ veio sem muito alarde ao catálogo da Netflix no ano passado e, pouco depois de seu lançamento, ascendeu ao patamar de uma das melhores originais da gigante do streaming. Apesar da curta temporada, não demorou até que um segundo ciclo fosse anunciado, continuando a trama de Devi (Maitreyi Ramakrishnan), atrapalhada jovem indiana que, vivendo em uma família bastante tradicionalista e ofuscada pela presença tanto da mãe quanto da prima, volta-se para as imposições românticas adolescentes e tem como principal objetivo conquistar o coração do garoto mais popular do colégio. Entretanto, conforme vimos no season finale anterior, Devi acabou se apaixonando por seu “aminimigo”, Ben (Jaren Lewison), e entendeu que precisava fazer uma dura escolha.
É a partir daí que os novos episódios ganham vida: Devi, agora, deve optar por Ben, que, mesmo zombando dela constantemente na escola, mostrou ser um empático e adorável garoto pelo qual ela começou a nutrir sentimentos; e pelo charmoso Paxton (Darren Barnet), motivo de suspiros das meninas e dos meninos nos corredores do colégio com quem se envolveu inesperadamente. É claro que o enredo da jovem protagonista que se apaixona por duas pessoas diferentes não é nenhuma novidade no escopo mainstream, mas isso não importa: Mindy Kaling e Lang Fisher, criadores da série, sabem muito bem como utilizar os clichês a favor de competentes capítulos que nos levam a querer saber o desfecho de um intrincado triângulo amoroso.
Kaling e Fisher são sagazes o bastante para manter a breve estrutura da iteração anterior, construindo episódios de pouco menos de meia hora em um período expandido, ainda que condensado em frenéticos eventos. Cada beat tem um objetivo próprio, cujas ramificações atingem tanto os personagens principais quanto os coadjuvantes: as mentiras que Devi conta para manter o namoro com Ben e com Paxton “resolvem-se” logo de início, abrindo espaço para uma tentativa desesperada de recuperar a amizade perdida e para o luto pela morte do pai que resolve esconder nas camadas mais inalcançáveis do subconsciente.
Ramakrishnan mostra exímio empenho no papel de Devi, fornecendo a complexidade que precisávamos para tirá-la do rótulo da nerd atrapalhada e fundi-la com altos e baixos, calcando uma montanha-russa sentimental e emocionante que justifica o peso dramático da série em si. Todavia, ela não é a única a se beneficiar de um afiado roteiro: Kamala (Richa Moorjani) é agraciada com maior tempo de tela ao finalmente entrar para o doutorado e lidar com o machismo e o racismo estruturais no âmbito científico – sendo até mesmo desencorajada pelo marido prometido a não se impor, enquanto vê um duro trabalho passar longe do reconhecimento. Nalini (Poorna Jagannathan), mãe de Devi, deixa de lado a posição austera de matriarca da família e percebe que precisa focar em si mesma, seja no âmbito profissional, seja no romântico – razão pela qual passa a se envolver com o Dr. Chris Jackson (Common).
No ciclo anterior, o público foi apresentando ao vibrante universo de ‘Eu Nunca…’, o que explica o ritmo mais vagaroso dos capítulos. Agora, estando acostumados às múltiplas personagens que habitam esse cosmos tão relacionável com qualquer pessoa, é possível apostar fichas mais ousadas em temáticas de discussão indispensável, como a supracitada disparidade de gênero e a falta de ética trabalhista no tocante a homens e mulheres; além disso, há uma exploração interessante sobre aceitação, empatia e pertencimento, destinada à Fabiola (Lee Rodriguez): o medo de revelar ser lésbica para a mãe já foi enfrentado (e recebido com apoio incondicional); agora, ela se vê num ciclo sem fim de manter-se fiel a quem realmente é ou lutar para se encaixar no avesso cotidiano da namorada, Eve (Christina Kartchner).
As investidas se desenrolam inclusive para análises sobre a opressão sistêmica da cultura do belo, principalmente com a entrada impactante de Megan Suri como Aneesa, outra estudante indiana que transfere para Sherman Oaks e ameaça o coeso mundo de Devi. Como percebemos, Aneesa revela que sofreu com anorexia em seu antigo colégio e que foi obrigada a mudar para um recomeço mandatório – até ser alvo de boatos que abalaram a confiança que sentia em Devi. Esse desequilíbrio também aparece com Eleanor (Ramona Young), que se envolve com um tóxico e egocêntrico ator sem perceber que está mergulhando num vórtice inescapável de pedantismo controlador.
Problemas pontuais à parte, a 2ª temporada de ‘Eu Nunca…’ ganha força com uma comédia inteligente, pincelada com incursões trágicas que nunca se rendem à monotonia ou à previsibilidade. Comandado por performances avassaladoras e aplaudíveis, o novo ciclo é tudo o que mais precisávamos para navegar por um ano conturbado e que clamava por um escapismo de alto qualidade.
Quando um vídeo constrangedor de Laura Barns (Heather Sossaman) cai na internet, a menina tira a própria vida no pátio da escola. Um ano depois, um grupo de seis amigos (Courtney Halverson, Shelley Hennig, Renee Olstead, William Peltz, Moses Jacob Storm e Jacob Wysocki) conversam via Skype e percebem que há uma sétima pessoa desconhecida na vídeoconferência, que revela ser sua ex-colega de classe, Laura, exigindo saber quem postou o vídeo que a levou à morte. Eles pensam que é uma brincadeira mas logo descobrem que há algo estranho, já que a menina começa a revelar segredos dos amigos e os ameaça de morte.
TERROR NOS BASTIDORES (2015)
Onde assistir: Netflix
Pegando algumas páginas emprestadas das clássicas franquias ‘Pânico’ e ‘Sexta-Feira 13’, ‘Terror nos Bastidores’ reviveu com exímio divertimento a ideia da metalinguagem cinematográfica. O enredo é centrado em Max (Taissa Farmiga), uma garota do ensino médio, é filha de uma já falecida atriz de filmes B de terror. Em uma sessão especial do grande sucesso de sua mãe, um acidente ocorre na sala de cinema e, sem explicação, ela e seus amigos vão parar dentro da trama. Perseguidos por um brutal assassino, eles precisam encontrar uma maneira de vencer o vilão e retornar ao mundo real.
A BABÁ (2017)
Onde assistir: Netflix
O terrir ‘A Babá’ fez um sucesso inesperado quando lançado em 2017 – e até mesmo rendeu uma sequência. A trama acompanha o jovem Cole (Judah Lewis), que é loucamente apaixonado por sua babá sedutora e popular chamada Bee (Samara Weaving). Até que o garoto acaba descobrindo que, na verdade, ela é uma assassina adoradora do Diabo. Agora, para evitar ele que revele seu segredo, Cole está na mira da babá e seus amigos assassinos.
VERÃO DE 84 (2017)
Onde assistir: Amazon Prime Video
Quando chega o período de férias, Davey (Graham Verchere) e os amigos pré-adolescentes do bairro começam a suspeitar que as crianças estão desaparecendo no local. Um dia, ele tem a impressão de ver um garoto sumir dentro da casa de Mackey (Rich Sommer), um policial conhecido e estimado pelos habitantes. Os quatro amigos passam a reunir provas de que estão morando perto de um assassino em série, embora os adultos não acreditem nestas teorias mirabolantes. Quanto mais eles investigam a vida do vizinho misterioso, mais se expõem a um possível perigo mortal.
A MORTE TE DÁ PARABÉNS (2017)
Onde assistir: Netflix
O elogiado slasher‘A Morte Te Dá Parabéns’ tornou-se um dos grandes sucessos da Blumhouse, misturando terror em comédia em uma competente produção. Estrelada por Jessica Rothe, a história gira em torno de Tree Gelbman, uma jovem universitária que maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive – ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com a morte da garota. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.
MA (2019)
Onde assistir: Amazon Prime Video
Maggie (Diana Silvers) e seus amigos, todos menores de idade, estão tentando descolar bebidas alcóolicas em um mercado quando conhecem Sue Ann (Octavia Spencer), uma mulher adulta que usa sua identidade para ajudá-los. Além de comprar as bebidas, ela decide oferecer sua casa para que eles organizem uma festa com o pessoal do colégio. Os eventos acabam se tornando uma rotina do grupo, até que os jovens começam a identificar um comportamento estranho da dona da casa, que se torna cada vez mais controladora e obsessiva.
NATAL SANGRENTO (2019)
Onde assistir: Telecine
Enquanto o Natal se aproxima, o campus de uma universidade fica cada vez mais vazio, com muitos estudantes voltando para as suas famílias. No entanto, algumas garotas de uma irmandade começam a ser assassinadas, uma a uma, por uma figura misteriosa. Mas o matador não suspeitava da capacidade destas alunas em se unirem em busca de vingança.
FREAKY – NO CORPO DE UM ASSASSINO (2020)
Onde assistir: YouTube (aluguel), Telecine
Em ‘Freaky – No Corpo de um Assassino’, quando um punhal místico faz com que Millie (Kathryn Newton) e um serial killer (Vince Vaughn) troquem de corpo, a jovem descobre que possui apenas 24 horas para ter seu corpo de volta antes que a troca se torne permanente e ela fique presa na forma de um maníaco de meia-idade para sempre. O grande problema é que, agora, ela parece uma psicopata imponente que é alvo de uma caçada humana por toda a cidade, enquanto o psicopata se parece com ela e planeja libertar seu apetite por carnificina.
ESPONTÂNEA (2020)
Em ‘Espontânea’, quando os alunos do colégio começam a, literalmente, explodir inexplicavelmente, os veteranos Mara (Katherine Langford) e Dylan (Charlie Plummer) lutam para sobreviver em um mundo onde cada momento pode ser o último. Enquanto um romance inesperado floresce entre eles, Mara e Dylan descobrem que, quando o amanhã não for mais prometido, eles podem finalmente começar a viver o hoje.
JOVENS BRUXAS – NOVA IRMANDADE (2020)
Onde assistir: Amazon Prime Video
O remake/continuação do clássico cult‘Jovens Bruxas’ acompanha um quaterto eclético de bruxas aprendizes e adolescentes que acabam recebendo muito mais do que conseguem lidar enquanto tentavam entender sobre seus novos poderes e seu vínculo.
A lendária cantora e atriz Lady Gaga anunciou hoje (27) a data de lançamento de “Hold My Hand”, música-tema do aguardado filme ‘Top Gun: Maverick’.
A canção estará disponível nas principais plataformas de streaming no próximo dia 03 de maio.
As boas novas foram reveladas nas redes sociais da performer, que escreveu: “quando escrevi esta música para ‘Top Gun: Maverick’, nem percebi as múltiplas camadas que ela abrangia ao longo do coração do filme, minha própria psique e a natureza do mundo em que vivemos. Tenho trabalhado nela por ano, a aperfeiçoando, tentando fazê-la nossa. Queria criar uma música em que compartilhamos nossa profunda necessidade de sermos compreendidos e tentar compreender uns aos outros – um desejo a ser cumprido quando nos sentimos tão longe e uma habilidade de celebrar os heróis da vida. Estou muito honrada a Tom [Cruise] e Hans [Zimmer] e Joe [Kosinski] pela oportunidade – e tem sido uma experiência linda trabalhar com eles. Eu, BloodPop, Ben Rice e todos os outros que trabalharam nisso conosco estão muito animados em compartilhá-la com vocês. Esta música é uma carta de amor ao mundo durante e depois de um tempo duro. Quero que vocês a ouçam por muito tempo. E estou animada em dar a vocês no dia 03 de maio. ‘Hold My Hand’“.
Confira:
É possível fazer o pre-save da música clicando aqui!
Lembrando que Gaga já assinou a música-tema de duas outras produções, incluindo “Till It Happens to You”, do documentário ‘The Hunting Ground’, que garantiu a ela a primeira indicação ao Oscar. E “Shallow”, do ovacionado remake de ‘Nasce Uma Estrela’, que se tornou a música mais premiada da história.
‘Top Gun: Maverick‘ estreia no dia 26 de Maio no Brasil, e foi orçado em US$ 150 milhões.
Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.
Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.