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‘A Casa do Dragão’: A disputa pelo Trono de Ferro continua na prévia do 9º episódio; Confira!

A HBO divulgou a prévia oficial do nono e penúltimo episódio da temporada de estreia de ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon), série derivada da aclamada ‘Game of Thrones‘.

Intitulado “The Green Council”, o capítulo vai ao ar no dia 16 de outubro.

Confira:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Titãs’: 4ª temporada ganha teaser trailer MISTERIOSO e data de estreia na HBO Max; Confira!

HBO Max divulgou o teaser trailer oficial da 4ª temporada da série Titãs, do universo DC.

O vídeo vem acompanhado da revelação da estreia do próximo ciclo: 03 de novembro.

Confira:

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Ravena), Ryan Potter (Mutano), Curran Walters (Jason Todd) e Jay Lycurgo (Robin).

O elenco do próximo ciclo também trará Joseph Morgan como Irmão Sangue, Franka Potentre como Mãe Caos, Titus Welliver como Lex LuthorLisa Ambalavanar como Jinx e James Scully em um papel não revelado.

‘Patrulha do Destino’: 4ª temporada ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

HBO Max divulgou o teaser trailer oficial da 4ª temporada da adorada e elogiada série Patrulha do Destino, da DC.

Além disso, foi revelado que os novos episódios estreiam no dia 08 de dezembro na plataforma de streaming.

Confira:

A nova sinopse diz: “A equipe viaja inesperadamente ao futuro para encontrar uma grande surpresa. Diante de seu destino iminente, a Patrulha do Destino deve decidir de uma vez por todas o que é mais importante: Sua felicidade ou o destino do mundo?”.

Patrulha do Destino é descrita como uma reimaginação de um dos mais amados grupos de super-heróis dos quadrinhos da DC: Homem-Robô (Brendan Fraser), Homem-Negativo (Matt Bomer), Mulher Elástica (April Bowlby) e Crazy Jane (Diane Guerrero), liderados pelo cientista Dr. Niles (Timothy Dalton).

Os membros do grupo sofreram acidentes terríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas – mas também os deixaram marcados e desfigurados.

Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito investigando os fenômenos mais estranhos existentes – e protegendo a Terra do que eles encontram.

Clarice Falcão é ‘Eleita’ Governadora do Rio em Série da Prime Video; Assista nossa entrevista!

É isso mesmo que vocês leram! Clarice Falcão foi eleita governadora do estado do Rio de Janeiro esse ano! Pelo menos na ficção, onde interpreta a influencer Fefê na nova série da Prime Video, ‘Eleita‘.

E já que o assunto em outubro é esse, a atriz bateu um papo super descontraído com nossa repórter Janda Montenegro, aqui no CinePOP.

Assista!

Crítica | Pérola – Abalou Bauru! Risos e choros com uma fabulosa atuação de Drica Moraes! [Festival do Rio 2022]

Abalou Bauru! Baseado em uma peça de teatro, de enorme sucesso em todo o Brasil, escrita pelo dramaturgo Mauro Rasi, Pérola, segundo trabalho de Murilo Benício como diretor de um longa-metragem, é um projeto cativante, que através de lembranças, memórias, nos leva a olhar pelo buraco da fechadura no campo das emoções e conflitos de uma família, de Bauru, do interior de São Paulo. O principal mérito do roteiro é conseguir fazer rir e chorar de forma constante em uma história de sentimentos diversos ao longo de um recorte de muitos anos. Drica Moraes, uma força da natureza em cena, domina sua personagem com maestria, uma baita atuação dessa fantástica artista brasileira.

 

Na trama, conhecemos Mauro, já adulto, que recebe uma notícia que o faz refletir sobre uma das pessoas mais importantes de sua vida, sua mãe, Pérola (Drica Moraes). Essa, uma mãe de família, esposa carinhosa, com dois filhos, moradora de Bauru, que tem uma personalidade forte mas nunca deixa de ser amável. Ao longo de alguns anos, onde, entre outras questões, vemos uma curiosa e demorada construção de uma piscina, vamos entendendo os grandes embates dessa família como tantas outras pelo Brasil, que brigam, fazem as pazes, buscam se entenderem nos conflitos mas nunca deixam de se amar.

Créditos fotos: Marcinho Nunes

Nessa comédia dramática, que traça seu objetivo principal em emocionar possui na sua trajetória um encontro com a comédia de maneira brilhante, uma fórmula mágica que parece ser transferida do teatro para a tela grande sem perder sua força. Se no teatro Vera Holtz, Sergio Mamberti e outros excelentes artistas brilharam nesses personagens, nessa adaptação para as telonas não é diferente, com um elenco maravilhoso com destaque para a fabulosa interpretação de Drica Moraes. Impossível não se emocionar!

Créditos fotos: Marcinho Nunes

A passagem temporal é grande e os pontos principais dessa família não se limitam a pai, mãe e filhos, como também há o genro religioso, as tias fofoqueiras, a vovó já idosa que precisa morar com eles, entre outros. Parece que estamos abrindo a janela e assistindo ao desenrolar da trama, como se de alguma forma tudo que vemos já ouvimos por aí, o que transforma a experiência em algo nostálgico. Rasi começou a escrever esse texto para o teatro no dia em que sua mãe faleceu, nos palcos o narrador era Emilio, um alter ego do autor, aqui na adaptação cinematográfica o nome é o do criador dessa história, uma homenagem ao dramaturgo que nos deixou em 2003.

Créditos fotos: Marcinho Nunes

O abstrato universo da lembrança, da memória, é por onde o filme navega, o grande ponto intercessor, com um narrador presente, que nos mostra suas angústias que vão desde conflitos pelo sonho em ser um escritor de peças de teatro até os medos por questões de sexualidade.

Pérola não deixa de ser uma homenagem de Murilo Benício também ao Teatro Brasileiro, como já fizera em seu primeiro longa como diretor, O Beijo no Asfalto baseado na obra de Nelson Rodrigues.

SUCESSO! ‘Sorria’ registra a MENOR queda nas bilheterias para um terror desde ‘Corra!’

Sucesso! O terror ‘Sorria‘ voltou a surpreender nas bilheterias norte-americanas ao arrecadar impressionantes US$ 17.6 milhões em seu segundo final de semana – o que representa uma queda de APENAS -22% em comparação à estreia.

O resultado representa a segunda MENOR queda da história para um filme do gênero, ficando atrás apenas de ‘Corra!‘, que teve uma queda de -17% durante seu segundo final de semana, em 2017.

Nos EUA, o longa US$ 49.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 40 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 89.8 milhões mundialmente – tendo grande chance de cruzar a marca dos US$ 100 milhões na próxima semana.

Vale lembrar que o terror custou apenas US$ 17 milhões, e já pode ser considerado mais um sucesso do gênero e, possivelmente, o início de uma nova franquia de sucesso.

Assista a crítica:

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Parker Finn é responsável pela direção e roteiro.

Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.

O elenco conta com Sosie Bacon, Kyle Gallner, Rob Morgan, Jessie T. Usher e Caitlin Stasey.

‘Amsterdam’ é barrado por ‘Sorria’ e ‘Lilo, Lilo Crocodilo’ e fracassa nas bilheterias

Apesar do elenco grandioso, a comédia dramática ‘Amsterdam‘ fracassou em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, sendo barrada pelo terror ‘Sorria‘ (US$17.6M) e a comédia infantil ‘Lilo, Lilo Crocodilo‘ (US$11.5M).

O longa dirigido por David O. Russell (‘O Lado Bom da Vida’) estreou com apenas US$ 6.5 milhões nos EUA. Esse é um péssimo começo para uma produção orçada em US$ 80 milhões – o que deve resultar em um dos maiores fracassos do ano.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 3.5 milhões – totalizando uma estreia global de fracos US$ 10 milhões.

Apesar de ter recebido uma nota B do público no CinemaScore, o filme foi massacrado pelos críticos, conquistando apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Situado nos anos 1930, três amigos testemunham um assassinato, tornam-se suspeitos e descobrem uma das tramas mais ultrajantes da história americana.

Baseado em fatos que se unem à ficção, o filme estrela o vencedor do Oscar Christian Bale, a atriz duas vezes indicada ao Oscar Margot Robbie, John David Washington, Alessandro Nivola, Andrea Riseborough, Anya Taylor-Joy, Chris Rock, Matthias Schoenaerts, Michael Shannon, Mike Myers, Taylor Swift, Timothy Olyphant, Zoe Saldana, com o vencedor do Oscar Rami Malek e o duas vezes vencedor dos Prêmios da Academia Robert De Niro.

Escrito e dirigido por Russell, o longa-metragem é produzido por Arnon Milchan, Matthew Budman, Anthony Katagas, David O. Russell e Christian Bale.

Jamie Lee Curtis afirma que “não teria uma carreira” sem ‘Halloween’

Em entrevista ao Variety, Jamie Lee Curtis declarou como foi se despedir de sua icônica personagem Laurie Strode em ‘Halloween Ends‘. Mostrando-se muita grata, a atriz refletiu sobre o impacto que a franquia e a personagem tiveram em sua carreira.

“Desfechos são difíceis, mas a Laurie também é. Desde então, Jamie e Laurie se tornaram uma só. Não há mais separação… Eu não teria nada na minha vida sem a Laurie Strode. Nada. Eu não teria uma carreira, eu não teria uma família.”

Ela completa, agradecendo aos fãs: “Não importa o que eu faça no futuro, a Laurie Strode existe por causa de vocês, e eu os agradeço por isso.”

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

T.J. Miller, de ‘Deadpool’, não quer mais trabalhar com Ryan Reynolds: “Ele me ODEIA”

Em entrevista ao The Adam Carolla Show, T.J. Miller declarou que não tem interesse em retornar para a sequência ‘Deadpool 3‘, pois nunca mais irá trabalhar ao lado do astro Ryan Reynolds.

Miller afirma que Reynolds o “odeia”, e revelou um momento tenso nos bastidores do longa do mercenário tagarela.

“Como seu personagem, ele foi terrivelmente malvado comigo. Me tratando como o [meu personagem] Weasel, ele disse: ‘Sabe o que é ótimo em você, Weasel? Você não é uma estrela, mas você traz exposição suficiente para ser engraçado e para que possamos retornar ao filme de verdade’. Eu não trabalharia novamente com ele. Desejo o bem dele. Ele é incrível como o Deadpool, mas acho estranho que ele me odeia.”

Ele completa, “Ele é ótimo comediante, mas ele ficou extremamente famoso após ‘Deadpool’, e as coisas mudaram. Não desejo mal a ninguém. Acho que ele deveria continuar fazendo os filmes do Deadpool. Eu apenas sinto que ele não gosta de mim, e achei estranho a forma como ele expressou isso.”

Vale lembrar que o ator T.J. Miller se envolveu em diversas polêmicas nos últimos anos, incluindo ter sido acusado de abuso sexual e ter sido preso após fazer uma falsa ameaça de bomba em um trem de Nova York – o que o fez ser demitido da série ‘Silicon Valley‘.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ vai contar com o retorno de Hugh Jackman como Wolverine.

O astro havia se despedido do papel em ‘Logan‘, muito elogiado por crítica e público, mas havia um enorme desejo dos fãs em revê-lo atuando na ‘nova casa’.

Agendado para 2024, ‘Deadpool 3‘ terá roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Jennifer Lawrence não quer mais participar de grandes franquias: “Estou cansada”

Em entrevista ao Deadline, Jennifer Lawrence (‘Jogos Vorazes’) declarou que não tem mais interesse em participar de grandes franquias. A atriz afirmou que quer voltar às suas raízes, participando de filmes independentes.

“É muito divertido participar de grandes franquias, mas não tenho mais o interesse de fazer isso, pois estou muito velha e cansada. Após ‘Jogos Vorazes’ e ter vencido um Oscar, senti que toda decisão que eu tomava era sempre enorme; eu não fazia ideia sobre qual grande lançamento deveria estrelar ou qual seria o meu próximo passo. Senti que estava perdendo o controle e tive que me retrair um pouco. Estou feliz por ter parado um pouco para refletir e fazer algumas mudanças. Sinto que recuperei minha voz, e tudo parece pessoal para mim, pela primeira vez em muito tempo”.

A atriz revelou o seu desejo de voltar a participar de projetos independentes, como no começo de sua carreira. Ela vai estrelar e produzir o drama ‘Causeway‘, no filme da A24.

“Estou muito feliz que o primeiro filme produzido pelo minha produtora [Excellent Cadaver] é independente. É assim que eu comecei. É a base de toda a minha carreira,” declarou Lawrence.

Vale lembrar que ‘Causeway‘ estreará na Apple TV+ no dia 4 de novembro.

Confira o trailer:

O filme marca a estreia diretorial de Lila Neugebauer. Otessa MoshfeghLuke GoebelElizabeth Sanders assinam o roteiro.

Na trama, Lawrence interpreta Lynsey, uma soldado estadunidense que retornou recentemente à sua cidade natal, Nova Orleans, depois de sofrer um traumatismo craniano enquanto estava de serviço no Afeganistão. Anteriormente no Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, Lynsey se vê retornando da guerra para mais uma batalha – enfrentando sua mãe negligente e seus demônios do passado. Incapaz de funcionar 100% por conta própria devido à lesão cerebral, Lynsey se encontra em um lugar escuro durante sua reabilitação e planeja retornar ao exército. Quando ela conhece James (Brian Tyree Henry), os dois involuntariamente se unem por causa de seu passado e seus traumas.

Linda EmondJayne HoudyshellStephen McKinley HendersonFrederick WellerRussell HarvardNeal Huff e outros também fazem parte do elenco.

‘Os Mercenários 4’: Sequência é ADIADA para setembro de 2023

Inicialmente prevista para fevereiro, a Lionsgate anunciou o adiamento da estreia da sequência ‘Os Mercenários 4‘ em sete meses.

Agora, a produção está agendada para o dia 22 de setembro de 2023.

O novo filme deve marcar a despedida de Sylvester Stallone da franquia.

O elenco ainda contará com o retorno de Jason Statham, Dolph Lundgren e Randy Couture, além de introduzir 50 Cent, Megan Fox, Tony Jaa, Iko Iwais, Jacob Scipio, Levy Tran e Andy Garcia.

A história será focada em Lee Christmas (Statham), que viverá uma aventura ao lado da personagem de Fox.

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.

“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”

Artigo | Se você nunca assistiu a ‘O Príncipe Dragão’, não sabe o que está perdendo

O Príncipe Dragão, pelo próprio título, já emula inúmeras obras de fantasia das últimas décadas e séculos – e confesso que, antes de começar a assistir, pensei que a trama giraria em torno de um príncipe transformado na lendária criatura. Entretanto, Aaron Ehasz resolveu levar a série à conotação literal, iniciando o episódio piloto com um prólogo muito interessante: de acordo com a mitologia que criou, o mundo vivia em harmonia até que um humano corrompido pela ambição deu origem à Magia das Trevas levou as raças mágicas a banirem os homens para uma terra longínqua, separada por um rio escaldante de lava guardado por um temível dragão. Entretanto, o frágil acordo de paz acabou quando seu herdeiro, ainda dentro do ovo, foi aparentemente assassinado, marcando o início de uma guerra que ainda alcançaria proporções drásticas.

Logo nos primeiros minutos, é possível mergulhar num cosmos totalmente nostálgico e envolvente, o qual primeiro nos mostra as cartas do jogo, apresentando os cenários, os futuros embates e as questões políticas e sociais que envolvem cada um dos grupos. De um lado, temos os humanos, cujas províncias são lideradas pelo rei Harrow de Katolis (Luc Roderique), ciente da batalha que se aproxima e aconselhado pelo misterioso Viren (Jason Simpson), um mago que esconde muito mais do que aparenta. De outro, temos o avanço élfico comandado por Runaan (Jonathan Holmes), chefe do clã assassino que pretende vingar a morte do príncipe herdeiro. O roteiro e a direção combinam-se em essa fragmentação dupla que arquiteta uma atmosfera densa, complexa e, por vezes, aterrorizante por inúmeros motivos. É claro que, sendo esta a primeira temporada, os levantes catárticos ainda se contêm para melhor explicar ao público o que está acontecendo.

Seguindo uma lógica compreensível e que nem ao menos ousa tangenciar acontecimentos ocasionais, os dois mundos se cruzam nas figuras dos filhos do rei, Callum (Jack de Sena) e Ezran (Sasha Rojen), e na da jovem aprendiz elfa Rayla (Paula Burrows num sotaque escocês delicioso e inebriante). Ainda que o encontro não seja um dos melhores, seus objetivos em comum de cessar os conflitos e retornar o ovo (escondido em segredo durante todo esse tempo nas masmorras do castelo) dão força para o fortalecimento de laços de confiança e de uma amizade imprevisível. Basicamente, o time criativo vale-se muito do confronto de personalidades para fornecer ritmo e orquestrar cada um dos atos com a maestria necessária para nos satisfazer.

A ambiência nostálgica não é mera coincidência: Ehasz é responsável por uma das séries mais aclamadas das décadas passadas – Avatar: A Lenda de Aang -, e é óbvio que usaria de vários elementos miméticos para compor sua mais nova aventura. Desde o prólogo até a concepção imagética mantêm paralelismos estruturais – por exemplo, a separação das raças e as vestimentas entre os clãs dos elementos em Avatar’ e em O Príncipe Dragão são praticamente as mesmas. Entretanto, aqui o showrunner vale-se de uma fórmula clássica e contínua em detrimento de acontecimentos episódicos, o que se afasta do revestimento antológico para uma progressão seriada. Não estou falando que uma opção é melhor que outra, mas sim que ambas funcionam em suas respectivas obras, ainda mais levando em conta que o intuito de cada uma é relativamente diferente.

A primeira temporada é bem mais dinâmica e profunda do que lhe damos crédito: o trio protagonista lida com inseguranças próprias, ilusões acerca de sua própria história, mentiras, descréditos e ilusões que podem ser tanto positivas quanto negativas para o fomento dos arcos. Tudo isso, ainda que peque um pouco em diálogos excessiva e desnecessariamente cômicos, é respaldado por sequências bem coreografadas de luta e de magia, contribuindo para a manutenção da atmosfera fantástica. Além disso, é notável o amadurecimento dos personagens principais à medida que se aproximam de seu destino – e como o mais otimista dos sentimentos não é páreo para o que está por vir. Tal premissa inclusive serve de cliffhanger para uma quase confirmada continuação que tem tudo para ser tão boa quanto ou melhor que a primeira iteração.

As técnicas de animação estranham à prima vista, visto que se aproximam muito de uma linguagem 2D dos videogames clássicos. Entretanto, é compreensível sua utilização para nos manter vidrados em um cosmos com traços de RPG e que permitem a conexão entre público e série. A fluidez, por muitas vezes, dá lugar a uma truncada delineação que, por mais bizarra que pareça, aumenta o clima nostálgico de modo inenarrável.

O Príncipe Dragão pode não ser perfeito, mas é certamente um produto audiovisual com gigantesco potencial. Ainda que satisfatório, penso duas vezes antes de falar que já vimos tudo o que a nova série tem a oferecer: a jornada de Rayla, Callum e Ezran é recheada de perigos e de uma sensação nostálgica que aposta com força no saudosismo e na originalidade.

Crítica | Regra 34 – Chocante e reflexivo filme brasileiro vencedor do Leopardo de Ouro em Locarno! [Festival do Rio 2022]

Vencedor do Leopardo de Ouro no Festival de Locarno em 2022, o longa-metragem brasileiro Regra 34 é um chocante projeto que consegue unir em uma mesma trajetória reflexões importantes de nossa sociedade, desde de interpretações sobre leis, dos direitos das mulheres, da violência sob alguns pontos de vistas, até o infinito universo dos desejos ligados aos impulsos virtuais. A cineasta Julia Murat consegue com sua forte protagonista (interpretada pela ótima Sol Miranda) nos levar à 100 minutos de impactantes diálogos e ações. Regra 34 é um filme que demora a sair de nossas mentes, há uma reflexão constante sobre os ótimos temas abordados, principalmente sobre as várias óticas da violência. O projeto faz parte da seleção do Festival do Rio 2022 e também da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Na trama, conhecemos Simone (Sol Miranda), uma jovem negra, de vinte e poucos anos, que, após a faculdade de direito, está iniciando seu caminho na Defensoria Pública no Estado do Rio de Janeiro. Seu cotidiano é intenso, precisa lidar pelas possibilidades da lei sobre vários tipos de violências quase sempre contra mulheres. De noite, ela é Camgirl, faz performances sexuais online, buscando expor seus desejos e também os desejos do público que já a acompanha faz tempo. Quando ela se vê em um certo descontrole quanto a violência (e até mesmo os limites) de suas apresentações na internet, escolhas precisarão serem tomadas.

Em Regra 34, a violência é o ponto chave para refletirmos sobre os dois mundos vividos pela protagonista. Como Camgirl, a protagonista, cada vez mais explorando seus impulsos sexuais se vê em um dilema dentro do seu refletir quando embarca em práticas BDSM (sigla para Bondage, Disciplina, Sadomasoquismo) e começa a sentir o desconforto com a violência do público em relação às suas apresentações. Como advogada, Simone se impõe para ajudar mulheres que sofrem de violência doméstica, inclusive se revoltando em muitos momentos com os absurdos presenciados. Nos debates que tem, no seu início de vida profissional na defensoria pública, se vê constantemente em volta da hipocrisia de outros profissionais que tiveram uma trajetória bem diferente dela até ali, sem sentir nem observar tudo que ela viu.

O título do filme chega para trazer uma interpretação sobre essa curiosa Regra 34 criada pelo mundo virtual (quase um universo paralelo que só se expande) que se define em: ‘Se alguma coisa existe, há também uma versão pornô dela. Sem exceções’. Refletimos muito sobre essa questão pelos dilemas de Simone principalmente quando seus desejos sexuais perigosos a aproximam de uma violência, de um machismo que combate na sua realidade.

Como usar o direito para mudar a sociedade? Os debates sobre leis e sociedade são excelentes, temas debatidos por professores e alunos prendem nossa atenção e nos fazem pensar através do olhar de Simone. Seria muito importante esse filme ser exibido para estudantes de direito, tem muitos temas que podem gerar debates importantes.

Desde o poderoso Terra em Transe, do inesquecível Glauber Rocha, que o Brasil não ganhava um importante prêmio em Locarno (um dos grandes festivais do universo cinema). E o Leopardo de Ouro não poderia estar em melhores mãos, Regra 34 busca através de seu impactante contexto, os temas que joga ao nosso refletir, recortes da sociedade e o desconsolo quanto à violência.

Crítica | Conversando com um Serial Killer: O Canibal de Milwaukee: Joe Berlinger revisita caso Jeffrey Dahmer em documentário da Netflix

Pelas lentes criativas de Ryan Murphy e Ian Brennan, o serial killer americano Jeffrey Dahmer ganhou proporções até então inatingidas, com a geração de assinantes da Netflix tendo a oportunidade de conhecer de forma mais intimista a extensão assombrosa de seus crimes. E sob esse mesmo embalo de popularidade, Joe Berlinger retorna como a sua franquia documental Conversando com um Serial Killer, dessa vez revisitando o caso deste jovem de boa aparência, olhos claros e madeixas loiras que passou despercebido pelos olhos de uma polícia relapsa e partidária.

Conversando com um Serial Killer: O Canibal de Milwaukee tenta preencher as lacunas que naturalmente a série Dahmer: Um Canibal Americano foi incapaz de preencher. Trazendo figuras chave que participaram de todo o processo pós-prisão de Jeffrey, Berlinger resgata as mais de 30 horas de gravações que detalham todas as 17 horrendas mortes cometidas pelo psicopata. Trazendo ainda outras figuras que possuem algum tipo de ligação com algumas das vítimas, o documentarista e cineasta faz um compilado histórico e jornalístico que analisa o contexto sociocultural da época de seus crimes, à medida em que brevemente tenta compreender a mente deste homem que orbitou entre a loucura e a sanidade, sendo eventualmente condenado como um homem são que tinha domínio de sua faculdades mentais enquanto cometia seus crimes.

E independente de qual seja a opinião pública a respeito da sanidade mental (ou falta dela) de Dahmer, a minissérie de Berlinger serve como um estudo de caso, que faz levantamos semelhantes à obra biográfica de Murphy e Brennan – mas sem o glamour natural das produções do prolífico criador. E conforme reprisa as incontáveis horas de relatos registrados pela jovem advogada incubida de acompanhar o assassino, Conversando com um Serial Killer traz detalhes mais viscerais e gráficos do que realmente gostaríamos de testemunhas e repete as mesmas sensações que Dahmer: Um Canibal Americano nos trouxe, elevando sua intensidade à potências ainda maiores.

E embora a minissérie original da Netflix seja o bastante para suprir o apetite dos apaixonados por produções do gênero true crime, não espere que Conversando com um Serial Killer: O Canibal de Milwaukee entregue reflexões profundas a respeito das motivações do assassino e do impacto do cenário nacional norte-americano à época. Ainda que tente levantar um importante debate sobre as questões raciais que inevitavelmente impactaram o contexto social em que Jeffrey Dahmer cometeu seus crimes, a série falha por não ir tão além nesse aspecto e por deixar de fora os questionamentos ligados à negligência à comunidade gay, algo que a própria série de Ryan Murphy aborda.

Deixando o debate mais nas entrelinhas, a minissérie de Joe Berlinger se preocupa em apenas narrar os fatos, revisando a história por uma ótica que chega a ser até mesmo… compreensiva demais com os impulsos demoníacos do criminoso. Mas com uma boa direção e uma montagem e edição excelentes, que reforçam a qualidade técnica do trabalho do documentarista, Conversando com um Serial Killer: O Canibal de Milwaukee pode não ser tudo que esperamos, mas é um complemento fundamental àquela série que se tornou a mais assistida da Netflix no final do mês de setembro.

‘Wolf Pack’: Sarah Michelle Gellar e Rodrigo Santoro posam juntos em fotos durante divulgação da série

Sarah Michelle Gellar (Buffy) e Rodrigo Santoro (Westworld) estiveram presentes na New York Comic Con e divulgaram fotos juntos durante a divulgação de ‘Wolf Pack‘, aguardado spin-off da série ‘Teen Wolf‘.

Santoro dará vida à Garrett Briggs, um guarda florestal de Los Angeles dedicado a proteger o meio ambiente e pai adotivo dos dois ​​adolescentes que protagonizam a trama. O personagem é descrito como um homem de valores fortes, mas que também guarda segredos obscuros.

Confira, com o teaser:

Na história vemos um grupo de adolescentes se encontra inesperadamente depois de todos eles descobrirem que têm algo em comum: carregam o sangue de um lobisomem em suas veias. A partir disso, precisarão se unir para lidar com o desconhecido e descobrir a origem do que aconteceu, além de lutar contra forças do mal.

Vale lembrar que ‘Teen Wolf‘ também ganhará um filme baseado na série, com o retorno do elenco original, que servirá de ponte para a nova produção.

O elenco do rerival trará o retorno de Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall, Dylan Sprayberry como Liam Dunbar e Tyler Hoechlin como Derek Hale.

Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar ao filme. Além dele, Arden Cho também não retorna.

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.

 

‘Scooby-Doo’: Velma será preta e apaixonada por Fred em série para adultos; Assista ao trailer!

Scooby-Doo‘ nunca esteve tão em alta, principalmente a amada personagem Velma. A investigadora mirim vai aparecer em dois novos projetos e está dando o que falar.

Primeiro, ela ganhou sua própria animação adulta na HBO Max. Em ‘Velma‘, spin-off de ‘Scooby-Doo‘, a personagem será preta e apaixonada pelo Fred.

Confira o trailer:

Mindy Kaling, conhecida por sua participação em ‘The Office‘, será responsável pela voz de Velma nessa adaptação, que estreia em 2023.

A personagem também será vista em um novo filme animado do ‘Scooby-Doo‘, aonde será LGBTQIA+.

No clipe abaixo, a Velma (dublada por Kate Micucci) é confirmada LGBTQIA+ ao admitir estar interessada em uma nova personagem, Coco Diablo (Myrna Velasco), a notória líder de um sindicato de crime de fantasia.

Confira:

Vale lembrar que, anteriormente, o diretor e roteirista James Gunn havia revelado que a personagem Velma, vivida por Linda Cardellini, seria lésbica na versão original do roteiro live-action de ‘Scooby-Doo‘, lançado em 2001.

A Warner Bros., no entanto, acabou descartando essa ideia.

Festival do Rio 2022 resgata a magia da volta aos cinemas com 200 novos filmes em sua programação

O cheiro de uma boa pipoca quentinha permeia os corredores dos cinemas cariocas, como aquela memória afetiva de um tempo pré-pandêmico. Aflorando nossas memórias de grandes filmes passados, esse aroma tem nome e local certo: Festival do Rio 2022.

Resgatando a magia de poder voltar aos cinemas, sob a tranquilidade de que um novo tempo se anuncia no Brasil, o amado evento está de volta com uma seleção de 200 novas produções, entre aclamados longas lançados no Festival de Cannes, Festival de Sundance e Festival de Toronto, além de diversos títulos nacionais.

E nesta edição, o compromisso do Festival é justamente transformar aquela memória afetiva do passado em uma experiência nova e revigorante. Para a diretora do evento, Ilda Santiago, 2022 tem um sabor diferente. Mais do que nas edições anteriores, hoje o objetivo é atrair o público brasileiro de volta para as telonas, a partir de uma coletânea variada de títulos que englobam tanto os amantes do cinema cult, como os apaixonados por documentários, animações e longas mais ousados.

“Estamos trabalhando para garantir o retorno do público aos cinemas, para que todos possam conferir filmes diferentes. Sabemos que ainda existe uma resistência muito grande de retomar esse hábito, pois vivemos quase três anos entre o medo e o impedimento de estar dentro de uma sessão. Mas estamos cada vez mais fortes, com uma programação linda que celebra a arte em sua totalidade. Temos ainda o Premiére Brasil, que é uma grande janela que se comunica com o nosso povo sobre o que está sendo produzido aqui. E nosso desejo é que o público volte e volte para celebrar o cinema brasileira”, comentou Santiago.

Com um otimismo encorajador, mesmo diante do enorme crescimento das plataformas de streaming em virtude da pandemia da Covid-19, Ilda reflete sobre como a indústria aprendeu a se reinventar ao longo das décadas.

“Desde que o cinema existe ele vive esses momentos de dúvida sobre o quanto o público ainda continuará apoiando esse formato. Isso aconteceu com a chegada da televisão, do VHS e também do DVD. Eu acho que existe uma magia única em ir a uma sessão de um filme. Essa é uma experiência cultural coletiva muito específica, diferente e especial. Eu sou muito otimista com o nosso cenário, porque trabalho com isso e acredito nisso”, disse.

Ponderando sobre a importância de avaliar o cenário atual e o potencial de sucesso e alcance dos novos filmes que serão lançados ao longo dos próximos meses, ela revelou como enxerga o mercado das redes de cinema, diante da constante ascensão dos serviços digitais.

“É claro que o streaming e outras modalidades de consumo mudam muito os hábitos, mas acho que isso nos obriga a pensar melhor nesse mercado e me incluo dentro disso. Esse contexto atual nos convida a repensar quais são os filmes que valem a pena ser lançados nos cinemas. Todo esse momento nos motiva a reavaliar a programação e o que podemos oferecer de tão especial que motive uma saída para encontrar os amigos e curtir um bom filme fora. Acho que o nosso grande desafio é sintonizar com o público e entender como e quais são as produções que proporcionam experiências diferenciadas para que as pessoas se sintam encorajadas a sair de casa”.

E com uma versátil e rica curadoria de filmes, o Festival do Rio retorna em 2022 resgatando o fascínio pela sétima arte em suas raízes, com uma cartela que ainda inclui uma seleção de clássicos modernos como E.T.: O Extraterrestre (1985), Grito de Horror (1981), O Assalto ao Trem Pagador (1962) e Priscilla, a Rainha do Deserto (1994).

Para a coordenadora do evento, a apresentação destes e de outros icônicos filmes do passado visa gerar uma conexão com as gerações mais novas. “Trouxemos alguns clássicos que passaram por um belo trabalho de restauração e essa é a oportunidade ideal para os mais jovens conhecerem alguns dos longas que marcaram a história do cinema”.

Em se tratando dos novos lançamentos internacionais, os cinéfilos poderão conferir alguns dos filmes que já circularam em outros festivais de prestígio, como Império da Luz (de Sam Mendes com Olivia Colman e Colin Firth); Operação Hunt (dirigido, estrelado, roteirizado e produzido por Lee Jung-jae, de Round 6); Living (com Bill Nighy), Nanny (original Prime Video com Michelle Monaghan); O Menu (com Anya Taylor Joy, Ralph Fiennes e Nicholas Hoult); My Policeman (original Prime Video com Harry Styles); Call Jane (com Elizabeth Banks e Sigourney Weaver); e Dalíland: A Vida de Salvador Dali (com Ezra Miller e Ben Kingsley).

Já na categoria Premiére Brasil, o público poderá prestigiar títulos como Bom dia Violeta, Carvão (lançado no Festival de Toronto de 2022); a animação Dom Quixote, Corpolítica, entre outros – conforme salientou Ilda Santiago:

“É difícil escolher um destaque principal, pois fizemos uma curadoria maravilhosa e diferenciada, que abrange públicos dos mais diversos backgrounds. Queremos nos conectar à audiência a partir da versatilidade de uma programação que ofereça o maior número de opções possível e conseguimos fazer isso com sucesso neste ano”, concluiu a coordenadora.

O Festival do Rio 2022 acontece entre os dias 06 e 16 de outubro. Confira a programação aqui.

Variante do ‘Homem-Aranha’? Fotos de ‘Madame Teia’ mostram homem de uniforme e intrigam os fãs…

Madame Teia, filme derivado de Homem-Aranha‘, teve novas imagens divulgadas dos bastidores que intrigaram os fãs.

Elas mostram um dublê do ator Tahar Rahim com um traje que parece ser uma variante do ‘Homem-Aranha‘. Porém, trata-se do vilão Ezequiel Sims, que tem como plano evitar o nascimento de Peter Parker.

Confira:

Lembrando que o filme teve sua estreia adiada pela Sony Pictures. Anteriormente programado para 06 de outubro de 2023, a produção estreia agora apenas em 16 de fevereiro de 2024.

Cassandra Webb é também conhecida pelo vulgo de Madame Teia, ela nasceu em Oregon. Ela é paralítica e mutante. A personagem tem precognição e telepatia. Ela também pode se transferir de onde está para o plano astral.

Dakota Johnson vive a personagem titular. Além dela, de Isabela Merced e de Emma Roberts, o elenco é formado por Tahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson entra como diretora, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

Velma é confirmada LGBTQIA+ no novo filme animado do ‘Scooby-Doo’

Com o vindouro lançamento do novo filme animado do ‘Scooby-Doo‘, novos clipes da produção foram divulgados – trazendo uma revelação surpreendente.

Nos vídeos, a Velma (dublada por Kate Micucci) é confirmada LGBTQIA+ ao admitir estar interessada em uma nova personagem, Coco Diablo (Myrna Velasco), a notória líder de um sindicato de crime de fantasia.

Confira:

Vale lembrar que, anteriormente, o diretor e roteirista James Gunn havia revelado que a personagem Velma, vivida por Linda Cardellini, seria lésbica na versão original do roteiro live-action de ‘Scooby-Doo‘, lançado em 2001.

A Warner Bros., no entanto, acabou descartando essa ideia.

“Em 2001, Velma era explicitamente gay no meu roteiro inicial”, ele escreveu. “Mas o estúdio continuou diluindo e diluindo, tornando-a ambígua (na versão filmada), e então em nada (a versão lançada) e finalmente dando a ela um namorado (na sequência)”. 

Em uma entrevista feita em 2002, Sarah Michelle Gellar, que viveu Daphne na adaptação para as telonas, havia revelado ao Sci Fi Wire uma cena em que sua personagem e Velma se beijavam. A sequência eventualmente foi deletada do corte final.

“Não era apenas para, tipo, diversão”, ela comentou. O beijo aconteceria durante a cena da troca de corpos, onde a alma de Daphne entraria no corpo de Fred (Freddie Prinze Jr.).

Em seu Instagram oficial, Gunn revelou que foi convidado a escrever e dirigir um terceiro filme para fechar a trilogia, segundo o Comic Book.

Na época, Gunn foi o responsável pelo roteiro das duas primeiras adaptações, mas as fracas bilheterias do 2º filme impediram o avanço da franquia nas telonas.

Quando um fã perguntou porque a Warner não concluiu a trilogia, o cineasta respondeu:

“Fiz um acordo para escrever e dirigir o terceiro em 2004, mas como o segundo não arrecadou o retorno suficiente para garantir um terceiro, eles acabaram descartando a ideia.”

Embora nunca saibamos o que Gunn planejou para a sequência, sua experiência nos filmes anteriores o ajudou a criar um universo único em ‘Guardiões da Galáxia’.

‘Ramy’: Família Hassan está de volta no novo teaser oficial da 3ª temporada; Confira!

Hulu divulgou mais um teaser oficial da 3ª temporada da aclamada série de comédia Ramy, estrelada por Ramy Youssef.

Os novos episódios foram lançados no dia 30 de setembro na plataforma de streaming, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

O jovem Ramy, filho de imigrantes egípcios, se encontra perdido em meio a uma jornada espiritual conflitante. Ele se vê num fogo cruzado entre sua comunidade muçulmana, que acha que a vida é um teste constante, seus amigos millenials, que pensam que a vida é cheia de infinitas possibilidades, e um Deus que está sempre assistindo a tudo isso acontecer.

O elenco conta com Ramy YoussefDavid MerhejeHiam Abbass, Amr Waked e Mahershala Ali.

Lembrando que Bella Hadid foi escalada para os próximos episódios sem seu primeiro grande papel como atriz. Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.