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‘Enola Holmes 2’: Millie Bobby Brown, Henry Cavill e mais astros estampam cartazes da sequência

Enola Holmes 2‘ teve novos cartazes divulgados pela Netflix, estampados por Millie Bobby Brown, Henry Cavill e elenco.

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A sequência seguirá Enola (Brown) assumindo seu primeiro caso oficial como detetive. Este caso envolve encontrar uma garota desaparecida, o que arrasta Enola para uma perigosa conspiração que a força a pedir a ajuda de seus amigos e familiares.

Além de Brown e Cavill, o longa conta com o retorno de Helena Bonham Carter reprisando seu papel como Eudoria Holmes, mãe da personagem titular.

O restante do elenco inclui Susan WokomaDavid ThewlisAdeel AkhtarSharon Duncan-BrewsterAbbie HernHannah DoddGabriel TierneySerrana Su-Ling Bliss.

Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.

O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.

Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.

Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Crítica | Super Quem? – Paródia Francesa zoa Marvel e DC do Início ao Fim… e é HILÁRIA!

Não tá fácil para os atores. Quem não participa de uma das duas principais franquias de super-heróis do mundo – a Marvel e a DC – praticamente fica relegado a papéis de menos impacto comercial na indústria. Ao menos é assim que muitas produtoras têm encarado a nova realidade do mercado da última década e meia, razão pela qual alguns atores acabaram entrando para esse filão e, em contrapartida, muitos outros passaram a ter dificuldade em conseguir papéis em filmes. Este é o mote de ‘Super Quem?’, comédia francesa que chega essa semana aos cinemas brasileiros e vai arrancar gargalhadas do público jovem.

Cédric (Philippe Lacheau) é um ator fracassado, cuja carreira se resume a um único comercial de camisinha extra-pequena. Seu pai, Michel Dugimont (Jean-Hugues Anglade), é um delegado de polícia que sente vergonha dos tropeços do filho. A sorte de Cédric muda quando sua agente o chama para estrelar o novo filme de super-herói Badman, em que será o personagem principal e contracenará com seu ídolo, Alain Belmont (Georges Corraface), que será um palhaço do mal. Tudo vai bem nas gravações até Cédric sofrer um acidente e, ao acordar, dar-se conta de que perdeu a memória. Então, o rapaz vê um jornal cenográfico que conta sobre os assaltos do palhaço malvado e, desmemoriado, Cédric passa a acreditar de que é um justiceiro de verdade, cuja família fora sequestrada pelo vilão e, agora, precisa salvar a esposa e o filho das garras do malfeitor.

Em apenas uma hora e vinte de duração, ‘Super Quem?’ supera qualquer expectativa e mostra-se como um filme genial. Abraçando o gênero da paródia (que anda muito em falta no circuito) o longa de ação francês se apropria do que há de melhor e de pior nos filmes de herói para gerar uma história absurda e totalmente crível. Por isso o ator Philippe Lacheau não se faz de regado e zoa até mesmo sua profissão, evidenciando a necessidade de os profissionais da classe se aventurarem no heroísmo para conseguir trabalho na indústria. Escrito e dirigido por ele mesmo, o auge do roteiro reside nas constantes zueiras que facilmente serão identificadas pelo público desde que o mote é apresentado (o próprio personagem questiona se Badman não é muita cópia do ‘Batman’) a até cenas clássicas dos filmes conhecidos da garotada (o beijo do ‘Homem-Aranha’, a Lois Lane repórter e a cena épica dos Vingadores indo enfrentar Thanos, que é simplesmente de rolar de rir).

Funcionando como um ‘Todo Mundo em Pânico’ dos filmes de herói, o deslize do roteiro é a insistência em piadas sexuais que, além de deslocadas, muitas vezes não fazem sentido e até mesmo constrangem. Apesar de recorrentes, não são suficiente para tirar a graça de ‘Super Quem?’, que consegue até mesmo inserir um cover de Stan Lee e o instituto Xavier aleatoriamente em sua trama.

Engraçado, divertido e coerente, ‘Super Quem?’ é um presente para os fãs da Marvel e da DC, sendo, inclusive, melhor do que alguns lançamentos de ambas as franquias. Através da paródia, a comédia francesa presta homenagem ao gênero dos anos 2000 e resgata o outro gênero, que tanto fez sucesso nos anos 1990. Um filme para ir se divertir com a turma nos cinemas.

 

10 Filmes que mostram Irresistíveis Paixões

Uma das grandes questões ligadas ao coração é saber o que é uma paixão e o que é o amor. São complementares? Nasce um, vira o outro? Na visão de quem escreve esse texto, a paixão é um forte sentimento ligado ao desejo e muito intenso que pode ou não virar um amor mais pra frente. Pensando nesse recorte, abaixo tem uma lista com obras que abordam esse tema, assim nasceu 10 filmes que mostram irresistíveis paixões:

 

Ammonite

Na trama, ambientada em meados de 1800, conhecemos Mary Anning (Kate Winslet), uma cientista famosa mas pouco conhecida pessoalmente, uma caçadora de fósseis descobridora de ossadas, ou melhor vestígios, como por exemplo de um Ictossauro que está em um museu famoso. Certo dia, um homem que nutre a mesma paixão pelos fósseis bate em sua porta e assim ela conhece a esposa do mesmo, Charlotte Murchison (Saoirse Ronan). Após uma situação complicada de resolver entre marido e mulher, Mary e Charlotte acabam passando um bom tempo juntas na mesma casa e assim nasce uma paixão.

 

Continência ao Amor

Na trama conhecemos Cassie (Sofia Carson), uma musicista, batalhadora, que trabalha como garçonete em um bar de uma cidade e precisa lidar com vários obstáculos na sua vida, o principal deles é no campo da saúde. Cassie é diabética Tipo 1 (quando o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina) sendo assim necessário tomar diariamente um remédio bem caro. Também conhecemos Luke (Nicholas Galitzine), um jovem, ex-usuário de drogas, que é brigado com o pai que resolve se alistar ao Exército norte-americano e está de partida para uma missão no Iraque. Cassie e Luke se conhecem e o primeiro encontro é um grande desastre mas resolvem se casar de mentirinha para que Cassie tenha o auxílio de saúde pago pelos militares e Luke consiga um acréscimo no salário para pagar suas dívidas com o traficante que comprava drogas. Assim, essas duas almas vão precisar passar algum tempo junto e acaba surgindo uma verdadeira história de amor.

 

Esperando Bojangles

Na trama, conhecemos Georges (Romain Duris), um contador de histórias, meio malandro, que durante uma festa que chegou de penetra acaba conhecendo a bela Camille (Virginie Efira), por quem logo se apaixona e tem um filho. O cotidiano deles é repleto de festas, contas sem pagar, vivendo em um universo de fantasia que acaba passando para seu filho. O casal tem a rotina de escutar, naquelas vitrolas antigas, em muitos desses momentos a canção Mr. Bojangles. Em certo momento, Camille começa a apresentar sinais de que não quer nem consegue acessar o cotidiano e a realidade que se apresenta.

 

Retrato de uma Jovem em Chamas

Na trama, conhecemos a jovem pintora Marianne (Noémie Merlant) que é contratada por uma mulher (Valeria Golino) para pintar o retrato de sua filha Héloise (Adèle Haenel). Só que essa última não aceita o futuro casamento que já está entrelaçada com um homem em milão e assim, Marianne precisa disfarçar a princípio seus reais motivos do convívio diário durante algumas semanas com Héloise. Só que após muitas conversas, um interesse mútuo vira algo que transborda, transformando dramas em uma paixão arrebatadora.

 

Um Belo Verão

Na trama, acompanhamos a trajetória da jovem Delphine (Izïa Higelin), filha única que vive no interior da França com seu pai e sua mãe. Certo dia, resolve abandonar sua família para descobrir o mundo em uma Paris no ano de 1971, lugar onde está passando por uma época de transformações intensas ligada à liberdade sexual e ao feminismo. Assim que chega na capital francesa, logo se aproxima de uma grupo de mulheres que lutam pelos direitos das mesmas, fazendo inúmeros protestos e invadindo conferências sobre temas polêmicos. Uma das líderes do grupo é Carole (Cécile De France), uma bela mulher que vive com seu namorado Manuel. Com o passar do tempo, Delphine e Carole vão se aproximando e acabam de apaixonando intensamente, provocando uma série de conflitos para ambas.

 

Latitudes

Na trama, acompanhamos uma história de amor pingado entre uma bem sucedida editora de moda chamada Olívia (Alice Braga) que viaja o planeta por conta de sua profissão e do renomado e requisitado fotógrafo José (Daniel de Oliveira). Cada um deles tem suas vidas pessoais mas sempre que se encontram o clima de paixão e amor toma conta, tornando-os pessoas extremamente vulneráveis. Essa duas almas, que não estavam nos planos um do outro a cada novo encontro precisam por fim definir essa conturbada e intensa situação romântica.

 

Deixe a Luz Acesa

Na trama, acompanhamos o cineasta Erik, um documentarista morador de Manhattan, homossexual, que gosta de conhecer pessoas pelo telefone. Em uma dessas ligações, conhece o enrustido advogado Paul. O relacionamento dos dois se torna cada vez mais excessivo, alimentado por altos e baixos e comportamentos fora do normal. A luta de ambos é na verdade uma grande negociação dos limites que ambos ultrapassam a cada nova ação inconsequente.

 

A Delicadeza do Amor

Na trama, conhecemos Nathalie uma mulher bonita no auge de sua vida que vive apaixonada por seu marido François. Um dia, após ir dar uma corrida na rua, François é ferido gravemente e um tempo depois falece, deixando Nathalie desesperada e sem rumo. Após três anos de luto, se dedicando fielmente ao novo emprego a protagonista é envolvida em um relacionamento com um sueco que trabalha na mesma empresa que ela. O amor em sua forma mais delicada e o sofrimento em sua forma mais profunda são elementos que se misturam nesse romance. Para embarcar e ser feliz nesse novo amor Markus precisará ter paciência e conhecer todo o sofrimento da bela jovem.

 

Despedida em Las Vegas

Na trama, conhecemos o roteirista, alcóolatra Ben (Nicolas Cage), um homem completamente perdido, sem amigos, que gera pena nos outros, completamente entregue ao vício que possui. Quando ele é demitido, saca todo dinheiro que tem, paga o cartão de crédito e resolve desistir do mundo, bebendo até morrer, em Las Vegas. Após um quase atropelamento, acaba conhecendo a prostituta Sera (Elisabeth Shue), uma sofrida jovem que é bastante maltratada pelo canalha Yuri (Julian Sands). Após um começo conturbado, Ben e Sera descobrirão que precisam mais um do outro do que imaginavam.

 

Carol

Baseado no livro The Price of Salt (1952), de Patricia Highsmith, Carol é ambientado na década de 50 e conta a história de Carol Aird (Cate Blanchett) uma elegante mulher que vive um casamento de aparências, para os outros diz ainda ser casada mas sua relação com o pai de sua única filha, Harge Aird (Kyle Chandler), já acabou faz tempo. Tendo um histórico de relacionamentos com outras mulheres, Carol se aproxima de encontrar novamente um grande amor quando conhece a vendedora Therese Belivet (Rooney Mara) com quem tem uma linda e inesquecível história de amor.

‘One Piece Film: Red’ tem estreia ANTECIPADA no Brasil

A Diamond Films antecipou o lançamento de ‘One Piece Film: Red‘, que terá sessões de pré-estreia a partir de 2 de novembro e entra em cartaz oficialmente em 3 de novembro. A partir de hoje, o público já pode garantir ingressos para a semana de estreia do filme, de 2 a 9 de novembro.

Confirmando o sucesso da franquia, o filme se tornou uma das maiores bilheterias no Japão em sua semana de estreia. No Brasil, os fãs mostraram grande expectativa por ‘One Piece Film: Red‘ desde que a Diamond Films anunciou o filme, e agora chegou a hora dos ‘nakamas’ comprarem seus ingressos antecipadamente para assistirem ao fenômeno pela primeira vez nas telonas.

Além disso, a distribuidora divulgou o cartaz oficial, que mostra os piratas Monkey D. Luffy e Shanks, além da cantora Uta.

Veja logo abaixo:

A história de One Piece, escrita por Eiichiro Oda e publicada pela Shueisha, começou a ser uma série na Weekly Shonen Jump em 1997. Até o momento, é o mangá mais vendido na história do Japão, e bateu o número espetacular de 516 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Durante esse período, One Piece estabeleceu um recorde de mangá mais vendido por 11 anos consecutivos, de 2007 a 2018.

A série animada de televisão estreou no Japão em 1999, desde então foi transmitida em mais de 80 países e regiões. Em novembro do ano passado, a série alcançou o seu milésimo episódio. E em julho de 2022, One Piece comemorou seu 25º aniversário, tornando-se uma das séries de anime mais aclamadas e amadas do gênero.

Lembrando que ‘One Piece Film: Red‘ se tornou a maior bilheteria da franquia criada por Eiichiro Oda após dez dias de exibição no Japão. No período, o longa arrecadou 7,6 bilhões de ienes, cerca de R$ 270 milhões na cotação de hoje (12).

Em ‘One Piece Film: Red‘ todos conhecerão Uta, a cantora mais amada do planeta, cuja voz foi descrita como “de outro mundo”. Ela é conhecida por esconder sua própria identidade ao se apresentar. Agora, pela primeira vez, Uta se revelará ao mundo em um show ao vivo.

Com a Marinha assistindo de perto, o local se enche de fãs de Uta – incluindo piratas animados e os Chapéus de Palha liderados por Luffy, que vieram para curtir sua performance – todos aguardam ansiosamente a voz que o mundo inteiro estava esperando. A história começa com a chocante revelação de que ela é a enigmática filha de Shanks.

‘Adão Negro’ tem a 4ª MAIOR abertura do ano nas bilheterias brasileiras

Adão Negro é um dos filmes mais aguardados do ano, e estreou fazendo sucesso no Brasil.

Segundo a Comscore, o filme já foi assistido por 298 mil espectadores nos cinemas em apenas 2 dias de exibição, arrecadando R$ 5,3 milhões em bilheteria. Somando o resultado das sessões de pré-estreia o titulo é o quarto maior Dia de Estreia (Opening Day) de 2022.

Confira:

Segundo projeções, o longa-metragem estrelado por Dwayne Johnson deve abrir com US$60 milhões nas bilheterias dos EUA, não enfrentando competição de ‘Halloween Ends’ (que dominou as bilheterias da última semana).

O principal obstáculo é a comédia romântica Ingresso para o Paraíso, estrelada por Julia RobertsGeorge Clooney, que deve arrecadar mais US$15 milhões.

Adão Negro será exibido em 4350 salas de cinema na América do Norte, mas ainda não se sabe quanto terá arrecadação. Previsões apontam, entretanto, que a produção não deve superar os números de ‘Batman’, que saiu em março deste ano e faturou US$770 milhões mundialmente.

 

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Astros de ‘Adão Negro’ revelam quem ganharia em uma luta: A Sociedade da Justiça ou a Liga da Justiça? [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os astros Aldis Hodge e Sarah Shahi, que interpretam o Gavião Negro e Adrianna em ‘Adão Negro‘.

Na entrevista, eles falaram como é trabalhar com Dwayne “The Rock” Johnson e revelam quem ganharia em uma luta: A Sociedade da Justiça ou a Liga da Justiça?

Assista:

Quem você acha que ganharia?

Quase 2.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passa no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Priscilla – A Rainha do Deserto’ e outros 34 Melhores Filmes LGBTQIA+ de todos os tempos

Em homenagem aos 30 anos de aniversário do BFI Flare: O Festival de Cinema LGBTQIA+ de Londres, o próprio evento resolveu formular uma lista com os melhores filmes do gênero de todos os tempos.

Nós do CinePOP trazemos para você a lista do prestigiado instituto. Para tal eleição foram ouvidos mais de 100 profissionais da área, entre críticos, escritores e programadores. A média foi tirada e os filmes foram colocados em ordem (o número quebrado da lista se deve justamente por isso, o empate de alguns filmes).

Veja abaixo e comente dizendo se concorda, e quais são os seus preferidos.

35 | Priscilla – A Rainha do Deserto (1994), de Stephan Elliott

Dois artistas drag e uma mulher transgênero viajam através do deserto para apresentarem seu estilo único de cabaré.

País: Austrália.

34 | Blue (1993), de Derek Jarman

Contra uma simples e imutável tela azul, uma trilha sonora densa de vozes, efeitos sonoros e música tentam pintar um retrato de Derek Jarman, e suas experiências com a AIDS, junto a uma exploração dos significados associados a cor azul.

País:Reino Unido / Japão.

33 | O Funeral das Rosas (1969), de Toshio Matsumoto

As desventuras e tribulações de Eddie (Pîtâ) e outros travestis no Japão.

País: Japão.

32 | Tomboy (2011), de Céline Sciamma

Uma família se muda para uma nova vizinhança, e a filha Laure (Zoé Héran), de 10 anos, propositalmente se apresenta como um menino, Mikhael, para as crianças do local.

País: França

31 | Domingo Maldito (1971), de John Schlesinger

Alex (Glenda Jackson), uma mulher divorciada que trabalha, e Daniel Hirsh (Peter Finch), médico judeu bem sucedido, dividem não apenas o serviço de acompanhantes, como também os favores do jovem Bob Elkin (Murray Head), que pula de cama entre eles e seus temperamentos.

País: Reino Unido.

30 | Pink Narcissus (1971), de James Bidgood

Um poema erótico passado nas fantasias de um jovem rapaz gigolô.

País: EUA.

29 | Morte em Veneza (1971), de Luchino Visconti

Adaptação do livro de Thomas Mann. O compositor Gustave Aschenbach (livremente baseado em Gustav Mahler) viaja para um resort em Veneza, e no local desenvolve uma atração problemática por um adolescente, de férias com a família. O rapaz personifica o ideal de beleza que o compositor há muito buscava.

País: Itália / França / EUA.

28 | Um Dia de Cão (1975), de Sidney Lumet

Um homem assalta um banco para pagar pela operação de mudança de sexo de seu amante. O crime se transforma numa situação com reféns, logo se tornando um circo midiático.

País: EUA.

27 | Portrait of Jason (1967), de Shirley Clarke

Os melhores momentos de uma entrevista de 12 horas com Aaron Payne, vulgo Jason Holliday, um ex-servente, que viria a se tornar artista de cabaré, e autoproclamado malandro da noite.

País: EUA.

26 | Cidade dos Sonhos (2001), de David Lynch

Após um acidente na estrada Mulholand Drive, uma mulher fica com amnésia. Ela e uma aspirante a atriz em Hollywood procuram por pistas e respostas ao longo de Los Angeles, numa jornada repleta de reviravoltas além de sonhos e realidade.

País:França / EUA.

25 | Pariah (2011), de Dee Rees

Uma adolescente do Brooklyn transita entre conflitos de identidade, amizades, família e sofrimento, numa busca desesperada por sua expressão sexual.

País:EUA.

24 | The Watermelon Woman (1996), de Cheryl Dunye

Cheryl é uma jovem negra e lésbica, trabalhando na Filadélfia com sua amiga Tamara, num projeto cinematográfico que a consome: um documentário sobre sua busca por uma atriz negra da Filadélfia, que participou de filmes na década de 1930, conhecida como Watermelon Woman.

País:EUA.

23 | Teorema (1968), de Pier Paolo Pasolini

A trama centra em um estranho visitante na casa de uma rica família. Ele seduz a empregada, o filho, a mãe, a filha e finalmente o pai, antes de ir embora alguns dias depois. Nenhum deles consegue viver do mesmo jeito de antes, após a saída do estranho. Quem era ele? Poderia ser Deus?

País: Itália.

22 | Um Estranho no Lago (2013), de Alain Guiraudie

Verão. O cenário: as margens de um lago se transformam em local de relações rápidas para homens gays. Franck se apaixona por Michel, um atraente, mas letalmente perigoso sujeito.

País: França.

21 | Delicada Atração (1996), de Hettie Macdonald

Nos subúrbios de Londres, o jovem Jamie foge durante os jogos de esportes para não se tornar vítima de seus camaradas. O jovem Ste, seu vizinho, apanha de seu pai, pedindo abrigo para dormir na casa de Jamie. Ao dormirem na mesma cama, os dois descobrem um novo sentimento.

País: Reino Unido.

20 | Bom Trabalho (1999), de Claire Denis

O filme foca em um ex-oficial da Legião Estrangeira, enquanto ele se lembra de sua então gloriosa vida, liderando tropas na África.

País: França.

19 | Looking for Langston (1989), de Isaac Julien

Uma recriação no estilo de fantasia, em preto e branco, de homens gays da alta sociedade durante a renascença do Harlem, na qual filmagens de arquivo e fotografias entrecortam a narrativa.

País: Reino Unido.

18 | Je, tu, il, elle (1974), de Chantal Akerman

‘Je’ é uma menina voluntariamente trancada em um quarto. ‘Tu’ é o roteiro. ‘Il’ é um motorista de caminhão. ‘Elle’ é a namorada.

País: França / Bélgica.

17 | Meu Passado Me Condena (1961), de Basil Dearden

Um advogado proeminente investiga um chantagista que ameaça expor homens gays (na época, atos homossexuais eram ilegais), sendo ele mesmo gay.

País: Reino Unido.

16 | Orlando – A Mulher Imortal (1992), de Sally Potter

O jovem nobre Orlando é ordenado pela Rainha Elizabeth I a permanecer para sempre jovem. Milagrosamente, ele faz justamente isso. O filme o segue por diversos séculos da história britânica, experimentando variadas vidas, relacionamentos e até mesmo mudança de sexo.

País: Reino Unido / Rússia / Itália / França / Holanda.

15 | Amigas de Colégio (1998), de Lukas Moodysson

O filme fala sobre duas adolescentes de uma pequena cidade na Suécia. Elin é bonita, popular e entediada com sua vida. Agnes não possui amigos, é triste e secretamente apaixonada por Elin.

País: Suécia / Dinamarca.

14 | Senhoritas em Uniforme (1931), de Leontine Sagan

Em uma escola interna só para meninas, Manuela se apaixona por uma professora, o que irá gerar terríveis consequências.

País: Alemanha.

13 | Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche

A vida de Adèle muda quando ela conhece Emma, uma jovem de cabelos azuis. Através de seu amor, ela descobrirá o desejo e se tornará mulher e adulta. Adèle se descobrirá através do amor e da perda.

País: França / Bélgica / Espanha.

12 | As Lágrimas Amargas de Petra von Kant (1972), de Rainer Werner Fassbinder

Uma designer de moda arrogante se apaixona por uma mulher linda e fria que deseja se tornar modelo.

País: Alemanha.

11| Tangerine (2015), de Sean S. Baker

Uma prostituta vasculha as ruas de Tinseltowen (Hollywood) atrás do cafetão que partiu seu coração. Inteiramente filmado com Smartphones.

País: EUA.

10 | Garotos de Programa (1991), de Gus Van Sant

Dois melhores amigos, vivendo das ruas em Portland como trapaceiros, embarcam numa jornada de autodescoberta e se deparam com os tropeços de sua relação ao longo do caminho.

País: EUA.

09 | Canção de Amor (1950), de Jean Genet

Dois prisioneiros em completo isolamento, separados por paredes grossas de tijolos, e desesperadamente necessitados de contato humano, criam a mais inusitada forma de comunicação.

País: França.

08 | Tudo Sobre Minha Mãe (1999), de Pedro Almodóvar

O jovem Esteban deseja se tornar um escritor, e também descobrir a identidade de seu pai, cuidadosamente escondida por sua mãe Manuela.

País: Espanha / França.

07 | Minha Adorável Lavanderia (1985), de Stephen Frears

Um ambicioso paquistanês britânico e seu namorado caucasiano lutam pelo sucesso e esperança ao abrirem uma glamourosa lavanderia.

País: Reino Unido.

06 | Mal dos Trópicos (2004), de Apichapong Weerasethakul

Um romance entre um soldado e um rapaz do campo, envolto em um folclore tailandês sobre um xamã com habilidade sobrenatural de mudança de forma.

País: Tailândia / França / Alemanha / Itália.

05 | Paris is Burning (1990), de Jennie Livingston

Uma crônica do cenário drag de Nova York, na década de 1980, focando em bailes, modelos, as ambições e sonhos daquelas que deram à época seu fervor e vitalidade.

País: EUA.

04 | O Segredo de Brokeback Mountain (2005), de Ang Lee

A história de uma relação proibida e secreta entre dois caubóis, e suas vidas ao longo dos anos. Vencedor de 3 Oscar.

País: EUA / Canadá.

03 | Felizes Juntos (1997), de Wong Kar-Wai

Yiu-Fai e Po-Wing chegam de Hong Kong na Argentina, e pegam a estrada para o feriado. Algo termina por esfriar sua relação e os dois se afastam. Quando Po-Wing retorna, a vida de Yiu-Fai seguiu, e novos ares se apresentam com Chang, que veio e Taiwan. Enquanto a nova vida de Yiu-Fai brilha, a de Po-Wing se despedaça.

País: Hong Kong / Japão / Coreia do Sul

02 | Weekend (2011), de Andrew Haigh

Após uma festa regada a bebidas com seus amigos héteros, Russell (Tom Cullen) sai para uma boate gay. Antes do local fechar ele encontra Glen (), mas o que parecia ser apenas um caso de uma noite, mostra-se algo mais, algo especial.

País: Reino Unido.

01 | Carol (2015), de Todd Haynes

Uma aspirante a fotógrafa (Rooney Mara) desenvolve uma relação íntima com uma mulher mais velha (Cate Blanchett), na década de 1950, em Nova York.

País: Reino Unido / EUA.

Menções Honrosas:

Ligadas pelo Desejo (1996), de Lana e Lilly Wachowski
Meninos Não Choram (1999), de Kimberly Peirce
Cabaret (1972), de Bob Fosse
Corações Desertos (1985), de Donna Deitch
Eduardo II (1991), de Derek Jarman
O Par Perfeito (1994), de Rose Troche

O Direito do Mais Forte à Liberdade (1975), de Rainer Werner Fassbinder
Hedwig – Rock, Amor e Traição (2001), de John Cameron Mitchell
Minhas Mães e Meu Pai (2010), de Lisa Cholodenko
A Lei do Desejo (1987), de Pedro Almodóvar
Nighthawks (1978), de Ron Peck
Orgulho e Esperança (2014), de Matthew Warchus
Querelle (1982), de Rainer Werner Fassbinder
Scorpio Rising (1965), de Kenneth Anger
Direito de Amar (2009), de Tom Ford
The Times of Harvey Milk (1984), de Rob Epstein
Young Soul Rebels (1991), de Isaac Julien

Born in Flames (1983), de Lizzie Borden
Nunca Fui Santa (1999), de Jamie Babbit
Traídos Pelo Desejo (1992), de Neil Jordan
Fireworks (1947), de Kenneth Anger
Almas Gêmeas (1994), de Peter Jackson
I Don´t Want to Sleep Alone (2006), de Tsai Ming-liang
Michael (1924), de Carl Th. Dreyer
Mistérios da Carne (2004), de Gregg Araki
Veneno (1991), de Todd Haynes
Sebastiane (1976), de Paul Humfress e Derek Jarman
Tongues United (1989), de Marlon Riggs

Brandon Perea: Astro de ‘Não! Não Olhe!’ fala sobre os rumores de que estará em filme da Marvel

Brandon Perea fez um ótimo trabalho ao participar do recente terror ‘Não! Não Olhe!’, de Jordan Peele, e ganhou apoio dos fãs da Marvel Studios para interpretar algum dos icônicos personagens do panteão super heroico.

Perea falou sobre a possibilidade de interpretar uma versão de Nova, um dos heróis mais poderosos do MCU, e também concordou quando um dos fãs o sugeriu como Noturno, dos X-Men. O ator até mesmo disse que conseguia se ver como Johnny Storm/Tocha Humana em um reboot de Quarteto Fantástico.

Em entrevista ao ComicBook.com, o astro foi questionado se conversou com a Marvel sobre uma futura escalação, a que ele respondeu:

“Se eu tivesse, não poderia falar sobre isso, de qualquer forma. Aprendi com o erro de outras pessoas do MCU em deixar as coisas vazarem. Mesmo assim, aprendi muito com ‘Não! Não Olhe!’, porque parece que tem um laser na sua testa o tempo todo para você não revelar nada. Posso dizer isso: joguei para o universo, vamos ver o que acontece. Estou prestando atenção no que os fãs estão dizendo, o que eles gostam e, sim, seria ótimo conseguir [um papel]”.

Lembrando que o filme de Peele ainda está sendo exibido em algumas salas de cinema brasileiras.

Na trama, os residentes de uma ravina solitária do interior da Califórnia testemunham uma descoberta estranha e assustadora.

Em menos de três semanas, o longa soma sólidos US$ 97.9 milhões nos EUA.

O elenco conta com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), Steven Yeun (‘The Walking Dead’), Keke Palmer (‘Scream Queens’) e Michael Wincott (‘O Corvo’).

Além de dirigir, Peele é o responsável pelo roteiro da produção.

Conheça TODOS os Filmes do Festival do Rio 2022 Que Vão Para os Streamings

O Festival do Rio 2022 acabou oficialmente na quarta-feira, 19, após dez dias intensos com exibição de mais de 200 filmes nacionais e internacionais e uma sequência de três dias de repescagem, com uma última chance para os cinéfilos curtirem o melhor da safra 2022 do cinema mundial. Mas, se você não pôde participar do evento presencialmente esse ano ou se ficou com um gostinho de ver (ou rever) algum filme que fez sucesso na programação da atual edição, fizemos aqui uma listinha básica com tudo que já está certo para ir para os streamings em breve. É só se programar!

Argentina, 1985’ – Prime Video

O longa, que é a indicação da Argentina como representante do país ao Oscar, teve uma única exibição durante o Festival, com a participação dos atores Peter Lanzani e Alejandra Flechner. Inspirado em eventos reais, conta a história de promotores que ousaram investigar e processar militares durante a ditadura militar do país, em 1985. O filme chega à plataforma nessa sexta, 21.

‘Call Jane’ – Prime Video

Com Sigourney Weaver e Elizabeth Banks, o filme conta a história de Joy, uma dona de casa que deseja muito ter um filho nos anos 1960. Quando a boa notícia finalmente vem, chega junto com um porém. A previsão de lançamento é 28 de outubro.

‘Good Night Oppy’ – Prime Video

O documentário aborda de maneira inspiradora a história do robô Opportunity, carinhosamente chamado de Oppy pelos seus criadores, na NASA. Com um prazo inicial de 90 dias apenas, o robô investigou o planeta Marte por 15 anos.

Jogo da Corrupção’ – Prime Video

Dirigido por Armando Bó, os dois primeiros episódios dessa série foram exibidos no Festival do Rio, mas a temporada inteira chega na Prime Video de uma vez só em novembro. Trazendo os bastidores da corrupção na FIFA, a nova temporada está ligada à sérieEl Presidente’.

My Policeman’ – Prime Video

Filme mais requisitado no Festival do Rio, o longa traz o ator e cantor Harry Styles e Rupert Everett no elenco. A história se passa nos anos 1950, quando Marion e Tom se apaixonam e vivem em harmonia, até o momento em que o curador Patrick surge na vida do casal, despertando sentimentos no policial Tom.

Nanny’ – Prime Video

Grande vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Sundance 2022. O longa conta a história de uma imigrante do Senegal que vive ilegalmente nos EUA, trabalhando como babá para uma família rica de Manhattan. Lutando para reencontrar o filho, que deixou em seu país natal, ela passa a ser atormentada por uma presença sobrenatural.

‘As Nadadoras’ – Netflix

Filme de encerramento do Festival do Rio 2022. Conta a história da incrível jornada das irmãs nadadoras Yusra e Sarah Mardini, que usaram suas habilidades desportivas para empurrar, durante horas, um bote de refugiados enquanto fugiam da guerra na Síria. No ano seguinte, a mais nova delas disputou os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Close’ – MUBI

A amizade entre dois meninos de treze anos, Leo e Rémi, acaba de repente. Sem entender o que aconteceu, Léo procura Sophie, mãe de Rémi. O filme levou o Grande Prêmio do Festival de Cannes de 2022, junto com ‘The Stars at Noon’, de Claire Denis.

Holy Spider’ – MUBI

O longa conta a história de uma jornalista que viaja para a cidade sagrada iraniana de Mashad, onde um serial killer está matando prostitutas e largando seus corpos ao relento. Inspirado em eventos reais, o serial killer, conhecido como Spider Killer, acreditava estar numa jornada espiritual para limpar as ruas do pecado.

‘The Five Devils’ – MUBI

O longa francês conta a história de Vicky, que vive com seus pais. Quando sua tia reaparece, após sair da prisão, a presença da mulher traz de volta o passado de uma maneira mágica e violenta. O longa foi exibido na Quinzena de Realizadores do Festival de Cannes 2022.

Piggy’ – Paramount Plus

Sara é uma adolescente com sobrepeso, que vive na sombra de uma turma de garotas. Nem mesmo sua amiga de infância a defende quando ela é vítima de bullying e tem suas roupas roubadas. No entanto, um psicopata misterioso surge, disposto a ajudá-la.

‘Raymond & Ray’ – Apple TV+

Com Ethan Hawke e Ewan McGregor. Conta a história de Raymond e Ray, que viveram a infância com um pai horrível. Com bom humor, os rapazes encontram no funeral do pai a chance de se reinventarem.

Abestalhados 2’ – Starplus

Comédia nacional que estreia nos cinemas no próximo dia 27 de outubro e, em seguida, estreará para os assinantes da plataforma Starplus. Conta a história de um grupo de quatro amigos que trabalham numa agência de publicidade que têm o sonho de fazer um filme de ação, e decidem fazê-lo, mesmo que isso custe alguns processos nas costas e muita confusão. Com Leandro Ramos, Raul Chequer e Paulinho Serra.

Aclamada série do Prime Video é CANCELADA após uma temporada

Segundo o The Hollywood Reporter, o Prime Video cancelou a aclamada série ‘As We See It’, criada por Jason Katims (‘Friday Night Lights’, ‘Parenthood’).

Mais informações não foram reveladas.

Inspirada na série israelense Amor no Espectro, “a trama acompanha três colegas de quarto de vinte e poucos anos com autismo. Jack, Harrison e Violet, lutam para conseguir e manter empregos, fazer novas amizades e se apaixonar. Com ajuda de suas famílias e amigos, eles irão tentar alcançar os seus objetivos pessoais rumo à independência e aceitação em um mundo que os ilude”.

Relembre o trailer:

A primeira e única temporada contou com oito episódios.

Rick GlassmanAlbert RuteckiSue Ann PienSosie BaconChris PangJoe MantegnaVella LovellTal Anderson e Alyssa Jirrels.

“Socorro”: Regina Duarte critica ‘Cinderela’ e internautas a acusam de HOMOFOBIA

Em 2021, o Prime Video lançou uma nova adaptação musical do clássico Cinderela, estrelada por Camila Cabello.

A reimaginação, inclusive, trouxe Billy Porter no papel da Fada Madrinha. Mais de um ano depois, a produção chamou a atenção de celebridades preconceituosas e conservadoras que criticaram o longa-metragem pelo fato de Porter tê-la interpretado.

Os comentários começaram quando o ator Carlos Vereza publicou um vídeo dizendo que a escalação de Porter como a Fada Madrinha é uma contínua tentativa de Hollywood em “destruir a sexualidade das crianças”. Não demorou muito para que outra atriz conservadora e bolsonarista, Regina Duarte, compartilhasse o vídeo e nutrisse do mesmo sentimento que o ex-colega da Globo.

Duarte fez a postagem em suas redes sociais e escreveu: “socorro, pais e mães. Tios e tias, avós, , parentes em geral, amigos de verdade da infância brasileira: Cinderela da Disney [sic] ameaça valores de nossas crianças!”.

Em outra postagem, Duarte escreveu: “obrigado pelo alerta, Vereza! Você está certíssimo. Precisamos protejer (sic) as nossas crianças”.

Não demorou muito para que os internautas se posicionassem contra os comentários da ex-atriz, acusando-a de homofobia.

Confira:

Cinderela é um clássico que todos conhecemos e amamos, mas desta vez com um toque moderno e único e estrelado pela sensacional Camila Cabello e um elenco de estrelas. O produtor James Corden e a equipe de filmagem pegaram este amado conto de fadas e o reformularam com uma perspectiva nova e empoderada que vai ressoar com o público e famílias em todo o mundo. Não poderíamos estar mais animados com os nossos clientes globais para cantar e dançar junto com a reimaginação do diretor Kay Cannon desta história clássica”, disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios.

Crítica | ‘Cinderela’ desperdiça um talentoso elenco com releitura esquecível e sem identidade

Cinderela é uma nova e ousada abordagem musical da história tradicional com a qual o público cresceu. Nossa heroína (Cabello) é uma jovem ambiciosa cujos sonhos são maiores do que o mundo permite, mas com a ajuda de seu Fab G (Porter) ela é capaz de perseverar e realizar seus sonhos.

Escrita para as telas e dirigida por Kay Cannon, com covers de canções escritas por alguns dos artistas musicais mais vendidos de todos os tempos, ‘Cinderela‘ tem um elenco de estrelas que inclui Idina Menzel, Minnie Driver, Nicholas Galitzine, com Billy Porter e Pierce Brosnan.

Os produtores são James Corden, Leo Pearlman, Jonathan Kadin e Shannon McIntosh.

Insider aponta que Bruna Marquezine terá papel-chave em ‘Besouro Azul’; Saiba mais!

‘Besouro Azul’ já se tornou um dos filmes da DC mais aguardados no Brasil, principalmente por ter confirmado a icônica atriz Bruna Marquezine no elenco.

Agora, segundo o insider @ViewerAnon, Marquezine realmente terá um papel de destaque no longa-metragem. As informações indicam que ela será filha de Ted Kord, segunda pessoa a vestir o manto do herói titular nos quadrinhos, além de interpretar o interesse romântico de Jaime Reyes (Xolo Maridueña).

Segundo o Undercover Audience, a Warner Bros. realizou recentemente a primeira exibição-teste do longa-metragem.

Como essas exibições são privadas e confidenciais, encare a descrição como um rumor.

Atualização do TestScreening:

– Todo o elenco faz um trabalho incrível! Especialmente Xolo Mariduena & Belissa Escobedo, que interpreta a irmã de Xolo.
– O público adorou a dinâmica familiar doce e cheia de comédia da ‘família Reyes’.
– Quase 30% do filme é em espanhol com legendas.
Susan Sarandon arrasa no papel de vilã como Victoria Kord.
George Lopez como Tio Rudy e Adriana Barraza como a Vovó tem muitas cenas cômicas ótimas, que foram adoradas.

Veredito: O público amou totalmente o primeiro super-herói latino da DC.

Marquezine falou recentemente sobre a sua experiência no filme. A atriz disse para a revista Quem que o longa exigiu muito dela, até pela atriz ter tido que atuar em uma língua que não estava acostumada a falar.

“Foi uma experiência que exigiu muito de mim em aspectos que, até então, eu nunca tinha vivenciado. O fato de interpretar em uma outra língua é um grande desafio, porque eu sinto em português”, contou Bruna.

A atriz admitiu que foi muito bom sentir um “frio na barriga” diferente, após ter uma carreira consolidada no Brasil. Disse que fazer Besouro Azul foi uma experiência “emotiva” e “desafiadora“, pois ela se viu mais “solitária” no set, como geralmente não vinha ficando.

“Foi muito bom me sentir, de novo, tão vulnerável, insegura, e sentir tanto frio na barriga. Sempre sinto frio na barriga, mas dessa vez eu estava definitivamente num lugar… E muito mais solitária também, então foi uma experiência muito emotiva e desafiadora, mas muito bonita. Foi muito bom poder sentir tudo isso”, conclui.

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

O filme estreia em 16 de Agosto de 2023.

Oi? Fãs criam abaixo-assinado pedindo que ‘Halloween Ends’ seja REFEITO

Lançado na semana passada, o terror ‘Halloween Ends‘ dividiu a opinião dos fãs da franquia ao apresentar uma despedida completamente diferente do que os espectadores estavam esperando.

Alguns fãs ficaram tão revoltados que criaram uma petição para que a Blumhouse altere o final do filme e refilme as cenas.

“‘Halloween Ends’ NÃO foi o filme que os fãs queriam,” argumenta o texto da campanha. “Essa foi uma história de origem do Corey. Nós merecemos um filme digno do Michael Myers e do legado da franquia. Nós amamos essa saga e essa conclusão nos deixou de coração partido, zangados e desapontados. O filme nos mostrou um Michael Myers fraco e patético que precisava de sua máscara para sobreviver. Esse não é o nosso Michael Myers! Nosso assassino é forte, incansável e uma força da natureza.”

Com meta de 10 mil assinaturas, a petição já acumula quase 8 mil apoiadores.

O filme recebeu elogios de John Carpenter.

Como muitos fãs sabem, o longa do cineasta moldou o tom para o subgênero slasher, com seu filme focando principalmente no vilão imortal Michael Myers, enquanto ele persegue a babá Laurie Strode na noite de Halloween.

Strode, que é um ponto central na nova trilogia, é vivida por Jamie Lee Curtis – de quem Carpenter é um grande fã.

Enquanto conversava com o MovieMaker, Carpenter elogiou os ‘riscos’ em ‘Halloween Ends‘ e a extraordinária atuação de Curtis, dizendo:

“Foi muito bom! Eu gostei bastante. É bem diferente [dos outros filmes da franquia]. Gostei dos riscos assumidos na trama. Jamie [Lee Curtis] está simplesmente extraordinária. Ela é simplesmente maravilhosa e estou muito orgulhoso dela.”

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: Ed Sheeran revela que quase cantou a música-tema do filme

Em entrevista ao That Peter Crouch Podcast, o cantor e compositor vencedor do Grammy Ed Sheeran revelou que quase escreveu e performou a música-tema do recente 007 – Sem Tempo para Morrer’.

“Eu fiquei muito perto de fazer uma”, Sheeran explicou. “Eles mudaram os diretores, mudaram os roteiros e foi isso. Mas tínhamos feito todas as reuniões. Eu tinha começado a escrever”.

Ele continua: “você tem que – eventualmente, como um cantor inglês – querer fazer uma música [para a franquia James] Bond. Não vou fingir que não doeu não fazer. Se eles voltarem, eu direi: ‘sim, sim, é claro'”.

A canção-tema do mais recente filme da saga de espionagem foi performada por Billie Eilish, que também ficou responsável pela composição ao lado do irmão, Finneas O’Connell. Com crítica positivas, “No Time To Die”, como a música ficou intitulada, garantiu à dupla inúmeros prêmios, incluindo um Grammy, um Globo de Ouro e um Oscar.

Relembre o trailer do filme abaixo:

Sucesso entre os críticos (84% de aprovação no Rotten Tomatoes) e nos cinemas, o longa arrecadou US$ 774 milhões mundialmente – tornando-se a segunda MAIOR bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.

Dwayne Johnson defendeu firmemente que ‘Adão Negro’ ganhasse um filme SOLO

Adão Negro, adaptação estrelada por Dwayne Johnson, finalmente chegou aos cinemas de todo o mundo depois de 15 anos em desenvolvimento.

Durante a promoção do longa-metragem, o ator revelou que a história de origem do personagem titular inicialmente fazia parte de um filme combinado com Shazam!’, estrelado por Zachary Levi – seguindo os passos dos quadrinhos originais, mas, na visão de Johnson, uma investida contraproducente.

Em entrevista à Vanity Fair, Johnson revelou que defendeu firmemente que Adão Negro tivesse sua própria história de origem, separada de Shazam (motivo pelo qual o projeto foi adiado).

“Quando o primeiro rascunho do filme chegou a nós, era uma combinação de Adão Negro e Shazam!’: duas histórias de origem em um filme… Aquele era o objetivo – então não foi uma surpresa. Eu só sabia no meu íntimo: ‘não podemos fazer este filme assim. Estaríamos fazendo um desserviço incrível ao Adão Negro’. Teria sido bom para Shazam ter duas histórias de origem convergindo em um filme, mas não é bom para o Adão Negro, ele disse.

Johnson continua: “fiz uma ligação… E disse: ‘tenho que compartilhar o que penso aqui. É bem impopular…’. Porque todos pensaram: ‘ei, o roteiro é ótimo, vamos fazer este filme’. E eu disse: ‘eu realmente acho que vocês deveriam fazer Shazam!’, fazer um filme por conta própria no tom que quiserem. E acho que devemos separar [Adão Negro]”.

No Rotten Tomatoes, o filme amargou apenas 45% de aprovação, com nota 5.20/10 baseada em 139 reviews até o momento. Os especialistas elogiaram o as cenas de ação, mas criticaram o ritmo, o roteiro e até mesmo alguns efeitos especiais.

Confira os principais comentários:

“Os efeitos são falsos e sem peso, mesmo para esse tipo de coisa, e os riscos são inexistentes” – The Playlist.

Dwayne Johnson e o diretor Jaume Collet-Serra tentam oferecer uma grande teoria unificada da DC, misturando tropos de filmes familiares com um protagonista que mata pessoas diretamente. O resultado às vezes é uma bagunça, mas, no geral, é divertido” – Empire.

“Não há um único personagem aqui que não pareça uma fotocópia barata de Gotham ou do MCU” – indieWire.

“É divertido e nunca chato, mas também é sábio ao se mover rápido o suficiente para distrair os espectadores das perguntas que levanta” – United Press International.

“[O filme] é repleto de personagens não desenvolvidos e um número excessivo de cenas de ação repetitivas, a ponto de seu debate incompleto sobre o que significa ser um herói se perder em todo o barulho” – IGN Movies.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Artigo | No clima de Dia das Bruxas, ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ é a escolha perfeita para você assistir

O Mundo Sombrio de Sabrina definitivamente veio para abalar nossas estruturas. Afastando-se de modo considerável da série original, uma espécie de sitcom tragicômica fantástica, a nova investida da Netflix não apenas nos presenteia com uma perspectiva mais sombria e macabra, como também se respalda em vários elementos nostálgicos que homenageiam a protagonizada por Melissa Joan Hart. É fato dizer que a primeira temporada tornou-se bem controversa, principalmente por tratar sem qualquer tipo de tabu várias questões complexas, incluindo machismo, racismo e doutrinações religiosas. Ademais, a diversão e as inocentes alfinetadas são divertidíssimas e complementam atuações e diálogos bastante envolventes.

A profundidade do show já se inicia com a abertura à la anos 1960, retomando as HQs clássicas de Roberto Aguirre-Sacasa, que também fica responsável pela própria adaptação. O retorno às tramas de terror já nos é entregue nesses dois minutos de introdução antes da verdadeira narrativa ganhar forma, sem pressa alguma em relação à ocorrência dos eventos. Como já dito nas primeiras impressões, o início pode parecer um tanto coreografado demais; entretanto, a atitude é compreensível, visto que precisamos entender e mergulhar de cabeça no cosmos de Greendale e em todos os seus mistérios mais ocultos. 

Sabrina Spellman (Kiernan Shipka em uma deliciosa rendição ao mesmo tempo amargurada e delicada) está prestes a fazer dezesseis anos e deve decidir entre permanecer em sua vida mundana ou entregar-se ao Lorde das Trevas e assinar seu livro, juntando-se ao clã de bruxas e trilhando o caminho de seu pai, ex-sumo sacerdote da Igreja da Noite. Porém, por ser mestiça e constante alvo de injúrias, ela renuncia e não renuncia a seus poderes, recusando-se a ceder às pressões dos que vivem à sua volta e utilizando seu livre-arbítrio, ainda que passe a ter inúmeros inimigos, incluindo a presença obscura e nada acolhedora do Padre Blackwood (Richard Coyle) e das Irmãs Sinistras conhecidas como Prudence (Tati Gabrielle), Agatha (Adeline Rudolph) e Dorcas (Abigail Cowen). 

Uma das maiores conquistas da série é sua estruturação. Além de desenvolver um grandioso arco para cada um de seus personagens, alguns núcleos fecham-se em si próprios e partem da construção de Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira’. Em outras palavras, é possível entender a história de um capítulo sozinho, mas deve-se acompanhar desde o início para ter uma visão mais ampla. Aguirre-Sacasa, em colaboração com uma aplaudível equipe criativa, não se equivale de subtramas clichês, buscando sempre pela originalidade e pelo choque. Não é surpresa, pois, que Mundo Sombrio’ seja explícito e tangencie o gore, com sequências explícitas de morte e de tortura. A discrição cênica é abandonada pelas “leis” do terror, incluindo cenas de possessão demoníaca, encontro com o próprio Satã e lutas com demônios tão horríveis quanto a própria natureza humana.

A narrativa também preza pelo sentimentalismo teatral, mas não se valendo do melodrama desnecessário. Os personagens têm problemas pessoais que são obrigados a enfrentar ao longo das jornadas: Sabrina, por exemplo, cresce sem o apoio dos pais e tem a vida moldada pela presença de suas tias, Zelda (Miranda Otto) e Hilda (Lucy Davis), as quais mantêm segredos acerca de seu nascimento e seu batismo. A partir disso, ela lida com o luto de forma diferente, recriando características de sua família dos sonhos a parti da menção que outras pessoas fazem. Sua personalidade altruísta muitas vezes é contestada pelos membros do coven, e admirada em segredo pela Zelda, cuja performance se entrega de corpo e alma a uma das personas mais encantadoras da série (sem trocadilhos). 

Cada um dos protagonistas e coadjuvantes, por mais que lute para viver uma vida normal dentro de suas concepções próprias, vê-se em um ciclo compulsório de enfrentar seus maiores medos e colocar à prova o que realmente acreditam. A única exceção, talvez, insurja na figura da Srta. Wardell (Michelle Gomez), a encarnação de Lilith que em momento algum deixa de dar ponto sem nó. A mãe de todos os demônios aproxima-se da heroína fingindo ajudá-la, mas arquitetando provações mortais para aproximá-la do Lorde das Trevas e deixá-la pronta para ser abraçada pelo próprio Satã. Gomez e Otto são as que mais dividem os holofotes, deixando-se levar por encenações teatrais dramáticas propositalmente floreadas e extremamente envolventes.

Ainda que seja, no geral, uma ótima iteração, ela apresenta alguns excessos. Hilda e Ambrose (Chance Perdomo) vêm como os escapes tragicômicos que suavizam a tenebrosa atmosfera, mas poderiam ser melhores utilizados; por vezes, ambos são esquecidos em prol da continuidade cênica da arquitrama, desvalorizando-os sem qualquer motivo aparente. Além disso, alguns diálogos soam falsos e autoexplicativos demais, mesmo que não tirem o peso dramático da obra. 

As inúmeras referências, também mencionadas no texto anterior, permeiam constantemente o show. As mais sutis residem em valorizar a importância do julgamento de Salem para a ambiência histórica e política tão defendida pela comunidade bruxa, enquanto as mais óbvias expandem-se para as referências fotográficas e artísticas de O Exorcista’, A Bruxa’ e outros clássicos do suspense psicológico. Em uma determinada cena, Aguirre-Sacasa faz questão de estampar na cara do público suas aspirações e sua tentativa de conexão com o máximo de fãs do gênero possível.

O Mundo Sombrio de Sabrina parece não ter o reconhecimento que merece – o que não faz o menor sentido. Apesar dos deslizes cometidos nas temporadas futuras, a série da Netflix consagra-se como uma das mais sólidas de seu catálogo, permeada por escolhas narrativas e imagéticas de tirar o fôlego e um espectro nostálgico que nos arrebata desde os primeiros minutos até o agridoce adeus.

Ranking | Do pior ao melhor álbum de Taylor Swift – incluindo ‘Midnights’

Taylor Swift decidiu se tornar uma cantora e compositora de grande sucesso ainda em 2004, quando tinha apenas quinze anos. Mal sabia ela que, dois anos mais tarde, com o lançamento de seu álbum de estreia epônimo, daria origem a uma das carreiras de maior sucesso da atualidade.

Oito produções e centenas de prêmios mais tarde, Swift quebrou diversos recordes, tornou-se a primeira artista da história a levar para casa duas estatuetas do Grammy por Álbum do Ano e, em pleno 2020, alcançou sua maturidade lírica e fonográfica com a impecável produção de Folklore.

Para celebrar sua discografia recheada de ótimas incursões musicais e algumas pérolas da esfera mainstream, fizemos um breve ranking de todos os seus álbuns, incluindo o recente ‘Midnights’, que saiu hoje, 21 de outubro.

Confira:

8. REPUTATION (2017)

Taylor Swift sabe como vender e criar músicas que serão consumidas por milhões de fãs. Porém, ‘Reputation simplesmente não consegue fazer jus ao que ela já nos apresentou, funcionando mais como um projeto descartado que algo que realmente queria fazer – e, mesmo se quisesse ter se apresentado de um jeito novo, poderia ter encontrado meios muito melhores para isso.” – Thiago Nolla

7. SPEAK NOW (2010)

O terceiro álbum de Taylor Swift foi lançado há uma década e, apesar de sua produção bastante competente, parece ser uma continuação reciclada do impecável Fearless. Entregando nada menos que seis singles promocionaisSpeak Now pode não ter sido um estouro na temporada de premiações, mas tornou-se o favoritinho do circuito do American Music Awards e um dos mais relembrados pelos fãs.

6. LOVER (2019)

“Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).” – T.N.

5. TAYLOR SWIFT (2006)

O álbum de estreia da princesa do country foi bastante elogiado pela crítica especializada à época de seu lançamento, principalmente pelo conteúdo lírico e pela habilidade musical de uma artista tão jovem quanto Swift. Contendo os clássicos “Tim McGraw”“Teardrops on My Guitar” ao longo de onze faixas sólidas o suficiente para colocá-la no topo do mundo, Taylor Swift foi um pontapé inicial forte o suficiente para mostrar que a performer estava mais do que pronta para dominar o mundo.

5. MIDNIGHTS (2022)

“Não posso tirar mérito, entretanto, de referências inesperadas que aparecem no álbum. O art rock, mesmo não esquadrinhado em sua totalidade, é fruto de emulações que provém de atos como Triumvirat e Wallenstein, seja na confecção das vibrantes notas, seja na amálgama entre o sintetizador, a guitarra, o baixo e a bateria; já a universalização conceitual permite que Swift mantenha-se fiel ao que fazia desde sua estreia no cenário fonográfico – que é conquistar o público pelo que sabe fazer de melhor: enredar coisas comuns a todos nós” – T.N.

4. FEARLESS (2008)

Dois anos após sua estreia na indústria fonográfica, Taylor Swift resolveu investir em sua independência artística e mergulho de cabeça na produção musical. Dessa forma, aliou-se a Nathan Chapman para dar vida a Fearless, um dos álbuns de country mais aclamados de todos os tempos que trouxe singles como “Fifteen”“You Belong with Me”“Love Story” e levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards – incluindo sua primeira de Álbum do Ano.

3. 1989 (2014)

“‘1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa. Style” também aparece como uma brincadeira estilística declarativa entre “James Dean daydream look in your eyes”, cuja proposital rima é bastante lúdica, mas é Out of the Woods” que nos rouba a atenção por estruturar-se em um propositalmente ultrarromântico tour-de-force.” – T.N.

2. RED (2012)

Swift começou a transitar entre os gêneros musicais com Red, uma das melhores e mais coesas entradas de sua discografia. Lançado em 2013, a versatilidade da artista começa a aflorar em um country-pop que incorporava diversas outras inflexões e premeditava seu amadurecimento, culminando com o supracitado 1989. Retomando sua parceria com Max MartinShellback, Swift parou o mundo com uma épica produção sonora, incluindo a evocativa “All Too Well”.

1. FOLKLORE (2020)

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas. “The Last Great American Dynasty”, por exemplo, permanece dentro da mesma imagética instrumental, mas volta-se para uma trama um pouco mais dinâmica; “Exile” é um dueto inesperado que une as vozes de Swift com a grave epopeia Bon Iver, criando um cenário belamente conflitante e emocionante.” – T.N.

“Hold Me Closer”, colaboração de Elton John e Britney Spears, ganha novo remix; Ouça!

Os lendários artistas Elton JohnBritney Spears lançaram hoje, 21 de outubro, um remix oficial da colaboração “Hold Me Closer”.

A nova versão foi produzida pelo Purple Disco Machine.

Ouça:

A colaboração alcançou o 1º lugar do iTunes em diversos países, incluindo os Estados Unidos e a Inglaterra.

Nas redes sociais, Spears celebrou o lançamento da música, escrevendo: “OK… Minha primeira música em seis anos! É muito legal que eu estou cantando com um dos homens mais clássicos do nosso tempo… Elton John! Estou nas nuvens… É algo gigante para mim! Estou meditando mais e aprendendo que meu espaço é valioso e precioso”.

Como já mencionado, o último álbum de Britney foi lançado em 2016. Intitulado Glory, a produção foi bem recebida pelo público e pela crítica e rendeu os singles “Make Me”“Slumber Party”. John, por sua vez, lançou um disco colaborativo em 2021, intitulado The Lockdown Sessions, que contou com o single “Cold Heart (PNAU remix)” com Dua Lipa.

Taylor Swift lança clipe oficial de “Anti-Hero”, single do álbum ‘Midnights’; Confira!

A icônica cantora e compositora Taylor Swift acabou de lançar o videoclipe oficial de “Anti-Hero”single oficial de seu aguardado 10º álbum de estúdio, Midnights.

Vale lembrar que o compilado de originais também foi lançado hoje, 21 de outubro, e contará com outros clipes.

Confira:

Relembre a tracklist oficial:

1. Lavender Haze
2. Maroon
3. Anti-Hero
4. Snow on the Beach, feat. Lana Del Rey
5. You’re on Your Own, Kid
6. Midnight Rain
7. Question…?
8. Vigilante Shit
9. Bejeweled
10. Labyrinth
11. Karma
12. Sweet Nothing
13. Mastermind

Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 11 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por Fearless, 1989e Folklore.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’, ambos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Adão Negro

(Black Adam)

 

Elenco:

Dwayne JohnsonAdão Negro
Sarah Shahi
Pierce Brosnan
Aldis Hodge
Noah Centineo
Marwan Kenzari

Direção: Jaume Collet-Serra

Gênero: Ação

Duração: 124 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 20 de Outubro de 2022

Sinopse: 

Quase cinco mil anos após ter ganho poderes incríveis dos deuses egípcios, Adão Negro foi aprisionado. Agora, ele é libertado de sua tumba e está pronto para desencadear sua forma peculiar de justiça no mundo moderno. 

Crítica em Vídeo: 

Entrevistas: 

Críticas: 

Crítica | ‘Adão Negro’ é um Filme Cansativo e Enrolado, Mas Bem Feito…

Crítica 3 | Adão Negro – Filme da DC com The Rock é a mistura PERFEITA de aventura e pura diversão

Curiosidades: 

» Recentemente, o diretor Jaume Collet-Serra prometeu que o título vai revolucionar os filmes de super-heróis. Durante uma entrevista para a Total Film (via Games Radar), o cineasta disse que: “‘Adão Negro‘ é um divisor de águas no universo da DC Comics, e vai ser uma revolução na forma como fazemos um filme de super-heróis. Eu gosto de ser desafiado e eu queria criar uma nova tecnologia, por isso desenvolvemos a maneira como o personagem se move, como ele voa, até mesmo seu figurino será algo inovador. E então isso se espalhou para todos os outros personagens e para o filme em si. Mas o objetivo sempre foi esse: ser inovador e único tanto na narrativa como na maneira como faríamos o filme.”

» O filme se passa no mesmo universo de ‘Shazam!‘;

» Dwayne Johnson vive o personagem-título;

» O longa é baseado nos quadrinhos homônimos do anti-herói, que faz parte do catálogo da DC Comics;

Trailer:

Cartazes: 

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