Na trama, uma jovem lutando contra seu vício toma posse de uma antiga caixa, sem saber que o objetivo tem o poder de invocar os Cenobitas, um grupo de seres sobrenaturais e sádicos de outra dimensão.
Jamie Clayton (‘Sense8’) estrelará como a Sacerdotisa do Inferno – versão feminina do vilão Pinhead.
O elenco ainda contará com Odessa A’zion (‘Nashville’), Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).
O roteiro foi escrito por Ben CollinseLuke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.
O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.
O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.
Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.
As produções audiovisuais voltadas para investigações criminais têm despertado o interesse de um público cada vez maior e mais engajado com a temática. ‘Perícia Lab‘, nova série documental do canal AXN, surge para atender aos fãs brasileiros do gênero, em uma coprodução entre Sony Pictures Television e Mood Hunter.
O CinePOP traz com exclusividade o primeiro trailer do projeto, que estreia no dia 17 de outubro, às 22h55.
Com a contribuição do perito criminal Ricardo Salada e da fotógrafa pericial Telma Rocha (especialistas que atuaram em investigações de destaque, como a de Elize Matsunaga), o espectador vai poder acompanhar a recriação de casos antigos e, assim, entender o processo investigativo a partir da perspectiva do perito. Para isso, foi criado um laboratório cenográfico onde os especialistas puderam realizar experiências de ciência forense e explicar técnicas essenciais para solucionar os casos.
Cada episódio se desenvolve em torno de uma técnica específica, que é demonstrada e explicada pela dupla a partir de crimes antigos e emblemáticos, como o caso do Maníaco do
Parque – serial killer que aterrorizou a cidade de São Paulo em 1998.
André Ramiro foi escolhido para conduzir a narrativa e apresentar a produção. O ator carioca estreou nos cinemas em “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro”, de José Padilha, filmes que lhe renderam diversos prêmios.
A Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de ‘Sonic Prime‘, série animada que mostra o velocista azul e seus amigos se aventurando na tentativa de reparar os estragos que ele causou ao estilhaçar o multiverso por acidente.
A prévia de apenas 43 segundos não traz muitos detalhes sobre a narrativa, mas mostra uma eletrizante disputa de velocidade entre o protagonista contra o temido e misterioso Shadow, a contraparte maligna do ouriço azul.
Confira o teaser e as imagens da atração:
wishing our favorite Blue Blur a very happy birthday with a sneak peek at how he came to life for the new animated series SONIC PRIME, coming soon to Netflixpic.twitter.com/9AuSoRTTmk
‘Sonic Prime‘ contará com 24 episódios, com envolvimento também do coletivo de escritores Man of Action Entertainment (‘Ben 10’) na produção executiva, e trará uma narrativa envolvendo multiverso. O estúdio WildBrain Ltd.’s Vancouver está encarregado da animação.
O responsável pela voz americana do personagem será trocada, com Deven Mack assumindo o personagem, mas as outras vozes dos jogos permanecerão.
A Universal Pictures divulgou um novo featurette do terror ‘Halloween Ends‘, que fala sobre o “EMBATE FINAL” entre Michael Myers e Laurie Strode.
Confira:
Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming do Peacock. No Brasil, a estreia acontecerá exclusivamente nas telonas, no dia 13 de outubro.
“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.”
O mais recente super lançamento dos estúdios Disney já se encontra disponível para o acesso de todos os assinantes da plataforma Disney+. Pinóquio é o mais novo produto da casa do Mickey, com o valor de US$150 milhões em seu orçamento, lançado direto no streaming, sem antes passar pelos cinemas do mundo. Com direção deRobert Zemeckis (da trilogia De Volta para o Futuro e Forrest Gump), o filme conta com Tom Hanks no papel do inventor Geppetto e, é claro, é a versão em live-action (com atores reais) do clássico longa-metragem em animação do mesmo estúdio, de 1940 – a segunda animação do estúdio, depois de Branca de Neve(1937).
No entanto, como muitos devem saber, a história dePinóquio já existia antes de cair nos domínios da Disney em 1940, tendo sido escrita pelo italiano Carlo Collodi. A ideia nasceu ainda em 1880, com o autor se tornando fascinado pelo conceito de usar personagens fantasiosos como meio de expressar suas próprias convicções através de alegorias. Assim surgia Storia di un burattino (história de uma marionete), depois também chamado Le Avventure di Pinocchio, historinhas publicadas semanalmente no jornal para crianças. O conto fala sobre um artesão chamado Geppetto, que sonhava em ter um filho, e esculpe um boneco de madeira. A tal marionete ganha vida e o velho solitário começa a trata-lo como filho. Mas o sonho do ser de madeira é se tornar um menino de verdade.
Uma história tão potente como esta, que ainda carrega dezenas de outras alegorias em suas linhas, é claro que receberia as mais variadas adaptações para as telas. Muitas utilizando o núcleo da narrativa em outras histórias. Aqui, nesta nova matéria, no entanto, apresentaremos todas as versões que a história original Pinóquio já recebeu nas telonas e telinhas desde sua criação. Confira abaixo.
Depois da criação nas páginas do autorCarlo Collodi, é seguro dizer que a primeira adaptação mais famosa que a história recebeu foi na forma de um longa-metragem em animação da Disney. O clássico de 1940 foi o segundo longa do estúdio e encantou plateias pelo mundo, tanto os que conheciam quanto os não familiarizados com a sua narrativa. E o filme segue emocionando novas gerações, tido como um ícone imortal que ajudou a cimentar a Disney nos corações dos fãs.
Ao longo dos anos desde o fenômeno que foi a animação Pinóquio da Disney em 1940, diversas roupagens da história foram produzidas, mas nenhuma muito significativa. A próxima que causaria algum impacto seria lançada apenas em 1996, na forma de um filme em live-action produzido pela New Line e com o vencedor do Oscar Martin Landau como Geppetto e Jonathan Taylor Thomas como Pinóquio.
Apesar de nem de perto ter sido o sucesso esperado, muito pelo contrário, As Aventuras de Pinóquio (1996) conseguiu gerar uma sequência – mesmo que com um lançamento direto em vídeo. A New Line não quis mais saber do projeto, e nem Jonathan Taylor Thomas, substituído por Gabriel Thomson. Mas Martin Landau pagava seus pecados (e os boletos) retornando como Geppetto.
Se a versão em live-action de 1996 para Pinóquio pode ter parecido um tanto creepy e bizarra, os fãs não perdiam por esperar o que viria a seguir. Considerado não apenas um dos mais estranhos filmes baseados no famoso conto, como também um dos piores longas de todos os tempos,Pinóquio (2002) escrito, dirigido e estrelado por Roberto Benigni recebeu indicações de pior filme, diretor, roteiro, pior dupla e remake, e levou o “prêmio” de pior ator no Framboesa de Ouro de 20 anos atrás. Dentre as coisas mais esdrúxulas do filme está o elemento “Chaves”, onde o próprio Benigni, então no auge de seus 50 anos, resolveu viver o “menino” de madeira Pinóquio e para isso usou um efeito para diminuir sua estatura. Horrível. E pensar que seu trabalho anterior havia sido o vencedor do Oscar A Vida é Bela (1997).
Se você acha que já havia visto de tudo em relação ao personagem Pinóquio nas telas – até mesmo um homem de 50 anos interpretando o personagem -, se engana. Essa animação da Espanha imaginou o conto de Pinóquio passado no futuro, no ano 3000. Aqui, Geppetto é um inventor cibernético, a fada azul é um holograma e o protagonista de madeira se torna um robô super avançado tecnologicamente e equipado de emoções.
Pinóquio também migrou para as telinhas no fim dos anos 2000, nesta produção italiana filmada na Toscana, mas falada em inglês, na forma de uma minissérie em dois episódios. Nesta adaptação, chama atenção a presença do saudoso ator indicado ao Oscar Bob Hoskins no papel de Geppetto. A bela atriz italiana Violante Placido dá vida à Fada Azul.
Já na década de 2010, a primeira adaptação de Pinóquio que se destacou foi esta animação italiana de 2012, que conta com um visual inusitado de cores berrantes e uma arte puxada ao teor do surrealismo, quase como se o artista Romero Britto tivesse assumido a parte estética do longa.
Curiosamente, após a grande “flopada” que foi o resultado de seu Pinóquio, Roberto Benigni recebia de um conterrâneo a chance de se redimir. A versão de Benigni era planejada para se tornar um grande sucesso, mas infelizmente se tornou um grande fiasco. Quase 20 anos depois, Matteo Garrone resolveu fazer da maneira certa e escalou Benigni para o papel mais apropriado de Geppetto, numa versão mais séria e dramática do conto de fantasia.
Lançada ano passado, essa versão russa para o conto clássico de Pinóquio é uma animação moderna gerada através de gráficos de computadores, assim como Pinóquio 3000 em 2003. O que chama atenção aqui em primeiro lugar é o fato de o protagonista não ser mais um menino e sim um jovem rapaz. Segundo, a dublagem americana, que conta com a voz do sumido “figuraça” Pauly Shore como Pinóquio. Inusitado é pouco.
Chegamos finalmente aos dois últimos itens da lista, os filmes “gêmeos” de Pinóquio em 2022. O primeiro é este, que já estreou diretamente na plataforma da Disney+ e se segue de forma fiel a animação do estúdio, afinal trata-se de sua versão em live-action. O grande chamariz é a presença do astro Tom Hanks no papel do inventor Geppetto, e a direção de Robert Zemeckis, da trilogia De Volta para o Futuroe Forrest Gump. Apesar de tamanho cacife, infelizmente a animação não fez sucesso com os críticos, que consideraram, entre outras coisas, os efeitos ruins.
O segundo filme dePinóquio deste ano chega mais para o fim de 2022, igualmente sem passar pelas telas de cinema mundiais. Trata-se de uma produção da Netflix. O primeiro item a ser adereçado aqui é que diferentemente da versão da Disney, a produção da Netflix é uma animação completa, realizada no estilo stop-motion. Segundo é o nome por trás do projeto, o do cineasta mexicanoGuillermo del Toro no comando da obra – que já havia produzido algumas animações, mas nunca dirigido um longa-metragem inteiramente nestes moldes. Portanto, esperem um filme um pouco mais sombrio do que de costume em sua visão do conto. O que achamos ótimo.
Ao que parece, uma lei do país europeu exige que um filme só seja adicionado em serviços de streaming após 17 meses de seu lançamento nos cinemas.
A medida pode obrigar a Disney a desistir de estrear o filme por lá, já que o estúdio costuma adicionar seus títulos em sua própria plataforma de streaming após algumas semanas de exibição nas telonas.
Até o momento, nenhum filme da fase 4 da Marvel chegou ao catálogo da Disney+ na França, o que vem incomodando bastante a empresa.
Por conta disso, a animação ‘Mundo Estranho‘ já teve seu lançamento cancelado no país.
Quanto a ‘Pantera Negra 2′, ainda não foi emitido nenhum comunicado, então a Marvel e a Disney ainda estão cogitando a possibilidade.
Lembrando que a sequência também não deve ser lançada na China, já que as últimas sete produções da Marvel não chegaram ao país asiático.
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
Um filme precisa agradar ao público. Produtores, diretores, atores e todos os envolvidos com uma produção cinematográfica têm uma missão: satisfazer seu público-alvo, seja ele qual for. Os mais exigentes são, definitivamente, os nerds fanboys de blockbusters. Justamente por isso, é preciso trabalhar dobrado para satisfazê-los.
O cinéfilo é um tipo de espectador que não fica muito atrás quando o assunto é reclamar do que não gostou. E numa era em que a proximidade entre um produto e seu público é muito grande através das redes sociais, conseguimos ouvir em tempo real a reação dos fãs. A cada divulgação, são exaltados sentimentos positivos ou negativos em relação às novidades de forma fervorosa. Vivemos numa época de extremos como vocês sabem.
Pensando nisso, o CinePOP resolve fazer um apanhado das prévias que “saíram pela culatra”. Sejam elas trailers, teasers, cartazes, imagens ou sinopses, vamos conhecer as divulgações que deram errado.
Que visual bizarro. Os fãs não gostaram e criticaram o visual do porco espinho azul em seu primeiro trailer divulgado. Convenhamos, ficou parecido com personagem da carreta furacão. O barulho foi tanto que o diretor Jeff Fowler optou por criar um novo design pro bichinho – isso que é interatividade funcionando. Sonic lembrou muito o desastroso Pica-Pau (2017). Mas o novo visual do personagem foi aclamado e o filme foi um SUCESSO. Jim Carrey como o vilão Robotnik é um plus. Ainda bem que a Paramount ouviu os fãs.
Outro filme recente que deu o que falar. Aqui, no entanto, as reclamações se mostraram infundadas, já que Aladdin foi bastante elogiado pela imprensa e pelo público. Mais uma vez tudo começou com o visual dos personagens: um Jafar galã e as primeiras imagens que mostravam o gênio de Will Smith apenas na forma humana. Depois veio o trailer e sua versão azul foi acusada de ser artificial demais, e também recebeu negatividade. O curioso é que entre os filmes em live action da Disney deste ano – entre Dumboe O Rei Leão -, Aladdin era o que ninguém queria ver. E terminou como o que todos mais gostaram.
As Aventuras de Paddington
Se você está reclamando do visual creepy dos gatos humanos de Cats, é porque talvez não lembre do backlash que o fofo ursinho Paddington quase sofreu antes de seu lançamento. As primeiras imagens divulgadas do urso usando sua capa de chuva em pé apenas encarando, foram recebidas com gozação e logo surgiram memes assustadores envolvendo o personagem infantil em cenas de assassinatos, etc. . Por sorte, o estúdio e o resultado do longa junto ao público trataram de reverter essa imagem e Paddington conseguiu inclusive ganhar uma continuação tão deliciosa quanto o original;
O mais recente caso de “backlash” envolve o primeiro trailer desta adaptação do famoso musical da Broadway sobre… bem, gatos. Lançado no mesmo dia do novo trailer de It: Capítulo 2, a internet não perdoou e acusou Cats de ser mais assustador que a prévia de Pennywise. Tudo devido ao visual antropomórfico dos gatos – que têm o rosto de seus intérpretes. Vamos confessar, causa estranheza. O filme se tornou um dos maiores fracassos de público e crítica da história.
A Sony passou por um sufoco nesta época. Depois de ver sua prévia de Caça-Fantasmas implodir negativamente e logo após o filme em si, o estúdio sofreu grande backlash novamente no ano seguinte. A prévia de Jumanji, reboot de um adorado (para a surpresa dos mais velhos) neo clássico da Sessão da Tarde, com Robin Williams, sofreu urros virtuais de “Destruiu minha infância e afins”. Felizmente, o longa protagonizado por Dwayne Johnson viveu para se tornar a quinta maior bilheteria de seu respectivo ano.
Existe outro fator que pode entrar em jogo e que foge do controle do estúdio: o nerd idiota que não aceita mudanças. Quando o trailer da versão feminina de Caça-Fantasmas estreou, marcou o recorde de descurtidas na história do Youtube. Tudo bem, muitos podem não ter gostado do trailer, mas a maioria foi negativar apenas por serem mulheres protagonizando no lugar dos homens, e não tinham intenção alguma de dar chance ao filme. Infelizmente, o filme não conseguiu provar que os haters estavam errados e o reboot foi cancelado. Agora, uma nova versão está sendo produzida, mas sem o elenco feminino. Uma pena.
X-Men: Primeira Classe trouxe cartazes horrendos zoados infinitamente pelos fãs (a arte parecia de estudante de photoshop), mas o filme ao menos viveu para receber elogios. O mesmo não pode ser dito deste Apocalypse, que recebeu backlash desde a largada, quando foi revelado ao público o visual do vilão do título, vivido pelo talentoso Oscar Isaac. Digno de séries juvenis de TV, como Power Rangers, o design veio acompanhado de personagens rasos, história básica, sem peso e deturpada, e um filme sem qualquer senso de humor ou de urgência.
O Exterminador do Futuro: Gênesis
Os dois últimos exemplares da franquia lançados fizeram um péssimo trabalho de esconder detalhes cruciais de sua trama nas prévias. Deviam aprender com a Marvel e Star Wars. Nada se compara com a campanha publicitária de Gênesis, que deve ser estudada até hoje como case do que não se fazer na hora de divulgar um filme. Além de revelar uma grande reviravolta em seu trailer, envolvendo o personagem John Connor (coisa que poderia ser evitada por aqueles que se recusam, por um bom motivo, a ver trailer), os envolvidos com a divulgação trataram de estampar o mesmo spoiler no pôster do filme. Não é à toa que muitos fãs estejam com os dois pés atrás para o novo O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio.
Nem só os blockbusters e superproduções miradas ao público jovem encontram dificuldade de vender seu peixe ao espectador ou problemas acarretados à sua confecção. Este suspense dramático de Ridley Scott baseado numa famosa história real já estava em fase de pós-produção e com seu trailer lançado nos cinemas. Bem, daí explodiu o escândalo de assédio envolvendo o ator Kevin Spacey, figura importante no filme. O tal trailer exibia sua caracterização como o sovina Paul Getty. Para não prejudicar o filme, o veterano Scott correu com sua equipe e simplesmente refilmaram todas as cenas de Spacey, substituindo-o por Christopher Plummer, que saiu da experiência com sua terceira indicação ao Oscar. O trailer com Spacey virou item raro de colecionador.
Esse é um caso mínimo. O filme não foi um estouro, mas talvez o estúdio sequer esperasse isso. Uma aventura juvenil e descompromissada que agradou mais do que desagradou e se viu bem longe de obras polêmicas da casa, vide Esquadrão Suicida, BVS e Liga da Justiça. Porém, um tópico fez os fãs torcerem o nariz e segue até hoje como motivo de piada: o uniforme lotado de enchimento do herói. O ator Zachary Levi, que interpreta o protagonista, até malhou e encorpou, mas nada comparado ao que foi visto em tela. O uniforme era tão “bombado” que limitou os movimentos do ator. É algo a se modificar para a sequência que estreia em 2023.
CHIPS: O Filme
Sabe aquela prévia que causa vergonha alheia. Bem, este foi o trailer de CHIPS, adaptação da série de TV cult da década de 1970 sobre vigilantes rodoviários e suas motos. Recheado de piadinhas infames e de baixo calão, o trailer nos preparava para o que viria e fez um ótimo trabalho de tirar o público das salas de cinema, transformando o longa num verdadeiro fracasso. Pelo menos o trailer foi honesto. Pior seria se fosse um belo trailer e o resultado do filme fosse o mesmo (cof cof Esquadrão Suicida cof cof). Bem, a surpresa durou pouco, só até darmos uma olhada em quem escreveu e dirigiu o longa: Dax Shepard – dono de um humor que ainda não saiu (ou talvez sequer tenha entrado) na puberdade. No Brasil, apesar do trailer lançado, a Warner optou por estrear o longa direto no sistema de home vídeo.
Adaptações de produtos queridos dos fãs são sempre delicadas. Quando envolve a cultura oriental, em especial a japonesa, a coisa complica ainda mais. Tais fãs são muito exigentes. Mas não é por menos, já que os americanos costumam pisar na bola quando se trata destas obras. É só olhar para a piada em forma de filme que é Dragonball Evolution (2009), por exemplo. Assim, todos estavam céticos. E quando foi revelado que a muito americana Scarlett Johansson viveria a protagonista asiática Major, o mundo veio abaixo. Novas definições de Whitewashing foram atualizadas e os fãs ficaram em polvorosa. O filme até deu uma explicação plausível do motivo da mudança, mas aí já era tarde demais e foi recebido com animosidade.
Na última sexta-feira (16), chegou ao catálogo da Netflixo filme ‘Justiceiras‘, uma comédia ácida estrelada por Maya Hawke (‘Stranger Things’) e Camila Mendes (‘Riverdale’).
A trama acontece depois de um encontro clandestino, quando Drea (Mendes) e Eleanor (Hawke) unem forças para se vingar contra valentões que a atormentam. Com toques de Hitchcock, o longa traz as protagonistas mais assustadoras de todos os tempos: adolescentes.
Em menos de cinco dias, o longa já alcançou a primeira posição entre o TOP 10 da plataforma, provando que seus 83% de aprovação no Rotten Tomatoes não foram por acaso.
Logo atrás vêm ‘O Homem Invisível‘, elogiado terror estrelado por Elizabeth Moss, seguidor por ‘Dolittle‘, a infame comédia que trouxe Robert Downey Jr. como um o excêntrico médico veterinário capaz de se comunicar com os animais.
Confira:
Quanto a ‘Justiceiras’, apesar de parecer mais uma comédia genérica, o longa está fazendo um tremendo sucesso entre os críticos.
Das 42 críticas publicadas até o momento no RT, 35 são positivas e apenas sete são negativas.
Confira as avaliações:
“Esta ousada comédia ácida presta homenagem e desconstrói os filmes de ensino médio dos anos 90 que você conhece e ama, e o faz com resultados deliciosamente satisfatórios.” – Collider.
“‘Justiceiras‘ traz claras referências aos seus antepassados genéricos não como uma nostalgia cínica em busca de fazer dinheiro, mas com uma trama envolvente do jeito que se faz na era do streaming.” – Screen Rant.
“‘Justiceiras‘ sacadas marcantes suficientes para realmente deixar uma marca.” – The Guardian.
“No geral, sua atitude brilhante e espirituosa e entusiasmo atraente e propulsor proporcionam uma jornada deliciosamente perversa.” – AV Club.
“Esta busca deliciosamente sombria por vingança roubará facilmente seu coração.” – SlashFilm.
“Saturado com a moda e as músicas dos anos noventa, ‘Justiceiras‘ é um fenômeno nostálgico para aquecer o coração.” – THN.
Algumas obras surgem e marcam para sempre as mídias em que foram lançadas, a exemplo de Star Wars que solidificou nos cinemas o que chamamos de blockbuster, retrabalhando o gênero da ficção cientifica e dando um tom mais pop e pulsante ao estilo, vide os efeitos a frente do seu tempo e personagens marcantes como Luke Skywalker e Darth Vader; ou propriamente os Beatles, a lendária banda inglesa que redefiniu a história da música fazendo diversas experimentações e explorando conceitos pouco vistos antes.
Da mesma maneira, Street Fighter II chacoalhou a indústria dos games e foi o principal fator para que a vertente dos jogos eletrônicos virasse de vez a mais lucrativa entre todas as outras quando falamos de entretenimento. Especialmente quando reparamos as infindáveis ramificações que o petardo da Capcom foi capaz de gerar, tanto de forma direta quanto indireta.
Mas até chegarmos em 1991, época que o jogo foi lançado, alguns pontos foram fundamentais para que a Capcom aprendesse o caminho das pedras. A experimentação do gênero dos jogos de luta foi se transformando até que essas características e conceitos conhecidos fossem estabelecidos pelo próprio Street Fighter II.
Muitos consideram o primeiro Street Fighter, lançado em 1987, o primeiro jogo de luta como conhecemos, mas é preciso olhar um pouquinho para trás e observar que títulos como Heavyweight Champ, lançado pela Sega em 1976 para os arcades e trazia um lutador de boxe de forma top Dawn e muito rudimentar, todo em preto e branco; ou até melhor, o caso de Karate Champ ou Karate Dō que saiu nos arcades do Japão em 1984, já era colorido e trazia a perspectiva lateral de dois lutadores se enfrentando.
Karate Champ, 1984
Já Yie-Ar Kung Fu, que a Konami lançou um ano depois, já traziam conceitos que viraram pilares no gênero: como poder enfrentar outro jogador desafiante, pular, diversificar golpes e, até mesmo, lançar projéteis. Inegavelmente, todos obtusos, pouco intuitivos e ainda tentando desvendar o que estavam fazendo. Pegando muito daquela dinâmica de combate que víamos nos jogos brigas de rua, com perspectivas de tela mais simples.
Foi aí que um sujeito chamado Takashi Nishiyama criou em 1987 um ainda tímido jogo de luta chamado Street Fighter, com a batuta da própria Capcom e a ajuda do parceiro Hiroshi Matsumoto que tinha feito com ele mesmo um ano antes Avengers, que é conhecido no Japão como Hissatsu Buraiken “Deadly Ruffian Fist“, um beat’em up clássico, porém com sua exploração e rolagem vertical.
O primeiro Street Fighter surgiu de uma ideia que Nishiyama teve ao ver as lutas dos chefes no beat em up Kong Fu Master, no qual produziu em 1984, onde além de trazer exploração para vários lados do cenário, diferentes de coisas como Renegade e Double Dragon, os verdadeiros pais dos jogos de briga de rua, Kong Fu Master trazia também duelos especiais com confrontos diretos. Além é claro do já citado Karate Champ e muitos filmes de Bruce Lee que ele via.
Street Fighter até que “refinava” mecânicas antigas e incluía diversas particularidades que se tornariam primordiais no estilo, como as barras de energia para cada personagem, personalidade nas figuras destacadas com um rápido background e golpes especiais que funcionariam através de comandos, que à primeira vista era uma ideia de combate absolutamente inovadora.
Só que cru é a palavra que melhor define o primeiroStreet Fighter. Utilizando uma linha de comando muito mais complexa que os concorrentes da época, com dois botões de chute e soco, que funcionava de acordo com a pressão exercida em cima deles, e uma alavanca que combinadas com os botões disparavam os já clássicos hadouken, shoryuken e tatsumaki senpuu kyaku.
Porém tudo isso acontecia na teoria, já que na prática a jogabilidade era de uma precariedade assustadora e exigia muito mais da persistência do jogador que propriamente conhecimento e habilidade para que um daqueles movimentos saíssem. Hoje Street Fighter já pode entrar na escala das produções injogáveis. No entanto é bom lembrar que lá estavam presentes personagens lendários como Ryu, Ken (no qual só poderia ser escolhido através do player 2) e Sagat (o chefão desse jogo). Além daquela velha máxima presente em toda história da franquia de ir ao encontro do mais forte. E obviamente toda trama se passar no torneio Street Fighter.
Apesar de ser considerado um fracasso pela própria Capcom e de terem basicamente abandonado qualquer projeto futuro de Takashi Nishiyama – atitude que fez ele e sua equipe saírem da empresa e migrar para a concorrente SNK, onde lá criariam outra obra singular dos jogos de luta chamada Fatal Fury e futuramente The King of Fighters, podendo assim pôr em prática tudo que planejava para a continuação que faria – Street Fighter trouxe alguns aspectos que interessaram a gigante japonesa, que rapidamente encomendou a sequência da franquia, só que em forma de beat em up, levando o nome de Street Fighter 89’.
Final Fight, 1989
Uma vez que naquela época o estilo era febre e não tinha como dar errado. Porém, quando o setor de marketing teve acesso a essa tal nova proposta, viram que aquilo não tina nada a ver com o jogo anterior e mudaram o nome para uma coisinha à toa aí chamada Final Fight. É, quem diria que o maior nome dos ‘briga de rua’ de todos os tempos surgiu meio que sem querer. E com o sucesso instantâneo do Final Fight e as artes marciais bombando nos games, quadrinhos e cinemas, a Capcom decidiu dar mais uma chance a Street Fighter e fazer enfim sua aguardada continuação, agora com novas mentes que iriam repensar as ideias anteriores que eram boas, mas foram mal executadas.
A produção, a trilha sonora e seus personagens
Partindo justamente da premissa de pegar os conceitos do primeiroStreet Fighter e torna-los mais agradáveis para um jogo de árcade, além do diretor Yoshiki Okamoto e a dupla designers Akira Nishitani e Akira Yasuda, a Capcom reuniu cerca de 40 pessoas para trabalhar nesse projeto, que teve como produtor o já experiente Noritaka Funamizu, que vinha do sucesso de Mega Man. Para Funamizu, o grande impacto e sucesso imediato deStreet Fighter II se deve primeiramente as animações. De fato, sem precedentes para a época.
Onde ele afirma que os desenvolvedores focavam bem mais nesse aspecto do que propriamente no balanceamento dos personagens ou no combate. Muito disso se deve a placa CPS-1, desenvolvida pela Capcom, que permitia armazenar dados com o máximo de volumes naquele momento. Onde, por exemplo, só o personagem Zangief ocuparia 12Mbits, quase o tamanho de todos os personagens juntos do jogo anterior. E ainda trazia a função de incluir diversos lutadores com volumes de dados diferentes, diminuindo e aumentando a hit box, o caso de Ryu que tinha 8Mbits. Naquele tempo se lançava vários jogos por ano, só queStreet Fighter II levou cerca de dois anos para ser entregue, era mesmo algo especial.
E aqui a gente abre um adendo sobre mais histórias que o produtor Noritaka Funamizu conta, pois há muitas lendas envolvendo a produção de Street Fighter II, uma delas é que os combos ali não foram criados intencionalmente, que tudo na verdade não passou de um bug que ocorreu sem querer e a Capcom aproveitou o ensejo. No entanto, não é exatamente isso, pois o próprio Funamizu fala que quando revisava o projeto notou que os golpes se conectavam de maneira rápida. E a equipe tentou potencializar os combos em até 6 movimentos, onde no fim das contas os jogadores conseguiram tirar até 8 movimentos. Uma mecânica que acabou virando um dos conceitos centrais nos demais jogos da franquia.
Além disso, um dos elementos mais importantes e emblemáticos de Street Figter II, que se equivale inclusive ao próprio visual, é tudo que compõe o design de som do jogo. A máquina de fliperama que a Capcom lançou, além de ser lindíssima visualmente, com aquele aspecto de painel da NASA, devido a enorme quantidade de botões, a máquina de arcade possuía um som alto e potente.
Em qualquer lugar que você estivesse havia um arcade de Street Fighter II explodindo tudo com sua trilha pulsante e os golpes sendo gritados a cada disparo. Era uma sensação indescritível, quem sentiu isso na época se arrepia quando lembra desses momentos. Não à toa, a genial compositora Yoko Shimomura, criadora de temas musicais como Kingdom Hearts, Super Mario RPG e Parasite Eve, assina a trilha sonora de Street Fighter II e o resultado sabemos hoje. Basta tocar uma canção, seja de qualquer estágio, para ser reconhecida.
E voltando para a comunicação visual do jogo, vamos então embarcar no elenco de personagens. Pode soar como presunção, pedantismo ou qualquer outro adjetivo que você queira colocar, mas, a essa altura do campeonato, podemos dizer que a Capcom atingiu a perfeição na escolha de absolutamente todos os seus 12 lutadores.
Cada um deles acabou se tornando um símbolo, principalmente pelas nações que representam. Não é só o conceito visual que é inspirado, apesar de isso ser extremamente singular, mas os golpes, os movimentos, os estilos de luta e a forma que se movem em tela torna cada uma daquelas figuras únicas. E de maneira absolutamente inédita, a Capcom criou uma lore aprofundada para todos esses lutadores. O que fazia com que as pessoas ficassem curiosas em ver a história de cada um deles após terminar ou zerar o jogo, já que o desfecho trazia mais sobre os competidores do torneio. Algo usado até hoje em diversos jogos.
E já falando desses personagens, ou melhor, desses símbolos, começamos então pelo japonês Ryu, que se por acaso fizessem uma lista dos personagens mais importantes da indústria dos games, ele entraria num Top 5 facilmente. Ryu que foi o campeão no torneio anterior, derrotando Sagat, continua aí sua busca por alguém mais forte do que ele. Ele aparece como o protagonista e possui apenas um ideal: ficar cada vez mais poderoso.
O que nos liga imediatamente a Ken, um amigo de treino que entra pro torneio justamente por Ryu sugerir sua presença. Simbolizando as forças armadas, temos o coronel americano Guile, que trabalha nas forças aéreas dos Estados Unidos e quer derrotar o sujeito que assassinou seu melhor amigo, Charlie (esse que ganha mais espaço no jogo Street Figher Alpha, um prequel que saiu anos depois). Assim como Chun-Li, uma oficial chinesa que é especialista em artes marciais que entra pro torneio a mando da Interpol para descobrir quem matou o seu pai.
Partindo então pro lado mais simbólico de culturas e estilos de luta, temos logo de cara Edmund Honda, um lutador de sumo que chega no torneio para provar que sua modalidade deve ser respeitada como qualquer outra arte marcial. Algo parecido com Zangief, um brutamontes que aparece na competição pra representar seu país de origem, a Rússia.
Já o caso do Dhalsin é diferente, pois, apesar de ser um excelente lutador e mestre de ioga na Índia, quer o dinheiro do prêmio para ajudar sua aldeia que é muito pobre. Ele que carrega caveiras de crianças que morreram de fome por lá e usa isso como uma lembrança dolorida. Já Blanka não se sabe ao certo se o monstro verde que caiu na mata amazônica brasileira quer apenas mostrar seu estilo de luta curioso ou procurar sua mãe, como vemos em seu desfecho no jogo. Sendo esses então os oito primeiros personagens jogáveis.
E o único lamento da época, foi o fato de os jogadores não poderem jogar com o quarteto de chefões que completa a lista de personagens do game, algo rapidamente corrigido em 1992 com a versão já clássica, refinada e muito conhecida Street Fighter II Champion Edition. Além da correção de bugs e outras melhorias de cores, estavam disponíveis agora o pugilista afro-americano Balrog, muito semelhante ao lutador Mike Tyson, fenômeno da época – e aqui cabe outro adendo para aquela velha história, que se você ainda não conhece, saiba que os nomes desses chefes no ocidente foram trocados temendo a produção sofrer qualquer problema de processo judicial envolvendo o próprio Tyson. Porém vale lembrar que ainda hoje o personagem no oriente é chamado de Bison.
Tivemos também o ninja/toureiro/lutador de jaula espanhol Vega (que, nesse caso, seria o nome verdadeiro do chefão Bison, que foi alterado devido o problema do Balrog); temos a volta do tailandês Sagat (dos três chefes, o único que não sofreu alteração em seu nome) que veio pra esse torneio para se vingar de Ryu, responsável pela enorme cicatriz em seu peito. Por fim, o próprio Mister Bison, que no oriente ainda é chamado de Vega. O grande vilão da trama, quer dizer, o maior vilão da saga até hoje e o homem que está por trás da organização Shadaloo e por assim dos assassinatos e os muitos crimes cometidos pela gangue.
Vemos também que, de maneira muito natural, algumas das principais características dos competidores profissionais dos jogos de luta nasceram aí, como, por exemplo, exemplo: os lançadores de projeteis, os mais defensivos, os mais lentos e com maiores danos, os personagens de agarrar, o mais veloz, entre outros tipos. É impressionante como até hoje quase tudo desse jogo é ainda utilizado.
As novidades das mecânicas, conceitos do gênero e suas versões
Nesse ensejo já podemos falar das novidades e os verdadeiros refinamentos das mecânicas. Os golpes outrora quase impossíveis de serem executados foram corrigidos seguindo uma lógica de margem de erros. Onde o jogador não precisava executar com perfeição cada movimento, mas o computador entendia automaticamente através de uma tentativa semelhante qual era o golpe que o player pretendia executar. Além de que os dois botões que definiam a execução do soco e chute fraco, médio e forte, através de pressão, foram substituídos por seis botões, onde cada um teria as finalidades em questão. É preciso destacar também a fluidez de pulos e movimentos que davam ao jogador um melhor aproveitamento de onde levar o seu bonequinho. Todas essas particularidades fizeram com que de fato os jogadores tivessem a sensação de controle total dos lutadores. De novo, algo sem precedentes naquele tempo.
E quando juntamos esses novos artifícios e possibilidades às dinâmicas dos combos já comentados aqui, temos a reunião de basicamente os principais conceitos que dignificam qualquer jogo de luta. A partir desse conjunto de fatores, a versatilidade do gênero só cresceu ao longo do tempo. Você define o que é um fighting game basicamente por ter lá as duas barras de energia, golpes especiais, combos, os botões dos movimentos e os direcionais. É quando o simples se torna acontecimento e tendência.
E se vamos falar de mecânicas, é preciso comentar a respeito das famigeradas versões de Street Fighter II. Como comentado, única crítica que tinham a respeito da primeira versão era o fato do jogador não poder escolher os chefes, algo que foi solucionado no ano seguinte com a versão Street Fighter II Champion Edition, que permitia ter acesso aos quarteto de vilões Balrog, Vega, Sagat e Bison.
O jogo era um sucesso em tudo que era lugar, assim vários donos de fliperamas e curiosos metidos a técnicos mexiam nas configurações dos cartuchos e alteravam das formas mais inusitadas possíveis. Às vezes com alterações mais simples como aumentar a velocidade e dificuldades para que as fichas fossem consumidas rapidamente, ou mesmo criando a possibilidade de soltar magias consecutivamente de uma só vez, surgindo daí os chamados Street Fighter de rodoviária. Isso acontecia não apenas aqui, mas em vários lugares do mundo. O que fez a Capcom rapidamente entrar na disputa e meses depois lançar Street Figther II Turbo, que aumentou a velocidade do jogo e permitiu que alguns golpes pudessem ser executados no ar.
Em 1993, a Capcom lançou mais uma versão chamada Super Street Fighter II, que não apenas aperfeiçoava o sistema de pontuação, dando uma camada a mais em cima dos combos, mas trazia também quatro novos personagens: o ator Fei Long, o índio Thunder Hawk, o carateca jamaicano Dee Jay e a musa Cammy, uma assassina altamente treinada da Shadaloo – e desses quatro, a que mais apareceu nos títulos posteriores. Só que essa versão, apesar de ter trazido essas adições, deixou o jogo mais lento que o da versão anterior, já que exigia mais recursos técnicos. Então, como resolver o problema? Lançando Super Street Fighter II Turbo, claro, a dita versão definitiva Street Fighter II – por sinal, essa versão foi de fato a definitiva, pois a partir dela fizeram várias outras ao longo dos anos como a Hyper, HD Mix e remakes do tipo.
Essa variante, além de dar o dinamismo de antes, trouxe os chamados Super Combos, que podiam ser executados quando a barra de poder, presente no canto inferior do personagem, estava no máximo. Essa mecânica ocorreu devido aos jogos da SNK como Fatal Fury e Art of Fight já possuírem os chamados Desperations Moves ou os Especiais – e vocês lembram do Nishiyama, o criador do primeiro Street Fighter? Pois é, ele já havia dado a volta por cima e começado o seu império, sendo depois influência para a própria Capcom.
Super Street Fighter II Turbo trouxe também a chegada do chefão secreto Akuma, um personagem que nasceu de uma piada de primeiro de abril, ganhou vida própria e não parou mais. Isso aconteceu devido a um erro de tradução entre os ideogramas “sho ryu”, de “shoryuken”, que são os mesmos usados nos kanjis de “Sheng Long” em chinês, o que acabou causando uma confusão entre o pessoal que traduziu o jogo. Eles transformaram a frase de vitória do Ryu que era “Se você não puder superar o shoryuken, você não pode vencer!” em “Você deve derrotar Sheng Long para ter alguma chance”.
Os jogadores ficaram malucos e disseram que o Sheng Long então era um personagem. E vendo o furdunço que isso virou, a revista americana EGM resolveu trollar seus leitores na edição de abril de 1992 e disse que o Sheng Long era sim real e que havia um método para enfrentá-lo no Street Fighter II. Só que era preciso usar o Ryu, chegar à luta final contra Bison sem tomar nenhum dano e deixar a batalha terminar em um empate por 10 rounds seguidos, que aí então Sheng Long, mestre de Ryu e Ken, iria aparecer e sacudir o Bison para fora da tela, começando assim um duelo contra o jogador.
Shen Long Fake
Só que as pessoas fora dali e até mesmo parte da imprensa em outros países não entenderam a piada e saíram republicando a coisa como se fosse verdade. E somente em dezembro daquele ano que os lazarentos da EGM esclareceram a situação. E apesar da brincadeira e do tal Sheng Long ter aparecido no manual do port pra Super Nintendo como mestre da dupla Ryu e Ken, a pegadinha em questão acabou gerando o tal Akuma no Super Street Fighter II Turbo. Lembrando que anos depois, o tal Sheng Long, agora chamado de Gouken, o verdadeiro mestre de Ryu e Ken, apareceu emStreet Fighter IV. Isso que é dar asas à imaginação.
A consolidação da franquia no mercado e seu legado
Levando em conta todos aspectos técnicos e artísticos, além do excelente marketing, não demorou muito para queStreet Fighter II se tornasse um fenômeno em escala mundial. Se fossemos citar aqui as vendas de todas as versões de arcade e consoles, talvez esse seria o maior vídeo da história do YouTube. Porém dois exemplos imprimem o que esse jogo simbolizou quando falamos de mercado: o primeiro ponto é que na época do seu lançamento, a revista Gameset, em 1992, lançou uma matéria falando que as vendas do jogo no Japão estavam tão sem freio que a escassez dos cartuchos das máquinas fez com que os vendedores chegassem ao ponto colocar o valor sete vezes mais caro que o original, cerca de 120,00 dólares na época. Imagina só, pagar quase mil dólares num cartucho de videogame ali no início dos anos de 1990? Só lembrando que o salário mínimo do brasileiro em 1994 quase não chegava nem a R$ 70,00.
Então, os países emergentes, principalmente os da América do Sul, e os donos de fliperamas deram um jeito de pegar qualquer versão duvidosa, ou basicamente tinham que financiar o troço como se fosse um carro. Mas acreditem, isso valia a pena, visto que num rápido recorte no Reino Unido, território que na Europa detinha 60% do mercado dos jogos operados por moedas, as máquinas de fliperama individualmente arrecadavam mais de 1000 libras por semana, chegando a cerca de 260 milhões de libras por ano, o que convertendo e corrigindo pra inflação atual chegamos a soma de quase 800 milhões de dólares.
Tem também uma nota muito interessante da revista GameFan, na edição de março de 1995, onde é visto que as vendas combinadas deStreet Fighter II e Street Fighter II: Champion Edition já excediam 2,3 bilhões de dólares em receita bruta, equivalente hoje a quase 5 bilhões de dólares, corrigindo a inflação. Assim como num artigo do site USGamer intitulado ‘Os Dez Jogos Arcade Mais Vendidos de Todos os Tempos’, as vendas combinadas das máquinas Street Fighter II e Champion Edition ficaram somente atrás de Space Invaders e Pac-Man. Dado esse que segue inabalável. Ou seja, desde seu lançamento, nenhum outro jogo chegou perto de atingir essa marca nos arcades.
E quando vamos falar de consoles, as chamadas versões caseiras do jogo, a coisa é igualmente impressionante. Até onde foi registrado na sétima geração, se tivessem juntado todas as grandes plataformas no que se refere a consoles de mesa de Nintendo, Sega, Playstation e Xbox, Street Fighter II já passaria dos 20 milhões de unidades. Sendo listado novamente entre os games mais vendidos de todos os tempos nos consoles.
Só que Street Fighter II conseguiu um feito que quase não há parâmetro de comparação com outro título dos games quando falamos de transmídia. Talvez Pokémon seja o comparativo mais próximo. Além das inúmeras versões e dezenas de continuações dentro da mídia videogames, e por assim inspirar ou influenciar outras incontáveis franquias do gênero, é realmente impossível conseguir registrar quantos quadrinhos, livros, rpg’s, animações, filmes, roupas, sapatos, brinquedos, comidas, cosméticos, produtos escolares, de cama, mesa, banho foram feitas com o selo da franquia… De verdade, não dá pra elencar aqui nem em quais áreas Street Fighter II foi parar.
Contudo, dá pra citar aqui duas obras fora dos games que chamaram mais atenção naquele período: querendo ou não, o involuntariamente cômico Street Fighter – O Filme, estrelado por Van Damme e cia – e não vamos esquecer do Honda havaiano – conseguiu arrecadar quase 100 milhões de dólares, triplicando assim o seu valor de orçamento.
Pois é, aquela tranqueira deu uma grana dessa, imagina se fosse realmente legal? Mas falando em coisa boa,Street Fighter Victory II é uma das melhores adaptações que já fizeram de um jogo pra uma produção audiovisual de anime. Primeiro porque não seguiram exatamente à risca o game sem precisar colocar os personagens vestidos com aqueles uniformes exagerados – vide a animação americana que segue essa linha. Pelo contrário, construíram uma história interessante e deram contexto a cada um dos personagens, ainda que toda essência dos jogos na série permanecesse viva.
Legado eterno
Por fim, Street Fighter II acabou gerando também em paralelo o prequel Street Fighter Alpha ou Street Fighter Zero no Japão, que se passa entre o primeiro e o segundo jogo da série principal. E aprofundava mais ainda a história de cada personagem e a trama central envolvendo Bison e a Shadaloo. Foram um total de três jogos de grande sucesso que acabou resgatando antigos personagens da Capcom do título original de Street Fighter como Adom, Gen e Birdie, além de criar outros mais novos envolvendo os personagens do segundo como Charlie, o amigo de Guile que havia sido assassinado.
Fora a introdução de Guy e Cody em Street Fighter, personagens esses do já falado aqui Final Fight. Prática que apenas se expandiu nas demais continuações numeradas e spinf offs da série. O que nos faz lembrar da tamanha importância queStreet Fighter II teve e toda sua história. É incrível perceber que vidas de milhares de pessoas mudaram direta ou indiretamente por causa deste que é mais que um jogo, é na verdade uma espécie de religião que uniu as mais variadas raças e tribos pelo mundo a fora e jamais será esquecido por nós.
Toda a arte é cíclica. Desta forma, o passado sempre será um fator determinante de influência do presente. Temos como grande exemplo disso a indústria da moda. Com as artes audiovisuais, como cinema e TV, é claro que a coisa não seria diferente. Revisitar o passado sempre fez parte da estrutura de base desta indústria, com obras sendo reimaginadas desde os primórdios da sétima arte. Com quase 130 anos de cinema, é natural que diversos cineastas já tenham pego inspiração em outras produções cinematográficas para criarem as suas próprias, sejam elas refilmagens declaradas ou não.
Porém, hoje mais do que nunca vivemos numa época de marcas pré-estabelecidas, determinadas pelo próprio público. O sucesso assombroso de certos títulos – colocados em tal pedestal pelo próprio espectador (devido à sua qualidade, é claro) – acostumaram o público a confiar nestas determinadas marcas. E assim, instigaram produtores a criar as tão faladas e rentáveis franquias. Hoje, é muito mais fácil o grande público seguir as marcas que conhece e gosta do que dar chance a algum item desconhecido, a não ser que este seja vendido como a nova oitava maravilha do mundo – como foi o caso este ano com Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo.
Desta forma, resolvemos entrar na brincadeira e mostrar que nosso argumento é válido em uma matéria dividida em duas partes – que irá focar nos títulos recauchutados somente em 2022, sejam eles refilmagens, continuações ou derivados de filmes e séries de sucesso do passado, trazidos de volta para a nova geração. Essa primeira parte irá apresentar o que já estreou e a segunda o que ainda está por vir este ano. Confira abaixo.
Top Gun Maverick
O maior sucesso do cinema em 2022, Top Gun Maverick já arrecadou mundialmente quase US$1.5 bilhão, se tornando assim a maior bilheteira do ano. O filme colocou Tom Cruise novamente sentado no topo do mundo como o maior astro de Hollywood. Maverick, é claro, se trata da continuação tardia do primeiro grande blockbuster da carreira de Cruise, Top Gun – Ases Indomáveis, o maior lançamento de 1986.
Seguindo por grandes sucessos de 2022 que espelham os fenômenos da década de 1980, o mais recente exemplar da franquia Predador finalmente colocou a marca novamente nos trilhos, garantindo a maior audiência na história da plataforma Hulu (Star+) de todos os tempos. A opção por um lançamento em casa se mostrou uma decisão acertadíssima por parte da Disney (nova detentora dos direitos da marca). O Predador original, é claro, data de 1987 – num filmaço de ação com Arnold Schwarzenegger.
Tudo bem, Batman é personagem criado nos quadrinhos ainda na década de 1930. Mas a onda de popularidade atingida pela marca em 1989 quando Tim Burton assinou a primeira superprodução com o personagem foi sem precedentes para o herói. Desde então o personagem vem sendo reinventado ao longo das décadas e esse ano não foi diferente, com mais uma obra de sucesso dirigida por Matt Reeves, onde o vigilante mascarado, num filme sério e sombrio como nunca antes, foi interpretado pelo jovem Robert Pattinson nos primeiros anos de atuação do cruzado de capa.
Nem todas as tentativas de revitalização de um título atingem seu alvo se tornando bem-sucedidas. É o caso com esta nova investida em Chamas da Vingança (Firestarter), baseado num livro de Stephen King, que já havia ganhado às telas em 1984 com uma Drew Barrymore ainda criança e recém-saída de E.T. – O Extraterrestre. O filme passou em branco na época, e o novo não fez nada para melhorar isso, igualmente obscurecendo rapidamente.
Pulando dos anos 80 para os 90, temos a nova versão de um querido filme de esporte feminino que possui uma vibração muito girl power e à frente de seu tempo. O filme original está completando 30 anos em 2022, e trazia em seu elenco Geena Davis, Tom Hanks e Madonna, como membros de uma liga de baseball feminina substituindo os homens durante a Guerra. A nova versão chega na forma de uma série na Amazon Prime Video lançada recentemente, e disposta e incluir novos tópicos representativos em sua narrativa, como jogadoras negras e lésbicas.
Jurassic World Domínio
Por falar em sucessos da década de 90, ninguém jamais esquecerá Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993), ao lado de O Exterminador do Futuro 2, o marco definitivo do cinema entretenimento em tal década. É claro que o os dinos de Steven Spielberg seguem dando frutos até hoje, e em 2022 foi lançado o sexto filme. O diferencial aqui é justamente a presença do trio de protagonistas originais: Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum.
Uma das coisas que mais me irrita em algumas investidas de franquias na atualidade é a utilização do mesmo título de algum exemplar passado. Oh falta de originalidade! Se a intenção é não deixar o espectador desgastado ao colocar Pânico 5 no título, ao menos que coloquem um subtítulo, como Pânico “alguma coisa”. Seja como for agora temos dois filmes chamado Pânico na mesma franquia, esse e o original de 1996, que reinventou o slasher na década. A estratégia não funcionou muito, já que todos continuam a chamar o quinto longa de Pânico 5. Apesar disso, o filme fez um baita sucesso e irá continuar ano que vem.
Por falar em fenômenos culturais da década de 90, um dos programas que mais ficou eternizado nas mentes dos fãs saídos de tal época foi a sitcom Um Maluco no Pedaço (Fresh Prince of Bel-Air), a série que seria o trampolim de Will Smith para o estrelato. E é o próprio astro quem produz essa nova versão da história, novamente como um seriado de TV, porém, agora com uma pegada mais séria e dramática. E claro, com outros atroes interpretando os icônicos tio Phil, tia Vivian, Carlton e o protagonista Will. A série já apresentou sua primeira temporada, mas pode ter sido prejudicada pelo comportamento errático de Will Smith no último Oscar, quando decidiu levantar de seu lugar e agredir o comediante Chris Rock por não ter gostado de uma piada boba envolvendo sua esposa. Cinco meses depois e as coisas ainda não melhoraram para a imagem do astro.
Agora pulamos para a toda poderosa Disney e uma de suas franquias animadas mais queridas de todos os tempos. De fato, a franquia Toy Story carrega o recorde de ser o primeiro filme de animação do estúdio totalmente gerado por efeitos gráficos de computação, datando lá de 1995. Foram mais três continuações com a marca Toy Story até 2019. Esse ano, o estúdio resolveu inovar, e ao invés de estrear Toy Story 5, fizeram um filme para Buzz Lightyear, mas não o boneco, e sim o astronauta humano que deu origem ao boneco. Apesar de criativo, não teve o mesmo impacto dos filmes anteriores.
Beavis e Butt-Head Detonam o Universo
Não foi só a Disney e o seu Toy Story que marcaram a década de 90 no terreno das animações. Aqui temos um exemplar que foi uma verdadeira febre no período, uma de um teor bem diferente de qualquer coisa saída da Disney, onde o politicamente incorreto imperava. Criado por Mike Judge para a MTV (e por aí já percebemos o teor, já que o canal era sinônimo de rebeldia adolescente), Beavis e Butt-Head estreou em 1993 e durou nada menos que 7 temporadas até 1997 – nesse meio tempo ganhando inclusive um longa-metragem no cinema (Beavis e Butt-Head Detonam a América, 1996). Em 2011, o programa ganhou um revival para sua oitava temporada. E em 2022 a dupla descerebrada voltou com tudo, com um filme (Beavis e Butt-Head Detonam o Universo) e uma nova temporada nas telinhas (a nona).
Temos lançamentos cult na lista também. Essa série criativa aportou recentemente na plataforma da HBO Max tendo como protagonista ninguém menos que a vencedora do Oscar Alicia Vikander. Na trama, ela interpreta uma atriz americana desiludida com sua carreira que decide ir para a França filmar uma longa “de arte”, uma versão moderna do clássico Os Vampiros (1915). Basta uma segunda olhada nos créditos para percebermos o nome do cineasta francês Olivier Assayas, como criador do programa e roteirista dos 8 episódios (além de igualmente dirigir todos). Acontece que o próprio diretor rodou um longa de 1996 com a mesma proposta, que se tornou cult.
Esse aqui não é exatamente a revitalização de uma marca como um filme ou uma série de décadas passadas, mas sim o retrato de um ocorrido muito famoso para todos que viveram no período – em especial nos anos 90. Trata-se da infame fita de vídeo íntima que vazou nos primórdios da internet envolvendo o então casal Pamela Anderson e Tommy Lee (da banda Motley Crue). A minissérie não deixa de ser uma viagem no tempo pela música, moda e cultura da época, em especial envolvendo a carreira de Pamela Anderson, protagonista da série Baywatch (SOS Malibu) e do filme Barb Wire – A Justiceira.
Saindo dos anos 90 e voltando ainda mais no tempo para a década de 70 para quando o primeiro Star Warsfoi lançado lá em 1977 – agora subtitulado Uma Nova Esperança. É seguro dizer que a franquia criada por George Lucas nunca deixou a cultura pop e sempre esteve no subconsciente coletivo. Mas nos anos 80 até o fim da década 90 foi o período em que esteve mais dormente. Hoje, nas mãos da Disney, diversos filmes e programas pipocam a todo instante e o mais recente foi o sucesso Obi-Wan Kenobi, que continua os eventos da trilogia prequel.
E se falamos de Star Wars, precisamos falar também de seu maior “rival” na cultura pop e dos nerds de ficção científica: Star Trek. Para os mais old school, Guerra nas Estrelas e Jornada nas Estrelas respectivamente. E se Star Wars teve um novo exemplar nas telinhas com Obi-Wan, Star Trek não perdeu tempo e tirou da cartola Strange New Worlds na Paramount+, que funciona como uma prequel da tripulação clássica, com direito a membros como Spock e Uhura.
Ainda no terreno da ficção científica, chega agora um exemplar mais cult à lista. Baseado num famoso livro, a obra já havia sido levada às telonas na forma de um longa conceitual estrelado pelo camaleão David Bowie e dirigido por Nicolas Roeg em 1976. A história acompanha um alienígena em missão especial na Terra com objetivo de salvar sua espécie, que se disfarça de humano e tenta se passar por um habitante de nosso planeta estudando e replicando nosso comportamento. Na nova versão, na forma de uma série de TV, Chiwetel Ejiofor e Naomie Harris protagonizam.
Saindo da ficção para o terror, em 2022 tivemos também um novo exemplar de uma importante franquia do gênero. Em 1974 foi lançado o primeiro O Massacre da Serra Elétrica, um filme cru e visceral que se comportava muito como filme amador, dono de ar quase documental. A obra também foi importante para moldar os primórdios dos slasher. Quase 50 anos depois (tem noção?) o nono exemplar da franquia estreou diretamente na Netflix, porém, apesar do sucesso de visualizações, os fãs reclamaram mais do que aplaudiram o resultado.
Mais um pulo entre gêneros, desta vez saindo do terror para o suspense. Mas não um suspense qualquer, e sim um baseado na obra de uma verdadeira gênia do gênero: Agatha Christie. Após Assassinato no Expresso do Oriente (2017), o diretor Kenneth Branagh se mostrou disposto a construir seu próprio “Agathaverso” nas telonas, onde o próprio dá vida ao inspetor Poirot. Apesar de ter sofrido com atrasos, Morte no Nilo se mostrou um novo sucesso bem popular. Ambos os filmes citados, reimaginados por Branagh, já haviam sido levado aos cinemas na década de 70 – em 1976 e 1978 respectivamente.
Fechando a matéria temos um caso parecido com o de Pam & Tommy. A série sobre o roubo da fita íntima de Pamela Anderson não é baseada em um filme ou série, mas sim cria uma outra vertente de visita ao passado da cultura pop ao centrar sua trama como retrato de um evento específico e muito famoso ocorrido nos anos 90. Aqui temos algo similar, mas passado na década de 70. The Offer traz aos fãs o universo do clássico imortal O Poderoso Chefão (1972), de forma única, ao descortinar os bastidores da produção, quando a Paramount colidiu com os realizadores para tirar do papel um livro icônico, respeitando todas as vontades e atendendo os desejos de suas estrelas. O renovado Miles Teller é quem estrela no papel do produtor Albert S. Ruddy.
Vocês já viram alguma obra cinematográfica que dá várias voltas e não diz coisa alguma? Tem alguns filmes que possuem um roteiro tão enrolado, ou até mesmo nada criativo, que acabam confundindo completamente o espectador. Vocês já se sentiram assim? Pensando em alguns filmes onde me senti assim, resolvi criar essa lista com 10 filmes que não vão a lugar nenhum:
Dirigido pelo cineasta russo Sergey Bodrov e inspirado na obra de Joseph Delaney, chegou aos cinemas tempos atrás mais um filme que fala sobre o mundo medieval utilizando todos exagerados recursos que a tecnologia atual podem adotar num projeto cinematográfico. O Sétimo Filho é um daqueles filmes que esquecemos rápido, não deixa lembranças e expõe lambanças. Mesmo com uma atuação interessante do ganhador do Oscar Jeff Bridges, o filme não decola em momento algum, frustrando os amantes das guerras épicas.
Cascavel
Quando tudo não passa de uma história para dormirmos. Disponível na Netflix desde o ano passado, o suspense Cascavel busca em metáforas nada profundas explicar até aonde uma mãe iria para salvar sua filha. Dirigido pelo cineasta Zak Hilditch, o filme é naufrágio em forma de roteiro insano onde nada explica nada, deixando o público à mercê de lapsos de pensamentos da realidade para tentar não ficar mais perdido que cego em tiroteio.
A Passagem
O elenco é muito interessante. Nomes como: Naomi Watts, Ryan Gosling e Ewan McGregor. Pena que a história é muito confusa e não define quando a imaginação termina e a realidade começa. Os personagens ficam tão perdidos quanto o espectador durante os quase 100 minutos de filme.
Take Me Somewhere Nice
Quando a interpretação de um filme não consegue sair da cabeça de seu criador. Escrito e dirigido pela estreante em longas-metragens, a cineasta bósnia Ena Sendijarević de apenas 33 anos, Take me Somewhere Nice, produção Holandesa/bósnia, busca apresentar seus detalhes e sentidos em um ritmo deveras lento, pouco explicativo, que busca provocar pelas ações e inconsequências dos personagens algum rumo para esse sonolento roteiro.
Lazer Team
Devemos aceitar a decepção finita, mas nunca perder a esperança infinita. Dirigido pelo cineasta Matt Hullum, chegou tempos atrás mais um filme sobre super heróis aos cinemas norte-americanos, apostando em um gênero que vem fazendo sucesso em diversas janelas de exibição, o sci-fi, Lazer Team acaba falhando em sua proposta e se torna apenas mais do mesmo quando pensamos em outras produções que se assemelham a essa fita. A ideia era muito boa mas o roteiro se perde.
Depois de dirigir um curta-metragem, único trabalho no mundo do cinema antes desse, o cineasta Justin Reardon chegou aos cinemas anos atrás batendo na mesma tecla que outros inúmeros diretores que estão começando agora no mercado cinematográfico, resolvendo encher de clichês do primeiro ao último minuto uma história que tinha tudo para ser mais simples. Deixa Rolar é uma comédia romântica esquizofrênica, onde não somos levados a lugar nenhum muito por conta da falta de harmonia entre os personagens.
John Carter – Entre Dois Mundos
O diretor Andrew Stanton, do maravilhoso Wall-E e do simpático Procurando Nemo, voltou às telonas tempos atrás para contar a história de um veterano da Guerra Civil que foi transportado para um outro planeta, assim definimos John Carter – Entre Dois Mundos. Na pele do protagonista o ator canadense, Taylor Kitsch, do seriado de sucesso Friday Night Lights. Infelizmente a trama tem mais baixos que altos, é uma mistura de Star Wars (me desculpe George Lucas), Indiana Jones e A Lenda do Tesouro Perdido (só faltava aparecer o Nicolas Cage em Marte).
Quando o roteiro viaja para mais longe do que o próprio tempo. Sem querer (ou por querer, já que o filme é de 2017), surfando na onda de ficções científicas e filme de viagem no tempo que fizeram sucesso recentemente, inclusive uma seriado alemão sensacional nesta mesma plataforma que se encontra essa obra que estamos falando, A Caverna busca provocar sensação de enigmas mas se complica demais na hora de mostrar suas conclusões e ainda por cima não consegue entregar personagens intrigantes. Dirigido pelo dupla Mark Dennis eBen Foster (com roteiro assinado pelo primeiro) produz pistas que não conseguem chegar ao ápice da curiosidade de quem assiste do lado de cá da tela. Confuso durante seus cerca de 90 minutos. Às vezes a simplicidade dentro de um contexto complicado de explicar nos entregam bons filmes, mas não é esse o caso nessa produção da Netflix.
Dirigido por Jim Mickle com roteiro assinado por Gregory Weidman e Geoffrey Tock, o filme tem um arco inicial bastante promissor, com detalhes importantes sendo jogados na tela para reunirmos como informações nas prováveis viradas na trama. Mas tudo vai água baixo quando muito mistério é feito sem o entendimento dos porquês, esse prolongamento em algumas respostas começam a gerar aquele soninho. Há a obsessão do protagonista e também a do roteiro em não aproveitar os com potenciais coadjuvantes. Michael C Hall, o intérprete do ótimo personagem Dexter em seriado homônimo, por exemplo, está completamente perdido na trama, mesmo tendo importância para todo o contexto que é imposto.
As palavras que buscam explicar alguns sentidos para a vida. Escrito por Deborah Eisenberg (em seu primeiro trabalho como roteirista) e dirigido por Steven Soderbergh, Let Them All Talk reúne ótimos artistas em um roteiro morno, filme que beira ao sonolento em muitos momentos, arcos demoram para evoluir dentro de um trajeto rumo ao complexo entendimento das desilusões da vida através de amizades distantes da época anterior da força tecnológica dominadora, o universo da escrita, autores, processos criativos. Não há muitas partes de interseção interessantes, parecem várias subtramas isoladas, uma mais desinteressante que a outra.
O ator Robert Aramayo explicou em uma entrevista à Vulture como a sua versão de Elrond em ‘Os Anéis de Poder‘ é diferente daquela da trilogia ‘O Senhor dos Anéis’, que foi interpretado por Hugo Weaving.
Aramayo, aliás, não acredita que se trata de uma comparação justa, pois há uma diferença de idade considerável.
“Eu cresci com esses filmes, e eu amo a atuação de Hugo (Weaving), e acho que essa comparação é natural para as pessoas. Mas, temos que lembrar que Elrond é um elfo muito jovem na série, com muita coisa para viver antes de chegarmos ao Conselho de Elrond em A Sociedade do Anel”, fala o ator.
“Ele viveu tantas derrotas até aquele ponto, então fiquei animado para começar a jornada dele, alguém que ainda tem muito a aprender. Parecia um lugar empolgante para começar. Ele vai viver milhares e milhares de vidas humanas até chegar lá!”, conclui.
Vale lembrar que o próximo episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ estreia em 23 de setembro.
O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média deJ.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.
“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne ePatrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.
Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
‘A Casa do Dragão’ (‘House of the Dragon’), série derivada da aclamada ‘Game of Thrones’, finalmente chegou à HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo levando o público aos bastidores do quinto episódio.
Lembrando que o próximo capítulo será exibido no dia 25 de setembro
Confira:
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
A Disney+ agendou para 14 de dezembro a estreia de ‘A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História’, a aguardada série de TV baseada na franquia estrelada por Nicolas Cage.
Lisette Alexis estrela como Jess Morales, uma sonhadora em busca de respostas sobre a história de sua família e um tesouro secreto americano.
Descrita como uma “mente brilhante e engenhosa”, Jess adora mistérios e tem um talento natural para resolver quebra-cabeças.
No início da trama, vamos acompanhar como ela reage ao descobrir a verdade sobre seus pais e sua história familiar, o que a leva a conexões com um tesouro perdido há muito tempo.
— Disney’s National Treasure Series (@DisneyNT) July 6, 2022
A vencedora do Oscar Catherine Zeta-Jones também faz parte do elenco como a antagonista Billie, descrita como “uma bilionária implacável especializada em antiguidades do mercado clandestino, além de uma caçadora de recompensas que vive sob as próprias regras. Ela se transformou de uma órfã miserável a uma empresária estilosa e aventureira. Billie está acostumada a conseguir o que quer – e ela quer o tesouro pan-americano. Mas não apenas pelo dinheiro, e sim por algo muito maior”.
Smith será a agente do FBI Ross, uma operante que busca por redenção depois de um grave erro quase acabar com sua carreira. Reed será Tasha, celebridade das redes sociais e gênia da tecnologia, que também é muito próxima de sua amiga, Jess. Rodrigues dará vida a Ethan, melhor amigo de Jess. Cipriano será Oren, um palhaço de sala de aula que sabe uma coisa ou duas sobre teorias da conspiração. E, por fim, Walker dará vida a Liam, um músico que vem de uma longa linhagem de caçadores de tesouros.
Vale lembrar que produção contará com o retorno de Harvey Keitel e Justin Bartha, que irão reprisar seus papéis dos filmes como Peter Sadusky e Riley Poole, respectivamente.
O episódio piloto será dirigido porMira Nair (‘Rainha de Katwe’), a partir do roteiro de Marianne e Cormac Wibberley.
Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (‘National Treasure’) conta a história de um caçador de riquezas perdidas (Nicolas Cage) procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.
O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), foi lançado três anos mais tarde e arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.
Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.
No documento em questão, a Casa Mouse e a Marvel detalham o gênero de filmes que inspirou a produção dirigida por Michael Giacchino.
“Inspirado por filmes de terror dos anos 1930 e 1940, o arrepiante especial almeja evocar a sensação do medo e do macabro, com muito suspense e muitos sustos no caminho, à medida que exploramos uma nova perspectiva do Universo Cinemático Marvel“, diz o comunicado.
Lembrando que Giacchino revelou que o próximo teaser será revelado em breve, apesar de não ter dado um indicativo mais preciso.
A produção vai estrear oficialmente no dia 7 de outubro.
Gael Garcia Bernal (‘Tempo’) e Laura Donnelly (‘The Nevers’) irão estrelar a produção.
‘Werewolf by Night‘ é o alter-ego de de dois personagens diferentes da Marvel. O primeiro é Jack Russell, em 1970, e, mais recentemente, um novo personagem chamado Jack Gomez.
Jack Russell é um descendente da ramificação misticamente alterada de humanos conhecida como Lycanthropes. Durante a noite de lua cheia e as duas noites que a cercam, ele é forçado a se transformar em um lobisomem, uma forma grande e poderosa que é um híbrido de humano e lobo, e perde seu intelecto humano. Através de uma série de eventos, ele também é capaz de sofrer mutações voluntariamente fora da lua cheia, momento em que permanece no controle.
Vale lembrar que, na edição #32 de Werewolf by Night, tivemos a primeira aparição do ‘Cavaleiro da Lua‘, personagem da Marvel que estrelará sua própria série da Marvel no Disney+.
De acordo com o Deadline, Eugene Cordero foi promovido ao elenco regular da 2ª temporada de ‘Loki’.
Cordero fez apenas uma pequena, mas divertida participação na 1ª temporada como Casey, um funcionário da Agência de Variância Temporal.
Em uma das cenas, ele é quem explica que objetos poderosos, como o Tesseract e as Joias do Infinito. não têm grande importância para os membro da AVT, já que eles controlam o tempo.
Anteriormente, Cordero já havia adiantado que iria ter mais destaque nos vindouros episódios da atração.
“Você pode esperar por mais Casey”, disse ele ao Screen Rant. “Você sabe, eu não posso comentar nada, porque nem eu sei como, quando e onde vamos encontrá-lo. Há tantas senhas e códigos de acesso que eu tenho que preencher antes de ler o roteiro, mas me disseram que terei mais cenas, então estou muito animado, vamos aguardar.”
Durante painel na D23 Expo, a Marvel Studios divulgou novas imagens do próximo ciclo, que deve chegar à Disney+ em 2023.
O elenco esteve no palco da D23, e o nossoRenato Marafon registrou o momento. Confira:
Teremos também a adição ao elenco do ator Ke Huy Quan, que irá se aventurar novamente pelo Multiverso, depois de ter surpreendido em ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’.
Criada e roteirizada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.
No lugar de Waldron, quem assume a função de roteirista-chefe na 2ª temporada é Eric Martin.
Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.
Lembrando que ‘Loki’ foi a única série do MCU a ser renovada para a 2ª temporada.
A Netflix divulgou hoje, 20 de setembro, o trailer completo e oficial de ‘Sagrada Família’, sua mais nova série de suspense.
A produção tem estreia marcada para o dia 14 de outubro na plataforma de streaming.
Confira:
A 1ª temporada é composta por oito episódios e foi criada por Manolo Caro (‘A Casa da Flores’).
Num bairro onde nada é o que parece, quatro vizinhas forjam uma forte amizade com um denominador em comum: são mães . O relacionamento entre elas parece perfeito, até que o passado de Gloria muda tudo. É, então, que descobrimos do que uma mãe é capaz de proteger a sua família – a coisa mais sagrada que ela tem.
A produção será lançada na plataforma de streaming no dia 7 de outubro.
A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contatar os outros do além.
A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.
A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).
Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.
Através do Twitter, a HBO Max anunciou que a animação ‘DC Liga dos Super Pets’ estará disponível no catálogo no dia 26 de setembro, sem custo adicional.
Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.