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‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ já é a MAIOR estreia da história do Amazon Prime Video

Foi informado pela Amazon que ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ atingiu a marca de 25 milhões de espectadores globalmente, se tornando a maior estreia da história do Prime Video.

Lembrando que a marca em questão é referente às primeiras 24 horas em que os dois primeiros episódios da série estavam disponíveis para streaming no Prime Video.

A notícia quebra muitos precedentes na atitude da companhia, sendo essa a primeira vez que a Amazon revela dados sobre a audiência de uma série do Prime Video. A série de ‘O Senhor dos Anéis‘ produzida na Amazon Studios traz para as telas pela primeira vez as heroicas lendas da Segunda Era da Terra-Média.

Os dois primeiros episódios foram lançados hoje, 01 de setembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Girl You Know It’s True’: Cinebiografia da dupla Milli Vanilli ganha suas primeiras imagens

A curiosa dupla pop Milli Vanilli vai ganhar uma cinebiografia, e o filme recebeu suas primeiras imagens. A arte mostra os atores Elan Ben Ali e Tijan Njie como Fab Morvan e Rob Pilatus.

Confira:

Já a segunda imagem traz Matthias Schweighöfer como o produtor Frank Farian. Veja abaixo:

 

O longa chamado ‘Girl You Know It’s True‘, ainda não tem data de estreia.

Milli Vanilli fez muito sucesso no mundo todo no final dos anos 1980, com sucessos como “Girl You Know It’s True“, que dá nome ao filme.

A dupla chegou até ganhar um prêmio VMA da MTV, um dos mais importantes da época. Só tinha um pequeno detalhe: Fab e Rob eram dois modelos contratados apenas para dublar as músicas no palco, que na verdade eram compostas e interpretadas por um grupo de estúdio. A farsa, claro, destruiu a carreira de todos os envolvidos.

Sexta temporada de ‘Rick & Morty’ ganha nova abertura empolgante; Confira!

A tão aguardada sexta temporada de ‘Rick and Morty‘ está prestes a ser lançada, e para celebrar o momento, os novos episódios desse novo ano apresentarão uma abertura inédita.

A sequência começa e termina igual, mas conta com cenas dos novos episódios no meio.

Abaixo você confere em primeira mão como ficou:

Lembrando que as cinco primeiras temporadas já estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

E agora? Justin Bieber CANCELA shows no Brasil, diz colunista

De acordo com o colunista Leo Dias, via Papel Pop, o cantor Justin Bieber teria cancelado todas as apresentações que faria na América Latina no início deste mês de setembro. Isto porque Bieber alega questões de saúde mental e, portanto, não subiria ao palco das cidades de Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina) e São Paulo (!!!).

Lembrando que, na capital paulista, ele se apresentaria em duas noites, em 14 e 15 de setembro. Bieber estaria irredutível em relação a subir ao palco e pediu para cancelar todo o restante da turnê para cuidar do emocional.

Até a última quinta-feira (01), os produtores ainda não tinham certeza se o cantor iria embarcar, onde pediram várias vezes ao astro. Teria tido início, então, uma longa negociação entre a equipe do cantor e a organização do festival nas últimas semanas, de modo que sua presença acabou sendo mantida no evento carioca.

Vale destacar que os perfis oficiais do Rock In Rio atualizaram os horários de duas apresentações, a de Justin e a da banda Iron Maiden, realocadas mais cedo do que o habitual.

Outro colunista, Lucas Pasin, do portal UOL, apurou junto a pessoas envolvidas nos bastidores do festival e confirma que a possibilidade de cancelamento ainda existe e “assusta organizadores”.

Porém, por meio de nota, a assessoria do Rock In Rio desmentiu o assunto agora à noite e disse que “Justin está confirmado, como sempre esteve”. A resposta é semelhante à enviada pela T4F, que reiterou a realização dos shows em São Paulo e no Rio nas datas previstas.

Diretora de ‘Mulher-Hulk’ diz que Demolidor foi “a maior surpesa da série”

Kat Coiro, em uma entrevista que deu ao TV Line, falou sobre a participação do Demolidor em ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, série da Marvel que está disponível no Disney+. Coiro que comandou os episódios de 1 a 4 e 8 a 9, fala que o Homem Sem Medo segue como um dos destaques.

“O Demolidor continua sendo a maior surpresa que tivemos, que não mostramos em detalhes na San Diego Comic-Con. Mas foi um grande alívio vê-lo aparecer na tela na frente de todos [em um dos trailers da série]. Carrego esse segredo há quase um ano, e finalmente consegui respirar”, contou.

Por outro lado, a criadora da série, Jessica Gao, pontuou que a produção terá mais participações especiais, focadas nos quadrinhos.

“Não quero deixar as pessoas decepcionadas, mas vou dizer que as participações restantes são dos quadrinhos, de personagens que ainda não apareceram no MCU, falou Gao.

Lembrando que o Demolidor da série é interpretado novamente por Charlie Cox, que protagonizou a série solo do personagem e apareceu em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.

Segundo uma entrevista anterior de Gao, ‘Mulher-Hulk‘ mostrará um lado mais leve do vigilante, como é visto nos quadrinhos de Mark Waid.

Lembrando que o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ será lançado no dia 08 de setembro.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Juliana Paes revela se acredita em MILAGRES e fala sobre o espírita ‘Predestinado’; Assista!

A atriz Juliana Paes e o diretor Gustavo Fernandez revelam em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP se eles acreditam em milagres e falaram sobre como foi fazer o filme ‘Predestinado: Arigó e o Espírito de Dr. Fritz‘, sobre o médium brasileiro Zé Arigó que recebia o Dr. Fritz e fazia CIRURGIAS…

Assista a crítica e siga o CinePOP no YouTube:

O filme que é dirigido por Gustavo Fernandez, acompanha José Arigó (Mello), que  através do espírito de Dr. Fritz, médico alemão falecido durante a Primeira Guerra Mundial, tornou-se uma esperança de cura para milhões de pessoas ao redor do mundo.

Dr. Fritz foi alvo de críticas por parte dos mais céticos, mas com o apoio de sua esposa conseguiu salvar inúmeras vidas por intermédio da cirurgia espiritual. Predestinado a ajudar sem receber nada em troca, Arigó é hoje reconhecido como um dos maiores fenômenos mediúnicos da história.

Predestinado‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

Confira o novo trailer:

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ volta a liderar as bilheterias dos EUA com versão mais DIVERTIDA

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa – A Versão Ainda Mais Divertida‘ estreou no primeiro lugar nas bilheterias dos EUA na sexta-feira. A Sony já pode festejar, já que o público topou ir em massa aos cinemas para assistir os 11 minutos de conteúdo adicional da nova versão.

O filme arrecadou US$ 1,75 milhão nas bilheterias na sexta-feira, um ótimo número para um relançamento.

Mundialmente, a sequência arrecadou mais de US$1,9 bilhão.

Lembrando que Sony Pictures confirmou que a sequência será relançada também no Brasil, no dia 07 de setembro.

Confira os cartazes:

Vale lembrar que, quando o filme foi lançado no ano passado, não houve nenhuma cena pós-créditos… Em vez disso, o público recebeu o trailer de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

No entanto, agora que o filme do Cabeça de Teia será relançado, as cópias vão ganhar uma cena após os créditos. A informação foi revelada por um usuário do Reddit em uma seção dedicada aos filmes da Marvel Studios.

Na publicação, ele ainda detalha como é a cena.

“Uma nova cena pós-créditos foi adicionada no lugar do trailer de ‘Multiverso da Loucura‘, mostrando Betty (Angourie Rice) fazendo seu último segmento de notícias logo antes da formatura, incluindo fotos das aventuras das crianças durante o ensino médio (tipo o Decathlon, a viagem à Europa, etc), mas nenhuma das fotos conta com Peter Parker (Tom Holland), indicando como funciona o feitiço do esquecimento lançado pelo Doutor Estranho.”

Apesar de não afetar o futuro do MCU, a cena deve ser comovente o bastante para que acompanhou toda a trajetória de Peter, assim como seus sacrifícios para ajudar a salvar o mundo.

Além disso, a cena ajuda a esclarecer que o feitiço de Strange (Benedict Cumberbatch) não apenas alterou as memórias de todos, mas também a própria realidade, apagando todos os sinais da existência de Peter.

E o estúdio divulgou um novo teaser com alguns cenas inéditas, como Peter Parker (Tom Holland) escalando uma parede da Midtown High durante um jogo de basquete, e capturando um ladrão nas ruas do Queens.

Confira, junto com o pôster:

NOSTALGIA! AS 20 Comédias Clássicas que Marcaram nossa “Sessão da Tarde”

Recordar é viver. Embora alguns filmes dos anos 1980 tenham ficado imortalizados em nossos corações, frequentemente revisitados por cinéfilos de todas as gerações, outros tantos não são tão comentados atualmente quanto deveriam. Sendo assim, para cada Goonies (1985), De Volta para o Futuro (1985) e Curtindo a Vida Adoidado (1986), temos tantos outros exemplares que o tempo lentamente trata de apagar para os mais novos. Quem viveu o período muitas vezes também sente dificuldade de lembrar de certas produções queridas e que fizeram muito sucesso nas intermináveis reprises diurnas dos canais da TV aberta brasileira.

Pensando nisso, resolvemos criar uma matéria bem nostálgica, relembrando com você 20 Comédias Clássicas dos Anos 1980. Vem com a gente nesta onda pelo passado de mais de 30 anos.

 

A Garota de Rosa-Schocking

O que seria de uma lista das comédias dos anos 1980, sem a presença de um filme com a icônica ruivinha Molly Ringwald? A carismática atriz pode ter sumido nas décadas seguintes, mas foi imortalizada em nossos corações pelas inúmeras reprises da época em filmes como Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco. Na primeira parte da lista comentamos sobre O Rei da Paquera – que a uniu a Robert Downey Jr. – e agora vamos de um dos títulos mais lembrados e associados a Ringwald no período. Ela é a dona da cor definitiva. Escrito por seu “padrinho” John Hughes, no filme a atriz vive uma jovem de classe humilde, precisando escolher entre o amor do melhor amigo ou de um riquinho de bom coração.

 

Namorada de Aluguel

Pode até ser considerado incorreto nos dias de hoje, e revendo talvez não desça tão redonda, mas nos anos 1980 a trama sobre um rapaz pagando para uma menina fingir ser sua namorada era o tema desta comédia romântica que se tornou cult. Considerado um perdedor e desejando mudar sua imagem, Ronald (papel de Patrick Dempsey) propõe um pacto a Cindy, a menina mais popular do colégio. Em troca do dinheiro que ela estava precisando, precisará fingir estar apaixonada pelo rapaz por tempo suficiente até que sua vida se transforme, nesta espécie de Cinderela às avessas. A triste notícia em relação ao filme para os fãs foi o falecimento precoce da protagonista Amanda Peterson, que vive Cindy, aos 43 anos. Namorada de Aluguel foi refilmado em 2003, com elenco de jovens atores negros e o título Amor de Aluguel.

 

Te Pego Lá Fora

Começamos com um clássico absoluto da Sessão da Tarde – e um que tem produção de ninguém menos que o Todo Poderoso Steven Spielberg, fato que muitos devem desconhecer. Além do famoso cineasta, quem também produz o longa é Aaron Spelling, famoso executivo por trás de programas como Barrados no Baile, por exemplo. E o pedigree não para por aí, assinando a cinematografia (ou fotografia) está Barry Sonnenfeld, diretor de Homens de Preto (1997).

Nesta época muitas comédias juvenis eram centradas no ambiente da escola, as famosas high school norte-americanas, mas este é um dos mais criativos. Considerado uma versão moderna e adolescente do icônico faroeste Matar ou Morrer (1952), a trama mostra um típico estudante colegial vivendo o pior dia de sua vida quando se torna alvo de um aluno psicótico recém chegado, dono a pior fama imaginável.

O Rei da Paquera

Sim, o mega astro Robert Downey Jr. começou a carreira em comédias juvenis ainda na década de 1980. E aqui temos um dos exemplares mais sem-vergonha dos quais participou – mas que não deixa de ser um título muito reconhecível do período. Fora isso não falta pedigree, já que temos produção de ninguém menos que o astro Warren Beatty, e a participação de grandes atores como Dennis HopperDanny Aiello e Harvey Keitel no elenco.

Ah, e claro, fazendo par com Downey temos a musa teen da época, a ruivinha Molly Ringwald (cujo nome aqui tinha até mais peso que o do Homem de Ferro). Ringwald ficou conhecida pelos filmes de John Hughes, como Gatinhas e Gatões (1984) e Clube dos Cinco (1985). Na trama, Downey vive um conquistador “de quinta categoria”, aplicando seus golpes a esmo em mulheres incautas. Tudo muda quando ele encontra resistência, num desafio à altura nas formas de Ringwald – uma jovem com seus próprios problemas envolvendo as dívidas do pai com criminosos.

 

Admiradora Secreta

Outro grande representante das comédias juvenis da época, o longa fazia uso de um artifício de roteiro muito comum em diversas produções do gênero: o triângulo amoroso. Variavelmente, tínhamos um rapaz ou uma menina tímida apaixonado(a) por um colega (quase sempre seu melhor amigo/a) sem que ele(a) soubesse, enquanto o mesmo só tinha olhos para o terceiro elemento, geralmente um estudante de muita popularidade ou beleza.

Esta é a fórmula de Admiradora Secreta, comédia adolescente de erros e desencontros. Aqui, uma carta anônima é o ponto de partida, indo parar nas mãos de diversos personagens, criando confusão quanto a seu autor e destinatário. Em resumo, temos um triângulo amoroso entre o protagonista C. Thomas Howell, a beldade popular loiríssima Kelly Preston, e a melhor amiga do sujeito Lori Loughlin.

De Volta às Aulas

Por falar em comédias sucesso de bilheteria nos anos 1980, De Volta às Aulas foi o sexto maior filme de 1986 nos EUA. O lendário Rodney Dangerfield, falecido em 2004, foi um dos humoristas mais conhecidos do país, e protagonizou algumas produções cômicas famosas. Aqui, ele interpreta um sujeito simples que conquistou fortuna com seu próprio suor, criando uma bem sucedida loja para homens acima do peso. Para ajudar seu filho, ele decide ingressar na mesma universidade, e começa a mudar as coisas por lá com seu jeito irreverente.

A ideia para o roteiro foi do próprio Dangerfield, e o texto foi assinado por Harold Ramis (Os Caça-Fantasmas). Fora isso, a trilha sonora é de Danny Elfman (dos filmes de Tim Burton). No elenco, temos novamente Downey Jr., no papel de uma espécie de punk, que é o melhor amigo do filho do protagonista.

 

Três Solteirões e um Bebê

Muitos podem não saber ou lembrar, mas antes dos filmes da Marvel e das franquias multimilionárias do cinema, Três Solteirões e um Bebê foi o filme de maior bilheteria nos EUA em 1987. Refilmagem americana de uma produção francesa, a história mostra três homens, solteiros convictos e mulherengos (como dizia a cartilha dos anos 1980), dividindo um badalado apartamento em Nova York. O trio foi vivido por Tom Selleck (sucesso na série Magnum), Steve Guttenberg (sucesso nas franquias Loucademia de Polícia e Cocoon) e Ted Danson (sucesso na série Cheers).

Tudo muda na equação deles quando em sua porta aparece um bebê, deixado ao cuidado deles. A ideia era “homens machões precisam trocar fraldas e dar mamadeira a um recém-nascido”, coisa impensável na época. A direção é de Leonard Nimoy, o Spock da série clássica de Star Trek. Este longa de sucesso gerou a continuação Três Solteirões e uma Pequena Dama (1990). Ah sim, o tal fantasma muito comentado, que apareceu numa cena do filme, nada mais era que um display com a imagem de Danson – mas serviu para virar uma das lendas urbanas mais lembradas dos anos 80.

Quase Igual aos Outros

Por falar em tramas incorretas e surreais, que podem não descer bem atualmente, temos este longa cuja intenção de empoderamento feminino é boa. Para começar, temos a direção de uma mulher, coisa rara no gênero e na época – Lisa Gottlieb é quem comanda, estreando na função. A trama gira em torno de Terry, uma jovem que deseja se tornar uma jornalista respeitada, mas percebe que não terá chance acadêmica de mostrar seu valor sendo mulher – já tratando da disparidade de oportunidade de gênero.

Assim, ela decide se fingir de homem para a tarefa, e começa a estudar em outro colégio, matriculada na forma do sexo oposto – seu disfarce é quase tão fajuto quanto o de Clark Kent, e se resume a um corte de cabelo e uma mudança forçada de voz e roupas. No elenco, Joyce Hyser vive a protagonista e não ficou muito famosa. Mas temos também William Zabka, o Johnny da franquia Karatê Kid e Cobra KaiSherilyn Fenn (Twin Peaks) e a dupla Clayton Rohner e Deborah Goodrich – que fariam dobradinha no ano seguinte com o ótimo slasher A Noite das Brincadeiras Mortais (1986).

A Primeira Transa de Jonathan

Não se deixe enganar pelo título em português, este é na verdade um filme bem afetuoso, dono uma interessante carga dramática, e levado num tom que consegue destacá-lo dos demais do gênero. Tudo bem que o protagonista é um jovem virgem em busca de conquistar a garota de seus sonhos – papel de Kelly Preston, novamente figurando na  lista. Até aí podemos pensar que esta é a típica comédia de coito, nas quais jovens buscam apenas a primeira noite de sexo.

O primeiro diferencial aqui é a década escolhida como cenário: os anos 1950. O verdadeiro chamariz do filme, no entanto, é a história secundária de Gene (Chris Nash), um jovem rebelde e motoqueiro no melhor estilo James Dean. Ele se muda para a casa ao lado do protagonista e logo desperta atenção da pequena cidade. Ao mesmo tempo em que ensina Jonathan a ser mais descolado com as meninas, e trava batalhas diárias com o pai e os playboys locais, ele desenvolve uma relação com a comprometida Bunny (papel de Catherine Mary Stewart – um dos nomes quentes dos 80’s). A história deste casal e seu desfecho no filme fazem do longa um dos melhores exemplares do gênero.

Curso de Verão

Terminando a lista temos outro filme com trilha de Danny Elfman. Aqui, temos a mistura de três subgêneros muito emblemáticos para a década de 1980. Primeiro, os filmes colegiais. Segundo, os filmes de professores e suas turmas disfuncionais. E terceiro, filmes com uma gama de personagens amalucados, cada um com suas características únicas, nos quais todos ganham a devida importância. O melhor exemplo disso seria Loucademia de Polícia (1984) e suas continuações. Passe isso para o universo colegial e temos Curso de Verão.

Numa escola californiana de frente para a praia, o professor substituto Shoop (Mark Harmon) se vê incumbido da missão de dar aula nas férias para os rebeldes alunos que ficaram em recuperação e não querem saber dos estudos. Dentes eles: dois fanáticos por filmes de terror, uma jovem grávida, um nerd, um esportista, uma disléxica, uma italiana de intercâmbio, uma surfista com déficit de atenção e um gogo boy num clube noturno. No elenco, Kirstie Alley (que viria a fazer sucesso dois anos depois com Olha Quem Está Falando) vive uma professora.

 

Alguém Muito Especial

Aqui voltamos ao terreno dos triângulos amorosos adolescentes. De fato, este longa guarda certas semelhanças com Admiradora Secreta, lançado dois anos antes – tirando, é claro, o MacGuffin da carta em si. Esse, no entanto, é um filme do acervo de John Hughes, que só não é mais seu porque não teve o cineasta na direção. Porém, Hughes produziu e escreveu o roteiro. A trama é simples, e mostra as desventuras de um rapaz de origem humilde, apaixonado e correndo atrás do seu sonho de viver ao lado da princesinha do colégio. Isso tudo, é claro, sem saber que sua melhor amiga, a alternativa Watts, tem nele um grande crush.

Apesar da simplicidade, Alguém Muito Especial é um dos filmes mais citados e adorados pelos fãs da época, em partes devido ao seu tom mais puxado para o drama e o romance de um chamado “coming of age”. Aqui, por exemplo, como de costume nos filmes de Hughes, as mulheres ganham destaque e desenvolvimento, passando longe de acessórios sem vontades como era muito comum.

De fato, elas são personagens bem melhor explorados do que o protagonista de Eric Stoltz. A patricinha vivida por Lea Thompson (De Volta para o Futuro) possui mais profundidade, questões e é mais humana do que a maioria em filmes assim. Uma curiosidade é que Stoltz quase foi o protagonista do filme de viagem no tempo citado acima. E a Watts de Mary Stuart Masterson ainda é lembrada como um dos expoentes femininos do gênero por não se enquadrar em estereótipos.

Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu

Título longo e criativo no Brasil para o bem mais curto e direto Airplane!, esta comédia nonsense foi a grande responsável pela criação de todo um subgênero. E se hoje temos filmes adorados como a franquia Todo Mundo em Pânico, podemos agradecer a esta obra produzida pela Paramount. Poucos talvez saibam, mas Apertem os Cintos… foi um enorme sucesso, desbancando pesos pesados como Popeye, Flash Gordon e O Iluminado, lançados no mesmo ano, se tornando o quinto filme mais lucrativo nas bilheterias em 1980. O longa é pura tiração de sarro com o cinema catástrofe, muito em voga nos anos 1970, em especial a franquia Aeroporto (1970, 1974, 1977 e 1979). Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu está completando 40 anos em 2020, e é a oportunidade perfeita para rever esse clássico do humor.

Trocando as Bolas

Hoje, talvez poucos dimensionem o que foi o fenômeno Eddie Murphy nos anos 1980. Uma explosão sem precedentes, o jovem humorista saía do programa Saturday Night Live para ganhar o mundo como um dos maiores astros de Hollywood. Trocando as Bolas, versão atualizada do clássico Pigmalião, trazia uma receita vencedora que se traduziu em muito sucesso para a Paramount. De um lado tínhamos o carisma de um então jovem Eddie Murphy em seu segundo trabalho no cinema – e a um ano do fenômeno Um Tira da Pesada. De outro, o novo projeto de Dan Aykroyd com o diretor John Landis, do sucesso Os Irmãos Cara de Pau (1980). Na trama, dois irmãos milionários brincam de Deus e fazem de joguete as vidas de um sem-teto (Murphy) e um riquinho (Aykroyd). De quebra ainda temos Jamie Lee Curtis em papel de destaque.

 

A Dama de Vermelho

O saudoso Gene Wilder, o eterno Willy Wonka original, é quem comanda o show aqui, como roteirista, diretor e protagonista desta comédia que é refilmagem de uma obra francesa. Praticamente uma versão moderna do clássico O Pecado Mora ao Lado (1955), o filme traz Wilder na pele de um homem comum, pai de família, tentado ao adultério pela visão de uma beldade sedutora, papel da britânica Kelly LeBrock – a Mulher nota Mil em pessoa. Aqui, temos replicada inclusive a cena com Marilyn Monroe no duto de ventilação e seu vestido esvoaçante, trocando o icônico traje branco por um, é claro, vermelho de LeBrock. Além de todos os atrativos, A Dama de Vermelho ficou marcado pela inesquecível canção de Stevie Wonder, “I Just Called To Say I Love You”.

A Vingança dos Nerds

Há certo tempo um reboot desta franquia vem sendo prometido, e a última notícia a respeito da produção a colocava como uma pré-sequência do filme original. Grande sucesso da Sessão da Tarde, assim como sua continuação de 1987, A Vingança dos Nerds é a clássica história de superação e volta por cima dos chamados underdogs. O expectador adora uma trama onde os humilhados são exaltados, por ser uma ideia de fácil identificação. Assim, passado num ambiente de fraternidades universitárias norte-americanas, um grupo de estudantes rejeitados precisa criar seu próprio grêmio e superar as adversidades. A comédia trazia uma gama de personagens únicos e queridos para toda uma geração.

O Garoto do Futuro

Nem só de De Volta para o Futuro viveu o astro Michael J. Fox, o eterno Marty McFly. No mesmo ano do revolucionário blockbuster sobre viagem no tempo, era lançada esta comédia que talvez nem todos conheçam. De fato, Teen Wolf no original, só ganhou este título no Brasil por causa da superprodução de Steven Spielberg citada – os responsáveis por títulos nacionais sempre foram muito criativos, não é mesmo? Na trama J. Fox vive um estudante colegial tímido e perdedor. Porém, quando descobre uma “maldição” em sua família, se torna o rapaz mais popular da escola. Esta é uma divertida brincadeira com os filmes de lobisomem. E embora possa não parecer, fez sucesso como obra cult gerando um desenho animado (1986-1988), uma continuação (1987) e uma série recente (2011-2017), que tinha mais a ver com Crepúsculo do que com o filme original.

O Segredo do Meu Sucesso

Michael J. Fox pode ser baixinho na vida real, mas é um gigante de talento e um ser humano incrível que merece todas as homenagens que pudermos fazer a ele. Aqui o astro retorna à lista com mais uma comédia que marcou em exibições na TV aberta. Pegando carona na onda dos yupies norte-americanos da década – os chamados “Young urban Professional” eram jovens ambiciosos que começavam sua vida Professional muito cedo e tinha como mérito a realização de uma vida confortável e bem sucedida. Neste meio ambiente, J. Fox vive um rapaz do interior tentando a sorte na cidade grande, e usando de muita sagacidade (e certa artimanha) a fim de subir na empresa de seu tio, onde trabalha. O elenco conta ainda com a Supergirl do cinema em pessoa, a graciosa Helen Slater.

As Bruxas de Eastwick

Deixe para um cineasta do peso de George Miller (da quadrilogia Mad Max) criar uma comédia “infernal” de inúmeros significados, relevante até hoje, e que fala sobre preconceito, fanatismo religioso, liberdade sexual, libertinagem e empoderamento feminino. De quebra, taxando Jack Nicholson no papel mais deliciosamente diabólico de sua carreira, como o homem dos sonhos de um trio de beldades enfeitiçantes do nível de Cher, Michelle Pfeiffer e Susan Sarandon. Quem viu não esquece!

Ela Vai ter um Bebê

Por falar em John Hughes, o cineasta é outro tesouro mundial quando o assunto é cinema nos anos 1980. Se falarmos em filmes adolescentes e comédias, seu nome chega logo no topo. E aqui o saudoso diretor deixa o universo juvenil um pouco de lado para se aventurar numa história um pouco mais madura, sobre a entrada na vida adulta. O tema é o casal recém-casado, vivido por Kevin Bacon e Elizabeth McGovern, que passam por uma verdadeira provação ao terem que fazer malabarismo com sua vida juntos e a chegada inesperada do primeiro bebê. Este clássico da Sessão da Tarde foi escrito e dirigido por Hughes.

Sem Licença para Dirigir

Fechando a lista temos outra comédia muito lembrada por todos que passavam horas perante a TV se divertindo na infância e adolescência. O longa reúne os Coreys, Corey Haim e Corey Feldman, do sucesso oitentista Os Garotos Perdidos, um dos mais notórios filmes de vampiros da história do cinema. Aqui, a dupla reprisa a parceria logo no ano seguinte, numa produção que nada tem a ver com o filme citado, a não ser a plena diversão. Na trama, Haim está louco para tirar a carteira de motorista, mas o pior acontece quando ele é reprovado e precisa mentir para a família e amigos a fim de pegar o carro do pai e conquistar Mercedes (Heather Graham), a menina de seus sonhos.

Curiosidades | ‘A Noiva Cadáver’, aclamada animação de Tim Burton, completa 17 anos!

Apesar de Tim Burton ter uma carreira relativamente irregular (afinal, é quase impossível esquecer controversos projetos como ‘Alice no País das Maravilhas’‘Sombras da Noite’), quando o famoso cineasta dá tudo de si, ele consegue criar maravilhas. E, felizmente, esse é o caso de A Noiva Cadáver.

A animação, lançada há 17 anos pela Laika Studios, conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor (Johnny Depp), um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo também no elenco nomes como Emily WatsonRichard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

Para celebrar seu iminente aniversário, separamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Os bonecos feitos para o filme tinham de 25 a 28 centímetros cada – e boa parte dos cenários era tão grande, que os animadores conseguiam realmente passar por eles sem muitos problemas.
  • No filme, Albert Finney interpreta dois personagens. O papel foi dado a ele como um pedido de desculpas de Burton por não tê-lo escalado para o remake de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, projeto a que estava atado como o Vovô Joe. Além disso, o diretor alegadamente ofereceu um papel a Sam Neill na animação, mas o ator o recusou.
  • O lendário compositor Danny Elfman, que já trabalhara com Burton em ‘O Estranho Mundo de Jack’, originalmente escreveu a música de Bonejangles e procurou por outro performer para cantá-la. Entretanto, por não conseguir encontrar ninguém, Burton pediu para que Elfman a interpretasse.

  • Quando Victor está tocando o piano, ele inclina para trás e a placa de identificação do instrumento diz Harryhausen, em homenagem ao icônico animador em stop-motion Ray Harryhausen.
  • Mike Johnson, co-diretor da produção, falou que ele e Burton adotaram um tom mais orgânico para a produção: “em uma situação de co-direção, um dos diretores normalmente fica a encargo de uma sequência, enquanto outro toma conta de outra. Nossa abordagem foi mais orgânica. Tim sabia o que queria fazer com o filme em relação ao tom emocional e à história. Meu trabalho foi trabalhar com a equipe em uma base diária e deixar o filme o mais próximo possível do que eu achava que ele queria”.
  • A produção do filme levou nada menos que 55 semanas109440 quadros individualmente animados para ser completada.

  • Bonejangles e a banda de esqueletos foram inspirados pelo desenho ‘A Dança dos Esqueletos’, de 1929, bem como por Cab Calloway e seu grupo, visto que apareciam em rotoscopia em diversos desenhos da personagem Betty Boop. Outras referências utilizadas foram Ray CharlesBill Robinson.
  • Apesar de ter trabalhado na clássica produção ‘O Estranho Mundo de Jack’, em 1993, Burton entrou apenas como produtor executivo. Sua estreia na animação stop-motion ocorreu com A Noiva Cadáver, quase 15 anos mais tarde.

  • A climática cena do duelo, em que o antagonista Barkis Bittern (Grant) bebe veneno, é referência direta à clássica peça trágica ‘Hamlet’, de William Shakespeare.
  • No começo do filme, Victor solta uma borboleta presa através de uma janela. A sequência foi uma provável homenagem a ‘A Lenda do Cavaleir sem Cabeça’, adaptação também dirigida por Burton e estrelada por Depp. No longa, o protagonista Ichadod Crane liberta um pássaro cardeal pela janela de seu quarto.

‘House of Hammer: Segredos de Família’: Documentário explora a herança criminal da família de Armie Hammer; Confira o trailer!

Nos últimos anos, o ator Armie Hammer deixou de ser conhecido por seus filmes e passou a protagonizar polêmicas desde que foi acusado de abuso sexual e canibalismo.

No elenco de diversos filmes de destaque em Hollywood, como ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, ‘O Agente da U.N.C.L.E’ e ‘O Cavaleiro Solitário‘, o ex-astro até foi substituído de vindouros trabalhos aos quais estava ligado.

E, parece que esses estranhos comportamentos são herança de uma família problemática, como explora o documentário ‘House of Hammer: Segredos de Família‘, adicionado recentemente ao catálogo da Discovery+.

A produção traz à tona segredos, polêmicas e crimes das figuras paternas na família Hammer através de depoimentos de vítimas e dos próprios familiares, que cresceram em meio a costumes nada tradicionais.

Na época em que uma das vítimas de Armie resolveu expor que foi mantida em cativeiro pelo ator, a Vanity Fair também descobriu que seu tataravô, Julius Hammer, foi sentenciado entre três a doze anos de cadeia por praticar um aborto ilegal que causou a morte de uma mulher em 1919.

Ao se aprofundar na família, a revista também aponta que seu bisavô, Armand, se tornou um multi-milionário de forma criminosa.

Na década de 1950, ele investiu em sua companhia de petróleo com a ajuda da 3ª esposa… O problema é que a empresa denominada Occidental Petroleum também era usada para lavagem de dinheiro.

Além disso, ele foi acusado de usar obras de arte para financiar espionagem russa e pesquisas científicas não autorizadas em seres humanos.

Casey Hammer, tia do ator e uma das participantes do documentário, também já publicou um livro chamado ‘Surviving My Birthright‘, em que detalha o histórico criminoso e repleto de abuso que presenciou enquanto morava com o pai e com os irmãos.

Já em 2021, uma jovem identificada apenas como Effie disse à Variety que se relacionou com Armie por alguns anos, mas foi estuprada por ele em 2017, além de ter sido mantida em cárcere privado por mais de quatro horas.

Por conta disso, Hammer perdeu contratos com agências e produtoras, e também foi forçado a abandonar futuros projetos que já estavam em desenvolvimento.

Quando outras mulheres expuseram o ator, capturas de telas de suas conversas começaram a circular online, inclusive diálogos em que ele expressava ter fantasias sexuais violentas e admitia que era canibal.

Em uma das mensagens, ele disse:

“Eu sou 100% canibal. Eu quero comer você.”

Courtney Vucekovich, outra vítima do ator, contou ao Daily Mail que Armie dizia a ela que gostaria de fazer churrasco com sua carne, e as conversas vazadas mostravam diálogos como: “E se eu quisesse cortar um dedo seu para ter um pedaço de você sempre comigo?”

No fim do ano passado, Hammer foi internado em uma clínica para tratar vícios em droga, álcool e distúrbios sexuais, e continua sendo alvo de investigações.

Após as polêmicas, ele já foi substituído de títulos como ‘Shotgun Wedding’, ‘Next Goal Wins’, ‘The Billion Dollar Spy’ e a série ‘The Offer‘, que vai explorar os bastidores de ‘O Poderoso Chefão‘.

De acordo com o TMZ, ele agora trabalha como corretor imobiliário em Cayman Islands.

Confira o trailer de ‘House of Hammer: Segredos de Família’:

Curiosidades | ‘Garota Exemplar’, aclamado suspense de David Fincher, completa 8 anos!

O lendário cineasta David Fincher tem inúmeros títulos irretocáveis em sua filmografia – e Garota Exemplar é um dos longas-metragens que mais refletem seu estilo único.

Na trama, Amy Dunne (Rosamund Pike) desaparece no dia do seu aniversário de casamento, deixando o marido Nick (Ben Affleck) em apuros. Ele começa a agir descontroladamente, abusando das mentiras, e se torna o suspeito número um da polícia. Com o apoio da sua irmã gêmea, Margo (Carrie Coon), Nick tenta provar a sua inocência e, ao mesmo tempo, procura descobrir o que aconteceu com Amy.

Elogiado pela crítica e garantindo uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz para Pike, o filme também fez um estrondo de bilheteria e arrecadou nada menos que US$369 milhões mundialmente.

Para celebrar seu recente aniversário, o CinePOP separou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Fincher explicou que uma das razões por ter elencado Pike como Amy é que a atriz tinha uma aparência de idade indecifrável e poderia interpretar uma mulher mais velha ou mais nova. O fato de Rosamund ter contado a Fincher que era filha única também se mostrou como um aspecto bastante chamativo para a personagem de Amy.
  • Affleck adiou seu trabalho em ‘A Lei da Noite’ para participar no longa-metragem com Fincher. Ele até mesmo disse: “ele é o único diretor que conheci que pode fazer o trabalho de todos os outros melhor do que eles mesmos”.

  • A ideia para a trilha sonora foi dada de Fincher à icônica dupla Trent ReznorAtticus Ross e foi baseada em uma visita que o diretor fez a um spa, onde a música, que deveria relaxá-lo, era assustadora e o deixava desconfortável.
  • O restaurante The Bar se tornou um verdadeiro ponto turístico, exatamente onde as sequências foram rodadas na cidade de Cape Girardeau, em Missouri, Estados Unidos.
  • Reese Witherspoon havia conseguido os direitos da adaptação do romance de Gillian Flynn em junho de 2012 e decidiu entrar como produtora através de sua própria companha, a Pacific Standard, visto que conseguiria interpretar Amy. Entretanto, depois de sua reunião inicial com Fincher, Witherspoon decidiu abandonar o posto, percebendo que não era a pessoa certa para viver a protagonista.

  • Para interpretar Amy, Pike pegou inspirações das performances de Nicole Kidman em ‘Um Sonho sem Limites’ e de Sharon Stone em ‘Instinto Selvagem’. Ela também estudou a personalidade Carolyn Bessette-Kennedy, esposa de John F. Kennedy Jr., para a linguagem corporal e para a personalidade indiferente.
  • A indicação ao Oscar de Melhor Atriz para Pike marcou a quarta vez consecutiva que Fincher dirigia uma performance nomeada para as categorias de atuação, precedida por: Brad PittTaraji P. Henson em ‘O Curioso Caso de Benjamin Button’Jesse Eisenberg em ‘A Rede Social’; e Rooney Mara em ‘Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres’.

  • Além de Witherspoon, Charlize TheronNatalie PortmanEmily BluntRooney MaraOlivia WildeAbbie CornishJulianne Hough foram consideradas para o papel de Amy Dunne. Enquanto isso, Brad PittJon Hamm foram cogitados para viver Nick Dunne.
  • O retorno de Amy a Nick, totalmente ensanguentada e caindo em seus braços, enquanto está rodeada de repórteres, é uma proposital e elaborada zombaria aos finais felizes.
  • Para compreender o personagem, Affleck pesquisou e estudou diversos homens que foram acusados de terem matado suas esposas. Ele prestou atenção particularmente a Scott Peterson.

10 Filmes para pedir alguém em casamento

O que você espera de um casamento? Será que serão sempre momentos de alegrias? Como suportar as dores e tristezas? Um vínculo estabelecido entre duas pessoas, nem sempre histórias de amor como nos filmes mas sempre na esperança.  Nessa matéria refletiremos sobre casamentos dentro do ponto de vista sentimental e da expectativa, lá do início, quando nos enchemos da certeza de que encontramos alguém para preencher diversas lacunas vazias do nosso coração.

Estabelecendo a regra de que se você assistir a um filme que tenha momentos felizes mas também momentos tristes dentro de relacionamentos, e no final, você acha que suportaria tudo aquilo que viu ou deseja de alguma forma arriscar para viver um grande amor, resolvemos criar a lista 10 Filmes para pedir alguém em casamento. Se você assistir a algum desses filmes e se sentir confiante mais ainda em oficializar uma relação, a hora é agora! Não perca tempo!

 

 

Loving

O casamento é o fim do romance e o começo da história. Dirigido pelo excelente cineasta Jeff Nichols (dos ótimos Midnight Special, Amor Bandido e O Abrigo) Loving fala, além de qualquer outra coisa, de maneira impactante, sobre o mais forte dos sentimentos humanos: o amor. O tom do filme é algo lindo, gera metáforas fabulosas mas sempre com uma verdade impressionante. As atuações dos protagonistas Ruth Negga e Joel Edgerton viram algo inesquecível, marcante. Exibido no Festival de Cannes, o longa possui alma e muita verdade também ao falar dos obstáculos que ambos precisam enfrentar por conta de seu casamento, numa época de muito preconceito em boa parte dos Estados Unidos.

Na trama, baseada em fatos reais e ambientado no final da década de 50 no Estado da Virgínia nos Estados Unidos, conhecemos o casal Mildred (Ruth Negga) e Richard (Joel Edgerton), dois seres humanos apaixonados que resolvem oficializar seu amor se casando quase que secretamente em uma cerimônia bem simples. Mas as autoridades do local onde vivem começam a persegui-los, pois, por serem um homem branco e uma mulher negra, naquela época o casamento entre eles, naquela cidade, era proibido. Assim, enfrentando todo um preconceito de uma região, eles irão enfrentar a todos sempre fortalecidos pelo maior de todos os sentimentos do mundo, o amor.

Loving é uma linda história de amor, com grandes atuações, uma direção primorosa que fala com toda a verdade sobre a luta contra um preconceito absurdo que existia (e infelizmente ainda existe) em alguns cantos do planeta.

 

Doentes de Amor

Não podemos acreditar no fim do amor. Exibido no Festival de Locarno anos atrás, a comédia dramática The Big Sick, no original, é uma daquelas gratas surpresas que aparecem ano após ano em nossa frente. Falando de um assunto bastante abordado em longas-metragens, o amor proibido por conta da religião e costumes de uma das partes, Doentes de Amor, título nacional desse projeto, possui peculiaridades que vão do roteiro baseado na história de vida do ator principal Kumail Nanjiani, que escreveu o roteiro com sua mulher, Emily Gordon, até atuações equilibradas e merecia uma chance de Oscar para a sempre excelente Holly Hunter, deslumbrante, e com um carisma que impressiona.

Produzido pelo famoso diretor Judd Apatow, o filme conta a história do indiano Kumail (Kumail Nanjiani), um jovem motorista de Uber que faz de tudo para entender os costumes e tradições de sua família e foge sempre que o assunto é sobre seu futuro como advogado. Kumail faz Stand Up pela cidade onde mora e em um desses shows acaba conhecendo Emily (Zoe Kazan), uma estudante por quem acaba se apaixonando perdidamente. Só que tudo vai por água abaixo quando Kumail termina com Emily por conta de sua família, que deseja que ele se case com uma indiana. Mesmo sofrendo muito, os dois seguem em frente, até Emily entrar em coma, e, assim, Kumail passa os dias a visitando no hospital e acaba conhecendo melhor a família dela, principalmente o pai Terry (Ray Romano) e a mãe Beth (Holly Hunter).

A emoção rola solta em muitos momentos. É impossível após as duas horas de filme você não sair apaixonado por essa história.

 

Podres de Ricos

Surpresas da vida modeladas aos exageros de um cinemão. Fenômeno surpreendente de bilheteria nos Estados Unidos, Podres de Ricos busca preencher a lacuna das boas comédias que assistimos de vez em quando no cinema. Baseado no livro de sucesso Crazy Rich Asians de Kevin Kwan, e dirigido pelo cineasta californiano Jon M. Chu (Truque de Mestre: o 2º Ato) o filme é uma grande sessão da tarde ao melhor estilo cinderela. O roteiro busca suas forças nos clichês, algo como aquela fórmula que já deu certo outras vezes, deixando pouca margem para suspiros mais profundos, mesmo assim funciona.

Na trama, conhecemos a feliz e inteligente professora de economia Rachel Chu (Constance Wu) que namora com o misterioso Nick (Henry Golding), de quem nunca conheceu a família. Certo dia e próximo de ser pedida em casamento sem saber, Rachel resolve aceitar o convite de Nick para viajar com ele para Singapura, onde irão juntos ao casamento do melhor amigo dele. Chegando lá, ela percebe que Nick é filho da família mais rica do país, herdeiro de uma fortuna inestimável e um dos solteiros mais cobiçados do lugar. Além de enfrentar toda a surpresa da revelação, precisará enfrentar as regras e desconfiança de Eleonor (Michelle Yeoh), mãe de Nick.

Melhor personagem e com certo ar de misteriosa, Eleonor, a mãe toda poderosa de Nick, sempre que em cena contribui para que o interesse chegue com mais força para a história que estamos sendo apresentados.

 

 

Long Story Short

A felicidade, suas portas e barreiras. Escrito e dirigido pela cineasta May el-Toukhy, Long Story Short explora o universo da amizade e das desilusões do ser humano através de personagens carismáticos e repletos de problemas em seus cotidianos. Dividido em arcos, ou como preferir, capítulos, que nos situam nos reencontros desse grupo de amigos, vemos as evoluções e felicidades, tristezas e alegrias desses desbravadores do viver. O roteiro é detalhista, explora o emocional dos personagens através de como esses agem em relação aos seus obstáculos.

Na trama, conhecemos um grupo de amigos formado, entre outros, por Ellen (Mille Lehfeldt), Rolf (Peter Gantzler), Anette (Trine Dyrholm), Maya (Danica Curcic) e Max (Jens Albinus) que se conhecem faz tempo, seja alguns sendo familiares outros amigos de longa data. A cada reunião da turma, seja no ano novo, em um casamento, em uma festa surpresa sem aniversariante, no verão, em um jubileu, cada um dos personagens está passando por fases diferentes. Um deles o primeiro casamento com ao que parece a mulher de sua vida, duas mulheres apaixonadas que pretendem adotar o primeiro filho, um marido que é praticamente rejeitado por sua esposa, uma das amigas é amante de um dos amigos. Ao longo do tempo vamos percebendo relativas mudanças nessas vidas, sempre com o desejo de dias melhores.

Long Story Short é a representação do ótimo cinema dinamarquês, que gosta de brincar com situações familiares, navega nas relações de amizade e deixa os personagens cheios de alternativas no processo as vezes complicado do sentir a emoção.

 

Um Caso de Amor

Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura. Ah, amor! Sempre ele envolvendo histórias no mundo do cinema. Será que há espaço e criatividade para escrever um roteiro um pouco diferente de tudo que já vimos? Buscando inovações na maneira de contar uma inusitada história de amor, o norte-americano Justin Long (que você já deve ter visto em muitos filmes) roteiriza, produz e atua no interessante A Case of You. Dirigido pela cineasta Kat Coiro, o filme é uma jornada de incertezas em busca do amor perfeito.

Na trama, conhecemos o escritor Sam (Justin Long). Um homem de meia idade, desiludido com seu trabalho, com poucos amigos, sem muitas pretensões na vida. Certo dia, resolve ir atrás de uma moça chamada Birdie (Evan Rachel Wood), por quem sempre teve uma queda, que trabalha em um café que ele sempre frequenta. Quando a mesma é demitida e ele perde contato, consegue com a ajuda de amigos descobrir o perfil dela no Facebook e assim, descobrir por onde ela anda e seus gostos e costumes. Sam então, embarca em uma viagem rumo ao amor.

O protagonista é bem problemático, isso fica bem claro para o espectador. Justin Long desempenha com eficácia esse papel que consegue com um carisma tímido conquistar o público. Birdie é uma daquelas personagens que poucas atrizes conseguem interpretar. Tinha tudo para ser sem graça e amarga mas com muita sutileza e charme, a Evan Rachel Wood mais uma vez consegue elevar a qualidade de um filme que trabalha. Que baita atriz essa! A história funciona exatamente porquê há química entre esses dois personagens.

 

A Walk on the Moon

Os indecifráveis códigos do amor. Debutando como diretor de longas-metragens no ano de 1999, com esse trabalho, o ator, produtor e cineasta Tony Goldwyn (o vilão do filme Ghost) tem o mérito de através das linhas do roteiro assinado pela ótima roteirista Pamela Gray, encontrar delicadeza e maturidade para mostrar conflitos e escolhas de uma mulher que faz reflexões sobre a vida de maneira introspectiva, tendo que optar ou não pela inconsequência e as certezas que encontra nas suas atitudes. O projeto conta com duas atuações fantásticas e emocionantes dos artistas Diane Lane e Liev Schreiber. Um filme que poucos conhecem e que merece ser encontrado.

Na trama, ambientada no verão do recheado ano de 1969 nos Estados Unidos, conhecemos Pearl (Diane Lane) e Marty (Liev Schreiber) um casal que vive seu cotidiano dentro da mesmice e que passa parte da estação mais quente do ano em uma espécie de retiro com outras famílias conhecidas. Ela é dona de casa enquanto ele conserta televisores para viver. Eles formam um belo casal, cheio de harmonia mas algo não está muito certo aos olhos de Pearl. Quando a protagonista conhece o caixeiro viajante, vendedor de blusas, Walker Jerome (Viggo Mortensen), desejos escondidos e uma vontade de imaginar e viver coisas diferentes da mesmice que vive ganham contornos dramáticos quando ela passa a ter um caso com Walker.

Inconsequência, liberdade limitada, woodstock. Com uma trilha sonora maravilhosa e bastante influente dentro dos contextos da história, A Walk on the Moon mostra um recorte atemporal de uma família com problemas no casamento, na relação pais e filhos, e como a maturidade pode ser fator importante para entendermos melhor as escolhas que fazemos.

 

Ruth & Alex

Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira. Dirigido pelo cineasta britânico Richard Loncraine o trabalho protagonizado pelos veteranos Morgan Freeman e Diane Keaton, Ruth & Alex tem o roteiro, assinado por Charlie Peters (Três Solteirões e uma Pequena Dama), baseado em uma obra de Jill Ciment. É uma delícia de filme, se desenvolve em sua essência a partir dos diálogos maravilhosos que levam a uma rápida empatia do público. Com ligeira lembrança com o clássico argentino Elsa e Fred, além de alguns outros bons filmes que falam sobre os encontros e desencontros da maneira madura do pensar, Ruth & Alex tem tudo para conquistar seu coração.

Na trama, conhecemos o artista Alex (Morgan Freeman), casado há cerca de 40 anos com Ruth (Diane Keaton) e que moram no mesmo edifício, sem elevadores, durante todo esse tempo.  Assim, de uma hora para outra, resolvem vender o apartamento e descobrir novos horizontes para viveram a parte final de suas vidas. Ao longo do filme, vamos conhecendo melhor o passado desses simpáticos velhinhos, como se conheceram, importantes decisões que tiveram que tomar e assim vamos entendemos melhor toda a personalidade que rege esse casamento vitorioso e recheado de amor.

5 Flights Up, no original, possui personalidade própria, além de possuir uma bela e conjunta atuação de dois gigantes do cinema mundial. Há um exalar de simpatia, típico dos filmes que chegam mais rápido em nossos corações, em cada parte deste belo trabalho.

 

Em Guerra por Amor

Como o humor e a crítica podem andar lado a lado numa tela de cinema. Pierfrancesco Diliberto, conhecido como Pif, um dos artistas mais famosos da Itália atualmente, dirige, roteiriza e protagoniza essa ótima comédia, Em Guerra por Amor (In Guerra per Amore), recheada de críticas sobre as ações dos Estados Unidos em um dos recortes dos aliados na segunda guerra mundial. De maneira debochada e muitas vezes brilhante, Pif e companhia transformam uma mera comédia italiana em um filme forte e contundente que explica de maneira bem trivial um olhar interessante sobre a maior de todas as guerras.

Na trama, ambientada no início da década de 40, conhecemos um jovem muito simpático chamado Arturo Giammaresi (Pierfrancesco Diliberto) que está apaixonado pela filha do dono do restaurante onde trabalha. Sem ter muitos recursos, sendo imigrante em uma terra que está prestes a entrar com mais força na segunda grande guerra, consegue que o amor de sua vida, que está com casamento marcado com outra pessoa, consiga viver feliz com ele caso o mesmo vá até a Sicília na Itália e peça a mão dela ao pai da jovem. Sem ter como custear uma viagem extremamente cara na época, consegue se alistar no exército norte americano, pois, os Estados Unidos está recrutando pessoas que querem lutar e que falem bem os dialetos locais na Itália. Assim, colocando a vida em risco, embarca em uma viagem de grandes descobertas em meio a uma guerra que deixou cicatrizes em todos os habitantes desse planeta além de consequências durante décadas para frente por conta do papel da máfia nessa chegada norte americana a Itália.

O romantismo não fica em segundo plano e Arturo ganha ajuda de coadjuvantes de luxo, e muito engraçados, como os amigos, um deles cego, que o ajuda a encontrar o pai de seu amor. Em Guerra por Amor é uma deliciosa comédia italiana, dentro de uma bela, inteligente e bem- humorada narrativa.

 

Complicações do Amor

O casamento deve combater incessantemente um monstro que devora tudo: o hábito! Chegou aos cinemas norte-americanos em agosto de 2014, The One I Love. Debutando na cadeira de diretor de cinema, o trabalho dirigido por Charlie McDowell possui um criativo, assinado por Justin Lader. Ao longo dos curtos 91 minutos de fita, consegue com criatividade e um toque de absurdos apresentar argumentos sólidos sobre a teoria do matrimônio. É uma bela visão sobre variáveis constantes que vemos na vida real quando pensamos ou ouvimos sobre casamentos.

Na trama, um casal em grave crise, resolve, após sugestão do seu misterioso psicólogo, embarcar em uma viagem para passar o tempo longe da cidade grande, em uma casa confortável, para ver se a relação deles engrena novamente. Chegando nesse agradável lugar, logo na primeira noite percebem que há algo muito estranho nesse lugar. Assim, descobrem o inusitado: Versões melhoradas deles vivem na casa de hóspedes! Assim, com vários diálogos interessantes, e situações peculiares, o casal tenta redescobrir o amor.

Uma das dezenas de peculiaridades da história é a presentar uma profunda abordagem, mesmo parecendo impossível na vida real, sobre as dificuldades de estar junto com alguém. Se desdobrando em dois papéis, os atores Mark Duplass e Elisabeth Moss conseguem deixar a trama com cara de suspense e aproximando o público de cada segundo do que vemos em cena.

 

Entre o Amor e a Paixão

Como não gostar de um casal que comemora o aniversário de casamento indo ao cinema? Com uma abertura detalhista, a rainha do drama Sarah Polley une Michelle Williams e Seth Rogen em um filme profundo em busca da verdadeira essência da felicidade, assim começamos falando do ótimo Entre o Amor e a Paixão.

Na trama somos apresentados a Margot e Lou, um casal muito simpático que enfrenta uma crise definida pela mesmice. O público é guiado para dentro desse relacionamento que logo fica exposto que há um tipo de solidão, tristeza que insiste em tomar conta do ambiente. Com a entrada de um novo vizinho na história, Margot não sabe o que fazer, se fica fiel ao marido que escreve livros sobre cozinhar frangos ou se entrega a uma paixão avassaladora.

Os atores estão muito bem. Seus personagens são intensos, apontados para o melodrama. Seth Rogen não consegue esconder seu lado cômico mas nesse trabalho diferente de alguns outros, vemos um gigante, engraçado, controlado e gentil. Melhor papel dele no cinema. Às vezes ingênua, às vezes sonhadora, a personagem de Michelle Williams fica a um passo da traição, do novo, da paixão. Medo de aeroporto, medo de estar entre duas coisas, tem até medo de ter medo. Mais uma excelente interpretação dessa jovem talentosa. O ator Luke Kirby (também muito bem em seu papel) é o outro ângulo desse triângulo. Seu personagem é um artista medroso que não consegue mostrar sua arte ao mundo e ganha a vida levando um carrinho de passeio na lagoa, até se apaixonar por sua vizinha.

O estilo meio paradão pode afastar alguns cinéfilos. Por isso o aviso: não corram! Deem uma chance dessa história chegar até você.

 

9 produções para conhecer a carreira de Mike Flanagan

Mike Flanagan ascendeu ao patamar de um dos realizadores mais interessantes do cenário do entretenimento contemporâneo – e, apoiando-se fortemente nas clássicas investidas do terror, calcou uma carreira recheada de ótimos títulos que merecem nossa atenção.

Apesar de ter feito sua estreia ainda em 2000 com o pouco conhecido ‘Makebelieve’, não foi até 2013 que começou a cair no gosto popular com o subestimado thriller O Espelho, estrelado por Karen GillanBrenton Thwaites. Desde então, lançou-se em diversos títulos de considerável aclame pelo público e pela crítica especializada, incluindo ‘Hush – A Morte Ouve’Jogo PerigosoDoutor Sono e, é claro, a antologia gótica formada por A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’.

Para celebrar sua prematura e já incrível carreira, separamos uma breve lista com 9 produções essenciais para conhecer o estilo de Flanagan.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu título favorito:

ABSENTIA (2011)

Antes de dominar o cenário mainstream, Flanagan aventurou-se com o não muito conhecido Absentia. O terror independente também deixou o roteiro e a montagem a encargo do realizador e recebeu diversas críticas positivas, principalmente pela história e pela densa atmosfera. Na produção, Courtney Bell estrela como uma mulher grávida cujo marido desaparecido reaparece depois de inexplicavelmente ter se ausentado por sete anos.

O ESPELHO (2013)

O subestimado terror psicológico O Espelho foi o responsável por começar a tornar o nome de Flanagan conhecido no cenário cinematográfico. A trama é centrada em Tim e Kaylie, dois irmãos traumatizados pela morte inexplicável dos pais. Quando Tim sai de um hospital psiquiátrico, após anos internado, ele tem certeza de que a causa da tragédia familiar é um grande espelho que acompanha a família há séculos. Cercados por fenômenos paranormais, os dois tentam provar que o objeto é o verdadeiro responsável pela sangrenta história de seus pais.

HUSH: A MORTE OUVE (2016)

A primeira das muitas colaborações de Flanagan com Kate Siegel, com quem se casaria no mesmo ano, foi ‘Hush: A Morte Ouve’. Celebrado pela originalidade e como uma das produções mais essenciais da carreira do cineasta, a história apresenta Maddie Toung, uma jovem escritora que vive isolada desde que perdeu sua audição quando era adolescente, se colando em um mundo de total silêncio. Porém, quando um rosto mascarado de um assassino psicótico aparece em sua janela, Maddie precisa ir além dos seus limites físicos e mentais para conseguir sobreviver.

OUIJA – ORIGEM DO MAL (2016)

‘Ouija – O Jogo dos Espíritos’ é considerado como um dos piores filmes da história; logo, quando foi anunciada uma sequência, muitos ficaram com o pé atrás – mas coube a Flanagan construir uma competente narrativa que recebeu inúmeros elogios da crítica internacional, principalmente em relação à história e à atmosfera. Na trama de ‘Ouija – Origem do Mal’, uma viúva e sua família resolvem utilizar um tabuleiro de ouija em seu falso negócio espiritual – e acabam convidando um espírito maligno que possui a filha mais nova.

JOGO PERIGOSO (2017)

Adaptações dos romances de Stephen King costumam não ser muito satisfatórios, mas esse não foi o caso de Jogo Perigoso. Com uma performance aplaudida de Carla Gugino, que também viria a trabalhar inúmeras vezes com Flanagan, a produção trouxe à vida o melhor do terror psicológico e contou a história de um casal em crise. Para salvar o casamento, eles decidem viajar a uma casa isolada, na intenção de passar um fim de semana romântico. O marido leva algemas e decide prender a esposa a cama. Ela hesita a participar do jogo erótico, mas aceita. No entanto, uma vez presa, o marido sofre um ataque cardíaco e morre. Presa à cama, sem ter a quem pedir socorro, ela luta pela sobrevivência enquanto se recorda de traumas na infância.

A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL (2018)

A primeira incursão de Flanagan no mundo seriado é considerada por muitos como a melhor investida de sua carreira, até hoje. A Maldição da Residência Hill, primeira temporada da minissérie de terror gótico, é uma pérola que merece ser apreciada em todos os seus elementos e é irretocável do começo ao fim. Na trama, Shirley (Elizabeth Reaser/Lulu Wilson), Theo (Kate Siegel/Mckenna Grace), Nell (Victoria Pedretti/Violet McGraw), Luke (Oliver Jackson-Cohen/Julian Hilliard) e Steven (Michiel Huisman/Paxton Singleton) são cinco irmãos que cresceram na mansão Hill, a casa mal-assombrada mais famosa dos Estados Unidos. Agora adultos, eles retornam ao antigo lar e são forçados a confrontar os fantasmas do passado, após o suicídio da irmã mais nova.

DOUTOR SONO (2019)

Na infância, Danny Torrance sobreviveu a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado pelos espíritos malignos do Hotel Overlook. Já adulto, traumatizado e alcoólatra. Danny se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospital local. Sua paz, porém, está com os dias contados a partir de quando cria um vínculo telepático com Abra, uma menina com poderes tão fortes quanto aqueles que ele bloqueia dentro de si.

A MALDIÇÃO DA MANSÃO BLY (2020)

Apesar de menos inspirada que ‘Residência Hill’‘A Maldição da Mansão Bly’ configura-se como uma ótima entrada à filmografia de Flanagan. Baseada no clássico conto ‘A Volta do Parafuso’, de Henry James, a história gira em torno da jovem Dani Clayton (Victoria Pedretti), que é contratada por Henry Wingrave (Henry Thomas) para trabalhar numa enorme e antiga mansão, cuidando de seus dois sobrinhos órfãos. Mas tudo se complica quando os irmãos Flora (Amelie Bea Smith) e Miles (Benjamin Evan Ainsworth) começam a apresentar um comportamento estranho.

MISSA DA MEIA-NOITE (2021)

A mais recente série de Flanagan o manteve na onda de reverenciamento pelos especialistas e pelo público geral. Tendo estreado nos últimos dias na NetflixMissa da Meia-Noite é uma poderosa reflexão sobre a vida e a morte e nos leva para a pequena comunidade insular da Ilha Crockett – que é marcada pelo retorno de um jovem condenado à casa e pela chegada de um misterioso padre que promete mudar por completo a mentalidade dos habitantes.

De ‘A Morte Pede Carona’ a ‘Aliens: O Resgate’ | Filmes de TERROR que Completam 36 Anos em 2022

Enquanto há 40 anos, tínhamos o que ficou conhecido como o auge do cinema slasher (com produções do estilo sendo lançadas a torto e a direito), cinco anos depois a situação já se mostrava diferente no cinemão Hollywoodiano. Isso só demonstra como as tendências mudam rápido na maior meca do cinema mundial. Há 36 anos, os estúdios, cineastas, produtores e artistas em geral buscam uma maior criatividade em seus projetos e não ficavam limitados a um tipo de filme repetitivo.

Voltando 36 anos no passado, o cinema entretenimento incluía de tudo um pouco no gênero do terror. A ciência era um ponto que falava alto, apresentando ficções científicas como ponto de partida para o medo e os sustos. Mas também tínhamos espaço para elementos sobrenaturais, assombrações, outras dimensões, psicopatas e vampiros. Fora isso, o slasher também dava as caras, mas modificado e mais esperto, acrescentando humor em sua narrativa – como veremos abaixo em alguns itens. Portanto, se prepare, esses são os filmes de terror que completam 36 anos em 2022. Confira e não esqueça de comentar.

A Morte Pede Carona

O saudoso Rutger Hauer será para sempre lembrado pelos trabalhos inesquecíveis que fez no cinema, como Roy Batty de Blade Runner (1982). Um dos mais memoráveis é o maníaco das estradas conhecido apenas como John Ryder. Ele é um caronista psicopata que transforma a vida do jovem interpretado por C. Thomas Howell num verdadeiro inferno após o protagonista ter a péssima ideia de lhe oferecer carona pela companhia. O filme assustou muitas crianças e adolescentes da época, e foi refilmado em 2007.

Criaturas

Na arte nada se cria e tudo se copia. No cinema, é claro, o mesmo se aplica. E aqui temos a maior e mais descarada “cópia” do sucesso Gremlins, da Warner. Acrescentando mais terror e menos clima família, as criaturas do título são alienígenas fugitivos que vêm parar na Terra, onde tocam o terror numa família fazendeira e numa pequena cidade rural, enquanto são caçados por seres interplanetários.

Psicose III

Sim, há 36 anos as salas de cinema já eram dominadas por inúmeras continuações de filmes de sucesso. E nem mesmo o icônico Norman Bates, um dos maiores vilões da sétima arte, escapou de retornar em novas sequências. Psicose (1960), clássico imortal de Alfred Hitchcock, já havia ganhado sua primeira continuação em 1983, e aqui a história do assassino, novamente vivido por Anthony Perkins, chegava na terceira parte. Passado apenas um mês após o anterior, a história mostra Norman se apaixonando por uma freira, o que enfurece sua “mãe”. Perkins também dirige o longa.

Aliens – O Resgate

Começamos a lista com um filme que foi também um dos maiores sucessos de crítica e bilheteria de 36 anos atrás no cinema. Alien – O Oitavo Passageiro (1979) é até hoje citado como marco da ficção científica e influente no cinema de monstro espacial. Quase dez anos depois, o diretor James Cameron realizava algo raro: uma continuação que é ainda melhor que seu original! Desta vez é guerra! E Sigourney Weaver retornava ao lado de militares fortemente armados para combater não um, mas um planeta infestado de xenomorfos – além, é claro, da infame Rainha. Inesquecível.

A Mosca

Aqui temos mais um item especial na lista. O filme é na verdade a reimaginação do clássico A Mosca da Cabeça Branca, filme B de ficção científica de 1958. Aqui, David Cronenberg consegue realizar uma das poucas refilmagens que superam em muito o seu original. Jeff Goldblum vive um cientista genial e egocêntrico que cria uma máquina de teletransporte. Ao usar a si mesmo como cobaia, o acaso entra em jogo e ele termina misturado ao DNA de uma mosca, criatura na qual aos poucos vai se tornando. A definição de nojeira foi atualizada com este filme.

Poltergeist II – O Outro Lado

Poltergeist – O Fenômeno (1982) se tornou um sucesso de bilheteria, mas causou certa controvérsia quando o diretor Tobe Hooper afirmou que quem dirigiu o filme na verdade foi o produtor Steven Spielberg. Seja como for, ambos se mantiveram afastados desta continuação, mas que trouxe todos os membros da família Freeling de volta, incluindo a pequena Carol Anne (Heather O’Rourke) para mais um round contra espíritos malignos em sua nova casa.

Noite de Arrepios

Filme cult por excelência, este longa passou em branco desmerecidamente nos cinemas, mas conquistou muitos fãs em suas exibições na TV aberta nos anos 80/90. É até meio difícil descrever a história, que mistura de tudo um pouco, sendo um prato cheio para quem curte terror, aventura, romance, suspense e comédia. Temos lesmas alienígenas possuindo os corpos de jovens universitários, os transformando em zumbis. Ao mesmo tempo, um policial veterano é atormentado por um psicopata do passado. Diversão garantida.

A Noite das Brincadeiras Mortais

Outro filme cult e subestimado, este longa subverte o que vinha sendo feito dentro dos filmes slasher de uma forma totalmente inusitada e divertida. Um grupo de amigos planeja um fim de semana na casa de praia de uma delas numa ilha remota. No local, a anfitriã preparou um fim de semana repleto de brincadeiras e pegadinhas, com a promessa de boas risadas. Mas o que acontece quando essas brincadeiras começam a ficar cada vez mais sérias, até resultar em algumas mortes.

 

Sexta-Feira 13: Parte 6 – Jason Vive

Durante toda a década de 1980, a franquia Sexta-Feira 13 reinou, clamando seu posto no monte dos filmes slasher. Há 36 anos, a série chegava ao seu sexto filme. Como Jason havia morrido de vez no quarto filme (chamado Capítulo Final) e os fãs não gostaram muito do que foi feito com o quinto, a solução foi levantar o maníaco do túmulo neste sexto longa. Fora isso, Jason Vive é o que mais brinca com o gênero acrescentando humor autorreferente em sua narrativa. Justamente por isso, se tornou um dos preferidos dos fãs.

A Maldição de Samantha

Dirigido por Wes Craven este é um filme que assustou os jovens na época, porém, envelheceu mal e basta uma segunda olhada hoje para perceber que causará mais risadas do que medo. A trama fala sobre abuso doméstico, quando um pai alcóolatra termina matando sua própria filha, a loirinha Samantha (Kristy Swanson). Um rapaz apaixonado por ela, a traz de volta na forma de uma menina robô assassina.

O Rock do Dia das Bruxas

 

Outro que marcou época em suas exibições na TV aberta no início dos anos 90. Aqui, um jovem sofre bullying no colégio e sua única válvula de escape é o cantor de rock de quem é fã e ama ouvir as músicas como fuga da realidade. Quando o roqueiro morre, ele fica desolado. Mas o músico retorna do além como uma assombração e decide se vingar dos valentões para o fã.

Vamp – O Filme

O chamariz aqui é a presença da musa da década de 80, a modelo negra Grace Jones, que interpreta uma vampira sedenta pelo sangue de jovens universitários em busca de strippers para seus amigos. O filme tem uma trama similar e pode ter servido de inspiração para Um Drink no Inferno. No elenco, Dedee Pfeiffer, irmã mais jovem de Michelle Pfeiffer.

 

O Massacre da Serra Elétrica 2

Após o sucesso de O Massacre da Serra Elétrica (1974), um dos “pais” do cinema slasher americano, o estúdio Cannon Films queria replicar tal sucesso agora em sua empresa, para isso contratou o mesmo diretor Tobe Hooper para desenvolver a continuação. O cineasta, no entanto, não queria se repetir, e criou uma segunda parte que mais parece uma viagem de ácido passada em Twin Peaks.

Link – O Animal Assassino

Por falar em atrizes famosas saídas da década de 80, aqui temos estrelando ninguém menos que Elisabeth Shue, dois anos após Karatê Kid. Aqui temos um exemplar de filme de animais assassinos. Shue interpreta uma jovem assistente de um cientista (Terence Stamp) que faz experiências com macacos. Ambos acabam se tornando alvo dos animais quando estes ficam descontrolados.

Chopping Mall

Outra pérola máxima saída dos anos 80, com uma trama altamente absurda e justamente por isso amamos. Num shopping de luxo (era a época do auge deles), a segurança do local testa um novo sistema revolucionário: robôs guiados por inteligência artificial para tomar conta do estabelecimento à noite. Um grupo de funcionários engraçadinhos decide dormir no local e fazer festa. Eles terminam se tornando alvo dos robôs assassinos.

Invasores de Marte

O diretor Tobe Hooper firmou uma parceria duradoura com a Cannon Films durante a década de 80. No mesmo ano em que ele lançava O Massacre da Serra Elétrica 2 com o estúdio, ganhava sinal verde também para um novo filme sobre extraterrestres chegando à Terra, com intenções não muito boas.

 

Comboio do Terror

Por falar em máquinas descontroladas, caçando e matando humanos, aqui temos uma história assim saída da mente de ninguém menos que Stephen King. E não apenas isso, desta vez o autor decidia colocar a mão na massa, dirigindo ele mesmo o filme. Na trama, um cometa passa pela Terra e dá vida para todas as máquinas do planeta, sejam carros, geladeiras ou facas elétricas. E logo, os humanos liderados por Emilio Estevez se tornam alvo desta rebelião.

Do Além

O diretor Stuart Gordon se tornou o nome no cinema quando pensamos em adaptações do autor H.P. Lovecraft nos anos 80. Em 1985, ele havia comandado Re-Animator: A Hora dos Mortos-Vivos. E logo no ano seguinte entregava este Do Além, novamente abordando cientistas brincando de Deus e gerando consequências terríveis e sobrenaturais em seus experimentos.

Demons 2 – Eles Voltaram

Agora temos um terror italiano na lista – gênero que o país é especialista igualmente. Apresentado, escrito e produzido pelo mestre Dario Argento, Demons – Filhos das Trevas (1985) mostrava uma maldição ocorrendo durante a exibição de um filme misterioso num cinema, transformando espectadores incautos em zumbis demoníacos. A sequência era lançada logo no ano seguinte, novamente com Argento em tais funções, e movendo a trama para um grande prédio residencial.

Bonecas Macabras

Por falar no diretor Stuart Gordon, os anos 80 foram realmente sua era de ouro no cinema. Aqui o cineasta lançava ainda outro filme no mesmo ano, esse sem uma história de Lovecraft. Aqui, Gordon voltava-se para bonecas mortais. Na trama, uma família em meio a uma tempestade se vê obrigada a buscar abrigo numa casa. O local é a moradia de um fabricante de bonecas. Lá, eles irão se deparar com forças sobrenaturais que garantem vida aos pequenos objetos.

Troll – O Mundo do Espanto

Assim como Jennifer Aniston, estrela de Friends, iniciou sua carreira com o terror “tosco” O Duende (1993), outra atriz famosa da TV havia seguido o mesmo caminho antes. Julia Louis-Dreyfus ficou imortalizada pelo papel de Elaine em Seinfeld, antes de seguir para outras séries famosas. Aqui, ela iniciava sua carreira num filme de terror que fala sobre criaturas mágicas como duendes e bruxas, vivendo em um prédio de San Francisco.

 

A Visão do Terror

Outro cult por excelência, esse filme mistura dois elementos que chegavam com tudo nos anos 80. Primeiro, na parte técnica, a década nos trouxe efeitos práticos de cair o queixo, que seguem muito melhores que os efeitos visuais de computadores – datados rapidamente. Segundo, era o advento das TVs por satélite, que é o mote para a trama. Uma família está toda feliz com sua nova antena – porém, o sistema começa a captar algo que não são os canais e abre um portal para outra dimensão.

Produtor revela ter ODIADO reviravolta do reboot de ‘Halloween’

Em entrevista ao CBR, o produtor Ryan Freimann revelou ter odiado a controversa reviravolta envolvendo o Dr. Sartain no reboot de ‘Halloween‘ (2018), afirmando ter tentado remover essa narrativa do roteiro.

“Inicialmente, havíamos tomado a decisão de filmar os dois filmes seguintes simultaneamente. Essa decisão aconteceu antes da pandemia de COVID. Por causa disso, tivemos muitas dificuldades e contratempos. Nosso objetivo era continuar a narrativa, mas confesso que nunca fui um fã da reviravolta envolvendo o Dr. Sartain no filme de 2018. Eu lutei muito para removê-la, mas eu era a minoria.”

Ele completa, “Porém, após as reações do fãs, tivemos a chance de reformar algumas dessas narrativas. Acredito que foi bom ter esse tempo para refletir sobre o que funcionou no reboot e o que não deu certo. Nós estamos trabalhando duro na produção de ‘Halloween Ends’.”

Para promover o vindouro lançamento de ‘Halloween Ends‘ – que estreará simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming do Peacock –, o terror ganhou um novo cartaz que destaca o confronto final entre a Laurie Strode e o Michael Myers.

Confira:

Vale lembrar que, no Brasil, o terror segue agendado para o dia 13 de outubro.

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

 

QUE LINDO! Casa do lago de Tony Stark em ‘Vingadores: Ultimato’ pode ser alugada pelo Airbnb

Os fãs de ‘Vingadores: Ultimato’ poderão matar as saudades da produção, se hospedando na casa do lago de Tony Stark. A residência alugada para as gravações do longa está disponível no Airbnb, com o valor da diária equivalente a R$ 1.300.

A casa, que está a 30 minutos de distância de Atlanta (Georgia), fica “no meio da bela Fazenda Bouckaert e casa do espetáculo equino de Chattahoochee Hills”. A residência possui três quartos, com três banheiros e pode acomodar até seis pessoas.

Desde a estreia de ‘Vingadores: Ultimato‘, a casa começou a ter um destaque maior, principalmente quando as pessoas descobriram que ela havia sido usada para o capítulo final da história de Tony Stark. O local tem um papel crucial na narrativa do herói, além de ter sido a locação usada para as gravações do velório do personagem.

Confira algumas das imagens da casa:

Caso você tenha interesse em conhecer ou alugar o imóvel, clique aqui. Mas fique atento às datas, pois o espaço está reservado em quase todos os dias dos próximos meses!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr.Chris EvansMark RuffaloChris HemsworthScarlett JohanssonJeremy RennerDon CheadlePaul RuddBrie LarsonKaren GillanDanai GuriraBradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

10 Seriados que são pouco BADALADOS mas que prendem nossa atenção!

Não é de hoje que o universo das séries vem dominando cada vez mais os diversos streamings que tem no Brasil e no mundo. Mas com tanto conteúdo, às vezes fica difícil conseguir assistir a tudo ou mesmo saber sobre todos os projetos que só crescem em quantidade a cada ano. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 Seriados que são pouco badalados mas que prendem nossa atenção para servir como possíveis dicas para você leitor que adora essa universo das séries:

 

Operação Ecstasy (Netflix)

Partindo de uma operação policial (baseada em fatos reais), um enorme e complexo ramo dramático inextricável, ao longo dos dez episódios da primeira temporada do seriado belga-holandês Undercover, ou Operação Ecstasy no Brasil, é criado seguindo o caminho de outras boas produções do gênero mas sempre tentando ter sua identidade e reflexões próprias. Disponível na Netflix, consegue colocar uma carga bem densa na profundidade que atinge nos fazendo a todo tempo perguntas sobre quais são os limites mesmo você estando do lado certo da lei. Interessantíssimo seriado que até ganhou um filme Spin-off chamado Ferry (o vilão desse seriado), também disponível na líder dos streamings. Já possui segunda temporada.

 

O Inocente (Netflix)

Quando as interseções da vida surpreendem mais do que o habitual. Criado pelo roteirista e diretor espanhol Oriol Paulo, O Inocente, seriado disponível na Netflix, nos apresenta em sua primeira temporada um engenhoso roteiro que paralela duas profundas histórias refletindo pelo caminho questões sobre o perdão, a vingança, a corrupção na força policial. A questão da ótica e as estradas da vida que se encontram é feito arriscando deixar detalhes importante a todo instante mas que acaba apresentando um desfecho satisfatório com margem para mais temporadas. O elenco é ótimo, destaque para Mario Casas, Jose Coronado, Aura Garrido e Alexandra Jiménez.

 

Normal People (Starzplay)

Quando o amor traduz as lacunas complexas do vazio existencial. Baseado no livro de grande sucesso da escritora irlandesa Sally Rooney, Normal People, disponível no Starzplay, nos apresenta a saga de um platonismo as vezes reverso entre dois jovens, através de um período de tempo importante em suas vidas. Caminhamos junto com os personagens rumo às mágoas, as derrapadas, o pânico, o caos social, a maturidade precoce, a imaturidade tardia, são cerca de 30 minutos divididos em 12 episódios que desejamos que nunca acabem. A minissérie, envolvente, intensa, que conta com uma fabulosa trilha sonora, foi indicada a quatro Emmys, sendo alguns episódios dirigidos pelo competente cineasta Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack, Frank).

 

Truth be Told (Apple TV)

Quando muita coisa não convence mas pelo menos prende nossa atenção. Disponível na Apple Tv, a primeira temporada de Truth be Told (já com a segunda temporada em andamento) possui uma trama embaralhada nos longos oito episódios, parece que muitas informações se transformam em mais do mesmo sem mudar tanto assim a ótica dos personagens. Prende pelo fato da curiosidade humana, de querermos saber o que diabos aconteceu no dia do assassinato, epicentro da trama, e suas verdades escondidas em contradições mais que evidentes. A ótima e vencedora do Oscar Octavia Spencer é a protagonista, tendo Aaron Paul (Breaking Bad) na pele de um personagem central da trama que se desenvolve através de investigações de um crime de quase duas décadas atrás.

 

Absentia (Amazon)

O desespero de uma nova vida dentro de uma mesma realidade. Protagonizada por Stana Katic (Castle), Absentia tem um dos roteiros mais complicados das séries de mistérios com tiro porrada e bomba da atualidade, mesmo assim coloca uma pulga atrás da orelha do espectador pois os episódios da primeira temporada parecem a todo tempo nos fazer várias perguntas que obviamente surgem entre em uma revelação e outra, deixando a incógnita se teremos respostas ao fim dessa jornada. Uma agente do FBI, um sumiço de anos, uma frenética volta ao convívio aos seus conhecidos e o paradigma das escolhas, isso tudo dento de um background de um assassino misterioso. Pra quem gosta de maratonar uma série com muitas surpresas, Absentia pode ser uma boa dica.  Tem na Amazon Prime as três temporadas.

 

Doze Jurados (Netflix)

Um ninho de estratagema em busca da moral da história. Dos showrunners Sanne Nuyens e Bert Van Dael está disponível no vasto catálogo da Netflix brasileira o intrigante seriado belga Doze Jurados (De Twaalf, no original). Diferente de alguns outros dramas que envolvem júris, acusações e assassinatos misteriosos, nesse projeto vemos o foco máximo na vida detalhada da maior parte dos jurados que compõe um júri popular de um caso com grande repercussão nacional. O que impressiona é a qualidade do roteiro mesmo colocando seu assunto principal em plano de fundo na maioria dos episódios, consegue prender a atenção mesmo assim. Ao longo dos apurados doze episódios, vemos problemas de todo tipo nesse júri: relacionamento psicologicamente abusado de marido para esposa, um solitário senhor que não consegue entender as novas realidades que o cercam após o falecimento da esposa, um dono de construtora envolvido em um caso fatal de um trabalhador do seu staff ilegal, um pai rigoroso que não entende sua filha adolescente, entre outros. É uma série que muitos podem achar arrastada pela sua riqueza de detalhes e talvez até lenta demais em alguns momentos mas a curiosidade pelos desfechos serão de muita importância para você se convencer a seguir em frente e a maratonar.

 

Contos do Loop (Amazon)

Tá pra ser adicionada ainda nos mais famosos streamings que temos disponível no Brasil um seriado tão sensível e metafórico que aborda a existência, os erros e os acertos de forma tão detalhista e humana. Contos do Loop, Tales From The Loop no original, disponível no bom catálogo da Amazon Prime, é inspirada na obra do artista e designer sueco de 36 anos Simon Stålenhag. Uns dirão ser lenta, outros talvez dirão que não conseguem invocar a paciência necessária para absorver toda a mágica desse projeto. Mas com certeza quem consegue se conectar acaba embarcando em uma jornada tão rica pela alma humana que fica impossível não sair mexido com tantos retratos impactantes e poéticos que conferimos ao longo dos extensos e extremamente competentes oito episódios da primeira temporada.

 

The One (Netflix)

E se o amor for uma definição do destino e genética? Usando e abusando entre o possível e o imaginativo, distância quase sempre sem possibilidade de medição por conta do avanço tecnológico que o mundo se acelera a cada dia, The One, série britânica disponível na Netflix, nos questiona sobre o amor e suas formas de encontrar uma alma gêmea nos apresentando também a ambição personificada por uma vilã bem definida, quase implacável, que faz de tudo para não quebrar qualquer princípio razoável do seu egoísmo, destaque para sua intérprete a atriz Hannah Ware. Repleto de polêmicas, esse seriado, pode ser que agrade muito a alguns e nada a outros.

 

Tribes of Europa (Netflix)

Um grupo sempre vai se sobrepor a individualidade. Imaginando um universo modificado por guerras tecnológicas que transformaram países em tribos espalhadas pelo planeta, Tribes of Europa é uma imaginativa distopia que mistura um pouco de Jogos Vorazes com alguns filmes de sci-fi resultando em uma saga dividida por três vertentes (no caso, três irmãos) onde a cada episódio vamos entendendo melhor os mistérios (e são muitos!) desse mundo tão diferente dos dias atuais. Criado pelo showrunner alemão Philip Koch, a série empolga em alguns momentos mesmo sendo ainda muito confusa nessa primeira temporada de apenas seis episódios.

 

Your Honor (Paramount+)

O obscuro universo das escolhas éticas em meio a dramas familiares. Criado por Peter Moffat e baseado em uma série israelense chamada Kvodo, Your Honor tem intensos 10 episódios, em sua primeira temporada, e que ao longo de sua trajetória abre inúmeras portas de possibilidades através da eminência, do conflito entre duas famílias, representadas pelos pais. Mesmo buscando profundidade até mesmo onde poderia ser objetivo na superfície, o caminho até o clímax é lento e sempre deixando atento para o espectador, pequenas dicas sobre os destinos. Bryan Cranston e Michael Stuhlbarg, dois dos maiores atores da atualidade comandam o embaralhado castelo de cartas que é descontruído pela inconsequência dos atos de seus perigosos (cada um a seu estilo) personagens. Já renovada para uma segunda temporada.

Produtora revela o POLÊMICO motivo da saída de Patrick Dempsey da série ‘Grey’s Anatomy’

Em um artigo publicado pelo The Hollywood Reporter, a produtora Lynette Rice quebrou o silêncio e revelou o verdadeiro motivo da saída de Patrick Dempsey, que interpretava o Dr. Derek Shepherd, na 11ª temporada da série ‘Grey’s Anatomy‘.

“Houve um problema nos bastidores. Não foi nada sexual, mas ele estava aterrorizando os bastidores da série. Alguns membros do elenco tinham desenvolvido estresse pós-traumático por causa dele. Ele tinha um grande poder nos bastidores, onde ele podia parar as filmagens e intimidar as pessoas. A emissora e o estúdio tiveram que comparecer e conversar com ele.”

Ele completa, “Acho que ele estava cansado da série. Ele não gostava de inconveniência de aparecer todos os dias e ter que trabalhar. Ele e a Shonda [Rhimes] não se suportavam. Havia alguns momentos em que a Ellen [Pompeo] ficava frustrada com o Patrick. Para ela, era muito importante que as coisas fossem justas. Ela não gostava quando ele reclamava sobre trabalhar muito quando ela tinha o dobro de cenas para gravar.”

De acordo com o TVLine, Ellen Pompeo terá sua participação reduzida na 19ª temporada – resultado do seu novo contrato para retornar à produção.

O site afirma que a atriz vai aparecer em “caráter limitado” em apenas 8 episódios. Isso representa menos da metade dos episódios produzidos para o próximo ciclo – que contará em torno de 20-23 episódios.

Pompeo, no entanto, continuará como produtor executiva e narrativa todos os episódios.

Vale lembrar o próximo ciclo apresentará cinco novos residentes – provavelmente mudando o foco da produção para uma nova geração –, incluindo Harry Shum Jr., Adelaide Kane, Midori Francis, Alexis Floyd e Niko Terho.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 6 de outubro.

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood, Anthony Hill e Scott Speedman.

Confira as estreias de Setembro de 2022 do Amazon Prime Video

O Amazon Prime Video anunciou os filmes e séries que vão integrar seu catálogo a partir de setembro de 2022. O grande destaque, claro, é a série original de O Senhor dos Anéis. Mas outros destaques, como o remake de Boa Noite, Mamãe também roubam a cena. Confiram as estreias desse mês!

Já disponíveis:

All For Her
Fatal Following
Missing and Alone
O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder (Primeira Temporada)

A série mais cara da história enfim estreou no Amazon Prime Video. Já estão disponíveis os dois primeiros episódios. A partir da próxima semana, toda sexta-feira será lançado um novo capítulo. E seguirá assim até o dia 14 de outubro. A produção adapta o universo fantástico criado por Tolkien e se passa antes das trilogias da Terra Média nos cinemas.

 

9 de setembro

Flight Risk
Segredos do Passado

10 de setembro

Licorice Pizza

Dirigido por Paul Thomas Anderson, Licorice Pizza deu o que falar na última temporada de premiações. A história acompanha dois amigos que se conhecem desde mais jovens e começam a se gostar, mas não assumem. Conforme o tempo passa, eles vão seguindo seus caminhos, enquanto  o rapaz inicia sua carreira de ator e tenta trazer seu primeiro amor para junto dele em plena década de 1970.

15 de setembro

Salve-se Quem Puder
A Subida
Um Caso de Detetive

16 de setembro

Um Assunto Privado (Primeira Temporada)

Essa série original Prime Video se passa na Espanha dos anos 40 e acompanha uma menina de alta classe que decide investigar os casos de um serial killer junto ao seu fiel mordomo.


Goodnight Mommy

Remake americano do clássico do terror europeu, Goodnight Mommy conta a história de gêmeos que vão passar uma temporada com sua mãe, que acabou de sofrer um acidente terrível. O problema é que coisas estranhas começam a acontecer e os gêmeos acreditam que a mãe está envolvida nisso.

23 de setembro

Manhãs de Setembro – 2ª Temporada

A série de cinco episódios conta a jornada de uma mulher trans, Cassandra (Liniker), que deixou sua cidade natal e decidiu não fazer concessões para se tornar o que sempre quis ser: uma mulher livre e independente.

28 de setembro

Como Sobreviver Entre Irmãos – 2ª Temporada

 

30 de setembro

Conspiração Explosiva

O Exorcismo da Minha Melhor Amiga

Inspirado no livro de mesmo nome, o filme acompanha duas melhores amigas que se veem numa situação pra lá de estranha: uma delas vai nadar à noite e acaba sendo possuída por um demônio. Então, sua melhor amiga começa a perceber seu comportamento estranho e vai tentar usar o poder da amizade para exorcizar a menina.

Loja Prime Video

Confira também os filmes que ficarão disponíveis para aluguel:

Top Gun: Maverick (6/9);
O Telefone Preto (8/9);
DC Liga dos Super Pets (11/9);
A Fera (29/9).

Canais:

Discovery+:

House of Hammer: Segredos de Família (já disponível);
Desafio em Dose Dupla (10/9);
Largados e Pelados – A Tribo – Temporada 7
(25/9);

Paramount+:

Honor Society (16/9);
O Conto da Aia (18/9);

Starzplay:

The Serpent Queen (11/9).

 

“Eu queria desaparecer”, Brendan Fraser fala sobre como foi interpretar homem com 270 quilos em ‘A Baleia’

Brendan Fraser, astro de 53 anos, falou a respeito da sua transformação para protagonizar ‘The Whale‘ (‘A Baleia’), filme dirigido por Darren Aronofsky e produzido pela A24.

O ator engordou e usou próteses para interpretar um personagem com 270 quilos.

Fraser, que há anos não estrela um grande filme em Hollywood, revelou que queria “desaparecer” para dar vida ao personagem.

“Se não há risco, então por que se incomodar? Quero aprender com as pessoas com quem estou trabalhando neste momento da minha carreira. Eu tive tanta variedade, muitos altos e baixos, então o que eu quero, na segunda metade do meu tempo fazendo isso, é sentir que estou contribuindo para o ofício e estou aprendendo com isso. Esta é uma excelente oportunidade. Eu queria desaparecer na tela. Minha esperança era que eu me tornasse irreconhecível.” 

O filme de Aronofsky é adaptado de uma peça de Samuel D. Hunter que se concentra na vida de um homem de 270 quilos chamado Charlie, que procura se reunir com sua filha adolescente depois de abandonar sua esposa e filho por um amante gay. Charlie tornou-se obeso mórbido depois de desenvolver um transtorno alimentar compulsivo para lidar com a morte de seu amante.

A produção terá sua primeira exibição no próximo dia 04 de setembro, no Festival de Veneza, e depois será lançado nas telonas em 09 de dezembro. No Brasil, nenhuma data foi confirmada.

Aronofsky é conhecido por seus densos e críticos filmes que, normalmente, são alvo de diversas controvérsias. Seus trabalhos mais reconhecidos são ‘Réquiem para um Sonho’, que trouxe Marlon Wayans, Jennifer Connelly, Jared Leto e Ellen Burstyn em uma trama sobre vício em drogas; ‘Cisne Negro’, estrelado por Natalie Portman e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor.