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‘Little Demon’: O diabo vira pai no trailer da nova série animada do criador de ‘Rick e Morty’

O FX divulgou o primeiro trailer da série animada ‘Little Demon‘, criada por Dan Harmon (‘Rick e Morty’).

Confira:

A produção vai estrear oficialmente no dia 25 de agosto.

Treze anos após ter engravidado do Diabo (Danny DeVito), uma mãe (Audrey Plaza) relutante e sua filha (Lucy DeVito) anticristo tentam viver uma vida comum em Delaware, mas são constantemente atormentados por forças monstruosas, incluindo Satã, que quer a custódia da alma de sua filha.

Darcy Fowler, Seth Kirschner e Kieran Valla também são responsáveis pela criação da série.

Showrunner quer o retorno de James Gunn na 4ª temporada de ‘Harley Quinn’

Em entrevista ao Insider, o showrunner Patrick Schumacker declarou querer o retorno de James Gunn na 4ª temporada da série animada ‘Harley Quinn‘.

O cineasta participou do terceiro ciclo, interpretando uma versão de si mesmo. Na série, ele é um diretor aclamado e premiado que está dirigindo uma biografia do Thomas Wayne, que é estrelada pelo Billy Bob Thornton.

“Nós adoraríamos que o James Gunn retornasse [para a 4ª temporada], se tivermos sorte suficiente para sermos renovados. Seria incrível. Nós sabíamos que ele era um fã da série. Ele havia tweetado sobre a série – só coisas positivas. Nós havíamos planejado uma narrativa envolvendo uma cinebiografia culta do Thomas Wayne, e pensamos no James porque ele dirige blockbusters, que são o contrário disso. Nessa série, ele é como um Scorsese e faz coisas mais sérias.”

Eles completam, “Eu entrei em contato com ele, nunca imaginando que ele iria responder. Ele me respondeu quase imediatamente, topando a proposta. Dentro de algumas semanas, eu pude dirigir sua dublagem. Fizemos isso de forma remota, pois ele estava em Vancouver dirigindo ‘Pacificador’. Nós passamos uma hora juntos online, e foi incrível.”

Criada por Paul DiniBruce Timm, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

A trama segue as aventuras de Arlequina após romper com o Coringa e começar a trabalhar sozinha. Com a ajuda de Hera Venenosa e uma equipe desorganizada de rejeitados da DC, ela tenta ganhar um lugar na maior mesa de vilões: a Legião do Mal.

A produção também conta com as vozes de Lake Bell, Alan Tudyk, Tony Hale, Ron Funches, Jason Alexander e JB Smoove.

Kate Bosworth é uma vampira SINISTRA no trailer de ‘House of Darkness’, reimaginação de ‘Drácula’

O terror ‘House of Darkness‘, uma reimaginação do clássico ‘Drácula‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Neil LaBute (‘O Sacrifício’) é responsável pela direção.

“Dirigindo para a casa isolada de uma mulher que ele conheceu em um bar, um jovem acredita que seu encontro será apenas mais uma pegação casual. Enquanto se conhecem, o flerte entre eles aumenta de forma sexy e sinistra.”

Justin Long (‘Olhos Famintos’) e Kate Bosworth (‘O Sono da Morte’) estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 13 de setembro.

‘I Am Groot’: Personagem está mais ADORÁVEL do que nunca nas novas imagens da série; Confira!

A Marvel Studios divulgou um novo lote de adoráveis imagens da vindoura série animada ‘I Am Groot‘, que chega ao catálogo da Disney+ em 10 de agosto.

A produção conta com o retorno de Vin Diesel dando voz ao personagem em um compilado de curtas-metragens focado no Bebê Groot.

Confira as imagens, junto com o trailer e os cartazes:

James Gunn, diretor da franquia original, entra como um dos produtores executivos da série.

Ainda não se sabe se outros personagens da saga irão aparecer na seleção de curtas, mas acredita-se que Drax (Dave Bautista) dê as caras em alguns episódios.

Lembrando que o terceiro volume de Guardiões da Galáxia está confirmado para chegar aos cinemas no dia 23 de maio de 2023, com o retorno de Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki e Will Poulter.

Retorno de Ben Affleck como Batman em ‘Aquaman 2’ REVIVE teorias sobre a continuação do SnyderVerse

Desde a estreia do Snydercut de ‘Liga da Justiça‘, os fãs da DC vêm apostando na campanha #RestoreTheSnyderVerse, na esperança de que a Warner Bros dê continuidade ao universo construído pelo diretor Zack Snyder.

No entanto, durante a última San Diego Comic-Con, o quadrinista Jim Lee, responsável por diversas colaborações com a DC, afirmou que o estúdio não tem planos de ouvir os fãs.

Além disso, a ausência de um anúncio sobre o retorno de Henry Cavill como Superman acentuou o desânimo do público.

Mesmo assim, depois que Jason Momoa anunciou que Ben Affleck vai retornar como Batman em ‘Aquaman e o Reino Perdido‘, as teorias sobre a continuação do SnyderVerse estão mais vivas do que nunca.

Confira as reações:

Jim Lee, uma semana atrás: ‘Não há planos para o SnyderVerse seguir em frente’. Ben Affleck:

Ben Affleck voltando como Batman em ‘The Flash’ e agora em ‘Aquaman 2‘… Há rumores de que Henry Cavill iria aparecer na SDCC para algo relacionado ao Superman, mas não foi porque pegou Covid… Será uma restauração do SnyderVerse?”

Em tom de ironia, outro usuário escreveu:

Ben Affleck não quer interpretar Batman. Seja solidário com ele. Não maltrate ele. Siga em frente. SnyderVerse está morto. Ah, mano.”

“A continuação do SnyderVerseBen Affleck e Jason Momoa tiram foto no Instagram praticamente confirmando seu papel como Batman em ‘Aquaman 2‘.”

No início da semana, foi até lançado um trailer feito por fãs para reforçar a campanha.

Reunindo animações inspiradas nos storyboards de Zack Snyder, a prévia intitulada ‘Projeto Liga da Justiça 2‘ é mais uma tentativa de convencer os executivos da DC Films a atenderem os pedidos do público.

Ao longo do vídeo, vemos Darkseid desintegrando Lois Lane para manipular o Superman, fazendo dele seu escravo. A partir daí, somos apresentados aos novos membros da Liga, que inclui o Lanterna Verde e até o Pistoleiro.

Juntos, eles precisam impedir que o Superman e o vilão consigam dominar a Terra.

Confira:

E aí, você ainda tem esperança de ver uma continuação da versão deLiga da Justiça idealizada por Zack Snyder?

Assista à nossa crítica do Snyder Cut:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado  

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

Will Smith pede DESCULPAS a Chris Rock e sua família em EMOCIONANTE vídeo; Assista!

Após o Oscar em março, que foi infamemente destacado por Will Smith dando um tapa em Chris Rock ao vivo, Smith se desculpou com Rock em um novo vídeo postado em seu canal do YouTube .

“Faz um minuto… Nos últimos meses, tenho pensado muito e trabalho pessoal… Você fez muitas perguntas justas, que eu queria levar algum tempo para responder.”, afirma.

Smith revelou que ele não se desculpou com Rock em seu discurso de aceitação porque ele estava “envergonhado naquele momento”.

“Está tudo confuso. Entrei em contato com Chris e a mensagem que retornou é que ele não está pronto para falar”, explicou Smith. “E quando ele estiver, ele vai vir. Então, eu vou dizer a você Chris, eu peço desculpas a você. Meu comportamento foi inaceitável e eu estou aqui quando você estiver pronto para conversar.”

Smith continuou estendendo seu pedido de desculpas à família Rock.

“Quero me desculpar com a mãe de Chris. Vi uma entrevista que a mãe de Chris fez, e essa foi uma das coisas sobre aquele momento”, continuou Chris. “Eu não percebi e não estava pensando em quantas pessoas se machucaram naquele momento. Quero me desculpar com a mãe de Chris, quero me desculpar com a família de Chris, especificamente Tony Rock. Tivemos um ótimo relacionamento. Tony Rock era meu homem, e isso provavelmente é irreparável.”

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Recentemente, Chris Rock quebrou o seu silêncio a respeito do tapa.

“Qualquer um que diz que as palavras machucam nunca levou um soco na cara”, disse Rock. Eu não sou uma vítima. Sim, essa merda doeu, filho da p**a. Mas eu afastei essa merda e fui trabalhar no dia seguinte. Eu não vou ao hospital só por um cortezinho de nada”, afirmou.

Smith agrediu Rock durante o Oscar de 2022 após a piada de Rock de que Jada Pinkett Smith estava pronta para um papel em ‘Até o Limite da Honra‘ com seu corte de cabelo. Pinkett Smith havia sido diagnosticado anteriormente com alopecia, uma condição de perda de cabelo. Smith mais tarde pediu desculpas à Academia e ao apresentador Rock em uma declaração no Instagram e, posteriormente, foi proibido de comparecer ao Oscar pela próxima década.

Quem você acha que estava certo?

‘Jane’: Charlize Theron será a falecida irmã de Philip K. Dick em drama psicodélico de Alfonso Cuarón

De acordo com o The Hollywood Reporter, Charlize Theron (‘The Old Guard’) vai colaborar com o diretor Alfonso Cuarón (‘Filhos da Esperança’) em um filme inspirado na vida do escritor Philip K Dick.

Para quem não conhece, Dick foi autor de diversos títulos consagrados, como ‘Ubik’, ‘Valis’, ‘O Homem do Castelo AltoeAndroides Sonham com Ovelhas Elétricas?‘, que deu origem ao filme ‘Blade Runner‘.

Intitulado ‘Jane‘, o longa desenvolvido pela Amazon irá explorar uma realidade alternativa focada na irmã gêmea de Philip, que morreu apenas seis semanas após o nascimento, algo que afetou profundamente o autor.

Ao longo de sua vida, Dick acreditava que Jane estava viva em um universo paralelo (do outro lado do espelho) e ele é quem tinha morrido.

O filme irá desenrolar essa teoria numa história comovente, cheia de suspense e humor negro sobre o relacionamento único de Jane com seu gêmeo brilhante e problemático. Enquanto tenta resgatar Philip de situações reais e imaginárias, Jane mergulha cada vez mais fundo em um mundo fascinante criado por ele especialmente para ela.

Além de estrelar, Theron também será uma das produtora, junto com Cuarón e Isa Hackett, filha de Dick.

Hackett contou ao portal que Jane era parte integrante da vida do autor e a ausência da irmã teve grande influência no processo criativo enquanto ele escrevia suas obras.

“Jane, a irmã gêmea do meu pai, morreu algumas semanas após o nascimento e estava no centro de seu universo. Adequado à imaginação única do meu pai, este filme vai desafiar as convenções de uma cinebiografia e abraçar a realidade alternativa que Philip K. Dick tanto desejava – uma em que sua amada irmã sobreviveu. É a história dela que contaremos, através das lentes com as quais veremos ele e sua imaginação. Não há melhor maneira de honrá-lo do que conceder-lhe seu desejo.”

Por enquanto, ‘Jane’ ainda não tem previsão de estreia e nem outros nomes confirmados ao elenco.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Enquanto isso, vale lembrar que o próximo filme de Theron é A Escola do Bem e do Mal‘, que estreia em 21 e outubro, na Netflix.

Confira o trailer:

Com roteiro de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘), a trama adapta a saga de romances assinada por Soman Chainani e Alice Klesck.

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

Sophia Anne Caruso (‘Evil’) e Sofia Wylie (‘High School Musical: O Musical: A Série’) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.

Washington e Theron também estrelam como a Professora Dovey e a Lady Lesso, respectivamente. Cate Blanchett será a narradora.

Feig é conhecido por inúmeros trabalhos cinematográficos, incluindo o aclamado e indicado ao Oscar Missão Madrinha de Casamento e o interessante thriller Um Pequeno Favor. Ele também dirigiu o romance natalino ‘Uma Segunda Chance para Amar’, a comédia de espionagem A Espiã que Sabia de Menos e o reboot Caça-Fantasmas, de 2016.

Thandiwe Newton luta pela vida no trailer do suspense ‘God’s Country’; Confira!

IFC divulgou o trailer oficial de ‘God’s Country’, suspense neo-western estrelado por Thandiwe Newton (‘Westworld’).

O filme chega aos cinemas estadunidenses no dia 16 de agosto, ainda sem data confirmada no Brasil.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de Julian Higgins, que é conhecido por seus trabalhos em House‘Guidance’.

Newton dá vida a uma professora de faculdade “vivendo por conta própria nos limites da floresta nacional, confrontando dois caçadores que invadem suas terras”, resultando em uma “batalha com ramificações perigosas”.

Higgins também entra como produtor ao lado de Halee BernardMiranda BaileyAmanda Marshall, além de ficar a encargo do roteiro junto a Shaye Ogbonna, adaptando o conto ‘Winter Light’, de James Lee Burke.

Jeremy BobbJoris JarksyJefferson WhiteKai LennoxTanaya Beatty completam o elenco.

‘Do Jeito Que Elas Querem 2’: Sequência com Diane Keaton e Jane Fonda ganha data de estreia!

Focus Features, a Endeavor Content e a Makeready anunciaram recentemente o início das filmagens de Do Jeito Que Elas Querem 2 – O Próximo Capítulo’ e, agora, o longa-metragem já tem data confirmada para chegar aos cinemas.

Segundo o Collider, a sequência será lançada no dia 12 de maio de 2023. Ainda não se sabe se no Brasil a data será a mesma.

Com direção de Bill Holderman, o longa traz de volta o icônico quarteto formado por Jane Fonda (Vivian), Diane Keaton (Diane), Mary Steenburgen (Carol) e Candice Bergen (Sharon).

Andy GarciaDon JohnsonCraig T. Nelson também irão reprisar seus papéis como Mitchell, Arthur e Bruce, respectivamente. Giancarlo GianniniHugh QuarshieVincent Riotta são as mais novas adições ao elenco.

Holderman também assina o roteiro ao lado de Erin Simms. Ambos entram como produtores.

O filme, que será distribuído pela Universal Pictures, acompanha “nossas quatro melhores amigas conforme elas levam seu clube do livro para a Itália para uma viagem de garotas que nunca tiveram. Quando as coisas saem do controle e segredos são revelados, as relaxantes férias se transformam em uma aventura única através do país europeu”.

Do Jeito Que Elas Querem 2’ deve chegar aos cinemas ainda este ano, sem data de estreia confirmada.

Confira a primeira imagem oficial abaixo:

O filme original foi lançado em 2018 e, apesar das críticas mistas, se tornou um sucesso de bilheteria ao arrecadar mais de US$104 milhões mundialmente. Além disso, a performance do elenco recebeu vários elogios dos especialistas e do público.

‘Riverdale’: ÚLTIMO episódio da 6ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

A The CW divulgou as imagens oficiais de “Night of the Comet”, 22º e último episódio da 6ª temporada de Riverdale.

Na trama, “Archie e a turma unem forças para salvar Riverdale da maior ameaça que a cidade já enfrentou”.

O capítulo vai ao ar no dia 31 de julho.

Confira, junto ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Harley Quinn’: 3ª temporada da aclamada animação estreia na HBO Max!

A 3ª temporada da aclamada série animada ‘Harley Quinn‘, estrelada por Kaley Cuoco, finalmente chegou à HBO Max.

O próximo ciclo estreou no último dia 28 de julho na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Criada por Paul DiniBruce Timm, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

A trama segue as aventuras de Arlequina após romper com o Coringa e começar a trabalhar sozinha. Com a ajuda de Hera Venenosa e uma equipe desorganizada de rejeitados da DC, ela tenta ganhar um lugar na maior mesa de vilões: a Legião do Mal.

A produção também conta com as vozes de Lake Bell, Alan Tudyk, Tony Hale, Ron Funches, Jason Alexander e JB Smoove.

‘Paper Girls’: Série sobre garotas viajantes no tempo já está disponível no Prime Video!

Paper Girls, série baseada nos quadrinhos homônimos criados por Brian K. VaughanCliff Chiang, já está disponível no Prime Video.

A produção foi lançada hoje, 29 de julho, na plataforma de streaming, e acompanha um grupo de amigas que tentam desvendar a existência de vida alienígena, ao mesmo tempo em que descobrem uma maneira de viajar no tempo.

Relembre o trailer:

O elenco conta com Sofia Rosinsky (‘Fast Layne’), Camryn Jones (‘Cherish the Day’), Fina Strazza (‘A Christmas Melody’), Riley Lai Nelet (‘Altered Carbon’) e Ali Wong (‘Meu Eterno Talvez’)

A história é ambientada no Halloween de 1988, quando quatro entregadoras de jornal se envolvem numa trama repleta de emoções ao descobrirem a existência de alienígenas e viajantes do tempo no planeta Terra.

Presas em um conflito entre facções viajantes do tempo, elas são enviadas através do tempo numa aventura para salvar o mundo. À medida que quebram as barreiras entre o passado, presente e o futuro elas encontram versões futuras de si mesmos precisam lidar com a escolha de abraçar ou rejeitar seu destino.

Além disso, a série explora os dramas da adolescência, como a importância do primeiro emprego, descoberta de novas paixões e o valor das amizades verdadeiras.

‘Concorrência Oficial’: Comédia com Antonio Banderas e Penélope Cruz já está disponível no Star+!

A comédia Concorrência Oficial, estrelada por Antonio BanderasPenélope Cruz, já chegou ao Star+.

O elogiado longa-metragem foi lançado no último dia 22 de julho na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Um bilionário com medo de perder sua significância decide fazer um filme para deixar sua marca. Para fazer isso, ele contrata os melhores: um time sensacional composto por Lola Cuevas (Cruz), uma cineasta famosa, e dois atores incrivelmente habilidosos mas com egos enormes, Félix Rivero (Banderas) e Iván Torres (Oscar Martínez). Um é ator famoso em Hollywood e outro um ator radical de teatro, ambos lendas mas não os melhores amigos. Com uma série de coisas que Lola pede para os atores fazerem, não só terão que se aturar enquanto contracenam, mas também terão que decidir qual legado querem deixar.

O filme é dirigido por Gastón DupratMariano Cohn.

Pilar CastroIrene EscolarManolo SoloCarlos HipólitoJosé Luis GómezNagore AranburuKoldo OlabarriJuan Grandinetti completam o elenco.

Ana de Armas é Marilyn Monroe no cartaz oficial de ‘Blonde’, novo filme da Netflix

Depois do trailer, a Netflix divulgou o cartaz oficial de Blonde, cinebiografia sobre a icônica e lendária Marilyn Monroe.

A produção tem lançamento agendado para o dia 28 de setembro.

Confira:

Em uma recente entrevista à Vulture, o diretor Andrew Dominik comentou sobre os sensíveis tópicos que a produção irá abordar – e deixou bem claro que a narrativa irá desagradar… Bom, basicamente todo mundo.

“Se [o filme] tivesse saído alguns anos atrás, provavelmente teria saído no auge do movimento #MeToo e seria uma expressão de todas aquelas coisas”, ele disse. “Estamos em um momento agora, creio eu, em que as pessoas estão incertas sobre onde estão os limites. É um filme que definitivamente tem moralidade sobre ele. Mas nada em águas bastante ambíguas, porque não sei se será tão seco quanto as pessoas desejam. Há algo nele para ofender todo mundo”.

O longa traz Ana de Armas (‘007Sem Tempo para Morrer’, ‘Entre Facas e Segredos’) no papel titular.

Dominik também assina o roteiro, baseado no romance homônimo de Joyce Carol Oates que detalha a história de Monroe nas décadas de 1940 e 1950 em Hollywood.

Blonde‘ terá uma classificação etária NC-17, ou seja, será proibido para menores. Essa é uma classificação rara dentro do cenário do entretenimento, sendo usada apenas em produções que saem exclusivamente para adultos, contendo assim sexo, drogas e violência explícita. Para se ter ideia, apenas filmes como ‘Benedetta‘, ‘Azul é a Cor Mais Quente‘ e ‘Irreversível‘ ganharam essa classificação.

Fãs estão COMEMORANDO o retorno do BatAffleck em ‘Aquaman 2’; Confira as reações!

Após ‘Liga da Justiça‘, parecia que Ben Affleck tinha aposentado o capuz e a capa do Batman. No entanto, o astro voltou a vestir o traje do Cavaleiro das Trevas para o vindouro ‘The Flash‘, que estreia em junho de 2023.

E os fãs foram pegos de surpresa quando Jason Momoa anunciou ontem que Affleck também vai reprisar o papel em ‘Aquaman e o Reino Perdido‘, agendado para março do ano que vem.

Em uma publicação no Instagram, o intérprete do herói submarino escreveu:

“Bruce e Arthur reunidos mais uma vez. Te amo e sinto sua falta. Mas tudo bem agora que fomos flagrados no set para todas as grandes coisas que estão por vir em ‘Aquaman 2’ Receba meu Aloha.”

Após a novidade, os fãs estão surtando de felicidade nas redes sociais e morrendo de ansiedade para rever o astro vestindo o manto do Homem-Morcego após mais de cinco anos.

Confira as reações:

Quando um antigo poder é libertado, Aquaman deve forjar uma perigosa aliança com um aliado improvável para proteger Atlântida – e todo o mundo – de uma devastação irreversível.‎ 

Além de Momoa, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

James Wan retorna como diretor.

Confira algumas imagens da sequência:

 

‘Barba, Cabelo & Bigode’: Comédia com Lucas Penteado já está disponível na Netflix!

A comédia ‘Barba, Cabelo & Bigode‘, novo longa cômico estrelado por Lucas Penteado, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada no último dia 28 de julho na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Na trama, Richardsson (Lucas) luta para salvar o salão de sua mãe, que está prestes a falir. Em busca de dinheiro para quitar as dívidas, ele embarca numa aventura e descobre seu dom inato de fazer cortes estilizados atraindo clientes de toda a periferia carioca.

Além de Penteado, no elenco estão também Solange Couto, Juliana Alves, Rebecca, MV Bill, MC Carol e Sérgio Loroza.

Barba, Cabelo & Bigode‘ conta com a direção de Rodrigo França e Letícia Prisco.

Crítica | Beyoncé celebra o house e o disco com o nostálgico álbum ‘Renaissance – Act I’

Fazia seis anos desde que Beyoncé Knowles-Carter nos agraciava com projetos solos – sendo que a última vez que parou o mundo da música com suas produções icônicas foi com o aclamado e revolucionário Lemonade. Desde então, lançou uma colaboração ao lado do marido, Jay-Z, participou do remake em live-action de O Rei Leão (entrando como curadora do ótimo ‘The Gift’, em celebração ao longa-metragem), e comandou o incrível ‘Black Is King’, que foi ovacionado ao redor do mundo por suas mensagens de empoderamento e de exaltação da cultura afro-americana. Agora, ela está pronta para causar mais um impacto no cenário fonográfico com a estreia do vindouro Renaissance – Act I’.

O anúncio não poderia ter vindo em melhor hora – e o próprio material promocional nos dava algumas dicas do que poderíamos esperar. Afinal, Queen B confirmou que o projeto em questão funcionará como uma trilogia sonora e que traz, como uma de suas inspirações, um tio gay que morreu de HIV e que foi responsável por introduzi-la a diversos estilos musicais que influenciaram sua identidade. Além disso, construiu uma espécie de cosmos escapista como resposta aos duros anos enfrentados durante a pandemia de COVID-19, nos arremessando de volta para os anos 1970 e o auge do Studio 54 ao aparecer montada em um cavalo de cristal e abraçando a vibrante essência do house com o lead single “Break My Soul”, cujas referências exalam a sagacidade da performer em saber como se manter original.

A verdade é que o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady Gaga, Dua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre Lemonade e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap.

A faixa de abertura pode não ser uma das mais fortes da discografia de Beyoncé, mas é um jeito sólido e envolvente o suficiente para nos preparar ao que apenas podemos caracterizar como um louvor explosivo das pistas de dança e da capacidade de unir as pessoas sob um mesmo teto. Os experimentalismos permanecem e servem como elo para que a própria artista navegue em sua aventura pelo que bem quiser fazer: “Cozy” mantém-se fiel ao tropical house, mas abre espaço para o slap e para o deep house através de uma rendição vocal certeira e confiante (que não é muita surpresa, considerando as belíssimas performances que fizera nas décadas passadas); “Alien Superstar” mergulha no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”); e “Cuff It” é infundido em um clássico disco ready-made destinado a levar seus fãs a se divertirem sob um globo de espelhos e pincelados pelos holofotes estroboscópicos das baladas (uma escolha digna de estar em todas as playlists).

Apesar de abrir espaço para coisas diferentes, é notável como Beyoncé se recusa a abandonar suas raízes. Vemos em “Church Girl” que as escolhas instrumentais remontam ao trap e ao rap que outrora ajudaram a colocá-la no centro dos holofotes, além das influências do garage house que adornam as camadas secundárias da faixa; nomes como Donna Summer, Diana Ross, Prince e tantas outras lendas da música são homenageados pelo encontro impactante do funk, do disco e do electro-pop em “Virgo’s Groove” e em “Plastic Off the Sofa”; e “Move” oferece uma modernização do saudosismo fonográfico, principalmente por trazê-la em uma colaboração irretocável com ninguém menos que Grace Jones e Tems.

Há algumas repetições que aparecem na obra – mas isso não necessariamente posa como um problema, ainda mais quando analisamos a sequência de canções que domina a segunda metade do compilado. Temos um electro-trap e um synth-trap que se inicia com a sensual “Thique”, que migra para as dissonâncias robóticas e ecoantes de “All Up In Your Mind”, atravessa o uptempo marcante da autoconsciente “America Has a Problem” e culmina no ostensivo equilíbrio de electro-house e neo-disco de “Pure/Honey” (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”). Mas nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

Depois de tanto esperarmos, Beyoncé finalmente voltou ao cenário musical com Renaissance – Act I’ – e só posso dizer que tanta espera valeu muito a pena. Exalando uma riqueza de detalhe e uma cautela invejável para cada engrenagem das faixas, lidamos com o melhor dos dois mundos em um festejo da música house dentro do que podemos encarar como um dos grandes álbuns não apenas do ano, mas da década.

Nota por faixa:

1. I’m That Girl – 4/5
2. Cozy – 5/5
3. Alien Superstar – 5/5
4. Cuff It – 5/5
5. Energy, feat. Beam – 4,5/5
6. Break My Soul – 4/5
7. Church Girl – 4/5
8. Plastic Off the Sofa – 5/5
9. Virgo’s Groove – 5/5
10. Move, feat. Grace Jones e Tems – 5/5
11. Heated – 5/5
12. Thique – 4,5/5
13. All Up in Your Mind – 5/5
14. America Has a Problem – 4,5/5
15. Pure/Honey – 5/5
16. Summer Renaissance – 5/5

Os Críticos Decidiram! Conheça os 20 PIORES Filmes Originais da Netflix – Você Concorda?

A Netflix se tornou uma potência do audiovisual, e ano após ano a plataforma nos traz de presente dezenas de produções originais. Tudo bem que alguns deles são verdadeiros presentes de inimigo oculto. Se pensarmos que a empresa começou a produzir seus próprios filmes em 2015, a evolução é notória e impressionante. É só repararmos na quantidade crescente de produções que a Netflix consegue emplacar no Oscar, por exemplo. Pensando em homenagear esse verdadeiro império cinematográfico, que lança um filme por semana durante o ano todo, resolvi assumir uma tarefa arriscada. Com a ajuda de meus colegas críticos internacionais, realizei uma extensa pesquisa selecionando os 20 filmes mais elogiados e os mais avacalhados pela imprensa mundial, a fim de ajudar você, nosso querido leitor, naquela missão sempre difícil de selecionar o que assistir no streaming. Começaremos pela metade de baixo, os piores filmes, que podem ser igualmente divertidos dependendo de seu humor e estado de espírito. Confira abaixo.

20) Um Ninho para Dois (2021)

Curiosamente, como você poderá conferir mais abaixo na lista, o filme mais detonado de Melissa McCarthy na Netflix não foi o óbvio Esquadrão Trovão – lançado no mesmo ano. A sátira de filmes de heróis conseguiu escapar. Para os críticos, pior ainda foi este dramalhão açucarado em que McCarthy interpreta uma mulher que perde seu filho ainda na gravidez e faz amizade com um pássaro como parte do processo de luto.

19) Polar (2019)

O grande Mads Mikkelsen dificilmente se mete em roubada quando falamos de filmes, mas aqui ao lado da Netflix estrelou o que os críticos consideraram uma grande bomba. Devidamente paramentado com um tapa-olho e um bigodón, o ator interpreta o maior assassino do mundo, nesta adaptação de um quadrinho da Dark Horse Comics. A história é um clichê do gênero, e traz o protagonista precisando largar a aposentadoria e voltar à ativa quando descobre que seus ex-empregadores colocaram sua cabeça à prêmio.

18) Perda Total (2018)

Já imaginou como seria o clássico da ação Duro de Matar (1988) se ao invés do policial durão Bruce Willis, tivéssemos três adolescentes perdedores precisando salvar o dia? Talvez ninguém queira imaginar. A Netflix sim. E para isso ela aprovou o roteiro de Adam Devine e Anders Holm, que também protagonizam o longa como dois de três amigos camareiros de um hotel que sonham em mudar de vida. Quando o rico ídolo do trio aparece em seu hotel, eles imaginam que essa seja sua oportunidade. Porém, terroristas também surgem e tomam todos como reféns. Apenas os três poderão salvar o dia.

17) Encontro Fatal (2020)

Algumas destas produções originais da Netflix soam como “clones B” de clássicos famosos. É o caso com este primo pobre e tosco de Atração Fatal. Até mesmo o título do longa parece ter sido criado no esquema do “copia, mas faz diferente”. Ao invés de Atração Fatal, temos Encontro Fatal (até em inglês, ao invés de Fatal Attraction, aqui temos Fatal A…ffair). A trama é a mesma, apenas subvertendo o sexo dos protagonistas, com a mulher casada (Nia Long) sendo infiel ao marido com um sujeito perturbado (Omar Epps). Além, é claro, o fato de serem atores negros.

16) Próxima Parada: Apocalipse (2018)

Temos que reconhecer que os responsáveis por dar os títulos a certos filmes aqui no Brasil são criativos, e continuam mantendo a tradição lá da década de 1980 – que transformou Ferris Bueller’s Day Off em Curtindo a Vida Adoidado, por exemplo. Aqui é How it Ends que se transforma no engraçadinho Próxima Parada: Apocalipse. Dá vontade de rir apenas lendo esse título. A trama, por outro lado, não é uma comédia, e sim um thriller apocalíptico, onde um homem tenta desesperadamente voltar para casa, para sua mulher grávida, após um evento de grandes proporções ocorrer.

15) Dívida Perigosa (2018)

Depois de ganhar o Oscar, o ator Jared Leto foi viver o Coringa em Esquadrão Suicida (2016). Mas como aquilo não deu muito certo, Leto resolveu se bandear para os lados da Netflix, que lhe deu um filme para protagonizar. Bem, talvez o ator devesse tentar de novo, porque sua estreia numa produção da plataforma não foi, digamos, seu melhor momento. Aqui, Leto vive um matador envolvido com a yakuza no Japão. Nada me tira da cabeça que o ator só aceitou pela chance de filmar no país nipônico.

14) O Limite da Traição (2020)

Enquanto o novo filme da Madea chega na Netflix e começa a se assentar (para quem sabe em breve fazer parte desta lista no futuro também), temos uma produção de Tyler Perry para passar o tempo – afinal não poderíamos ficar sem um produto do cineasta. Esse aqui, no entanto, não é uma comédia e sim um suspense dramático, o que nas mãos de Perry pode ser tão engraçado quanto (é só assistir Acrimônia para dar boas risadas, por exemplo). Como de costume nos dramas do diretor, aqui temos a vida de uma mulher destruída por um homem.

13) Correspondentes Especiais (2016)

Aqui temos um dos primeiros filmes originais da Netflix, e também um de seus piores, segundo a maioria dos críticos. O ácido Ricky Gervais é quem escreve o roteiro, dirige o filme e protagoniza ao lado de Eric Bana como dois jornalistas “171”, armando um golpe para cima de seus empregadores e do mundo. Enviados para cobrir um conflito na América do Sul, a dupla resolve permanecer em Nova York e cobrir o evento de lá mesmo, fingindo estar em campo. A ideia é sem noção, mas poderia render um filme engraçado.

12) A Barraca do Beijo (2018)

Na Netflix temos um caso curioso, em sua plataforma existem duas franquias adolescentes de muito sucesso, porém, apenas uma caiu nas graças dos críticos. A Barraca do Beijo e Para Todos os Garotos que Já Amei são dois sucessos mirados a meninas adolescentes que emplacaram tanto no gosto do público do streaming que já renderam três filmes cada. O espectador mais desatento poderia coloca-los no mesmo patamar. No entanto, basta uma olhada mais de perto para perceber que o segundo é adorado também pelos especialistas, enquanto este aqui… . Quem protagoniza é Joey King no papel de uma jovem tímida, encontrando a chance de dar o primeiro beijo, justamente no garoto por quem é apaixonada.

11) Indecente (2022)

Chega na lista agora o item mais recente, tendo sido lançado neste início do ano que mal começou. A geração Netflix talvez não conheça a atriz Alyssa Milano, mas os mais velhos com certeza lembram dela ainda adolescente na série de comédia Quem é o Chefe?, e também como a filha de Arnold Schwarzenegger no clássico de ação Comando para Matar (1985). Nos anos 90, Milano protagonizou a série do trio de irmãs bruxas, Charmed. Agora a atriz está de volta e ataca na Netflix neste thriller erótico, no qual interpreta uma escritora de livros de suspense precisando desvendar o mistério do assassinato da própria irmã.

10) Desperados (2020)

Agora adentramos o top 10 dos piores filmes originais da Netflix segundo os críticos. Em décima posição está essa comédia romântica feminina, em que uma jovem mulher envia um e-mail para o noivo enquanto estava bêbada. Envergonhada e sem ter como desfazer o ato… a solução é embarcar “cazamiga” para o México, onde o sujeito está, e apagar a mensagem no computador dele sem que ele saiba. Qual a chance de dar ruim? Talvez menores do que as do filme.

09) Vende-se esta Casa (2018)

Considerado “o” pior filme original da Netflix por muitos, estes mesmos ficarão surpresos de perceberem que para a maioria dos críticos ainda existem outros oito filmes piores no acervo da plataforma. Este aqui é um pseudo suspense com toques de terror, protagonizado pelo jovem Dylan Minnette (Pânico 5). No filme, ele e sua mãe se mudam para uma nova mansão. E como esperado de filmes assim, logo descobrem eventos possivelmente inexplicáveis no local.

08) Zerando a Vida (2016)

Adam Sandler tem o nosso respeito. Em seu currículo, o ator agora pode falar “quando eu cheguei na Netflix, aquilo era tudo mato”. O que acontece é que Sandler foi um dos primeiros a ver potencial na empresa, e logo de cara fechou um acordo para seis filmes produzidos exclusivamente no streaming. Contrato esse que já foi renovado para mais filmes. Zerando a Vida foi o segundo longa deste acordo. Apesar da contratação de luxo, os críticos continuaram fazendo pouco caso da qualidade de suas obras. Aqui, Sandler e o amigo David Spade resolvem forjar a própria morte e começar vidas novas. Porém, suas novas identidades se mostrarão mais perigosas do que imaginavam.

07) A Última Coisa que Ele Queria (2020)

Por bem ou por mal, os críticos e o público já esperam que certas produções, como os filmes de Adam Sandler, comédias besteirol, pseudo thrillers eróticos, alguns filmes adolescentes de comédia e terror, não serão do gosto de todos. O que surpreende é ver filmes que deveriam ser sérios e ter prestígio aparecendo na lista. É o caso com este suspense dramático, que estreou em Sundance, e tem os Oscarizados Anne Hathaway e Ben Affleck protagonizando. A recepção do longa foi tão fria que ele rapidamente foi varrido para debaixo do tapete e terminou caindo na Netflix.

06) The After Party (2018)

A Netflix realmente é a locadora moderna da era virtual. Quem viveu na época destas lojas que alugavam filmes em fita VHS lembra muito bem como funcionava a peneiração em sua locadora favorita. Todos nós conhecíamos bem onde ficavam os gêneros que mais gostávamos e também a posição dos filmes que alugávamos incansavelmente. Vira e mexe nos deparávamos com uma capa curiosa que nos intrigava, mas não o bastante para a alugarmos. É o caso com a Netflix e suas capinhas de filmes virtuais. Assim como qualquer locadora, a Netflix também tem seus filmes ruins. E este me parece ser uma “das fitas pouco alugadas” na plataforma. O motivo não é espanto, já que se encontra em sexto lugar na lista. A história desta “comédia” fala sobre um jovem aspirante a rapper, indo até Nova York atrás de sua grande chance.

05) Nu (2017)

Agora chegamos ao top 5 dos piores filmes originais da Netflix, e abrimos com esta mistura do nacional O Homem Nu, baseado na crônica de Fernando Sabino, com Feitiço do Tempo. Quem protagoniza é Marlon Wayans, e por muito pouco outro filme do humorista não entrou entre os 20 piores filmes da Netflix – trata-se de Seis Vezes Confusão, que bateu forte na trave. Mas Nu entrou e com louvor. Na trama, Wayans é um sujeito nervoso com o casamento, revivendo o mesmo dia repetidamente, em que passou vergonha ao ser encontrado nu em um elevador.

04) A História Real de um Assassino Falso (2016)

Bem, já tivemos Adam Sandler, Melissa McCarthy, Marlon Wayans, Tyler Perry… quem mais falta na lista? Ah sim, como pudemos esquecer de Kevin James? Um dos apadrinhados de Adam Sandler, James começou a fazer sucesso no divertido programa de TV The King of Queens, nos anos 90. Quando decidiu se unir à trupe de Sandler foi que sua carreira começou a degringolar. Aqui, o ator interpreta um escritor que publica seu mais recente sucesso, um livro sobre um super espião assassino. O problema é que sua editora mexe no texto e transforma a obra nas memórias de um agente real, que em pouco tempo será confundido com o próprio autor, o colocando em meio a uma conspiração internacional.

03) Pai do Ano (2018)

Seguindo de perto e subindo no pódio com a medalha de bronze, temos outro “parça” de Adam Sandler, o comediante baixinho e loirinho David Spade – que já havia aparecido na lista ao lado do próprio em Zerando a Vida. De fato, Spade fez ainda outro filme que muitos consideram um dos piores originais da Netflix: A Missy Errada (2020) – que segundo os críticos, é ruim, mas não ao ponto de ficar entre os 20 piores. Já este Pai do Ano não teve escapatória. Aqui, Spade vive uma versão de seu personagem no cult Joe Sujo (2001), a diferença é que seu caipira pobretão aqui tem um filho universitário, cuja vida ele não cansa de atrapalhar.

02) Os 6 Ridículos (2015)

Todos os pupilos já passaram pela lista, mas nenhum consegue superar o mestre. Subindo no pódio em segundo lugar temos o próprio: Adam Sandler. E justamente na primeira parceria entre o comediante e a Netflix. No contrato inicial de seis longas, quase todos receberam avaliações ruins da mídia. Mas o que bateu o recorde como pior deles, conquistando irrisórios 0% de aprovação dos críticos, foi mesmo Os 6 Ridículos, o filme que abriu com “chave de ouro” esta parceria. O curioso é que no mesmo ano o prestigiado Quentin Tarantino lançava seu faroeste Os Oito Odiados (2015), e com este título no filme de Sandler achava-se que seria uma paródia do longa citado. Os 6 Ridículos é um faroeste, mas as semelhanças param por aí, já que aqui Sandler é um pistoleiro descobrindo seus muitos irmãos, que nada tem a ver com ele.

Que rufem os tambores para saber qual filme tirou a primeira posição dos piores de Adam Sandler e subiu no pódio com medalha de ouro como o fundo do poço da Netflix…

01) The Last Days of American Crime (2020)

O filme que conseguiu desbancar Adam Sandler e todos os outros da lista não é uma comédia, um filme adolescente ou sequer um terror ruim, é um filme de ação com ares de ficção científica, protagonizado pelo geralmente eficiente Edgar Ramirez, aqui pagando todos os seus pecados. Baseado numa história em quadrinhos adulta, a história se passa num futuro não muito distância onde o governo americano planeja erradicar todo e qualquer crime de sua sociedade. Mas aqui ele não instaura Uma Noite de Crime, já que a trama está mais para uma mistura de O Demolidor (1993) e Minority Report. O que as autoridades fazem é emitir um sinal de áudio que torna as pessoas incapazes de realizar crimes. Ramirez vive um criminoso impedido em um assalto, que decide se vingar planejando o último grande roubo dos EUA. Se você decidir encarar a empreitada, esteja avisado de que são 2h30min de duração.

Filme de SUSPENSE da Netflix com Adrien Brody faz sucesso no streaming… mas é bom?

Suas intenções são boas. Se apropriando do negrume de uma paleta bem escura para solidificar a construção do seu personagem, Adrien Brody co-assina o roteiro de Passado Violento com uma proposta bem específica, já vista por qualquer cinéfilo antes. Mesclando a introspecção de John Wick e Taxi Driver em sua composição, a produção também roteirizada por Paul Solet – que ainda dirige -, tenta conquistar os fãs dos gêneros de suspense e ação. Mas com um primeiro arco excessivamente arrastado, o novo original da Netflix é aquela sessão pipoca que poderia ser melhor, ainda que se tornasse um reflexo bem mais ou menos de dois clássicos do cinema.

Mesmo com o ritmo lento, o filme figura em 6º lugar entre os mais vistos do streaming há três semanas e tem conquistado o público.

Na trama, Brody é um homem solitário marcado pelas memórias do passado, que abriu mão de uma violenta vida para se tornar um coletor de lixo. Debaixo de uma atmosfera gélida em uma cidade aparentemente esquecida por seus governantes e por sua própria população, ele tenta esquecer dos traumas e perdas que lhe custaram tanto. E como alguém que busca preencher seu vazio familiar, ele projeta suas frustrações em uma jovem vizinha, com quem desenvolve uma previsível relação paternal.

O maior problema de Passado Violento não é nem seu roteiro formulaico, com ares de filme cult. O original Netflix poderia ser uma boa experiência, não fosse seu primeiro e arrastado ato. Tentando construir uma relação de afeto entre a audiência e este homem calejado em sua própria jornada do herói, o longa perde tempo demais em elementos narrativos que seriam efetiva e facilmente resolvidos em menos de 20 minutos. E mesmo toda a dedicação de Brody e Solet neste trabalho não é suficiente para estabelecer o afeto que nos faria dimensionar o quão valiosa é essa nova trajetória do personagem.

E com um clímax que repete os jargões de tantos outros filmes de ação genéricos, Passado Violento se torna um longa blasé, insosso. Incapaz de construir sua tensão e suas cenas de ação de forma mais ágil, o thriller fica perdido. Tenta ser cult, explora o silêncio como uma forma de chamar a atenção da audiência, abusa das sombras em uma direção de fotografia tão escura que mal vemos os confrontos… mas nunca chega lá. Como um filme conceito é piegas e pouco original. Como filme de ação, perece por sua falta de sanguinolência. Solet demora tanto para sujar suas mãos, que quando finalmente o faz, já estamos exaustos demais para desfrutar.

Com a exceção de algumas pequenas tomadas realmente bem dirigidas, que destacam o tristonho e apático olhar de Brody (que como ganhador do Oscar até poderia ter entregado mais camadas), Passado Violento tem como um de seus maiores atributos a excelente trilha sonora criada pelo próprio ator Adrien Brody. Entre melodias mais melancólicas e mais enérgicas, ele consegue estabelecer a atmosfera adequada para as cenas de impacto – ainda que seu roteiro não acompanhe o mesmo ritmo de suas composições.

Assista ao trailer:

Netflix vai lançar em seu catálogo um dos PIORES FILMES da história; Conheça!

A versão cinematográfica de Cats‘, dirigida por Tom Hooper (‘A Garota Dinamarquesa’) em 2019, foi considerada uma das piores produções da história do cinema.

Além de registrar apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou apenas US$ 73 milhões, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões. O filme deu prejuízo de US$ 113 milhões para a Universal.

Agora, a Netflix anunciou que lançará o filme em seu catálogo no dia 10 de Agosto. 

Apesar dos nomes de destaque, como Judi Dench, Ian McKellen e Jennifer Hudson, o longa foi uma bomba.

O compositor Andrew Lloyd Webber, responsável pelo musical ‘Cats‘, detonou a adaptação.

“O problema do filme foi que o diretor Tom Hooper decidiu que não queria ninguém envolvido do musical original. A coisa toda foi ridícula.”  

Vale lembrar que ‘Cats‘ amargou apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral é que o roteiro é insosso e por causa dos infames efeitos visuais nos personagens não dá para levá-los a sério.

Confira as principais reações:

“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)

“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)

“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)

“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)

“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)

“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)