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Crítica | ‘Entre as Cinzas’ – Os heróis anônimos da flora e da fauna brasileiras [Festival Cinemato 2026]

O fogo descontrolado que atinge muitas áreas de nosso país coloca em perigo a flora, a fauna e algumas comunidades brasileiras. Poucas pessoas sabem, mas a maioria dessas ações tem origem em ações humanas intencionais, principalmente no Brasil. Os dados são chocantes: 90% desses incêndios são provocados pela ação humana, fruto de atos criminosos. A grande pergunta que se faz é: como combater isso?

A guerra contra os incêndios florestais, sob a ótica de brigadistas profundamente afetados em sua região, é o foco do curta-metragem Entre as Cinzas, exibido na quarta noite da Mostra Competitiva de Curtas-metragens do Festival Cinemato 2026. Dirigido pela dupla Daniel Calil e Renato Ogata, vamos percorrendo uma narrativa que, de forma expositiva (por uma perspectiva específica), nos guia até um retrato nu e cru, onde a agonia e a necessidade de fazer algo, busca colocar o espectador dentro da ação.

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Detalhando os movimentos, tensão e as dificuldades enfrentadas no cotidiano de um grupo de brigadistas, esse projeto goiano traduz, pelas entrelinhas e de forma aparente, a importância da defesa contra os danos ambientais e sociais provocados por essas ações ilícitas.

Em relação à mensagem que se propõe a distribuir em forma de reflexão, o documentário cumpre seu objetivo sem maiores problemas. Em poucos minutos, já embarcamos nas ações e nos contextos que se abrem a partir do que se evolui no que é documentado. Quanto à forma de contar essa história, parte-se para o encontro ao incômodo, aproximando-se de uma experiência em tempo real. Essas opções transformam o filme em uma experiência imersiva deixando as sensações se sobreporem à explicações mais profundas sobre o tema.

Distante de alguns de nós, essa realidade de luta contra quem usa a natureza como um escudo para a ganância, destruindo a biodiversidade e causando terríveis danos à saúde, existe em nosso país e precisamos pensar sobre essa questão. Qualquer registro sobre esse fato já é um mérito imensurável.

 

 

‘Uma Casa na Pradaria’: Conheça a Família Ingalls com o teaser inédito do REBOOT de ‘Os Pioneiros’

Four people in period costumes sit together in a sunlit grassy field, smiling and relaxing. Nearby, a wagon wheel is visible in the distance.

Netflix está apostando alto no reboot da clássica série Os Pioneiros (‘Little House On The Prairie’) – e acaba de revelar um novo vídeo promocional da atração, nos levando a conhecer a Família Ingalls (que é protagonista dessa apaixonante saga).

Intitulada ‘Uma Casa na Pradaria’, a nova versão chega à plataforma de streaming no dia 9 de julho.

Confira, junto ao trailer:

A nova versão, parte uma história dramática, parte um conto épico de sobrevivência e parte origem da história do Oeste Americano, serve como uma “visão caleidoscópica das lutas e triunfos daqueles que moldaram a fronteira” dos Estados Unidos.

O elenco conta com Alice Halsey (‘Uma Questão de Química’) como a protagonista Laura Ingalls, Luke Bracey (‘Elvis’) e Crosby Fitzgerald (‘Palm Royale’) como os pais Charles e Caroline Ingalls, e Skywalker Hughes (‘Joe Pickett’) como a filha mais velha, Mary Ingalls.

Jocko Sims (‘New Amsterdam’), Warren Christie (‘The Watchful Eye’), Wren Zhawenim Gotts (‘Echo’), Meegwun Fairbrother (‘Avatar’), Alyssa Wapanatâhk (‘Peter Pan & Wendy’), Xander Cole (‘People of the West’), Ryan Robbins (‘Riverdale’), Jocko Sims (‘New Amsterdam’), Warren Christie (‘The Watchful Eye’), Wren Zhawenim Gotts (‘Echo’), Meegwun Fairbrother (‘Avatar’), Alyssa Wapanatâhk (‘Peter Pan & Wendy’), Xander Cole (‘People of the West’), Ryan Robbins (‘Riverdale’), Barrett Doss (‘Station 19’), Mary Holland (‘Canina’), Michael Hough (‘Star Trek: Strange New Worlds’), Kowen Cadorath (‘SkyMed’), Thosh Collins (‘IT: Bem-Vindos a Derry’), Maclean Fish (‘Shoresy’) e Rebecca Amzallag (‘Titãs’) também fazem parte do projeto.

Rebecca Sonnenshine (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão, atuando como showrunner.

“A série Os Pioneiros capturou os corações e imaginações de milhões de fãs ao redor do mundo, e nós estamos animados em compartilhar seus temas de esperança e otimismo com uma visão original desta história icônica,” Jinny Howe, vice-presidente de drama do serviço de streaming. “A visão da Rebecca aborda esta versão com uma profundidade emocional que irá agradar fãs novos e já existentes desde amado clássico.”

A produção original acompanhava a saga da família Ingalls, de Wisconsin, no final do século 19, obrigados a abandonar sua casa e caminhar para o Oeste americano, se estabelecendo no Kansas, onde cultivam a terra.

‘Sakamoto Days’: 2ª temporada do POPULAR anime da Netflix ganha teaser inédito; Confira!

Netflix divulgou um teaser inédito da 2ª temporada de Sakamoto Days, anime baseado na famosa saga mangá criada por Yuto Suzuki.

A nova leva de episódios chega à plataforma de streaming em janeiro de 2027, ainda sem dia exato confirmado.

Confira:

Masaki Watanabe entra como diretor.

A história gira em torno de Taro Sakamoto, um lendário assassino aposentado que se estabeleceu em uma vida tranquila e mundana como homem de família. No entanto, sua vida pacífica é interrompida quando ex-inimigos e colegas de sua época de assassino chegam em busca de vingança.

Tomokazu SugitaNobunaga ShimazakiAyane SakuraNao ToyamaHina KinoRyota SuzukiNatsuki Hanae e outros fazem parte do elenco original.

Já elenco de vozes na versão em inglês conta com Matthew MercerDallas LiuRosie OkumuraRosalie ChangLexi CabreraXolo MaridueñaSungWon Cho e outros.

‘Silo’: 3ª temporada da série distópica com Rebecca Ferguson chega ao streaming!

A 3ª temporada de ‘Silo‘, série distópica estrelada por Rebecca Ferguson, já chegou ao streaming.

O primeiro episódio do novo ciclo foi lançado hoje, 3 de julho, no catálogo do Apple TV. O restante dos capítulos será exibido em caráter semanal até 4 de setembro.

Relembre o trailer:

Rebecca Ferguson está de VOLTA no trailer inédito da 3ª temporada de ‘Silo’; Confira!

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Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!

A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.

A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.

Também estrelam Common (‘Esquadrão Suicida’), Harriet Walter (‘Ted Lasso’), Chinaza Uche (‘Dickinson’), Avi Nash (‘The Walking Dead’), David Oyelowo (‘Selma: Uma Luta Pela Igualdade’) e Rashida Jones (‘On the Rocks’).

Graham Yost (‘Justified’) é responsável pela adaptação.

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Crítica | Charli XCX aposta no pop-rock e no alt-rock para o vibrante e breve single “Wink Wink”

Depois de ter parado o mundo com o aclamado ‘BRAT’, que lhe rendeu nada menos que três estatuetas do Grammy, a icônica cantora, compositora e produtora Charli XCX nos surpreendeu não apenas com a ótima e ambiciosa trilha sonora do remake de O Morro dos Ventos Uivantes, como anunciou sua próxima era musical com ‘Music, Fashion, Film’. O compilado de originais, que tem lançamento agendado para o próximo dia 24 de julho, já vem sendo promovido pela performer há alguns meses – com dois singles oficiais divulgados para seus fãs: “Rock Music”, que nos apresentou a uma identidade mais agressiva e autoconsciente da artista; e a ambígua “SS26”, que veio acompanhada de um dos melhores videoclipes do ano.

Continuando a fomentar esse interessante e antecipado compilado de originais, Charli nos presenteou com mais uma faixa inédita do álbum, intitulada “Wink Wink”. Como podemos imaginar, o título da canção não foi escolhido por qualquer motivo e nos dá pistas do que esperar – uma brevíssima e irônica declaração de mea culpa que mostra que ela vem prestando atenção em comentários inexplicavelmente insólitos sobre sua persona e que, acompanhando a contínua estética rebelde que explora desde 2023, ela de fato não se importa com o status de sua reputação.

Os brevíssimos dois minutos da faixa são, sem sombra de dúvida, o único erro cometido por Charli e por seus colaboradores – afinal, “Wink Wink” se beneficia de uma ótima e indesculpável narrativa que transmuta um costumeiro pedido de desculpas em um ácido comentário sobre o que as pessoas pensam dela. “Aqui está a verdade, e eu preciso ser honesta: não sou mais uma garota má, eu prometo” são os versos que precedem o título da música, deixando que a performer se aproprie de uma conhecida onomatopeia da língua inglesa para dizer, da maneira mais contundente possível, que continuará fazendo o que bem entende.

Entretanto, essa rebeldia descarada tem um propósito a ser cumprido e, ao se aliar com Finn Keane e A.G. Cook (este sendo seu parceiro de longa data, desde os primórdios da PC Music), é notável como Charli tem uma ideia muito clara não só para esta nova canção, mas para o que pretende com o vindouro álbum: uma profusão explosiva de vários gêneros que, aqui, em específico, finca os dentes em uma mistura impecável de pop-rock e alt-rock que presta homenagens aos clássicos do gênero dos anos 2000 – incluindo breves menções a Avril Lavigne e Linkin Park -, e o conhecido hyperpop eternizado na rompante discografia da performer.

Lembrando que a música já está disponível nas plataformas de streaming.

A RAINHA VOLTOU! Madonna lança o aguardado ‘Confessions II’; Ouça!

Madonna está de volta!

A eterna rainha do pop lançou hoje, 3 de julho, o aguardado Confessions II, sequência do aclamado e lendário Confessions on a Dance Floor.

O compilado de originais conta com 16 faixas originais, incluindo as já divulgadas “I Feel So Free”“Bring Me Love” (com Sabrina Carpenter) e “Love Sensation”. O disco ainda conta com parcerias com StromaeMartin GarrixFeidLola Leon (filha mais velha de Madonna).

Ouça:

O projeto marca mais uma parceria entre Madonna e Stuart Price, que produziu o disco original.

 

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1. I Feel So Free
2. Good for the Soul
3. One Step Away
4. Bring Your Love, feat. Sabrina Carpenter
5. Danceteria
6. Read My Lips, feat. Feid
7. Everything
8. Love Sensation
9. Love Without Words
10. Bizarre, feat. Martin Garrix
11. School
12. Fragile
13. My Sins Are My Savior
14. Betrayal
15. L.E.S. Girl

Confessions on a Dance Floor foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”“Sorry”“Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como BeyoncéLady GagaBritney Spears.

Cara Delevingne confirma NAMORO com Amber Heard após divórcio com Johnny Depp

Durante o podcast Louis Theroux, Cara Delevingne (‘Esquadrão Suicida’) abriu o jogo sobre seu relacionamento romântico com a atriz Amber Heard (‘Aquaman’).

A atriz esclareceu os rumores, confirmando o envolvimento das duas após o conturbado e infame divórcio com o Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’).

“Devo comentar sobre isso? Nós fizemos um filme juntas, chamado ‘London Fields: Romance Fatal’. [Johnny Depp] também participou do filme. Acho que ele ficou louco de ciúmes. Nada havia acontecido [entre nós duas] naquela época. Depois do divórcio, no entanto, aconteceu.”

Ela completa, “Nós ficamos próximas por um bom tempo e, então, com o processo do divórcio, nós nos envolvemos. Mas ela também se relacionou com outras pessoas.”

Anteriormente, Heard havia retornado aos holofotes como uma das figuras centrais de ‘Silenced‘, documentário que investiga como processos por difamação têm sido utilizados por homens influentes para silenciar mulheres que denunciam abusos.

Dirigido por Selina Miles e pela advogada de direitos humanos Jennifer Robinson, o filme traça um paralelo entre o caso de Heard e de outras mulheres, como a jornalista Brittany Higgins e a editora Catalina Ruiz-Navarro.

Robinson, que auxiliou Heard no processo de 2018 contra o jornal britânico The Sun, destaca o “efeito intimidatório” que processos milionários causam na liberdade de expressão.

“No mundo pós-#MeToo, vimos mulheres romperem o silêncio cultural, falando publicamente sobre violência de gênero. O que vimos depois foi o suposto agressor movendo um processo por difamação dizendo: ‘Isso não é verdade, é difamatório, e eu vou processar você por muito dinheiro'”, disse Robinson.

Em seu primeiro projeto desde ‘Aquaman e o Reino Perdido’ (2023), Heard adotou um tom confessional:

“Isso não é sobre mim. Eu perdi minha capacidade de falar. Não estou aqui para contar minha história. Eu não quero contar minha história. Na verdade, não quero mais usar minha voz. Esse é o problema”, desabafou a atriz.

O documentário também resgata a hostilidade enfrentada por Heard durante o julgamento no Reino Unido (Depp v. The Sun), onde era alvo constante de ataques físicos e verbais por parte de fãs de Depp.

“O resultado do julgamento dependia da minha participação, e eu dependia do resultado do julgamento. Quando conheci [Robinson], percebi imediatamente que ela entendia o panorama geral. O que aconteceu comigo é uma versão amplificada do que muitas mulheres passam”, disse Amber Heard.

“Lembro-me de que, ao final do julgamento, surgiu a ideia de que eu poderia falar algo à imprensa. [Robinson] perguntou se eu tinha certeza disso. [Pensei], ‘Se eles jogarem coisas em mim, isso deixará o ponto mais claro’. Eu não entendia que poderia piorar tanto para mim como mulher, usando minha voz”, acrescentou.

Apesar do trauma, a atriz encerra sua participação com uma mensagem de esperança.

“É fortalecedor ver outras pessoas assumirem a luta. Mulheres corajosas o suficiente para enfrentar o desequilíbrio de poder. Olhar para o rosto da minha filha enquanto ela cresce e lentamente começa a entrar neste mundo… Eu acredito que pode ser melhor”, concluiu.

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‘Sacrifício’: Terror estrelado por Sadie Sink e Eric Bana ganha trailer!

‘A Sacrifice’ (Sacrifício – tradução livre), terror estrelado por Sadie Sink (‘Stranger Things’) e inspirado no romance “Tokyo Nobody” de Nicholas Hogg, ganhou seu trailer!

O filme acompanha a história do psicólogo social americano Ben Monroe, que se muda para Berlim para investigar um culto local envolvido em eventos perturbadores.

“A trama acompanha o psicólogo social americano Ben Monroe enquanto investiga um culto local em Berlim ligado a eventos perturbadores. Enquanto ele se concentra em seu trabalho, sua filha adolescente rebelde, Mazzy, se envolve com um misterioso garoto local que a introduz à cena underground de festas da cidade. À medida que os dois mundos se aproximam perigosamente, Ben precisará agir rapidamente para salvar sua filha”.

O filme é dirigido por Jordan Scott (‘Sedução’) e produzido por Ridley Scott (‘Napoleão’).

Sadie Sink estrela ao lado de Eric Bana (‘Livrai-nos do Mal’) e Sylvia Hoeks (‘Blade Runner 2049’).

O longa tem data de lançamento nos EUA marcada para 28 de junho de 2024. No Brasil, a data de estreia ainda não foi definida.

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‘Minions & Monstros’ deve arrecadar US$80 MILHÕES durante feriado nos EUA

A aguardada animação ‘Minions & Monstros‘, terceiro capítulo da franquia spin-off de ‘Meu Malvado Favorito’, deve fazer um grande barulho de arrecadação quando estrear ao redor do mundo nesta semana.

Segundo a Variety, o longa-metragem deve liderar as bilheterias no fim de semana de 4 de julho nos EUA. O sétimo filme da saga animada da Universal Pictures e da Illumination projeta uma arrecadação de US$80 milhões em 4.000 salas domésticas durante o período de cinco dias do feriado. Exibidores e estúdios concorrentes têm opiniões divergentes sobre o desempenho final do filme, com projeções que variam de US$60 milhões a US$90 milhões.

Analistas de mercado preveem que o público nos cinemas pode ser menor do que o habitual para um fim de semana de feriado, já que o 4 de julho cai em um sábado. Em vez de irem ao cinema no dia da semana de maior movimento para o setor, é provável que os americanos engajem em outras atividadaes para celebrar o 250º aniversário do país. Além disso, é possível que as partidas da Copa do Mundo da FIFA também sejam preferência dos espectadores em vez das telonas.

Minions & Monstros’ caminha para uma estreia financeira mais modesta dentro da franquia: a encargo de comparação, ‘Meu Malvado Favorito’ (2010) debutou com US$56 milhões, enquanto os títulos mais recentes – Minions 2: A Origem de Gru’ (2022) e ‘Meu Malvado Favorito 4’ (2024) – abriram com US$123 milhõesUS$122 milhões, respectivamente.

Os dois últimos filmes, inclusive, se tornaram fenômenos de bilheteria: Minions 2’ arrecadou US$940 milhões mundialmente, enquanto ‘Meu Malvado Favorito 4’ acumulou US$972 milhões ao final de sua exibição nos cinemas. O segundo capítulo da franquia spin-off, que detém o recorde de maior estreia no fim de semana de 4 de julho, também se beneficiou da febre #GentleMinions — uma tendência viral do TikTok que incentivava adolescentes a irem ao cinema vestidos de terno.

Minions & Monstros’ já está recebendo elogios por parte da crítica internacional, abrindo com sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A recepção representa o maior percentual da saga e a maior aprovação de um filme da Illumination Studios. O longa-metragem é seguido por ‘Meu Malvado Favorito’ (80%), ‘Meu Malvado Favorito 2’ (75%), Minions: A Ascensão de Gru’ (69%), ‘Meu Malvado Favorito 3’ (58%) e Minions‘Meu Malvado Favorito 4’ (ambos com 55%).

Crítica | ‘Minions & Monstros’ reconstrói Hollywood em uma divertida, ainda que falha aventura

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de julho.

Saiba Mais » Minions e Monstros

A animação conta a história turbulenta, absurda e totalmente verdadeira de como os Minions conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema, perderam tudo, soltaram monstros no mundo e depois se uniram para tentar salvar o planeta do caos que eles próprios criaram.

Minions & Monstros’ conta com as vozes de Allison Janney, Christoph Waltz, Jeff Bridges, Jesse Eisenberg, Zoey Deutch e Trey Parker.

Oscar Pierre Coffin, da franquia ‘Meu Malvado Favorito‘, retorna à direção.

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Crítica | ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ retorna com uma 2ª temporada marcada pela FADIGA criativa

Dynamic fantasy battle scene with four martial artists; central bald hero with arrow on his head leaps forward as debris and water swirl around them in a village square.

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da aclamada animação ‘Avatar: A Lenda de Aang, que não apenas se tornou um dos carros-chefes da Nickelodeon, como um estandarte do gênero ao apresentar ao mundo uma densa exploração política e social regada a incríveis sequências de ação e personagens envolventes que refletem o duradouro legado da atração no cenário do entretenimento. E, acompanhando a onda de adaptações em live-action das últimas duas décadas, a série recebeu um remake supervisionado pela Netflix que estreou em 2024 sob o título Avatar: O Último Mestre do Ar.

Fincando os dentes em uma sólida e apaixonada reconstituição dos explosivos eventos da animação original, o live-action estrelado por Gordon Cormier como Aang, o último dobrador dos Nômades do Ar e a nova encarnação do poderoso Avatar – a única entidade capaz de manter a paz e a ordem em meio à ascensão descontrolada e mortal da Nação do Fogo -, encontrou sucesso por se manter fiel à essência desse vibrante cosmos à medida que explorou outras camadas. Agora, a gigante do streaming nos convida a mergulhar em uma segunda temporada que, apesar de acertar em alguns pontos, nos deixa com um gostinho agridoce de frustração ao não sabe exatamente como delinear suas múltiplas e impulsivas tramas.

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O ciclo anterior se encerrou com uma gloriosa e emocionante batalha entre a Nação do Fogo e a Tribo da Água do Norte, em que Aang incorporou o estado Avatar em um ímpeto destrutivo que acendeu um alerta no protagonista. Nos novos episódios, ele caminha para se especializar nas Dobras de Terra após Katara (Kiawentiio) tê-lo ajudado com as Dobras de Água – mas o caminho é mais tortuoso do que o esperado. Recusado ser auxiliado por seu amigo de longa data, Bumi (Utkarsh Ambudkar), que permanece preso em Omashu, Aang encontra em uma jovem dobradora de terra cega conhecida como Toph Beifong (Miyako) a possibilidade de continuar investindo seu treinamento, mesmo encontrando certa resistência inicial, considerando o status real da garota.

Como podemos imaginar, Toph se junta a Aang, Katara e Sokka (Ian Ousley) na interminável empreitada contra o Lorde Ozai (Daniel Dae Kim) e seus asseclas, viajando para a impenetrável cidade de Ba Sing Sei a fim de alertá-los de uma investida destrutiva da Nação do Fogo – cujo plano foi arquitetado pela psicótica filha de Ozai, a Princesa Azula (Elizabeth Yu), uma poderosa dobradora de fogo que consegue atirar raios. Determinada não apenas a destruir o Avatar, como também a encontrar seu irmão exilado, Zuko (Dallas Liu), e o ex-General Iroh (Paul Sun-Hyung Lee), que foi taxado como traidor e inimigo, Azula posa como a principal ameaça dos heróis nessa temporada.

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O segundo ciclo começa de maneira sólida ao dar ares de uma remodelação da clássica estrutura da Jornada do Herói explorada na iteração anterior, que seguiu todos os moldes desse “manual de instruções” para nos apresentar ao universo de ‘O Último Mestre do Ar’. Aqui, o showrunners Albert Kim e Christine Boylan têm todos os elementos necessários para se aprofundar nos arcos de amadurecimento de cada personagem, porém, mesmo com sete capítulos de mais de uma hora cada, não conseguem se desvencilhar de atribulações técnicas e o início de uma fadiga criativa que não cumpre com as expectativas e resolve jogar no seguro.

Em outras palavras, a série singra entre acertos e erros de forma muito similar: de um lado, a controversa e alienável estrutura político-social de Ba Sing Se ganha palanque notável, colocando o Rei Kuei (Justin Chien) em uma espécie de estado de torpor que renega a guerra impulsionada pela Nação do Fogo, fomentando a hierarquia de seu reinado ao passo que silencia aqueles que se opõe a ele e aos ideais que representam – e que tem sua representação máxima na figura de Joo Dee (Amanda Zhou), que funciona como “guia turística” do local e uma espiã de seus superiores.

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De outro, os fracos diálogos parecem ter saído de qualquer história de fantasia e ação dos últimos trinta anos, apoiando-se em convencionalismos baratos que, inclusive, atuam negativamente na atuação de certos membros do elenco. Cormier, tendo nos presenteado com uma sólida e envolvente incursão na temporada predecessora, é engolfado em uma sucessão de falas que nos causam estranhamento – e engolido pela presença de Kiawentiio e Liu. De qualquer maneira, é preciso dar o destaque merecido à performance singular e espetacular de Yu como a imponente e perigosa Azula, roubando os holofotes em todas as cenas em que aparece; e Lee em uma solene e dramática subtrama envolvendo Iroh e seu arco de culpa e redenção, reiterando um dos melhores personagens de todo o universo ‘Avatar’.

Ousley e Miyako também têm seus momentos de glória, mas ficam apagados em uma unidimensionalidade tristonha e que não explora o potencial de seus respectivos personagens. Toph, inclusive, tem sua personalidade ácida e contundente diluída em um coming-of-age que, apesar de ter suas centelhas de comprometimento criativo, nunca alcança o que esperaríamos de uma das heroínas mais marcantes da atração.

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A 2ª temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar reduz o épico escopo da temporada de estreia e nos arremessa a uma zona de conforto que não traz nada de novo e até mesmo remodela pontos importantes da animação original a fim de investir esforços em uma continuidade de fórmulas cansativas – e que nos deixa incertos quanto à qualidade futura do live-action.

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‘Evil Dead Wrath’: Próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio’ se passará ANTES do longa original

Em entrevista ao Dread Central, o produtor Rob Tapert revelou que ‘Evil Dead Wrath‘, próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, será ambientado em 1972.

A trama se passará antes dos eventos do longa original, de 1981. E, apesar da ação em ‘Uma Noite Alucinante 3‘ se passar na Idade Média, o novo filme será ambientado antes do Ash Williams voltar no tempo.

“‘Evil Dead Wrath’ será mais um capítulo inventivo da franquia. A trama se passará antes de todas as outras. O filme será ambientado em 1972.”

Ele completa, “O longa terá a atmosfera de uma produção lançada nos anos 70 porque o diretor e seu diretor de fotografia querem resgatar essa aparência e sensação usando um filme chamado Ektachrome 100. Muitos filmes foram rodados com ele naquela época.”

Com direção de Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’), o próximo capítulo chegará às telonas no dia 7 de abril de 2028.

Vale lembrar que o novo filme da saga, ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘, chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho.

Dirigido por Sébastien Vaniček (‘Infestação’), o novo filme promete trazer um tom mais sério – como o remake de 2013 –, cenas assustadoras que farão o público se contorcer nos cinemas.

O elenco contará com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além de dirigir, Sébastien Vaniček também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

Indireta? Em meio ao fracasso de ‘Supergirl’, Zack Snyder faz postagem sobre antigo DCU nas redes sociais

Atualmente em cartaz nos cinemas nacionais,Supergirl caminha para se tornar um completo fracasso comercial após uma estreia desastrosa, ameaçando gerar um prejuízo milionário para a Warner Bros. Pictures. No meio desse cenário turbulento, o cineasta Zack Snyder usou as redes sociais para compartilhar uma lembrança do antigo universo DC que chamou a atenção dos fãs.

Snyder publicou a imagem de um banner de Mulher-Maravilha acompanhada da seguinte legenda:

“Embora a Mulher-Maravilha sempre tenha sido um ícone, tenho um orgulho enorme de ter desempenhado um papel em trazê-la à vida pela primeira vez nas telonas, onde sua história pode inspirar uma nova geração”, escreveu.

Apesar de parecer uma homenagem simples, o momento da publicação fez com que internautas interpretassem o post como uma indireta a James Gunn, atual chefe do DC Studios.

O lançamento de Supergirl e o anúncio de produções focadas em personagens secundários têm gerado fortes críticas por parte do público, já que os principais pilares da editora, como Batman, Mulher-Maravilha e Flash, seguem sem previsão de retorno aos cinemas.

Além disso, o fracasso inicial deSupergirl reacendeu o debate sobre produções protagonizadas por super-heroínas, frequentemente alvos de críticas por parte do público que aponta roteiros frágeis e falta de tato de Hollywood para escrever personagens femininas fortes.

Historicamente, essa barreira foi quebrada justamente por Mulher-Maravilha (2017), que além de aclamado pela crítica, arrecadou US$ 821,7 milhões mundialmente. Outro contraponto lembrado pelos fãs é ‘Capitã Marvel’ (2019), da Disney, que embora tenha ultrapassado a marca histórica de US$ 1 bilhão, acabou sendo rejeitado por uma parcela significativa do público.

Fracasso! ‘Supergirl’ deve dar PREJUÍZO de mais de US$ 100 milhões à Warner Bros.

Com um orçamento de produção estimado em US$ 170 milhões e aproximadamente US$ 120 milhões gastos em campanhas de marketing, o longa do novo DCU precisa arrecadar pelo menos US$ 375 milhões globalmente apenas para se pagar.

Contudo, as projeções atuais indicam um cenário crítico:

  • Arrecadação estimada nos EUA: Cerca de US$ 100 milhões.
  • Arrecadação mundial estimada: Entre US$ 200 milhões e US$ 210 milhões.

Caso as estimativas se confirmem, fontes do mercado financeiro de Hollywood indicam que a Warner Bros. pode enfrentar um prejuízo entre US$ 100 milhões e US$ 120 milhões. Uma visão interna ligeiramente mais otimista prevê perdas entre US$ 80 milhões e US$ 85 milhões, sob a condição obrigatória de que a barreira global dos US$ 200 milhões seja superada.

Caso contrário, o rombo para a Warner Bros. será ainda maior.

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Supergirl’ segue em cartaz nos cinemas.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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Disney+ AUMENTA o valor da mensalidade de novo!

O Disney+ surpreendeu seus assinantes ao anunciar um novo reajuste repentino nos preços de suas assinaturas no mercado brasileiro. Com aumentos que chegam a cerca de 7%, a plataforma assumiu o posto de serviço de streaming com as mensalidades mais caras do país, superando os planos mais robustos de concorrentes diretos.

Confira como ficaram os novos valores mensais:

  • Plano Premium: R$ 69,90/mês (valor anterior: R$ 66,90)
  • Plano Padrão: R$ 49,90/mês (valor anterior: R$ 46,90)
  • Plano Padrão com Anúncios: R$ 29,99/mês (valor anterior: R$ 27,99)

Para tentar conter as críticas do público em relação aos novos preços, a Disney passou a oferecer uma condição especial para quem optar pela fidelidade de 12 meses. No pacote anual, o usuário garante um desconto que reduz o valor equivalente por mês para R$ 48,99 no plano Premium e R$ 33,99 no plano Padrão (sem publicidade).

Ainda assim, os novos valores isolados da mensalidade do Disney+ chamam a atenção quando comparados à concorrência. Atualmente, os pacotes mais caros e completos da Netflix e do Globoplay cobram, no máximo, R$ 59,90 por mês, uma diferença de dez reais em relação ao novo topo da tabela da Disney.

A DISNEY PLUS esconde essas joias: 10 séries que você precisa ver

Disponível no Brasil desde 2019, o catálogo do Disney+ reúne produções da própria Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, além de séries da antiga marca Star e transmissões esportivas ao vivo da ESPN.

Fenômeno! Disney faz história e é o PRIMEIRO estúdio a ultrapassar US$ 3 bilhões em bilheteria em 2026

Você está feliz com o streaming do Disney+? Conta nos comentários:

 

Millie Bobby Brown REJEITA derivado de ‘Enola Holmes’ focado em Sherlock Holmes: “Os homens já tiveram seu momento!”

A estrela Millie Bobby Brown comentou recentemente sobre o futuro da franquia ‘Enola Holmes’ após o lançamento do terceiro filme. Durante a entrevista, a atriz rejeitou a ideia de um derivado focado em Sherlock Holmes e Dr. Watson.

Embora o carisma de Brown seja o principal pilar do sucesso da saga, parte do público manifesta o desejo de ver um spin-off focado em Henry Cavill, que interpreta Sherlock Holmes. No terceiro longa, o famoso detetive passa a dividir mais tempo de tela com o Dr. John Watson, vivido por Himesh Patel.

Em entrevista ao ComicBook, Millie Bobby Brown foi direta: “Acho que precisamos de mais mulheres nas telas, então talvez não. Já tivemos isso. Os homens já tiveram seu momento. Para mim, é mais sobre a Enola e sobre colocar mulheres em destaque”.

Por outro lado, o intérprete do Dr. Watson demonstrou bastante entusiasmo com a ideia de estrelar um projeto derivado ao lado de Cavill, aproveitando a oportunidade para mandar um recado bem-humorado aos executivos da plataforma de streaming:

“Ainda não tive essa conversa, mas adoraria. Alguém envie esta entrevista para os chefões da Netflix e vamos ver o que acontece. Como a história se desenrola com Sherlock desaparecido, não tivemos muito tempo juntos, especialmente no set. Acho que o Henry fez um trabalho maravilhoso neste filme. O público vai ver momentos realmente poderosos com Sherlock. Ele é um ator fantástico, e eu adoraria dividir mais cenas com ele”, concluiu.

Questionada sobre o futuro da franquia ‘Enola Holmes’, após o lançamento do terceiro filme. A atriz falou sobre a possibilidade de retornar para novos capítulos da saga, que adapta a série de livros de Nancy Springer, atualmente composta por dez volumes.

“Nossa… eu não sou quem decide isso, mas vamos ver como este filme vai se sair. Eu topo, se a Netflix topar e se a Louise topar também”, concluiu.

‘Enola Holmes 3’ está disponível na Netflix.

O longa traz Brown de volta como a personagem titular, Partridge como Lorde Tewkesbury e Helena Bonham Carter como Eudoria Holmes, mãe de Enola.

Enquanto os dois primeiros filmes focaram em Enola buscando sua mãe e resolvendo seu primeiro caso oficial na Inglaterra vitoriana, o terceiro filme a levará para o exterior.

A nova aventura será na ilha-nação de Malta, descrita como um “verdadeiro ninho de víboras” e um cenário perigoso como nada que a jovem detetive já tenha enfrentado. Em paralelo aos novos desafios, Enola precisará equilibrar sua vida pessoal e profissional em meio a esse cenário. Seu relacionamento com o Tewkesbury avançará significativamente.

Philip Barantini (‘O Chef’) fica responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Himesh Patel, Henry Cavill, Helena Bonham Carter e Sharon Duncan-Brewster.

Inspirados nos livros escritos por Nancy Springer, os filmes de Enola Holmes mostram a irmã mais nova de Sherlock trilhando sua própria carreira como detetive.

Confira a 1ª foto do novo TERROR dos diretores de ‘Premonição 6’

Programada para fechar o festival Fantasia, a sequência ‘Aberrações 2‘ (Freaks Part II) teve sua primeira imagem divulgada.

Zach Lipovsky & Adam Stein, de ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘, retornam no comando da continuação.

Confira:

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Na trama…

“Anos após uma fuga traumática, encontramos Mary (Amanda Crew) e sua filha Chloe (Lorelei Olivia Mote) vivendo na estrada, enquanto escondem seus poderes e identidades. Elas são caçadas pela Força de Defesa Anormal (ADF), uma equipe policial paramilitar especializada em exterminar impiedosamente “aberrações” como elas. Movida pela sede de vingança, Mary está determinada a encontrar a oficial da ADF (Lili Taylor) que matou seu primeiro filho.”

Aclamado pelos críticos, ‘Aberrações‘ conquistou sólidos 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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Os ‘Minions’ trabalharam para Hitler? Criador da franquia finalmente responde!

O longa-metragemMinions & Monstros’ estreia hoje nos cinemas de todo o país, apresentando o mais novo capítulo do icônico derivado da franquia ‘Meu Malvado Favorito’. Com o lançamento, Pierre Coffin, criador da cômica saga de animação, decidiu abordar um dos maiores dilemas morais debatidos pelos fãs na internet: afinal, as criaturinhas amarelas teriam trabalhado para Adolf Hitler durante a Segunda Guerra Mundial?

De acordo com o ComicBook, Coffin foi questionado sobre o paradeiro dos personagens entre os anos de 1939 e 1945, período em que o ditador nazista liderava a Alemanha.

O cineasta foi direto em sua resposta: “Acho que eles estavam naquela caverna”.

A afirmação do diretor é consistente com a narrativa apresentada anteriormente emMinions (2015), filme que já havia explicado parte do passado dos personagens.

De acordo com a cronologia oficial, após fracassarem ao servir Napoleão Bonaparte em uma batalha, as criaturas se exilaram em uma caverna de gelo. Eles permaneceram isolados por mais de um século, de 1812 até 1968, o que significa que atravessaram as duas grandes guerras mundiais sem servir a nenhum líder.

No entanto, Minions & Monstros’ adiciona um novo detalhe à mitologia da franquia ao revelar a existência de várias tribos de Minions além daquela que permaneceu escondida no gelo. A nova produção mostra que pelo menos um desses grupos começou a trabalhar em Hollywood ainda na década de 1920, justamente no período entre-guerras.

Questionado sobre essa aparente contradição e a possibilidade de essa outra tribo ter se aliado a regimes totalitários na Europa, Coffin desconversou com bom humor: “Eu estava tentando evitar essa resposta… Os Minions que conhecemos em Minions ficaram presos na caverna. Esses outros, eu não sei onde estavam, mas eles não faziam parte da Grande História”.

A curiosidade do público surge devido à própria lógica interna (lore) da franquia, que estabelece que os Minions têm a necessidade biológica de sempre buscar e trabalhar para o mestre mais perverso que conseguirem encontrar, o que justifica a parceria deles com o vilão Gru na trilogia principal.

Ao longo da história da marca, já foi mostrado que os personagens serviram desde um Tiranossauro Rex e um vampiro até o conquistador francês Napoleão Bonaparte.

Minions & Monstros’ estreia hoje nos cinemas. 

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Crítica | ‘Minions & Monstros’ reconstrói Hollywood em uma divertida, ainda que falha aventura

Saiba Mais » Minions e Monstros

A animação conta a história turbulenta, absurda e totalmente verdadeira de como os Minions conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema, perderam tudo, soltaram monstros no mundo e depois se uniram para tentar salvar o planeta do caos que eles próprios criaram.

Minions & Monstros’ conta com as vozes de Allison Janney, Christoph Waltz, Jeff Bridges, Jesse Eisenberg, Zoey Deutch e Trey Parker.

Oscar Pierre Coffin, da franquia ‘Meu Malvado Favorito‘, retorna à direção.

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Crítica | Lexi Minetree nos ENCANTA na desengonçada série ‘Elle’, pré-sequência de ‘Legalmente Loira’

Os anos 2000 foram marcados por alguns dos clássicos do gênero de comédia e romance que, mesmo duas décadas e meia mais tarde, continuam a ter um lugarzinho especial no coração dos fãs. Apenas a encargo de exemplificação, tivemos as icônicas rom-coms ‘10 Coisas que Eu Odeio em Você’ e ‘De Repente 30’, além das dramédias ‘O Diabo Veste Prada’ e ‘Juno’. E, sem sombra de dúvida, um dos títulos mais conhecidos da época é Legalmente Loira, uma divertida história focada nas empreitadas de Elle Woods, uma socialite que resolve entrar na Faculdade de Direito de Harvard para reconquistar seu ex-noivo – apenas para descobrir uma aptidão nata para se tornar advogada.

Carregado de mensagens de bonança e de empoderamento, com uma dose certeira de humor que apenas um nome como Reese Witherspoon poderia trazer às telonas, o filme é considerado um marco do gênero neste século e estende seu legado até os dias de hoje, reiterando seu inegável status ao lado de produções como ‘Meninas Malvadas’ e ‘As Patricinhas de Beverly Hills’. E, mais de vinte anos depois, somos convidados a retornar para esse universo e colorido universo com o lançamento da 1ª temporada da série pré-sequência ‘Elle’, que foi disponibilizada no catálogo do Prime Video no último dia 1º de julho.

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A trama se passa seis anos antes da adorada protagonista resolver mudar sua vida por completo, trazendo Lexi Minetree encarnando a versão mais nova de Elle Woods, que está pronta para arrasar no Ensino Médio navegando pelas “atribulações” da adolescência. Porém, as coisas viram de cabeça para baixo quando seus pais, Wyatt (Tom Everett Scott) e Eva (June Diane Raphael), anunciam que irão sair da ensolarada e vibrante Bel-Air para a chuvosa e sombria Seattle após um problema médico envolvendo um dos pacientes de Wyatt.

A princípio relutante em se mudar para uma cidade no “auge de sua vida social”, Elle coloca suas melhores roupas e seus melhores acessórios, um sorriso no rosto e sua nata confiança para tentar conquistar seu lugar em uma escola onde tudo parece ao contrário – e a conhecida “hierarquia” escolar parece não existir. Em vez disso, a maioria dos alunos está fortemente engajada em causas sociais para melhorar um mundo que não dá espaço e voz necessários para os jovens, como a impulsiva Kimberly (Chandler Kinney), que de imediato declara seu desgosto pela novata banhada em rosa, ou a ácida Liz (Gabrielle Policano), que se torna sua improvável amiga.

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Como podemos perceber, a estrutura da série bebe de diversas outras produções adolescentes que marcaram gerações – e não apenas isso, faz incontáveis menções ao filme original (o que não é nenhuma surpresa, considerando o envolvimento de Witherspoon na produção executiva). Logo de cara, percebemos que os títulos dos episódios são tirados diretamente de icônicas falas de Elle Woods em seu tempo em Harvard, como “Não, bobinho. Eu estudo aqui” e “O quê? Por que é difícil?”, e essas homenagens se estendem para a construção da personalidade da deslocada protagonista e para um trabalho excepcional de Minetree, que traz elementos da performance de Reese à medida que traz uma identidade única a um dos ícones da cultura pop contemporânea.

De certa maneira, o arco de Elle segue os passos da “jornada do herói”, mas não da forma que esperamos: claro, temos o cruzamento do limiar entre a realidade em que a personagem principal sempre conheceu e a realidade a que é arremessada, além dos inesperados aliados que a auxiliam em sua trajetória de autodescoberta e uma mentora nada convencional que a “força” a esquadrinhar seu completo potencial. Porém, não podemos deixar de encontrar várias semelhanças entre a estrutura da série e a do filme de 2001, traçando similaridades tão fortes que destituem o spin-off de caminhar com os próprios pés – ainda que essa tarefa seja mais difícil do que parece.

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Em última instância, os oito episódios do projeto emergem como um guilty pleasure, um passatempo para um fim de semana calmo e despretensioso que acompanha as aventuras de Elle em seu novo colégio – e que conta também com a ótima presença cômica de Raphael, que já havia nos encantado na comédia ‘Grace e Frankie’, e de Amy Pietz como Donna, a secretária do Colégio Rainer West que se torna amiga da protagonista. Todavia, em meio a diálogos desajeitados e estereótipos teen que funcionavam muitos anos atrás, o restante do elenco não consegue brilhar como deveria e vive à sombra de um comprometimento artístico que preza mais pelo saudosismo e pelo visual do que pelo conteúdo.

Mesmo com muitos erros e demorando para encontrar seu ritmo, ‘Elle’ é uma despojada pré-sequência de Legalmente Loira que se beneficia da magnética presença de Lexi Minetree e de June Diane Raphael – e, por mais que não consiga justificar sua existência, consegue nos envolver dentro de limites claros e que não fogem muito das fórmulas do gênero.

Lembrando que a série está disponível no Prime Video.

Ansiosos por ‘A Morte do Demônio: Em Chamas’? Saibam onde assistir TODOS os filmes da franquia!

Faltando apenas uma semana para o lançamento do aguardado terror ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘ (Evil Dead Burn), está na hora perfeita de revisitar os filmes anteriores da franquia.

Infelizmente, os títulos da saga podem ser complicados de se encontrar, considerando que estão espalhados em serviços de streamings diferentes.

Mas o CinePOP está aqui para levantar o inferno… e ajudar.

Confira a lista completa:

O novo filme será lançado nos cinemas nacionais na próxima quinta-feira, no dia 9 de julho.

Saiba Mais » A Morte do Demônio: Em Chamas

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

O elenco conta com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

‘Nightborn’: Terror com astro de ‘Harry Potter’ explora os horrores da maternidade; Confira o trailer!

O terror ‘Nightborn‘, estrelado por Rupert Grint (‘Harry Potter’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Hanna Bergholm (‘Ninho do Mal’) é responsável pela direção.

Sonhando em construir a família perfeita, Saga e seu marido britânico, Jon, mudam-se para a casa isolada onde ela passou grande parte da infância, nas profundezas da floresta finlandesa. No entanto, assim que o bebê nasce — e apesar de todos ao seu redor tentarem tranquilizá-la —, Saga sente que há algo terrivelmente errado com o filho. À medida que o casamento começa a desmoronar, Jon tenta apoiar a esposa, mas apenas Saga suspeita da terrível verdade sobre o recém-nascido.

Seidi Haarla (‘Compartimento Nº 6’) também estrela a produção. O elenco ainda conta com Pamela Tola, Pirkko Saisio, Rebecca LaceyJohn Thomson.

O terror será lançado no Shudder no dia 31 de julho.

‘Moana 3’: Sequência é CONFIRMADA pelo astro Dwayne Johnson

Durante uma coletiva de imprensa para promover o live-action no Brasil (via Almanaque Disney), o astro Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) confirmou que a sequência animada ‘Moana 3‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Jared Bush e Dana Ledoux Miller serão responsáveis pelo roteiro do novo filme.

“Sim, nós estamos conversando sobre ‘Moana 3’. Temos os incríveis Jared Bush e Dana Ledoux Miller trabalhando no roteiro, mas vai demorar um pouco. Vamos tomar nosso tempo, assim como aconteceu com o primeiro filme, a sequência e o live-action. Vamos fazer isso do jeito certo.”

Sucesso nos cinemas, ‘Moana 2‘ arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

O live-action chegará às telonas do Brasil na próxima quinta-feira, no dia 9 de julho.

Relembre o trailer:

A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos.

Johnson também produz o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

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