Site Página 3320

‘Tales of the Walking Dead’: Luta pela sobrevivência no teaser do spin-off antológico; Confira!

A AMC divulgou o novo teaser de ‘Tales of the Walking Dead‘, spin-off antológico de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 14 de agosto.

O elenco contará com Samantha Morton, Lauren Glazier, Olivia Munn, Danny Ramirez, Loan Chabanol, Embeth Davidtz, Jessie T. Usher, Terry Crews, Anthony Edwards, Parker Posey, Poppy Liu, Matt Medrano e Jillian Bell.

A primeira temporada será composta por seis episódios autônomos, que serão “focados em personagens novos e conhecidos do mundo da série original”.

A produção será uma antologia episódica com capítulos individuais ou arcos de episódios focados em personagens novos ou existentes, reunindo histórias de background ou outras experiências novas e únicas.

Segundo o diretor de conteúdo do universo Walking Dead, Scott M. Gimple, o novo projeto trará novas perspectivas e visões da amada franquia, sendo algo diferente de tudo que os fãs de zumbis já viram.

“Esta série, mais do que qualquer outra no universo de Walking Dead, gira em torno de novas vozes, perspectivas e ideias – trazendo histórias de vida diferentes de todas as que já contamos antes. Estou emocionado por ser o consigliere de Channing Powell, ajudando de todas as maneiras que puder para tornar essas novas visões reais para os melhores fãs da TV”. 

Channing Powell será o showrunner da série derivada.

Essa será a quarta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que dois novos spin-offs, focados no Daryl e na Carol e na Maggie e no Negan, também estão em desenvolvimento.

‘Chucky’: 2ª temporada ganha TEASER, cartaz e data de estreia

O SyFy divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘Chucky‘, série que dá continuidade à franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo irá estrear no dia 5 de outubro.

Confira o teaser, com o novo cartaz:

A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.

Sutton Stracke, Joe Pantoliano, Tony Nappo, Meg Tilly Lara Jean Chorostecki também farão parte dos novos episódios.

Anteriormente, Don Mancini, criador da franquia, falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.

“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”

Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

‘The Handmaid’s Tale’: June vs. Serena no teaser ÉPICO da 5ª temporada; Confira!

O Hulu divulgou o novo teaser da 5ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘, que promete um confronto épico entre a June e a Serena.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 14 de setembro.

Lembrando que, na nova temporada, June (Elisabeth Moss) enfrenta as consequências pela morte de Waterford enquanto luta para redefinir sua identidade e propósito.

A viúva Serena (Yvonne Strahovski) está em Toronto, onde a influência de Gilead se aumenta. O comandante Lawrence (Bradley Whitford) trabalha com Lydia (Ann Dowd) para subir ao poder.

OT Fagbenle, Samira Wiley, Madeline Brewer, Amanda Brugel e Sam Jaeger também estão no elenco. Alexis Bledel deixou a série após quatro temporadas.

‘Pânico 6’: Samara Weaving entra para o elenco da sequência

De acordo com o Bloody Disgusting, Samara Weaving (‘A Babá’) entrou para o elenco da aguardada sequência ‘Pânico 6‘.

A atriz, que já havia trabalhado com os cineastas Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett no elogiado ‘Casamento Sangrento‘, quase participou do quinto filme, mas teve que abandonar o projeto por causa de conflitos na agenda.

“Nós estávamos conversando sobre [eu me juntar ao elenco de ‘Pânico 5’], mas nossas agendas não estavam livres, o que foi triste. Nós discutimos muito sobre isso, mas, infelizmente, não pude participar [do filme],” havia revelado a atriz sobre a sequência anterior.

Além dela, Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) também foi confirmado no elenco.

O novo filme contará com Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby) e Courteney Cox (Gale). Neve Campbell não retorna.

Os novatos Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.

Ontem, foi divulgada uma imagem dos bastidores que mostra o que parece ser o logotipo do filme. Será que vai se chamar ‘Pânico II’ ou ‘Pânico !!‘?

Como nada foi confirmado, é possível que o título seja apenas provisório e mude com o passar dos meses.

O Creepy Duck criou um fã pôster espetacular para o filme. Confira:

Lembrando que os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornarão para a próxima aventura, que está programado para chegar aos cinemas em 31 de março de 2023.

Confira a sinopse:

“Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em uma cidade diferente. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado.”

Assista à nossa crítica do último longa:

 

Freira é perseguida pelo Diabo no trailer ASSUSTADOR do terror ‘A Luz do Demônio’; Assista!

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de ‘A Luz do Demônio‘ (The Devil’s Light), novo terror sobre possessão demoníaca dirigido por Daniel Stamm, de ‘O Último Exorcismo‘.

A estreia do filme no Brasil está agendada para 17 de Outubro de 2022.

Confira, com o cartaz:

Perseguida por um demônio que tenta alcançá-la, a Irmã Ann (Jacqueline Byers) luta contra essas forças malignas desde sua infância quando o mal entrou em sua mãe. Ao ouvir vozes, a mãe machucava a filha e essas marcas mudaram toda sua história.

Já adulta, a jovem freira trabalhar em um hospital religioso onde também acontecem aulas de exorcismo oferecidas apenas para Padres. Ao sentir o mal novamente se aproximar, ela consegue uma autorização especial para estudar sobre o ritual Sagrado. O que Ann não imaginava, é que o demônio que a desejava trará seu passado mais traumático e sombrio de volta.

O longa foi escrito por Robert Zappia (‘Halloween H20: 20 Anos Depois‘).

‘Pare! Senão Mamãe Atira’ | Saiba como Schwarzenegger enganou Stallone a fazer o PIOR filme de sua carreira

A cada ano os cinéfilos são brindados com centenas de produções para degustarem. São filmes de toda parte do mundo, mas as atenções em geral são voltadas para o cinema dos EUA – o mais exportado internacionalmente e mais consumido em seu próprio território, um dos mais fortes mercados cinematográficos. Não por acaso Hollywood é conhecida como a terra do cinema. Destas centenas ou milhares de produções anuais, no máximo umas duas dezenas se destacam verdadeiramente. E tão difícil quanto se destacar positivamente em um respectivo ano, é se destacar negativamente. Aqui não estou me referindo a uma produção genérica qualquer, que ainda consegue encontrar defensores em alguns casos, mas sim a filmes unanimemente execrados – usados como a primeira camada do fundo do poço. Tais filmes são os exatos extremos opostos dos melhores filmes do ano.

Toda esta introdução apenas para chegarmos até Pare! Senão Mamãe Atira, de 1992, “comédia” (ênfase nas aspas) protagonizada pelo astro Sylvester Stallone (então um dos maiores de Hollywood) que entraria para a história infamemente conhecido como um dos piores longas-metragens de todos os tempos. A obra peculiar está completando 30 anos de sua estreia em 2022 e está atualmente disponível na Netflix (embora não saibamos até quando – poderá ser removido do catálogo a qualquer momento). Com o pensamento “o que seria dos filmes bons sem os ruins”, nada mais justo do que uma nova olhada neste filme… digamos, pouco apreciado na filmografia de Stallone e no catálogo da Universal Pictures.

Nos anos 1980, Sylvester Stallone estava no topo do mundo e era um dos maiores astros do cinema de ação em Hollywood. O ator foi importantíssimo não apenas para abrir portas para gente como Dwayne Johnson, Vin Diesel e Jason Statham, mas também por ajudar a consolidar este subgênero dos “exércitos de um homem só”, filmes onde o protagonista era o suficiente para derrotar quantos bandidos fossem. Muito deste prestígio conquistado por Stallone se deu graças ao sucesso das franquias Rocky e Rambo – que na década atingiam seus auges com Rocky IV e Rambo 2 – A Missão, ambos de 1985. Sly, no entanto, não reinava só, e tinha uma verdadeira pedra austríaca em seu sapato, que atende pelo nome impronunciável Arnold Schwarzenegger. Na década, os dois brucutus duelavam nos bastidores pelos melhores filmes e as maiores bilheterias – fato confirmado por ambos em entrevistas atuais.

Nessa “guerra declarada” a competição era bem real para estar no topo como o rei de Hollywood. Hoje, é claro, os veteranos são amigos, já colaboraram em pelo menos quatro produções juntos, e contam estas histórias rindo. A mais notória delas é justamente a que envolve Pare! Senão Mamãe Atira. Segundo o próprio Arnold, após o sucesso de sua transição para a comédia nos elogiados Irmãos Gêmeos (1988) e Um Tira no Jardim de Infância (1990), todo tipo de oferta no gênero chegava à sua porta. Um destes roteiros era justamente o escrito por William Osborne e Will Davies, dupla responsável por Irmãos Gêmeos, em parceria com Blake Snyder. A ideia para o citado filme de 1988 não é, por assim dizer, a mais mundana para uma comédia – afinal ter Arnold e Danny DeVito como irmãos gêmeos muito diferentes poderia ter dado muito errado, mas nas mãos de um realizador como Ivan Reitman deu muito certo. E aqui a proposta era mais ou menos a mesma – com um policial linha dura precisando lidar com seu maior desafio: a visita da mãe enxerida!

Numa das “pegadinhas” mais inusitadas de Hollywood, Schwarzenegger enganou Stallone para fazer um dos piores filmes do cinema.

A equipe de Irmãos Gêmeos e Pare! Senão Mamãe Atira inclusive era mais ou menos a mesma – contando além do roteiro, com a produção de Ivan Reitman. O pensamento geral era: por mais insana e até mesmo idiota que fosse a premissa de Irmãos Gêmeos em seu roteiro, os atores e os realizadores fizeram a história funcionar. E o mesmo podia ser feito no filme da “mamãe é uma peça”. Assumindo a direção, era contratado pela Universal Pictures, o estúdio que produziria o longa pela “bagatela” de US$45 milhões (um valor elevado para a época), o cineasta Roger Spottiswoode – diretor veterano cujo trabalho anterior também havia performado abaixo do esperado (Air America – Loucos Pelo Perigo, de 1990), mas depois seguiria para o sucesso 007 – O Amanhã Nunca Morre (1997). Sem qualquer papa na língua, o ex-Governator admite que quando leu o roteiro de Pare! Senão Mamãe Atira, achou uma m#rda. Assim o próximo passo do grandalhão foi mandar espalhar o boato pelos quatro cantos de Hollywood que ele estaria muito interessado no projeto. Stallone mordeu a isca e disse para seu agente que queria o papel principal custasse o que fosse – acreditando que assim o roubaria das mãos do rival.

O parceiro de Stallone desta vez é… uma idosa! Estelle Getty, sucesso na série “Super Gatas”, vive a mãe do policial.

Na trama, Stallone vive o policial Joe Bomowski, o típico durão do repertório da carreira do ator. A cena que abre o filme inclusive poderia ser tirada de qualquer veículo de ação estrelado por Sly, e mostra o personagem disfarçado em uma operação que sai errado e termina numa troca de tiros com mortes e letreiros luminosos caindo na cabeça dos bandidos – bem no estilo da ação megalômana que tais produções do ator costumam exibir. Joe não é o policial mais ortodoxo de seu distrito e ainda reserva uma relação amorosa com sua chefe, papel de JoBeth Williams (a mãe de Poltergeist). Nada disso parece abalar o protagonista, sua maior preocupação é mesmo sua matriarca invasiva e totalmente sem noção Tutti (papel de Estelle Getty). A atriz veterana, falecida em 2008 aos 84 anos, na época era um nome muito famoso da TV graças ao seriado Super Gatas (Golden Girls), da rede NBC, que permaneceu no ar de 1985 a 1992 – e estava inclusive no ar encerrando sua sétima e última temporada quando Pare! Senão Mamãe Atira estreou no fim de fevereiro de 1992. Aliás, uma das artes promocionais no cartaz do filme traz Getty de cabelos brancos (embora no filme tenha cabelos ruivos) para melhor associá-la à personagem do querido seriado.

Essa expressão resume bem o que Stallone sentiu ao ver o resultado de ‘Pare! Senão Mamãe Atira’.

Pare! Senão Mamãe Atira pode ser considerado um filme de uma piada só. Aqui, os realizadores parecem querer extrair graça a todo custo simplesmente de ter o brucutu Sylvester Stallone constantemente humilhado pelos paparicos sem noção de sua idosa mãe (Estelle Getty). O pitch era apenas ter Stallone e Getty juntos – e só por esta descrição já deu para perceber o quanto isso pode ser repetitivo. Esta “mamãe é uma peça” continuamente mostra fotos de quando o policial era criança para completos estranhos na rua, usa aspirador durante a madrugada acordando o filho, lava sua arma a arruinando por completo, e inclusive compra armas automáticas ilegais de vendedores nas ruas para presentear o filho. Além, é claro, de se meter na vida pessoal do sujeito – a quem ainda enxerga como um menino. No auge da “pagação de mico” do filme, Stallone tem um pesadelo com a mãe na qual de fato se transforma num bebê usando fraldas no meio de uma operação policial. Mas o maior crime de Pare! Senão Mamãe Atira é ser uma comédia onde o riso não pode ser encontrado em nenhum lugar. O que é fatal para qualquer filme do gênero.

Não foi apenas Sylvester Stallone que foi enganado nos bastidores para fazer o filme. Sua co-protagonista Estelle Getty também terminou ludibriada pelos produtores do longa. Quando a então septuagenária atriz leu o roteiro e percebeu que a história teria tantas armas envolvidas, avisou que só faria o filme se elas fossem retiradas ou reduzidas substancialmente da narrativa. Os produtores concordaram, e quando Getty assinou, o resultado (como podemos ver em tela) não foi bem o prometido.

Dentre tantas no filme, ver Stallone de fraldas talvez seja a cena mais constrangedora de ‘Pare! Senão Mamãe Atira’.

Pare! Senão Mamãe Atira fez sua estreia no dia 21 de fevereiro de 1992 – época “morta” (ao menos no passado) para o lançamento de grandes filmes (a Universal talvez já estivesse prevendo o pior). Com um orçamento de US$45 milhões o filme sequer se pagou nos EUA, obtendo uma arrecadação final de um pouco mais de US$28 milhões em seu país de origem. O longa, porém, seria salvo pela carreira internacional, onde fez mais US$42 milhões ao redor do mundo, somando um total de US$70 milhões e se tornando um sucesso moderado de bilheteria. Em seu fim de semana de estreia, chegou em segunda posição do ranking, atrás de Quanto Mais Idiota Melhor, que havia estreado no fim de semana anterior. No fim de semana seguinte, cairia para terceiro, atrás da estreia de Memórias de um Homem Invisível (comédia com Chevy Chase e Daryl Hannah, dirigida por John Carpenter) e depois para sexta posição.

As críticas, no entanto, inclusive do próprio astro em relação à obra, impediriam qualquer chance de continuação (ainda bem). Para! Senão Mamãe Atira recebeu 3 indicações ao mais famoso “prêmio” do pior do cinema, o Framboesa de Ouro: pior ator (Stallone), pior atriz coadjuvante (Estelle Getty) e pior roteiro – e saiu “vitorioso” de todos os três. Fora isso, também foi indicado a pior filme do ano na “premiação” do Hastings Bad Cinema Society, o Stinkers Bad Movie Awards, em sua 15ª edição, em 1992. O renomado crítico de cinema Roger Ebert, um dos maiores, mais importantes e influentes de todos os tempos, disse o seguinte do filme em seu programa Siskel & Ebert At the Movies na época: “Este é um dos piores filmes que eu já vi. Não possui sequer uma cena engraçada. E não possui qualquer momento interessante”. Mas o golpe de misericórdia viria do próprio astro do filme, Sylvester Stallone. O ator foi categórico ao dizer que este é o pior filme que já fez. Afirmação que reitera a toda oportunidade que possui. Se para mais nada, Pare! Senão Mamãe Atira entra para a história como o filme no qual um astro trapaceou outro a fazer, na mais extrema pegadinha já tentada. Não é todo dia que vemos uma manobra dessas.

Juíza nega pedido de Amber Heard para anular vitória de Johnny Depp no processo de difamação do ex-casal

De acordo com a CNN, uma juíza da Virgínia negou sete propostas pós-julgamento que Amber Heard (‘Aquaman’) apresentou na tentativa de anular o veredito a favor de Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’) no julgamento de difamação do ex-casal.

Para quem não se lembra, o julgamento chegou ao fim em junho e Heard foi sentenciada a pagar uma indenização de US$ 15 milhões a Depp por danos a sua imagem e carreira.

Depp deve desembolsar US$ 2 milhões em indenização à Heard pelo mesmo motivo.

Os advogados de Heard pediram um novo julgamento, alegando que as informações na lista do júri enviada ao juiz antes do julgamento não pareciam corresponder aos dados demográficos de um dos jurados e, portanto, comprometeram os direitos dela a um processo justo.

Por outro lado, a juíza Penney Azcarate disse na ordem judicial apresentada ontem (13) que os direitos de Heard ao devido processo não foram afetados porque nenhuma fraude ou irregularidade ocorreu no processo de seleção do júri.

“O jurado foi examinado, sentou-se para todo o júri, deliberou e chegou a um veredicto. A única evidência perante este Tribunal é que este jurado e todos os jurados seguiram seus juramentos, as instruções do Tribunal e as ordens. Este Tribunal está vinculado às autoridades competentes e à decisão do júri”, escreveu Azcarate.

A juíza ainda argumentou que a equipe jurídica de Heard deveria ter protestado sobre a seleção do júri durante o julgamento, não após sua conclusão.

“Uma parte não pode esperar até receber um veredicto adverso para se opor, pela primeira vez, a uma questão conhecida desde o início do julgamento.”

Os advogados de Depp apresentaram um memorando de resposta contra as propostas da equipe de Heard na semana passada antes da decisão da juíza, alegando que a petição é vazia e sem cabimento.

“Enquanto a Sra. Heard joga uma quantidade excepcional de lama na parede na esperança de que possa alterar o veredicto, o júri se apoiou em evidências e testemunhos neste caso, o que é perfeitamente legal e razoável.”

Quando contatados pela CNN, tantos os representantes de Depp quanto os de Heard se recusaram a comentar sobre a ordem da juíza.

No mês passado, os advogados de Depp, Benjamin Chew e Camille Vasquez, disseram ao Good Morning America que o astro não faz questão de receber sua indenização após o julgamento e até pode abrir mão do valor.

Isso porque Depp não abriu o processo com o objetivo de receber dinheiro, mas para “limpar seu nome”.

“Veja bem, o Sr. Depp pretendia restaurar sua reputação, não lucrar com o processo. Nunca foi sobre dinheiro, foi sobre sua reputação”, disse Chew. “Depois de seis anos, nosso cliente finalmente recuperou uma parte de sua vida.”

Velasquez acrescentou que:

“Essa foi a oportunidade que ele estava esperando para se defender. Foram seis anos de preparação e acho que ele conseguiu se conectar com o júri e com o público em geral para contar o que realmente aconteceu ao longo desse relacionamento.”

Caso Depp realmente desista de receber a indenização, será um alívio para Heard, já que Elaine Charlson Bredhoft, principal advogada de Heard, disse que a sua cliente não tem como pagar a indenização solicitada.

Crítica | Blood: Drama inspirado na história de Michelle Williams e Heath Ledger é poético, mas falta personalidade

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Chloe é uma mulher e reconstrução, que começa a redescobrir o amor em uma nova terra, distante das constantes lembranças de seu falecido esposo. Cercada pela cultura oriental e diante de um idioma que pouco domina, ela é uma metáfora que até então não conhecíamos da atriz Michelle Williams e de seu doloroso e lento processo de cura pós-morte do seu ex-esposo e pai de sua filha, o astro Heath Ledger.

Williams pouco fala sobre sua história com Ledger, que se consagrou ainda mais ao dar vida ao Coringa na trilogia O Cavaleiro das Trevas. Mas seu amigo e cineasta Bradley Rust Gray canalizou suas angústias e feridas em Blood, um drama romântico sobre recomeços que consegue ser profundamente poético, mas infelizmente pouco eficaz.

Acompanhar a jornada de Chloe (Carla Juri) em sua delicada amizade com Toshi (Takashi Ueno) nos convida a uma reflexão sensível a respeito de como Williams teria lidado com sua própria perda e com a redescoberta do amor. Mas ainda que a inspiração em sua própria jornada e processo estejam nos átrios de Blood, é inegável notar que o longa perece pela falta de personalidade. Exageradamente intimista, o drama é de ritmo lento e deixa o público à espera de um clímax dramático ou de um momento de despertar que nunca chega.

Contemplativo, na expectativa de se tornar sinestésico para a audiência, o drama se torna uma jornada incompleta para sua protagonista, que caminha em círculos durante boa parte da trama. Com um roteiro construído a partir de recortes de momentos e fragmentos do passado de Chloe, Blood é um tanto apático e cansativo. Sua narrativa principal, sempre escondida nas entrelinhas, até funciona, mas não por duas horas de filme – se tornando maçante e repetitivo, como se a história funcionasse como uma extensão das memórias e da rotina da personagem. Talvez se tivesse sido construído como um curta-metragem, a obra de Gray teria funcionado melhor.

E embora o filme tenha uma premissa importante, que reflete sobre a vida em meio ao luto, ele fica mais como um sonho que não se concretizou. Com uma direção poética que explora a estética oriental e o cenário bucólico do interior do Japão, Blood é uma catarse simbólica feita mais para Michelle Williams do que para o público. Não funciona para nós, mas talvez seja exatamente a expressão máxima de como a atriz lidou com sua dor ao longo dos últimos anos. O que já torna o drama algo especial, independente de seus erros.

Artigo | ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, de Kenneth Branagh, é melhor do que você se lembra

Adaptações cinematográficas de obras literárias carregam consigo um estigma que até hoje não consegue ser quebrado totalmente: muito creem que o preciosismo é a principal e mais segura saída para se manter fiel tanto com o material original quanto com o fiel público que conhece a história de cabo e rabo, e que mostra impiedoso quando as falhas ou brechas começam a gritar. Não é à toa que várias críticas acompanham sagas infanto-juvenis quanto à veracidade e ao diálogo que mantém com os livros originais – como Harry Potter’, Jogos Vorazes’, Percy Jackson’

O anúncio da nova investida fílmica de Assassinato no Expresso do Oriente’ primeiramente emergiu como duvidoso, dividindo a audiência e até mesmo a crítica especializada sobre a necessidade de uma nova releitura da icônica obra da lenda do suspense Agatha Christie. Entretanto, essas ressalvas logo se abrandaram quando o nome de Kenneth Branagh veio à tona – e sabemos que ele tem grande talento tanto na frente quanto atrás das câmeras, sendo responsável pelo live-action de Cinderella (um dos maiores sucessos de 2015) e por incríveis releituras de William Shakespeare para o cinema, como Hamlet’, Otelo’ e Henrique V’. E as notícias não pararam por aí, visto que Branagh também daria vida a um dos detetives mais famosos de todos os tempos: Hercule Poirot, já encarnado previamente por Albert Finney (1974) e Alfred Molina (2001). 

As expectativas aumentaram consideravelmente com o anúncio de um elenco de peso para dar vida aos lendários personagens – mas, eventualmente, o filme teve uma fraca recepção por parte dos especialistas. Entretanto, revisitando o longa-metragem cinco anos depois de seu lançamento, é notável como a perspectiva fornecida por Branagh é bastante satisfatória e instigante, ainda que não esteja livre de deslizes ou descuidados em relação ao roteiro e às técnicas utilizadas. 

TODOS A BORDO

Diferentemente do longa de 1974, o novo Expresso do Oriente não vê necessidade para discorrer sobre o famoso prólogo envolvendo a família Armstrong e que se mostra como peça-chave para os eventos que se desenrolarão. Em vez disso, Michael Green opta por nos apresentar ao famoso detetive já em ação, dando forma à sua personalidade excêntrica e essencialmente cômica em uma sequência muito bem coreografada e ambientada na cidade de Istambul. Nessa introdução ao primeiro ato, Branagh nos traz a uma visão muito mais leve e menos escrachada que a apresentada por Finney no original, mas ainda sim carregado de carisma e do famoso bigode ondulado que o torna reconhecível em qualquer parte do mundo. 

Ainda que estejamos nos minutos iniciais, é possível notar sem qualquer dúvida a preocupação de toda a equipe técnica em criar efeitos caprichosos e que conversem com a grandiloquência do cenário e de seus personagens. Ao longo da trama, conhecemos as figuras mais contraditórias entre si e que adicionam inúmeras camadas de complexidade para a relação do detetive com o mistério a ser resolvido – e isso não vem apenas do brilhantismo cênico pensado pelo diretor, mas também pela delineação muito bem explícita de Christie em seu romance, o qual não mede esforços para mergulhar no paradoxo entre uma ambiência convidativa e segura, e sua fragilidade perante à vingança humana. 

Viajando para Londres após um chamado inadiável, Poirot se encontra com um antigo e charmoso amigo chamado Bouc (Tom Bateman), proprietário do famoso Expresso do Oriente, um gigantesco e misterioso trem cujas estreitas instalações guardam segredos inimagináveis. A partir daí, Bouc consegue para ele uma cabine dentro da imensa maquinaria, garantindo conforto em primeira classe até que chegue ao seu destino. Já sabemos que as coisas não serão tão fáceis assim, principalmente pelo senso aguçado do investigador para o perigo e por sua necessidade de encontrar algum descanso ser constantemente bombardeada por seus serviços. 

Não é de menos que, ao final do primeiro ato, o mistério comece a se desenrolar. Após sermos apresentados a uma gama extraordinária de personagens – à prima vista ricos, estonteantes e superficiais -, bem como uma estranha sequência entre dois dos protagonistas acerca da busca pela tranquilidade e remontando aos fillers vistos no longa da década de 1970, o tabuleiro finalmente chega à sua completude e as cartas do jogo são dadas: no meio da madrugada, o comerciante Edward Ratchett (Johnny Depp) é assassinado a doze facadas sem qualquer padrão aparente horas depois de tentar contratar Poirot como seu guarda-costas pessoal, por sentir que está sendo perseguido por seus inimigos. 

O mistério em si é o que consegue prender a atenção do público. Afinal, todos ali são suspeitos e, mesmo que não consigamos nos conectar com um personagem tão fútil e tão malévolo quanto este golpista, é sempre interessante se envolver em um quebra-cabeças tão complicado quanto este e cujas evidências explícitas na verdade são implantes muito bem pensados para desviar a atenção da sagaz mente do detetive. 

Não podemos imaginar como algum daqueles personagens tão adoráveis, porém perscrutados com alguma coisa oculta por trás das joias ornamentadas ou dos extravagantes trajes, poderia ter cometido tal ato de atrocidade contra a vida humana. Ao menos, é o que Poirot quer nos levar a pensar, visto que sua perspectiva dúbia – ou seja, que consegue discernir o justo do injusto, o certo do errado sem encontrar um meio-termo – é o principal combustível que o permite enxergar os mais ínfimos detalhes. E sua habilidade é constantemente reafirmada pelos passageiros do trem, em especial pela presença envolvente de Daisy Ridley como a governanta Mary Debenham. 

O caso a ser resolvido por Poirot se mostra cada vez mais complicado à medida em que percebe que todos ali têm um álibi: em meio a seus interrogatórios, o detetive conversa com figuras a priori amedrontadoras e frias, mas que no fundo carregam mágoas e traumas de um passado talhado com tragédias pessoais, as quais se revelam a cada novo beat da história. Uma delas é a recém-convertida missionária Pilar Estravados (Penélope Cruz), cuja devoção à Deus logo insurge como uma máscara para uma culpa indescritível de seus anos como enfermeira; ou então a rude e impetuosa Princesa Dragomiroff (a sempre bem-vinda Judi Dench) e sua dama de companhia Hildegarde (Olivia Colman), que na verdade compartilham de um sentimento empático e até mesmo artístico. 

Pode-se entender que os personagens funcionam em função do arco de amadurecimento de Poirot, mas não é bem assim que as coisas se desenrolam e nem se concluem. Todos ali estão conectados por um objetivo em comum – que não pretendo revelar nesse texto, e nem vejo necessidade para tal -, e já têm suas metas estabelecidas, principalmente no tocante à resolução de suas tramas pessoais. Acontece que, quando o mistério finalmente é revelado, o detetive é quem é levado ao seu maior teste, renegando seus princípios para avaliar como as “fraturas na alma humana” podem desconstruir uma pessoa e levá-la a cometer atos impensáveis ou condenáveis de uma perspectiva essencialmente moralista (tudo bem que as lições dissertadas em seu monólogo final são bem clichês, mas isso não muda o fato de que até mesmo o investigador passa por uma mudança irreversível). 

Se Branagh e Ridley já conseguem roubar o foco da cena, devo dizer que Michelle Pfeiffer como Caroline Hubbard, a própria personificação da americana sem papas na língua e com quedinhas pelo prazer e pelo ócio. Sua presença chama a atenção desde o primeiro segundo, principalmente por destoar do restante do elenco com vestimentas adornadas com cores quentes e sensuais, contrastando com uma história verdadeiramente assustadora – mas que nos é revelada até o final. Até mesmo a atuação canastra e conhecida de Depp e Josh Gad (esse como secretário de Ratchett, Hector MacQueen) deixa os maneirismos vistos em Piratas do Caribe’ e A Bela e a Fera’, respectivamente, para algo mais contido, mais puro e mais naturalista, mas que ainda mantenha a veracidade dos personagens criados por Christie. 

FAÇA-ME ACREDITAR

Branagh já provou ser um diretor competente em diversas ocasiões, mesmo que tenha seus infames deslizes como realizador cinematográfico (Thor’, por exemplo). Em Expresso do Oriente’, ele aproveita sua prerrogativa para ousar um pouco mais e resgatar técnicas que funcionaram em obras anteriores, misturando-as de forma majoritariamente coerentes com investidas mais ousadas. 

É clara a influência de James Wan na composição estética dessa obra: se o diretor, conhecido por sua incrível condução de câmera, transformou a pequena casa de Invocação do Mal 2′ em um cenário aparente muito maior do que era, Branagh repetiu o feito ao introduzir inúmeros e bem arquitetados planos-sequência que atravessavam os inúmeros vagões do trem. A credibilidade do cineasta é mais uma vez reafirmada no momento em o menos e torna mais, e as composições mais simples conseguem arrancar suspiros de satisfação imagética do público. Em diversos momentos, a fotografia, supervisionada por Haris Zambarloukos, opta pela simetria excessiva, escancarada na utilização de plongées absolutos que contrastam com o teor tenso das sequências, preferindo a eliminação de barreiras físicas e a união dos personagens. 

Neste quesito, não posso negar que o remake se mostra mais proeminente que seu predecessor, principalmente se levarmos em conta que o filme de 1974 é claustrofóbico e tem a intenção de incomodar o espectador. Parece que a audiência está confinada junto ao detetive em uma rede de intrigas que não parece ter solução, e cujo assassino parece esvaecer como poeira; aqui, o público se sente mais livre para explorar e para acompanhar a fluidez técnica que transforma algo relativamente estreito em uma composição quase infinita. E aqui devo inclusive fazer menção às metáforas de Branagh, que, também em sua maioria, funcionam: a primeira sequência de apresentação dos personagens mostra Poirot e Hubbard atravessando todos os compartimentos, mantendo-nos como meros apreciadores do Expresso; já no final, a cena se repete, mas agora deixando o detetive mais próximo de nós, andando pela plataforma de pedra enquanto cada um dos suspeitos é enquadrado de forma artísticas nas minúsculas janelas dos vagões, provavelmente se reverenciando a um ciclo que não pôde ser quebrado nem pela mente calculista do protagonista. 

Nem tudo são maravilhas, é claro: a fotografia é redundante em diversos aspectos, ou seja, quando decide se expor além do necessário em momentos de epifania íntima ou descobertas do investigador. Em vários momentos, uma não tão sutil luz dourada parece se estampar em seu rosto, acompanhada por diálogos de autocompreensão que o levam a desenterrar uma brecha nas histórias contadas pelos interrogados. Não digo que isso seja incômodo o suficiente, mas contribui para uma saturação desnecessária dentro do cosmos do filme. 

A direção de arte, entretanto, mostra-se como o grande motivo de aplausos aqui: o refinamento de cada um dos objetos contrasta com a simplicidade e a humildade da paleta de cores, cujas preferências variam entre os tons de marrom, vermelho e azul, permitindo gradativamente que os personagens se misturem ao cenário e que se tornem parte da própria história que desejam com tanto fervor deixar para trás. 

ALMOST CHRISTIE FEELINGS

Green parece ter aprendido com seus erros em Lanterna Verde’ quando foi chamado para colaborar no roteiro de Logan’. E é possível dizer que ele trouxe algumas de suas novas experiências para o filme, principalmente ao colocar uma inesperada, breve e não tão coesa cena de ação para atrair o público mais jovem e que já está acostumado ao ritmo acelerado dos inúmeros blockbusters de Hollywood. Entretanto, o roteirista cai no preciosismo ao deixar de lado a naturalidade para compor certos personagens, principalmente no tocante a Bouc: suas falas são pinceladas com um tom muito refinado e bem articulado até mesmo para o próprio romance, o que promove em alguns momentos a artificialidade e a volta para saídas teatrais do personagem. 

Não que isso esteja totalmente fora do esquadro esculpido por Christie em suas páginas, mas estamos falando aqui de um produto audiovisual: dessa forma, diálogos muito autoexplicativos devem ser evitados ao máximo para não entrarem em um vício repetitivo de linguagem que cansa aqueles que assistem. Infelizmente, esse deslize acaba comprometendo o ritmo da história, o qual se perde no segundo ato e retorna para um gancho interessante no terceiro; além disso, Green parece não saber dosar exatamente as doses de humor e drama, optando por jogar ao léu piadas relativamente cômicas no início apenas para fornecer uma roupagem dramática e pesada ao extremo para Poirot nos momentos seguintes. 

‘Assassinato no Expresso do Oriente’ é um filme satisfatório, mas não tão fácil de ser seguido. Sua estética caprichosa e feita com cuidado por vezes rouba o foco da história, a qual deve ser acompanhada de perto, levando em consideração a brilhante mente de sua criadora. E não se engane: os “momentos ao acaso” na verdade são muito bem colocados e partem de uma premissa muito mais intimista e que não permite ao público resolver o mistério, mas destilar da atmosfera tensa e corroborar não com aquele que investiga, e sim com aquele que é investigado. 

Thor estará presente em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’? James Gunn responde!

Desde que o Thor (Chris Hemsworth) se juntou aos ‘Guardiões da Galáxia‘ em ‘Vingadores: Ultimato‘, o público sabia que os heróis iriam dividir a tela em algum momento, o que aconteceu em ‘Thor: Amor e Trovão‘.

No entanto, muitos pensaram que o Deus do Trovão também faria parte da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′.

Acontece que o diretor James Gunn desmentiu a possibilidade, dizendo que nunca teve a intenção de inserir o personagem na sequência.

Respondendo a um fã no Twitter, Gunn deixou claro que o plano definido por ele e por Taika Waititi sempre foi mostrar o Vingador se separando dos Guardiões em ‘Thor: Amor e Trovão‘.

Na publicação, o fã diz que ficou chateado pela separação entre os personagens porque gostaria de ver mais dos ‘Asgardianos da Galáxia’.

Gunn retuitou o vídeo e disse:

“Eu aprecio todo esse amor, mas a presença de Thor no Vol 3. [dos Guardiões] nunca esteve nos planos.”

Confira:

Lembrando que as filmagens do longa já foram finalizadas e a estreia está marcada para 23 de maio de 2023.

“Finalizamos a trilogia de ‘Guardiões da Galáxia‘. Eu amo esse elenco e essa equipe. Eles são extremamente talentosos e têm almas lindas. Sou muito sortudo por tê-los ao meu lado nessa jornada por quase uma década.”

Recentemente, o Deadline divulgou que Nico Santos, conhecido por seu papel na aclamada comédia ‘Podres de Ricos’, foi escalado para a sequência.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Santos se junta à previamente confirmada Maria Bakalova (‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’).

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Owen Wilson será super-herói em novo filme da Paramount+; Confira o pôster!

Através do Twitter, a Paramount+ anunciou de surpresa que Owen Wilson será um super-herói nu vindouro filme da plataforma, intitulado ‘Secret Headquarters‘.

Além de divulgar o pôster do longa, a publicação também anuncia que o trailer será lançado amanhã.

No pôster, o astro veste uma armadura prateada com uma espécie de reator em seu peitoral.

A legenda diz:

“Nem todos os pais usam ternos de negócios.”

Confira:

Owen Wilson é o cara por baixo da armadura em ‘Secret Headquarters‘, com lançamento exclusivo da Paramount+. O trailer será lançado amanhã.”

Escrito e dirigido por Henry Joost e Ariel Schulman, o longa será lançado na plataforma em agosto.

Produzido em parceria com a Jerry Bruckheimer Films, o longa familiar acompanha um grupo de crianças que descobrem onde vive o super-herói mais poderoso do mundo. Quando os vilões atacam, eles devem se unir para defender o local e salvar o mundo.

Em um comunicado, Tanya Giles, diretora de programação da Paramount, comemorou o desenvolvimento do projeto, dizendo:

“Estamos vendo tremendo sucesso com nosso conteúdo infantil e familiar e estamos empolgados em adicionar este filme especial de super-heróis à nossa crescente lista de filmes originais da Paramount +. ‘Secret Headquarters‘ é um filme repleto de ação perfeito e aventura para toda a família, tornando-o perfeito para o nosso serviço de streaming e nossa montanha de entretenimento voltada para toda a família.”

O elenco também conta com Walker Scobell (‘O Projeto Adam’), Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’), Keith L. Williams (‘Good Boys’), Momona Tamada (‘O Clube das Babás’), Abby James Witherspoon (‘Belas e Perseguidas’) e Michael Peña (‘Homem-Formiga’).

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Luz e trevas se chocam no trailer completo da aguardada série; Assista!

O Prime Video lançou hoje o trailer da aguardada série ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘.

A produção é uma narrativa épica e ambiciosa da lendária Segunda Era da Terra-média criada por J.R.R. Tolkien, e será lançada globalmente no Prime Video em 2 de setembro de 2022, com novos episódios disponíveis semanalmente.

O novo trailer de dois minutos e 30 segundos se aprofunda ainda mais nesta adaptação da série, dando aos fãs cenas inéditas de alguns dos personagens lendários de Tolkien do reino insular de Númenor. Os personagens são Isildur (Maxim Baldry), Elendil (Lloyd Owen), Pharazôn (Trystan Gravelle), e a Rainha Regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson). Outros Númenóreanos também anunciados recentemente são Kemen (Leon Wadham) e Eärien (Ema Horvath).

Confira a prévia e e siga o CinePOP no YouTube:

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

Assim como muitos elementos do show em si foram feitos à mão, o Prime Video escolheu forjar fisicamente o título em uma fundição de ferreiro, despejando metal derretido em ravinas de madeira esculpidas à mão em forma de letras; um processo que foi capturado em câmera lenta para um vídeo em live-action. O título personalizado aparece trabalhado em um metal prateado, com linhas de escrita élfica inscritas ao longo da crista de cada letra.

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Pânico 6’: Courteney Cox e Melissa Barrera como Gale e Sam em novas fotos do set

As filmagens de ‘Pânico 6‘ continuam no Canadá e novas imagens caíram na internet.

Nelas, podemos ver Courteney Cox – usando um dos icônicos ternos coloridos da Gale Weathers – conversando com a Melissa Barrera (Sam).

Confira:

O novo filme contará com Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby) e Courteney Cox (Gale). Dermot Mulroney também fará parte do elenco como um personagem não revelado. Neve Campbell não retorna.

Ontem, foi divulgada uma imagem dos bastidores que mostra o que parece ser o logotipo do filme. Será que vai se chamar ‘Pânico II’ ou ‘Pânico !!‘?

Como nada foi confirmado, é possível que o título seja apenas provisório e mude com o passar dos meses.

O Creepy Duck criou um fã pôster espetacular para o filme. Confira:

Neve Campbell não retorna.

O novo filme contará com Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby) e Courteney Cox (Gale). Dermot Mulroney também fará parte do elenco como um personagem não revelado.

Lembrando que os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornarão para a próxima aventura, que está programado para chegar aos cinemas em 31 de março de 2023.

Confira a sinopse:

“Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em uma cidade diferente. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado.”

Assista à nossa crítica do último longa:

 

Jensen Ackles gostaria de trazer o Batman para ‘The Boys’ [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os astros de ‘The Boys‘, que estiveram no Brasil para promover o último episódio da série.

No vídeo, Jensen Ackles (Soldier Boy) revelou que gostaria de trazer o Batman para a série, e ainda nos contou como foi ficar pelado em seu primeiro dia no set.

“No meu primeiro dia de filmagem, eu estava basicamente pelado na frente do elenco e equipe. Sabe o que dizem, né? se você estiver nervoso em falar na frente das pessoas, basta imaginá-las nuas. Isso foi basicamente o oposto. Eu estava nervoso e estava exposto. Foi o meu primeiro dia de filmagem.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Parte 2

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Taika Waititi alfineta Zack Snyder e diz não querer versão estendida de ‘Thor: Amor e Trovão’

Alguns membros do elenco de ‘Thor: Amor e Trovão‘ contaram que diversos planetas e ou mesmo personagens foram cortados da versão final do filme durante sua montagem. Agora, o próprio diretor Taika Waititi confirmou a informação, no entanto trouxe um recado para os fãs que gostam de “versões estendidas”.

“Eu assisto a cortes de diretor com muitos outros cineastas. São uma porcaria. Versões do diretor não são boas. Às vezes, cineastas precisam ser controlados”, disse o cineasta.

Que continuou: “Mesmo se eu fosse chamar alguém para assistir a um corte de 4 horas e meia de algum filme meia, eu sei que ele não é bom durante todas essas 4 horas. A pessoa não precisa nem pausar pra beber um chá”. Será que foi para o Zack Snyder?

Lembrando que entre os nomes que teriam sido cortados após as filmagens estão Jeff Goldblum, Peter Dinklage e Lena Headey.

“Se fosse pra fazer uma versão do diretor, talvez eu colocasse mais piadas. Mas sempre digo, se uma cena é deletada, é porque não era boa o suficiente para estar no filme”, completa Waititi.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Crítica sem Spoilers | ‘Resident Evil: A Série’ aposta no melodrama em detrimento de uma boa história

Resident Evil é uma das franquias multimídia mais famosas de todos os tempos e, ainda que tenha iniciado com uma saga de jogos bastante aclamada pelo público e pelos especialistas, já deu origem a diversas adaptações animadas e live-action. A mais famosa delas foi estrelada por Milla Jovovich e estendeu-se por seis longas-metragens que introduziram uma personagem fora do cânone original, Alice, e, mesmo com a fraca recepção crítica, a franquia fez um sucesso gigantesco de bilheteria – arrecadando mais de US$1,2 bilhão mundialmente. Em 2021, os fãs apostaram fichas no reboot protagonizado por Kaya Scodelario, mas o resultado foi pior do que o esperado, nos deixando à deriva com a vindoura série supervisionada pela Netflix.

Na mais nova empreitada da gigante do streaming, os espectadores são apresentados a uma narrativa que se divide em duas cronologias: a primeira, revelada logo na cena inicial, é ambientada em 2036, em um futuro dominado por criaturas semi-mortas e monstros gigantescos que se escondem no subterrâneo. Aqui, Ella Balinska, que ganhou fama ao participar do reboot de ‘As Panteras’, interpreta a versão mais velha de Jade Wesker, uma das sobreviventes do apocalipse zumbi que dominou o mundo e que luta para voltar para casa – procurando uma forma de fugir da dominação autoritária da Umbrella Corporation, não ser assassinada por “comedores de cérebros” e escapar da Inglaterra para reencontrar-se com a família. Logo de cara, percebemos que ela não tem o objetivo de desmascarar ou destruir os responsáveis por ter disseminado o T-Vírus no planeta, e sim sobreviver a qualquer custo.

A segunda cronologia nos arremessa de volta para 2022, em que uma jovem Jade e sua irmã, Billie (Adeline Rudolph), se mudam para a Nova Raccoon City, na África do Sul, acompanhando o guru da nanociência Albert Wesker (Lance Reddick). E, à medida que tentam se adaptar a essa realidade diferente da que estavam acostumadas, ambas descobrem segredos obscuros que se escondem nas instalações da Umbrella – e são arrastadas para um antro de perigo e de experiências genéticas. E, como é de se esperar, as escolhas que ambas tomam quando mais novas ressoam de modo catastrófico e quase epopeico em um futuro dominado pela desesperança e pela falta considerável de qualquer prospecto.

Apontar um grande problema da série é um trabalho – visto que, em praticamente todos os âmbitos criativos, Andrew Dabb e sua equipe tropeçam. Por exemplo, temos a costumeira divisão mencionada nos parágrafos acima – que já se transformou em um recurso imediatista quando pensamos no cenário televisivo. O obstáculo a ser enfrentado não é a decisão de mostrar duas timelines diferentes, e sim o modo confuso com que são apresentadas: diferente de ‘Lost’ e ‘Once Upon a Time’, em que elementos visuais e sonoros se aglutinam como uma linha divisória, o corte entre uma e outra em Resident Evil é imperceptível e por vezes demanda um trabalho excessivo e mecânico por parte da audiência para compreender o que está acontecendo.

O outro ponto conturbado é o roteiro: o primeiro episódio mergulha numa estrutura parlamentar de apresentar os personagens e dar o tom do enredo principal – motivo pelo qual leva mais tempo até encontrar um ritmo próprio. A ideia é mostrar como a unidimensionalidade geométrica da Nova Raccoon City, cuja construção embebida em um orgasmo simétrico deveria promover a segurança e a transparência, contrasta com a caótica distopia que o mundo viraria poucos anos depois, em que o próprio conceito de humanidade é colocado em xeque. Entretanto, não posso tirar mérito da articulação promovida pela história em demonstrar a profunda mudança do relacionamento entre Jade e Billie em momentos tão distintos.

Algumas sequências são de tirar o fôlego, como quando as irmãs invadem o laboratório do pai, ou quando Jade e outros sobreviventes enfrentam os lickers (criaturas outrora humanas que sofreram uma modificação genética impactante e se tornaram caçadores impiedosos) no subterrâneo. Porém, é inegável como é o elenco que faz o árduo trabalho de nos entreter ao longo dessa jornada, navegando pelas águas turbulentas de uma trama apressada e que não percebe o potencial infinito que reside a seu próprio redor – afinal, o show se apresenta como um drama pós-apocalíptico, mas esbarra nos convencionalismos de qualquer título do gênero que tenha saído na última década.

RESIDENT EVIL. (L to R) SIENA AGUDONG as YOUNG BILLIE, SIENA AGUDONG as YOUNG BILLIE in RESIDENT EVIL. Cr. NETFLIX © 2021

Até mesmo os efeitos visuais pecam em certos momentos, ainda que sejam tratados com mais cautela em investidas grandiosas – no segundo episódio, por exemplo, os truques com a luz impedem que percebamos a falta de cuidado com o design em CGI do cachorro-zumbi, isolando-o em um jogo entre preto e vermelho que transfere nossa atenção para a sinestesia atmosférica. A trilha sonora, por sua vez, mantém a estética tétrica vista em iterações predecessoras, misturando sintetizadores elétricos a cordas dissonantes – um aspecto clássico e bem utilizado dentro do projeto.

Centelhas de originalidade não conseguem fazer de Resident Evil: A Série’ um produto instigante; apesar de tirar o fôlego em brevíssimos momentos, é notável como adaptar a saga de jogos para as telonas ou as telinhas já se provou inútil – visto que, até hoje, nenhuma produção baseada nesses games cumpriu com o prometido (e isso não é diferente com as boas intenções da Netflix).

Martin Lawrence revela se ‘Bad Boys 4’ vai mesmo acontecer após tapa de Will Smith

Will Smith e Martin Lawrence vão voltar para as telonas como os detetives Lowery e Marcus Burnett em ‘Bad Boys 4‘, mesmo após a polêmica do infame tapa dado em Chris Rock por Smith no Oscar.

Em entrevista à revista Ebon, Lawrence confirmou que o incidente não afetou a produção do quarto filme.

“Temos pelo menos mais um filme da franquia a caminho. Vamos nos unir mais uma vez para provar que podemos entregar, e podemos atrair as pessoas para as bilheterias – que duas estrelas negras, duas estrelas de sitcom, podem ganhar dinheiro nas bilheterias”, afirmou.

Após rumores de que o filme tinha sido cancelado, Tom Rothman, o presidente da Sony, negou em entrevista recente ao Deadline que o projeto tinha sido engavetado.

Rothman falou que o projeto continua em desenvolvimento. Além disso, expressou que acredita sinceramente no pedido de desculpas de Will Smith: “Isso está impreciso. Esse filme ainda está em desenvolvimento. Foi uma coisa muito infeliz que aconteceu, e eu não acho que eu esteja no lugar de comentar sobre esse assunto”.
E completou dizendo: “Mas eu posso dizer que conheço Will Smith há muitos anos e eu sei que ele é uma boa pessoa. Foi um exemplo de uma pessoa muito boa passando por um momento muito ruim, na frente do mundo. Eu acredito em seu pedido de desculpas e em seu arrependimento. Também acredito em perdão e redenção”.
Ainda assim, não há qualquer previsão de lançamento para ‘Bad Boys 4‘ com Will Smith e Martin Lawrence, do qual o terceiro filme teve grande sucesso.

‘Stranger Things’: Joseph Quinn se emociona e chora com discurso de fã em evento; Assista ao vídeo!

Recentemente, Joseph Quinn, o Eddie Munson de Stranger Things‘, foi um dos convidados da London Film and Comic Con, na Inglaterra.

E a participação do astro no evento viralizou nas redes sociais depois que chorou ao ouvir o discurso de um fã sobre o quanto o público se conectou com seu personagem na série da Netflix.

A fã demonstrou seu afeto pelo astro depois que ficou sabendo que ele foi mal tratado pela equipe do evento.

Durante o discurso, ela disse:

“Isso não é exatamente uma pergunta, é meio que uma extensão da minha gratidão. Eu tenho certeza de que muitos de nós souberam do que aconteceu ontem”, referindo-se à suposta hostilidade dos organizadores do evento.

Ela continuou:

“Eu só queria dizer obrigado por todos nós. Nós estamos realmente gratos por esse seu tempo conosco. Eu acho que todos nós nos conectamos com Eddie por uma razão ou por outra. Seja pelo seu gosto musical ou por ele ser diferente. Todos nós viemos de longe e nos conectamos também com você. Você fez nosso final de semana ser melhor. Ontem você foi tão legal comigo e com meu cão guia. Não importa como você tenha sido tratado, nós estamos muito gratos. Obrigada.”

Enquanto ouvia as palavras da fã, Quinn não conseguiu esconder a emoção.

Assista:

“Joseph Quinn merece o mundo.”

Em entrevista para o Entertainment Tonight, Quinn já havia comentado sobre a calorosa recepção que o personagem teve online e agradeceu ao amor dos fãs.

“Ser recebido pelos fãs de uma forma tão acolhedora foi uma sensação completamente esmagadora. Foi tão adorável, tipo, a devoção que os fãs têm por essa série e como eles encontraram espaço em seus corações para um novo personagem… Fii tão emocionante. Eles foram tão gentis e acolhedores. Isso é algo adorável.”

Apesar da torcida por um possível retorno de Eddie, os criadores da série, Matt e Ross Duffer confirmaram ao Josh Horowitz que a morte do personagem foi definitiva.

Além disso, a dupla também confirmou que a Max sofreu morte cerebral, apesar de insistirem que a personagem ainda está “viva”.

“Max teve morte cerebral, está cega e teve os seus ossos quebrados. Ela já teve dias melhores, mas ainda está viva.”

Em uma das últimas cenas do quarto ciclo, a Eleven entra na mente da Max, que está hospitalizada em coma após seu confronto com o Vecna, mas acaba não encontrando nada; apenas um vazio cheio de escuridão – o que confirma a morte cerebral da personagem.

Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘The Boys’ vai ganhar dicionário visual sobre os bastidores da série; Confira!

Agora que a 3ª temporada de ‘The Boys‘ concretizou a série como um sucesso absoluto, a Amazon Prime anunciou que irá lançar um dicionário visual explorando os bastidores da adaptação.

Criado em parceria com a Titan Books, o material dará aos fãs uma visão interna de como The Boys surgiu, desde rascunhos do roteiro, storyboards das cenas, imagens exclusivas dos bastidores e entrevistas com o elenco e a equipe de produção.

Com lançamento previsto para 27 de setembro nos EUA, o dicionário visual será vendido por lá a US$ 39,95.

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento aqui no Brasil.

Mas quem tiver interesse pode fazer o pedido através da pré-venda.

Confira as capas:

Enquanto isso, vale lembrar que a 3ª temporada da série chegou ao fim na última sexta-feira com uma iminente ameaça, já que Ryan (Cameron Crovetti) fica feliz depois de testemunhar o Capitão Pátria (Antony Starr) assassinando um manifestante em meio a uma multidão de seus apoiadores.

Quem acompanha a série sabe que Ryan é filho do vilão e tem os mesmos poderes, o que significa que ele pode se tornar uma grande ameaça.

Durante uma entrevista com Collider, o criador da série, Eric Kripke, confirmou que o desenvolvimento do garoto será o foco da 4ª temporada.

“Ryan é uma parte muito importante da série e isso será explicado na 4ª temporada. Tanto Bruto (Karl Urban) quanto o Capitão Pátria têm boas razões para brigar pela atenção de Ryan porque as apostas não poderiam ser maiores. Se Ryan seguir o caminho do pai, será um pesadelo para a sociedade. Se Bruto conseguir colocar Ryan no caminho da luz, então essa é provavelmente a melhor arma que ele terá contra o Capitão. ‘The Boys’ sempre foi uma história sore traumas de família, e muito da terceira temporada foi sobre a relação entre pais e filhos, então acho que faz sentido que a 4ª temporada dê continuidade a isso.”

Apesar de Ryan ter escolhido seguir os passos do pai, a princípio, isso não significa que ele não possa ser salvo… Afinal, ele ainda é uma criança.

Bruto cometeu um grande erro ao afastá-lo no início da temporada acreditando que isso o manteria a salvo do Capitão, o que acabou se provando um plano equivocado.

Agora só nos resta aguardar para saber como esse dilema será resolvido.

Falando nisso, Urban disse ao portal que gravações do próximo ciclo começam antes do imaginado.

“Vamos começar, creio eu, no dia 22 de agosto, vamos começar a quarta temporada”, ele disse. “Então, eu estou voltando, voltando com meu Bruto, e mal posso esperar. É uma turma legal com quem brincar, nós trabalhamos duro e damos tudo de nós, e mal posso esperar para ver aonde eles vão levar os personagens a partir de como terminamos nesta temporada”.

Assista:

Parte 2

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Diretores de ‘Vingadores: Ultimato’ revelam QUAL projeto da Marvel eles querem dirigir

Os diretores Joe e Anthony Russo deixaram seus nomes gravados na história das adaptações de quadrinhos ao comandarem ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Vingadores: Ultimato‘.

Infelizmente, a dupla acabou se afastando da Marvel Studios após 2019 para se dedicarem a outras produções.

Agora, em uma recente entrevista ao Deadline, a dupla revelou qual filme do MCU gostariam de encabeçar como próximo projeto: ‘Guerras Secretas’.

“Nosso amor pela Marvel é baseado nos livros que lemos quando crianças e nos livros pelos quais nos apaixonamos”, Joe comentou. “Uma das séries que vocês sabem que nós adorávamos quando criança era ‘Guerras Secretas’. É incrivelmente ambicioso. Seria maior que ‘Guerra Infinita’‘Ultimato’. Mas é uma investida massiva e, você sabe, esses dois filmes foram muito difíceis de fazer. Então, tente imaginar fazer outros dois filmes ainda maiores que aqueles… Vamos pensar nisso”.

Em 2020, Joe e Anthony já haviam provocado a ideia durante uma entrevista para o Bro Bible.

“Quando gravamos ‘Guerra Infinita‘, pudemos sentir o gosto de trabalhar com tantos heróis reunidos… Isso estava relacionado ao nosso sonho de adaptar ‘Guerras Secretas‘. Eu acho que esta seria a maior adaptação dos quadrinhos para o cinema. Seria o evento que poderia ultrapassar a grandiosidade da Saga do Infinito.”, afirmou Anthony.

Segundo Joe, eles imaginam uma superprodução desde que leram a HQ na infância.

“Eu li ‘Guerras Secretas‘ quando eu tinha 10 ou 11 anos, e foi uma das primeiras histórias que reuniu uma grande quantidade de heróis.”, disse Joe. “Além dos heróis, os violões precisam se unir a eles, o que é incrível. Acho que retornaríamos se pudéssemos trazer nossa visão dessa HQ para as telonas.”

Ele continuou:

Anthony e eu sempre gostamos dessas relacões complicados entre heróis e vilões, gostamos de vilões que acreditam que são heróis em suas próprias histórias, então tudo isso está embutido em ‘Guerra Secretas‘.

Para quem não conhece, ‘Guerras Secretas‘ começa quando heróis e vilões são transportados ao Mundo de Batalhas pela entidade conhecida como Beyonder. Lá, os personagens travam uma guerra entre si. Enquanto os vilões tentam agradar a entidade e ganhar o prometido, os heróis tentam um modo de escapar daquela realidade.

E você? Gostaria de vê-los retornar ao MCU?