A produtora Gun Interactive divulgou o novo trailer do jogo baseado na franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, que promete ser tão brutal quanto o filme de 1974.
Confira:
Vale lembrar que o lendário Kane Hodder, que interpretou Jason Voorhees em SEIS filmes da franquia ‘Sexta-Feira 13‘, dará vida ao Leatherface no jogo.
Ambientado ANTES dos eventos do filme original, o jogo contará com diversos mapas diferentes, incluindo a Casa do Leatherface e o Posto de Gasolina.
Em declaração oficial, a Gun Interactive revelou novos detalhes sobre a gameplay do jogo: “Você não pode matar os assassinos nesse jogo. Durante de ‘Friday the 13th’, não haverá armas. Não haverá um grande sistema de combate onde você pode atacar o Leatherface. Esse jogo é sobre sobrevivência. Haverá pequenas formas de se defender, mas o sobrevivente não poderá pegar um bastão de baseball para atacar o Leatherface. A beleza do filme original é que, a menos que você esteja dirigindo um caminhão, você não mata nenhum dos assassinos da história.”
O jogo terá uma estrutura muito diferentes dos outros jogos de terror assimétricos, como ‘Dead by Daylight‘, ‘Friday the 13th: The Game‘ e ‘VHS‘, que só têm um assassino por partida contra um punhado de possíveis vítimas.
“‘O Massacre da Serra Elétrica’ é mais do que apenas o Leatherface, e a estrutura assimétrica irá refletir isso. Não queremos fazer o mesmo jogo duas vezes. Você precisa inovar ou imitar, e eu não preciso dizer o que torna um jogo melhor. E o que traremos de novo? Bem, esse jogo terá três assassinos versus quatro sobreviventes. Todas as mecânicas são construídas em torno dessa estrutura assimétrica. Além disso, quando você repara no filme de 1974, perceberá que há uma família inteira de canibais – não apenas Leatherface. Então, pareceu uma escolha natural ter três assassinos caçando as vítimas,” afirmou Wes Keltner, presidente da Gun Interactive.
Confira o trailer do jogo:
Com lançamento previsto para 2023, o jogo será lançado para Playstation 4, Playstation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.
A produção registrou mais de 884 milhões de minutos assistidos, garantindo o TOP 2 no ranking do Nielsen Ratings. Além disso, a série também atraiu um público atípico para o modelo de serviço de streaming, com mais de dois terços dos seus espectadores estando acima dos 50 anos.
Dailyn Rodriguez (‘A Rainha do Sul’) assumirá como coshowrunner no próximo ciclo ao lado de Ted Humphrey.
A trama acompanha o idealista iconoclasta Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) que comanda uma firma de advocacia no banco de trás de seu carro, trabalhando em pequenos e grandes casos em Los Angeles. Após algum tempo longe do direito, Mickey está tentando encontrar um novo caminho na profissão. Quando retorna para Los Angeles, ele se depara com um mistério para resolver assim que inicia o novo negócio.
Desde que o reboot de ‘Charmed‘ foi anunciado pela primeira vez, atraiu a ira do elenco original e da equipe por trás da série cult da Warner Bros.
Isso porque o veteranos afirmam que o reboot só se aproveitou da imagem da original para fazer sucesso e ignorou tudo o que foi construído antes
Mesmo que ambas as versões tenham chegado ao fim (o desfecho do reboot foi ao ar na CW na semana passada), a rixa continua firme.
O reboot encerrou sua trama com um aceno para a versão original, enviando suas Encantados – Mel (Melonie Diaz), Maggie (Sarah Jeffery) e Kaela (Lucy Barrett) – através de um portal para Halliwell Manor, o casa das bruxas originais, Prue (Shannen Doherty), Piper (Holly Marie Combs), Phoebe (Alyssa Milano) e Paige (Rose McGowan).
A ideia seria criar um multiverso, conectando ambas produções.
O problema é que o roteirista da original, Curtis Kheel, não aceitou muito bem a ideia.
No sábado, ele escreveu em seu perfil do Twitter:
“Como roteirista da série original ‘Charmed‘, eu posso dizer o que aconteceria a seguir: Piper, Phoebe e Paige iriam expulsar essas três impostoras logo após elas terem invadido suas casas. Então, Holly Marie Combs destruiria esse portal, desejando a elas tudo de bom.”
As an original #Charmed writer, I can tell u what happened next: Piper, Phoebe & Paige vanquished the 3 imposters right after they invaded Halliwell Manor. Then @H_Combs blew up the portal to that other universe & quipped: “We wish them well.” #seriesfinale#CharmedReunionMoviehttps://t.co/Ab5dBsts6f
Os comentários de Kheel refletem o posicionamento das estrelas da série original contra o reboot, que inclui críticas ao marketing do programa como “feroz, engraçado e feminista”.
Para piorar, Combs acusou o reboot de “pegar carona no sucesso e no trabalho duro do elenco original”.
Rose McGowan também admitiu que nunca assistiu à nova versão e mesmo assim declarou que “é uma merd#”, apenas para pôr lenha na fogueira.
Mas, os novos roteiristas de ‘Charmed‘ não estavam dispostos a aceitar os comentários de Kheel.
Eles responderam de sua conta conjunta no Twitter, escrevendo:
“Ao contrário da versão original da franquia, tivemos uma política de contratação estrita ‘sem arromb#dos’ na sala dos roteiristas. Sentimos muito por essas pessoas, porque, ao contrário deles, nós realmente gostamos um do outro e nos divertimos muito. Avante…”
“E para constar, nós amamos as duas versões”, acrescentaram. “É por isso que nos dedicamos a criar um universo coeso. Em nossas mentes, não há competição em uma longa linha de jovens bruxas fortes encarregadas de salvar o mundo repetidamente.”
Unlike with the OG version of the franchise, we had a strict ‘no assholes’ hiring policy in the writer’s room.
We feel mostly sorry for these people, because unlike them we actually like each other and had the BEST time.
Kheel esclareceu suas observações no domingo, dizendo:
“A ideia de que existem mais Encantadas além de Prue, Piper, Phoebe e Paige é um absurdo destinado a legitimar o reboot. Vimos muitos universos alternativos no programa original, então esse não é um conceito novo. No entanto, no multiverso ‘Charmed’, elas são SEMPRE as Encantadas em todos os universos. Caso contrário, não é ‘Charmed‘. É apenas mais uma série fingindo ser ‘Charmed’ porque a Paramount decidiu que poderia ganhar algum dinheiro colocando esse título nela.”
Ele concluiu:
“Meu problema com o reboot é que, desde o primeiro dia, ele fingia que o #Charmed original não existia, mas roubou muitas das nossas ideias. Trabalhamos muito na série original por anos e desconsiderar isso é ofensivo e desrespeitoso para os EUA e para os nossos fãs”.
E aí, quem você acha que está com a razão no meio dessa polêmica?
Criada por Constance M. Burge, a série é um reboot do seriado clássico ‘Jovens Bruxas‘, que rendeu oito temporadas, transmitidas entre 1998 e 2006.
O novo ciclo irá estrear oficialmenteno dia 28 de junho.
Lembrando que o icônico ator Nathan Lane irá reprisar seu papel como Teddy Dimas nos novos episódios.
Além de Lane, o próximo ciclo também trará Amy Schumer como uma versão superexagerada de si mesma, Cara Delevingnecomo Alice, uma sofisticada insider do mundo da arte que se envolve no mais recente mistério dos podcasters investigados, e Shirley MacLaine como a mãe de Bunny, o mais recente assassinado do edifício Arconia.
A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.
Depois de passar um tempo nos cinemas, a adaptação ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘ será lançada na HBO Max.
A plataforma de streaming divulgou um trailer promocional anunciando a estreia do longa em seu catálogo. Entretanto, o dia exato não foi divulgado.
Confira:
A produção adapta a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, é ambientada em 1998 e conta os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecem no filme.
O elenco conta com Kaya Scodelariocomo Claire Redfield, Tom Hoppercomo Albert Wesker, Avan Jogiacomo Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonoughcomo William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.
Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, ‘Resident Evil’ se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, ‘Resident Evil’ já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
Para quem não conhece, o mangá criado por Yusuke Murata foi publicado pela primeira vez em 2009 e acompanha as aventuras e Saitama, um super-herói careca e de aparência frágil que é capaz de exterminar inimigos com um único soco.
Entediado com a ausência dos desafios nas suas lutas contra o mal, Saitama vaga procurando encontrar um oponente digno.
A obra vendeu mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo, tornando-se uma das séries de mangá mais populares da atualidade, dando origem a um anime igualmente aclamado.
Vale lembrar que Lin também dirigiu e a comédia de ação ‘Finishing the Game‘, que gira em torno do mundo das artes marciais, então ele tem um certo domínio do gênero.
Pinkner também ganhou destaque escrevendo episódios de séries populares, como ‘Alias‘ e ‘Lost‘, mas também escreveu a péssima adaptação de ‘A Torre Negra‘, baseada no romance de Stephen King.
Por enquanto, ainda não há muito detalhes em torno da adaptação, como elenco e nem previsão de estreia.
Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
A jornada de redenção de duas underdogs da comédia – rejeitadas em Hollywood por seus infames e explosivos comportamentos -, talvez seja um dos aspectos menos importantes da série Hacks, que encerra sua 2ª temporada como uma apaixonante reflexão sobre a necessidade de conexão humana e pertencimento. A partir de oito episódios curtos demais para nos saciar em sua totalidade, a original HBO Max se confirma ainda mais como uma hilária e delicada reflexão sobre recomeços, em meio a contextos familiares tão tortuosos e dolorosos.
E à medida em que aborda a importância de constituirmos família, a produção de Paul W. Downs, Jen Statsky e Lucia Aniello de quebra nos presenteia com um roteiro assertivo, honesto e cru – que não nos deixa esquecer do quanto precisamos da dinâmica Deborah-Ava. Como lados opostos de uma mesma moeda, elas se completam como mãe e filha e mais do que nunca preenchem os nossos corações com uma dinâmica inusitada, peculiar e apaixonantemente estranha.
E a cada episódio, a 2ª temporada de Hacks confirma o brilhantismo de Jean Smart, que uma vez mais se torna uma das favoritas nas próximas premiações. Sempre flertando com a acidez do discurso de sua personagem Deborah e com a solidão desta mulher que afastou todos que a verdadeiramente amavam, a veterana entrega uma performance equilibrada, que nos revela uma mulher que carrega muitas marcas e feridas, mas se obrigou a suportar todas elas sozinhas. Hannah Einbinder não fica atrás e mostra novas facetas de sua personagem, tão antipática em seus episódios inaugurais e agora tão identificável e amável.
Juntas, Smart, Einbinder e suas personagens se tornam amálgamas, com suas personas agora absorvendo aspectos uma da outra. Com Ava se tornando menos politicamente correta e Deborah mais sensível às dores alheias, elas fazem do ciclo atual uma deliciosa aventura de autodescobertas e desconstrução, permitindo que o público cresça junto, aprendendo a encarar essa dinâmica tão disfuncional como um genuíno retrato de duas pessoas que, por terem bagagens familiares tão desestruturadas, jamais souberam o quão de fato eram capazes de amar uma a outra e aqueles que a cercam.
E com um final delicado e doloroso, a 2ª temporada de Hacks nos deixa à deriva, perplexos diante de uma história excepcional tão bem destrinchada em oito episódios de meia hora. Nos consumindo para dentro da disfuncionalidade relacional de Deborah e Ava, a original HBO Max meio que nos deixa ao relento, magoados por um final tão impecável, que é difícil demais de ser encarado. Mas Downs, Aniello e Statsky ainda possuem uma carta na manga e o que parece ser um ponto final definitivo, talvez seja apenas um ponto e vírgula de uma futura 3ª temporada. Mas quem vai realmente poder decidir isso é só a HBO Max.
Através do Instagram, a Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais do volume 2 da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, que estreia no dia 1º de julho.
Na trama, Eleven (Millie Bobby Brown) deve encontrar uma forma de deter o vilão Vecna (Jamie Campbell Bower) antes que ele consiga penetrar a mente de novas vítimas e fazer de Hawkings um grande portal para o Mundo Invertido.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
Além de ser o interesse amoroso de Thor nos quadrinhos, Jane Foster é uma personagem bastante complexa e que ganhou ainda mais a atenção dos fãs no arco em que recebe os poderes do deus do trovão.
No entanto, a primeira adaptação do ‘Thor‘ no MCU retratou a Jane vivida por Natalie Portman como um mero par romântico, enquanto a sequência a posicionou como a ‘donzela em perigo’.
Depois disso, ela não teve grandes desdobramentos no universo cinematográfico e acabou praticamente esquecida.
Agora que ela irá retornar como portadora do Mjolnir em ‘Thor: Amor e Trovão’, o diretor Taika Waititi criticou a forma como ela foi negligenciada nos filmes anteriores.
“Naqueles primeiros filmes, Jane não foi ganhou o reconhecimento merecido. Aquelas não eram as versão mais emocionante da personagem feminina que queremos ver”, disse ele ao Fandango. Quando Natalie saiu, eu acho que ela estava apenas querendo ter certeza de que… Eu nem sei como dizer isso, mas ela queria algo além [do que foi mostrado].”
Ele continuou:
“Eu tive que falar com ela sobre o fato de que eu queria mudar essa personagem, assim como nós mudamos o personagem de Thor em ‘Ragnarok‘. Eu disse a ela que daríamos mais liberdade, aventura e diversão, porque Natalie é uma pessoa muito engraçada, de fato. Eu acho que ‘Thor: Ragnarok‘ tornou essa franquia mais atraente para outros atores. O próprio Christian [Bale] viu isso e disse: ‘Eu quero fazer algo divertido’, ele veio até mim e disse que queria fazer parte disso. E Natalie também.”
Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ chega aos cinemas nacionais no dia 07 de julho.
Assista ao mais recente trailer:
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
Infelizmente, as adaptações tiveram péssimas avaliações da crítica e nenhuma delas conseguiu chegar aos 40% de aprovação.
E Hanks concorda com a recepção negativa.
Em entrevista para o The New York Times, o astro ainda afirmou que considera os filmes como alguns dos piores de sua carreira.
“Deus, ‘O Código da Vinci’ foi investimento simplesmente comercial. O ‘Código da Vinci‘ é uma bobagem. E as sequências são pura bobagem. Eles são caças ao tesouro divertidas, mas em termos históricos… São tão reais quanto James Bond no mundo real da espionagem.”
Hanks ainda criticou a imaginação de Dan Brown no material original, sugerindo que seus enigmas são infantis e nada elaborados.
“Tem uma parte que ele escreve algo assim: ‘Olhe esta escultura em Paris!’ Mas, na realidade, tal escultura não fica em Paris, ela está em outro lugar. ‘Olhe como essas passagens formam uma cruz no mapa!’. Bom, só lembram uma cruz, minimamente.”
O ator finalizou com ironia, dizendo que tanto os livros quanto as adaptações são tão elaboradas quanto uma página de palavras cruzadas.
“Parecem palavras cruzadas, e já me deparei com algumas mais difíceis de decifrar. Tudo o que elas querem fazer é criar uma distração. Veja bem, não há nada errado com um filme comercial, desde que seja um bom filme comercial. Acho que, quando fizemos o terceiro, já tínhamos provado que não era o caso dessa franquia.”
Nas bilheterias, as adptações também não tiveram um retorno triunfante, arrecadando juntas mais de US$ 1,4 bilhão pelo mundo.
A última tentativa de adaptação dos livros de Brown foi com a série ‘O Símbolo Perdido’ (‘The Lost Symbol’), que acabou sendo cancelada pela Peacock após a temporada de estreia.
Depois que 10 episódios chegaram no ano passado, os executivos da Peacock optaram por não renovar o thriller para uma segunda temporada.
“Ficamos muito orgulhosos de trazer este thriller de mistério cheio de ação para nossos membros e gostamos de ver essa série convincente se desenrolar com uma história completa e satisfatória.”, disse o Peacock em um comunicado obtido pelo Deadline .
A história acompanha as primeiras aventuras de Langdon, que se vê em uma série de quebra-cabeças mortais quando o seu mentor é sequestrado. Ele acaba sendo convidado pela CIA para fazer parte de uma força tarefa e vai também se deparar com uma sombria conspiração.
Baseada na saga de livros do escritor Dan Brown, a série trouxe Ashley Zukerman como Langdon e Valorie Curry (‘The Following’) como Katherine, uma cientista que estuda como a consciência pode afetar o mundo físico.
Depois de voltar a interpretar Anakin Skywalker/Darth Vader na série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi‘, Hayden Christensen já expressou seu desejo de estrelar uma série derivada do vilão.
E, durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o astro reforçou a ideia ao ser questionado sobre o assunto.
Em sua declaração, ele disse que adoraria explorar a transição de Anakin se transformando completamente em Darth Vader e entregando-se ainda mais ao Lado Sombrio da Força.
“Eu adoraria fazer mais com esse personagem, absolutamente. Sabe, esta é a primeira vez que vimos Vader cronologicamente tão perto de seu EU como Anakin Skywalker, então ainda há resquícios do jedi em seu interior. Mas, na maioria das vezes, estamos tentando permanecer fiéis ao que conhecemos e amamos sobre esse vilão, e nos certificamos de honrar a maneira como ele se move e soa para permanecer fiel à continuidade da saga.”
Ele continuou:
“Eu acho que muitos fãs se perguntam em que ponto ele deixou de ser Anakin. Os filmes mostram sua transformação física, mas seria interessante explorar essa transição emocional.”
Vale lembrar que Christensen deve reprisar o papel na vindoura série da Ahsoka Tano, personagem que foi sua aprendiz padawan na animação ‘The Clone Wars‘.
Enquanto isso, o próximo episódio de ‘Obi-Wan Kenobi’ estreia amanhã, 15 de junho, na Disney+.
A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).
Confira o trailer:
Além de McGregor e Christensen, Joel Edgertone Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.
O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’) Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).
O filme marca a estreia diretorial da aclamada diretora de teatro Carrie Cracknell. O roteiro fica a encargo do vencedor do Oscar Ron Bass (‘Rain Man’) e de Alice Victoria Winslow.
Andrew Lazar, Christina Weiss Lurie, Elizabeth Cantillon, Michael Constable e David Fliegel entram como produtores.
A produção acompanha Anne Elliot (Dakota Johnson), uma mulher não-conformada com sensibilidades modernas e que mora com uma família esnobe e à beira da falência. Quando seu charmoso ex-noivo, Frederick Wentworth, volta para sua vida, ela deve escolher se deve deixar o passado para trás ou ouvir o coração quando se trata de segundas chances.
Henry Golding dará vida a William Elliot, um jovem frio, calculista e oportunista que se afasta de sua família apenas para ser abraçado por ela depois de se tornar um homem rico. Apesar de serem parentes distantes, ele desenvolve um interesse romântico em Anne, posicionando-se como o herdeiro de sangue do patriarcado da família.
‘Thor: Amor e Trovão‘ marca a primeira vez que a Marvel Studios investe num 4º filme estrelado por um dos Vingadores, o que foi uma surpresa para o público e para o próprio Chris Hemsworth.
Durante uma entrevista para o Fandango, o astro foi questionado sobre como reagiu à novidade.
Em resposta, ele disse que:
“Foi a oportunidade de me desafiar a fazer algo diferente com o personagem. Isso é muito legal, ninguém mais fez quatro filmes. Adorei interpretar esse personagem e toda vez que o faço, tento trazer algo novo. É entusiasmante pensar nisso toda vez que há um novo empreendimento criativo e um lugar diferente para explorar.”
Ele continuou:
“Este filme está cheio de oportunidades ilimitadas para recriar ou reconstruir Thor porque no último filme ele estava em um estado mental bem diferente quando o vimos. Neste aqui, ele passa por uma jornada de auto-reconhecimento e é uma descoberta para todos nós.”
E aí, você está curioso para descobrir quais novidades estão guardadas para a sequência?
Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ chega aos cinemas nacionais no dia 07 de julho.
Assista ao mais recente trailer:
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
Ontem, o The Hollywood Reporter revelou que a atriz e cantora vencedora do Oscar Lady Gaga está em negociações para viver Arlequina em ‘Joker: Folie à Deux’ (‘Corgina: Loucura a Dois’), sequência do visceral ‘Coringa‘, dirigido por Todd Phillipse estrelado por Joaquin Phoenix.
Pensando nisso, os artistas do Boss Logic compartilharam uma bela fan art realista imaginando a estrela caracterizada como a personagem.
Após a notícia, não demorou muito até que Gaga se tornasse tendência nas redes sociais, com os fãs dizendo estarem animados para vê-la de volta às telonas depois de ‘Casa Gucci’.
Aqui pensando como será insano o musical de Joker com a Lady Gaga e o Phoenix, vejo o povo reclamando mas se for verdade mesmo vai ser surreal, e Told Philip sabe o que faz. E só pra constatar a música no primeiro filme foi um personagem a parte, a música conduz a história
Sem falar que eu acho que a Gaga vai trazer uma Arlequina muito diferente da Margot. Uma Arlequina mais cartunesca, mais Camp e talvez até mais realista e menos fantasiosa.
Isso não é uma crítica à Margot pois eu a amo e acho fantástica mas seria bom ver uma nuance diferente.
— Ravy vai ver a Gaga 17/07 (@ashtonsvenus) June 14, 2022
A única mulher que podeira interpretar a Harley Quinn além da Margot é a Lady Gaga, a mulher é perfeita em tudo que faz, é uma ótima atriz, entrega tudo nos filmes e nas participações de séries que fez, fora que é uma camaleoa, todas as performances dela são incríveis
O site ainda afirma que a sequência será um musical.
A personagem já foi interpretada por Margot Robbie em ‘Esquadrão Suicida’, ‘Aves de Rapina‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘. Desta vez, a Harley Quinn será introduzida de maneira ainda mais sombria.
O diretor Todd Phillips confirmou a sequência na última semana, ao postar uma foto do roteiro e de Joaquin Phoenixlendo o script escrito por Phillips e Scott Silver.
Confira:
Em ‘Coringa‘, Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) trabalha como palhaço para uma agência de talentos e, toda semana, precisa comparecer a uma agente social, devido aos seus conhecidos problemas mentais. Após ser demitido, Fleck reage mal à gozação de três homens em pleno metrô e os mata. Os assassinatos iniciam um movimento popular contra a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne (Brett Cullen) é seu maior representante.
Segundo o jornal Daily Mirror, Phoenix deve receber US$ 50 milhões para interpretar o Coringa em mais dois filmes.
A ideia da Warner Bros é lançar os novos filmes em 2023 e 2025.
David Harbour, intérprete de Jim Hopper em ‘Stranger Things’, participou da Semana Geeked daNetflix e fez algumas revelações sobre sua vida pessoal.
Em uma delas, ele surpreendeu os convidados ao dizer que o vício em ‘World of Wacraft‘ quase arruinou sua vida…
“Em 2005, eu me tornei um completo viciado em WoW. Isso arruinou minha vida por um ano. Quer dizer, eu estava meio louco e alienado. Eu era um guerreiro elfo da noite chamado Norad, e ele era o segundo mais forte de toda a minha equipe. Mas eu estava exagerando.”
Por ironia, o astro disse que foi outro jogo que o ajudou a abandonar WoW.
“Quando me apresentaram ‘The Sims‘, eu percebi que esse era um jogo muito mais introspectivo porque eu me vi no meu avatar. Enquanto eu desenvolvia suas habilidades como ator, eu perdia meu tempo jogando… Tipo? Você entende?”
Ele continuou:
“No jogo, meu personagem era um ator e eu o ajudava a aprimorar sua fala e suas expressões, mas eu estava lá sentado o tempo todo. Lembro que meu avatar chegou a um certo nível em sua carreira, e eu continuei tentando fazer com que ele trabalhasse – ele era como um coadjuvante – mas eu queria transformá-lo em um astro. Chegou um momento em que o personagem só queria ficar deitado no sofá, então eu me vi nele. Foi meio que um sinal, como se eu estivesse testemunhando minha própria vida no personagem.”
Confira a entrevista:
Lembrando que Harbour retorna como Hopper nos dois episódios finais da 4ª temporada de ‘Stranger Things’, que estreiam no dia 1º de julho.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
Ainda não se sabe se será um filme ou uma série, e a produção faz parte do acordo entre o estúdio e a produtora Lindsey Beer, que também será responsável pelo vindouro reboot animado de ‘As Tartarugas Ninja’ e pelo aguardado ‘Star Trek 4‘.
A nova versão de ‘A Lenda do Cavaleiro‘ será escrita, dirigida e produzida pela cineasta.
Todd Garner e Spencer Walken, da Broken Road Productions, também entram como co-produtores.
Por enquanto, os detalhes sobre o reboot não foram divulgados, então só nos resta aguardar pelas atualizações.
No entanto, a última iteração da franquia foi a série de TV ‘Sleepy Hollow‘, produzida pela Fox entre 2013 e 2017.
A trama acompanha a história de Ichabod Crane (Tom Mison) através dos séculos devido a uma maldição que trouxe ele e seu aqui-inimigo aos dias atuais.
Misturando eventos históricos dos EUA,teorias da conspiração, ameaças místicas e uma programação de ‘monstro da semana’, a série acabou sendo cancelada sem um final adequado.
E aí, você que o novo ‘A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça‘ se sairia melhor como filme ou série?
Sabemos que tudo que é bom uma hora chega ao fim. E isso não seria diferente com a fantástica franquia ‘O Senhor dos Anéis’. Entretanto, diferente do que podíamos pensar, seu tempo entre nós foi curto, durando apenas dois anos e conquistando milhões de fãs ao redor do mundo. Para concluir a trilogia, o diretor Peter Jackson deveria entregar-se de corpo e alma ao mundo arquitetado minuciosamente pelas hábeis mãos de J.R.R. Tolkien, canalizando toda a essência crítica e fabulesca para as telonas ao mesmo tempo em que manteria sua própria identidade fílmica. É claro que já mencionei tais aspectos em textos anteriores, mas aqui o trabalho seria ainda mais perigoso e árduo: afinal, estamos falando sobre os últimos esforços de Frodo Bolseiro e sua guilda de heróis para salvar o mundo das forças das trevas.
O resultado felizmente supera todas as expectativas: ‘O Retorno do Rei’ não só emocionou o público e levou de forma merecida para casa onze estatuetas do Oscar, como também insurgiu como a obra-prima da carreira do cineasta – e não é por menos; em meio aos seus mais de 240 minutos de exposição cênica, ele nos apresenta a cada um dos aspectos que transformou a Terra-Média em um dos cosmos mais apaixonantes de todos os tempos, fazendo questão de fornecer a cada um dos vários personagens o seu momento de glória, sua complexa construção arquetípica e sua significação além do que poderíamos imaginar.
Mais uma vez, nos deparamos com sequências fragmentadas que eventualmente irão convergir em um enlace positivo ou negativo – ainda não sabemos o que esperar, para ser sincero. Seguindo os passos de ‘A Sociedade do Anel’, o longa abre com um breve prólogo, protagonizado por dois pequenos hobbits que se deparam com um misterioso objeto enterrado no fundo do rio. Após trágicos acontecimentos, Smeagol (Andy Serkis) toma o anel para si e é consumido por um poder corruptível imensurável, isolando-se na escuridão das montanhas e transformando-se na criatura conhecida como Gollum – que já deu as caras nas iterações anteriores. É aqui o ponto-chave para compreendermos o que está por vir: chegou a hora de descobrir se a resistência conseguirá vencer as forças de Sauron e por fim aos conturbados últimos anos da Terceira Era.
Jackson retorna com a narrativa fragmentada, porém optando por uma perspectiva dupla: muitas coisas estão em jogo para que a multiplicidade seja irrefreável, e é justamente pensando nisso que temos duas linhas a serem acompanhadas. De um lado, Frodo (Elijah Wood) e Sam (Sean Astin) continuam na perigosa peregrinação através de Mordor, cruzando penhascos perigosos na companhia de Gollum para adentrar nos domínios das trevas e destruir o Um Anel. De outro, o exército dos homens se mobiliza para viajar até Minas Tirith, último local de levante humano que é ameaçado pelos orcs e seus aliados. Apesar dos momentos de luta já terem aparecido nos filmes anteriores, não havia nada que nos preparasse à epopeica construção que se desenrolaria nos atos seguintes.
O confronto de exércitos inimigos é certeiro, e o roteiro faz questão de maturar a ideia de uma gigantesca guerra desde o princípio. Após vencerem em Rohan, o grupo liderado por Théoden (Bernard Hill) e pelo real herdeiro de Gondor Aragorn (Viggo Mortensen) recrutam o último apoio antes de finalmente mergulharem num caminho sem volta que pode significar a extinção da raça humana da Terra-Média ou a sua vitória. As burocracias compulsórias são necessárias para compreendermos as relações de causa e consequência – tanto que Aragorn e seus companheiros Legolas (Orlando Bloom) e Gimli (John Rhys-Davies) não participam de todas as etapas do combate, chegando em seus últimos momentos com uma horda de desertores do além-mundo para auxiliá-los.
‘O Retorno do Rei’ traz uma história maravilhosa contada com detalhes impressionantes que honram o nome de Tolkien. Entretanto, ele não merece reconhecimento apenas por isso, e sim por representar a excelência em relação aos primores técnicos. Se Jackson conseguiu criar mágica nas obras anteriores, aqui ele supera a seus próprios limites ao não apenas orquestrar coreografias perfeitas e fluidas, mas por unir investidas artísticas e metodológicas em uma só atmosfera: cada frame se assemelha a uma pintura barroca pela composição paradoxal de luz e sombra, seja nos momentos de glória dos personagens, nos reflexivos ou nos derradeiros. Em adição, os enquadramentos e movimentos de câmera são tão fluidos que parecem dançar conforme seguem os guerreiros em suas tentativas de prevalecer perante a ruína iminente.
O fim da trilogia pode ser resumido em três momentos cruciais que mostram o real significado da jornada do herói e como a irreversibilidade é crucial para completar cada um dos arcos. No primeiro, Sam conversa com Frodo e mostra que aceita sua morte, alcançando uma clareza epifânica ao dizer que não sabe se haverá caminho de volta para o Condado. No segundo, Eowyn (Miranda Otto) ousa ir contra a palavra de seu tio e parte para a guerra, levando Merry (Dominic Monaghan) consigo e mostrando como a força independe da raça ou do sexo: durante os momentos finais da batalha, os dois são responsáveis por destruir o Rei Bruxo de Angmar (Serkis de novo), o primeiro dos nove Nazgûl. O terceiro, talvez mais representativo que os outros, é aquele em que a paz volta a reinar, uma nova era se inicia e Aragorn, enfim coroado rei, se curva perante os hobbits, demonstrando respeito pela coragem e por salvarem o mundo.
‘O Senhor dos Anéis’ encontrou o final que merecia. Peter Jackson não apenas mostrou-se capaz como imortalizou uma das obras mais importantes da História da literatura, mesclando diversos gêneros em um épico filme que, sem cair num pedantismo desnecessário, representa um dos ápices da experiência cinematográfica.
Pela primeira vez, o MCU vai abordar um pouco da mitologia grega em ‘Thor: Amor e Trovão‘, que conta com a presença de ninguém menos que Zeus, regente do Monte Olimpo e deus do trovão.
Vivido por Russell Crowe, Zeus deve ser uma das vítimas de Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale).
E, a julgar pelo trailer, o personagem deve ser retratado de forma um tanta cômica.
Durante uma entrevista para o site oficial da Disney (via The Direct), Chris Hemsworth comentou sobre a presença de Zeus e rendeu elogios à atuação de Crowe.
“Eu nunca pensei que veria o dia em que Russell apareceria no set com aquele visual estilo ‘Gladiador’, mas com um jeitão meio autodepreciativo. Ele não se conteve em fazer piadas sobre si mesmo.”
Ele continuou
“Foi divertido porque há tanto peso e seriedade em suas performances, mas ao conhecê-lo, percebi que ele tem um grande senso de humor e fez tudo o que Taika [Waititi] pediu no set, o que foi alucinante E foi muito divertido brincar com a mitologia, indo da mitologia nórdica à mitologia grega – Taika junta todos esses mundos de forma brilhante.”
Em abril, Waititi também elogiou o trabalho de Crowe na sequência, dizendo:
“Considero Russell um amigo e esqueço que tenho alguns amigos que são realmente incríveis no que fazem”, disse Waititi à EW. “Quando eu estava no set com Russell, eu estava tipo, ‘Minha nossa, é isso mesmo! Você é Russell Crowe! Você é um ator realmente incrível.”
Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.
O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…
Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititirevelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.
“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
O 2º episódio de ‘Obi-Wan Kenobi‘ foi um grande choque para os fãs de Star Wars, já que o Grande Inquisidor (Rupert Friend) foi ferido em um ataque de Reva (Moses Ingram), que o golpeou com seu sabre de luz.
Como ele não apareceu mais na série, muitos fãs presumiram que ele acabou morrendo, mas o Grande Inquisidor é um dos principais personagens da animação ‘Rebels‘, ambientada após os eventos de ‘Obi-Wan Kenobi‘.
Obviamente, ele foi apenas tirado de cena, mas não morreu pelo golpe de Reva, como confirmou Friend em entrevista para o Jimmy Kimmel Live!
Quando foi questionado sobre o ataque, o astro argumentou que os Pau’ans, a raça alienígena do Grande Inquisidor, possuem dois estômagos, e o vilão foi ferido em apenas um deles.
Friend não revelou muito mais sobre o personagem, mas falou um pouco sobre participar do universo de ‘Star Wars’.
“Quando recebi a ligação, eu pirei completamente, porque é esse universo enorme. E então eu li esse roteiro incrível e havia a descrição desse cara muito enigmático que adorava o som de sua própria voz e entregava esse longo monólogo antes de você chegar às cenas divertidas… Foi simplesmente incrível dar vida a ele.”
Ele continuou:
“Caminhar pelas ruas de Tattoine até aquela cantina, onde esteve Han Solo e toda aquela música… Foi mágico. Deb Chow, nossa diretora, tocava as músicas da saga para que você começasse a entrar no espírito, o que não é muito apropriado para esse cara em particular… Mas fazer isso foi um sonho.”
Lembrando que o penúltimo episódio da série estreia em 15 de junho, na Disney+.
A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).
Confira o trailer:
Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.
O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’) Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).
Você provavelmente já deve ter ouvido falar da sigla EGOT – afinal, esse é um termo bastante recorrente na indústria do entretenimento. Mas o que ela significa?
Cunhado em 1984 pelo ator Philip Michael Thomas, o acrônimo faz referência às quatro maiores premiações da esfera artística: Emmy (E), Grammy (G), Oscar (O) e Tony (T). Respectivamente, cada um desses eventos corroboram as maiores revelações da televisão, da música, do cinema e do teatro, cobrindo as principais áreas performáticas. Apesar de Thomas ter começado com a famosa sigla através de seu papel na série ‘Miami Vice’, o termo ganhou reconhecimento em 2010 com ‘30 Rock’, show estrelado por Alec Baldwin e Tina Fey, mais precisamente na 4ª temporada com o arco do personagem Tracy Jordan (Tracy Morgan), mergulhando numa jornada para conquistar as estatuetas.
O ator mais jovem a conseguir o EGOT foi Robert Lopez, alcançando o status aos 39 anos. Mais do que isso, o compositor levou o “EGOT duplo”, conquistando todos os prêmios nada menos que duas vezes cada.
Há também uma variação da conquista, chamado PEGOT – apesar de gerar certas controvérsias, visto que as definições contrastam entre o Peabody Award e o Pulitzer (nunca realmente tendo chegado a um consenso). Uma outra variação é o REGOT, que inclui o Framboesa de Ouro (Razzie, no original).
De qualquer forma, excluindo os prêmios não-competitivos e honorários (o que não computa a presença de Liza Minnelli e Barbra Streisand, por exemplo), apenas 17 pessoas conseguiram tamanho feito (sendo a mais recente delas a icônica Jennifer Hudson), motivo pelo qual o grupo é extremamente seleto.
Em 1962, Rodgers tornou-se a primeira pessoa da história a conquistar os quatro prêmios. Ele é conhecido por diversas obras, incluindo o filme ‘A Noviça Rebelde’ e a peça ‘No Strings’.
Tony: ‘South Pacific’, 1950; ‘The King and I’, 1951; ‘A Noviça Rebelde’, 1960; ‘No Strings’, 1962.
HELEN HAYES
Hayes é uma atriz e alcançou seu quarto distinto prêmio em 1977, tornando-se, dessa forma, a segunda pessoa e a primeira mulher a conseguir o EGOT. Ela também é a primeira a conquistar a Coroa Tripla da Atuação, com performances solo condecoradas no Emmy, no Oscar e no Tony.
Oscar: ‘O Pecado de Madelon Claudet’, 1931; ‘Aeroporto’, 1970
Rita Moreno é uma incrível artista que voltou à ativa nos últimos anos pela comédia ‘One Day at a Time’. Entretanto, poucas pessoas sabem que ela faz parte do grupo EGOT, além de ter sido honrada no Kennedy Center em 2015 e, em 2019, ganhou um Peabody Award.
O ator John Gielgud recebeu seu último prêmio em 1991, recebendo, ao longo de sua carreira, um total de seis estatuetas pertencentes ao grupo em questão. Aos 87 anos, quando levou para casa seu Emmy, foi o vencedor mais velho e o primeiro LGBTQ+ a ser condecorado.
Oscar: ‘Arthur, o Milionário Sedutor’, 1981
Emmy: ‘Summer’s Lease’, 1991
Grammy: ‘Ages of Man’, 1979
Tony: ‘The Importance of Being Earnest’, 1948; ‘Big Fish, Little Fish’, 1961
A eterna Bonequinha de Luxo também faz parte do grupo – e tal fato pode não ser conhecido por muitos. Hepburn foi a quinta pessoa a conquistar o feito e a primeira a fazê-lo de forma póstuma, ganhando o Grammy Award um ano depois de ter morrido. Ela também é a única ao lado de Jonathan Tunick a ter ganhado apenas uma estatueta em cada premiação.
Oscar: ‘A Princesa e o Plebeu’, 1953
Emmy: ‘Gardens of the World’, 1993
Grammy: ‘Audrey’s Hepburn Enchanted Tales’, 1994
Tony: ‘Ondine’, 1954
MARVIN HAMLISCH
Hamlisch é um aclamado compositor que ganhou um total de 12 prêmios em sua carreira. Dentro do grupo EGOT, ele é o que tem mais estatuetas do Oscar (3), além de ser o primeiro a ser o vencedor de uma categoria principal do Grammy (Música do Ano e Artista Revelação).
Oscar: ‘The Way We Were’, 1973; ‘Um Golpe de Mestre’, 1973
Emmy: ‘Barbra: The Concert’, 1995; ‘AFI’s 100 Years’, 1999; ‘Timeless: Live in Concert’, 2001
Grammy: ‘The Way We Were’, 1974; “The Entertainer”, 1974
Tony: ‘A Chorus Line’, 1976
JONATHAN TUNICK
Assim como Hepburn, Jonathan Tunick também ganhou apenas uma estatueta em cada premiação do EGOT. Com carreira ainda na ativa, Tunick é um grande compositor e maestro. Ele também demorou vinte anos para fazer parte do grupo.
O icônico comediante Mel Brooks alcançou a honraria do EGOT em 2002, com 74 anos. Além de trabalhar com comédia, ele também tem reconhecimento como escritor, ator, diretor, compositor, produtor (uma carreira extremamente prolífica).
Oscar: ‘Os Produtores’, 2006
Emmy: ‘The Sid Caesar, Imogene Coca, Carl Reiner, Howard Morris Special’, 1967; ‘Mad About You’, 1997/1998/1999
Grammy: ‘The 2000 Year Old Man in the Year 2000’, 1998; ‘Os Produtores’, 2002
Nichols tornou-se a nona pessoa a alcançar o feito e o fez entre 1961 e 2012, levando um total de 15 estatuetas. Ele foi o primeiro a levar para casa condecorações múltiplas por direção (Oscar, Tony e Emmy) e é o que mais “demorou” a fazer parte do grupo (51 anos).
Oscar: ‘A Primeira Noite de um Homem’, 1967
Emmy: ‘Wit’, 2001; ‘Angels in America’, 2004
Grammy: ‘An Evening with Mike Nichols and Elaine May’, 1961
Tony: ‘Descalços no Parque’, 1964; ‘Luv’, ‘The Odd Couple’, 1965; ‘Plaza Suite’, 1968; ‘The Prisoner of Second Avenue’, 1972; ‘Annie’, 1977; ‘The Real Thing’, 1984; ‘Spamalot’, 2005; ‘Morte de um Caixeiro Viajante’, 2012
A icônica Whoopi Goldberg foi a primeira afrodescendente a integrar o EGOT e apenas a 4ª mulher. Ela também é uma dos poucos membros do grupo a ter levado um Daytime Emmy Award por seu trabalho em ‘The View’.
Producer Scott Rudin accepts the award for best revival of a play for “Skylight” at the 69th annual Tony Awards at Radio City Music Hall on Sunday, June 7, 2015, in New York. (Photo by Charles Sykes/Invision/AP)
Rudin é um produtor de teatro, cinema e televisão e recebeu o último prêmio distintivo em 2012. Dentre as categorias competitivas, ele é o que mais levou estatuetas para casa (um total de vinte) – permanecendo com o recorde até 2020, quandoAlan Menken foi condecorado com 21.
Oscar: ‘Onde os Fracos Não Têm Vez’, 2008
Emmy: ‘He Makes Me Feel Like Dancin’’, 1984
Grammy: ‘O Livro de Mórmon’, 2012
Tony: ‘Passion’, 1994; ‘Copenhagen’, 2000; ‘The Goat, or Who Is Sylvia?’, 2002; ‘Dúvida’, 2005; ‘The History Boys’, 2006; ‘Deus da Carnificina’, 2009; ‘Um Limite Entre Nós’, 2010; ‘O Livro de Mórmon’, 2011; ‘Morte de um Caixeiro Viajante’, 2012; ‘A Raisin in the Sun’, 2014; ‘The Curious Incidento of the Dog in the Night-Time’, 2015; ‘Skylight’, 2015; ‘The Humans’, 2016; ‘Panorama Visto da Ponte’, 2016; ‘Alô, Dolly!’, 2017; ‘The Ferryman’, 2019; ‘The Boys in the Band’, 2019.
Lopez fez história ao finalmente entrar para o grupo do EGOT, tornando-se não apenas o mais jovem a levar as quatro estatuetas para casa, como também o primeiro asiático e filipino a conquistar tal feito. Como já mencionado no começo desta matéria, ele é o único a ter o cunhado EGOT Duplo.
Oscar: ‘Frozen’, 2014; ‘Viva – A Vida É uma Festa’, 2018
O conhecido musicista, ator e compositor John Legend também faz parte do grupo e tornou-se o primeiro afrodescendente homem a conquistar a honraria – e o segundo de todos os tempos, ao lado de Whoopi Goldberg. Ele é o membro que mais tem Grammys (11, no total) e o primeiro a receber as quatro estatuetas em quatro anos consecutivos.
Oscar: ‘Selma’, 2015
Emmy: ‘Jesus Cristo Superstar’, 2018; ‘Crow: The Legend’, 2019
Grammy: Melhor Novo Artista, 2006; ‘Get Lifted’, 2006; “Ordinary People”, 2006; “Heaven”, 2007; “Family Affair”, 2007; “Stay with Me (By the Sea)”, 2009; “Shine”, 2011; “Hang on in There”, 2011; ‘Wake Up!’, 2011; “Glory”, 2016; “Higher”, 2020
O lendário e icônico nome de Webber não poderia ficar de fora desse fantástico grupo e, em 2018, tornou-se o 14º integrante do EGOT por seu especial de TV para o musical ‘Jesus Cristo Superstar’ (o mesmo do qual Legend participou).
Rice é um produtor e liricista que recebeu sua quarta honraria apenas em 2018. Desde seu primeiro prêmio até o último, ele recebeu um total de 12 prêmios, dividindo algumas das conquistas com seu recorrente colaborador, Webber.
Oscar: ‘Aladdin’, 1993; ‘O Rei Leão’, 1995; ‘Evita’, 1997
Assim como Goldberg e Lopez, Menken também possui apenas um Daytime Emmy – o que não o tira do grupo. Ele é o segundo mais prolífico ganhador do Oscar nas categorias musicais depois de Alfred Newman.
Oscar: ‘A Pequena Sereia’, 1989; ‘A Bela e a Fera’, 1991; ‘Aladdin’, 1992; ‘Pocahontas’, 1995
Emmy: ‘Rapunzel’s Tangled Adventure’, 2020
Grammy: ‘A Pequena Sereia’, 1991; ‘A Bela e a Fera’, 1993; ‘Aladdin’, 1994; ‘Pocahontas’, 1996; ‘Enrolados’, 2012
Tony: ‘Newsies’, 2012
JENNIFER HUDSON
A atriz e cantora se tornou a mais recente adição ao grupo depois de conquistar o Tony Award de Melhor Musical por ‘A Strange Loop’, em 2022. Aos 40 anos, ela se tornou a 3ª pessoa mais jovem a entrar para o grupo – e a terceira pessoa negra, depois de Goldberg e Legend.
Oscar: ‘Dreamgirls’, 2009
Emmy: ‘Baba Yaga’, 2021
Grammy: ‘Jennifer Hudson’, 2009; ‘A Cor Púrpura’, 2017
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