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‘All of Us Are Dead’: Série de zumbis da Netflix é RENOVADA para a 2ª temporada; Confira o teaser!

A série de zumbis ‘All of Us Are Dead‘ se tornou um dos grandes sucessos da Netflix e, agora, a gigante do streaming renovou oficialmente a produção para a 2ª temporada.

Os novos episódios ainda não têm data de estreia.

Confira o primeiro teaser:

A trama foca em um grupo de estudantes do ensino médio que precisa enfrentar situações extremas quando eles ficam presos em sua escola, enquanto uma pandemia de zumbis se espalha rapidamente.

Relembre o trailer abaixo:

A produção é baseada em um webtoon de sucesso chamado ‘Now at Our School‘.

A série será escrita por Chun Sung-il e dirigida por Lee JQ e Kim Nam-su.

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Novo episódio de ‘Star Trek: Strange New Worlds’ revela que clássico personagem é BISSEXUAL

Por mais avançada que seja Star Trek‘, a franquia nunca trouxe representatividade à comunidade LGBTQ+… Pelo menos até agora.

Em ‘Spock Amok‘, o mais novo episódio de ‘Star Trek: Strange New Worlds’, é revelado que Christine Chapel (Jess Bush) é bissexual.

A novidade faz dela a primeira personagem clássica gay.

Para quem não sabe, Chapel também foi interpretada pela falecida Majel Barrett na série original, transmitida entre 1966 e 1969.

Apesar disso, a referência à sua sexualidade é muito breve e acontece no início do episódio, quando ela revela que já teve relacionamentos amorosos com homens e mulheres.

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Bush como Christine Chapel

Quando a tripulação está se preparando para aportar na Starbase-1, Chapel e a Tenente Ortegas (Melissa Navia) discutem os planos românticos de Chapel…

Então ela diz que não gosta de relações duradouras e seu mais novo caso, o tenente Dever (Graham Parkhurst) sente o mesmo, na mema hora, Ortegas responde:

“Você disse a mesma coisa sobre aquela garota em Argelius II.”

Pelo visto, a mulher com quem Chapel se envolveu em Argelius II ficou tão brava com sua falta de compromisso que tentou atirar nela Chapel com um phaser.

Apesar de alguns fãs acharem que a revelação foi forçada, não há nada no cânone de ‘Star Trek afirmando que Chapel nunca se interessou por mulheres…

Como isso simplesmente é algo que nunca foi abordado, os responsáveis pela atração acreditam que este é o momento certo para explorar a sexualidade de alguns personagens.

E aí, você já assistiu a série?

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush e Melissa Navia.

Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como The Vampire DiariesTell Me a Story, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.

Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada!

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Jovens se transformam em monstros no trailer de ‘The Imperfects’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro teaser da série sci-fi ‘The Imperfects‘.

Confira:

A produção será lançada ainda em 2022, ainda sem previsão de estreia.

Na trama, três jovens transformados em monstros ao participarem de uma terapia genética. Tentando voltar ao normal, o trio parte em busca do cientista que os transformou antes que seja tarde demais.

Italia Ricci dará vida à Dra. Sydney Burke, uma cientista que tenta consertar seus erros do passado, tanto profissionais quanto éticos, aliando-se aos jovens para rastrear o cientista responsável por seus terríveis destinos.

O elenco também vai contar com Rhianna Jagpal, Iñaki Godoy, Morgan Taylor Campbell, Kyra Zagorsky e Rhys Nicholson.

Heaton será o showrunner e também vai contribuir como roteirista e produtor executivo junto com Eriksen.

Primeira Impressões | Sob Pressão – 5a Temporada Foca na Saúde Mental dos Profissionais da Saúde

Não é exagero dizer que ‘Sob Pressão’ faz parte do seleto grupo das séries brasileiras mais bem-sucedidas em território nacional de todos os tempos. Em seis anos, a produção já ameaçou acabar duas vezes, porém, o sucesso de público é tão grande, que ela acaba voltando – para a felicidade de nós, espectadores. Após uma temporada especial nominada ‘Plantão Covid’, que acompanhou de perto os desafios enfrentados pelos profissionais da saúde no tratamento e combate ao novo corona vírus que assola o planeta (ao mesmo tempo em que a realidade encarava o mesmo risco sanitário) e de tentar levar seus protagonistas para o interior do Amazonas para mostrar a realidade da medicina ribeirinha, a quinta e nova temporada de ‘Sob Pressão’ acaba de chegar ao Globoplay, e os dois primeiros episódios serão exibidos esta noite em rede aberta da Globo após a novela ‘Pantanal’.

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Dr. Evandro (Júlio Andrade) e Dra. Carolina (Marjorie Estiano) tentam viver a vida normalmente com o filho do casal, cuja mãe é Diana (Ana Flávia Cavalcanti), ex-namorada do médico. Porém, uma explosão em uma fábrica de fogos de artifício faz com que os dois tenham que abandonar a tarde em família e correr de volta para o hospital para tratar de dezenas de pacientes que chegam com todo tipo de queimadura e ferimentos, especialmente os irmãos gêmeos (Lázaro Ramos). Enquanto isso, Dr. Décio (Bruno Garcia) recebe a notícia de que o namorado ganhou uma bolsa de estudos na Inglaterra, e fica balançado sobre ir com ele ou continuar no comando do hospital. Tudo indica que a sobrecarga emocional que vem exigindo deles toda a energia nos últimos tempos veio este ano para cobrar sua conta, e a equipe médica terá que tomar decisões importantes em nome de seu próprio bem-estar.

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Com dois episódios disponibilizados toda semana por seis semanas na Globoplay, totalizando 12,  e ainda sem previsão de estreia na TV aberta, a nova temporada de ‘Sob Pressão’ desloca o eixo da narrativa que vinha sendo focada nas doenças e nas gambiarras do Dr. Evandro para driblar a falta de recursos da saúde pública brasileira e mostrar que agora a pressão é no emocional, na saúde mental dos médicos e enfermeiros da equipe do Hospital Edith Magalhães Fraenkel (aliás, vale ressaltar: é um local fictício, gravado no Centro da cidade, e presta homenagem a esta grande enfermeira que contribui muitíssimo para a saúde do Rio de Janeiro no início do século 20). Assim, o roteiro da equipe de Lucas Paraizo traz novos dramas pessoais que força seus personagens a fazerem escolhas, o que provoca dinamismo na série, cujas novas temporadas ainda não estão confirmadas, mas que nesta já realiza uma passagem de bastão para um novo núcleo narrativo.

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A entrada de Marco Nanini no enredo aprofunda o drama das doenças intelectuais e como isso afeta a família do paciente – um acerto extremamente sensível do diretor Andrucha Waddington em trazer o assunto para o debate aberto do público. Precisamos mesmo falar abertamente sobre o Alzheimer. A participação especial de Leonardo Bittencourt como um residente mauriçoca insuportável ajuda a ilustrar como tem, também, muito estudante que não quer nada com a Medicina, dispostos a fazer o mínimo, e como isso afeta o coletivo em um hospital de emergência.

A nova e talvez última temporada de ‘Sob Pressão’ continua capturando a tensão e a atenção do espectador. Longe de se desgastar, personagens e histórias se renovam com o cotidiano da realidade, prestando grande serviço sobre os desafios da saúde pública brasileira. Mais uma temporada bem-feita!

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Artigo | ‘Pleasantville: A Vida em Preto e Branco’: um filme que todos deveriam conhecer

‘Pleasantville: A Vida em Preto e Branco’ é um filme fora do comum, a começar pela premissa de estilo sci-fi que logo se transforma em uma trama tragicômica deliciosa de ser acompanhada desde o início do primeiro ato: dois irmãos adolescentes e com relações interpessoais bem conturbadas são arrastados para dentro de um programa dos anos 1950 que empresta seu nome ao título. A partir daí, inúmeros acontecimentos hilários permeiam a vida dos dois, estendendo-se para os engessados personagens do show, os quais passam a experimentar coisas que nunca acharam ser possíveis, visto que viviam em uma utopia inquebrantável marcada pela excessiva perfeição.

Sem dúvida alguma, Gary Ross pode ser compreendido como uma das mentes mais criativas – e tal afirmação é respaldada pela sinopse apresentada no parágrafo acima. Talvez essa investida do final do século passado tenha lhe dado base para produzir e dirigir franquias futuras, como Jogos Vorazes’ e até mesmo o spin-off Oito Mulheres e um Segredo’. Entretanto, é quase óbvio compreender que o cineasta não tinha ideia de que seus esforços para trazer a pacata comunidade de Pleasantville à vida renderiam muito mais que uma simples comédia romântica adolescente: aqui, nos deparamos com brechas e lacunas preenchidas com ácidas críticas sociais revestidas de uma branda sutileza que é a principal marca do filme – afinal, levando em conta os estereótipos da década em questão, nada fugia muito do convencional.

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A trama é protagonizada por David (Tobey Maguire) e Jennifer (Reese Witherspoon), unidos por laços fraternais complicados e muito diferentes um do outro: enquanto esta mergulha em uma crescente fase rebelde, aquele mantém-se em uma zona de conforto que o transforma no típico nerd, passível de sofrer apenas por sua inteligência acima do normal e seu apreço por obras audiovisuais clássicas. Os dois não parecem se importar um com o outro e, após receberem a misteriosa visita de um técnico de televisões, são arrastados para o ilusório e perfeito mundo seriado de Pleasantville – e a própria chegada já começa a trazer certas rupturas às regras e às normas onipotentemente presentes em tal microcosmos. Jennifer logo encarna a persona de Mary Sue, enquanto David se torna Bud, ambos filhos do propositalmente forçado duo formado por Betty (Joan Allen) e George Parker (William H. Macy).

Assim como inúmeros filmes predecessores e sucessores a este, é quase automático pensar que os irmãos deverão dar um jeito de se entenderem e voltarem à sua realidade – mas o que eles não imaginavam é que eles deveriam seguir os passos dos “verdadeiros” Bud e Mary Sue e não desestruturar o equilíbrio cosmológico daquela comunidade. Em outras palavras, Ross, que também fica responsável pelo incrível e dinâmico roteiro, se baseia muito na ideia do controverso efeito borboleta para endossar as consequências dos atos dos protagonistas: apesar de tentarem ficar restritos ao que lhes é imposto, eles pensam erroneamente que “brincar” com alguns aspectos pode ser divertido e inocente.

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Logo, o mundo em preto e branco começa a se pincelar com cores vivas; os ares de uma brusca e interessante mudança transformam a perfeita e monótona atmosfera em algo parecido com angústia, medo e tesão pelo novo. Os personagens, antes doutrinados a seguirem regras extremamente puritanas, logo se tornam despojados, livres, inclinando-se para a máxima do carpe diem ao invés de permanecerem em suas bolhas sociais. A sagacidade de Ross em sair da zona de conforto também abre margens para, como supracitado, críticas e alfinetadas em um conservadorismo próprio da época e que se mantém até os dias de hoje – o que fornece certo respaldo anacrônico para sua obra.

Com o término do segundo ato e a entrada do terceiro, essa provocativa mudança começa a dar lugar a um antro conservador e reacionário que expande suas subtramas para a política da segregação racial da sociedade estadunidense nesta mesma época. A câmara da cidade começa a ser frequentada apenas pelos habitantes ainda não-coloridos e que se recusam a abrir sua mente para novas experiências e pessoas diferentes; ou seja, aqueles que ousaram trilha um caminho diferente foram condecorados com uma vida mais colorida literalmente e não veem nenhum motivo para retornarem ao que eram. E o que também parecia correr às mil maravilhas gradativamente cria raízes em dramas existencialistas que são tratados com seriedade pelo diretor e pela rendição aplaudível de seus atores principais – em especial a presença agradabilíssima de Allen dois anos depois de mostrar sua versatilidade em As Bruxas de Salem’.

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‘Pleasantville’ também não se mostra vazio quando pensamos em referências fílmicas; quando as tensões entre os dois grupos se agrava, Ross claramente mergulha em diversas obras distópicas para explorar as questões raciais (ainda que estas sejam distorcidas do real problemas que a nossa sociedade enfrenta). Fahrenheit 451′ é um dos longas-metragens que serve como inspiração para algumas das sequências mais cruéis e dolorosas, em que as dezenas de livros da Biblioteca Municipal são queimados em praça pública por não condizerem com a paz e a ordem que os mais velhos tentam manter. A repressão à arte e à expressão também se faz bastante presente – e é assustador ver o números de pessoas que corrobora com a ideologia de que a libertação artística na verdade é uma “forma de trazer mazelas à moralidade e aos bons costumes”.

Ainda que tudo siga um ar mais metafórico, o novo projeto de Gary Ross não falha em quase nenhum quesito. Apesar da desnecessária longevidade cênica que por vezes se torna cansativa, toda a trama é bem amarrada e fornece resoluções não convencionais para seus personagens, fazendo bom uso tanto dos arcos de redenção quanto dos paradigmas narrativos que quebra a cada virada.

David Arquette fala sobre saída de Neve Campbell: “‘Pânico’ sem Sidney é meio infeliz”

David Arquette, ator que interpreta o icônico Dewey Riley da franquia ‘Pânico‘, se pronunciou a respeito da decisão de Neve Campbell (a Sidney Prescott) de não fazer o próximo filme da série.

“Eu amaria que ela fizesse parte disso. Um filme de ‘Pânico’ sem a Sidney é meio infeliz, mas eu entendo a decisão dela”, disse Arquette ao site Comic Book.

Lembrando que Campbell não aceitou o convite para o sexto filme da franquia porque não ficou satisfeita com o cachê que lhe foi oferecido.

“É tudo um negócio, de certa forma. Eles têm que equilibrar todos esses elementos para caber no orçamento e produzir um filme”, leva em consideração o ator.

Que complementou dizendo: “Eu entendo. A personagem dela ainda está viva! Ela pode estar em futuros filmes, mas acho que cabe aos fãs pedirem isso. É tudo muito repentino, mas é um negócio. Eu respeito a decisão dela, com certeza”.

Pânico 6‘ tem estreia marcada para 31 de março de 2023.

Assista à nossa crítica do último longa:

Crítica | Amado – Filme de Ação Policial Brasileiro para Fãs de Steven Seagal

Os anos 1980 marcaram a história do cinema mundial em muitos níveis. Os filmes de ação produzidos e lançados nesta década criaram uma escola que viria a influenciar as produções das décadas subsequentes, tamanho o impacto que as narrativas trazidas neste tempo tiveram. Protagonistas machões, muitas cenas de luta e perseguição, tiroteio e explosões são algumas das características mais marcantes que podem ser destacadas dos longas dessa época. Hoje, quase quarenta anos depois, a garotada que cresceu ou passou a juventude assistindo a esses filmes e que posteriormente foram estudar e fazer cinema já está fazendo seus próprios longas, como a produção que estreia essa semana: ‘Amado’, filme de ação nacional que chega às salas de cinema de todo o país a partir dessa quinta-feira.

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Amado (Sérgio Menezes, que atualmente participa da ‘Dança dos Famosos‘) é um policial civil de Brasília que costuma fazer suas rondas não só na capital do país, mas principalmente pelos bairros periféricos, como Ceilândia, onde mantém a segurança dos moradores e combate a proliferação da venda de entorpecentes a menores em um dos lugares mais violentos do país. Incorruptível, ele trabalha com seus parceiros de ronda (Gabriela Correa e Alexandre Barillari, o Prudêncio de ‘Nos Tempos do Imperador’) pelas madrugadas, até que, certa vez, param um veículo suspeito com uma carga mais suspeita ainda. Durante a abordagem, uma outra viatura se aproxima, trazendo um comandante (Igor Cotrim) corrupto que tenta dissuadir o grupo. Diante da negativa de Amado, uma desavença se arma dentro da polícia civil brasiliense, colocando em risco não só o batalhão chefiado pela capitã (Adriana Lessa, a Deusa de ‘O Clone’), mas também a vida daqueles que são caros a Amado.

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Mesmo não sendo tão jovenzinhos, os diretores Edu Felistoque e Erik de Castro mostram o quanto os filmes de ação da década de 1980 inspiram a realização de ‘Amado’ ao fazerem um longa cujo protagonista é misterioso, de poucas palavras e mais de atitude: o tipo de personagem que resolve tudo no braço, não na diplomacia. Assim, o roteiro de Erik de Castro constrói a jornada do lobo solitário em busca de justiça com as próprias mãos bem estilo Steven Seagal, Chuck Norris e, mais recentemente, conduzido por Liam Neeson: o sujeito brucutu caladão, sempre na dele, cujos princípios conduzem a história e que mostram que, apesar do sistema ser falho, há justiça nesse mundo, porque há pessoas boas como esses protagonistas que fazem a justiça acontecer, ainda que a seu próprio modo.

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Inspirado numa história real, o longa – localizado e passado em Brasília e com elenco que inclui atores brasilienses – poderia talvez ter contextualizado melhor esse personagem para um público que possivelmente não o conheceu. Mas descentraliza a violência do eixo Rio-São Paulo levando-a a Ceilândia, mostrando que a violência urbana não é exclusiva da região sudeste do país, e ainda traz sequências de ação, tiroteio e perseguição bem no estilo que o público de filmes de ação curte – e que, na telona, ganha profundidade. ‘Amado’ quer mostrar a polícia que dá certo num país fraturado por camadas de corrupção. É o tipo de personagem que poderia ganhar continuação, e que depende do retorno de seu público para fazer isso acontecer.

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Jenna Ortega diz que ‘Pânico 6’ será “mais sangrento” e terá o Ghostface “mais violento” da franquia

Em uma entrevista recente ao Entertainment Tonight, a atriz Jenna Ortega, que interpretará novamente Sam Carpenter em ‘Pânico 6‘, disse que o novo filme será ainda mais sangrento que os outros filmes da franquia e que o Ghostface estará mais violento do que nunca.

“Ghostface está mais assustador. Acabei de ler parte do roteiro, o filme fica cada vez mais sangrento. Acho que esta é a versão mais agressiva e violenta do Ghostface que já vimos, e acho que será muito divertido filmar”, revelou Ortega.

Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy) e Mason Gooding (Chad) também retornarão para o próximo longa da franquia, que seguirá os quatro sobreviventes deixando Woodsboro para iniciar um novo capítulo. Hayden Panettiere também retornará ao papel de Kirby, de ‘Pânico 4‘ (2011).

“Eu nem vou tentar tocar nesse assunto”, disse Ortega sobre o retorno da atriz. “Ela é uma das minhas personagens favoritas da franquia, então o fato da sua personagem voltar e se redimir é realmente emocionante”, complementou.

As filmagens devem começar este ano e ‘Pânico 6‘ tem previsão de estreia para 31 de março de 2023.

‘Doutor Estranho 2’: Elizabeth Olsen não contracenou com um dos atores do filme

O texto abaixo contém SPOILERS!

Em uma das cenas mais marcantes de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, Wanda (Elizabeth Olsen) invade a sede dos Illuminati para capturar América Chavez (Xochitl Gomez) na tentativa de roubar seus poderes.

Antes disso, ela enfrenta Reed Richards (John Krazinski), Raio Negro (Anson Mount), Capitã Carter (Hayley Atwell), Capitã Marvel (Lashana Lynch) e o Professor Xavier (Patrick Stewart).

No entanto, Olsen revelou ao Cinema Blend, que não contracenou com todos os atores e nem chegou a conhecer Krasinski e Stewart.

“Essa é a magia do cinema, eu lutei contra eles, mas nunca os conheci. Mas foi uma sensação incrível ver tudo pronto.”

Ela continuou, explicando um pouco sobre a luta:

“Decidimos mostrar Wanda lindando com uma certa limitação em seus poderes porque ela não está em seu corpo, ela está possuindo uma versão ‘menos treinada’ de seu corpo, então ela não é capaz de fazer tudo que a Wanda do nosso universo. É como se ela estivesse dirigindo um carro com defeito, sabe?”

Vale lembrar que cada um dos membros dos Illuminati eram tecnicamente variantes de personagens originais.

Por causa disso, não está claro se esses mesmos atores vão reprisar os papéis quando suas respectivas versões forem introduzidas no principal universo do MCU.

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‘O Mandaloriano’: Rick Famuyiwa retorna como produtor e diretor na 3ª temporada

De acordo com o The Hollywood Reporter, o diretor Rick Famuyiwa (‘The Chi’) volta a ocupar o cargo de diretor na 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.

Além disso, ele foi promovido a produtor executivo da aclamada série criada por Jon Favreu (‘Homem de Ferro’).

Para quem não sabe, Famuyiwa dirigiu episódios bastante elogiados da atração.

Sua estreia foi em ‘The Child‘, episódio focado no Baby Yoda durante a 1ª temporada, em seguida, ele dirigiu ‘The Prisoner‘, que acompanha Din Djarin (Pedro Pascal) sobrevivendo a uma emboscada de mercenários após ser traído numa missão.

Na 2ª temporada, ele comandou ‘The Believer‘, que traz Djarin e Mayfeld (Bill Burr) unindo forças para encontrarem pistas sobre Grogu após ele ter sido sequestrado pelo Império.

Famuyiwa se junta à Bryce Dallas Howard, que já comandou dois episódios: Um na primeira temporada (Capítulo 4: The Sanctuary) e outro na segunda (Capítulo 11: The Heiress).

Ela também foi responsável pelo episódio ‘O Retorno do Mandaloriano‘ na derivada ‘O Livro de Boba Fett‘.

Lembrando que o próximo ciclo estreia apenas em fevereiro de 2023.

Enquanto isso, as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Disney+. 

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

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Crítica | Crimes do Futuro – Cronenberg numa visão futurista à estética do terror corporal

Por Letícia Alassë, direto da França

Após oito anos de ausência, David Cronenberg recupera uma história escrita nos anos 90, logo depois do alucinante Crash – Estranhos Prazeres (1996). Corpos humanos e máquinas mais uma vez são a tônica do seu espetáculo de horrores em Crimes do Futuro, em competição oficial no 74ª Festival de Cannes

Em um futuro no qual os humanos pararam de sentir dor e conseguem digerir plástico, Saul Tenser (Viggo Mortensen) é um famoso artista por conta de performances onde ele expõe seus órgãos internos tatuados em frente à plateia e às câmeras. Ele conta com a assistência de Caprice (Léa Seydoux), uma cirurgiã apaixonada pelo body art e, provavelmente, por seu objeto de trabalho, Saul. 

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Não tão distante de exibições de perfuração de pele por centenas de piercings, tatuagens ou bifurcações cutâneas, Crimes do Futuro apresenta a evolução humana na perda da sensibilidade e a cirurgia como uma performance artística. Se por um lado, os personagens enxergam as mutações do corpo humano como algo belo, por outro a ambientação é sombria, apocalíptica e desesperançada. 

Crimes do Futuro é um espaço fechado entre o mundo quase obsceno do “artista” Saul e sua posição de agente duplo no caso de Lang Dotrice (Scott Speedman). Lang procura Saul para realizar uma autópsia do cadáver do seu filho de oito anos diante das câmeras. A cena inicial de sua morte é propícia ao choque e este estalo é o fio condutor de um certo suspense à trama em meio a espetáculos de horror. 

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O terror habita nas sensações e na estética apresentada. Mais ou menos aos 30 minutos de filme, uma cena de revirar o estômago e os intestinos literalmente, revira os nossos. É quase instintivo virar o rosto (e alguns espectadores saírem de sala) protegendo os olhos de uma aversão ao interior da nossa constituição física. A ideia apresentada, no entanto, é que a “cirurgia é o novo sexo”. Em determinado momento, Saul pronuncia diretamente não saber mais como fazer “o velho sexo”. 

Nesta distopia, Cronenberg ostenta uma pornografia na qual membros penetrando orifícios são substituídos por bisturis cortando a carne. A cirurgiã Caprice verbaliza como: “o desejo de ser aberta”. Podemos interpretar que na falta de dor, a endorfina, o hormônio da felicidade, viria de ultrapassar o abrigo da vida, ou seja, a pele. 

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As máquinas são personagens de destaque nessa sociedade onde os crimes são realizados dentro do próprio corpo. Um clandestino escritório de registro de novos órgãos nos dá a impressão de um processo burocrático e cômico, no qual Timlin (Kristen Stewart) e Wippet (Don McKellar) são uma peculiar dupla de admiradores máximos do body art. Eles promovem até um concurso de beleza interna, isto é, de órgãos tatuados.

Para executar suas performances, Saul e Caprice operam uma máquina de autópsia modificada. Além desse “quase” sarcófago, Saul dorme em uma cama que processa a sua dor interna durante o sono e também utiliza uma cadeira para lhe auxiliar a comer, algo já difícil para alguns humanos. Todos esses elementos soam lúgubres e chistosos. Com braços que lembram ossos e esqueletos, as máquinas são como um auxiliar de vida. Os técnicos dessas máquinas guardam igualmente um mistério de seus reais interesses.

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Novos órgãos ou tumores? As discussões giram entre a dúvida de uma ameaça de mutação natural ou um produto de engenharia biológica. Esses mistérios, entretanto, não são tão notáveis. O interesse de Cronenberg, na verdade, é explorar os limites do corpo humano de forma afrontosa. As atuações também sofrem com esse processo indefinido de metamorfose e mutilação, por vezes sensual, por vezes picaresco. 

Em Crash – Estranhos prazeres, a questão era o limite para encontrar o prazer e o mesmo paralelo pode ser traçado aqui. Crimes do Futuro, no entanto, é uma ficção-científica em que a própria natureza evolui exterminando o humano dentro da sua armadura, ou seja, o corpo. Em tons sombrios, o cineasta faz o horror tornar-se estético, sexy e político. Porém, ao assistirmos, estamos nos contorcendo na poltrona e esquecemos dos questionamentos e da luxúria. 

 

‘The Boys’: Karl Urban diz que se sentiu ridículo interpretando Billy com [SPOILERS] na 3ª temporada

A 3ª temporada de ‘The Boys‘ traz uma mudança drástica no personagem Billy Butcher (Karl Urban), que adquire rajadas ópticas depois de  tomar uma dose do composto V, a droga que dá poderes ao Supers.

Durante uma entrevista para a Variety (via Screen Rant), Urban foi questionado sobre como se sentiu ao ganhar poderes nos novos episódios.

Em reposta, ele brincou, dizendo que foi ridículo.

“Para falar a verdade, me senti um pouco ridículo. A realidade é que você está no set tentando fazer seu melhor para dar a impressão de é um fod#o que solta raios laser pelos olhos, mas não há nenhum laser saindo, é claro.”

Ele continuou, elogiando a equipe de efeitos visuais e disse que ficou surpreso com o resultado final.

“Você espera que o departamento de efeitos especiais venha e salve sua bunda para não pagar mico, é o que eles fazem. No fim das contas, percebi como somos abençoados, eles fizeram um trabalho incrível nos efeitos especiais desta temporada.”

Anteriormente, ele conversou com a Entertainment Weekly e disse que os poderes do personagem vão equilibrar a luta contra o Capitão Pátria, mas haverá consequências severas.

O astro ainda firma que isso pode mudar os rumos da série para sempre.

“Billy tem um nova carta na manga e isso vai virar o jogo, mas haverá consequências severas, vai mudar o rumo da série e isso pode ser definitivo. O resultado muda tudo… Posso dizer que haverá alianças inesperadas, mas também conflitos entre personagens que se davam bem.”

Ele também já havia dito ao portal que Billy pode acabar percorrendo um caminho vilanesco na tentativa de combater aqueles que ele acredita serem os verdadeiros vilões.

“Esse é o dilema da 3ª temporada: Butcher se torna um super-herói ou um supervilão? Para derrotar o monstro, você precisa se tornar o monstro? E eu acho que uma das coisas legais dessa temporada é que todo personagem se depara com essa escolha. Até onde eles estão dispostos a ir por seu valores? Que linha eles estão dispostos a cruzar a fim de alcançar o que eles querem alcançar?”

Lembrando que o próximo episódio chega ao catálogo da Amazon Prime Video em 10 de junho.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

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Ah não! Neve Campbell revela o verdadeiro motivo de NÃO voltar em ‘Pânico 6’

A atriz Neve Campbell, a lendária Sidney Prescott da franquia ‘Pânico‘, confirmou que não fará parte de ‘Pânico 6‘, a próxima sequência da série.

“Infelizmente não farei o próximo Pânico. Como uma mulher, sempre trabalhei muito duro para estabelecer meu valor, especialmente quando se trata de Pânico. Eu senti que a oferta que me foi apresentada não iguala o valor que eu entreguei para a franquia”, explicou a atriz ao Deadline.

Neve Campbell, inclusive, se despedindo dos fãs: “Foi muito difícil para mim seguir em frente. Para todos os meus fãs de ‘Pânico’, eu amo vocês. Vocês sempre foram um apoio incrível. Serei eternamente grata a essa franquia e tudo que ela me deu nos últimos 25 anos”.

Lembrando que os diretores do quinto filme, lançado em 2022, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, comandarão ‘Pânico 6’, que tem roteiro de James Vanderbilt e Guy Busick.

O sexto capítulo da série acompanhará os sobreviventes dos ataques mais recentes do Ghostface deixando Woodsboro para tentar começar uma nova vida.

Assista à nossa crítica do último longa:

Sucesso! As Séries que Estrearam Há Cinco Anos e Ainda Estão no Ar com muita POPULARIDADE

Um dos adventos trazidos pelas plataformas de streaming foi a mudança na forma que assistimos e nos relacionamos com as séries. Antes, cada temporada de um programa exibido na TV significava um ano que ele permanecia no ar. Por exemplo, a inesquecível Friends durou 10 temporadas, tendo iniciado em 1994 e encerrado em 2004 – a cada ano neste período consiste em uma temporada. Na TV, não tinha isso de um seriado pular um ano sem sua exibição. Já as produções dos streamings são mais caras, demandam mais tempo da equipe e mais pensamento investido para ampliar a qualidade. Assim, temos séries como Stranger Things e Westworld, por exemplo, que embora tenham sido lançadas em 2016, chegam este ano às suas quartas temporadas, e não sextas, como se esperaria devido aos anos passados desde sua estreia.

Esse advento termina por deixar tais programas mais tempo na boca dos fãs, já que estes mesmos sabem que sua adorada série ainda não chegou ao fim, e que está apenas descansando para retornar em breve. A verdade é que fazer sucesso não é fácil e para qualquer seriado que seja, chegar à longevidade de cinco temporadas já é um marco de sucesso. Pensando nisso, trazemos uma nova matéria, de programas que ainda estão no ar fazendo sucesso, mesmo depois de cinco anos de sua estreia. Confira abaixo.

Jovem Sheldon

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Disponível na HBO Max, esse programa originalmente da CBS é o derivado da bem-sucedida Bing Bang: A Teoria, que permaneceu no ar por 12 temporadas, de 2007 a 2019. O novo programa narra a infância e adolescência do personagem mais marcante de sua predecessora, o nerd Sheldon (vivido por Jim Parsons). Na infância, ele ganha as formas de Iain Armitage. Tendo estreado em setembro de 2017, Jovem Sheldon terminou sua quinta temporada em maio deste ano (essa sim, uma por ano) e já tem a sexta prometida.

The Good Doctor: O Bom Doutor

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Sucesso no Brasil graças às exibições da Globo – disponível também no GloboPlay -, a série hospitalar é focada num protagonista diferente. O médico Shaun Murphy é um autista funcional, que ensina e aprende com seus companheiros de profissão. Quem dá vida ao papel principal é o jovem Freddie Highmore, que na infância foi o Charlie de A Fantástica Fábrica de Chocolate, e também já interpretou a juventude do psicopata Norman Bates de Psicose (1960), na série Bates Motel (2013 a 2017). The Good Doctor estreou em 2017 e também finalizou sua quinta temporada em maio deste ano, com a sexta já engatilhada.

S.W.A.T.

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A produção sobre o dia a dia da força especial muito conhecida nos EUA já transitou pelas diferentes mídias, pulando da TV para o cinema, e de volta à TV. Muitos podem não saber, mas S.W.A.T. estreou originalmente em 1975 num programa que fez tanto sucesso que inclusive ganhou sátira aqui no Brasil, num filme para o cinema dos Trapalhões. Desde essa época, já trazia personagens que se tornariam emblemáticos da cultura pop, como Hondo e Jim Street. Depois disso, ganharia uma superprodução para o cinema em 2003, com Samuel L. Jackson, Colin Farrell e Michelle Williams. Há 5 anos estreava a nova versão para as telinhas, da CBS, exibida aqui no Brasil pela Globo / GloboPlay. Assim como os dois últimos itens acima, finalizou a quinta temporada em maio deste ano, mas já promete a sexta.

The Handmaid’s Tale: O Conto da Aia

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Baseado no livro feminista e atemporal de Margaret Atwood, O Conto da Aia chegou chutando a porta em sua estreia e fez muito sucesso entre os fãs do livro, além de recrutar novos seguidores. Muito disso se deve ao chamariz de ter Elisabeth Moss protagonizando. O fato é que a obra literária já havia sido adaptada ao cinema, num filme que passou em branco em 1990. Vinte e sete anos depois, finalmente ele seria feito da maneira certa. Na trama, num futuro distópico, mulheres são escravizadas para se tornarem barriga de aluguel de ricas famílias que não podem ter filhos. A série também está no acervo da GloboPlay e tendo estreado em 2017, finalizou sua quarta temporada em junho do ano passado, mas promete a quinta para este ano ainda.

The Orville

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Jornada nas Estrelas, ou Star Trek, fez tanto sucesso e foi tão influente que é claro que gerou todo tipo de “homenagem” e imitadores, até mesmo paródias. No cinema, uma das mais famosas e bem-sucedidas foi Heróis Fora de Órbita (Galaxy Quest, 1999). Há 5 anos, foi a vez de Seth MacFarlane (criador de Uma Família da Pesada e Ted) levar o conceito para a telinha, com seu tipo de humor incorreto. The Orville mostra uma tripulação da Terra se aventurando pelo espaço, 400 anos no futuro. A série cômica, originalmente da Hulu (assim como o item acima), pode ser assistida no Brasil pela Star Plus. Com lançamento em 2017, o programa havia exibido sua segunda temporada em 2019. E agora finalmente promete lançar a terceira, em junho deste ano.

Star Trek: Discovery

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Por falar em “clones” de Star Trek, que tal a original. Ou quase, já que o programa original desta franquia ficou mesmo lá na década de 1960, migrando para o cinema com a mesma tripulação no fim da década seguinte. De lá para cá foram nada menos do que quatro outras séries derivadas: A Nova Geração, Deep Space Nine, Voyager e Enterprise – com esta última lançada em 2001 e chegando ao fim em 2005. A primeira a carregar a tocha de Star Trek para os novos tempos foi Discovery, que começou na Netflix e depois migrou para a Paramount Plus. Quem protagoniza é a bela Sonequa Martin-Green. A série terminou a quarta temporada em março deste ano e promete a quinta para 2023.

Riverdale

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A proposta de Riverdale não deixa de ser interessante. Para os brasileiros, seria o mesmo que algum produtor ousado pegasse a Turma da Mônica e transformasse num programa juvenil sobre investigação e assassinato, com todo um clima de suspense. Pois bem, foi isso que o canal CW (da Warner) propôs com a adaptação dos quadrinhos juvenis de Archie, um clássico americano. Na série, Archie, Veronica, Betty, Jughead e toda a turminha dão as caras em versões de carne e osso, envoltos nos muitos mistérios de sua cidade. No Brasil, o programa está disponível na Netflix. Seu sucesso é tanto, que o programa irá encerrar sua sexta temporada no fim de maio, com a sétima já garantida.

Maravilhosa Sra. Maisel

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Um dos maiores chamarizes da Amazon Prime Video dos últimos 5 anos, The Marvelous Mrs. Maisel (no título original) é puro empoderamento feminino e revelou ao mundo o talento da graciosa Rachel Brosnahan, intérprete da personagem título. Passada nos anos 50, a trama mostra a protagonista, uma dona de casa infeliz com sua vida, tentando a sorte para desafiar a sociedade e se tornar uma humorista nos palcos. O programa de Amy Sherman-Palladino estreou em março de 2017 e exibiu sua quarta temporada em março deste ano, com a quinta já preparada.

Bônus: Ozark

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Encerramos a lista com uma série da Netflix, a plataforma de streaming número 1 do mundo. Ozark é um seriado de suspense e drama, protagonizado por Jason Bateman e Laura Linney, como os pais de uma família envolvida em atividades criminais. Ele é um contador que faz lavagem de dinheiro para um chefe do tráfico. Tendo estreado em julho de 2017, Ozark chegou ao final este ano, em abril, quando exibiu a segunda metade de sua quarta e última temporada.

‘What We Do in the Shadows’ é renovada para a 5ª e a 6ª temporadas

O canal FX renovou oficialmente a série cômica ‘What We Do in the Shadows‘ para mais DUAS temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, o sexto ciclo.

“Ainda há muita vida em nossos vampiros favoritos de Staten Island e a FX não poderia estar mais animada em anunciar que teremos mais duas temporadas de ‘What We Do in the Shadows’,” declarou Nick Grad, presidente de programação original da emissora. “Essa série é incrível em todos os níveis, desde seu elenco brilhante e convidados especiais até seus produtores, roteiristas, diretores e equipe. Nós mal podemos esperar para que o público confira a quarta temporada, sabendo que há mais duas a caminho.”

Vale lembrar que a 4ª temporada irá estrear oficialmente no dia 23 de junho.

Confira o trailer:

Vale lembrar que as três primeiras temporadas já estão disponíveis no Star+.

Criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, a série é baseada no filme ‘O Que Fazemos nas Sombras‘, de 2014.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

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‘Sandman’: Mark Hamill será Mervyn Pumpkinhead na série da Netflix

Após novo trailer, pôster e anúncio de elenco, a adaptação de ‘Sandman‘ na Netflix recebeu um reforço de peso em seu elenco. Nesta segunda-feira (6), o streaming anunciou ninguém menos que Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, que dará voz a um dos personagens do show.

O showrunner Allan Heinberg, durante um painel especial na Semana Geeked, anunciou que Hamill ficará responsável por dublar Mervyn Pumpkinhead, o zelador do Reino dos Sonhos conhecido como Sonhar. Será que combina?

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Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco conta com Tom Sturridge (Sonho), Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

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Demi Lovato anuncia ‘Holy Fvck’, seu 8º álbum de estúdio; Confira o trailer promocional!

Através das redes sociais, Demi Lovato anunciou o lançamento de Holy Fvck, seu vindouro 8º álbum de estúdio.

O disco será lançado no dia 19 de agosto, com o primeiro single“Skin of My Teeth”, com estreia marcada para o próximo dia 10 de junho.

Confira o trailer promocional e a capa do álbum:

Em janeiro deste ano, Lovato anunciou o funeral de sua carreira pop, prenunciando um retorno ao gênero do rock-pop de seus dois primeiros álbuns, ‘Don’t Forget’ (2008) e Here We Go Again (2009).

Lembrando que o último lançamento de Lovato foi Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’, em 2020.

Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.

Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.

Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.

Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.

Matthew McConaughey publica carta pedindo “responsabilidade com armas”

Matthew McConaughey (‘True Detective’), depois de se pronunciar pedindo ação após o tiroteio em uma escola de Uvalde, publicou uma carta em que propõe diferentes ações em torno de “responsabilidade com armas”. Se descrevendo como “um pai e dono de arma, filho de uma professora de jardim de infância, e um texano de Uvalde”, McConaughey pede para que os americanos se prontifiquem para promover mudança.

O clamor do ator incluem ativar a checagem de antecedentes, uma lei que permite que seja emitido um alerta às autoridades para retirar o direito de ter armas de uma pessoa chamada de Leis de Red Flag, e um aumento na idade mínima para possuir armas semiautomáticas para 21 anos. McConaughey, então, apresenta um plano com quatro passos para elevar a responsabilidade com armas.

Leia abaixo a tradução da carta, na íntegra:

“Sou pai, filho de uma professora de jardim de infância e americano. Eu também nasci em Uvalde, Texas.

É por isso que estou escrevendo isso.

Acredito que os americanos responsáveis ​​e cumpridores da lei têm o direito da Segunda Emenda, consagrado por nossos fundadores, de portar armas. Também acredito que temos a obrigação cultural de tomar medidas para diminuir a matança sem sentido de nossos filhos. O debate sobre o controle de armas não trouxe nada além do status quo. É hora de falarmos sobre responsabilidade com armas.

Há uma diferença entre controle e responsabilidade. O primeiro é um mandato que pode infringir nosso direito; o segundo é um dever que o preservará. Não há barreira constitucional à responsabilidade por armas. Manter as armas de fogo fora das mãos de pessoas perigosas não é apenas a coisa responsável a fazer, é a melhor maneira de proteger a Segunda Emenda. Podemos fazer os dois.

Atos depravados de violência, com armas de fogo como arma de escolha, estão destruindo famílias, dilacerando a fé das pessoas e destruindo o tecido de nossa sociedade. Temos uma epidemia de fuzilamentos em massa indiscriminados, de pais enterrando seus filhos, de falta de ação e troca de dinheiro. Impedir a perda desnecessária de vidas não é uma questão partidária.

A necessidade de cuidados de saúde mental, segurança escolar, a prevalência da cobertura sensacionalista da mídia e o estado decadente dos valores americanos são fatores sociais de longo prazo que devem ser abordados, mas agora, não temos o luxo do tempo. Precisamos nos concentrar em correções e contramedidas que também possam reduzir imediatamente as tragédias da violência armada que se tornaram muito comuns em nosso país.

Precisamos fazer com que as vidas perdidas sejam importantes. Nossos líderes devem fazer concessões bipartidárias em algumas medidas razoáveis ​​para restaurar a posse responsável de armas em nosso país.

Eu acredito:

1) Todas as compras de armas devem exigir uma verificação de antecedentes. Oitenta e oito por cento dos americanos apoiam isso, incluindo muitos texanos responsáveis que possuem armas de fogo. … Eu os conheci. Roof, que matou nove pessoas em uma igreja negra na Carolina do Sul em 2015, conseguiu sua pistola sem uma verificação de antecedentes completa devido a um detalhe técnico legal. O sistema falhou. Os ativistas do controle de armas chamam isso de brecha. Eu chamo isso de incompetência.

2) A menos que você seja militar, você deve ter 21 anos para comprar um rifle de assalto. Não estou falando de espingardas de calibre 12 ou rifles de caça com alavanca. Estou falando da arma preferida dos assassinos em massa, os AR-15. O assassino na minha cidade natal de Uvalde comprou dois AR-15 para seu aniversário de dezoito anos, poucos dias antes de matar 19 alunos e dois professores. Ele obedeceu à lei. Se a lei fosse diferente, talvez eu não estivesse escrevendo isso hoje.

3) As Leis da Red Flag devem ser a lei do país. Essas medidas, que já estão em vigor em 19 estados e em Washington, D.C., capacitam os entes queridos ou a aplicação da lei a peticionar aos tribunais para impedir temporariamente que indivíduos que possam ser uma ameaça a si mesmos ou a outros comprem ou acessem armas de fogo. Essas leis devem respeitar o devido processo legal, a revisão judicial e responsabilizar os indivíduos que possam abusar dessas leis.

4) Precisamos instituir um período de espera nacional para fuzis de assalto. Os indivíduos geralmente compram armas em um acesso de raiva, prejudicando a si mesmos ou a outros. Estudos mostram que os períodos de espera obrigatórios reduziram os homicídios em 17%. Os suicídios com armas de fogo são responsáveis ​​pela maioria das mortes por armas de fogo nos EUA. Um período de espera para comprar um fuzil de assalto é um sacrifício aceitável para proprietários de armas responsáveis ​​quando pode evitar um crime passional ou suicídio de tiro em massa.

A integração de treinamento de segurança de armas, propostas de armazenamento seguro e reforço da segurança escolar também são benéficas, mas não são soluções exclusivas do governo. Empresas, organizações privadas e proprietários de armas responsáveis ​​têm um grande papel a desempenhar.

Eu quero ser claro. Não tenho a ilusão de que essas políticas resolverão todos os nossos problemas, mas se soluções responsáveis ​​puderem impedir que algumas dessas tragédias atinjam outra comunidade sem destruir a Segunda Emenda, valem a pena.

Esta não é uma escolha entre armas ou sem armas. É a escolha responsável. É a escolha razoável. É uma escolha essencialmente americana: onde eu tenho o direito de ser eu, você tem a liberdade de ser você e nós temos a responsabilidade de ser os EUA.

Para encontrar um terreno comum nesta questão, ambos os lados terão que responder ao chamado e buscar o terreno mais elevado de nossa responsabilidade coletiva.

Os negócios como de costume não estão funcionando. “É assim que é” não pode ser uma desculpa. O hediondo derramamento de sangue de pessoas inocentes não pode se tornar suportável. Se continuarmos apenas parados, estaremos vivendo uma mentira. Com todo direito vem um dever.

Para nós mesmos, nossos filhos e nossos compatriotas americanos, temos o dever de ser proprietários responsáveis ​​de armas. Por favor, faça sua parte e proteja a Segunda Emenda através da responsabilidade pelas armas. É hora de líderes de verdade se posicionarem e fazerem o que é certo, para que possamos continuar vivendo.”

A despeito da carta em questão, ela vem após um pronunciamento de McConaughey pedindo ação, logo depois de um atirador usar armas para matar duas professoras e 19 estudantes da Robb Elementary School em Uvalde, no estado americano do Texas, no dia 24 de maio.

‘The Umbrella Academy’: Netflix solta clipe inédito da 3ª temporada

Durante o primeiro dia da Semana Geeked, a Netflix divulgou um clipe inédito da terceira temporada de ‘The Umbrella Academy‘, que promete mudar o rumo das coisas.

Confira o vídeo abaixo:

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 22 de junho.

 

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

‘Sandman’: Corinto e Johanna Constantine são destaques em cartazes da série

No primeiro dia da Semana Geeked, a Netflix divulgou o mais novo trailer de ‘Sandman‘, que fez a internet pirar. Dessa vez, a gigante do streaming soltou cartazes individuais de Corinto (Boyd Holbrook) e Johanna Constantine (Jenna Coleman).

Confira abaixo:

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Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco conta com Tom Sturridge (Sonho), Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

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