As filmagens de ‘Kraven, o Caçador’, novo derivado de ‘Homem-Aranha’, seguem a todo vapor e, agora, uma página dedicada ao longa-metragem divulgou novas imagens dos bastidores.
Apesar de estar em baixa qualidade, a imagem em questão mostra Aaron Taylor-Johnson como o personagem-titular.
O que chama a atenção é que o personagem não está usando tênis, e sim uma proteção estranha que provavelmente será substituída em CGI.
Lembrando que o longa tem estreia marcada para 13 de janeiro de 2023.
O longa ainda contará com Ariana DeBose (‘Hamilton’), Alessandro Nivola(‘Os Muitos Santos de Newark’), Russell Crowe (‘Gladiador’) e Fred Hechinger (‘A Mulher na Janela’).
Kraven, o Caçador é Sergei Kravinoff, um caçador obsessivo que foi apresentado como um vilão do Homem-Aranha em O Espetacular Homem-Aranha #15 (1964). Segundo o Fandom, Kravinoff começou sua carreira como um caçador típico, mas com o tempo desenvolveu uma preferência por abater animais de grande porte com as próprias mãos.
J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) será responsável pela direção.
Poucos filmes são tão icônicos e importantes para a história do cinema quanto ‘Blade Runner: O Caçador de Androides’ – e, até hoje, é quase impossível que alguém o desconheça, ainda que nunca o tenha assistido.
Dirigido por Ridley Scott e baseado no romance ‘Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?’, de Philip K. Dick, a história é ambientada no século XXI, em 2019, em que uma grande corporação desenvolve um robô que é mais forte e ágil que o ser humano e equiparado em inteligência. São conhecidos como replicantes e utilizados como escravos na colonização e exploração de outros planetas. Mas, quando um grupo dos robôs mais evoluídos provoca um motim, em uma colônia fora da Terra, este incidente faz os replicantes serem considerados ilegais na Terra, sob pena de morte. A partir de então, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes encontrados na Terra, mas tal ato não é chamado de execução e sim de remoção. Até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner (Harrison Ford) é encarregado de caçá-los.
Apesar de não ter feito um sucesso tão gigantesco de bilheteria, o longa foi aclamado pela crítica especializada e é considerado um dos divisores de água do gênero sci-fi – além de ter trazido nomes como Rutger Hauer, Sean Younge Edward James Olmos ao elenco e ter rendido uma sequência lançada em 2019.
Em 2022, a produção comemora 40 anos e, para celebrar seu aniversário, o CinePOP montou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:
Scott e o diretor de fotografia Jordan Cronenweth conseguiu o famoso efeito dos “olhos brilhantes” através de uma técnica inventada por Fritz Lang conhecida como o Processo Schüfftan: a luz é jogada nos olhos dos atores e das atrizes através de um pedaço de espelho colocado em um ângulo de 45º em relação à câmera.
Scott revelou que este filme é, provavelmente, seu mais pessoal e mais completo.
Joanna Cassidy, que interpretou Zhora, estava tranquila com a cobra em volta de seu pescoço, porque era seu animal de estimação – uma píton chamada Darling.
Dick pessoalmente aprovou a contratação de Hauer para interpretar Roy Batty, descrevendo-o como “perfeito” e “sem falhas”.
A cena final foi rodada horas antes dos produtores tomarem controle das decisões criativas das mãos de Scott.
Dick viu Ford como Rick Deckard no set de filmagens e disse: “ele tem sido um Deckard maior do que imaginei. Foi incrível. Deckard existe!”.
Hauer trouxe várias ideias criativas para a caracterização de seu personagem, como o momento em que pega uma pomba branca e a acaricia. Ele também improvisou a icônica frase: “todos estes momentos ficarão perdidos no tempo… Como lágrimas na chuva”.
Algumas telas de computador dentro dos veículos foram trazidos do set de ‘Alien – O 8º Passageiro’, mais especificamente de dentro da nave Nostromo e do bote salva-vidas. ‘Alien’ também foi dirigido por Scott.
Deckard não diz uma palavra sequer para Batty durante o confronto final da dupla, na conclusão do longa-metragem.
Scott se inspirou no cenário industrial de Teesside, Inglaterra, para criar a cena de abertura futurista de Los Angeles, enquanto dirigia para sua cidade natal, Stockton-on-Tees. Os dois arranha-céus, por exemplo, são muito similares.
Em entrevista ao The Guardian, Luke Jennings, autor dos livros nos quais a série ‘Killing Eve‘ é baseada, detonou o desfecho da adaptação, afirmando ter ficado decepcionado com a conclusão da história de Eve (Sandra Oh) e Villanelle (Jodie Comer).
“O final da série foi decepcionante. Quando eu discuti sobre a Villanelle [com a Phoebe Waller-Bridge] há cinco anos, nós concordamos que a personagem era definida pelo o que chamamos de ‘glória’: sua subversão, seu poder selvagem e sua insistência em coisas adoráveis. Essa é a personagem que eu escrevi, que a Phoebe adaptou para as telinhas e que a Jodie [Comer] deu vida de forma tão gloriosa.”
Ele completa, “[O final foi] uma reverência à convenção; uma punição para a Villanelle e a Eve por causa de todo o caos que elas causaram. Uma narrativa verdadeiramente subversiva desafiaria o clichê de matar uma personagem LGBTQ+. Não teria sido sombriamente satisfatório vê-las caminhando em direção ao pôr-do-sol juntas?”
Vale lembrar que, em uma decisão chocante, os roteiristas encerraram a trama matando uma de suas protagonistas: a querida do público, Villanelle. A morte acontece nos minutos finais do último episódio, após a personagem aparentemente estar prestes a viver o seu “feliz para sempre” ao lado da Eve.
Obviamente, os espectadores ODIARAM o desfecho, apontando a cena como “desnecessária”, pois resgata uma tropa problemática conhecida como Bury Your Gays (Mate Seus Gays, em tradução livre), onde personagens LGBTs são recorrentemente assassinados nas histórias, sem a chance de um final feliz.
Villanelle teve um momento de felicidade, depois de tudo que ela passou na vida, ela estava feliz. Que final CARNIÇA, QUE TRAGÉDIA NO MUNDO KILLING EVE. PIOR FINAL DE TEMPORADA!!! PARABÉNS PELO LINDO TRABALHO, LAURA NEAL. CONSEGUIU SUPERAR A SUZANNE!
— Villaneve’s Flowers Bus #KillingEve ️ (@busaovillaneve) April 10, 2022
Para além de toda a simbologia política de matar personagem lésbica/bi mais uma vez, o que me fode nesse final de Killing Eve é o moralismo. Digo e repito que essa não é uma série pra ser escrita sob a ótica de “certo” e “errado”, porque a própria premissa desafia esses conceitos
O final de Killing Eve continua sendo a prova que personagens LGBT é só uma cota que eles preenchem e depois descartam no final como se não fossem importantes. Dificilmente vamos assistir uma série onde a protagonista vai ficar com a pessoa que ama, pq ou ela sai de cena ou morre pic.twitter.com/n0npPfcZG6
meu cérebro não tá processando direito o final de killing eve, pra mim a série acabou quando a villanelle deu o último beijo na eve juro teria sido TÃO melhor pic.twitter.com/AaDUoQDq2p
Jodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCASandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCAJodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCASandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCAFiona Shaw as Carolyn Martens – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCACamille Cottin as Helene – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCA
Durante uma entrevista para a Variety, Jonathan Majors (‘Loki’) disse que já levou mais de 100 socos no rosto durante as gravações de ‘Creed 3‘.
Até o momento, o personagem do astro permanece em segredo, mas é possível que ele seja o novo adversário de Adonis Creed (Michael B. Jordan).
“Estou treinando há mais de um ano para este papel e meu corpo se transformou… Meus músculos cresceram e até minhas mãos aumentaram de tamanho”, brincou ele. “Mas também apanhei muito.”
Ele continuou:
“Mas é tudo cenográfico, não é? Não me machuquei, mesmo recebendo socos no rosto umas 100 vezes, literalmente. Não estou brincando… Mas está tudo bem!”
Por falar em transformação, os fãs ficaram impressionados com a evolução corporal de Majors em fotos vazadas recentemente e estão rendendo elogios à sua aparência.
Dirigido pelo próprio Jordan, ‘Creed 3‘ continuará a história do boxeador Adonis Creed, mas não trará de volta seu mentor de longa data, Rocky Balboa (Sylvester Stallone).
Em entrevista ao IGN, Jordan explicou porque o astro não retorna.
“Eu acho que Sly deixou claro que ele não voltaria para este, mas eu acho, você sabe, sua essência e seu espírito… sempre haverá um pouco de Rocky dentro de Adônis. Mas esta é uma franquia Creed, e realmente queremos construir essa história e esse mundo ao redor dele avançando. Então, é sempre respeito e sempre uma tonelada de amor pelo que ele construiu, mas realmente queremos empurrar e navegar Adonis adiante e a família que ele criou. Espero que vocês amem o que estou criando… o que estamos preparando. Acho que será algo especial.”, afirmou.
O longa-metragem será lançado no dia 23 de novembro de 2022.
Vale lembrar que ‘Creed II‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 214.1 milhões mundialmente – superando a bilheteria do primeiro capítulo (US$ 173.6m)
A trama segue Franklin e Irene York, um casal que, há alguns anos, descobriu uma câmara enterrada em seu quintal que inexplicavelmente leva a um planeta estranho e deserto.
A Pokémon Company confirmou, em um comunicado à imprensa, nesta sexta-feira (22), que o novo ‘PokémonScarlet & Violet‘ não terá localização em português brasileiro, apesar de toda campanha feita pelos fãs e do abaixo assinado.
Contudo, a empresa disse que está analisando uma forma de expandir a localização dos seus jogos da franquia Pokémon no futuro, e que a América Latina está nesse radar. Abaixo você confere o comunicado divulgado pela empresa.
“Para nós, é importante que os fãs de Pokémon possam aproveitar o conteúdo da marca no idioma de sua preferência, e estamos comprometidos a levar a diversão do universo Pokémon para nossos fãs ao redor do mundo. Buscamos sempre novas maneiras de oferecer suporte adicional para a localização de conteúdo, e compreendemos que os fãs conseguem aproveitar os produtos Pokémon muito melhor quando estes estão disponíveis no seu idioma local.
PokémonScarlet e PokémonViolet não terão idiomas adicionais além daqueles disponíveis atualmente, mas estamos analisando quando e como poderemos expandir da melhor forma possível a localização dos nossos jogos nos mercados em que trabalhamos, como a América Latina. Agradecemos muito aos nossos fãs, onde quer que estejam, pelo apoio e pela paciência.”
Os games mais novos da franquia vão ter localização em japonês, inglês, espanhol, alemão, italiano, francês, coreano e chinês. A Game Freak e a Nintendo não comentaram se mais idiomas poderão ser adicionados no futuro, ou seja, continuaremos com o descaso por aqui.
De acordo com informação oficial divulgada, o spin-off live-action mais famososo da franquia Jedi vai ganhar histórias em quadrinhos japonesas. Ou seja, ‘Star Wars: The Mandalorian‘ receberá seu próprio mangá através das páginas da Big Gangan, braço da poderosa Square Enix.
Yūsuke Ōsawa, conhecido por escrever ‘Spider-Man: Fake Red‘ é quem assina o roteiro e arte da edição. Também foi confirmada a data de lançamento do primeiro capítulo, sendo então programada para 25 de maio no Japão.
A ideia do mangá Ōsawa é recontar a história da aclamada série, adicionando elementos inéditos, porém pela ótica oriental.
‘O Mandaloriano‘ tem duas temporadas disponíveis no Disney+. A série é uma criação de Jon Favreau (Homem de Ferro), enquanto Dave Filoni (Star Wars: The Clone Wars) cuida da direção e roteiro de múltiplos episódios.
Em ‘The Mandalorian‘ (no original), Din Djarin (Pedro Pascal) é um guerreiro solitário que trabalha como caçador de recompensa. Ele embarca numa jornada pelos territórios esquecidos da galáxia, logo após a queda do Império e antes da criação da temida Primeira Ordem.
A infinitude de possibilidades que o artifício da viagem temporal traz a qualquer narrativa já foi utilizado como tema bem aproveitado em diversas mídias, como o audiovisual, em especial o cinema. O que vem sem titubear à mente é a trilogia De Volta para o Futuro – ícone do cinema entretenimento que possui como núcleo de sua história justamente a viagem pelo tempo. Hoje, até mesmo colossos como a Marvel Studios resolveu brincar com as linhas temporais em seu universo cinematográfico (algo que era comum nas suas HQs). A rival DC/Warner fará o mesmo no filme do Flash este ano. Criativo e repleto de possibilidades, o artifício da viagem no tempo é o meio de conectar passado, presente e futuro, apostando quase sempre na nostalgia, certa melancolia e muita emoção.
O que muitos talvez não saibam é que grande fonte de inspiração para De Volta para o Futuro, assim como toda história moderna sobre deslocamento temporal, voltas ao passado e acesso ao futuro teve influência direta do livro A Máquina do Tempo, escrito pelo especialista em ficção científica H.G. Wells, e publicado ainda 1895. Wells, é claro, foi também responsável por trabalhos literários atemporais que seguem dando frutos até hoje, vide O Homem Invisível, Guerra dos Mundos e A Ilha do Dr. Moreau.
A Máquina do Tempo ganhou algumas versões em diferentes mídias desde sua criação, como por exemplo programas de rádio, histórias em quadrinhos, filmes feitos para a TV, tentativas de séries e, claro, produções para o cinema. Até mesmo na forma literária o próprio Wells criou uma espécie de pré-sequência intitulada When the Sleeper Wakes, lançado em 1899 – que faz parte do mesmo universo e serve para entender um pouco o cenário apresentado em A Máquina do Tempo, mesmo sem ter uma ligação oficial. Outros autores igualmente absorveram o trabalho de Wells e deram continuidade para sua clássica história. É o caso com The Time Ships, de 1995, escrito por Stephen Baxter, que teve a moral de se tornar a continuação oficial do clássico, canonizado pelos representantes de H.G. Wells.
‘A Máquina do Tempo’ é baseado num livro clássico, mas rendeu um flop no cinema para a Warner.
No cinema, A Máquina do Tempo possui duas versões famosas. A primeira, de 1960, é dirigida por George Pal (produtor de Guerra dos Mundos, 1953) e pegou carona na febre da ficção científica que havia tomado Hollywood durante a década de 1950. A segunda e mais recente é uma superprodução da Warner que está completando 20 anos de lançamento em 2022. O longa está disponível na plataforma de streaming da HBO Max (que contém os lançamentos da Warner) para todos que quiserem conferi-lo. Talvez muitos sequer tenham ouvido falar sobre este blockbuster, que foi produzido em parceria com a Dreamworks Pictures pelo orçamento de US$80 milhões – o mesmo valor de algumas das grandes produções da época. Como mais nada foi feito com a propriedade desde então e como outros materiais de Wells continuando gerando lucro, como séries de Guerra dos Mundos e a elogiadíssima nova versão de O Homem Invisível, da Blumhouse; está mais do que na hora da Warner se mexer e investir novamente no produto promissor, quem sabe desta vez na forma de uma série para sua plataforma. Assunto é o que não falta.
A trama de A Máquina do Tempo apresenta um brilhante homem da ciência. Um estudioso que perde o amor de sua vida para a violência urbana já na Nova York de 1899. Desolado, ele passa os anos seguintes aprimorando seu mais novo experimento, uma máquina (similar aos automóveis da época) capaz de se locomover no tempo-espaço. Assim, ele consegue retornar para o dia antes do assassinato de sua amada e impedir o crime. Porém, misturando espiritualidade com ciência, a proposta aqui é que não podemos mudar o inevitável. Assim, por mais que o Dr. Alexander Hartdegen (no livro apenas creditado como “o viajante”) tenha impedido o destino de sua companheira momentaneamente, a hora dela chega eventualmente não importa o que ele faça. Novamente com mais dúvidas e sofrimentos do que respostas na cabeça, ele decide se enveredar ao futuro desta vez, para tentar solucionar esta questão.
Guy Pearce não era um nome muito conhecido e não conseguiu segurar o protagonismo da superprodução.
Assim, o cientista avança no tempo e quando não encontra as respostas que procura, segue adiante. Um acidente, no entanto, faz com que ele perca o controle de sua engenhoca e termina jogado 800 mil anos no futuro. Já pensou? É nesta nova realidade pós-apocalíptica que a maior parte da história de A Máquina do Tempo concentra-se, para desenvolver sua grande analogia social. Neste cenário tipicamente apresentado em ficções científicas sobre realidades desoladas, vide Mad Max e Eu Sou a Lenda, o protagonista acorda e conhece os novos humanos. Chamados Eloi, esta nova raça de humanos é extremamente ingênua, e no livro vivem sem grande propósito, a não ser se alimentar e procriar. No blockbuster de 2002, os Eloi são praticamente uma tribo de nativos americanos. A outra espécie, como os familiarizados devem saber bem, são os antagonistas aqui: os Morlocks. Eles vivem nos subterrâneos e provém comida, vestimentas e conforto aos Eloi, já que trabalham nas máquinas que sustentam o mundo. Os Morlocks se desenvolveram para se tornar criaturas horrendas e grotescas, bestiais. E de tempos em tempos, os Morlocks perturbam a vidinha perfeita dos Eloi, os caçando para come-los.
A analogia de H.G. Wells em sua obra é clara sobre sua previsão do futuro: a burguesia contra a classe trabalhadora. A burguesia depende da classe operária para continuar desfilando sua beleza e seu estilo de vida. A classe trabalhadora é a base do estilo de vida “vazio” e belo, porém, a burguesia eventualmente será comida por eles. Diversas obras atuais enfatizam a luta de classes, desde o vencedor do Oscar Parasita (2019) até o blockbuster Pantera Negra, como tema de suas narrativas. Ou seja, o tema utilizado por Wells debaixo do manto da ficção científica se mostra mais atual do que nunca para uma nova investida. O segredo de sua obra famosa é justamente esse: ao buscarmos respostas para determinada questão, poderemos nos deparar com outras dúvidas que podem desviar nosso caminho.
O visual dos antagonistas, os Morlocks, foi muito criticado, até mesmo pela empresa que os criou.
Esta versão de vinte anos atrás foi significativa por alguns motivos. O principal deles, e que vendeu o projeto para a Warner foi a direção de Simon Wells, especialista em animação, tendo comandado O Príncipe do Egito(1998) para a Dreamworks, que também calha de ser o bisneto do autor H.G. Wells. Ou seja, o sobrenome não é apenas coincidência. O roteiro foi adaptado por John Logan, responsável pelos textos de A Invenção de Hugo Cabret e 007 – Operação Skyfall.
Por outro lado, um dos fatores responsáveis por não chamar o público almejado pela produção foi a falta de nomes famosos no elenco. O escolhido para protagonizar e carregar basicamente o filme nas costas foi o australiano Guy Pearce, então saído dos sucessos Priscilla – A Rainha do Deserto (1994), Los Angeles – Cidade Proibida (1997) e Amnésia (2000). Apesar do grande valor cult destes longas, Pearce era um nome ainda desconhecido do grande público. O único nome de real peso no elenco é o de Jeremy Irons, que está no filme apenas por alguns minutos na cena final, como o líder dos Morlocks. Terminando o elenco principal, a cantora e atriz Samantha Mumba, a Eloi Mara, que emergiu para seus quinze minutos de fama e retornou ao anonimato.
Aspirante a estrela, a atriz Samantha Mumba teve seus 15 minutos de fama no papel da Eloi Mara, e depois sumiu.
Existiu uma certa polêmica envolvendo o visual dos Morlocks no filme e a empresa que os criou, o estúdio do saudoso Stan Winston. A produção foi problemática e houve falha de comunicação entre os realizadores e a empresa de efeitos e maquiagem. No fim das contas, a criação dos Morlocks (o sonho para qualquer técnico em efeitos) foi renegada pela companhia de Stan Winston por não ter ficado do jeito que imaginaram originalmente. Fora isso, a produção foi empurrada de dezembro de 2001, para março de 2002 por atrasos, o filme precisou ter cenas cortadas (como uma chuva de meteoros na cidade que poderia remeter ao recém-ocorrido atentado terrorista de 11 de setembro de 2001) e até mesmo o diretor Simon Wells se afastou da produção por motivo de exaustão, sendo substituído no fim das filmagens por Gore Verbinski (que no mesmo ano lançaria o terror O Chamado e no ano seguinte, o primeiro Piratas do Caribe) – retornando depois para a pós-produção. Até mesmo Steven Spielberg, que filmava Inteligência Artificialpara a mesma Warner na época, ofereceu ajuda em alguns dos visuais. E por falar em visual, a criação mais cara do filme foi mesmo o design da máquina do tempo.
Em sua estreia nos cinemas dos EUA,A Máquina do Tempo foi bem e com US$22.6 milhões no fim de semana em bilheteria descolou o primeiro lugar do ranking, desbancando o campeão anterior, o drama de guerra com Mel Gibson, Fomos Heróis. A força de A Máquina do Tempo, no entanto, só diminuiria, sendo jogado para quarta posição na semana seguinte com as estreias de A Era do Gelo, Resident Evil – O Hóspede Maldito e Showtime; para sétimo com a estreia de Blade IIe o relançamento de E.T. – O Extraterrestre; e finalmente saindo do ranking em décimo terceiro após os lançamentos de O Quarto do Pânico, Desafio do Destino, Clockstoppers – O Filme e Morra, Smoochy, Morra.
O nome mais conhecido do elenco, Jeremy Irons, está escondido atrás de maquiagem e fica em cena poucos minutos.
Com um orçamento de US$80 milhões, A Máquina do Tempo sequer se pagou nos EUA, terminando sua estadia nos cinemas norte-americanos com US$56.8 milhões em bilheteria. Ao redor do mundo foi um pouco melhor, com um total de US$123.7 milhões, mesmo assim permanecendo bem longe do sucesso esperado. Para termos uma ideia esse foi o mesmo ano que viu nascer sucessos do nível de Homem-Aranha, de Sam Raimi, MIB – Homens de Preto 2, Triplo X, Harry Pottere a Câmara Secreta, O Senhor dos Anéis – As Duas Torres, Star Wars – Ataque dos Clones, e 007 – Um Novo Dia para Morrer.
Com o slogan de “Para Onde Você Iria?”, essa talvez seja a pergunta que os engravatados da Warner e da HBO Max estejam se fazendo neste momento, pois numa Hollywood regida por marcas pré-estabelecidas, perder tempo com uma propriedade potencialmente lucrativa é o mesmo que… bem, você já sabe.
A Paramount+ divulgou o trailer completo da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, que terá o elenco composto apenas por VENCEDORAS das edições anteriores.
Para promover o lançamento da comédia ‘A Sogra Que Te Pariu‘, a Netflix convidou o ator Rodrigo Sant’Anna (‘Os Suburbanos’) para compartilhar uma lista com suas produções favoritas no serviço de streaming.
Isadir (Sant’Anna) é o tipo de sogra que ninguém quer em casa. O que era pra ser uma estadia rápida na casa do filho no início da pandemia, virou um pandemônio na rotina da família. Agora o filho que lute pra decidir: a mãe ou a mozão?
A enrolada sequência de ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘ (Hansel e Gretel: Witch Hunters) foi cancelada pela Paramount Pictures.
Poucos meses após escolher o renomado diretor francês Bruno Aveillan para comandar o filme, o estúdio desistiu de levar o projeto à frente.
O motivo? O estúdio tem planos de transformá-lo em uma série de TV.
Segundo o Deadline, a série será focada na história do primeiro filme, que surpreendeu nas bilheterias: Com orçamento de US$ 50 milhões, arrecadou US$ 226,3 milhões mundialmente.
O filme obteve mais sucesso fora do território norte-americano: arrecadou US$ 170 milhões no exterior, e apenas US$ 55 milhões nos EUA.
Em ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘, depois de pegarem um gostinho por sangue quando crianças, João (Jeremy Renner) e Maria (Gemma Arterton) se tornaram vigilantes extremos, determinados a defender seu povo . Agora, sem que eles saibam, João e Maria passaram a ser a caça e têm que enfrentar um mal muito maior do que as bruxas… seu passado.
Gemma Arterton (‘Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo’) eJeremy Renner (‘Atração Perigosa’) não devem retornar para a série, e serão reescalados por atores mais jovens.
Em uma conversa com sua colega de elenco, Kate Walsh, em seu podcast Tell Me With Ellen Pompeo, Ellen Pompeo relembrou os polêmicos comentários de Katherine Heigl, que interpretava a Dra. Izzie Stevens, sobre a “cruel jornada de trabalho” em ‘Grey’s Anatomy‘.
Anos depois dos comentários, Pompeo se pronunciou e apoiou as críticas de Heigl, revelando que eram totalmente justas.
“Se ela tivesse dito aquilo atualmente, ela teria sido uma heroína. [Heigl] estava à frente do seu tempo e foi acusada de ser ingrata por expressar sua insatisfação, mas a verdade é que ela estava sendo 100% honesta e estava absolutamente certa. Ela foi muito corajosa em dizer isso [publicamente]. Ela estava contando a verdade, não era mentira.”
Pompeo se refere à entrevista de Heigl no programa Late Show With David Letterman, em 2009, no qual a atriz afirmou que a jornada de trabalho de 17 horas da 6ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ era cruel, com a intenção que seus comentários envergonhasse a equipe da série.
Em 2013, Pompeo, em entrevista ao New York Post, já havia falado sobre a polêmica saída de Heigl da série: “Quando a Katie deixou a série, foi difícil. Dava para entender o motivo dela querer sair – especialmente depois que a ofereceram US$ 12 milhões por um filme quando ela tinha apenas 26 anos. Mas o problema é que ela não deveria ter renovado o contrato. Ela reassinou o contrato, recebeu um grande aumento e tentou deixar a série. Então, sua carreira nos cinemas não deu certo.”
Lembrando que ‘Grey’s Anatomy‘ já foi renovada para a 19ª temporada.
Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.
A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.
Agora que Charlie Cox já está confirmado como o Demolidor do MCU, é apenas uma questão de tempo até revermos o herói lutando contra o crime.
Como Peter Parker (Tom Holland) conheceu o personagem em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, seria uma ótima ideia reuni-los no futuro.
Já que o Cabeça de Teia não faz mais parte dos Vingadores depois que ele foi apagado da memória de todos que conheciam sua identidade, ele poderia pedir a ajuda do Demolidor em suas aventuras por Nova York.
Pensando nisso, um usuário do Instagram compartilhou uma incrível fan art imaginando a dupla em ação.
Confira:
“O Demolidor está oficialmente no Disney +, então aqui está uma arte na qual estou trabalhando há um tempo, bem como alguns estilos diferentes de pôsteres. Deixe-me saber o que você pensa, você acha que teremos a 4ª temporada de Demolidor como um original da Disney +? Pessoalmente, espero ver a melhor série da Marvel retornar de alguma forma!”
Enquanto participava da Comic Con de Abu Dhabi, Cox conversou com o Murphy’s Multiverse e disse que o personagem deve ser reimaginado daqui para frente.
Apesar disso, ele sugeriu que será o mesmo Demolidor da série cancelada em 2018, mas com alguns anos a mais na bagagem.
“O Demolidor deve se adequar de acordo como as coisas funcionam no MCU. Acredito que ele está sendo reimaginado. E é um bom momento para vermos que alguns anos se passaram [desde a série da Netflix] Digamos que ele estárá um pouco diferente. É meio que um ‘nascer de novo’.”
Na semana passada, Cox revelou ao Comic Book que já está se preparando para reprisar o papel.
Durante a entrevista, o astro revelou que começou a ler toda a história do ‘Demolidor‘ desde o início, algo que ele não fazia desde que foi escalado para a série da Netflix.
“Há cerca de um mês, reativei minha conta da Marvel Unlimited e comecei a ler os quadrinhos do ‘Demolidor‘ desde o início, algo que eu não fazia desde que começamos a gravar a série.”
Ele continuou:
“E é engraçado, estou relendo ‘Demolidor: Diabo da Guarda‘ (1998), de Joe Quesada e Kevin Smith. É engraçado porque me lembro que pegamos várias referências dessa hq para a série. E, na época, eu não tinha lido o suficiente para saber de onde algumas cenas foram inspiradas. Há uma cena do 1º episódio, que Matt está num confessionário, dizendo basicamente a mesma coisa que o personagem dos quadrinhos. Então é muito divertido reler e ser capaz de identificar essas pequenas referências, algo que eu não consegui antes.”
Vale lembrar que rumores já apontaram que Cox foi escalado para série da ‘Echo‘.
De acordo com o The Illuminerdi, a atração está sendo escrita por Dara Resnike e Ken Kristensen, roteiristas de ‘Demolidor’ e ‘O Justiceiro‘.
Foi dito que a escalação de Resnike e Kristensen vai ajudar a manter as personalidades dos personagens como o público estava acostumado na série da Netflix.
Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe em quantos episódios Cox e D’Onofrio vão aparecer, e nem se terão grande importância na narrativa.
Anteriormente, o Production Weekly divulgou que as gravações da derivada de ‘Gavião Arqueiro‘ serão iniciadas em abril deste ano, em Atlanta, onde acontecem as principais produções da Marvel Studios.
Originalmente, as gravações teriam início em dezembro do ano passado, mas não foi revelado o motivo do atraso.
Escrita por Marion Dayre (‘Better Call Saul’), ‘Echo‘ vai explorar as origens da personagem vivida por Alaqua Coxe será ambientada após os eventos de ‘Gavião Arqueiro’.
Para quem não conhece, Echo é o codinome de Maya Lopez, uma nativa americana com deficiência auditiva que pode copiar exatamente os movimentos de outras pessoas.
Sua habilidade faz dela uma excelente lutadora e uma dura adversária para qualquer oponente.
Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios de ‘Gavião Arqueiro‘ estão disponíveis na Disney+.
Confira nossa entrevista coma produtora Thrin Tran e siga o CinePOP no YouTube:
O Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com ‘Gavião Arqueiro’, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.
Além de Steinfeld, Renner e Cox, Florence Pugh irá reprisa seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.
Fra Fee interpreta um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton completa o elenco.
A série de suspense ‘Cruel Summer’ se tornou um dos grandes sucessos do Prime Video no ano passado e, agora, a produção vai passar por uma drástica mudança (ComicBook.com).
A obra, supervisionada pela Freeform, ganhará um novo elenco e uma nova história.
O enredo será transferido para uma idílica cidade costeira e terá como foco a ascensão e a queda de uma intensa amizade adolescente. Assim como a temporada de estreia, a cronologia será dividida em três, espalhadas ao longo dos anos 2000, e acompanhará o relacionamento entre Megan (Stanley), Isabella (Payet) e Luke (Gluck). À medida que esse triângulo amoroso cresce, o mistério que impactará suas vidas também aumenta.
Strickland será Debbie, Yamada dará vida a Parker, e Blakemore interpretará o Xerife Mayer.
Ellen Friedman, conhecida por seu trabalho em séries como ‘Siren’ e ‘Guilt’, entra como showrunner. Tia Napolitano ficou responsável pela primeira temporada e teve que deixar o projeto em virtude de problemas familiares. Entretanto, ela ainda continua como produtora executiva.
Vale lembrar que o primeiro ciclo está disponível no Prime Video.
O verão de 1993 em uma pequena cidade do Texas foi marcado pelo desaparecimento da garota mais popular do colégio, Kate Wallis (Olivia Holt). E Jeanette (Chiara Aurelia), até então uma jovem excluída, assume o posto de nova popular do Ensino Médio. Mas tudo sai do controle e a vida de Jeanette se cruza com o misterioso desaparecimento de Kate.
Em 2017, a Universal Pictures planejou criar um universo compartilhado intitulado Dark Universe, que traria vários monstros do estúdio.
O pontapé da franquia foi ‘A Múmia‘, estrelado por Tom Cruise, mas a aventura se provou uma completa decepção.
Com apenas 16% de aprovação dos críticos, o longa também não se salvou entre o público, conquistando apenas 35% de avaliações positivas.
Durante uma entrevista para o The Plyslist, o diretor Alex Kurtzman foi questionado sobre o assunto e admitiu que este foi o maior fracasso de sua carreira.
“Eu devo concordar com o ponto de vista de que você não aprende nada com seus sucessos, mas aprende tudo com seus fracassos. E esse foi o maior fracasso da minha vida, tanto pessoal quanto profissionalmente.”
Ele continuou:
“Provavelmente, há cerca de um milhão de coisas das quais me arrependo, mas também me deu tantos presentes que são indescritivelmente lindos. Hoje eu posso dizer que não me tornei diretor até fazer esse filme, e não foi porque foi bem dirigido… Pelo contrário.”
Apesar de ter arrecadado US$ 408 milhões mundialmente, o longa só acumulou US$ 80 milhões nos EUA. Com o orçamento gigantesco de US$ 125 milhões, o retorno não justificou o investimento.
A ScreenX divulgou um novo teaser de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ para promover suas exibições imersivas em telas triplicadas.
E a prévia traz um novo vislumbre do Professor Xavier de Patrick Stewart.
Com base na parte de trás de sua cabeça, o personagem parece estar sentado na icônica cadeira flutuante amarela que ele costuma usar nos quadrinhos.
Assista:
O filme também ganhou um vídeo dos bastidores destacando as cenas da produção e novas informações do produtor Kevin Feige, do diretor Sam Raimi e dos atores Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen.
Em determinado momento, Olsen revelou que o público deve se preparar, pois o longa será cenas assustadoras e jumpscares: “Sam [Raimi] ficou conhecido pelas experiências aterrorizantes que ele criou nos cinemas, além de sua habilidade de deixar os espectadores tensos. Ele gosta de surpreender a todos com cenas jumpscares.”
Lembrando que a sequência chega ao Brasil no dia 05 de maio de 2022.
Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.
Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel Ejiofor, Rachel McAdams, Benedict Wong e Xochitl Gomez.
A vindoura comédia metalinguística ‘O Peso do Talento’ mostraNicolas Cage interpretando uma versão de si mesmo e é descrita como uma carta de amor à carreira do astro.
Enquanto promovia o longa, Cage participou de uma sessão de perguntas e respostas da Wired e foi questionado sobre qual dos seus próprios filmes é o seu favorito.
Em reposta, ele disse:
“Meu filme preferido do Nicolas Cageé ‘Pig’. Fazer esse filme foi como participar de uma crônica folclórica. Foi como um haiku [poesia japonesa]. Eu senti que naquele filme eu tinha me tornado experiente e tinha dado tudo de mim.”
Com 96% de aprovação da crítica, a trama de ‘Pig‘ acompanha um eremita moderno numa jornada em busca de sua porca desaparecida, através de um enredo reflexivo e emocionante.
Anteriormente, Cage já havia participado de uma sessão parecida do Reddit e se deparou com a pergunta:
“Se apenas 3 de seus filmes pudessem ser preservados, quais 3 você escolheria?”
Ao que ele respondeu:
“‘Vivendo no Limite‘, ‘Pig‘ e ‘Despedida em Las Vegas‘. Eu acho essas são minhas três performances favoritas. Faz tempo que não assisto ‘Despedida em Las Vegas‘, mas esse filme e o trabalho de Elizabeth Shue nele são coisas que eu aspiro. E ‘Pig‘ é um drama sem igual e que me motiva a sempre estar disposto a atuar em dramas de pequeno orçamento.”
Confira a entrevista da Wired:
Vale lembrar que ‘O Peso do Talento’ estreia em 28 de abril nos cinemas nacionais e abriu com 100% de aprovação dos críticos
Na trama, além de interpretar seu atual ‘eu’, Cage também faz Nicky, uma versão mais nova de si mesmo, apresentada como uma memória que está sempre o perturbando por suas trágicas escolhas ao longo da carreira.
Veja os principais comentários:
“‘O Peso do Talento‘ é uma viagem estridente que vai deixar você com um sorriso estampado no rosto. Cage interpretando uma versão de si mesmo é uma meta-comédia única, com muitos momentos fortes e piadas sem noção que aprofundarão a apreciação pelo trabalho dele.”Bloody Disgusting
“Um filme que poder ser considerado a melhor atuação de Nicolas Cage, porque, na verdade, é são várias das suas performances juntadas em uma única.”Dread Central
“Os realizadores utilizaram toda filmografia de Nicolas Cage para criar algo absolutamente transcendental.”RogerEbert.com
“Uma comédia que acerta zombando e ao mesmo tempo celebrando tudo que é Nicolas Cage – e, no final, se tornando um típico filme de Nicolas Cage, sendo uma coisa brega e ao mesmo tempo especial.”Variety
Criativamente desmotivado e enfrentando a ruína financeira, a versão fictícia de Nicolas Cage tem de aceitar a oferta de US$ 1 milhão para comparecer ao aniversário de um super fã perigoso, Javi (Pedro Pascal). As coisas mudam inesperadamente quando Cage é recrutado por uma agente da CIA (Tiffany Haddish) e forçado a fazer valer o seu nome, canalizando seus papéis mais icônicos das telas para salvar a si mesmo e aqueles que ama. Com a carreira construída para este exato momento, o ator premiado tem de assumir o papel de sua vida: Nicolas Cage.
O filme é dirigido por Tom Gormican (‘Namoro ou Liberdade‘), que também escreveu o roteiro com Kevin Etten, produtor executivo da série ‘Euphoria‘. Cage produz o projeto a partir de sua produtora Saturn Films.
J.K. Rowling, criadora da saga ‘Harry Potter‘, ganhou reputação como transfóbica depois de publicar diversas mensagens nas redes sociais dizendo que se nega a reconhecer mulheres trans como mulheres ‘de verdade’.
Para quem não sabe, a maioria de suas publicações relacionadas ao assunto afirmava que “mulheres trans não são mulheres e não merecem os mesmos direitos do gênero feminino”.
Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.
Desta vez, a autora provocou mais um polêmica ao compartilhar um artigo da Newsweek, intitulado ‘A Nova Homofobia’, no qual o autor afirma que a comunidade gay é oprimida por pessoas trans.
Declarado como um homem branco gay, Ben Appel afirma que sua experiência na faculdade foi arruinada quando ele procurava se encaixar em grupos gays, mas foi forçado a se identificar como cisgênero (quando a identidade de gênero corresponde ao gênero que lhe foi atribuído no nascimento).
Ao longo do texto, Appel não explica como ou porque foi obrigado a se reconhecer como cis…
Em vez disso, ele apenas explica como ficou chateado pelo foco do movimento pelos direitos gays no campus de sua faculdade não o representava de forma adequada, então acabou redirecionando sua frustração à comunidade trans.
Após a publicação do tuíte, Rowling recebeu uma nova pilha de críticas nos comentários.
Enquanto alguns diziam que ela leu apenas a manchete em vez de todo o conteúdo, outros compartilharam sua publicação com o meme de Jeff Goldblum olhando para um monte de fezes em ‘Jurassic Park‘.
Apesar das acusações não terem sido feitas diretamente por ela, os internautas afirmam que o simples fato dela ter compartilhado o artigo pode ser considerado um ataque às pessoas trans.
Lembrando que o mais novo filme baseado nas obras de Rowling é ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘.
Veja nossa crítica:
David Yates (‘A Lenda de Tarzan’) retorna à direção.
Muitos anos depois dos trágicos eventos de ‘Os Crimes de Grindelwald‘, Newt Scamander se envolve numa nova trama que o levará para o Rio de Janeiro e Berlim, além do envolvimento do mundo bruxo com a Segunda Guerra Mundial.
O elenco conta com Eddie Redmayne, Jude Law, Ezra Miller, Dan Fogler, Alison Sudol, William Nadylam, Callum Turner, Jessica Williams, Victoria Yeates, Poppy Corby-Tuech, Fiona Glascott, Katherine Waterston, Maria Fernanda Cândido, Richard Coyle e Oliver Masucci.
O atorJohnny Depp, que havia interpretado o personagem Gellert Grindelwald nos dois primeiros filmes, foi afastado da produção após as acusações de abuso doméstico. Posteriormente, ele foi substituído por Mads Mikkelsen.
E em uma entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, Mikkelsen falou sobre essa mudança e como todo processo aconteceu: “Foi bastante caótico tudo isso”. Segundo ele, os produtores deram um prazo de apenas dois dias para o ator decidir se aceitaria ou não interpretar o vilão.
“Você não vai querer copiar nada que Depp estava fazendo – isso seria suicídio criativo. Mesmo que o papel tenha sido feito com perfeição, você quer torná-lo seu. Mas ainda tem que construir algum tipo de elo entre o que veio antes”, comentou Mikkelsen.
Lembrando que Johnny Depp já foi uma escolha polêmica desde que foi escalado para viver Grindelwald, substituído por controvérsias relacionadas a seu conturbado divórcio e acusações sérias contra ele por parte da ex-mulher do ator, a também atriz Amber Heard.
Entre muitas denúncias, Heard relata que as primeiras cenas de violência ocorreram em 2015, na Austrália, durante as gravações do quinto filme ‘Piratas do Caribe’. A defesa enfatiza que Johnny Depp se tornava um monstro quando usava medicamentos misturados com coquetéis de álcool, cocaína, ecstasy e cogumelos alucinógenos – onde a atriz divulgou um vídeo desse momento.
Na época, Amber alegou que Johnny a “atacou violentamente” e jogou um telefone em seu rosto com “força extrema”. O ator negou os abusos.
Dias antes do julgamento, o ex-casal divulgou uma nota declarando que haviam resolvido a questão. “Nosso relacionamento foi intensamente passional e, às vezes, volátil, mas sempre baseado no amor. Nenhuma das partes fez acusações falsas por ganhos financeiros. Nunca houve intenção de dano físico ou emocional”, disseram.
JáMads Mikkelsen possui uma carreira com diversos papéis de destaque, como é o caso de ‘007: Cassino Royale‘, ‘A Caça‘ e a série ‘Hannibal‘.
‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ mostra as aventuras de Newt Scamander (Eddie Redmayne), que junto com seus aliados é instruído por Dumbledore (Jude Law) a investigar o crescente exército do bruxo das trevas Grindelwald.
De acordo com o Deadline, insiders ligados à produção de ‘Being Mortal‘, disseram que o novo filme de Bill Murray (‘Os Caça-Fantasmas’) foi suspenso devido a comportamentos inapropriados do astro nos bastidores.
Após as queixas contra Murray, a Searchlight Pictures precisou abrir uma investigação interna para apurar o caso, mas os representantes do estúdio não quiseram se pronunciar sobre o assunto.
O elenco e a equipe foram informados sobre a suspensão na última quarta-feira (20) em uma carta enviada pelo estúdio.
A participação do astro estava sendo mantida em segredo, então não se sabe se ele faria uma participação especial ou se teria um papel de destaque na trama.
Enquanto a investigação segue em curso, não está claro se o personagem será removido ou se Murray será substituído do elenco.
As gravações do longa escrito, dirigido e estrelado porAziz Ansari (‘Master of None’) começaram em 28 de março e já estavam na metade.
Como a pausa na produção não tem previsão de término, isso deve afetar a estreia, agendada para 2023.
A trama é baseada no livro ‘Being Mortal: Medicine and What Matters in the End‘ (‘Mortais: Nós, a medicina e o que realmente importa no final’), escrito por Atul Gawande.
Sucesso de público desde a década de 80, as comédias de humor escrachado costumam ser apelativas, grosseiras, sem limites e deliciosas para os fãs da imaturidade transformada em filme, mesmo que isso signifique zombar de assuntos sérios ou tabus.
E como o catálogo do Star+ costuma ser menos comentado que os demais, com muita gente sequer explorando o que ele tem a oferecer, o CinePOP separou cinco comédias escrachadas divertidíssimas para os fãs conferirem por lá.
Responsável por causar os vazamentos da Sony e praticamente gerar um conflito internacional com a Coreia do Norte, esse filme da dupla James Franco e Seth Rogen traz a dupla como um apresentador e um produtor de um famoso programa de fofocas da TV americana, que decidem fazer “jornalismo sério” e conseguem uma entrevista com Kim Jong-un, o recluso líder da Coreia do Norte. Só que, no caminho, a inteligência americana os recruta para secretamente matar o líder durante a estadia no país. Óbvio que as coisas desandam e eles se envolvem nas maiores confusões possíveis, incluindo um karaokê com Kim se esbaldando de cantar Katy Perry.
Sinônimo de comédia escrachada para a minha geração, a franquia American Pie começa com um grupo de amigos que combinam de perder a virgindade até a festa de formatura. Porém, conforme passam os filmes, novas situações típicas de amizades adolescentes adentrando a vida adulta são abordadas, sempre trazendo muita sacanagem, piadas de quinta série, bebedeiras, escatologia e sexo. É impossível assistir a pelo menos um dos filmes da saga e não se esbaldar de rir com as burradas que eles se metem. E para a felicidade dos fãs, todos os filmes da franquia estão disponíveis no Star+.
Cara, Cadê Meu Carro?
Completamente idiota, esse filme é quase dadaísta de tão aleatório que é. A trama acompanha dois amigos carentes de inteligência, que esquecem de comprar presentes para suas namoradas. Então, em certo momento, eles percebem que o carro de um deles desapareceu, assim como suas memórias do dia anterior. Dessa forma, eles tentam reconstruir seu último dia para encontrarem o tal carro. O problema é que a dupla vai entrar num monte de furada sem sentido até descobrir que estão envolvidos em uma trama 100% inesperada. E a melhor parte é que mesmo sendo escrachadamente idiota, é impossível não chorar de rir.
E olha o Seth Rogen na lista de novo. Em Vizinhos, ele interpreta um marido de ideais liberais que descobre que vai ser pai. Quando o bebê nasce, eles se mudam para a vizinhança perfeita… Com um único problema: a casa nova fica em frente a uma república masculina universitária. Então, enquanto o casal precisa da paz e da tranquilidade para criar o bebê, os moleques do outro lado da rua só pensam em festas, bebedeiras e sacanagem. Assim começa uma guerra entre vizinhos para ver quem convence quem a se mudar o mais rápido possível. O filme é tão divertido e escrachado que rendeu uma sequência, que também está disponível no catálogo do Star+.
Fechamos a lista com outro clássico moderno das comédias escrachadas: O Virgem de 40 Anos. Gravado na época deThe Office, esse projeto encabeçado por Steve Carell conta a história de um nerd quarentão que tem seu segredo revelado durante uma roda de conversa com seus amigos: ele nunca fez sexo com nenhuma mulher na vida. Inconformados com a revelação, os amigos decidem arrumar um jeito dele perder a virgindade o quanto antes, mesmo que isso inclua mudar seu hobbies ou passar por uma torturante sessão de depilação corporal com cera quente. Além de Steve e outros atores de The Office, o longa traz ainda o Paul Rudd fazendo um papel bem sacana, diferente do “pai fofucho” dos últimos anos.