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Saiba QUANDO ‘Pânico 7’ chegará ao streaming no Brasil

A Paramount+ finalmente anunciou quando a sequência ‘Pânico 7‘ chegará em streaming no Brasil.

O terror será lançado na plataforma no dia 8 de julho.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou mais de US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais – tornando-se a maior arrecadação da história da franquia.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Vale lembrar que ‘Pânico 8’ já está em desenvolvimento!

Fox e Paramount são acusadas de roubarem tecnologia

A 20th Century Fox e a Paramount Studios estão em maus lençóis com algumas de suas produções de grandiosas bilheterias. As empresas estão sendo acusadas por usarem tecnologia de computação gráfica roubada por duas empresas chinesas em seus filmes.

A ferramenta teria sido utilizada nas produções ‘Deadpool’, ‘Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba’, ‘Quarteto Fantástico’ e ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’.

A reclamante é a Rearden LLC, uma empresa de tecnologia incubada no Vale do Silício. De acordo com ela, o grupo teria aperfeiçoado uma ferramenta intitulada MOVA, responsável por capturar expressões faciais com o objetivo de criar efeitos gráficos fotorrealistas.

Foi constatado no ano passado, após uma investigação sobre espionagem econômica realizada pelo FBI, que a tecnologia licenciada e aprimorada pela Rearden havia sido comprada ilegalmente por duas empresas chinesas.

Dentre as queixas feitas pela incubada, está a alegação de que ambos os estúdios teriam feito negócios secretamente com “ladrões” e o que o litígio teria sido amplamente divulgado, ao exibir o uso da tecnologia supostamente roubada sem discriminação.

Rearden afirma que houve a violação de direitos autorais conectada com a “saída” de seu programa de software – incluindo textura de pele, padrão de maquiagem, superfície capturada e uma outra ferramenta chamada Malha de Rastreamento. A empresa também reivindica violação de marca registrada, considerando o anúncio indiscriminado da tecnologia em seus filmes.

Neste caso, a empresa contesta que seu software foi utilizado para tornar Arnold Schwarzenegger ainda mais jovem, além de ter sido o responsável por transformar o herói Colossus em ‘Deadpool’.

Rearden LLC já trabalhou previamente com ambos os estúdios em outras produções, como em ‘O Curioso Caso de Benjamin Button’ (Paramount) e ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’ (Fox).

 

‘Slaughterhouse Rulez’: Simong Pegg dá detalhes de sua nova comédia de terror

O próximo projeto do ator Simon Pegg vai resgatar a mesma pegada de sua comédias de terror ‘Todo Mundo Quase Morto‘.

Intitulado ‘Slaughterhouse Rulez‘, a produção também trará a mesma atmosfera caótica, com um tom humorístico bem peculiar, no estilo do ator.

E em uma entrevista ao Digital Trends, Pegg conferiu alguns detalhes sobre o que vem por ai.

Disse:

“Vai ser um filme bem divertido, uma espécie de comédia de terror. Eu acho que essa era a abordagem certa para eu e Nick Frost usarmos em nossa primeira colaboração com a Stolen Pictures. A trama será sobre uma escola privada no Reino Unido, que vende partes de seu terreno para uma empresa de fraturamento hidráulico. Ela acaba soltando um monstro subterrâneo que acaba aterrorizando a escola. É uma grande metáfora das privatizações que estão acontecendo no Reino Unido e é mesclada como um terror desleixado e ridículo. É bem o que amamos fazer”.

Slaughterhouse Rulez’ é dirigido por Crispian Mills, que também assina o roteiro, ao lado de Henry Fitzherbert.

Além de Peg e Nick Frost, a comédia conta com Asa Butterfield, Michael Sheen, Finn Cole e Hermione Corfield.

A Sony Pictures conduzirá o projeto.

 

‘Cemitério Maldito’ ganha intenso trailer final; Assista!

O remake ‘Cemitério Maldito‘ ganhou seu último e intenso trailer. Com muito suspense e tensão, o novo vídeo ainda reúne algumas das críticas feitas à produção.

Confira:

Assista nossa crítica:

Dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch (‘Starry Eyes‘), o longa é baseado na obra homônima de Stephen King.

O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.

O elenco conta com Amy SeimetzJason Clarke, Obssa Ahmed, Alyssa Brooke Levine John Lithgow.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de março.

‘Stargirl’: Episódio inaugural da série da DC ganha várias imagens; Confira!

A nova série de super-heróis da emissora The CW, intitulada ‘Stargirl‘, estreia no mês de maio e seu episódio inaugural ganhou várias imagens.

Confira:

Lembrando que a atração estreia em 19 de maio na CW, e um dia antes no catálogo da DC Universe.

A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

‘Stargirl’ ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

A verdade sobre o caótico Oscar apresentado por Anne Hathaway e James Franco é REVELADA!

O ano de 2011 entrou para a história do mundo do entretenimento por ter tido uma mais polêmicas edições do Oscar, graças à estranha e caótica performance dos atores Anne Hathaway e James Franco – apresentadores da premiação.

Com o objetivo de cativar o público mais jovem, a dupla de populares atores subiu ao palco do Dolby Theater para protagonizar o que seria uma das premiações mais peculiares e desconfortáveis do cinema. Enquanto Franco se mostrava apático, desajustado e desconfortável – sem saber muito como proceder -, Hathaway assustou a todos por seu estilo exageradamente animado e alegre, que lhe renderam comparações a uma líder de torcida.

Já o ator que também era um dos grandes indicados o Oscar por sua performance na aclamada cinebiografia ‘127 Horas‘, chegou a ser acusado de estar sob o efeito de drogas – em virtude do seu comportamento.

E 10 anos desde a famigerada premiação a verdade do que de fato aconteceu veio à tona. Em uma recente entrevista ao portal Ringer, os roteiristas da edição de 2011 do Oscar revelaram detalhes e salientaram que o evento já estava fadados ao fracasso antes mesmo do grande dia:

“Foi tipo o encontro às cegas mais desconfortável do mundo, entre o garoto roqueiro e drogado e a adorável líder de torcida do acampamento de teatro”, disse David Wild, um dos roteiristas daquele ano sobre o monólogo de Franco e Hathaway.

Durante os meses de preparação, “Anne se colocou à disposição“, disse Jordan Rubin, outro roteirista da premiação. “Fui até a casa dela e trabalhei no roteiro e ela estava em uma série de vídeo conferências, além de estar respondendo e-mails. E mesmo assim, ela foi uma grande colaboradora”.

Franco, estava filmando um filme enquanto também estava mergulhado em seus estudos (ou ele estava ensinando ou tendo aulas em três faculdades diferentes, incluindo Yale).

“Ele sempre parecia estar em um vôo e foi muito difícil para poder falar com ele”, disse Rubin. “Isso já foi uma bandeira vermelha”.

E uma vez que a dupla começou a trabalhar junta, ficou óbvio que eles tinham personalidades completamente diferentes. Segundo os roteiristas, os dois não conseguiam se conectar e desenvolver uma química atraente durante o processo de preparação e ensaios, o que afetou diretamente na apresentação do Oscar, resultando em uma estranha noite, que entrou para a história da indústria.

 

Crítica em Vídeo | Novo Ghostbusters flopou mesmo?!

Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘ já está em exibição nos cinemas e menos de duas semana, já conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Estreando com sólidos US$ 45.2 milhões nos EUA, ‘Apocalipse de Gelo‘ superou o lançamento do antecessor ‘Ghostbusters – Mais Além‘, que em 2021 faturou US$ 44 milhões em seu primeiro final de semana nos Estados Unidos.

Mas será que a nova sequência vale a pena? Dividindo opiniões, o longa abriu com apenas 44% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes, enquanto conquistou 83% da validação do público.

Em 2024, a jornada retomada por Jason Reitman apresenta um novo capítulo pelas mãos de Gil Kenan – onde passado e presente formam um amálgama colorido e divertido que anuncia o futuro da saga dos Caça-Fantasmas para uma outra geração.

E ainda que Ghostbusters: Apocalipse de Gelo se apegue à memorabília oitentista que fez do longa de 1984 o marco cinematográfico que até hoje é, a verdade é que Kenan visa conduzí-la de maneira um pouco mais independente, ainda que não saiba muito bem como fazê-lo. Mantendo a conexão entre passado e presente bem viva, a produção se compromete a reverenciar os originais, mas tenta consolidar seu próprio humor, seu próprio ritmo narrativo e até mesmo sua própria carga dramática – o que pode ser um pouco confuso para os mais nostálgicos.

Assista nossa crítica completa:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Infelizmente, a produção dividiu a opinião dos críticos. No Rotten Tomatoes, o longa alcançou somente 43% de aprovação com base em 216 publicações até o momento. A encargo de comparação, o filme anterior conquistou 64% de avaliações positivas.

Confira os principais comentários:

“A mistura desajeitada de nostalgia, sustos, cenários, sinceridade e piadas nunca se concretiza, levando à conclusão de que talvez seja a hora da Sony desistir desse fantasma em particular” – Screen International.

“Tudo no filme é cru e preguiçoso, e podemos esperar que esta franquia seja congelada por muito tempo” – Little White Lies.

‘Apocalipse de Gelo’ é uma melhoria notável em relação a ‘Mais Além’ – engraçado, bobo e um pouco assustador, com seus bolsos cheios de bugigangas feitas à mão e excursões ocasionais ao reino da pseudo-mitologia e da parapsicologia” – Independent (UK).

‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’ corre sobre gelo fino, sobrecarregado com ideias díspares e sem inspiração” – IGN Movies.

‘Apocalipse de Gelo’ é arrastado por sua obsessão pelo passado” – Cleveland Plain Dealer.

A família Spengler retorna para onde tudo começou – a icônica estação de bombeiros em Nova York – para se unirem com os caça-fantasmas originais, que desenvolveram um laboratório ultra secreto de pesquisa para levar a caça aos fantasmas a outro nível. Mas quando a descoberta de um artefato antigo libera uma força do mal, os Ghostbusters originais e os novos precisam unir forças para proteger suas casas e salvar o mundo de uma segunda Era do Gelo.

O novo filme contará com o retorno de Ernie Hudson, Mckenna Grace, Paul Rudd e Carrie Coon, além de introduzir Patton Oswalt, Kumail Nanjiani, James Acaster e Emily Alyn Lind.

Jason Reitman, diretor do filme anterior, servirá como produtor ao lado de Kenan e Jason Blumenfeld.

 

 

Crítica | A Semente do Fruto Sagrado – Indicado pela Alemanha ao Oscar 2025 ecoa Gritos Femininos Contra Regimes Opressivos

Vencedor do prêmio especial do júri e da FIPRESCI no Festival de Cannes, A Semente do Fruto Sagrado (The Seed of the Sacred Fig), do diretor iraniano Mohammad Rasoulof, emerge como uma das grandes apostas ao Oscar de Melhor Filme Internacional, rivalizando com o brasileiro Ainda Estou Aqui. Indicado pela Alemanha ao prêmio e censurado pelo seu país de origem, a obra é uma potente e instigante narrativa sobre a luta pela liberdade contra sistemas ditatoriais. 

Ambientado durante a obrigatoriedade do véu — chamado hijab — para as mulheres no Irã e o recrudescimento da violência policial contra aquelas que ousassem desafiar as normas do regime islâmico, A Semente do Fruto Sagrado é um grito contra o patriarcado e as amarras de um sistema que silencia a liberdade feminina. Rasoulof, no entanto, nos oferece mais do que um manifesto político: ele constrói um drama familiar de suspense, repleto de nuances e dilemas morais, ancorado na figura de Iman (Missagh Zareh), um ambicioso advogado, pai de família, promovido a investigador do estado — ou seja, executor das rígidas ordens do regime.

Mohammad Rasoulof já havia explorado questões polêmicas no premiado Não Há Mal Algum (Urso de Ouro no Festival de Berlim de 2020), cujo tema abordava o impacto da pena de morte no Irã. Dessa vez, o cineasta nos entrega uma narrativa que mescla sensibilidade e denúncia. O cinema iraniano tem nos brindado com histórias maravilhosas de suspense, angústia e dúvida dentro do ciclo familiar, desde as poéticas obras de Abbas Kiarostami (Onde Fica a Casa do Meu Amigo?, 1987) até os mais recentes Um Herói (2021), de Asghar Farhadi, e Hit the Road (2021), de Panah Panahi, filho do prestigiado Jafar Panahi (Táxi Teerã, 2015).

Em A Semente do Fruto Sagrado, Iman, casado com a dedicada Najmeh (Soheila Golestani) e pai das jovens Sana (Setareh Maleki) e Rezvan (Mahsa Rostami), personifica a tensão entre o dever religioso e o amor familiar. Embora inicialmente seja apresentado como um homem zeloso e reticente quanto ao seu papel de executor, ele se revela alguém que, ao confrontar o crescente levante das filhas por liberdade, escolhe se alinhar às leis do regime. De forma imersiva, a narrativa apresenta cada personagem como simultaneamente vulnerável e imprevisível, mantendo o público à beira do assento.

O roteiro  intercala habilmente o micro e o macrocosmo. Dentro do núcleo familiar, a presença de Sadaf (Niousha Akhshi), amiga de Rezvan, gera desconforto por suas ideias liberais. Estudante universitária que vive sozinha em Teerã, Sadaf representa uma ameaça ao rígido controle de Iman. Uma das cenas mais marcantes da obra, protagonizada por ela, revela de forma pujante e dolorosa a brutalidade da repressão contra mulheres no Irã.

Por outro lado, o filme transcende as paredes da casa ao retratar a influência das redes sociais na formação de uma nova consciência feminista. Sana e Rezvan encontram nessas plataformas uma janela para a liberdade, mas também um catalisador de conflitos dentro de casa. O cineasta iraniano utiliza imagens reais das manifestações e da violenta repressão, compartilhadas nas mídias sociais, para contrastar com o discurso das mídias tradicionais controladas pelo estado. 

A Semente do Fruto Sagrado

O desaparecimento da arma de fogo de Iman — entregue a ele por conta de seu posto de risco, mas sem qualquer orientação sobre uso ou armazenamento —  é o ponto de ruptura familiar, transformando o filme em um suspense quase detetivesco, onde segredos e ressentimentos armazenados explodem como pólvora. Com 2h47 de duração, A Semente do Fruto Sagrado é exaustivo na melhor acepção do termo: uma jornada emocional densa e inquietante. A montagem cuidadosa e a fotografia de enquadramentos precisos imergem o espectador em um turbilhão de eventos, culminando em um desfecho acachapante. 

Apesar de pequenos tropeços, A Semente do Fruto Sagrado destaca-se pelo retrato poderoso de uma sociedade em ebulição e pela coragem de expor, mesmo sob censura, as feridas de um sistema opressor. Assim, Mohammad Rasoulof encapsula um conflito micro, em torno da dinâmica familiar, contra um caos avassaladoramente macro para o país e para todas as nações democráticas que enfrentam regimes fundamentalistas ou ditatoriais. A obra nos oferece um lembrete universal: a luta por liberdade é tanto íntima quanto global.

Com distribuição da Mares Filmes, A Semente do Fruto Sagrado estreia nos cinemas brasileiros a partir de 9 de janeiro de 2025.

Jake Gyllenhaal vai estrelar novo terror do diretor de ‘O Abutre’ para a Netflix

O astro Jake Gyllenhaal (‘Animais Noturnos’) vai se reunir novamente com o diretor e roteirista Dan Gilroy, de ‘O Abutre’, em um novo longa de terror da Netflix que ainda não tem título. A informação é da Variety.

A atriz Rene Russo (que também esteve em ‘O Abutre’) também fará parte do elenco, assim como Zawe Ashton (‘Sherlock’), Natalie Dyer (‘Stranger Things’), Tom Sturridge (‘Na Estreada’), Daveed Diggs (‘Extraordinário’), Toni Collette (‘Hereditário’) e John Malkovich. 

O thriller de terror será sobre o mundo das negociações milionárias de arte. Ainda não há previsão de estreia.

‘Uma Noite de Crime’: Série de TV ganha novos cartazes macabros

A série de TV baseada nos filmes da franquia ‘Uma Noite de Crime‘ (The Purge) ganhou novos cartazes e um novo e tenso comercial de TV.

O primeiro episódio vai ao ar no canal norte-americano USA Network dia 4 de setembro. A primeira temporada tem 10 episódios.

Confira:

Fiona Dourif, que estrelou os dois últimos filmes da franquia ‘Brinquedo Assassino’ (‘A Maldição de Chucky’ e ‘O Culto de Chucky’), viverá Good Leader Tavis, uma carismática líder de culto.

O criador da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, James DeMonaco, revelou mais detalhes sobre a série baseada nos filmes.

DeMonaco havia declarado que a série exploraria o que acontece nos outros 364 dias do ano, e tratou de esclarecer que apenas uma pequena parte da narrativa se dedicará aos dias “normais”.

“Eu queria que 70-65% se passa na noite do expurgo, e uns 30% são flashbacks. Nós seguiremos quatro pessoas com tramas aparentemente independentes na noite do expurgo. O formato de 10 horas da televisão nos permite usar flashbacks fora da noite do expurgo, mostrando a vida normal das pessoas. Nós poderemos ver quem essas pessoas são quando não estão na noite do expurgo, e quais eventos os levaram ao que acontece na noite em particular.”

Ele continua, “O formato nos permite verdadeiramente analisar o motivo de alguém recorrer a violência na noite do expurgo. Então, haverá um maior desenvolvimento. Os filmes vão direto ao ponto, e eu acho que a televisão nos permite analisar porque alguém pegou uma faca ou arma para resolver um problema.”

Segundo o chefe da BlumhouseJason Blum, o spin-off “revelará aos fãs o que acontece nos demais 364 dias do ano e de que forma a lei afeta a vida das pessoas”.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente.

Crítica | Segunda temporada de ‘Loki’ é a melhor produção recente do MCU

Na última semana, a segunda temporada de Loki chegou ao fim como uma grata surpresa. A cada novo episódio, a trama se tornava ainda mais interessante e prendia o público em uma gostosa sensação de não saber o que esperar da próxima semana. Desde que anunciaram a entrada do Multiverso no MCU, era justamente isso o que o público queria: ser surpreendido pelas possibilidades infinitas dessa ferramenta geralmente utilizada como um reset nos quadrinhos. E após uma primeira temporada decepcionante, ver como as mudanças no roteiro impactaram diretamente na qualidade do show, já serviu para descartar de vez aquele papo de que o problema estava nos personagens. Alguns diziam que o Loki já estava desgastado e que não havia mais o que fazer com ele. Então, Eric Martin, que já havia escrito os melhores episódios da primeira temporada, assumiu os roteiros para criar uma trama mais coesa, dando prioridade a interação entre seu elenco fantástico.

Foto: Gareth Gatrell. © 2023 MARVEL.

E trabalhar melhor o desenvolvimento de personagens tão misteriosos foi o que deu o charme da temporada. Tom Hiddleston (Loki) e Owen Wilson (Mobius) roubam a cena em uma das duplas de maior carisma de todo o Universo Cinematográfico Marvel, porque seus personagens enfim se entendem amigos e não apenas colegas de trabalho, passando por momentos simples em meio ao caos. É complicado dizer que há momentos em que vemos a desconstrução de Mobius, porque o trabalho de construção de personagem foi tão fraco na primeira temporada que ele sequer chegou a ter algum desenvolvimento. Aqui, questões pertinentes a ser uma pessoa de outra realidade foram integradas de forma coesa à trama e aos personagens.

Da mesma forma, o principal mérito dessa temporada é o senso de urgência. Por mais que eles andem por diversas linhas do tempo, agora efetivamente existe uma ameaça chegando. Loki sabe que não importa o quanto eles possam moldar o tempo, ainda assim não será tempo o bastante para impedir o fim de tudo. Isso impõe a ele, o grande catalisador do show, um ritmo frenético de não poder parar enquanto não resolver o problema. E por mais estranho que possa parecer, o Deus da Trapaça assume esse protagonismo heroico ao compreender que seu destino pode ser o fracasso, mas que seus fracassos podem ser a caneta que escreve a história. É tudo uma questão de perspectiva. Então, conforme ele vai entendendo, sua vilania é posta de lado por essa nova visão, digna dos maiores super-heróis da casa.

E falando sobre compreensão, ninguém abordou melhor a temática divina no MCU do que o Deus da Trapaça. Nesta temporada, ele está cansado e sem tempo, em meio a um grupo de pessoas sem orientação e sem a noção do tamanho do problema que está acontecendo. Isso dá a ele uma autoconsciência sensacional do que é ser um Deus. Cada diálogo dele envolvendo as reflexões da vida divina é melhor do que o outro. Fugiram do comum e investiram numa sabedoria surpreendente.

Foto: Gareth Gatrell. © 2023 MARVEL.

Dou outro lado da balança, as ameaças dessa temporada foram extremamente acertadas. Inicialmente, a figura demonizada era Aquele Que Permanece (Jonathan Majors) e sua variante, o inventor Victor Timely. Só que a questão do destino e como cada um pode escrever sua própria história entrou em jogo, mostrando que até mesmo os maiores lunáticos podem ter redenção dependendo do contexto de sua criação e desenvolvimento. Ver Timely trabalhando com o grupo e abdicando da vida de déspota é realmente interessante, porque é desenvolvido de forma que o público nunca tenha plena confiança em suas intenções.

Mas quem merece aplausos mesmo é a Senhorita Minutos (Tara Strong). A inteligência artificial em forma de reloginho da Disney roubou a cena com suas poucas participações, sendo peça central da temporada e se mostrando uma verdadeira psicopata. Sua paixão doentia pelo criador e seu desejo de ter um corpo humano para poder se relacionar fisicamente com ele foi tratado de forma extremamente desconfortável, além dela ter momentos bizarríssimos, como na cena em que ela vê um batalhão de soldados se explodido, com direito a som de ossos quebrando e sangue jorrando, e a Minutos encarando eles com um sorrisão no rosto, quase empolgada com a chacina. Numa produção com tantos vilões em potencial, aquela de aparência mais infantil se mostrar o maior monstro foi uma gratíssima surpresa.

Do lado dos ‘heróis’, a grande adição foi o Ouroboros de Ke Huy Quan. O ator vive uma fase maravilhosa, a melhor de sua carreira, e escalá-lo para esse papel, que explora ao máximo seu carisma, foi um acerto fenomenal do casting. OB é o principal pilar da AVT e passou séculos sendo esnobado. A energia do ator em cena, passando do nerdzinho excluído a alguém que entendeu sua própria importância com o passar dos episódios, é impressionante. E agora que ele é um ator premiadíssimo, fica a expectativa para que Loki tenha sido o segundo dos grandes trabalhos que surgirão para ele mostrar seu talento.

Outro ponto maravilhoso dessa temporada é a AVT. Desde a primeira temporada, a Agência de Variância Temporal já foi retratada de forma interessante. Sua estética de escritório dos anos 90 sempre despertou curiosidade. Por isso, a segunda temporada explorou mais os ambientes desse lugar alheio ao tempo, o que foi visualmente incrível e que passou a fazer bastante sentido depois do episódio que revelou as vidas originais dos heróis em suas respectivas linhas do tempo.

Foto: Gareth Gatrell. © 2023 MARVEL.

Se a série mantém um nível altíssimo nos primeiros episódios, explorando ao máximos os diferentes poderes e facetas da personalidade do Loki, ela se supera – e muito – na metade final. Os três últimos capítulos são dirigidos por Justin Benson e Aaron Moorhead, e escritos por Eric Martin. Então, olho neles! É bem provável que apareçam em breve em algum filme ou produção maior do estúdio, porque o que eles fizeram nessa reta final foi absurdo! Eles literalmente fizeram o público esperar pelo inesperado e consolidaram o desenvolvimento do Loki de forma brilhante. Esse trio conseguiu fazer com que seu carinho e amor pelo personagem fossem perpassados ao público. Não parecia ser apenas um trabalho, mas um projeto de envolvimento pessoal deles. O status atingido nesses episódios finais deveria ser usado como meta dentro da Marvel para suas próximas produções. Foi tudo tão grandiosamente bem feito que pareça difícil que qualquer coisa que venha daqui pra frente seja capaz de superar.

Para não dizer que tudo foi perfeito na produção, o ponto baixo foi a Sylvie. Não que a Sophia Di Martino estivesse mal, mas a personagem ainda não mostrou muito a que veio e segue como uma muleta para o protagonista. Faltou um episódio que desse maior impacto ou importância para ela. Tirando isso, absolutamente nada a reclamar. Poder acompanhar semanalmente os lançamentos da segunda temporada de Loki foi sensacional. Se deixar envolver pela trama, sem saber o que esperar da semana seguinte mostrou que a Marvel ainda pode se acertar nesse meio televisivo, contanto que traga uma equipe competente e dedicada. Uma incrível experiência ver esse time atingir seu Glorioso Propósito em uma época de baixa do MCU.

As duas temporadas de Loki estão disponíveis no Disney+.

Crítica | ‘After – Para Sempre’ – Capítulo Final da Franquia Desvia a História e tem Desfecho Acelerado

Não é exagero reconhecer que é a franquia ‘After’ é um tremendo sucesso. Com milhões de páginas lidas na plataforma do Wattpad e com livros em formato físico lançados em seguida, não foi difícil adivinhar que o caminho para a adaptação cinematográfica era inevitável. Assim, os fãs do casal Hardin e Tessa puderam sonhar de olhos abertos com os quatro filmes produzidos sobre o universo do vaivém do casal. E, a partir desta semana, os fãs poderão assistir ao último filme, o último episódio dessa história, pois chega aos cinemas brasileiros o longa ‘After – Para Sempre’.

Hardin (Hero Fiennes Tiffin) fez uma escolha: escreveu sua história de amor com Tessa (Josephine Langford) e a enviou para editores sem pedir o consentimento de Tessa antes. Acontece que o livro foi publicado e se tornou um tremendo sucesso, mas Tessa se sentiu exposta e vulnerável ao ter sua vida íntima publicada para todos lerem antes mesmo dela. Por conta disso o relacionamento dos dois termina e Tessa volta para casa, decidida a seguir adiante com sua vida. Dois anos se passam e Hardin está empacado no mesmo lugar: sem conseguir o perdão do grande amor da sua vida e sem conseguir escrever seu próximo romance. No intuito de tentar desbloquear sua criatividade Hardin viaja para Lisboa e para reencontrar Nathalie (Mimi Keene), com quem vacilara no passado e com quem precisa se redimir por conta dos seus erros, para somente assim se tornar um homem melhor para Tessa.

Em aproximadamente uma hora e meia ‘After – Para Sempre’ é definitivamente um desvio no percurso da história original. Se até agora os fãs acompanharam o vaivém do casal, com entrada de concorrentes aos corações dos dois e muitas decisões erradas tomadas que os afastava do almejado final feliz, neste último capítulo a história se passa exclusivamente com o protagonista masculino, de modo que Tessa aparece majoritariamente em cenas de flashback, que se repetem com muita frequência. Além de cansar – uma vez que a protagonista da série é menina – essa técnica acaba quebrando o ritmo do filme, pois o tempo todo Hardin para o que está fazendo para olhar uma foto da ex-namorada, lembrar de seu rosto, rememorar momentos junto a ela, etc.

Baseado nos livros de sucesso de Anna Todd o roteiro dela com Castille Landon busca redimir o bad boy para torná-lo um homem direito, digno de um final feliz. Para tal, cria uma personagem do passado a quem ele aleatoriamente decide pedir desculpas mas que, no final das contas, não se desculpa, porque ambas as personagens mulheres o perdoam antes mesmo de ele abrir a boca. Uma mensagem bastante errada, que apenas passa pano para os erros do personagem masculino.

Apesar do exagerado desvio na trama, Mimi Keene traz cor e frescor à franquia cinzenta de ‘After’: por se passar na ensolarada Lisboa o longa acaba oferecendo alguma novidade para o enredo geral – dessa vez com menos cenas de pegação, porém mais bem-feitas. Para quem leu todos os livros e viu todos os filmes pode sobrar um quê de frustração pois a resolução de Hardin e Tessa ocorre muito rapidamente, quase como um epílogo no filme de Castille Landon.

After – Para Sempre’ encerra a franquia de sucesso e cumpre a promessa aos fãs de entregar filmes de entretenimento bastante semelhante aos livros que conquistaram tantos leitores.

‘Avatar’: James Cameron confirma que [SPOILER] se casaram e tiveram uma filha

Em um podcast especial feito pela revista Empire sobre ‘Avatar’James Cameron declarou que ‘Avatar 2’ se passa vários anos depois do original, quando Jake e Neytiri, os protagonistas do filme original, já se casaram e têm uma filha de oito anos de idade.

Porém, nem tudo são flores, e ambos os personagens irão passar por conflitos de extrema importância para a narrativa central:

Há uma cena de três páginas com uma discussão entre Jake e Neytiri, uma disputal marital muito, muito crítica para a narrativa. Eu decidi gravar tudo da perspectiva de uma criança de oito anos se escondendo embaixo da cama e observando a briga. E tendo tido a experiência com [Sam Worthington] em ‘Avatar’, agora eu sabia como o arco de Jake seria pelos próximos quatro filmes. Tem sido pesado para ele. Ele fez dois filmes num vai-e-vem sem parar.

Segundo o site BBC, as sequências de ‘Avatar’ se chamarão:

  • Avatar 2: O Caminho da Água (Avatar: The Way of Water)
  • Avatar 3: O Portador de Semente (Avatar: The Seed Bearer)
  • Avatar 4: O Cavaleiro de Tulkun (Avatar: The Tulkun Rider)
  • Avatar 5: A Busca por Eywa (Avatar: The Quest for Eywa)

Avatar 2‘ estreia em 18 de dezembro de 2020; e ‘Avatar 3‘ em 17 de dezembro de 2021.

Se forem aprovados, ‘Avatar 4‘ só chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2024; e ‘Avatar 5’ em 19 de dezembro de 2025.

Recentemente, foi divulgado um novo logotipo da franquia, descartando a fonte Papyrus que foi apresentada no filme original de 2009.

Confira e compare com o anterior:

‘Avatar 2’: James Cameron revela os desafios de gravar cenas subaquáticas; Confira!

Vale lembrar que ‘Avatar‘ arrecadou US$ 2,7 bilhões entre dezembro de 2009 e o primeiro semestre de 2010.

Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang retornarão.

‘Servant’: Nova série de M. Night Shyamalan ganha data de estreia!

Durante a NYCC 2019, o diretor M. Night Shyamalan falou um pouco sobre sua nova série para a AppleTV+‘Servant’, e aproveitou para divulgar o dia de lançamento: 28 de novembro.

A primeira temporada terá dez episódios de trinta minutos cada.

Confira os primeiros teasers:

O show foi criado por Shyamalan (‘Vidro’, ‘Fragmentado’).

A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger FreeRupert Grint e S.J. Son também estrelam.

‘Jurassic World: Dominação’: Foto aérea revela estúdio abandonado devido ao Coronavírus

DailyMail UK divulgou algumas fotos aéreas dos estúdios Pinewood que mostram o que foi deixado para trás depois do adiamento de ‘Jurassic World: Dominação’ devido à pandemia do Coronavírus.

Confira:

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

 

Roteirista de ‘Abracadabra’ fala sobre o retorno do elenco original para a sequência

Em entrevista ao ComicBook.com, o roteirista Mick Garris, conhecido por seu trabalho no clássico cult de Halloween ‘Abracadabra’, falou sobre o possível retorno do elenco original para a vindoura sequência, explicando que a química de Sarah Jessica ParkerBette MidlerKathy Najimy foi o grande motivo pelo filme ter conquistado uma legião de fãs.

“Estou animado [para a sequência], mas acredito que a principal razão do filme ter funcionado foram as Irmãs Sanderson, aquelas atrizes naqueles papéis, aquelas performances que eu acredito serem a chave da longa vida do filme. Fez um sucesso modesto quando saiu. E acho que elas são o motivo do filme ainda ser conhecido desde quando saiu em 1993. E eu adoraria vê-las retornando. Acho que esse é o plano, mas não sei. Ouvi dizer que é isso o que está acontecendo.”

Numa recente publicação do Instagram, Parker confirmou que ela, Midler e Najimy assinaram contrato para reprisar seus papéis como Sarah, Winifred e Mary Sanderson, respectivamente. Adam Shankman será o diretor.

A intenção é lançar a sequência no serviço de streaming Disney+. O projeto ainda está nos estágios iniciais de produção.

Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.

O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia ‘High School Musical’), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

Apesar de não ter feito muito sucesso de bilheteria e de crítica, arrecadando pouco mais de 39 milhões de dólares à época do lançamento, o longa foi elevado ao status de cult. Rumores de sua sequência já despontam nas redes sociais há vários anos.
Mick GarrisNeil Cuthbert assinaram o roteiro do primeiro filme.
‘Abracadabra 2’ ainda não tem estreia confirmada. A plataforma do Disney+, por sua vez, será lançada em território nacional no dia 12 de novembro deste ano.

‘Atlantis’: Romance pós-apocalíptico ganha arrepiante trailer oficial; Confira!

‘Atlantis’ é o novo longa-metragem ucraniano que fará parte da seleção oficial do Oscar 2021 e ganhou seu poderoso primeiro trailer recentemente.

O romance distópico pós-apocalíptico gira em torno de um casal improvável que tenta transformar uma vida trágica em um cotidiano normal da forma que conseguirem – e depois de um período em que a Ucrânia conseguiu derrotar a Rússia em uma guerra sangrenta e que trouxe consequências para os dois lados.

Confira:

O longa é dirigido por Valentyn Vasyanovych (‘Black Level’).

Ucrânica Oriental, 2025. Um deserto inóspito para habitação humana. Água é uma mercadoria de alto valor trazida por caminhões. Um Muro está sendo construído nas fronteiras. Sergiy, um ex-soldado, tem dificuldades em se adaptar à nova realidade. Ele conhece Katya durante a missão da Tulipa Negra, dedicada a exumar cadáveres de guerra. Juntos, eles tentam construir uma vida normal, na qual podem se apaixonar de novo.

Andriy RymarukLiudmyla Bileka e Vasyl Antoniak estrelam.

‘Atlantis’ tem estreia marcada nos Estados Unidos para 22 de janeiro de 2021, ainda sem previsão de lançamento no Brasil e nos circuitos internacionais.

Crítica | Billy Porter brilha no 4º episódio da última temporada de ‘Pose’

Tem sido um longo e estonteante caminho para os nossos queridos protagonistas de ‘Pose’, facilmente uma das melhores produções de Ryan Murphy e companhia – e um desses complexos e apaixonantes personagens é, sem dúvida, Pray Tell, interpretado com maestria pelo vencedor do Emmy Billy Porter.

Começando como mestre de cerimônias do ballroom frequentado por Blanca (Mj Rodriguez), Electra (Dominique Jackson), Angel (Indya Moore) e tantos outros, Pray Tell mergulhou em um arco de queda e de redenção belíssimo e cativante, transformando-se em vilão e em mocinho a partir de inúmeros elementos, desde a traumática e abusiva infância aos amores que encontrou em Nova York e ao fato de ter sido diagnosticado com HIV/AIDS. Agora, em “Take Me To Church”, quarto episódio da temporada final da obra, chegou seu momento de enfrentar certos fantasmas do passado, regressar à terra natal e entender, da maneira que conseguir, o que o levou a se afastar com tanta convicção da mãe e dos amigos.

Não é surpresa que, para um capítulo tão importante quanto este, o próprio criador e showrunner Janet Mock tenha retornado para a direção e o roteiro – ainda mais por ter emprestado suas habilidosas mãos para a incrível estreia “On the Run”. Apesar dos obstáculos que encontra pelo caminho, incluindo um trôpego ritmo e algumas escolhas estéticas desnecessárias, Mock transforma a iteração em uma ode à vida e uma reparação metafísica de problemas que ainda não se resolveram, mesmo vinte anos depois. E é dessa maneira que tudo se articula como uma inversão de papéis e uma narrativa que, por mais óbvia que aparenta, ainda consegue nos arrancar lágrimas pelas performances indescritíveis de cada ator e atriz.

A parte mais interessante, por incrível que pareça, resume-se a uma meticulosa e relativamente ousada condução, que, respaldando-se nas fórmulas dramáticas, não deixa que transpareçam com a facilidade imaginada. Enquanto na semana passada Jackson tomou as rédeas para uma “história de origem” de Elektra, Porter faz o máximo para seguir esses passos antológicos – mas focando mais no término de uma subtrama que clamava por uma conclusão. Afinal, ao longo da série, o público teve contato com alguns aspectos de sua infância e adolescência, até o momento em que não se sentiu mais acolhido pela comunidade de nascença e resolveu recomeçar em um dos principais centros urbanos do planeta. Mock, levando em conta tal premissa, transmuta a visceralidade citadina em uma aspiração suburbana e católica que preza pela simplicidade e pelo tradicionalismo.

Entre simetrias gritantes e uma sutileza metafórica que demonstra os dois lados de uma mesma persona, o enredo fica em segundo plano e se esquece de si mesmo. Era de se imaginar que, resolvendo visitar a mãe (Anna Maria Horsford) após descobrir que tinha apenas seis meses de vida, houvesse um confronto acerca da orientação sexual de Pray Tell e o fato de ter contraído HIV/AIDS. Consecutivamente, era também de se esperar que ambos perdoassem um ao outro pelos erros que cometeram e redescobrissem a alegria de uma família há muito desmantelada – ora, ela até mesmo o convence de ir para a igreja onde cantava uma última vez, permitindo-lhe que mostre toda sua fragilidade através do gospel.

O relacionamento entre os dois é um tanto circinal e “forçado”, por assim dizer, preferindo encontrar-se numa felicidade fabulesca do que numa realidade pungente. Mas os laços com a tia (vivida majestosamente por Jackée Harry) e com um ex-amante que não aceita a si mesmo, Vernon (Norm Lewis) são as momentâneas investidas que deixam tudo ainda mais intrincado, flertando com um cru saudosismo que nunca toma forma. As reflexões que Pray Tell faz quanto ao passado limitam-se a uma frustrante breve sequência em que ele e Vernon se beijam pela primeira vez e atraem olhares maldosos de pessoas que, tecnicamente, deveria respeitar e não julgar o próximo.

Imprimindo críticas ao fanatismo religioso e às controversas ideologias do catolicismo, Mock, Steven Canals e Brad Falchuk, todos contribuindo para o roteiro, não tira sarro de extremismos indefensáveis, mas abre portas para uma exploração de mentalidade preponderante dos anos 1980 e 1990, em que tabus sobre HIV/AIDS e sobre a comunidade LGBTQIA+ regiam uma sociedade patriarcal e estagnada no tempo (não que isso seja muito diferente, hoje, apesar de termos evoluído consideravelmente). Porém, mais do que apenas jogar profusamente comentários, vê-se uma análise que, mesmo arranhando a superfície, já um começo digno para o que precisa ser discutido na atualidade e que data de décadas atrás.

A terceira temporada de ‘Pose’ pode ter deslizado em certos momentos nesse mais novo episódio, mas ainda tem potencial de sobra para entregar aos fervorosos fãs um grand finale mais que merecido – despedindo-se aos poucos de personagens memoráveis e que, com a mais absoluta certeza, deixarão saudade.

‘O Hóspede Americano’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova minissérie brasileira da HBO Max; Confira!

A nova série brasileira/americana ‘O Hóspede Americano‘ já está disponível na HBO Max e, para promovê-la, foi divulgado um vídeo que nos leva para os bastidores da produção.

Confira:

Na trama, a jornada do ex-presidente americano Teddy Roosevelt, junto com o oficial do exército brasileiro Cândido Rondon em uma aventura para desbravar regiões desconhecidas e encontrar-se com habitantes indígenas da Amazônia.

Chico Diaz, David Herman, Chris Mason e Aidan Quinn estrelam a minissérie.

Bruno Barreto assina a criação da série.

A minissérie conta com quatro episódios, que serão lançados semanalmente.

Artigo | Misticismo, revolução e fábula na clássica animação da Disney ‘A Bela e a Fera’

É inegável que, na década de 1990, os estúdios Disney já estavam com seu império cinematográfico extremamente consolidado. Desde o final da década de 1930, com o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, as técnicas para filmagem em animação alcançaram uma evolução exponencial, atravessando a utilização de lâminas de vidro para a ilusão de profundidade até culminar nas animações em 3D que conhecemos hoje. Entretanto, ouso dizer que não há animação mais marcante que ‘A Bela e a Fera’, uma das principais obras que colocaram os estúdios na chamada Era de Ouro – e que permitiu a produção de outros clássicos como ‘A Pequena Sereia’, ‘Aladdin’ e ‘O Rei Leão’.

Devemos ter em mente de que a narrativa desta obra é atemporal, até mais que outras histórias adaptadas pela companhia supracitada. A trama principal gira em torno de uma jovem garota, emprestando seu nome ao título, que vê sua vida mudar completamente ao incidentalmente se tornar prisioneira de uma terrível criatura – que também dá nome às cartas do jogo. Conhecendo o estilo de releituras de contos de fada seculares, já é de se esperar que os maniqueísmos conflituosos entre “bem x mal” acompanhem as viradas no roteiro – mas, diferente do que estávamos acostumados, cada entrada de personagem tem um propósito muito maior.

O longa começa com uma composição sonora essencialmente formada por violoncelos e a suave melodia modal de um piano, arquitetada por um dos grandes mestres da música, Alan Menken – em companhia de seu letrista Howard Ashman. A câmera desliza por paisagens quase paradisíacas até se aproximar de um vitral adornado por campânulas murchas – cujos tons de lilás casam perfeitamente com a sobriedade da narração de David Ogden Stiers (também dublador original de outro personagem, Cogsworth). Somos apresentados ao pano de fundo da obra, e a utilização das janelas como recurso estilístico confere uma aura angelical e macabra, combinada com uma geometria exacerbada que prevê conflitos e obstáculos.

O foco desta introdução é a Fera (Raymond Benson), um personagem arrogante e mimado que se importa mais com as aparências que com as essências – uma metáfora interessante inclusive para a sociedade contemporânea. Seu reino e sua estabilidade monárquica são ameaçados pela inevitável aparição de uma Feiticeira, cuja maldição é fortalecida pelo símbolo da rosa vermelha (uma flor associada à paz, à pureza e aos novos começos). A potência de seu feitiço é tamanha que todos os habitantes do Castelo são transformados em mobília, enquanto o príncipe regente exterioriza toda a podridão de sua personalidade, ganhando chifres, presas, garras e um temperamento agressivo.

O foreshadowing entra como um recurso óbvio aqui, indicando que a outra protagonista será a responsável por quebrar a maldição e livrá-los de um destino muito pior que a morte. Deste modo, prever o desfecho não é um trabalho complicado, mas isso em momento algum interfere na grandiosidade de sua composição e no desenrolar dos eventos. Os acontecimentos são muito bem delineados pelo roteiro assinado por Linda Woolverton, cujas inúmeras referências à história original e a produções anteriores (vide a ópera ‘La Belle et la Bête’) contribuem para endossar ‘A Bela e a Fera’ como uma obra-prima.

Já aqui percebemos a identidade teatral do filme: o foco oscila entre os vários elementos dentro de uma sequência, como se seguisse um holofote invisível capaz de desviar ou canalizar a atenção do público. Os takes em que a Fera entra em autocomiseração logo a colocam em pontos cegos para que o espectador seja atraído pelo mortal brilho da rosa e da redoma encantada, pincelada com um misticismo aterrorizante.

Até mesmo a brutal diferença de atmosferas entre o Castelo e o vilarejo é tratada com naturalidade. O corte é acompanhado pelo fade out antes de sermos finalmente apresentados à comunidade de Villeneuve, um lugar praticamente saído dos livros de ficção e que não é muito diferente de outras cidadelas tão presentes em narrativas épicas. Temos cenários levemente distorcidos e curvilíneos, como se estivessem buscando uma estabilidade dentro de um microcosmos homogêneo, tudo adornado com simplicidade de humildade – em contraste com a imponência exacerbada da morada da Fera. A paleta de cores encontra sua voz na excentricidade e na mistura de cores vivas como amarelo, dourado e vermelho, indicando a inegável ficcionalidade daquele lugar.

E então, finalmente, Bela (Paige O’Hara) se mostra. E sua presença é notada quase de imediato, justamente por não seguir o padrão dos outros moradores – ela é excêntrica por não ser excêntrica. Suas vestes restringem-se à simples combinação transparecida de branco e azul, conferindo-lhe uma graça à medida que anda pelas ruas de pedra. Ela sai de casa carregando uma cesta de cânhamo em uma mão, e um livro em outra, como se estivesse flutuando – e então vemos a primeira característica de sua personalidade: o instinto de aventura. Através de seu solo, chamado “Belle” (no original), ela constantemente diz para si mesma que “deve haver mais além desta vida provinciana”. Bela deseja e está pronta para expandir seus horizontes e sair da bolha à qual todos os outros parecem estar presos; ela é um arquétipo sobrepondo-se em meio a tantos estereótipos.

Seja o padeiro, o vendedor, a dama-de-companhia ou a dona-de-casa, seus vizinhos são cobertos com uma luz dura que os funde às instalações do vilarejo; eles já fazem parte daquela comunidade e não querem alguma mudança – e a protagonista é rechaçada justamente por estar à frente de seu tempo e remexer no comodismo social, seja pelo fato de ler, seja pelo fato de sonhar grande. O próprio arranjo orquestral traz uma animação interior que se aproxima da psique libertária de Bela.

Mas a narrativa não seria envolvente o suficiente caso ela não encontrasse obstáculos – e em ‘A Bela e a Fera’, tais conflitos vêm encarnados pelas personalidades extremamente caricaturadas de Gaston (Richard White) e LeFou (Jesse Corti), a “dupla herói-ajudante” que claramente faz uma referência irreverente às construções heroicas das narrativas gregas. Gaston é um homem sem caráter e completamente cego pela própria megalomania – o típico valentão musculoso e primitivo da épica antiga -, enquanto LeFou é uma vítima da circunstância, cuja adoração por seu “mestre” o transforma em um escape cômico submisso e sem qualquer traço de personalidade aparente.

Suas tentativas para conquistar Bela são no máximo cômicas, se não fossem trágicas. Ele constantemente tenta submetê-la ao padrão milenar do casamento, diminuindo sua incrível força de vontade para transformá-la num fantoche. Mas é claro que ela não se deixa vencer e volta a sonhar com uma vida completamente diferente – note que a protagonista não se restringe aos valores que lhe são impostos, mas deseja criar seu próprio entendimento sobre o mundo, afastando-se da massa amorfa e inalterável da comunidade em que vive.

Um dos grandes motivos dessa afinidade com a mudança é representado por seu pai, Maurice (Rex Everhart), que também emerge como o estereótipo do cientista louco de bom coração. Sua caracterização se baseia principalmente na falta de senso coletivo e na individualização de seus problemas – citando aqui seu enclausuramento no porão que utiliza para suas criações. Entretanto, ele não consegue passar um sentimento de segurança totalmente legível, sendo amparado diversas vezes pela filha, a qual deseja se desprender de sua vida campesina e explorar o desconhecido.

É possível até dizer que, se não fosse por seu pai, Bela jamais teria o motivo essencial para abandonar sua vida campesina. Afinal, logo depois que consegue fazer uma de suas últimas invenções funcionar, Maurice viaja até a cidade mais próxima para vendê-la, mas acaba entrando no caminho errado e chegando ao Castelo da Fera. A transição entre segurança e mortandade é evidenciada principalmente pela paleta de cores, a qual oscila entre tons de vermelho e verde para os mais neutros e pastéis, e pela melodia – uma composição em piano e xilofone tétrica que contribui para a atmosfera de suspense.

A estética expressionista é também muito presente na animação. Além dos cenários distorcidos do vilarejo, a arquitetura do Castelo é uma mistura híbrida e muito certeira das obras góticas do século XIII com toques da vanguarda artística supracitada. As sombras metamórficas são constantes e, a princípio, indicam a presença de um perigo eminente – ainda que se revelem inofensivas, como podemos ver em algumas sequências de Maurice dentro da morada da Fera. Árvores secas e com galhos retorcidos, a constância da névoa e a sensação de aprisionamento se relacionam ao locus horrendus da escola simbolista – e mostram a capacidade de intertextualidade que este filme traz consigo.

A imponência é também evidenciada pela composição dos planos: contra plongées muito bem colocados, exacerbação da dramaticidade, o contraste entre a pequenez dos personagens humanos e o gigantismo do “refúgio simbólico” e a continuidade azulada que reafirma a sensação de solidão, mesmo num cenário tão vasto quanto aquele. A superposição de tons cálidos e frios entra como um elemento assertivo para a sensação de profundidade e de infinitude, além de ajudar a narrativa a declarar que há mais coisas além do que observamos na superfície.

Ao descobrir que seu pai tornou-se prisioneiro da Fera (o suposto antagonista), Bela finalmente decidi sair do enclausuramento e firmar-se como a heroína da história, atravessando o mesmo perigoso bosque para dar de cara com uma cenário inesperado: torres alterosas rasgando um céu nublado, e um jardim seco tomado pela neve. E é aí que o incidente incitante da narrativa tem seu objetivo cumprido.

Talvez eu possa dizer que, assim que a protagonista se oferece para ocupar o lugar do pai, ‘A Bela e a Fera’ comece a se configurar como um filme realmente da Disney, primeiramente pela presença dos personagens coadjuvantes e segundamente por alguns traços identitários difíceis de abandonar – mas que garantiram a solidez deste império cinematográfico.

É necessário dizer que, na obra original (assinada por Gabrielle-Suzanne Barbot), as criações secundárias que nos permitiram se apaixonar ainda mais pelo filme não existem. Sua grandiosidade é acompanhada de uma narrativa simples e brilhante, que foca nas relações intimistas entre os protagonistas. Provavelmente uma adaptação literal do romance não teria sido bem-vista e bem aceita pelo público – levando em conta a densidade da estória. Deste modo, optar por introduzir uma mobília encantada foi um tiro certeiro.

A adorabilidade de personagens como Lumière (Jerry Orbach), Cogsworth (Stiers), Mrs. Potts (Angela Lansbury), Chip (Bradley Pierce) e outros entra em constante conflito com a impetuosidade de seu mestre. A paixão pela servitude e a cordialidade extremas são valores inerentes a suas personalidades, mas, diferentemente dos camponeses da vila, estes traços não os transformam em um coletivo homogêneo – muito pelo contrário: enquanto Lumière é mais irreverente e mais sedutor, Mrs. Potts preza pela justiça e pelo equilíbrio, enquanto Cogsworth deixa-se levar ao pé da letra pelas regras.

A primeira noite de Bela no Castelo retoma elementos de outras criações audiovisuais dos estúdios, principalmente ‘Branca de Neve’ e ‘Bela Adormecida’. A utilização de planos holandeses, atrelada ao jogo de luz e sombra, aumentam o clima de tensão. Mas conforme o tempo vai passando, percebemos que a protagonista talvez tenha encontrado seu lugar em meio a um caos aparente – concretizada pela música “Something There”, sequência na qual duas personalidades completamente diferentes começam a se entender. A Fera não consegue compreender o conceito de altruísmo e de benevolência emanado por Bela, enquanto ela não consegue entender sua falta de controle temperamental e sua arrogância constante.

A mudança atmosférica entre os dois cenários principais é gradativa, mas notável. Enquanto o vilarejo a priori se mostra embebido por cores vivas e por uma instabilidade amorfa, a morada da Fera parece ter sido retirada diretamente de obras como ‘Drácula’ ou ‘Nosferatu’, afastando os viajantes que ousassem passar por ali. Mas conforme a narrativa se desenrola, toda a identidade visual é transgredida: a trilha sólida e dramática do Castelo dá espaço para o misticismo de um piano de causa, indicando uma compreensão mútua entre os protagonistas.

A chegada de um inverno brusco também marca uma reviravolta na história. É preciso compreender que o território comandado pela Fera se configura como um microcosmos independente, no qual o abandono de esperança é constante – e aqui a melodramaticidade registrada das adaptações Disney encontra o espaço com o puro sofrimento de Bela. Mas a primavera logo vem com mais força, transformando inclusive as sensações que outrora tínhamos quanto àquele lugar.

Um dos grandes ápices da animação é a sequência musical de “Be Our Guest”. Tanto a melodia e a letra quanto a coreografia fornecem o cenário seiscentista da narrativa, combinado com a identidade essencialmente francesa. Lumière é o astro principal, e começa a dissertar sobre a arte do jantar e das habilidades de cada um dos habitantes do Castelo enquanto é acompanhada por notas de sanfona soberbas. A escolha das cores é muito bem pensada – um hibridismo psicodélico entre cores complementares e harmônicas que arranca um sorriso até dos mais céticos (a composição entre verde e rosa é de uma perfeição inenarrável).

Outro ponto extremamente positivo é a consumação romântica entre Bela e a Fera com o baile de gala, sustentado por uma rendição emocionante de Lansbury com “Beauty and the Beast” – música ganhadora do Oscar em 1992. A justaposição entre dourado e azul é encantadora, e enquanto nas sequências anteriores as cores se fundiam, aqui a profusão é quase inexistente, marcando uma evolução no relacionamento e no amadurecimento entre eles.

Os momentos de tensão também encontram um crescimento exponencial na metade do terceiro ato, em que Gaston, mergulhando de cabeça em sua própria personalidade evasiva e controladora, consegue manipular todo o vilarejo para invadirem o Castelo e matarem a Fera, como forma de livrar Bela e Maurice de um “estado letárgico das trevas” – mas, na verdade, é o modo em que o real antagonista encontra para reafirmar sua virilidade e sua superioridade perante aos outros personagens.

A batalha final, travada e coreografada com maestria entre dois símbolos paradoxais, funciona como uma sequência resumida de todos os elementos da animação. Os planos holandeses encontram ainda mais voz, bem como as angulações distorcidas e os contra plongées. Mas diferentemente dos dois primeiros atos, o comportamento antissocial e repulsivo da Fera está subjugado à cegueira exacerbada de Gaston. À medida em que os dois se aproximam de uma construção semelhante a um penhasco, o antagonista levanta sua arma, pronto para desferir o golpe no príncipe amaldiçoado. Toda a composição do quadro mostra por segundos angustiantes o triunfo do mal sobre o bem, até que Bela, surgindo como objeto de foco, consegue – ainda que indiretamente – inverter a situação.

É quase automático prever o desfecho da obra: assim como filmes antecessores, o bem triunfa sobre o mal e os personagens encontram sua redenção perante à maldição da Feiticeira. Além disso, a evolução dos protagonistas se concretiza de modo a declarar independência à personalidade aventureira de Bela – que, além disso, encontrou seu amor verdadeiro – e mostrando a generosidade e o altruísmo da Fera – que voltou ao seu estado original (assim como todos os servos do Castelo. Este finalzinho do último ato é completamente perscrutado pela melodia em crescendo de Menken, e a re-transformação é toda acompanhada por uma construção orquestral épica.

Caracterizar ‘A Bela e a Fera’ como uma obra-prima é um trabalho complicado, principalmente pelas diversas e complexas camadas que compõe a animação. Sua superioridade frente a outros filmes do estúdio vai além da narrativa emocionante e envolvente, alastrando-se para vertentes simbólicas muito bem estruturadas. Temos, como exemplo mais visível, a rosa, cujo significado usual está diretamente relacionado à segurança e ao novo começo. Entretanto, o próprio design deste objeto cênico é diferenciado, e seu brilho mortal entrega as reais intenções da Feiticeira: uma versão inanimada do príncipe arrogante (bonito por fora e intragável por dentro).

O espelho é outro elemento de grande importância narrativa, e está presente na animação de diversas formas – água, janela, o objeto em si e até no reflexo dos olhos dos animais. Com grande associação ao mito de Narciso, jovem grego que se apaixonou pelo próprio reflexo do lago e acabou por se afogar, o espelho funciona como elemento de autocontemplação pessoal e universal, correlacionando-se ao fato da Fera não se importar com outras criaturas além de si mesma. Mas ele também está conectado à pureza e à sinceridade, fatores muito presentes com a chegada de Bela ao Castelo, prevendo uma mudança drástica na vida de todos que ali vivem.

Uma das comparações mais marcantes de todo o longa é, sem dúvida, os dois frames que iniciam e fecham a história. Como já dito, os vitrais do começo estão tomados por uma geometria extenuante que conversa com as flores mortas ao redor – afinal, os conflitos apenas começaram. Nos segundos finais, a mesma composição aparece, mas com uma paleta de cores mais uniforme e, desta vez, com ramos de botões de rosa formando uma pérgula arqueada.

A Era de Ouro da Disney talvez não tenha um melhor representante. ‘A Bela e a Fera’ permanece até hoje conservada em sua atemporalidade, servindo como grande exemplo narrativo e técnico e entrando como o primeiro longa de animação a ser indicado para o Oscar de Melhor Filme. E, bom, convenhamos que um conto tão eterno quanto o próprio tempo não merece menos que este patamar na história.

‘He-Man e os Mestres do Universo’: A batalha final vai começar no trailer INCRÍVEL da 3ª temporada; Confira!

Durante a San Diego Comic-Con, a Netflix revelou incrível trailer oficial da 3ª temporada da animação ‘He-Man e os Mestres do Universo‘.

Os episódios têm retorno marcado para o dia 18 de agosto na plataforma de streaming.

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No planeta de Eternia, um jovem príncipe perdido descobre os poderes de Grayskull e se transforma em He-Man, mestre do universo! A clássica batalha entre He-Man e o maligno Esqueleto se eleva a novas alturas enquanto o herói e o vilão formam equipes novas e poderosas. Uma nova geração de heróis lutando pelo destino de todos nós. No final, quem se tornará o Mestre do Universo?

O elenco de dublagem conta com Yuri LowenthalDavid KayeKimberly BrooksAntony Del RioJudy Alice LeeTom KennyBenjamin DiskinGrey GriffinRoger Craig Smith e outros.

Gostou de ‘Glass Onion’? Aqui estão outros DEZ filmes de mistério para você conferir!

‘Glass Onion’, sequência do aclamado longa-metragem ‘Entre Facas e Segredos’, chegou recentemente ao catálogo da Netflix e já se tornou um sucesso de crítica e de público.

A trama, que traz Daniel Craig de volta como o detetive Benoit Blanc, conta a história do magnata Miles Bron (Edward Norton), que convida seus amigos excêntricos para sua ilha para jogar um jogo de detetive. Mas um assassinato real é cometido e as coisas saem do controle. Todos são suspeitos e a morte pode vir de onde se menos imagina.

Enquanto a já estabelecida mini-franquia de Rian Johnson reavivou nosso gosto por produções de mistério, é quase impossível não sentir um gostinho de quero mais. Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez longas-metragens de mistério para você conferir.

Veja abaixo as nossas escolhas:

UM CORPO QUE CAI (1958)

Em São Francisco, o detetive aposentado John ‘Scottie’ Ferguson (James Stewart) sofre de um terrível medo de alturas. Certo dia, encontra com um antigo conhecido, dos tempos de faculdade, que pede que ele siga sua esposa, Madeleine Elster (Kim Novak). John aceita a tarefa e fica encarregado da mulher, seguindo-a por toda a cidade. Ela demonstra uma estranha atração por lugares altos, levando o detetive a enfrentar seus piores medos. Ele começa a acreditar que a mulher é louca, com possíveis tendências suicidas, quando algo estranho acontece nesta missão.

OS 7 SUSPEITOS (1985)

Baseado no clássico jogo de tabuleiro ‘Clue’‘Os Sete Suspeitos’ pode não ter sido bem recebido à época de seu lançamento, mas se tornou um clássico cult que merece ser revisitado. Na trama, seis indivíduos com históricos comprometedores em Washington se reúnem para um jantar na mansão do ostentoso Sr. Pessoa (Lee Ving). Eles são recebidos pelo mordomo, que atribui a cada convidado um pseudônimo a fim de proteger suas identidades. Após o jantar, eles descobrem que foram chamados para conhecer o seu chantageador: o Sr. Pessoa, e cada um deles recebe uma arma. Quando o anfitrião aparece morto, o grupo se apavora e procura por pistas para revelar o assassino. Só que já é tarde demais e mais pessoas aparecem mortas. Agora só resta descobrir: quem matou quem, em qual cômodo e com qual arma.

A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (1999)

Nesta incrível adaptação de Tim Burton, uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. Para investigar o caso é chamado o detetive nova-iorquino Ichabod Crane (Johnny Depp), um excêntrico e determinado oficial de polícia com um jeito avant-garde de solucionar crimes. Os métodos investigativos de Ichabod serão postos à prova neste caso, que envolve um ser sobrenatural que pode ser o causador de todos os crimes.

O CÓDIGO DA VINCI (2006)

Um assassinato no museu do Louvre em Paris e pistas enigmáticas em alguns dos quadros mais famosos de Leonardo DaVinci levam à descoberta de um mistério religioso. Por mais de dois mil anos, uma sociedade secreta guarda informações que, se descobertas, poderiam comprometer o cristianismo. Robert Langdon, um professor especialista em simbologia e história, se envolve na investigação.

O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS (2011)

Ovacionado pela crítica e considerado como um dos melhores filmes de espionagem do século, ‘O Espião que Sabia Demais’ é baseado no romance homônimo de John le Carré e traz Gary Oldman como o protagonista. Ambientado na Guerra Fria, a história acompanha George Smiley, um veterano da divisão de elite do serviço secreto inglês conhecida como Circo. Após a morte de seu ex-chefe e de alguns fracassos em missões internacionais, ele é chamado para desvendar um mistério sobre a identidade do agente duplo que, durante anos, trabalhou também para os soviéticos. Todos à sua volta são suspeitos, mas, como bons espiões que são, foram treinados para dissimular e trabalhar em condições de extrema tensão.

A CASA TORTA (2017)

Agatha Christie é uma das maiores escritoras de todos os tempos e é, até hoje, considerada a primeira dama do crime. Em 2017, uma das várias adaptações que chegaram ao cinema foi ‘A Casa Torta’. Na trama, o octogenário Aristide Leonides, dono de grande fortuna, é envenenado em sua mansão, onde vivia com toda a família — sua esposa, cinquenta anos mais jovem, dois filhos, duas noras, três netos e uma cunhada. Qualquer um poderia tê-lo matado. Porém, somente um se revelará o verdadeiro assassino.

ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE (2017)

O divertido remake de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, baseado no aclamado romance homônimo de Agatha Christie, envelheceu muito melhor do que poderíamos imaginar. Comandado por Kenneth Branagh, a trama acompanha o detetive Hercule Poirot (também vivido por Branagh) embarca de última hora no trem Expresso do Oriente. Já a bordo, ele conhece os demais passageiros e resiste à insistente aproximação de Edward Ratchett (Johnny Depp), que deseja contratá-lo para ser seu segurança particular. Na noite seguinte, Ratchett é morto em seu vagão. Com a viagem momentaneamente interrompida devido a uma nevasca que fez com que o trem descarrilhasse, Bouc convence Poirot para que use suas habilidades dedutivas de forma a desvendar o crime cometido.

MAUS MOMENTOS NO HOTEL ROYALE (2018)

Em ‘Maus Momentos no Hotel Royale’thriller neo-noir comandado por Drew Goddard, sete desconhecidos se encontram no El Royale, um hotel degradado perto de Lake Tahoe, Califórnia, na década de 1960. Cada um deles tem um segredo obscuro e precisa encontrar redenção durante a noite, antes que tudo dê errado. A produção vale a pena por seu caráter nostálgico, pela condução da obra e pelo estelar elenco formado por nomes como Jeff BridgesCynthia ErivoDakota JohnsonJon Hamm e muitos outros.

ENOLA HOLMES (2020)

Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Allan Poe, ‘Enola Holmes’ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer: ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la – e, no caminho, se envolve em um perigoso e instigante mistério.

VEJA COMO ELES CORREM (2022)

Dirigido por Tom George‘Veja Como Eles Correm’ teve um breve circuito nos cinemas antes de chegar ao Brasil pelo Star+. Nessa divertida e nostálgica aventura misteriosa, um desesperado produtor de cinema de Hollywood decide transformar uma peça popular em um filme. Quando membros da produção são assassinados, o exausto inspetor Stoppard (Sam Rockwell) e a novata Constable Stalker (Saoirse Ronan) se veem no meio de um mistério intrigante.

‘Doces Magnólias’: 3ª temporada ganha data de estreia e imagens OFICIAIS; Confira!

‘Doces Magnólias’ se tornou um dos grandes sucessos críticos e comerciais da Netflix e, agora, a plataforma de streaming anunciou quando a 3ª temporada chegará a seu catálogo.

Os novos episódios serão lançados no dia 20 de julho.

Além disso, foram reveladas as primeiras imagens oficiais do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A trama acompanha as amigas Maddie, Helen e Dana Sue, que juntas, lidam com problemas amorosos, familiares e profissionais na pequena cidade de Serenity.

Doces Magnólias‘ conta com JoAnna Garcia Swisher, Brooke Elliott, Heather Headley, Chris Klein e Jamie Lynn Spears.

Dica da Semana | 5 filmes indicados ou vencedores do Oscar para você conferir no Star+

Com a popularização crescente das plataformas de streaming, assistir a clássicos do cinema se tornou bem mais simples do que poderíamos imaginar – e títulos um tanto quanto difíceis de serem abocanhados pelo público agora estão disponíveis em um piscar de dedos.

E, para os cinéfilos de plantão, tais serviços carregam títulos e mais títulos que dominam a temporada de premiações, principalmente o Oscar – o maior prêmio da sétima arte.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco longas-metragens indicados e/ou vencedores dos prêmios da Academia para você conferir no Star+, uma das plataformas que mais conquista os assinantes.

Veja abaixo as nossas escolhas:

CISNE NEGRO (2010)

Baseado no ballet de Pyotr Ilyrich Tchaikovsky, o longa-metragem estrelado por ninguém menos que Natalie Portman (que levou o Oscar de Melhor Atriz para casa) acompanha uma jovem bailarina chamada Nina que faz parte de uma companhia de dança respeitada e bastante rígida. Ela logo se prepara para a audição para O Lago dos Cisnes, fazendo de tudo para conseguir o papel principal da Princesa Odette (que é transformada em um cisne branco por um terrível feiticeiro). Todavia ela é forçada a enfrentar a própria mãe (Barbara Hershey) e seus demônios interiores para ascender ao papel principal da peça, estando disposta ao impensável para conseguir o que quer – e para provar que ela é a única que está à altura da protagonista.

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO (2013)

O vencedor do Oscar de Melhor Filme e de Melhor Atriz Coadjuvante para Lupita Nyong’o é, até hoje, considerado uma das melhores produções do século. A trama é baseada na incrível história da luta de um homem pela sobrevivência e liberdade. Nos Estados Unidos antes da Guerra Civil, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um homem negro e livre do estado de Nova York é sequestrado e vendido como escravo. Enfrentando a crueldade (personificada pelo perverso dono de escravos interpretado por Michael Fassbender), bem como inesperadas gentilezas, Solomon luta não só para sobreviver, mas também para manter sua dignidade. No décimo segundo ano de sua inesquecível odisseia, um encontro ao acaso com um abolicionista canadense (Brad Pitt) mudará sua vida para sempre.

BIRDMAN (2014)

Lançado em 2014, ‘Birdman’ acompanha Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que, no passado, fez muito sucesso interpretando Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente. O longa levou para casa quatro estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme Melhor Direção.

A FORMA DA ÁGUA (2017)

Guillermo Del Toro é um nome do qual você com certeza já ouviu falar. O diretor mexicano conquistou o mundo com suas histórias fantasiosas, abarcando aclame por parte do público e da crítica – e é claro que o vencedor do Oscar ‘A Forma da Água’ não poderia ficar de fora da nossa lista. Trazendo aspectos da ficção científica para uma homenagem a obras como ‘O Monstro da Lagoa Negra’ e até mesmo ‘A Bela e a Fera’, a história é ambientada em meio aos conflitos político-sociais da Guerra Fria e acompanha Elisa, uma zeladora muda que trabalha em um laboratório experimental secreto do governo e que se encanta com uma criatura mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate, ela recorre ao melhor amigo Giles e à colega de turno Zelda, em uma aventura que pode custar muito mais do que o seu emprego.

A FAVORITA (2018)

O aclamado drama cômico de época de Yorgor Lánthimos‘A Favorita’, veio sem muitas expectativas para as salas do cinema e ganhou aplausos por absolutamente todos os seus aspectos – além de ter garantido o Oscar de Melhor Atriz a Olivia Colman. Dividindo os holofotes com Rachel Weisz e Emma Stone, a trama acompanha a frágil rainha Anne, da Inglaterra, que é acompanhada por sua grande amiga Lady Sarah. Quando uma nova serva Abigail chega, seu charme a leva a Sarah. Sarah toma a novata como uma pupila e vê uma chance de retornar às suas raízes aristocráticas. Como a política de guerra passa a ocupar muito tempo de Sarah, Abigail entra na brecha para preencher o espaço como companheira da rainha. Sua crescente amizade dá a ela uma chance de cumprir suas ambições e ela não deixa que ninguém fique em seu caminho.

‘A Family Affair’: Comédia romântica com Nicole Kidman, Joey King e Zac Efron ganha imagens INÉDITAS; Confira!

Netflix divulgou duas imagens inéditas de ‘A Family Affair’, nova comédia romântica estrelada por Nicole KidmanJoey KingZac Efron.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 28 de junho.

Confira:

O filme é dirigido por Richard LaGravenese, enquanto Carrie Solomon assina o roteiro.

Uma jovem chamada Zara trabalha como assistente do astro de cinema Chris Cole – isto é, até Chris se apaixonar pela mãe dela.

Liza KoshyKathy BatesShirley MacLaine completam o elenco.

‘The Beast In Me’: Brittany Snow, Natalie Morales e mais são escaladas para a nova minissérie de SUSPENSE da Netflix

Netflix revelou recentemente que quatro novos membros foram escalados para a nova minissérie de suspense ‘The Beast In Me’ (via Deadline).

As informações indicam que Brittany Snow (‘A Escolha Perfeita’), Natalie Morales (‘Que Horas Eu Te Pego?’), David Lyons (‘Truth Be Told’) e Tim Guinee (‘Horizon: An American Saga’) farão parte do elenco.

O grupo se junta aos previamente confirmados Claire Danes, que é a protagonista e uma das produtoras executivas, e Matthew Rhys.

A produção foi escrita por Gabe Rotter, enquanto Howard Gordon entra como showrunner.

Desde a trágica morte do seu filho, a aclamada autora Aggie Wiggs (Danes) afastou-se da vida pública, incapaz de escrever, como um fantasma do seu antigo eu. Mas ela encontra um tema improvável para um novo livro quando a casa ao lado é comprada por Nile Sheldon, um famoso e formidável magnata do mercado imobiliário que já foi o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa. Ao mesmo tempo horrorizada e fascinada por este homem, Aggie se vê caçando compulsivamente a verdade – perseguindo seus demônios enquanto foge dos seus próprios – em um jogo de gato e rato que pode se tornar mortal.

Vale lembrar que Gordon e Danes já trabalharam juntos no drama ‘Homeland’.

Fique ligado para mais informações!

‘Código Alarum’: Ação com Isis Valverde e Sylvester Stallone ganha nova data de estreia nos cinemas!

‘Código Alarum’ (Alarum), o novo filme estrelado por Sylvester Stallone e Scott Eastwood, ganhou uma nova data de estreia nos cinemas nacionais.

Anteriormente programado para 27 de março, o longa agora chega às telonas em 10 de abril.

Lembrando que atriz brasileira Isis Valverde também faz parte do elenco.

Joe (Scott Eastwood) e Lara (Willa Fitzgerald) são agentes secretos que vivem fora do radar, mas quando saem de férias com amigos (Isis Valverde), eles se tornam alvos de uma caçada brutal. Suspeitos de estarem ligados à ALARUM, uma rede secreta de espiões, o casal é forçado a fugir, sem saber em quem confiar. Perseguidos por inimigos implacáveis e em um mundo de mentiras e traições, eles são obrigados a duvidar até mesmo de seus próprios aliados.

‘Man’s Best Friend’, novo álbum de Sabrina Carpenter, contará com DOZE faixas; Confira a tracklist!

Nos últimos dias, a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, revelou a tracklist oficial de seu próximo álbum de estúdio com a ajuda dos fãs.

O compilado de originais é intitulado ‘Man’s Best Friend’ e conta com doze faixas inéditas, incluindo o lead single “Manchild”.

Confira:

1. Manchild
2. Tears
3. My Man on Willpower
4. Sugar Talking
5. We Almost Broke Up Again Last Night
6. Nobody’s Son
7. Never Getting Laid
8. When Did You Get Hot?
9. Go Go Juice
10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
11. House Tour
12. Goodbye

O lançamento do álbum está agendado para o dia 29 de agosto.

O álbum mais recente da artista foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

Bruno Mars lança a inédita “I Just Might”, carro-chefe de seu próximo álbum de estúdio

O vencedor do Grammy Bruno Mars está de volta ao mundo da música e lançou hoje (9) o lead single de seu próximo álbum de estúdio.

Intitulada “I Just Might”, a canção é o carro-chefe do álbum ‘The Romantic’, que tem lançamento marcado para o dia 27 de fevereiro nas plataformas de streaming.

A faixa incorpora elementos do disco, do pop e do funk, e foi assinada por Mars, Philip LawrenceChristopher Brody BrownDernst “D’Mile” Emile II. Mars e D’Mile também assinam a produção.

Ouça e confira o videoclipe:

Bruno Mars fez sua estreia no cenário musical com o popular álbum ‘Doo-Wops & Hooligans’, ascendendo a um estrelato inenarrável que lhe garantiu diversos prêmios – como 16 estatuetas do Grammy, incluindo Álbum do Ano por ’24K Magic’.

Em 2021, ele se uniu com Anderson .Paak para o projeto Silk Sonic, lançando o compilado ‘An Evening with Silk Sonic’ e conquistando os prêmios de Música e Gravação do Ano por “Leave the Door Open”. Em 2024, ele se uniu à titânica Lady Gaga para o dueto “Die With a Smile”, que quebrou recordes de streams e lhe garantiu mais um gramofone dourado.

‘Villaflor’: Camille Cottin entra para o novo THRILLER político da Netflix

Segundo o DeadlineCamille Cottin (‘Casa Gucci’) foi escalada para o elenco de ‘Villaflor’, novo thriller político da Netflix.

O longa-metragem é dirigido pelo indicado ao Oscar Santiago Mitre (‘Argentina, 1985’).

Cottin se junta aos previamente confirmados Verónica Llinás Peter Lanzani, que serão os protagonistas.

Llinás interpreta Azucena Villaflor, personagem baseada na ativista da vida real que ajudou a fundar as Mães da Praça de Maio. Após seu filho ser levado pelas autoridades, ela transforma a busca por ele e por outros desaparecidos em um ato de resistência contra a ditadura militar. A Argentina esteve sob regime militar de 1976 a 1983, período em que dezenas de milhares de pessoas desapareceram.

Lanzani interpreta Rubio, um oficial do exército encarregado de se infiltrar na Igreja de Santa Cruz, onde os familiares dos desaparecidos começaram a se organizar.

Cottin dá vida a Alice Domon, uma das freiras francesas envolvidas com o Grupo Santa Cruz. O elenco ainda conta com Susana Pampin, Alicia Guerra, Vivian El Jaber, Azul Lombardía, Mariela Acosta, Paula Ransenberg, Juliana Muras, Muriel Santa AnaAntonia BengoecheaJosé MehrezEnrique Piñeyro.

‘Villaflor’ chega em 2027 ao catálogo da Netflix.

Confira as primeiras imagens:

‘Matrix 4’: Diretor de ‘Deadpool 2’ quer retornar para a sequência

Antes de se tornar diretor de ‘Deadpool 2‘ e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’, David Leitch foi membro da equipe de dublês da trilogia ‘Matrix‘, dirigida pelas irmãs Lana e Lilly Wachowski.

Em entrevista para o Coming Soon, Leitch foi questionado se toparia voltar a trabalhar com elas em ‘Matrix 4‘, ao que ele respondeu:

“Se Lana me ligasse e quisesse que eu fizesse alguma coisa no filme, eu iria correndo com um saco de areia. Adorei trabalhar com ela e Lilly, e sinto que devo muito da minha experiência a elas, não só com ‘Matrix‘, mas também em ‘Speed ​​Racer’, ‘Ninja Assassino‘… Elas foram ótimas mentoras para mim. Se elas ligarem, eu estarei pronto.”

Lembrando que foi nos bastidores de ‘Matrix’ que Leitch conheceu Chad Stahelski, com quem criou a milionária franquia ‘John Wick‘, estrelada por Keanu Reeves.

Leitch e Stahelski

Quanto a ‘Matrix 4′, a sequência terá o retorno das irmãs Wachowski, e o início das gravações está agendado para o início de 2020.

O elenco conta Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, e os membros do elenco original: Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss e Jada Pinkett Smith

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

O ator tem uma exigência:

“Temos que criar uma história para fazer jus àqueles filmes. Será estranho voltar, mas porque não? As pessoas morrem, as histórias não”, concluiu.

Lana também assume o roteiro.

“Não poderíamos estar mais felizes em podermos retornar a esse universo com a Lana, uma diretora visionária, criativa e única. Estamos empolgados que ela está escrevendo, dirigindo e produzindo esse novo capítulo da franquia Matrix”, afirmou Toby Emmerich, presidente da Warner.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Mundo Mistério’: Série da Netflix com Felipe Castanhari ganha trailer oficial; Assista!

Netflix divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Mundo Mistério’, série original  apresentada por Felipe Castanhari, que irá discutir alguns dos grandes mistérios do nosso planeta.

Entre os principais temas abordadas, estão os segredos sobre o Triângulo das Bermudas, o fascínio pelas viagens no tempo, e até mesmo as consequências de um possível apocalipse zumbi.

A primeira temporada será composta por oito episódios de meia hora cada, com estreia marcada para o dia  04 de agosto.

Confira:

A produção trará temas controversos da ciência e da história, mostrando uma perspectiva divertida da aprendizagem.

‘Mundo Mistério’ é baseado no programa de mesmo nome do Canal Nostalgia, também criado por Castanhari.

Segundo ele, sua maior inspiração para criar a série foi o clássico televisivo ‘O Mundo de Beakman’, dos anos 1990.

‘Invasão Secreta’: Fan art transforma Emilia Clarke em alienígena Skrull; Confira!

No início da semana, Emilia Clarke (‘Game of Thrones’) foi CONFIRMADA ao elenco da série ‘Invasão Secreta‘ (Secret Invasion), da Marvel.

A adaptação será inspirado nos quadrinhos homônimos lançados em 2008, onde os heróis da Marvel descobrem que seus amigos e inimigos tem sido secretamente substituídos por Skrulls, uma raça alienígena que pode mudar de forma.

Apesar de detalhes sobre o papel de Clarke não terem sido divulgados, não demorou muito para que os fãs começassem a teorizar que ela pode ser uma alienígena Skrull na trama.

Pensando nisso, um usuário do Instagram publicou uma bela fan art imaginando a estrela com orelhas pontudas e pele esverdeada, características marcantes da raça intergaláctica.

Confira:

A série será estrelada por Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, que reprisarão seus papéis como Nick Fury e o Skrull Talos, respectivamente.

Vale lembrar que, recentemente, foi anunciado que Olivia Colman (‘A Favorita’) também está em negociações para se juntar ao elenco.

O elenco ainda contará com Kingsley Ben-Adir (‘Uma Noite em Miami…‘).

Em uma recente entrevista ao Collider, o presidente Kevin Feige explicou por que decidiu transformar a obra em uma série, em vez de um filme.

“Estamos interessados ​​no aspecto da paranoia política de Invasão Secreta e realmente mostrar o espaço com os nossos astros Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, dois atores incríveis que você deseja ter em qualquer série, e temos muita sorte de ter eles conosco. Esse é o tipo de foco principal disso e, é claro, vai se ligar a outras coisas e aos Skrulls de maneiras que você nunca viu antes. Mas queríamos fazer isso como uma série porque nos permitiria fazer algo diferente do que fizemos antes. ”

Será emocionante ver este grande evento de quadrinhos se desenrolar em seis episódios, ao invés de ser reduzido a um filme de duas horas.

“Assim como nem todoso os humanos são ruins, nem todos os humanos são bons. Eu acredito que os Skrulls provavelmente têm essa mesma variedade de moral entre eles,” afirmou o Kevin Feige em entrevista ao ComicBook, em 2019. “Quando eles têm a chance de usar suas habilidades, é algo provavelmente muito tentador. É interessante introduzir esse conceito e ver onde irá nos levar.”

Novas informações sobre a série devem ser divulgadas em breve.