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Batman – O Retorno (1992) | Antes de Michelle Pfeiffer, Saiba Quais Atrizes Quase Viveram a Mulher-Gato

The Batman (2022) já estreou e se tornou um grande sucesso de crítica e público. É seguro dizer que o mais recente filme do Homem-Morcego é o primeiro blockbuster a estrear este ano. Os envolvidos inclusive já discutem a continuação do filme, que recebeu sinal verde da Warner. Em The Batman, a jovem Zöe Kravitz (filha do músico Lenny Kravitz) personifica a vilã, ou anti-heroína, que também serve de interesse amoroso para o herói: a Mulher-Gato. Além, é claro, de seu alter-ego Selina Kyle. Kravitz é a quarta atriz a interpretar a personagem nas telonas, depois de Michelle Pfeiffer, Halle Berry e Anne Hathaway – sem contar Lee Meriwether, que participou da versão para o cinema do seriado dos anos 60 (aquele do Pow! Soc! Bam!, com Adam West).

E Zoë Kravitz foi também a terceira atriz a interpretar Selina Kyle nas telonas – depois de Pfeiffer e Hathaway -, já que por alguma razão a personagem de Halle Berry no tenebroso Mulher-Gato (2004) se chamava Patience Phillips, criada para o filme. Quem sabe já haviam previsto que o filme realmente testaria nossa “paciência” (com o perdão do trocadilho). Seja como for, aqui nesta nova matéria não iremos falar do novo The Batman, e nem mesmo da atuação elogiada de Kravitz como a vilã. O foco é na primeirona, a atriz que estreou a personagem no cinema. Falamos, é claro, de Michelle Pfeiffer. A estrela indicada ao Oscar viveu a anti-heroína no segundo filme do Homem-Morcego nos cinemas, no formato de superprodução: Batman – O Retorno. O filme, dirigido por Tim Burton, segue como um favorito dos fãs, e em 2022 completa 30 anos de sua estreia. Antes de Pfeiffer ser escalada, no entanto, outras atrizes chegaram perto de vestir a roupa preta, justíssima e viscosa da personagem nas telonas. É o que veremos abaixo. Essas são as atrizes que quase foram a Mulher-Gato antes de Michelle Pfeiffer.

Annette Bening

O destino conspirou a favor de Michelle Pfeiffer, eternizada como a Mulher-Gato de Batman – O Retorno (1992), um de seus papeis mais marcantes. Isso porque a atriz originalmente contratada para viver a personagem era Annette Bening, que havia obtido destaque com Os Imorais (1990) e recebido pelo filme sua primeira indicação ao Oscar. O fato sem dúvida chamou atenção dos realizadores do segundo longa do Homem-Morcego, que logo trataram de escala-la para o papel da vilã. Bening na época estava no topo do mundo, aos 34 anos (mesma idade de Pfeiffer) participando só no ano anterior, em 1991, de Culpado por Suspeita (com Robert De Niro), Uma Segunda Chance (com Harrison Ford) e o mais notório, Bugsy (ao lado do marido Warren Beatty) – filme indicado ao Oscar. Mas o destino não quis assim, e Bening precisou deixar a produção devido à gravidez de seu primeiro filho com Beatty, dando espaço assim para Michelle Pfeiffer brilhar.

Jodie Foster

Jodie Foster era outro nome quentíssimo da época, que os produtores queriam trazer para o elenco de Batman – O Retorno como a Mulher-Gato. Atriz mirim dos filmes da Disney, Foster recebeu sua primeira indicação ao Oscar com 15 anos pelo filme Taxi Driver (1976), clássico de Martin Scorsese. Depois disso na década de 80, levaria o Oscar pelo drama sobre estupro Acusados (1989), como atriz protagonista. Fato que ligou a antena dos produtores da Warner. Mas Foster não parou por aí, e em 1991 estrelou O Silêncio dos Inocentes, considerado um dos melhores (ou quem sabe “o” melhor) thriller de todos os tempos – e que lhe renderia uma segunda estatueta de atriz principal. O que acontece é que parte do acordo que a atriz tinha com o estúdio de O Silêncio dos Inocentes era que pudesse dirigir seu próprio filme, que terminou se tornando o drama Mentes que Brilham, sobre uma mãe solteira criando um pequeno menino prodígio. O fato fez a atriz abrir mão do papel da Mulher-Gato.

Susan Sarandon

Curiosamente, Susan Sarandon havia dividido as telas com Michelle Pfeiffer no divertido As Bruxas de Eastwick (1987), produção da Warner que também contou com Jack Nicholson (o Coringa do Batman original). Sarandon também era uma atriz indicada ao Oscar (por Atlantic City) e no ano anterior ao segundo filme do Batman, protagonizou o icônico Thelma & Louise – que lhe rendeu sua segunda indicação ao maior prêmio do cinema. Susan Sarandon é uma atriz conhecida pela sensualidade de seus papeis no início de carreira, então teria sido interessante ver o que ela faria como a Mulher-Gato. De qualquer forma, a atriz desistiria da vaga em prol do dramalhão O Óleo de Lorenzo, que traz Sarandon e Nick Nolte como os pais de um menino com uma doença rara. E a escolha de Sarandon pelo filme da Universal deu certo, já que ela receberia pelo papel sua terceira indicação ao Oscar.

Geena Davis

Por falar em Susan Sarandon e sua Louise, aqui temos a contraparte: Geena Davis e sua Thelma. A outra metade do icônico Thelma & Louise, a atriz Geena Davis igualmente saiu com uma indicação ao Oscar do projeto. Ao contrário da colega, no entanto, Davis já tinha sua estatueta do Oscar (como coadjuvante por O Turista Acidental, 1988), quando participou da obra feminista de Ridley Scott. A atriz já tinha sua cota de filmes famosos na bagagem (como A Mosca) e inclusive já tinha trabalhado com Tim Burton em Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice). Ou seja, parecia uma escolha óbvia para viver a Mulher-Gato. Porém, Geena Davis foi mais uma atriz que dispensou a oportunidade de viver a vilã em carne e osso. No mesmo ano, a atriz vivia uma repórter resgatada de um acidente de avião por um misterioso benfeitor em Herói por Acidente, com Dustin Hoffman e Andy Garcia; mas o filme que a fez desistir de Batman – O Retorno foi outra obra feminista: Uma Equipe Muito Especial, sobre a primeira liga de mulheres jogadoras de baseball, durante a Segunda Guerra Mundial, no ano de 1943 – filme que ainda conta com Tom Hanks e Madonna no elenco.

Lorraine Bracco

Muitos talvez não conheçam a atriz Lorraine Bracco, o nome menos famoso da lista. Mas com certeza muitos conhecem seu filme mais chamativo: Os Bons Companheiros (1990), de Martin Scorsese. Pois bem, Bracco viveu Karen, a esposa de Henry (Ray Liotta), e pelo papel recebeu uma indicação ao Oscar. Foi o que ligou o radar dos engravatados da Warner, que a colocaram na seleta lista das possíveis candidatas para o papel da Mulher-Gato em Batman – O Retorno. Bracco, no entanto, assim como as demais colegas acima, optou por outro projeto ao invés do filme de Tim Burton. Mas ao contrário de Jodie Foster, Susan Sarandon e Geena Davis, que obtiveram sucesso em sua desistência, o filme escolhido por Bracco para protagonizar foi considerado um fracasso. Trata-se de O Curandeiro da Selva, produção da Disney (através da Hollywood Pictures). Mas a verdade é: quem poderia imaginar, certo? Afinal, além de um grande estúdio por trás, o filme ainda trazia o eterno James Bond, Sean Connery, como protagonista, e o mesmo diretor de Duro de Matar (John McTiernan).

Madonna

Uma verdadeira força da natureza, é dito que a musa pop Madonna queria enfiar suas garras no papel, perseguindo a personagem Mulher-Gato com unhas e dentes. Apesar de ficar entre erros e acertos em seus filmes da década de 80, Madonna havia começado os anos 90 com um grande acerto, participando de Dick Tracy (1990), de Warren Beatty, num papel que lembra muito a vilã de Batman. Breathless Mahoney, o papel de Madonna em Dick Tracy, é uma cantora de cabaré para lá de sensual, que seduz o herói, mas igualmente possui um lado sombrio e misterioso – revelado ao final. Ou seja, certamente foi esta personagem que levou a material girl a desejar o papel na Warner. Mas os produtores terminaram optando por Pfeiffer. No mesmo ano, restou para Madonna estrelar o pseudo thriller erótico Corpo em Evidência.

Cher

Por falar em “cantrizes”, Cher é outra colega que dividiu as telas com Michelle Pfeiffer em As Bruxas de Eastwick (1987). De fato, é Cher quem ganha o crédito principal entre as três mulheres do filme, que conta além da morena, com a ruiva (Susan Sarandon) e a loira (Michelle Pfeiffer). Cher era outra estrela de Hollywood que perseguia o papel da Mulher-Gato com bastante afinco. Na época, também conhecida por seus papeis mais dramáticos, Cher já tinha uma indicação ao Oscar pelo drama biográfico Silkwood – Retrato de uma Coragem (1983), com Meryl Streep, e a vitória como melhor atriz por Feitiço da Lua (1988). Ou seja, uma musa conhecida por sua sensualidade, e ainda por cima vencedora do Oscar, Cher se via tranquilamente na corrida pelo papel. Porém, a diva foi outra que terminou sem a personagem em mãos. Cher só voltaria aos cinemas na comédia Fiel, Mas Nem Tanto (1996).

Demi Moore

Uma das mais jovens da lista (tendo a mesma idade de Jodie Foster), Demi Moore também começou sua carreira como atriz mirim, ainda bem jovenzinha. Parte do chamado Brat Pack, jovens estrelas adolescentes que dominavam Hollywood, vide Emilio Estevez, Charlie Sheen e Molly Ringwald, podemos dizer que o divisor de águas na carreira de Demi Moore para a vida adulta foi o romance de outro mundo Ghost – Do Outro Lado da Vida (1990), o qual estrelou aos 28 anos. E apesar de ser uma das atrizes que mais se declaravam ao papel da Mulher-Gato na época, a Warner talvez tenha pensado duas vezes na hora de contratar Moore devido aos três fracassos que ela lançaria em 1991: Nada Além de Problemas (da própria Warner), A Mulher do Açougueiro (da Paramount) e Pensamentos Mortais (da Columbia/Sony). Felizmente, Demi Moore recuperaria o prestígio logo depois, ao protagonizar sucessos como Questão de Honra (1992) e Proposta Indecente (1993).

Sigourney Weaver

Por mais que Sigourney Weaver tenha se interessado no papel da Mulher-Gato e tenha sido cogitada para a personagem, confesso que essa aqui seria uma escolha inusitada. Isso simplesmente porque Weaver é um verdadeiro colosso com seus 1.82 metros de altura – contra os 1.75 metros do protagonista Michael Keaton na pele de Batman. Tudo bem que o “problema” talvez pudesse ser contornado com efeitos e angulações, mas a verdade é que os realizadores talvez tenham percebido logo que isso não iria dar certo. A veterana Weaver, é claro, tinha no currículo franquias como Alien e Os Caça-Fantasmas, além de três indicações ao Oscar. No mesmo ano de Batman – O Retorno, a atriz estrelaria como Ellen Ripley pela terceira vez em Alien³ – então o mais polêmico capítulo da famosa franquia de terror e ficção científica.

Meryl Streep

Meryl Streep pode fazer qualquer papel, até mesmo o Batman”! Esse era um bordão muito proferido pelos cinéfilos sobre a recordista de indicações ao Oscar. De fato, temos certeza de que ela poderia. Mas o que muitos talvez não saibam é que Streep chegou perto mesmo foi de viver a Mulher-Gato no cinema. Ou bem, pelo menos foi severamente cogitada pelos executivos da Warner. Um verdadeiro monstro sagrado, Streep àquela altura já possuía nada menos do que 9 indicações ao Oscar, e duas estatuetas para chamar de sua. Porém, aos 43 anos, contra os 41 anos de Michael Keaton, Meryl Streep foi considerada muito velha para o papel. Só não digo azar o deles, porque ganhamos a atuação definitiva na personagem com Michelle Pfeiffer (aos 34 anos). No mesmo ano, Streep mostrava sua melhor forma física em A Morte Lhe Cai Bem, de Robert Zemeckis.

Brooke Shields

Outra atriz que começou bem novinha, a musa dos anos 80 Brooke Shields obteve sua grande revelação no cinema aos 15 aninhos, ao protagonizar o clássico da Sessão da Tarde, A Lagoa Azul. O problema é que logo em seguida a carreira da jovem estrela iria rapidamente ladeira abaixo devido a uma série de projetos que se mostrariam verdadeiros fracassos, como: Sahara (1983), A Corrida Maluca (1989) e Brenda Starr (1989). E era justamente este último o que a atriz tinha para mostrar em seu currículo na época. Resultado: os realizadores acreditavam que a carreira de Brooke Shields já não possuía a mesma força para viver o papel da Mulher-Gato nas telonas.

Sean Young

Essa aqui vai de bônus. Toda história possui uma heroína trágica, e na trajetória do Homem-Morcego nos cinemas, a atriz Sean Young foi a maior prejudicada. Explico. Young, então conhecida por seus papeis em Blade Runner (1982), Duna (1984), Sem Saída (1987) e Wall Street (1987), havia sido contratada pela equipe para viver Vicki Vale em Batman (1989). No entanto, no início da produção, numa cena a atriz caiu do cavalo e se quebrou, precisando ser substituída às pressas por Kim Basinger. Quando chegou a vez de criar uma continuação para Batman, Sean Young desejava estar no topo da lista para uma nova chance como a atriz feminina principal. E para tanto aparecia em todos os lugares vestida como a Mulher-Gato, numa das campanhas mais agressivas para um papel. A atriz chegou ao ponto de invadir o escritório de Tim Burton e pular em sua frente vestida como a Mulher-Gato. No fim das contas nada adiantou, e Burton escolheu Annette Bening e depois Michelle Pfeiffer.

Artigo | Os 85 anos de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, primeira animação dos estúdios Walt Disney

Nas primeiras décadas do século XIX, os irmãos Wilhelm e Jacob Grimm tornaram-se responsáveis pela criação de diversas narrativas carregadas com uma sutil crítica social e algumas morais bem estilizadas para sensibilizar as crianças em relação aos costumes da época. É claro que, levando em conta o modo como contavam essas histórias, chegamos à conclusão de que tais histórias na verdade eram extremamente cruéis e que, apesar do costumeiro “final feliz”, não abriam mão de alguns sacrifícios sangrentos e chocantes, incluindo a morte dos protagonistas e o total afastamentos da crescente vertente da escola literária Romântica; não é à toa que até hoje seus contos permaneçam no imaginário popular e sofram inúmeras adaptações para a televisão e para os cinemas.

Em 1934, Walt Disney, em iminência de seu incrível império animado, juntou seu time criativo para realizar algumas possíveis investidas nesse panteão fabulesco criado pelos autores alemães; como parte de um novo projeto para expandir a sua “dominação” cinematográfica, tal idealização tornou-se finalmente verdade três anos depois com o lançamento de um marco da História do cinema, Branca de Neve e os Sete Anões’, que não apenas fornecia uma perspectiva mais pura, mas trazia técnicas fílmicas que se popularizam conforme seu sucesso tornava-se global.

É meio redundante discorrer acerca da trama principal – afinal, ela já foi relida tantas vezes que até mesmo a nova geração millenial sabe do que se trata: uma garota de pele branca como a neve e que empresta tal característica para o título, é alvo de invejas de uma poderosa e maléfica governanta, cujo nome restringe-se a apenas Rainha Má. Ela não apenas é uma forte presença que não aceita que sua enteada seja mais bonita e mais perfeita que si mesma, mas é versada nas artes das Trevas e tem como fiel conselheiro e confidente um macabro e poético espelho mágico que claramente serve como uma versão distorcida do guardião, nesse caso da antagonista. Eventualmente, a Rainha manda um de seus subordinados atrás de Branca para matá-la e arrancar seu coração, mas tal figura cede à pureza da nossa heroína e consegue fazê-la fugir até encontrar abrigo em um pequeno e confortável chalé habitado por sete anões muito cômicos e diferentes entre si.

Diferentemente do conto de fadas assinado pelos Irmãos Grimm, a Disney e o diretor David Hand optam por manter-se em um escopo mais maniqueísta. Em outras palavras, não espere um desenvolvimento profundo de cada um dos personagens, mas sim forças conhecidas pelos espectadores e que são facilmente reconhecíveis em uma identidade que trabalha essencialmente com a oposição. Não conseguimos ver, por exemplo, nenhum traço de bondade em relação à Rainha Má, seja em sua forma natural ou em sua transmutação para uma decadente bruxa – que é inclusive adornada com o típico nariz pontudo, a verruga, a boca desdentada e a corcunda. Em contrapartida, Branca de Neve é a própria personificação de toda a justiça que existe no mundo, e seus movimentos são pautados em floreios excessivos que dialogam com os passos de dança performados por bailarinos, especialmente se pensarmos na delicadeza saturada de O Lago dos Cisnes’.

Nem mesmo os coadjuvantes conseguem fugir muito dos arquétipos aos quais são engolfados. Os sete anões têm seus nomes levados ao pé da letra – Zangado, por exemplo, tem uma dura personalidade e vive com uma expressão ranzinza constante, enquanto Dengoso permanece se escondendo em sua longa barba branca, sentindo-se envergonhado por qualquer coisa. Mestre tem um condicionamento pré-estabelecido a ser o líder do grupo, ao mesmo tempo em que Soneca rende-se a uma cômica necessidade de bocejar e dormir o máximo de tempo possível. Isso para não falarmos da breve, porém “necessária” presença do Príncipe Encantado que eventualmente insurge como um ex machina para a resolução da história.

Em termos narrativos, o filme é monótono. Se tirarmos os breves números musicais, não ficamos com muita coisa além de uma trama que se resolve, cronologicamente, em 24 horas. A protagonista foge do castelo, perde-se na floresta, é ajudada pelos animais a encontrar o aparentemente abandonado chalé e então se torna uma espécie de mãe para os anões. Podemos analisar também como o roteiro baseia-se muito em um pano de fundo bucólico, campesino e sobrenatural para resolver cada uma das subtramas, incluindo a infantilização de seus personagens mais velhos – o que torna-se ridículo, por falta de outro adjetivo. A única a realmente ter um protagonismo mais mórbido é a Rainha, agora como Bruxa, que ascende como uma força temível até encontrar a esperada ruína, visto que representa o lado ruim da história.

Apesar desses claros deslizes, é justamente a animação em si que encanta, desde o design metafórico até a evolução tecnológica que representa. A Disney utiliza-se da rotoscopia, ou seja, a criação desse estilo a partir de um filme já gravado, no qual os animadores desenham por cima dos frames. Todas as figuras traduzidas para o escopo imagético são fluidas na maior parte, e o produtor permitiu-se também aperfeiçoar a bruta descoberta feita por Max Fleischer, determinando a estética das animações por inúmeras décadas – até a chegada do chroma-key. E isso não é tudo: as investidas artísticas são incrivelmente miméticas e conversam com pintores e escultores do final do século XIX para diferenciar cada um dos cenários.

Albert Hurter, responsável pela arte-final da obra, contou com uma incrível bagagem cultural para decidir como transpor as páginas do roteiro para a tela. Para tanto, buscou inspiração tanto no ilustrador Arthur Rackham quanto no pintor John Bauer, conhecidos pelo jogo de luz e sombra extremamente impressionista e expressionista, brincando com os conceitos de vida e morte dentro de um cenário fabulesco e mitológico, sempre buscando dialogar com algum aspecto da vida cotidiana para conscientizar o público-alvo. Apesar de abandonar esse moralismo exacerbado, Hurter obtém um sucesso tremendo ao arquitetar sequências de puro terror, incluindo uma antropomorfização naturalista aplaudível, seja pela construção aterrorizante das árvores e dos troncos, ou pela inocência dos pequenos animais.

Branca de Neve e os Sete Anões’ pode não ser o filme mais original do mundo, mas sua importância é inquestionável. Além de ser o real pontapé para o crescimento de um império secular, o longa-metragem tornou-se uma das principais referências para a realização de animações, principalmente por suas estética e técnica modernas.

Ator de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ é escalado em série derivada de ‘The Boys’

De acordo como Deadline, Chance Perdomo (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) foi escalado ao elenco da vindoura série derivada de ‘The Boys‘, , que gira em torno de participantes de uma faculdade para super-heróis jovens adultos.

Por enquanto, não há detalhes sobre o personagem de Perdomo, que entra no lugar de Shane Paul McGhie, que abandonou o elenco recentemente junto com Aimee Carrero (‘Young & Hungry’).

Anteriormente, foi dito que ambos se desligaram do projeto por conta da demora no início da produção, o que estava atrasando suas agendas.

Depois disso, Carrero já foi escalada para ‘The Consultant‘, outra série da Amazon Prime Video, que também conta com Christoph Waltz (‘Bastardos Inglórios’) e Nat Wolff (‘Cidades de Papel’).

Ela também estará no elenco de ‘The Offer‘, minissérie sobre os bastidores de ‘O Poderoso Chefão.

Além da demora, McGhie também estaria insatisfeito com as excessivas alterações em seu personagem após a contratação de novos showrunners, Michele Fazekas (‘Arquivo X’) e Tara Butters (‘Agente Carter’).

Mesmo assim, o astro ainda pode continuar no universo de ‘The Boys‘, mas em um papel completamente diferente no futuro da atração.

Enquanto isso, a Amazon Prime está à procura de uma atriz para substituir Carrero.

Ainda sem previsão de estreia, a trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.

O elenco também traz Jaz Sinclair (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Lizze Broadway (‘Here and Now’) e Reina Hardesty (‘The Flash’).

Lembrando que a 3ª temporada de ‘The Boys’ estreia em 03 de junho.

Recentemente, a Amazon Prime divulgou o novo cartaz da atração, que traz uma arte do Billy Butcher (Karl Urban) com PODERES.

Confira:

Vale lembrar que o novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Em apenas 2 semanas, ‘Batman’ ultrapassa os US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais

Em apenas duas semanas em exibição, ‘Batman‘ já alcançou US$ 505,8 milhões nas bilheterias mundiais.

De acordo com a Forbes, a adaptação dirigida por Matt Reeves faturou US$ 258,3 milhões só nos EUA, somados aos US$ 247,5 milhões ao redor do mundo.

A marca faz do título a maior bilheteria global da Warner Bros na era pandêmica, ultrapassando ‘Godzilla vs. Kong‘, que registrou US$ 468 milhões no início do ano passado.

Entre os principais filmes lançados durante a pandemia, ‘Batman‘ também ultrapassou a conquista de ‘Venom: Tempo de Carnificina’ (US$ 501 milhões) e fica atrás apenas de ‘Velozes e Furiosos 9’ (US$ 721 milhões), ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ (US$ 774 milhões) e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ (US$ 1,87 bilhão).

Lembrando que a adaptação será lançada na China amanhã (18), o que deve aumentar ainda mais a quantia nas próximas semanas.

Com o sucesso, é claro que uma sequência já está em desenvolvimento na Warner, e Reeves confirmou que já teve conversas para retornar à direção.

“Eu realmente acredito no que fizemos e ficaria animado em contar mais histórias… com Colin [Farrell], que vai ser super legal”, compartilhou Reeves ao The Independent. “E estamos trabalhando em outras coisas também, mas começamos a falar sobre outro filme.”

Apesar da empolgação, a sequência deve demorar um pouco.

“Acho que a primeira coisa que eu vou fazer é tirar uma soneca muito longa, a minha ideia desde que eu comecei a fazer o filme é que eu nunca trataria isso como se fosse uma espécie de “capítulo 1”. Porque o capítulo 1 assume e depende que existe mais capítulos. Então, eu queria tornar este filme uma experiência satisfatória para que as pessoas pudessem experimentar uma nova versão de um personagem que o mundo amou por mais de 80 anos.

Acho que se tivermos sucesso nesse, sei que tenho muitas histórias que quero contar e então faremos enfim o capítulo 2, mas mas com a certeza que tivemos nesse uma experiência completa. Vamos ver o que acontece, ver o público assistir e reagir. Espero que eles se conectem ao filme, e se isso acontecer, sim, não vou tirar sonecas como essa que falei durante um bom tempo.”

Reeves, admitiu durante um evento recente a imprensa que estaria aberto a uma reinterpretação do Mr. Freeze mais elaborada, de acordo com a sua visão.

“Me sinto atraído pela ideia ao encontrar a versão fundamentada de tudo. Então, para mim, seria um desafio interessante tentar descobrir como isso poderia acontecer, até mesmo a ideia de algo como Senhor Frio, que é uma história tão boa… Acho que na verdade existe uma versão fundamentada dessa história, que pode ser muito poderosa”, declarou Reeve.

Isso não significa que devemos esperar que o Sr. Frio apareça na sequência, mas as especulações e os rumores começarão a apontar nessa direção logo após ‘The Batman‘ chegar aos cinemas, sobretudo quando cada quadro do filme for analisado.

Diretora de ‘Eternos’ diz que “muitas sementes foram plantadas” para as sequências

Dirigido por Chloé Zhao, ‘Eternos não cumpriu as expectativas da crítica especializada, acumulando apenas 47% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Entre o público, o longa também não surtiu muito efeito, faturando US$ 402 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões.

Mesmo assim, a Marvel Studios ainda está disposta a investir em sequências da adaptação.

E, desde o primeiro momento, Zhao fez questão de deixar pontas soltas que serão amarradas em novas aventuras.

Durante uma entrevista para a Empire, a cineasta disse que:

“Como fã, uma das alegrias é poder sentar e ver como as sementes que você planta podem crescer e dar frutos. E eu plantei muitas sementes com este filme.”

Apesar da rejeição, não podemos negar que a trama introduz elementos que deixam o público curioso para saber onde tudo isso vai dar.

A chegada de Eros (Harry Styles), o irmão de Thanos (Josh Brolin), e a indicação de que há mais Eternos espalhados pela galáxia, são algumas das reviravoltas que prometem abalar o futuro do MCU.

E aí, você está na torcida para descobrir o que podemos esperar dos personagens imortais do MCU?

Vale lembrar que Eternos‘ já está disponível no Disney+!

Confira a nossa crítica abaixo:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Cavaleiro da Lua’: Steven Grant é atormentado por demônio em cena divulgada; Assista!

Através do Twitter, a página oficial de ‘Cavaleiro da Lua‘ divulgou um trecho inédito da vindoura série da Marvel para a Disney+.

Na prévia, Steven Grant (Oscar Isaac) é atormentado pelo deus egípcio Khonshu no que parecer ser seu primeiro contato com a entidade.

Em seguida, o monstro dá lugar a simpática idosa, o que indica que Grant sofre de alucinações.

Confira:

Por conta da trama sobrenatural de ‘Cavaleiro da Lua‘, a série não terá muita relação com os atuais eventos do MCU.

A informação foi revelada pelo produtor executivo Grant Curtis durante uma entrevista para o The Direct.

Além disso, ele confirmou que a trama promete construir o personagem de forma isolada, assim como aconteceu com Homem de Ferro, o primeiro filme da Marvel Studios.

“O que fizemos com ‘Cavaleiro da Lua‘ foi abrir as portas para o misticismo mitológico da Marvel, digamos assim. Até agora, não há muita relação com atual MCU. Ele é um personagem novinho em folha em uma aventura inédita.”

Ele continuou:

“Nós realmente achamos que os fãs vão gostar do que planejamos porque estamos absolutamente abraçando os aspectos sobrenaturais do material original, os rituais e os deuses egípcios, a crença em torno de Khonshu e, principalmente, como ele manipula Marc Spector para fazer sua vontade.”

Por fim, Curtis disse que a série abre inúmeras possibilidades para um lado do MCU que o público ainda não viu.

“Existem vários aspectos do ‘Cavaleiro da Lua‘ que nos deixam animados internamente na Marvel Studios. E um deles é como o potencial do personagem se assemelha ao fizemos com o ‘Homem de Ferro’. Tony Stark também foi um personagem que foi obviamente construído do zero, e acontece o mesmo com Marc Spector, abrindo possibilidades únicas para este universo.”

Lembrando que ‘Cavaleiro da Lua estreia em 30 de março.

Nos quadrinhos, o personagem tem múltiplas personalidades, sendo a do mercenário Marc Spector a principal delas.

No entanto, a sinopse aponta que Isaac vai atuar majoritariamente como Steven Grant.

Confira:

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘driving home 2 u’: Documentário sobre Olivia Rodrigo ganha trailer OFICIAL; Confira!

Disney+ revelou nos últimos meses que a jovem popstar Olivia Rodrigo, um dos maiores fenômenos musicais dos últimos anos, vai ganhar seu próprio documentário na plataforma de streaming – e revelou hoje (17) o trailer completo do especial.

Intitulado OLIVIA RODRIGO: driving home 2 u (a SOUR film)’, a produção explora o processo de criação do álbum de estreia da cantora e compositora, SOUR, que se tornou um sucesso de crítica e de vendas.

O filme tem estreia marcada para o dia 25 de março.

Confira:

Lembrando que Rodrigo se tornou uma das grandes indicadas à próxima cerimônia do Grammy Awards, conquistando nada menos que sete nomeações.

A artista foi relembrada nas categorias de Artista RevelaçãoGravação do AnoMúsica do AnoMelhor Performance Pop Solo por “driver’s license”Álbum do AnoMelhor Álbum Vocal Pop por SOUR; e Melhor Videoclipe por “good 4 u”.

Os vencedores serão anunciados em 03 de abril.

SOUR já está disponível em todas as plataformas digitais e conta com os singles “drivers license”, “good 4 u”, “traitor”“deja vu” e “brutal”.

Confira a tracklist oficial abaixo:

  1. brutal
  2. traitor
  3. drivers license
  4. 1 step forward, 3 steps back
  5. deja vu
  6. good 4 u
  7. enough for you
  8. happier
  9. jealousy, jealousy
  10. favorite crime
  11. hope ur ok

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

No começo desse ano, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100.

‘The Flight Attendant’: 2ª temporada ganha teaser OFICIAL e data de estreia; Confira!

HBO Max divulgou hoje (17) o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de The Flight Attendant, aclamada produção estrelada por Kaley Cuoco.

Além disso, foi revelado que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 21 de abril na plataforma de streaming.

Confira:

Lembrando que o novo ciclo contará com novos nomes no elenco, incluindo: Cheryl Hines (Dot Karlson), Margaret Cho (Utada), Mae Martin (Grace St. James), Jessie Ennis (Jenny), Santiago Cabrera (Marco) e Shohreh Aghdashloo (Brenda).

Sharon Stone (‘Instinto Selvagem’) será Lisa Bowden, mãe de Cassie (Cuoco). Após anos lidando com o alcoolismo da filha – algo que acabou prejudicando a relação entre as duas –, Lisa não tem mais paciência para nada.

Mo McRae dará vida a Benjamin Berry, “um oficial de carreira da CIA que pode ter o péssimo hábito de se envolver um pouco demais com seu trabalho”, enquanto Callie Hernandez e JJ Soria interpretam o casal caçador de recompensas Gabrielle e Esteban Diaz. Gabrielle é temperamental e calculista, e muitas vezes descobre que seus “problemas de controle e de impulsividade atrapalham seu trabalho”. Esteban tenta manter Gabrielle equilibrada “mas frequentemente acaba ficando tão empolgado quanto sua namorada”.

A 2ª temporada vai acompanhar uma Cassie recém-sóbria, vivendo em Los Angeles, “enquanto trabalha como um recurso da CIA em seu tempo livre. Mas quando uma missão no exterior a leva a testemunhar inadvertidamente um assassinato, ela se envolve em outra intriga internacional”.

Criada por Steve Yockey, a série é uma adaptação do romance homônimo de Chris Bohjalia.

A trama segue Cassandra Bowden, que acorda de ressaca em um quarto de hotel em Dubai… com um cadáver ao seu lado, sem saber o que aconteceu. Ao invés de chamar a polícia, ela se junta aos seus colegas de trabalho em um voo para Nova York, onde ela é interceptada por agentes do FBI, que têm algumas perguntas sobre suas recentes atividades. Sem conseguir lembrar o que aconteceu, Cassandra começa a suspeitar que ela pode ser a assassina.

O elenco ainda conta com Zosia Mamet, Michiel Huisman, Rosie Perez, T.R. Knight, Colin Woodell, Michelle Gomez, Merle Dandridge, Griffin Matthews e Nolan Gerard Funk.

Os 5 melhores papéis de Ariana DeBose, estrela de ‘Amor, Sublime Amor’

Ariana DeBose se tornou um dos nomes de maior popularidade nesses últimos meses, em virtude de sua performance incrível no remake de ‘Amor, Sublime Amor’ como Anita.

A jovem atriz já levou diversos prêmios para casa, incluindo um BAFTA, um SAG Award, um Critics’ Choice Award e um Globo de Ouro – e tem chances estupendas de repetir o mesmo feito no Oscar, levando a tão cobiçada estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante.

E, enquanto o papel lhe deu destaque gigantesco no cenário do entretenimento, DeBose já havia dado vida a outros papéis bastante interessantes, dando seu máximo na desequilibrada comédia musical A Festa de Formatura e conquistando nossos corações com seu papel na série ‘Schmigadoon!’.

Pensando nisso, preparamos essa breve matéria especial separando cinco de suas melhores atuações, incluindo teatro, cinema e televisão.

Confira abaixo:

BRING IT ON: THE MUSICAL (2011 – 2012)

Antes de migrar para o cinema e para a televisão, DeBose teve uma carreira de sólido sucesso no teatro – e um de seus primeiros papéis foi no musical ‘Bring It On’. Com músicas de Tom KittLin-Manuel Miranda, a produção é baseada livremente no clássico longa-metragem homônimo dos anos 2000, focando no competitivo mundo das líderes de torcida. Ariana interpretou a cheerleader Nautica na estreia da peça, em Atlanta, e reprisou o papel tanto na turnê nacional do musical quanto na Boradway.

SUMMER: THE DONNA SUMMER MUSICAL (2017 – 2018)

Alguns anos depois de ‘Bring It On’, DeBose retornou com força total aos palcos ao ser escalada como Donna Summer no aclamado musical ‘Summer: The Donna Summer Musical’, contando a história da Rainha do Disco. Interpretando a icônica performer em sua era disco, Ariana conquistou o coração do público e da crítica, faturando nada menos que uma indicação ao Tony Award por sua elogiada rendição – e por seus vocais irretocáveis.

A FESTA DE FORMATURA (2020)

Tudo bem, A Festa de Formatura, adaptação do musical homônimo realizada pela Netflix, pode não ter feito um sucesso grande entre os especialistas – mas certamente vale a pena pelas interpretações de um elenco de peso, incluindo DeBose. Roubando as cenas em praticamente todo o momento que solta sua inenarrável voz, a atriz deu vida a Alyssa Greene, uma líder de torcida que mantém um relacionamento secreto com Emma, a protagonista, mas tem medo de sair do armário e revelar quem realmente é.

SCHMIGADOON! (2021 – PRESENTE)

No ano passado, DeBose foi escalada para a comédia satírica ‘Schmigadoon!’, um musical autorreferenciativo que gira em torno de um casal que, procurando salvar um casamento em frangalhos, vai parar na peculiar cidadezinha de Schmigadoon – presa nos anos 1940 e recheada de performances musicais que acontecem do nada. Aqui, Ariana eterniza Emma Tate, a altiva e sonhadora professora da escola local que foi inspirada em Marian Paroo (‘The Music Man’).

AMOR, SUBLIME AMOR (2021)

O papel que mudou para sempre a carreira de Ariana DeBose não poderia ficar de fora da nossa lista, é claro.

remake de ‘Amor, Sublime Amor’ veio anunciado com certa resistência por parte dos fãs de musicais e da crítica, considerando que são poucas as releituras que funcionam. Felizmente, a condução de Steven Spielberg entregou um clássico instantâneo e recebeu inúmeros aplausos por parte do público, que foi envolvido pela atuação impecável de DeBose como Anita, melhor amiga de Maria e uma das principais articuladores da narrativa. Não é surpresa que ela já tenha ganhado diversos prêmios pela performance (e que esteja perto de levar seu primeiro Oscar para casa).

‘Besouro Azul’: Xolo Maridueña está ansioso para vestir o traje do herói

O filme do ‘Besouro Azul’ está programado para agosto do ano que vem, adaptando a história de Jaime Reyes pela primeira vez no cinema.

E, assim como os fãs, o protagonista Xolo Maridueña (‘Cobra Kai’) está ansioso para descobrir como irá se sentir ao vestir o traje do herói.

Apesar de já ter feito testes de manequim, o astro disse à Teen Vogue que ainda não vestiu o uniforme oficial do personagem e mal pode esperar para que isso aconteça.

“Só consigo pensar em como vai ser emocionante vestir o traje dele pela primeira vez, sabe? Ainda não tive essa chance porque só provei algumas malhas de teste para o meu manequim.”

Em janeiro, o astro disse ao USA Today que estava passando por dietas rigorosas e treinamento pesado para ganhar mais músculos a fim de caber no traje.

“Eles [da Warner Bros] esperam que eu ganhe mais músculos antes do início das filmagens. Essa era a principal exigência quando eu fui escalado. Mas, já vi o uniforme e está incrível. É um momento emocionante para os fãs da DC Comics, ainda mais quando você considera que esse ‎‎filme terá um lançamento cinematográfico.”

Para quem não conhece, Reyes é o terceiro personagem a assumir o manto do ‘Besouro Azul’, depois de Dan Garret e Ted Kord.

O adolescente ganhou seus poderes depois que levou para casa um Besouro Azul encontrado na rua. Naquela noite, ele acaba sendo atacado pelo inseto, que fica alojado na base de sua coluna, criando um traje extraterrestre sobre o corpo do rapaz.

A partir daí, Reyes ganha super velocidade e força sobre-humana, assim como a capcidade de criar armas, asas e escudos.

Criado por Keith Giffen, John Rogers e Cully Hamner, Reyes fez sua primeira aparição nos quadrinhos em ‘Infinite Crisis’ #5 de 2006. Sua própria série mensal estreou dois meses depois, com ‘Blue Beetle’ # 1, em maio de 2006.

Com roteiro de Gareth Dunnet-Alcocer, Besouro Azul’ tem estreia prevista para 18 de agosto de 2023.

O longa ganhou a primeira arte oficial detalhando o visual do personagem durante a DC FanDome.

Confira a imagem divulgada pelo Comic Book:

5 FILMAÇOS que você pode não conhecer mas PRECISA assistir algum dia na sua vida!

Todos os anos chegam diversos filmes maravilhosos ao circuito exibidor dos países e agora também ao gigantesco universo dos streamings. Fica muito difícil sabermos de todos os lançamentos e alguns títulos acabam passando batido. Pensando em reunir alguns longas-metragens que foram lançados anos atrás, segue abaixo uma lista com 5 filmaços que você pode não conhecer mas precisa assistir algum dia na sua vida!

 

 

O Amor é um Crime Perfeito

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Dirigido pela dupla Arnaud Larrieu e Jean-Marie Larrieu, o filme protagonizado pelo conhecido ator francês Mathieu Amalric, O Amor é um Crime Perfeito, é um thriller que às vezes chega a ser cômico, trazendo à luz de maneira nua e crua como o ser humano pode interagir com o incrível desejo da novidade. A necessidade dos diretores de mostrar as verdades dos personagens de maneira impactante geram sequências calientes.

Na trama, passada em uma região gelada na França atual, conhecemos Marc (Mathieu Amalric) um professor universitário de literatura, metido a Don Juan, que adora paquerar suas alunas. As curiosas brigas com sua irmã Marienne (Karin Viard), as perseguições de uma aluna que tem um pai mafioso e a implicância com um outro professor (Denis Podalydès), é envolvido no desaparecimento de sua mais brilhante aluna, Barbara (Marion Duval). Quando tudo caminha para o caos na vida de Marc, ele encontra o amor e o desejo de revigorar sua vida na madrasta dessa aluna desaparecida, Anna (Maïwenn).

 

Jersey Boys: Em Busca da Música

Somos de onde tivermos de ser. Quem diria que chegaria o dia em que um dos reis dos filmes de faroeste norte-americano dirigiria um musical, e o melhor: realizando um trabalho impecável na direção. O novo trabalho do mais que conhecido ator e diretor Clint Eastwood, Jersey Boys: Em Busca da Música é uma deliciosa viagem aos anos 50/60, época em que foi fundado um dos grandes conjuntos de rock que o mundo já viu, o The Four Seasons. A história é narrada de forma divertida pelos personagens, principalmente por Tommy DeVito (grande atuação do ator Vincent Piazza), de longe, o personagem mais carismático da trama.

Na trama, voltamos aos anos 50/60, na cidade de New Jersey, onde conhecemos o encrenqueiro Tommy DeVito que vive de roubos na vizinhança, contrabandos e de música. Seu conjunto musical, vai de mal a pior, tocando em pequenos clubes. Certo dia, convida seu grande amigo Frankie Valli (John Lloyd Young) para ser o novo vocalista da banda e assim o grupo ganha projeção. Para dar o último passo rumo ao estrelato, chega o compositor e tecladista Bob Gaudio (Erich Bergen). Apadrinhados pelo mafioso Gyp De Carlo (interpretado pelo sempre excelente Christopher Walken), o grupo tem uma rápida ascensão e uma queda com grandes consequências. Tem na Hbo Max.

 

Omar

O destino é uma fábula quando não se encontra uma saída para sua própria sobrevivência. Um dos filmes indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro anos atrás, é um retrato marcante e emocionante sobre um tema atemporal que causa dor e sofrimento ano após ano. Omar é muito mais que uma história de amor, é muito mais que um conflito sobre raízes, é um filme sobre traição que mostra que alguns destinos já estão traçados. Dirigido por Hany Abu-Assad e com uma atuação inspirada do ator Adam Bakri, o projeto foi o primeiro filme palestino a ser indicado ao Oscar.

Na trama, acompanhamos a vida de Omar (Adam Bakri), um padeiro que vive com a família na Cisjordânia, ocupada. O protagonista e seus dois amigos de infância, fazem parte de um movimento de libertação e lutam à sua maneira pela liberdade de seu povo. Omar é apaixonado por Nadia, irmã de um desses amigos, e isso sempre o coloca em dúvida de como seguir lutando. Quando uma traição ocorre nesse grupo revolucionário, Omar é preso e precisa decidir de qual lado ele está nesse grande conflito. Tem na Netflix.

 

Miss Violence

O famoso Carl Gustav Jung dizia: “O sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o”. Será, Jung? E vem da Grécia, um dos filmes mais chocantes que entraram em circuito no Brasil anos atrás, Miss Violence. Vencedor de alguns prêmios no Festival de Veneza, a história impactante dirigida por Alexandros Avranas (que também assina o roteiro) fala sobre a violência absurda embutida em uma família grega de classe média cheia de regras e punições. Esse é um daqueles trabalhos que deixarão o público assustado.

Na trama, sem nenhum tipo de introdução, somos guiados para dentro do dia do aniversário de 11 anos da jovem Angeliki, que de repente e sem ninguém entender, se joga da janela da casa onde mora com sua mãe, seus irmãos e avós. A polícia e o serviço social são chamados e tentam a todo custo descobrir a razão desse suicídio. Assim, somos guiados para o cotidiano tenebroso dessa estranha família que tem na figura do avô (interpretado de maneira brilhante pelo ator Themis Panou) a razão de seu mistério. Tem Na Amazon Prime Video.

 

Sobrevivente

Se a sua vida for a melhor coisa que já te aconteceu, acredite, você tem mais sorte do que pode imaginar. Baseado em uma inacreditável história real, o trabalho do bom diretor Baltasar Kormákur, Sobrevivente, é a jornada de um homem em busca de sobrevivência em uma situação deveras extrema. Mas se vocês pensam que o filme se resume a um homem jogado ao mar pela força da natureza, estão enganados! Na verdade o grande clímax do filme acontece quando ele sai das águas geladas e enfrentam o conturbado mundo da ciência.

Na trama, acompanhamos o tímido e querido pescador Gulli (interpretado pelo ator Ólafur Darri Ólafsson), um homem que durante o inverno de 1984 na Islândia se vê em uma situação delicada quando o barco onde estava naufraga nas águas do atlântico norte. Após nadar por inacreditáveis seis horas e enfrentar vários percalços nessa desumana trajetória pela sobrevivência, consegue chegar são e salvo em casa. Mais a dor de Gulli não termina por aí, agora precisa enfrentar a dor da perda dos amigos nesse acidente e a curiosidade de cientistas que insistem em fazer testes para descobrir como foi possível um ser humano viver 6 horas nas águas mais geladas do mundo.

10 Séries FANTÁSTICAS dos anos 2000 disponíveis pelos streamings

Após a chuva de séries dos anos 90, chegaram com grandes expectativas os lançamentos dos anos 2000. Ainda sem a força do universo alucinante das redes sociais, lembrando que o início do facebook por exemplo só veio em fevereiro de 2004, onde hoje em dia o boca a boca virtual, os sites, os influencers nos preenchem com informações do está por vir, fantásticas e impactantes séries foram lançadas e que são lembradas até os dias de hoje. Sendo assim, para te ajudar com algumas dicas, segue abaixo 10 Séries fantásticas dos anos 2000 disponíveis pelos streamings.

 

Lost (Globoplay, Star+)

Um dos mais impactantes seriados de todos os tempos mostrou a saga de um grupo de pessoas de diversos lugares que sofrem um acidente de avião e conseguem abrigo em uma ilha repleta de mistérios. Criada por J.J. Abrams, Jeffrey Lieber e Damon Lindelof esse projeto marcou uma geração de fãs de séries que repercutem o desfecho até hoje.

 

The Big Bang Theory (HBO MAX)

Criada por Chuck Lorre e Bill Prady, ao longo de 12 anos e cerca de 280 episódios acompanhamos o mais famoso grupo de nerds da televisão norte-americano, seus conflitos voltados para a comédia, seus amores, seus dilemas profissionais e seu modo de entender a vida com muita matemática. Vencedor de 10 emmys.

 

One Tree Hill (Globoplay)

Uma série que envolve basquete e uma enorme briga familiar focado em dois irmãos de mesmo pai que se odeiam One Tree Hill, também conhecido como Lances da Vida, ficou no ar na televisão norte-americana entre 2003 e 2012 e emocionou milhares de fãs em todo o mundo com seus dramas e conflitos. Criada por Mark Schwahn e protagonizado pelos atores: Chad Michael Murray, Sophia Bush, James Lafferty e Hilarie Burton.

 

Gilmore Girls (Netflix)

Os dramas e conflitos de uma mãe e uma filha que vive em uma cidadezinha dos Estados Unidos contornam a essência de Gilmore Girls. Protagonizado por Lauren Graham e Alexis Bledel o seriado estreou no ano de 2000 e teve sete temporada e uns episódios especiais que estrearam faz pouco tempo na Netflix. A série marcou a virada na carreira da atriz duas vezes indicada ao Oscar Melissa McCarthy.

 

24 horas (Star+)

Um seriado que veio com uma pequena inovação para sua época, a trama toda se desenrolava ao longo de um dia inteiro ao redor do protagonista, um agente do alto escalão do governo norte-americano, Jack Bauer (Kiefer Sutherland) que precisa salvar os Estados Unidos de ataques terroristas e ainda vive conflitos na profissão e na sua família diariamente. Vencedor de 20 emmys com quase 200 episódios exibidos essa é uma das maiores séries de ação da história da tv norte-americana.

 

Prison Break (Globoplay, Star+)

A fuga da prisão mais conhecida do universo das séries e talvez a primeira temporada mais impactante da história quando pensamos em séries de ação e aventura. Na trama, conhecemos um engenheiro de sucesso que possui apenas um plano de vida: tirar o irmão, que foi condenado à morte, de uma prisão de segurança máxima. Para tal, ele tatua a planta da prisão em seu corpo. Imperdível! Criada por Paul T. Scheuring.

 

Mad Men (HBO MAX, Globoplay)

Ambientada nos anos 60 nos Estados Unidos, mostra mudanças morais e sociais de uma sociedade em eterna mudança através de um executivo de uma das agências de publicidade mais prestigiadas de Nova York. Exibida entre 2007 e 2015, o seriado marcou uma geração de espectadores.

 

A Sete Palmos (HBO MAX)

Indicada a mais de 50 emmys, com seu piloto datado em junho de 2001, Six Feet Under, no original, conta as histórias de uma família que administra uma funerária. O tema de abertura da série foi composto pelo craque Thomas Newman, que inclusive ganhou prêmio. É o primeiro trabalho de destaque do ator Michael C. Hall que anos mais tarde seria o protagonista do aclamado seriado Dexter.

 

Filhos da Anarquia (Star+)

Protagonizado por Charlie Hunnam, Sons of Anarchy, no original, é ambientada na Califórnia onde um grupo de motoqueiros segue suas próprias leis e se envolvem em diversos conflitos. Criado por Kurt Sutter (produtor de outra série fantástica que poderia estar nessa lista, The Shield), a série foi um grande sucesso na televisão norte-americana.

 

Breaking Bad (Netflix)

Uma das séries mais conhecidas da história da televisão norte-americana, Breaking Bad nos mostra a saga de um homem doente, professor de química de um colégio, que vira um poderoso produtor de metanfetamina levando-o a uma jornada infernal sem volta. Vencedora de 16 emmys e considerada por muito a maior série de todos os tempos.

 

 

10 Filmes Água com Açúcar para você se DELICIAR nos streamings

Quem nunca ouviu falar da expressão água com açúcar quando pensamos em filmes? Esse termo, que muitos usam de maneira pejorativa na verdade retrata uma superficialidade que alguns roteiros podem ter sendo demasiadamente convencionais ou até mesmo ingênuos. Isso não quer dizer que a obra em si não vai agradar ou que é o pior filme do mundo. Longe disso.

Para provar que existem agradáveis filmes água com açúcar disponíveis pelo vasto universo dos streamings que estão no Brasil, segue abaixo algumas sugestões.

 

Thi Mai

Até aonde vai o amor de uma mãe na busca pelas concretizações dos desejos de uma filha que não está mais por perto? Escrito pela roteirista Marta Sánchez e dirigido pela cineasta Patricia Ferreira, o longa-metragem espanhol Thi Mai consegue mesclar com muita objetividade as superfícies de momentos cômicos com uma profundidade elegante para falar sobre luto e desejos não realizados. Camuflado de filme água com açúcar, o projeto é sobre a renovação de algum sentido na vida de uma mulher na terceira idade após uma perda terrível. Disponível no catálogo da Netflix.

 

Sem Filhos

A busca pelos sonhos e seus caminhos diferentes para cada indivíduo. Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta mexicano Roberto Fiesco nos mostra sua adaptação a uma comédia homônima espanhola de 2015. Mesmo na água com açúcar, esbarrando em muitos clichês, provoca um pequeno mas válido debate sobre o querer ou não ser pai ou mãe dentro de uma sociedade que muitas vezes impõe seu modo de pensar dentro do senso comum. Há conflitos internos e psicológicos dos personagens como se fossem um escudo para enfrentar as questões da vida até ali. Disponível na Netflix.

 

Sobre Viagens e Amores

A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades. Escrito e dirigido pelo cineasta e um dos maiores reprodutores de emoções profundas para a telona, o italiano Gabriele Muccino, L’Estate Addosso, no original, é um filme que fala sobre a maturidade com que lidamos com as intensas emoções que nos chegam, as vezes com grande surpresa, a qualquer hora de nossos dias. Vencedor do prêmio de Melhor Trilha Sonora no Festival de Veneza 2016, o projeto marca o retorno de Muccino ao mercado europeu, após famosos filmes no universo hollywoodiano. Disponível para aluguel na Apple Tv +.

 

A Incrível Jornada de Jacqueline

Produzido pela turma do sucesso francês Intocáveis (2011), A Incrível Jornada de Jacqueline é o tipo de filme água com açúcar que diverte sem tentar ser nada mais que isso. Essa honestidade do roteiro é louvável, toca em pontos polêmicos apenas na sua superfície e sempre fazendo alguma graça da situação. O carisma do protagonista Fatah (Fatsah Bouyahmed) acaba sendo o grande chamariz da história, que agrada por sua leveza principalmente. Disponível para aluguel na Apple Tv+ e Youtube.

 

 

Amor ao Primeiro Filho

Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências. Escrito e dirigido por Anne Giafferi, Amor ao Primeiro Filho é mais um daqueles filmes água com açúcar que os franceses adoram produzir ao longo dos anos. Na trama, conhecemos o arquiteto de sucesso e hipocondríaco Ange (Patrick Bruel) um mulherengo que no passado não quis assumir uma suposta criança que seria seu filho. Como a vida dá voltas, certo dia, uma farmacêutica de meia idade invade seu escritório e pede uma curiosa ajuda de Ange, para ajudá-la a convencer seu suposto filho a assumir a paternidade de uma criança fruto do relacionamento desse suposto filho com a filha da farmacêutica em questão. Confusão criada, agora Ange precisará passar um apressado processo de amadurecimento para poder resolver todas as questões não resolvidas tanto do seu passado, quanto de seu presente. Disponível na Amazon Prime Video e na Globoplay.

 

Pode Guardar um Segredo?

Nem tão água com açúcar assim. Seguindo na linha dos filmes românticos, nos encontros e desencontros de duas almas perfeitas um para o outro, o longa-metragem Pode Guardar um Segredo? tem tentativas de profundidade em assuntos ligados ao campo profissional e ao campo amoroso mesmo derrapando nos encontros com os clichês que são plantados pelo caminho. Protagonizado e produzido pela atriz nova iorquina Alexandra Daddario. O filme está disponível no catálogo da Amazon Prime Video.

 

Loucura de Amor

A difícil ponte entre os clichês e as inúmeras formas de emocionar o espectador. Simples, objetivo, dinâmico, aventureiro, curioso, amoroso, emocionante. Uma série de adjetivos saltam em nossas mentes logo na abre alas eletrizante, antes mesmo dos créditos, dessa pequena joia divertida espanhola, disponível no catálogo da maior dos streamings, Loucura de Amor. Contando a saga de um homem em busca das descobertas, às vezes hipócritas e desencontradas, para definir o amor acaba se vendo em uma jornada rumo às profundidades desse sentimento, aliado a isso noções quase que educativas sobre a arte de nunca pré julgar a ‘loucura’ alheia. Dirigido por Dani de la Orden com roteiro assinado por Natalia Durán e Eric Navarro.

 

Alguém Avisa?

Quando o amor encontra o medo. Em seu segundo longa-metragem como diretora, a também atriz Clea DuVall, apresenta ao público um filme divertido mas nada muito diferente do que já assistimos por aí. Alguém Avisa?, disponível na HBO MAX, mais que um filme sobre conflitos familiares por não saberem de segredos (clichê mais antigo do mundo em centenas de filmes hollywoodianos) o foco é total em uma crise profunda no relacionamento amoroso das duas jovens. Kristen Stewart e Mackenzie Davis protagonizam esse projeto ambientado em época natalina.

 

Feitiço da Lua

Será que é uma questão de tempo alguém abrir os olhos e desistir do sonho da felicidade? Escrito por John Patrick Shanley e dirigido pelo cineasta canadense Norman Jewison (No Calor da Noite) Feitiço da Lua, Moonstruck no original, nos mostra descontrolados impulsos de corações carentes por uma grande paixão. Os ‘poderes da lua’, uma conexão quase cósmica, faz os personagens refletirem e associarem momentos impactantes de suas vidas à presença dessa quase entidade que ilumina nossos céus todas as noites. Cher está maravilhosa no papel principal, de uma sonhadora descendente de italianos que acredita ser uma grande azarada no amor até encontrar a felicidade de uma maneira bem peculiar. Há simbolismos sobre emoções e um combate louvável ao machismo descarado. Nos bons tempos em que Nicolas Cage brindava os cinéfilos com atuações em filmes inesquecíveis. Disponível para aluguel na Apple Tv+ e no pacote MGM dentro da Amazon Prime Video.

 

Estrelas de Cinema Nunca Morrem

A mágica e fabulosa arte de amar. Baseado em um livro de memórias do ator Peter Turner, Estrelas de Cinema Nunca Morrem (nome pra lá de lindo) nos faz voltar ao tempo do glamour empolgante das grandes estrelas de Hollywood navegando também por meio de seus intensos dramas pessoais e suas histórias de amor. A grande homenageada, Gloria Grahame, ganhadora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filmaço Assim estava Escrito, por meio de suas aflições e conquista da carreira somos levados de volta ao início de uma era mágica. No papel principal, a quatro vezes indicada ao Oscar Annette Bening que mais uma vez apresenta ao público toda sua genialidade como artista. Disponível na HBO Max.

 

 

 

E agora? Netflix vai colocar anúncios e cobrar TAXAS para quem COMPARTILHAR a senha

Não é segredo que a grande maioria dos usuários que assinam os serviços de streaming, geralmente, compartilham as suas senhas com parentes e amigos que moram em outros lugares que não sua residência. Diante disso, a Netflix está tentando encontrar uma maneira de reduzir tal prática, devendo assim implementar uma taxa extra sobre o custo da assinatura para usuários que utilizam o serviço fora de sua rede doméstica.

Esse experimento começará a ser implementado nas próximas semanas, sendo testado primeiro em países como Chile, Costa Rica e Peru. A taxa deste experimento será de aproximadamente 30% do custo da assinatura – no Plano Básico, o valor seria de 4 dólares, para os residentes nos EUA, por exemplo.

“Sempre procuramos facilitar a utilização dos nossos serviços para as pessoas que moram juntas e compartilham sua conta na Netflix, utilizando recursos como perfis separados e outros fluxos em nossos planos Básico e Premium”, escreveu Chengyi Long, diretor de inovação dos produtos Netflix, no blog oficial da empresa.

“Embora seja uma prática comum, alguns usuários ainda se confundem sobre quando e como a Netflix pode ser compartilhada. Devido a isso, as contas estão sendo compartilhadas entre famílias que residem em outros lugares além da residência do assinante, impactando a nossa capacidade de investir mais em novas produções de filmes e séries”, complementou Long.

Outro recurso que será testado pelo serviço é o de transferir perfis para uma conta diferente. Atualmente, a Netflix permite que até cinco perfis diferentes criem suas listas exclusivas, com esses perfis possuindo históricos de visualização próprios e o sistema criando sugestões com base naquilo que os usuários consomem. A transferência de um perfil para uma nova conta permitirá a adição de um membro extra, mantendo o seu histórico para garantir sugestões selecionadas para cada usuário.

“Reconhecemos que as pessoas têm hoje diversas opções de entretenimento, por isso queremos garantir que todos os novos recursos sejam flexíveis e úteis para os nossos membros, cujas as assinaturas financiam todas as nossas produções. Trabalharemos para entender a utilidade desses recursos dos usuários primeiro nesses três países, antes de fazer ou não as alterações em todo mundo.”

Atualmente, não se sabe ao certo quais serão os outros países afetados por esse novo teste ou se a Netflix começará a restringir os acessos, de maneira geral, fora da rede original dos assinantes.

‘Asa Noturna’: Dylan O’Brien diz que não tem interesse em fazer filmes de super-heróis

Já faz anos que os fãs do Asa Noturna fazem campanha para que Dylan O’Brien (‘Maze Runner’) seja escalado para uma versão live-action do herói.

E, embora o apoio dos fãs certamente seja apreciado, parece que O’Brien não tem interesse em interpretar heróis nas telonas.

Durante uma entrevista recente ao The Hollywood Reporter, o astro foi questionado sobre o assunto e reforçou que filmes de heróis não estão nos seus planos de carreira.

“Do jeito que quero abordar minha carreira, não acho que isso beneficiaria o que quero fazer, nem acho que seja interessante para mim.”

Ele continuou:

“Por que não posso ter a liberdade de recusar trabalhos como esses? Filmes de heróis não são o que eu estou procurando na minha carreira. Não quer dizer que eu não esteja aberto à ideia, mas acho que seria um grande mudança de visão para mim. Eu entendo que algumas pessoas não pensam muito sobre isso. Mas assinar um contrato de anos para um mesmo personagem é um compromisso muito grande. Então, é preciso analisar tudo o que vem junto com o papel.”

Por fim, ele deixou claro que não está mentindo que nem Andrew Garfield ao negar sua participação em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

“Filmes de heróis são a moda do momento. E parece que ninguém acredita quando digo que não tenho interesse, as pessoas acham que serei um determinado herói e que só estou despistando. Mesmo quando eu faço questão de dizer que nunca fui escalado em qualquer filme [de heróis], as pessoas ficam tipo: ‘Uau, é hilário ver Dylan mentindo tão bem sobre isso. É óbvio que ele será o Asa Noturna.’ Cara, isso é uma loucura, e parece que os fãs de heróis são obcecados. Eu literalmente não estou sabendo de nada.”

Lembrando que o trabalho mais recente de O’Brien é ‘The Outfit’, thriller de máfia que chega aos cinemas no ano que vem.

Confira:

O filme é escrito e dirigido pelo vencedor do Oscar Graham Moore (‘O Jogo da Imitação’).

Na trama, um alfaiate talentoso e experiente deve enganar um perigoso grupo de mafiosos se quiser sobreviver a uma noite fatídica.

Mark Rylance, vencedor do Oscar pelo drama Ponte de Espiões, estrela o longa-metragem. O elenco também conta com Zoey DeutchJohnny FlynnNikki Amuka-BirdSimon Russell Beale.

Prêmios SongPOP 2022 | VOTE nos seus artistas e álbuns FAVORITOS!

Depois de revelarmos os indicados aos Prêmios CinePOP 2022, chegou a vez de celebrarmos o melhor da música com os Prêmios SongPOP 2022.

Nosso site já apresenta críticas variadas de música, bem como notícias e atualizações sobre shows e festivais, desde meados de 2019 – e, por essa razão, não poderíamos deixar a indústria fonográfica de fora, ainda mais com tantos álbuns e canções que merecem nossa atenção.

Prêmios CinePOP 2022 | Confira a lista de indicados!

Para montar nossa lista, englobamos as produções lançadas entre 01 novembro de 2020 e 30 novembro de 2021, dando destaque não apenas àquelas que foram aclamadas pelos especialistas nacionais e internacionais, mas também a sucessos de público e a obras que ousaram fugir do mainstream.

Ao longo de 15 categorias, selecionamos os melhores dos melhores, desde o retorno do pop-noir de Billie Eilish com Happier Than Ever à estreia impactante de Olivia Rodrigo com SOUR.

Os vencedores serão anunciados no dia 22 de março, mesmo dia das categorias fílmicas.

CATEGORIAS DE VOTAÇÃO DO PÚBLICO

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CATEGORIAS DE VOTAÇÃO DO JÚRI

PRODUTOR DO ANO
FINNEAS
Jack Antonoff
Rogét Chahayed
Ricky Reed
Hit-Boy

ARTISTA REVELAÇÃO
Saweetie
Olivia Rodrigo
The Kid LAROI
Japanese Breakfast
Arooj Aftab

MELHOR COLABORAÇÃO
“Save Your Tears (Remix)”, The Weeknd feat. Ariana Grande
“no body, no crime”, Taylor Swift feat. HAIM
“I Get a Kick Out Of You”, Lady Gaga & Tony Bennett
“Kiss Me More”, Doja Cat feat. SZA
“Lisboa”, ANAVITÓRIA feat. Lenine

MELHOR PERFORMANCE VOCAL
Happier Than Ever”, Billie Eilish
“Easy On Me”, Adele
Death By Rock and Roll”, The Pretty Reckless
“Do I Love You”, Lady Gaga
“Arcadia”, Lana Del Rey

MELHOR ÁLBUM VOCAL
Love For Sale, Lady Gaga & Tony Bennett
Death By Rock and Roll, The Pretty Reckless
30, Adele
Planet Her, Doja Cat
Blue Weekend, Wolf Alice

MELHOR CAPA DE ÁLBUM
MONTERO, Lil Nas X
Jubilee, Japanese Breakfast
As the Love Continues, Mogwai
Show Me How You Disappear, Ian Sweet
Love For Sale, Lady Gaga & Tony Bennett

MELHOR TRILHA SONORA PARA MÍDIA VISUAL
Mães Paralelas, Alberto Iglesias
Duna, Hans Zimmer
Ataque dos Cães, Jonny Greenwood
Encanto, Germaine Franco
A Crônica Francesa, Alexandre Desplat

MELHOR MÚSICA PARA MÍDIA VISUAL
“We Don’t Talk About Bruno”, Lin-Manuel Miranda (compositor) (Encanto)
“No Time To Die”, Billie Eilish, FINNEAS (compositores) (007 – Sem Tempo para Morrer)
“Just Look Up”, Ariana Grande, Kid Cudi, Taura Stinson, Nicholas Britell (compositores) (Não Olhe Para Cima)
“Down To Joy”, Van Morrison (compositor) (Belfast)
“Guns Go Bang”, Jeymes Samuel, Scott Mescudi, Shawn Carter (compositores) (Vingança & Castigo)

MELHOR ESPECIAL MUSICAL
Happier Than Ever: A Love Letter to Los Angeles (Disney+)
One Last Time: An Evening with Tony Bennett and Lady Gaga (CBS)
All I Know So Far (Prime Video)
GRACINHA (Disney+)
Studio 2054 (American Express’ Unstaged)

‘Animais Fantásticos 3’ ganha comercial mostrando o amor de Dumbledore por Grindelwald

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore, terceiro capítulo da saga mágica, ganhou um novo comercial – mostrando o amor de Dumbledore por Grindelwald. Lembrando que o filme chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de abril.

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O professor Alvo Dumbledore (Jude Law) sabe que o poderoso mago das trevas Gellert Grindelwald (Mads Mikkelsen) está se movimentando para assumir o controle do mundo mágico. Incapaz de detê-lo sozinho, ele pede ao magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) para liderar uma intrépida equipe de bruxos, bruxas e um corajoso padeiro trouxa em uma missão perigosa, em que eles encontram velhos e novos animais fantásticos e entram em conflito com a crescente legião de seguidores de Grindelwald. Mas com tantas ameaças, quanto tempo poderá Dumbledore permanecer à margem do embate?

Em entrevista ao ColliderMads Mikkelsen, que foi escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.

“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.

O elenco também conta com Eddie RedmayneJude Law, Dan FoglerAlison SudolEzra MillerCallum TurnerJessica WilliamsRichard CoyleMaria Fernanda Cândido.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

“Meu roteiro FAVORITO”: Roteirista indica que ‘Jogos Mortais 10’ trará de volta John Kramer ainda vivo

Através do seu Twitter, o roteirista Josh Stolberg (‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’) revelou novos detalhes sobre o próximo filme da franquia ‘Jogos Mortais‘, indicando o possível retorno do icônico John Kramer (Tobin Bell).

O roteirista de ‘Espiral‘ e outros dois filmes da saga revelou que o roteiro do novo filme é seu “favorito até hoje”, e divulgou um rumor indicando que a história acontecerá antes dos eventos de ‘Jogos Mortais 3‘, e sua história será contada do ponto de vista de Kramer, enquanto criava as armadilhas.

O cartaz apresenta uma única peça manchada de sangue de um quebra-cabeça na mão de uma mulher, com as palavras: “A última peça do quebra-cabeça”.

“De volta à minha família de terror, polindo o roteiro do próximo ‘Jogos Mortais’. Eu poderia te falar que vai ter muito sangue, mas você já sabe disso. O que posso prometer a vocês é que isso deixará os fãs de John Kramer muito felizes,” declarou Stolberg.

James Wan retornará como produtor pela Atomic Monster.

Não há muitos detalhes sobre o projeto.

Infelizmente, ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ desagradou a crítica internacional. No Rotten Tomatoes, a produção recebeu míseros 37% com base em 170 reviews.

O filme também teve a pior arrecadação da franquia, com apenas US$ 37,7 milhões.

A Lionsgate e a Twisted Pictures vão produzir o novo filme.

Confira o novo trailer:

 

Quase três décadas depois, conheça o poder de ‘O Rei Leão’ no Cinema, nos Games e na Cultura Pop

Não é segredo que a Walt Disney sempre foi sinônimo de qualidade quando o quesito é animações. Seus filmes têm um poder mágico de encantar milhões de pessoas, de todas as idades, no mundo inteiro. E quem viveu a era de ouro dos videogames, no final dos anos 80 e durante toda década de 90, deu a sorte de presenciar o lançamento do filme ‘O Rei Leão’ e todo fenômeno causado por essa que é, até hoje, uma das animações mais emocionantes da Casa do Mickey.

O filme foi lançado tardiamente, em 1994, quando já estávamos caminhando para nova era das animações 3D, pois, pra quem não lembra, ‘Toy Story‘ saiu um ano depois. Já ‘O Rei Leão’ era feito completamente no estilo clássico em 2D, desenhado todo a mão. Isso mesmo, a produção de ‘O Rei Leão’ começou ainda em 1988 e foram anos para chegar naquele resultado impressionante. Com a Disney tomando emprestado diversos elementos da cultura africana, japonesa e inglesa, como ‘Kimba – O Leão Branco‘ e ‘Hamlet‘.

Em pouco tempo, ‘O Rei Leão‘ se tornou a animação que conquistou a maior bilheteria da história, gerando automaticamente linhas de brinquedos, coleções de roupas e adereços e, obviamente, adaptações de videogames. Algo que era muito comum naquela época, antes ou depois de alguma animação da Disney, preparam um game correspondente e lançar nos principais consoles do momento.

The Lion King’, o jogo, saiu ainda no ano de 1994, no dia 8 de dezembro pra ser mais exato, para Super Nintendo e Mega Drive, tanto na América do Norte e Europa quanto no Japão. A paixão pela história de Simba, Timão e Pumba foi mundial, o que deu margem para a Disney idealizar um lançamento simultâneo de escala continental. E esse foi só o primeiro indício de que aquele não era apenas mais um game qualquer da Disney.

Assim como outros títulos da Disney, ‘The Lion King’ também contou com o a Disney Software como parte da sua equipe de desenvolvimento, até para supervisionar e dar o tom da obra em questão. No entanto o principal estúdio a desenvolver o projeto foi o cultuado Westwood Studios, muito conhecido hoje por serem especialistas em incríveis jogos de plataforma, como a série ‘Command & Conquer‘.

Assim como o diretor responsável pelo projeto era o também respeitado Louis Castle, que ficou conhecido quando adaptou, de maneira fiel, o filme de ficção cientifica ‘Blade Runner’ para um jogo point click focado em narrativa, além de colaborar com o lendário cineasta Steven Spielberg em várias produções.

E a ideia da Disney era gerar com o game a mesma sensação do filme, onde vivemos os momentos do leão Simba desde pequeno até crescer e se tornar o conhecido Rei Leão. Passamos então por vários cenários presentes no longa animado e participamos de aventuras inéditas que só quem jogou pôde conferir – por exemplo, duas fases do jogo, Hakuna Matata e ‘Be Prepared’, foram diretamente adaptadas de conceitos e cenários descartados na versão final do filme original. Aliás, antes até de acontecer a série animada do Timão e Pumba, já podemos aqui controlar a dupla nas fases bônus.

No entanto o que salta aos olhos em ‘The Lion King’ é o seu visual arrebatador, que parece uma aquarela pintada a mão. E isso não é à toa, pois o jogo foi realmente desenhado pelos próprios animadores da Disney, nos estúdios Disney Feature Animation, o estúdio das animações oficiais da Disney, onde alguns responsáveis pelo filme também fizeram parte do game. Primeiro desenhavam cada um dos cenários fixos, depois os elementos e sprites utilizados como plantas, pedras, troncos e espinhos – além, é claro, dos animais, que possuem diversos quadros animados, algo bem diferente dos jogos da época.

De fato, o game é bem interativo, animado e possui uma movimentação super fluida, com cada uma das formas do leão se diferenciando. Quando controlamos o pequeno Simba pulamos em cima dos inimigos para atacar, já com o Simba adulto usamos as garras e o rugido pra isso. Uma das coisas mais legais do gameplay é como o Simba escalar as paredes, espinhos e se pendura nas pedras, com animações perfeitas e naturais que parecem ter saído direto do filme.

E se a parte gráfica já estava garantida, o Westwood Studios também tratou de maneira especial toda técnica sonora de ‘The Lion King’, trazendo, primeiramente, as vozes originais de atores renomados como Jeremy Irons no papel do tio e vilão Scar, e James Earl Jones como o pai e rei Mufasa – isso sem mencionar o próprio Jonathan Taylor Thomas, a voz original do Simba.

Já pra trilha sonora, a Disney adaptou diretamente as músicas que faziam parte do filme e álbum lançado, desde as composições do cantor e pianista Elton John quanto as do maestro Hans Zimmer (‘A Origem‘). E mesmo codificada no chip sonoro de cada console, os temas ficaram impecáveis e completamente distintivos. Dá pra dizer que ouvir aquelas músicas em meio toda aventura é como se a gente tivesse fazendo parte do filme.

Muitos se perguntam qual a melhor versão de ‘The Lion King’, bom, não dá pra dizer isso porque tanto a versão do Super Nintendo quanto a do Mega Drive são quase idênticas. A do Mega parece ser um pouco mais rápida, enquanto a do Super Nintendo apresenta animações mais sólidas. O console da Nintendo, pelo chip sonoro avançado da Sony, apresenta uma qualidade de som mais clara, enquanto a do Mega é mais pesada.

De todas as versões, a que mais vendeu ‘The Lion King’ foi a do Super Nintendo, com quase 1,3 milhões de unidades faturadas nos EUA, com a do Mega Drive fazendo menos da metade disso – nessa época o console da Nintendo vendia muito mais que o da Sega, que estava no fim de sua vida útil. A versão especial de MS-DOS atingiu a marca de 200 mil cópias vendidas. As outras versões para os portáteis e consoles anteriores ajudaram bastante, com o próprio Louis Castle afirmando que, somando todas as plataformas, o jogo do Rei Leão tinha passado de 4,5 milhões de cópias vendidas. Um número e tanto para uma produção como essa.

O hoje clássico jogo de ‘O Rei Leão’ continua sendo adorado por “nintendistas” e “seguistas” que fazem questão de jogar nas suas respectivas máquinas antigas e comparar ainda hoje qual é a melhor experiência. Porém, pra galera que ficou com vontade de jogar, as versões de Super Nintendo, Mega Drive e Game Boy foram relançadas na coletânea ‘Disney Classic Games: Aladdin and The Lion King’, saindo em 2019 para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC.

Jared Leto já tem uma desculpa caso ‘Morbius’ FRACASSE nas bilheterias; Saiba qual!

Após uma série de atrasos relacionados à pandemia, ‘Morbius‘ foi adiado sete vezes e finalmente estreará nos cinemas em 31 de Março… e caso seja um fracasso, o ator Jared Leto já tem uma desculpa.

“Se não der certo, temos uma boa desculpa. Esperamos muito tempo para lançar o filme”, revelou. 

Na entrevista, Leto ousou e falou da tamanha importância dos filmes da Marvel, e de super-heróis em geral, para a indústria cinematográfica, sobretudo em meio a esse período pandêmico e de crise.

‎”Olha, se não fosse pelos filmes ‎‎da Marvel‎‎, não sei se os cinemas ainda existiriam… Ao mesmo tempo, parece que não há espaço para todos, e isso começa a se tornar um pouco triste, algo de partir o coração. Mas, sendo honesto, tenho gratidão por esses filmes, porque estão mantendo a experiência do cinema viva.”‎, declarou o Leto.

‎E complementou dizendo que: ”Eu sei como isso era importante para mim quando era jovem, quando fugia para ver alguma coisa no cinema. Essa experiência cultural foi bastante informativa e impactante. Vi filmes nos cinemas que mudaram minha vida.”

Morbius terá classificação para maiores de 13 anos por conta de “intensas sequências de violência, algumas imagens assustadoras e linguagem inapropriada”.

A assessoria da Sony Pictures revelou ao CinePOP que o filme estreia nos cinemas do Brasil dia 31 de março de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Daniel Espinosa (‘Vida’) é responsável pela direção.

Com uma rara doença no sangue, e determinado a salvar outros que sofrem seu mesmo destino, Dr. Morbius tenta uma aposta desesperada. Inicialmente, o resultado parece ser um grande sucesso, mas os poucos uma escuridão consome o médico, que se transforma em um perigoso caçador.

O elenco também conta com Tyrese Gibson, Jared Harris e Matt Smith.