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‘Deadpool e Wolverine 2’? Marvel agenda TRÊS filmes para 2028

A Marvel Studios retirou ‘Blade‘ de seu calendário de estreias e confirmou o lançamento de três filmes para 2028.

Nenhum dos filmes teve seu título revelado.

Confira:

  • 2 de fevereiro de 2028
  • 5 de maio de 2028
  • 10 de novembro de 2028

‘Deadpool e Wolverine’, longa mais recente da Marvel que arrecadou mais de 1 bilhão nas bilheteiras, pode ser um desses filmes, segundo rumores.

De acordo com informações do ComicBookMovie, o projeto ainda não está em fase de desenvolvimento, mas há indícios de que a Marvel Studios está considerando sua produção.

Ainda não se sabe se Shawn Levy retornará à direção, e, como a produção ainda está em planejamento, detalhes da trama permanecem desconhecidos.

Anteriormente, Ryan Reynolds e Hugh Jackman expressaram interesse em voltar aos seus papéis em entrevistas, mas foram cautelosos para não insinuar que algo estava realmente em andamento.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Jennifer Lawrence TOPARIA voltar como Katniss em novos ‘Jogos Vorazes’

A franquia Jogos Vorazes se tornou um verdadeiro fenômeno mundial, conquistando fãs ao redor do globo e transformando a vida de muitos envolvidos na produção — especialmente a da atriz Jennifer Lawrence. Foi interpretando Katniss Everdeen, a corajosa protagonista da saga distópica baseada nos livros de Suzanne Collins, que Jennifer alcançou o estrelato em Hollywood e consolidou seu nome como uma das grandes estrelas de sua geração.

Em uma entrevista concedida à Variety, Jennifer Lawrence reacendeu a esperança dos fãs ao expressar seu carinho pela personagem e seu desejo de retornar ao papel que marcou sua carreira. Quando questionada sobre a possibilidade de reviver Katniss nas telonas, a atriz não hesitou em demonstrar entusiasmo, ainda que sua resposta tenha sido breve e direta:

“Se a Katniss puder voltar à minha vida algum dia, 100%.”

Apesar dessa declaração animadora, a volta da personagem ao universo cinematográfico ainda parece improvável no futuro próximo. Tanto a produtora da franquia, Nina Jacobson, quanto o diretor Francis Lawrence já comentaram publicamente que a trajetória de Katniss teve um encerramento satisfatório e completo. Para eles, a história da heroína foi concluída de forma sólida e coerente, o que torna difícil justificar um novo capítulo com a personagem no centro da narrativa.

Mesmo assim, o carinho do público e o próprio entusiasmo de Jennifer Lawrence mantêm viva a chama da possibilidade — ainda que remota — de ver Katniss Everdeen novamente em ação. Afinal, em se tratando de Hollywood, nunca se pode dizer nunca.

 

13 filmes sobre relacionamentos entre Pais E Filhos – Parte 3

Seguindo em nossa jornada sobre esse tema complicado e bastante abordando de diversas maneiras por inúmeras produções pelo mundo todo ano, dessa vez reunimos filmes da Romênia, Israel, França, EUA, Argentina, um clássico sobre o tema com Christopher Walken e Sean Penn no elenco, até curta-metragem separamos para essa parte 3 de nosso especial.

 

O Caderno de Tomy (Argentina, 2020)

Ame, leia, veja, escute…e pense em mim de vez em quando. Baseado em uma história real, o longa-metragem argentino O Caderno de Tomy é uma história, antes de mais nada, sobre um último desejo de mãe para filho. Abordando temas delicados como a linha tênue entre procedimentos legais e a eutanásia, a difícil tarefa de dizer adeus, o projeto gera muitas emoções pois em nossas vidas já conhecemos ou conhecemos alguém que já conheceu quem teve câncer. Disponível na Netflix, o filme pode também ser definido como uma grande mistura de sentimentos. Escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Sorin.

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

Quando ser corajoso e forte é nossa única opção. Não é um filme fácil, há muita dor pelo caminho dos 84 minutos de projeção. Os diálogos da protagonista com o médico chefe são sinceros, fortes e com uma maturidade gigante. Sedação paliativa ou eutanásia, os contornos dessa linha tênue chegam já no arco final dando bastante profundidade para o polêmico tema.

Por mais que não seja o foco principal, está dentro de outros subtópicos o sentido do relacionamento de pais e filhos. Além disso é algo profundo, dolorido e notório que não é fácil para ela nem para todos ao seu redor. As cenas dos arcos finais deixam nossos corações apertados. O Caderno de Tomy gera muita reflexão sobre o sentido de nossas vidas e o que fazemos com ela.

 

Se Algo Acontecer…Te Amo (EUA, 2020)

Só o amor vence batalhas que durante muito tempo não pensamos em como superar. Como contar os reflexos de uma tragédia através da técnica de animação em menos de 15 minutos? O vazio existencial, a solidão. Uma tristeza que abala o casamento, portas abertas de uma lembrança que machuca mas que mostra uma esperança. Se Algo Acontecer…Te Amo, curta-metragem disponível na Netflix (que legal ter curtas em algum streaming!), busca transformar pequenos minutos em grandiosos momentos contando o recorte de uma família, suas desilusões e algum caminho para a esperança. Escrito e dirigido pela dupla Michael Govier e Will McCormack o projeto transforma a dor em forma de traços e tinta.

Utilizando as técnicas de animação, o drama Se Algo Acontecer…Te Amo mostra uma família que tem sua rotina completamente afetada com lembranças após uma tragédia acontecer com a filha dentro de um colégio norte-americano. Em 12 minutos somos testemunhas de um avassalador recorte de uma família abatida pelo luto.

A sombra, o espírito. A interpretação para tudo o que vemos vem de cada um de nós. Fica forte a tendência de que os sentimentos podem ser identificados como as sombras que vão e vém nesse pequeno grande filme. A paleta de cores se mostra presenta e sem entrelinhas indica o colorido quando geravam lembranças da filha. Govier e McCormack tem um grande méritos de conseguir envolver o espectador do primeiro ao último minuto. Um projeto corajoso e muito emocionante.

 

Uncle Frank (EUA, 2020)

Você vai fazer as coisas como querem que você faça ou da maneira como você quer fazer? Escrito e dirigido por Alan Ball (produtor de seriados de sucesso como A Sete Palmos e True Blood), em seu segundo longa-metragem como diretor, Uncle Frank é sensível recorte passado no início da década de 70 onde um professor universitário não assumidamente gay precisa enfrentar seus grandes fantasmas do passado quando seu pai falece. Delicado e com reflexivos diálogos, o filme percorre todas as dores de um personagem (e os ótimos coadjuvantes) inteligentes e cativantes. Os atores Peter Macdissi e Paul Bettany conseguem extrair de seus personagens todo amor e carinho de uma relação secreta que passa uma grande verdade para o lado de cá da tela. Um emocionante filme, disponível na Amazon Prime.

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

Há uma impressionante linda passagem entre os arcos, harmônicos e com recheio de emoções perdidas ou encubadas principalmente do amargurado protagonista que acaba se descontruindo e se construindo novamente aos nossos olhos. Não chega a ser um road movie mas é um caminho de descobertas, ou, encerramentos de capítulos não terminados de um passado que vivia gritando dentro de Frank. A delicadeza percorre todos os menos de 100 minutos de projeção, mesmo nas partes mais dolorosas como os preconceitos sofridos há uma quebra de hipocrisia com sarcasmos e muitos risos, alguns desses provocados pelo ótimo personagem Wally (o quase desconhecido por aqui, o ator libanês Peter Macdissi em grande atuação).

Fica mais rico ainda o filme se analisarmos pela ótica de Beth, a referência em quase tudo que conhece sobre livros e vivência vem desse tio tão especial para ela, como se fosse uma filha para ele. Uncle Frank não deixa de tocar o ponto principal a todo instante, relacionamentos pais e filhos, na linha do protagonista e na de muitos dos personagens coadjuvantes, seus conflitos e suas escolhas. Um belo trabalho de Bell e cia.

 

Caminhos Violentos (EUA, 1986)

Violência gera violência. Explorando uma relação explosiva entre pai e filho, o cineasta nova iorquino James Foley nos apresenta um longa-metragem repleto de questões que envolvem principalmente questões familiares e a falta de uma maturidade em um início de uma fase adulta conturbada, sem muitas referências. Somos testemunhas de caminhos inconsequentes, violentos em uma primavera de 1978 no interior da Pensilvânia. Vale o destaque também para a trilha sonora, com direito a canção Live to Tell da Madonna. Destaques para as atuações de Christopher Walken Sean Penn.

Na trama, conhecemos Brad Jr. (Sean Penn), um jovem que trabalha com um bico pouco rentável e vive com a mãe, a avó e o irmão em uma simples casa na Pensilvânia. Brad Jr. se apaixona por Terry (Mary Stuart Masterson) com quem deseja fugir da cidade e ter uma nova vida. Mas, ao mesmo tempo, Brad tem em sua vida novamente o seu pai, o bandido Brad Sr. (Christopher Walken) com que começa a ter uma reaproximação que culminará em um desfecho tenso, frio e sangrento.

Baseado em fatos reais, At Close Range, no original, possui um roteiro bem desenvolvido, assinado por Nicholas Kazan. As verdades da vida são colocadas todas expostas, nem toda trama tem um final feliz, como muitas trajetórias inconsequentes e/ou perdidas do lado de cá da telona. O foco é total na relação complicada entre pai e filho, uma verdadeira luta entre a imaturidade e o pensar sem escrúpulos. Toda a trajetória é violenta, desde o abandono da ex-esposa e dos filhos até a maneira como lida com isso e os inconsequentes atos que se seguem. Um filme marcante, com cenas fortes que apresentam ao público uma história chocante, indicado ao Urso de Ouro no Festival de Berlim.

 

Charter (Suécia, 2020)

Se tivesse que escolher, você ficaria com sua mãe ou seu pai? Indicado da Suécia ao próximo Oscar na categoria Melhor Filme Estrangeiro, Charter, escrito e dirigido pela cineasta sueca de 34 anos Amanda Kernell, possui um arrepiante abre alas, um diálogo no escuro que diz muito sobre sentimentos dúvidas/incertezas que veremos ao longo dos intensos 94 minutos de projeção. No início tudo é muito misterioso, aos poucos vamos descobrindo as verdades e alguns porquês (nem todos) sobre como todos os personagens foram parar ali naquela situação complexa que envolve guarda das crianças, a polícia, assistentes sociais, e uma mãe em fuga com os próprios filhos. Um drama profundo, muito bem dirigido. A atuação de Ane Dahl Torp é uma das melhores dos últimos anos quando pensamos em filmes europeus.

Na trama, conhecemos Alice (Ane Dahl Torp) uma mulher que precisou se distanciar dos dois filhos, Elina (Tintin Poggats Sarri) e Vincent (Troy Lundkvist) por alguns meses esperando sair a decisão sobre a custódia das crianças. Mas certo dia, Vicent liga para mãe no meio da noite e isso faz com que ela volte correndo para o lugar onde seus filhos vivem e acaba sequestrando as crianças com destino às ilhas canárias. Mas o pai das crianças, o indecifrável Mattis (Sverrir Gudnason) não deixará barato e aciona a polícia em busca do paradeiro deles.

O roteiro bate na tecla ‘Peso na consciência’ constantemente. Há uma mágoa imensa dos filhos para com a mãe deles. Por conta de escolhas do passado, isso fica evidente com mais clareza quando analisamos as atitudes pela ótica da filha Elina. Mas as demonstrações de arrependimento os une, quando o espírito materno grita, atitudes desesperadas e impulsivas se jogam na tela gerando uma fuga para redescobertas e um entrelinhado pedido de desculpas embutido em cada atitude simpática vindo dessa mãe que se distanciou mas voltou.  Charter é uma poderosa Fita nórdica que fala sobre assuntos importantes que acontecem diariamente no mundo, principalmente quando envolve filhos, pais e separação.

 

On the Rocks (EUA, 2020)

As verdades precisam ser contadas ou descobertas? Analisando um peculiar raio-x da desconfiança na cabeça de uma esposa que se sente afastada do marido, a cineasta Sofia Coppola (que escreve e dirige esse projeto) nos leva em bom ritmo a uma trama repleta de ótimos diálogos mesmo com um clima amargurado que percorre toda a trama. Entre um drink e outro pai e filha nos divertem com diálogos sobre casamentos, o mundo, traições, escolhas, atos machistas. Bill Murray Rashida Jones nos brindam com ótimas atuações. As passagens dos arcos são lindas, metáforas de interseção entre a cidade e os problemas cotidianos entre quatro paredes.

Na trama, conhecemos Laura (Rashida Jones) uma escritora que está em uma péssima fase no seu trabalho e ainda começa a desconfiar da constante falta de tempo do seu marido Dean (Marlon Wayans). Nisso, surge seu pai Felix (Bill Murray) na história, um negociante de artes bem sucedido, sedutor, bom vivant, que acha ser o maior conhecedor sobre relacionamentos da face da terra. E assim, no vai e vém pelas principais ruas de uma nova Iorque que nunca dorme pai e filha tentarão descobrir se há segredos de Dean.

Uma pulga atrás da orelha é uma expressão que se encaixa na vida da protagonista. Em busca da própria aventura, Laura tenta a todo instante analisar cada variável da vida que leva e acaba entrando em constante pane emocional quando vestígios de mentiras aparecem em sua frente. Nessa hora que surge a figura do pai, de cara vemos uma relação pai e filha muito amistosa, resumindo é objetivo e deveras protetor por parte do mais velho. Caricato, porém, exalando carisma, o seu excêntrico Felix vira algo marcante na história, méritos do sempre hilário Bill Murray. Os ótimos diálogos não avançam muito em profundidade e a situação matrimonial ganha contornos de background em alguns momentos.

Mesmo não sendo perfeito, On the Rocks nos apresenta um drama disfarçado de comédia elegante com pitadas sobre um recorte do que acontece entre quatro paredes.

 

Mãe e Muito Mais (EUA, 2020)

Há sempre espaços nas histórias da vida para um final melhor. Camuflado de comédia bobinha Mãe e muito mais, é muito mais que uma historinha água com açúcar. Consegue traçar paralelos reflexivos sobre idade, dúvidas, incertezas dentro de um contexto de amizade que passa de mães para filhos. Escrito e dirigido pela cineasta Cindy Chupack (produtora do famoso seriado Sex and the City) o filme aposta em três recortes de relacionamento mãe x filho diferentes, com três artistas fantásticas que transpiram carisma.  Ao longo de simpáticos 100 minutos, o longa-metragem, que está disponível no catálogo da Netflix, caminha, nem tão raso, nem tão profundo, por assuntos tabus dentro desses relacionamentos.

Na trama, conhecemos as inseparáveis amigas Carol (Angela Bassett), Gillian (Patricia Arquette) e Helen (Felicity Huffman) que viveram a vida toda no interior de uma grande cidade e todas elas presenciaram a formação de cada um dos respectivos filhos delas. Quando em uma conversa argumentam sobre os porquês dos filhos não ligarem no dia das mães, impulsivamente resolvem ir atrás deles, que são amigos, e moram, cada um em sua casa, em Nova Iorque. A partir daí, casa uma delas tentará entender situações, melhorar relacionamentos e aparar problemas do passado pensando sempre em ter um futuro melhor no relacionamento mães e filhos.

Aquela sensação angustiante de ver o filho crescer e se importar pouco com a mãe. Esse raciocínio é a alma das personagens, seus objetivos passam por essa questão e o que o roteiro faz para descascar esse tema é muito produtividade, pois, habilmente, consegue abre abas, como subtemas, para questões existenciais resolvidas dupla, mãe e filho. Andando pelas ruas de Nova Iorque, muito parecido com a sensação de vários outros filmes (clichê mas bem válido), as mamães chegam à encruzilhada de que talvez não possam ser tão perfeitas como elas pensam, nem seus filhos.

Falando sobre traição, sexualidade, síndrome do ninho vazio, questões mal resolvidas de um passado longe mas presente o trio de amigas se descontroem aos olhos mais atentos em busca de um novo norte. Por isso, podemos afirmar que Mãe e muito mais é uma jornada convincente que mostra muito sobre relacionamentos de mães e seus filhos.

 

Tempestade de Areia (Israel, 2017)

Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade. Selecionado como representante de Israel ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2017, Tempestade de Areia, falado todo em árabe, abre mais uma vez os campos de discussões sobre culturas e tradições sobre os direitos da liberdade de escolha na vida das mulheres que vivem cercadas de imposições de costumes. Na linha de frente da história estão duas mulheres corajosas que sofrem com essas imposições. A cineasta israelense Elite Zexer, em seu primeiro longa-metragem, consegue criar um drama delicado recheado de argumentos para discussões sobre o despertar da necessidade de mulheres que não possuem liberdade de escolhas.

Na trama, conhecemos Layla (Lamis Ammar) uma jovem filha de uma família de beduínos (parte de um grupo árabe habitante dos desertos) que consegue convencer seu pai a deixar ela freqüentar a faculdade. Lá, conhece um grande amor e decide tentar resolver sua situação com seu pai Suliman (Hitham Omari), esse que acaba tomando decisões drásticas em relação a isso. Ao mesmo tempo, sua mãe Jalila (Ruba Blal) está irritada com o segundo casamento de seu marido e busca, mesmo em meio aos próprios conflitos, entender a situação de Layla e ajudá-la.

Atrás dos véus, estão duas mulheres fortes e corajosas, mãe e filha. Um conflito ideológico, oriundo de tradições e culturas, é imposto para a jovem Layla. Querendo lutar pelo seu direito de amar quem ela bem desejar, entra em choque com a imposição do pai de arranjar um casamento com quem ele quer. Já sua mãe Jalila viveu todo o drama de não saber com quem iria se casar e sofre atualmente com a preferência do marido para a segunda esposa. Os retratos emocionais se refletem nas situações mostradas, como as necessidades que Jalila passa com suas filhas enquanto a nova esposa do marido tem uma nova casa com geladeira funcionando e eletricidade.

A passividade do pai em alguns momentos chama a atenção. A mãe, figura forte e muito centrada tenta ajudar sua filha em certos momentos mas sempre na dúvida do que realmente quer para ela. Com o sofrimento imposto pelo segundo casamento de seu marido, as prováveis conseqüências de ajudar a filha a ir atrás do destino que ela quer são jogadas para escanteio, prevalece o amor pela filha. As escolhas que são feitas, já no ato final, mostram os conflitos e até onde conseguimos ir pra lutar contra quem amamos.

Vencedor do Grande Prêmio do Júri na categoria World Cinema Dramatic no Festival de Sundance, Tempestade de Areia é um grito de socorro para essas mulheres que vivem presas em conflitos sem poder respirar suas próprias escolhas e conhecer o que é liberdade.

 

Tempestade (França, 2015)

Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos. Vencedor de dois prêmios no aclamado Festival Internacional de Cinema de Veneza em 2015, Tempête, no original, dirigido pelo francês Samuel Collardey, é uma daquelas pérolas sensíveis, raras, que explora a ausência até seu último suspiro. Dúvidas e escolhas são bastante explorados pelos personagens, repletos de indagações e sonhos, quase análogos à incerteza quando estamos passando por uma fase adolescente para a fase adulta. Um recorte maduro sobre a paternidade e a busca por melhores condições para uma família.

Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.

A ausência é um tema importante, explorado com leveza, também acompanha toda a história, os caminhos da maturidade até a responsabilidade, grande dilema do protagonista. Há um certo descontrole quando se vê cheio de tempestades em sua vida, com a eminência da perda da guarda de seus filhos e a decisão de pensar em um trabalho remunerado que o deixe mais presente, em terra, perto deles. Movido pelo amor que tem pelos filhos, o protagonista embarca em uma transformação em sua vida pessoal e profissional, se apegando em seus sonhos para escrever um horizonte cheio de esperança e estabilidade.

Um pai ausente mas amoroso, irresponsável com detalhes da vida mas que ajuda quando está por perto. Dom, personagem marcante, é um retrato de parte da sociedade que na busca pro melhores condições para a família acaba abdicando de momentos importantes na formação dos filhos. Tempestade é um recorte que exala humanidade, duro, transformador quando estamos em um limite de nossas forças e de como todos os dias podemos aprender mais sobre nosso mundo.

 

Um Lindo dia na Vizinhança (EUA, 2019)

A mudança do mundo destruído pelas palavras. Um cotidiano das emoções em forma de declamações, um livro contado sobre a arte das emoções. Baseado em fatos reais, mais precisamente do artigo de Tom JunodCan You Say … HeroUm Lindo dia na Vizinhança, que estreou faz poucos dias no concorrido (por termos muito poucas salas) circuito brasileiro de exibição, navega pelos sentimentos de forma bastante simples que dão a entender algo parecido a original, as declamações de pensamentos nos levam ao instantâneo ato de pensar sobre aquilo buscando referências em nossas próprias vidas. No papel principal o ator Matthews Rhys, em atuação apenas ok. No papel coadjuvante, nosso eterno Forrest. Tom Hanks é um ator diferenciado, sempre em busca dos mais complexos personagens e sempre com maestria para nos contar suas histórias. Somos sortudos por ser da mesma geração desse gênio da arte de interpretar. A direção é da cineasta californiana Marielle Heller (do elogiado Poderia Me Perdoar?).

Na trama, conhecemos um rabugento jornalista Lloyd Vogel (Matthew Rhys, do ótimo seriado The Americans) que após uma ordem de sua chefe, precisa fazer um texto de 400 palavras sobre o famoso apresentador de público infantil, Fred Rogers (Tom Hanks). Conforme vai conhecendo mais a fundo seu entrevistado, o protagonista começa a passar por mudanças profundas na sua forma de pensar e expressar seus sentimentos, principalmente com o recém aparecido pai.

Um Lindo dia na Vizinhança é um projeto peculiar que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência. Não deixa de ter também quebra de certos paradigmas como o olhar para a câmera. A tal da inteligência emocional, a partir da inspiração. Um Lindo dia na Vizinhança é um filme que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência, isso pode acontecer. A paciência é um fator importante. Nas imperfeições, a subtrama do protagonista e sua saga em reconciliar com seu pai seja pouco profunda, quando Hanks sai de cena o filme dá umas despencadas, mesmo Chris Cooper estando ótimo no papel do pai do protagonista.

Onde ir onde quando a alma está ferida? Um fator interessante é que há uma conversa franca com o espectador. Uma grande sessão de terapia que ultrapassa as barreiras da telona. Muitos podem se identificar demais com a história contada, sobre pais e filhos. Psicólogos, psicanalistas, psiquiatras precisam assistir a esse filme. Gera um bom debate.

 

Bacalaureat (Romênia, 2016)

Ética é a concepção dos princípios que escolhemos, moral é a sua prática. Depois de encantar o mundo cinéfilos com filmes como 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, o renomado cineasta romeno Cristian Mungiu volta ao universo cinematográfico, após um hiato de quatro anos, com o profundo longa metragem Bacalaureat, que lhe rendeu nada mais nada menos que o prêmio de melhor diretor no último e badalado Festival de Cannes. Explorando os caminhos tumultuados que um pai precisa tomar para que sua filha tenha uma vida distante dos problemas de onde vivem, Mungiu acaba fazendo uma grande exploração bastante Kantiana traçando um paralelo emblemático entre escolhas e consequências no mundo atual.

Na trama, conhecemos o médico Romeo (Adrian Titieni), um homem de idade mediana que mora com sua mulher Magda (Lia Bugnar) e sua filha Eliza (Maria-Victoria Dragus) em um bairro de classe média de uma cidade da Romênia. Romeo possui uma amante, Sandra (Malina Manovici), por quem possui um carinho enorme. Quando sua filha Eliza sofre uma violência a caminho da escola e isso a impede de completar a tempo questões de uma prova importante para o futuro dela, Romeu precisará caminhar por uma estrada onde uma linha tênue divide as posições da ética e da moral.

Um dos fatores mais interessantes do fantástico roteiro, escrito pelo próprio diretor do filme, é que as ações e consequências que vemos ao longo dos 122 minutos de projeção parecem um grande debate filosófico, pisando em linhas éticas e morais, passando pelo tráfego de influência e manipulação em um sistema de ensino rígido. Todas as peças contribuem para o debate, Romeo é apenas nossos olhos nesse tabuleiro de escolhas, um homem comum, com seus princípios, talvez nada diferente de mim ou de você.

As ações das pessoas influenciam o comportamento do indivíduo. Sem uma mancha no currículo e com uma reputação irreparável, Romeo em poucos dias ultrapassa todos os limites éticos possíveis fazendo com que sua personalidade mude e que as emoções fiquem à flor da pele. As variáveis do protagonista são muito bem exploradas pelas lentes inteligentes de Mungiu, percebemos o constrangimento e a decepção caminharem lado a lado, Romeo fica completamente esgotado. Os embates e diálogos com sua filha são as cerejas no bolo, definindo também uma necessidade de Eliza em trilhar seus próprios pensamentos, se distanciando da proximidade de seu pai e tomando as atitudes que melhor achar.

Bacalaureat, infelizmente, não tem previsão de estreia no Brasil. Uma pena, discutir sobre a maneira de se comportar regulada pelo uso (moral) e os costumes (ética), é um prato cheio para nós cinéfilos que gostamos de traçar paralelos com nossa realidade. Esse filme tem muito de muitos lugares.

 

Um Limite Entre Nós (EUA, 2016)

Mude suas opiniões, mantenha seus princípios. Dirigido e protagonizado pelo genial artista Denzel Washington, Fences fala sobre a vida de um homem, seus conflitos, suas convicções e suas relações conturbadas e cheias de princípios com sua família. Baseado na peça homônima de enorme sucesso escrita por August Wilson (que assina o roteiro), e também protagonizada por Denzel nos teatros (papel que lhe rendeu o prestigiado prêmio Tony em 2010), o longa metragem tem momentos de pura poesia que nos faz pensar a cada minuto sobre nossa vida e nossos sonhos nesse imenso mundo cheio de diversidades em que vivemos. Talvez a cereja do bolo, as atuações de Denzel e Viola Davis são magistrais.

Na trama, ambientado na década de 50 nos Estados Unidos, acompanhamos a trajetória de Troy Maxson (Denzel Washington) um homem analfabeto, que foi preso por anos, e depois trabalhou duro todos os dias para sustentar sua família, de origem humilde, em um bairro familiar norte americano. Frustrado toda vida por não conseguir ter sido um jogador de baseball profissional, com todo o talento que tinha, seu destino lhe reservou outra história e assim ele vive o cotidiano entre um drink e outro, tentando se manter consciente em casa e no relacionamento conturbado que possui com sua mulher Rose Maxson (Viola Davis) e seus dois filhos além de ter que cuidar do irmão Gabriel (Mykelti Williamson), um ex-combatente do exército que voltou com problemas da guerra.

Mesmo falando de assuntos familiares complicados, com a ótica totalmente em cima nas escolhas que o protagonista toma, o filme respira poesia e leveza. As lições que o texto de August Wilson provoca no espectador são inúmeras. As cercas do título fazem total sentido, é o paralelo com Troy que parece ter colocado uma grande proteção em volta de quem os cerca. Mesmo com atitudes impulsivas e seguindo uma regra de disciplina fervorosa, Troy é o retrato de grande parte dos trabalhadores norte americanos de origem humilde na década de 50, esperando por chances que às vezes nunca chegam, lutando contra preconceitos todo dia. Podemos fazer uma analogia com os tempos atuais de crise não só no Brasil mas em boa parte do planeta.

O filme ganha contornos mais dramáticos quando Troy conta a sua esposa Rose, com quem é casado há 18 anos, que terá um filho em breve de uma amante. Essa cena já vale o ingresso, Viola e Denzel não dão só show, dão aula em cena. A partir desse ponto, muita coisa muda na visão de Rose mesmo Troy tentando se manter firme em suas atitudes e as conseqüências que chegam a partir disso, como o distanciamento do filho mais novo que é praticamente expulso de casa certo dia pelo pai.

Fences possui cerca de 140 minutos, e praticamente nem sentimos. Podemos dizer que é um teatro filmado, com poucos cenários e impactantes diálogos. É uma história forte, muito bem escrita e atuada que conta com atuações espetaculares de dois dos melhores atores norte-americanos em atividade. Bravo!

 

Más Notícias para o Sr. Mars (França, 2016)

Os velhos acreditam em tudo, as pessoas de meia idade suspeitam de tudo, os jovens sabem tudo. O novo trabalho do cineasta alemão Dominik Moll (O Monge) é antes de tudo um filme que dita suas regras nas entrelinhas da loucura de uma mente reclusa e exausta dos seus caminhos iguais dia após dia. Explorando bastante seu caricato protagonista, Moll transporta para tela, de maneira bem leve (e muitas vezes bem estranha), as dezenas de possibilidades que o ser humano tem todo dia de acordar e sair da rotina estressante.

Na trama, somos apresentados a Philippe (François Damiens), um analista de sistemas que vive uma vida certinha, cheia de regras e pacata em uma cidade francesa. Perto de fazer quase 50 anos sua ex-mulher, uma repórter famosa de uma emissora francesa,  decide de uma hora para outra se mudar para a Bruxelas, deixando os dois filhos adolescentes para ele cuidar. Só isso já seria impactante em sua rotina mas para deixar mais maluca essa história, Philippe começa a enfrentar problemas no seu trabalho, tendo que trabalhar com um funcionário que vai alterar de vez os rumos dessa história.

É preciso paciência e colocar nossas células cinzentas para buscar as associações que o roteiro também escrito pelo diretor busca explorar. Obviamente, a crise de meia idade é o ponto de start para que o fechado protagonista comece a navegar em sua controlada loucura que afeta (e ele também é afetado) a todos que o cercam, desde os novos ‘amigos’ de trabalho, a ira de um supervisor escandaloso, sua relação com os dois filhos, a distância de sua ex-esposa e o aparecimento em tons fantasmagóricos hilários de seus pais.

Exibido no Festival de Berlim em 2016, esse curioso projeto, tem como protagonista o excelente e versátil ator belga François Damiens.

Corre que dá tempo: 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar!

2026 está chegando, e todas as pessoas que amam séries estão ansiosas pelos próximos lançamentos que chegarão no ano que vem. Mas você assistiu a todas as grandes séries de 2025? Para quem está em seu momento de descanso, entre o natal e o ano novo, e procura uma obra seriada pra conferir nos streamings, fica aqui as 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar.

 

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.

 

Dexter: Ressurreição (Paramount Plus)

Depois de sobreviver milagrosamente a um tiro dado pelo próprio filho na jornada anterior, Dexter (Michael C.Hall) parte rumo a uma nova Iorque que ele não conhece em busca de reestabelecer os laços com seu único herdeiro, Harrison (Jack Alcott). Nesse lugar, cheio de caminhos e reflexões, acaba batendo de frente com um clube de serial killers – um prato cheio pra quem gosta de fazer justiça com as próprias mãos.

 

It: Bem-Vindos a Derry (HBO MAX)

Com um episódio piloto simplesmente brilhante e surpreendente, em It: Bem-Vindos a Derry, ambientado no início da década de 1960, acompanhamos uma série de situações sinistras que ocorrem na cidade de Derry, antes dos eventos de It: A Coisa.

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

Chad Powers (Disney Plus)

Nascido de uma pegadinha feita anos atrás pelo ex-jogador da NFL Eli Manning – vencedor de dois super bowls – para uma série documental da ESPN, o personagem fictício Chad Powers ganhou uma inesperada série – e muito interessante, por sinal. No papel principal, o ator Glen Powell – em ótima atuação – dá vida a um homem frustrado em busca do recomeçar. Com seis episódios em sua primeira temporada, a série convence ao transformar uma fórmula batida – que tinha tudo pra dar errado – em um verdadeiro touchdown!

 

Homem x Bebê (Netflix)

Aos 70 anos, e após uma breve participação no longa-metragem Wonka (2023), o ator e comediante britânico Rowan Atkinson, conhecido por seu inesquecível personagem Mr. Bean, volta a uma grande produção, dessa vez em parceria com a NETFLIX. Homem x Bebê, minissérie curtinha de apenas quatro episódios, apresenta eventos dissonantes na vida de um homem ingênuo mas de bom coração que se vê envolvido em uma situação pra lá de inusitada.

 

Ninguém nos Viu Partir (Netflix)

Ambientado na década de 1960, em Ninguém nos Viu Partir, conhecemos Valeria (Tessa Ia), uma jovem que largou o mestrado e foi obrigada a se casar com o arquiteto Leo (Emiliano Zurita), em um acordo entre as famílias judias que residem no México. O casal tem dois filhos. O tempo passa e Valeria se apaixona pelo cunhado do marido, Carlos (Gustavo Bassani). Após descobrir a traição, Leo, com a ajuda do pai, Samuel (Juan Manuel Bernal), sequestra as crianças e foge para a Europa. Durante muitos meses, Valeria se vê em uma busca cheia de reviravoltas, movida pelo sonho de voltar a ver as crianças.

 

O Monstro em Mim (Netflix)

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

 

O Naufrágio do Heweliusz (Netflix)

Era o início do ano de 1993, na Polônia. O enorme cargueiro MS Jan Heweliusz, construído no final da década de 1970, se preparava para mais uma jornada atravessando o Mar Báltico. A bordo, mais de 60 pessoas – entre passageiros e tripulantes. Durante uma manobra arriscada – mas necessária diante das condições que se estabeleceram –, a embarcação começou rapidamente a afundar, se tornando um dos maiores desastre marítimos europeus.

 

Stranger Things (Netflix)

Submetida a experimentos por um cientista que a roubou de sua mãe, Eleven tem super poderes e pode controlar objetos com a mente. Ao longo das temporadas de Stranger Things vamos conhecendo melhor sua trajetória no passado, já rumando para um presente onde seus amigos precisarão de seus poderes para vencer o mal.

De Ellen DeGeneres a Jon Favreau: Os Atores que QUASE viveram os astros de Friends

Um verdadeiro marco para as comédias comportamentais na TV (as chamadas sitcoms), a série Friends definiu uma geração e continua a conquistar novos adeptos mesmo quase 20 anos depois de seu encerramento. Não é exagero dizer que o programa criado por David Crane e Marta Kauffman se tornou um fenômeno cultural ultrapassando barreiras territoriais e conquistando o mundo – isso numa época anterior ao que temos hoje com a globalização da internet. Quando Friends foi ao ar em 1994, as TVs por assinatura (a cabo ou antenas) ainda estavam engatinhando no Brasil, por exemplo. Assim, impressiona ainda mais sua escalada midiática.

A ideia de ter seis amigos solteiros, três homens e três mulheres, na faixa dos vinte e poucos anos, morando em Nova York e dividindo apartamentos, enfrentando problemas financeiros, de relacionamento e profissionais era uma proposta moderninha, mas bem real para a época. Diferente dos demais programas a abordarem tal tópico (como por exemplo Seinfeld, que havia estreado em 1989 debaixo de uma audiência baixa – correndo risco de ser cancelado antes de mostrar seu verdadeiro potencial), Friends tinha um clima mais pop, arrojado e falava diretamente com diversas faixas etárias, desde crianças, adolescentes e jovens adultos. Este foi o segredo da fórmula de sucesso que continua a gerar fãs hoje em dia. Curiosamente, o título original não era sequer Friends e o piloto foi gravado com o nome Insomnia Cafe (Café da Insônia) e Six of One (Seis de Um), já pensou?

No ar por 10 temporadas até 2004, recentemente a HBO Max trouxe um presentaço para os fãs em seu acervo (onde constam todas as propriedades da Warner, sejam filmes ou na TV): a tão aguardada reunião dos amigos na frente das telas. Friends: The Reunion junta pela primeira vez desde o encerramento da série Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer para, ao lado de convidados muito especiais, realizar uma jornada na lembrança, revivendo alguns dos momentos mais especiais do programa. Pensando nisso, decidimos colocar os holofotes mais uma vez nesta comédia tão querida, trazendo uma matéria diferente. Aqui iremos conhecer os atores que quase viveram Rachel, Ross, Joey, Monica, Chandler e Phoebe no lugar dos intérpretes que tanto amamos no papel. Certamente seria uma série bem diferente. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Rachel Green – Téa Leoni

Jennifer Aniston foi a atriz que conseguiu mais destaque dentro do elenco de seis protagonistas. A atriz imediatamente engatou filmes no cinema e se tornou uma das queridinhas de Hollywood para comédias românticas. Aniston não foi, porém, a primeira escolha para o papel de Rachel. Sua colega de elenco Courteney Cox foi quem recebeu a proposta inicial para a personagem, decidindo ficar com o papel de Monica ao invés. Assim, os criadores foram atrás de Téa Leoni (Jurassic Park III), que recusou o papel, preferindo se tornar protagonista solo de seu próprio seriado de comédia, The Naked Truth (1995-1998). Leoni voltaria à TV em 2014 no seriado Madam Secretary, da CBS, que durou até 2019. Outra que quase conseguiu o papel, e chegou na reta final dos testes, foi Elizabeth Berkley, então conhecida pelo programa juvenil Saved By the Bell – Galera do Barulho (1989-1992). Eventualmente, Aniston foi a preferida e Berkley seguiu para estrelar o polêmico Showgirls (1995).

Monica Geller – Janeane Garofalo

Como dito, antes de eternizar a “maníaca” com TOC de limpeza e organização Monica, a atriz Courteney Cox havia sido oferecida a personagem Rachel. Por outro lado, o criador David Crane disse ter criado Monica pensando especificamente na atriz Janeane Garofalo, rainha dos dramas românticos indie dos anos 90. Garofalo, amiga e ex-companheira de Ben Stiller na vida real, recusou o papel de Monica na série e foi estrelar Caindo na Real (1995), o filme de Stiller, protagonizado por Winona Ryder e Ethan Hawke, que fez sucesso com jovens alternativos da época. Outra atriz que quase ficou com o papel antes de Cox foi Jamie Gertz, conhecida por diversos filmes que marcaram a década de 80, como o clássico de vampiros Os Garotos Perdidos (1987). Após perder o papel, Gertz partiu para estrelar o filme sobre caçadores de tornados produzido por Steven Spielberg, Twister (1996).

Phoebe Buffay – Ellen DeGeneres

O papel da amalucada de alma hippie Phoebe ficou eternizado pela performance da loirinha Lisa Kudrow. Antes de cair em suas mãos, porém, a personagem era tida como a mais disputada do programa, gerando centenas de testes de atrizes no período. Algumas das mais famosas foram a comediante ruivinha Kathy Griffin e a altíssima Jane Lynch, que ficaria conhecida pelo papel da professora Sue na série Glee (2009-2015). Porém, dentre as candidatas para viver a cantora da música “Smelly Cat” na série a que mais se destaca é a apresentadora Ellen DeGeneres. Sensação da TV atual, antes de ter seu próprio talk show com auditório, Ellen era conhecida como humorista e atriz. Não ter conseguido o papel de Phoebe em Friends terminou sendo bom para DeGeneres, já que no mesmo ano ganharia sua própria série para estrelar (intitulada Ellen), onde ainda no início da década de 90 pôde revolucionar ao assumir sua opção sexual tanto dentro quanto fora das telas.

Joey Tribbiani – Vince Vaughn

Favorito de muitos fãs, Joey é burro como uma porta, mas tem o maior coração do grupo. Mulherengo e comilão, o descendente de italianos incialmente era planejado para ser um personagem meio canalha e babaca. Uma vez contratado, Matt LeBlanc perguntou aos escritores por que os outros seriam amigos dele com essas características duvidosas? Assim o personagem ganhou qualidades, digamos, mais amistosas. Antes de LeBlanc, Hank Azaria testou para o papel e disse que foi o único que precisou testar mais de uma vez. Azaria ficaria conhecido por dublar diversos personagens na série animada Os Simpsons e participaria de Friends no papel de David em cinco episódios. Outro ator notório que quase ficou com o papel de Joey foi Vince Vaughn, que apesar de não ter conseguido o papel se tornou um verdadeiro astro do cinema no gênero da comédia. Já imaginou como seria o grandalhão no papel de Joey dizendo “How ‘u doin?”. No entanto, os responsáveis pela escalação disseram que ninguém testou melhor para o personagem do que LeBlanc.

Chandler Bing – Jon Favreau

Chandler é o brincalhão do grupo, e nas palavras do próprio, usa o humor como autodefesa. É difícil imaginar outro senão Matthew Perry no papel. Mas a primeira opção dos realizadores foi pelo então apenas ator Jon Favreau. Hoje, um diretor e produtor estabelecido e responsável pelos sucessos da Disney, vide O Mandaloriano, além, é claro, de ter construído as bases para o Universo Marvel no Cinema com os dois primeiros Homem de Ferro. Em meados da década de 90, no entanto, Favreau tinha outros planos para sua carreira, e recusou o papel de Chandler na série. Logo depois, ganharia destaque pelo roteiro e protagonismo de Swingers – Curtindo a Noite, primeira peça rumo ao seu estrelato. Curiosamente, Favreau viria a participar de alguns episódios de Friends na pele de Pete Becker (em 1997), o namorado milionário de Monica. Outro que fez teste para Chandler e que parece ter mais a ver com o personagem foi Jon Cryer. O ator não conseguiu o papel, mas dez anos depois marcaria com seu próprio seriado de sucesso em Dois Homens e Meio (2003-2015).

Ross Geller – Eric McCormack

Diferente dos demais colegas membros do elenco, David Schwimmer não teve muita concorrência para o papel do Dr. Ross Geller e foi o primeiro contratado para ser um dos protagonistas da série. Mas apesar do favoritismo de Schwimmer, outros atores chegaram a fazer teste para o papel, entre eles o mais notório foi Eric McCormack – que depois ficaria conhecido como Will, o advogado gay da revolucionária e representativa Will & Grace (que retornou para novas temporadas atualmente, após sua estreia no fim da década de 90). Ross Geller é o nerd de plantão do grupo, doutor em paleontologia, ele tem a segurança de um emprego no museu de Nova York, o qual mantém ao longo de toda sua trajetória. Em questão de relacionamentos pessoais, Ross não é tão bom assim. Com uma atitude derrotista, o personagem ficou conhecido no início do programa por carregar uma “nuvem negra” em cima da cabeça. Curiosamente, Schwimmer viria a participar do revival de Will & Grace, atuando ao lado de McCormack (que quase viveu Ross).

‘The 100’: Criador afirma que 5ª temporada da série não terá triângulos amorosos

Apesar de ter tido grande destaque na primeira temporada, o criador da série ‘The 100‘, Jason Rothenberg, afirmou que o quinto ano não contará com triângulos amorosos.

“Eu não gosto de triângulos amorosos”, Rothenberg disse ao TV Guide, afirmando que a relação entre a Clarke, o Finn e a Raven, na primeira temporada, foi o mais perto que a série se aventurou neste território.

No entanto, apesar de não haver triângulos amorosos, a 5ª temporada promete mostrar mudanças radicais nas relações entre os personagens. O novo ano se passará 6 anos no futuro, e mostrará como este tempo afetou cada indivíduo.

 

A 5ª temporada de ‘The 100‘ retornará no dia 24 de abril.

‘Brinquedo Assassino’: Foto dos bastidores destaca os efeitos práticos do remake

O remake de ‘Brinquedo Assassino‘ ganhou uma nova imagem dos bastidores, revelando o animatronic que dará vida ao icônico vilão.

Confira:

O elenco inclui Aubrey PlazaBrian Tyree HenryGabriel Bateman, Beatrice Kitsos Ty Consiglio.

“A trama segue uma mãe (Plaza) que dá de presente ao seu filho (Bateman) um boneco em seu aniversário, sem saber de sua natureza sinistra.”

Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘) é o diretor, com um roteiro de Tyler Burton Smith.

O longa ainda conta com os mesmos produtores de ‘It: A Coisa‘, David Katzenberg e Seth Grahame-Smith.

O remake de ‘Brinquedo Assassino‘ será lançado nos cinemas no dia 21 de junho de 2019 nos EUA, mesmo dia de ‘Toy Story 4‘.

‘The Resident’: Incêndio no hospital no trailer da 3ª temporada; Assista!

A FOX divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada de ‘The Resident‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 24 de setembro.

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘Lovecraft Country’: Monstro ataca no trailer LEGENDADO da nova minissérie da HBO

HBO divulgou um novo teaser legendado de ‘Lovecraft Country’, minissérie produzida por J.J. AbramsJordan Peele.

Confira:

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

A série será lançada em agosto, sem data definida.

‘Archenemy’: Sci-fi com Joe Manganiello ganha data de estreia em vídeo

A ficção científica ‘Archenemy‘, estrelada por Joe Manganiello (‘True Blood‘), finalmente teve sua data de estreia em vídeo divulgada.

Nos EUA, o longa será lançado em DVD e Blu-Ray no dia 16 de fevereiro, pela RLJE Films.

Dentre os bônus especiais, o disco incluirá um making-of da produção.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Adam Egypt Mortimer, do elogiado ‘Daniel Isn’t Real‘.

Max Fist é um herói de outra dimensão que é viaja pelo tempo e espaço e acaba caindo na Terra. Ninguém acredita em sua história, expecto por um jovem chamado Hamster. Juntos, eles enfrentam traficantes e o seu chefe para ajudar a recuperar a cidade dos bandidos.

O elenco ainda conta com Glenn Howerton, Skylan Brooks, Amy Seimetz, Zolee Griggs e Joseph D. Reitman.

‘Atividade Paranormal’: A maldição renasce no teaser SINISTRO do reboot; Confira!

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser do reboot de ‘Atividade Paranormal‘, intitulado ‘Paranormal Activity: Next of Kin‘.

Confira:

Vale lembrar que o novo filme será lançado direto no serviço de streaming da Paramount+, em outubro de 2021.

Anteriormente, o produtor Jason Blum havia confirmado que o novo filme será um reboot da história original.

“O novo filme já foi finalizado! Eu provavelmente não faria [uma nova sequência], mas a Paramount queria dar continuidade à franquia ‘Atividade Paranormal’. Eles queriam seguir em frente, mas já que era para desenvolver mais uma filme, não podíamos fazer mais do mesmo. Então eu realmente encorajei todas as pessoas envolvidas a pensarem em algo novo.”

Ele completa, “Muitas pessoas que forem assistir o novo filme tinham apenas 3 anos quando o primeiro filme foi lançado, então eles nem conhecem esses filmes mais antigos. Pensei que seria melhor recriar algo do que tentar expandir o que fizemos há tantos anos.”

Emily Bader, Roland Buck III, Dan Lippert e Henry Ayres-Brown estrelarão o reboot.

William Eubank, de ‘Ameaça Profunda‘, será responsável pela direção.

O filme está sendo descrito como uma “reformulação inesperada” da franquia, com roteiro a encargo de Christopher Landon.

“Estou escrevendo o novo Atividade Paranormal. Estamos reiniciando a franquia. Estou super empolgado com o diretor que escolhemos. Ele é um cara. Ele é incrível!”, disse Landon ao Dread Central. 

Landon dirigiu ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ e foi responsável pelos roteiros do 2º ao 5º filme da franquia.

‘A Fera’: Idris Elba enfrenta leão assassino GIGANTE no trailer do terror

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer do terror de sobrevivência ‘A Fera‘ (Beast), estrelado pelo Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de agosto.

Baltasar Kormákur (‘Sobrevivente’) é responsável pela direção.

“O viúvo Dr. Nate Samuels (Elba) viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los”.

O elenco ainda conta com Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Iyana Halley (‘O Ódio que Você Semeia’) e Leah Sava Jeffries (‘Empire’).

O roteiro, baseado em uma ideia de Jaime Primak-Sullivan, foi escrito por Ryan Engle (‘Rampage: Destruição Total’).

‘O Gigante Enterrado’: Guillermo del Toro vai dirigir nova animação em stop-motion da Netflix

De acordo com o Deadline, Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’) vai dirigir uma nova animação em stop-motion para a Netflix, intitulada ‘O Gigante Enterrado‘ (The Buried Giant).

A produção será lançada no livro homônimo de Kazuo Ishiguro.

A trama segue um casal de idosos britânicos, Axl e Beatrice, vivendo em uma Inglaterra fictícia pós-Arturiana, na qual ninguém é capaz de reter memórias de longo prazo.

“‘O Gigante Enterrado’ continua minha parceria em animação com a Netflix e nossa busca pelo stop-motion como uma forma de contar histórias complexas e construir mundos sem limites. É um grande honra e responsabilidade dirigir essa adaptação do livro extremamente profundo e imaginativo do Kazuo Ishiguro,” declarou del Toro.

Del Toro irá coescrever o roteiro ao lado de Dennis Kelly, além de também servir como produtor.

Novas informações serão divulgadas em breve.

Roteirista lamenta o CANCELAMENTO de série com Courteney Cox: “Sinto muito por aquele final”

Através do seu Twitter, a roteirista Kay Reindl quebrou o silêncio sobre o cancelamento de ‘Shining Vale‘, série cômica de suspense estrelada pela Courteney Cox (‘Pânico’).

Ela agradeceu a oportunidade de trabalhar na produção e se desculpou pelo desfecho aberto da narrativa que permanecerá sem uma conclusão apropriada.

“Essa foi uma experiência incrível! Se você ainda não assistiu a série, já pode conferir todos os episódios. Sinto muito por aquele final,” declarou.

Vale lembrar que a segunda temporada não teve o benefício de um circuito promocional tradicional, pois foi lançada durante a greve dos atores após a estreia da primeira temporada em 2022, o que impediu as estrelas de divulgarem o projeto. Isso potencialmente complicou a recepção geral da série.

Quatro meses após os eventos da primeira temporada, o seguro da Pat acaba e ela é liberada mais cedo do hospital psiquiátrico. Após retornar para casa, ela está determinada a proteger sua família, mas logo percebe que seus filhos não precisam de sua ajuda, Terry não se lembra dela e, para piorar a situação, Ruth – nova vizinha da Pat – se parece exatamente como a Rosemary. Eventualmente, a cada começa a revelar segredos chocantes de seu passado sombrio.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Mira Sorvino falou sobre a série de terror cômico e contou como é trabalhar com a Courteney Cox (‘Pânico’).

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A história gira em torno de Patricia “Pat” Phelps (Cox), uma criança perturbada que se tornou viciada em drogas e em álcool, conseguindo superar seus problemas ao escrever sobre a traumática infância. Agora trilhando o percurso de uma romancista de sucesso, Pat se vê com alguns dilemas: ela não consegue arranjar a fórmula certa para escrever uma sequência, seu marido está ausente e seus filhos adolescentes parecem odiá-la. Como ela pode dar a volta por cima? Mudando-se para os subúrbios, onde descobre que atrocidades terríveis aconteceram, e eventualmente perceber que foi alvo de uma possessão demoníaca. 

Showrunner indica nova raça Xenomorfos na série ‘Alien: Earth’

Em entrevista ao Deadline, o showrunner Noah Hawley (‘Legion’) indicou que poderemos ver uma nova raça de Xenomorfos na vindoura série ‘Alien: Earth‘, que está sendo desenvolvida pelo canal FX.

O roteirista comentou sobre a possibilidade de um visual diferente para o icônico alienígena ao não ser gerado a partir de um hospedeiro humano.

“Há algo muito interessante na ideia de ver um Xenomorfo solto na natureza da Terra com seus próprios olhos. É muito assustador pensar nessa criatura existindo aqui conosco. Não posso dizer em qual circunstâncias veremos o Alien na série, mas garanto que ele irá aparecer – e você vai querer trancar suas portas naquela noite. Foi muito interessante incorporar algumas das minhas próprias ideias ao design da criatura, ainda que tenha mantido a silhueta intacta, porque alterá-la seria um sacrilégio.”

Ele completa, “Mas alguns dos elementos que conhecemos, seja lá quem é o hospedeiro, isso resulta na criatura final. Eu só queria explorar um pouco mais sobre isso para tornar a série o mais assustadora possível.”

Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

A produção se passará 30 anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien – O 8º Passageiro‘.

A história da série se passará no planeta Terra, 70 anos no futuro, e focará na empresa Weyland-Yutani Corporation e sua corrida para a criação de novos androides.

Sydney Chandler estrelará como Wendy, um híbrido meta humano que tem um cérebro e consciência de uma criança em um corpo adulto.

Através do seu Instagram, Chandler revelou que as filmagens foram encerradas.

As gravações estavam acontecendo na Tailândia no primeiro semestre de 2024, com a produção tendo sido originalmente iniciada no verão norte-americano do ano passado – antes de ter sido interrompida por causa da greve dos atores em Hollywood.

Confira a publicação:

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco ainda contará com Sydney ChandlerBabou CeesayJonathan AjayiErana James, Lily NewmarkDiêm CamilleAdrian EdmondsonTimothy OlyphantDavid RysdahlEssie Davis, Alex LawtherSamuel BlenkinAdarsh Gourav, Sandra Yi Sencindiver e Moe Bar-El.

Ridley Scott, diretor do filme original, servirá como produtor do série.

Além da série, a franquia também ganhará um novo filme. O longa será dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), e está sendo descrito como uma “história independente e original”.

‘Um Filme Minecraft’ ganha data de estreia no Max; Confira o trailer DUBLADO!

O Max finalmente anunciou quando a adaptação live-action ‘Um Filme Minecraft‘ será lançada em seu catálogo brasileiro.

O longa chegará ao serviço de streaming no dia 20 de junho.

Na trama, um portal misterioso atrai quatro desajustados para o Overworld, uma terra das maravilhas bizarras e cúbicas que prospera com a imaginação. Para voltar para casa, eles têm que dominar o terreno enquanto embarcam em uma missão mágica com um construtor inesperado chamado Steve.

Sucesso nos cinemas, o filme se tornou a maior arrecadação hollywoodiana do ano – ultrapassando a marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Confira a lista com todos os recordes domésticos, internacionais e globais quebrados na estreia de ‘Um Filme Minecraft’

Confira o trailer LEGENDADO da 4ª temporada de ‘FROM: Origem’

A MGM+ divulgou o trailer completo da 4ª temporada da série de terror ‘Origem‘ (FROM).

Confira legendado e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 19 de abril.

Quem é o Homem de Amarelo e o que ele quer? A revelação de Jade e Tabitha será a chave para finalmente voltarem para casa? Por quanto tempo Boyd conseguirá manter a cidade unida, mesmo com seu corpo e mente se deteriorando? E qual será o papel do recém-chegado nos eventos que estão por vir? A quarta temporada abrirá portas que alguns moradores desejarão que tivessem permanecido fechadas.

O elenco ainda conta com Harold Perrineau, Catalina Sandino Moreno, Eion Bailey, Hannah Cheramy, Simon Webster, Ricky He, Chloe Van Landschoot, Corteon Moore, Pegah Ghafoori, David Alpay, Elizabeth Saunders, Avery Konrad, Scott McCord, Nathan D. Simmons, Kaelen Ohm, Angela Moore, A.J. Simmons, Deborah Grover, Robert Joy e Samantha Brown.

A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aqueles que chegam lá. Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.

Roteiro de ‘Mulher-Maravilha’ escrito por Joss Whedon vaza na íntegra; Confira!

Segura essa bomba! O roteiro de ‘Mulher-Maravilha‘, escrito por Joss Whedon (‘Vingadores: Era de Ultron‘ e ‘Buffy – A Caça Vampiros‘), vazou na íntegra na internet.

O projeto, que nem se quer chegou a ser filmado, foi escrito em 2006 e abandonado pela Warner Bros., que não achou que a abordagem decidida pelo cineasta fosse condizente com a proposta do estúdio.

Na perspectiva de Whedon à época, Diane Prince e Steve Trevor viveram nos tempos atuais e não no período da Segunda Guerra Mundial, como acontece no filme atual.

Como o projeto não foi adiante, nem elenco, nem diretores e produtores chegaram a ser escolhidos para conduzir a produção.

Você pode conferir o material original, na íntegra, em PDF, no Indie Ground Films.

Primeira crítica diz que ‘Mulher-Maravilha’ é “o filme de super-herói do ano” 

Mulher-Maravilha‘ tem roteiro escrito por Geoff Johns e Allan Heinberg, e chega aos cinemas nacionais dia 1º de Junho.

 

 

 

TNT repudia comentário de Rubens Ewald no Oscar e deve retirá-lo de futuras coberturas

A TNT emitiu um comunicado repudiando o comentário transfóbico feito pelo comentarista de cinema, Rubens Ewald Filho.

Durante sua cobertura do Oscar 2018, no último domingo (04), o aclamado jornalista de cinema fez uma observação preconceituosa em relação à atriz Daniela Vega. No instante em que ela se apresentou no palco, o crítico de cinema fez uma observação desnecessária e preconceituosa: “Essa moça, na verdade, é um rapaz.”.

O comentário repercutiu de forma negativa nas redes sociais e a emissora se viu obrigada e repudiar o equívoco cometido por Rubens, salientando a possibilidade de ele não mais participar de futuras coberturas de eventos do ramo.

Confira:

“A TNT repudia toda ação e/ou manifestação preconceituosa de qualquer natureza. A marca valoriza, incentiva a respeita a inclusão, a diversidade em todas suas iniciativas para levar o melhor conteúdo e entretenimento para seus fãs”, diz o comunicado.

“Alinhado a esse propósito, a direção da TNT já conversou com o comentarista Rubens Ewald Filho para evitar que episódios como os comentários feitos durante a transmissão do Oscar no último domingo se repitam, e decidirá nas, próximas semanas, o futuro de sua participação nas transmissões e conteúdos digitais da marca”, continua o texto.

O comunicado ainda conta com um pedido de desculpas por parte do jornalista, ratificando sua credibilidade:

“Rubens Ewald Filho é um dos mais respeitados e conceituados críticos de cinema do país, e há anos leva informação, conhecimento e sua paixão na cobertura das premiações pela TNT. Rubens se desculpa pelos termos que possam ter ofendido ou provocado mal-estar. Em nenhum momento houve a intenção de endossar qualquer posicionamento preconceituoso.”

 

O Oscar 2018 foi o menos assistido da história.

A medidora de audiência Nielsen divulgou os números preliminares e a cerimônia marcou apenas 18,9 pontos de audiência na noite desse domingo, 04.

Foi a edição menos assistida do principal prêmio mundial de cinema.

Trata-se de uma queda de 15% em relação ao Oscar 2017, também apresentado por Jimmy Kimmel, que teve audiência de 22,4 pontos.

Até então, o recorde de pior audiência era de 2008, quando a cerimônia apresentada por Jon Stewart cravou baixos 21.9 pontos de audiência.

Confira a lista completa de vencedores, com os vencedores em negrito:

Melhor Filme
Me Chame pelo Seu Nome
O Destino de Uma Nação
Dunkirk
Corra!
Lady Bird – A Hora de Voar
Trama Fantasma
The Post – A Guerra Secreta
A Forma da Água
Três Anúncios Para Um Crime

Melhor Direção
Christopher Nolan, por Dunkirk
Jordan Peele, por Corra!
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar
Paul Thomas Anderson, por Trama Fantasma
Guillermo del Toro, por A Forma da Água

Melhor Atriz
Sally Hawkins, por A Forma da Água
Frances McDormand, por Três Anúncios Para Um Crime
Margot Robbie, por Eu, Tonya
Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar
Meryl Streep, por The Post – A Guerra Secreta

Melhor Ator
Timothée Chalamet, por Me chame pelo seu nome
Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
Daniel Kaluuya, por Corra!
Gary Oldman, por O Destino de Uma Nação
Denzel Washington, por Roman J. Israel, Esq.

Melhor Roteiro Adaptado
Me Chame Pelo Seu Nome
Artista do Desastre
A Grande Jogada
Logan
Mudbound

Melhor Roteiro Original
Doentes de Amor
Corra!
A Forma da Água
Lady Bird – A Hora de Voar
Três anúncios para um crime

Melhor Ator Coadjuvante
Willem Dafoe, por Projeto Flórida
Woody Harrelson, por Três Anúncios para um Crime
Richard Jenkins, por A Forma da Água
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para Um Crime
Christopher Plummer, por Todo o Dinheiro do Mundo

Melhor Atriz Coadjuvante
Mary J. Blige, por Mudbound
Allison Janney, por Eu, Tonya
Lesly Manville, por Trama Fantasma
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar
Octavia Spencer, por A Forma da Água

Melhor Documentário em Longa-Metragem
 Abacus: Pequeno o Bastante Para Condenar
Visages villages
Ícaro
Últimos Homens em Aleppo
Strong Island

Melhor Animação
O Poderoso Chefinho
Viva – A Vida é Uma Festa
O Touro Ferdinando
Com Amor, Van Gogh
The Breadwinner

Melhor Design de Produção
A Bela e a Fera
Blade Runner 2049
O Destino de uma Nação
Dunkirk
A Forma da Água

Melhor Fotografia
Blade Runner 2049
O Destino de uma Nação
Dunkirk
Mudbound
A Forma da Água

Melhor Figurino
A Bela e a Fera
O Destino de uma Nação
Trama Fantasma
A Forma da Água
Victória e Abdul

Melhor Maquiagem e Cabelo

O Destino de Uma Nação

Extraordinário

Victoria e Abdul

Melhor Mixagem de Som
Em Ritmo de Fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A Forma da água
Star Wars: Os Últimos Jedi

Melhor Edição de Som
Em Ritmo de Fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A Forma da Água
Star Wars: O Último Jedi

Melhor Curta de Animação
Dear Basketball
Garden Park
Lou
Negative Space
Revolting Rhymes

Melhor Curta
Dekalb Elementary
The 11 o’clock
My Nephew Emmett
A Criança Silenciosa
Waty Wote/All of us

Melhor Montagem
Em Ritmo de Fuga
Dunkirk
Eu, Tonya
A Forma da Água
Três Anúncios Para um Crime
Melhor Filme Estrangeiro
Uma Mulher Fantástica (Chile)
O Insulto (Líbano)
Sem Amor (Rússia)
The Square – A Arte da Discórdia (Suécia)
Corpo e Alma (Hungria)
Melhores Efeitos Visuais
Blade Runner 2049
Guardiões da Galáxia Vol.2
Kong – A Ilha da Caveira
Star Wars – Os Últimos Jedi
Planeta dos Macacos – A Guerra

Melhor Canção Original
“Remember Me” – Viva – A Vida é uma Festa
“This is Me” – O Rei do Show
“Mighty River” – Mudbound
“Mystery of Love” – Me Chame Pelo Seu Nome
“Stand Up for Something” – Marshall

Melhor Trilha Sonora
Dunkirk – Hans Zimmer
Trama Fantasma – Jonny Greenwood
A Forma da Água – Alexandre Desplat
Star Wars: Os Últimos Jedi – John Williams
Três Anúncios Para Um Crime – Carter Burwell

‘Son of Shaft’: Samuel L. Jackson volta ao traje de Shaft em nova imagem da sequência

O longa ‘Son of Shaft’, a sequência de ‘Shaft’, lançado em 2000, ganhou sua primeira imagem, com destaque para o veterano Samuel L. Jackson, no papel homônimo.

Confira:

O detetive John Shaft foi um personagem de grande popularidade nos anos 70, iniciando sua trajetória no cinema em 1971, com o filme ‘Shaft’. O sucesso estrondoso da produção resultou nas sequências ‘O Grande Golpe de Shaft’ (1972), ‘Shaft na África’ (1974) e a migração para uma série de TV, exibida entre 73 e 74 pela emissora CBS.

Com as filmagens de ‘Son of Shaft’ já em andamento, o filme possui sua data de estreia marcada para junho de 2019.

‘Run’: Série de comédia romântica com thriller de Phoebe Waller-Bridge ganha primeiro trailer

A comediante Phoebe Waller-Bridge está de volta com uma nova série de comédia romântica com thriller, intitulada ‘Run‘.

E a produção, feita para a HBO, ganhou o seu primeiro trailer, que traz Merritt Wever e Domhnall Gleeson como os protagonistas.

Confira:

‘Run’ acompanha Ruby Richardson (Wever) e Billy Johnson (Gleeson), que são dois amigos de faculdade que acabam se reunindo para finalmente cumprir um antigo pacto. Entediada com sua vida no subúrbio, Ruby responde a mensagem de Billy, a palavra “RUN”, com a mesma resposta, dando início a uma promessa feita há 17 anos.

Nessa promessa, caso os dois respondessem a palavra “RUN”, ambos teriam que largar tudo para trás, para se encontrarem na Grand Central Station e fazer uma viagem juntos pela América.

Run‘ é uma co-criação de Waller-Bridge e Vicky Jones e estreia no dia 12 de abril na HBO.

 

‘A Dança da Morte’: Whoopi Goldberg é destaque nas imagens do 3º episódio da minissérie

A minissérie ‘Dança da Morte‘, (‘The Stand‘), adaptação da obra de Stephen King, está ficando cada vez mais intensa e o 3º episódio da produção, intitulado “Blank Page“, ganhou sua sinopse oficial, acompanhada de suas primeiras imagens.

As fotos ainda trazem a veterana Whoopi Goldberg em destaque, que faz o seu genuíno retorno à atuação de forma mais intensa, após anos dedicando-se à apresentação de um talk show, com apenas algumas aparições em filmes e séries.

Blank Page” vai ao ar no dia 31 de dezembro.

Confira a sinopse, com as imagens:

Mãe Abagail seleciona uma voz surpreendente para ser seu canal para o Comitê escolhido em Boulder: O jovem surdo Nick Andros. A chegada de um perturbador visitante à Zona Franca de Boulder abala o Comitê e os residentes de Boulder em seu núcleo. Em outro lugar na Zona Franca, Nadine Cross é assombrada por uma memória de infância.

Os episódios serão lançados pela plataforma CBS ALL Access.

A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).

A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.

O elenco grandioso conta com Alexander Skarsgård, Whoopi Goldberg, Jovan Adepo, Owen Teague, Greg Kinnear, Brad William Henke, Nat Wolff, Daniel Sunjata, James Marsden, Amber Heard, Odessa Young, Eion Bailey, Katherine McNamara, Heather Graham, Marilyn Manson, Hamish Linklater e Henry Zaga.

 

‘Rebelde’: Giovanna Grigio e Sophia Abrahão celebram o legado da novela mexicana em fofo vídeo; Assista!

O reboot da novela mexicana ‘Rebelde‘ teve a sua estreia nesta quarta-feira (05) na grade de programação da Netflix.

E para celebrar o aguardado lançamento, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo, que traz as atrizes Giovanna Grigio e Sophia Abrahão fazendo um dueto do clássico hit “Y Soy Rebelde”, celebrando o legado da amada novela.

Confira:

Remake da novela Rebelde Way, acompanhando as vidas de um grupo de jovens estudantes do Elite Way School, um colégio da elite mexicana. Dentre dramas e muita música, surgirão paixões, amizades e rivalidades no caminho dos protagonistas.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A nova geração será protagonizada por Azul Guaita, Sergio Mayer Mori, Andrea Chaparro, Jeronimo Cantillo, Franco Masini, Lizeth Selene, Alejandro Puente e Giovanna Grigio.

A série é baseada na história de Cris Morena Group e Dori Media Group, adaptada posteriormente pela Televisa.

Rebelde’ foi produzida pelo canal mexicano televisa e foi exibida entre 2004 e 2006. Aqui no Brasil, a novela foi ao ar pelo SBT.

Por que ‘DC’s Legends Of Tomorrow’ é a melhor série da DCTV, na CW? – Respondemos para você

Vocês devem estar pensando que enlouqueci após ler este título ou que usei drogas alucinógenas muito fortes para escrever algo deste cunho, contudo, posso garantir que estou 100% sóbria e em plenas faculdades mentais. E o título? Bom, não passa da verdade nua e crua. Agora vamos a parte em que respondo o porquê de tais palavras.

Primeiramente, o texto abaixo terá spoilers, nenhum que possa comprometer as surpresas ao assistir (se você não tiver assistido e decidir fazer tal coisa), mas se você possui tolerância zero, peço que pare por aqui. Agora sim, shall I begin?

Rip Hunter (Arthur Darvill), um mestre do tempo e capitão da nave Waverider, capaz de teletransportar as pessoas pelo tempo e espaço, decide reunir um grupo de heróis, anti-heróis e, bom, vilões, após ter visto o futuro. A equipe se junta e tem o objetivo de não só proteger o planeta, mas o próprio tempo/a integridade da linha temporal. Além de Rip, o grupo conta com Sara Lance (Caity Lotz), vista em Arrow, também conhecida como Canário Branco, a moça que mais parece um gato com sete vidas, Ray Palmer (Brandon Routh), o Átomo, Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Jax (Franz Drameh), que formam o Firestorm, Mick Rory (Dominic Purcell) e Leonard Snart (Wentworth Miller), a dupla de ladrões de Flash, Carter Hall (Falk Hentschel), o Gavião Negro, e Kendra Saunders (Ciara Renée), a Mulher-Gavião, ou melhor, o casal mais boring de todos os tempos. Na segunda temporada a série tem a inclusão de Nate Heywood (Nick Zano), o Steel, e Amaya Jiwe (Maisie Richardson-Sellers), da Sociedade da Justiça da América (que sim, aparece na segunda temporada e é legal pra caramba).

A primeira temporada de DC’s Legends Of Tomorrow possui todos os elementos para fazer qualquer um se irritar: um vilão fraco, um líder que todos adoraríamos socar (ainda bem que alguém fará isso por nós, não vou contar quem), muitos personagens misturados numa farofa ruim (para ser sincera, eu nem gosto de farofa), um casal que ninguém sabe o que está fazendo ali em primeiro lugar, uma tentativa de ser sérios que não funciona, e no meio disso tudo uma personagem espetacular pela qual não estão fazendo jus: Sara Lance.

E aí vocês perguntam: “ué, então, por qual motivo é a melhor série da DCTV, na CW?” Bom, justamente pelo motivo de que os criadores souberam reconhecer todos os erros que a série possuía nos primeiros 14 episódios, jogar essa bagunça no lixo e se reconstruir. E como não admirar uma produção audiovisual que sabe o que fazer com o que há de ruim nela mesma, certo? Enquanto o teor da primeira temporada não agrada, os dois episódios finais constroem roteiros determinados a realizar as mudanças necessárias. A partir da segunda temporada, DC’s Legends Of Tomorrow muda o ritmo, deixa de se levar a sério, dá abertura para o humor e plots mais leves, mas sem perder a ideia de trabalhar com episódios mais críticos e reflexivos quando preciso, retira dos holofotes os personagens que não estavam funcionando e coloca Sara Lance como a capitã da Waverider, que é uma mulher bissexual e anti-heroína.

Ao longo desta segunda etapa com uma nova roupagem e sensação de recomeço, a série volta a conquistar o público, a química entre os personagens passa a agradar e passar veracidade, o humor, na medida certa, se torna um dos destaques e os conflitos existentes entre eles (os personagens), o que acrescenta mais camadas e complexidades aos mesmos, faz com que o telespectador não mais duvide da história que eles querem contar. Os roteiristas passam a trabalhar com referências que fazem qualquer indivíduo da cultura geek pular de alegria, alguns personagens históricos e até mesmo de mitologias icônicos marcam presença nas viagens temporais, e três vilões já conhecidos formam a Legião do Mal (sim, a Sara Lance também concorda que o nome é horrível).

Diferentemente das outras séries da DCTV, na CW, que não souberam trabalhar em cima dos erros cometidos, DC’s Legends Of Tomorrow reconheceu o lugar que possui e se readaptou para melhor se adequar no meio da própria farofa e é justamente esses fatores que faz dela a melhor série da DCTV, na CW, atualmente. Ainda arrisco a dizer que é também a série que mais possui representatividade e mais realiza críticas aos preconceitos que o mundo ainda enfrenta.

Minha dica para quem largou a série na primeira temporada é assistir aos dois finais (1.15 e 1.16) e partir para a segunda, pois dou a minha palavra que irão se surpreender. E para quem não assistiu, mas ficou curioso: veja os dois primeiros (1.01 e 1.02), os dois finais e vá sem medo para uma das temporadas mais agradáveis que assisti dentro da DCTV, na CW.

‘O Homem nas Trevas’: Continuação é confirmada e terá o retorno de Stephen Lang

‘O Homem nas Trevas’ vai mesmo ganhar uma sequência. O suspense de 2016 custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente, sendo a formula perfeita para o sucesso.

O diretor Fede Alvarez já havia confirmado que desejava continuar a história, porém, agora o ator Stephen Lang confirmou a sequência ao Screen Rant, apesar de não dar muitos detalhes da trama e nem da possível data de lançamento.

Em recente entrevista ao Cinema Blend, o produtor Sam Raimi (‘Homem-Aranha’, ‘A Morte do Demônio’) revelou que já leu o rascunho do roteiro da sequência e amou.

“A ideia para a sequência é genial! É apenas a melhor ideia para uma sequência que eu já ouvi na vida. Não estou brincando”

O Homem nas Trevas‘ conta a história de três adolescentes que criam um plano aparentemente perfeito para assaltar casas. No entanto, quando escolhem um último alvo – um homem cego e milionário – o jogo se vira contra eles e os adolescentes começam a lutar pela sobrevivência contra um psicopata.

‘O Homem nas Trevas 2’ deve estrear em algum momento de 2019.

‘Star Trek’: Filme de Quentin Tarantino terá elenco do reboot dos cinemas, afirma ator

Um filme da franquia ‘Star Trek’ com direção de Quentin Tarantino é um dos quatro projetos em desenvolvimento pela Paramount e o ator Zachary Quinto, o Spock dos cinemas, tem uma ideia do que está por vir.

Em uma nova entrevista ao The Hashtag Show, Quinto revelou que acredita que ele e o restante do elenco do reboot cinematográfico da franquia deverão integrar o elenco do longa de Tarantino.

“Pelo que sei, será feito conosco [o elenco do reboot]. É assim que nos foi apresentado. Até que as negociações sejam concluídas, os contratos sejam assinados e os cronogramas estejam claros, nada está certo, então tudo pode acontecer. Meu entendimento é que Quentin teve esta ideia e estava moldando-a, mas está pronto para realizar outro filme agora. Depois disto, talvez façamos o filme com ele, o que seria muito empolgante”

Ou seja, é provável que Chris Pine, Simon PeggZoë Saldaña também retornem.

Já durante uma entrevista ao HeyUGuys, o ator Simon Pegg contou que não acredita que o ‘Star Trek’ de Quentin Tarantino seja proibido para menores de 18 anos.

“Realmente não acho que Tarantino tenha escrito um roteiro proibido para menores de 18 anos. Creio que ele simplesmente teve uma boa ideia e visitou J.J. Abrams. Lembro que ele nos disse algo assim há muito tempo atrás. Ele chegou com uma ideia e J.J. considerou colocá-lo em uma sala de roteiristas. Nós até recebemos um e-mail dizendo ‘Adivinhem quem esteve no meu escritório’. Não sei muito sobre como isto desenrolou, então teremos que esperar mais um pouco para saber, acho que seria sensacional”

Genial! Site revela trama do novo filme de Quentin Tarantino; Confira!

Enquanto isso, Tarantino está na produção de seu novo longa, cuja trama acompanha um ator que fez uma série de sucesso e tenta fazer a transição da TV para o cinema, assim como seu amigo, um dublê profissional. Os assassinatos encomendados por Charles Manson funcionariam apenas como pano de fundo para esta história principal. O lançamento está previsto para agosto de 2019.

‘Star Trek: Sem Fronteiras’ é um fantástico ‘Mad Max: Estrada da Fúria’ espacial!

‘Star Trek: Sem Fronteiras’ chegou aos cinemas em julho de 2016 e arrecadou US$ 343 milhões de bilheteria mundial. O novo filme da franquia recebeu sinal verde, porém, ainda não há maiores informações.

Crítica ‘What If…?’ | O mundo controlado dos Vingadores desunidos e suas diversas possibilidades

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu ao terceiro episódio de What If…?, não leia esta matéria para não receber spoilers.

O novo episódio de What If…? é um verdadeiro deleite para os fãs do MCU. Porque, apesar de ser um Universo Cinematográfico, até meados da Fase Dois, ele foi expandido por algumas histórias em quadrinhos ambientadas nessa realidade que contavam mais detalhes de bastidores sobre o que acontecia entre um filme e outro.

Talvez a mais famosa delas seja a Fury’s Big Week, que chegou ao Brasil como Prelúdio Os Vingadores: O Triunfo de Fury. De qualquer forma, entre os fóruns e comunidades on-line de fãs, essa história acabou ficando mais conhecida como A Grande Semana de Fury.

Essa história se passa na Fase Um, entrelaçando O Incrível Hulk (2008), Homem de Ferro 2 (2010) e Thor (2011), dando pela primeira vez um contexto cronológico para o MCU. Afinal, cada filme foi lançado em um ano diferente, mas a HQ faz questão de frisar que os eventos desses filmes aconteceram no intervalo de uma semana. E quem teve a dor de cabeça de acompanhar eles todos nessa semana agitada? Nick Fury e seus agentes da S.H.I.E.L.D., que acompanharam os eventos, limparam a bagunça e até mesmo influenciaram em certos acontecimentos vistos nos filmes. Tudo isso para viabilizar a criação dos Vingadores e tê-los como a resposta da Terra para ameaças que nenhuma pessoa comum poderia enfrentar.

Outro ponto legal que a HQ trazia era o destino dos vilões. Estivessem mortos ou apenas desaparecidos, os inimigos dos heróis foram levados para a S.H.I.E.L.D., onde foram presos, exumados ou estudados, caso do Abominável, que será visto novamente no filme do Shang-Chi, mas foi visto pela última vez preso em um tubo de estudo da agência especial.

A linha do tempo oficial da Fase Um, incluindo a Grande Semana do Fury.

Dado o contexto, o terceiro episódio da série animada da Marvel é interessante por fazer uma releitura passo a passo desse evento, algo que já havíamos criticado anteriormente, só que de uma forma bastante inesperada. Quer dizer, se o primeiro episódio peca pela previsibilidade, esse aqui foge do comum e mostra Fury lidando com a misteriosa morte dos Vingadores antes mesmo do grupo ser unido. Pelo perfil do espião, esperava-se que ele convocasse um novo grupo de heróis, então é aí que entra o inesperado. O Nick dessa realidade foi a campo para tentar resolver sozinho, perdeu mais agentes e ainda fez alianças com inimigos.

Foi uma condução inesperada e bem interessante de um dos eventos mais importantes para o MCU como o conhecemos hoje.

E como o público já viu os eventos da Fase Três, com o embate contra Thanos (Josh Brolin) e a salvação do universo vinda da Terra, a morte prematura desses heróis causa um impacto muito grande, não só pelo carinho que a audiência criou por eles ao longo da última década, mas também porque permite imaginar como será o futuro dessa realidade.

A reunião dos Vingadores impede o império de Loki, desmantela o esquema de corrupção da S.H.I.E.L.D., cria e destrói o Ultron, destrói Sokovia e por aí vai. E a partir desses eventos, diversas ramificações acontecem. Zemo não perderia sua família em Sokovia, então não se afundaria na busca por vingança contra os heróis e os Supersoldados. Sem as ações de Zemo, T’Chaka estaria vivo e T’Challa não seria o Pantera Negra. Se T’Challa não fosse rei, Wakanda não teria aberto as fronteiras, e o Killmonger também não teria direito de desafiar o trono, já que o antigo rei ainda estaria vivo.

Voltando um pouco mais no tempo, com a dominação diplomática de Loki e Asgard, a Terra não teria sofrido a invasão Chitauri, não teria Batalha de Nova York, a humanidade teria sido escravizada e Thanos não teria a impressão de que enfrentar os humanos é flertar com a morte.

Ou será que não?

Quer dizer, Loki e Thanos se conhecem depois do Deus da Trapaça supostamente morrer ao final de Thor. Então, o Titã Louco cede uma Joia do Infinito para que ele recupere o Tesseract. Sem ter morrido e fazendo um acordo com a Terra, Loki evitaria esse conflito com Thanos e não traria o exército Chitauri para Nova York, já que ele teria os asgardianos. Alguns exércitos do mundo resistiriam, com certeza. Wakanda tem tecnologia para isso, por exemplo. Talvez os Atlantes também.

Mas o devaneio mais legal que esse episódio traz é imaginar um Universo Cinematográfico Marvel sendo liderado pela Capitã Marvel e pelo Capitão América recém-descongelado. A Carol poderia resolver os problemas sozinha, sem dúvidas, então onde eles encaixariam o Steve? Um consultor tático? Um agente secreto? Ou ele seria novamente um herói, agora focado em auxiliar a Capitã?

Será que os conflitos seriam tão grandes como foram nos filmes? Será que teria uma Guerra Civil entre Steve e Carol? Será que eles seriam uma dupla incrível? São muitas possibilidades.

Deixando os devaneios de lado, o episódio adapta também uma versão odiada dos quadrinhos de um personagem que foi suavizado nas telonas: Hank Pym (Michael Douglas). Na trama, após a Hope morrer como agente da S.H.I.E.L.D., Hank perde o controle, volta a trabalhar no seu traje de Homem-Formiga e se torna o Jaqueta Amarela.

Sedento por vingança, ele aproveita sua vantagem tática de ser um soldado do tamanho de uma bala para entrar no corpo dos heróis e destruí-los por dentro. É um mistério trabalhado de forma divertida, que explora uma ameaça até então inédita no MCU.

Enfim, é um episódio que pode ser morno para quem já leu a HQ, mas para quem está tendo contato com esses “bastidores” pela primeira vez, provavelmente foi um capítulo incrível. No entanto, o maior mérito dele está justamente no poder da sugestão, naquilo que não é mostrado, na capacidade de deixar o público fantasiando o futuro desse universo e pensando “no que aconteceria se…”.

Os novos episódios de What If…? estreiam no Disney+ toda quarta-feira.

 

Crítica | Garota da Moto – Maria Casadevall PROVA que filmes de ação brasileiros são bons

Existe um filão dos filmes de ação que atrai um público mais diversificado, pois são aqueles protagonizados por mulheres. A frequência com que esse tipo de filme tem estrelado nos cinemas e nas plataformas de streaming tem aumentado, justamente porque o público está interessado em ver mulheres em pé de igualdade ao protagonismo masculino nesse gênero de filme, como em ‘Atômica’ e ‘Operação Red Sparrow’. O mais recente representante desse grupo é ‘Garota da Moto’, longa nacional que acaba de estrear nos cinemas brasileiros.

Joana (Maria Casadevall) é mãe solteira de Nico (Kevin Vechiatto), mora com os pais em São Paulo e, para pagar as contas, trabalha como motogirl. Ela tem um passado obscuro, pois o pai de Nico era alguém importante que, depois de morto, fez com que ela tivesse que fugir desse meio para proteger o filho. Apesar de trabalhar entregando encomendas pela cidade, Joana acaba sempre se metendo em confusões, pois, embora não seja nenhum tipo de super-herói, ela não pode ver uma injustiça acontecendo que acaba se metendo. Quando durante uma entrega Joana descobre um galpão com mulheres em situação de trabalho escravo, ela literalmente quebra tudo para proteger as funcionárias, ainda que, com isso, acabe interferindo no trabalho da polícia. Só que esta boa ação acaba refletindo na sua vida pessoal, pois o dono desse esquema é Guimarães (Roberto Birindelli), um bandido perigoso que não gosta nem um pouco de ter seu esquema escuso desfeito por uma mulher.

Com cerca de uma hora e meia de duração, ‘Garota da Moto’ é um filme de ação com boas cenas de luta, mas com uma história confusa e desinteressante. Toda a parte do passado da protagonista é contada a partir da narração da própria, e literalmente não se encaixa em nenhuma parte do longa, sem influenciar no acontecimento dos fatos. O problema consiste em o filme começar contando esse passado para ambientar o espectador, então passamos o tempo todo esperando que estes dois tempos da história se encontrem, porém isso não acontece, de modo que o background dá protagonista serve apenas para justificar a paranoia dela com relação aos outros.

Não passa despercebido o fato de os personagens em posição de poder serem nomeados por seus sobrenomes – Ribeiro, Guimarães, Peixoto –, sejam eles bandidos ou mocinhos. Neste quesito, os bandidos não convencem, seja em suas motivações, seja na interpretação do elenco. Duda Nagle como delegado de polícia, querendo falar grosso com as mulheres do longa e botar banca até mesmo para o chefão do crime dá fica destoante com a proposta do filme de ação e até mesmo com a credibilidade do espectador.

O grande lance de ‘Garota da Moto’ é mesmo as cenas de ação, bem coreografadas e convincentes. Maria Casadevall brilha no protagonismo e mostra que é extremamente capaz de conduzir um filme de ação, estrelando ela mesma as cenas de luta. Para quem curte o gênero, é uma boa dica. Com uma pegada de filme de justiceiro versus bandidagem e uma protagonista badass estilo Lisbeth Salander, ‘Garota da Moto’ deixa no ar a possibilidade de uma continuação.

‘The Big Bang Theory’: Kaley Cuoco se despede da série com foto de bastidores

A popular série de comédia ‘The Big Bang Theory‘ está caminhando para o seu encerramento. Relembrando os melhores momentos de sua carreira na série, a atriz Kaley Cuoco anda postando diversas imagens de momentos da série para se despedir da produção.

Em uma das últimas publicações, Cuoco compartilhou uma série de imagens nas quais boceja intensamente enquanto o diretor do episódio lhe passa orientações.

Confira:

Recentemente, foi confirmado que o episódio final terá uma hora de duração.

A informação foi compartilhada pelo criador da produção, Chuck Lorre, em entrevista ao TVLine. Segundo ele, o final será dividido em um episódio duplo.

Disse:

“Será um episódio de uma hora – dois capítulos que se conectarão. Eles serão episódios separados que contarão com uma linha de conexão”.

Os detalhes em relação ao episódio final permanecem sigilosos e ainda não se sabe quando ele irá ao ar.

Confira:

Por meio de sua conta oficial do Instagram, Jim Parsons compartilhou uma simbólica carta aberta, acompanhada da primeira foto tirada nos bastidores das filmagens da última temporada.

“É difícil (quase impossível na verdade) aceitar que esta é uma foto do primeiro dos 24 episódios finais que vamos filmar para The Big Bang Theory. Sinto-me muito feliz por termos outros 23 episódios para gravar nesta temporada, porque tenho esperança de que, com cada um, meu nível de REALMENTE aceitar esse fato afundará. Algo mais pelo qual me sinto grato – e essa gratidão não precisa de tempo para “afundar” ou tornar-se mais “ciente”; Esse sentimento de gratidão está sempre comigo, mas é multiplicado neste momento em que anunciamos nossa última temporada – mas sinto uma gratidão tão intensa por nossos espectadores dedicados, que são a razão REAL da oportunidade de explorar esses personagens por 12 anos das nossas vidas.

Sinto-me grato à nossa tripulação – muitos, muitos dos quais estão conosco desde o primeiro dia – e que são as pessoas que trazem uma sensação de estabilidade e confiabilidade, que são tão calorosas e gentis e sempre rápidas em dizer olá e sorrir para nós. Toda vez que chegamos ao set e que, mesmo que você não os veja na TV, são em muitos aspectos o batimento cardíaco real e constante que mantém esse corpo de trabalho vivo e respirando, enquanto nós, como braços e pernas agitados, agimos como idiotas e tolos na tentativa de fazer alguém rir.

Sou grato a todos os escritores do programa – aqueles que estão conosco agora e aqueles que vieram e partiram – porque, sem eles, não haveria literalmente The Big Bang Theory jamais, nunca. Os roteiristas pensaram neste show, os roteiristas criaram esses personagens, os roteiristas são aqueles que encontraram maneiras de continuar criando formas orgânicas e divertidas de manter a vida desse show, o que é uma tarefa muito, muito mais desafiadora do que qualquer outra pessoa, que não fossem eles, jamais saberiam ou entenderiam.

E enquanto eu sei que eles já sabem disso, vale a pena repetir uma e outra vez: Eu sou tão completamente grato pelo elenco nesta foto e os membros do elenco que não são retratados aqui – se eles estavam em uma cena ou muitos episódios ao longo do caminho; todos vocês são meus companheiros de brincadeira, pelos quais me apaixonei e que se tornaram parte da minha vida no set e fora dele. Vocês são meus companheiros de brincadeira quando não sentimos vontade de brincar, mas temos que fazer isso porque é nosso trabalho ir lá e nos comunicar e fingir que somos essas outras pessoas fictícias e quando nos olhamos nos olhos e dizemos essas palavras, acabamos criando uma estranha realidade alternativa, que enriqueceu minha vida mais do que jamais vou entender completamente. Vou sentir falta de todos vocês e de tudo isso, mais do que posso dizer e mais do que eu posso saber neste momento”.

De acordo com a EW, com um salário de US$ 1 milhão por episódio, Jim Parsons – ao lado dos quatro protagonistas originais, Kaley Cuoco, Johnny Galecki, Kunal Nayyar e Simon Helberg – receberiam mais de US$ 50 milhões, incluindo lucros, caso ele concordasse em ficar em ‘The Big Bang Theory‘ por mais dois anos. A CBS e a Warner estavam tentando negociar com o astro, a fim de que ele aceitasse a proposta.

No entanto, ele não aceitou as tratativas e sem o seu principal protagonista, a alternativa foi finalizar a série.

‘Good Girls’: NBC encomenda mais episódios para a 3ª temporada

Em maio deste ano, a NBC renovou a comédia ‘Good Girls’ para uma terceira temporada, mas isso não foi tudo: segundo a Variety, a emissora encomendou três episódios adicionais para o próximo ciclo, totalizando 16 novos capítulos.

A temporada de estreia teve 10 iterações, enquanto a segunda foi composta por 13.

O novo ano ainda não tem data de estreia confirmada.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

No Brasil, a série foi lançada pela Netflix como uma produção original.

A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.

Crítica de Trilha Sonora | ‘Aves de Rapina: O Álbum’ exala girl power em sua melhor forma

‘Aves de Rapina’ foi anunciado alguns anos atrás e, desde o início de sua produção, tornou-se um dos filmes mais aguardados dos fãs de quadrinhos – principalmente os seguidores da DC, que desejavam mais que tudo um novo sucesso de crítica nas telonas, seguindo os passos de ‘Coringa’, ‘Shazam!’, ‘Mulher-Maravilha’ e ‘Aquaman’. Depois do considerável sucesso que fez entre os especialistas, chegou a vez de virarmos os holofotes para um elemento também original do longa-metragem: sua trilha sonora. O resultado do álbum, premeditado pelo lançamento do single de Megan Thee Stallion e Normani, é muito superior ao que poderíamos esperar, exalando girl power em sua melhor forma e entrelaçando diversos gêneros sonoros em um mesmo lugar.

Em um momento em que inúmeros artistas prezam por uma construção mais minimalista e conceitual em vez de respaldar nas fórmulas conhecidas do pop e do rock, grande parte dos ouvintes pode ter sentido falta de canções-chiclete e dançantes que nos envolvesse do começo ao fim com um bombardeio de acordes explosivos. Felizmente, as dezenas de colaborações contratadas pela Warner Bros. e pela Atlantic Records para compor essa obra os entregam exatamente o que precisávamos: tracks recheadas de vida, calcadas nas fusões que unem o synth ao EDM, o PC music ao industrial pop, e o rap ao electro-rock. Mais do que isso, as incríveis vozes não pensam duas vezes antes de mostrar suas homenagens a clássicos nomes da indústria fonográfica, fazendo questão de mostrar as referências das quais se nutriram.

A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.

Para além de “Diamonds”, que empresta alguns versos de Marilyn Monroe em ‘Os Homens Preferem as Loiras’, temos Jurnee Smollett-Bell (que interpreta Canário Negro) redescobrindo James Brown como “It’s a Man’s Man’s Man’s World” e criando uma performance memorável que imprime sua própria habilidade – mesmo perdendo-se em alguns momentos na coesão da faixa. Lauren Jauregui também prende-se a uma bem-vinda nostalgia do início do século com “Invisible Chains”. Ambas as canções não chamam atenção apenas pelos poderosos vocais, e sim pelas letras de sororidade e de libertação que refletem os temas explorados pelo longa-metragem.

A decisão de unir apenas mulheres para a composição do CD visou a uma representatividade necessária para as esferas de entretenimento contemporâneas – e não me refiro aqui à falsa noção desse conceito que é explorado superficialmente por quem está no comando; a verdade é que a profusão sonora é um outro recurso para mostrar que as mulheres existem e podem dominar qualquer estilo musical que possamos pensar. Um dos exemplos mais claros que temos aqui é Halsey sendo convidada a mudar de zona exploratória e mergulhar de cabeça num pesado rock (“Experiment On Me”) provindo de um hibridismo à la Avril Lavigne e AC/DC (e caso tenha ficado surpreso ou chocado com o resultado, é porque a ideia atingiu seu propósito principal).

O gênero em questão ganha uma linearidade drilling proposital (como a já vista com Nicki Minaj, Cardi B e Iggy Azalea) com “Danger”, que tem um respaldo mercadológico, mas investe esforços para sair do comodismo. “Bad Memory” representa um dos ápices da obra e, mais do que isso, é facilmente uma das melhores tracks lançadas até agora em 2020. K.Flay brinca com seus vocais e tira sarro através de um ácido liricismo, à medida que traz um escopo próprio do indie e do hip hop alternativo (encontrados com abundância em sua filmografia). Já “So Thick”, parceria feita entre WHIPPED CREAM e Baby Goth, pode ter um pano de fundo repetitivo e saudosista em excesso, mas não perde o principal foco que é nos envolver em uma críptica viagem através da mentalidade de Arlequina (Margot Robbie), buscando a mesma emancipação que a protagonista.

O interessante sobre o álbum é que ele se vale de distorções de elementos outrora prosaicos demais para arquitetar algo único, tendo como marco uma insana originalidade. “Smile” parece virar do avesso as suits compostas por Theodore Shapiro, enquanto Cyn toma as rédeas da woodstockiana “Lonely Gun”; mesmo assim, ignorar certos equívocos é um erro condenável – e por essa razão não podemos deixar de sentir certa desconexão com “I’m Gonna Love You Just A Little More Baby”, cuja gestação entre o jazz e o blues simplesmente não combina com as outras faixas. De qualquer forma, “Hit Me With Your Best Shot” reencontra os trilhos com um épico tour-de-force.

‘Aves de Rapina: O Álbum’ funciona como um adendo dançante, sedutor e cativante ao longa-metragem homônimo que, seguindo os passos de seu estelar elenco, também é um declamatório discurso pela independência feminina.

Nota por faixa:

  • Boss Bitch – 5/5
  • So Thick (feat. Baby Goth) – 4/5
  • Diamonds – 4/5
  • Sway With Me – 4,5/5
  • Joke’s On You – 4,5/5
  • Smile – 4,5/5
  • Lonely Gun – 4/5
  • Experiment On Me – 4/5 
  • Danger – 5/5
  • Bad Memory – 5/5
  • Feeling Good – 4,5/5
  • Invisible Chains – 4,5/5
  • It’s a Man’s Man’s Man’s World – 4/5
  • I’m Gonna Love You Just A Little More Baby – 3/5
  • Hit Me With Your Best Shot – 4/5

‘Parasita’: Aclamado filme de Bong Joon-ho vai ganhar versão especial em preto-e-branco

Segundo a Empire Magazine, o aclamado filme ‘Parasita’, grande vencedor do Oscar 2020 tendo levado para casa quatro estatuetas, vai ganhar uma versão especial em preto e branco.

O lançamento será feito on-demand e está marcado para o dia 24 de julho.

Confira o trailer e o banner promocionais:

Dirigido por Bong Joon-ho, o longa-metragem sul-coreano foi indicado a seis categorias do Oscar, levando quatro prêmios para casa e tornando-se o primeiro filme de língua não inglesa a ganhar o Oscar de Melhor Filme em quase cem anos de premiação.

Suas outras conquistas incluíram Melhor Roteiro OriginalMelhor Filme InternacionalMelhor Diretor.

A produção acompanha um  jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.

O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor  em ‘O Hospedeiro’ (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e ‘Okja’.

‘A Pantera Cor-de-Rosa’ vai ganhar mais um reboot com diretor de ‘Sonic – O Filme’

Segundo o The Hollywood ReporterJeff Fowler, que fez bastante barulho com o live-action de ‘Sonic’, foi contrato para levar outro icônico personagem animado para as telonas: ‘A Pantera Cor-de-Rosa’.

O filme ficará sob supervisão da MGM e trará Chris Bremner (‘Bad Boys para Sempre’) para assinar o roteiro.

As informações indicam que o longa-metragem seguirá o estilo de ‘Sonic – O Filme’ e combinará animação e live-action. A personagem titular será animada em 3D.

No novo reboot, tanto os personagens humanos e os elementos animados estarão presentes. A premissa indica que, “depois de um traumático evento, um inspetos problemático começa a ver uma Pantera Cor-de-Rosa imaginária que o ajuda a resolver diversos casos”.

Para aqueles que não conhecem, ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ é uma franquia midiática britânica e norte-americana estrelada por um incompetente detetive da polícia francesa chamado Jacques Clouseau.

O primeiro filme foi lançado em 1963 e trouxe Peter Sellers no papel principal. O sucesso foi tanto que rendeu nada menos que oito sequências um reboot, este último composto por dois capítulos e estrelado por Steve Martin (que se tornou um fracasso de bilheteria e de crítica).