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‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ conquista 93% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 95 críticas publicadas até o momento, a aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

O consenso geral é que, apesar de não conseguir superar o primeiro filme, o longa emociona e se diferencia das outras produções da Marvel ao abordar temas como luto e superação.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com reflexões sobre a perda pessoal e o orgulho das nações, ‘Pantera Negra 2’ é um épico incrível, cuja maturidade temática e narrativa eleva o gênero de super-heróis a novas alturas.” (Inverse)

“Há muitas coisas admiráveis nesse filme, principalmente o cuidado com o detalhes, mas muitos irão sentir falta da energia do primeiro filme.” (Vanity Fair)

“Você assiste ‘Pantera Negra 2’ pensando no filme que nunca foi feito, na história que nunca foi finalizada e na vida que se foi cedo demais.” (Seattle Times)

“É incrível como os pontos mais fortes do primeiro ‘Pantera Negra’ e sua sequência são quando suas histórias ignoram as obrigações de suas franquias [no universo da Marvel].” (Los Angeles Times)

“‘Pantera Negra 2’ é um filme sobre luto e superação. Não é tão bom quanto o primeiro, mas é a direção certa.” (Arizona Republic)

“Apesar de ser barulhento como qualquer filme de super-herói, ‘Pantera Negra 2’ é sincero e entrega um drama efetivo – um dos melhores da Marvel.” (Observer)

O longa será lançado nos cinemas nacionais na quinta-feira, dia 10 de novembro.

Confira o trailer:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Barbie’ ultrapassa US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais

Sucesso! O live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão mundialmente – concretizando-se como a maior bilheteria do ano.

O filme dirigido por Greta Gerwig também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Nos EUA, o longa soma US$ 620.4 milhões – o que representa a maior arrecadação do ano no país. No mercado internacional, foram US$ 782.2 milhões.

Internacionalmente, o TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$120.8M), Alemanha (US$56.5M), Austrália (US$55.6M), México (US$54.3M) e França (US$47.6M).

Além disso, ‘Barbie‘ também se tornou a maior arrecadação da história do estúdio em 36 países, incluindo o Brasil, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Argentina e Polônia.

Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Chefão da HBO revela grandes lançamentos do Max e confirma ‘Bem-Vindo a Derry’ para 2025

Em entrevista ao Variety, Casey Bloys, CEO da HBO e do Max, confirmou o lançamento da série ‘Bem-Vindo a Derry‘ para 2025.

Além disso, o executivo também revelou o cronograma dos próximos grandes lançamentos do serviço de streaming.

“Uma das vantagens de nossa empresa, colocando a HBO de lado por um segundo, são as propriedades da Warner Bros. Após o lançamento [da segunda temporada] de ‘A Casa do Dragão’, nossa próxima grande estreia será a série ‘Pinguim’, com Colin Farrell. É um derivado de ‘Batman’, e é absolutamente fantástico.”

Ele completa, “Depois disso, não sei se já decidimos sobre uma data, teremos a pré-sequência de ‘Duna’, que mostrará a história de origem das Bene Gesserit. Já em 2025, lançaremos a série do ‘It: A Coisa’, baseada no livro do Stephen King. A Warner Bros. fez dois filmes, e nós lançaremos uma pré-sequência baseada neste universo. E, claro, ainda teremos a série do ‘Harry Potter‘ futuramente.”

Vale lembrar que Bill Skarsgård (‘John Wick 4’) teve o seu retorno confirmado como Pennywise, o sinistro palhaço assassino.

Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

Taylour Paige (‘Zola’), Jovan Adepo (‘Watchmen’), Chris Chalk (‘Gotham’), James Remar (‘Dexter’), Madeleine Stowe (‘Revenge’) e Stephen Rider (‘Demolidor’) estrelam a série

Através do seu Twitter, a HBO Max confirmou que a série será lançada apenas em 2024.

Welcome to Derry‘ terá como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Além da origem de Pennywise, a série contará a história da cidade Derry na década de 1960, anos antes dos eventos de ‘It – A Coisa’.

Assista nossa visita ao parque do Pennywise:

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[SPOILER] ‘It – A Coisa’ | Conheça o destino dos personagens na fase adulta 

David Arquette irá RETORNAR em ‘Pânico 7’

De acordo com o Deadline, David Arquette (‘Malditas Aranhas!’) teve seu retorno confirmado na aguardada sequência ‘Pânico 7‘.

O ator deve reprisar seu papel como o Dewey Riley, que morreu no quinto filme da franquia.

No entanto, ele não será o único fantasma do passado retornando na futura continuação. Após viverem Ghostfaces, Matthew Lillard e Scott Foley também retornam.

Lembrando que ‘Pânico 7‘ está atualmente em produção e tem lançamento previsto para 27 de Fevereiro de 2026.

Na trama…

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

O novo filme ainda contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown.

Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Série de SUSPENSE com atriz de ‘Castle’ alcança o TOP 4 das produções mais assistidas da Netflix

A série de suspense ‘Absentia‘, estrelada pela Stana Katic (‘Castle’), está fazendo sucesso na Netflix.

A produção alcançou o TOP 4 dos seriados mais assistidos do serviço de streaming, desbancando ‘O Monstro em Mim‘, ‘O Cuco de Cristal‘ e ‘The Witcher‘.

Na trama, anos depois de ser dada como morta, uma agente do FBI escapa das garras de um serial killer, descobre que a família seguiu em frente e terá que provar sua inocência.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Matthew Cirulnick e Gaia Violo.

Absentia‘ conta a história de Emily Byrne, uma agente do FBI que assume a difícil missão de capturar um dos assassinos mais perigosos de Boston, mas, durante as investigações, ela acaba desaparecendo sem deixar pistas. Seis anos depois, ela é encontrada quase sem vida e sem memória dentro de uma cabana no meio da floresta. Ao voltar para a sua vida normal, no entanto, Emily descobre que além de seu marido ter se casado com outra mulher, levar uma vida longe de casos criminais será um sonho distante para ela.

O elenco ainda conta com Patrick Heusinger, Cara Theobold, Neil Jackson, Angel Bonanni, Bruno Bichir, Paul Freeman, Ralph Ineson, Christopher Colquhoun e Patrick McAuley.

Clive Owen se junta ao elenco de ‘Como Matar sua Família’, série de SUSPENSE com Anya Taylor-Joy

De acordo com o Deadline, Clive Owen (‘Filhos da Esperança’) foi confirmado no elenco de ‘How to Kill Your Family‘ (Como Matar sua Família, em tradução livre), nova série de suspense que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Além dele, Orlando Norman (‘Sua Culpa: Londres’) e David Shields (‘Mestres do Ar’) também foram confirmados na produção.

Anya Taylor-Joy (‘O Menu’) será a protagonista.

Na trama, Taylor-Joy dá vida a Grace Bernard, uma jovem que descobre que seu pai milionário ausente rejeitou os pedidos de ajuda de sua mãe moribunda, jurando vingança e dando início a uma temporada de matança contra todos os membros de sua família.

“Assim que eu li a última página, eu sabia que eu precisava fazer parte em trazer essa história à vida”, a atriz comentou. “Depois de stalkear (um pouco) a inimitável Bella Mackie, eu não poderia estar mais animada em colaborar com o time que inclui as produtoras executivas Sally Woodward GentleLizzie RusbridgerEmma Moran. Estou muito animada em sujar ainda mais as mãos”.

A produção é baseada no romance best-seller homônimo assinado por Bella Mackie e lançado em 2021.

Emma Moran é responsável pela adaptação.

A atração contará com oito episódios.

Taylor-Joy é uma das atrizes mais aclamadas de sua geração e já encabeçou diversos projetos de extremo aclame, incluindo o terror ‘A Bruxa’, o suspense ‘Fragmentado’, a minissérie dramática ‘O Gambito da Rainha’ e a recente ação distópica ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’.

Protagonistas de ‘Outlander’ em belíssimas imagens para a revista Entertainment Weekly

A aclamada série ‘Outlander’ é o grande destaque da mais recente edição da revista Entertainment Weekly, que ganhou novas e belíssimas imagens.

Confira:

A série retorna em 10 de novembro.

 

 

Vale lembrar que ‘Outlander‘, série sobre viagem no tempo produzida por Ronald D. Moore, do criador de ‘Battlestar Galactica‘, está renovada pelo canal Starz para sua terceira e quarta temporadas. Ambas serão inspiradas, respectivamente, nos livros, Voyager e Drums of Autumn.

Baseado no best-seller ‘A Viajante do Tempo‘, de Diana Gabaldon, a série rodada na Escócia acompanha a enfermeira britânica Claire Randall (Caitriona Balfe) que, após entrar numa ruína celta dos anos 1940, viaja no tempo e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês.

As coisas complicam quando Claire é forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), jovem e romântico guerreiro escocês, mas ela acaba se apaixonando por outro e fica dividida entre dois homens com vidas totalmente opostas.

Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) também está no elenco em dois papeis: Frank, o dócil marido de Claire, e o violento capitão Jonathan Randall, ancestral de Frank e mais conhecido como Black Jack, que Claire encontra no Século XVIII durante uma rebelião na Escócia.

 

 

 

 

Crítica | Glow – Temporada 2 – Mais laquê e diversão que merecem nota 10

É tendência, está nos jeans surrados, nas jaquetas oversized, na modelagem militar, nos sneakers espalhafatosos, nos óculos bem ajustados e pontiagudos, nas franjinhas ainda mais curtas. Os anos 80 nunca estiveram tão atuais e embalando na barca de remakes da década e dos inúmeros revivals provenientes de seu período subsequente, o entretenimento se apropria desse amor inveterado pelo vintage oitentista, transformando-o em produções originais que exalam uma riqueza de referências e aquela estética que todos amam recordar. Mas encontrar autenticidade no antigo não é tão simples como parece e esse novo refrigério partindo do velho é um dos aspectos mais soberbos da segunda temporada de Glow, da Netflix.

Em seu primeiro ciclo, a produção gerou um fascínio por resgatar uma história real empoeirada, que passou anos a fio escondida das décadas sucessoras. Ao se livrar da poeira e reeditar o clássico GLOW – Gorgeous Ladies of Wrestling, a Netflix projetou seus holofotes para um grupo de underdogs, reduzidas a estereótipos falidos, que – sem muitas opções em mãos – se submetem ao aparente ridículo, para trazer o simplesmente fantástico para as audiências. Dentro e fora da narrativa. E em seu retorno, envolto pelo carisma hipnotizante de um grupo de protagonistas excepcionais – sob o comando de Alison Brie – e a simpatia da crítica especializada que não mede elogios, a produção de Liz Flahive e Carly Mensch se mostra ainda mais atual, em um ciclo que une referências apaixonantes ao belo desenvolvimento de seus personagens, uma trilha sonora nostálgica (vide Madonna) e uma profundidade em temas mundiais antigos, mas que nunca foram tão contemporâneos como agora.

Em uma longa epifania, voltamos à tecnologia dos VHS, com episódios que exploram a estética da televisão oitentista, os maneirismos culturais da juventude da época, em meio a cortes de cabelo que representam um quase manifesto artístico, com o auge dos permanentes, o uso indiscriminado dos sprays – conhecidos como laquês – e maquiagens que exploram tons neons, em rosas excessivamente rosas, verdes fluorescentes e laranja – todas elas cores que também estampavam os figurinos, sempre marcados por polainas. Com um design de produção metódico, a década ganha uma abordagem extremamente genuína, fazendo com que Glow seja uma produção nascida nos anos 80. Entre takes feitos em alta definição e fragmentos filmados de maneira analógica (pelo menos intencionalmente), o segundo ciclo se mantém fiel ao que amamos, investindo no arco de seus personagens de forma progressiva, nos fazendo apaixonar por cada qual de forma diferente.

Em uma narrativa que pega o viés “desajustado” do público feminino e o transforma em protagonista, seja de seus dramas, medos, vitórias ou reviravoltas, Glow se destaca primeiramente em Alison Brie, cujo rosto – até então sempre associado aos anos 60 de Mad Men – se consolida como as feições oitentistas da época. Com o visual mais simples, ela é uma das caracterizações milimétricas da série, que se apresenta com um vasto leque de personalidades tão avessas e distintas, que se completam brilhantemente em diálogos bem construídos, relações interpessoais diversas e uma dinâmica em tela absolutamente natural de cada atriz.

E à medida que as subtramas avançam, Marc Maron rouba a cena, como aquela figura masculina que sai da sombra do machismo da primeira temporada e encara o protagonismo de alguém que, embora seja antigo, está disposto a mudar. Por estar cercado por mulheres, os fragmentos misóginos se desfazem, mostrando um personagem ainda mais rico e cativante, com muitas facetas que acabam sendo abordadas com cuidado e sabedoria por um roteiro bem alinhado. Seguindo o mesmo viés, as demais lutadoras ganham seu tempo de tela ideal, se desabrochando diante da audiência com leveza e envolvimento, gerando uma relação de proximidade e identificação com o público.

Com uma direção que se espelha no modelo dos anos 80, Glow brinca com a estética da produção da época, construindo episódios de uma riqueza artística sem precedentes no universo de séries originais da Netflix. Com o capítulo oito como sendo um banquete de como era a televisão no período, nos deleitamos em um frenesi de programas originais que – evidentemente – seriam exibidos como uma grade de programação real. E conforme brinca com seus próprios estereótipos em caricaturas que emanam referências e autenticidade – simultaneamente, a produção ainda se mostra como pontual e precisa, transformando os casos envolvendo Harvey Weinstein em uma problemática que todos sabíamos que existia. O inconveniente teste do sofá reconstrói as denúncias feitas por mais de 100 mulheres do ramo, nos trazendo uma terrível dramatização de um consenso geral sobre o que é o abuso dentro e fora de Hollywood.

E por explorar o delicado assunto sob três óticas distintas, os acalorados debates em torno do que é ou não abuso e do comportamento da vítima mediante a agressão ganham um abordagem responsável e determinante, fazendo com que a Netflix se destaque ainda mais, com maturidade e humor equilibrados com perfeição, sem prejudicar a validade de ambos os conceitos trazidos para a tela. Com uma trilha sonora regada a hinos nostálgicos e revigorantes, como ‘Crazy For You’, da Madonna, ‘It’s Like That’, do Run D.M.C. e ‘The Warrior’, de Patty Smyth, Glow se mantém mais ávida e essencial como nunca, mostrando que muito mais que lutas hipnotizantes, essas desajustadas mulheres do passado têm algo espetacular para acrescentar ao nosso presente.  

Crítica | GLOW – Netflix ressuscita os anos 80 em mais uma série “da hora” 

 

‘Outlander’: Atores caem no chão nos divertidos erros de gravação da 4ª temporada; Assista!

Em breve a 4ª temporada de ‘Outlander‘ vai ganhar sua versão em Blu-ray e DVD e os fãs da apaixonante série poderão conferir de perto os bastidores da produção, além de assistir aos divertidos erros de gravação.

E para deixar o público na expectativa para o lançamento das versões, o canal Starz divulgou um rápido vídeo com os erros nas filmagens, que traz os atores bem atrapalhados em seus cavalos e até mesmo correndo pelos campos de forma desequilibrada.

Assista:

As versões em Blu-Ray e DVD ainda vão trazer cenas bonus exclusivas e estarão disponíveis para compra a partir do dia 28 de maio.

 

O canal Starz divulgou um vídeo dos bastidores da 5ª temporada de ‘Outlander‘.

Confira, com a primeira imagem oficial:

Criada por Ronald D. Moore, a série é baseada na saga literária escrita por Diana Gabaldon.

A trama segue Claire Randall, uma enfermeira do exército inglês no período da Segunda Guerra Mundial e o seu marido, Frank, historiador e agente da inteligência inglesa durante o início dos anos 40. Após a vitória dos Aliados, os dois resolvem viajar para Inverness, na Escócia, em uma segunda lua de mel para que Frank possa pesquisar sobre seus ancestrais. Após assistir a um ritual místico nas colinas de Craigh na Dun, Claire é jogada através do tempo, para o ano de 1743, as vésperas de uma violenta guerra civil. Acolhida pelo clã MacKenzie, Claire tenta se adaptar a sua nova realidade ao mesmo tempo em que procura uma maneira de voltar para casa.

O elenco inclui Caitriona Balfe, Sam Heughan, Sophie Skelton, Richard Rankin, Duncan Lacroix e Steven Cree.

‘A Pequena Sereia’: Halle Bailey comenta as críticas recebidas pela cor da sua pele

O anúncio de que Halle Bailey seria a nova intérprete de ‘A Pequena Sereia’ veio acompanhado de uma enorme polêmica.

A atriz negra sofreu várias críticas justamente em virtude de sua cor da pele, com muitos internautas detonando a Disney por não escolher uma atriz que fosse branca.

E após meses desde sua escalação, a atriz decidiu comentar a polêmica em uma entrevista com a Teen Vogue.

Segundo ela, o importante é ignorar a críticas e permanecer focada:

“Nós sempre aprendemos a apenas continuar com nossas cabeças levantadas, não importa a circunstância. Não importa o que qualquer pessoa tenha a dizer a seu respeito, continue seguindo em frente”.

 

Bailey told Teen Vogue, “We’ve always learned to just keep our heads up no matter the situation. No matter what anybody has to say about you…just keep pushing.”

 

Recentemente, DailyMail UK divulgou algumas fotos aéreas dos estúdios Pinewood que mostram o que foi deixado para trás depois do adiamento da produção do live-action A Pequena Sereia’, devido à pandemia do Coronavírus.

Confira:

O elenco é formado por Halle Bailey, que será a protagonista Ariel; Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião. Melissa McCarthy completa o elenco como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (O Predador) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena.

O filme ainda não tem data de lançamento, mas a Walt Disney Studios já começou a pré-produção e contratou Rob Marshall, de O Retorno de Mary Poppins, para comandar o projeto.

‘The Morning Show’: Apple TV+ divulga cenas inéditas da série em novo vídeo promocional; Assista!

A Apple TV+ está preparando uma seleção de lançamentos para o segundo semestre de 2021 e divulgou um novo trailer, que dá detalhes das vindouras temporadas de suas aclamadas séries, bem como de outras inéditas produções originais.

E ao longo do vídeo, cenas da 2ª temporada ‘The Morning Show‘ foram divulgadas, ao lado de trechos de novas produções como ‘Physical‘ – protagonizada por Rose Byrne, ‘Five Days at Memorial‘, ‘WeCrashed‘ – estrelada por Anne Hathaway e Jared Leto, ‘Hedy Lamarr‘ – com Gal Gadot, ‘The Shrink Next Door‘ – com Paul Rudd e Will Ferrell, entre outras.

Confira:

Vale lembrar que Steve Carell foi promovido ao elenco regular do próximo ciclo.

Recentemente, o ator Mark Duplass revelou que o novo ano será reescrito para incluir a crise sanitária global na narrativa.

“Nós rodamos dois episódios antes de pararmos por causa da pandemia, mas sei que eles estão reescrevendo, o que é insano, porque foi isso o que aconteceu na primeira temporada. Eles tinham vários roteiros e então reescreveram tudo para incluir o movimento #MeToo, e agora temos outro fenômeno global, bem maior, com que lidar. Não sei o que eles estão fazendo, mas sei que estão reescrevendo”.

A série foi criada por Jay Carson e Kerry Ehrin.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

O elenco conta com Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Desean Terry, Victoria Tate, Billy Crudup, Mark Duplass e Gugu Mbatha-Raw.

Barry Jenkins vai dirigir Zendaya em cinebiografia de Ronnie Spector para a A24

Zendaya dará vida à icônica cantora Ronnie Spector em uma vindoura cinebiografia dirigida por Berry Jenkins para a A24. A informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, Dave Kajganich assina o roteiro original – ainda sem título oficial – que conta a história de Spector, aclamada cantora que ascendeu ao estrelato com o grupo feminino Ronettes, no auge dos anos 60.

A produção visa imergir a audiência na tumultuada relação de Ronnie Spector com o produtor Phil Spector e não será uma tradicional biografia focada em sua carreira.

Spector faleceu em janeiro de 2022, aos 78 anos, após uma breve batalha contra o câncer. O visual e as vozes poderosas das Ronettes, com o apoio das composições e produção de Phil Spector, as transformaram em um dos principais grupos femininos dos anos 60.

O grupo rompeu em 1967, após uma turnê pela Alemanha. Ronnie se casou com Spector em 1968 e alega ter sido mantida em cárcere privado em sua mansão em Beverly Hills. Em sua autobiografia, intitulada “Be My Baby: How I Survived Mascara, Miniskirts and Madness“, publicada em 1990, a cantora detalha seu histórico de abuso em seu casamento.

O casal se divorciou em 1974. Phil Spector foi preso em 2009, pelo assassinato da atriz Lana Clarkson, e faleceu em 2020.

A A24 adquiriu o roteiro em 2022 e dividirá os créditos de produção com Zendaya, Marc Platt, Adam Siegel, Mark Itkin e Tom Shelly. Jonathan Greenfield será o produtor executivo.

Tobin Bell, o Jigsaw de ‘Jogos Mortais’, revela seus filmes favoritos de TERROR!

O astro e icônico vilão de Jogos Mortais: Jigsaw, Tobin Bell, revelou ao RT quais são seus filmes favoritos de terror (e com algumas surpresas!)

“Obviamente, as pessoas vão para assistir filmes de terror para ter medo, ter uma experiência visceral e serem jogadas de volta em seus assentos, agarrando a pessoa ao lado delas e todo esse tipo de coisas.. Para mim, é relacionamento. Ter um enredo bom também ajuda. Como ator, quero me preocupar com as pessoas, e então o que quer que aconteça com elas, acontece “.

Os filmes favoritos de Bell são:

As Diabólicas (1955)

Psicose (1960)

O Exorcista (1973)

Abismo do Medo (2006)

Wolf Creek: Viagem Ao Inferno (2005).

 

E aí, gostou das dicas do especialista?

Uma série de assassinatos brutais começam a assustar a cidade. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?

O elenco conta com Laura Vandervoort (a Supergirl de ‘Smallville‘) e Hannah Anderson.

O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.

Josh Stolberg e Pete Goldfinger, de ‘Piranha 3D‘ e ‘Pacto Secreto‘, roteirizam.

A Paris Filmes lança Jogos MortaisJigsaw em 30 de Novembro nos cinemas brasileiros.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Thor aparece sem tapa-olho em nova arte

Uma nova arte promocional de Vingadores: Guerra Infinita japonesa foi divulgada e um detalhe curioso chamou atenção: Thor está sem seu tapa-olho. Confira:

A Marvel Brasil também confirmou que o ator Chris Pratt, o Senhor das Estrelas de ‘Guardiões da Galáxia’, virá ao Brasil para promover o aguardado ‘Vingadores: Guerra Infinita por aqui.

O ator estará no país na primeira semana de abril para participar de um evento exclusivo para fãs e convidados. Novas informações sobre devem sair em breve. O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

Vingadores: Guerra Infinita já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, Star Wars: O Despertar da Força, em 2015.

Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para Vingadores: Guerra Infinita, o filme já quase triplicou a marca de Pantera Negra, antigo recordista dos filmes de super-heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

‘Suspiria’: Tilda Swinton estampa imagem sinistra do terror; Assista ao novo trailer!

Suspiria ganhou uma nova imagem com a personagem vivida pela atriz Tilda Swinton, divulgada pelo site Fandango. Confira, com o trailer:

O aguardado remake de Suspiria, de Luca Guadagnino, promete ser um dos filmes mais macabros do ano e o diretor prometeu, durante uma nova entrevista ao The Hollywood Reporter, que a experiência será perturbadora.

“Espero que este filme seja uma experiência implacável que vai entrar fundo em sua pele e descer por sua espinha. Quero que essa seja a experiência mais perturbadora que você possa ter nos cinemas. O filme é sobre ser imerso em um mundo de turbulência e escuridão implacável”

A duração do corte final do remake de Suspiria, com direção de Luca Guadagnino (Me Chame Pelo Seu Nome‘), foi revelada: 152 minutos, ou seja 2 horas e 32 minutos.

No filme, “Uma jovem americana dançarina de ballet viaja até uma prestigiada escola de dança na Europa, apenas para descobrir que existe algo mais sinistro e sobrenatural. Ela se torna cada vez mais assustada conforme uma série de assassinatos terríveis acontece, e segredos sombrios da escola vêm a tona.”

Dakota Johnson interpreta Susie Bannion no remake.

O elenco ainda inclui Chloe Grace-Moretz, Tilda SwintonMia GothSylvie TestudAngela WinklerMałgosia BelaLutz Ebersdorf e Jessica Harper.

A estreia está programada para 02 de Novembro de 2018.

Recentemente, o remake recebeu uma alta classificação indicativa, para maiores de 18 anos, por conter “Conteúdo perturbador envolvendo violência ritualística, imagens sangrentas e nudez gráfica, e também por causa da linguagem, que inclui referências sexuais.”

A expectativa para o remake do terror, dirigido por Luca Guadagnino, deMe Chame Pelo Seu Nome, está cada vez mais alta.

 

Mostra SP | Sean Baker é um diretor para se prestar atenção

Se você ainda não é fã de Sean Baker, prepare-se para ouvir este nome com bastante frequência nos próximos meses. Isso porque seu mais novo filme, Anora, venceu a Palma de Ouro e começou a ter sessões esporádicas no Brasil. Na Mostra SP, por exemplo, há sessões nos dias 19, 21, 25 e 29 de outubro, todas com ingressos disputadíssimos, o que indica o sucesso exponencial do diretor.

Porém, em uma estratégia um tanto quanto questionável, a Universal Pictures decidiu adiar a estreia do filme no Brasil – que estava programada para 31 de outubro de 2024 – para 23 de janeiro de 2025. A decisão pegou muitos de surpresa, e apesar de parecer sem sentido, se apoia justamente na fé da distribuidora de que o longa conseguirá algumas indicações ao Oscar. Não por acaso, a nova data de estreia coincide com a divulgação dos indicados ao prêmio, que serão revelados em 17 de janeiro. Ou seja, é uma estratégia para tentar surfar na onda da premiação e atrair diferentes públicos no Brasil. Se foi uma tática inteligente ou não, só o tempo dirá. Afinal, o hype orgânico que o filme está gerando certamente não é de se jogar fora. No entanto, é possível que esse atraso sirva também justamente para prolongar a ‘vida’ de Anora e Sean Baker na boca do povo.

Grupo de jovens em festa descontraída.

O filme acompanha a história de Anora (Mikey Madison), uma garota de programa do Brooklyn que é descendente de russos e arranha no idioma. Sua vida muda quando ela atende Vanya (Mark Eidelstein), um playboy russo de passagem pela cidade, que acaba se apaixonando pela menina e a contrata para ser sua namorada por uma semana. Vivendo uma vida sem limites, a dupla se apaixona e consolida um casamento em Las Vegas. O problema é que o rapaz é filho de um oligarca russo, e a notícia de que o herdeiro da fortuna teria se casado com uma stripper começa a percorrer os noticiários do país. Então, os pais decidem por um fim nisso e colocam seus capangas para resolverem as ações do menino mimado, jogando Anora em uma aventura extremamente incômoda, engraçada e absurda para encontrar o marido, que foge na primeira oportunidade e tentar anular o casamento contra a vontade da moça.

O filme brinca com a trama de Uma Linda Mulher, mas trata a situação com o mínimo de glamour possível. É tudo tão absurdo que o público fica dividido quanto a quem torcer nas situações – com exceção da Anora, a grande vítima disso tudo. É um filmaço que traz Sean Baker no auge de seu equilíbrio estéstico. É, talvez, seu filme visualmente menos saturado, apostando mais nas cores sóbrias do inverno e nos neons das boates e da vida noturna. Esse contraste de iluminação dialoga com as fases e expectativas que Anora enfrenta ao longo da trama. Enquanto levava sua vida sofrida, mas dentro do ‘normal’, a menina era exposta a luzes fortes, quentes e aos neons. Depois de perceber a furada em que se meteu, o mundo perde muita cor e abraça o frio como elemento narrativo.

Duas pessoas em frente a mural colorido, ao ar livre.

. Não por acaso, a nova data de estreia coincide com a divulgação dos indicados ao prêmio, que serão revelados em 17 de janeiro. Ou seja, é uma estratégia para tentar surfar na onda da premiação e atrair diferentes públicos no Brasil. Se foi uma tática inteligente ou não, só o tempo dirá. Afinal, o hype orgânico que o filme está gerando certamente não é de se jogar fora. No entanto, é possível que esse atraso sirva também justamente para prolongar a ‘vida’ de Anora e Sean Baker na boca do povo.

Grupo de jovens em festa descontraída.

O filme acompanha a história de Anora (Mikey Madison), uma garota de programa do Brooklyn que é descendente de russos e arranha no idioma. Sua vida muda quando ela atende Vanya (Mark Eidelstein), um playboy russo de passagem pela cidade, que acaba se apaixonando pela menina e a contrata para ser sua namorada por uma semana. Vivendo uma vida sem limites, a dupla se apaixona e consolida um casamento em Las Vegas. O problema é que o rapaz é filho de um oligarca russo, e a notícia de que o herdeiro da fortuna teria se casado com uma stripper começa a percorrer os noticiários do país. Então, os pais decidem por um fim nisso e colocam seus capangas para resolverem as ações do menino mimado, jogando Anora em uma aventura extremamente incômoda, engraçada e absurda para encontrar o marido, que foge na primeira oportunidade e tentar anular o casamento contra a vontade da moça.

O filme brinca com a trama de Uma Linda Mulher, mas trata a situação com o mínimo de glamour possível. É tudo tão absurdo que o público fica dividido quanto a quem torcer nas situações – com exceção da Anora, a grande vítima disso tudo. É um filmaço que traz Sean Baker no auge de seu equilíbrio estéstico. É, talvez, seu filme visualmente menos saturado, apostando mais nas cores sóbrias do inverno e nos neons das boates e da vida noturna. Esse contraste de iluminação dialoga com as fases e expectativas que Anora enfrenta ao longo da trama. Enquanto levava sua vida sofrida, mas dentro do ‘normal’, a menina era exposta a luzes fortes, quentes e aos neons. Depois de perceber a furada em que se meteu, o mundo perde muita cor e abraça o frio como elemento narrativo.

Duas pessoas em frente a mural colorido, ao ar livre.

É curioso ver esse estilo em um filme de Sean Baker. Na última década, o diretor se destacou por projetos bastante diferentes, sempre focados em personagens socialmente quebradas e excluídas, mas marcados por uma fotografia quente e supersaturada. Ele se destacou em filmes independentes, sendo Tangerina (2015) o primeiro a furar a bolha com sua execução inesperada.

Na época, o filme repercutiu por ter sido gravado inteiramente com três iPhones 5S, abrindo mão das caras e pesadas câmeras profissionais. E o resultado foi visualmente espetacular. Baker aproveitou dessa repercussão para contar uma trama ‘natalina’, por assim dizer, sobre Sin-Dee Rella (Kitana Kiki Rodriguez), uma prostituta transsexual que passou um mês na cadeia e, ao sair, descobriu que seu namorado/ cafetão a trocou por uma mulher cisgênero. Revoltada, Sin-Dee chamou sua melhor amiga e partiu em busca dos dois para conseguir se vingar na véspera de natal, o que claramente terminou em uma série de confusões e críticas sociais afiadíssimas, abordadas de maneira orgânica. E essa talvez seja a principal característica do diretor. Ele sabe retratar personagens quebradas de forma bem-humorada e respeitosa, mas sem ‘passar pano’ para elas.

Homem e menina em corredor de motel.

Ele sabe que a sociedade é falha, mas enxerga beleza em certa parte dessa degradação social, mostrando que até mesmo no fundo do poço é possível ter bons momentos, mesmo que eles geralmente sejam engolidos pela sequência desesperadora de desgraças impostas a essas pessoas.

E isso leva a Projeto Flórida (2017), longa que rendeu uma indicação de Willem Dafoe ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, e revelou a pequena Brooklynn Prince ao mundo. O filme é ambientado na parte menos glamourosa de Orlando, dando foco aos motéis de beira de estrada e às pequenas sociedades que existem nesse microcosmo. Enquanto de um lado da rua há todo o luxo dos parques temáticos e de viajantes do mundo inteiro que juntam pequenas fortunas para irem nos brinquedos e tirarem fotos com adolescentes vestidos de personagens, do outro lado da estrada existe uma série de crianças em situação muito precária, vivendo em motéis com suas famílias e cometendo pequenos delitos ao longo do dia para se divertirem. Em meio a eles, existem os donos de lojas e das próprias hospedarias, que lidam com os mais diferentes tipos de pessoas e situações, jogando luz nesse cenário caótico “oculto” de Orlando.

Mãe e filha brincando com carrinho de compras.

A trama é contada pela ótica infantil de Moonee (Prince), uma menina sapeca e desbocada de apenas seis anos, que passa o dia aprontando por Orlando em meio a outras crianças socialmente desamparadas. Ela é filha de Halley (Bria Vinaite), uma jovem abandonada pelos pais que sobrevive de empregos pontuais e golpes que aplica em turistas, mas que foi apadrinhada por Bobby (Dafoe), o gerente do motel em que vivem. A vida de Bobby é um completo caos, porque ele precisa gerir o motel, enquanto serve de mentor e acoberta as furadas que Moonee e Halley se enfiam. Ele acredita que elas possam mudar de vida e faz de tudo para que a jovem não se perca no mundo da prostituição, um fantasma que assombra a mãe tatuada ao longo de toda a trama. Porém, para Moonee, todos esses perrengues são normais. Essa é a única vida que ela conheceu em sua existência.

O longa é cercado por essa inocência infantil em meio a uma série de situações extremamente pesadas e degradantes, fazendo desse, talvez, o filme mais repleto de humanidade da carreira de Sean Baker. Ele consegue pegar esses dois estereótipos da sociedade – a mãe solteira/ adolescente ‘perdida’ e a criança encapetada e mal educada – e faz o público olhar para essas duas personagens de forma empática e solidária. E aí que entra o diferencial do diretor: o lance de não ‘passar pano’. Ele entende os erros da dupla e força o público ao limite. O espectador entende os dramas, mas não deixa de se revoltar com as oportunidades perdidas e a insistência nos erros. Tudo isso com uma fotografia espetacular. Diferentemente de Tangerina, Projeto Flórida foi gravado em filme 35 mm, dando ao longa um aspecto visual de conto de fadas quebrado.

Duas pessoas conversando no balcão de loja.

Após o sucesso de Projeto Flórida, o diretor entrou em um hiato que atrapalhou sua ‘explosão’ para o grande público, após o sucesso do longa de 2017. Mas seu retorno foi triunfal com Red Rocket. O longa segue no mundo do excluídos, só que em um contexto ainda mais pesado: as eleições presidenciais de 2016, nos EUA. O filme acompanha Mike Saber (Simon Rex), um ex-ator pornô que fica velho para a Indústria, se afunda na miséria e decide retornar ao Texas, onde largou uma esposa, que também teve seus dias no pornô, mas foi relegada a uma vida cheia de frustrações e dificuldades quando perdeu sua ‘serventia’ para os filmes.

Mike é um pária. Sem-teto, ele não tem nada mais que as lembranças dos supostos dias de glória e a necessidade de sobreviver. Após convencer a esposa a aceitá-lo de volta na casa, ele procura emprego, mas não é contratado por seu passado no entretenimento adulto. Então, ele consegue algum dinheiro vendendo drogas. Só que, conforme a grana entra, Saber perde a humildade da miséria e volta a ser o grande babaca que abandonou aquela vida “família” de antes.

Pessoas olhando por cerca em quintal.

Red Rocket é o mais marginalizado dessa fase mais popular de Baker, mas é genial. Ele brinca o tempo inteiro com a ascensão do Trumpismo no Texas, enquanto retrata a vida miserável que as pessoas levam na região. Todos estão muito prejudicados, a situação é literalmente de miséria, e eles depositam esperança em um candidato cujo bordão é resgatar o orgulho e os dias bons de um país repleto de desigualdades sociais. E quem mais apoia o candidato é justamente Mike, um grande vigarista que entende esse cenário de desgraça generalizada e tenta se aproveitar disso para engambelar gente simples, que busca apenas sobreviver. Para ele, a pobreza do entorno é uma vantagem nos negócios.

O protagonista é um tipo de empresário das vacas magras, adotando a tal da ‘filosofia do tubarão’ para mordiscar qualquer oportunidade de se dar bem, mesmo que isso signifique destruir a vida de quem ele prometeu amar. É um caso muito curioso de filme, porque o protagonista é desprezível, mas as situações são conduzidas de forma cômica, então você meio que não consegue tirar os olhos da tela até saber onde aquele absurdo vai parar. E assim como os outros projetos de Baker, não há ‘passada de pano’ para os atos do protagonista. Só que ele joga tão sujo e toma atitudes tão tenebrosas que se não fosse o carisma de Rex, astro da franquia Todo Mundo Em Pânico, talvez fosse difícil de comprar a história. O trabalho de fotografia também aposta em cores vibrantes e quentes, que fazem os personagens parecerem sujos e suados o tempo inteiro, intensificando a imagem de miséria e ansiedade, com exceção do núcleo que envolve a jovem Morango (Suzanna Son), que se torna a grande esperança – e potencial próxima vítima – de Mike, o destruidor de vidas. Inclusive, há uma metáfora muito interessante sobre o protagonista e seu maior motivo de orgulho: o prêmio de melhor sexo oral da indústria pornográfica. As personagens constantemente questionam o motivo de Mike ter recebido o tal prêmio, sendo que quem realmente fez o ‘trabalho sujo’ foram as atrizes em cena. Assim como em toda sua carreira, Mike colhe os frutos do trabalho alheio, enquanto se faz presente meramente como um agenciador. No fim, ele fica com a fama e as pessoas ao seu redor sofrem as consequências. É um filmaço extremamente subestimado.

Mulher em pose artística e vestido vermelho.

E todos esses sucessos recentes levam a Anora, que parece reunir o que há de melhor desses três filmes que definitivamente elevaram o nome de Sean Baker a uma prateleira mais alta de Hollywood. Se você ainda não ouviu falar dele, é bem provável que até o ano que vem escute falar do sucesso de Anora e se interesse pela carreira do diretor. Há projetos anteriores a Tangerina, como Uma Estranha Amizade (2012), que conta a inusitada amizade entre uma jovem que sonhava em ser atriz – mas só conseguiu vaga em filmes pornográficos – e uma viúva depressiva de 85 anos, que também reflete todo o estilo do diretor, mas esses são mais difíceis de encontrar para assistir.

Fato é que Sean Baker desponta como um dos nomes mais interessantes do cinema atual e certamente merece algumas horinhas de sua atenção.

10 Filmes de Terror e Suspense Para Assistir no Festival do Rio

Falta uma semaninha para o Festival do Rio 2024, e, claro, mais uma vez nós, do Cinepop, estaremos presentes. Como sabemos que nosso público adora filmes de terror e suspense, separamos aqui 10 dicas imperdíveis dos gêneros para vocês conferirem esse ano.

10 – A Herança

A Herança’ é um filme de terror dirigido por João Cândido Zacharias, com quem Tatiana divide a ideia original, que narra os acontecimentos advindos do retorno ao Brasil de um jovem, vivido por Diego Montez, que acaba de perder sua mãe e descobre ser o único herdeiro de uma casa que pertencia a uma avó que não conheceu. Nesta casa, o namorado do jovem, interpretado por Yohan Levy, desconfia que algo maligno se esconde debaixo da fachada de uma vida tranquila no campo. As atrizes Analu Prestes e Cristina Pereira vivem as tias do protagonista.

a heranca
créditos: Bianca-Aun

9 – Não Fale o Mal

Sim, a versão original dinamarquesa que inspirou o filme homônimo atualmente em cartaz estrelado por James McAvoy. De férias em Toscana, uma família dinamarquesa se torna amiga de uma família holandesa. Meses depois, o casal dinamarquês recebe um convite inesperado para visitar os holandeses em sua casa de campo e decide ir lá passar o fim de semana. No entanto, não demora muito para que a alegria do reencontro seja substituída por desentendimentos. As coisas gradualmente saem do controle, à medida que os holandeses se revelam muito diferentes do que aparentavam, e a pequena família dinamarquesa se vê presa numa residência onde gostaria de nunca ter entrado.

8 – Herege

Duas jovens missionárias devotas acabam presas na casa de um homem misterioso (Hugh Grant). Elas são forçadas a participar de um jogo perturbador que desafia sua fé e põe em xeque tudo o que acreditam.

7 – No Nosso Sangue

Nada é o que parece quando a cineasta Emily Wyland se une ao diretor de fotografia Danny para filmar um documentário íntimo sobre o reencontro dela com a mãe após uma década de separação. Quando a progenitora desaparece de repente, possivelmente por causa dos velhos vícios que despedaçaram sua família, Emily e Danny precisam seguir pistas sinistras para encontrá-la antes que seja tarde demais.

6 – Infestação

O jovem Kaleb, fascinado por animais exóticos, encontra uma aranha venenosa em um bazar e a leva para o seu apartamento no subúrbio de Paris. Quando o animal escapa e se reproduz, o prédio inteiro é transformado numa terrível armadilha de teias. Para evitar o contágio, a polícia isola o local com os moradores dentro e todos terão de lutar pela própria sobrevivência.

5 – A Tristeza

A cidade de Taipei de repente entra em um caos sangrento quando pessoas comuns são compulsivamente levadas a cometer os atos mais cruéis e horríveis que se possa imaginar. Um jovem casal é levado aos limites da sanidade enquanto tenta se reunir em meio à violência e depravação. A era da civilidade e da ordem não existe mais. Assassinato, tortura e mutilação são apenas o começo…

4 – Deadstream

Uma personalidade desprestigiada da internet tenta reconquistar seus seguidores transmitindo ao vivo sua visita solitária a uma casa assombrada no meio da noite. Porém, ao liberar acidentalmente um espírito vingativo, o grande evento especial e exclusivo se transforma em uma intensa batalha pela sobrevivência.

3 – O Intruso

Um refugiado aparece nu dentro de uma mala na margem do rio Tâmisa. O enigmático visitante se apresenta a uma família burguesa de classe alta e é convidado a morar com eles como funcionário. Ele passa a seduzir cada membro do clã em uma série de encontros sexuais explícitos, virando o mundo deles de cabeça para baixo e permitindo que se redefinam de maneiras radicais.

2 – Rainhas do Drama

Em 2005, a jovem estrela pop Mimi Madamour vive um romance turbulento e ardente com Billie Kohler, ícone punk queer. Entre o amor, o ódio e o desejo pelos holofotes, a busca da glória e a paixão que sentem as conduzem para uma rota de autodestruição. Elas são o símbolo de toda uma geração, elas são um duo que arrasta multidões, elas são as Rainhas do Drama.

1 – Stopmotion

Ella Blake, uma animadora de stop motion lutando para controlar seus demônios após a perda de sua mãe autoritária, embarca na criação de um filme que se torna o campo de batalha de sua sanidade. À medida que a mente de Ella começa a se fragmentar, os personagens de seu projeto ganham vida própria.

‘Toy Story 4’: Imagem revela novos personagens do filme

O primeiro teaser trailer de Toy Story 4’ foi lançado quatro meses atrás e nos introduziu a Forky, um hesitante “brinquedo” que ganhou vida e insiste que não pertence àquele mundo por não ser igual aos outros personagens.

O vídeo também nos mostrou o cômico e apaixonante duo formado por Ducky e Bunny, interpretados respectivamente por Jordan PeeleKeegan Michael-Key. Bo Peep (Annie Potts) também roubou a cena em uma belíssima sequência que confirmava seu retorno e protagonismo dentro da nova iteração da franquia.

Agora, uma nova foto da Funko Pop revelou outros brinquedos que também aparecerão no longa-metragem. A imagem foi divulgada no Twitter e você pode conferi-la abaixo:

Assista aos teasers abaixo:

Na trama, “Woody sempre teve certeza sobre o seu lugar no mundo e que sua prioridade é cuidar de seu criança, seja Andy ou Bonnie. Mas quando Bonnie adiciona um relutante novo brinquedo chamado Garfinho ao seu quarto, uma aventura na estrada ao lado de velhos e novos amigos mostrará a Woody quão grande o mundo pode ser para um brinquedo.”

Dirigido por Josh Cooley e produzido por Jonas Rivera e Mark Nielsen.

A Pixar confirmou que a animação chega aos cinemas americanos em 21 de junho de 2019.

‘Uma Noite de Crime 5’: Ana de la Reguera entra para o elenco da sequência

Em agosto, foi anunciado que a franquia Uma Noite de Crime ganharia seu quinto filme. Agora, o site The Hollywood Reporter confirmou a primeira adição ao elenco da sequência.

Segundo a matéria, Ana de la Reguera (‘Army of the Dead’) fará parte da produção em um papel ainda não revelado. Ela deve se juntar a Sylvester Stallone, que foi cotado para estrelar o longa-metragem alguns meses atrás.

Everardo Gout, da série Mars, vai comandar o projeto.

Em entrevista ao EW, James DeMonaco, que dirigiu os três primeiros filmes, falou sobre o futuro da saga.

“A história que criei para o quinto filme é um ótimo jeito de terminar tudo. Nós queremos fazer um final com esse próximo [filme], e eu estou muito animado. Quando eu criei a ideia e contei para todos, eles ficaram empolgados, e eu acho que será um desfecho muito legal.”

Vale lembrar que, no final do terceiro filme, o expurgo foi banido e deu início a uma onda de revolta e violência, que provavelmente pode ser o gancho para a nova produção.

Robert Eggers, diretor de ‘A Bruxa’, teve que mudar toda a produção de seu novo filme; Saiba por que!

The Northman promete ser o filme de maior escala do já visionário Robert Eggers (que, nos últimos anos, nos entregou obras-primas como A BruxaO Farol). Entretanto, para que sua nova ideia saísse do papel, o diretor teve que mudar a dinâmica da produção do longa-metragem por completo.

Em entrevista ao IndieWire, Eggers revelou alguns detalhes de seu novo filme, deixando claro que a arte será espetacular – e bastante intrincada.

“Há várias locações no filme, então estávamos constantemente saindo para encontrar lugar ou reacessar lugar que encontramos, construindo os sets lá. Estamos construindo todos esses novos mundos, construindo todas essas vilas, criando milhares de figurinos e objetos, treinando os cavalos com as coisas que terão que fazer, fazendo o design de cada frame do filme. Há muito mais no storyboard. No geral, eu fiz o storyboard das cenas que têm efeitos visuais ou animais ou acrobacias, cenas em que todos os departamentos serão requisitados para tudo funcionar. Mas o filme raramente tem uma cena que não seja num barco ou não tenha vários extras. Estamos fazendo o storyboard de grande parte das cenas, o que está levando muito tempo”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Screen Daily, o diretor de fotografia Jarin Blaschke forneceu outros detalhes da trama:

“Esse filme será maior que os anteriores. Posso dizer que será uma trama de vingança Viking e nós iremos filmar na Europa. Será sombrio e violento.”

Ele continua, “Acho que o Eggers sente que precisa fazer uma trilogia. ‘A Bruxa’ e ‘O Farol’ exploram nosso ângulo sobre contos da Nova Inglaterra. Esses três filmes definitivamente se relacionam nesse nível.

Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

A história é descrita como uma saga viking ambientada na Islândia por volta do século X. Entretanto, mais detalhes sobre a trama não fora revelados.

O elenco conta com Nicole KidmanAlexander SkarsgårdAnya Taylor-JoyBill SkarsgårdWillem Dafoe.

The Northman‘ não tem previsão de estreia.

‘The Flash’: Michael Keaton surge como Batman em incrível pôster de fã; Confira!

Em seu Twitter oficial, o artista George Evangelista divulgou uma incrível imagem conceitual do vindouro ‘The Flash’, adaptação dirigida por Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘).

A arte traz Michael Keaton como Batman e Ezra Miller como o personagem titular, além de ter sido baseada na divulgação promocional da DC FanDome.

Confira:

Vale lembrar que Ben Affleck reprisará seu papel como o Cavaleiro das Trevas no longa-metragem – cujo anúncio levou muitos fãs a se perguntarem o que o fez tomar a decisão.

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora se disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.

“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”

Na mesma entrevista, o diretor Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.

“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”

O cineasta também falou sobre a importância do herói na trama.

“O Batman de Ben Affleck é uma parte muito importante do impacto emocional do filme. A interação e o relacionamento entre Barry e o Wayne de Affleck vão trazer um nível emocional que não vimos antes. É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens estão mais relacionados do que pensamos. Ambos perderam suas mães assassinadas, e esse é um dos estopins emocionais do filme. É aí que o Batman do Affleck  entra em ação.”

Ele acrescentou que:

“O filme é um pouco uma dobradiça no sentido de que apresenta uma história que implica um universo unificado onde todas as iterações cinematográficas que vimos antes são válidas […] É inclusivo no sentido de que está dizendo tudo o que você já viu existe, e tudo o que você vai ver existe, no mesmo multiverso unificado.”  

Rumores também apontam que Michael Keaton irá reprisar o papel, já que interpretou o herói nos dois filmes dirigidos por Tim Burton: ‘Batman‘ (1989) e ‘Batman: O Retorno‘ (1992).

Vale lembrar que o longa teve sua estreia antecipada. Ao invés de chegar aos cinemas em 1º de julho de 2022, o filme agora será lançado no dia 3 de junho de 2022.

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

 

‘Riverdale’: As investigações continuam nas imagens do episódio 05×02; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “The Preppy Murders”, segundo episódio da 5ª temporada de Riverdale.

O capítulo será transmitido no dia 27 de janeiro e traz uma reviravolta para a investigação de Betty e Jughead sobre o autor. Enquanto isso, Archie lida com a pessoa responsável pela morte do pai; Veronica e Hermosa, por sua vez, tentam forçar o próprio pai em se aposentar mais cedo.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘The Flash’: Cisco diz adeus nas imagens oficiais do episódio 07×12; Confira!

A The CW divulgou as imagens oficiais de “Good-Bye Vibrations, décimo segundo episódio da 7ª temporada de The Flash‘.

Na trama, “Cisco e Kamila dizem ao time que estão deixando Central City. Entretanto, Barry, Iris e Caitlin não têm muito tempo para digerir as notícias, pois uma nova versão de Rainbow Rider ataca e a equipe deve juntar forças uma última vez para salvar a cidade”.

O capítulo vai ao ar no dia 08 de junho.

Confira, junto à promo:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Katy Perry | Ranqueamos todos os álbuns da icônica artista, incluindo o recente ‘143’

Katy Perry ganhou proeminência ainda em 2008, quando lançava os primeiros singles de seu álbum de estreia, One of the Boys, ascendendo a uma fama estelar e garantindo músicas de extremo sucesso comercial que a transformaram em uma das artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos.

Álbum a álbum, Perry demonstrou um apreço pela alegria e pela ideia do carpe diem, aprovietando letras chamativas e envolventes para falar sobre amor, aceitação, independência e empoderamento – não pensando duas vezes antes de se arriscar e nunca abaixar a cabeça para os haters.

Em celebração ao lançamento de seu mais recente compilado de originais, 143, preparamos uma lista ranqueando todos os seus álbuns – excluindo o especial Teenage Dream: Complete Confection’ e o disco ‘Katy Hudson’.

Confira e conte para nós qual o seu favorito:

6. 143

katy perry

Lançamento: 2024

“Com as duas primeiras faixas promocionais, Katy revelou estar par a par com sua conhecida estética despojada e, apesar das críticas negativas, entregou exatamente o que esperávamos de uma performer como ela: incursões pautadas em uma arquitetura mainstream, movidas por batidas bem demarcadas e comprometidas com uma identidade indesculpável e escapista – tal qual ela já nos mostrara com álbuns mais antigos. E, com infortúnio frustrante, a cantora e compositora já havia nos apresentado o melhor antes mesmo do lançamento do álbum, resolvendo se unir com um time grandioso de produtores para uma jornada formulaica e sem qualquer originalidade, atirando para todos os lados a fim de recuperar as glórias de um tempo que não mais voltará” – Thiago Nolla

5. ONE OF THE BOYS

Lançamento: 2008

Apesar de canções muito bem produzidas, como “I Kissed a Girl”“Hot N Cold”“Thinking of You”One of the Boys sofreu dos problemas do mal envelhecimento – e de algumas controvérsias girando em torno da faixa “Ur So Gay”. É claro que não podemos tirar o mérito de Perry de ter a habilidosa mão de criar hits, bem como um apreço pela composição denotado em diversas incursões. Entretanto, o principal obstáculo enfrentado foi, no geral, a fraca gestação que o álbum teve, bem como um número gigantesco de produtores que pareciam entrar em acordo.

4. SMILE

Lançamento: 2020

Smile não é exatamente o comeback de Katy Perry que todos aguardávamos, mas é aprazível quando direcionamos nosso foco às partes, e não ao todo. Encarando o álbum como uma jornada com começo, meio e fim, é notável as atribulações e as bifurcações enganosas de certas faixas; aqui, o mais aconselhável é perceber como cada faixa fala por si mesma e como, no final das contas, temos sorte de que ela finalmente está bem e que está forte o bastante para começar um novo capítulo de sua vida.” – Thiago Nolla

3. WITNESS

Lançamento: 2017

“Utilizando sua mentalidade reaberta depois de um considerável hiato, ela decidiu unir-se a um time criativo que a auxiliaria a trazer temas nunca antes vistos (ou infundidos com batidas mascaráveis), incluindo desconstruções acerca de estereótipos femininos, empoderamento, um sutil flerte com a nova onda do feminismo e até mesmo metáforas políticas inteligentes – o que nos leva ao primeiro single, intitulado “Chained to the Rhythm”. A música é um implacável híbrido disco-dancehall que puxa elementos até mesmo do noventista house-pop, guiada por letras ácidas de descontentamento com o governo de Donald Trump (recém-elegido como presidente dos Estados Unidos e principal motivo por ter transformado a performer em uma “inimiga” nacional). A ilusória sensação de liberdade, que insurgiria como temas de outras faixas adjacentes, é o mote com o qual Katy trabalha com tanta paixão.” – T.N.

2. TEENAGE DREAM

Lançamento: 2010

“A verdade é que, em virtude de tudo o que ‘Teenage Dream’ representa para Katy e para seus fãs, críticas mistas não mudam o significado do álbum, nem sua importância. Em um olhar mais contemporâneo (mais de uma década depois de seu lançamento), é notável que, apesar da falta de densidade lírica e de temas repetitivos, a artista se mostrou ousada em provocar os ouvintes com certos experimentalismos ainda crus, como visto nas dissonâncias “Circle the Drain”, ou com a fusão de dubstep e techno de “E.T.”, uma das simbólicas assinaturas da discografia de Perry. E, enquanto os especialistas internacionais destacaram a falta de personalidade e de vulnerabilidade do CD, “The One That Got Away” merece mais atenção por mostrar um outro lado da performer.” – T.N.

1. PRISM

Lançamento: 2013

“Tirar mérito de algumas pérolas que Perry nos entrega é um erro irreparável. Além de Roar”Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna novamente (principalmente quando cita “Erotica”). Aqui, Klas Ahlund entra com seus maneirismos conhecidos, incluindo a construção de uma atmosfera onírica que dialoga diretamente com suas investidas ao falsete e aos deliciosos agudos.” – T.N.

‘Riverdale’ se torna a pior cidade da América na sinopse oficial do episódio 06×08; Confira!

A The CW divulgou a sinopse oficial de “The Town”, 8º episódio da 6ª temporada de Riverdale.

Na trama, “depois de descobrirem que Percival Pikens está por trás de um artigo borbulhante que chama Riverdale da ‘pior da cidade da América’, Archie cria um plano para mostrar que ele está errado. Enquanto isso, depois do Conselho da Cidade visitar seu cassino, Veronica e Reggie decidem que farão tudo juntos a partir de agora. Por fim, Britta se arrisca para ajudar Cheryl”.

O capítulo vai ao ar no dia 03 de abril.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Ranqueamos TODAS as adaptações das obras de Neil Gaiman para o cinema e a televisão

Que Neil Gaiman é um dos melhores autores não apenas de sua geração, mas da história do entretenimento, não é novidade para ninguém. E, no geral, boa parte de seus belíssimos escritos ganharam adaptação competentes para as telonas ou para as telinhas – como a adorada aventura fantástica ‘Stardust – O Mistério da Estrela’ ou a arrepiante animação em stop-motion Coraline e o Mundo Secreto.

Agora, com a recente chegada de Sandman ao catálogo da Netflix, chegou a hora de relembrar a incrível carreira de Gaiman e as consequentes releituras de seus projetos para o cinema e a televisão – e garantimos que a série em questão ganhou nossos corações por capturar a essência das HQs originais.

Pensando nisso, resolvemos ranquear todas as produções do romancista e quadrinista que ganharam uma adaptação audiovisual.

Veja abaixo a nossa lista e conte para nós qual o seu título favorito:

7. COMO FALAR COM GAROTAS EM FESTAS (2017)

Baseado no conto homônimo de Gaiman, o filme ‘Como Falar com Garotas em Festas’, de 2017, falhou em fazer jus à história do romancista. Com recepção mista por parte dos especialistas, a trama acompanha três amigos que dedicam sua vida ao punk, seja incorporando os ideais do movimento ou simplesmente indo em shows de bandas iniciantes. É ao sair de uma destas apresentações que Enn (Alex Sharp), Jonesy (Eddie-Joe Robinson) e John (Ethan Lawrence) encontram uma estranha mansão, de luzes coloridas iluminando as janelas. Acreditando ser mais uma festa organizada por Boadicea (Nicole Kidman), eles entram no local e lá encontram um grupo de pessoas bem estranho, dividido em colônias e com atitudes pré-definidas. Dentre elas está Zan (Elle Fanning), que sente-se presa ao status quo e vê em Enn a chance de enfim mudar seu destino.

6. AMERICAN GODS (2017 – 2021)

O romance ‘Deuses Americanos’ é um dos mais poderosos já escritos por Gaiman e nutre-se da fantasia adulta para discorrer sobre o embate dos Velhos Deuses e dos Novos Deuses pela supremacia do mundo e dos humanos. Adaptada para as telinhas em 2017 sob o nome American Gods, a obra teve um começo bastante forte, mas decaiu consideravelmente com a saída de diversos membros do elenco e escândalos de racismo – motivo pelo qual a terceira e última temporada parece ter perdido toda a vontade de até mesmo existir.

5. LUCIFER (2016 – 2021)

Lucifer ascendeu ao patamar de uma das séries mais bem-sucedidas da Netflix (anteriormente da Fox) e, até hoje, continua conquistando fãs ao redor do mundo. Destrinchada em seis temporadas, a produção é baseada nos personagens criados por Gaiman, Sam Kieth e Mike Dringenberg – retirado dos quadrinhos ‘The Sandman e levado ao selo Vertigo, da DC Comics. A adaptação, estrelada por Tom Ellis, gira em torno de Lucifer Morningstar, que abandona o Inferno e se muda para Los Angeles, onde toma conta de uma balada noturna chamada Lux e se torna consultor para o Departamento de Polícia local. Além de Ellis, o elenco também conta com Lauren GermanKevin AlejandroD.B. WoodsieLesley-Ann Brandt e outros.

4. GOOD OMENS (2019 – PRESENTE)

Em 1990, Gaiman se aventurava na comédia fantástica mais uma vez com ‘Belas Maldições’, assinando o aclamado romance ao lado de Pratchett. Quase trinta anos mais tarde, a Amazon Studios e a BBC Studios adquiriram os direitos intelectuais da obra e deram vida à elogiada minissérie ‘Belas Maldições’. Protagonizada por Michael Sheen e David Tennant, a produção amalgama inúmeros temas e figuras da mitologia cristã e tem como principal foco narrativo as aventuras espetaculares e hilárias do anjo Aziraphale e do demônio Crowley – que transcendem os próprios laços quando o apocalipse é anunciado. O sucesso foi tamanho que, quase dois anos mais tarde, a Amazon anunciou uma segunda temporada do show.

3. SANDMAN (2022 – PRESENTE)

Depois de tanto tempo esperando, Sandman saiu do limbo criativo e ganhou uma adaptação mais que encantadora. A ideia principal da nova série da Netflix (um dos melhores títulos do ano, sem sombra de dúvida) é clara e trilha um caminho certeiro, com potencial de sobra para nos tirar o fôlego e nos presentear com uma joia do audiovisual contemporâneo, movido pelo embate entre a leniência e o desconhecido. Aqui, as performances de um elenco que conta com Tom SturridgeGwendoline ChristieJenna ColemanDavid Thewlis e vários outros são o centro de nossa atenção, juntamente ao roteiro, as investidas técnicas e artísticas foram escolhidas com cautela surpreendente.

2. STARDUST – O MISTÉRIO DA ESTRELA (2007)

‘Stardust – O Mistério da Estrela’ ainda é e sempre será uma das melhores adaptações da incrível e distorcida mitologia criada por Neil Gaiman. O que poderia se tornar mais um fracasso qualquer da extensa vertente das ficções fantásticas e suas respectivas adaptações para o cinema na verdade nos deu uma centelha de esperança que as coisas realmente poderiam funcionar, mantendo-se original ao teor da obra e criando um cosmos audiovisual totalmente único e emocionante. Não é surpresa que, apesar dos efeitos especiais que não eram tão sofisticados à época, a narrativa ambientada em Stronghold é memorável e encanta pessoas de qualquer idade.

1. CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Coraline e o Mundo Secreto encantou o público quando chegou aos cinemas em 2009 – e permanece como a melhor adaptação dos escritos de Gaiman. Aqui, a genialidade criativa do autor se atrela à incrível condução cinematográfica de Henry Selick, diretor que já havia emprestado suas habilidades com a incrível animação stop-motion ‘O Estranho Mundo de Jack’. É claro que Gaiman não havia escrito o romance pensando em levá-lo às mídias audiovisuais, o que deixa a naturalidade e o complexo organismo do filme ainda mais surpreendentes. Há um notável respeito do diretor ao novelista e uma mutualidade de pensamento que se infiltra nas sutis entrelinhas da produção.

Critics Choice Awards 2023 | ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ leva o prêmio de Melhor Direção

A aclamadíssima comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) se tornou um dos melhores filmes não apenas do ano – e já vem coletando estatuetas da temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores do Critics Choice Awards 2023Daniel Kwan e Daniel Schienert levaram para casa o merecido prêmio de Melhor Direção, além de terem conquistado a estatueta de Melhor Roteiro OriginalKe Huy Quan também saiu vitorioso, com o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por sua icônica performance.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr. e James Hong.

Uma nova história começa no teaser INÉDITO de ‘Justified: City Primeval’; Confira!

FX divulgou mais um teaser oficial de Justified: City Primeval’revival da aclamada série Justified que traz Timothy Olyphant de volta como Raylan Givens.

A produção estreia em 18 de julho nos Estados Unidos, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.

Confira, junto ao trailer completo:

Baseada no livro ‘City Primeval: High Noon in Detroit‘, de Elmore Leonard, a produção se passa dez anos após a série original.

Na trama…

Raylan ainda vive em Miami, para onde ele se mudou ao final da série original. Um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida leva Raylan a Detroit, onde ele cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como ‘O Selvagem de Oklahoma’, um violento sociopata que já escapou dos melhores de Detroit – e pretende fazê-lo novamente. A advogada de Mansell, Carolyn Wilder, tem toda a intenção de representar seu cliente, mesmo quando ela se encontra presa entre um policial e um criminoso, com seu próprio interesse em jogo.

Dave Andron e Michael Dinner, que produziram a série original, entram como showrunners, roteiristas e produtores executivos. Além de estrelar, Olyphant também tem crédito de produtor executivo ao lado do showrunner original, Graham Yost.

Aunjanue EllisBoyd HolbrookAdelaide ClemensVondie Curtis HallMarin IrelandNorbert Leo ButzVictor WilliamsVivian OlyphantRavi Patel completam o elenco.

‘Rick e Morty’: Ice T está de volta no teaser do 8º episódio da 7ª temporada; Confira!

A 7ª temporada da série animada ‘Rick e Morty‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, foi divulgado um teaser inédito promover o 8º episódio da aclamada atração.

Intitulado “Rise of the Numbericons: The Movie”, o episódio vai ao ar no próximo domingo, 03 de dezembro.

Confira:

“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.

Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da 2ª temporada!

Depois do trailer, o Prime Video divulgou um vídeo promocional inédito da 2ª temporada da série O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, nos levando aos bastidores do próximo ciclo.

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 29 de agosto.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A adaptação inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien, causou um grande barulho quando estreou no Prime Video em 2022 – deixando os fãs animados para o futuro da narrativa.

Agora, segundo os criadores J.D. PaynePatrick McKay, a nova temporada da obra fantástica está mais perto do que poderíamos imaginar (via ComicBook.com).

As informações indicam que o próximo ciclo chegará ao catálogo da plataforma de streaming no final de 2024, ainda sem dia confirmado.

Anteriormente, conversando com o MovieZine, a diretora Charlotte Brändström, que ficou responsável por um dos episódios da temporada de estreia e por quatro da nova iteração, disse que os vindouros capítulos serão ainda mais ousados e sombrios.

“O que eu posso dizer é que [a 2ª temporada] será mais sombria, mais ousada e mais focada nos personagens”, ela comentou. 

“Ainda acho que temos temos episódios muito interessantes vindo aí. Assisti a todos eles durante o Natal, apenas os cortes. Acho que vai ser uma temporada muito boa. Tentamos fazê-los mais ousados, um pouco mais ‘sujos’, pr assim dizer. E não em relação à imagem, mas em relação a fazê-los os mais autênticos possíveis. Temos várias reviravoltas surpreendentes, também”.

Embora não tenham sido divulgados detalhes exatos sobre os novos episódios, espera-se que a história traga uma maior participação de Sauron, que foi formalmente apresentado nos momentos finais da primeira temporada.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram recentemente contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

Danny Ramirez lamenta saída da Joaquin Phoenix de novo filme de romance gay: “É DECEPCIONANTE”

A inesperada saída de Joaquin Phoenix do romance gay de Todd Haynes, poucos dias antes do início das filmagens, causou um prejuízo milionário à produção, que foi abruptamente cancelada.

Agora, em entrevista à VarietyDanny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’), que iria co-estrelar o projeto ao lado de Phoenix, rompeu silêncio sobre a saída do astro apenas cinco dias antes das gravações começarem em Guadalajara, no México.

“É definitivamente decepcionante”, ele afirmou. “No mais, apenas me deu mais inspiração para continuar insistindo, continuar investindo, e saber que eu estou no caminho certo e abordando meu trabalho da maneira correta. Então, foi isso que me deixou animado”.

Anteriormente, a produtora Christine Vachon se manifestou sobre o ocorrido. Segundo a People, ela defendeu a decisão de escalar Phoenix, um ator heterossexual, para um papel gay.

“Uma versão disso realmente aconteceu. Tem sido um pesadelo. E, POR FAVOR — se você está pensando em criticar ou em nos advertir que ‘é isso que vocês ganham por escalar um ator heterossexual’ — NÃO FAÇA ISSO. Este foi um PROJETO DELE, que ele trouxe PARA NÓS, e o histórico da Killer Films com atores, equipe e diretores LGBTQ fala por si só. (E para aqueles que JÁ FIZERAM isso — saibam que estão piorando ainda mais uma situação já terrível)”. 

Lembrando que embora Phoenix ainda não tenha se pronunciado oficialmente, especulações compartilhadas pela Variety, apontam que a saída pode estar ligada ao conteúdo sexual explícito do filme.

A produção era descrita como uma intensa história de amor entre dois homens ambientada na década de 1930. Phoenix, que também co-escreveu a história, interpretaria um detetive gay em um papel que exigia cenas de sexo explicitas com Ramirez.

Fontes próximas ao ator afirmam que ele ficou com “medo” da repercussão que o filme poderia ter. Embora essa teoria cause alguma confusão, já que a ideia do filme e seu conceito para maiores partiram originalmente de Phoenix e foram desenvolvidos com Haynes.

O diretor contou à Variety em setembro de 2023 que o filme começou com “fragmentos de ideias” de Phoenix, que foram formuladas em “uma narrativa real”.

“Basicamente, foi uma maneira maravilhosa e orgânica de criar o roteiro”, disse Haynes. “E Joaquin estava levando isso ainda mais para um território sexualmente mais ousado”.

A saída de Phoenix representa um duro golpe para Haynes e para toda a equipe envolvida no projeto. O ator era considerado fundamental para o sucesso do filme, não apenas por seu talento, mas também para o financiamento do longa.

Ainda de acordo com o Deadline, o filme foi cancelado e não há planos para substituir Phoenix no papel. Vários sets foram construídos, uma equipe está inteira desempregada e o prejuízo chegará a milhões.

Essa não é a primeira vez que Phoenix abandona um projeto de última hora. Em ocasiões anteriores, o ator já havia deixado produções como ‘Coringa’ e ‘Sempre em Frente’, mas em ambos os casos foi convencido a retornar.

‘Aqui’: Filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks chega ESTA SEMANA ao Prime Video; Confira o novo trailer!

‘Aqui’, novo longa-metragem que retoma parceria entre o diretor Robert Zemeckis e o astro Tom Hanks, chega esta semana ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou um trailer promocional inédito da obra.

Lembrando que o filme será lançado em 28 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, várias gerações experimentam tristeza, perda, luto e renascimento na mesma casa. Uma história de amor que começa no passado distante e vai até o futuro próximo. A emocionante jornada por milhares de anos ocorre, do início ao fim, em um único lugar.

Além de Hanks, o elenco conta com Robin WrightPaul BettanyKelly Reilly e Michelle Dockery.

Cartaz do filme 'Aqui' com Tom Hanks.

‘Pacificador’: 1ª temporada da série teria OUTRO final, revela James Gunn

Com exceção de Clemson Murn, Auggie Smith (o vilanesco pai supremacista do protagonista Chris Smith) e outros personagens coadjuvantes, a primeira temporada de Pacificador concluiu cada um dos principais arcos de maneira “positiva”. Porém, esses não eram os planos originais de James Gunn.

No episódio mais recente do Peacemaker Podcast (via CBM), Gunn revelou que a primeira temporada traria um final alternativo com uma profunda mudança a uma das personagens: Emilia Harcourt (Jennifer Holland).

“Harcourt teria sido tomada por Goff. Havia uma linha mais pronunciada de Goff apaixonado pelo Pacificador, e Pacificador está apaixonado por Harcourt. Ele a mantém viva e permanece com Harcourt, mesmo que ela tenha sido tomada por Goff”, ele explicou.

Por “sido tomada por Goff”, acredita-se que a consciência de Harcourt teria sido substituída pelo parasita alienígena conhecido como Butterfly que estava controlando o Senador Royland Goff. Caso Gunn tivesse mantido os planos originais, a personagem de Holland teria morrido – visto que não há qualquer maneira de restaurar a psique original de um indivíduo após a infecção.

“Quando digo que mudei, eram apenas esboços onde eu estava tentando entender as coisas”, acrescentou o realizador. “Não era um roteiro completo. Mas naquela versão, a segunda temporada teria terminado com Goff como Harcourt.”

Vale lembrar que o novo ciclo da série estreia no próximo dia 21 de agosto na HBO Max.

Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.

Com 38 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)

“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)

“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)

“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)

“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)

“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.