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Michael B. Jordan enfrenta Jonathan Majors no trailer LEGENDADO de ‘Creed III’

A Warner Bros. divulgou o trailer legendado da sequência ‘Creed III‘, estrelada por Michael B. Jordan e Jonathan Majors.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de março.

Michael B. Jordan faz sua estreia na direção, a partir de um roteiro de Keenan Coogler e Zach Baylin.

O elenco ainda conta com Tessa Thompson, Phylicia Rashad, Wood Harris, Selenis Leyva, Thaddeus J. Mixson e Florian Munteanu.

Sylvester Stallone não retorna para a nova sequência.

Vale lembrar que a franquia ‘Rocky‘ ainda ganhará um novo derivado, agora focado em Ivan Drago, boxeador implacável vivido por Dolph Lundgren, e seu filho, Viktor (Florian Munteanu).

‘Five Nights at Freddy’s’ supera ‘Pânico VI’ e se torna o MAIOR terror do ano nos EUA

Sucesso! A adaptação live-action ‘Five Nights At Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 114.4 milhões nas bilheterias norte-americanas.

Em menos de três semanas, o longa superou a arrecadação doméstica de ‘Pânico VI‘ (US$108.1M), tornando-se o maior terror do ano no país.

Vale lembrar, no entanto, que o terror da Blumhouse ainda não conseguiu desbancar a bilheteria total de ‘A Freira 2‘ (US$267.9M), que segue como a maior arrecadação global para um filme do gênero em 2023.

No mercado internacional, a produção arrecadou US$ 104.5 milhões – totalizando sólidos US$ 218.9 milhões arrecadados mundialmente.

Lançado simultaneamente no Peacock, o longa também se tornou a maior estreia da história do serviço de streaming, superando os números de ‘Halloween Ends‘, ‘Super Mario Bros‘ e ‘Bel-Air‘, nos cinco primeiros dias na plataforma.

Confira todos os recordes que o longa quebrou em sua estreia nas telonas:

  • Maior estreia global da Blumhouse, superando ‘Halloween‘ (US$91.8M);
  • Maior abertura para um terror dirigido por uma mulher (Emma Tammi);
  • Maior estreia doméstica da Blumhouse, superando ‘Halloween‘ (US$76.2M);
  • Maior estreia da história para um filme de terror com baixa classificação etária, superando ‘O Retorno da Múmia‘ (US$68.1M);
  • Maior abertura global do ano para um filme original de terror, superando ‘A Freira 2‘ (US$91.8M);
  • O maior lançamento da história no final de semana de Halloween, superando ‘O Gato de Botas‘ (US$34M);
  • Maior estreia doméstica do ano para um filme de terror, superando ‘Pânico VI‘ (US$44.4M);
  • Terceira maior estreia doméstica da história do cinema para um filme de terror, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123.4M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M);
  • É o 19º filme da Blumhouse a alcançar o topo das bilheterias norte-americanas;
  • Segunda maior abertura da história para um filme lançado simultaneamente em streaming, atrás apenas de ‘Viúva Negra‘ (US$80M);

Vale lembrar que o terror segue em exibição nos cinemas nacionais!

Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) fica responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Scott Cawthon Seth Cuddeback.

“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”

Acidente explosivo e névoa venenosa no trailer da 5ª temporada de ‘9-1-1: Lone Star’; Confira!

A FOX divulgou o novo trailer da 5ª temporada de ‘9-1-1: Lone Star‘.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 23 de setembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear, a série é um spin-off de ‘9-1-1‘.

A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.

O elenco conta com Rob Lowe, Gina Torres, Ronen Rubinstein, Sierra McClain, Jim Parrack, Natacha Karam, Brian Michael Smith, Rafael Silva e Julian Works.

‘Jurassic World: Recomeço’ ganha BAIXA classificação etária por “imagens sangrentas”

Sem muitas surpresas, a sequência ‘Jurassic World: Recomeço‘ recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – mantendo a tradição da franquia.

O longa foi classificado pelo MPAA por “cenas intensas de violência e ação, imagens sangrentas, referências sugestivas, linguagem e referência ao uso drogas”.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Novo especial de comédia da Nikki Glaser, apresentadora do Globo de Ouro, ganha data de estreia

O Hulu finalmente anunciou quando o novo especial de comédia da Nikki Glaser, apresentadora das últimas duas edições do Globo de Ouro, será lançado.

Intitulado ‘Nikki Glaser: Good Girl‘, o especial chegará ao serviço de streaming no dia 24 de abril.

Com uma hora de duração, a produção foi filmada no teatro Fabulous Fox, em St. Louis – cidade natal da comediante.

“Não poderia estar mais orgulhosa do meu novo especial, Good Girl,” declarou Glaser. “Dei tudo de mim neste material e, felizmente, todos que trabalharam comigo também. Guardei o melhor para meu quinto show.”

Ela continua: “‘Good Girl’ foi desenvolvido e aprimorado durante dois anos na estrada, com mais de 250 shows, e foi uma das melhores noites da minha vida poder apresentar este especial pela última vez na minha cidade natal, St. Louis, para minha família, amigos e fãs. Já estou com saudades dessas piadas, então mal posso esperar para que elas ganhem uma segunda vida em abril.”

Glaser também serve como produtora executiva ao lado de David Jammy, Chris Convy e Alex Murray.

Hamish Hamilton é responsável pela direção. Ele já havia colaborado com a cineasta em ‘Someday You’ll Die‘, especial de comédia da HBO.

Disney bate de frente com a Malásia e se recusa a cortar “cena gay” de ‘A Bela e a Fera’

A versão live action de ‘A Bela e a Fera’ continua repercutindo ao redor do mundo, novamente pela presença de um personagem homossexual.

A polêmica mais recente envolveu um pedido do Conselho de Censura de Cinema da Malásia, que solicitou à Disney a retirada de uma cena da adaptação intitulada como sendo “exclusivamente gay”. O momento em questão é protagonizado pelo personagem LeFou, interpretado por Josh Gad.

De acordo com a instituição, personagens gays só podem ser retratados no cinema quando associados ao arrependimento de sua orientação sexual ou caso morram na trama.

Mesmo com a solicitação, a Disney se recusou de imediato a realizar o corte da cena, o que resultou no adiamento da estreia de ‘A Bela e a Fera’ para o dia 31 de março. Segundo o site da Billboard, a mudança da data seria para conferir um tempo maior para o Conselho deliberar sobre a questão.

Com cerca de 30 milhões de habitantes, a Malásia é um país onde a homossexualidade ainda é considerada crime. As punições podem incluir chicoteamento e até mesmo prisão.

Para os que desconhecem o caso, o diretor Bill Condon revelou recentemente em uma entrevista à revista Attitude que LeFou seria o primeiro personagem de destaque em uma produção da Disney a ser gay.

Durante a entrevista, ele falou sobre o ineditismo:

“LeFou é alguém que em um dia quer ser Gastão e no outro ele quer beijá-lo. Ele está confuso sobre o que quer e é um homem que está descobrindo que possui esses sentimentos. Josh Gad faz dessa circunstância algo realmente sutil e delicioso de assistir e é nisso que seu papel é recompensado no final – o que não revelarei para vocês. Mas é legal, será um momento gay exclusivo em um filme da Disney”.

Por conta da decisão do estúdio em dar destaque a um personagem homossexual, a versão live action de ‘A Bela e a Fera‘ sofreu boicotes em alguns países e repercutiu até mesmo por meio de um abaixo-assinado. No entanto, nos EUA, o filme arrecadou US$ 170 milhões em seu final de semana de estreia e se tornou a maior estreia da história para o mês de março, ultrapassando os US$ 166 milhões de ‘Batman vs Superman‘.

No Brasil, o remake live-action levou mais de 1,9 milhão de espectadores aos cinemas no final de semana e arrecadou grandiosos R$ 34,2 milhões. ‘A Bela e a Fera‘ também se tornou o live-action número um do Disney Studios e é a sexta maior abertura da história do cinema no Brasil.

Confira nossa crítica:

A nova versão de ‘A Bela e a Fera‘ conta a fantástica jornada de Bela (Emma Watson), uma jovem bela e brilhante que se torna prisioneira de uma fera malvada (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar da terrível situação, Bela se torna amiga dos habitantes do castelo encantado e, por fim, aprende a ver além do exterior da Fera e descobre o coração e a alma de um príncipe.

Bill Condon, responsável pelos dois últimos filmes da ‘Saga Crepúsculo‘, dirige.  Stephen Chbosky, autor do livro ‘As Vantagens de Ser Invisível‘, roteiriza a adaptação para o cinema.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Shazam!’: Mark Strong fala sobre seu retorno à DC após ‘Lanterna Verde’

Para o ator Mark Strong, estar envolvido no universo DC não é uma novidade. O intérprete de Sivana já é conhecido do público, por ter feito parte da famigerada adaptação de ‘Lanterna Verde’.

E para ele, retornar ao estúdio após o fracasso de bilheteria estrelado por Ryan Reynolds é uma forma de se redimir. Em uma entrevista recente, ele afirmou que tinha “assuntos inacabados” com a DC e agora poderá aparar as arestas.

Segundo Strong:

“Eu estou interpretando um bastardo do mal chamado Doutor Sivana e esses personagens são sempre os melhores, com os quais eu mais me divirto. Eu também fui Sinestro em ‘Lanterna Verde’, um filme que eu até achei que foi bom, mas que não cumpriu com aquilo que eles desejavam, então eu sinto que tenho assuntos inacabados no mundo da DC. Eu interpretei um personagem bem mal naquela produção e ele deveria ter ficado ainda pior na sequência que nunca aconteceu, mas eu acho que terei a chance de fazer isso de novo em ‘Shazam!’. Assim espero”.

 

O novo filme da DC é dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary Levi, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

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‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

‘Riverdale’: Ouça Josie McCoy cantando “Anything Goes” em novo vídeo

A CW divulgou um novo vídeo da nova  temporada de ‘Riverdale’, que traz a personagem Josie McCoy, vivida por Ashleigh Murray, cantando a canção “Anything Goes”.

A performance faz parte do novo episódio “As Above, So Below”, que será exibido nos Estados Unidos nesta quarta-feira (24).

Assista:

Na trama, a pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

 

Crítica | O Sétimo Filho

Dirigido pelo cineasta russo Sergey Bodrov e inspirado na obra de Joseph Delaney, chegou aos cinemas na semana passada mais um filme que fala sobre o mundo medieval utilizando todos exagerados recursos que a tecnologia atual podem adotar num projeto cinematográfico. O Sétimo Filho é um daqueles filmes que esquecemos rápido, não deixa lembranças e expõe lambanças. Mesmo com uma atuação interessante do ganhador do Oscar Jeff Bridges, o filme não decola em momento algum, frustrando os amantes das guerras épicas.

Na trama, conhecemos o caça-feitiço Gregory (Jeff Bridges), um homem amargurado e com um passado de guerras e batalhas sofridas com a rainha das bruxas Mãe Malkin (Julianne Moore). Com a chegada próxima de uma data importante para a manutenção do poder das bruxas, Mestre Gregory precisa encontrar e treinar o sétimo filho de uma família para ensiná-lo e juntos combaterem as forças do mal que assombram a séculos o planeta.

Com muitas cenas de ação e aventura nas florestas, nas águas, nos castelos, O Sétimo Filho é um filme modelado para divertir como tantos outros blockbusters que usam e abusam do universo fantástico da imaginação. O problema é que falta um certa carisma nos personagens, além do fraco roteiro que não consegue fazer com que a história chegue de maneira clara e objetiva ao público. Não há empolgação, tudo é muito jogado em cena.

Com uma voz preponderante, Jeff Bridges desenvolve seu forte personagem com a classe de sempre, desta vez, propositalmente ou não, molda seu caça-feitiço com algumas semelhanças com o Gandalf de Ian McKellen. Para fazer a vilã, chamaram a atual ganhadora do Oscar Julianne Moore que passa a impressão de estar nada à vontade desenvolvendo uma bruxa da era medieval. Falando sobre essa talentosa atriz, tem Julianne Moore para todos os gostos nessas últimas semanas nos cinemas brasileiros, atualmente está em cartaz em três filmes em todo país.

Um Cavaleiro exorcista, sombras de esqueleto, um mundo criado e vivenciado por pesadelos reais. Esses são alguns dos elementos encontrados nessa fraca fita e que com certeza vemos sendo melhor desenvolvidos em outros filmes muito parecidos como esse, é só procurar.

Crítica | ‘Cabeça de Boi’ – Criativa construção narrativa nos leva até um curioso recorte a partir de um TERRENO MALDITO [Festival Cinemato]

É sempre gratificante encontrar nos festivais obras criativas que apostam no inusitado para expandir nosso campo de reflexões. Selecionado para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens do Festival Cinemato, o curta mineiro Cabeça de Boi nos conduz por uma narrativa bem-humorada e debochada, inspirada em uma sequência de fatos curiosos que se desenrolam a partir de uma curiosa lenda sobre um terreno amaldiçoado em uma cidade remota do país.

Escrito e dirigido por Lucas Zacarias, o filme costura elementos da cultura e da arte por meio de uma fabulação conduzida pela voz de um forasteiro — cuja visão é marcada por constantes desencontros com a realidade. Com um discurso preciso, a narrativa articula três temas centrais que se conectam simbolicamente à figura da cabeça de boi, construindo um imaginário potente que dá forma a críticas sociais relevantes.

Dentro dos vestígios simbólicos que compõem a criativa construção narrativa, as contradições de uma cidade tendo o espiritismo como força, um lugar de descobertas paleontológicas e um espaço de referência ao gado, nos levam até surpreendentes constatações no híbrido entre documentário e ficção.

Essa jornada se mostra fascinante, elementos como a dança e até o inventivo uso de inteligência artificial na composição de um personagem narrador preenchem com força as mensagens. Críticas sobre o poder e a riqueza logo se mostram presentes dentro de um peculiar contraponto ligado as raízes culturais da tal cidade, logo alcançando reflexões variadas.

Tendo sua primeira exibição no circuito de festivais brasileiro no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato – o filme também fora selecionado para o Festival de Gramado deste ano.

Saiba Quais Foram os Maiores FRACASSOS do Cinema em 2020

O ano de 2020 foi complicado. E chega a ser até injusto apontar os fracassos de bilheteria destes 12 meses. Como sabemos, este foi um ano atípico, diferente de qualquer outro onde apontar sucessos e fracassos de público nunca foi problema, pelo contrário, é um exercício de informação ao público. Em 2020, no entanto, os filmes não puderam demonstrar seu verdadeiro potencial já que as salas de cinema do mundo inteiro se fechavam apenas três meses depois do início de sua corrida pelas maiores arrecadações dos estúdios.

E se as coisas continuarem assim, e o futuro do cinema for mesmo as exibições em streaming, ficará cada vez mais difícil este tipo de serviço de utilidade pública, já que a medida nestes casos é o número de visualizações (audiência) que determinada obra obteve em sua respectiva plataforma. É claro que sempre poderemos contar com a avaliação e aprovação da crítica especializada, mas para todos os efeitos, aqui nesta coluna, costumamos sempre levar em consideração, acima de tudo, o valor do orçamento de determinadas produções versus o quanto de fato elas arrecadaram nas bilheterias.

Verdade seja dita, muitos longas, em especial superproduções, foram atrapalhadas pela pandemia, com alguns filmes inclusive estreando no fim de semana do fechamento das salas. Não dá para fazer uma projeção certa do valor que arrecadariam caso contrário, mas o que podemos afirmar com certeza é que seria um valor bem acima do que obtiveram. Mesmo não sendo 100% justos, ainda podemos olhar para as produções lançadas nos primeiros três meses, antes da pandemia atacar. E também analisar filmes que tentaram emplacar na janela que se abriu com o afrouxamento momentâneo da quarentena – no alarme falso de que a contaminação estava diminuindo.

Sem mais delongas, levando em conta a pandemia ou não, vamos conferir abaixo os filmes que mais sofreram em 2020.

Aves de Rapina

Este primeiro derivado “solo” com a personagem Arlequina não atingiu o esperado. Muitos concordam que a musa Margot Robbie foi a escolha perfeita para viver o papel, e que seu desempenho na estreia com a personagem em Esquadrão Suicida (2016) foi a melhor coisa de tal longa malfadado. E a Warner concordou, a ponto de logo confeccionar um veículo próprio para ela estrelar. Completamente empoderado, com uma diretora mulher, um elenco majoritariamente feminino e com Robbie arregaçando as mangas como produtora igualmente, Aves de Rapina parecia ter todos os atrativos para o sucesso. Novamente, porém, o que todos parecem concordar: é Margot Robbie como Arlequina a melhor coisa da obra, com todo o resto sendo relativamente descartável. O que podemos dizer é que Robbie realmente impulsiona o material, e que ela está inclusive melhor e mais confortável no papel. E sua vontade foi que rendeu ao filme a aprovação da crítica. Mas o público não compareceu como deveria, em partes porque o filme foi lançado em fevereiro, um mês antes de estourar a pandemia.

Precisamos levar em conta também que, para o que geralmente é gasto no gênero, o valor de produção de Aves de Rapina foi baixo, com US$84 milhões gastos pela Warner no orçamento. Tal valor foi apenas igualado em bilheteria nos EUA, e no mundo ao todo o longa fez US$201 milhões – um valor bom, mas tinha potencial para bem mais. Para termos uma ideia, Lanterna Verde (2011), considerado um fracasso, fez US$219 milhões.

Tenet

Aqui temos um dos casos mais recentes e mais polêmicos. Os grandes estúdios não sabiam muito bem o que fazer com seus maiores lançamentos de 2020 quando a pandemia se concretizou. Enquanto alguns pularam rapidamente para o próximo ano, vide Velozes e Furiosos 9 – um dos primeiros a abandonar o barco -, outros seguiram batendo o pé. Entre eles, a Warner era, provavelmente, o estúdio mais notório. Enquanto Mulher Maravilha 1984 era jogado de um lado para o outro, Christopher Nolan, diretor de Tenet, fincou sua ideia de lançar seu mais recente produto neste ano, assim que a situação aliviasse um pouco.

Realmente, inúmeros países relaxaram e afrouxaram as medidas de segurança – e assim os cinemas voltaram a abrir. No entanto, muitos ainda não se sentiam à vontade para frequentar as salas de cinema. Assim, com um orçamento na casa dos US$205 milhões, um dos filmes mais caros e mais aguardados de 2020 viu o retorno de “apenas” US$360 milhões mundiais, sendo o valor mais baixo de um filme do cineasta desde que se transformou num superstar. O espetáculo visual de Nolan, porém, foi bem de crítica.

Mulan

Deixando a Warner quieta, agora vamos de Disney, a toda poderosa do momento. Quando as primeiras informações foram surgindo sobre o live action de Mulan, e o primeiro trailer foi divulgado, o longa já começou a ser cercado com inúmeras polêmicas. O orçamento do filme mais que inflado de US$200 milhões não permitia muito espaço para arriscar e se tornar um fracasso. Assim, com medo de um backlash (o famoso tiro pela culatra), mesmo contando com pré-estreias nos EUA e Reino Unido ainda em março, o estúdio do Mickey optou por uma estreia no streaming para que o filme pudesse ser assistido em casa – igualmente ajudando a promover sua própria plataforma.

Assim, o filme estreava em setembro direto em vídeo em diversos países, como por aqui no Brasil. No entanto, Mulan chegou sim a ser lançado em salas de cinema em alguns lugares do mundo, como na China, Rússia e países da Ásia e Europa. Embora a Disney tenha anunciado que foi a melhor opção para eles e que serviu para minimizar seu prejuízo na pandemia (ou quem sabe mesmo sem ela), Mulan arrecadou algo em torno de US$66.8 milhões nos lugares onde foi exibido nos cinemas. Ah sim, a crítica deu seu aval à produção.

Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica

Essa animação da Disney/Pixar se tornou uma produção elogiadíssima por crítica e público, e os que de fato puderam conferir foram completamente cativados pela road trip de dois irmãos em busca de seu pai desaparecido. Ah sim, já que é uma animação da casa, esta aventura se passa num mundo onde criaturas mitológicas são uma realidade em nosso dia a dia. Aqui, dois elementos agiram muito contra o filme. O primeiro foi seu lançamento, uma semana antes da explosão da pandemia em vários países do mundo, incluindo EUA e Brasil – precisando ser retirado às pressas dos cinemas, já que as salas estavam fechando suas portas.

O segundo aspecto foi que dublando um dos personagens principais na voz original está o ator Chris Pratt, que se envolveu em algumas polêmicas em sua vida pessoal por motivo de sua escolha de religião – mal vista por grande parte dos fãs. Muitos já começam a boicotar o ator, que está meio sumido das telas. Mesmo assim, com um orçamento estimado entre aproximadamente US$175 e US$200 milhões, Dois Irmãos conseguiu recuperar US$140 milhões, ou seja, mais da metade neste tempo ridículo em cartaz. Imagina quanto faria se tivesse chance de uma trajetória normal nas telonas, ficando em cartaz por meses?

Ameaça Profunda

Agora, deixando a Disney em paz, mas não totalmente, chegamos à sua subsidiária, Fox. Como todos sabem a 20th Century Fox foi comprada pela Disney e anexada a seu acervo. Assim, o estúdio se torna 20th Century Studios, e em 2020 algumas produções iriam começar a ser lançadas com o novo “selo”. Uma delas foi esta Ameaça Profunda, ficção científica/filme catástrofe estrelada pela jovem Kristen Stewart. Passada numa base submarina, Stewart protagoniza como uma cientista precisando sobreviver ao mau funcionamento de sua instalação submersa, enquanto descobre que forças desconhecidas podem estar em vigor no fundo do mar.

Ameaça Profunda não teve muito a desculpa da pandemia para se proteger, já que fez sua estreia nos cinemas ainda no início de janeiro, e pôde usufruir de três meses para tentar lucrar. No entanto, jogando contra o filme estavam as avaliações negativas que recebeu da imprensa. Assim, com orçamento de US$80 milhões, o longa arrecadou somente US$17 milhões nos EUA e US$40 milhões totais ao redor do mundo, não conseguindo sequer empatar seu valor de produção.

O Chamado da Floresta

Seguindo com a FOX, este foi o segundo lançamento do ano com o selo “20th Century Studios”, já nos domínios da Disney. Baseado no livro de Jack London sobre um cão da raça São Bernardo sendo sequestrado de seu lar e vendido como puxador de trenó nos territórios gelados e inóspitos do Canadá. A história já foi adaptada diversas vezes ao cinema, em filmes de 1935, 1972 e 1997, por exemplo, protagonizados por gente como Clark Gable, Charlton Heston e Rutger Hauer. Na mais recente roupagem do conto, quem estrela é o eterno Indiana Jones, Harrison Ford.

Essa produção agradável para toda a família contou com um orçamento de US$135 milhões e foi lançado com menos de um mês para o estouro da pandemia. Como resultado, o longa só teve tempo para a largada, onde conseguiu arrecadar US$62 milhões nos EUA. Ao total, fez uma bilheteria mundial de US$110 milhões, ficando abaixo do seu custo de produção.

Os Novos Mutantes

Não podemos falar de filmes polêmicos sem mencionarmos Os Novos Mutantes. Adiado inúmeras vezes com os mais variados argumentos para tanto, esta produção da Fox chegou a se tornar praticamente uma lenda urbana, fazendo os fãs se questionarem inclusive se algum dia veriam o filme – fosse na telona ou na TV. É claro que quando a Disney comprou a Fox a coisa só piorou, já que a casa do Mickey (que é dona da Marvel) tinha planos de reformular todo o universo dos heróis trazendo os X-Men para o MCU. Assim, mais perdidos que cego em tiroteio, o longa foi lançado (ou despejado) nos cinemas no meio da pandemia, num caso similar ao de Tenet.

Com um orçamento de US$67 milhões e debaixo de críticas bem negativas, o tão alardeado primeiro filme de “terror de super-heróis” da história do cinema viu de volta aos cofres do estúdio “apenas” US$23 milhões nos EUA, e ao total pelo mundo US$46 milhões, não sendo capaz de igualar seu custo de produção.

O Ritmo da Vingança

Tudo bem você nunca ter ouvido falar deste filme, ele chegou em nosso país num lançamento direto em vídeo. Os outros itens da lista acima podem ser mais famosos, mas O Ritmo da Vingança leva o prêmio de maior fracasso financeiro do ano de 2020. Mostrando que um raio não cai no mesmo lugar duas vezes, esta é uma produção da companhia EON, encabeçada pelos executivos Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, os mesmos da franquia 007 – James Bond no cinema. De Fato, 60 membros da equipe da produtora trabalharam em ambos os filmes, O Ritmo da Vingança e 007 Sem Tempo para Morrer – que foi adiado para 2021.

Igualmente baseado num livro de espionagem, Blake Lively é quem protagoniza na pele de uma mulher que tem a família morta num acidente de avião. Então ela descobre que o desastre foi planejado e começa a orquestrar sua vingança contra os envolvidos. Durante o treinamento para as cenas de luta, Lively quebrou a mão ao socar o peito do colega Jude Law (isso que é “peito de aço”), e a produção teve que ser interrompida, começando assim o mau agouro deste longa da Paramount. De fato, o filme viveu para se tornar A PIOR estreia de um lançamento em grande circuito na HISTÓRIA dos EUA – o que não é um recorde nada positivo. Com um orçamento de porte mediano para uma produção destas, de US$50 milhões, O Ritmo da Vingança arrecadou US$5 milhões nos EUA, e fora do país, algumas centenas de milhares de dólares a mais, já que caiu no mercado de vídeo em muitos lugares do mundo. Ou seja, foi o baque mais dolorido do ano, e nem se pode culpar a pandemia aqui, já que seu lançamento ocorreu logo em janeiro.

Bloodshot

O filme mais azarado da pandemia, esta obra da Sony/Columbia pareceu “marido traído”, sendo o último a saber da gravidade do Coronavírus. Enquanto a maioria das grandes produções dos estúdios eram adiadas para o fim de 2020 e até mesmo para 2021, Bloodshot achou que seria algo passageiro e manteve sua data de estreia para… O DIA QUE TODOS OS CINEMAS ESTAVAM FECHANDO PELO MUNDO. Adaptação de quadrinhos alternativos, o filme é estrelado por Vin Diesel tentando emplacar uma franquia de sucesso que não seja Velozes e Furiosos.

Com orçamento de US$45 milhões – menor que O Ritmo da Vingança, por exemplo -, Bloodshot recuperou US$12 milhões somente nos EUA (um bom valor, levando em conta as circunstâncias) e US$33 milhões totais pelo mundo. A solução encontrada foi correr com o filme, assim como outros itens acima, para um lançamento em VOD, minimizando o prejuízo total. E parece que deu certo, já que existe plano para uma sequência. Mesmo assim, o valor de sua produção não foi igualado.

Jovens Bruxas – Nova Irmandade

Pareceria entre a Sony e a Blumhouse (um dos estúdios mais lucrativos da atualidade, especializado em terror), esta é uma espécie de continuação/reboot do neoclássico adolescente de fantasia e horror de 1996, Jovens Bruxas. O novo filme parece realmente coexistir entre uma sequência (já que cita personagens do original) e uma refilmagem (já que recicla a mesma história, cenas idênticas e até mesmo diálogos). Os estúdios estavam engavetando o longa, e resolveram lança-lo no mesmo esquema de Tenet e Os Novos Mutantes, nos cinemas durante o “descanso” que a quarentena teve. No entanto, ao contrário dos citados, Jovens Bruxas – Nova Irmandade além dos cinemas, também estreou simultaneamente em VOD, para os que ainda não se sentiam confortáveis de ir ao cinema. Assim, com um orçamento reportado de US$25 milhões, o longa rendeu nas telonas somente US$1.8 milhões mundiais.

Dolittle

Um dos filmes mais massacrados pela crítica no início de 2020, Dolittle foi uma investida pesada do astro Robert Downey Jr em pegar para si uma franquia nos moldes de Piratas do Caribe. Muitos já tentaram e quase ninguém conseguiu. E com Downey não foi exceção. Esta superprodução da Universal serve como releitura do clássico indicado ao Oscar da década de 1960. O longa para toda a família, que mostra um médico capaz de falar com os animais, custou a “bagatela” de US$175 milhões para o estúdio, sendo um dos mais caros do ano.

Aqui também não podemos culpar a pandemia, já que Dolittle começou a pipocar em cinemas pelo mundo logo em janeiro, dando bastante tempo para uma carreira nas bilheterias. Nos EUA, porém, o filme fez apenas um terço de seu orçamento, arrecadando US$77 milhões. Como dito, o que salva muitos filmes hoje é o mercado internacional, onde diversos blockbusters lucram mais do que em seu próprio território. Assim, somada à bilheteria mundial, Dolittle obteve de volta aos cofres US$245 milhões, o que perto do valor investido ainda soa baixo.

A Caçada

Por falar em Blumhouse, este foi um dos títulos mais polêmicos do estúdio de todos os tempos. Seja por estratégia de marketing ou não, o estúdio divulgou que pensava em não lançar o longa, após a controvérsia em sua exibição teste devido ao conteúdo: conservadores americanos organizando uma verdadeira caçada humana. Apesar de ser uma sátira, é uma bem pesada, e terminou ofendendo muita gente. Assim, boicotes começaram contra o filme. De qualquer forma, a pandemia explodiu logo, e intencionalmente ou não, a Blumhouse resolveu lança-lo no esquema que se popularizou no período (na verdade já sendo realizado antes do coronavírus): uma estreia nas telonas e simultânea em VOD.

O orçamento de A Caçada foi de US$14 milhões, mas o estúdio recuperou apenas US$10 milhões mundiais, no Brasil estreando direto em vídeo. No elenco, a duas vezes vencedora do Oscar Hilary Swank, e duas atrizes populares de séries: Emma Roberts e Betty Gilpin (Glow).

Crítica | American Horror Story: Roanoke – 6×06

A reviravolta que todos nós estávamos esperando finalmente aconteceu, e, ao contrário das diversas teorias complicadas a respeito da direção que a série seguiria, os roteiristas escolheram a opção mais óbvia e a que mais fez sentido no conceito geral da trama. American Horror Story: Roanoke finalmente se tornou completa com este sexto episódio, deixando para trás aquele sentimento de que “havia algo faltando”, e abraçando de vez o molde de “terror” com que vem flertando desde o começo deste sexto ano. Ryan Murphy também disparou várias declarações interessantes sobre o que podemos esperar daqui para frente – não só a respeito da temporada em si, mas da série em geral, fazendo alusão a novas conexões em futuras temporadas.

‘American Horror Story’: Lana Winters, de ‘Asylum’, é confirmada em ‘Roanoke’ 

Uma das suas declarações mais importantes é quando ele disse que a personagem da Lady Gaga é, na verdade, a Suprema Original, o que remete diretamente ao que acompanhamos em Coven. Ele disse que esse conceito ainda será explorado em futuras temporadas, o que nos leva a pensar que teremos um novo ano focando em bruxas – ou se ele usará o tema como plano de fundo para desenvolver um tema original. Particularmente acho que essa segunda opção faz mais sentido, mas nós nunca sabemos o que esperar quando se trata de Ryan Murphy. Ele também deixou escapar de voltaremos a ver a atriz Taissa Farmiga nesta temporada – em uma participação especial –, mas obviamente não revelou como isso irá acontecer. Seria ela um dos espíritos “reais” do terreno maldito ou irá reprisar o seu papel da terceira temporada?

Saiba qual é a GRANDE reviravolta da trama de ‘American Horror Story: Roanoke’! 

Crítica | American Horror Story: Roanoke – 6×04 

3ª episódio de ‘American Horror Story – Roanoke’ ganha prévia

Crítica | American Horror Story: Roanoke – 6×01 (Season Premiere) 

Passando a falar sobre o episódio em si, achei absolutamente natural essa transição do mockumentary para o found footage. Os bastidores do reality show, com o personagem do Cheyenne Jackson apresentando a ideia da continuação para os executivos da emissora foi muito boa, assim como as investidas do roteiro em subverter nossas expectativas em torno da personalidade dos atores que protagonizaram “My Roanoke Nightmare“. Acredito que a maior surpresa vem da personagem da Sarah Paulson, que aparece de cabelo curto e sotaque britânico, além de estar casada com o personagem do Evan Peters. Os dois não tiveram muito tempo para serem aprofundados como um casal, mas eu gostaria de ver visto um pouco mais do Evan Peters. Seu personagem parecia ser bem comum – o típico jovem divertido e festeiro –, mas ao mesmo tempo diferente das personalidades “torturadas” que interpretou antes na série.

“R” é de “Rory”, dando conclusão à palavra favorita das enfermeiras psicopatas. O verdadeiro aspecto delas é muito mais bizarro que as do documentário. Os espíritos têm uma aparência mais “suja”, como se estivessem podres, resultando em um visual muito mais assustador. Já estou ansioso para conferir a aparência real da Açougueira e da Scáthach – apesar de ficar um pouco triste, porque queria ter visto um pouco mais da Lady Gaga. Nem para morrer no found footage ela apareceu, o que é uma pena. Mas, considerando que sua atriz nunca apareceu em off, acredito que a série possa até mantê-la no personagem. Nós já vimos que o enredo ignora essa casualidade, principalmente quando a Queenie apareceu no Hotel e deu de cara com alguns rostos familiares, mas não mostrou qualquer forma de reconhecimento.

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A única coisa que eu não consegui engolir em torno desse novo formato foi a facilidade que os produtores conseguiram trazer de volta os personagens “verdadeiros” da Shelby, Matt e Lee. Quero dizer, até entendo os atores e a produção não acreditarem na maldição do lugar, mas o trio viveu aquele pesadelo e ninguém em sã consciência escolheria voltar para lá. E o pior é que os motivos dos três foram muito fracos; mal justificaria uma passagem rápida fora do período da lua de sangue, quem dirá participar de uma “continuação” no exato período de tempo que eles sabem que pode ser mortal. Talvez o motivo mais considerável seja o da Lee, que quer provar sua “inocência”, apesar de ainda fazer pouco sentido. Aliás, a América assistiu todos os acontecimentos sobrenaturais e tudo o que eles absorveram foi “Lee matou o marido”? Para mim o caso estava encerrado, mas pelo fato deles terem dado destaque a isso, não descartaria uma reviravolta mostrando que a Lee de fato o matou.

O episódio deixa claro que todas as pessoas que participaram em De Volta à Roanoke: 3 Dias no Inferno morreram, com exceção de uma pessoa. A série terá a oportunidade de se desenvolver como uma espécie de slasher sobrenatural, eliminando os seus personagens semanalmente até que só reste um sobrevivente – exatamente como um filme de terror comum. Mal posso esperar para saber o que acontecerá nas próximas semanas, e por enquanto aposto da sobrevivência da “verdadeira” Shelby ou na personagem da Sarah Paulson, apesar de que todos os “atores” se mostraram um tanto quanto maldosos. Por fim, vale lembrar da aparição do totem de madeira que apareceu no começo da temporada, e que fazia referência à franquia A Bruxa de Blair. Mais do que uma homenagem, o símbolo também fazia uma alusão à própria direção que a temporada seguiria: found footage. Curioso, não?

‘Godzilla vs. Kong’: Lance Reddick, de ‘John Wick’, entra para o elenco da sequência

As filmagens de ‘Godzilla vs. Kong‘ já iniciaram, e o seu elenco continua crescendo! Dessa vez, foi confirmado que Lance Reddick (‘John Wick‘) entrou para o elenco da sequência.

Detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco ainda inclui Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzálezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demián Bichir.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

O filme será dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), que terá Terry Rossio (‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra‘) como chefe de uma equipe de roteiristas.

“Em uma época em que monstros caminham sobre a Terra, a luta pelo futuro da humanidade coloca Godzilla e Kong em rota de colisão, onde duas das mais poderosas forças da natureza irão se enfrentar em uma batalha espetacular. Enquanto Monarch embarca em uma missão perigosa ao desconhecido para descobrir pistas sobre a origem dos Titãs, uma conspiração humana ameaça acabar com todas as criaturas, boas e más, da face do planeta para sempre.”

‘Godzilla vs. Kong’ estreia em 22 de maio de 2020. Antes disso, ‘Godzilla: O Rei dos Monstros’ chega aos cinemas em 22 de março de 2019.

‘O Rei Leão’ ganha novo clipe ao som de ‘Circle of Life’; Assista!

O live-action ‘O Rei Leão‘ ganhou um novo clipe ao som da clássica canção Circle of Life.

Confira:

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O Rei Leão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.

‘Boneco do Mal 2’: Sequência ganhará final alternativo!

Depois de uma passagem morna pelos cinemas, a sequência ‘Brahms: Boneco do Mal 2‘ será lançada em home video, que trará um final ALTERNATIVO entre os bônus especiais.

Além disso, os extras também irão incluir cenas deletadas e alternativas.

O terror será lançado em DVD e Blu-ray no dia 19 de maio.

Decepcionando nas bilheterias, a sequência arrecadou apenas US$ 20.3 milhões mundialmente.

William Brent Bell retornará como diretor, e Stacey Menear como roteirista.

Na trama, “Sem saber da aterrorizante história da Mansão Heelshire, uma jovem família se muda para a propriedade, onde seu jovem filho logo faz um novo amigo perturbador, um boneco estranhamente real que ele chama de Brahms.”

O elenco inclui Katie HolmesRalph Ineson, Christopher Convery e Owain Yeoman.

‘Crônicas de Natal’: Kurt Russell deseja que o Papai Noel seja o último papel de sua carreira

Em entrevista ao Yahoo Entertainment, o diretor Chris Columbus revelou que o ator Kurt Russell deseja que o seu papel como o Papai Noel na franquia ‘Crônicas de Natal‘ seja o último de sua carreira.

“[Kurt] me disse: ‘Eu quero que esse seja o último papel que eu interpretarei’. Ele quer retornar [em novas sequências]. No fundo da alma dele, ele está muito comprometido com esse papel. E isso significa passar oito meses deixando a barba crescer e trabalhar no roteiro toda noite comigo antes de filmarmos. É um comprometimento intenso. E ele leva isso a sério.”

Recentemente, a Netflix lançou oficialmente a sequência ‘Crônicas de Natal 2‘.

Assista ao trailer:

Já faz dois anos desde que os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) salvaram o Natal – e muito mudou. Kate, agora uma adolescente cínica, está relutantemente passando os feriados natalinos em Cancún com o novo namorado de sua mãe e seu filho, Jack (Jahzir Bruno). Indisposta a aceitar essa nova versão da família, Kate decide fugir. Mas quando um encrenqueiro misterioso e mágico chamado Belsnickel ameaça destruir o Polo Norte e acabar com o Natal de uma vez por todas, Kate e Jack são arrastados para uma nova aventura com Papai Noel (Russell).

Chris Columbus retorna à direção.

A sequência também conta com o retorno Goldie Hawn, Darby Camp, Kimberly Williams Paisley e Judah Lewis. Os novatos Julian Dennison e Jahzir Bruno completam o elenco.

Crítica | Crônicas de Natal – Kurt Russell é o Papai Noel que precisávamos

‘The Walking Dead’: Norman Reedus e Melissa McBride revelam o que podemos esperar da última temporada

Em entrevista ao TVLine, Norman Reedus revelou o que podemos esperar da última temporada de ‘The Walking Dead‘, revelando que o ciclo final terá um tom muito diferente das temporadas anteriores.

“É muito surreal. Toda temporada parece uma série diferente em alguns aspectos, mas temos uma nova ambientação nesse último ciclo, uma nova fotografia e um novo tom. A paleta de cores nessa temporada será muito mais vibrante – nós estamos tendo dificuldades para nos acostumarmos, assim como os nossos personagens. Parece que nós pisamos em uma pintura do Salvador Dalí.”

Sobre a relação entre a Carol e o Daryl, Melissa McBride declara: “No começo, eles ainda estão tentando consertar sua relação e construir confiança novamente. Eu acho que eles já entraram em termos com tudo o que passaram, mas ainda precisam recuperar aquela conexão que eles tinham. A Carol meio que está com o rabo entre as pernas, mas ela está determinada a fazer a relação entre eles funcionar.”

O ciclo final irá estrear no dia 22 de agosto, mas como a trama será dividida em três partes de oito episódios cada, o season finale será lançado somente em 2022.

Anteriormente, a showrunner Angela Kang havia revelado que o último episódio de toda a série já foi planejado, mas ainda não foi escrito.

“Não. Ainda não escrevemos o episódio final. Mas já está tudo planejado porque tanto o estúdio quanto a emissora [AMC] queriam ter certeza de que tudo já estava concretizado para que não saíssemos da linha ou que inventássemos nada fora do cronograma.”

E, já que os principais personagens dos quadrinhos, como Michonne (Danai Gurira) ou Carl (Chandler Riggs) e Rick Grimes (Andrew Lincoln) não estão por perto, o desfecho da série não será parecido com o do material original escrito por Robert Kirkman.

“Na série, temos uma gama de personagens tão diferentes do final nos quadrinhos… Andrew [Lincoln] saiu por motivos familiares, temos vários membros do elenco que também saíram, temos personagens como Carol (Melissa McBride), que está desde o início assim como a personagem dos quadrinhos. Temos Daryl (Norman Reedus), que nem existe nos quadrinhos… Então, acho que naturalmente há esse processo em que parte da história dos quadrinhos não se aplica mais ao que vemos na adaptação.”

Enquanto aguardamos por novas atualizações, assista ao trailer da última temporada:

 

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“A história é épica e trará várias reviravoltas. Vamos dar ao público um adeus digno e estendido, que fará jus à série e aos 10 anos que ela está no ar”, afirmou o produtor Scott Gimple durante a Comic-Con@Home.

O ciclo final contará com 24 episódios. Além disso, a AMC está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Jeffrey Dean Morgan e Lauren Cohan.

‘Goedam’: Sequência do terror antológico da Netflix ganha trailer SINISTRO; Assista!

A sequência do terror coreano ‘Goedam: Contos de Terror‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

No Brasil, a produção antológica foi lançada como um seriado pela Netflix.

Hong Won-ki foi responsável pela direção de todos os contos.

A trama contará com seguimentos focados em manequins sinistros, o espírito de mulher aparentemente amassada até a morte e uma cena tensa no dentista.

O elenco conta com Lee Ho-won, Kim Hye-sun, Ryu Je-seung, Park Sung-hoon, Exy, Seo Ji-soo, Arin, SeolaShownu.

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de estreia no streaming.

‘Você’: Joe tem uma nova obsessão no trailer COMPLETO da 4ª temporada; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo da primeira parte da 4ª temporada de ‘Você‘, série estrelada por Penn Badgley.

Confira:

A primeira parte do próximo ciclo estreia em 09 de fevereiro de 2023, enquanto a segunda parte será lançada em 09 de março.

Tati Gabrielle retorna como Mariene Bellamy. Lukas GageCharlotte RitchieTilly KeeperAmy-Leigh HickmanEd Speleers completam o elenco.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ conquista 64% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 36 críticas publicadas até o momento, a pré-sequência ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ conquistou 64% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, o longa não consegue sair da sombra da franquia original, perdendo a chance de explorar a rica mitologia deste universo.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Eu diria que este filme só deve ser assistido pelos fãs da franquia, mas sinto que nem eles ficarão encantados com este retorno à Panem.” (The Daily Beast)

“Todos os elementos que tornaram ‘Jogos Vorazes’ em um sucesso estão aqui – as metáforas políticas sombrias, a premissa distópica, os belos atores que tornam a narrativa mais tragável –, mas ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ apenas parece uma cópia.” (Slant Magazine)

“‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ é um filme emocionante que consegue capturar a mágica que transformou ‘Jogos Vorazes’ em um fenômeno, entregando um tom muito mais sombrio e explorando melhor as nuances da corrupção no coração de Panem.” (Mashable)

“Não sabemos se ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ alcançará o mesmo sucesso da franquia original, mas a produção nos lembra que é uma plataforma incrível para os jovens atores.” (Associated Press)

“Se você estava faminto por mais produções no universo de ‘Jogos Vorazes’, saiba que a pré-sequência baseada no romance de Suzanne Collins entrega apenas um prato requentado.” (Daily Telegraph UK)

“A mitologia do universo de ‘Jogos Vorazes’ é tão insana que você simplesmente precisa respeitá-la.” (The Messenger)

“Apesar de ser uma adaptação bem sucedida do livro, o resultado é um filme tumultuado que, ao chegarmos ao terceiro ato, parece a junção de duas iterações diferentes.” (Insider)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de novembro.

Inspirado no livro homônimo lançado em 2020 pela Editora Rocco, o longa retrata uma história anterior ao primeiro filme com Presidente Snow (Tom Blyth) ainda jovem. A produção traz grande elenco com nomes como Rachel Zegler, de “Amor, Sublime Amor”, Hunter Schafer, da série “Euphoria”, Josh Andrés Rivera, Jason Schwartzaman, além das participações de Viola Davis, como Dra. Volumnia Gaul, e Peter Dinklage, como Dean Highbottom.

Assinada por Nina Jacobson, Brad Simpson e Francis Lawrence – que também atua como diretor e foi responsável pelos últimos três longas da série – a produção traz roteiro escrito por Suzanne Collings, criadora dos livros, em parceria com Michael Arndt, de “Toy Story 3” e “Star Wars: O Despertar da Força” e Michael Lesslie, de “Assassin’s Creed”.

Anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow, aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.

Sarah Paulson é confirmada no elenco de ‘All’s Fair’, nova série criada pelo Ryan Murphy

De acordo com o Deadline, Sarah Paulson (‘Oito Mulheres e um Segredo’) entrou para o elenco da série ‘All’s Fair‘, novo drama legal que está sendo desenvolvido pelo Hulu.

Niecy NashTeyana TaylorNaomi Watts também foram confirmadas na produção.

Paulson, Nash e Watts são veteranas nos projetos do Ryan Murphy. Paulson já estrelou ‘American Horror Story‘, ‘The People v. O. J. Simpson: American Crime Story‘, ‘Mrs. America‘ e ‘Ratched‘. Nash estará no elenco da vindoura ‘Grotesquerie‘, além de ter participado de ‘Scream Queens‘ e ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘. Já Watts estrelou a segunda temporada de ‘FEUD‘.

Além de atuarem, as três também servirão como produtoras executivas da série.

Kim Kardashian (‘American Horror Story: Delicate’) e Glenn Close (‘Atração Fatal’) completam o elenco, além de servirem como produtoras executivas ao lado de Ryan Murphy, criador do projeto.

O projeto está sendo descrito como um drama “adulto, sofisticado, sexy e brilhante”.

Na trama, Kardashian interpretará a mais bem-sucedida advogada de divórcio de Los Angeles, dona de um escritório de advocacia exclusivamente feminino.

Jon Robin Baitz, da vindoura ‘Feud: Capote vs. The Swans‘, assinará o roteiro ao lado de Joe Baken (‘American Horror Stories’).

As filmagens devem começar ainda este ano, com previsão de lançamento para 2025.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Alianças são testadas no trailer da 4ª temporada de ‘BMF’; Confira!

O canal Starz divulgou o trailer completo da 4ª temporada série ‘BMF‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 6 de junho.

Criada por Randy Huggins, a série conta com produção executiva do Curtis “50 Cent” Jackson.

A trama segue a história de dois irmãos que cresceram nas ruas de Detroit e deram início a uma das famílias criminosas mais influentes do país.

O elenco conta com Demetrius Flenory Jr., Da’Vinchi, Russell Hornsby, Steve Harris, Michole Briana White, Myles Truitt, La La Anthony e Kelly Hu.

Conspiração e luta pela sobrevivência no trailer da 2ª temporada de ‘Paradise’; Confira!

O Disney+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada da elogiada série de suspense ‘Paradise‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 23 de fevereiro.

2ª temporada de ‘Paradise’ tem seus primeiros 5 minutos exibidos na CCXP; Confira a descrição!

A série foi criada por Dan Fogelman (‘This Is Us’).

Na trama, o assassinato do presidente dos Estados Unidos acaba envolvendo seu chefe de segurança em um perigoso segredo de estado.

O elenco conta com Sterling K. Brown, James Marsden, Julianne Nicholson e Sarah Shahi.

Produtor de ‘Batman vs Superman’ fala que Rotten Tomatoes “vai destruir Hollywood”

Brett Ratner, o diretor de ‘A Hora do Rush’ e dono da produtora RatPac Entertainment, que co-financiou ‘Batman v. Superman: A Origem da Justiça’ afirmou que o Rotten Tomatoes é a destruição do ramo cinematográfico.

Durante o Sun Valley Film Festival, ele falou sobre seu enorme respeito pela classe de críticos, mas admitiu que reduzir centenas de críticas selecionadas de fontes impressas e online em uma pontuação agregada popularizada se tornou um rótulo tóxico e muitas vezes impreciso sobre a qualidade de uma produção:

“A pior coisa que temos na cultura cinematográfica de hoje é o Rotten Tomatoes. Eu acho que essa é a destruição do nosso ramo. Tenho muito respeito e admiração pelas críticas cinematográficas. Quando eu estava crescendo, este trabalho era uma arte genuína. E havia muito intelecto envolvido nisso e você leria as críticas de Pauline Kael ou de outros, mas isso não existe mais. Agora tudo de trata de números. ‘Qual é sua pontuação no Rotten Tomatoes?’ e isso é triste, porque ‘Batman vs Superman’ teve uma nota tão baixa no portal que eu acho que isso colocou uma nuvem negra sobre um filme que foi incrivelmente bem sucedido”.

Dirigido por Zack Snyder, ‘Batman vs Superman’ custou US$ 250 milhões e arrecadou cerca de US$ 900 milhões mundialmente, embora tenha sido considerado um fracasso, contabilizando apenas 27% de apovação no site Rotten Tomatoes.

Ratner continuo, dizendo:

“As pessoas não compreendem o que vai na produção de um filme como esse. É de explodir a mente. É simplesmente insano, maltrata o ramo e está fazendo com que pessoas deixem de ir ver um filme. Na América rural e suburbana é assim: ‘Oh, tem nota baixa no Rotten Tomatoes, então eu não vou assistir, porque deve ser uma porcaria’. Mais esse número é um combinado e é algo que ninguém consegue entender o que de fato significa e nem sempre está correto. Eu já assisti grandes filmes com péssima nota no Rotten Tomatoes. O que é triste é que a crítica cinematográfica desapareceu. É muito triste”.

Ao buscar um respaldo do site Rotten Tomatoes, o site da Entertainment Weekly falou com Jeff Voris, que não contradisse o argumento de Brett Ratner:

“No Rotten Tomatoes nós completamente concordamos que a crítica cinematográfica é valiosa e importante e estamos facilitando, como jamais feito antes, para que os fãs acessem potencialmente centenas de críticas profissionais para um determinado filme, ou série de TV. A pontuação do Tomatometer, que é a percentagem de opiniões positivas publicadas por críticos profissionais, se tornou uma ferramenta útil de decisões para os fãs, mas nós cremos que é apenas um ponto de começo para eles começarem a discutir, debater e compartilhar suas próprias opiniões”.

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Assista nossa crítica:

 

 

‘X-Men’ não ingressará ao MCU tão cedo, diz artista da Marvel Studios

Embora a compra milionária da Fox por parte da Disney tenha gerado uma reviravolta no universo das adaptações de quadrinhos, o supervisor de Design Visual da Marvel Studios, Andy Park, tem sido um pouco mais cauteloso quanto aos planos de junção dos heróis de ambas as empresas.

Em uma entrevista ao site Comickbook, ele disse que ‘X-Men’ não ingressará ao MCU tão cedo. Ao contrário do que muitos pensam, ainda não há um planejamento concreto sobre a chegada dos mutantes ao grandioso universo cinematográfico.

Conforme disse:

“Não há muito que se possa dizer, até porque não existem muitos detalhes ainda. Tudo não passa de uma grande surpresa. Toda essa compra firmada entra e a Disney e a Fox não era esperada por nenhum de nós. Não imaginávamos que esse tipo de coisa pudesse acontecer e estamos realmente admirados e empolgados. Afinal, sempre sonhamos em ter os ‘X-Men’ e o ‘Quarteto Fantástico’ no MCU, mas nada foi decidido ou anunciado até agora. Então, eu não tenho nada para revelar, até porque eu não sei o que o futuro nos guarda. A única coisa que eu li é que essas coisas vão levar no mínimo entre 12 e 18 meses para acontecer”.

 

‘The Front Runner’: Hugh Jackman é destaque no trailer da cinebiografia política

A cinebiografia ‘The Front Runner’, que conta a trajetória política do senador Gary Hart, ganhou um novo trailer internacional – com destaque para o astro Hugh Jackman.

Confira:

A trama conta a história do carismático político de Colorado, que chegou a ser o grande candidato do partido Democrata para a disputa das eleições presidenciais de 1988. No entanto, seus planos foram por água abaixo, quando um escândalo pessoal chegou à imprensa, alegando que ele teria tido um caso amoroso. Isso o fez desistir da candidatura, o que colocou Michael Dukakis em seu lugar para concorrer contra George W. Bush. Como todos bem sabem, Bush pai acabou vencendo as eleições.

A direção de ‘The Frontrunner’ fica a cargo de Jason Reitman, que também assume o roteiro ao lado do jornalista político, Matt Bai e do ex-secretário de Comunicação da Hilary Clinton, Jay Carson.

A produção será adaptada a partir do livro de Bai, ‘All the Truth Is Out: The Week Politics Went Tabloid’.

A previsão de estreia é para 6 de novembro de 2018, conhecido nos EUA como o Dia das Eleições.

Crítica | Romance Policial

Os verdadeiros escritores encontram as suas personagens apenas depois de as terem criado. Citando o escritor búlgaro Elias Canetti, começamos a escrever sobre esse novo trabalho do experiente diretor chileno Jorge Durán, Romance Policial, uma mistura de drama sobre um homem e sua razão de ser, embolado em uma trama de suspense, triângulo amoroso e assassinato.  O roteiro é circunspeto, beira ao estouvamento e no fim acaba convencendo pela força de seus personagens e seus mistérios.

Na trama, conhecemos o escritor Antônio (Daniel de Oliveira), um homem sequioso para escrever uma nova história que resolve viajar sozinho para o Chile, mais precisamente para o Deserto do Atacama. Durante seus dias de hospedagens, passa horas e horas caminhando para um nada cheio de areia, procurando alguma boa ideia para começar o novo texto. Certo dia, horas após aceitar carona de um homem, durante uma dessas caminhadas que fazia, encontra um corpo no chão e acaba sendo suspeito do assassinato pela polícia local. Assim, surge em sua vida a chilena Florencia (Daniela Ramírez) com quem terá momentos calientes e que o ajuda a resolver o mistério em que se meteu.

Uma coisa é a literatura, uma coisa é a vida, ou são a mesma coisa? Inocente ou culpado, a vida do protagonista não seria mais a mesma. Ele sabia disso. Romance Policial é o público acompanhando os passos de um forte personagem, que tem uma bela interpretação de Daniel de Oliveira. Apaixonado por Florencia e pelo personagem que era ela, Antônio encontra as respostas que tanto queria mas sabe que não pode ter tudo o que queria. É um personagem real, que podemos encontrar em qualquer esquina, isso aproxima o espectador, gera empatia.  Além de Antônio, outro personagem, o detetive chileno, interpretado por Alvaro Rudolphy, que aparece na história para ser um dos vértices do triângulo amoroso instaurado, é ótimo! Se mete em muitos diálogos burlescos com o protagonista.

No arco inicial, contextos e formação de características do personagem principal possuem uma concepção muito rasa, dificulta-se a leitura e própria interpretação pelo público. A lentidão com que a história caminha, talvez para entregar bem mastigadinho cada detalhe que se tornaria útil na montagem do quebra-cabeça, atrapalha um pouco (não há como negar), porém, de certa forma, você não consegue tirar os olhos da tela. Talvez seja a fotografia (maravilhosa, por sinal), ou o deleito de ver Daniela Ramírez na telona, ou mesmo a história quando veste a camisa do suspense.

10 filmes para ficarmos de olho no Bonito CineSur 2025

Entre os dias 25 de julho e 2 de agosto de 2025, todos os olhares do universo cinematográfico estarão voltados para Bonito, no Mato Grosso do Sul, que recebe mais uma aguardada edição do Bonito CineSur. Com uma curadoria que reúne 63 filmes de diversos países da América do Sul, a programação deste ano promete emocionar e provocar reflexões profundas sobre as múltiplas realidades que atravessam nosso continente — um território diverso quando o assunto é Cinema.

Filme 'Quinografia', de Mariano Donoso e Federico Cardone
Filme ‘Quinografia’, de Mariano Donoso e Federico Cardone

A seguir, destacamos alguns dos títulos que já chamaram nossa atenção e que estaremos acompanhando de perto para trazer todos os detalhes para vocês:

 

A Melhor Mãe do Mundo

Gal é uma batalhadora. Trabalha como recicladora de lixo. Certo dia, num ato desesperado para fugir dos absurdos cometidos pelo marido, foge de casa junto com seus dois filhos. Durante esse período, fortalece seus laços maternos transformando esse momento numa grande aventura para essas duas crianças.

 

Los Sueños de Pepe

Em um planeta a caminho do colapso climático, a filosofia do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, guiada pela justiça social e pela sustentabilidade, acende um alerta em todos nós pelas gerações futuras. (Sinopse Oficial)

 

Oro Amargo

No deserto do Atacama, Carola assume o comando da mina de ouro do pai após ele se ferir, enfrentando a hostilidade dos outros trabalhadores. (Sinopse Oficial)

 

Quinogafia

Com imagens inéditas, descobrimos o trabalho, os afetos e os lugares significativos da história de Quino. (Sinopse Oficial)

 

Chuzalongo

No século XIX, um padre enfrenta um dilema cruel ao cuidar de uma criança. (Sinopse Oficial)

 

La Falta

Após a mãe de Bianca sofrer um grave acidente indo buscá-la, a escola tenta proteger a menina da verdade. (Sinopse Oficial)

 

Revelación

Um jovem fotógrafo faz uma descoberta inesperada que o leva a confrontar um passado obscuro de seu país. (Sinopse Oficial)

 

Kopenawa – Sonhar a Terra-Floresta

As palavras de Davi Kopenawa Yanomami ecoam na defesa da Amazônia, oferecendo um olhar poético sobre a terra-floresta. (Sinopse Oficial)

 

Redención

Um casal obcecado por ter um filho acolhe uma jovem grávida. (Sinopse Oficial)

 

Rua do Pescador No 6

À medida que as águas das enchentes no Rio Grande do Sul baixam, uma equipe audiovisual registra a busca de uma comunidade ribeirinha por pertencimento. (Sinopse Oficial)

 

O Cinepop fará a cobertura do evento à convite do festival. Não deixem de acompanhar tudo aqui no site e também pelas nossas redes sociais.

 

Do Pior ao Melhor: Planeta dos Macacos, Tomb Raider e outros “Reboots” de Histórias Consagradas

Este ranking apresenta 10 filmes lançados na última década, exceto as obras de super-heróis, que buscaram trazer uma nova visão sobre um personagem, mas não agradaram tanto a crítica. Para fazer esta lista do pior ao melhor, a base de avaliação foi a nota do Rotten Tomatoes (RT) e os números de bilheterias do Box Office Mojo. Vindos da literatura ou do videogame, os filmes foram amados por uns – com direito a sequências – e odiados por outros. Vamos começar! 

  1. A Garota da Capa Vermelha (2011) – RT: 10% | Box Office Total: $$89,162,162

Talvez você nem se lembre, mas uma das histórias mais emblemáticas da idade contemporânea, Chapeuzinho Vermelho, ganhou sua versão moderna pelas mãos de Catherine Hardwicke, logo após filmar Crepúsculo (2008). As más línguas dizem que ela continuou filmando o mesmo filme, apenas com atores diferentes. A premissa da história dos irmãos Grimm é totalmente perdida. O objetivo era contar a origem da famosa fábula, no entanto, o filme torna-se um monótono triângulo amoroso.

  1. Robin Hood: A Origem (2018) –  RT: 13% | Box Office EUA: $5,095,000 (em dois dias)

O jovem Robin Hood, vivido por Taron Egerton, mal estreou e já quase encabeça a lista das piores adaptações clássicas. A culpa não é tanto por conta do ator, apesar de um Robin muchocho, mas pela produção sem esmero e as firulas do diretor Otto Bathurst. Para ter um ideia, o Príncipe dos Ladrões vivido por Russell Crowe (2010) obteve 43% de aprovação, enquanto Kevin Costner (1991) teve 51%. Ou a crítica está mais severa agora ou a qualidade está decaindo com o tempo.

  1. Hannibal, a origem do Mal (2007) – RT: 15% | Box Office Total: $82,169,884

Com a intenção de surfar no sucesso do personagem Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes (1991), e as suas continuações, o diretor Peter Webber (Moça Com Brinco de Pérola) teve a incumbência de explicar porque Hannibal tornou-se um canibal. Sem Anthony Hopkins ou Mads Mikkelsen, a história não encontrou o tom certo e saiu como uma medonha engabelação. A única coisa que a gente lembra é que Hannibal (Gaspard Ulliel) viu a sua irmãzinha ser comida por homens malvados e… tá aí a explicação. Apesar de tudo, o roteiro do filme é escrito por Thomas Harris, autor da série de livros de Hannibal.

  1. João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) – RT: 15% | Box Office Total: $226,349,749

Um ano após estrear como Gavião Arqueiro em Os Vingadores (2012), Jeremy Renner usou suas habilidades de arco e flecha nesta releitura do clássico infantil João e Maria. Com a ideia de transformar o trauma das crianças em uma arma de ataque, o longa de Tommy Wirkola abusa de efeitos visuais e objetos voadores, explorando ao máximo o 3D, mas esquece da construção dos personagens. Além do Vingador, a outra protagonista era Gemma Arterton. Alguém lembra o última filme da atriz? Pois é. Após sua terrível atuação, ela ainda apareceu em Aposta Máxima (2013), com Ben Affleck, mas seus outros trabalhos nunca mais chegaram ao Brasil.

  1. Peter Pan (2015) – RT: 27% | Box Office Total: $128,388,320

Com a presença de Hugh Jackman (O Favorito) e Rooney Mara (A Pé Ele Não Vai Longe), era difícil imaginar que os pontos não dariam liga, mas sempre que um diretor exagera na apresentação, o resultado é frustrante. Revisitado algumas vezes pelo cinema, Peter Pan sempre rendeu boas histórias, tal qual Em Busca da Terra do Nunca (2004), com índice de 84% no RT. Até Hook, a Volta do Capitão Gancho (1991), de Steven Spielberg, tem uma avaliação maior que esta versão rock de Joe Wright (O Destino de uma Nação).

  1. Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) – RT: 31% | Box Office Total: $148,675,066

Assim como no recém-lançado Robin Hood, a lenda do Rei Arthur (Charlie Hunnam) ganhou uma versão mais dinâmica no ano passado, sob o comando de Guy Ritchie. O que não agradou – tanto o público quanto a crítica – foi a remontagem focada nas lutas e longe da composição histórica. Aliás, grande parte destas novas adaptações acredita muito mais na ação do que no desenvolvimento de um bom roteiro. Essa escolha, entretanto, destitui o ambiente já criado do personagem e, consequentemente, desagrada os fãs dos cavaleiros da távola redonda.

  1. A Lenda de Tarzan (2016) – RT: 36% | Box Office Total: $356,700,357

Com o sucesso de Alexander Skarsgård (True Blood) e Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) em trabalhos anteriores, os produtores acreditaram que recontar a lenda do Tarzan em um espetáculo visual inédito seria uma ótima aposta. Por um lado, a bilheteria pagou o filme, mas não chegou a dar tanto lucro. Já segundo a crítica, os grandes tropeços foram as atuações mornas dos protagonistas e os furos de roteiro. Este é mais um exemplo de atenção à forma em detrimento ao conteúdo.

  1. Branca de Neve e o Caçador (2012) – RT: 48% | Box Office Total: $396,592,829

Da infância à juventude, uma das mais famosas princesas da Disney dividiu a opinião dos críticos. Com um visual semelhante a trilogia de O Senhor dos Anéis (2001-2003), o diretor Rupert Sanders coloca uma armadura na princesa vivida por Kristen Stewart e compõe uma boa jornada do herói, neste caso o caçador (Chris Hemsworth). Vale ainda destacar a digna vilã de Charlize Theron, responsável por emplacar a sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016). O tom demasiado sombrio, entretanto, incomodou os espectadores mais adeptos à história de amor e à camaradagem ressaltadas nas versões anteriores.

  1. Tomb Raider: A Origem (2018) – RT: 51% | Box Office Total: $273,821,715

Com a mudança de Angelina Jolie para Alicia Vikander,  a heroína dos videogames retorna à sua infância e ao início da sua juventude para revelar suas verdadeiras motivações e o passado do seu pai. Na versão do norueguês Roar Uthaug, a construção da Lara Croft perpassa todo o filme até ela se descobrir uma lutadora. Além de substituir a identificação do público com a versão de Angelina, o desafio do reboot era mostrar uma origem inspiradora para a personagem ter ser tornado tão combativa.

  1. Planeta dos Macacos: A Origem (2011) – RT: 81% | Box Office Total: $481,801,049

Quando você já achava que contar a origem das histórias era um erro, eis que surge Caesar (Andy Serkis) no seu caminho. Tudo bem que neste caso não é um personagem em si, mas toda uma teoria de como os macacos tomaram o Planeta Terra dos humanos. Sendo uma pré-sequel do clássico Planeta dos Macacos (1968) – com 88% no RT -,  a obra de Rupert Wyatt constrói perfeitamente a semente para a futura hecatombe. O projeto conta ainda com as continuações Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – com 90% de aprovação – , e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), com 93% no RT.

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Crítica | Medo Profundo – Ótimo suspense com tubarões e Mandy Moore

Sem ajuda acima. Sem esperança abaixo.

Depois do grande sucesso de Águas Rasas no ano passado, ‘Medo Profundo‘ (47 Meters Down)  foi resgatado de ser lançado sem grande destaque, direto nas plataformas on-line e vídeo, e recebeu um lançamento nas telonas. Surpreendendo a todos, o filme conseguiu arrecadar mais de US$ 40 milhões nos EUA. O que torna o feito ainda mais impressionante é o fato que o filme já havia sido liberado na internet há mais de um ano com o título In the Deep, mas aparentemente não impediu as pessoas de conferi-lo nos cinemas, transformando-o em mais um grande sucesso do gênero.

Na trama, duas irmãs, Lisa e Kate, viajam para o México depois que Lisa é largada pelo noivo. Ele a acusou de ser entediante, e sua irmã está disposta a fazê-la provar o contrário. Elas decidem então nadar com tubarões, seguras dentro de uma gaiola de aço. Porém, quando o cabo que as prendiam ao barco arrebenta, as duas são arrastadas direto para o fundo do oceano, a 47 metros da superfície.

Agora, fora do alcance de comunicação, cercadas por tubarões e com uma reserva limitada de oxigênio, as duas terão que se unir para saírem com vida dessa situação mortal. O grande problema, no entanto, gira em torno da pressão atmosférica, que as matará caso elas emerjam rápido demais. Para subirem à superfície, elas teriam que parar por diversos minutos no meio do oceano, sem grade de proteção e à mercê dos predadores ao seu redor. Nesta situação desesperadora, cada decisão pode custar sua vida e cada respiração pode ser a última.

O filme foca a maior parte do tempo nas duas personagens principais, dividindo a tela no desespero da dupla tentando a todo custo sair daquela situação. O enredo, por si só, é bastante tenso! Imaginem vocês ficarem presos no fundo do oceano, sem assistência, conhecimento necessário e cercados por tubarões? Acredito que qualquer um surtaria nesta situação, então quando as personagens perdem sua cabeça logo no começo de sua jornada de terror, é extremamente compreensível; mesmo que você esteja apontando racionalmente no conforto da sua casa sobre o gasto desnecessário de oxigênio. O mais interessante é que o desenvolvimento do filme nunca fica cansativo porque o roteiro soube introduzir diversas situações para que as protagonistas tivessem que sair da gaiola de proteção.

É justamente nesses momentos em que elas estão desprotegidas que o diretor consegue criar um excelente clima de suspense. Ao fazer uso de ataques repentinos, ficamos com a sensação de que um tubarão pode aparecer e matá-las a qualquer momento. O fundo do oceano, com as suas águas turvas e ambiente escuro, ajudam na criação do clima tenso, contribuindo para os ataques surpresa. O fato do enredo apresentar duas personagens ao invés de uma também acrescenta no suspense, já que uma delas pode morrer a qualquer momento, deixando para a outra continuar o filme. Essa sensação não se encontra em Águas Rasas, por exemplo; ficamos tensos sim, mas sabemos que o roteiro precisa da personagem até o final para desenvolver sua história, logo, ela não irá morrer a qualquer momento. E é justamente essa sensação de morte pairando no ar que nos deixa apreensivos toda vez que uma delas sai da gaiola.

Apesar de ser um filme de baixo orçamento,’Medo Profundo‘  tem uma excelente produção. Os tubarões estão muito bem feitos, assim como os ataques brutais – especialmente na reta final, onde temos algumas das melhores sequências do filme. A produção é encabeçada pelos conhecidos rostos de Mandy Moore (do icônico Um Amor para Recordar) e Claire Holt (da série The Originals), e ambas estão muito bem em seus respectivos papéis. O único ponto que eu realmente não gostei foi o desfecho, marcado por uma reviravolta que não precisava existir. Apesar de ser uma manobra inteligente do roteiro, também é responsável por deixar obsoletos alguns dos melhores momentos do filme, além de quebrar o desenvolvimento pessoal de uma das personagens. Pelo menos serve para preencher alguns dos buracos deixados pelo enredo, seguindo um caminho bem mais realista.

Sei que muitos irão adorar o desfecho, mesmo que à primeira vista eu não tenha encarado com bons olhos. Gostando ou não, os últimos minutos estão longe de estragar os ótimos momentos que filme nos proporcionou. No final de tudo, ‘Medo Profundo‘  é um filme sólido e extremamente tenso, e representa muito bem o gênero. Não merece ficar à sombra do já citado Águas Rasas, porque ambos constroem suas próprias identidades, seguindo por caminhos ironicamente opostos. Tenho certeza que os que gostam de filmes envolvendo animais assassinos irão adorar essa nova produção e ficar sem fôlego, assim como as suas personagens. E, para quem não sabe ainda, uma sequência já foi anunciada, e sua trama se passará no Brasil! Depois de US$ 40 milhões, vocês realmente acharam que as águas estariam seguras de novo?

Casal é atormentado por psicopata no trailer do terror ‘The Cabin’

O terror ‘The Cabin‘ ganhou um trailer tenso.

Confira:

Dirigido por Johan Bodell, o filme será lançado direto em VOD no dia 4 de dezembro.

Na trama, um jovem casal americano – Rose e Harry – vão visitar a cabana da família de Harry, mas eles não imaginavam que não seriam os únicos a visitar a cabana no final de semana. Logo, o que era para ser um momento romântico, logo se transforma em um pesadelo para Rose e Harry quando eles conhecem um perigoso psicopata que os convida a um jogo involuntário de gato e rato.

Caitlin Crommett e Christopher Lee Page estrelam.

‘American Horror Story: 1984’: Elenco aparece caracterizado em novo teaser inspirado nos anos 80

Através de seu Instagram, Ryan Murphy divulgou um novo vídeo de ‘American Horror Story: 1984‘, com o elenco caracterizado no estilo anos 80 – que será a temática da temporada.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

‘Castlevania’ é renovada para a 4ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série animada ‘Castlevania‘ para a 4ª temporada.