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‘O Massacre da Serra Elétrica’: Cena pós-créditos da sequência traz CONEXÃO com o filme original

Apesar de não ter agradado a todos, a sequência ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ finalmente foi lançada no streaming da Netflix. O que muitos não sabem, no entanto, é que o longa tem uma cena pós-créditos que traz mais uma conexão direta ao filme original de 1974.

*SPOILERS ABAIXO*

Após sobreviver a mais um filme – apesar dos vários tiros, facadas e serradas (!) sofridos no decorrer da trama –, a cena pós-créditos mostra um cansado Leatherface voltando para casa.

O lugar em questão é a infame casa do filme original, de Tobe Hooper. Essa é a única cena que vemos a icônica casa, deixando a entender que a possível sequência (se tivermos uma) deve retornar ao lugar onde tudo começou.

Quem está ansioso para mais um massacre? Gostaram do novo filme?

Dirigido por David Blue Garcia (‘Tejano’), o longa é produzido por Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas.

Depois de quase 50 anos escondido, Leatherface retorna para aterrorizar um grupo de jovens amigos idealistas que acidentalmente perturbam seu mundo cuidadosamente protegido em uma remota cidade do Texas.

Melody (Sarah Yarkin), sua irmã adolescente Lila (Elsie Fisher), e seus amigos Dante (Jacob Latimore) e Ruth (Nell Hudson), vão até uma remota cidade do Texas para iniciar um novo empreendimento comercial. Mas o sonho logo se transforma em um pesadelo quando eles acidentalmente perturbam a casa de Leatherface, o assassino em série enlouquecido cujo legado encharcado de sangue continua a assombrar os residentes da área – incluindo Sally Hardesty (Olwen Fouéré), a única sobrevivente de seu infame massacre de 1973, que está em busca de vingança.

O elenco conta com Elsie Fisher (‘Oitava Série’), Sarah Yarkin (‘A Morte te Dá Parabéns 2’), Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface.

Sandra Bullock, Channing Tatum, Daniel Radcliffe e Brad Pitt estampam cartaz NACIONAL da aventura ‘Cidade Perdida’

A comédia romântica de ação ‘Cidade Perdida‘ (The Lost City of D) ganhou seu novo cartaz nacional.

Confira, assista ao comercial e trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O grandioso elenco conta com Channing Tatum, Sandra Bullock, Daniel Radcliffe e Brad Pitt… que fará uma participação especial.

A brilhante, porém reclusa autora Loretta Sage (Sandra Bullock) escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Channing Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash.”

Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.

Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.

O filme da Paramount ainda conta com Patti Harrison (‘Raya e o Último Dragão’) e Da ‘Vine Joy Randolf (‘Meu Nome é Dolemite’).

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers‘) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

Paramount Pictures anunciou que o longa está programado para estrear no dia 24 de Março de 2022.

‘Uncharted – Fora do Mapa’ faz SUCESSO entre o público com 88% de aprovação

Apesar de ter recebido apenas 39% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes,Uncharted – Fora do Mapa‘ conquistou 88% de avaliações positivas do público.

Por conta da baixa porcentagem da crítica especializada, os fãs chegaram a pensar que isso poderia afetar a possível construção de uma franquia baseada no game.

No entanto, a nota do público só prova o quanto a adaptação estrelada por Tom Holland pode ganhar força nas bilheterias ao longo das próximas semanas.

E parece que o estúdio está certo que a adaptação dará bons frutos, já que uma continuação já foi planejada.

O texto abaixo contém SPOILERS!

Nos momentos finais do longa, vemos um homem não identificado escrevendo uma carta em uma prisão, mas o próprio filme sugere que seja Sam Drake, irmão de Nathan, que ele acha que está morto.

Tudo indica que Sam escreve a carta para alertar Nathan sobre sua situação…

Já a cena pós-créditos mostra Nathan tentando vender seu anel para um homem chamado Gage (Pilou Asbæk) em troca de um mapa nazista. No entanto, o homem manda seus capangas apontarem suas armas para o aventureiro.

Em seguida, Sully (Mark Wahlberg) invade a sala segurando uma arma e usando o clássico bigode do personagem nos games. A reviravolta é que Drake consegue desarmar Gage, e rouba o mapa junto com o anel.

Depois de um breve diálogo, Drake e Sully se viram para fugir, mas são surpreendidos por alguma surpresa que não é revelada ao público.

Por outro lado, a rápida participação de Gage traz um gancho promissor para o próximo filme…

Enquanto negocia com Drake, Gage menciona que quer o anel para seu empregador, alguém chamado Roman.

Quem acompanha a franquia sabe que que o principal antagonista do primeiro game, intitulado ‘Drake’s Fortune’, chama-se Gabriel Roman.

Pensando nisso, é claro que a equipe por trás do filme queria mostra uma história que acontece antes da série de jogos, e a cena pós-crédito é uma pista indicando que a sequência pode adaptar a trama do ‘Uncharted: Drake’s Fortune’.

Onde o irmão de Nathan se encaixa nisso tudo ainda é um mistério, embora o filme tenha sugerido que ele fará sua estreia em live-action mais cedo do que na narrativa dos jogos.

Lembrando que o longa já foi lançado em alguns países do mercado internacional e arrecadou US$ 21 milhões em uma semana.

Além disso, foi confirmado que o filme será lançado oficialmente na China, justamente o mercado internacional mais lucrativo da indústria, algo que pode significar centenas de milhões na bilheteria do filme e assim uma sequência.

Em entrevista ao CinePOP, Holland revelou que os produtores cogitaram filmar algumas cenas do filme por aqui, e que o Brasil pode ser uma das locações de um possível ‘Uncharted 2‘:

“Nós adoraríamos filmar no Brasil, foi algo que cogitamos para o primeiro filme. Teremos a sorte de fazer o segundo filme aí? Talvez o Brasil seja a nossa casa por alguns meses, seria fantástico. São Paulo é uma das minhas cidades favoritas. É um lugar fantástico com pessoas maravilhosas. Então, sim, talvez um dia estaremos aí.”, revelou.

Assista à crítica, e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Uncharted: Fora do Mapa – Uma aventura honesta e divertida de caça ao tesouro

O filme já está em exibição nos cinemas!

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Tom Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

Youtubers que resumem filmes estão sendo PRESOS

De acordo com o Torrent Freak, pelo menos seis YouTubers foram presos no Japão desde junho de 2021 por compartilharem resumos de filmes na plataforma de vídeos.

No país oriental, a violação de direitos autorais é uma prática extremamente condenada e o departamento de crimes cibernéticos vem apertando o cerco aos internautas desde 2018.

Um dos YouTubers condenado à prisão foi identificado como Yukio Takasugi, de 48 anos, que administrava o canal Fast Cinema e publicava cortes de 10 minutos de variados títulos.

Antes de ser preso, Takasugi recebeu intimações para remover o conteúdo de seu canal e chegou a protestar com um comunicado da mídia, alegando que não estava praticando nenhum crime.

Por outro lado, distribuir conteúdo licenciado sem permissão dos donos da propriedade é considerado no Japão, assim como aqui no Brasil.

No entanto, as leis aplicadas aos direitos autoriais no Japão é muito mais rígida e inflexível, sem abrir brechas para que os acusados se defendam.

O YouTuber ainda disse que prestava um trabalho de assistência a pessoas que não têm tempo de assistir a um filme de 2h, então ele resumia a narrativa em apenas 10 minutos para ajudar seus inscritos a decidirem se queriam assistir ao filme completo ou não.

Depois de sua declaração, o grupo anti-pirataria Content Overseas Distribution Association (CODA) acionou a polícia contra o YouTuber.

O CODA também descobriu que Takasugi cobrava 500 ienes (cerca de R$ 22) mensais aos inscritos para continuar divulgando os resumos, que incluem filmes aclamados, como Parasita, vencedor do Oscar em 2020.

Além disso, os membros da organização deixaram claro que uma das principais violações do YouTuber é que ele estava lucrando valore que deveriam ser direcionados aos responsáveis pelos filmes resumidos.

Em dezembro de 2021, ele foi levado à delegacia da Província de Miyagi para prestar depoimento e seguiu compartilhando conteúdo em seu canal, até que foi preso formalmente no dia 15 de fevereiro.

Em junho de 2021, quando a primeira pessoa que compartilhava esse tipo de conteúdo foi presa, ela disse que já havia recebido 1.500.000 ienes (aproximadamente R$ 66.807) desde que começou a abastecer o canal em abril de 2020, e confirmou que sabia que estava comentendo um crime.

Entre os seis condenados, um deles recebeu dois anos de regime fechado e uma multa equivalente a R$ 89.385. Outro pegou 18 meses de reclusão e terá que pagar R$ 44 692.

Os Filmes dos anos 1990 que Você Não Lembrava que Tinham Sido INDICADOS AO OSCAR

Os indicados ao Oscar 2022 já foram anunciados e os cinéfilos não fazem outra coisa senão debater seus filmes preferidos, as surpresas, os injustiçados e os que não mereciam estar dentre os nomeados. Essa discussão saudável e divertida sobre arte e cinema é sempre bem-vinda, e ela continuará até a data em que enfim a cerimônia irá ao ar, no dia 27 de março, e revelará os vencedores. Neste dia saberemos se nossas torcidas irão se concretizar ou se algum azarão irá sacudir a noite – o que é algo sempre interessante também, afinal subverter expectativas, caso não seja um completo disparate, pode adicionar àquele valor a mais de frescor.

Um teste verdadeiro para os cinéfilos e amantes da sétima arte, no entanto, é tentar lembrar dos indicados das cerimônias anteriores do Oscar, ou quem sabe até mesmo seus vencedores. E a cada nova premiação, é divertido brincar de quiz de trivia sobre os fatos da Academia, para provar quais dentre seus amigos são os cinéfilos mais conhecedores e cultos quando o assunto é a sétima arte, ou ao menos o Oscar. Para ajudar nessa brincadeira, aqui iremos relembrar com você alguns filmes saídos da querida década de 1990 que foram indicados ao prêmio principal do Oscar, ou seja, o de MELHOR FILME (numa época em que apenas cinco filmes podiam ser indicados) e você não lembrava. Confira abaixo e comente.

A Bela e a Fera (1991)

A Bela e a Fera é um verdadeiro marco das animações e uma importantíssima para a história da sétima arte e dos prêmios da Academia. Talvez as gerações mais novas não saibam o peso que o longa possui e conheçam melhor essa história graças à versão em live-action com Emma Watson, que completa 5 anos de estreia em 2022. O que acontece é que A Bela e a Fera continuou o que A Pequena Sereia (1989) havia criado como “virada de página” de uma fase ruim durante os anos 80, onde a Disney não colecionava mais sucessos de crítica ou bilheteria. O público garantiu o sucesso de A Pequena Sereia, mas A Bela e a Fera iria ainda mais longe e se tornaria um fenômeno prestigiado. O longa animado foi o primeiro da história a receber indicação de melhor filme e a concorrer contra produções em live-action. Foram um total de 6 indicações, incluindo melhor filme, das quais ganhou os prêmios de melhor trilha sonora e canção original para a música que leva o título do filme.

Traídos Pelo Desejo (1992)

Quando falamos no Oscar de 1993, que premiou os filmes lançados em 1992, a maioria definitivamente lembra de Os Imperdoáveis (o grande vencedor), Perfume de Mulher, Questão de Honra e até Retorno a Howards End – o mais “clássico” e menos “comercial” dentre os indicados daquele ano. No entanto, dificilmente os cinéfilos comentam sobre este longa britânico que na época deu o que falar por seu conteúdo fervoroso e bem à frente de seu tempo. Hoje, infelizmente, The Crying Game (no título original) é um filme que se tornou esquecido pelo grande público. O “menor” e mais subversivo dentre os indicados daquele ano, a trama fala sobre o um soldado do IRA, o exército republicano irlandês, indo atrás da companheira de um rival e se apaixonando por ela. A grande sacada por trás do roteiro é a reviravolta sobre a verdadeira identidade da cantora que atrai a atenção do soldado. Digamos apenas que o longa de Neil Jordan já tratava no início dos anos 90 com questões delicadas de gênero. Traídos pelo Desejo recebeu indicações de melhor filme, diretor (Jordan), ator (Stephen Rea), ator coadjuvante (Jaye Davidson) e edição, e venceu melhor roteiro para Jordan.

O Fugitivo (1993)

É curioso pensar que para muitos hoje, Harrison Ford seja mais conhecido pelas franquias Indiana Jones e Star Wars. Mas quem viveu nos anos 80 e 90, viu de perto alguns dos maiores sucessos da carreira do astro ultrapassarem o valor de entretenimento, de serem apenas bons filmes de ação, para se tornarem obras tão prestigiadas que chegaram até o alto patamar das indicações ao Oscar. Veja A Testemunha, por exemplo, lembrado para o Oscar de melhor filme em 1986. Aqui, o mesmo ocorria com O Fugitivo, essa releitura dramática e repleta de suspense, mas que não deixa de ser “um filme de ação de Harrison Ford”, de um seriado clássico lá da década de 1960. O Fugitivo caiu tanto no gosto popular que escalou até os votantes da Academia, figurando entre os cinco nomeados ao maior prêmio do cinema. Além da categoria principal de melhor filme, recebeu também nomeações de fotografia, som, edição, edição de som e trilha sonora, saindo vitorioso na categoria de ator coadjuvante para Tommy Lee Jones, que vive o implacável agente do FBI Sam Gerard.

Quatro Casamentos e um Funeral (1994)

Embora muitos achem que o Oscar só começou a olhar para os filmes mais populares agora com a categoria principal de melhor filme expandida para até dez produções, este não é bem o caso. A verdade é que mesmo numa época em que apenas cinco filmes recebiam a honraria principal, os membros votantes da Academia sempre encontravam um jeito de encaixar uma produção mais pop dentre seus nomeados. É o caso com esta comédia romântica britânica doce, protagonizada por Hugh Grant, um ator que depois viria a se especializar neste tipo de gênero. Assim, para quem conhece os filmes que o ator fez depois, fica difícil lembrar que o primeiro sucesso no gênero que protagonizou tenha sido lembrado na festa do Oscar. Mas esta produção escrita por Richard Curtis de fato o foi. A história sobre um casal (Grant e Andie MacDowell) que se encontra e se apaixona nas festividades do título. O longa foi indicado para melhor filme e roteiro, um dos menos indicados daquela ocasião, mas saiu de mãos abanando. Recentemente, a história ganhou uma nova versão na forma de uma série de TV da Hulu, protagonizada por Nathalie Emmanuel.

Babe – O Porquinho Atrapalhado (1995)

Não foi apenas o infantil em animação A Bela e a Fera que foi lembrado para indicação na categoria principal do Oscar dentro do gênero nos anos 90. E essa era uma das questões que mais intrigava o grande Jô Soares – sempre mencionando o fato de Babe ter sido indicado ao Oscar quando seus convidados discorriam sobre a premiação. Para ele, a indicação significava um nível de não seriedade ao qual o prêmio deveria ser levado. A verdade é que, como dito antes, os prêmios da Academia sempre encontravam espaço para filmes extremamente populares com o público, sem esquecer sua qualidade artística. Assim, os votantes acreditavam que em 1995, o filme pop que mais se adequava aos quesitos de uma obra “de arte” para contemplar indicações era Babe, a história sobre um porquinho que sonhava em ser cão pastor, e que desenvolve uma forte amizade com seu dono. O filme australiano da Universal Pictures é doce, comovente e encantou plateias. Mas talvez não tenha entrada para a história como outros clássicos do gênero, digamos, como E.T. – O Extraterreste, por exemplo. Babe foi indicado para melhor filme, ator coadjuvante (James Cromwell), melhor diretor (Chris Noonan), roteiro, direção de arte e edição, vencendo o Oscar de efeitos visuais.

O Carteiro e o Poeta (1995)

Parasita (2019) e o recente Drive my Car (2022) definitivamente não foram os primeiros filmes “estrangeiros” (leia-se não americanos) a receber indicações ao Oscar de melhor filme. Enquanto na década de 1980, o máximo que a Academia contemplou foram coproduções com os EUA, vide O Último Imperador (1987), ou obras britânicas, esse “jogo” mudava um pouco na década seguinte, os anos 90. Nesta década, muito por influência do marqueteiro “maldito” Harvey Weinstein, que impulsionava forte todas as produções de sua Miramax, muitas produções “pequenas” eram indicadas e algumas até mesmo estrangeiras. Nessa onda, o mega produtor conseguiu emplacar uma produção italiana debaixo de seu selo. Quatro anos mais tarde, curiosamente, outro filme italiano faria muito sucesso e se tornaria uma sensação ainda maior: A Vida é Bela, de Roberto Benigni. E se você perguntar para dez cinéfilos, nove lembrarão do filme de Benigni, e talvez nenhum lembre deste filme protagonizado e codirigido por Massimo Troisi. O Carteiro e o Poeta é a história de amizade entre um carteiro, um homem simples, e o poeta Pablo Neruda (Philippe Noiret). Um fato que marcou o filme foi a morte de Troisi antes do lançamento do filme. O longa foi indicado para melhor filme, ator (Troisi), diretor (Michael Radford) e roteiro, e venceu o prêmio de trilha sonora.

Segredos e Mentiras (1996)

Essa drama cômico de quase 2h30min de duração é um destes casos de filme independente que fica enterrado debaixo da fama dos demais longas que concorreram com ele em sua respectiva cerimônia – no caso deste, em especial O Paciente Inglês e Fargo. Trata-se de uma das produções mais prestigiadas do britânico Mike Leigh, conhecido por dramas cult como Simplesmente Feliz (2008), Mr. Turner (2014) e o mais recente Peterloo (2018). O drama comportamental Segredos e Mentiras mostra uma curiosa relação entre uma mulher negra bem sucedida (Marianne Jean-Baptiste), que após a morte dos pais adotivos resolve entrar em contato com sua mãe biológica e descobre que ela é uma mulher branca, solitária, vivendo na pobreza (Brenda Blethyn) num bairro ruim de Londres. Além de melhor filme, Segredos e Mentiras foi indicado para atriz (Blethyn), coadjuvante (Jean-Baptiste), diretor e roteiro para Mike Leigh, saindo de mãos abanando. E você, já tinha ouvido falar deste filme?

Shakespeare Apaixonado (1998)

Tem filmes indicados ao Oscar que não lembramos. E outros que queremos esquecer. Brincadeiras à parte, essa comédia romântica que brinca com a mitologia do bardo inglês entrou para a história como um dos filmes mais “odiados” pelos cinéfilos de todos os tempos. Sabe aquele ranço generalizado que muitos possuem em relação a filmes como Green Book, por exemplo? Bem, os motivos deste específico podem até ser sobre representatividade racial, mas os de Shakespeare Apaixonado dizem respeito à qualidade, digamos, leve demais do filme em relação aos outros concorrentes. Por exemplo, como todos sabem, Shakespeare levou melhor filme em cima do muito superior O Resgate do Soldado Ryan, com um total de zero pessoas concordando com tal decisão dos votantes. Fora isso, vale lembrar que a insossa Gwyneth Paltrow ainda levou o prêmio em cima da nossa Fernandona Montenegro por Central do Brasil. Shakespeare levou o Oscar de melhor filme, e os prêmios de atriz (Paltrow), coadjuvante (Judi Dench), roteiro, direção de arte, figurino e trilha sonora, além das indicações de coadjuvante (Geoffrey Rush), direção (John Madden), fotografia, som, edição e maquiagem.

Elizabeth (1998)

Na edição de 1999 do Oscar tivemos uma lista curiosa de filmes: dois filmes sobre a Segunda Guerra Mundial (O Resgate do Soldado Ryan e Além da Linha Vermelha), dois filmes sobre a corte inglesa da época da rainha Elizabeth I (Shakespeare Apaixonado e Elizabeth) e o italiano A Vida é Bela (que também abordava a Segunda Guerra). Ou seja, uma total falta de diversidade e criatividade. Seja como for, dentre os indicados os filmes mais lembrados sempre são os rivais Shakespeare Apaixonado e O Resgate do Soldado Ryan. Muitos podem comentar sobre A Vida é Bela também. Mas definitivamente o filme mais esquecido desta edição é Elizabeth, longa que revelou ao mundo o talento de Cate Blanchett no papel de uma jovem regente Elizabeth I. Curiosamente, Blanchett não levou o Oscar pelo papel, mas a rainha não saiu de mãos abanando, já que Judi Dench levou sua estatueta pelo mesmo papel em Shakespeare Apaixonado. Elizabeth foi indicado para melhor filme, atriz (Blanchett), fotografia, direção de arte, figurino e trilha sonora; vencendo o prêmio de melhor maquiagem. Muitos podem não saber ou lembrar, mas Blanchett voltaria ao mesmo papel nove anos mais tarde em Elizabeth – A Era de Ouro, pelo qual receberia nova indicação para atriz principal, entrando para o seleto hall de artistas indicados pelo mesmo personagem em filmes diferentes.

O Sexto Sentido (1999)

Você lembra quando M. Night Shyamalan fazia filmes bons? Pois é, o diretor de Tempo (2021) e Vidro (2019) parece dar mais bolas fora do que dentro atualmente. Para cada acerto, como Fragmentado (2017), que nos faz achar que ele encontrou seu caminho de volta aos trilhos, ele nos presenteia com produções, digamos, questionáveis, vide as citadas acima. Hoje, a fonte de criatividade em relação ao cineasta parece vir da TV. Mas nem sempre foi assim. Quando surgiu para o mundo do cinema, Shyamalan rapidamente foi considerado o “novo Spielberg”, ou o “novo Hitchcock”, o que é uma grande injustiça com qualquer um, além da pressão absurda. O cineasta indiano apenas queria realizar os seus filmes, do seu jeito. E até aí tudo bem. O maior problema da carreira de Shyamalan foi querer declarar guerra aos críticos, dando recados bem diretos em seus filmes. Por aqui no CinePOP, adoramos o diretor e sabemos de seu potencial. A prova disso é este O Sexto Sentido. Afinal quantos outros diretores marcam uma estreia tão impressionante quanto a dele? O filme com ares de terror e drama foi um verdadeiro fenômeno de bilheteria, e o Oscar resolveu comprar a ideia o indicando para melhor filme, diretor e roteiro para Shyamalan, ator coadjuvante (para o então menino Joel Haley Osment), atriz coadjuvante para (Toni Collette) e edição. O filme não levou nada, mas Shyamalan se tornaria um astro.

Errou Feio! Os Filmes Queridos dos Anos 80 que Foram Indicados ao FRAMBOESA DE OURO

Definitivamente, o Framboesa de Ouro é a “premiação” mais polêmica do cinema. Criada como uma grande brincadeira, a cerimônia é considerada o “anti-Oscar” em Hollywood e aponta o que de pior o cinema entregou a cada ano. Existem os que torcem o nariz e que o consideram algo de mau gosto, afinal taxar produções cinematográficas que foram resultado de sangue e suor de artistas, às vezes envolvidos por anos em suas confecções, é uma espécie de declaração de guerra à arte. A verdade é que o Framboesa de Ouro não se leva a sério, e realmente não deve ser levado a sério. De fato, ao longo dos anos muitos artistas souberam levar na esportiva e entraram na brincadeira, inclusive indo aceitar a “honraria” – como foi o caso com Bill Cosby, Halle Berry e Sandra Bullock. É preciso ter bom humor e jogo de cintura.

A verdade é que o Framboesa apenas tem coragem de vociferar o que grande parte do público e dos críticos conversam entre si nos círculos de cinéfilos. Todos têm suas próprias opiniões e ninguém gosta de tudo o tempo todo. Afinal, o que seriam dos filmes bons sem os filmes ruins para servir de comparação. Em grande parte, o Framboesa indica e premia obras execradas pela crítica especializada e que deram prejuízo em bilheteria, ou seja, o público optou por ignorar, pelos mais diversos motivos. O que acontece é que vez ou outra o Framboesa também erra e acaba lembrando de filmes que terminam por resistir ao teste do tempo, sendo redescobertos como cult, ou simplesmente conquistam uma legião de fãs tão grande a cada geração, só aumentando o amor do público por eles.

Confira abaixo os filmes adorados dos anos 80, que terminaram sendo indicados pelo Framboesa de Ouro em seu ano de lançamento.

O Iluminado (1980)

Quando O Iluminado estreou em 1980, o cineasta Stanley Kubrick já era um nome famoso em Hollywood, mas igualmente controverso. Embora tivesse entregue filmes como Lolita, 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Laranja Mecânica, Kubrick era tido como um diretor “maldito”, graças ao conteúdo controverso de grande parte de seus longas. E O Iluminado não foi exceção. Sua única investida no gênero do terror não foi vista com bons olhos por metade dos críticos, que consideraram o longa algo abaixo do talento do diretor – algo comparado com o que ocorreu com Alfred Hitchcock na época de Psicose. Hoje tida como obra extremamente reverenciada no gênero, cuja popularidade imensa só aumenta, na época de seu lançamento, O Iluminado teve muitos detratores, incluindo o próprio autor do livro em que é baseado, Stephen King. Tamanha polêmica levou o filme a ser indicado ao Framboesa de Ouro bem no ano da estreia da premiação. O Iluminado recebeu indicações para pior atriz (Shelley Duvall) e pior diretor (Stanley Kubrick) – algo inconcebível hoje.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Não é incomum filmes execrados pela crítica ou que se mostrem fracassos financeiros em sua época de lançamento ressurgirem como item cult, reverenciados e estudados por acadêmicos da área de cinema ou crítica cinematográfica anos depois. Dizem que o cinema é uma arte eterna, que dura para a posteridade. Assim é curioso presenciar esse fenômeno de ressurgimento de certas produções. Veja, por exemplo, essa obra-prima de terror e ficção científica do mestre John Carpenter. Tudo bem, não é para todos os gostos e na época, muitos a consideraram de mau gosto devido às cenas explícitas envolvendo todo tipo de “nojeira corpórea”. Mas o que ninguém pode imaginar hoje é que na época o filme tenha sido indicado ao Framboesa de pior trilha sonora – e justo para quem: o icônico Ennio Morricone.

Scarface (1983)

Um dos maiores injustiçados pelo Framboesa de Ouro – ao menos na década de 1980 – foi o diretor Brian De Palma. Alguém no Framboesa devia ter alguma coisa contra o cineasta, não é possível. Reverenciado pela maioria dos especialistas e cinéfilos por seu talento como contador de histórias – dono de um estilo único, que vai muito além de um “fã de Hitchcock” -, De Palma se viu alvo da premiação zoeira no período. Aqui começamos com sua “ópera” do crime e máfia, Scarface, remake de uma produção noir clássica da década de 1930. Para sua versão, De Palma resolveu abordar a temática da imigração ilegal cubana em Miami. Violento e com uma atuação deliciosamente exagerada de Al Pacino, Scarface em pouco tempo se tornou um favorito dos entusiastas do gênero. Mas na época, o longa não escapou da mira do Framboesa, que indicou De Palma para pior diretor.

Vestida para Matar (1980)

Antes de Scarface, no ano de estreia do Framboesa de Ouro, os organizadores já inauguravam também sua cisma com De Palma. No começo de carreira, o cineasta era tido como o discípulo mais fiel de Alfred Hitchcock. Isso porque muito de seus filmes eram tidos como a mais pura homenagem a alguma produção do mestre do Suspense. Essa aqui, por exemplo, Vestida para Matar é Psicose puro. Admirado e estudado como um grande exemplar de um thriller erótico e noir, o longa mistura pesadelo e realidade, possuindo fortes subtextos dignos de discussões sobre as mais variadas temáticas controversas. Um filme à frente do seu tempo, Vestida para Matar já discutia, por exemplo, questões de gênero e o psicológico dos transgêneros. Mas nada disso o fez escapar do Framboesa e das indicações de pior diretor (De Palma), pior ator (Michael Caine) e pior atriz (Nancy Allen).

Dublê de Corpo (1984)

Finalizando a “trilogia da implicância” do Framboesa de Ouro com o mestre Brian De Palma, chega agora mais um filme de seu repertório entre os indicados. Não me leve a mal, não é que eu considere certos diretores infalíveis, ou que acredite que Brian De Palma não possua filmes que, por variados motivos, não atingiram todo o seu potencial. Entendo perfeitamente que certos filmes de sua filmografia não estejam tão alinhados quanto outros. É só que acredito que seus piores filmes não sejam estes. E se Vestida para Matar é o Psicose dele, Dublê de Corpo é o seu Janela Indiscreta. O filme conta a história de um ator que termina presenciando uma mulher com quem se envolveu ser morta da janela da casa de um colega do outro lado da rua. Mas as coisas podem não ser muito como ele imagina. Um thriller de tirar o fôlego com a assinatura do mestre. Mas não teve jeito, alvo direto do Framboesa, De Palma novamente recebeu sua costumeira nomeação a pior diretor.

Rocky III e Rocky IV (1982 e 1985)

Quem não gosta da franquia Rocky bom sujeito não é. Tudo bem que o filme original lá de 1976 é o melhor de todos da franquia, mais voltado para o drama. Enaltecido como um dos melhores filmes de esporte de todos os tempos, Rocky – Um Lutador emplacou forte no Oscar daquele ano e terminou vencendo o prêmio de melhor filme daquele ano. Merecidamente. O segundo filme, já dirigido por Stallone, manteve a seriedade e seguiu de perto a cartilha do original. Já quando foi a vez de adentrar os anos 80, com o terceiro e quarto filmes, é inegável que Rocky sofreria uma atualização para os novos tempos – e se tornaria maior e mais exagerado, mais repleto de ação e situações bem ridículas, é verdade.

É inegável também que se tornavam mais empolgantes e cada vez mais populares junto ao grande público. Se para mais nada, estes filmes nos deram “hinos” como ‘Eye of the Tiger’ e ‘Burning Heart’. Mas se tem um artista que o Framboesa “perseguia” tanto quanto Brian De Palma era o astro Sylvester Stallone. Bem, muitos dariam razão para o Framboesa. Nós não. Enquanto Rocky III foi indicado para pior revelação (Mr. T), o mais empolgante Rocky IV recebeu uma enxurrada de indicações: pior filme, pior ator coadjuvante (Burt Young), atriz (Talia Shire) e pior roteiro (Stallone); além de ter levado os Framboesa de pior ator e diretor (Stallone), trilha sonora, e atriz coadjuvante e revelação para Brigitte Nielsen, então esposa de Stallone.

Flashdance – Em Ritmo de Embalo (1983)

Um dos musicais mais queridos dos anos 80 e da história do cinema, Flashdance é uma história de empoderamento feminino, trazendo uma protagonista que é uma mulher forte e independente. Alex, papel de Jennifer Beals, sonha em ser dançarina, mas para sustentar este sonho faz jornada dupla, trabalhando em dois empregos. De dia, ela enfrenta o preconceito dos colegas de trabalho como soldadora, visto como uma função de homem. De noite, ela é uma dançarina exótica num clube masculino. O mais legal de Flashdance é perceber como ainda hoje o filme se mantém atual, e era muito à frente de seu tempo. E quem poderia esquecer as canções ‘What a Feeling’, de Irene Cara, ou ‘Maniac’, de Michael Sembello, temas do filme que foram vencedor e indicado ao Oscar, respectivamente? Bem, a resposta é: O Framboesa; que indicou Flashdance para pior roteiro.

A Última Tentação de Cristo (1988)

Martin Scorsese é, ainda hoje, considerado por muitos como o maior diretor vivo de sua geração. Mesmo com as tretas com a Marvel, onde a nova geração começou a olhar torto para o “tiozinho”, quem conhece cinema de verdade a fundo (e não apenas a diversão da semana) precisa reconhecer Scorsese como um dos grandes. Touro Indomável, Taxi Driver, Os Bons Companheiros, Os Infiltrados – a lista é simplesmente imensa. Mas o diretor já teve sua cota de polêmicas, e numa época bem antes dos filmes da Marvel se tornarem uma realidade. Uma destas polêmicas, talvez a maior, envolveu o lançamento de seu controverso A Última Tentação de Cristo, de 1988. Neste filme, entre outras coisas, Scorsese mostra Jesus Cristo cedendo a uma noite de tentação, e se deitando com Maria Madalena. Na época, foi o suficiente para uma comoção por parte de religiosos e católicos fervorosos que começaram a boicotar o filme, e até a realizar quebra-quebra em cinemas que o exibiam. Hoje, o filme é enaltecido como cult. Mas na época, não escapou da indicação de pior coadjuvante para o grande Harvey Keitel no papel de Judas.

Willow – Na Terra da Magia (1988)

Finalizando nossa lista, temos um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde dos anos 80. Willow é uma aventura de fantasia medieval que tem direção de Ron Howard e produção de George Lucas. O longa não foi um sucesso de bilheteria em sua estreia, mas pouco tempo depois, devido às locadoras de vídeo, ressurgiria como item cult. Por décadas, Willow foi um dos raros exemplos de filmes dos anos 80 que não tiveram uma continuação, mesmo que seu enredo aventuresco fosse totalmente favorável a isso. Eis que em nossos tempos modernos, a Disney compra a LucasFilm, “herda” Star Wars, Indiana Jones e… bem, Willow. Fora isso, o streaming da Disney+ igualmente é criada e assim Willow estava resgatado de seu ostracismo oitentista, pronto para virar série na plataforma. Mas voltado ao passado, lá para a década de 1980, Willow foi outro filme que não escapou da “fúria” de Framboesa, recebendo indicações para pior roteiro e ator coadjuvante (Billy Barty).

Os Melhores e Piores Filmes dos ATORES Indicados ao Oscar 2022

Os Indicados ao Oscar 2022 foram anunciados recentemente, e com a premiação ocorrendo no dia 27 de março, os cinéfilos terão tempo suficiente para correr atrás de todos os filmes nomeados nesta nova edição. Enquanto conferem todas as performances e decidem quem deveria ou não ter sido indicado, e quem deve ou não vencer, chegamos com uma nova proposta de matéria. A cada nova edição do Oscar, uma nova leva de 10 atores e 10 atrizes são lembrados pelos votantes da Academia – entre atores protagonistas e coadjuvantes. Isto é, quando o mesmo ator não é indicado nas duas categorias, o que diminui um pouco o número de nomes a concorrer.

Seja como for, com a ajuda de nossos colegas no polêmico agregador de criticas Rotten Tomatoes, decidimos dar uma olhada na filmografia completa de todos os indicados para melhor ator em 2022 e trazer para você os melhores e piores trabalhos destes astros de prestígio. Como dito, levaremos em conta a opinião de grande parte dos especialistas mundiais na hora de avaliarem tais obras. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Benedict Cumberbatch

Nosso eterno Doutor Estranho é um dos favoritos ao prêmio de ator principal este ano no Oscar por Ataque dos Cães. Mas o ator de nome difícil não é estranho aos prêmios da Academia, tendo sido indicado anteriormente em 2015 por O Jogo da Imitação.

Segundo os críticos no Rotten Tomatoes:

Melhor Filme: o melhor filme da carreira de Benedict Cumberbatch é 12 Anos de Escravidão (2013), onde faz uma breve participação como coadjuvante, que marca 95% de aprovação. Em segundo lugar se encontra Vingadores: Ultimato (2019), com 94% de aprovação, um dos filmes em que interpreta o mago supremo da Marvel. Mas Ataque dos Cães não fica muito atrás, com 93% de aprovação.

Pior Filme: já em relação aos piores filmes, Zoolander 2 (2016), em que o ator vive o assexuado All numa pontinha estilo piscou perdeu, marca a nota mais baixa da carreira de Cumberbatch com 22% de aprovação, e O Quinto Poder (2013), biografia do controverso Julian Assange, que marca 35% de aprovação.

Denzel Washington

Quem foi rei nunca perde a majestade. Indicado para mais um Oscar, desta vez no papel do usurpador do trono em A Tragédia de Macbeth, o gigante Denzel Washington conquistou em 2022 sua nona indicação ao Oscar. O astro, é claro, já possui duas estatuetas decorando sua lareira: uma como coadjuvante por Tempo de Glória (1989), e outra como protagonista por Dia de Treinamento (2001).

E segundo os críticos no Rotten Tomatoes:

Melhor Filme: o melhor filme da carreira de Washington é justamente Tempo de Glória, relato impactante sobre a Guerra Civil Americana, que consta com 93% de aprovação. Seguindo de perto, Um Limite Entre Nós (2016), drama baseado numa peça que o ator protagonizou e dirigiu, e A História de um Soldado (1984), um de seus primeiros filmes, ambos com 92% de aprovação. Um pouquinho mais abaixo, com 91% de aprovação, o thriller noir O Diabo Veste Azul.

Pior Filme: já os seus piores, segundo dizem os críticos, são a comédia de mau gosto Um Espírito Grudou em Mim (1990), com 10% de aprovação. O filme mostra um policial racista (papel de Bob Hoskins) recebendo o coração transplantado de um advogado negro assassinado (Washington). Agora, o racista e o fantasma irão se unir para encontrar o assassino. Seguindo de perto, o lacrimoso Um Ato de Coragem (2002) traz Washington tentando fazer justiça para seu filho doente da pior maneira possível, entrando armado num hospital e fazendo reféns! O filme conta com 23% de aprovação.

Will Smith

Esse ano finalmente as coisas parecem caminhar para uma representatividade maior com a indicação de dois astros negros. Depois de Denzel Washington, Will Smith é o segundo homenageado pela Academia. Já imaginou um ano em que todos os indicados sejam negros, como sempre houve só brancos? Aí sim teríamos uma mudança verdadeira. Enquanto isso não ocorre, Smith descola sua terceira nomeação com o drama feel good King Richard – Treinando Campeãs, depois de Ali (2001) e À Procura da Felicidade (2006).

E segundo os críticos no Rotten Tomatoes:

Melhor Filme: o primeiro Homens de Preto (1997), sucesso no verão daquele ano que fez de Smith um astro absoluto – o filme marca 92% de aprovação. Depois, o próprio King Richard com 90% de aprovação. No filme, Smith vive a biografia de Richard Williams, o pai dedicado das tenistas Venus e Serena.

Pior Filme: Smith é um ator carismático, mas já teve sua cota de “bombas”, e dentre elas os críticos destacam como as piore o recente Projeto Gemini (2019), com 26%, e o segundo Bad Boys, com 23%. Mas o fundo do poço é formando por As Loucas Aventuras de James West (16%), dos mesmos realizadores de Homens de Preto, que acharam ter outro sucesso nas mãos; Beleza Oculta (14%), drama de mau gosto sobre colegas de um homem com depressão “pregando uma peça” no sujeito para salvar seu negócio. O filme tenta apostar num ar lúdico, mas não funciona muito. E Depois da Terra (2013), blockbuster pretensioso no qual Smith tentou novamente, em vão, tornar seu filho Jaden um astro. A ficção marca 12% de aprovação.

Javier Bardem

Com o espanhol Javier Bardem e sua esposa Penélope Cruz ocorreu um fato interessante nesta edição do Oscar: ambos receberam sua quarta indicação. A de Bardem foi pela produção da Amazon Apresentando os Ricardos, em que deu vida ao ator Desi Arnaz. Antes o ator havia sido indicado por Antes do Anoitecer (2000) e Biutiful (2010) e levado o prêmio por Onde os Fracos Não Têm Vez (2007).

E para os críticos no Rotten Tomatoes não existe dúvida…

Melhor Filme: seu melhor filme é o citado longa dos irmãos Coen em que viveu o psicopata Anton Chigurh, com 93% de aprovação. Seguindo de perto está outro papel de vilão do espanhol, com Silva de 007 – Operação Skyfall, que soma 92% de aprovação.

Pior Filme: já os piores configuram as parcerias com o ator Sean Penn, seja contracenando, como em O Franco-Atirador (2015), que marca 16% de aprovação – e parece ter sido criado apenas para Penn mostrar seus bíceps novos -, ou sendo dirigido por ele, no vergonhoso A Última Fronteira (2016), com Charlize Theron, que marca irrisórios 8% de aprovação. O filme deveria ser um relato sobre os médicos sem fronteira atuando na África, onde floresce um romance, mas possui diálogos odiosos, como quando uma personagem deseja passar AIDS para outro, por considerar um ato romântico! Irrg.

Andrew Garfield

O eterno Homem-Aranha dos anos 2010 se redimiu com sua participação no mais recente filme do herói, Sem Volta para Casa (2021). Acho que agora já podemos falar, né? E para nós ele poderia ter sido indicado por sua cena emotiva do novo filme, que fez muito marmanjo, como o que vos fala, engolir seco. Mas o filme pelo qual Garfield foi indicado no Oscar deste ano foi mesmo o musical da Netflix Tick Tick… BOOM!, biografia de Jonathan Larson.

Para os críticos no Rotten Tomatoes…

Melhor Filme: os melhores filmes do ator são o subestimado 99 Casas (2014), que tem 92% de aprovação – e funciona como crítica ao mercado imobiliária americana;  A Rede Social (2010), com 96% de aprovação – obra-prima de David Fincher em que interpretou o brasileiro Eduardo Saverin;  e em primeiro lugar, o pouco conhecido Em Busca de um Assassino (2009), filme para a TV, que é parte de uma trilogia sobre a investigação de um jornalista sobre o assassinato de uma criança – o filme marca 100% de aprovação.

Pior Filme: já no fundo do poço para o ator estão o recente Mainstream (2020), com 33% de aprovação – o filme tenta fazer uma crítica às celebridades instantâneas das redes sociais, mas os especialistas não compraram a ideia; e Leões e Cordeiros (2007), drama político de Robert Redford, que marca a estreia nas telas do ator – marcando 27% de aprovação. O longa discute em três instâncias a Guerra no Iraque.

Os Melhores e Piores Filmes das ATRIZES Indicadas ao Oscar 2022

Os Indicados ao Oscar 2022 foram anunciados recentemente, e com a premiação ocorrendo no dia 27 de março, os cinéfilos terão tempo suficiente para correr atrás de todos os filmes nomeados nesta nova edição. Enquanto conferem todas as performances e decidem quem deveria ou não ter sido indicado, e quem deve ou não vencer, chegamos com uma nova proposta de matéria. A cada nova edição do Oscar, uma nova leva de 10 atores e 10 atrizes são lembrados pelos votantes da Academia – entre atores protagonistas e coadjuvantes. Isto é, quando o mesmo ator não é indicado nas duas categorias, o que diminui um pouco o número de nomes a concorrer.

Seja como for, com a ajuda de nossos colegas no polêmico agregador de criticas Rotten Tomatoes, decidimos desta vez dar uma olhada na filmografia completa de todos as indicadas para melhor atriz em 2022 e trazer para você os melhores e piores trabalhos destas estrelas de prestígio. Como dito, levaremos em conta a opinião de grande parte dos especialistas mundiais na hora de avaliarem tais obras. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Kristen Stewart

Atriz mirim que deu certo, Kristen Stewart entrou na juventude e se tornou estrela ao protagonizar a franquia Crepúsculo. Depois disso, os detratores começaram a duvidar de seu talento como intérprete. Disposta a deixar o passado teen dos vampiros para trás, Stewart iniciou uma nova fase em sua carreira, colecionando bons papeis em produções independentes de sucesso – até culminar em seu prêmio César, o Oscar francês, por Acima das Nuvens (2014). Sua primeira indicação aos prêmios da Academia chegou este ano pelo desempenho em Spencer, biografia de Lady Di, em que muitos torcem por sua vitória. Será?

Para os críticos no Rotten Tomatoes…

Melhor Filme: Certas Mulheres (2016) é o filme mais elogiado da carreira de Kristen Stewart. Drama indie da cineasta Kelly Reichardt, o longa aborda questões femininas em três histórias em que mulheres são colocadas em situações limite. O trecho com Stewart a traz como uma professora dando aula para adultos, e iniciando um relacionamento com outra mulher. Certas Mulheres marca aprovação de 92%. Seguindo de perto, o citado Acima das Nuvens (2014), com 91% de aprovação, tem a atriz como secretária pessoal de uma estrela europeia de sucesso (papel de Juliette Binoche).

Pior Filme: surpresa para todos que odeiam a Saga Crepúsculo, os filmes dos vampiros que brilham na luz não são os mais mal avaliados do currículo de Kristen Stewart. Dois filmes de terror pegam esta posição. Ambos com 12% de aprovação, começamos com Garganta do Diabo (2003), cópia chinfrim de Poltergeist e Amityville em que Stewart vive a filha da família encabeçada por Sharon Stone e Dennis Quaid – se mudando para uma casa assombrada. Seguindo de perto, um terror onde a atriz já estava maiorzinha. Os Mensageiros (2007) é outro filme genérico sobre aparições em uma casa maldita.

Olivia Colman

Será que Olivia Colman levará seu segundo Oscar como atriz principal em pouco tempo? Segundo especialistas, ela é a única que pode tirar o prêmio das mãos da jovem Kristen Stewart. A atriz britânica foi descoberta tarde em sua carreira, com a indicação seguida de vitória por A Favorita (2018). Depois disso foi lembrada novamente, como coadjuvante, por Meu Pai (2020). Esse ano, Colman concorre pelo suspense dramático, adaptação de um livro adorado, A Filha Perdida.

Para os críticos no Rotten Tomatoes…

Melhor Filme: o citado Meu Pai, drama com Anthony Hopkins sobre as mazelas da velhice, é o filme mais elogiado da carreira de Olivia Colman, somando impressionantes 98% de aprovação. Mas A Filha Perdida, outro drama com ares de suspense, que a indicou este ano, não fica muito atrás, com 95% de aprovação. Como bônus temos a animação A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas, que Colman dublou, com 97% de aprovação.

Pior Filme: nem só de filmes infantis bons são feitos os currículos dos astros de Hollywood. E na filmografia de Olivia Colman existe algo chamado Pudsey the Dog – The Movie (2014), que marca irrisórios 0% de aprovação – e não é todo dia que vemos isso. Em segunda posição no fundo do poço para ela está Um Final de Semana em Hyde Park (2012), drama que mirava o Oscar e traz Bill Murray como o presidente Roosevelt e Olivia Colman como a Rainha Elizabeth, antes de viver a filha da mesma regente na série The Crown. O longa marca 37% de aprovação.

Nicole Kidman

A maior estrela dentre as indicadas a melhor atriz deste ano, a musa Nicole Kidman também já tem sua estatueta do Oscar, vencida em 2003 por As Horas. Fora isso, agora são mais quatro indicações – como protagonista por Moulin Rouge (2001) e Reencontrando a Felicidade (2010), e coadjuvante por Lion – Uma Jornada para Casa (2016). Esse ano, Kidman foi nomeada ao dar vida para um dos maiores ícones da TV norte-americana e mundial, a humorista Lucille Ball, da série I Love Lucy, no filme Apresentando os Ricardos.

Segundo os críticos no Rotten Tomatoes…

Melhor Filme: ano passado, o infantil As Aventuras de Paddington 2 (2017) ultrapassou o clássico absoluto Cidadão Kane (1941) como o filme mais elogiado pela maioria dos críticos no Rotten Tomatoes. Embora a nota de ambos tenham voltado a ficar iguais, não deixa de ser impressionante o feito dos longas do ursinho, que já tem seu terceiro filme confirmado. E é justamente ele que aparece como o mais elogiado da carreira de Nicole Kidman – que vive a vilã no primeiro filme – marcando 97% de aprovação. Seguindo muito de perto, Flertando: Aprendendo a Viver (1991), um dos primeiros da carreira da atriz, marca 96%, e Um Sonho Sem Limites (1995), um de seus primeiros destaques, no qual vive uma jornalista ambiciosa, com 88% de aprovação.

Pior Filme: quando falamos nos pontos baixos da filmografia de Nicole Kidman, o “campeão” absoluto, segundo os críticos, é Grace de Mônaco (2014), biografia da estrela Grace Kelly, que marca trágicos 9% de aprovação. O suspense Reféns (2011), de Joel Schumacher, com Nicolas Cage, chega bem atrás com 11% de aprovação. Em terceira posição dos piores, Rainha do Deserto (2015), de Werner Herzog, é a biografia da escritora e exploradora Gertrude Bell, traz Robert Pattinson e James Franco no elenco, e marca 18% de aprovação.

Penélope Cruz

Como dito, o casal espanhol Penélope Cruz e Javier Bardem tem motivo duplo para comemorar. Ambos foram indicados ao Oscar este ano, e ambos somam quatro indicações ao total. Aqui, Cruz colabora novamente com seu mentor Pedro Almodóvar em Mães Paralelas, drama sobre maternidade e a ditadura espanhola. A primeira nomeação da atriz no Oscar veio também de um trabalho com o diretor, Volver (2006). Depois, a vitória, como atriz coadjuvante, por Vicky Cristina Barcelona (2008) e ainda uma indicação consecutiva na mesma categoria, por Nine (2009).

Segundo o Rotten Tomatoes:

Melhor Filme: até o momento da publicação desta matéria, o filme mais elogiado pela crítica na carreira de Penélope Cruz é seu mais recente trabalho, a comédia Competência Oficial, exibido no último Festival de Veneza. O filme, uma sátira à indústria cinematográfica a coloca lado a lado com Antonio Banderas e Oscar Martínez, e marca, com 17 avaliações, 100% de aprovação. Outros elogiadíssimos são as colaborações com Almodóvar: Mães Paralelas (97%), Dor e Glória (96%) e Tudo Sobre Minha Mãe (98%).

Pior Filme: o filme mais mal avaliado da carreira de Penélope Cruz é a comédia Seu Marido e Minha Mulher (2002). Para a sorte da espanhola, ela faz apenas uma participação, e quem leva a pior é Charlize Theron, na época em ascensão, que vive uma das protagonistas. O filme marca 13% de aprovação. Theron e Cruz voltariam a se encontrar em outra “bomba”, o drama sobre a Guerra Civil Espanhola Três Vidas e um Destino (2004), que traz uma cena quente entre as duas. O filme marca 16% de aprovação. Empatado, Sex and the City 2 (2010) com 16%, e ainda o pseudo terror Na Companhia do Medo (2003), com Halle Berry, com 15%, e a aventura espanhola Tudo Pela Honra (2003), escrita e produzida por Luc Besson, com 14% de aprovação.

Jessica Chastain

O mundo realmente dá muitas voltas. Dentre os filmes mais mal avaliados da carreira da estrela espanhola Penélope Cruz, vista acima, se encontra o recente As Agentes 355, thriller de ação e espionagem protagonizado por cinco estrelas internacionais, que marca 25% de aprovação dos críticos. O filme conta com Cruz no elenco, mas é o “bebê” de Jessica Chastain. Curioso é perceber que no mesmo ano em que entregaram este flop, ambas deram a volta por cima e terminaram recebendo indicações ao Oscar por outros filmes. E a produção que indicou Chastain foi a biografia da figura controversa da televangelista Tammy Faye Bakker, no filme Os Olhos de Tammy Faye. A atriz já havia sido indicada como coadjuvante em 2012 por Histórias Cruzadas, e como protagonista em 2013 por A Hora Mais Escura.

Segundo os Críticos no Rotten Tomatoes…

Melhor Filme: com apenas 5 avaliações de críticos, o experimental Salomé (2013), dirigido e estrelado por Al Pacino, baseado na obra de Oscar Wilde, é o filme mais bem avaliado da carreira de Jessica Chastain (que interpreta o papel título), marcando 100% de aprovação. Logo em seguida chegam a adaptação de Shakespeare, de Ralph Fiennes, Coriolano (2011), e o drama indie de Jeff Nichols, O Abrigo (2011), ambos com 92% de aprovação. Depois, A Hora Mais Escura e Perdido em Marte (2015) somam 91% de aprovação, e O Ano Mais Violento (2014) soma 90% de aprovação.

Pior Filme: o pior filme da carreira da estrela Jessica Chastain segundo a maioria dos críticos é o thriller Stolen Lives, de 2009, que a atriz participou antes da fama. Com 20 avaliações, o longa marca embasbacantes 0% de aprovação – não é todo dia que vemos isso. Ainda com uma aprovação ridícula, de 5%, o drama problemático Color of Time foi adiado, mudou de nome, foi editado e quase engavetado para sempre. O filme traz James Franco e Mila Kunis no elenco, além de Chastain. Um pouquinho mais alto, mas não muito melhor, está um dos mais recentes longas da atriz – o thriller de ação Ava (2020), que mirou em Atômica, mas acertou os filmes de ação de Gina Carano – marca 16% de aprovação dos críticos. Finalizando o fundo do poço de Jessica Chastain, O Caçador e a Rainha do Gelo, continuação de Branca de Neve e o Caçador, que é um dos piores blockbusters com um dos melhores elencos de todos os tempos. E o amamos por isso. Além de Chastain, o elenco traz Charlize Theron, Chris Hemsworth e Emily Blunt, e marca 20% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Michael Bay SURTA ao ouvir que ‘007’ teve maior explosão da história: “P*rra nenhuma!”

No início desse ano, tivemos a notícia que ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ entrou para o livro dos recordes na categoria de “o maior número de grandes explosivos detonados em uma única cena”, e houve até um vídeo lançado para comemorar o 25ª título da franquia James Bond mostrando a explosão em questão.

Confira:

No entanto, se há um homem que se orgulha de ser o mestre de Hollywood no que se refere a desastres e explosões na frente das câmera, é Michael Bay (‘Transformers‘). E, pra variar, o cineasta criticou a até reivindica a fama de ‘Sem Tempo Para Morrer‘, insistindo que ele ainda detém esse recorde.

Durante uma conversa recente com a Empire sobre o seu amor por destruir tudo o que ele pode colocar a lente da sua câmera, ele comparou suas obras “geniais”, Bay literalmente disse que o tal recorde de ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ era pura besteira.

“James Bond tentou levar o título da maior explosão do mundo? P*rra nenhuma!. A nossa [Pearl Harbour] que é.”

Veja abaixo a cena do filme ‘Pearl Harbour’:

‘Nós’: Terror de Jordan Peele com Lupita Nyong’o será REMOVIDO da Netflix em breve

O terror ‘Nós‘, dirigido e roteirizado por Jordan Peele e estrelado por Lupita Nyong’o, será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no dia 10 de março.

Na trama, Adelaide e Gabe levam a família para passar um fim de semana na praia e descansar. Eles começam a aproveitar o ensolarado local, mas a chegada de um grupo misterioso muda tudo e a família se torna refém de seres com aparências iguais às suas.

Winston Duke, Yahya Abdul-Mateen II e Elisabeth Moss completam o elenco.

Relembre o trailer:

‘Our Flag Means Death’: Série de Taika Waititi ganha cartaz oficial; Confira!

Our Flag Means Death

A vindoura série da HBO Max, ‘Our Flag Means Death‘, produzida e estrelada por Taika Waititi, ganhou oseu cartaz oficial, que traz o elenco principal em destaque.

Confira, com o trailer legendado e siga o CinePOP no YouTube:

A produção irá estrear oficialmente no dia 3 de março.

David Jenkins é o criador da série e também entra como showrunner. Waititi fica responsável pelo episódio piloto.

Our Flag Means Death é livremente baseado nas aventuras reais de Stede Bonnet, um aristocrata mimado que abandona sua vida cheia de privilégios para se tornar um pirata.

Rhys Darby interpreta Bonnet.

Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.

Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.

Kristian NairnNathan FoadSamson KayoRory KinnearCon O’NeillVico OrtizEwen BremnerDavid FaneJoel FryGuz Kahn e Matthew Maher também fazem parte do elenco. Leslie JonesNat FaxonFred ArmisenSamba Schutte aparecerão como personagens recorrentes.

‘Lov3’: Série brasileira estreia na Amazon Prime Video

A série brasileira de comédia ‘Lov3‘, estrelada por Bella Camero, Elen Clarice e João Oliveira, já está disponível na Amazon Prime Video.

A 1ª temporada, que conta com seis episódios de 30 minutos cada, teve a sua estreia na última sexta-feira (18) na grade de programação.

A trama acompanha três irmãos que buscam suas melhores versões enquanto vivem relacionamentos nada convencionais. Ana (Elen Clarice) e os gêmeos Sofia (Bella Camero) e Beto (João Oliveira) têm pouca coisa em comum: são irmãos, moram em São Paulo e se recusam a experimentar amor e sexo da mesma maneira que seus pais. Isso se torna ainda mais forte quando a mãe deles, Baby (Chris Couto), resolve abandonar o marido, Fausto (Donizeti Mazonas) e um casamento de 30 anos.

Ana tem 33 anos e reata com o ex-marido, Artur (Drayson Menezzes), sem, contudo, abrir mão de ficar com quem quiser. Sofia tem 24 anos, acabou de ser demitida do milésimo emprego e precisa dividir o teto com um trisal que não a reconhece como parte da relação. E Beto é um jovem gay que só sente atração por homens héteros que o dispensam e agora precisa conquistar sua autoestima. 

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Lov3‘ é dirigida por Mariana Youssef, Gustavo Bonafé e Felipe Braga, este último que também atua como showrunner.

O roteiro fica a cargo de Rafael Lessa, Filipe Valerim Serra, Duda de Almeida, Natália Sellani e Elton de Almeida.

‘Nerve – Um Jogo Sem Regras’: Thriller com Emma Roberts e Dave Franco será REMOVIDO da Netflix

O thriller ‘Nerve – Um Jogo Sem Regras‘, estrelado por Emma Roberts e Dave Franco, será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 02 de março.

Na trama, Vee é uma jovem sem muita vida social que resolve entrar no Nerve, um jogo virtual de “Verdade ou Desafio” que é acompanhado por vários usuários online. No começo, tudo é diversão e pequenos desafios – e ela até se torna famosa pelos feitos – mas logo se tornará vítima de um roubo de identidade pelos organizadores dos jogos. Ao lado de Ian, ela deverá fazer de tudo para conseguir ter sua vida de volta.

Emily Meade, Miles Heizer, Juliette Lewis e Kimiko Glenn, Machine Gun Kelly e Samira Wiley completam o elenco.

Crítica | Nerve: Um Jogo sem Regras

Relembre o trailer:

O elenco ainda conta com Juliette Lewis (‘Um Drink no Inferno’), Emily Meade (‘The Leftovers’), Miles Heizer (‘Parenthood’).

Henry Joost e Ariel Schulman, de ‘Atividade Paranormal 3‘ e do inédito ‘Vírus‘, dirigem.

nerve

nerve

TODAS as série da Marvel feitas pela Netflix serão REMOVIDAS do streaming; Saiba quando!

Todas as séries da Marvel desenvolvidas em parceria com a Netflix serão removidas da grade de programação do streaming em breve.

Os Defensores‘, ‘Demolidor‘, ‘O Justiceiro‘, ‘Jessica Jones‘, ‘Punho de Ferro‘ e ‘Luke Cage‘ deixarão o serviço de assinatura no dia 1º de março com todas as suas temporadas. Ainda é incerto dizer se as produções migrarão para o Disney+.

Em ‘Demolidor‘, Matt Murdock é um homem cego que luta contra a injustiça durante o dia como advogado e à noite nas ruas de Hell’s Kitchen, em Nova York.

O Justiceiro‘ acompanha o ex-marine Frank Castle, que só quer punir os criminosos responsáveis pela morte da sua família, mas torna-se alvo de uma conspiração militar.

Já ‘Jessica Jones‘ é assombrada pelos traumas do passado e na trama usa os seus poderes como detetive particular para encontrar e deter o perverso Kilgrave.

Em ‘Luke Cage‘, um ex-presidiário com pele indestrutível luta para limpar seu nome e salvar o bairro onde vive. Ele não queria confusão, mas a população precisava muito de um herói.

Já em ‘Punho de Ferro‘, quinze anos depois de ter sido dado como morto, Danny Rand ressurge. Com a força do Punho de Ferro, ele espera recuperar seu passado e cumprir seu destino.

‘Karatê Kid: A Hora da Verdade’: Clássico dos anos 80 será REMOVIDO da Netflix; Saiba quando!

O clássico oitentista ‘Karatê Kid: A Hora da Verdade‘ será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no dia 1º de março.

Na trama, o adolescente Daniel LaRusso se envolve com a ex-namorada de um mau caráter na escola e passa a ser atormentado por sua gangue. Para sua sorte, ele contará com os ensinamentos de um mestre de karatê, o senhor Miyagi, que o prepara para autodefesa e também para um importante campeonato.

Ralph Macchio, William Zabka, Pat Morita, Elisabeth Shue e Martin Kove estrelam a produção.

Além de duas sequências nos cinemas, o longa original se expandiu para as telinhas, com a aclamada e amada série ‘Cobra Kai‘, que dá continuidade na narrativa de Daniel LaRusso e Johnny Lawrence.

Relembre o trailer:

John G. Avildsen dirige o longa, a partir de um roteiro assinado por Robert Mark Kamen.

‘Our Flag Means Death’: Série de Taika Waititi sobre piratas ganha trailer LEGENDADO; Confira!

HBO Max divulgou o trailer legendado de ‘Our Flag Means Death‘, série produzida e estrelada por Taika Waititi, que gira em torno de piratas.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A produção irá estrear oficialmente no dia 3 de março.

David Jenkins é o criador da série e também entra como showrunner. Waititi fica responsável pelo episódio piloto.

Our Flag Means Death é livremente baseado nas aventuras reais de Stede Bonnet, um aristocrata mimado que abandona sua vida cheia de privilégios para se tornar um pirata.

Rhys Darby interpreta Bonnet.

Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.

Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.

Kristian NairnNathan FoadSamson KayoRory KinnearCon O’NeillVico OrtizEwen BremnerDavid FaneJoel FryGuz Kahn e Matthew Maher também fazem parte do elenco. Leslie JonesNat FaxonFred ArmisenSamba Schutte aparecerão como personagens recorrentes.

Dave Chappelle e Netflix se unem novamente para mais quatro especiais de comédia

Dave Chappelle: The Age of Spin Air Date: March 21, 2017 Pictured: Dave Chappelle

O aclamado comediante Dave Chappelle está renovando sua parceria com a Netflix e produzirá uma série de quatro especiais de stand-up para o serviço de streaming, com artistas escolhidos a dedo por ele mesmo.

A série começará com especiais dos comediantes Earthquake e Donnell Rawlings, com os demais nomes a serem anunciados posteriormente.

Por meio de um comunicado oficial, Chappelle comemorou a parceria:

“Faço isso há muito tempo e comediantes como Quake e Donnell não são apenas amigos, mas inspiraram minha própria carreira. Qualquer um na comunidade de comédia conhece esses nomes e sabe que já era hora desses artistas brilharem. Tenho orgulho de fazer parte deste momento”.

O especial de Earthquake, intitulado “Legendary, estreia no dia 28 de fevereiro. Nele, o comediante abordará temas como “saúde como riqueza, exames de próstata e disciplina de crianças”, segundo um comunicado à imprensa.

O título e a data de lançamento do especial de Rawlings ainda não foram anunciados.

Chappelle possui quatro especias de comédia feitos em parceria com a Netflix. O último, intitulado ‘Encerramento’, foi lançado no final de 2021 e se tornou um dos títulos mais assistidos pelos assinantes do streaming.

As séries do Demolidor, Justiceiro, Jessica Jones e Luke Cage não irão sair da Netflix para o Disney+

Havia sido falado que as séries da Marvel produzidas pela Netflix iriam deixar a plataforma a partir no mês de março, o que fez muita gente pensar que elas migrariam para o Disney+ ou algum serviço similar como Star+. Porém, não vai ser esse o caso, pelo menos, não em março, como já revelou a plataforma da Disney.

A Disney+ divulgou sua lista de lançamentos do que vem por aí em março em suas redes sociais. As novidades não incluem nenhum dos shows que serão removidos da Netflix pelos próximos dias. Há fãs especulando que a casa dos seriados possa ser a Star+, por conta do teor de narrativa mais adulta e violenta, mas também pode não ser o caso.

Ainda assim nada foi confirmado sobre a saída das séries nem pela Netflix e nem pela própria Disney. A informação foi descoberta depois de alguns boatos pipocarem pela internet, quando o aviso de remoção aparece no canto da tela ao dar play em algum dos conteúdos.

A própria Disney tem sido extremamente silenciosa sobre o destino dos seus heróis como Demolidor, Punho de Ferro, Justiceiro, Jessica Jones e Luke Cage. Vale lembrar que todas as séries em questão já foram canceladas.

‘Teen Wolf’: Xenofobia e baixo salário motivaram Arden Cho e Dylan O’Brien a não retornarem para o filme

Recentemente, foi revelado que a sérieTeen Wolf‘ vai ganhar um revival em forma de filme pela Paramount+, trazendo grande parte do elenco principal, incluindo o astro Tyler Posey.

No entanto, Dylan O’Brien e Arden Cho não aceitaram o convite para reprisarem seus papéis como e Stiles Stilinski e Kira Yukimura.

Até o momento, não havia sido revelado o motivo da recusa da dupla.

Mas o Deadline divulgou que Cho, que tem origem coreana, teria recebido uma proposta de salário bem menor que suas colegas brancas para retornar à produção.

O portal revelou que a estrela iria receber apenas metade do salário oferecido às outras atrizes, mesmo sua personagem sendo uma parte central da trama.

Para quem não sabe, ela interpretou Kira nas duas últimas temporadas da atração e ainda assim tornou-se uma das mais aclamadas personagens.

Depois que O’Brien soube da falta de consideração da Paramount+ sobre Cho, o astro também recusou o convite, apoiando a decisão da colega.

Considerando a importância de Kira, que ajudou a explorar a mitologia asiática na série, os fãs estão protestando contra a oferta da Paramount+.

Além disso, a polêmica gerou o debate sobre as desigualdades salariais que atingem mulheres e minorias raciais.

Confira as reações do público:

“Isso é tão perturbador! Como você liga para alguém e tem a audácia de oferecer a metade do salário de seus colegas brancos? A personagem de Crystal Reed está morta e ela ainda recebeu mais ofertas para retornar como a p#rr@ de um fantasma! Isso é muito desrespeitoso.”

Além da dupla Tyler Hoechlin (‘Superman & Lois’) também não retorna.

O filme trará o retorno de: Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall e Dylan Sprayberry como Liam Dunbar.

E em uma entrevista recente à revista EW, Posey compartilhou o seu entusiasmo em revisitar o personagem Scott McCallm que o lançou para o estrelato. Ao longo do bate papo, ele ainda comento o que mais quer ver na vindoura produção.

“Estou muito animado para interpretar esse personagem novamente. Eu sinto falta dele, eu o amo. [..] E acho que o que mais me deixou empolgado é poder vê-los envelhecer. Estivemos no colégio por muito tempo. Estou animado para vê-los envelhecer e sair disso. O colégio foi um personagem por si só na série, então estou entusiasmado para ver como as coisas serão sem o envolvimento do ambiente escolar. Será interessante”. 

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis também retorna.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

 

‘Batman’: Vídeo dos bastidores destaca a obsessão do Charada pelo herói; Confira!

A Warner Bros divulgou um vídeo inédito dos bastidores de ‘Batman‘, evidenciando o obsessão do Charada (Paul Dano) pelo herói vivido por Robert Pattinson.

No vídeo, o vilão tenta desvendar o maior quebra-cabeça da trama, que é a identidade secreta do Homem-Morcego.

“Eu tenho tentado falar com você. Você também faz parte disso, Bruce“, diz o enigmático Edward Nashton, cujo rastro de pistas enigmáticas leva Wayne a uma investigação no submundo do crime.

Enquanto ele ameaça desmascarar a verdade sobre Gotham City, corrupta e infestada de crimes, o Charada levanta pontos de interrogação sobre a família Wayne e revela segredos há muito tempo enterrados.

Num momento do vídeo, Pattinson diz que:

“O Charada é de longe o maior adversário que o Batman já encontrou. O Charada parece saber segredos sobre o Batman que nem mesmo Bruce sabia.”

Confira:

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.