A julgar pelo título de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ , muitos fãs esperam que a sequência da animação de 2018 possa explorar o MCU.
Apesar do MCU contar histórias em live-action, seria interessante ver como o Miles Morales animado poderia visitar o universo dos personagens feitos de carne e osso.
E, durante uma entrevista para o podcast Happy Sad Confused, os produtores da animação, Phil Lorde Chris Miller indicaram que a sequência pode ter conexões com o MCU.
“O Multiverso é grande e amplo. E todas as coisas evoluem… Por que você acha que em um Multiverso, no qual muitas coisas são possíveis, essa possibilidade não existiria?”, provocou Miller.
No entanto, Lord foi rápido ao acrescentar:
“Tudo é possível, exceto por uma coisa que todo mundo quer”, referindo-se à participação de Tom Holland na sequência.
Anteriormente, os cineastas conversaram com o ComicBook e foram questionados sobre a possibilidade de vermos os personagens de Holland eZendaya no desenho.
Em resposta, Miller brincou:
“Essa é uma ideia interessante que nunca nos ocorreu, para a falar a verdade.”
Por outro lado, Lord acrescentou:
“Eu gosto do fato do Multiverso abrir a possibilidade sobre quem pode ser o Homem-Aranha e quais são as diferentes maneiras de contar essa história.”
Não há dúvidas de que os fãs certamente ficariam entusiasmados ao ouvirem que Holland estaria se juntando à aventura.
No entanto, é possível que os cineastas envolvidos não queiram correr o risco de que o Peter Parker de Holland pudesse tirar o foco de Miles Morales, já que ele é o principal personagem da trama.
Lembrando que a animação tem estreia marcara para 07 de Outubro de 2022.
Miles Morales retorna para o próximo capítulo da saga vencerado do Oscar Aranhaverso, uma aventura épica que transportará o amistoso amigão da vizinhança do Brooklyn, Miles Morales, através do Multiverso para unir forças com Gwen Stacy e uma nova equipe do Povo-Aranha para enfrentar um vilão mais poderoso do que qualquer coisa que eles já encontraram.
Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’ e ‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter Docter e Mike Jones.
Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.
Vale lembrar que Lord e Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.
Depois de se aposentar como Samwell Tarly na adaptação de ‘Game of Thrones’, John Bradley-West será um dos protagonistas de ‘Moonfall‘, novo sci-fi de catástrofe dirigido por Roland Emmerich (‘2012’).
E, enquanto promovia o filme, West disse ao jornalista Josh Wilding, do CBM, que adoraria ganhar um papel na Marvel para voltar a contracenar com Kit Harington.
Quem acompanhou ‘GoT’ sabe que a dupla formou uma grande amizade nos corredores da Muralha, já que Tarly era o melhor amigo de Jon Snow, personagem de Harington.
Ao longo da entrevista, West brincou ao dizer que se sentiu excluído ao ver Harington e Richard Madden, o Robb Stark de ‘GoT’, juntos no trailer de ‘Eternos‘.
“Ah, eu adoraria, adoraria ganhar um papel na Marvel. Qualquer desculpa para voltar a trabalhar com Kit seria uma verdadeira alegria. Para falar a verdade, quando vi o trailer de ‘Eternos’ me senti excluído ao ver Kit e Richard [Madden] em um filme juntos. Eu pensei: ‘Todos os meus amigos estão se divertindo sem mim. Não estou gostando disso!’ Sério, eu fiquei bastante enciumado.”
Confira a entrevista:
E aí, qual personagem da Marvel você acha que cairia bem para o ator?
Em ‘Moonfall‘, ele dará vida ao teórico da conspiração e especialista em espaço KC Houseman.
Lembrando que o longa tem estreia marcada para 10 de fevereiro nos cinemas nacionais.
Com orçamento de US$140 milhões, a trama é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita após a colisão com um asteroide e entra em rota de imersão rumo à Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível com apenas algumas semanas para salvar a humanidade.
Halle Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. Josh Gad, Patrick Wilson e Charlie Plummer completam o elenco.
No Oscar 2022, o longa-metragem conquistou oito indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original e Melhor Direção para Branagh e Melhor Atriz Coadjuvante para Judi Dench.
Os vencedores serão anunciados no dia 27 de março.
‘Belfast’ é uma história pessoal e alegre sobre o poder da memória, ambientada no final dos anos 1960 na Irlanda do Norte. No centro do filme está Buddy, um menino à beira da adolescência, cuja vida é repleta de amor familiar, diversões de infância e um romance florescente. No entanto, com sua amada cidade natal envolvida em turbulências crescentes, sua família enfrenta uma escolha importante: esperar que o conflito passe ou deixe tudo o que conhecem para trás por uma nova vida.
Com poucas informações reveladas, sabe-se que a produção gira em torno de uma jovem mulher que viaja sozinha para o interior da Inglaterra depois da morte de seu ex-marido.
A indicada ao Oscar Jessie Buckley (‘A Filha Perdida’, ‘Estou Pensando em Acabar com Tudo’) estrela o longa-metragem ao lado de Rory Kinnear (‘Penny Dreadful’, ‘Black Mirror’).
O filme é produzido DNA Films(‘Extermínio’) em parceria com a A24, a companhia por trás de ‘O Farol’, Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’ e ‘Hereditário’.
A Paramount Pictures Brasil divulgou um novo teaser legendado da aguardada sequência ‘Sonic 2 – O Filme’, dando destaque ao protagonista titular e introduzindo Knuckles e Tails.
O filme tem estreia marcada para o dia 07 de abril nos cinemas nacionais.
Confira:
“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”
A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.
O’Shaughnessey se junta ao recentemente confirmado Idris Elba, que será Knuckles.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
Depois da série animada ‘Demons Slayer‘ fazer um imenso sucesso em todo mundo, e do filme ‘Demon Slayer – Mugen Train: O Filme‘ se tornar a maior bilheteria de uma obra japonesa, o mangá criado por Koyoharu Gotōge terá o seu desfecho final também no anime.
Depois de ir ao ar semanalmente, desde dezembro, está quase na hora de dizer adeus a ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba‘, já que a temporada final chega ao fim neste domingo. Após o episódio cheio de ação da semana passada, os fãs podem estar se perguntando como o estúdio Ufotable vai superar uma luta de seis episódios entre um Hashira e um Upper Moon, que ultrapassou os limites técnicos dos animes 2D já feitos.
A resposta para isso veio com a confirmação de que o episódio final de ‘Demon Slayer‘ terá 45 minutos de duração, mais que o dobro do tamanho normal. Após o final épico de Tengen Uzui contra os demônios Daki e Gyutaro, a conta oficial do Twitter de ‘Demon Slayer‘ postou uma despedida emocionante para os fãs da série shonen.
Primeiro com o nome de Edward Nashton, o livro mostra seu início ao lado de Batman no ensino médio para órfãos enquanto ele cantava no coral da escola. A história começa sete anos depois que os dois se formaram, e Nashton desistiu de sua paixão musical no intuito de enfrentar mais desafios baseados em quebra-cabeças.
A história revela que Nashton sempre carregava um livro de palavras cruzadas ou outros de quebra-cabeças pelos corredores, onde ficava várias horas sozinho tentando resolver esses enigmas. Isso fez com que Edward Nashton sofresse bullying de outros órfãos, que o chamavam de nomes como “Ed-Estranho”.
Também foi visto como os colegas órfãos de Nashton brincavam com ele sobre o quão rico Bruce era, mesmo que o codinome “Bruce” fosse dado aqueles que achassem mimados. Nashton se esforçou ao máximo para economizar dinheiro suficiente e cuidar de si mesmo. Para uma carreira, planejou estudar contabilidade forense devido ao fato de conseguir resolver enigmas.
‘TheBatman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.
Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.
Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.
“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”
Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Dean Cain viveu o Superman na popular série ‘Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman‘ durante os anos de 1990, mas atualmente tem sido citado muito mais por suas polêmicas visões políticas e sociais. Até porque, Superman é um personagem que quase todo ator provavelmente sonha em viver. Cain viveu Clark Kent por quatro temporadas, até que o show foi cancelado em 1997.
Há alguns meses, o site IGN divulgou que Jon Kent, o novo Superman dos quadrinhos, seria bissexual. Isso porque Jon está entrando em um relacionamento com Jay Nakamura, um hacktivista que idolatra a mãe de Jon, Lois, que já ajudou seu novo amigo.
A notícia gerou um enorme alvoroço, inclusive aqui no Brasil, e numa entrevista dada ao Fox & Friends, Dean Cain criticou duramente a decisão da DC Comics de se assumir a bissexualidade do novo Superman. Veja abaixo a declaração completa do ator:
“A DC está falando sobre tê-lo lutando contra as mudanças climáticas e a deportação de refugiados e ele está namorando um hacktivista — seja lá o que isso for. Por que não o fazem lutar contra as injustiças que criaram os refugiados cuja deportação ele está protestando? Isso, sim, seria corajoso, isso eu leria. Ou lutar pelos direitos das mulheres de frequentarem a escola… e meninos para não serem abusados por homens no Talibã”.
Ele ainda completou com: “Há muitos males no mundo de hoje, muitas coisas para lutar. Tráfico humano, escravidão… Seria ótimo resolver essas questões. Sei que Robin também foi mostrado como bissexual – alguém ficou realmente chocado com isso? O novo Capitão América é gay. Minha filha na série ‘Supergirl’, era gay…”
E você, o que achou da declaração de Dean Cain, concorda ou discorda? Comenta aí o que achou.
A Universal Pictures divulgou o primeiro teaser de ‘Nope’, novo terror do aclamado realizador Jordan Peele (‘Corra!’ e ‘Nós’), e aproveitou para anunciar que o trailer completo será lançado neste próximo domingo, 13 de fevereiro.
No fim do vídeo, podemos conferir as primeiras cenas da produção.
Aviso de Spoilers: A série da HBO, Euphoria, atingiu novos níveis de trauma quando a personagem principal Rue Bennett começou a lutar contra as dores do vício de drogas, o que também está sobrecarregando a própria Zendaya. Ao longo da segunda temporada, Rue escondeu seu uso de drogas de todos ao seu redor, mas no último episódio, ‘Stand Still Like a Hummingbird‘, a verdade veio a tona e o caos se espalhou.
Numa entrevista que Zendaya deu à Entertainment Weekly, a atriz vencedora do Emmy discutiu as dificuldades que enfrentou para filmar o episódio em questão: “Foi um dia muito difícil. Quero dizer, eu me machuquei. Ainda tenho algumas cicatrizes nas pernas e até hematomas. Foi um episódio realmente muito intenso… a ideia geral era sempre a mesma e nos direcionamento para uma intervenção. É a Rue simplesmente rasgando e incendiando sua vida no meio, ao que parece aquele era o fundo do poço para ela.”
O episódio começa com Rue em casa brigando de maneira pesada com a sua mãe, Leslie (Nika King), e sua irmã mais nova, Gia (Storm Reid). Palavras horríveis são ditas e ambas partem para agressão física, sim, entre mãe e filha! Há uma cena em que Zendaya chuta a mãe, depois de arrombar a porta para entrar no quarto de sua irmã, tudo no esforço para descobrir onde estão as drogas guardadas pela garota.
‘Euphoria‘ vai ao ar aos domingos na HBO e está disponível para transmissão no HBO Max.
De acordo com o TVLine, a série ‘The Rookie‘ ganhará um spin-off, que será estrelado pela Niecy Nash (‘Claws’ e ‘Scream Queens’).
A atriz interpretará Simone Clark, uma novata do FBI mais velha do que o habitual.
Sua personagem é descrita como “uma força da natureza; a prova vida de um sonho adiado – a novata mais velha da academia do FBI”.
O piloto será introduzido durante a quarta temporada da série original. No episódio, o policial Nolan e a divisão de Los Angeles do FBI irão precisar da ajuda da novata Simone Clark quando um de seus ex-alunos se torna suspeito de terrorismo após uma explosão em uma estação de energia.
O episódio irá estabelecer ambas as séries no mesmo universo, possibilitando futuros crossovers.
Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.
Eric Winter, Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Titus Makin Jr., Mercedes Mason e Melissa O’Neil completam o elenco.
O Hulu finalmente anunciou quando a série ‘Girl From Plainville‘, estrelada por Elle Fanning, irá estrear.
Os três primeiros episódios serão lançados no dia 29 de março, com os episódios seguintes sendo exibidos em caráter semanal.
Confira as primeiras imagens da produção:
The Girl From Plainville — “The Girl From Plainville” is inspired by the true story of Michelle Carter’s controversial “texting-suicide” case. Based on the Esquire article of the same name by Jesse Barron, the limited series explores Carter’s relationship with Conrad Roy III and the events that led to his death and, later, her controversial conviction of involuntary manslaughter. Michelle Carter (Elle Fanning), shown. (Photo by: Steve Dietl/Hulu)
Após estrelar ‘The Great‘ (2020), Fanning viverá a jovem acusada de ter incitado o suicídio de seu namorado, Conrad Roy, por meio de sugestivas mensagens de texto.
A trama de ‘The Girl From Plainville‘ é baseada no caso real que chocou os Estados Unidos em 2014, e será baseado na matéria que Jesse Barron publicou na revista Esquire.
Chloë Sevigny, Cara Buono, Kai Lennox e Norbert Leo Butz completam o elenco.
A Capcom anunciou que o remake de ‘Resident Evil 3‘ já vendeu mais de 5 milhões de unidades mundialmente, adicionando o jogo à lista Platinum Titles.
Apesar de ter superado as vendas do original ‘Resident Evil 2‘, o jogo ainda não entrou para o TOP 10 dos jogos mais vendidos da Capcom, permanecendo atrás de ‘Resident Evil Village‘.
‘Village‘ ultrapassou a marca de 5 milhões de vendas em menos de um ano, assim como o remake de ‘Resident Evil 2‘, em 2019.
O jogo já está disponível para Playstation 5, Xbox Series X e PC.
A história se passa alguns anos após os eventos de ‘Resident Evil 7‘, onde o protagonista Ethan Winters viajou para Louisiana para procurar pela sua esposa desaparecida, Mia. No novo jogo, Ethan e Mia estão vivendo felizes e deixando o passado pra trás. Finalmente conseguindo superar os eventos traumáticos, o mundo de Ethan vira de cabeça pra baixo quando Chris Redfield – um rosto inesperado, mas familiar –, faz um retorno chocante, o que desencadeia uma série de eventos que leva Ethan a procurar respostas em uma vila misteriosa.
Quando se trata de esconder os segredos do ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, Charlie Cox (‘Demolidor‘) está no mesmo nível de Andrew Garfield, quando negou, calmamente, todos os rumores sobre a sua possível aparição no filme. Ele até afirmou que, se o Demolidor se tornar parte do MCU, o estúdio possivelmente reiniciará o personagem e escolherá outro ator para interpreta-lo.
Felizmente e finalmente, o ator finalmente quebrou o silêncio numa conversa com a Supanova Comic Con & Gaming, da Austrália, e compartilhou que manter o seu retorno em segredo sobre no filme do Homem-Aranha foi um verdadeiro pesadelo. O Demolidor explicou que manteve o silêncio mesmo após o lançamento do longa porque não sabia quais regras ainda teria que seguir. AMarvel Studios é bem exigente nessa tática de guardar segredos.
“Acho que não dei nenhuma entrevista sobre isso, ainda não sei quais são as regras. Obviamente, agora sabem que eu estou no Homem-Aranha. Só que mais do que isso, eu não sei, e o pouco que sei, obviamente não vou dizer. Mas a única coisa que eu diria é que por muito tempo me fizeram essas perguntas e eu não dava ouvidos a nada.”, diz Charlie Cox, que reprisou o papel de Matt Murdock após uma pausa de mais de três anos desde que a Netflix cancelou Demolidor.
“Durante anos, me fizeram perguntas sobre voltar como o Demolidor, e a verdade genuína era que eu assumi 100% que tinha ido embora. Eu não tive notícias de nenhum dos caras da Marvel por alguns anos, por falar nisso. Agora parece que eu estava mentindo por todo esse tempo. A verdade é que você não quer estragar tudo para as pessoas.”, completa o ator.
Atualmente, existem muitos rumores sobre o futuro de Cox no MCU, desde ganhar uma série especial no Disney+ até participar de shows como ‘She-Hulk‘ e ‘Armor Wars‘.
Independente de seu apreço por ele ou por seus filmes, é indiscutível que o cineasta norte-americanoRian Johnson, de 48 anos, é uma das vozes mais autorais do cinema popular de Hollywood. E isso numa época em que os filmes de entretenimento tem cada vez menos personalidade e o dedo de seu criador, parecendo mais terem sido criados em uma linha de montagem de uma fábrica. Vindo do lado alternativo, do cinemão indie, com produções pequenas como A Ponta de um Crime (2005) e Os Vigaristas (2008), Johnson começou a dar passos mais ambiciosos em 2012, com Looper: Assassinos do Futuro. Todos estes três filmes, é claro, têm sua assinatura, tendo sido igualmente escritos pelo diretor e saído unicamente de sua cachola.
E bastaram estes três projetos, cujo destaque do trio fica mesmo para Looper, para Johnson ser escalado para comandar nada menos do que a maior franquia da história do cinema: Star Wars! O realizador foi o arquiteto do Episódio VIII – Os Últimos Jedi, recebendo inclusive carta branca das poderosas Disney e LucasFilm para escrever o filme que quisesse. Mesmo que obviamente tenha havido eventual interferência por parte dos estúdios, é difícil imaginar que Johnson tenha sido muito podado, porque ele conseguiu fazer o que poucos talvez tivessem, ou seja, subverteu todas as expectativas e entregou o filme que queria, não o que os fãs esperavam. E isso deu uma confusão…
Autoral numa época de pouca autonomia. O diretor Rian Johnson é uma das mentes mais criativas e interessantes da Hollywood atual.
Em pouco tempo, Johnson era alvo de ódio dos fãs ardorosos da franquia, que chegaram a fazer um abaixo assinado para retirar o oitavo filme da cronologia. Por muito pouco Rian Johnson não se tornava persona non grata em Hollywood, afinal não é todo dia que um estúdio major tem uma tremenda batata quente dessas nas mãos. O cineasta se manteve fiel à sua veia artística, mas para isso mexeu num vespeiro.
Corta para outra cena. No mesmo ano em que Os Últimos Jedi chegava às telonas mundiais, em 2017, o diretor Shakespeareano Kenneth Branagh também iniciava um projeto ambicioso: adaptar os clássicos da literatura de sua conterrânea Agatha Christie para o cinema, costurando as obras num único universo com a presença do detetive Hercule Poirot, interpretado pelo próprio. No passado, o mais perto que essa empreitada chegou foi com produções que foram decaindo até serem lançadas direto na TV – todas protagonizadas por Peter Ustinov como Poirot. Ao contrário, os filmes de Branagh possuem a pompa de superproduções, com visual moderno e arrojado, repleto de astros da atualidade, bancadas por um dos maiores estúdios de Hollywood: a 20th Century Fox. O pontapé inicial escolhido pelo diretor foi Assassinato no Expresso do Oriente– o projeto escolhido no passado também, mesmo que de forma inconsciente, para iniciar os filmes de Ustinov (mesmo este contendo Albert Finney como Poirot).
Em pouco tempo, Assassinato no Expresso do Oriente, de Kenneth Branagh, se tornava uma das produções mais aguardadas de seu respectivo ano de lançamento. Um projeto audacioso que, acima de tudo, visava introduzir um dos grandes nomes do suspense (o de Christie) para toda uma nova geração, não tão familiarizada com sua arte. E numa época em que Hollywood começava a priorizar o conceito de universo compartilhado como ordem da vez, onde todo grande estúdio queria sua parcela do sucesso da Marvel – vide o abortado “Monstroverso” da Universal (que deveria ter iniciado com A Múmia, de Tom Cruise) – o “Agathaverso” deKenneth Branagh e a Fox chegava com ares refrescantes. Afinal, tinham o respaldo e a classe de uma das maiores autoras literárias de todos os tempos, moldado ao cinema pipoca entretenimento.
O resultado tímido, mas positivo, de Assassinato no Expresso do Oriente (2017) somado a críticas mornas apontavam para a falta de ousadia na proposta de Branagh – que é um realizador mais conservador. A ideia do cineasta foi mesmo dar apenas uma roupagem visual mais estilosa e chamativa e deixar o texto de Christie intacto. Sim, é verdade, tivemos uma mudança étnica com o personagem Arbuthnot (que ainda teve alterado seu posto de Coronel para Doutor) explicitando uma bem-vinda representatividade racial. Mas em sua narrativa e roteiro, Branagh se manteve na linha clássica.
‘Morte no Nilo’, o segundo passo do Agathaverso, pronto desde 2019, é uma das produções mais adiadas dos últimos anos.
Um pulo temporal e chegamos ao ano de 2019, onde dois fatos foram decisivos para a continuidade do Agathaverso. O primeiro foi a compra da Fox pela Disney, aprovada pelo governo americano. O que acontece é que o estúdio já havia escolhido a continuação direta para o Agathaverso, sendo esta opção por Morte no Nilo (o primeiro estrelado por Ustinov na década de 70). O filme estava pronto e aguardando a estreia desde 2019, mas devido à mencionada aquisição, todos os projetos da Fox foram momentaneamente engavetados – voltando a serem liberados sob o selo 20th Century Studios em 2020. Nesse embargo, um dos filmes que mais sofreu foi justamente o segundo capítulo do Agathaverso de Kenneth Branagh, Morte no Nilo – que ao que tudo indica verá a luz das salas de cinema agora em fevereiro de 2022, com lançamento marcado para este fim de semana no Brasil e o mundo.
O segundo fator evidente para a desestabilização do Agathaverso, mesmo que de certa forma despropositadamente, foi a estreia de Entre Facas e Segredos (Knives Out), no mesmo ano de 2019. E aqui voltamos lá para o início do texto, e para o diretor Rian Johnson. Algum engravatado de Hollywood seguiu vendo claramente o potencial de Johnson apesar do “tiro pela culatra” gerado por sua investida em Star Wars. Enaltecido pelos críticos como “um dos melhores filmes daquele ano” e “a volta da diversão aos cinemas”, Entre Facas e Segredos marcou a quinta obra autoral saída da mente de Rian Johnson. E dessa vez o cineasta resolvia brincar de Agatha Christie, com um suspense tipicamente moldado ao estilo da autora. Ou seja, uma grande mansão, o assassinato de um rico patriarca, e uma vasta gama de personagens, onde a maioria é membro de tal clã e todos são suspeitos. Ah sim, e um brilhante investigador de métodos excêntricos à frente de desvendar o mistério.
Implementada a fórmula, podemos dizer que a “brincadeira” deRian Johnson é o filme de Agatha Christie que precisávamos para os tempos modernos – superando até mesmo as clássicas obras da autora. Calma, antes das pedras, explico. A bibliografia de Agatha Christie é uma das mais ricas e constantes da literatura mundial, e graças a ela podemos ter todo tipo de suspense nas telas influenciados por seu estilo e modelo. Porém, como toda arte do passado, em especial livros e filmes, o corpo literário da autora é muito o produto de seu tempo. Hoje, valores e questões sociais são discutidas com mais afinco. Determinados tipos de texto possuem mais importância e relevância. Certas situações se encontram datadas.
Essa é a grande diferença crucial entre o Agathaverso de Kenneth Branagh e a “homenagem” prestada por Rian Johnson em Entre Facas e Segredos. Provando este argumento de aceitação está o fato de que o filme de Johnson foi indicado a 114 prêmios nas mais variadas premiações de cinema, incluindo um Oscar, e obteve 52 vitórias ao longo de sua trajetória; enquanto Assassinato no Expresso do Oriente se tornou um filme de consumo rápido e logo esquecido. Fazendo uma analogia culinária, Entre Facas e Segredos é uma degustação num restaurante refinado, enquanto Expresso do Oriente é um fastfood “bate entope”. Mas como isso pode ser? Se Branagh bebe diretamente na fonte da autora, enquanto Johnson apenas a homenageia. Sabe o ditado “a fortuna favorece os audazes”? Pois bem, ela se aplicar de forma certeira nesta comparação entre obras.
Kenneth Branagh, como o detetive Poirot, é a mente por trás do Agathaverso – mas falta ousadia a seus filmes.
Posso estar enganado, mas ao que tudo indica (pelos trailers e prévias), Morte no Nilo seguirá à risca o criado por Branagh em Expresso do Oriente. E não tem nada de errado com isso. Serve perfeitamente para encaixar com a direção mais tradicional do cineasta veterano. E serve também para apresentar Christie a toda uma nova geração, como dito. A maior dissonância nos filmes de Branagh se encontra no duelo entre forma e conteúdo. O visual chamativo, repleto de efeitos modernos e a edição acelerada e com muitos cortes não dialoga de forma muito precisa com o conteúdo antiquado e perdido no tempo. É como se Branagh e a Fox quisessem fazer um filme clássico e moderno ao mesmo tempo.
Por outro lado, a proposta de Rian Johnson é mais adequada ao seu argumento. Passado nos dias de hoje, e com a tecnologia e questões atuais sendo adereçadas constantemente (e tomando parte da trama), Johnson segue o caminho inverso de Branagh. Seu filme é moderno, mas emula os clássicos em teor e atmosfera. A estrutura é a de um suspense típico dos escritos por Christie, no entanto, inserido nesta época atual, abordando questões fervorosas muita debatidas na atualidade, como luta de classes, preconceito contra imigrantes e até a “fábrica” de ódio nas redes sociais. O que Johnson fez foi inserir Agatha Christie nos dias de hoje, confeccionando o que, possivelmente, a autora faria se fosse nossa contemporânea.
Na contramão disso, Kenneth Branagh apenas refaz, palavra por palavra, situação por situação, o que a autora deixou como legado, estacionado numa época que há muito envelheceu em pensamentos e comportamentos. Mudando apenas as roupas e cenários mais vistosos, além do elenco de nomes quentes na atualidade. No fundo, os fãs sempre reclamam de refilmagens que não adicionam nada ao material original, e apenas recriam sem entregar qualquer novo elemento em troca. E não dá para fugir desta sensação ao presenciarmos os filmes do Agathaverso de Branagh, ainda mais se levarmos em conta que os dois filmes entregues pelo cineasta já haviam sido produzidos na década de 70 – tornando a atmosfera de remake ainda mais latente.
Não dá para prever a longevidade do Agathaverso de Branagh nos cinemas – tudo irá depender do resultado financeiro deMorte no Nilo. E sinceramente, espero que origine novas desventuras de Hercule Poirot, mesmo que seja nas telinhas do Star Plus – caso Morte no Nilo não atenda às expectativas do estúdio nas telonas. Seja como for, levando todos estes argumentos em conta, fica difícil não privilegiar a excitação para o vindouro Entre Facas e Segredos 2, agora nas mãos da Netflix, novamente escrito e dirigido por Rian Johnson, em detrimento ao bem mais previsível e domado Morte no Nilo. Afinal, o suspense precisa funcionar na surpresas de sua história, mas quando temos telegrafada para onde a trama irá caminhar devido a uma inserção de décadas na cultura popular, o fato pode se tornar um empecilho para o frescor de uma obra do gênero.
E finalmente foi divulgada a lista da premiação que todo mundo adora odiar no ano, o Framboesa de Ouro, que destaca simplesmente o pior que a sétima arte ofereceu ao público no último ano. E a sua 42ª edição traz novidades imperdíveis, como uma categoria exclusiva dedicada ao astro de ‘Duro de Matar‘, Bruce Willis.
Se ‘Spencer‘ é um dos favoritos para oOscar 2022, o filme ‘Diana: O Musical‘, também inspirado na vida de Lady Di, foi o mais indicado do Framboesa de Ouro desse ano, concorrendo em 9 categorias no total.
Entre os 7 filmes indicados temos dentre eles títulos como ‘A Mulher na Janela‘, ‘Space Jam: Um Novo Legado‘ e ‘Infinito‘. Confira abaixo então abaixo a lista com os principais indicados, dentre elesAmy Adams chama atenção por vários filmes que participou terem sido indicados.
Amy Adams, por “Querido Evan Hansen” Erin Davi, por “Diana: O Musical” Taryn Manning, por “Every Last One of Them” Sophie Cookson, por “Infinito” Judy Kaye, por “Diana: O Musica
Christopher Ashley, por “Diana: O Musical” Stephen Chbosky, por “Querido Evan Hansen” Coke Daniels, por “Karen” Renny Harlin, por “Os Desajustados” Joe Wright, por “A Mulher na Janela”
E essa é a melhor de todas:
Pior performance de Bruce Willis em um filme de 2021
Após receber uma indicação ao BAFTA e a diversas premiações por viver a socialite Patrizia Reggiani em ‘Casa Gucci’, a indicação de Lady Gaga ao Oscar 2022 era quase dada como certa. Mas, surpreendentemente, a atriz ficou de fora da premiação.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou hoje (08) os indicados à 94ª edição do Oscar., e os fãs não ficaram nada felizes que os votantes não escolheram a cantora e atriz.
🚨 Apesar de Lady Gaga ter sido a única atriz desta temporada reconhecida com indicações em TODAS as principais premiações, a artista não recebeu indicação ao Oscar como Melhor Atriz! #Oscarspic.twitter.com/e5tdXDeK4a
‘Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.
O filme tem sido feito com a cooperação da herança deixada por Michael, o que pode afetar a forma como vão lidar com as várias alegações de abuso sexual infantil que foram feitas contra o Rei do Pop ao longo de toda sua carreira e até após sua morte em 2009.
Intitulado ‘Michael‘, como falado, o filme será produzido por King, que explorou algo semelhante com Freddie Mercury. O roteiro será escrito por John Logan, três vezes indicado ao Oscar. King e Logan colaboraram anteriormente em ‘O Aviador‘, de Martin Scorsese.
Quando foi divulgado o traje que Robert Pattinson veste em ‘Batman‘, o novo visual do herói gerou um misto de críticas e curiosidade.
Como o novo uniforme é bem diferente das versões dos filmes anteriores, alguns fãs alegaram que o personagem parece até mesmo um cosplayer inacabado.
Em durante uma entrevista para a Total Film (via CBR), o diretor Matt Reeves disse que sempre foi sua intenção dar a impressão de que o traje do Homem-Morcego foi feito às pressas e pelo próprio Bruce Wayne.
“Quando conhecemos Bruce, ele está em missão obsessiva. Ele é um cara rico que pode usar o dinheiro para fazer qualquer coisa, mas ele está sozinho em sua jornada de vigilante. Então eu queria que o público enxergasse os defeitos em tudo o que ele está fazendo.”
Ele continuou:
“Você pode ver as costuras na máscara dele, o mal acabamento nas calças… Você pode ver que ele está fazendo tudo sozinho. Ele está construindo um carro em sua garagem, e ele está cru, com engrenagens à mostra. Tinha que haver uma certa qualidade inacabada para este filme, porque ele ainda está no começo, [seu traje] não podia ser algo refinado. Quanto ao Batmóvel, é claro que precisa ter desempenho, então eu pensei que a aparência seria o de menos. Contanto que o carro seja potente e o traje resistente, o visual seria o menor dos problemas na concepção da narrativa.”
Lembrando que o filme estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o mais longo do personagem.
Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.
Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.
“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”
Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
O terror ‘Take Back the Night‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Gia Elliot é responsável pela direção.
Após ter sido ataca por um monstro, Jane começa a caçar a besta que tentou matá-la. Enquanto os esforços da jovem se intensificam, seu passado com abuso de drogas e doenças mentais vem à superfície, causando todos a duvidarem da autenticidade de sua história. Subitamente sozinha em sua luta, Jane começa a duvidar das memórias de seu ataque, fazendo-a questionar da existência do próprio monstro.
Emma Fitzpatrick (‘O Colecionador de Corpos 2’) estrela a produção.
O terror será lançado em VOD pela Dark Sly Films no dia 4 de março.