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10 filmes com investigações cheias de reviravoltas

Grandes filmes policiais, com enormes mistérios que vão sendo resolvidos conforme a trama avança, sempre chamam a nossa atenção. Afinal, é do ser humano o desejo pela curiosidade em decifrar o segredos de uma história. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista de 10 filmes com investigações cheias de reviravoltas:

 

Pecados Antigos, Longas Sombras

Na trama, acompanhamos a saga de dois detetives de Madri, Juan (Javier Gutiérrez) e Pedro (Raúl Arévalo) com ideias, personalidade e ações sob pressão completamente diferentes, que são enviados a um pequeno povoado para resolver um caso intrigante de desaparecimento de duas jovens. Ao longo dos intensos 105 minutos, vamos descobrindo segredos, traições, e um grande mistério, muito maior que os assassinatos, que é aos poucos desvendado.

 

Assalto Brutal

Na trama, ambientada na época onde os VHS dominavam as prateleiras das milhares de locadoras pelo mundo, um misterioso assalto a banco, com vítimas, deixa Varsóvia em estado de alerta. Com uma proposta para voltar à ativa na forças da lei caso consiga desamarrar a investigação do crime, o policial Tadeusz Gadacz (Olavo Lubaszenko) fará de tudo para chegar as verdades.

 

Anatomia de uma Queda

Na trama, conhecemos Sandra (Sandra Hüller), uma famosa escritora alemã que mora com o marido francês, o também escritor Samuel (Samuel Theis), e o filho Daniel (Milo Machado Graner), de 11 anos, na região dos alpes franceses. Certo dia, Samuel é encontrado morto em uma parte na frente da casa. A polícia logo começa uma investigação e começa a suspeitar que Sandra cometeu o crime, iniciando assim uma jornada de incertezas rumo as verdades em um detalhado julgamento onde o filho do casal, que ficou com deficiência visual após um acidente num passado recente, pode ser uma testemunha chave.

 

Camaleões

Na trama, conhecemos o detetive Tom Nichols (Benicio Del Toro), um brilhante agente da lei, casado com Judy (Alicia Silverstone), que é designado para um crime ocorrido em uma casa de luxo. Com inúmeros suspeitos ao seu redor, inclusive o namorado da vítima, o agente imobiliário Will (Justin Timberlake), Tom começa aos poucos a perceber que o assassinato em questão abre brechas para novas variáveis, fatores que o fazem começar a repensar sua relação com os amigos e a comunidade, situada em Boston, onde se sentia feliz após traumas no passado.

 

A Suspeita

Na trama, conhecemos a comissária da polícia Lúcia (Glória Pires), uma mulher forte, sozinha, batalhadora, querida por todos, que inicia uma investigação por meio de escutas fato que a leva a um enorme esquema onde estão metidas pessoas do alto escalão do poder. Paralelo a isso, ela descobre uma grave doença. Ela então se dedica a esse último caso da carreira, tendo que conviver com a suspeita que cai sobre ela após uma emboscada que presencia.

 

Sem Saída

Na trama, conhecemos Tom (Kevin Costner), um comandante da Marinha norte-americana, boa praça, que em uma festa acaba conhecendo Susan (Sean Young) por quem se apaixona perdidamente. Só que ela é amante do Secretário de Defesa David Brice (Gene Hackman) pra quem Tom irá trabalhar, por intermédio de um colega dos tempos de estudos navais Scott (Will Patton), após se destacar em um resgate num navio em alto mar. Esse triângulo amoros acaba virando tragédia quando David mata Susan o que resulta em uma caçada a um assassino que já existe mas que insiste em ser intocável levando Tom até uma investigação com o relógio contra ele.

 

Terra Selvagem

Na trama, conhecemos Cory (Jeremy Renner) um homem solitário com um passado repleto de tristeza que trabalha como caçador no Estado de Wyoming, mais precisamente em uma reserva indígena de frio intenso. Durante o inverso, com temperaturas abaixo de zero e neve para todos os lados, o corpo de uma adolescente é encontrada por Cory em uma região isolada. Conhecendo a adolescente, de quem é amigo da família, Cory busca ajudar as investigações assumida pelo FBI e designada pela agente Jane Banner (Elizabeth Olsen). Conforme vão descobrindo mais pistas sobre o ocorrido, a dupla enfrentará diversas adversidades para conhecer a verdade.

 

Entre Facas e Segredos

Na trama, conhecemos o milionário escritor de suspenses Harlan Thrombey (Christopher Plummer) na noite do seu aniversário de 85 anos. Toda a família reunida e também Marta (Ana de Armas) uma jovem enfermeira, imigrante, que cuida das medicações e do bem estar do dono da casa. O tabuleiro narrativo se transforma em um grande quebra-cabeça com inimigos virando amigos, uniões improváveis, após o assassinato de Harlan. Para tentar descobrir o que houve no fim daquela noite, um detetive ao melhor estilo Agatha Christie aparece em cena, Benoit Blanc (Daniel Craig) e não medirá esforços e excentricidades para conseguir chegar a conclusão desse complicado caso.

 

O Guardião Invisível

Na trama, conhecemos a Inspetora Amaia Salazar (Marta Etura), uma mulher na casa dos 40 anos que descobre estar grávida de seu marido, o pintor norte americano James (Benn Northover). Amaia é designada a chefiar uma investigação sobre um possível serial killer que cometeu seu último assassinato em uma região que morou quando criança e onde vive sua misteriosa família. Chegando até o lugar onde foi criada, percebe que as coisas mudaram pouco desde sua saída, e, assim, além de participar de uma implacável busca pelo assassino, precisará combater fantasmas do seu passado cheio de tensão e que poucos conhecem.

 

Segredo do Passado

Na trama, conhecemos Aaron (Eric Bana) um agente federal australiano que após saber da morte do melhor amigo em circunstâncias misteriosas resolve voltar para a cidadezinha onde foi criado, Kiewarra, no interior da Austrália, para ajudar a família do amigo a desvendar o crime. Só que ele não estava preparado para encontrar de frente seu passado e um outro mistério, ocorrido na sua adolescência, a morte de uma jovem, começa a encontrar suas verdades.

 

 

Conheça as ÚNICAS 5 Mulheres Indicadas na categoria de melhor Diretor(a) no Oscar

A primeira coisa que pensamos ao ler o título desta matéria é: só isso? Como Assim? Pois é, queridos leitores do CinePOP, na história de 92 anos dos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (contando com este ano), apenas C-I-N-C-O mulheres foram indicadas na categoria de melhor direção.

Há quase um século, diversas diretoras de muito talento passaram por Hollywood e pelo cinema mundial sem serem notadas por grande parte dos votantes, membros da Academia. Tudo bem que no passado a sociedade em que vivíamos era outra, e que a mulher lutou e conseguiu conquistar muito espaço, direitos, inclusive no competitivo mercado de trabalho dominado pelos homens, nos mais variados âmbitos profissionais. O que incluiu a área de cinema.

Podia ser considerado “normal” para a época. Mas o que causa estranhamento é saber que desde os anos 1970, onde a sociedade mundial passou por inúmeros avanços de igualdade de gênero a passos largos, somente cinco mulheres tenham sido lembradas. E isso continua até hoje, numa edição do Oscar 2020 na qual temos apenas representantes masculinos na categoria. Não tivemos trabalhos de qualidade de diretoras mulheres? Não foram tão importantes ou bons quanto os dos homens? Muitos descordariam.

Mas aqui, não vamos tratar do constante desprezo e sim das importantíssimas lembranças que estas cinco mulheres obtiveram da Academia, se tornando verdadeiros marcos para a história mundial da sétima arte. São as diretoras mais talentosas que já pegaram numa câmera? Bem, muitos dirão que há controvérsias quanto a isso. Mas são diretoras de puro talento e que merecem ser enaltecidas? Isso sem dúvidas!

E para os chatos de plantão que irão argumentar que só diretoras americanas fazem parte da lista, saibam que a primeira diretora a ser indicada ao Oscar é uma italiana que fez carreira fora do cinema Hollywoodiano, assim como a segunda – uma neozelandesa.

Sem mais delongas, vamos conhecer essas profissionais pra lá de empoderadas, e não esqueça de comentar dizendo qual diretora você acha que deveria estar nesta lista e qual será a próxima a figurar nela.

Lina Wertmüller

Nascida em Roma, na Itália, a diretora fez carreira em seu país de origem, sem nunca ter produzido uma obra em Hollywood. Todos os seus 32 créditos na direção, incluindo longas de ficção, documentários, curtas e obras para a TV foram produções realizadas na Itália, e faladas no seu idioma natal. Wertmüller também é uma diretora autoral, tendo escrito todos os roteiros de seus mais de 30 trabalhos.

Este ano, a cineasta completará 92 anos de vida, e continua ativa. A Casa dos Gerânios, com Sophia Loren, foi lançado em 2004 – sua, até então, última obra nos cinemas. Depois disso, assinou Mannaggia alla Miseria! (2009), um filme feito para a TV; e Roma, Napoli, Venezia… in um crescendo Rossiniano, um documentário curta-metragem, lançado em 2014 – seu último filme até então.

Entre as obras mais conhecidas da cineasta está Por um Destino Insólito (1974), um romance dramático sobre luta de classes – uma relação quase beirando a síndrome de Estocolmo entre um proletário e uma dondoca -, que inspirou a comédia americana Um Salto para a Felicidade (1987), com Goldie Hawn e Kurt Russell; e foi refilmada em 2002 por Guy Ritchie como Destino Insólito, estrelado por sua então esposa Madonna.

Mas o filme que escreveu o nome de Lina Wertmüller como a primeira mulher a ser indicada ao Oscar na história foi Pasqualino Sete Belezas (1975). Estrelado pelo ator preferido da diretora, Giancarlo Giannini, o longa é um drama cômico sobre um desertor da Segunda Guerra Mundial, capturado pelos alemães, que faz de tudo para sobreviver. Além da direção de Wertmüller, Pasqualino Sete Belezas também foi indicado aos prêmios de melhor ator para Giannini, melhor roteiro original (para a diretora) e melhor filme estrangeiro no Oscar – mas terminou sem levar nenhum.

A estatueta do Oscar da única indicação da diretora terminou nas mãos do cineasta John G. Avildsen (falecido em 2017) por Rocky – Um Lutador. No mesmo ano estavam nomeados verdadeiras lendas como Ingmar Bergman (Face a Face), falecido em 2007; Sidney Lumet (Rede de Intrigas), falecido em 2011; e Alan J. Pakula (Todos os Homens do Presidente), falecido em 1998. Lina, no entanto, recebeu um Oscar honorário este ano, e pôde finalmente colocar as mãos na estatueta pelo seu conjunto importantíssimo de sua obra.

Jane Campion

Igualmente uma cineasta autoral, a neozelandesa Jane Campion foi a segunda mulher indicada ao Oscar na história do cinema. Sua indicação ocorreu em 1994, quase 20 anos após a nomeação da primeira mulher. Ou seja, temos uma terrível lacuna aí. Campion, em vias de completar 66 anos de idade, começou a carreira no início dos anos 1980 e tem 19 créditos na direção em seu currículo.

Assim como muitos artistas atualmente, a diretora migrou para a TV, onde criou e dirigiu 8 dos 13 episódios da prestigiada série de crime e mistério Top of the Lake, estrelada pela ótima Elisabeth Moss. Este ano, a cineasta lançará The Power of the Dog, drama sobre a briga de irmãos que herdaram um rancho, quando um deles se casa e é influenciado pela mulher. O longa traz o trio Kirsten Dusnt, Benedict Cumberbatch e Jesse Plemons nos papeis principais.

A única indicação da carreira de Campion como diretora, no entanto, veio pelo drama de época O Piano, que retrata a jornada de uma mulher muda na Nova Zelândia do século XIX, ao lado de sua filha e seu piano. Ela é prometida para o casamento com um homem rico, mas logo vê despertar o desejo por um trabalhador local.  Apesar de não ter levado para casa o Oscar de diretora (que parou nas mãos de um certo Steven Spielberg por seu trabalho em um certo A Lista de Schindler), Campion saiu vitoriosa naquela edição, com o Oscar de roteiro original.

O Piano foi um dos grandes filmes de sua respectiva edição do Oscar, embora atualmente muitos não lembrem ou falem sobre ele. O longa marcou época com suas 7 indicações ao Oscar, entre elas as de melhor filme, fotografia, figurino e edição – além, é claro, da citada de direção. O Piano saiu vitorioso de suas duas indicações de atuação: melhor atriz principal para Holly Hunter (no papel de uma muda) e atriz coadjuvante para a então pequena Anna Paquin, que venceu o Oscar aos 11 anos de idade – além da citada de roteiro.

Sofia Coppola

A mais jovem diretora mulher a ser indicada ao Oscar na categoria, Sofia Coppola tinha apenas 32 anos na época de sua indicação. A artista é, como não nega o sobrenome, filha do grande diretor Francis Ford Coppola, e aparecia em participações pequenas como atriz nas obras do pai, vide Vidas Sem Rumo, O Selvagem da Motocicleta, Cotton Club e Peggy Sue. Seu “grande” trabalho e maior papel viria com O Poderoso Chefão III, no qual viveu um dos personagens mais importantes do filme, Mary Corleone, filha do protagonista Michael, interpretada por Al Pacino, e neta do icônico Vito Corleone – imortalizado por Marlon Brando.

Pelo papel de Mary Corleone, Sofia Coppola foi indicada duplamente ao Framboesa de Ouro – prêmio que se comporta como o “anti-Oscar”, uma grande brincadeira com os piores do ano. Coppola foi indicada para pior estreia e pior atriz. Brincadeiras à parte, muitos especialistas acreditam que sua atuação comprometeu o filme, já que seu personagem era essencial para a trama. É inquestionável que esta foi uma aposta arriscadíssima bancada por Francis Ford, que escalou sua filha sem muita experiência como atriz para uma personagem desta magnitude. O papel originalmente foi oferecido para Winona Ryder, que não pôde aceitar por motivos de agenda.

Mas Sofia deu a volta por cima e se tornou uma diretora autoral de mão cheia. Seu primeiro trabalho, As Virgens Suicidas (1999), foi uma produção elogiadíssima. E logo em seu segundo filme como diretora, Coppola recebeu uma indicação ao Oscar pelo comando da obra Encontros e Desencontros (2003), filme que fala sobre a alienação e conexão de duas pessoas muito diferentes no Japão: um ator de meia idade e uma jovem esposa – personagens de Bill Murray e Scarlett Johansson, respectivamente.

Aliás, Coppola foi indicada não apenas um Oscar, mas 3 – já que também recebeu a nomeação de melhor filme (como produtora) e levou para casa, assim como Campion, a estatueta de melhor roteiro original.  A verdade é que no ano de 2004 não teve pra ninguém, e O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei, desfecho da trilogia, dominou a premiação. Assim, naturalmente, o prêmio de direção foi para o comandante da obra, Peter Jackson – numa premiação aonde ainda tínhamos o diretor brasileiro Fernando Meirelles indicado na categoria por Cidade de Deus.

Encontros e Desencontros recebeu também a indicação de melhor ator para Bill Murray – a primeira e única da carreira do veterano. Este ano, em vias de completar 49 anos, Sofia Coppola lançará On the Rocks, sua terceira colaboração com Murray, que viverá no filme um bon vivant numa jornada de reconciliação com sua distante filha.

Kathryn Bigelow

Três diretoras haviam tentado antes, mas só a quarta obteria a consagração máxima dos Deuses do Cinema. Com um hiato um pouco menor (da primeira para a segunda foram 17 anos, da segunda para a terceira foram 10 anos e da terceira para a quarta foram 6 anos), uma mulher voltava a ser prestigiada com uma indicação na categoria de melhor direção. Seu nome: Kathryn Bigelow.

E não apenas isso, pela primeira vez, uma mulher sairia vitoriosa desta indicação. Bigelow levou para casa o Oscar de direção pelo tenso Guerra ao Terror, sobre soldados cuja função é desarmar bombas enterradas na guerra do Iraque. O filme foca no vício da adrenalina que tais militares adquirem, sem conseguir se readaptar à vida normal. Guerra ao Terror foi indicado para 9 Oscar, e saiu vitorioso de 6 – além da direção de Bigelow, também como filme do ano e roteiro original. A diretora tinha 58 anos na época de sua vitória.

Bigelow começou a carreira ainda no final da década de 1970, e tem 21 créditos no currículo como diretora. Ao contrário das demais cineastas da lista, ela se especializou no cinema de ação, thrillers repletos de adrenalina e filmes que no passado eram muito associados a diretores homens. Afinal, poucos devem saber que obras como Quando Chega a Escuridão (1987), Jogo Perverso (1990), Caçadores de Emoção (1991) e Estranhos Prazeres (1995) foram dirigidas por uma mulher. O que a torna mais fora da caixinha e destruidora de paradigmas. Muito desta experiência se deve ao relacionamento profissional e depois pessoal com o diretor James Cameron, um especialista em imaginação e megalomania. Bigelow foi casada com o diretor de 1989 a 1991.

No rastro de Guerra ao Terror, Bigelow voltou a emplacar no Oscar com seu filme seguinte: A Hora Mais Escura (2012). Outro filme “porradão”, o longa retratava a caçada ao terrorista Osama Bin Laden. Mas, desta vez, um toque feminino, a protagonista era vivida por uma Jessica Chastain “sangue nos olhos”.  Apesar da qualidade na direção, e das 5 indicações ao Oscar (incluindo melhor filme, roteiro e atriz para Chastain), e a vitória na categoria de som, a diretora não foi lembrada pela Academia por seus esforços. Um grande equívoco. Seu último trabalho no cinema até o momento foi o drama racial Detroit em Rebelião (2017).

Greta Gerwig

Fechando a lista, temos a nova queridinha da Academia. Bem, em partes. Atriz e roteirista transformada em cineasta, Greta Gerwig é a menos “experiente” da lista, mas marcou um “golaço” logo em seu trabalho de estreia. Companheira do diretor Noah Baumbach, a dupla trabalhou junta em projetos como Greenberg: O Solteirão (2010), Frances Ha (2013) e Mistress America (2015) – nos dois últimos, além de atriz, Gerwig colaborou com o roteiro também.

Seu primeiro trabalho como diretora foi em parceria com Joe Swanberg, dividindo os créditos em Nights and Weekends (2008). Sua estreia oficial solo viria com Lady Bird (2017), sensação na época de prêmios de seu respectivo ano, incluindo o Oscar, que colocou Gerwig no mapa como talento inevitável aos 34 anos. Na época de suas respectivas indicações, Wertmüller tinha 47 anos, Campion tinha 39 anos, Coppola tinha 32 anos, e Bigelow venceu com 58 anos (a mais velha dentre as indicadas). Gerwig, sendo assim, é a segunda mais jovem mulher a ser indicada, atrás somente da menina de ouro Sofia Coppola.

Lady Bird foi indicado para 5 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme e atriz principal para a preferida de Gerwig, Saoirse Ronan, além de diretora, é claro, mas terminou a noite de mãos vazias. Esse ano, Gerwig volta ao radar do Oscar com um filme ainda mais ambicioso e, segundo a maioria, de qualidade ampliada em relação à sua estreia. A releitura do clássico Adoráveis Mulheres foi indicado para nada menos do que 6 Oscar, incluindo melhor filme, e já é um dos mais queridos do grande público, de todos os tempos. Injustamente, porém, Gerwig não recebeu uma segunda nomeação. Mas a artista não está totalmente fora de jogada, já que descolou uma indicação pelo roteiro adaptado da obra.

O próximo projeto da cineasta será a adaptação da famosa boneca Barbie para as telonas, que ganhará as formas em carne e osso da “Barbie viva” Margot Robbie – e não existe ninguém melhor (Anne Hathaway que me desculpe) para o papel.

E você, também acha que as mulheres seguem sendo esnobadas pelo Oscar? É fã das diretoras que foram indicadas? Quem você acha que será a próxima mulher a ser indicada na categoria? Comente.

‘Minecraft’, ‘Capitão América’, ‘Branca de Neve’: Quais foram as maiores estreias nas BILHETERIAS em 2025 até o momento

Minecraft‘, nova superprodução da Warner, baseado em um videogame querido por crianças e adolescentes ao redor do mundo, se tornou o grande sucesso de 2025 até o momento. Mas vamos por partes. Nestes primeiros três meses e meio de 2025, o cinema tem visto mais decepções do que sucessos. É sabido que o início de cada ano é uma época difícil para as estreias nas telonas. Isso porque os primeiros meses do ano geralmente é a época em que os grandes estúdios “desovam” tudo o que ficou esquecido do ano anterior, os filmes que “sobraram” e não encontraram data para estrear. Geralmente são aqueles filmes que os estúdios não têm muita confiança.

Sendo assim, é esperado que os primeiros três meses de cada ano sejam reservados para as estreias mais fracas nos cinemas. É claro que toda regra possui suas exceções. Mas não espanta muito, por exemplo, a Disney ter guardado duas de suas superproduções mais polêmicas (‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ e ‘Branca de Neve’) para o início de 2025. Se formos pensar, o ano ainda não conseguiu engatar. Nada do que foi apresentado se tornou um grande sucesso. Exceto pelo citado ‘Minecraft‘.

Abaixo faremos uma recapitulação do que foi 2025 em Hollywood nesses primeiros três meses e meio. É claro que essa lista mudará com o passar dos meses – assim esperamos – ou seja, faremos outras listas com este tópico ao longo do ano. Confira abaixo as maiores estreias de 2025 nos EUA até o momento.

10) Um Daqueles Dias

Comédia à moda antiga, sobre duas amigas negras precisando desesperadamente encontrar uma forma de pagar seu aluguel, antes que sejam despejadas do apartamento. Quem estrela é Keke Palmer, de ‘Não! Não Olhe!’ (2022). O curioso é perceber que esta comédia desconhecida conseguiu arrecadar mais em sua estreia do que longas mais badalados como ‘Acompanhante Perfeita’, ‘O Lobisomem’, ‘Novocaine’ e ‘Ameaça no Ar’. O filme arrecadou em seu fim de semana de estreia US$11.8 milhões.

09) Paddington: Uma Aventura na Floresta

Os filmes do ursinho Paddington são ótimos, e recentemente o segundo longa desbancou inclusive ‘O Poderoso Chefão’ como o melhor filme de todos os tempos em uma pesquisa de um veículo renomado. Parece loucura, mas o filme infantil é bom neste nível. No entanto, nenhum deles se tornou um verdadeiro fenômeno de bilheteira. Em especial nos EUA, já que se trata de produções inglesas. O terceiro filme estreou com US$12.7 milhões na Terra do Tio Sam.

08) O Macaco

O ano de 2025 mal começou e já tivemos inúmeros filmes de terror de qualidade abrilhantando os quatro primeiros meses. Filmes como os citados ‘O Lobisomem’, ‘Acompanhante Perfeita’, além de ‘A Mulher no Jardim’, ‘A Morte de um Unicórnio’ e ‘Heart Eyes’. No entanto, nenhum deles foi mais bem-sucedido do que ‘O Macaco’, novo filme do mesmo diretor de ‘Longlegs’, baseado em um conto de Stephen King. O longa abriu sua estadia nos cinemas com US$14 milhões e ocupa a oitava posição das maiores aberturas do ano até o momento.

07) Covil de Ladrões 2

Recentemente temos visto um fenômeno interessante no mundo do cinema. Acontece que o mundo está tão polarizado, que tudo acaba virando política. E parte disse se traduz nos filmes. Uma grande parcela do público tem se voltado novamente para o tipo de filme “tiro, porrada e bomba”, talvez como uma volta ao passado, para os anos 80, para uma época que julgam ter sido melhor. Seja como for, o segundo ‘Covil de Ladrões’, novamente com Gerard Butler, é até o momento a sétima melhor estreia nos cinemas norte-americanos, com US$15 milhões. É claro também que isso deve mudar até a metade do ano.

06) Resgate Implacável

Tudo o que foi dito acima pode servir para cá também. Aqui falamos do novo filme de Jason Statham, um dos maiores especialistas no gênero “tiro, porrada e bomba”. Nada de errado com o gênero, mas geralmente precisamos mais do que isso incluído na trama. Nada de errado com um bom filme de ação, ainda mais se ele tiver uma história espetacular, repleta de reviravoltas. Mas alguns deles se tornam apenas mais do mesmo. E bem, é o que a crítica tem dito dos últimos exemplares de Statham. Bem, o que podemos dizer também é que ele possui seus fãs, pois está aqui na sexta posição, com US$15.5 milhões de estreia.

05) Mickey 17

Como você já pôde perceber pela lista, mais da metade das maiores estreias não são, por assim dizer, nada memoráveis. Chegamos na metade com filmes que sequer conseguiram romper a marca de US$20 milhões de estreia em território americano. Isso ainda é efeito da pandemia, e da ascensão dos streamings. Hoje, o público está muito mais seletivo sobre o que vai assistir nas telonas e gastar dinheiro. Sendo assim, é preciso que os estúdios melhorem seus repertórios também. Aqui temos uma investida fora da caixinha do mesmo diretor de ‘Parasita’, porém, retornando ao gênero da ficção científica e fantasia. O longa estreou com US$19 milhões – bem abaixo do esperado.

04) O Homem-Cão

Com a quarta posição, subimos um pouco o valor da arrecadação da estreia de um filme nas bilheterias, mas não muito. Aqui temos também a primeira grande animação do ano, baseado em uma série de livros infantis, sobre um policial que sofre um acidente e termina misturado a um cachorro (corpo de homem e cabeça de cachorro). É claro que as histórias possuem seu público-alvo, e a garotada prestigiou a estreia, garantindo assim uma bilheteria de US$36 milhões no primeiro fim de semana. Um sucesso moderado.

03) Branca de Neve

Agora sim, adentramos o top 3 das maiores estreias do ano até o momento. Começamos com uma que chegou recentemente, tendo estreado no final de março. Uma das produções mais esperadas do ano, ‘Branca de Neve’, obviamente, é a versão em carne e osso da primeira animação da Disney, datando de 1937. No entanto, antes mesmo de ser lançado, o filme já vinha acumulando polêmicas. Foram muitas, desde questões políticas (visões divergentes das duas estrelas), sociais, comentários deslocados e até mesmo a mudança em relação ao original. ‘Branca de Neve’ parecia assombrado demais para dar certo. O filme teve uma abertura fraca para os padrões deste tipo, com US$42.2 milhões. Mundialmente ainda não conseguiu chegar à marca de US$200 milhões.

02) Capitão América: Admirável Mundo Novo

A Disney está encrencada nesse começo de 2025, e precisa tirar da cartola um sucesso para não terminar o ano no vermelho. Acreditamos que seus dois próximos grandes filmes serão sucesso, com ‘Thunderbolts’ e ‘Lilo e Stich’. Aqui, embora ocupe a segunda e terceira posições, podemos dizer que nem ‘Branca de Neve’, nem ‘Capitão América 4’ se tornaram o sucesso esperado pelo estúdio. ‘Branca de Neve’ possui suas polêmicas, daria para listar todas. Já ‘Capitão América’ parece que tentou evita-las ao máximo, se tornando um filme morno, que tem medo de tocar na ferida. O longa se tornou um dos mais fracos da Marvel, com uma estreia de US$88.8 milhões. Sim, é alta para os padrões de 2025 até o momento, mas baixa para o padrão Marvel.

01) Um Filme Minecraft

Enquanto a Disney tropeça em seus lançamentos em live-action ou juntos da Marvel, a Warner sai na frente, e usa o boca a boca a seu favor, transformando um filme que muitos anunciavam como fracasso, na nova sensação cult do momento. Quando lançou seu trailer, muitos já previam que ‘Um Filme Minecraft’ seria um fracasso. Mas eis que a base de fãs, formada por crianças e adolescentes resolveu apoiar o filme, e comparecer em sua estreia, garantindo o maior sucesso do ano até o momento.

Você certamente já viu os vídeos com a algazarra que os adolescentes vêm fazendo dentro dos cinemas nos EUA, chegou a virar caso de polícia. Tudo isso graças a uma frase do filme que virou meme. O momento traz Jack Black proferindo “Chicken jóquei”, momento esse que já havia viralizado no tik-tok. Foi o que bastou para o público-alvo ir à loucura. Toda vez que o ator diz isso em alguma exibição, os “aborrecentes” jogam pipoca, gritam e pulam de suas cadeiras. Em uma exibição, chegaram ao cúmulo de levar uma galinha viva, tudo flagrado, é claro, por muitos celulares. Senão não tem graça. ‘Minecraft’ estreou com US$157 milhões, quebrando o recorde de 2025 até o momento. Hoje, no momento em que esta matéria vai ao ar, o longa já arrecadou mais de meio bilhão de dólares no mundo.

E você, quais filmes acha que irão quebrar o recorde da estreia de ‘Minecraft’? Ainda tem muita coisa boa para estrear, o ano está apenas começando.

Violência doméstica no trailer tenso do terror ‘All Souls Night’

O terror ‘All Souls Night‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O filme foi dirigido por Aloy Adlawan e Jules Katanyag.

“Shiela (Andi Eigenmann), uma jovem estudante, consegue um emprego temporário para ajudar uma esposa a cuidar de seu marido doente e sua jovem filha. Uma das regras da casa é que ela não pode sair, fazendo-a ficar presa ao lugar – onde ela vai testemunhar abusos cometidos pela mãe contra sua própria filha e marido – e precisará encontrar um jeito de sair se não quiser ficar presa nesse inferno doméstico para sempre.”

A trama é baseada em uma história de Gin de Mesa, e o roteiro foi escrito por Danzen Santos-Katanyag e Aloy Adllawan.

‘A Bruxa de Blair’ ganhará jogo baseado no filme; Confira o trailer!

Logo quando vocês pensaram que era seguro voltar à floresta… A Lionsgate vai lançar um jogo baseado na popular franquia ‘A Bruxa de Blair‘.

Confira o trailer:

O jogo foi desenvolvido pela Bloober Team, que também é responsável por ‘Layers of Fear‘.

É 1996. Um jovem desaparece na floresta de Black Hills, perto de Burkittsville, Maryland. Assim como Ellis, um ex-policial com um passado complicado, você se junta à busca. O que começa como uma investigação comum, logo se transforma em um pesadelo sem fim enquanto você confronta seus medos e a Bruxa de Blair, uma misteriosa força da assombra a floresta.

Com previsão de lançamento para o dia 30 de agosto, o jogo será lançado para Xbox One e PC.

‘Parasita’ ultrapassa a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

Após ser o grande destaque no Oscar 2020, o aclamado ‘Parasita‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Somente nos EUA, o longa arrecadou US$ 48.9 milhões. Já, no mercado internacional, foram US$ 155.6 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 204.5 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Parasita’ fez história na 92ª edição do Oscar.

Dirigido por Bong Joon-ho, o longa-metragem sul-coreano foi indicado a seis categorias, levando quatro prêmios para casa, tornando-se o primeiro filme de língua não inglesa a ganhar o Oscar de Melhor Filme em quase cem anos de premiação.

Suas outras conquistas incluíram Melhor Roteiro OriginalMelhor Filme InternacionalMelhor Diretor.

A produção acompanha um  jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.

O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor  em O Hospedeiro (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e Okja.

‘Come Play’: Gillian Jacobs está assustada no novo clipe do terror; Confira!

O terror ‘Come Play‘ ganhou um novo clipe.

Confira:

Nos EUA, o terror será lançado nos cinemas no dia 30 de outubro.

Dirigido por Jacob Chase, o longa é baseado no assustador curta-metragem Larry.

Um menino solitário, desesperado por um amigo, busca companhia e refúgio em seu tablet. Quando uma criatura misteriosa usa o aparelho da criança para entrar em nosso mundo, os pais devem lutar para salvar seu filho de uma ameaça real.

Gillian Jacobs, Azhy Robertson e John Gallagher Jr. estrelam a produção.

‘Shepherd’: Terror no estilo ‘A Bruxa’ ganha teaser arrepiante; Confira!

O terror ‘Shepherd‘ ganhou o primeiro teaser trailer.

Confira:

Russell Owen é responsável pela direção.

Fugindo da tristeza após a misteriosa morte de sua esposa, Eric Black consegue um emprego como pastor. Preso sozinho em uma ilha castigada pelo clima majestoso com um segredo sinistro. A loucura repentina de um homem encontra uma força sobrenatural vingativa. O que começa como uma fuga perfeita varrida pelo vento se torna uma corrida para salvar sua sanidade e sua vida.

O elenco conta com Tom Hughes, Greta Scacchi, Kate DickieGaia Weiss.

No UK, o terror será lançado nos cinemas no dia 5 de novembro. No Brasil, segue sem previsão.

‘Do Esboço à Realidade’: Documentário mostra o processo de criação das animações da Disney; Confira o trailer!

O Disney+ divulgou o primeiro trailer da série documental ‘Do Esboço à Realidade‘, que mostrará os bastidores do processo de criação das animações clássicas do estúdio.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 27 de abril.

Dos mesmos criadores de ‘Chef’s Table‘, o documentário foca em diversos personagens da Disney ao longo dos anos – como os recentes Mirabel de ‘Encanto‘ e Olaf de ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ e outros mais clássicos como o Gênio de ‘Aladdin‘ e Kuzco de ‘A Nova Onda do Imperador‘.

A série documental contará com seis episódios.

Elenco se reúne no cartaz do revival de ‘Teen Wolf’; Confira!

A Paramount+ divulgou o primeiro cartaz do filme baseado na série ‘Teen Wolf‘, que destaca o retorno do elenco original.

Confira, com as imagens promocionais:

O elenco do rerival trará o retorno de Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall, Dylan Sprayberry como Liam Dunbar e Tyler Hoechlin como Derek Hale.

Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar ao filme. Além dele, Arden Cho também não retorna.

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

Vídeo conceitual revela cena de perseguição DELETADA de ‘O Predador: A Caçada’; Confira!

Para promover o lançamento do aclamado ‘O Predador: A Caçada‘ no mercado de vídeo, a 20th Century Home Entertainment divulgou um novo vídeo conceitual destacando uma cena excluída da produção.

No vídeo, o Predador inicia uma perseguição intensa com a heroína Naru em cima das árvores. Infelizmente, a cena nunca chegou a ser gravada e só existe neste formato de pré-visualização.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que o longa já está disponível no Star+!

Crítica | ‘Game Of Thrones’ – 6ª Temporada (10º Episódio)

UM FINAL IRRETOCÁVEL

 

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A melhor forma de pensar este 10º episódio é discutindo a 6ª temporada como um todo. Sabem qual é o problema de escrever resenhas de uma série episódio por episódio? A falta do final; sempre resenhamos no escuro. Quem acompanhou minhas resenhas da 5ª temporada e desta 6ª temporada poderá encontrar várias passagens nas quais falo de pontos negativos. Considerei a 5ª temporada a mais fraca até hoje, e estava achando a 6ª temporada melhor que a anterior, mas não superior às demais. Isso, até hoje. Porque este 10º episódio encerra de uma forma que faz desta 6ª temporada uma das mais significativas – quiçá a mais significativa – de Game Of Thrones – GoT. Se é a mais perfeita, precisaria rever a série toda; se é a que mais agradou, isso fica ao gosto de cada um. O que é difícil negar é a importância desta 6ª temporada. Foi a temporada que resolveu muitas coisas! Assim, vamos falar deste 10º episódio relendo a 6ª (e 5ª) temporada(s).

Observando a 6ª temporada completa, a impressão que fica é dela ter cumprido três grandes funções: redimiu a 5ª temporada inteira, ao dar sentido para ela; colocou GoT rumo ao seu desfecho, resolvendo várias tramas; e fez de Jon Snow (Kit Harington) um dos protagonistas da série.

Muitas coisas que parecia sem sentido ou mesmo tempo morto na 5ª temporada, e mesmo nesta 6ª, ganharam significado. Ganhei um estímulo para rever a temporada anterior. Se o 10ª episódio deu um sentido todo especial para a 6ª temporada, esta temporada deixou em mim a impressão de que a 5ª temporada foi um prólogo para a sexta. Se isto não redime os erros, faz deles bem menores. O caso mais emblemático é do Alto Pardal (Jonathan Pryce).

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O plot do Pardal sempre apareceu um tanto sem rumo. Do ponto de vista da narrativa, não ficava claro qual seria a função dele para o todo da série. Cheguei a cogitar que sua função era ser o instrumento da queda de Cersei (Lena Headey) e ascensão dos Tyrell. Errei feio! O final de Cersei sentando no trono de ferro faz dos acontecimentos das duas últimas temporadas uma espécie de purgatória para a personagem, enquanto o terreno era preparado para ela assumir a coroa – quase um golpe de estado. Um desfecho bem surpreendente, especialmente considerando que a profecia diz que Cersei irá morrer. Aguardemos.

A parte inicial deste 10ª episódio foi impressionante. A música impunha mais um drama fúnebre do que um suspense com consequências explosivas. Com o avanço da sequência, os eventos aumentavam o suspense e as mudanças de tons da melodia apenas reforçavam o que estava na tela. Nenhuma cena, porém, foi tão impactante quanto o silencioso e seco suicídio de Tommen (Dean-Charles Chapman), cortado pela voz de Walder Frey (David Bradley) saudando os Lennister, em uma feliz ponte sonora. A reação de Cersei diante do corpo do filho é ambígua. Seria loucura? Ela estava apenas conformada, por conta da profecia? Ou foi erro de roteiro? – afinal, Cersei sempre amou os filhos.

Por falar em Walder Frey, um plot desta 6ª temporada que parecia pura encheção de linguiça foi o cerco à Correrrio. Tanto o cerco quanto o reaparecimento dos Freys serviu apenas para vermos Arya (Maisie Williams) vingando-se pelo casamento vermelho. Ficaria disfuncional os Freys reaparecerem sem mais nem porquê no último episódio.

Reclamei horrores de Arya na temporada passada. Horas mortas sem razão! Sabíamos, em tese, que ela estava se preparando para sua vingança. Mas, foi algo tão arrastado, que gerou desinteresse. Aí, em uma única cena, deixamos de teorizar e sentimos na veia a vingança de Arya. Finalmente, reencontramos a Arya forte que aprendemos a amar.

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São dois exemplos marcantes de como o 10º episódio – e a temporada de forma geral – amarrou melhor a trama da série. Ainda há falhas e mesmo esta 6ª temporada não foi a perfeitinha; exemplo, no 9º episódio, o blá-blá-blá de Melisandre (Carice van Houten) sobre uma possível morte em combate de Jon Snow foi ridículo, uma tentativa covarde dos roteiristas enganarem um espectador menos experiente.

Para além de corrigir erros, esta temporada, especialmente o 10ª episódio, resolveu várias tramas e colocou a história para frente. O mais emblemático foi Daenerys (Emilia Clarke) finalmente indo pro pau. Muita coisa indicava que essa hora estava chegando. Neste ponto, os roteiristas foram sábios, aglutinando várias tramas – algumas à deriva – em torno de Dany. Esse desfecho justifica o resgate nesta temporada de um núcleo como o das ilhas de Ferro e dá alguma razão de ser para Dorne.

Em um episódio tão bom – o melhor 10ª episódio da série até aqui – é difícil contar nos dedos os melhores momentos. Há um, porém, que já entrou na categoria dos memoráveis. O combo revelação da linhagem de Jon Snow e sua consagração como Rei do Norte. Se a visão de Bran (Isaac Hempstead Wright) não permitiu que escutássemos a conversa entre Lyanna e Ned, a revelação do segredo se deu de forma unicamente visual com um close do bebe e outro belo close no rosto de Jon. Dois planos simples que o consagraram como um dos personagens mais importantes da saga.

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A sua aclamação como Rei do Norte – junto com o belo discurso da Lyanna Mormont (Bella Ramsey) <3 – foi na verdade fogos de artifício comemorando o maior feito desta temporada: fazer de Jon Stark Targaryen um mito dentro da narrativa das Canções de Gelo e Fogo. Em uma primeira leitura, poderíamos dizer que Titio Martin utilizou em sua narrativa a estratégia usada pelo diretor Alfred Hitchcock nos cinema, de apresentar um falso protagonista que sairá de cena para dar espaço ao real protagonista. Até por ser uma série (de livros ou televisiva), mais extensa do que um filme, podemos extrair três interpretação sobre o que é GoT.

A primeira interpretação é GoT como a narrativa sobre Jon Snow, que seria ao poucos revelada em meio à guerra dos tronos, como verdadeiro herói da saga, síntese do gelo e do fogo, capaz de enfrentar os perigos que chegam com o inverno. Em uma segunda leitura, GoT é a saga da família Stark, dissolvida após a morte de seu patriarca, que aos poucos vai se reconstruindo em meio às lutas dos homens e os mortos vivos trazidos pelos ventos do inverno – aqui, GoT ainda seria sobre a queda da poderosa família Lannister.

Gosto muito de ver a série como a narrativa da família Stark. Porém, espero que o final demonstre que a série é também a saga de uma heroína. Se a morte e ressurreição consagrou Jon Snow como um mito de Westeros, a imagem final deste 10º episódio, com a inacreditável frota da mãe dos dragões, apenas cofirmaram a potência de Daenerys. E aqui deixo minha terceira leitura: GoT como a saga de Jon e Daenerys que, superando a guerra dos homens, unem o gelo e o fogo, formando a canção que irá iluminar a longa noite!

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Comentários Avulsos:

– Muita emoção ao rever Winterfell na abertura com o símbolo dos Stark;

– Ao contrário da crítica de algumas feministas mais radicais, de que a série é machista, esta temporada coloca as mulheres na liderança da guerra dos tornos;

– Cersei e Jaime (Nikolaj Coaster-Waldau) prometem confrontos doloros na próxima temporada;

– Apesar do anunciado, acho que a próxima temporada acabará tendo 10 episódios.

– Ou Jon Sow é o Azor Ahai ou o Azor Ahai é a junção de Jon e Daenerys. Será que essa aposta eu acerto?! Rsrsrs.

– O que resta em GoT: luta pelo trono e luta contra o Rei da Noite. Os roteiristas podem fazer tudo correr ao mesmo tempo, ao longo de duas temporadas; ou concentrar a luta pelo trono na próxima temporada e a luta contra o Rei da Noite na temporada final. Quem sabe, a proximidade da ameaça vinda além da Muralha sirva como elemento estabilizador da coroa em Westeros.

E, aí, o que achou do episódio? Ficou emocionado com a abertura? O que mais gostou? Qual foi sua maior surpresa? Foi a melhor temporada de todas, ou não? Também vai fazer fanpage para Lyanna Mormont? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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10 Filmes com histórias de amor COMOVENTES

Caminhando pelo sentimento mais poderoso existente, alguns longas-metragens nos levam até histórias onde o poder das emoções se mostra presente. Entre relacionamentos apaixonados, crises existenciais, amor de mãe, várias dessas tramas comovem nossos corações. Pensando nisso, e pra você que curte esse recorte de nossa existência, segue abaixo uma lista com 10 COMOVENTES histórias de amor:

 

Meu Bolo Favorito

A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.

 

Os Dois Hemisférios de Lucca

Baseado no livro Los dos hemisfrios de Lucca escrito por Bárbara Anderson e dirigido pela cineasta Mariana Chenillo – que já havia realizado um belíssimo trabalho no filme Paraíso (2013), exibido no Festival do Rio – Os Dois Hemisférios de Lucca é um olhar para uma jornada que consegue completar todas as lacunas com a emoção, movida também pelo real sentimento do que é uma família unida.

 

Baby

Na trama conhecemos o jovem Wellington (João Pedro Mariano), que ao sair de um reformatório vai em busca dos pais que não mantiveram contato enquanto ele estava em reclusão. Ao se ver perdido na maior cidade do país, certo dia seu destino se cruza com o de Ronaldo (Ricardo Teodoro), um homem que sobrevive se prostituindo e traficando. Aos poucos esse relacionamento se estabelece com muitas fases que vão desde amor intenso até caóticos desencontros.

 

Cidade dos Anjos

Na trama, conhecemos um anjo chamado Seth (Nicolas Cage), uma alma imortal que tem a missão de olhar pelas pessoas em aflição em uma Los Angeles da atualidade. Quando ele começa a se aproximar da história da médica Maggie (Meg Ryan), uma intensa paixão logo toma conta dele fazendo com que o mesmo opte pela mortalidade mesmo sabendo os riscos desse desejo.

 

O Dia que te Conheci

Na trama, ambientada em uma Minas Gerais na atualidade, conhecemos Zeca (Renato Novaes), um simpático homem, imaturo, por muitas vezes inocente, descompromissado com o que pode vir no futuro, que trabalha na biblioteca de uma escola pública localizado longos quilômetros longe de sua casa. Um dia, por conta de seus constantes atrasos por um presente ligado à crises de sono intensas, é demitido de seu trabalho. No mesmo dia, pega uma carona com Luísa (Grace Passô) e entre desabafos e papos sobre diversos assuntos aos poucos um vai abrindo o coração para o outro.

 

Horizonte

Na trama, conhecemos, um senhor já na parte final de sua vida (Raymundo de Souza) que se vê em um presente tumultuado, com a família em conflito após a morte de um membro. Morando numa casa onde não é bem-vindo, onde a solidão bate mais forte a cada segundo que passa, certo dia, após ouvir um anúncio numa rádio local, resolve se mudar para um condomínio de casas que está sendo construído com o apoio da prefeitura. Nesse lugar descobre um novo sentido da vida e até mesmo é surpreendido por um novo amor.

 

Dois Corações

O cineasta mexicano Lance Holl, que lá atrás, há quase 40 anos, comandou a ação em Braddock 2: O Início da Missão, com o lendário Chuck Norris, chega para seu quarto longa-metragem como diretor dessa vez para apresentar uma história baseada em fatos reais que nos apresentam as surpresas emocionantes de duas histórias que correm em paralelo pelas estradas sempre conflitantes dos sentimentos ligados à perda e ao amor. Esse é um filme para assistir com um lencinho do lado!

 

Eduardo e Mônica

Na trama, conhecemos Eduardo (Gabriel Leone) e Mônica (Alice Braga). Eles não sabem mas vão se apaixonar perdidamente. Ele, um jovem que está perto de prestar o vestibular, joga futebol de botão com seu avô (com quem mora após o falecimento de sua mãe), tem o sonho de ser engenheiro, nunca se apaixonou. Ela, uma jovem já na fase final da residência em medicina, que faz experimentos visuais em festas e espaços, mora sozinha e anda de moto, gosta do movimento Nouvelle Vague, está antenada em manifestações e na luta por dias melhores para sua comunidade. Essas duas almas vão se encontrar em uma festa e o destino deles estará entrelaçado para sempre.

 

Suk Suk – Um Amor em Segredo

Na trama, conhecemos Pak (Tai-Bo), um taxista que passou as últimas duas décadas dirigindo 18 horas por dia para dar uma estrutura de vida aceitável para sua esposa e seus filhos. Certo dia encontra um homem por quem logo se apaixona, o aposentado Hoi (Ben Yuen), pai de família que criou o filho sozinho e hoje vive seus dias lutando pelos direitos aos homossexuais, ajudando os amigos e buscando uma relação melhor com o filho agora adulto e cada vez mais distante. Essas duas almas precisarão descobrir qual o tamanho e força dessa relação que se estabelece e principalmente que rumos gostariam de trilhar no futuro.

 

Diga-me Quando

Filme de estreia na direção e roteiro do cineasta mexicano Gerardo Gatica, Diga-me Quando apresenta pequenos exageros costurados com clichês mas nada que gere bocejos ou desinteresse, pelo contrário, o projeto se apresenta muito mais profundo do que aparenta, uma belíssima construção com diálogos criativos, emoções variadas, se tornando uma crônica latina sobre as descobertas do amar. Sem pretensão de ser perfeito, se arrisca com sucesso nas linhas tumultuadas da melancolia.

Bad Boys e os Buddy Cop do Cinema – Os Filmes de Parceiros Policiais

Bad Boys Para Sempre já arrecadou mais de US$290 milhões nas bilheterias mundiais, se tornando o maior sucesso deste início de 2020. A terceira parte das aventuras dos policiais Mike e Marcus, vividos por Will Smith e Martin Lawrence mantém viva a chama de um tipo de filme muito específico: o buddy cop.

Os buddy cop movies são produções de ação e/ou comédia policial cujo foco é uma dupla disfuncional que precisa trabalhar junta e superar suas diferenças por um bem maior. Geralmente ao final de tais filmes a química entre os dois prevalece. Esse tipo de obra fez (e como podemos perceber ainda faz) muito sucesso nos EUA e foi cimentada nos anos 1980 – onde tivemos duplas pra lá de diferentes – se estendendo pelos anos 1990, até os dias de hoje.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu relembrar algumas das mais famosas duplas policiais (e algumas não tão memoráveis assim) do cinema. Vem com a gente, e se abaixa que é tiro.

Máquina Mortífera (1987)

Começamos pela que é provavelmente a maior franquia do subgênero. Filmes de ação e comédia como Um Tira da Pesada (1984) e Duro de Matar (1988) igualmente desbravaram o terreno das produções policiais de entretenimento com maestria, marcando a década. Mas os citados tinham como foco apenas um policial protagonista agindo contra tudo e todos. Máquina Mortífera apresentou o pacato Roger Murtaugh (Danny Glover), pai de uma grande família, que em vias de se aposentar é colocado para trabalhar com Martin Riggs (Mel Gibson), uma verdadeira bomba relógio.

Riggs perdeu a mulher recentemente, vive num trailer e se tornou suicida, fazendo o trabalho policial da pior maneira possível. Juntos, eles precisarão desmantelar um esquema de drogas envolvendo um esquadrão de elite da guerra do Vietnã. Máquina Mortífera foi indicado ao Oscar de melhor som e gerou três continuações (1989, 1992 e 1998), além de uma série de TV (2016-2019). Recentemente, fortes rumores sobre um quinto filme voltaram a pipocar na internet.

A Hora do Rush (1998)

Sim, muitos buddy cop foram produzidos antes de A Hora do Rush, mas a maioria não obteve o retorno financeiro esperado e terminou morrendo na praia. Podemos considerar uma tríade quando falamos de buddy cop movies de sucesso: Máquina Mortífera (com quatro filmes), Os Bad Boys (agora com três filmes e se preparando para o quarto) e A Hora do Rush (com três filmes). Aqui, contando com mais uma dinâmica distinta e apostando no choque cultural entre policiais de países muito diferentes.

A Hora do Rush foi idealizado para apresentar o astro da ação chinesa Jackie Chan no ocidente. E deu certo. Chan estava livre para exibir suas exímias habilidades nas artes marciais, impressionando a outra parte do mundo. Assim, Chris Tucker, o tagarela, ficava com a parte cômica. A continuação, de 2001, não demorou a chegar, mas a terceira parte foi lançada só em 2007. Após uma malfadada tentativa de uma série de TV, quem sabe a onda do revival não contagia também os detetives Carter e Lee.

Anjos da Lei (2012)

Baseado numa série de TV de sucesso dos anos 1990, os Anjos da Lei foram transformados numa dupla de policiais no cinema – ao contrário da equipe do programa. Channing Tatum e Jonah Hill são os policiais Jenko e Schmidt, que devido a sua aparência jovial trabalham infiltrados em colégios e universidades em casos principalmente relacionados a drogas em tais ambientes. O primeiro filme brinca com a dinâmica do nerd e o popular trocando de papeis na missão, e traz ainda Brie Larson (a Capitã Marvel) no elenco.

No segundo filme, ainda mais engraçado (lançado dois anos depois), a dupla de diretores e roteiristas Phil Lord e Christopher Miller puderam deixar rolar a insanidade costumeira. É uma pena que um terceiro filme ainda não tenha saído do papel.

As Bem-Armadas (2013)

O subgênero dos buddy cop movies é dominado pelos homens e o filme mais popular a apresentar uma mulher como parceira foi Robocop (1987), de Paul Verhoeven, apesar deste não ser o foco da produção. Todos os outros exemplares não conseguiram marcar presença na mente do público. Bem, a não ser um que chegou de forma tardia ao jogo, mas que merece muito uma sequência: esta comédia protagonizada por Sandra Bullock e Melissa McCarthy.

Dirigido por Paul Feig (Missão Madrinha de Casamento), aqui temos novamente a dinâmica da burocrata certinha forçada a trabalhar com uma personagem amalucada e que não respeita as regras. O que faz valer, e muito, é a química entre Bullock e McCarthy, donas de um excelente timing cômico.

48 Horas (1982)

Antes de Máquina Mortífera, existia 48 Horas. Dirigido pelo cultuado veterano Walter Hill (The Warriors – O Selvagens da Noite), o filme quebra um pouco o molde das duplas policial apresentando uma onde só um dos personagens é policial de fato – o durão Jack Cates (Nick Nolte). Para resolver um caso, ele precisa da ajuda do malandro Reggie Hammond (Eddie Murphy, em seu primeiro papel no cinema) e para isso o tira da cadeia por 48 horas até a investigação ser concluída. O longa ganhou uma continuação oito anos depois, agora com Murphy já desfrutando do status de astro.

Tango e Cash – Os Vingadores (1989)

Entrando tarde no jogo, Sylvester Stallone também quis tirar uma casquinha da fórmula dos buddy cop movies, afinal em sua carreira estava acostumado a fazer tudo sozinho. Apesar de não ter sido um sucesso em seu lançamento nos cinemas, Tango e Cash adquiriu status de cult graças às suas reprises nos canais de TV mundiais. O que se o mundo fosse justo, poderia resultar numa sequência tardia.

Aqui, Stallone vive um policial certinho, de óculos, portando uma “pistolinha”, bem diferente dos canhões de Rambo, por exemplo. Ele inclusive faz piada com seu famoso personagem guerrilheiro aqui. Escalado como parceiro do herói, Kurt Russell – outro ator que marcava presença em produções adoradas nos 1980s – vive Gabriel Cash, o “doido” da mistura. Os dois precisam limpar seus nomes de falsas acusações e prender os verdadeiros culpados.

Inferno Vermelho (1988)

Outro ator considerado um “exército de um homem só”, Arnold Schwarzenegger sempre ganhou todos os holofotes em seus filmes. Mas no fim da década de 1980 também aderia aos buddy cop movies, estrelando um dirigido justamente por Walter Hill, um dos pais do subgênero. Aqui, Arnold vive um robótico agente russo, que viaja até os EUA perseguindo um criminoso foragido de seu país. No local, como é de se esperar, um grande choque cultural com fanfarrões americanos – encabeçados por James Belushi (um ator popular na época).

Missão Alien (1988)

Uma das parcerias mais inusitadas para um buddy cop movie ocorreu com esta espécie de ficção científica satírica. Uma raça alienígena chega ao nosso planeta e após três anos de quarentena começam a ser integrados nas mais variadas áreas de nossa sociedade, inclusive na polícia. Assim, a contragosto para variar, surge a parceria entre o humano Skyes (o indicado ao Oscar James Caan) e o alien Sam Francisco (Mandy Patinkin). Missão Alien fez sucesso e gerou logo no ano seguinte uma série de TV.

K-9: Um Policial Bom pra Cachorro (1989)

Nem toda dupla policial precisa ser formada por humanos, como vimos acima. E depois de um alienígena, agora temos uma parceria formada com o melhor amigo do homem: um cão. O trocadilho infame no subtítulo em português é digna do tiozão do churrasco, mas no original K-9 (ou “canine”) se refere a divisão de cães policiais. Novamente ele, James Belushi deixa Schwarzenegger de lado e adota o pastor alemão Jerry Lee como parceiro. K-9 gerou duas continuações, uma em 1999 e outra em 2002, ambas lançadas direto em vídeo.

Na mesma categoria podemos colocar Uma Dupla Quase Perfeita (Turner & Hootch), lançado no mesmo ano, que escalava Tom Hanks para contracenar com o babão da raça Dogue de Bordéus. E sim, você leu certo. O astro Tom Hanks, um dos únicos intérpretes da história a vencer o Oscar na categoria melhor ator por dois anos seguidos, e indicado para outros quatro Oscar, inclusive este ano, contracenou com um cachorro no início de carreira.

Dois Caras Legais (2016)

Um dos filmes mais divertidos e subestimados dos últimos anos colocou dois atores geralmente associados a papeis mais intensos para fazer comédia. E funcionou que foi uma beleza. Russell Crowe e Ryan Gosling exibiram química perfeita e ótimo timing cômico, voltando para a década de 1970 a fim de desvendar uma trama envolvendo filmes pornô, criminosos e políticos corruptos. Aqui, porém, nenhum deles é policial, e sim detetives particulares. Uma pena que não tenha feito o sucesso de público esperado, pois merecia muito uma continuação.

Um Tira do Outro Mundo (1988)

Voltando às ideias amalucadas para buddy cop movies, na década de 1980 foi tentado de tudo. Algumas coisas colavam e outras não. A deste longa foi misturar o gênero policial com o de zumbis. Na trama, uma máquina que traz os mortos de volta à vida é criada. Desta forma, criminosos começam a ressuscitar pessoas e as enviar para cometer crimes, já que estes bandidos são teoricamente indestrutíveis. Uma dupla de policiais, interpretados por Treat Williams e Joe Piscopo estão no encalço. Até que um deles é morto na linha de serviço e igualmente trazido de volta na forma de um morto-vivo para igualar as coisas. Pelo nome de seu personagem, Roger Mortis, nada sutil, não existiam dúvidas que Williams é quem viveria o tira zumbi.

‘007’, ‘Batman’, ‘Duro de Matar’ e As Sequências de Filmes Famosos que Completam 30 Anos em 2025

Não é de hoje que grande parte do público de cinema prefere apostar no seguro. Isso é do ser humano. Arriscar pode levar à decepção, então preferimos muitas vezes a zona de conforto. Os cinéfilos arriscam de tudo, assistem a muitos filmes e gostam de experimentar o que não conhecem, o pouco usual, o fora da caixinha. Mas os cinéfilos são uma parcela muito pequena da população, a maior parte das pessoas geralmente possuem outros tipos de entretenimento e quando resolvem sair para assistir a um filme e gastar dinheiro, preferem optar por algo que conhecem e que já tenham gostado antes.

É justamente por isso que Hollywood segue apostando nas continuações e reboots (para segurar uma marca valiosa junto ao público). Aqui no Brasil, os produtores já perceberam essa tendência (ela é mundial realmente) e vêm apostando cada vez mais em continuações de sucessos do cinema (‘O Auto da Compadecida 2’ foi o mais recente deles) e até nas telinhas, a rede Globo tem investido em revisitar seus maiores títulos de novela: ‘Pantanal’, ‘Renascer’ e agora ‘Vale Tudo’.

Essa nova matéria é justamente para falar de continuações no cinema, as marcas que fizeram sucesso (o que não é fácil) e resolveram capitalizar em cima (e por que não?). Mas para isso, vamos com mais uma matéria nostálgica (e você achou que seria diferente), voltando 30 anos no passado, para conhecer as sequências mais famosas do cinema naquela época. Confira.

007 Contra Goldeneye

James Bond é indiscutivelmente o maior agente secreto do cinema e um de seus maiores heróis. Podemos dizer que ele é o mais duradouro, pois iniciou suas aventuras ainda no começo dos anos 60 e segue firme e forte até hoje, a cada iteração gerando bastante falatório sobre sua escalação. E ‘Goldeneye’ abria a era dos anos 90 para o espião, assim como a era de um novo intérprete. Pierce Brosnan foi o primeiro 007 de toda uma geração (a minha) e serviu de porta de entrada de muita gente na franquia. Tá certo que o personagem já tinha nada menos que 16 filmes no currículo, mas com ‘Goldeneye’ tais filmes atingiam outro nível. Acredite.

Batman Eternamente

Não foi apenas James Bond que ganhava um novo filme e um novo intérprete há 30 anos no cinema, o Homem Morcego passava igualmente por uma reformulação. O curioso é que estes são justamente os dois personagens que mais geram comoção do público a respeito de seus atores. Sendo assim, após a saída de Michael Keaton do papel, o saudoso Val Kilmer foi escalado para se tornar o cavaleiro das trevas, em um filme menos sombrio, mais colorido e recomendado para as crianças e adolescentes – mais próximo ao clima dos quadrinhos (ao menos alguns deles). E deu certo na época, pois o resultado foi o esperado pelo estúdio.

Duro de Matar: A Vingança

E se as continuações de 007 e Batman sempre geram um grande hype, há 30 anos no cinema, um terceiro ‘Duro de Matar’ não ficava muito atrás. Para falar a verdade, ‘Duro de Matar’ (1988), o original, revolucionou a forma de se fazer filmes de ação, criando algo mais cru e realista, e fez escola. Logo, heróis clássicos como 007 estavam olhando para o policial John McClane como forma de inspiração, a fim de ficar mais antenado com os novos tempos e o realismo que os fãs curtiam. O primeiro ‘Duro de Matar’ se tornou um sucesso surpresa, e o segundo, de 1990, se tornou um dos blockbusters mais badalados daquele verão, não deixando a peteca cair. Para o terceiro, as apostar foram ainda mais aumentadas, com uma superprodução digna de… bem, 007. É claro, uma versão nua e crua.

Ace Ventura: Uma Maluco na África

Mas e quanto aos sucessos recentes? Ao contrário dos três itens acima, os anos 90 também traziam sucessos imediatos. Um dos mais chamativos foi o escrachado ‘Ace Ventura’, o detetive de animais protagonizado por Jim Carrey. Ninguém sabia quem o ator era quando o filme foi lançado em 1994. Mas no final do mesmo ano, Carrey já era um dos astros mais badalados de Hollywood – isso graças também ao sucesso de filmes como ‘O Máskara’ e ‘Debi e Loide’ – os três filmes deram muito certo. ‘Ace Ventura’ foi o único que ganhou continuação logo no ano seguinte, e muito bem poderia voltar nos dias de hoje, politicamente corretos – em que um sujeito meio amalucado protegendo animais em extinção tem tudo a ver.

A Balada do Pistoleiro

Agora temos uma espécie de continuação, espécie de remake. Se formos levar em conta que ‘El Mariachi’ (1992) é um filme mexicano, independente e que, apesar do sucesso em festivais, ninguém havia assistido fora das rodinhas cinéfilas, o que o diretor Robert Rodriguez tentou fazer foi jogar uma luz em seu filme original com um novo filme de apelo maior. Para isso, o diretor trouxe Antonio Banderas (astro em ascensão em Hollywood na época), substituindo Carlos Gallardo no papel principal, a fim de ter um ator famoso para atrair mais público. E deu certo. Apesar disso, grande parte foi assistir ao filme ‘A Balada do Pistoleiro’ sem saber se tratar de uma sequência.

A Força em Alerta 2

Aqui temos outra franquia iniciada nos anos 90. Lançada no mesmo ano de ‘El Mariachi’, ‘A Força em Alerta’ foi não apenas o maior sucesso da carreira do então astro da ação Steven Seagal, como também um dos sucessos surpresa para a Warner naquela temporada. Uma espécie de ‘Duro de Matar’ no navio encouraçado, um grupo de terroristas (com a ajuda de oficiais renegados da marinha) sequestra um grande navio de guerra ancorado, com todos os oficiais dentro dele, e pedem resgate para não usar as poderosas armas. O único que pode salvar o dia é um oficial condecorado agora trabalhando como cozinheiro do navio. Na sequência, Seagal volta, tendo que proteger a sobrinha de uma ameaça tecnológica, o chamado cyber-terrorismo, de dentro de um trem em alta velocidade.

O Pai da Noiva 2

Por falar em franquias iniciadas nos anos 90, ‘O Pai da Noiva’ se tornou um dos filmes de Steve Martin mais conhecidos e adorados por toda uma geração. Quem cresceu no fim dos anos 90 e anos 2000 certamente lembra das reprises do filme nas sessões de fim de semana à tarde na TV aberta. Na verdade, o longa é um remake atualizado de um clássico da década de 1950. Na trama, o patriarca de uma família tem uma crise de nervos quando sua filha resolve casar. A sequência seria inevitável, e ela saiu quatro anos depois. Desta vez o nervosismo é pela maternidade da filha.

Dois Velhos Mais Rabugentos

Mais uma comédia família na lista, que fez bastante sucesso no início dos anos 90 e ganhava continuação há 30 anos. Jack Lemmon e Walter Matthau são verdadeiros baluartes de Hollywood e trabalharam juntos em 10 filmes. Ambos os queridos atores faleceram no início dos anos 2000. Um de seus projetos mais memoráveis (pelo menos para a geração que cresceu nos anos 80 e 90) é ‘Dois Velhos Rabugentos’, no qual interpretam vizinhos que arrumam qualquer motivo para brigar.

O filme se passa no inverno gelado, com bastante neve, foi lançado em 1993 e traz a dupla disputando uma nova vizinha. Lemmon ganha a disputa. Assim, na continuação, dois anos depois, Matthau ganha seu próprio romance, na pele de Sophia Loren. A temperatura está mais aprazível, mas a rivalidade entre a dupla continua.

Halloween: A Vingança de Michael Myers

Agora mudamos de gênero e chegamos no terror, para os dois últimos itens da lista. Começamos com uma das maiores franquias de terror de todos os tempos – com ‘Halloween’. O primeiro filme, de 1978, dirigido por John Carpenter, ainda hoje se mantém como uma das maiores obras-primas do gênero. É claro que nada jamais se compararia ao original, mas Carpenter até tentou, produzindo e roteirizando as duas primeiras continuações. A série voltaria com mais dois filmes no fim dos anos 80 – produções rotineiras, bem abaixo. Há 30 anos, estreava sem qualquer hype este sexto filme. A esta altura a franquia já havia se tornado bem trash, recomendada apenas para os fanáticos. Seria apenas em 1998, com a volta de Jamie Lee Curtis em ‘Halloween H20’ que o prestígio seria recuperado.

Candyman 2

Finalizando, temos a sequência de um dos poucos ícones do terror saídos dos anos 90. ‘Candyman’ (1992) foi uma obra provocativa, que fala muito sobre mitos e lendas urbanas, e aborda de forma bem pertinente a cultura negra norte-americana da época. O filme se passa numa área pobre e perigosa da cidade, em um conjunto habitacional, onde a maioria dos moradores são negros segregados.

No local, uma estudante branca começa a investigar uma lenda urbana sobre o Candyman, uma figura fantasmagórica, dona de grande carga racial e social. Ela descobrirá da pior maneira, em um filme elegante e delirante, que o mito assombrado é real. Nessa continuação, a proposta é mais rotineira e a intenção parece ser tornar o personagem em um símbolo pop assim como Jason e Freddy se tornaram.

A adição bem-vinda foi a história de origem do personagem, um artista torturado e morto por ser negro e ter se apaixonado por uma mulher branca, em uma época que isso não era permitido. Em 2021, uma continuação recente adicionou bastante qualidade à mitologia, modernizando o mito para os dias de hoje.

‘O Grinch’ se prepara para destruir o Natal no novos cartazes da animação

A animação ‘O Grinch‘ ganhou dois novos cartazes.

Confira:

Lázaro Ramos dublará o protagonista na versão brasileira.

O Grinch‘ vive em uma caverna no Monte Espicho com a companhia de Max, seu cão fiel. Com uma caverna repleta de engenhocas e invenções feitas para suas necessidades do dia a dia, o Grinch só faz questão de ver seus vizinhos de Quemlândia quando se vê sem comida. Todo ano, sua tranquilidade e solidão são interrompidas pelos vizinhos com suas celebrações de Natal, cada vez mais brilhantes e mais barulhentas. Quando os Quem declaram que farão um natal três vezes maior este ano, o Grinch percebe que só existe uma maneira de ter paz e silêncio: ele deve roubar o Natal. Para isso, ele decide que irá tomar o lugar do Papai Noel na véspera de Natal, mesmo que para isso ele tenha que ir atrás de uma rena para puxar um trenó.

Enquanto isso, em Quemlândia, Cindy-Lou Quem, uma menininha alegre e sua turma de amigos armam um plano para prenderem o Papai Noel durante suas rondas na véspera de Natal, para que ela possa agradecê-lo por ajudar sua mãe solteira e sobrecarregada. Assim que o Natal se aproxima, no entanto, suas boas intenções se deparam com o mais nefasto estilo do Grinch. Cindy-Lou atingirá o objetivo de finalmente conhecer o Papai Noel? E o Grinch, conseguirá silenciar a alegria do Natal dos Quem de uma vez por todas?

A Universal Pictures agendou a estreia para dia 8 de novembro de 2018.

 

 

‘The Furies’: Terror ganha novas imagens VIOLENTAS; Confira!

O terror ‘The Furies‘ ganhou novas imagens extremamente violentas.

Confira:

Escrito e dirigido por Tony D’Aquino, o longa é inspirado nos slashers dos anos 70 e alegadamente não terá nenhum CGI, apenas efeitos práticos.

Na trama, um jovem deve enfrentar os seus medos mais sombrios com outros sete participantes involuntários em um jogo mortal.

O filme ainda não possui previsão de estreia.

Showrunner indica romance entre a ‘Harley Quinn’ e a Hera Venenosa na 2ª temporada

Em entrevista ao Geeks WorldWide, o showrunner Justin Halpern indicou que a 2ª temporada de ‘Harley Quinn‘ irá explorar o relacionamento amoroso entre a personagem e a vilã Hera Venenosa.

“Nós recebemos muitas reclamações por não explorar o relacionamento entre as duas desde o começo, mas nós não queríamos que a Harley pulasse de um relacionamento para outro durante sua jornada de autodescoberta. Sobre a Ivy, nós queríamos que a nossa versão da personagem fosse estranha socialmente, com neuroses e cicatrizes do passado. Quando você está emocionante machucado e não lidou com isso, nem sempre você escolhe as melhores companhias. Então, na minha cabeça, eu queria que essas personagens estivessem bem antes de iniciar um relacionamento amoroso e fazê-lo funcionar.”

Ele continua, “Na segunda temporada, as duas estarão buscando amor. Não quero revelar muito sobre isso, mas nós iremos desenvolver o que as pessoas querem ver. E nós seremos cuidadosos com isso.”

A nova temporada será lançada no dia 3 de Abril.

‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dublará a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘Amizade Maldita’: Terror sobrenatural conquista 96% de aprovação no Rotten Tomatoes

O terror sobrenatural ‘Amizade Maldita‘ conquistou os críticos e alcançou incríveis 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com 27 críticas publicadas até o momento, sendo apenas uma negativa, o longa foi muito elogiado.

Confira os trechos das principais críticas:

“Se você está quiser apagar todas as luzes, puxar um cobertor até o queixo e pular de susto no sofá, esse é o terror certo pra isso.” (AV Club)

“Extraordinariamente enervante, com um roteiro excepcional e instigante e performances incríveis de Keegan Connor Tracy e Jett Klyne, ‘Amizade Maldita’ com certeza irá assombrá-los por dias.” (Dread Central)

“Baseada na natureza estereotipada dos personagens, a história se desenvolve exatamente como você já espera. No entanto, se você está procurando por algo que cause arrepios, esse é o filme certo.” (Bloody Disgusting)

“‘Amizade Maldita’ traz sustos eficazes e pelo menos uma cena que fez esse pai gritar de horror. Esse filme faz tantas coisas certas, mas como um quebra-cabeça com algumas peças faltando, é difícil ver o quadro completo.” (Consequence of Sound)

“‘Amizade Maldita’ é um filme que fará você gritar em um segundo e deixará você morrendo de tensão no próximo. Legitimamente aterrorizante e um estudo realmente excelente sobre trauma.” (Daily Dead)

“Esse terror é um pequeno filme que transcende o limite do seu orçamento. É a prova que roteiros bons sempre serão mais eficientes do que milhões de dólares gastos em efeitos visuais.” (The Movie Isle)

O longa é dirigido por Brandon Christensen (‘O Enviado do Mal‘).

Kevin (Sean Rogerson) e Beth (Keegan Connor Tracy) notam que seu filho de oito anos, Josh (Jett Klyne), tem passado bastante tempo brincando com um novo amigo imaginário, chamado Z. O que a princípio parece uma relação inofensiva, rapidamente se transforma em algo destrutivo e perigoso. É quando Beth começa a desvendar o seu próprio passado, que ela descobre que Z pode não estar apenas na imaginação do filho.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de novembro.

‘Good Witch’ é CANCELADA após 7 temporadas

O canal Hallmark cancelou oficialmente a série ‘Good Witch‘ após sete temporadas.

O episódio final da produção está programado para ir ao ar no dia 25 de julho.

“‘Good Witch’ encantou o público por mais de uma década com oito filmes originais, além das sete temporadas da série,” declarou Randy Pope, chefe de programação da emissora. “Nós agradecemos aos nossos protagonistas pela química e talento que tornaram essa série uma experiência especial para seus espectadores. Também estendemos nossa gratidão a todo o elenco e equipe pela dedicação e trabalho duro.”

No Brasil, as cinco primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

A série foi criada por Craig PryceSue Tenney.

A trama segue a jornada mágica de Cassie Nightingale e sua filha Grace. Quando o Dr. Sam Radford se muda para a casa ao lado com seu filho, eles são atraídos pelo charme mágico da dupla.

O elenco conta com Catherine Bell, Catherine Disher, James Denton, Kylee Evans e Sarah Power.

‘Barry’: HBO compartilha o teaser LEGENDADO da 3ª temporada; Assista!

A HBO divulgou o primeiro teaser legendado da 3ª temporada de ‘Barry‘, série criada e estrelada por Bill Hader.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 24 de abril.

A série foi cocriada por Hader ao lado de Alec Berg.

Na produção, Hader vive um ex-combatente da Marinha norte-americana que passa a levar seus dias como um assassino de aluguel no meio oeste do país. Desesperado, ela aceita um emprego em Los Angeles, onde ele descobre um inesperado interesse pelas artes cênicas, que se torna sua grande aspiração profissional.

O elenco ainda conta com Henry Winkler, Stephen Root, Sarah Goldberg, Anthony Carrigan e Glenn Fleshler.

‘Trem-Bala’: Filme de Ação com Brad Pitt já está disponível na HBO Max

A comédia de ação ‘Trem-Bala‘, estrelada por Brad PittSandra Bullock, já está disponível no catálogo brasileiro da HBO Max.

Na trama, cinco assassinos de aluguel descobrem que estão atrás do mesmo objetivo em um trem de alta velocidade que liga Tóquio a Morioka.

Confira o trailer legendado:

Baseada no livro Maria Beetle’ de Kotaro Isaka, a trama acompanha “cinco assassinos que se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?”.

O elenco também conta com Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-JohnsonHiroyuki SanadaBad Bunny.

A Estranha Comédia da Vida

(La Stranezza)

 

Elenco:

Toni Servillo
Salvatore Ficarra
Valentino Picone

 

Direção: Roberto Andò

Gênero: Comédia

Duração: 103 min.

Distribuidora: Risi Film

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 30 de Novembro de 2023

Sinopse: 

Sebastiano e Onofrio, dois agentes funerários sicilianos, resgatam inesperadamente Luigi Pirandello de uma debilitante crise criativa.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Roberto Andò também assina o roteiro ao lado de Ugo Chiti e Massimo Gaudioso;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

As Animações no Painel da Fox – Teve até Produção Brasileira no Meio

O Painel da FOX, na CCXP 2016, que ocorreu nesta sexta-feira dia 2, trouxe duas novas animações, uma da DreamWorks Animation e outra brasileira!

Pela DreamWorks Animation, veio O Poderoso Chefinho (The Boss Baby). O filme conta a história de um bebe recém-chegado na família que é um chefe da máfia! Usando paletó e gravata, com a carteira cheia de dinheiro e todo trabalhado no estilo, esse bebê, com voz de Alec Baldwin, fará da vida do irmão mais velho um inferno. Sobre o filme, o painel ofereceu o trailer e uma sequência inédita especialmente para a CCXP 2016. Pelo material oferecido, o filme promete boas sátiras do universo dos filmes de máfia. Previsão de estreia para março de 2017.

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A outra animação do painel foi a produção brasileira Lino – O Filme! A apresentação contou com a presença do diretor e mais dois membros da equipe. Lino – O Filme terá as vozes de Selton Mello, como protagonista, Paolla Oliveira e Dira Paes. Segundo o diretor, o processo de criação da animação partiu da interpretação dos atores: primeiro foram captadas as vozes e, com base nelas, as animações foram construídas.

Lino – O Filme conta a história de um animador de festa infantil que deseja mudar de vida. Depois que procura ajuda de um mago, ela acaba se transformado na própria fantasia (uma espécie de gato gigante colorido). O trailer aponta um material de alta qualidade, seja na parte plástica, seja no conteúdo, lembrando muito as animações norte-americanas. O filme é uma parceria entre a FOX e a StartAnima. Previsão de estreia para 2017.

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O público presente reagiu da melhor forma possível às duas animações. Aguardar para ver o resultado nos cinemas.

Crítica | ‘Dia Zero’ – Suspense político na NETFLIX abre o caminho para o brilho de Robert de Niro

Um ataque cibernético em grande escala ameaça o solo norte-americano. Dá pra imaginar isso na vida real? Bem, na ficção é o cenário da aguardada minissérie da Netflix Dia Zero – primeiro projeto seriado protagonizado pelo lendário Robert de Niro.

Um liquidificador de atritos com manobras políticas, sociopatas descarados, o quarto poder se manifestando, retóricas radicais, vão se tornando elementos de um campo minado político que apresenta em sua figura central as fragilidades de um ex-presidente que embarca na jornada do herói – aos trancos e barrancos.

O ex-mandachuva da maior potência mundial (Robert de Niro) vive seus dias na tranquilidade de sua confortável residência ao lado da esposa. Certo dia, após um ataque hacker sem precedentes, é convocado pela atual presidente (Angela Bassett) para ser o encarregado pela ‘comissão do dia zero’ – uma ação definida pela presidente com extensão de poderes totais até os responsáveis serem descobertos. Aos poucos vai percebendo que nada será simples.

Os episódios iniciais buscam preencher as lacunas no modo de pensar e atual momento do protagonista, algo que se torna prolongado, caindo em certa redundância. Mesmo assim, o desenvolvimento do personagem chama a atenção, com mistérios sobre sua saúde mental, um segredo escondido durante sua administração, sua rede de contatos e uma relação complicada com a filha. Há também um conflito interessante quando percebe um país e governo completamente diferentes dos seus tempos como presidente. De Niro debuta no mundo das séries com eficiência dando vida a esse difícil personagem.

Falar de política é sempre complexo ainda mais num país que tem cada detalhe esmiuçado em todos os cantos. Mas esse roteiro consegue furar barreiras do ‘politiquês’, transformando esse eterno caldeirão para os tempos atuais. Nos sentimos em alguns momentos numa espécie de jogo de RPG político onde ficamos imaginando o que faríamos se fossemos tal personagem.

Aos poucos, um ninho de cobras que vão de empresários controladores, empreendedores com dedo no governo (já viram isso por aí, né?), até políticos em busca do mais alto escalão vão dando as caras dentro de uma certa obviedade em forma de armadilha política. A arte do convencimento se choca com uma variável bem explorada: o confronto com o inimigo interno.

Outro ponto interessante é que as subtramas – muito bem aproveitadas – ajudam a contar essa história. Temos a filha deputada, que por desavenças com o pai aceita ser marionete num jogo de poder, um fiel escudeiro com segredos no passado, uma competente chefe de gabinete com laços secretos com o ex-chefe, entre outros e outras.

Dividida em seis longos episódios Dia Zero embala na reta final, mais precisamente no penúltimo episódio com as cartas escondidas se mostrando chaves para resoluções. Então paciência que pode ser recompensado! Pra quem curte projetos onde não ficam prontas soltas, esse pode ser um bom achado.

Os Cachorros Mais Famosos do Cinema

Todos adoramos as postagens fofas de cachorros nas redes sociais. Antes delas, porém, o melhor amigo do homem já fazia sucesso em outras mídias, como no cinema. E estes queridos animais de estimação seguem rendendo muito material para a sétima arte. A prova disso é O Caminho da Floresta, primeira superprodução da 20th Century Pictures, sem a Fox, já nos domínios da Disney.

O filme, que estreia nesta quinta-feira nos cinemas pelo Brasil e o mundo, narra as aventuras de Buck, uma mistura de São Bernardo e Pastor Scotch, da Califórnia até os caminhos gelados do Canadá na década de 1890. O longa é baseado no livro de Jack London, já foi adaptado ao cinema outras duas vezes no passado, e a nova versão traz o astro Harrison Ford protagonizando.

Crítica | O Chamado da Floresta – A pedida ideal para as Férias da Garotada

Pensando nesta homenagem a estes seres que não as recebem o suficiente, o CinePOP resolveu criar sua nova lista com os cães mais famosos da sétima arte. Vem conhecer e depois assista aos filmes com seu doguinho.

Lassie

Talvez o cachorro mais icônico do cinema e o primeiro que vêm à mente quando falamos do assunto, a cadelinha Collie é uma verdadeira veterana do cinema. Seu primeiro filme foi lançado em 1943 com o título Lassie Come Home – no Brasil se chamou A Força do Coração. O longa traz a lendária Elizabeth Taylor ainda criança no elenco, e foi indicado ao Oscar de melhor fotografia. Na trama, a cadelinha é vendida de sua família, mas foge, atravessando o país para retornar a seus antigos donos.

O filme rendeu inúmeras sequências, algumas ainda na década de 1940, como A Coragem de Lassie (1946), novamente com Elizabeth Taylor no elenco, agora um pouco mais velha na fase da adolescência. Em 1954, a cachorrinha ganhava sua própria série de TV, que durou nada menos que 19 temporadas, até 1974. Na TV, Lassie voltou a estrelar seu próprio seriado em 1989 e depois em outra série em 1997.

Seus últimos filmes famosos foram produções de 1994 (estrelada por Michelle Williams e Helen Slater), 2005 (estrelada por Peter O’Toole e Samantha Morton) e este ano foi lançado Lassie Come Home, remake da obra de 1943, novamente baseada no livro de Eric Knight.

Rin-Tin-Tin

 

Chegando junto na popularidade, o pastor alemão Rin-Tin-Tin pode ser considerado um astro da era de ouro de Hollywood. Sua primeira aparição foi ainda na era muda, em 1922, no filme The Man from Hell’s River. No ano seguinte voltaria em Where the North Begins (Onde o Norte Começa). Dali seriam mais 22 filmes até 1930, se tornando um dos “atores” mais constantes do cinema da época. O cãozinho também estrelou sua própria série TV: As Aventuras de Rin-Tin-Tin, que durou 5 temporadas, de 1954 a 1959.

Totó

O melhor amigo do homem também se contenta em ser um coadjuvante de luxo. Ainda mais se for em um dos maiores clássicos da sétima arte e uma das produções mais queridas de todos os tempos como O Mágico de Oz (1939). Totó, o cachorrinho de Dorothy (Judy Garland, aquela mesma vivida recentemente por Renée Zellweger, que acabou de lhe render um Oscar), acompanha a menina em sua aventura por uma terra mágica e muito perigosa. O cãozinho da raça Cairn Terrier nunca ganhou um filme próprio nem uma série como seus colegas acima, mas esteve envolvido numa produção indicada para 6 Oscar, incluindo melhor filme, e vencedora de 2 prêmios.

Dama e Vagabundo

Por falar em clássicos para toda a família, ninguém tem mais propriedade em tais obras do que a Disney. E em 1955, o estúdio criava uma de suas animações mais adoradas de todos os tempos, que serviu para impulsionar seus filmes a uma nova era. A Dama e o Vagabundo apresentava uma história de amor proibida – com grande analogia a classes sociais, entre uma “dama”, a cadelinha da raça Cocker Spaniel, e um “vagabundo”, um cãozinho vira-lata. Quem poderia esquecer a cena da macarronada no restaurante italiano?

No final do ano passado, o estúdio lançou um remake da obra em live-action direto em sua plataforma de streaming Disney+. O longa contou com as vozes de Thessa Thompson como a Dama, e Justin Theroux como o Vagabundo.

101 Dálmatas

Alguns anos depois, o estúdio voltaria a apostar em cãezinhos como tema de uma animação – que não por menos atingiria novo status de culto. Desta vez era a raça dálmata que ganharia os holofotes, quando um casal adota um macho e uma fêmea e eles dão a luz a nada menos que 101 filhotes. Mas isso não é tudo, já que a animação de 1961 introduziu também uma das mais inesquecíveis vilãs da casa de todos os tempos – a megalomaníaca Cruella De Vil, cujo maior sonho é fazer um casaco com pele pintada dos cachorrinhos.

101 Dálmatas se tornou também a primeira refilmagem em live-action do estúdio, antes do conceito virar a febre que é hoje. Em 1996, Glenn Close brilhou na pele da vilã, e voltaria ao papel na sequência 102 Dálmatas (2000). Ano que vem é a vez da Oscarizada Emma Stone viver a personagem numa pré-sequência que mostrará a juventude de Cruella.

Scooby-Doo

Tudo bem, Scooby-Doo sempre fez mais sucesso na TV do que no cinema. Mas o fato é que o cão da raça Dogue Alemão já ganhou dois filmes em live-action lançados para o cinema – um em 2002 e uma continuação em 2004 -, um filme em live-action lançado direto em vídeo (Scooby-Doo! O Mistério Começa, 2009), e este ano ganhará sua primeira animação para as telonas com diversas participações de queridos personagens do universo da Hanna-Barbera. Scooby-Doo foi ao ar pela primeira vez ainda em 1969.

Benji

Outro cãozinho bem famoso em filmes de Sessão da Tarde é o desgrenhado Benji, da raça Cairn Terrier, a mesma do Totó de O Mágico de Oz. Tudo começou em 1974, com Benji, o Filme, no qual o pequeno corajoso resgata duas crianças sequestradas. Benji ganhou sequências em 1977 e em 1987. A mais recente encarnação do cãozinho foi numa produção da Netflix de 2018.

Uma das mais curiosas, no entanto, é Benji – O Cachorro Divino (1980), filme no qual Chevy Chase interpreta um detetive assassinado que volta na forma do cãozinho para vingar sua própria morte.

Cujo

Nem só de catioros bonzinhos vive o mundo de cinema. Muito pelo contrário. Um dos mais temidos e assustadores é o protagonista deste filme de terror, que leva justamente seu nome. Cujo é baseado no livro de Stephen King (e quem mais poderia ser) e conta a história de um São Bernardo amigável, até ser mordido por um morcego raivoso e perseguir por uma noite inteira uma mãe e seu pequeno filho.

Jerry Lee

Recentemente, falei sobre K-9: Um Policial Bom pra Cachorro (1989) na lista dos filmes buddy cop. Seguindo o rastro de Rin-Tin-Tin, o cão da raça Pastor Alemão Jerry Lee também fez sucesso nesta comédia policial estrelada por James (Jim) Belushi. O longa rendeu duas continuação (1999 e 2002), ambas lançadas em vídeo.

Bad Boys e os Buddy Cop do Cinema – Os Filmes de Parceiros Policiais

Hooch

Também um detetive da polícia, Hooch, um cão da raça Dogue de Bordéus, igualmente figurou na lista dos filmes buddy cop. Seu parceiro é ninguém menos do que o duplamente Oscarizado Tom Hanks, no filme Uma Dupla Quase Perfeita (1989). Um inconveniente deste cachorro bonachão são seus litros de baba.

Beethoven

O cinema adora utilizar os cães da raça São Bernardo para estrelar seus filmes. Isso porque os gigantescos animais são dóceis e peludos, se tornando o contraponto perfeito para humanos incomodados. Aqui, o estorvo atende pelo nome de Beethoven, que transforma a vida do pai de família vivido por Charles Grodin num inferno. Beethoven, o Magnífico (1992), rendeu uma continuação nos cinemas logo no ano seguinte, e mais três lançadas direto em vídeo nos anos 2000, 2001 e 2003.

Milo

Talvez os melhores cães de filme são aqueles que não protagonizam suas produções. Bem, ao menos tais obras são melhores. Aqui, Milo é o coadjuvante mais que carismático de Jim Carrey em O Máskara (1994). O cãozinho da raça Jack Russell Terrier é tão importante para a trama que, além de tirar o protagonista da prisão numa cena hilária, ainda ganha destaque ao usar ele mesmo também a máscara do título.

Marley

 

Baseado no livro Best-seller lacrimoso de John Grogan, sobre suas próprias experiências com o cachorro Marley, um labrador amarelo. No filme Marley & Eu (2008), Owen Wilson vive Grogan, e Jennifer Aniston embarca na comédia dramática na pele da esposa do protagonista.

Hachiko

Por falar em filme lacrimoso, nenhum consegue superar o devastador Sempre ao Seu Lado (2009), baseado numa história real pra lá de triste ocorrida no Japão. O cachorro da raça Akita Inu é resgatado por uma família e jura lealdade a Parker, personagem vivido por Richard Gere, um professor. Seu animal de estimação vai todo dia esperá-lo na estação de trem ao voltar do trabalho. Mas o que acontece quando um dia o dono não aparece mais? É para doer o coração do mais frio dos homens. O verdadeiro Hachiko ganhou uma estátua na estação real.

Marmaduke

Outro famoso cão da raça Dogue Alemão, Marmaduke nasceu das páginas das histórias em quadrinhos criadas por Brad Anderson e Phil Leeming em 1954. Demorou, mas o personagem falante ganharia um filme próprio em 2010. Uma curiosidade é que depois de viver o dono de Marley, o ator Owen Wilson passou para o outro lado, interpretando agora o próprio Marmaduke ao ceder sua voz para a dublagem. Emma Stone também dubla uma cadelinha no longa.

Frankenweenie

O diretor Tim Burton faz o caminho inverso da Disney ao adaptar na forma de um longa em animação stop-motion seu curta-metragem em live-action (um dos primeiros trabalhos de sua carreira). O longa Frankenweenie (2012), uma versão de Frankenstein com cachorros, conta sobre um menino decidindo trazer de volta à vida seu melhor amigo, um cãozinho da raça Bull Terrier, através de uma experiência científica.

Floquinho

Criado por Mauricio de Sousa, o cachorro verde do Cebolinha é na verdade um cãozinho da raça Lhasa Apso. Ano passado, a Turma da Mônica finalmente saiu do papel para as telonas em Laços, e Floquinho teve grande importância na trama, sendo seu motivador.

10 Filmes de Terror que Foram CANCELADOS – sem que você soubesse que estavam sendo produzidos

Os Filmes de terror geralmente são os mais lucrativos do cinema. Isso porque custam pouco para produzir (não contando com grandes nomes no elenco, locações ou efeitos) e costumam render muito – já que seu público-base são os jovens, a maior fatia pagante dos cinemas. Fazer um filme de terror deveria ser o investimento certo de qualquer estúdio. E embora todo ano tenhamos uma boa safra deles, nem todos chegam a ver a luz do dia. Até mesmo quando falamos de franquias famosas do gênero. Abaixo iremos conhecer 10 filmes promissores que foram cancelados por seus estúdios pelos mais variados motivos. Conheça.

Escape Room 3

Escape Room’ foi lançado em 2018 e rapidamente se tornou uma franquia em potencial bastante querida dos fãs. Também pudera, a ideia é uma espécie de ‘Jogos Mortais’ misturada com ‘Premonição’, onde um grupo de pessoas tenta sair dos infames “escape rooms”, que guardam consequências mortais. Embora os produtores da Sony não tenham confirmado oficialmente o cancelamento de um terceiro filme, alguns fatores podem ter sido decisivos para o filme não ter sido anunciado até hoje.

O primeiro deles é que a continuação arrecadou bem menos do que o original, mesmo levando em conta que foi lançada em 2021 no auge da pandemia. Segundo, a jovem Taylor Russell (a protagonista) se torna uma atriz cada vez mais badalada (tendo protagonizado ‘Até os Ossos’ e confirmada nos remakes de ‘Thomas Crown’ e ‘Mulher Solteira Procura’), o que pode fazê-la não aceitar um terceiro filme. Muitos acreditam que a terceira parte deveria ter sido criada no embalo do segundo, mas já se passaram quatro anos…

A Mulher Invisível

Depois do sucesso de ‘O Homem Invisível’ (2020), do diretor Leigh Whannell, uma sequência que seria intitulada ‘A Mulher Invisível’ começou a ser desenvolvida pela Universal Pictures. A protagonista Elisabeth Moss estava bastante empolgada em retornar a tal universo, confirmando sua participação no longa. Porém, com os anos passando e o fracasso de ‘Lobisomem’, o novo filme do diretor lançado esse ano, o próprio revelou durante a estreia do longa citado que seu projeto para ‘A Mulher Invisível’ estava “morto”.

Ele seguiu para revelar que o estúdio poderia sim vir a fazer uma sequência, mas que não teria envolvimento dele. É dito também que a atriz e diretora Elizabeth Banks estava desenvolvendo uma versão de ‘A Mulher Invisível’ e a Universal pode usar esta ideia para ser a continuação – que talvez seja uma ideia totalmente nova, sem Moss no elenco. Veremos.

Jogos Mortais XI

Esse aqui pode ser uma surpresa para muitos, ainda mais levando em conta que o filme ainda consta em muitos calendários de lançamento para este ano de 2025 – depois de ter sido adiado de 2024. Acontece que o objetivo é pegar carona no hype do sucesso de Jogos Mortais X, um dos mais elogiados da franquia – lançado em 2023.

Porém, segundo relatos estaria rolando uma briga de bastidores entre produtores, que não conseguem decidir sobre qual caminho a franquia deve seguir. Jornalistas do meio afirmam que o projeto foi cancelado. Também precisamos levar em conta que o protagonista Tobin Bell já passou dos 80 anos de idade, então mais um filme precisaria sair o mais rápido possível do papel.

Crossover entre ‘Sobrenatural’ e ‘A Entidade

Essa é uma das ideias mais insanas para um filme de terror, mas que poderia dar certo. Acontece que as franquias de assombrações ‘Sobrenatural’ e ‘A Entidade’ possuem o mesmo estúdio e seus produtores estavam tentando encontrar um jeito de que as duas habitassem o mesmo filme. ‘Sobrenatural’ é a mais bem-sucedida das duas e já possui cinco filmes.

É sabido também que as continuações de ‘Sobrenatural‘ foram ficando cada vez mais fracas, com o último chegando em 2023, dirigida pelo ator Patrick Wilson. Já ‘A Entidade’ foi um filme elogiado de 2012, que contou com a presença de Ethan Hawke no elenco. Porém, sua continuação ficou estacionada lá em 2015, sem nada de concreto há 10 anos. Agora imagine como seria a briga das entidades feiosas de outra dimensão?

Remake de ‘Aracnofobia

Sucesso de 1990 que marcou época, ‘Aracnofobia’ fez todos aumentarem seus medos de aranha. Um remake para o longa foi anunciado em 2022 – que teria James Wan e o diretor do original Frank Marshall como produtores. Para comandar a obra estava vinculado Christopher Landon (‘A Morte te dá Parabéns’). Porém, durante a divulgação de seu mais recente filme ‘Drop: Ameaça Anônima’, Landon revelou que havia deixado o projeto.

O cineasta também revelou que sua versão do roteiro traria de volta o exterminador de insetos Delbert McClintock (papel de John Goodman) e que seria mais voltado ao “Body Horror”. Talvez isso tenha deixado o estúdio preocupado. Landon revelou que o estúdio talvez vá em frente com o remake, mas não terá ligação alguma com o projeto.

Planet of the Dead

Planet of the Dead’ seria a continuação de ‘Army of the Dead’, superprodução da Netflix dirigida por Zack Snyder. Muitos devem lembrar que na época Snyder planejava todo um universo cinematográfico focado em seus zumbis e nos personagens que os combatiam. A notícia do retorno Snyder iria retornar ao mundo dos mortos-vivos foi recebida com entusiasmo, já que o primeiro filme do diretor (e um de seus mais elogiados) é ‘Madrugada dos Mortos’, então foi um retorno às origens.

Porém, o longa não foi recebido com a melhor das avaliações, nem pelos críticos e nem pelo público. Assim, tudo o que recebeu foi uma espécie de derivado, com ‘Exército de Ladrões’, no final do mesmo ano. E bem, esse derivado foi totalmente ignorado. Assim, os planos para a continuação e uma série animada foram varridos para debaixo do tapete. Junte a isso a má recepção do filme que Snyder fez a seguir, a saga ‘Rebel Moon’.

Pequena Loja de Horrores

Você certamente já ouviu esse título. Tudo começou na forma de um filme B lançado em 1960 dirigido pelo mestre do gênero, o saudoso Roger Corman. Foi ele quem bolou a ideia de uma planta carnívora gigante e falante, que se alimenta de humanos, nessa comédia de humor ácido. A ideia cult ganharia os palcos da Broadway na forma de um musical, e nos anos 80, esse musical viraria filme – com a participação de atores como Rick Moranis, Steve Martin e Bill Murray.

Há algum tempo um novo ‘Pequena Loja de Horrores’ vinha sendo anunciado, com Scarlett Johansson, Chris Evans e Taron Egerton no elenco. O que seria uma versão bem grandiosa da história. Porém, o projeto ficou estacionado por um longo tempo e terminou por sumir das fichas de produções vindouras do trio, muito provavelmente tendo sido cancelado.

Você é o Próximo 2

Você já ouviu falar em ‘Você é o Próximo’? Bem, se você é um fã de terror, deveria. Isso porque o filme fez um enorme sucesso entre os amantes do cinema alternativo e independente, com sua premissa básica, mas muito eficiente. De fato, o longa sequer chegou a ser lançado nos cinemas do Brasil, chegando direto em vídeo em 2013. A fórmula lembra bastante a de ‘Casamento Sangrento’, filme de 2019 que se tornou mais popular e inclusive vai ganhar sequência.

Em ambos os filmes temos uma jovem indo conhecer a família de seu companheiro e se deparando com um verdadeiro massacre, no qual ela tem que se mostrar forte e tomar o controle da situação, se mostrando uma verdadeira personagem badass. Assim, os produtores tinham vontade de trazer a heroína Erin (Sharni Vinson) para mais um round contra novos assassinos, mas a verdade é que já se passou mais de 10 anos para termos a continuação de um filme cult, que nem todo mundo conhece.

Atividade Paranormal 8

E se muita gente pode não conhecer ‘Você é o Próximo’, certamente todos conhecem a franquia ‘Atividade Paranormal’, mesmo que você não seja particularmente fã do gênero. Acontece que o primeiro filme deu o que falar em um festival e até Steven Spielberg virou porta-voz do terror de baixo orçamento sobre uma casa assombrada, com apenas dois personagens basicamente e todo criado no estilo found footage. O longa original participou de festivais ainda em 2007, mas demoraria dois anos para ser descoberto pelo grande público.

Depois disso vieram nada menos que seis continuações. E é claro que uma franquia tão lucrativa não pode ficar morta por muito tempo, assim alguns produtores já estavam coçando as mãos para tirar do papel um eventual ‘Atividade Paranormal 8’. Mas quando nem o chefe do estúdio acha que isso é uma boa ideia. Foi o que Jason Blum, o dono da Blumhouse, disse. Segundo o próprio: “a franquia está morta, deixem ela descansar”.

Cães de Caça 2

Aqui voltamos para o terreno do cinema cult B de terror. Você pode nunca ter ouvido falar de ‘Cães de Caça’ (2002). Mas as chances são maiores de você ter ouvido falar de ‘Abismo do Medo’ (2005), um dos filmes mais elogiados do gênero. Acontece que a ligação entre os dois é o diretor Neil Marshall. ‘Cães de Caça’ foi o primeiro longa da carreira do cineasta, um filme de lobisomens diferente, repleto de ação e efeitos práticos à moda antiga. A história mostra um grupo de militares altamente treinados, em uma missão de rotina numa pequena cidade.

No local, eles se deparam com um mal inimaginável, uma matilha de lobisomens prontos para devorá-los. O longa virou cult entre os aficionados pelo gênero. O diretor começou a cogitar a possibilidade de uma continuação, e começou a instigar os fãs nesse sentido. O problema é que mais de vinte anos se passaram sem que Marshall conseguisse o sinal verde. O próprio agora fala em uma espécie de sequência espiritual para o filme.

‘Watchmen’: Série da HBO ganha primeira imagem; Confira!

A aguardada série da HBO, Watchmen‘, ganhou a primeira imagem.

Confira:

 

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Who Watches The Watchmen? #WatchmenHBO

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A série terá sua trilha sonora composta e produzida pela aclamada dupla do Nine Inch Nails, Trent Reznor e Atticus Ross. Essa será a primeira vez que os músicos assinam a composição musical de um seriado de TV.

O veterano Jeremy Irons (‘Batman V Superman: A Origem da Justiça’) será um dos protagonistas. O elenco ainda conta com Yahya Abdul-Mateen II, Tom Milson, Frances Fisher, Jacob Ming-Trent, Louis Gossett Jr., Regina King, Don Johnson, Adelaide Clemens, Andrew Howard e Tim Blake Nelson.

O criador da série, Damon Lindelof, revelou que a nova produção não será baseada nos quadrinhos da Vertigo. Ele afirma que o material original é sagrado e não pode ser “recauchutado”.

“Não temos o desejo de ‘adaptar’ as edições criadas pelo Sr. Moore e o Sr. Gibbons há trinta anos. Esses volumes são sagrados e não serão recauchutadas nem recriados, tão pouco reproduzidos ou reinicializados. Esse material será ‘remixado’, considerando que a qualidade dessas famosas ‘canções’ são boas demais e nós não somos tolos ao ponto de reproduzir. Esses 12 volumes originais são o nosso Antigo Testamento, para esclarecer. ‘Watchmen‘ é um cânone”.

Lindelof também é o produtor executivo da série.

‘Godzilla 2’: Arte conceitual revela visual diferente do Ghidorah; Confira!

Uma nova arte conceitual de ‘Godzilla 2: Rei dos Monstros‘ foi divulgada, revelando um design muito diferente do Ghidorah que vimos na edição final.

Confira:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

 

‘Frozen 2’ ganha HILÁRIO trailer honesto; Assista!

A sequência ‘Frozen 2‘ ganhou um trailer honesto hilário.

Confira:

Sucesso nos cinemas, o longa já arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a animação com a MAIOR bilheteria da história dos cinemas.

O Auto da Boa Mentira

 

Elenco:

Leandro Hassum

Rocco Pitanga

Nanda Costa

Jesuíta Barbosa

 

Direção: José Eduardo Belmonte

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 29 de Abril de 2021

Sinopse: 

Dizem que mentira tem perna curta. Se isso é verdade, a bichinha corre rápido, viu! Em quatro histórias inspiradas em contos bem humorados de Ariano Suassuna, cada uma criada a partir de frases do poeta paraibano, conhecemos Helder, Fabiano, Pierce e Lorena, vivendo diferentes situações onde, ironicamente, a mentira é sempre a protagonista.

Curiosidades: 

» O longa é inspirado pelas aulas-palestras do escritor Ariano Suassuna;

» O roteiro da comédia foi escrito por Tatiana Maciel, Célio Porto e João Falcão;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Viúva Negra’ deve arrecadar quase US$ 90 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, ‘Viúva Negra‘ arrecadou impressionantes US$ 39.5 milhões durante a sexta-feira nas bilheterias dos EUA, com as projeções indicando uma estreia de US$ 89 milhões em seu primeiro final de semana no país – o que representa a MAIOR estreia desde o início da pandemia.

Além disso, pela primeira vez desde a pandemia, a expectativa é que, juntos, todos os filmes em exibição ultrapassem a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias do país, com estimados US$ 125 milhões em arrecadação – essa será a MAIOR arrecadação nos EUA desde a estreia do live-action de ‘Sonic‘ (que ajudou a acumular US$ 156.1 milhões em seu final de semana).

Esse é um grande indicador que a indústria cinematográfica está se recuperando, ainda que 20% dos cinemas do país permaneçam fechados.

Vai assistir Viúva Negra? Entenda como funciona o Premier Access do Disney+

Com mais de 140 reviews publicadas, o filme recebeu seu selo de certificado Fresh no Rotten Tomatoes.

Quando pelo menos 60% das críticas são positivas, o filme recebe o status de Fresh no Rotten Tomatoes, e um ícone de tomate vermelho é exibido na página do título com destaque.

Segundo o consenso geral, “os temas mais profundos se afogam em meio a tanta ação, mas [o filme] continua como uma sólida e divertida aventura solo que é guiado por um estelar elenco coadjuvante”. 

O longa recebeu 84% de aprovação, com nota 7.20/10.

Confira os principais comentários abaixo:

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

“Uma mistura satisfatória de músculos e emoção” – Time Out.

“Mesmo onze anos depois, Natasha Romanoff ganhou um filme que faz justiça ao seu status como espiã lendária” – Cinemanía.

Viúva Negra dá a Nat um legado que pode estender fundo no MCU e mudá-lo para o melhor” – Den of Geek.

“[O filme] parece uma oportunidade perdida – uma adição enérgica no Universo Cinemático Marvel que acalma o público até aventuras maiores e mais ricas chegarem” – Screen International.

“Apesar de não saber por que o filme precisava existir, acredito que [a diretora] Cate Shortland consturiu uma obra realmente fascinante e divertida” – Le Noir Auteur.

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Entrevista com o Vampiro’: Ator de ‘Billions’ será Daniel Molloy na nova adaptação da AMC

De acordo com o Variety, Eric Bogosian (‘Billions’) entrou para o elenco da série ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview with the Vampire), nova adaptação da clássica saga literária de Anne Rice.

O ator interpretará Daniel Molloy, papel de Christian Slater na adaptação de 1994.

O ator se junta aos previamente confirmados Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que será o vampiro Louis de Pointe du Lac; Sam Reid (‘The Newsreader’), que dará vida ao vampiro Lestat; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’, que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.

Assista às primeiras cenas da produção abaixo:

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.