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Assinantes do Amazon Prime Video estão DIVIDIDOS sobre novo filme da produtora de ‘Hereditário’ e ‘A Bruxa’

Apesar de ter conquistado nada menos que 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo filme da produtora A24 está dividindo os assinantes do Amazon Prime Video.

A Lenda do Cavaleiro Verde‘ (The Green Knight), da produtora ‘A Bruxa‘ e ‘Hereditário‘, falhou em conquistar totalmente os assinantes – que acharam a obra confusa e pretensiosa.

Confira as reações no Twitter:

A obscura adaptação dos contos arturianos estrelada por Dev Patel conquistou os críticos com a altíssima nota 8.50/10, e o consenso geral indica que o filme “desconstrói seu material original em medida igual, produzindo uma aventura envolvente”.

Veja os principais comentários:

Crítica | ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’ é uma poderosa história sobre honra e caráter

“Fãs de contos épicos como ‘O Senhor dos Anéis’ ficarão transfixados com essa viagem inteligente e soberba” – Deadline.

A Lenda do Cavaleiro Verde é a melhor adaptação arturiana do cinema” – Polygon.

“O filme é mais reflexivo que exuberante. É também completamente investido em criar sua própria mágica, em seu próprio tempo” – Chicago Tribune.

“O filme é uma onírica peça de arte que reconta a jornada do clássico herói como um conto hipnótico nutrido de magia e horror sobrenatural” – THR.

A Lenda do Cavaleiro Verde é uma experiência incrível, informada pela curiosidade infinita de Dev Patel e por sua performance devastadoramente sensual” – Slashfilm.

David Lowery dirige a produção.

A história é uma reimaginação da clássica lenda de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

O elenco também conta com Alicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson estrelam.

 

‘Grown-ish’: Vídeo nos leva para conhecer os bastidores da 4ª temporada; Assista!

O canal Freeform divulgou um novo vídeo promocional da 4ª temporada de ‘Grown-ish‘, levando o público a conhecer os bastidores do ciclo.

Confira, junto ao trailer:

A produção retornará com episódios inéditos amanhã, 27 de janeiro.

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey, filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

Yara Shahidi, Trevor Jackson, Francia Raisa, Emily Arlook, Jordan Buh, Chloe Bailey, Halle Bailey e Luka Sabbat estrelam.

Leia o roteiro de ‘Homem-Aranha – Sem Volta para Casa’ GRATUITAMENTE na internet

Ótimas notícias para os fãs de ‘Homem-Aranha’!

Deadline disponibilizou gratuitamente hoje (26) o roteiro oficial de ‘Sem Volta para Casa’, terceiro filme da franquia estrelada por Tom Holland como o personagem titular.

O roteiro em questão carrega o título de produção ‘Serenity Now’, e foi assinado por Chris McKenna e Erik Sommers.

Você pode conferir o documento clicando aqui!

Durante uma entrevista para a Variety, Sam Raimi, o diretor da trilogia original do ‘Homem-Aranha‘, revelou como reagiu ao rever Tobey Maguire reprisando seu papel como Peter Parker no novo filme do Cabeça de Teia.

Enquanto promovia ‘You’re Dead Hélène’, um curta indicado ao Oscar e produzido por ele, Raimi também comentou sobre as performances de Willem Dafoe e Alfred Molina, intérpretes do Duende Verde e do Dr Octopus, respectivamente.

“Eu amei ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘. Foi muito divertido, e o público com quem eu estava foi à loucura. Foi muito gratificante ver Alfred e Willem desempenhando seus papéis. Esses caras levaram seu personagens a outros níveis. E Tobey estava incrível, como sempre. Se eu pudesse definir esse filme em uma palavra, seria ‘revigorante’.”

Lembrando que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Crítica | Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é o filme DEFINITIVO do Cabeça de Teia 

Sequência direta de ‘De Volta para Casa‘ e ‘Longe de Casa‘, ‘Homem-Aranha 3: Sem Volta para Casa‘ mostrará os novos conflitos de Peter Parker. Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Desmascare a verdade no novo pôster INCRÍVEL de ‘Batman’; Confira!

Warner Bros. divulgou hoje (26) um novo cartaz incrível do aguardado longa-metragem ‘Batman’, que traz Robert Pattinson como o icônico personagem titular.

O pôster em questão reúne o elenco protagonista e vem acompanhado da seguinte frase: “desmascare a verdade”.

Confira:

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Paul Dano (Charada), Colin Farrell (Pinguin), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Metalinguagem em cena: 10 filmes que falam sobre filmes para conferir nos streamings

A sétima arte sempre teve uma paixão por si mesma – e não é de agora que o cinema cita a si mesmo em diversas produções.

Desde o clássico musical Cantando na Chuva (um dos melhores filmes já feitos na história) até o revolucionário slasher Pânico (que adotou a metalinguagem como um dos símbolos do terror noventista), o espectro cinematográfico encontrou espaço de sobra para mencionar a si mesmo quando possível e criar mágica ao convidar o público a conhecer os bastidores do processo criativo de uma maneira lúdica, didática e, na maioria das vezes, envolvente e reflexiva.

Pensando nisso e aproveitando o recente aniversário de lançamento de O Artista no Brasil, o CinePOP preparou uma breve lista separando dez grandes filmes que falam sobre… Filmes (e em quais streamings você pode assistir a eles).

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

CANTANDO NA CHUVA (1952)

Onde assistir: Apple TV+

Considerado não apenas um dos maiores musicais, mas também um das maiores produções hollywoodianas de todos os tempos, Cantando na Chuva’ é uma deliciosa releitura da transição do cinema mudo para o falado – e traz ninguém menos que Gene KellyDebbie Reynolds no elenco protagonista. A trama acompanha Don Lockwood (Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen), dois dos grandes astros do cinema mudo que se veem ameaçados com a chegada dos talkies (os filmes com falas). Com o estúdio em que trabalham decidido a fazer uma superprodução com o casal, Don e Lina precisam entretanto superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.

8 1/2 (1963)

Onde assistir: Telecine

O aplaudido filme de Federico Fellini definitivamente não poderia ficar de fora da nossa seleção. Vencedora do Oscar de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, a produção foi elogiada pela crítica pela estilosa direção e pelo impecável roteiro, e traz Marcello Mastroianni como o cineasta Guido Anselmi, um famoso cineasta italiano que sofre de bloqueio criativo conforme tenta dirigir um épico sci-fi. Mergulhado em uma crise existencial e pressionado pelo produtor, pela mulher, pela amante e pelos amigos, ele se interna em uma estação de águas e passa a misturar o passado com o presente, ficção com realidade.

CINEMA PARADISO (1988)

Onde assistir: HBO GO

Nos anos que antecederam a chegada da televisão em uma pequena cidade da Sicília, o garoto Toto (Salvatore Cascio) ficou hipnotizado pelo cinema local e iniciou uma amizade com Alfredo (Philippe Noiret), projecionista que se irritava com certa facilidade, mas tinha um enorme coração. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança quando Toto (Jacques Perrin), agora um um cineasta de sucesso, recebe a notícia de que Alfredo faleceu.

ED WOOD (1994)

Onde assistir: Disney+, Telecine

Tim Burton entregou um dos melhores e mais memoráveis filmes de sua carreira em 1994, quando comandou a cinebiografia Ed Wood. O longa-metragem, estrelado por Johnny Depp, conta a história do cineasta homônimo – que eternizou o próprio nome por todos os motivos errados. A trama é centrada nos relatos nos anos 50, quando Wood se envolveu com um bando de atores desajustados, incluindo um Bela Lugosi (Martin Landau) em fim de carreira. Durante esta época, ele produziu filmes de péssima qualidade, que o fizeram passar para a história como o pior diretor de todos os tempos.

PÂNICO (1996)

Onde assistir: Globoplay, Paramount+

É claro que a história central de Pânico gira em torno da jovem Sidney Prescott (Neve Campbell) sendo perseguida por um assassino mascarado conhecido como Ghostface, mas toda a estrutura do icônico longa-metragem comandado por Wes Craven é baseado em clássicas produções do terror. Utilizando a metalinguagem verborrágica como elemento cenográfico, Ghostface é movido por ‘O Massacre da Serra Elétrica’‘Halloween’‘A Hora do Pesadelo’ para coletar suas vítimas – e faz questão de usar e abusar de referências em discursos poderosos e amedrontadores.

BOOGIE NIGHTS – PRAZER SEM LIMITES (1997)

Onde assistir: Vivo Play

Comandado pelo icônico realizador Paul Thomas Anderson‘Boogie Nights – Prazer Sem Limites’ é ambientado no Vale de San Fernando e funciona como expansão do mockumentário em curta-metragem ‘The Dirk Diggler Show’, também de Anderson. Na trama, Mark Wahlberg vive Eddie Addams, um jovem de 17 anos sexualmente bem-dotado. Ele é descoberto por Jack Horner (Burt Reynolds), um diretor veterano que o transforma em Dirk Diggler, uma celebridade da subcultura do mundo pornô no apogeu dos anos 70. O sucesso faz com que Eddie se envolva no mundo das drogas e a súbita fama pode ter seu preço.

ADAPTAÇÃO (2002)

Onde assistir: Apple TV+

Charlie Kaufman (Nicolas Cage) precisa de qualquer maneira adaptar para o cinema o romance “The Orchid Thief”, de Susan Orlean (Meryl Streep). O livro conta a história de John Laroche (Chris Cooper), um fornecedor de plantas que clona orquídeas raras para vendê-las a colecionadores. Porém, além das dificuldades naturais da adaptação de um livro em roteiro de cinema, Charlie precisa lidar também com sua baixa auto-estima, sua frustração sexual e ainda Donald, seu irmão gêmeo que vive como um parasita em sua vida e sonha em também se tornar um roteirista.

A INVENÇÃO DE HUGO CABRET (2011)

Onde assistir: Prime Video

O ovacionado drama de aventura, dirigido pelo lendário Martin Scorsese estrelado por nomes como Asa ButterfieldChloë Grace MoretzBen Kingsley e Sacha Baron Cohen, gira em torno de um jovem garoto que vive sozinho na estação de trem de Gare Montparnasse, em Paris, nos anos 1930 – e se envolve em um mistério que envolve a última criação maquinária do pai e o pioneiro cineasta Georges Méliès.

WALT NOS BASTIDORES DE MARY POPPINS (2013)

Onde assistir: Disney+

Durante 20 anos, Walt Disney (Tom Hanks) tentou adquirir os direitos de Mary Poppins da escritora australiana P.L. Travers (Emma Thompson), que sempre se recusou a vendê-los para que Disney fizesse “um de seus desenhos bobos”. Entretanto, a crise financeira faz com que ela tenha que negociar. Desta forma, Travers viaja até os Estados Unidos e passa a trabalhar juntamente com a equipe escolhida por Walt Disney para que Mary Poppins possa chegar às telas. Minuciosa e com muita má vontade, ela começa a encontrar problemas de todo o tipo. Como o contrato lhe dá o direito de cancelar a cessão dos direitos caso não concorde com a adaptação, Disney e sua equipe precisam aceitar seus caprichos para que o filme, enfim, saia do papel.

O ARTISTA (2013)

Onde assistir: Prime Video

O vencedor do Oscar de Melhor Filme (o primeiro título francês a conquistar tal feito) não poderia ficar de fora da nossa lista. Dirigida e escrita por Michel Hazanavicius, a produção é ambientada na Hollywood de 1927 e acompanha o astro do cinema mudo George Valentin (Jean Dujardin), que começa a temer que a chegada do cinema falado pode ameaçar sua carreira de enorme sucesso e fazê-lo cair no esquecimento. Enquanto isso, a bela Peppy Miller (Bérénice Bejo), jovem dançarina por quem ele se sente atraído, recebe uma oportunidade e tanto para traballhar no segmento. Será o fim de sua carreira e de uma paixão?

Crítica | Cha Cha Real Smooth: Dakota Johnson é mãe de uma garota autista em apaixonante comédia

Dakota Johnson appears in CHA CHA REAL SMOOTH by Cooper Raiff, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2022 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute. All photos are copyrighted and may be used by press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or 'Courtesy of Sundance Institute.' Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Descobrir-se na vida e navegar por mudanças já não é mais uma jornada apenas narrada em comédias dramáticas teens como Oitava Série, Quase 18 ou O Verão da Minha Vida. E o novato Cooper Raiff está aqui para provar isso e faz de seu segundo filme, Cha Cha Real Smooth, a oportunidade perfeita para explorar as mazelas de ser um jovem adulto recém formado na faculdade e sem um horizonte bem definido diante dos seus olhos. Aqui, o cineasta de apenas 23 anos explora sua própria faixa etária em uma comédia doce, suave e sensível. Ao lado de dois nomes bem conhecidos em Hollywood, Dakota Johnson e Leslie Mann, ele faz do seu filme um clássico Sundance. Talvez seja cuidadosamente planejado para se encaixar nessa forma, mas ainda assim é inevitável não se encantar pelo seu coming of age às avessas.

Além de dirigir e roteirizar, Raiff também estrela essa peculiar história em que um jovem perdido e um tanto sem rumo acaba desenvolvendo uma amizade com uma mulher “mais velha” (Dakota Johnson tem apenas 32 anos, capaz!) e sua filha autista. Como alguém que não parece encontrar o seu lugar, ele invariavelmente descobrirá que ser animador de bar mitzvahs pode ser a profissão que lhe encaixe melhor. E entre festinhas de aniversário e uma aproximação perigosa com uma mulher comprometida, Andrew vai aprender a navegar pelo sentimento do primeiro amor – dessa vez no auge dos seus 22 anos.

E com uma família um pouco disfuncional, mas regada de amor, ele ainda se torna a clássica figura adulta que, à medida que enfrenta os seus próprios dilemas no amor e na profissional, é também o contraste com seu irmãozinho mais novo, um garoto de 13 anos cheio de dúvidas, mas que parece ter muito mais para lhe ensinar do que ele poderia esperar. E assim, Cha Cha Real Smooth se desabrocha diante dos nossos olhos como uma delicada comédia não-romântica, daquelas que nos embala nos arcos de seus personagens, ainda que seus passos sejam duvidosos. Aqui, Raiff nos faz amar as imperfeições e discrepâncias de seus protagonistas, nos fazendo enxergar neles resquícios de nós mesmos. Quem nunca se sentiu insatisfeito em sua profissão? Quem nunca se sentiu confuso? Quem nunca teve medo de não ser amado? Tais retóricas são o alicerce de seu filme, que de quebra ainda explora o autismo por uma percepção sutil e realista.

E com uma trilha sonora adaptada que abre o longa ao som de Lupe Fiasco, percorrendo por bandas teens e indies, a dramédia promove o riso sem forçar e sem perder a sensibilidade que percorre as dores dos seus principais protagonistas. E com personagens tão carismáticos – principalmente o de Raiff -, não tem como o filme não ser um acerto. De sabor agridoce e com um final que deixa à deriva os apaixonados mais inveterados, Cha Cha Real Smooth entrega o desfecho que o público precisa, promovendo uma experiência aconchegante e acalentadora.

Fazendo um constante contraste de gerações entre todos os personagens, a comédia é ainda uma reflexão sobre como todos nós – de certa forma – estamos passando por algum tipo de amadurecimento. Explorando ainda o autismo com responsabilidade e carinho, o filme nos presenteia com uma inusitada e cativante amizade entre um quase adulto e uma pré-adolescente pura demais para esse mundo tão sagaz e perverso. E sob o encanto e charme de Raiff, Cha Cha Real Smooth nos toma pela mão e nos faz apaixonar pelo otimismo, bom-humor e paixão de um garotão que – à duras penas – descobrirá que crescer é um processo que nunca tem fim.

‘Pacificador’ | As conexões do quarto episódio com o Universo DC

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos quatro primeiros episódios de Pacificador, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Enquanto desenvolve a história acerca do polêmico e controverso Pacificador (John Cena), o criador da série, James Gunn, vem deixando claro que no que depender dele, os personagens mais excêntrico e esquecidos do Universo DC serão canonizados no universo dos cinemas por meio de suas produções. Depois de confirmar que o Bat-Mirim e o Pequeno Polegar realmente existem no UDC, ele trouxe mais uma galera obscura para o quarto episódio, que traz ligações interessantes com os quadrinhos. Por isso, o CinePOP separou os principais easter eggs e conexões desses personagens. Confira!

 

Dragão Branco

Se o terceiro episódio já afirmava que o pai do Pacificador, Auggie Smith (Robert Patrick) era o vilão supremacista conhecido como Dragão Branco, o quarto episódio mostra o uniforme dele de supervilão, extremamente fiel ao dos quadrinhos. Essa abordagem do racismo do personagem é super importante no plano do Vigilante (Freddie Stroma) de matá-lo para trazer felicidade ao seu amigo. Não sabemos ainda se Auggie vai chegar a vestir o uniforme, já que ele atualmente é um idoso todo flácido. Mas o passado dele de vilão racista está aí para ser melhor trabalhado ou apenas ficar como easter egg mesmo.

 

Ultra Bunny

No carro do Vigilante, o Pacificador encara o Ultra Bunny, esse coelhinho motivacional que já havia aparecido anteriormente no UDC. Na mesma hora, ele remete o anti-herói a Rick Flag (Joel Kinnaman), seu antigo companheiro de equipe que foi assassinado pelo próprio Pacificador em O Esquadrão Suicida (2021). A lembrança o assombra enquanto ele se questiona sobre suas ações e crenças, incluindo os traumas causados por seu pai. Esse embate de personalidades do protagonista da série, seu conflito com a família e a perseguição pelo assassinato de Flag são pontos centrais para o Pacificador e devem voltar a ser abordados até o final da série. E conhecendo James Gunn, com esse tanto de referências ao Ultra Bunny, não seria surpresa se ele aparecesse nesse universo como um herói de verdade.

Gorila

No comecinho do episódio, quando Pacificador vai até a casa do pai, a TV ligada noticia o sequestro de um gorila do zoológico de Evergreen. E como a cena tem um certo destaque, os fãs começaram a apostar que isso poderia indicar o surgimento do Gorila Grodd, vilão icônico do Flash. E como o velocista vai ganhar um filme esse ano, pode ser que um dos rivais clássicos da galeria do herói tenha sido inserido aqui. No entanto, lembra no início desse texto, quando disse que James Gunn tem essa obsessão por introduzir personagens obscuros? Então, a DC tem outro personagem que também é um gorila superforte e inteligente, mas que, diferentemente do Grodd, se chama Charlie, é um aliado e não consegue falar.

Digestor

Assim como o Pequeno Polegar, o Digestor foi trazido ao DCU em uma conversa do Pacificador. Também conhecido como Rapaz Come Tudo, ele é citado pelo anti-herói como o Rapaz Comedor de Matéria, que mexeu com seus conceitos do que era normal ou aceitável no mundo. Criado nos anos 60, o personagem nunca teve tanto destaque, mas integra a Legião dos Super-Heróis. Seus poderes, bem… Acho que o nome é autoexplicativo, mas caso você não tenha pegado a ideia, ele é capaz de comer e digerir tudo.

Os novos episódios de Pacificador estreiam toda quinta, somente no HBO Max.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens jogam MUITO veneno no vídeo promocional no episódio 14×04; Confira!

A VH1 divulgou um vídeo promocional do 4º episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, em que as queens jogam bastante veneno umas contra as outras – e se preparam mais um desafio incrível

Confira:

O próximo episódio será exibido no dia 28 de janeiro.

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jamine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as outras confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayAva MaxDove CameronTS Madison e várias outras.

‘Free Guy’: Referências da Marvel só entraram no filme por influência de Ryan Reynolds

Quem assistiu ‘Free Guy – Assusmindo Controle‘ sabe que a principal trama do filme acontece num mundo de realidade virtual, onde tudo é possível.

Por conta disso, o protagonista vivido por Ryan Reynolds tem acesso a diversos acessórios vindos direto do mundo dos games e da cultura pop, como sabres de luz, o canhão dimensinal do jogo ‘Portal‘ e até a Marreta-Unicórnio do ‘Fortnite‘.

Mas o que mais chamou atenção foram as cenas em que o personagem usa o escudo do Capitão América enquanto ganha a força do Hulk para deter um vilão musculoso.

No entanto, algumas referências só foram inseridas depois que Reynolds e o diretor Shawn Levy convenceram a Marvel e a Lucasfilm a lhe darem total liberdade criativa.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o supervisor de efeitos visuais, Swen Gillberg disse que:

“Quando se trabalha nesse tipo de filme, é sempre bom inserir homenagens a outras propriedades. Mas, conseguir permissão para isso é super, super difícil e geralmente impossível. As referências que você no filme, tipo, Marvel, ‘Star Wars’, ‘Megaman’ e tudo o mais… Isso foi tudo foi graças à influência de Shawn e Ryan.”

Ele continuou:

“Eles ficaram mandando mensagens para todos os seus amigos super poderosos. Isso é muito, muito raro e é um privilégio. E isso é realmente um tributo às conexões e relacionamentos que Shawn e Ryan têm com os grandões.”

Lembrando que o longa chega ao catálogo daStar+ amanhã, 26 de janeiro.

Confira o anúncio:

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

Opinião | Como Robert Pattinson EXORCIZOU seu emblemático papel de Vampiro

Não é de hoje que Robert Pattinson é um nome sempre muito contestado por ter dado vida à Edward Cullen na lucrativa saga Crepúsculo. Mas será que ele viveria para sempre em papéis sem expressão, sem muitos desafios? Não! Suas escolhas na sequência da carreira provaram que o ator britânico além de ser um grande estudioso da arte da interpretação buscou enormes desafios trabalhando com cineastas de enorme prestígio no meio cinematográfico. Inclusive ele foi o escolhido para ser mais um ator a interpretar um dos mais famosos personagens do universo dos super-heróis. The Batman, produção super aguardada, com estreia apontada para março de 2022, pode ser mais uma grande atuação desse ator que só evolui em sua carreira.

Filho de uma prestigiada Booker de uma agência de modelos (que realiza contato direto com produtoras para seleção de casting) e um negociante de carros antigos, Pattinson nasceu em Londres em meados da década de 80. Sua infância foi agitada! Começou a aprender violão e piano aos quatro anos de idade, perto da adolescência foi expulso de um colégio acusado de furtar revistas adultas em uma loja de correios e vendê-las mais tarde para seus colegas.

Sua vida começou a fazer mais sentido quando viu possibilidades no universo da interpretação. Paralelo a isso, foi modelo e fez vários shows tocando violão em Pubs espalhados pela famosa cidade inglesa. Ainda adolescente fez um teste para uma montagem da peça Guys and Dolls e conseguiu seu primeiro papel como ator como um dançarino cubano sem falas. Nos cinemas, praticamente estreou em uma outra saga de enorme sucesso: Harry Potter e o Cálice de Fogo, dando vida à Cedric Diggory, no ano de 2005. Três anos mais tarde, conseguiu o papel emblemático de sua carreira, como um dos protagonistas da saga Crepúsculo. Depois de cinco filmes na pele de Edward Cullen, Robert buscou projetos que o desafiassem como ator.

Baseado em um livro de Don DeLillo, chegou aos cinemas em setembro de 2012, Cosmópolis, filme do cineasta canadense David Cronenberg. Com metáforas e mais metáforas em diálogos profundos e deveras inteligentes, refletindo sobre o tempo e os avanços da tecnologia, em suas elucubrações sobre o destino da sociedade, Cronenberg cria uma fita feita para ser atemporal. Pattinson ganhou muitas críticas positivas por seu papel (do protagonista) nesse filme.

Dirigido pelo cineasta holandês Anton Corbijn, Life – Um Retrato de James Dean é um longa-metragem com ótimas atuações, um roteiro muito competente, além de uma trilha sonora pra lá de interessante. Ao longo dos 111 minutos de projeção, somos testemunhas de um recorte emblemático do início da trajetória do rebelde James Dean na indústria do cinema. No caminho para ser uma estrela de primeira grandeza, Jimmy (como era chamado por muitos), tem que saber jogar o jogo da indústria cinematográfica e principalmente do todo poderoso Jack Warner. Pattinson está maravilhoso no papel do fotógrafo Dennis Stock, que entre as revistas que o publicavam está a badalada Revista Life.

Os laços eternos da irmandade desenfreada. Dirigido pelos irmãos cineastas Ben Safdie e Joshua Safdie, Bom Comportamento é um thriller com ritmo intenso que provoca no espectador uma grande curiosidade sobre o que vai acontecer a uma dupla de irmãos que são completamente diferentes mas que possuem laços fortes. A produção, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes apresenta uma excelente atuação de Robert Pattinson que depois desse filme, um grande divisor de águas em sua carreira, mostra definitivamente que se tornou um ator versátil e bastante competente.

Depois desse filme, uma série de elogiadas atuações, como em: O Farol, O Rei e Tenet. Pattinson, que sempre teve como ídolos nomes como: Jack Nicholson e Jean-Paul Belmondo, tem a chance em 2022 de calar de vez a boca de críticos de seus trabalhos em todo o mundo na pele de Bruce Wayne no aguardado The Batman, de Matt Reeves. A expectativa é alta para ser um dos grandes filmes do homem morcego! Vamos aguardar!

E você, querido leitor(a)? Gosta de quais trabalhos do Pattinson? Conta aqui pra gente nos comentários.

 

‘Cavaleiro da Lua’: Ethan Hawke estava com medo de aceitar papel como vilão da série; Saiba porque!

Desde que Ethan Hawke (‘A Entidade’) foi escalado para série do ‘Cavaleiro da Lua‘, os fãs estavam se perguntando quem seria o personagem vivido por ele.

Agora já sabemos que ele dará vida a Arthur Harrow, o líder de um culto que pode invocar o poder do deus egípcio Amon Rá, o poderoso Rei Sol.

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o astro disse que estava com medo de aceitar o papel por um motivo bem específico.

“Sempre tive essa teoria de que quando você ensina o público a ver o demônio dentro de você, eles passam a te enxergar assim pelo resto da sua carreira. Jack Nicholson pode estar interpretando um contador e você ainda está esperando que ele exploda como aconteceu em ‘O Iluminado‘. Isso muda a forma como você vê um artista, então eu sempre tive medo disso.”

No entanto, Hawke disse que já estava na hora de se arriscar em outros aspectos de sua própria atuação e não descarta viver novos vilões daqui para frente.

“Acho que já estava na hora de colocar uma nova ferramenta na minha bagagem. Bom, vilões podem ser meu futuro a partir de agora.”

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes por trás de Harrow, mas, considerando a declaração de Hawke, o público pode esperar uma atuação bastante perturbadora.

E aí, você está curioso para conhecer o vilão?

Lembrando que ‘Cavaleiro da Lua‘ estreia em 30 de março, na Disney+.

Confira a sinopse, o trailer e siga o CinePOP no YouTube::

“A série acompanha Steven Grant (Oscar Isaac), um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

Em uma recente entrevista ao Good Morning Arizona (via ComicBook.com), Isaac, que interpreta o personagem titular, disse que esse foi o trabalho mais arriscado de sua carreira.

“Estou tendo uma explosão de sentimentos, acho que é o trabalho mais arriscado do qual eu participei. No início eu estava muito nervosos porque nunca fiz nada parecido com isso”, ele disse.

Isaac não revelou os motivos por trás de tais riscos, mas tudo indica que seja devido ao fato de ter que interpretar vários personagens dentro de um só.

Para quem não sabe, o protagonista Marc Spector é um mercenário com distúrbio de múltiplas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua.

Criado por Doug Moench e Don Perlin, o Cavaleiro da Lua foi introduzido em Werewolf by Night #32, publicada em 1972.

Lembrando que o elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Blade’: Supervisora de efeitos da Marvel comenta sobre aparição de [SPOILER!] no reboot

A segunda cena pós-créditos de ‘Eternos‘ mostra Dane Whitman (Kit Harington) se aproximando da espada de Ébano, que pertenceu aos seus ancestrais.

A cena provoca que Whitman vai assumir o manto do herói chamado Cavaleiro Negro, como ele é conhecido nos quadrinhos.

Mas, o mais curioso da cena é que Whitman é impedido de tocar a espada quando uma voz misteriosa o questiona se ele está preparado para isso.

Logo após a estreia do filme, foi revelado que a voz pertence ao Blade, o caçador de vampiros.

A repentina conexão indica que ambos os personagens vão interagir em algum momento do MCU.

E o encontro deve acontecer no filme do ‘Blade‘, estrelado por Mahershala Ali.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Stephane Ceretti, supervisaora de efeitos visuais de ‘Eternos’, confirmou que Whitman vai participar da adaptação.

Apesar de não mencionar o nome de Harington diretamente, ela garantiu que a espada de Ébano terá impacto na trama de ‘Blade‘.

Mårten Larsson, meu supervisor adicional, vai trabalhar nos efeitos da Lâmina de Ébano em ‘Blade‘, muito em breve. Então eu disse a ele: ‘Estou oferecendo isso a você como um presente, use-a com sabedoria e tire proveito dela’. Mas tenho certeza que ele vai fazer um bom trabalho.”

Considerando as palavras de Ceretti, parece que a espada será bastante utilizada na trama, então é possível que vejamos Whitman já assumindo o manto do Cavaleiro Negro.

Outra possibilidade, é que as cenas sejam flashbacks mostrando os antepassados do herói empunhando a espada.

O que você acha?

Anteriormente, o Production Weekly divulgou que o aguardado reboot já tem data para começar a ser rodado.

As informações indicam que as filmagens do longa-metragem irão começar em meados de 2022, mais especificamente entre julho e agosto, na cidade de Atlanta (confirmando so rumores de produção de alguns meses atrás).

Confira a sinopse preliminar da obra:

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

Delroy Lindo (‘Vingança & Castigo’, ‘Destacamento Blood’) também faz parte do elenco em um papel não confirmado.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para o longa.

Recentemente, o diretor Bassam Tariq conversou com a IndieWire e prometeu aos fãs que sua versão fará tributo à trilogia original, estrelada por Wesley Snipes.

“O que é mais emocionante sobre o filme que estamos fazendo é que não houve um cânone para Blade, conforme lemos os quadrinhos e tudo o mais”, ele explicou. “Ele vivendo à luz do dia foi uma coisa estabelecida, e sabemos que não podemos negar o que Wesley Snipes fez. Um homem negro criou o mundo do super-herói em que estamos, essa é a verdade. Para mim, trabalhar com alguém tão talentoso e grandiosos quanto Mahershala Ali, e a roteirista Stacy Osei-Kuffour, estou muito honrado em trabalhar com esses talentos negros. Para mim, apenas estar com eles no quarto e ouvir e aprender conforme construo tudo isso, é realmente uma honra”.

Além disso, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, afirmou que o reboot não será para maiores de 18 anos.

“Acho que direcionamos tudo o que fazemos para crianças e adultos. Eu sei que os fãs gostariam de ver um filme do ‘Blade‘ sem restrições, mas não é o caso. Acontece que o ‘Deadpool‘ já se estabeleceu como um filme Rated-R, e mudar essa proposta não cairia bem, mas isso não significa que vamos investir nessa classificação em qualquer filme.”

Ele reforçou que:

“Nunca fomos impedidos de contar boas histórias com classificações mais brandas. Se algum dia formos [impedidos], então certamente pode haver uma discussão sobre o assunto. Mas nosso modelo está dando certo até agora.”

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

Crítica | Arquivo 81 – Série de TERROR Produzida por James Wan te prende até o Último Minuto!

James Wan já é um nome que já pode ser facilmente associado ao terror. Quando não está dirigindo sua franquia de ‘Invocação do Mal’, está colocando seu nome para elevar as produções dos outros, como a série ‘Arquivo 81’, no qual atua como produtor executivo. E realmente deu muito certo, pois, graças ao seu nome, os assinantes da Netflix puderam receber como indicação no metadados esta série que já é um dos melhores lançamentos da plataforma nesse ano – tanto, que, desde sua estreia, no fim de semana, vem se mantendo inabalável no Top 10.

Dan Turner (Mamoudou Athie) é um excelente arquivista e restaurador de coisas antigas, estragadas ou perdidas. Justamente por isso ele recebe o convite do misterioso Sr. Davenport (Martin Donovan), um multimilionário que lhe pede para que ajude a restaurar uma coleção de 10 fitas cassete encontradas após o incêndio do prédio Visser, em 1994, em Nova York. Desconfiado, Dan não topa o serviço, porém, quando consegue enxergar uma inexplicável conexão entre as fitas e a tragédia pessoal que afetou sua própria família, o rapaz decide embarcar nesse trabalho. O que ele não poderia imaginar era que esse não seria um trabalho como outro qualquer…

Dividido em apenas oito episódios com média de 45 minutos de duração cada, ‘Arquivo 81’ é dessas séries completamente maratonáveis, de tão envolventes. Despretensiosa, a história parte do sujeito comum que é sugado para dentro de um mirabolante turbilhão aterrorizante, baseado (vejam só!) em um podcast de terror, criado por Daniel Powell e Marc Sollinger. Não à toa, um dos personagens, Mark (Matt McGorry), possui um podcast.

O roteiro de Helen Leigh e Rebecca Sonnenshine é cuidadosamente construído para inserir os elementos de maneira muito, muito sutil, especialmente as referências para a elaboração da história – que são muitas! É bem legal ficar tentando pescar todas as homenagens aos gêneros do terror, do suspense e da ficção científica que a série coloca, pois apesar de muitas vezes os personagens literalmente falar sobre elas (e, ainda assim, o fazem de maneira muito orgânica), em outras a inserção é mais camuflada. Para quem curte uma caça ao tesouro, há referências a ‘O Iluminado’, Stephen King, ‘Arquivo X, ‘Annabelle’, ‘Invocação do Mal’, entre outros elementos literários ou da cultura pop. Até mesmo a inserção do merchan dos produtos é bem-feita, de modo a parecerem que fazem parte do cenário. Ponto para os assistentes de direção.

Rebecca Thomas traz firmeza na sua direção de ‘Arquivo 81’, fazendo com que personagens e elementos evoluam na medida certa, junto com o desenrolar do enredo. Ao inserir um clima de suspense constante, todo episódio termina com um gancho que simplesmente obriga o espectador a continuar em frente para entender como e por que as coisas estão acontecendo daquele jeito. Na supervisão de sua produção, nota-se que a diretora foi ancorada por uma equipe muito competente, que se dedicou a não deixar ponta solta no projeto.

Recheada de nostalgia dos anos 1990, ‘Arquivo 81’ é uma série de terror que engaja o espectador até o último minuto com sua história cheia de peças a serem encaixadas e argumentos sólidos que justificam as ações dos personagens. Programão para assistir de uma sentada só!

‘O Livro de Boba Fett’ | Quinto episódio da série traz uma péssima notícia para seu protagonista

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao quinto episódios de O Livro de Boba Fett, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Lançada no finalzinho do ano passado após uma campanha publicitária assustadoramente ruim da Disney, parecendo que a empresa estava tentando esconder seu próprio produto, a série O Livro de Boba Fett se propõe a contar a história do ex-Caçador de Recompensas mais famoso da galáxia muito, muito distante após os eventos da segunda temporada de The Mandalorian. Então, a série chegou e até aqui vem dividindo muito as opiniões do público.

Ao mesmo tempo em que se propõe a contar a história do Boba Fett (Temuera Morrison) assumindo o cartel dos Hutts do falecido Jabba, a série resolveu gastar cerca de metade de cada episódio para explorar o que aconteceu entre a suposta morte do protagonista no final de O Retorno de Jedi (1983) e seu retorno canônico a esse universo na segunda temporada de The Mandalorian (2020). E convenhamos, não seria má ideia se fosse bem executada. Afinal, nos cinemas mesmo, o Boba Fett fez pouquíssimas coisas e se destacou muito mais por sua armadura badass do que por suas efetivas ações mostradas nos filmes. No entanto, quem leu as diversas HQs e livros do Universo Expandido, que posteriormente foi “descanonizado” e mais recentemente algumas histórias voltaram a ser consideradas canônicas pela Disney, sabe que ele era bem mais do que foi visto nos cinemas.

Infelizmente, a execução da série foi por uma caminho mais genérico que não valorizou tanto das habilidades de seu protagonista. Ao escolher trabalhar um lado mais diplomático do Boba Fett, a produção se prendeu em uma trama contada por meio de flashbacks quase insuportável, mostrando Fett com os Tuskens, o Povo da Areia, enquanto ele busca aprender seus costumes e se tornar um deles para conseguir ajudá-los, mais ou menos como em Pocahontas e Avatar.

Então, enquanto o anti-herói tenta brincar de indígena do deserto, sua trama principal de assumir o cartel dos Hutt acaba ficando em segundo plano. E até nisso sua diplomacia atrapalha, já que impede cenas de ação, fazendo de alguns episódios o auge da monotonia. E os fãs esperaram por vê-lo em ação no live action por anos e anos. Tanto que suas participações em The Mandalorian renderam milhões de comentários nas redes sociais, que inclusive deram força para a realização desta série.

Com esse desenvolvimento fragmentado e mais lento, fica a sensação de que a série não vai para lugar nenhum com seu protagonista que não se desgruda do passado e atrapalha seu futuro. Até que chega ao quarto episódio e a trilha sonora no final indica a participação de Djinn Djarin (Pedro Pascal), o Mandaloriano que estreou há pouquíssimo tempo no universo Star Wars, mas que já ocupa um lugar enorme no coração dos fãs. Foi um dos raros momentos em que a série emplacou alguma repercussão nas redes sociais, falando justamente da possível participação de Djinn no próximo capítulo.

Pois bem, o quinto episódio chegou e ele é todo focado no Mandaloriano. Chega a ser preocupante que justamente o melhor episódio da série do Boba Fett seja logo aquele no qual o personagem título sequer aparece. Com apenas cinco minutos de tela, Djinn aparece, utiliza seu Sabre Negro e rouba a cena completamente. Em pouquíssimo tempo, o personagem traz tudo o que o teaser do Boba Fett sentando no trono de Jabba prometia.

Assim, sem precisar de flashback algum, nosso amado Mandaloriano chega, faz uma chacina num açougue espacial e dá uma de Robin Hood para os funcionários explorados. Tudo isso apenas na cena de abertura, portando a arma mais letal e badass da galáxia.

Depois de concluir sua missão, ele retorna para o esconderijo de seu povo, onde consegue auxílio, desenvolve mais da mitologia do Sabre Negro, luta utilizando ele e dá fim à Lança de Beskar, que foi transformada em uma peça para o pequeno Grogu, o idolatrado Bebê Yoda, que mesmo não aparecendo, é citado diversas vezes e segue como uma das motivações de Djinn para seguir nos negócios.

Mesmo sem aparecer no episódio, o Grogu é fofinho demais para não aparecer nesse texto.

Ainda nesse conflito com seu povo, ele revela ter removido seu capacete, o que contraria o credo dos Mandalorianos. E como a única forma de conseguir perdão foi destruída com seu planeta natal – será que foi mesmo? – ele passa a ser figura non-grata para seus antigos aliados e amigos. Isso deve ser explorado posteriormente na terceira temporada de sua própria série, assim como sua nova nave, um Caça Estelar N-1 modificado, que permitirá que ele viaje por aí sem ser detectado por radares e alcançando velocidades altíssimas.

Tudo isso para ser interceptado ao final do episódio, onde ele firma o compromisso de ajudar Boba Fett a enfrentar os milicianos de Tatooine para ver se o autoproclamado Daimiô vai realmente fazer alguma coisa em sua própria série ou se vai passar mais um episódio conversando e distribuindo empregos pelas ruas arenosas de Tatooine.

Essa chegada triunfal de Djinn Djarin rende indiscutivelmente o melhor episódio da série até aqui, mas também é inegável que ele sirva como uma muleta para mostrar que ainda há esperança de ação e aventura realmente interessantes nesse núcleo. Ao mesmo tempo, o Mandaloriano traz uma péssima notícia ao seu amigo Boba Fett: ele não é interessante o suficiente para carregar uma série solo nas costas.

Por mais que o visual seja clássico e o personagem seja muito querido pelo que foi visto fora das telas, na série não está funcionando. A abordagem escolhida até aqui é um verdadeiro desperdício de um dos visuais mais legais desse universo. E se ele não tomar cuidado, vai acabar virando um coadjuvante de seu próprio show. Isso só não aconteceu até agora porque os novos personagens também mostraram pouco serviço, mas com o Mando aparecendo para ajudar, é questão de segundos para que todos os holofotes se voltem para o personagem que nasceu predestinado ao protagonismo. Vamos aguardar os próximos episódios.

Os novos episódios de O Livro de Boba Fett estreiam toda quarta-feira no Disney+.

‘Mortal Kombat 2’ é CONFIRMADO e contrata roteirista da série ‘O Exorcista’

A Warner Bros. oficializou ‘Mortal Kombat 2‘ e contratou roteirista para a sequência.

Segundo o Deadline, o estúdio escolheu Jeremy Slater, da série ‘O Exorcista‘, para roteirizar o novo filme.

O primeiro filme foi roteirizado por Greg Russo.

No longa, Shang Tsung (Chin Han) tenta impedir a realização do Mortal Kombat enviando seus guerreiros do Outworld para assassinar os campeões da Terra, a fim de escravizar o planeta. Por conta disso, os lutadores de ambos os lados nem sequer têm tempo de treinarem para os duelos oficiais e se concentram em batalhas pessoais.

No entanto, essa foi uma escolha criativa de Russo para garantir que esse tão famoso evento de luta seja retratado de forma natural no futuro.

Durante uma entrevista para o Collider, ele disse que:

Eu sempre imaginei esse primeiro filme como um pré-torneio, foi mais uma história de introdução aos principais elementos da franquia. O próximo filme será focado no evento propriamente dito, já o terceiro será sobre as consequências desse torneio.”

Após uma curta jornada nos cinemas, o reboot de ‘Mortal Kombat‘ já pode ser conferido no streaming da HBO Max.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

‘Venom: Tempo de Carnificina’ ultrapassa bilheteria do 1º filme nos EUA, mesmo com a pandemia

Sucesso! A sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ ultrapassou a bilheteria do primeiro filme nos EUA, apesar da pandemia.

O filme, que ainda está nos cinemas, alcançou a marca de US$ 213,517 milhões nos EUA. O primeiro filme foi lançado em 2018 e arrecadou US$ 213,515 milhões por lá.

No mercado internacional, foram US$ 289.5 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 502 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Assista ao trailer NACIONAL do terror ‘O Ritual – Presença Maligna’ [EXCLUSIVO]

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer nacional de ‘O Ritual – Presença Maligna‘ (The Banishing), novo terror sobrenatural dirigido por Christopher Smith (‘Triânguldo do Medo‘).

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, um jovem reverendo (Sean Harris) se muda para uma antiga casa, junto com sua esposa (Jessica Brown Findlay) e sua filha (Anya McKenna-Bruce) para aproveitarem a tranquilidade da zona rural.

No entanto, a filha do casal acaba sendo atormentada por uma presença maligna que pretende separar a família. Ao perceber que suas crenças não enfraquecem a aparição, o reverendo terá que recorrer à magia negra para salvar quem mais ama.

A Playarte Pictures lança o filme nos cinemas do Brasil dia 17 de Fevereiro de 2022.

‘Batman’: Matt Reeves explica porque fez QUESTÃO de mostrar a maquiagem em volta dos olhos de Bruce

Quando o trailer de ‘Batman’ mostrou Bruce Wayne (Robert Pattinson) usando maquiagem preta em volta dos olhos, surgiram diversas piadas online, comparando-o com vocalistas de bandas góticas.

No entanto, a maquiagem por baixo do capuz foi usada por todas as versões do herói, só não ficou tão evidente porque Bruce nunca foi visto dessa forma sem o capuz.

Durante uma entrevista para a Esquire, o diretor Matt Reeves tocou no assunto e explicou porque fez questão de deixar este detalhe à mostra.

“Você simplesmente não pode esconder toda a área dos olhos com uma máscara, porque sua visão seria afetada. O buraco dos olhos na máscara precisa ser grande e você só consegue disfarçar usando tinta em volta dos olhos. Todos os Batman fizeram isso, mas o público fingia não notar.”

Ele continuou:

“O que fizemos aqui foi explorar essa estética. Além do mais, eu simplesmente amei a ideia de mostrá-lo sem a máscara e evidenciar o suor em seu rosto, deixando a maquiagem toda borrada, há uma espécie teatralidade em se transformar no Batman.”

E aí, você está satisfeito com a reposta?

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A guerra vai começar no novo trailer oficial da 5ª temporada de ‘Snowfall’; Confira!

O canal FX divulgou o novo trailer oficial da 5ª temporada de ‘Snowfall‘.

Lembrando que o próximo ciclo irá estrear no dia 23 de fevereiro.

Confira:

A série foi criada por Dave AndronEric AmadioJohn Singleton.

Ambientado no verão de 1986, Franklin Saint (Damson Idris) e sua família estão ricos para além do que podiam imaginar, prestes a ter tudo o que sempre quiseram… Até que o chão começa a se desmantelar. A inesperada e trágica morte da lenda do basquete Len Bias coloca a epidemia de cocaína na primeira página dos jornais, tornando-se alvo de legisladores tanto Democratas quanto Republicanos. A justiça está em guerra e a militarização da Polícia de Los Angeles continua, à medida que os oficiais e os políticos decidem que a única forma de lidar com essa escória crescente é através da força. As ruas de Los Angeles nunca estiveram tão perigosas, conforme a família Saint enfrenta a polícia, as gangues locais e a CIA.

O elenco também conta com Isaiah JohnAmin JosephMarcus Henderson, Carter HudsonSergio Peris-MenchetaMichael HyattEmily RiosAngela Lewis.

Curiosidades | ‘Carol’, aclamado drama lésbico com Cate Blanchett e Rooney Mara, completa seis anos de estreia no Brasil!

Há seis anos, o aclamado drama lésbico Carol finalmente chegava aos cinemas brasileiros. Considerado por inúmeros especialistas como um dos melhores longas-metragens LGBTQIA+ de todos os tempos, a produção trouxe Todd Haynes na cadeira de direção e se tornou um dos favoritos à temporada de premiações da época – apesar de ter sido totalmente esnobado.

A trama é ambientada em Nova York no início da décad ade 1950 e acompanha Therese Belivet (Rooney Mara), uma jovem que trabalha em uma loja de departamentos de Manhattan e sonha com uma vida mais gratificante quando conhece Carol Aird (Cate Blanchett), uma mulher sedutora presa em um casamento fracassado. Já no primeiro encontro ambas sentem uma atração imediata e ardente, seguida de um sentimento mais profundo. Quando o envolvimento de Carol com Therese vem à tona, o marido de Carol a afronta, desafiando sua competência como uma mãe. Carol e Therese se refugiam na estrada, deixando para trás suas respectivas vidas, logo se vêem encurraladas entre as convenções e a atração mútua.

Ovacionado pela crítica nacional e internacional, o filme, baseado no romance ‘O Preço do Sal’ de Patricia Highsmith, conquistou seis indicações ao Oscar e nove ao BAFTA, além de ter arrecadado mais de US$42 milhões nas bilheterias mundiais contra um orçamento de apenas US$11 milhões.

Para celebrar seu recente aniversário em solo brasileiro, o CinePOP preparou uma lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • Apesar de Blanchett e Mara não terem sido requisitadas a estar do outro lado da linha enquanto falavam ao telefone, elas se ofereceram para fazer isso para se ajudarem. Dessa forma, toda vez que Carol e Therese falam no telefone, as atrizes estão realmente conversando uma com a outra.
  • Mara era fã de Blanchett desde os treze anos de idade e descreveu a experiência de trabalhar com ela como um “sonho se tornando realidade”.

  • O filme foi rodado em Super 16mm para ressoar semelhante à atmosfera e ao visual dos filmes fotográficos do final dos anos 1940 e começo dos anos 1950. A fotografia foi inspirada no trabalho fotojornalístico de Vivian MaierRuth OrkinHelen LevittEsther Bubley.
  • Durante a temporada de premiações, a campanha para faturar indicações a Mara causou controvérsia, em virtude do estúdio resolver colocá-la para eligibilidade nas categorias de atriz coadjuvante. Mara tem 71 minutos de tela (60% do total do filme), enquanto Blanchett, indicada nas categorias de melhor atriz, tem 65 minutos (54% do total).

  • Mara recebeu a oferta do papel de Therese depois de terminar as gravações de ‘Millenium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, mas não aceitou em virtude de exuastão. Mia Wasikowska, então, foi contratada, mas abandonou o projeto para estrelar o suspense ‘A Colina Escarlate’. Mara voltou ao elenco em 2013, quando Haynes entrou como diretor.
  • O longa recebeu uma ovação em pé durante dez minutos no Festival de Cannes, em 2015.
  • Em março de 2016, em uma entrevista com Terry GrossSarah Paulson (intérprete de Abby Gerhard), revelou que seu papel era “muito mais integral” no roteiro original, mas que, para sua tristeza, boa parte das cenas em que aparecia foi cortada.

  • Phyllis Nagy, que, quando foi considerada para assinar o roteiro, trabalhava na residência do Teatro Royal Court, em Londres, escreveu o primeiro rascunho da adaptação em 1996. Ela passou quase duas décadas como uma constante presença para manter o projeto vivo, mesmo em meio a problemas financeiros.
  • Nagy era amiga próxima de Highsmith, autora do romance original.
  • A personagem de Carol Aird foi inspirada em Virginia Kent Catherwood (1915 – 1966), uma socialite da Filadélfia seis anos mais velha que Highsmith, com quem a autora teve um caso romântico nos anos 1940. Catherwood perdeu a custódia da filha depois de sua homossexualidade ser utilizada contra ela, com uma gravação de uma ligação que teve em quarto de hotel, que falava sobre seu relacionamento lésbico.