Site Página 3749

‘A Viagem do Dr. Dolittle’: Filme com Robert Downey Jr. passa por refilmagens

O longa ‘A Viagem do Dr. Dolittle‘ voltou para o site para 21 dias de refilmagens. A informação foi revelada pelo Collider.

Segundo a publicação, quando os produtores Joe Roth, Jeff Kirschenbaum e Susan Downey assistiram um corte inicial do filme, perceberam que haviam alguns problemas com os efeitos visuais e com o tom da comédia.

Para evitar que o resultado final do filme não seja satisfatório, ele optaram por renovar, trazendo alguns novos nomes a bordo. Chris McKay (novo ‘Batman‘) foi contratado para “salvar” o filme, sendo responsável por escrever novos materiais, além de supervisionar as refilmagens.

McKay ainda recomentou a contratação do diretor Jonathan Liebesman, mais conhecido por seu trabalho em ‘As Tartarugas Ninja‘. O cineasta vai assumir a direção dessas cenas extras.

Vale ressaltar que Stephen Gaghan continua como o diretor real oficial de ‘A Viagem do Dr. Dolittle‘ e ele também acompanhará o trabalho da equipe de efeitos visuais.

Após duas alterações na sua data de estreia, o filme chega aos cinemas em 17 de janeiro de 2020.

 

Confira as primeiras imagens dos bastidores, que trazem um Robert Downey Jr. irreconhecível:

The Voyage of Doctor Dolittlecontará com: Emma Thompson, Selena Gomez, Kumail Nanjiani, John Cena, Ralph Fiennes, Octavia Spencer, Rami Malek, Craig Robinson, Carmen Ejogo, Tom Holland, Marion Cotillard e Frances de la Tour.

O filme será baseado no livro ‘The Voyages of Doctor Dolittle’, de Hugh Lofting.

A Universal também evidenciou em outra ocasião que o ator Robert Downey Jr. trará uma nova assinatura ao personagem.

Quem assume a direção é o cineasta Stephen Gaghan (‘Syriana – A Indústria do Petróleo‘), que também escreveu o mais recente rascunho do roteiro, baseado em um script anterior de Tom Shepherd.

‘Ball and Chain’: Emily Blunt e Dwayne Johnson vão estrelar adaptação de quadrinhos

Os astros Emily Blunt e Dwayne Johnson vão estrelar mais um novo projeto juntos. Segundo o portal ComicBook, a dupla vai protagonizar a adaptação dos quadrinhos de ‘Ball and Chain‘.

Os quadrinhos, que contam com quatro partes, são de autoria de Scott Lobdell, Ale Garza e Richard Bennett.

A trama acompanha Edgar e Mallory Bulson, um casal que decidiu se divorciar em virtude de suas diferenças conjugais. No entanto, eles acabam sendo atingidos por um meteoro, recebendo energias extraterrestres que lhes garantirão super poderes, que só funcionam quando ambos aprendem a colocar suas dificuldades de relacionamento de lado para trabalharem juntos. Mas será que essas novas habilidades serão os bastante para fazer esse casamento funcionar?

O roteiro será assinado pela indicada ao Oscar, Emily V. Gordon, responsável pelo roteiro de ‘Doentes de Amor‘.

De acordo com o site, Kevin Misher vai produzir o projeto com Seven Bucks.

Ball and Chain‘ ainda não possui produtora, mas relatos indicam que vários estúdios, como a própria Netflix, estão interessados.

 

 

‘Cruel Summer’: Série de suspense teen conquista 90% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A nova série de suspense teen da emissora Freeform, intitulada ‘Cruel Summer‘, mal teve sua estreia na TV norte-americana e parece já ter conquistado tanto o público, bem como a crítica.

Com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, por parte da imprensa especializada e da audiência, o thriller recebeu diversos elogios pela excepcional performance de seus protagonistas, assim como pela qualidade técnica da produção.

Explorando temática importantes, como as pressões sociais impostas às jovens garotas, a série ainda foi aclamada por saber desenvolver o seu roteiro de forma intrigante, motivando o entusiasmo da audiência.

Confira as principais avaliações do momento:

“A atuação de Holt e Aurelia mantém as coisas em movimento, assim como a produção técnica da série. Esta é uma deliciosa fatia de diversão semelhante a uma ótima leitura na praia”. – Kristen Lopez, indieWire

“Uma última coisa que é bom saber: Moderação em todas as coisas. Mas moderação não é o objetivo de um programa como ‘Cruel Summer'”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic.

“É certamente um conceito inteligente e tentador para construir ao redor de uma série. Mas, como acontece com um Tamagotchi, você sempre sente que deveria se divertir mais do que realmente está se divertindo”. – Inkoo Kang, Hollywood Reporter.

Cruel Summer consegue superar sua narrativa complicada, porque encontra maneiras interessantes e fundamentadas de explorar o impacto das expectativas da sociedade sobre essas meninas, e como sua cidade e suas próprias famílias contribuem para a pressão que enfrentam”. – Saloni Gajjar, AV Club.

“‘Cruel Summer’ é inteligente, original e suculenta o suficiente para dar textura à história. É a construção excessivamente ansiosa que o impede de ser algo verdadeiramente especial” – Andy Crump, The Playlist.

Lembrando que a produção será lançada no Brasil pela Amazon Prime Video, ainda neste semestre.

Confira a promo:

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

A trama se passa no decorrer de três verões – 1993 até 1995 -, em uma cidade pequena do Texas, quando uma adolescente popular, Kate, é sequestrada e, aparentemente sem relação, uma garota desajustada, Jeanette, se torna a jovem mais popular da cidade. E, em 1995, ela se torna a pessoa mais desprezada da América.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

EXCLUSIVO! Eddie Redmayne fala sobre “O Dia do Chacal”, série de ação que bateu RECORDE de audiência

A série de espionagem e thriller político, ‘O Dia do Chacal‘ (The Day of the Jackal), já está disponível no Disney+ e alcançou o topo das produções mais assistidas da semana no serviço de streaming – entrando para o TOP 5 no território norte-americano durante o final de semana de abertura.

Quebrando recordes de audiência para a Sky, registrando três milhões de visualizações em apenas sete dias, a produção se tornou um sucesso grandioso e em menos de três semanas de estreia já foi renovada para sua segunda temporada.

E o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o astro Eddie Redmayne, que deu detalhes sobre a nova versão da clássica saga literária de Frederick Forsyth. Ao longo do bate-papo, o vencedor do Oscar comentou sobre seu primeiro papel protagonista em uma produção do gênero de ação e revelou os bastidores de sua incrível transformação para dar vida ao implacável assassino de aluguel.

Assista:

Na trama, um assassino implacável, conhecido como Chacal (Redmayne), vive de realizar assassinatos por altíssimas taxas. Após sua última missão, ele se depara com uma astuta oficial de inteligência britânica (Lynch), que começa a rastreá-lo em uma emocionante perseguição de gato e rato pela Europa, deixando destruição por onde passa”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ronan Bennett, a série é baseada no romance homônimo de Frederick Forsyth.

Brian Kirk (‘Game of Thrones’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Úrsula Corberó, Charles Dance, Richard Dormer, Chukwudi Iwuji, Lia Williams, Khalid Abdalla, Eleanor Matsuura, Jonjo O’Neill e Ben Hall.

Cartaz do filme O Dia do Chacal, 2024.

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Em Morra, Amor (Die, My Love), Lynne Ramsay retorna à zona de desconforto onde seu cinema mais brilha. Conhecida por filmes que transformam o trauma em matéria estética, como Precisamos Falar Sobre Kevin (2011) e Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017), a cineasta escocesa adapta com brutal intensidade o romance homônimo da argentina Ariana Harwicz, mergulhando no delírio febril de uma jovem à beira da implosão emocional. 

Com Jennifer Lawrence no papel de Grace, uma mulher afundada na depressão pós-parto, o filme constrói uma experiência sensorialmente sufocante — marcada por um som ambiente invadido por zumbidos de moscas e cercada por um cenário de lixo, decadência e isolamento. J. Law, grávida de seu segundo filho durante as filmagens, entrega uma performance em estado bruto, mas ainda assim não consegue alcançar a repugnância quase animalesca da narradora do livro. 

die my love1

Há algo de inevitavelmente glamoroso em sua presença — um obstáculo que Lynne Ramsay tenta contornar com violência estética e caos emocional. Grace não funciona mais no papel da mulher romântica: a maternidade, longe de iluminá-la, aciona nela um disjuntor sombrio, substituindo empatia por desejo, doçura por raiva, humanidade por uma lasciva autopercepção.

A relação conjugal com Jackson (Robert Pattinson, eficiente mas em segundo plano) se dilui num ciclo de atração e repulsa, e o sexo, antes constante, se torna uma moeda de troca, um pedido desesperado por controle. Grace exige prazer como quem exige oxigênio — ou como quem se recusa a se tornar apenas “mãe”. A performance de Lawrence é hipnótica, errática e sempre à beira do colapso. Em determinados momentos lembra sua interpretação desesperada no caótico e menospresado Mãe! (2017), de Darren Aronofsky

die my love2

A ambientação é bucólica, mas não acolhedora — uma casa herdada do tio do marido, que se matou ali mesmo, como uma maldição não dita. O que poderia ser um retiro rural se transforma em uma prisão psíquica, um purgatório com cheiro de leite azedo e moscas. Nesse cenário, a sogra (Sissy Spacek, em uma performance que combina fragilidade e ameaça) adiciona tensão à dinâmica doméstica, numa troca de farpas e carinhos. Spacek vagueia como um fantasma entre a negação e o colapso, cuidando do marido com demência (Nick Nolte), enquanto dorme armada e ri às gargalhadas no meio da noite.

LaKeith Stanfield surge como uma miragem de desejo, um vizinho quase onírico que representa a fantasia sexual e a fuga — uma presença pouco desenvolvida, mas simbólica, como o motoqueiro que vem do bosque carregando a possibilidade do outro, do escape, da dor transformada em febre erótica. Esses escapez do cotidiano trazem uma poética para uma narrativa que forja uma realidade bruta e destoa do resto do enredo em busca de uma evasão do cotidiano. 

Ramsay e sua co-roteirista Enda Walsh evitam a sutileza. Morra, Amor é um filme em estado de choque, onde a dor é amplificada em melodrama autoimolador. A trama não se curva à lógica terapêutica. Mesmo quando Grace é internada para tratar de um transtorno bipolar, a volta ao lar não traz cura — apenas mais consciência do abismo. Como em Babysitter, da canadense Monia Chokri, longa sobre um período nebuloso pós-parto, aqui há a sugestão de que a maternidade transforma a mulher em funcionária da sobrevivência familiar, mas enquanto Chokri lança um olhar mais cínico, Ramsay mergulha no pesadelo como única linguagem possível.

A ideia de redenção aqui é um insulto. Morra, Amor não apresenta resoluções para os problemas da sua protagonista, como se ela não fosse salvável, não porque não queira ser, mas porque está dilacerada por dentro — por um trauma talvez familiar, mas certamente não nomeado. Fiel ao espírito do romance original, Lynne Ramsay nos lembra que há dores que não se transformam em poesia nem em superação. Elas apenas existem, pulsantes, ensanguentadas, como a experiência de Grace em busca de si mesma, e talvez ainda mais viva por isso.

‘Tomb Raider: A Origem’ conquista 48% de aprovação no Rotten Tomatoes

Um dos principais lançamentos do ano, Tomb Raider: A Origem, conquistou (até agora!) 48% de aprovação no Rotten TomatoesA nova adaptação dos jogos está dividindo a opinião dos críticos.

A porcentagem baseada em 99 avaliações computadas, sendo 48 positivas e 51 negativas. A nota média no famoso agregador é de 5.2, enquanto no Metacritic, outro conceituado site norte-americano, aparece com 47/100.

Confira a crítica em vídeo feita pelo redator-chefe Renato Marafon:

E confira também algumas reações dos críticos internacionais:

Rohan Naahar, do Hindustan Times:

“A ação é editada e picotada, e depende excessivamente do CGI para partes mais ambiciosas de qualquer tipo de ameaça”.

Rashid Irani, Hindustan Times:

Angelina Jolie deve estar com um pouco de inveja da Lara Croft da Alicia Vikander. Dito isto, o filme parece um aperto de mão precoce quando deveria ser um caloroso abraço.”.

James Marsh, South China Morning Post:

“A pegada mais realista de Vikander até que é boa, mas é rasa e traz a cansativa relação pai e filha”.

Devesh Sharm, Filmfare:

“Vikander é realmente uma sucessora digna de Jolie. Vamos esperar que a franquia aproveite ao máximo os talentos dramáticos e atléticos da atriz no futuro.”

Neil Soans, The Times of India:

“Repleto de perseguições, acrobacias e efeitos caseiros e totalmente desprovido de intensidade”.

Vale lembrar que Tomb RaiderA Origem‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

‘How to Get Away with Murder’: 5ª temporada será retorno à forma da série, afirma ABC

A 5ª temporada de How to Get Away with Murder ganhou data de estreia. A ABC confirmou que a série retorna em 27 de setembro.

Agora, em uma nova entrevista ao TV Line, o chefe da ABC Entertainment, Channing Dungey, comentou sobre a 5ª temporada, dizendo que a série irá retornar à forma que deu certo nas primeiras temporadas.

“O primeiro episódio é um retorno à forma. Senti o mesmo quando li o roteiro da primeira temporada pela primeira vez. As reviravoltas acontecem logo de início da trama. Acho que as pessoas realmente vão ficar empolgadas em ver como o mistério se desenrola dessa vez”

O criador Pete Nowalk também falou ao Deadline sobre os planos para o próximo ano da série:

Segundo Nowalk, a 5ª temporada terá um novo mistério empolgante:

“Terá mais reviravoltas e será mais divertimento. Será um tom diferente, algo que estamos preparando há tempos.”

Além disso, revelou também que o casamento de Connor Walsh (Jack Falahee) e Oliver Hampton (Conrad Ricamora) vai acontecer, mas que será “do nosso próprio jeito, algo divertido”. E confirmou o retorno de Sam Keating (Tom Verica), marido falecido de Annalise Keating (Viola Davis) em um novo episódio de flashback.

No Brasil, a série é exibida pelo Canal Sony com o nome ‘Como Defender um Assassino’.

‘How to Get Away with Murder’: Quem é Gabriel Maddox?

 

 

Crítica | ‘Em Ruínas’ DIVERTE com carisma de Don Lee em ação apocalíptica da Netflix

Um médico desesperado para salvar sua filha por meio de um composto químico é interceptado pela polícia. Porém, durante a detenção, um terremoto brutal destrói toda a Coreia do Sul. Neste cenário, os sobreviventes formam uma sociedade sem leis, em que os répteis que serviram de cobaia para os experimentos do doutor passaram a se regenerar com extrema velocidade e viraram uma praga ‘urbana’. Lutando para sobreviver, um caçador e seu garoto se especializam em acabar com essas pragas e transformá-las em alimento. A vida parece fluir em meio a desgraça, até o dia em que um grupo de pessoas aparentemente ‘mais civilizadas’ surge dos escombros prometendo uma vida melhor para os adolescentes e suas famílias. Eles levam uma amiga da dupla, que logo descobre que a promessa utópica não passava de uma mentira para encobrir um plano grotesco. Partindo dessa premissa, Em Ruínas chegou à Netflix fazendo muito sucesso.

Nos últimos dez anos, a franquia John Wick conseguiu revitalizar o nicho de ‘filmes do Liam Neeson, aqueles em que o protagonista vê um membro de sua família ser levado e embarca em uma jornada de vingança para matar os responsáveis e seus associados. Trazendo doses de humor, a franquia conseguiu trazer esse nicho para o mainstream, fazendo com que diversos estúdios tentassem emplacar o seu próprio John Wick. Como de costume em Hollywood, a maioria não prestou.

No entanto, a Coreia do Sul tem seu próprio astro desse estilo de filme ‘porradeiro’, capaz de imprimir carisma e muita pancadaria a seus personagens, por mais que sejam essencialmente a mesma persona. Seu nome é Don Lee, um verdadeiro fenômeno da arte de quebrar bandido com as próprias mãos. Neste filme, que estreou em primeiro nos mais vistos da Netflix, Don presenteia o público com seu maior talento e consegue se diferenciar de seus trabalhos anteriores, porque agora ele não resolve os problemas apenas no soco. Ele também usa armas.

E não pense que o filme busca qualquer coisa além disso. A direção de Heo Myeong Haeng, que trabalhou por anos com Lee como coreógrafo de dublês, sabe do potencial do astro e potencializa isso ao máximo. Os melhores momentos do longa são quando a câmera foca no protagonista para derrubar exércitos sozinho, das formas mais criativas possíveis. Isso dá ao longa uma sensação quase nostálgica dos grandes heróis de ação dos anos 80, já que tudo gira ao redor de Don Lee e seus golpes e piadocas.

Entretanto, essa opção de potencializar ao máximo o astro deixa os outros personagens com a sensação de serem descartáveis – e são mesmo. Não dá para saber como seria o longa se houvesse um maior desenvolvimento dos coadjuvantes, mas a verdade é que a única personagem que ganha um background é tão desinteressante que talvez nem tenha sido um problema focar exclusivamente em um boneco só.

Se o lado do herói diverte, o vilão da história enoja. O médico/ cientista megalomaníaco é desprezível, como um malfeitor deve ser. É engraçado que todos os seus trejeitos e histórias de fundo parecem ter saído diretamente dos quadrinhos dos anos 1960 do Homem-Aranha. Ele é bem cliché, caricato, mas funcional. Seu papel causa repulsa, enquanto ele se deixa ser levado pela loucura de seu plano sem nem perceber – ou se importar – com as consequências.

No fim das contas, o embate entre o médico louco e o herói renegado carismático cumpre bem seu papel de divertir nesse cenário pós-apocalíptico. Mesmo com uma computação gráfica abaixo dos padrões dos filmes de Lee, o longa compensa com um grande trabalho de maquiagem. Há algumas reviravoltas que flertam com ser interessantes, mas nada que supere o carisma e o talento pra descer a porrada nos outros de seu protagonista. Em Ruínas é um filme que não ‘reinventa a roda’ e nem se propõe a isso. Ele quer divertir o público e consegue fazer isso. Talvez conseguisse ainda mais se reduzisse um pouco o tempo de tela, porque há momentos em que dá uma cansadinha. Ainda assim, é garantia de puro entretenimento.

Em Ruínas está disponível na Netflix.

 

Crítica | As Ladras – Trio Quebra Tudo em Frenético Filme de Ação da Netflix

Os filmes de ação compreendem um gênero majoritariamente ocupado pelo universo masculino. Tanto na frente das câmeras quanto nos bastidores a maioria da produção era sempre composta por homens. Tal aspecto ganhou muita força nos anos 1980, com a entrada definitiva de nomes que reinaram durante muitos anos como sendo os rostos dos filmes de açãoBruce Lee, Steven Seagal, Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger -; mais para os anos 1990, outros nomes foram acrescidos – Tom Cruise -, e, a partir dos anos 2000Jason Statham. Na última década, entretanto, tem havido um crescimento considerável de filmes desse gênero protagonizado – e, muitas vezes, também produzidos – por um elenco feminino, como ocorre com o lançamento ‘As Ladras’, que desde sua estreia tem se mantido no Top 10 da Netflix.

Carole (Mélanie Laurent) e Alex (Adèle Exarchopoulos) são uma dupla de ladras profissionais. Enquanto Carole coloca a mão na massa para roubar as peças, Alex fica na retaguarda como atiradora de elite à distância, dando cobertura. Entretanto, Carole descobre estar grávida e, por isso, decide que é hora de parar e sossegar na vida. Isto acordado, ela vai até a Madrinha (Isabelle Adjani) pedir para sair do mundo do crime e ser liberada de futuras missões. Embora não recebendo de bom grado a notícia, Madrinha oferece um trato: uma última missão antes de deixar o grupo. É assim que as duas acabam se juntando à piloto Sam (Manon Bresch) para roubar um quadro que está exposto em uma capela no interior.

Baseado na história em quadrinhos francesa “Le Grande Odalisque”, ‘As Ladras’ tem um bom ritmo nos momentos de ação, mas que se contrapõem com momentos de total aleatoriedade que, por vezes, fazem o espectador se questionar se perdeu alguma coisa. O roteiro de Cédric Anger, Christophe Deslandes e Jérôme Mulot parece querer costurar diversas histórias dentro de um enredo maior, que é a vida da dupla que se torna um trio de ladras. Porém, desde o início temos a sensação de já pegar a história andando, com referências a situações que não acontecem no filme que vemos – por exemplo, a tal gravidez, ou o porquê da obsessão de Alex em querer se envolver com qualquer cara que se aproxime dela. Então, ao mesmo tempo que essas histórias menores se desenrolam muito rapidamente antes de começar uma nova, o arco geral do enredo se esvazia, pois se calca num clichê básico: o bandido que quer se afastar da vida de crime e ser deixado em paz numa vida mundana.

A irregularidade da história como um todo é compensada pela diretora Mélanie Laurent (que também é a protagonista) com belas tomadas que são engrandecidas por uma fotografia que favorece os personagens em ação. A magia dessa junção ocorre principalmente nas cenas de ação, entregando beleza, desenvoltura e dinamismo nas sequências de chutes e socos bem como também nas sequências de tiroteio e luta corporal. Isso é especialmente verdadeiro na cena em que Alex luta contra um homem pelado no escuro.

As Ladras’ é um filme de ação bem-feito que cumpre o objetivo de entreter o público. Em se tratando de um longa desse gênero, vale também a sugestão de assisti-lo dublado, uma vez que a dublagem brasileira foi um dos principais fatores para o crescimento desse gênero dentre o público nacional.

‘The Flash’: Godspeed pode aparecer na quinta temporada

O universo super-heroico da The CW continua a animar os fãs de HQs ao utilizar a mitologia original criada pelos habilidosos quadrinistas – tanto os clássicos quanto os mais contemporâneos. E caso os rumores da série The Flash se confirmem, o público agora terá a chocante aparição do mais novo personagem do panteão de Barry Allen: Godspeed.

Os boatos vêm de um site chamado Canadagraphs. O autor da reportagem declarou que estava no set de gravações do novo episódio da quinta temporada e conseguiu algumas informações valiosas, incluindo o nome da iteração, ‘Godspeed’, cujo roteiro foi assinado por Danielle Panabaker.

O personagem em questão foi criado por Joshua WilliamsonCarmine Di Giandomenico e apareceu na revista The Flash #3’, a qual celebrava o renascimento da marca da DC Comics. A real identidade de Godspeed é August Heart, que trabalha ao lado de Barry no Departamento de Polícia de Central City. Após ser atingido por um raio durante uma tempestade, ele decide utilizar suas habilidades para solucionar o assassinato de seu irmão e vingá-lo.

A quinta temporada de The Flash estreou no dia 19 de fevereiro.

‘Dois Irmãos’: Depois do trailer, confira o novo pôster oficial da animação

Depois de seu primeiro trailer completo, a animação ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ (Onward) ganhou um novo pôster oficial.

Confira:

Em um mundo de fantasia suburbano, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ apresenta dois irmãos elfos adolescentes que embarcam em uma jornada extraordinária para descobrir se ainda há alguma magia no mundo.

“Na Disney•Pixar, nós tentamos criar histórias que surgem de algum tipo de verdade pessoal”, disse Scanlon. “Esse filme foi inspirado na minha própria relação com meu irmão”.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Com direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘, de 2013, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ está previsto para estrear nos cinemas dia 6 de março de 2020.

‘Scooby-Doo 3’: James Gunn revela trama INSANA da sequência

Como revelado há alguns dias, o diretor James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) teria ficado responsável por Scooby-Doo 3’, sequência da franquia em live-action do time de detetives mais adorado de todos. Entretanto, o projeto nunca foi para frente – mas Gunn aproveitou o momento para contar alguns detalhes da obra descartada.

Em uma recente sessão de Q&A em seu Twitter oficial, o cineasta foi questionado sobre o plot do longa-metragem, dizendo que a turma viajaria para a Escócia.

Confira:

“A turma seria contratada por uma cidade na Escócia, que reclamaria sobre um ataque de monstros. Entretanto, descobriríamos que, na verdade, os monstros eram as vítimas e Scooby e Salsicha teriam que enfrentar seus próprios medos e mudar seu sistema de crenças”, diz a postagem.

Quando um fã perguntou porque a Warner não concluiu a trilogia, Gunn respondeu:

“Fiz um acordo para escrever e dirigir o terceiro em 2004, mas como o segundo não arrecadou o retorno suficiente para garantir um terceiro, eles acabaram descartando a ideia.”

Embora nunca saibamos o que Gunn planejou para a sequência, sua experiência nos filmes anteriores o ajudou a criar um universo único em ‘Guardiões da Galáxia’.

Lembrando que a Warner Bros Animation divulgou o trailer final de ‘SCOOBY – O Filme‘, que marca o retorno dos amados personagens ao cinema após mais de duas décadas, desde a estreia de ‘Scooby-Doo: Monstros à Solta‘ (2004).

O primeiro longa animado de uma aventura doScooby-Doo para as telonas revela a origem de Scooby e acompanha o maior mistério na carreira dos membros da Mistério S/A.

A animação estreia nos cinemas nacionais em 14 de maio.

Assista:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/3020902261274470/?vh=e&d=n

SCOOBY! O Filme‘ revela como os amigos de longa data, Scooby e Salsicha, se encontram pela primeira vez e como se juntaram aos pequenos detetives Fred, Velma e Daphne para formar a famosa Mistério S/A. Agora, com centenas de casos resolvidos e aventuras compartilhadas, Scooby e sua gangue encaram o maior e mais desafiador mistério de todos os tempos: uma trama que libera o fantasma do cão Cerberus sob o mundo. Enquanto eles se apressam para impedir esse “apocãolipse”, a gangue descobre que Scooby tem um legado secreto e um destino mais épico do que qualquer um poderia imaginar.

Zac Efron e Amanda Seyfried vão emprestar suas vozes para Fred e Daphne, respectivamente. O elenco de dubladores ainda conta com Will Forte (Salsicha) e Gina Rodriguez (Velma). O ator Frank Welker , voz original do desenho dos anos 70, retornará para dar voz ao cão titular.

 Tracy Morgan, de 30 RockWill Forte, dubla o Capitão Caverna, icônico personagem da companhia Hannah-Barbera que aparecerá nesse universo compartilhado. 

Com direção de Tony Cervone e produção de Chris Columbus, o reboot animado reúne inúmeros personagens dos estúdios para salvar o mundo de um memorável vilão: Dick Vigarista e seu assecla Mutley, da série Corrida Maluca’.

A volta de Scooby-Doo e sua turma para as telonas já está em desenvolvimento desde 2013. A última vez que apareceram foi em 2004 com Scooby-Doo: Monstros À Solta’, continuação do filme Scooby-Doo de 2002 que trouxe em seu elenco nomes como Sarah Michelle Gellar, Freddie Prinze Jr.Matthew LillardLinda Cardellini.

‘Lovecraft Country’ torna-se uma das MAIORES estreias do ano na HBO

A nova sensação da HBOLovecraft Country estreou no último domingo (16) e alcançou números impressionantes de audiência.

Segundo a Variety, a produção alcançou uma audiência de 760 mil telespectadores na grade linear das 21 horas, um número que ficou atrás apenas da première de Watchmen(800 mil) e de Perry Mason (884 mil). Através de todas as plataformas (incluindo as digitais), o piloto alcançou a marca surpreendente de 1,4 milhões de usuários, ficando atrás das séries supracitadas e de ‘The Outsider’.

Quando a análise se restringe apenas aos serviços digitais, Lovecraft Country tornou-se a segunda maior estreia desde WatchmenChernobyl, em 2019.

Confira o teaser dos próximos episódios:

Recebendo grandiosos elogios, a produção foi aclamada pelas performances dos astros Jonathan Majors e Jurnee Smollett-Bell, com a trama sendo considerada “uma abordagem emocionante sobre a tradição lovecraftiana, que prova que os deuses antigos não são a única coisa que fazem barulho no cosmos”.

E para te preparar para o que vem por aí, confira as principais avaliações disponíveis no momento:

“O que funciona melhor é o imenso poder simbólico, extraído de Lovecraft e também da imaginação de Green”. -Daniel D’Addario, Variety

“O que ajuda a manter todo o caos controlado – além das performances de destaque de Majors e Smollett-Bell – é uma trilha sonora vibrante que é nada menos do que cintilante”. – Brandon Katz, Observer

“É crédito de todo mundo o fato de Smollett não os tirar inteiramente da tela, mas Majors é um ator principal constante e progressivo e Vance e Williams adicionam decência aceitável e tormento ardente, respectivamente”. – Dan Fienberg, Hollywood Reporter

“Smollett é especialmente boa em assumir uma postura heroica. Ela é a personagem com a qual você mais não quer mexer, embora seja Wunmi Mosaku, no papel de sua irmã economicamente frustrada – Ruby, quem deixa a maior impressão, em um enredo de transformação”. – Robert Lloyd, Los Angeles Times

Lovecraft Country não será para todos. Pode ser lenta e os cultistas nefastos são geralmente um bando insosso… Ainda assim, há muita diversão polpuda e alguns momentos sangrentos (os que se assustam facilmente devem evitar)”. – Ed Power
Daily Telegraph (UK).

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

Cerimônia de premiação do Grammy Awards 2021 é adiada para março

Academia de Artes Fonográficas anunciou hoje (05) que a cerimônia de premiação do Grammy Awards 2021 foi adiada em um mês em meio em virtude de medidas de seguranças decididas pela pandemia do COVID-19.

A 63ª premiação ocorrerá agora no domingo, 14 de março de 2021 em vez da data anterior, 31 de janeiro.

Segundo declaração oficial, “depois de conversas reflexivas com especialistas da área de saúde, nosso anfitrião e os artistas programados para aparecer, estamos reagendado o 63º Grammy Awards para ser exibido em 14 de março de 2021. A deteriorante condição do COVID-19 em Los Angeles, com serviços hospitalares transbordantes, UTIs tendo atingido a capacidade máxima e novos guias de saúde de governos locais e estaduais nos levaram a concluir que adiar o show era a coisa certa a se fazer”.

Confira a lista de indicados à premiação:

Álbum do Ano

Chilombo, Jhené Aiko
Black Pumas (Deluxe Edition), Black Pumas
Everyday Life, Coldplay
Djesse Vol. 3, Jacob Collier
Women in Music Pt. III, Haim
Future Nostalgia, Dua Lipa
Hollywood’s Bleeding, Post Malone
FolkloreTaylor Swift

Gravação do Ano

“Black Parade,” Beyoncé
“Colors,” Black Pumas
“Rockstar,” DaBaby featuring Roddy Ricch
“Say So,” Doja Cat
“Everything I Wanted,” Billie Eilish
“Don’t Start Now,” Dua Lipa
“Circles,” Post Malone
“Savage,” Megan Thee Stallion

Música do Ano

“Black Parade”, Beyoncé
“The Box”, Roddy Ricch
“Cardigan”, Taylor Swift
“Circles”, Post Malone
“Don’t Start Now”, Dua Lipa
“Everything I Wanted”, Billie Eilish
“I Can’t Breathe”, H.E.R.
“If the World Was Ending”, JP Saxe, Julia Michaels

Artista Revelação

Ingrid Andress
Phoebe Bridgers
Chika
Noah Cyrus
D Smoke
Doja Cat
Kaytranada
Megan Thee Stallion

Pop

Melhor Performance Pop Solo
“Yummy,” Justin Bieber
“Say So,” Doja Cat
“Everything I Wanted,” Billie Eilish
“Don’t Start Now,” Dua Lipa
“Watermelon Sugar,” Harry Styles
“Cardigan,” Taylor Swift

Melhor Performance Pop – Duo/Grupo
“Un Dia (One Day)”, J Balvin, Dua Lipa, Bad Bunny, Tainy
“Intentions”, Justin Bieber feat. Quavo
“Dynamite”, BTS
“Rain On Me”, Lady Gaga, Ariana Grande
“Exile”, Taylor Swift feat. Bon Iver

Melhor Álbum Vocal de Pop
Changes, Justin Bieber
ChromaticaLady Gaga
Future Nostalgia, Dua Lipa
Fine Line, Harry Styles
Folklore, Taylor Swift

Melhor Álbum Vocal Tradicional de Pop
Blue Umbrella, Burt Bacharach, Daniel Tashian
True Love: A Celebration of Cole Porter, Harry Connick, Jr.
American Standard, James Taylor
Unfollow the Rules, Rufus Wainwright
Judy, Renée Zellweger

Rap

Melhor Álbum de Rap
Black Habits — D Smoke
Alfredo — Freddie Gibbs & The Alchemist
A Written Testimony — Jay Electronica
King’s Disease — Nas
The Allegory Royce — Da 5’9″

Melhor Música Rap
“The Bigger Picture”, Lil Baby
“The Box”, Roddy Ricch
“Laugh Now, Cry Later”, Drake feat. Lil Durk
“Rockstar”, DaBaby feat. Roddy Ricch
“Savage”, Megan Thee Stallion feat. Beyoncé

Melhor Performance Rap
“Deep Reverence,” Big Sean feat. Nipsey Hussle
“Bop,” DaBaby
“What’s Poppin,” Jack Harlow
“The Bigger Picture,” Lil Baby
“Savage,” Megan Thee Stallion feat. Beyoncé
“Dior,” Pop Smoke

Rock

Melhor Performance Rock
“Shameika”, Fiona Apple
“Not”, Big Thief
“Kyoto”, Phoebe Bridgers
“The Steps”, HAIM
“Stay High”, Brittany Howard
“Daylight”, Grace Potter

Melhor Performance – Metal
“Bum-Rush”, Body Count
“Underneath”, Code Orange
“The In-Between”, In This Moment
“Bloodmoney”, Poppy
“Executioner’s Tax (Swing of the Axe) – Live”, Power Triop

Melhor Música – Rock
“Kyoto”, Phoebe Bridgers
“Lost in Yesterday”, Tame Impala
“Not”, Big Thief
“Shameika”, Fiona Apple
“Stay High”, Brittany Howard

Melhor Álbum de Rock
A Hero’s Death, Fontaines D.C.
Kiwanuka, Michael Kiwanuka
Daylight, Grace Potter
Sound & Fury, Sturgill Simpson
The New Abnormal, The Strokes

Melhor Álbum de Música Alternativa
Fetch the Bolt Cutters, Fiona Apple
Hyperspace, Beck
Punisher, Phoebe Bridgers
Jamie, Brittany Howard
The Slow Rush, Tame Impala

R&B

Melhor Performance R&B
“Lightning & Thunder,” Jhené Aiko featuring John Legend
“Black Parade,” Beyoncé
“All I Need,” Jacob Collier featuring Mahalia and Ty Dolla Sign
“Goat Head,” Brittany Howard
“See Me,” Emily King

Melhor Performance Tradicional R&B
“Sit On Down”, The Baylor Project feat. Jean Baylor, Marcus Baylor
“Wonder What She Thinks of Me”, Chloe X Halle
“Let Me Go”, Mykal Kilgore
“Anything For You”, Ledisi
“Distance”, Yebba

Melhor Música R&B
“Better Than I Imagine”, Robert Glasper feat. H.E.R., Meshell Ndegeocello
“Black Parade”, Beyoncé
“Collide”, Tiana Major9, EARTHGANG
“Do It”, Chloe X Halle
“Slow Down”, Skip Marley, H.E.R.

Melhor Álbum de R&B Progressivo
Chilombo — Jhené Aiko
Ungodly Hour — Chloe X Halle
Free Nationals — Free Nationals
F*** Yo Feelings — Robert Glasper
It Is What It Is — Thundercat

Melhor Álbum de R&B
Happy 2 Be Here, Ant Clemons
Take Time, Giveon
To Feel Love/D, Luke James
Bigger Love, John Legend
All Rise, Gregory Porter

Latino

Melhor Álbum Latino/Urbano
YHLQMDLG, Bad Bunny
Por Primera Vez, Camilo
Mesa Para Dos, Kany García
Pausa, Ricky Martin
3:33, Debi Nova

Dance

Melhor Gravação Dance
“On My Mind”, Diplo & Sidepiece
“My High”, Disclosure Featuring Aminé & Slowthai
“The Difference”, Flume Featuring Toro Y Moi
“Both of Us”, Jayda G
“10%”, Kaytranada Featuring Kali Uchis

Melhor Álbum Dance/Eletrônico
Kick, I Arca
Planet’s Mad, Baauer
Energy, Disclosure
Bubba, Kaytranada
Good Faith, Madeon

Jazz

Melhor Álbum Jazz Vocal
Ona, Thana Alexa
Secrets are the Best Stories, Kurt Elling feat. Danilo Pérez
Modern Ancestors, Carmen Lundy
Holy Room: Live at Alte Oper, Somi, Frankfurt Radio Big Band
What’s the Hurry, Kenny Washington

Música para Mídia Visual

Melhor Compilação
“Um Lindo Dia na Vizinhança” (Various Artists)
“Bill & Ted Encaram a Música” (Various Artists)
“Festival Eurovision da Canção” (Various Artists)
“Frozen 2” (Various Artists)
“Jojo Rabbit” (Various Artists)

Melhor Composição
“Ad Astra”, Max Richter
“Becoming”, Kamasi Washington
“Coringa”, Hildur Guðnadóttir
“1917”, Thomas Newman
“Star Wars: A Ascensão Skywalker”, John Williams

Melhor Música
“Beautiful Ghosts [de Cats]”, Taylor Swift
“Carried Me With You [de Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica]”, Brandi Carlile
“Into the Unknown [de Frozen 2]”, Idina Menzel, Aurora
“No Time to Die [de 007: Sem Tempo para Morrer]”, Billie Eilish
“Stand Up [de Harriet]”, Cynthia Erivo

Produtor

Produtor do Ano – Clássico
Jack Antonoff
Dan Auerbach
Dave Cobb
Flying Lotus
Andrew Watt

Produtor do Ano – Não Clássico
Blanton Alspaugh
David Frost
Jesse Lewis
Dmitriy Lipay
Elaine Martone

Vídeo/Filme Musical

Melhor Videoclipe
“Brown Skin Girl”, Beyoncé
“Life Is Good”, Future feat. Drake
“Lockdown”, Anderson .Paak
“Adore You”, Harry Styles
“Goliath”, Woodkid

Melhor Filme Musical
“Beastie Boys Story,” Beastie Boys
“Black Is King,” Beyoncé
“We Are Freestyle Love Supreme,” Freestyle Love Supreme
“Linda Ronstadt: The Sound of My Voice,” Linda Ronstadt
“That Little Ol’ Band From Texas,” ZZ Top

Confira a lista completa aqui!

‘American Horror Story’: Personagem de Sarah Paulson terá “alguns problemas” na 10ª temporada

A 10ª temporada de American Horror Story continua sendo um mistério, mas Sarah Paulson, que retorna para o próximo ciclo depois de não ter participado de ‘1984’, revelou alguns detalhes do que o público pode esperar de sua personagem.

Em entrevista a Entertainment Weekly, Paulson disse que a misteriosa persona terá “alguns problemas”, aparentemente um cabelo interessante e um ótimo nome.

“A personagem que vou interpretar este ano em ‘Horror Story’ tem alguns problemas, vamos dizer assim. Tenho um cabelo colorido, que nunca usei na vida ou no show. É o que posso contar. E tenho um nome ótimo. Isso também posso falar”.

A 10ª temporada de ‘American Horror Story‘, intitulada ‘Double Feature‘, irá estrear durante o outono norte-americano, provavelmente no início de setembro.

O novo ciclo terá 10 episódios e sua narrativa será concluída durante o Halloween.

Além disso, também foi confirmado que a série derivada ‘American Horror Stories‘ irá estrear em julho.

Vale lembrar que a história da 10ª temporada irá se dividir em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.

O próximo ciclo contará com o retorno de Sarah PaulsonKathy BatesLeslie GrossmanBillie LourdEvan PetersAdina PorterLily RabeFrances ConroyAngelica RossFinn Wittrock, além da introdução dos novatos Macaulay Culkin, Spencer Novich, Ryan Kiera Armstrong, V Nixie, Kaia GerberPierce CadyParis Jackson.

‘American Horror Story’: Último episódio da 10ª temporada ganha teaser oficial; Confira!

FX divulgou a promo oficial de “The Future Perfect”, décimo e último episódio da 10ª temporada de American Horror Story, subtitulada ‘Double Feature’.

Na trama, “Mamie resolve os problemas com as próprias mãos. O destino do futuro é revelado”.

O capítulo vai ao ar no dia 20 de outubro.

Confira:

A história da décima temporada se divide em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.

O próximo ciclo contará com o retorno dos veteranos Evan PetersKathy BatesBillie Lourd, Finn WittrockLily RabeLeslie GrossmanAdina Porter e Angelica Ross, além da introdução de  Macaulay CulkinKaia Gerber.

‘Rebel Heart’, subestimado álbum de Madonna, faz 7 anos; Relembre nossa crítica!

Demorou três anos, mas Madonna mostrou estar disposta a se reinventar mais uma vez, talvez para apagar da memória uma incursão extremamente problemática que se intitulou MDNA, cujas boas intenções acabaram não valendo a pena e, quando aspiravam a uma centelha de esperança, não combinavam com o teor e com a estética da obra. No final de 2014, a artista começava a promover seu 13º álbum de estúdio, o subestimado Rebel Heart, procurando misturar aspectos contemporâneos e clássicos de sua própria discografia, num estilo proprioceptivo que é ausente em diversas carreiras da atualidade. Em março de 2015, o CD nascia e, apesar de ter tido uma recepção sólida por parte da crítica e um sucesso comercial considerável, ainda não representava o retorno à forma da rainha do pop; não obstante, merecia maior reconhecimento do que teve, principalmente por servir de influências para jovens cantores e compositores que dominavam a cenário fonográfico.

Diferente de suas duas iterações predecessoras, a performer retoma as rédeas de sua arte com força descomunal e, apesar dos claros deslizes que se destrincham em certas faixas (como a repetição exaustiva de construções sonoras e de interjeições vocálicas), o resultado é bastante positivo e ganha requinte conforme os anos passam por seu progressivo tom e pela manutenção da originalidade das músicas. Ainda com o impressionante número de colaboradores – que, contando com a lead singer, alcança as duas dezenas -, Rebel Heart é coeso o suficiente para nos fazer ansiar por mais e por nos deixar animados para os capítulos que virão dentro de uma discografia nada menos que icônico. E, visto que estamos analisando a versão deluxe, nada mais justo que deixar claro que as dezenove faixas desenrolam-se em um piscar de olhos.

A princípio, o escopo instrumental é bastante familiar, principalmente a meados da década de 2010, que começava a fornecer para a esfera musical um apreço mais experimental (coisa que Madonna faria com mais ousadia em seu próximo capítulo, Madame X). Temos a presença constante dos sintetizadores, aqui aliados aos drills do novo século e mascarados com o piano elétrico e com um místico baixo que parece se transmutar em vários elementos diferentes em uma mesma canção. “Living for Love” é uma incrível abertura para o álbum, refrescante em cada acorde propositalmente unidimensional e criando um ecoante e bem estruturado pano de fundo – tudo isso conforme é pincelado com camadas vocais secundárias on point e um beat-drop comedido e funcional; o mesmo acontece com “Unapologetic Bitch”, que usa elementos do reggae para agregar certa sensualidade, eventualmente se tornando repetitivo; em “Illuminati”, uma aventura divertida e crítica dentro de seus limites, nota-se o electro-synth embebido em uma arquitetura mais dark e dissonante.

No geral, a cantora e compositora destina sua atenção para alguns detalhes em detrimentos de outro – e deixa que produtores secundários tenham uma voz maior, o que, de fato, explica certos exageros e redundâncias. Em “Bitch I’m Madonna, o epílogo é tão desnecessário e pedante que acaba manchando as compactas bases apresentadas nos atos anteriores; “Body Shop” se transforma numa rendição infantil demais quando colocada ao lado do restante das faixas, retomando os problemas de MDNA, mas não deixando que eles controlem o decorrer da narrativa; “Best Night” força um conceito que estende suas raízes para as melodias orientais e não consegue se reencontrar em momento algum, representando um dos declives da obra; “S.E.X.” é uma homenagem frustrada ao revolucionário Erotica e tenta misturar os tabus da década de 1990 com a libertação do corpo dos dias de hoje.

Nenhum aspecto fora de contexto é gritante a ponto de manchar o que Madonna pretende entregar para seus fãs – e, como já mencionado, o saldo positivo fala mais alto e deixa de se isolar na profusão desmedida, adornando basicamente todas as tracks. É claro que a performer não retornou ao auge prometido, valendo-se de forma contínua de vícios de linguagem reminiscentes de antigas eras; ela não chega a criar uma colcha de retalhos dançante como Music, mas também não instiga reflexões intimistas como Bedtime Stories. De qualquer forma, as partes se fundem em um painel competente e despontado pelo brilhantismo da semi-balada “Ghosttown”, a críptica e sensorial viagem promovida por “Iconic” e a teatral e épica orquestra de “Messiah”.

A artista também é sagaz ao criar retratos íntimos de sua própria carreira, seja na forma de construções recuadas e movidas pelo classicismo do piano, como a poética e marchante “HeartBreakCity” (que viria a influenciar Mark Ronson anos mais tarde) ou o country-dance da faixa-título, que merecia maior reconhecimento por sua simplicidade comovente e por sua mensagem inspiradora. Madonna também viaja para os anos 1960, remodelando a memorável “House of the Rising Sun” às modernizações sintéticas do novo século e, enfim, gerando a narcótica e blasfema “Devil Pray”. Com menos clareza, ela também desconstrói os preceitos elegíacos engessados na música para acrescentar comoção e emoção a “Wash All Over Me”.

Retomando o caminho da redenção, mas ainda não exatamente atingindo o potencial que sabemos que tem, Rebel Heart merecia mais atenção à época de seu lançamento e, talvez com o passar dos anos, continue a ser redescoberto da maneira digna.

Nota por faixa:

  • Living For Love – 4,5/5
  • Devil Pray – 4,5/5
  • Ghosttown – 5/5
  • Unapologetic Bitch – 3,5/5
  • Illuminati – 3,5/5
  • Bitch I’m Madonna – 2,5/5
  • Hold Tight – 3,5/5
  • Joan Of Arc – 3,5/5
  • Iconic – 4/5
  • HeartBreakCity – 4,5/5
  • Body Shop – 1,5/5
  • Holy Water – 3/5
  • Inside Out – 2,5/5
  • Wash All Over Me – 4,5/5
  • Best Night – 2/5
  • Veni Vidi Vici – 3/5
  • S.E.X. – 3/5
  • Messiah – 3,5/5
  • Rebel Heart – 4/5

‘O Verão que Mudou Minha Vida’: Começam as gravações da 2ª temporada!

A adaptação ‘O Verão que Mudou Minha Vida‘ chegou recentemente ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming trouxe boas novas aos fãs da produção.

Através das redes sociais, foi revelado que as gravações da já confirmada 2ª temporada finalmente começaram!

Os próximos episódios ainda não têm estreia definida.

Confira:

Baseada no romance homônimo de Jenny Han (‘Para Todos os Garotos que já Amei’), a história é um drama multigeracional que gira em torno de um triângulo amoroso entre uma garota e dois irmãos, o relacionamento evolutivo entre mães e filhos, bem como o poder duradouro das amizades femininas.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Lola Tung, Christopher Briney, Gavin CasalegnoRachel Blanchard e Jackie Chung.

Han escreveu o piloto da série e também entra como produtora executiva e co-showrunner.

‘O Verão que Mudou a Minha Vida’ foi lançado originalmente em 2009. Seu sucesso rendeu nada menos que duas sequências: Sem Você Não é Verão, publicada em 2010; e Sempre Teremos o Verão, de 2011.

Crítica | Gifted

Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo. Dirigido pelo cineasta Marc Webb (do ótimo 500 Dias com Ela), Gifted explora um retrato emocionante de uma família de uma garotinha excepcional e todas as variáveis que a cercam. Bem objetivo em seu roteiro, assinado por Tom Flynn, o longa metragem, sem previsão de estreia no Brasil, conta com apaixonantes atuações de Chris Evans (o Capitão América) e Mckenna Grace.

Na trama, conhecemos a rotina de Frank (Chris Evans) um mecânico de barcos autônomo que largou as salas de aula para se dedicar a criação de sua sobrinha, agora com sete anos, logo após o falecimento trágico de sua única irmã. Ao longo dessa jornada que mudou sua vida radicalmente, Frank percebe que a pequena é super dotada e possui uma mente matemática brilhante levando a jovem a vários conflitos na escola que é matriculada. Quando a direção orienta Frank a matricular Mary em uma escola especializada em aulas com grande eficiência nos estudos avançados de matemática, a avó da criança Evelyn (Lindsay Duncan) aparece na história e resolve lutar pela guarda da jovem prodígio levando a todos a uma batalha judicial.

A objetividade do roteiro chama a atenção. Não se perde em nenhum momento e preenche as lacunas deixadas com muito eficiência por meio de diálogos e surpresas que vão aparecendo ao decorrer dos 101 minutos de projeção. Os arcos são divididos cirurgicamente e entendemos as razões e consequências por meio de muitas sequências de emoções que o filme provoca. O carinho do tio/pai Frank e a visão filosófica que ele tem do mundo servem de aplicação e complemento para a mente super desenvolvida da jovem. Frank quer que ela cresça como uma criança comum, que tenha amigos e desenvolva uma vida em sociedade. Já a avó que entra na história de maneira fervorosa é traz consigo mágoas de um passado constante por conta do conturbado relacionamento com os filhos, principalmente com a mãe da menina.

Os conflitos provocados por essas duas linhas do pensar são apresentados, os personagens se constroem e se desconstroem em sua maneira de pensar, principalmente o protagonista. Os coadjuvantes, a professora de Mary e a vizinha de Frank chegam na trama dando novas óticas e opiniões sobre a situação. Quando o caso vira jurídico, novos argumentos são apresentados rumando para um final emocionante onde o amor e suas variáveis tendem ao infinito.

Pensando em terminar? 10 filmes que podem fazer você repensar seu namoro!

O amor muitas vezes nos leva ao limite, mesmo quando a iminência do término se apresenta como uma verdade. Através das histórias de ficção que vemos no cinema, podemos encontrar paralelos para pensarmos sobre a realidade – e, quem sabe, tirar lições para nossas próprias vidas. Abaixo, segue uma lista de filmes para fazer você pensar sobre o universo sempre complexo dos relacionamentos:

 

Band Aid (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos o casal Anna (Zoe Lister-Jones) e Ben (Adam Pally), que vivem uma imensa crise. Mesmo existindo muito amor na casa, as brigas são diárias e a rotina está deprimindo o casal. Até que certo dia, eles resolvem fazer o inusitado, compor músicas sobre todas as brigas que tiveram e assim montam uma banda junto com seu vizinho de porta.

 

Hank e Asha (Diamond Films+)

Asha (Mahira Kakkar) é uma jovem indiana, estudante de cinema, que está terminando os estudos na Suíça. Certo dia, após assistir a um filme, consegue entrar em contato com o realizador do mesmo, Hank (Andrew Pastides), um jovem norte-americano que busca se encontrar profissionalmente em Nova York. Os dois começam a se falar diariamente através de vídeos e um dia resolvem marcar de se encontrar em uma das cidades mais românticas do mundo, Paris. Mas será que esse encontro vai acontecer?

 

Quarto 212 (Reserva Imovision)

A divertida comédia francesa Quarto 212 usa, sem abusar, do choque da fantasia e das curiosidades do consciente para falar de muitos sentimentos. Escrito e dirigido pelo ótimo cineasta francês Christophe Honoré, o longa-metragem joga para o público um recorte intimista de um casamento à beira da ruína.

 

É Apenas uma Fase, Amor (Diamond Films+)

Paul (Christoph Maria Herbst) é um escritor, pai de três filhos, que passa por uma fase de observação sobre a importância do sexo na sua vida. Sua esposa, Emilia (Christiane Paul), uma atriz que trabalha como dubladora, já dá sinais de esgotamento pela distância que os separam, diferente de outros tempos onde eram bem mais animados e grandes desbravadores das estradas da vida. Eles então enfrentam uma iminente separação que vai fazer com que essas duas almas repensem sobre tudo que viveram (e como querem viver) suas vidas a partir dessa ruptura.

 

Minha Vida Perfeita (Netflix)

Jo (Ágata Buzek) é uma professora que aparenta uma infelicidade constante, vivendo seus dias num conturbado cotidiano, numa casa onde mora com o marido, a mãe, o filho mais velho – que acabou de ser pai – e o filho mais novo. Ainda por cima, em forma de oásis ao caos que impera em sua frente, tem um relacionamento secreto com outro professor. Um dia, começa a receber ameaças de um alguém que descobriu sua traição.

 

Todas as Canções Falam de Mim

Ramiro (Oriol Vila) e Andrea (Bárbara Lennie), como todo casal, viveram seus momentos intensamente durante anos. Quando resolveram se separar, houve um trauma e uma dor muito grande por parte do primeiro. O filme mostra delicados pontos de vistas desses dois românticos personagens e um sonho distante de um dia se reencontrarem e, quem sabe, viverem uma nova história de amor.

 

Vidas Passadas (Telecine)

Debutando na carreira de diretora, a cineasta sul-coreana Celine Song não podia ter começado com um melhor pé direito. Seu filme transborda sentimentos conflitantes aos olhos de duas almas que parecem complementares mas que o momento certo de se encontrarem muda completamente os rumos de seus destinos. Vidas Passadas é uma poesia em forma de cinema, onde declamações marcantes são vistas, sentimentos borbulham, nos levando de forma avassaladora para o núcleo do sentimento mais profundo que existe.

 

E agora, meu amor? (HBO MAX)

Alex (Matthew Perry) é um engenheiro que tem a grande chance de sua carreira profissional ao ser designado para supervisionar um projeto de construção em Las Vegas. Um dia, nesse lugar, acaba conhecendo Isabel (Salma Hayek), uma jovem com quem passa uma única noite. O tempo passa e Isabel volta a cruzar o caminho de Alex ao descobrir que está grávida. Buscando se entenderem, mesmo sem se conhecerem, o casal resolve enfrentar os conflitos de uma união e a chegada do primeiro filho.

 

O Amor é Estranho (Cindie)

O casal Ben (John Lithgow) e George (Alfred Molina) decidem oficializar sua união, fato que gera muitos problemas no trabalho do segundo e assim, ambos, acabam entrando em uma crise financeira. Após terem que vender a casa onde sempre moraram, contam com a ajuda de familiares, vizinhos e amigos para voltarem a ficar juntos.

 

Deixe a Luz Acesa

O cineasta Erik é um documentarista, homossexual, que gosta de conhecer pessoas pelo telefone. Em uma dessas ligações, conhece o advogado Paul. O relacionamento dos dois se torna cada vez mais excessivo, alimentado por altos. A luta de ambos é na verdade uma grande negociação dos limites que ambos ultrapassam a cada nova ação inconsequente.

 

‘The Palace’: Kate Winslet irá estrelar nova série sobre regimes autoritários; Saiba mais!

Depois do massivo sucesso da minissérie ‘Mare of Easttown’, que inclusive lhe rendeu uma estatueta do Emmy Awards, Kate Winslet está pronta para seu próximo projeto televisivo: The Palace (via Collider).

A série irá acompanhar Winslet em uma narrativa que gira em torno de um regime autoritário. Ambientada no palácio titular, o enredo mostrará governantes tiranos perdendo gradativamente o poder sobre a cidade que os cercam.

Will Tracy, conhecido por seu trabalho no aclamado drama ‘Succession’, fica responsável pela criação do show. O vencedor do Emmy Stephen Frears entra como diretor.

Winslet, Tracy e Frears também entram como produtores executivos ao lado de Frank Rich. Tracy será o showrunner, acompanhado de um time de roteiristas que inclui Seth ReissJuli WeinerJen SpyraGary ShteyngartSarah DeLappe.

Winslet é uma das atrizes mais conhecidas e ovacionadas da indústria do entretenimento e já protagonizou diversas produções de sucesso crítico e comercial, incluindo ‘Titanic’‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’. Ela levou para casa o Oscar de Melhor Atriz por sua performance em ‘O Leitor’. Seus outros prêmios incluem duas estatuetas do Emmy, cinco Globos de Ouro, quatro SAG Awards, quatro BAFTA e um Grammy.

Além de The Palace, ela também será uma das protagonistas de ‘Avatar 2’, reunindo-se com o diretor James Cameron.

Fique ligado para mais informações!

CONTROVERSO personagem de Tolkien pode aparecer na 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’

A 2ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ está a todo vapor e, agora, um recente rumor indica que um controverso personagem da mitologia de J.R.R. Tolkien pode aparecer nos próximos episódios.

Segundo o TheOneRing.Net, Tom Bombadil dará as caras no vindouro ciclo.

Para aqueles que não o conhecem, Tom Bombadil é um personagem integral dos romances de Tolkien, mas ficou de fora das adaptações de Peter Jackson para o cinema. A enigmática figura vive nas profundezas da Antiga Floresta que, apesar de não ter um território extenso, tinha poder admirável e extraordinário acerca de tudo que o rodeava. Além disso, Tom era um indivíduo paradoxo, em um momento derrotando as forças antigas com pouco esforço e, logo depois, encabeçando e cantando músicas sem sentido. Ele também vivia com sua esposa, Goldberry, longe de qualquer outro assentamento. Embora aparentemente benevolente, ele não assumiu uma postura aberta contra os Lordes das Trevas.

Lembrando que a nova temporada não tem data de estreia confirmada.

Crítica | 8º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui a temporada de forma bastante satisfatória

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram recentemente contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘A Chegada’: Aclamado drama sci-fi com Amy Adams REESTREIA na Netflix!

O drama de ficção científica ‘A Chegada‘, estrelado por Amy Adams, Jeremy Renner e Forest Whitaker, reestreou na Netflix.

A produção foi relançada hoje, 01 de junho, na plataforma de streaming.

Na trama, quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks, uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.

Michael Stuhlbarg, Tzi Ma e Mark O’Brien também fizeram parte do elenco do filme.

Denis Villeneuve ficou responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Eric Heisserer.

Relembre o trailer:

Além da aclamação crítica, o filme fez um sucesso de bilheteria ao arrecadar mais de US$203 milhões mundialmente e conquistou oito indicações ao Oscar – levando para casa a estatueta de Melhor Edição de Som.

David Harbour revela que a 5ª temporada de ‘Stranger Things’ irá acabar de uma forma “muito REAL”

A 5ª e última temporada de ‘Stranger Things‘ está a caminho e os fãs aguardam ansiosamente por novidades sobre o ciclo de encerramento com o fim da greve de atores de Hollywood.

Agora, em uma recente aparição à Motor City Comic ConDavid Harbour, que interpreta o Xerife Hopper na produção, foi questionado sobre uma possível sexta temporada da série – ao que ele respondeu de forma bastante categórica (via Deadline).

“A beleza [da série] é que há um final real – as coisas irão acabar de uma forma muito real”, ele disse.

Harbour acrescentou que a peça de teatro que estreará em Londres poderia utilizar a narrativa, visto que o enredo da série principal “com o Mundo Invertido” é uma “história completa e irá terminar com o episódio final da quinta temporada”.

Harbour added that the play in London could use the storyline noting that the storyline started in the main series “With the Upside Down” is “one complete story and it’s going to end at the final episode of Season 5.”

Durante uma entrevista para o Comic Book, Harbour confirmou que as gravações do desfecho serão iniciadas na semana que vem.

“Vou apenas fazer uma declaração ousada. A cada ano, parece que a série está ficando cada vez maior e mais emocionante. E temos a real responsabilidade de arrasar na temporada final. Podem cobrar. Vão em frente, façam isso… Porque irei começar na semana que vem e vou colocar todo o meu coração nisso.”

Ele continuou, elevando as expectativas para o final:

“Li alguns dos roteiros e, na minha mente só vêm pensamentos tipo: ‘Você é incrivelmente lindo. Está na hora de arrasar. Vamos arrasar. Vamos entregar a vocês o final que vocês precisam, o final que vocês querem, o final que eu quero.”

O final da 4ª temporada terminou com o portão entre o nosso mundo e o Mundo Invertido abrindo bem no meio de Hawkins, Indiana, iniciando uma guerra entre seus residentes e as forças do mal de Vecna.

Há alguns dias, o perfil dos roteiristas de ‘Stranger Things‘ compartilhou como será a cena de abertura da aguarada 5ª e última temporada da atração.

A publicação mostra uma página do roteiro, que diz:

ESCURIDÃO. O som do VENTO FRIO. ÁRVORES CHACOALHANDO. E… A VOZ DE UMA CRIANÇA. Cantando uma música desconhecida:”

Confira:

Relembre o trailer da 4ª temporada:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Siân Heder, de ‘No Ritmo do Coração’, vai dirigir adaptação do best-seller ‘Tomorrow, And Tomorrow, And Tomorrow’

Segundo o Deadline, a vencedora do Oscar Siân Heder (‘No Ritmo do Coração’) irá comandar a adaptação do romance best-seller ‘Tomorrow, And Tomorrow, And Tomorrow’ para a Paramount Pictures.

A obra, assinada por Gabrielle Zevin, acompanha uma história de amor moderna sobre dois amigos que se conheceram quando crianças e se reuniram quando adultos para criar videogames, encontrando na narrativa digital uma intimidade que lhes escapa em suas vidas reais. O relacionamento explora a intimidade, a paixão e o desgosto da colaboração criativa, em contraste com os mundos visualmente inovadores trazidos à vida pela crescente indústria de videogames das décadas de 1990-2000.

Mark Bomback assina a versão final do roteiro, cujo primeiro roteiro foi escrito por Zevin.

Marty BowenWyck GodfreyIsaac Klausner entram como produtores, enquanto Zevin será uma das produtoras executivas. Mais informações não foram reveladas.

O livro já vendeu mais de 2,8 milhões de cópias ao redor do mundo (com 1,5 milhões de unidades apenas nos Estados Unidos), e foi traduzido para mais de quarenta línguas.

Heder fez sua estreia oficial como diretora com o longa-metragem ‘Tallulah’, estrelado por Elliot PageAlison Janney. Ela também trabalhou como roteirista e produtora das três primeiras temporadas de ‘Orange Is The New Black’, da Netflix, além de ter comandado episódios de ‘GLOW’‘The Path’‘Little America’.

Em 2021, Heder escreveu e dirigiu o elogiado No Ritmo do Coração, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e que levou a estatueta de Melhor Filme para casa.

Condenados são ressuscitados no trailer ARREPIANTE da 2ª temporada de ‘Profecia do Inferno’; Confira!

A Netflix Brasil divulgou trailer completo da 2ª temporada de ‘Profecia do Inferno‘, série do Yeon Sang-ho (diretor do aclamado ‘Invasão Zumbi‘).

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 25 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na plataforma de streaming.

Baseada na webtoon coreana ‘Hell‘, a trama segue a luta pela sobrevivência em meio ao caos quando um grupo de seres sobrenaturais começam a aparecer e a condenar as pessoas para o inferno. Logo, um novo grupo religioso interpreta a aparição deles como a vontade divina.

en us hb s2 main teaser vertical 27x40 rgb pre 1

Revelado SUPOSTO papel de Sadie Sink em ‘Homem-Aranha 4’

Recentemente, a atriz Sadie Sink (‘Stranger Things’, ‘Rua do Medo’) foi oficialmente confirmada no elenco de Homem-Aranha 4’, apesar de detalhes sobre seu papel não terem sido revelados.

Agora, em uma recente entrevista ao podcast The Hot Mic, o famoso insider Jeff Sneider trouxe detalhes sobre o suposto papel de Sink no próximo longa-metragem da franquia: Mary Jane Watson, um dos pares românticos mais conhecidos de Peter Parker (Tom Holland).

Sneider foi o primeiro a revelar a história de que Sink era frontrunner para viver Jean Grey no reboot de ‘X-Men’ da Marvel Studios e, durante a conversa, admitiu que ficou surpreso quando a atriz foi anunciada para Homem-Aranha 4’.

Inicialmente previsto para 24 de julho de 2026, o filme chega aos cinemas agora em 31 de julho de 2026.

De acordo com o insider Daniel RPK, o novo filme teria um time diferente de coadjuvantes, o que indicaria uma nova abordagem para o personagem, explorando novas dinâmicas e interações.

Esse possível “refresh” na franquia estaria relacionado a uma reinterpretação da história do Homem-Aranha, com muitas ideias originais sendo alteradas, principalmente após a chegada de Destin Daniel Cretton, o diretor de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, para assumir a direção do filme.

A mudança de direção e visão criativa do novo diretor poderia impactar tanto a narrativa quanto os personagens envolvidos, trazendo um tom mais inovador à trama.

Por enquanto, todo esse cenário permanece em aberto, e os fãs devem acompanhar as próximas atualizações para ter uma noção mais clara de como o novo filme da franquia se desenrolará.

Em uma recente entrevista, Tom Holland comentou sobre o quarto filme solo do Homem-Aranha:

“Temos os melhores profissionais trabalhando para o que quer que a história seja. Mas até que tenhamos resolvido isso, temos um legado a proteger. O terceiro filme foi tão especial de tantas maneiras que precisamos garantir que estamos fazendo a coisa certa”, afirmou.

Lembrando que a aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

 

Algo está VOLTANDO no novo teaser da 3ª temporada de ‘Invasão’, série sci-fi da Apple TV+

A Apple TV+ divulgou um teaser inédito da 3ª temporada ‘Invasion‘, série de ficção científica estrelada por Sam Neill.

O breve vídeo vem acompanhando da enigmática legenda: “algo está voltando”.

O próximo ciclo estreará no dia 22 de agosto na plataforma de streaming.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Simon Kinberg (‘Deadpool’) e David Weil (‘Hunters’), a série conta com a direção de Jakob Verbruggen (‘The Alienist’ e ‘The Fall’).

A trama foca em uma invasão alienígena contada através de diferentes perspectivas ao redor do mundo.

O elenco também conta com Shamier Anderson (‘Awake’), Golshifteh Farahani (‘Extraction’), Firas Nassar (‘Fauda’) e Shioli Kutsuna (‘Deadpool 2’).

Audrey Chon (‘The Twilight Zone’), Amy Kaufman (‘Olhos que Condenam’) e Elisa Ellis entram como produtores executivos ao lado de Andrew Baldwin (‘The Outsider’), que também é responsável pelo roteiro.

Diretora de ‘As Marvels’ continua onda de sucesso com novo filme ACLAMADO pela crítica internacional

Com 73 reviews publicadas até o momento, a sequência ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a evolução gradual da franquia, elogiando a direção de Nia DaCosta. A cineasta, inclusive, vem trilhando um caminho de grande sucesso, mesmo após ter recebido duras críticas por seu trabalho em ‘As Marvels’, sequências de ‘Capitã Marvel’ que chegou aos cinemas em 2023.

DaCosta fez sua estreia oficial no circuito de longas-metragens em 2018 com o suspense independente ‘Passando dos Limites’, construindo um faroeste estrelado por Tessa ThompsonLily Collins que conquistou impressionantes 95% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.

Três anos mais tarde, a realizadora recebeu a tarefa de comandar o ambicioso remake de ‘A Lenda de Candyman’. Afastando-se da onda de novas versões de clássicos do terror, DaCosta foi novamente elogiada pelos especialistas (com 84% de aprovação no RT), caindo nos holofotes dos grandes estúdios e sendo escalada pela Marvel Studios para encabeçar a mais recente aventura de Carol Danvers nas telonas.

‘As Marvels’, entretanto, se tornou um fracasso de crítica e de público, não conseguindo sequer se pagar e alcançando a divisiva marca de 63% de aprovação no RT. Porém, não demorou muito até que DaCosta se reerguesse com o poderoso drama ‘Hedda’: lançado no ano passado, o filme retomou colaboração entre a diretora e Thompson, conquistando 90% de aprovação ao adaptar a essência da clássica obra homônima de Henrik Ibsen.

Agora, DaCosta segue rumo a um sucesso exponencial que se reflete no quaro capítulo da icônica franquia de terror Extermínio, cujas críticas você confere abaixo:

“A diretora Nia DaCosta assume a direção com um entusiasmo destemido, tornando este filme totalmente seu, ao mesmo tempo que leva a história principal e seus temas complexos para um território mais sombrio, macabro, engraçado e comovente.” (Bloody Disgusting)

“Para os aficionados do gênero, é uma obra ousada e alucinante que satisfaz aquele desejo, muitas vezes frustrado, por um filme de zumbis com cérebro.” (Variety)

“Este é o quarto filme de uma franquia cada vez mais envolvente — é um triunfo absolutamente insano. O filme mistura cenas sombrias e perturbadoras com humor hilariante de uma forma que subverte o gênero e, ao mesmo tempo, abre caminho para algo diferente.” (Associated Press)

“O comprometimento de Ralph Fiennes é tão impactante que, por vezes, ‘O Templo dos Ossos’ parece um espetáculo fascinante de um homem só.” (The Times UK)

“Uma jornada árdua e alucinante pela desumanidade.” (RogerEbert.com)

“A visão da Nia DaCosta abrange tanto a esperança quanto o horror, a desolação da solidão e a alegria da música.” (The Film Verdict)

“[Jack O’Connell] entrega mais uma atuação magistralmente vilanesca, após o sucesso de ‘Pecadores’ no ano passado. Ele entende o que é necessário para dar vida a um personagem tão complexo e inerentemente maligno como este.” (Independent UK)

Extermínio: O Templo dos Ossos’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de janeiro.

Na continuação da épica história, Dr. Kelson (Ralph Fiennes) vê-se numa nova e chocante relação, com consequências que podem mudar o mundo tal como o conhecem, e o encontro de Spike (Alfie Williams) com Jimmy Crystal (Jack O’Connell) torna-se num pesadelo do qual não consegue escapar. No mundo de ‘O Templo dos Ossos’, os infectados já não são a maior ameaça à sobrevivência: a desumanidade dos sobreviventes pode ser mais estranha e mais aterradora.

Atriz de ‘Mortal Kombat II’ entra para o REBOOT de ‘De Repente 30’, da Netflix

Segundo o Deadline, a Netflix revelou um novo nome que integrará o elenco do reboot da clássica comédia romântica De Repente 30.

As informações indicam que Adeline Rudolph (‘Mortal Kombat II’) foi escalada para o projeto, coestrelando-o ao lado dos previamente anunciados Emily BaderLogan Lerman. Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Jennifer Garner, a estrela do filme original de 2004, também está envolvida com o projeto. Desta vez, Garner retorna ao universo da comédia romântica como produtora executiva.

A direção ficará a cargo de Brett Haley, conhecido por seu trabalho na adaptação de ‘De Férias com Você’. Em comunicado, o diretor expressou sua admiração pela obra original: “‘De Repente 30’ é um daqueles filmes raros e perfeitos. Assumir essa nova versão traz uma enorme responsabilidade. Ter Jennifer Garner a bordo como produtora executiva é especialmente significativo, dado que ela foi essencial para o que tornou o original tão especial”.

Haley também elogiou a química entre a nova dupla principal, descrevendo Bader e Lerman como uma “combinação mágica” para o projeto.

O roteiro está sendo desenvolvido por Hannah Marks, com revisões de Flora Greeson. Embora a premissa clássica, uma garota de 13 anos que acorda com 30 após um pedido mágico, seja o pilar da franquia, os detalhes específicos da nova trama ainda estão sendo mantidos em segredo pela Netflix.

A produção é assinada por Joe Roth e Jeff Kirschenbaum (RK Films), com um time de produtores executivos que inclui, além de Garner, nomes como Donna Roth, Susan Arnold e Alyssa Altman.

De Repente 30 | Vinte anos da CLÁSSICA comédia romântica estrelada por Jennifer Garner e Mark Ruffalo

Enquanto a nova versão não estreia, o filme original de ‘De Repente 30’ segue disponível no catálogo da HBO Max.

Começam as filmagens do derivado de ‘Arrow’ focado no ‘Arqueiro Verde’

Há alguns dias foi anunciado que a CW está desenvolvendo um spin-off deArrow focado nas Canários Negros, ao lado da filha de Oliver Queen (Stephen Amell) e Felicity Smoak (Emily Bett Rickards).

E parece que as filmagens da série, intitulada ‘Arqueiro Verde e as Canários‘, já começaram.

A notícia foi revelada pelas atrizes Katherine McNamara e Juliana Harkavy, intérpretes de Mia Smoak e Dinah Drake, respectivamente.

Confira:

“Primeiro dia de gravações do spin-off.”, publicou McNamara.

“As gravações do episódio piloto começam hoje e eu não consegui dormir de tanta animação.”, disse Harkavy.

Além de McNamara e Harkavy, o elenco também conta com Katie Cassidy.

Arqueiro Verde e as Canários‘ será produzido por Greg Berlanti, Sarah Schechter, Beth Schwartz, e Marc Guggenheim, que também serão responsáveis pelo roteiro do piloto.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados e ainda não há previsão de estreia.

Até lá, vale lembrar que a última temporada de ‘Arrow‘ já está em exibição e terá apenas 10 episódios.

Confira o pôster:

Assista ao trailer:

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

‘Crepúsculo’: Quantos anos têm os membros da família Cullen? Confira!

A saga ‘Crepúsculo‘ introduziu um tipo diferente de vampiros na cultura pop, já que eles resistem à exposição ao sol e brilham em vez de queimar.

No entanto, eles permaneceram com as clássicas características dos mortos-vivos, como as presas, a sede de sangue e a imortalidade.

Por falar nisso, muitos fãs já se perguntaram sobre a idade dos membros da família Cullen, formada pelo Dr. Caslile, sua esposa Esme, e seus filhos adotivos: Edward, Rosalie, Emmett, Alice e Jasper.

Nos livros, a autora Stephenie Meyer conta que Carlisle nasceu em 1640 e foi transformado em vampiro em 1663, quando tinha 23 anos.

Considerando que a trama do primeiro livro se passa em 2005, ano em que foi publicado, Carlisle teria 365 anos quando a saga começou.

O primeiro a ingressar no grupo foi Edward, nascido em 1901 e transformado em vampiro por Carlisle em 1918, quando tinha 17 anos. Para quem não sabe, Edward estava morrendo de gripe, e sua mãe implorou a Carlisle para salvá-lo. Então Edward teria 104 anos.

Carlisle conheceu Esme em 1911, mas ela só foi transformada em 1921, quando tentou se suicidar após a perda de seu filho, então Carslile a transformou para viver ao lado dela para sempre.

Como ela nasceu em 1895 e tinha 26 anos quando se tornou uma vampira, ela teria 110 anos em 2005.

Rosalie entrou para o grupo depois que Carlisle encontrou na rua, logo após ter sido violentada e estuprada pelo próprio noivo e seus amigos.

Rosalie nasceu em 1915 e foi transformada em vampira em 1933, aos 18 anos, completando 90 em 2005.

Em 1935, Rosalie encontrou Emmett depois que ele foi atacado por um urso e pediu a Carlisle que o transformasse. Uma curiosidade, é que Emmett e Rosalie nasceram no mesmo ano, mas ele foi transformado em vampiro ao 20.

Os últimos membros do clã, Alice e Jasper, não foram transformados por Carlisle, mas saíram à procura dos Cullen com base nas visões de Alice, já que ela tem o dom da mediunidade.

Por conta de suas visões, ela acabou sendo internada em um hospício, onde trabalhava um vampiro. Nascida em 1901, ela acabou sendo transformada em 1920, aos 19 anos. Assim como Edward, ela também teria 104 anos em 2005.

Jasper nasceu em 1844 e foi transformado por uma vampira em 1863, aos 19 anos. Mais tarde, ele conheceu Alice e a apoiou quando ela lhe contou sobre os Cullen. No início da saga, Jasper é apresentado com 161 anos de idade.

E aí, agora não restam mais dúvidas sobre a longevidade dos Cullen, não é?

Lembrando que ‘Sol da Meia-Noite‘, novo livro da saga ‘Crepúsculo‘, ganhou data de lançamento no Brasil.

O livro chega aqui no dia 4 de Agosto, junto com o lançamento nos EUA.

Confira a capa:

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal.

Confira a sinopse do derivado:

Este conto inesquecível é contado através dos olhos de Edward Cullen e explora o evento mais intrigante e provocante que o vampiro experimentou em sua longa: o momento que conhece a linda Bella Swan. À medida que aprendemos detalhes mais fascinantes sobre o passado de Edward e a complexidade de seus pensamentos mais profundos, entendemos porquê essa é a luta decisiva de sua vida. Como ele pode se deixar apaixonar por Bella quando sabe que está colocando a vida dela em risco?

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

‘Mulher-Maravilha 1984’ teria outro deus como vilão em vez de Maxwell Lord

A presença de Pedro Pascal como Maxwell Lord em ‘Mulher-Maravilha 1984‘ foi uma grata surpresa, já que a atuação do astro foi bastante elogiada pela crítica e pelo público.

No entanto, o astuto e manipulador personagem quase ficou de fora da sequência.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o co-roteirista Geoff Johns disse que o Duque da Decepção foi a primeira opção da equipe.

Porém, como Ares, o deus da guerra, já havia sido o antagonista do filme anterior, eles optaram por não apresentar outro deus na continuação.

“No início, brincamos sobre usar o Duque da Decepção, mas já havíamos criado um deus no primeiro filme… o deus da guerra. Não queríamos ser repetitivos e tudo mais. [A diretora] Patty Jenkins concordou com a troca e elaborou uma história que se alinhava muito bem com a década de 1980.”

Para quem não o conhece, o Duque da Decepção foi apresentado na 2ª edição dos quadrinhos da ‘Mulher-Maravilha‘, em 1942.

Criado pelo roteirista William Moulton Marston e pelo ilustrador Harry G. Peter, ele agia como um agente de Ares, enviado para confundir a mente de Diana Prince na tentativa de convertê-la como serva do deus da guerra.

Talvez a equipe de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ tenha mudado o vilão para evitar que o público achasse que Ares poderia retornar para outro filme da heroína.

E aí, você que o Duque da Decepção seria uma boa adição à trama?

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.