O segundo ano ainda não tem previsão de estreia. A 1ª temporada, por sua vez, já está disponível na plataforma de streaming.
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
A ambiciosa ficção científica ‘Caminhos da Memória‘ (Reminiscence), estrelada por Hugh Jackman (‘Logan’), já estreou nos cinemas brasileiros e, para promovê-la, a Warner Bros. divulgou um novo vídeo de bastidores em que o elenco protagonista e a diretora Lisa Joy falam sobre o processo de construção do longa.
Apesar de ter aberto com 50% de aprovação no Rotten Tomatoes, a porcentagem de comentários positivos despencou para 39%, amargando uma nota de 5.30/10 baseada em 133 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “apesar [do filme] ter uma ambição narrativa, sua mistura incerta de sci-fi e thriller noir traz memórias de produções melhores”.
“‘Caminhos da Memória’ claramente almeja ao estilo noir e clássico com um toque sci-fi, mas cada virada é calculada sem precisão” – ComicBookMovie.com.
“Um neo-noir engenhoso e tenso com a quantidade certa de romance e intriga” – Fresh Fiction.
“Para cada cena que funciona, uma descarrilha” – Washington Post.
Lisa Joy, cocriadora de ‘Westworld‘, faz sua estreia diretorial com o projeto.
A trama segue Nick Bannister (Jackman), um investigador particular da mente, que navega no mundo sombrio e atraente do passado, ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas. Morando na periferia da costa afundada de Miami, sua vida muda para sempre quando ele aceita uma nova cliente, Mae (Rebecca Ferguson). Uma simples questão de achados e perdidos torna-se uma obsessão perigosa. Enquanto Bannister luta para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, ele descobre uma violenta conspiração e deve responder à pergunta: até onde você iria para manter aqueles que ama?
‘WandaVision’ foi uma das produções de maior sucesso do cenário seriado de 2021 e, para surpresa de todos, a obra já completou um ano desde seu lançamento no catálogo do Disney+.
Para celebrar a incrível série estrelada por Elizabeth Olsen e Paul Bettany, os internautas expressaram seu votos de felicidade à narrativa através das redes sociais.
Confira as reações abaixo:
me recuso a acreditar que faz um ano de wandavision
Fiz esse vd em comemoração de um ano de wandavision pq pra mim é uma das melhores séries da marvel e pq eu amo esse momento na serie<3 pic.twitter.com/XsE1qpikii
Lembrando que os fãs podem assistir a mais detalhes e segredos da obra no documentário ‘Avante: Os Bastidores de WandaVision’, que já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.
Junte-se a Elizabeth Olsen, Paul Bettany e o time criativo de ‘WandaVision’ conforme o episódio puxa as cortinas nessa série revolucionária. Descubra como os conceitos da produção tomaram forma e se inspiraram em clássicas sitcoms. Testemunhe como a equipe fez grandes esforços para emular inúmeros métodos fílmicos usados durante anos na televisão. Descubra os desafios únicos e as recompensas de construir um episódio inteiro em frente a uma audiência ao vivo. Passe algum tempo com os novatos do MCU, como Teyonah Parris e Kathryn Hahn, além de reunir com favoritos como Kat Dennings e Randall Park.
A história é centrada em quatro melhores amigos em sua jornada eterna por conquistar influência na Avenida Fairfax, em Los Angeles – o coração pulsante da cultura hyperbeast.
“Acho que iremos começar em meados de março do ano que vem. Eles estão trabalhando na sala dos roteiristas agora. Estou animado para ver aonde iremos”, ele contou.
Lembrando que Charles Murray (‘Luke Cage’) assumirá a cadeira de showrunner, além de servir como produtor executivo.
No Oeste Americano, o fazendeiro Royal (Josh Brolin) está lutando por sua terra e família quando entra em um confronto com os limites da realidade e do mundo cósmico em uma batalha com o desconhecido.
A Paramount+ divulgou um novo teaser oficial de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’, série derivada do clássico musical ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’, apresentando a canção “I Want More”.
Lembrando que a produção já estreou na plataforma de streaming.
Confira, junto ao trailer legendado:
O elenco é formado por Marisa Davila como Jane; Cheyenne Isabel Wells como Olivia; Ari Notartomaso como Cynthia; Tricia Fukuhara como Nancy; Shanel Bailey como Hazel; Madison Thompson como Susan; Johnathan Nieves como Richie; Jason Schmidt como Buddy; Maxwell Whittington-Cooper como Wally; Jackie Hoffman como o assistente McGee; Charlotte Kavanagh como Rosemary; Josette Halpert como Dot; Nicholas McDonough como Gil; Maximo Weber Salas como Shy Guy; e Alexis Sides como Potato.
De acordo com a descrição oficial, a série será “uma comédia musical de uma hora sobre como as famosas Pink Ladies (compostas por Sandy, Rizzo, Jan, Marty e Frenchy no filme original) começaram e como a irreverência, o medo e o pânico moral que eles provocaram mudaram Rydell High para sempre”.
Annabel Oakes (‘Atypical’) é a criadora do projeto, além de assinar o roteiro e assumir a função de produtora executiva.
Originalmente, a série se chamaria ‘Rydell High‘ e estava sob os cuidados da HBO Max. No entanto, Casey Bloys decidiu não seguir adiante com o projeto, após assumir as funções de produção de conteúdo, como parte de sua promoção ao cargo de Chefe de Conteúdo da HBO e da HBO Max.
De acordo com a Variety, ‘Rise of the Pink Ladies‘ trará uma série de novas canções, mas não deve trazer alguns dos números mais icônicos do musical, devido à restrições de direitos autorais.
‘Daryl Dixon‘, novo spin-off do universo ‘The Walking Dead‘, estreou recentemente nos Estados Unidos e, agora, a AMC divulgou um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.
Confira:
Com 26 críticas publicadas até o momento, conquistou 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral elogia a nova direção da saga – que traz a ação apocalíptica para Paris –, mas outros críticos ressaltam que a produção não apresenta nada inovador o suficiente para manter este universo vivo.
Separamos os trechos das principais críticas:
“O novo cenário em que o Daryl Dixon se encontra não traz a renovação que o universo de ‘The Walking Dead’ precisava. É apenas uma mudança superficial.” (AV Club)
“‘Daryl Dixon’ tenta cruzar o oceano para fazer novidades neste apocalipse zumbi, mas o resultado final ainda segue ainda história clichê.” (Forbes)
“‘Daryl Dixon’ traz um certo frescor a este universo, pois apresenta narrativas que podem ser sustentadas por anos.” (TV Fanatic)
“Com uma história interessante e coesa no decorrer dos seus seis episódios, parece o universo de Scott Gimple finalmente entregou um derivado que vale a pena.” (TheWrap)
“A ambientação é impressionante, a trilha sonora composta por David Sardy é magnificamente cinemática e os zumbis são… vamos apenas dizer que eles não são lerdos.” (TVLine)
“Há muita coisa acontecendo em ‘Daryl Dixon’. Infelizmente, os novos personagens que são introduzidos não são interessantes o suficiente para merecerem nossa atenção (ou a do Daryl).” (The Mary Sue)
“‘Daryl Dixon’ começa com um mistério: como o motoqueiro favorito do público acabou em Paris? Mas a maior questão é como essa série acabou se tornando tão boa, especialmente considerando que o universo de ‘The Walking Dead’ só tem cambaleado.” (Digital Spy)
Daryl desembarca na França e luta para entender como chegou lá e por quê. A série acompanha sua jornada por uma França quebrada, mas resiliente, enquanto ele espera encontrar um caminho de volta para casa. Enquanto faz a jornada, porém, as conexões que forma ao longo do caminho complicam seu plano final.
Durante a cerimônia de vencedores do BRIT Awards 2024, a icônica cantora e compositora britânica RAYE fez um grande barulho e quebrou o recorde de maiores prêmios recebidos na história da premiação – levando para casa nada menos que seis estatuetas em uma noite.
A performer foi condecorada com os prêmios de Artista Britânica do Ano, Artista Revelação, Compositora do Ano e Melhor Ato R&B. Além disso, o aclamado compilado ‘My 21st Century Blues’ levou a estatueta de Álbum do Ano, e a faixa “Escapism” foi condecorada com o prêmio de Música do Ano.
Além disso, ela fez uma incrível apresentação com três de seus maiores hits: “Ice Cream Man”, “Escapism” e “Prada’.
Confira:
Vale lembrar que a estatueta de Compositora do Ano marcou a primeira vez que uma mulher levou para casa o prêmio.
RAYE fez sua estreia oficial no mundo da música no ano passado com o aclamado ‘My 21st Century Blues’, que contou com nada menos que sete singles promocionais – incluindo “Escapism”, “Black Mascara” e “The Thrill Is Gone”.
Apesar de ter feito seu début apenas em 2023, ela já estava envolvida com a indústria musical através de seu trabalho como compositora e produção, trabalhando para nomes como Beyoncé, Little Mix, Rihanna, John Legend, David Guetta e outros.
Vale lembrar que o filme arrecadou US$122,5 milhões ao redor do mundo, sendo US$68,6 milhões apenas nos EUA – tornando-se a segunda maior arrecadação da história da A24 no país atrás apenas de do fenômeno ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$77.1M).
Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.
‘Coringa: Delírio a Dois‘ teve sua passagem encurtada nos cinemas após o fracasso colossal nas bilheterias e de crítica – e marcou presença na lista de indicados ao Framboesa de Ouro 2025
O longa, estrelado por Joaquin Phoenix e Lady Gaga, foi nomeado a sete categorias, incluindo Pior Filme, Pior Ator e Pior Atriz.
Os “vencedores” serão revelados em 01 de março.
Com 32% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme decepcionou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 206.4 milhões mundialmente. Para termos de comparação, o longa original conseguiu superar a marca de US$ 1 bilhão nas telonas.
Na trama da continuação, Arthur Fleck está internado em Arkham, aguardando julgamento por seus crimes como o Coringa. Enquanto lida com sua dupla identidade, ele não só se depara com o amor verdadeiro, mas encontra a música que sempre esteve dentro de si.
O aclamado drama médico ‘The Pitt’ foi oficialmente renovado para a 2ª temporada há algum tempo e, agora, a Max revelou que as gravações do próximo ciclo já começaram (via Deadline).
As boas novas vieram acompanhadas da primeira imagem de bastidores da nova leva e da previsão de estreia do próximo ciclo: janeiro de 2026.
Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.
Aclamada em sua estreia, a série venceu prêmios no Gotham TV Awards e está cotada para diversas indicações ao Emmy. Os novos episódios — agora ambientados durante o feriado de 4 de julho — prometem ainda um salto temporal, mudanças hierárquicas no hospital e a chegada desses novos rostos para mexer na dinâmica já estabelecida.
O reality de competição de mistério ‘The Traitors’ tornou-se um dos programas mais populares da atualidade – e, agora, está caminhando para sua 4ª temporada.
A Peacock revelou o primeiro teaser promocional do próximo ciclo do programa, apresentando os novos competidores:
Candiace Dillard Bassett (The Real Housewives of Potomac)
Caroline Stanbury (The Real Housewives of Dubai)
Colton Underwood (The Bachelor)
Donna Kelce (Mãe de Travis Kelce, jogador da NFL e noivo de Taylor Swift)
Dorinda Medley (The Real Housewives of New York)
Eric Nam (Cantor-compositor)
Ian Terry (Big Brother)
Johnny Weir (atleta olímpico)
Kristen Kish (Top Chef)
Rob Cesternino (Survivor)
Lisa Rinna (The Real Housewives of Beverly Hills)
Mark Ballas (Dancing with the Stars)
Maura Higgins (Love Island USA Aftersun)
Michael Rapaport (Ator)
Monét X Change (RuPaul’s Drag Race)
Natalie Anderson (Survivor)
Porsha Williams (The Real Housewives of Atlanta)
Rob Rausch (Love Island USA)
Ron Funches (Comediante)
Stephen Colletti (Laguna Beach, One Tree Hill)
Tara Lipinski (atleta olímpica)
Tiffany Mitchell (Big Brother)
Yamil “Yam Yam” Arocho (Survivor)
Confira:
Vale lembrar que o programa conquistou duas estatuetas do Emmy Awards 2025, levando para casa o prêmio de Melhor Reality de Competição e garantindo a Alan Cumming a condecoração de Melhor Apresentador de Reality.
O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 8 de janeiro de 2026.
A obra é baseada na popular série holandesa de mesmo nome e traz Stephen Lambert, Mike Cotton, Toni Ireland, Sam Rees-Jones, Tim Harcourt e Jack Burgess como produtores executivos.
O reality de competição é uma aventura psicológica em que traição e trapaça são os nomes do jogo. Vinte participantes se reúnem para completar uma série de desafios com o objetivo de conseguir um grande prêmio em dinheiro. A reviravolta? Três deles, conhecidos como “os traidores”, irão montar um plano para roubar o prêmio dos outros participantes, conhecidos como “os fiéis”.
O novo Universo DC (DCU) continua a crescer e, em breve, seremos convidados a conhecer a arrepiante e instigante história do Cara-de-Barro, um dos principais e mais conhecidos vilões do Batman – que nunca apareceu em uma produção live-action e, agora, ruma em direção às telonas.
Agora, através das redes sociais, foi divulgado o primeiro vislumbre do longa-metragem, trazendo Tom Rhys Harries como o protagonista Matt Hagen antes de ele ser transformado no antagonista titular.
Vale lembrar que, durante a CinemaCon 2026, o projeto dirigido por Mike Flanagan teve suas primeiras cenas divulgadas.
Confira a descrição:
No vídeo, vemos um personagem extremamente desfigurado, com olhos vermelhos, deitado em uma cama de hospital. Trata-se claramente de uma versão do protagonista titular, interpretado por Tom Rhys Harries, a quem vemos em vários estágios de mutilação, antes e depois de algum tipo de evento traumático. Em outra cena, vemos o personagem usando uma máscara, aparentemente em processo de muda, e com um rosto que consegue distorcer como massa de modelar.
O filme de super-herói estava originalmente programado para estrear nos cinemas em 11 de setembro, mas agora será lançado em 23 de outubro.
Para quem não está familiarizado com o universo de Gotham, Cara-de-Barro é um vilão do Batman capaz de mudar de forma. O gênero foi descrito como terror corporal, então imagine algo no estilo de David Cronenberg.
O terror foi confirmado como uma produção classificada para maiores de idade (+18), explorando o gênero de terror.
Em entrevista ao CBR, o co-CEO da DC Studios, Peter Safran, destacou a natureza única do projeto:
“Cara-de-Barro é totalmente original. Ninguém está esperando por isso. (Eu vi) o corte do diretor em janeiro. Estive muito no set, e acho que James Watkins é um dos melhores cineastas de terror hoje. Não Fale o Mal, a forma como ele aumenta a tensão? É incrível. Mas ninguém… quero dizer, um verdadeiro filme de terror corporal para maiores de idade vindo de uma empresa de quadrinhos? E é um grande vilão. É a história de origem de um grande vilão do Batman. Então, estou realmente animado com isso”, afirmou.
O outro co-CEO,James Gunn, já havia explicado que o objetivo do DCU é permitir diferentes estilos cinematográficos, o que justifica a abordagem de terror para o filme do Cara-de-Barro:
“Embora esteja no mesmo universo, é um filme de terror completo”, disse Gunn. “Não há um estilo de estúdio. Não é como se todo filme fosse ser como Superman. Os artistas, diretores e roteiristas envolvidos vão trazer sua própria visão para cada projeto”.
Safran já havia aumentado a expectativa ao afirmar que o filme é “um incrível terror corporal que revela uma origem envolvente de um clássico vilão do Batman”.
Segundo uma publicação feita no Reddit, a trama de ‘Aves de Rapina‘ reúne Harley Quinn, Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya por um motivo bem estranho.
O vilão Máscara Negra quer sequestrar Cassandra Cain porque ela roubou um diamante que contém fotos de seu pênis, e o vazamento da imagem pode arruinar a reputação do vilão.
Segundo a fonte, o filme traz o Máscara Negra como um gay narcisista que passa grande parte do filme flertando com o serial killer Victor Zsasz.
Cassandra Cain também não tem nada a ver com sua versão dos quadrinhos, sendo descrita como “uma menina asiática gordinha e que fala muito”. E nenhuma das personagens estará vestindo um traje específico.
Por fim, o canal Beyond the Trailer publicou um vídeo afirmando que o papel do Máscara Negra pode ser “potencialmente prejudicial à representação LGBT” por conta de uma “potencial falta de dignidade”, ameaçando jogar a franquia de volta aos seus “dias mais sombrios”.
Vale lembrar que nada disso foi confirmado, no entanto, rumores indicam que a Warner Bros. também não está satisfeita com a adaptação. Resta aguardar para saber se o filme será um sucesso ou mais um fracasso.
O filme será dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).
Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.
Durante uma entrevista para o Podcast de Kevin Smith, o diretor Boaz Yakin (‘Duelo de Titãs’) revelou que estava desenvolvendo um filme do ‘Batman do Futuro‘ em 2000, e Clint Eastwood era o favorito para interpretar Bruce Wayne.
Yakin disse que a WarnerBros o convidou para repaginar a imagem do Homem-Morcego no cinema após o fracasso de ‘Batman & Robin‘, então ele sugeriu uma adaptação do aclamado desenho animado.
“Eu me encontrei com Alan BurnettePaul Dini, os criadores de ‘Batman do Futuro‘ e começamos a desenvolver uma adaptação. Faríamos como na animação, com Terry McGinnis aprendendo a lidar com a responsabilidade de ser o Batman, num cenário parecido com ‘Blade Runner‘… E teríamos Clint Eastwood como velho Bruce Wayne.”
Enquanto a equipe trabalhava em algumas versões do enredo, Dini preparou um roteiro baseado na animação ‘O Retorno do Coringa‘, mas foi aí que as coisas deram errado.
Parece que a Warner Bros se interessou pelo roteiro de Dini, só que os executivos do estúdio não concordaram com a pegada sombria e violenta, então o forçaram a escrever uma história mais descontraída.
Por conta disso, Yakin decidiu abandonar a produção, seguido por Dini e Burnett.
“O projeto foi engavetado e nunca mais ouvi falar sobre uma adaptação do ‘Batman do Futuro’. Eu acho que seria algo a frente de seu tempo, porque a trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas’ foi bastante sombria e faz sucesso até hoje. Foi uma pena, porque eu estava muito empolgado com a ideia.”, admitiu Yakin.
Para quem não se lembra, ‘Batman do Futuro‘ foi uma animação exibida entre 1999 e 2001, e seu sucesso foi tão grande que deu origem a uma aclamada série de quadrinhos, contando a história de Terry McGinnis, que ocupa o lugar de Bruce Wayne como o novo Cavaleiro das Trevas mais de cinquenta anos no futuro.
A Warner Bros Entertainment divulgou uma cena de ‘Batman: Soul of the Dragon‘, animação que retrata a juventude de Bruce Wayne como aprendiz de artes marciais sob a tutela do O-Sensei.
No vídeo, Bruce e seus colegas de dojô são apresentados à Soul Breaker, uma poderosa e milenar espada que é ‘a chave para a vida e a morte’.
“Ésta é a chave para desvendar a vida e a morte, por isso deve ser guardada por quem escolhe preservar a vida”, diz o velho mestre.
Dirigida por Sam Liu, a aventura tem estreia está marcada para 12 de janeiro de 2021, direto em Blu-ray.
Confira a cena:
‘Batman: Soul of the Dragon’ é produzida por Bruce Timm, co-criador de ‘Batman: A Série Animada‘, e é inspirada em filmes de artes marciais dos anos 70.
Na trama, o Cavaleiro das Trevas vai combater a organização terrorista conhecida como Kobra e vai contar com a ajuda de vários lutadores da DC Comics, incluindo o Tigre de Bronze original e a Lady Shiva.
De acordo com o Comic Book, Chris Columbus, diretor de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’, está desenvolvendo uma nova série de TV para a Disney+.
Intitulada ‘House of Secrets‘, a série é uma adaptação dos romances homônimos escritos por Columbus e pelo falecido Ned Vizzini (‘Se Enlouquecer, Não se Apaixone’).
A atração é fruto de uma parceria da plataforma de streaming com a produtora 26th Street Pictures, responsável pela trilogia ‘Uma Noite no Museu’.
Para quem não conhece, a trama acompanha um trio de irmãos – Brendan, Eleanor e Cordelia Walker – depois que sua família se muda para uma velha casa vitoriana que já foi propriedade do romancista ocultista Denver Kristoff.
Enquanto lidam com um vizinho mal humorado, as crianças percebem que estão presas dentro da casa mágica, que as transporta entre os mundos interligados criados nos romances de Kristoff.
Além de dirigir, Columbus também será um dos produtores, junto com Michael Barnathan e Mark Radcliffe.
Como o projeto ainda está nos estágios inciais, não há informações sobre elenco, roteiristas e nem previsão de estreia.
Lembrando que Columbus também dirigiu outros grandes clássicos do cinema, como ‘Esqueceram de Mim‘ e ‘Uma Babá Quase Perfeita’, além de produzir ‘Um Herói de Brinquedo’ e ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’.
Entre a 3ª e 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, apenas seis meses se passaram, mas a brecha de tempo será muito mais longa quando a última temporada for lançada.
Durante uma entrevista para o TV Line, os criadores da série, Matt eRoss Duffer, disseram que haverá um salto temporal na trama da 5ª temporada.
“Tenho certeza de que faremos um salto no tempo quando chegar a última temporada”, disse Ross. “Originalmente, queríamos gravar as temporadas 4 e 5 são mesmo tempo, mas foi inviável por conta da pandemia. Então, essas são todas as discussões que teremos com nossos escritores quando começarmos a trabalhar na 5ª… Acredite ou não, ainda estamos trabalhando na 4ª. Ainda precisamos finalizar os dois episódios finais porque são muito grandes.”
Questionados sobre quando serão iniciadas as gravações da última temporada, Matt disse o seguinte:
“Não tenho certeza se estamos prontos para dizer uma data de início para as filmagens. Mas já temos tudo mapeado e já estamos nos preparando psicologica e logisticamente.”
Vale lembrar que a primeira parte da quarta da temporada já está disponível na Netflix. Os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
Chegou ao catálogo da Netflix esta semana o suspense psicológico ‘Excluídos‘ (The Strays), que está dando o que falar entre os assinantes da plataforma.
Na trama, Neve (Ashley Madekwe) é a vice-diretora de uma renomada escola particular e vive em uma bela e luxuosa casa junto com o marido e seus filhos adolescentes, Sebastian (Samuel Small) e Mary (Maria Almeida).
Mas sua vida cuidadosamente elaborada e aparentemente perfeita começa a desmoronar com a chegada de duas figuras sombrias de seu passado, Abigail (Bukky Bakray) e Marvin (Jorden Myrie).
Misturando críticas ao racismo em meio a uma trama de conflitos de interesse, ‘Excluídos’ explora como a ganância pode gerar consequências catastróficas quando o passado insiste em vir à tona.
Escrito e dirigido pelo estreante Nathaniel Martello-White, o longa se tornou um destaque entre os críticos e recebeu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Inclusive, o crítico do The MacGuffin afirma que:
“Nathaniel Martello-White se anunciou com uma estreia fortíssima. Se este é seu ponto de partida, só posso imaginar a que alturas ele nos levará a seguir.”
Em apenas dois dias em exibição, ‘Excluídos‘ já ocupa o 2º lugar entre os filmes mais vistos da semana.
Por outro lado, parece que as reviravoltas não estão agradando o público…
Nas redes sociais, os usuários estão comentando que o longa se sai bem até um certo ponto, mas a trama começa a ficar entediante até que se perde vez em um final completamente sem sentido.
Confira as reações:
Excluídos, novo filme Netflix, rac*smo como tema principal, mas feito de uma forma podre, mal escrito, dirigido e muito mal atuado. A proposta é interessante, mas não chega nem aos pés das masterpieces que são os Jordan Peele, por exemplo…
Os Excluídos (Netflix) começa bem e até parece que vai ser um filme interessante, no estilo Jordan Peele, mas não. A história vai por um caminho tosco, raso e acaba da pior forma possível. Eu acabei rindo porque às vezes até gosto de um filmezinho ruim. pic.twitter.com/3miyATsRGp
Uma das maiores críticas à trama de ‘Ahsoka‘ foi o fato de Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) ser uma usuária da Força, já que ela nunca havia dado sinais de ser uma senstiva em ‘Star Wars: Rebels‘, animação que a introduziu à saga.
Além disso, a rapidez com que Sabine aprendeu a dominar a Força foi algo que incomodou a maior parte do público.
Em entrevista para o Dagobah Dispatch (via CBR), o criador da atração, Dave Filoni, foi questionado sobre como encarou essas críticas.
Em resposta, ele justificou que:
“A ideia de que ela não tm total domínio em manipular a Força é que é a graça de tudo, na minha opinião. É incrível como os fãs evoluíram junto com a saga ‘Star Wars‘, porque há todo esse questionamento, pensamentos, opiniões e grupos voltados a essas discussões. Você pode encontrar grupos que pensam diferente sobre como funciona a Força. Mas, basicamente, se você apenas prestar atenção aos filmes que George [Lucas] fez, entenderá que a Força é um campo de energia criado por todos os seres vivos.”
Ele continuou:
“É o mesmo que praticar artes marciais ou até mesmo pilates. Se eu fizesse isso, seria melhor para mim, seria mais saudável, seria fortalecedor. Então, por que não fazemos todos? Mas [a prática] leva tempo. É preciso comprometimento, e nem todas as pessoas são boas nisso. Vamos ver o que acontece.”
Lembrando que todos os episódios de ‘Ahsoka‘ estão disponíveis naDisney+.
Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).
Clássico da indústria de quadrinhos irá ganhar adaptação em breve mas sua fama é bem mais antiga
O recente anúncio de parte do elenco para a vindoura série de Sandman, para a Netflix, agitou novamente o interesse pela obra. Apesar de algumas informações técnicas já terem sido anunciadas (tais como número de episódios e trama) a data de estreia permanece uma incógnita; a única pista sobre ela é que provavelmente será em algum momento de 2021. O criador da obra original, Neil Gaiman, está diretamente envolvido no projeto.
A questão é que o material fonte no qual a série da Netflix pretende se inspirar remonta de décadas atrás, mais especificamente 29 de novembro de 1988. Esse material fonte, por sua vez, se inspirou parcialmente em outro mais antigo. O primeiro indivíduo a usar a alcunha de Sandman foi Wesley Dodds, personagem criado por Gardner Fox (co-criador do primeiro Flash) e Bert Christman em 1939. Dodds operava como um vigilante, bem ao estilo do Batman, no qual sua principal arma disparava um gás do sono e seu vestuário consistia em um terno, uma capa e uma máscara de gás da Primeira Guerra Mundial.
Apesar do personagem ter figurado em uma revista importante da DC Comics, a Adventure Comics, sua fama foi se apagando após a década de 40 até seu total desaparecimento. Isso até os anos 80, quando o ainda desconhecido Neil Gaimansugeriu ao então presidente da DC, Janette Kahn, uma revitalização do antigo vigilante. Gaiman vinha de seu primeiro projeto para a editora, Black Orchid, que não só fora muito elogiado como também introduziu os elementos místicos que o tornaram famoso.
Wesley Dodds foi o primeiro a usar a alcunha de Sandman nos quadrinhos
Durante uma entrevista concedida à Phil Hoad sobre como foi o processo de criação de Sandmanpara o Guardian em 2013, Gaiman disse como a ideia de retrabalhar o personagem surgiu. “Em 1988, quando eu escrevi uma sequência de sonho para Black Orchid, minha primeira obra para a DC, me ocorreu que poderia ser legal se o Sandman… pudesse estar lá… Mais tarde eu recebi uma ligação me pedindo para fazer uma serialização mensal. Eles falaram: faça seu próprio. Logo eu comecei a pensar em algo mais místico; vamos ter alguém que está por aí desde o início dos tempos. Eu herdei da mitologia a ideia de que ele era Morfeus, rei dos sonhos”.
A lenda de Morfeus remete ao panteão divino da antiga Grécia, no qual ele como um deus ocupava o posto de responsável pelos sonhos e o sono. Ao mesmo tempo a figura do Sandman, importante também para o processo criativo do quadrinho, veio de uma lenda folclórica da Europa cuja responsabilidade era conceder sonhos agradáveis às crianças utilizando sua areia mágica.
A perspectiva de Gaiman para o projeto, no entanto, não era animadora. Na mesma entrevista ele conta que planejou inicialmente que a história tivesse oito edições, isso porque todos os seus trabalhos até então foram fracassos comerciais e dessa forma ele ponderou que essa seria uma quantidade razoável antes que ele fosse demitido do projeto. É importante lembrar que a DC Comics, no final dos anos 80, estava com uma política de priorizar investimento em histórias mais pesadas e adultas.
O sucesso de “Watchmen” entre 1986 e 1987 motivou a DC Comics a investir em histórias mais pesadas
A editora liderava o mercado de maneira absoluta com os revolucionários Watchmen e Retorno do Cavaleiro das Trevas mas antes disso já havia também emplacado sucessos de crítica como Monstro do Pântano (principalmente durante a fase em que Alan Moore esteve à frente da revista) e a própria Black Orchid de Gaiman.
A estratégia que parecia estar funcionando era incentivar o fluxo de mais autores britânicos (momento esse que ficou conhecido na indústria como a “invasão britânica”), de modo que mais histórias de teor maduro pudessem ser produzidas. Essa decisão também levou à criação do selo Vertigo, cuja linha editorial era voltada para histórias que não poderiam ser publicadas pelo carimbo normal da empresa graças ao público mais jovem que consumia essas revistas e pela censura da Comics Code Authority.
Dessa forma, não foi inesperado que Gaiman recebesse incentivo por parte de seus superiores de retrabalhar por completo um personagem esquecido. Em 1989, ao final da quinta edição de Sandman, o autor reservou duas páginas para abordar como a ideia nasceu. Apesar dela não diferir muito do que foi dito na entrevista para o Guardian, ele dá uma noção do que era para ser o tema central da revista.
A quinta edição é famosa por ter apresentado a versão mais ameaçadora de John Dee, o Doutor Destino
“Tentei visualizar uma revista que não explorasse estritamente o terror, fantasia ou super-heróis. Ela teria que ser um estranho amálgama dos três temas. Uma revista cujas fronteiras estivessem tão distantes quanto as de um sonho…”.
Mas, afinal, sobre o que é Sandman? Pode-se dizer que a trama central da série acompanha as jornadas de Sonho (o personagem título que também é chamado de Morfeus, Senhor do Sonhar, Oneiros e etc) através de diversos arcos em que ele se relaciona com a ambição e esperança tanto de mortais quanto de imortais. Por ser uma entidade atrelada ao mundo dos sonhos surge sempre uma dinâmica interessante entre ele e o tema do arco narrativo em questão (Sonho não chega a ser deslocado como o Dr. Manhattan, tendo seus momentos de carisma).
Outro fator muito interessante é como a escrita de Gaiman dialoga com acontecimentos do mundo real. Esse casamento entre fatos e fantasia cria ao redor do universo apresentado uma sensação de proximidade e seriedade no qual o leitor não se sente automaticamente compelido a rejeitar ou ridicularizar o que está sendo proposto.
Mesmo não sendo um mortal, Sonho consegue demonstrar sentimentos com bastante frequência
Um exemplo é o primeiro arco dos quadrinhos, que será adaptado pela Netflix, chamado de Prelúdios e Noturnos. Por ser a apresentação da obra ele segue uma linha bastante clara de apresentação do protagonista, do objetivo dele e do trajeto percorrido. Basicamente Sonho é capturado por um ocultista, no início do século XX, por acidente. Este por sua vez desejava capturar a irmã de Sonho, a Morte, mas errou de alvo.
Detido em uma redoma mágica e despojado de seus itens (dentre eles uma algibeira com areia encantada, igual ao folclore mencionado) ele aguarda o passar das décadas enquanto seus captores vão envelhecendo. Após conseguir a libertação ele parte em uma jornada em busca de seus itens que foram se perdendo no passar do tempo. Ao mesmo tempo, a ausência do senhor dos sonhos teve um efeito negativo no mundo onde muitos não conseguiram dormir ou dormiram para sempre.
Acontece que essa consequência da ausência de Sonho no mundo é livremente baseada em um acontecimento real. Entre 1915 e 1926 ocorreu uma epidemia de Encephalitis Lethargica em vários pontos do mundo. Também conhecida como “doença do sono” esse quadro implica na letargia completa do corpo e sonolência incontrolável dentre outros sintomas. Até hoje a causa dessa epidemia é desconhecida, mas a forma como a história de Sonho conta sua origem combina com dados reais.
A desordem no mundo dos sonhos causada pela ausência de Morfeu tem embasamento em algo real
É para tanto que Sandman é muito mais sobre como Sonho (e porque não seus irmãos também) lida com o universo e eventualmente as pessoas do que sobre uma aventura tradicional de quadrinhos. O abstracionismo dos cenários envolvendo diferentes seres e dimensões presentes em cada volume torna Sandman um exemplar puro de fantasia que tem muito a falar sem sacrificar a imaginação.
A escrita do autor, bastante inspirada para transmitir verbalmente a inexatidão de dimensões como o reino do sonhar, foi tema do artigo Les Figures du rêve dans The Sandman de Neil Gaiman no qual a autora Isabelle L. Guillaume aponta como a escrita tem papel essencial nessa narrativa.
“O ponto é que Gaiman não desenha uma linha limite clara entre os vários produtos da imaginação humana. No coração do sonhar existe uma biblioteca de livros aos quais Gaiman chama de livros dos sonhos, mas que na verdade são produtos da imaginação, ou de sonhar acordado… Com esse gesto unificador, Gaiman estabelece uma narrativa que visa confundir entre realidade e ficção, tanto para o leitor quanto para os personagens que fazem parte da narrativa”.
Sandmanteve uma duração de setenta e cinco edições entre 1989 e 1996. Entretanto até os dias atuais são produzidos spin-offs (histórias relacionadas) ambientados naquele universo tais como uma minissérie focada em Morte, no sonhar e uma série solo focada em Lúcifer (esta que serviu levemente de inspiração para a famosa série da Netflix).
O seriado estrelado por Tom Ellis se inspirou na visão de Neil Gaiman sobre Lúcifer
Ao todo, a série conquistou mais de 26 prêmios Eisner (o mais importante da indústria dos quadrinhos). Em 1991 a décima nona edição ganhou o cultuado World Fantasy Award, que premia os melhores exemplares do gênero de fantasia em cada ano, como melhor curta de ficção. Dentro da DC Comics a série original mantém uma marca invejável de jamais ter recebido novos capítulos, algo que nem mesmo Watchmen alcançou.
Em termos de adaptação Sandmantambém não deve em nada. Recentemente os três primeiros volumes receberam uma adaptação em audiobook comandada pelo próprio Neil Gaiman e envolvendo nomes como James McAvoy (Morfeus), Michael Sheen (Lúcifer) e Kat Dennings (Morte). Há também um curta produzido por fãs que adapta a sequência de acontecimentos vistos no restaurante durante a sexta edição intitulada 24 Horas de forma visualmente bastante fiel ao visto na HQ. Um longa metragem estrelado por Joseph Gordon-Levitt também quase saiu do papel mas acabou morrendo em 2016. Agora é só aguardar a nova produção da Netflix.
Margot Robbie está prestes a colher os frutos financeiros de seu sucesso, com relatos indicando que ela a receberá uma quantia significativa de dinheiro por seu papel em ‘Barbie’.
De acordo com informações da Variety, a atriz está para receber um salário e bônus de bilheteria totalizando US$ 50 milhões, graças ao estrondoso êxito do filme da Warner Bros.
A fonte dessa informação é baseada em três pessoas que têm conhecimento dos negócios de Margot Robbie. O bônus foi atribuído devido ao extraordinário desempenho de ‘Barbie’ nas bilheteiras, que se tornou um verdadeiro fenômeno mundial.
Greta Gerwig, a diretora e co-roteirista do filme, também é esperada para receber generosos bônus devido ao triunfo do projeto.
Até o momento, o filmejá fez US$1.183 bilhão, superando os US$ 1.128 bilhão de ‘Capitã Marvel’ nas bilheterias mundiais.
Agora, os únicos filmes que ‘Barbie‘ precisa superar para se tornar oficialmente o filme de maior bilheteria dirigido ou co-dirigido por uma mulher são ‘Frozen’ e ‘Frozen II‘, ambos dirigidos por Jennifer Lee e Chris Buck.
O total mundial de ‘Frozen‘ foi de US$ 1.280 bilhão, enquanto ‘Frozen II’ arrecadou US$ 1.450 bilhão.
Esta semana, ‘Barbie‘ surpreendeu ‘Frozen II‘ nas bilheterias domésticas com US$ 526.3 milhões contra US$477.3 milhões, mas ainda tem um longo caminho a percorrer para superar o total mundial da sequência animada.
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
Uma mudança significativa está ocorrendo na série live-action ‘Avatar: A Lenda de Aang’ da Netflix. Após a renovação para a segunda e terceira temporada, o showrunner Albert Kim está se afastando da produção da série.
Segundo a Variety, Christine Boylan, que atuou como co-produtora executiva na primeira temporada, e Jabbar Raisani, que foi produtor executivo, diretor e supervisor de efeitos visuais, assumirão como showrunners.
A reportagem ainda informa que Kim permanecerá a bordo como produtor executivo das temporadas 2 e 3. No entanto, ele buscará novas oportunidades e assinou um contrato com a Disney para trabalhar como produtor executivo na série ‘Percy Jackson’, além de desenvolver novos projetos para a empresa.
Christine Boylan é conhecida por seus trabalhos em ‘Era Uma Vez’, ‘O Justiceiro’, ‘Manto e Adaga’ e ‘Constantine’.
Jabbar Raisani é reconhecido por seu trabalho em efeitos visuais em ‘Stranger Things’, ‘Game of Thrones’ e ‘The Flash’.
Tye Sheridan, ator que interpretou o Ciclope nos filmes mais recentes dos ‘X-Men’ da Fox, comentou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel no MCU.
Vale lembrar que Sheridan foi o terceiro ator a interpretar o mutante, sucedendo James Marsden e Tim Pocock.
Em uma entrevista ao Screen Rant,Tye Sheridan falou sobre seu possível retorno como Ciclope dos X-Men em um filme do MCU:
“Eu não sei. Não acho que a questão seja se há mais histórias a serem contadas. Acho que sempre há mais histórias a serem contadas. A questão é se o público tem desejo por essas histórias e se sentimos que esse tipo de filme foi saturado ou não, ou se há uma nova forma de fazer esses filmes. Mas sim, eu não tenho muita certeza”, afirmou.
Vale destacar que o filme mais recente do MCU foi ‘Deadpool & Wolverine’, já disponível noDisney+.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Joseph Kosinski, o diretor por trás do aclamado ‘Top Gun: Maverick’, revelou detalhes sobre a sequência, compartilhando as dificuldades de ir além.
“Acho que encontramos uma forma de fazer isso, não apenas pela escala do que estamos propondo, mas pela ideia central da história que queremos contar. Estamos pensando em algo muito maior do que… É realmente uma crise existencial que o Maverick enfrenta, e é algo muito maior do que ele mesmo. Na verdade… estou tentando explicar sem revelar nada. [Risos.] É uma questão existencial com a qual o Maverick precisa lidar, e que, como filme, provavelmente fará Top Gun: Maverick parecer pequeno diante do que estamos explorando agora”, disse Kosinski à GQ.
Sobre o retorno de Tom Cruise no longa, o cineasta garantiu: “Sim, ainda há mais história para contar sobre ele. Ainda tem uma última jornada. Estamos trabalhando nisso agora. Ehren Kruger, que escreveu ‘F1’, está escrevendo o roteiro. Como em tudo, leva tempo para resolver todos os detalhes, e só vamos seguir em frente se sentirmos que temos uma história forte o suficiente”.
Questionado sobre um possível encontro entre Tom Cruise e Brad Pitt nas telonas, Kosinski brincou com a ideia:
“Bom, neste momento, seria o Cole Trickle, o personagem do [Cruise] em ‘Dias de Trovão’, e descobriríamos que ele e Sonny Hayes [personagem de Pitt em ‘F1’] têm um passado. Foram rivais em algum momento, talvez tenham cruzado caminhos… Ouvi falar sobre uma batalha épica de kart entre o Brad e o Tom nos bastidores de ‘Entrevista com o Vampiro’, e quem não pagaria para ver esses dois se enfrentando na pista?”, concluiu.
A estrela de ‘Euphoria’, Sydney Sweeney, fez uma revelação perturbadora ao contar que a página “For You Page – FYP” de sua conta pública no TikTok é quase inteiramente dominada por conteúdo de ódio direcionado a ela.
Conforme a Variety, a atriz compartilhou o incidente durante uma conversa com a colega de profissão, Amanda Seyfried, detalhando como o algoritmo do TikTok direciona seu conteúdo:
“Depende de qual TikTok eu estou usando”, disse Sweeney. “Se eu entro no meu TikTok privado, toda a minha For You Page é cheia de fatos históricos e artesanato. Se eu entro na minha página @syds_garage [sua conta pública], infelizmente é muito ódio sobre mim”.
A revelação chocou Seyfried: “Syd’s Garage? O seu TikTok público? Então foda-se o TikTok. Foda-se o TikTok!”.
Sweeney vem enfrentando ódio online durante grande parte de sua carreira, intensificado este ano por sua campanha de jeans para a American Eagle.
A campanha gerou indignação online, pois usava o slogan “Sydney Sweeney Has Great Jeans” (“Sydney Sweeney tem ótimos jeans”), um trocadilho com “great genes” (“bons genes”/“boa genética”). Alguns espectadores acusaram os anúncios de glorificar a “herança branca”e o físico magro da atriz, transformando a controvérsia em ataques pessoais.
O romance ‘Off Campus: Amores Improváveis’ foi um verdadeiro fenômeno no Prime Video, mas o enorme sucesso trouxe à tona um comportamento tóxico por parte do público. Diante de ataques e assédio direcionados aos atores nas redes sociais, a equipe responsável pela série e a plataforma de streaming decidiram se posicionar firmemente.
Conforme o Deadline, através da conta oficial da produção no X (antigo Twitter), foi divulgado um comunicado condenando a atitude de determinados perfis de fãs:
“A comunidade de Off Campus é construída com base no amor compartilhado por boas histórias, e no respeito pelas pessoas reais que as tornam possíveis. Pedimos que todos neste espaço estendam esse respeito ao nosso elenco e às pessoas em suas vidas. Contas que praticarem assédio direcionado serão removidas dos seguidores de nossas contas”, escreveu.
Essa medida segue uma tendência recente do Prime Video, que precisou emitir alertas semelhantes para conter o comportamento de internautas nos bastidores de ‘O Verão que Mudou Minha Vida’.
Impulsionada pela imensa base de leitores dos livros de Elle Kennedy, a primeira temporada estreou em 13 de maio e se tornou um fenômeno instantâneo. Em apenas 12 dias, a produção acumulou 36 milhões de espectadores mundialmente. O sucesso foi tão avassalador que o Prime Video garantiu a renovação para a segunda temporada antes mesmo da estreia do primeiro ano. As gravações dos novos episódios, inclusive, já começaram este mês.
Se a primeira temporada focou no relacionamento de mentira, que virou amor real, entre a musicista Hannah Wells (Ella Bright) e o capitão do time de hóquei Garrett Graham (Belmont Cameli), o segundo ano trará novos protagonistas.
O Prime Video confirmou que os próximos episódios vão adaptar o terceiro livro da franquia, “The Score”, focando no romance entre o defensor Dean Di Laurentis (Stephen Kalyn) e Allie Hayes (Mika Abdalla), a melhor amiga de Hannah.
Com essa decisão, a série altera a ordem cronológica literária, já que o segundo volume original, “The Mistake”, acompanha a história de John Logan (Antonio Cipriano) e Grace Ivers (India Fowler).
Apesar da mudança, o romance de Logan e Grace não ficará de fora.
A segunda temporada apresentará rostos novos na Universidade Briar. Phillipa Soo entra para o elenco como Scarlett, uma artista de teatro que cruzará o caminho de Allie em busca do sonho de alcançar a Broadway. Já a cobiçada personagem Grace Ivers será vivida porIndia Fowler.
Em entrevista à People, o ator Antonio Cipriano celebrou o fato de seu personagem, Logan, não ter se apaixonado logo de cara na primeira temporada:
“Fico feliz que você não o veja apaixonado na primeira temporada. Acho legal que você conheça quem ele é como pessoa e as dificuldades pelas quais está passando. Assim, quando Grace aparece e ele vive esse relacionamento, ela consegue derrubar suas barreiras e você vê ainda mais camadas dele”, afirmou.
Cipriano também elogiou o formato antológico da produção, que destaca um casal diferente a cada ano, e revelou detalhes dos bastidores sobre a escolha de India Fowler, contando que a sintonia entre os dois foi imediata:
“Eu fiz testes com três versões incríveis e completamente diferentes de Grace, e todas eram fantásticas. Mas a India trouxe algo tão especial… Não sei explicar. Parecia que ela tinha saído diretamente dos livros. Era como se eu estivesse realmente conversando com a Grace”, acrescentou.
O ator relembrou o momento em que a equipe bateu o martelo sobre a escalação:
“Quando estávamos revendo os testes de química, depois das gravações, uma das showrunners comentou: ‘É legal porque dá para perceber que ela mesma não sabe o que vai dizer em seguida’. E isso é exatamente a Grace. Foi perfeito. Ela vai acrescentar muito à série. Vai elevá-la a outro nível, e estou muito animado para que o público veja a dinâmica entre Logan e Grace. É perfeito. Ela é exatamente a pessoa que precisávamos para esse papel. Mal posso esperar”, concluiu.
Um drama universitário baseado na série de romances best-seller, ‘Off Campus: Amores Improváveis’ acompanha um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres em suas vidas, enquanto eles lidam com o amor, desilusões amorosas e a autodescoberta — forjando amizades profundas e laços duradouros ao navegarem pelas complexidades da transição para a vida adulta.
Durante todo tempo que aguardávamos o lançamento dessa nova trilogia tolkieniana de Peter Jackson, vimos muitas reclamações referente à duração e divisão fílmica, isso, principalmente, por ser sabido que a adaptação em três longas-metragens trata-se na verdade de apenas um livro de tamanho médio e proposta simples. É bem verdade que todos eles, sem exceção, mostram-se prolixos e suas intenções são absolutamente diferentes do conto original. Por outro lado, podemos enxergar algo positivo nesse aspecto.
Caso fosse uma transposição literal teríamos um esquemático filme caça-ao-tesouro, que provavelmente traria aventura e divertiria pelo carisma dos personagens, o que não é ruim. No entanto, temos agora (muito) mais que isso. Jackson e companhia transformaram o troço num épico gigantesco, em produção e substância. Introduziram vários elementos mitológicos da Terra Média, trouxeram novas tramas e desafios mais temíveis, ou seja, enriqueceram a história e deixaram-na ainda mais interessante, pelo menos em conteúdo.
Essa terceira e última parte tem como intento focar nas batalhas. São inúmeras e extensas tomadas de muita ação, realizadas com precisão e ainda levando certo peso dramático, já construído nos títulos anteriores. Com um aparato técnico impressionante e possuindo o poder máximo dos efeitos gráficos e práticos – que vão de gigantescos cenários internos e externos a centenas diferentes vestimentas com minuciosos detalhes -, a equipe constrói uma enorme zona de guerra e transporta o espectador para aquele ambiente hostil. Como não citar também a cidade sendo devastada pelas chamas de Smaug, potencializada pelo desespero dos habitantes. O dragão é novamente interpretado por Benedict Cumberbatch, que quase sussurrando expressa a personalidade maliciosa e arrogante do monstro.
Por falar em personagens, de toda saga do Anel, o Bilbo de Martin Freeman certamente será uma das figuras mais lembradas. O carisma, as gags e as sacadas do ator são impagáveis. Aqui, em determinado momento, é exigido seu lado dramático, e este se entrega por inteiro. O ladrão Baggins vai deixar saudades. Richard Armitage talvez seja o grande destaque de fita, já que Thorin protagoniza e também vilaniza tal volume. Evangeline Lilly e Orlando Bloom têm aqui mais tempo de tela e não desperdiçam, são eficientíssimos. Bem como o veterano Ian McKellen e seu eternizado Gandalf. Somente Cate Blanchett parece exagerar nas caras e bocas de Galadriel.
Pouco menor que os dois primeiros, o filme, no contexto geral, ainda parece inchado, já que a narrativa de Jackson, como foi já dito, aposta basicamente em seguidos combates, muitas vezes deixando de lado o desenvolvimento da trama, causando certa impaciência no público. No entanto, como sempre traz uma ou outra tomada chocante, entre as elipses, não chega a ser enfadonho como Uma Jornada Inesperada (2012). O ritmo é mais semelhante a seu outro irmão, A Desolação de Smaug (2013), que também depende de aventura e trilha sonora para alicerce. Howard Shore é hábil por aproveitar e mesclar as canções das duas trilogias. Andrew Lesnie dá o retoque final, sua fotografia confere uma estética luxuosa ao design de produção.
Afinal, se formos então somar os pontos negativos e positivos da saga do Hobbit, no cinema, veremos que o troço foi bem mais produtivo. Além de trazer novamente o clima da saga do Anel – gerando debates e aumentando a fanbase -, apresentar novos personagens que ficarão marcados na cultura pop e explanar ainda mais o universo da Terra Média, do ponto de vista temático e visual, a trilogia é um deleite. O diretor diz ser seu último trabalho baseado na obra de J. R. R. Tolkien, mas quem sabe a saudade não bate e junto a figurões como Guillermo del Toro, não vemos O Silmarillion sair do papel. Um seriado seria uma boa pedida, não acham?
Agora com apenas dois episódios restantes na primeira temporada, ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ teve um novo cartaz divulgado pelo Prime Video.
A arte traz protagonistas como Galadriel (Morfydd Clark), Arondir (Ismael Cruz Córdova) e Durin (Owain Arthur). E não, ainda não temos nenhuma indicação de quem diabos será o Sauron.
O cartaz que celebra o fim da temporada foi divulgado no Twitter da Amazon Prime Video. Confira:
Lembrando que o sétimo e oitavo episódios da temporada chegam nos dias 7 e 14 deste mês, sempre à 1h da manhã. A equipe já prepara as gravações do segundo ano também para outubro.
“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne ePatrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.
Em ‘Truque de Mestre‘, dois ilusionistas famosos começam a roubar bancos, e fazer do assalto um show de mágica. Após os roubos, eles jogam o dinheiro para a platéria presente. O FBI descobre o truque e tenta capturá-los.
Curiosidades:
» Morgan Freeman (‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’) é Thaddeus, um ex-mágico que ficou famoso expondo os truques de outros ilusionistas, estilo Mr. M. Mark Ruffalo (‘Minhas Mães e Meu Pai’),Woody Harrelson(‘Amizade Colorida’), Dave Franco (‘A Hora do Espanto’), Michael Caine (‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’) e Isla Fisher (‘Os Delírios de Consumo de Becky Bloom’)também estão no elenco.
Conforme especulado anteriormente, James Foley foi convidado para assumir a sequência e já recebeu uma proposta do estúdio.
Ele tem no currículo alguns episódios da série ‘House of Cards‘, e dirigiu um filme com narrativa similar: ‘Medo‘ (Fear, 1996), em que Mark Wahlberg interpretava o violento namorado de Reese Witherspoon.
“Para deixar registrado, o filme que fizemos foi exatamente o filme que queríamos fazer, que o estúdio queria fazer e que a diretora queria fazer”, revelou, acabando com as especulações que a Universal não teria gostado do corte final do filme.
Porém, a autora venceu a batalha contra o estúdio e terá suas vontades atendidas: seu marido, o escritor Niall Leonard, ficará responsável pelo roteiro de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘.
“Ele ajudou no roteiro do primeiro filme, e não foi creditado. Ele fez um um bom trabalho”, concluiu.
E aí você ainda tem Jason Momoa no papel… Mas nem tudo está perdido, afinal, temos O cara na frente de ‘Aquaman‘.
James Wan conversou com a imprensa americana e falou mais sobre todos esses anos em que o ‘Aquaman‘ sofre piadas por ser um tanto bizarro dentro do Universo DC Comics.
Como todos nós sabemos, Aquaman é alvo de piadas no mundo dos super-herói. Há algo legal sobre isso. Eu amo a ideia de ser o azarão, vindo com uma opinião sobre este personagem para mostrar algo totalmente e completamente diferente para as pessoas. Vai ser algo como: ‘Oh, você pensou que ele ia ser um personagem fracote?’ Não, não, não. Vai ser tão legal. Há também Liga da Justiça, que acontece antes, então eu tendo que respeitar, mas de muitas maneiras é uma continuação, mas há elementos de origem, bem como – essa é a história que eu estou animado para contar.
Então, James vai com tudo, porque só você para salvar essa produção que já é vista com desconfiança por muita gente.
A Warner e a MGM confirmam para 16 de março de 2018 a data de estreia do novo ‘Tomb Raider‘, que trará a Oscarizada Alicia Vikander como a lendária Lara Croft.
O roteiro pretende colocar “Lara Croft no patamar de Ellen Ripley e Sarah Connor, grandes heroínas do cinema”.
Os filmes estrelados por Angelina Jolie, em 2001 e 2003, foram produzidos pela Paramount. Juntos, arrecadaram cerca de 400 milhões de dólares mundialmente, o que animou a MGM em tentar mais uma vez colocar a heroína patrimônio da Internet no cinema.
O reinício da franquia nos cinemas será baseado no game desenvolvido pela Crystal Dynamics em 2013, recebido com louvor universal pelos críticos e fãs. A Warner Bros. e MGM decidiram seguir o mesmo enredo do jogo de ação.
“O game fez Lara Croft se sentir como um ser humano real, isso é definitivamente algo que queremos trazer para a tela grande também. Acho que isso vai fazer as pessoas se relacionam com Lara como uma personagem. Estou esperando para trazer um pouco das minhas sensibilidades norueguesas para a franquia”, revelou o norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’).
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