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Jennifer Lopez luta contra uma Inteligência Artificial rebelde em foto de ‘Atlas’, no novo thriller sci-fi da Netflix

A cantora e atriz Jennifer Lopez estrela o novo thriller de ficção científica da Netflix‘Atlas’, que ganhou sua primeira imagem.

O projeto é  dirigido por Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas’, ‘Rampage: Destruição Total’).

Atlas Shepherd (Jennifer Lopez), uma analista de dados brilhante, porém antissocial, que não confia nem um pouco na inteligência artificial, embarca em uma missão para capturar um robô rebelde, com quem ela compartilha um passado misterioso. Mas, quando o plano não funciona, a única esperança de Atlas para salvar o futuro da humanidade será confiar na inteligência artificial.

Confira a foto:

Aron Eli Coleite fica responsável pelo último tratamento do roteiro, que foi escrito originalmente por Leo Sardarian.

Lopez também entra como produtora ao lado de Peyton, Elaine Goldsmith-ThomasBenny MedinaJoby HaroldTory TunnellJeff Fierson.

A estreia acontece em 2024.

‘Terrifier 3’ estreia no Brasil com polêmica e violência; Aonde assistir aos 2 primeiros filmes?

Assim como os filmes anteriores, Terrifier 3’ gerou muita polêmica; no entanto, tornou-se um verdadeiro sucesso para a franquia aterrorizante. O longa de terror atingiu a marca global de $50 milhões, o que é um excelente resultado para um projeto com orçamento modesto de apenas $2 milhões.

Mas aonde assistir aos dois primeiros filmes?

Terrifier 1 e 2‘ estão disponível para os assinantes do Prime Video.

Em TERRIFIER 3, depois de sobreviver aos brutais ataques do palhaço serial killerSienna (Lauren LaVera) passou um tempo em uma casa de reabilitação, onde foi medicada e tratada por conta de seus traumas, enquanto seu irmão mais novo, Jonathan (Elliott Fullam) seguiu com sua vida, indo para a faculdade. Com a proximidade das festas de fim de ano, Sienna recebe alta para ir para a casa da tia, Jessica (Margareth Anne Florence), onde tenta recomeçar a vida retomando o convívio com sua prima, Gabbie (Antonella Rose).

Mas por mais que se esforce, as memórias de sua família sendo assassinada voltam a assombrá-la, e a proximidade do Natal faz com que ela sinta a presença de Art (David Howard Thornton) com cada vez mais frequência… até que novos episódios sinistros começam a acontecer.

Crítica: 

Crítica | Terrifier 3 – Entre o Deboche e o HORROR Gore, Art Torna o Natal Sangrento

Crítica em Vídeo: 

terrifier3 1

 

‘Kill Bill – Todo o Caso Sangrento’: Versão inédita que junta os dois filmes e traz um anime inédito ganha trailer

A nova versão de ‘Kill Bill‘, de Quentin Tarantino, que promete mais sangue, mais violência e até arrancar a bexiga de alguém, já tem trailer e data de lançamento.

Kill Bill: The Whole Bloody Affair‘ reúne ‘Kill Bill: Vol. 1‘ (2003) e ‘Kill Bill: Vol. 2‘ (2004 ) em um lançamento nacional nos cinemas pela primeira vez. O filme também inclui uma nova sequência de animação nunca antes vista.

A duração do filme é bem superior a quatro horas — 281 minutos —, mas felizmente isso inclui um intervalo de 15 minutos.

O lançamento da Lionsgate será exclusivo nos cinemas nos EUA a partir de 5 de dezembro, ainda sem previsão no Brasil.

Assista e confira o cartaz:

Por anos, o diretor Quentin Tarantino provocou seus fãs sobre a possibilidade de fazer o terceiro filme da franquia ‘Kill Bill 3‘, estrelada por Uma Thurman.

No ano passado, ele até afirmou que Maya Hawke (‘Stranger Things’), filha de Thurman e Etahn Hawke (‘O Predestinado’), era a preferida para estrelar o filme.

Porém, o diretor anunciou que seu último filme antes da aposentadoria será The Movie Critic‘, uma história ambientada no final dos anos 70, em Los Angeles, focada em um protagonista masculino.

E, apesar dos fãs ainda manterem as esperanças, Tarantino foi enfático ao confirmar ao Comic Book que ‘The Movie Critic‘ será seu último filme.

“Eu não vejo isso acontecendo”, disse ele sobre a união de Thurman e Hawke em ‘Kill Bill Vol. 3′. 

Lembrando que ‘Kill Bill‘ foi o quarto filme de Tarantino e foi originalmente concebido como um único filme, lançado em dois volumes (Kill Bill: Volume 1 no outono de 2003 e Kill Bill: Volume 2 na primavera de 2004), devido à sua duração de aproximadamente quatro horas.

O filme é um drama fictício de vingança, que homenageia antigos gêneros, tais como filmes asiáticos de kung fu, filmes japoneses de samurai, western spaghetti italiano, trash, anime, cultura pop e uma grande referência à música popular.

5 Filmes sobre TRETAS entre vizinhos

Quem nunca presenciou ou mesmo fez parte de uma treta com vizinhos? Morar em um condomínio pode ser uma enorme dor de cabeça quando outros moradores não respeitam regras e fazem e tudo para acabar com nossa paciência! Pensando nesse inusitado recorte do cotidiano de muitos por aí, segue abaixo 5 filmes que abordam o tema:

 

Mais que Amigos: Vizinhos

Na trama, conhecemos as rotinas de confinamento de uma grupo de pessoas de um prédio de classe média em Paris, que mal se falavam mas que agora estão resguardados em casa por conta do vírus da Covid. Tem um casal que está em crise, um homem que enlouqueceu com o medo de ter o vírus, uma advogada criminalista que está fazendo as audiências de casa, um humilde zelador que está com a esposa internada com Covid, tem o dono de um laboratório que busca seu prestígio nunca tido na busca para uma solução contra o vírus, tem o personal trainer bem burrinho que deixa de lado a esposa grávida para se dedicar aos seus vídeos de exercícios físicos, tem o empresário belga que não sabe ser amoroso com as pessoas, a dona de um bar fechado por conta do lockdown. Assim, vamos vendo os dramas e situações dessas almas em busca de entendimentos sobre esse momento em que todos no mundo passam.

 

Medo

Na trama, conhecemos Svetla (Svetlana Yancheva), uma viúva de um pescador que morreu no mar que vive sozinha durante muito tempo em uma cidade no interior da Bulgária. Passa seus dias lutando contra uma solidão após ser mandada embora de seu emprego de professora (já que o colégio fechou) e combatendo com muita coragem um machismo vindo de todas as partes inclusive dos militares da polícia da fronteira. Tudo muda em sua vida quando um imigrante africano chamado Bamba (Michael Flemming), que queria chegar na Alemanha, aparece em seu caminho. Eles se comunicam sem muito se entenderem, em dois idiomas, mas o que entendem, basta. Aos poucos ela vai descobrindo mais sobre ele, um médico fugindo da guerra que teve a família perdida no conflito. Uma relação e afeto e esperança nasce entre os dois e em paralelo acabam sofrendo a rebeldia de seus vizinhos e conhecidos por Svetla deixar o imigrante ficar em sua casa.

 

Sentimental

Na trama, conhecemos o casal Ana (Griselda Siciliani) e Julio (Javier Cámara) que moram faz anos no mesmo apartamento. A primeira é uma mulher cheia de desilusões no casamento que vive em uma rotina maçante sem grandes prazeres. O segundo é um introspectivo professor de música, frustrado por não conseguir seguir na carreira de músico. Certo dia, Ana resolve chamar os novos vizinhos para uma noite de confraternização, mesmo sabendo que Julio não queria vê-los muito por conta de problemas em outras noites onde os novos vizinhos faziam muitos barulhos. Assim, chega ao apartamento a psicóloga Laura (Belén Cuesta) e o bombeiro Salva (Alberto San Juan), e nessa reunião muitas coisas serão ditas e refletidas.

 

Happy, Happy

Na trama, conhecemos Kaja (Agnes Kittelsen), uma mulher de meia idade que vive uma pacata vida ao lado da família em uma região onde prepondera a neve. Sem muitas expectativas em relação a sua vida, vive integralmente sendo dona de casa, dando carinho e atenção ao marido e para o único filho. Certo dia, um casal de novos vizinhos chegam para morarem na casa ao lado da de Kaja e sua vida começa a mudar, principalmente quando ela se apaixona pelo marido de sua nova vizinha.

 

Vizinhos

Na trama, conhecemos o casal Mac (Seth Rogen) e Kelly (Rose Byrne) que vivem tranquilamente com sua filhinha em um simpático bairro no subúrbio dos Estados Unidos. Certo dia, o grupo de uma fraternidade aluga a casa ao lado da deles, desencadeando uma série brigas e confusões em meio a festas de grandes proporções.

‘Room’ vence o Festival de Toronto; Confira a lista completa!

De Pablo Bazarello, enviado especial a Toronto.

Room, drama intimista com Brie Larson, leva o prêmio do público

O Festival de Cinema Internacional de Toronto anunciou ontem, dia 20 de setembro, os vencedores da 40ª edição do evento. O TIFF (para os íntimos) não é um festival competitivo como todos os outros, mesmo assim costuma entregar alguns prêmios para filmes específicos avaliados por um júri ou pelo público.

» Leia as críticas dos filmes exibidos no Festival de Toronto

 

Vejo abaixo a lista:

PRÊMIOS DA FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE CRÍTICOS DE CINEMA (PRÊMIOS FIPRESCI)

Prêmio Fipresci do programa Discovery

Eva Nová, de Marko Skop

Prêmio Fipresci Special Presentations

Desierto, de Jonás Cuarón

 

PRÊMIO NETPAC (Premiere Internacional ou Mundial de Cinema Asiático)

The Whispering Star, de Sion Sono

Prêmio Toronto Plataform

Hurt, de Alan Zweig

 

Prêmio Grolsch da Escolha do Público

1º colocado – Room, de Lenny Abrahamson

2º colocado – Angry Indian Goddesses, de Pan Nalin

3º colocado – Spotlight, de Tom McCarthy

 

Prêmio Grolsch da Escolha do Público para a mostra Midnight Madness

1º colocado – Hardcore, de Ilya Naishuller

2º colocado – The Final Girls, de Todd Strauss-Schulson

3º colocado – Green Room, de Jeremy Saulnier

 

Prêmio Grolsch da Escolha do Público – Documentário

1º colocado – Winter on Fire: Ukraine´s Fight for Freedom, de Evgeny Afineevsky

2º colocado – This Changes Everything, de Avi Lewis

3º colocado – Al Purdy Was Here, de Brian D. Johnson

 

Prêmio do Programa de Cineastas Dropbox Discovery

Black, de El Arbi e Bilall Fallah

 

Melhor Filme Canadense Estreante – Prêmio City of Toronto

Sleeping Giant, de Andrew Cividino

Melhor Filme Canadense – Prêmio Canada Goose

Closet Monster, de Stephen Dunn

Melhor Curta-metragem canadense

Overpass, de Patrice Laliberté

Melhor Curta-metragem

Maman(s), de Maïmouna Doucouré

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‘Morbius’, ‘Jurassic World’, ‘Adão Negro’ e os Blockbusters de 2022 que foram GRANDES FRACASSOS de Crítica!

A cada ano somos surpreendidos por verdadeiras joias da sétima arte. Com o fim do ano começam a chegar as produções miradas à época de premiações, que geralmente apresentam o que de melhor o cinema tem a oferecer dentro daqueles doze meses. De fato, muitos cinéfilos começam a se mexer para assistir a filmes apenas nesta época. Mas nem só de Oscar e premiações é feito o cinema, e a cada ano ganhamos também produções mais voltadas ao entretenimento que são elogiadíssimas. A prova disso é que em 2022 tivemos obras do nível de The Batman, Top Gun – Maverick, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, Elvis, Não! Não Olhe! e A Mulher Rei, só para citar alguns.

Mas para haver equilíbrio, precisa existir também o outro lado da moeda: neste caso, os filmes que se tornam verdadeiros fiascos de crítica. E são justamente eles que iremos abordar aqui nesta nova matéria. No entanto, é preciso entender e diferenciar que um fracasso de crítica pode vir a se tornar um sucesso financeiro, como alguns casos da lista abaixo. E por isso precisamos deixar claro que o que será abordado aqui são os filmes de 2022 que não caíram no gosto dos críticos. Confira abaixo.

10 | Agente Oculto

Em décima posição inaugurando a lista está Agente Oculto, a produção mais cara da Netflix este ano, com um orçamento de US$200 milhões. O filme gerou bastante expectativa, em especial por dois motivos. O primeiro é que tem roteiro e direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, conhecidos como os diretores de quatro dos melhores filmes da Marvel (O Soldado Invernal, Guerra Civil, Vingadores – Guerra Infinita e Vingadores – Ultimato). Segundo que traria o astro indicado ao Oscar Ryan Gosling em um blockbuster de ação – tipo de filme que o ator, mais acostumado com dramas, não é visto normalmente. Apesar da expectativa, o filme amargou 46% de aprovação, garantindo o tomate podre.

09 | Blonde

Outro filme da Netflix que gerava grande expectativa, esta voltada aos prêmios do cinema, como o Oscar. Aliás, estes dois primeiros itens da lista possuem mais em comum do que apenas a produção da Netflix, como a participação da musa cubana Ana de Armas estrelando. Quando começaram a pipocar na internet as imagens de Armas caracterizada como uma das grandes divas do cinema clássico, Marilyn Monroe, gregos e troianos apontaram para a semelhança absurda e o trabalho minucioso da maquiagem, figurino e, é claro, da composição da atriz. Foi o suficiente para que todos começassem a gritar Oscar também. E a indicação para ela de fato pode sair, o que talvez seja mais difícil é o filme ser lembrado também – já que agradou poucas pessoas com sua narrativa sadomasoquista em relação aos abusos pelos quais a estrela teria passado. Justamente por isso, Blonde conquistou apenas 42% de aprovação dos críticos.

08 | Uncharted – Fora do Mapa

Adaptação de um famoso videogame, aqui temos o caso exato mencionado no início do texto. Acontece que Uncharted foi um sucesso de bilheteria, e está entre os 11 filmes mais rentáveis de 2022. Ao mesmo tempo se tornou também um fracasso de bilheteria. Mas os fãs parecem não ligar para as críticas negativas. Aliás, quando percebemos que na direção está Ruben Fleischer, podemos dizer que este fato tem sido uma constante na carreira do cineasta, levando em conta que ele também foi o responsável pelo primeiro Venon (2018), um blockbuster destroçado pela crítica, mas que fez muito sucesso com os fãs nas bilheterias. Aqui, quem estrela é Tom Holland, como um jovem aventureiro que é quase uma versão moderna de Indiana Jones. Apesar disso, conquistou apenas 41% de aprovação dos críticos.

07 | Adão Negro

O próximo item da lista, em sétima posição, é um blockbuster muito recente, lançado em meados de novembro. Mais uma vez temos um caso de público contra os críticos. E quando falamos em um filme baseado em heróis da DC, sabemos que os fãs possuem uma paixão, digamos, fora no normal, independente se o filme for de fato bom ou não. Dwayne Johnson deu tudo de si, mas os comentários até mesmo dos que não acharam ruim foi que é no máximo um filme correto e por vezes genérico. O longa vem conquistando uma boa bilheteria para a Warner, mas quando falamos dos críticos, apenas 39% gostaram – garantindo o tomate podre.

06 | Spiderhead

Não é só o futebol que é uma caixinha de surpresas, o resultado de uma produção cinematográfica na maioria das vezes também é. Independente do talento envolvido (diretor e atores, ou produtor), quem dirá se um filme será bem-sucedido ou não é o público. Assim, muitas vezes as opiniões dos críticos e do grande público divergem sobre a qualidade de um filme. Spiderhead era uma verdadeira incógnita, pois traz uma trama enigmática, que fala sobre experimentos com detentos envolvendo drogas que controlam seus sentimentos em fase de teste. Chris Hemsworth, Miles Teller e Jurnee Smollett são um trio dos sonhos para qualquer obra, e na direção Joseph Kosinski foi o responsável pelo maior sucesso do ano – Top Gun: Maverick. Nada disso, no entanto, bastou para o sucesso de Spiderhead junto ao público, conquistando apenas 38% de aprovação.

05 | Moonfall – Ameaça Lunar

A esta altura, os filmes catástrofe de Roland Emmerich se tornaram paródias deles mesmos, e nem de perto lembram a “época de ouro” de trabalhos seus, como Independence Day e O Dia Depois de Amanhã. Tem bastante tempo que o cineasta não consegue emplacar um verdadeiro sucesso. E com este Moonfall, sobre a lua entrando em rota de colisão com a Terra, a sensação é que poderíamos estar vendo uma forma de sátira, como Não Olhe para Cima – e talvez funcionasse melhor assim. O problema é que o diretor, ao lado de Halle Berry e Patrick Wilson, querem que levemos a sério. Ninguém conseguiu, os críticos muito menos, e garantiram 36% de aprovação.

04 | O Massacre da Serra Elétrica

A Netflix é uma das empresas que mais possui conteúdo audiovisual na atualidade, sejam eles filmes ou séries. Sendo assim, é apenas natural que a empresa seja também uma das que mais lança produções, por assim dizer, de qualidade duvidosa. Afinal, quando se produz muito, nem tudo será ouro. Dessa forma, aparece agora na lista a quarta produção da Netflix dentre os fracassos de crítica. A empresa tinha grandes planos para este reboot da famosa franquia clássica de slaher, que nasceu lá em 1974. E no clima de Halloween, o plano era eliminar todas as continuações da cronologia, e seguir direto do filme original. E ter o nome de Fede Alvarez na produção sem dúvida era um atrativo. No fim das contas, poucos foram os que elogiaram – e os críticos deram apenas 31% de aprovação.

03 | Jurassic World Domínio

Longínquo está o tempo em que Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros era uma produção verdadeiramente querida por todos, desde os pais e os filhos, os adultos, os adolescentes e as crianças. No ano de 1993, a obra de Steven Spielberg se tornava um dos grandes marcos do cinema. Mais dois filmes na franquia começaram a tirar um pouco de seu brilho, mas nada prepararia para o desdém do público em relação à nova franquia derivada, Jurassic World. Ao contrário do original, esta nova franquia derivada (que já tem três filmes) parece agradar apenas os pequenos, que querem ver dinossauros nas telas sem se importar muito com a história. Parece que a cada novo exemplar, é só ladeira abaixo. E por incrível que pareça, continua a vender ingressos – sendo um sucesso de bilheteria. Mas com os críticos, apenas 29% aprovaram.

02 | Pinóquio

É incrível pensar que com a mesma história contada, um filme pode se tornar bem-sucedido e outro cair direto no lixo. Mas foi isso o que aconteceu este ano com duas produções que resolveram recontar a clássica história italiana infantil de Pinóquio, sobre um artesão que constrói um boneco de madeira, que ganha vida e deseja se tornar um menino de verdade. A Disney comprou os direitos do livro e o levou ao cinema na década de 1940 como uma de suas primeiras animações. Seguindo a estratégia que se tornou um subgênero dentro da empresa, de transformar seus desenhos clássicos em filmes com atores de carne e osso, o próximo da lista foi Pinóquio, que chegou este ano, tem Tom Hanks no elenco, e direção de Robert Zemeckis. Tudo no lugar, mas se tornou fracasso, com aprovação irrisória de 28% da imprensa. Sorte melhor teve a versão de Guillermo del Toro na Netflix.

01 | Morbius

Em primeiríssima posição dos maiores fracassos de crítica de 2022, está uma adaptação de um personagem da Marvel. Difícil acreditar, não é? Mas acontece que esta não é a Marvel Marvel, e sim a Marvel Sony, ou seja, dos personagens secundários do universo de Homem-Aranha. A Marvel e a Sony fizeram um acordo para incluir o herói escalador de paredes junto com o panteão de heróis do MCU – mas esse acordo também vinha junto com outros personagens, que a Sony iria lançar em seus filmes solo. Até o momento o estúdio não acertou em nenhum deles, com o fracasso de crítica dos filmes de Venom e o pior deles até o momento, Morbius. O vampiro de Jared Leto tem poucos defensores e conquistou ridículos 15% de aprovação. O que nos faz desejar melhor sorte para o vindouro Kraven – O Caçador.

Confirmado! ‘Jessica Jones’: 3ª temporada será a ÚLTIMA da série

A Netflix confirmou oficialmente que a 3ª temporada de ‘Jessica Jones‘ será a última da série.

Dessa forma, encerra-se a parceria do serviço de streaming com a Marvel.

Confira as primeiras imagens do novo ciclo:

Criada por Melissa Rosenberg, ainda não há previsão para a estreia do último ano.

Crítica em Vídeo | Jessica Jones: 2ª Temporada – O mulherão da p***a voltou!

Na série, Jessica Jones tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

O elenco inclui Krysten Ritter, Rachael Taylor, Eka Darville e Carrie-Anne Moss.

‘I See You’: Helen Hunt investiga mistério no trailer do suspense psicológico; Assista!

O suspense psicológico ‘I See You‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Adam Randall, a partir de um roteiro escrito por Devon Graye.

A trama segue a esposa do investigador principal de um caso de abdução de criança. Com o relacionamento conturbado, ela tenta conseguir o perdão de seu marido por sua infidelidade, à medida que uma presença obscura começa a se manifestar dentro de sua casa, colocando em risco a vida de seu filho.

Helen Hunt, Jon Tenney e Judah Lewis estrelam a produção.

O suspense será lançado direto em VOD no dia 6 de dezembro.

‘The Old Guard’: Novo vídeo compara a adaptação aos quadrinhos; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo do aguardado ‘The Old Guard‘, comparando o filme aos quadrinhos no qual é baseado.

Confira:

O filme estreia nesta sexta-feira, 10 de junho.

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

A direção fica a cargo de Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘).

O elenco conta com Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria‘), Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho‘), KiKi Layne (‘Se a Rua Beale Falasse‘), Harry Melling (A Balada de Buster Scruggs), Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), e Marwan Kenzari (Aladdin)

A produçõe é fruto de uma parceria da Netflix com a Skydance, e o roteiro é assinado pelo próprio Rucka.

Com esse mais novo investimento, a Netflix parte para uma competição ainda mais acirrada com suas concorrentes, Marvel e DC, que estão ingressando no mercado de serviços de estreaming com uma série de produções originais.

‘FBI’ e ‘FBI: Most Wanted’ são RENOVADAS pela CBS; Novo spin-off está a caminho!

A CBS renovou oficialmente as séries ‘FBI‘ e ‘FBI: Most Wanted‘ para a 4ª e 3ª temporada, respectivamente.

Além disso, a emissora deu sinal verde para mais um spin-off da franquia, intitulado ‘FBI: International‘. A nova produção será apresentada em um crossover entre ‘FBI‘ e ‘FBI: Most Wanted‘.

“‘FBI’ está se tornando uma das franquias mais populares da televisão e nosso parceiro Dick Wolf encontrou um novo meio de expandir esse universo,” declarou Kelly Kahl, presidente da CBS. “‘FBI: Internacional’ é um drama investigativo que complementa perfeitamente as outras duas séries, ‘FBI’ e ‘FBI: Most Wanted’, criando uma ameaça tripla para a próxima temporada que se encaixará muito bem em nossa grade.”

A série foi criada por Craig Turk e Dick Wolf.

Drama processual sobre o funcionamento interno do escritório do FBI em Nova York, trazendo todas as habilidades, inteligência e tecnologia alucinantes da repartição para manter Nova York e o país em segurança.

O elenco conta com Missy Peregrym, Zeeko Zaki, Ebonee Noel e Jeremy Sisto.

Animais precisam salvar os heróis da DC no trailer de ‘Liga dos Superpets’; Assista!

A Warner Bros. divulgou o primeiro trailer da animação ‘Liga dos Superpets‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de maio de 2022.

Jared Stern e Sam Levine são responsáveis pela direção.

Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.

A produção conta com as vozes de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Kate McKinnon, John Krasinski, Vanessa Bayer, Natasha Lyonne, Diego Luna, Keanu Reeves e Jameela Jamil.

‘Carros na Estrada’: Relâmpago McQueen está de volta no trailer da nova série animada do Disney+

O Disney+ divulgou o primeiro trailer de ‘Carros na Estrada‘, série animada baseada no filme ‘Carros‘, da Pixar.

A produção, que estreará no dia 8 de setembro, trará curtas originais com o retorno dos personagens clássicos da franquia.

Confira o trailer, dublado e legendado:

A dublagem original contará com o retorno de Owen Wilson e Larry the Cable Guy como Relâmpago McQueen e Mate, respectivamente.

Produzida por Marc Sondheimer, o roteiro da série é assinado por Steve Purcell.

A saga de Relâmpago McQueen começou em 2006 e estendeu-se ao longo de uma trilogia, dois spin-offs e vários curtas-metragens. Apesar de não ser uma das produções favoritas dos críticos, o panteão arrecadou mais de US$1.7 bilhão e está em décimo lugar na lista das maiores bilheterias de franquias da história.

Jovem investiga o seu próprio assassinato no trailer de ‘Espíritos na Escola’; Confira!

A Paramount+ divulgou o primeiro trailer de ‘Espíritos na Escola‘ (School Spirits), série de suspense estrelada por Peyton List (‘Cobra Kai’).

Confira:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 14 de maio.

Criada por Megan Trinrud e Nate Trinrud, a série é baseada no livro homônimo escrito pela própria dupla ao lado da Maria Nguyen.

Maddie é uma adolescente presa na vida após a morte investigando seu próprio desaparecimento misterioso; ela parte em uma jornada para resolver crimes enquanto se ajusta ao ensino médio na vida após a morte, mas quanto mais perto ela chega da verdade, mais segredos e mentiras ela descobre.

O elenco ainda conta com Kristian Flores, Milo Manheim, Spencer MacPherson, Kiara Pichardo, Sarah Yarkin, Nick Pugliese e Rainbow Wedell.

Confira o divertido trailer da 2ª temporada de ‘Monstros no Trabalho’, spin-off de ‘Monstros S.A.’

A Disney divulgou o trailer completo da 2ª temporada da animação ‘Monstros no Trabalho‘, spin-off da aclamada animação ‘Monstros S.A.‘.

Confira

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de abril, no Disney Channel. Os novos episódios só ficarão disponíveis no serviço de streaming do Disney+ após a exibição semanal de toda a segunda temporada.

A história se passa seis meses após o filme original, com os Monstros descobrindo que geram mais energia ao fazerem as crianças rirem.

John GoodmanBilly Crystal voltam a dublar os icônicos Sully e Mike, respectivamente. O elenco da série também é composto por John Ratzenberger, Jennifer Tilly e Bob Peterson.

Monstros S.A.‘ ganhou dois filmes pela Disney/Pixar, um em 2001 e a pré-sequência ‘Universidade dos Monstros‘, em 2013.

‘Wicked’ arrecada mais do que o DOBRO que ‘Gladiador 2’ em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, a adaptação musical ‘Wicked‘ arrecadou US$ 114 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa alcançou o topo das bilheterias no país, arrecadando mais do que o dobro de ‘Gladiador 2‘ (US$55.5M).

Com a demanda de ambos os filmes, as bilheterias norte-americanas fecharam o final de semana com sólidos US$ 205 milhões – o que representa o melhor final de semana antes do feriado de Ação de Graças em onze anos, quando ‘Jogos Vorazes – Em Chamas‘ liderou todos os títulos a um total de US$ 226.5 milhões neste mesmo período.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 50.2 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 164.2 milhões, o que representa a maior abertura para um filme baseado em um musical da Broadway – superando ‘Os Miseráveis‘ (US$103M).

Além disso, os números representam a sexta maior estreia global de 2024; e a quarta maior abertura mundial da história para um filme musical, superando o live-action de ‘A Pequena Sereia‘ (US$163.6M).

Aclamado pelos críticos – com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes –, ‘Wicked‘ também parece ter agradado os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore.

A avaliação está dentro da média de filmes do gênero, como ‘Os Miseráveis‘ (A), ‘Chicago‘ (A-), ‘Annie‘ (A-) e ‘Mamma Mia‘ (A-).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Após estreia na China, ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ deve superar US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

A morte não descansa! A sequência ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ acabou de estrear na China, o que deve fazer o longa superar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa abriu com US$ 8.2 milhões no país asiático, elevando sua arrecadação global para US$ 295.5 milhões.

Vale lembrar que este é o primeiro título da franquia a ser lançado nos cinemas da China, o que reflete no recente relaxamento da censura aos filmes de terror e de alta classificação etária.

Nos EUA, o filme arrecadou US$ 138.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 157.4 milhões.

O novo capítulo se tornou não apenas a maior arrecadação da história da franquia – superando a bilheteria total de ‘Premonição 4‘ (US$186.1M) –, como também o segundo maior filme de terror do ano, atrás apenas de ‘Pecadores‘ (US$365.8M).

Com o sucesso, o sétimo filme da saga já foi confirmado! O novo filme contará com o retorno da roteirista Lori Evans Taylor, de ‘Laços de Sangue‘.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

 

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Jensen Ackles retorna no trailer de ‘Vought Rising’, novo spin-off de ‘The Boys’

O Prime Video divulgou o primeiro trailer de ‘Vought Rising‘, novo spin-off de ‘The Boys‘.

Jensen Ackles (Soldier Boy) e Aya Cash (Tempesta) serão os protagonistas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sem data de estreia, a produção será lançada apenas em 2027.

O elenco ainda contará com Mason Dye (Bombsight), Elizabeth Posey (Private Angel) e Will Hochman (Torpedo).

Anteriormente, Ackles revelou o que podemos esperar da produção: “Olha, vai parecer familiar em termos de formato, porque a ideia é pegar o que funciona em The Boys e fazer algo um pouco diferente, especialmente por se passar nos anos 1950. Mas, falando por mim, estamos acostumados a ver o Soldier Boy nos tempos modernos. Ele é, como gosto de dizer, um homem analógico em um mundo digital, um peixe fora d’água no contexto atual. Agora vamos vê-lo sendo relevante, no ambiente onde ele realmente pertence. Ele é o manda-chuva. Mas também veremos a experiência que explica por que ele se tornou quem é. Vamos explorar as camadas do que realmente aconteceu naquele período”.

A empolgação do astro com o projeto é evidente. Segundo ele, o convite foi aceito instantaneamente: “Quando me apresentaram a ideia, dizendo que seria um prelúdio ambientado nos anos 1950 com o Soldier Boy, eu nem deixei terminarem a frase antes de dizer ‘sim!'”.

Ackles ainda confirmou que a intenção é que o derivado se estenda por várias temporadas.

Sob o comando do showrunner Paul Grellong, o elenco de Vought Rising já conta com nomes confirmados como: Mason DyeElizabeth PoseyWill HochmanJorden MyrieKiki Layne.

Erica Durance, de ‘Smallville’, entra para elenco de ‘Supergirl’

A atriz Erica Durance, a Lois Lane da série ‘Smallville’, entrou para o elenco de ‘Supergirl’. Nesta trama, ela interpretará Alura, personagem até então vivida por Laura Benanti. A informação foi dada pelo site da revista americana, Entertainment Weekly.

Benanti teve que deixar o papel devido à sua tumultuada agenda, que conflitava com os dias das filmagens de ‘Supergirl’.

E sobre a troca, o produtor-executivo Andrew Kreisberg falou:

“Infelizmente Laura, com quem eu e Greg Berlanti pudemos trabalhar por um bom tempo na série ‘Eli Stone’ não pôde dar sequência em seu trabalho em ‘Supergirl por conta de seus compromissos em Nova York. Mas estamos muito felizes com a chegada de Erica, que nós dará a sua versão da mãe de Kara. Recentemente tivemos um grande sucesso com outra ex-Lois Lane, Teri Hatcher, e cremos que Erica continuará com a orgulhosa tradição de atores de legados que vieram participar de nossas séries, criando novas abordagens em personagens emblemáticos da DC”.

 

 

Zack Snyder divulga foto que fez Henry Cavill ser escolhido como o ‘Homem de Aço’; Confira!

O cineasta Zack Snyder divulgou uma foto bem especial, que fora a responsável por fazer com que Henry Cavill fosse escolhido para viver o Superman em ‘Homem de Aço‘.

Na foto, o astro traja um antigo uniforme do herói, resgatado pelo diretor, direto dos arquivos da Warner Bros.

Confira:

 

 

Star Wars Celebration 2019 ganha produtos oficiais exclusivos; Confira!

A popular convenção Star Wars Celebration acontece em abril na cidade de Chicago e os fãs da franquia terão a chance de adquirir produtos oficiais inéditos e exclusivos do evento.

Algumas das peças que estarão à venda ganharam suas primeiras imagens. Divulgadas pelo Jedi News, a prévia reúne colecionáveis, uma jaqueta de ‘Ameaça Fantasma’, além de canecas.

Confira:

Iniciando em 11 de abril, a Star Wars Celebration 2019 deve trazer novidades a respeito de ‘Star Wars: Episódio IX’, bem como a presença do elenco oficial em painéis interativos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

‘Pretty Things’: Nicole Kidman comemora sua nova série pela Amazon

A atriz Nicole Kidman (‘Big Little Lies‘) tem investido muito o seu tempo em produções televisivas.

E além de estrelar a nova minissérie da HBOThe Undoing, a vencedora do Oscar será a protagonista de Pretty Things‘, nossa série da Amazon.

E após o anúncio feito pelo portal TVLine, Kidman comemorou o novo projeto, por meio de um rápido vídeo compartilhado em sua conta oficial do Instagram.

Confira:

“Olhando para frente com empolgação e otimismo…Nossa nova série da Amazon, a tortuosa, com reviravoltas Pretty Things, da autora Janelle Brownie, Reed Morado e Blossom Films”.

A produção é baseada no livro homônimo de Janelle Brown, que ainda não foi lançado oficialmente.

A trama segue duas mulheres muito diferentes – uma vigarista e uma herdeira, ambas descritas como brilhantes e danificadas – que tentam sobreviver ao maior jogo de engano e destruição que já jogaram.

Além de estrelar, Kidman também será produtora executiva do projeto.

Reed Morano (‘The Handmaid’s Tale‘) assumirá a direção.

Novas informações devem sair em breve.

‘Falcão e o Soldado Invernal’ ganha novo e eletrizante comercial cheio de cenas de ação

A popular série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ ganhou um novo e eletrizante comercial cheio de cenas de ação e que ainda reúne algumas críticas positivas recebidas pela produção.

Confira:

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Crítica | Magazine Dreams: Jonathan Majors é um bodybuilder em melhor performance de sua carreira

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Cercado por luzes ofuscantes, Jonathan Majors desenha o contorno de seu impressionante físico como um ballet bruto. Em câmera lenta e com seus olhos vidrados em seus próprios pensamentos, ele articula sua musculatura, domina a tela e em questão de segundos de filme, domina nossa atenção. E pelas próximas duas horas, tudo o que desejaremos serão seus sonhos, sua ambição, sua libertação. Magazine Dreams é um nocaute na alma, um drama que traz o submundo do bodybuilding para o centro dos holofotes. E entregando a melhor performance de sua vida, Majors nos tem por inteiro, investidos nos mesmos anseios e angústias que lhe roubam a paz.

Elijah Bynum fez um trabalho impressionante. Em seu segundo longa-metragem, ele faz de Magazine Dreams um delicado e poderoso estudo de personagem, abordando a psique de um jovem marcado pelo trauma, que carrega a terrível dor de perder sua família. Sob a pressão de uma indústria/profissão que drena todo o seu emocional, ele sonha com a carreira de bodybuilder. Com uma mente incansável, um apetite insaciável e vivendo à sombra do culto ao corpo, Majors é Killian Maddox, um rapaz delicado, tímido e com poucas habilidades sociais que anseia em pertencer. Física e emocionalmente exausto, ele ainda é um retrato do que é o burnout.

Com suas rotinas rigorosas, isolamento social e pressões físicas que o assombram a cada segundo do seu dia, Killian é um homem inquieto. E mesmo abordando todas essas questões em um contexto cultural tão específico, Bynum faz de seu protagonista um espelho de todos nós. Construindo um personagem complexo que arrebata para as mais diversas emoções, Magazine Dreams é intimista, profundo, desconfortável, chocante e impactante. Lindamente dirigido, o longa faz um contraste preciso entre a perfeição exterior em detrimento do sofrimento mental e físico. Tornando a linha entre o belo e o grotesco completamente tênue, ele faz de seu segundo filme em um intervalo de quase seis anos um presente inestimável para os cinéfilos. Como é raro assistirmos a filmes tão impecáveis como esse.

E com sua sensível direção, o novato cineasta torna a história de Killian ainda mais simbólica e identificável. Explorando com perspicácia a luz artificial, ele sabe tornar os palcos de competições de bodybuilding um lindo espetáculo visual. Aliado à estonteante performance de Majors, Magazine Dreams se desabrocha diante dos nossos olhos como os sonhos de seu próprio protagonista. E quanto mais acompanhamos seus dilemas, colapsos e espasmos físicos regados de dor e desespero, mais o entendemos e somos capazes de sentir na pele seus mais profundos temores.

Sinestésico, e com uma trilha sonora original que emana música clássica com um toque de suspense, Magazine Dreams ainda conta com uma trilha adaptada diferente, que vai do heavy metal à Patti Smith. Com as canções sendo a expressão exata e simbólica do que cada cena em questão representa, o diretor ainda consegue transformar esse e tantos outros elementos técnicos do filme em personagens dentro da trama. Aqui, nada se perde. Do design de produção do quarto de Killian, regado por cartazes de bodybuilders famosos, ao figurino do protagonista, cada centímetro é um conceito milimétrico da mente, do corpo, da personalidade e do caráter do astro da trama.

Entregando dois planos sequências poderosos que evidenciam ainda mais o monstruoso talento de Majors (sendo um deles de quase quatro minutos da mais hipnotizante performance que já vi desde Marion Cotillard em Piaf – Um Hino ao Amor), o novo longa do desconhecido Elijah Bynum é a vitrine ideal para mostrar sua riqueza criativa. Colocando a audiência em um constante estado de alerta, o drama cult consegue facilmente cruzar seu nicho para encontrar o público geral. E ao nos tragar para um constante medo de que aqueles mesmos sonhos que sonhamos com Killian se transformem em pesadelo, o diretor nos leva ao êxtase sensorial, com Majors fazendo desse bodybuilder não apenas a melhor atuação de sua carreira, bem como aquela que tem tudo para lhe render um Oscar em 2024.

Crítica | Indiana Jones e a Relíquia do Destino triplica a ação e honra o legado de Harrison Ford [Cannes 2023]

Filme assistido no Festival de Cinema de Cannes 2023

Aos 80 anos, Harrison Ford ainda surpreende na pele do arqueologista aventureiro sempre preparado para defender a história e combater os nazistas. Primeiro filme da franquia sem a direção de Steven Spielberg, Indiana Jones e a Relíquia do Destino é ação do começo ao fim sem tirar o pé do acelerador. 

Os primeiros minutos são dedicados a um flashback ainda no período da Segunda Guerra Mundial, no qual o professor Jones é capturado e tenta recuperar uma relíquia sagrada, mas acaba por descobrir um artefato muito mais poderoso. Com uma técnica de rejuvenescimento digital magnífica é possível acreditar que as cenas são exatamente da época dos primeiros filmes.

Com um início de tirar o fôlego, semelhante às aberturas das franquias 007 e Missão Impossível, a direção de James Mangold traz velocidade e bastante efeitos especiais, sem deixar o lado cômico perdido. Assim, vemos o aventureiro arqueólogo já idoso acordar sozinho em seu apartamento, ser ranzinza com os vizinhos hippies e dar aulas ao mesmo tempo que salta de veículos em movimento. 

Ao se aposentar da universidade, Mr. Jones não tem outras preocupações na vida, mas com toda sua sabedoria e aventuras passadas, ele ainda tem muita história para contar e reviver. Pela primeira vez sob a tutela da Disney, a franquia ainda tem fôlego para entreter os nostálgicos e conquistar novas audiências. A começar pela presença inspiradora de Phoebe Waller-Bridge (da série Fleabag), como Helena Shaw, afilhada de Jones. 

Entre a cultura arqueológica herdada do seu pai, Basil Shaw (Toby Jones), e a ganância por leilões clandestinos, Helena coloca o experiente arqueólogo numa enrascada, forçando-o novamente a lutar contra um velho inimigo do Terceiro Reich. Afinal, Indiana Jones e a Relíquia do Destino se passe em 1969, logo após a chegada do homem à lua. Com o desejo da conquista espacial alcançado pelos norte-americanos, a ambição dos seus inimigos torna-se mais latente.

Desde o início, vemos um cientista alemão em busca de um poderoso objeto projetado pelo matemático grego Arquimedes, alguns anos antes de Cristo. Na verdade, somente parte dele está em posse de Jones, a outra precisa ser resgatada do fundo do mar a fim de descobrir seus reais poderes. No papel do vilão Jürgen Voller, o dinarmaquês Mads Mikkelsenmais uma vez — encarna perfeitamente personagem desprezível, vide  007: Cassino Royale (2006) e Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore (2022). 

Ao lado do impiedoso capanga Klaber (Boyd Holbrook), Jürgen Voller vai até as últimas consequências para realizar o seu sonho: para ele, após a conquista do espaço, falta conquistar o tempo. Com as famosas passagens secretas, códigos a decifrar e ruínas escondidas, o quinto filme da franquia aposta mais na perseguição em alta velocidade, seja em cima de um trem, em Tuk-Tuk, em barco, motocicleta ou mesmo avião, todos os meios de transportes são utilizados nas aventuras localizada nos Estados Unidos, no Marrocos, na Grécia e na Sicília, no sul da Itália. 

Além da afilhada Helena, Indiana Jones conta com ajuda do simpático menino Teddy (Ethan Isidore) e outros amigos de longa data, como Renaldo (Antonio Banderas). Mesmo com tragédias marcadas na sua vida, Indiana Jones consegue motivar-se a partir da sua maior paixão: a defesa da história da humanidade. Por essa perspectiva, a parte final de Indiana Jones e a Relíquia do Destino é um presente ao personagem e, talvez, uma incógnita entre sua vontade de aposentar-se ou continuar sua exploração pelas cavernas da vida. 

Marvel Studios confirma SEIS novos filmes entre 2021 e 2022; Vem ver!

Os fãs de super-heróis já podem comemorar! A Disney confirmou seis novos lançamentos da Marvel Studios entre 2021 e 2022, porém os títulos ainda não foram revelados.

As datas são: 7 de maio de 2021; 30 de julho de 2021; 5 de novembro de 2021; 18 de fevereiro de 2022; 6 de maio de 2022; 29 de julho de 2022.

Algum palpite?

Enquanto isso, a Marvel Studios está completando 10 anos e para comemorar divulgou uma série de belíssimos pôsteres individuais do heróis mais famosos. Confira nossa galeria:

Com o sucesso de Pantera Negra, o mais recente filme da Marvel Studios, a “casa das ideias” ultrapassou a incrível marca de US$ 14,22 bilhões apenas em bilheteria com seus filmes, em 10 anos.

Vale lembrar que, em 2009, a Disney comprou a empresa por “apenas” US$ 4 bilhões. O sucesso absoluto de público e a boa aceitação da crítica, transformaram os filmes de super-heróis em um gênero cinematográfico e a Marvel Studios líder no mercado.

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

Esse valor só deve aumentar, afinal ainda esse ano tem dois grandes lançamentos: Vingadores: Guerra Infinita em maio, e Homem-Formiga e Vespa em julho.

Novo Globo Play terá séries como ‘The Handmaid’s Tale’ e ‘The Good Doctor’

O serviço de streaming Globo Play, da Globosat, será repaginado muito em breve e deve trazer seriados de sucesso para seu catálogo.

A confirmação veio de João Mesquita, diretor-geral do Globo Play, durante o Pay-TV Forum 2018, evento destinado a discutir rumos para a TV paga no Brasil. Na ocasião, o diretor revelou que a nova estratégia da Globo é ampliar o conteúdo ofertado no serviço, incluindo produções exclusivas da emissora, programas de canais como GNT e Multishow, filmes de estúdios como Universal, Fox, Sony, Warner e Disney, além de séries internacionais consagradas.

E a primeira confirmada foiThe Good Doctor, com Freddie Highmore, porém, a ganhadora do Emmy ‘The Handmaid’s Tale’ está cotada para fazer parte do catálogo, assim como The Big Bang Theory’, ‘Dr. HouseeArquivo X’.

Segundo o diretor, as novidades serão reveladas até dezembro desse ano.

Dica do fim de semana | Séries esportivas fantásticas nos streamings

Nos últimos anos, as produções focadas no mundo esportivo parecem ter ganhado uma nova vida no mundo do entretenimento, vide Eu, Tonya, que foi indicado ao Oscar, e a série fenomenal que conquistou o mundo durante a pandemia: Arremesso Final. Com esse sucesso recente, as plataformas de streaming decidiram investir nesse tipo de produção. Então, pensando nisso, o CinePOP separou cinco séries sobre o tema para você assistir neste final de semana. Confira!

 

Ted Lasso

Após três temporadas, a série esportiva com mais repercussão da atualidade chegou ao fim nesta semana. A história de Ted Lasso é bastante incomum e divertida, mas também traz o drama na medida certa. Na trama, a dona do AFC Richmond, clube de futebol do campeonato inglês, decide se vingar do ex-marido (torcedor fanático do time) e contrata Ted Lasso (Jason Sudeikis), um promissor técnico de futebol americano universitário, para mudar de esporte e treinar o Richmond na Inglaterra. O que ela não esperava, porém, é que o rapaz fosse uma pessoa de primeira linha e mesmo sem entender nada do futebol, ele vai tentar compreender o que se passa com o modesto elenco e como fazê-los se entender em campo. É uma série cheia de altos e baixos, mas com personagens fascinantes e carismáticos e conta com o charme de ter o licenciamento dos times da Premier League, então eles enfrentam times reais e badalados da atualidade.

Onde assistir: Apple TV+

Lakers: Hora de Vencer

Com o altíssimo padrão de qualidade da HBO, essa série usa elementos reais e outros fantasiosos para contar a história do Los Angeles Lakers,  o time de basquete de maior sucesso na NBA dos anos 80. Com a chegada do craque Magic Johson, a equipe começou a alcançar feitos impressionantes, mas isso trouxe também uma série de excessos conforme a liga ia se tornando cada vez mais popular nos EUA. A série acompanha os efeitos dessa chegada no time, que inventa novas jogadas, no dono da franquia e na própria liga. É um seriado sensacional, com uma produção fantástica na hora de recriar a atmosfera oitentista proposta, mesmo que não seja uma adaptação 100% fiel à realidade.

Onde assistir: HBO Max

Mike: Além de Tyson

Repleta de polêmicas, a carreira do pugilista Mike Tyson só não foi mais conturbada que sua vida pessoal. Nesta série, a direção se propõe a contar a história de Mike desde sua infância até chegar ao boxe profissional, modalidade em que se tornou uma das lendas do esporte. Mais do que isso, como indica o título, eles vão atrás de capítulos excêntricos da vida pessoal do atleta e das excentricidades, que fizeram dele uma das figuras mais conhecidas e comentadas do esporte mundial.

Onde assistir: Star+

Cobra Kai

Sucesso nos últimos anos, essa série começou no YouTube e depois foi adquirida pela Netflix, que aumentou o orçamento e desenvolveu a história ao longo de cinco temporadas. Com a sexta e última temporada vindo aí, a produção acompanha os protagonistas da franquia original de Karatê Kid nos dias de hoje, e como os eventos dos filmes da década de 80 influenciaram na vida presente dos rivais. Assim, quando Johnny Lawrence (William Zabka) decide reativar o dojô Cobra Kai para treinar o jovem Miguel (Xolo Maridueña), Daniel Larusso (Ralph Macchio), que virou um adulto bem sucedido, dá um tempo nos negócios para impedir que o dojô que o aterrorizou na infância volte aos tempos de glória.

Onde assistir: Netflix

Bem-Vindos ao Wrexham

Se abrimos a lista com uma série sobre futebol, vamos fechar as indicações com uma série documental sobre futebol tão excêntrica quanto a ficção. Em Bem-Vindos ao Wrexham, acompanhamos o dia a dia da cidade de Wrexham, no País de Gales, e do Wrexham AFC, tradicional clube de futebol antiquíssimo (é o terceiro time de futebol mais antigo do mundo ainda em atividade), que apesar de ser tradicionalíssimo e ter uma torcida fanática, sofreu com gestões destrutivas até parar na 5ª Divisão. Mergulhado em crises, o clube foi comprado pelos atores Ryan Reynolds (Deadpool) e Rob McElhenney (It’s Always Sunny in Philadelphia), que usaram sua influência e popularidade organizar as finanças do clube e conseguir patrocínios para montar um bom time e voltar à elite da Europa. Só tem um problema: os novos donos não entendem NADA de futebol. A série se tornou um sucesso e como o Wrexham conseguiu o acesso à quarta divisão neste ano, podemos esperar novas temporadas mostrando os bastidores dessa investida ousada dos atores e como isso repercutiu no elenco e na cidade.

Onde assistir: Star+

Crítica | A Última Festa – Comédia Dramática Juvenil traz as Angústias Fatalistas do Último Dia de Escola

Quem já passou por isso, lembra como é. Quem ainda vai passar, imagina o drama que será. Fato é que quando acabamos a escola, um novo universo se abre diante de nós, sobre o qual não temos nenhum controle e pouco podemos imaginar o que pode acontecer. O último dia da escola é fatal, pois significa o fim de uma era, encontrando os amigos diariamente, para ir em direção a um dia seguinte desconhecido, oficialmente desempregado ou entrando para uma faculdade com pessoas completamente novas. A fatalidade desse último dia provoca nos estudantes um senso de urgência para resolver todas as pendências que se arrastaram ao longo dos anos, e é justamente sobre esse sentimento que acontece ‘A Última Festa’, nova comédia dramática nacional que chega aos cinemas brasileiros a partir desta semana.

A festa de formatura da escola está bombando com todos os convidados vestidos com a temática “festa de época”. O grupo de amigos Nina (Marina Moschen, do recente ‘No Mundo da Luna’), Nathan (Christian Malheiros, de ‘Sintonia’), Bianca (Thalita Meneghim) e Marina (Giulia Gayoso) acaba de chegar, mas cada um deles tem uma pendência para resolver: Nina quer evitar o ex-namorado, Leandro (Leo Cidade), pois ainda o ama, mas sente a necessidade de viver novas experiências e ser mais livre; Marina está decidida a perder a virgindade com o namorado, pois mentira antes dizendo-se não ser mais virgem e agora precisa fazer com que a coisa conteça; Nathan quer se declarar para seu crush, mas, para ficar com o rapaz, precisa cumprir uma lista de desafios que o boy impõe a ele; e Bianca está cuidando do namorado bêbado na ambulância na companhia de Caio (Victor Lamoglia), que também está cuidando de sua amiga por quem tem uma quedinha. O mundo de todos esses jovens irá ser sacudido nesta última noite em que tudo precisa acontecer.

O mais legal em ‘A Última Festa’ é que o filme de Matheus Souza consegue capturar bem a essência hormonal dos adolescentes e colocar tudo num liquidificador com cronômetro ligado: quanto mais a festa avança, menos tempo os personagens têm para resolver suas pendências para sempre. Ah sim, porque precisa ser para sempre, afinal, tudo no mundo adolescente é fatidicamente fatal, pois só o dia de hoje existe.

Um dos acertos do roteiro de Matheus Souza é não centrar a história apenas em sua protagonista (cujo drama é mais sério, embora, de cara, isso não fique claro) e alternar principalmente com as tramas de Bianca (melhor em cena, funcionando como alívio cômico preciso em todos os momentos que a montagem do longa começa a dar uma caída no ritmo) e Nathan (cuja obsessão em conquistar o crush o leva por uma jornada hilária ao lado do ótimo Victor Meyniel, que interpreta Leo, um ex-aluno gay que retorna para a festa, mas que já não tem amigos naquele lugar). 

A Última Festa’ é uma divertida e exageradamente dramática despedida de uma fase da vida. Dialoga bastante com as inquietações das gerações atuais, e, a seu modo, conversa com esse espectador, dizendo que é normal sentir-se nessa angústia toda. Acerta em cheio seu público-alvo.

‘Star Wars’: Franquia pode ter criado um gigantesco paradoxo na Marvel

Os vários projetos do Universo Cinemático Marvel tendem a caminhar numa linha tênue entre fantasia e mundo real. Referências a figuras reais, marcas ou até eventos da cultura pop sempre carregam o perigoso potencial de aparecerem nesse panteão em um tempo ou espaço que não faz o menor sentido dentro da cronologia que criaram.

Entretanto, no caso do reboot da franquia Homem-Aranha, feito pela Marvel e pela Sony, há uma referência que agora deixou os fãs arquitetando teorias sobre o maior paradoxo existente nesse universo heroico.

Um usuário do Reddit recentemente postou em um dos fóruns a seguinte pergunta: se a franquia Star Wars existe dentro do MCU, o que Peter Parker irá pensar quando conhecer Mace Windu (vivido por Samuel L Jackson em Star Wars).

Para aqueles que não compreenderam, pergunta esse “paradoxo” criado pela série de filmes galáctica inspirou diversos debates sobre os méritos da observação. Alguns fãs argumentaram que é um descuido ter Peter e seu melhor amigo Ned super obcecados com Star Wars’, quando claramente eles irão interagir com um dos principais atores das prequelas.

Por outro aldo, a única coisa que Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ confirma é que Star Wars como franquia e a Estrela da Morte existem dentro do MCU. Conforme alguns fãs apontaram, não há evidência de que ambas as narrativas possuem a mesma cronologia ou que o elenco existe no mundo real.

Em outras palavras, Samuel L. Jackson interpreta Nick Fury, e não há provas de que existe um ator chamado Samuel L. Jackson dentro do MCU.

Ademais, seria ótimo se o diretor Jon Watts mergulhasse nesse furo de roteiro e incluísse um pequeno diálogo sobre isso em Homem-Aranha: Longe de Casa’.

Enquanto isso, Peter Parker (Tom Holland) dará as caras provavelmente em ‘Vingadores: Ultimato’, último capítulo da bilionária franquia. O filme estreia no dia 25 de abril.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Teoria sugere que [SPOILER] e [SPOILER] irão morrer no novo filme

Segundo o usuário do RedditJediPaxis‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, além de funcionar como a conclusão da Saga Skywalker, também pode trazer para as telonas duas grandes mortes.

A nova teoria sugere que tanto o icônico robô C-3PO quanto o General Hux não vão sobreviver até o final do Episódio IX. Hux está sendo descrito como um agente duplo que, eventualmente, é assassinado por Kylo Ren uma vez que sua identidade é revelada; C-3PO, por sua vez, se voluntaria para aceitar modificações perigosas e permitir que a Resistência tenha uma vantagem.

Obviamente, nada ainda foi confirmado.

O filme chega aos cinema nacionais em 19 de dezembro deste ano.

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Ridley, Adam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’ é adiado por tempo indeterminado

O reboot ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ foi adiado pela Lionsgate por tempo indeterminado devido à pandemia do Coronavírus.

O filme estava programado para chegas ao cinemas em 15 de maio, mas foi removido do cronograma oficial da produtora. Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

Crítica | Erotica – As fascinantes confissões de Madonna

Madonna alcançou uma fama incontestável já nos primeiros anos de sua carreira. Logo após o lançamento de seu début homônimo, o público e os produtores musicais perceberam que a jovem cantora nascida em Bay City tinha muito a oferecer. Não é surpresa que, poucos anos depois de sua estreia, a cantora tenha entregado o melhor álbum de sua carreira, Like a Prayer, e se tornado um grande ícone LGBT+ conforme discursava em prol da comunidade numa época em que tabus insurgiam a torto e a direito – principalmente durante o surto da epidemia de AIDS que colocou o grupo em questão numa marginalidade ainda maior.

Foi pensando nisso, em colaboração com as críticas que recebia por seu aparente “calculismo” para compor as músicas, que Madonna aventurou-se em uma nova perspectiva, dando-nos o ótimo Erotica. Seu quinto álbum de estúdio, logo na primeira track, soa muito diferente de suas investidas anteriores e opta por uma atmosfera mais obscura e mais sensual, conversando diretamente com o título supracitado. Unindo elementos do dance e do disco-pop dentro de um escopo que passa de longe de ser datado. É claro que, numa perspectiva mais generalizada, a obra em questão não esbarra nem perto das revoluções causadas por sua investida de 1989, mas não perde brilho em momento algum – nem mesmo com os perceptíveis deslizes.

A faixa de abertura homônima dá vida ao primeiro de muitos alter-egos abraçados pela artista, Dita, inspirada na atriz Dita Parlo. A personagem é um símbolo sexual até hoje relembrado por todos e revisto das mais diversas formas, e rende-se aos apelos sexuais que, à época, ganhavam uma triste inabilidade. “Erótico, erótico, coloque suas mãos no meu corpo” repete-se em um cíclico e envolvente refrão, servindo como respaldo para a construção das outras canções. É surpreendente ver de que forma, mesmo com a presença de certas entregas confessionais, o tom passivo-agressivo impera com força e mostra que a cantora não está aqui para seguir o fluxo, e sim reinventar a si mesma.

“Deeper, Deeper” encontra um patamar deliciosamente nostálgico. O ano é 1992; Madonna prende-se com força nas décadas de 1970 e 1980, mostrando sua paixão pelas discotecas através do teclado, dos sutis sintetizadores em terceiro plano e uma voz que, apesar de declamar um poema romântico, faz menções ao karmas da vida, caindo “mais fundo, mais fundo e mais fundo”. Ela também encontra elementos do R&B em “Where Life Begins” por breves segundos antes de recuperar o tom conhecido das faixas anteriores, instantaneamente chamando nossa atenção. As lyrics conseguem ser ainda mais explícitas que Erotica em um cinismo sexual muito bem estruturado e transforma o eu-lírico em uma dona de casa dominatrix matriarcal que foge de todos os convencionalismos possíveis.

A lead singer retorna a devanear em baladas desconstruídas como “Bad Girl”, em que não pensa duas vezes antes de discriminar seus erros, dizendo com todas as palavras que estava “bêbada às seis, beijando os lábios de um estranho” para se esquecer de uma decepção amorosa que drena toda sua felicidade. Todavia, Madonna, tomando as rédeas da produção e da composição de quase todas as faixas, deseja criar aventuras épicas que se estendem ao longo de cinco e seis minutos; não é surpresa que, em dado momento, cansemos dessa longevidade e sejamos apenas movidos por inércia até determinada conclusão antes de esperar o início da próxima música.

Madonna também cultiva espaço mais que o suficiente para suas conhecidas rendições confessionais. “Rain”, por exemplo, utiliza de uma composição em puro crescendo movida por uma ecoante e épica bateria até explodir em um pedido para que a chuva “lave meu sofrimento e leve embora minha dor”. É incrível perceber como, diferente do otimista True Blue, lançado alguns anos antes, este álbum tenha como preferência a exploração de um ambiente menos idealizado, unindo sua estrutura interna com os eventos extra-musicais. Partindo disso, a cantora também investe em um tom mais acusativo com “Why’s It so Hard”, perguntando “o que eu devo fazer para ser respeitada?”, arquitetando um discurso de empatia para, principalmente, as minorias sociais – ganhando ainda mais respeito e reconhecimento entre os LGBT+.

Temos também uma interessante regravação no mais puro dance imaginável com “Fever”, utilizando, ao invés dos elementos do R&B de Little Willie John, acordes modernos de percussão aliados a pinceladas do hip-hop (como a clara presença do beatbox). Mesmo que não chegue no mesmo patamar da original, tal construção conversa com a mesma Madonna que se apresentou ao mundo quase uma década atrás, fazendo questão de mencionar a si mesma em uma autoaceitação incrível. Essa escolha também dá as caras em “Bye Bye Baby” no momento em que sua voz é travestida com uma camada afetada e mais robotizada – perdendo um pouco de originalidade por reciclar instrumentais de entradas anteriores.

A conclusão do álbum é diferente de qualquer coisa apresentada: as três camadas musicais de “Secret Garden”, delimitadas pelo ponto de encontro entre o piano clássico, o baixo e a percussão repetitiva, talvez venha como contradição para premeditar sua próxima obra fonográfica. De qualquer forma, a track é acompanhável durante os dois primeiros minutos, mergulhando numa monotonia esquecível conforme se aproxima do final.

Erotica pode não ter o mesmo peso revolucionário que a produção anterior, mas é extremamente original em diversos sentidos. O disco funciona como uma declaração de independência para o mundo, trazendo Madonna no centro de um desabafo emocional que se estende ao longo de catorze longas faixas. Os equívocos podem até ganhar uma expressiva voz; porém, perdem força e são ofuscados por uma sexy e dançante confissão musical.

Nota por faixa:

  • Erotica – 5/5
  • Fever – 4/5
  • Bye Bye Baby – 4/5
  • Deeper and Deeper – 5/5
  • Where Life Begins – 4/5
  • Bad Girl – 3,5/5
  • Waiting – 4,5/5
  • Thief of Hearts – 3/5
  • Words – 4/5
  • Rain – 4,5/5
  • Why’s It so Hard – 4/5
  • In This Life – 3,5/5
  • Did You Do It? – 2/5
  • Secret Garden – 2,5/5