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Relembre os maiores FRACASSOS do cinema de 2016, o ano dos Flops

Quando nasceu, o conceito do blockbuster era o seguinte: uma produção que se tornava tão famosa que criava um verdadeiro movimento cultural, transcendendo ser apenas um filme. É claro que uma bilheteria astronômica vinha junto e a obra gerava diversos outros produtos licenciados, que abrangiam as mais variadas mídias. Foi assim com Tubarão (1975), Star Wars (1978), Indiana Jones (1981) e E.T. (1982), por exemplo, os primeiros da história.

Corta para os dias de hoje, numa época regida por megalomania, onde blockbusters são forçados pelas nossas gargantas abaixo e não surgem de forma legítima como no passado. Antes, tais filmes geravam um lucro impensado e entravam para a história eternizados. Hoje, eles custam uma grande fortuna esperando que consigam sobressair o orçamento. É simplesmente muita pressão, o que acaba resultando em fracassos monumentais, na grande parte. Como são produzidos em massa, muitos pretensos blockbusters se valem desta estirpe devido ao valor que foi gasto em sua produção e não o contrário, em sua arrecadação. Isso se traduz em roteiros cada vez mais mecânicos e sem alma, esperando ser abraçado por uma parcela do público e não por ele todo. É como se os filmes fossem feitos à base de estatísticas, de fórmula, e não mais com o coração e criatividade.

Pensando nisso, resolvemos olhar ali atrás no passado, sem ir muito longe, apenas 5 anos, para uma época que muitos consideram um grande abismo criativo para os blockbusters. Aqui, levantaremos através de uma lista e alguns fatos a possibilidade real de 2016 ter sido um dos piores anos de todos os tempos para o cinema entretenimento. E você, o que acha? Não esqueça de comentar.

Batman vs Superman – A Origem da Justiça

Ame ou odeie. Aqui não iremos discutir nosso gosto pessoal sobre este filme dos heróis da DC, ou sequer o seu. Sabemos que muitos o defendem com unhas e dentes, em especial os fãs. Mas o fato é que o filme não atingiu o que se esperava dele, e convenhamos, poderia ter sido bem melhor – independente dos motivos ou “culpados” pelos quais não foi. Causando muita polêmica na época, Batman vs Superman foi fracasso de crítica, com meros 28% de aprovação dos especialistas. Com um orçamento de US$250 milhões, esperava-se que batesse a barreira do US$1 bilhão, mas ao contrário o filme “só” chegou até os US$870 milhões.

Esquadrão Suicida

É ruim descer o cacete em um estúdio, mas as decisões criativas da Warner / DC são motivo de falatório ainda hoje. E mostraram fragilidade logo na linha de largada. Aqui tínhamos a promessa de um dos filmes mais legais de 5 anos atrás, com o primeiro longa de heróis centrados nos vilões. Entre mortos e feridos, salvou-se a Arlequina de Margot Robbie. Este universo, no entanto, ganhará mais uma chance pelas mãos de James Gunn, diretor que entende do riscado. O primeiro Esquadrão Suicida tem menos defensores que Batman vs Superman, e uma nota ainda mais baixa com os críticos, 26% de aprovação. A bilheteria até que foi maior do que o filme de fato merecia, já que com um orçamento de US$175 milhões, arrecadou US$746 milhões no mundo.

X-Men: Apocalypse

Os filmes de super-heróis se tornaram muito queridos. Mas a verdade é que fora da Marvel Studios, eles ainda lutam pelo sucesso. E seguindo os passos da Warner / DC, a Fox fazia uma baita bagunça, ficando entre erros e acertos em suas produções. Fato que deve ter deixado muitos felizes pela compra da Disney. Apocalypse já demonstrava a falta de vontade de alguns membros do elenco (cof cof Jennifer Lawrence cof cof) em seguir nesta franquia. O filme custou quase US$200 milhões e arrecadou US$500 milhões. Com os críticos, garantiu o tomate podre com 47% de aprovação. Alguém aí gosta de fato deste?

Independence Day – O Ressurgimento

Esta sequência conseguiu demonstrar que nem toda continuação tardia é bem-vinda. Afinal, sejamos francos, quem estava com saudade e pedindo uma continuação de Independence Day (1996)? Entendemos o valor que o original carrega e sua importância para os blockbusters ainda na década de 90, mas é sério que o filme precisava de mais um capítulo? E o pior, feito da forma que foi! Will Smith foi sábio e se manteve bem longe, e nem mesmo o carisma incontestável de Jeff Goldblum foi capaz de salvar este tiro no pé. Com um orçamento de US$165 milhões, o longa arrecadou “apenas” US$390 milhões mundiais, colocando assim uma pá de cal na pretensa trilogia. Os críticos igualmente deram as costas, conferindo apenas 30% de aprovação.

Assassin’s Creed

Grande talento promissor, o astro alemão Michael Fassbender se afundou num mar de superproduções ruins. O epicentro ocorreu aqui, quando resolveu comprar o barulho desta adaptação cinematográfica de um famoso videogame. Fassbender foi também o produtor aqui, além de protagonista. Tendo custado US$125 milhões para a FOX, arrecadou apenas US$240 mundiais, garantindo um ponto final para a franquia. Os críticos também não gostaram nada e deram 18% de aprovação. E você, o que acha do filme?

O Caçador e a Rainha do Gelo

Seguindo pela linha das “continuações desnecessárias”, o primeiro filme com Kristen Stewart no papel de Branca de Neve passou bem longe de ser tão querido que precisasse de sequência. Mas os produtores, ao lado da Universal, foram em frente e realizaram uma assim mesmo. Do lado positivo temos um elencaço feminino que reúne Charlize Theron, Jessica Chastain e Emily Blunt. Do lado negativo, o fracasso de público, com US$164 milhões em bilheteria (num orçamento de US$115 milhões) e de crítica, com 19% de aprovação.

Alice Através do Espelho

Alice no País das Maravilhas (2010) é provavelmente o pior filme da carreira do querido diretor Tim Burton, mas fez um enorme sucesso se tornando também seu filme mais lucrativo – em grande parte devido à marca associada ao projeto. É claro que a Disney iria confeccionar mais um, o problema é que muito pouco pensamento foi investido. Resultado: fracasso de bilheteria, com um orçamento de quase US$200 milhões, rendeu somente US$300 milhões. Com os críticos outro fracasso: míseros 29% de aprovação.

O Bom Gigante Amigo

Aqui digamos apenas que o grande Steven Spielberg já foi melhor, muito melhor, em fazer filmes mirados aos pequenos e para toda a família. Ainda mais se levarmos em conta que este foi o último trabalho da saudosa Melissa Mathison, colaboradora do diretor em E.T. – O Extraterrestre (1982). Embora muitos tenham ficado pasmos com a apelação para o humor de flatulência contido no filme, O Bom Gigante Amigo até que foi bem com os críticos, com 74% de aprovação. O problema foi mesmo com o público, que deu de ombros não comparecendo. Resultado, com um orçamento de US$140 milhões, rendeu apenas US$195 milhões mundiais, se concretizando como um dos maiores fracassos retumbantes da carreira do grande nome da indústria. E você, acha injustiça com o filme?

Passageiros

Até Passageiros, a musa Jennifer Lawrence parecia não poder errar, acertando um golaço atrás do outro. Seguindo nessa linha de popularidade, Chris Pratt havia demonstrado muito carisma em Guardiões da Galáxia (2014). A união dos astros soava como alinhamento cósmico perfeito. Ledo engano e o tombo foi feio. Passageiros custou mais de US$100 milhões e nos EUA apenas se pagou, rendendo mundialmente US$300 milhões. Mas quem gostou menos que o público foram os especialistas, garantindo apenas 30% de aprovação. E você, tem carinho por Passageiros?

Deuses do Egito

Planejado para ser o novo Fúria de Titãs, este filme mirou mas não acertou o alvo. Resultando em muito humor involuntário, Deuses do Egito terminou com jeitão de produção trash de centenas de milhões de dólares. O filme, no entanto, pode servir de prazer culposo devido a seu estilo nonsense. Dono de um grande elenco, terminou se tornando um fracasso de público, arrecadando US$150 milhões mundiais, num orçamento de US$140 milhões. Os críticos também não souberam rir da piada e conferiram ao longa 15% de aprovação.

As Caça-Fantasmas

Deixando a misoginia de lado (sempre!), teria sido muito legal ver este filme dando certo e reiniciando a querida franquia, agora com quatro mulheres à frente. Admitimos que o filme não é bom e não nos agradou, mas caso tivesse rendido mais, poderia ser o caso de consertar as coisas na continuação. O texto pouco inspirado, que não fez jus ao talento dos envolvidos, resultou no fracasso de bilheteria (com US$230 milhões mundiais num orçamento de US$144 milhões), mas não de crítica – assim como O Bom Gigante Amigo. Os críticos deram 74% de aprovação, leia-se, a maioria com medo de ser diagnosticado como misógino.

Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos

Embora os fãs até tenham aprovado o resultado deste filme baseado num querido game, o enaltecendo como uma das melhores adaptações do gênero, este se mostrou um esforço em vão do talentoso diretor Duncan Jones. A verdade é que Warcraft só serviu para os adeptos do jogo, terminando por alienar todo o resto da audiência. Assim, os críticos não perdoaram e tascaram apenas 28% de aprovação. Nas bilheterias, a aventura medieval de fantasia também não foi bem, e com um orçamento de US$160 milhões, arrecadou somente US$47 milhões nos EUA, e mais US$400 milhões mundiais.

As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras

Não que o reboot de 2014 tenha sido bom ou um sucesso de crítica e público, mas esperávamos (talvez por ingenuidade) que as coisas melhorassem na sequência. Bem, para sermos justos, elas melhoraram sim. Esse Fora das Sombras é definitivamente um filme melhor que o anterior. Mas não o suficiente, já que com um orçamento de US$135 milhões, arrecadou US$245 milhões mundiais, sem dar muita chance para uma terceira parte. Com os críticos não foi muito diferente, e o filme obteve 38% de aprovação.

Ben-Hur

Os blockbusters podem vir de todas as formas e tipos. Até com uma roupagem de clássico da era de ouro do cinema. Reimaginação da lendária história eternizada na sétima arte em 1959, a nova versão é um filme enérgico e arrojado, visando as plateias de hoje. Nem precisa ser dito que, mesmo contanto com Morgan Freeman e nosso Rodrigo Santoro no papel de Jesus Cristo, o novo Ben-Hur não possui um décimo do brilho do anterior. E adivinhe? Isso mesmo, rendeu um fracasso de crítica e público. Com orçamento de US$100 milhões, sequer se pagou, nem mesmo na bilheteria mundial – fazendo US$94 milhões ao todo (se tornando um dos maiores flops de 2016). Os críticos também torceram o nariz conferindo somente 25% de aprovação.

A Lenda de Tarzan

Um Tarzan vivendo em sociedade junto com os homens, mas precisando tirar a camisa, voltar a selva e emitir seu famoso urro para resgatar sua amada Jane, é o que quis nos vender a Warner. Bem, quase ninguém comprou, mesmo com um elenco de primeira, impulsionado pelas presenças de gente como Margot Robbie, Samuel L. Jackson e Christoph Waltz. Com um orçamento de US$180 milhões, o filme sequer se pagou nos EUA, e no mundo fez US$350 milhões. Os críticos não perdoaram e deram 36% de aprovação ao filme.

Orgulho e Preconceito e Zumbis

Parece ideia de Jerico casar o clássico da literatura feminista de Jane Austen com o universo de terror de mortos-vivos, mas na verdade é baseado numa graphic novel de sucesso. Porém, nem sempre o que funciona numa mídia, irá funcionar na outra. E no meio de tudo está a pobre Lily James. Com um orçamento de US$28 milhões, Orgulho e Preconceito e Zumbis sequer se pagou no mundo tendo arrecadado US$16 milhões. As críticas, bem, também não foram gentis, garantindo 46% de aprovação.

A Grande Muralha

Muitos devem ter comprado seu ingresso para este filme esperando ver mais um épico do talentoso diretor chinês Zhang Yimou sobre a indefectível Muralha da China, uma das sete maravilhas do mundo. O que ganharam de fato não poderiam prever: uma superprodução onde Matt Damon, mais canastrão do que nunca, enfrenta grandes lagartos monstruosos. É sério?! O filme foi fiasco de bilheteria nos EUA, arrecadando menos de um terço do orçamento inflado de US$150 milhões. Mas no mundo fez o dobro, num total de US$334 milhões. As críticas… somaram 35% de aprovação.

Truque de Mestre – O 2º Ato

O primeiro Truque de Mestre (2013) já não era nenhuma obra-prima. O filme nos pedia para acreditar em muito que não fazia sentido, cortesia de um roteiro mais esburacado que as estradas do Brasil. Mas o que importa é que fez sucesso, assim uma continuação saiu do forno. E aqui, bem, o filme não se pagou nos EUA, com um orçamento de US$90 milhões, somou apenas US$65 milhões na Terra do Tio Sam. O fato seria preocupante não fosse pelo mercado estrangeiro, onde o filme fez mais US$270 milhões. Como num truque de mágica, os críticos queriam que o filme desaparecesse e garantiram 33% de aprovação.

A Série Divergente – Convergente

Fechando a matéria com chave de ouro, temos o curioso caso da franquia Divergente no cinema. Bem, curioso para não dizer trágico. Este clone de Jogos Vorazes chegou na onda das adaptações de livros de ficção juvenil para meninas. O primeiro não empolgou, e o segundo apenas bateu ponto. Quando foi a vez do terceiro, ambiciosos produtores quiseram dividir o último capítulo em dois filmes, como se fazia muito no período. Lucro em dobro, certo? Errado. O resultado de Convergente foi tão negativo, que o estúdio resolveu puxar o plugue, deixando a “saga” sem uma conclusão, e os fãs a ver navios. Com o orçamento de US$110 milhões, o filme arrecadou US$179 milhões, mostrando que os fãs não se animaram de sair de casa para isso, mesmo antes da pandemia. Já os críticos, conferiram ao filme uma das notas mais baixas daquele ano, com 11% de aprovação.

‘Harry Potter’: HBO Max lançará reality show competitivo entre as casas da franquia; Confira o trailer!

Sonserina, Lufa-Lufa, Corvinal ou Grifinória? Agora vocês poderão torcer para sua casa favorita do universo ‘Harry Potter‘.

A HBO Max anunciou um reality competitivo, ‘Harry Potter: O Campeonato das Casas de Hogwarts‘, que trará um embate divertido entre as populares casas.

Confira o trailer:

Helen Mirren irá apresentar a produção, que contará com a participação de Luke Youngblood, Pete Davidson, Tom Felton e Matthew Lewis.

Vale lembrar que a HBO Max também lançará ‘Harry Potter: Return to Hogwarts‘, um especial em comemoração aos 20 anos de lançamento de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘.

Marcado para 01 de janeiro de 2022, o especial vai mostrar Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto com o diretor Chris Columbus e outros membros do elenco enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2′.

O teaser mostra alguns astros da franquia recebendo uma carta para retornarem à famosa escola de magia e bruxaria da saga.

Entre eles, a prévia traz vislumbres de Evanna Lynch (Luna Lovegood), Robbie Coltrane (Hagrid), Matthew Lewis (Neville Longbottom), Mark Williams (Sr. Weasley) e Emma Watson (Hermione Granger).

Confira:

Anteriormente, Watson se emocionou ao falar pela primeira vez sobre a produção.

Harry Potter era minha casa, minha família, meu mundo e Hermione (ainda é) minha personagem fictícia favorita de todos os tempos. Acho que um jornalista uma vez disse que era irritante quantas vezes durante uma entrevista eu mencionei como tinha sorte e comecei a contar … MAS EU SABIA BEM!!! E ainda sei Obrigado aos fãs que continuaram a mostrar seu apoio após o último filme. A magia do mundo não existiria sem você. Obrigado por lutar para torná-lo um lugar tão inclusivo e amoroso.

Ainda sinto falta da equipe que fazia esses filmes o tempo todo. Obrigado por todo o seu trabalho árduo também – sei que suas contribuições às vezes são esquecidas.

Feliz 20º aniversário, Potterheads! Esperamos que você aproveite o 20º aniversário de Harry Potter: Retorno a Hogwarts, que vai ao ar no dia de Ano Novo, 1º de janeiro na HBO Max. ⚡️ Muito pelo que esperar. 😊”, escreveu Watson.

 

O especial também terá Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

Antes disso, ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ terá mais uma exibição em 3D.

As sessões acontecerão exclusivamente no dia 12 de dezembro em cinemas de todo o Brasil e a pré-venda de ingressos já está disponível. Os fãs do mundo mágico de Harry Potter terão a oportunidade de ver – ou rever – o início de todo o universo da magia em uma ação que será lembrada para sempre.

As 21 Melhores Séries de 2021

Entre altos e baixos, o mundo das séries conseguiu superar as nossas expectativas e entregar alguns títulos de extremo aclame e aceitação por parte da crítica nacional e internacional e do público.

Desde a incrível animação Arcane até o suspense dramático Mare of Easttown, 2021 provou ser incrível para o cenário do streaming e da televisão – motivo pelo qual nossa segunda matéria especial de final de ano contempla as 21 melhores séries do ano (sem ordem particular). Para tanto, estamos tanto considerando as séries estreantes (e dando mais atenção a elas, obviamente) quanto as que retornaram com temporadas impecáveis e que merecem ser conferidas.

Veja abaixo nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

RESERVATION DOGS

“Dividido em nove episódios de trinta minutos cada, ‘Reservation Dogs’ é uma série igualmente divertida e extremamente dramática, justamente por centrar sua história no universo juvenil. Ao mostrar a realidade dos adolescentes indígenas contemporâneos daquele país, a série coloca o povo indígena não no passado, mas sim no presente, e demonstra que as dificuldades e os sonhos desses jovens são iguais aos de qualquer jovem ocidental, porém, os conflitos com suas tradições e identidades são intensificados por causa de uma sociedade que não admite outras culturas. Por isso, ‘Reservation Dogs’ é uma das melhores produções do ano, apresentada por uma gracinha de elenco que faz o público rir e sentir com a mesma profundidade.” – Janda Montenegro

TED LASSO

A 2ª temporada de Ted Lasso manteve o altíssimo nível da série e fez um estrondo entre a crítica internacional, conquistando 98% de aprovação no Rotten Tomatoes. Estrelada por nomes como Jason Sudeikis (que também fica responsável pelo desenvolvimento da obra), Hannah WaddinghamBrett Goldstein, a história é centrada em Ted, um treinador de futebol americano que é contratado para ser técnico de um time de futebol inglês. Ele, então, tenta conquistar o cético mercado britânico com sua personalidade superotimista e peculiar – além de lidar com a inexperiência no esporte.

SEX EDUCATION

“Episódio a episódio, é notável como o roteiro atinge um potencial esplêndido e que faz algo muito difícil no escopo audiovisual: manter sua qualidade sem se valer do pedantismo. Por um lado, os tópicos apresentados e explorados já foram vistos em construções similares; por outro, nunca foram tratados com tamanha franqueza quanto aqui. Percebe-se a preocupação em cultivar um terreno que celebra a infinita diversidade do elenco, trazendo causas LGBTQIA+ ao mainstream – incluindo duas pessoas não-binárias -, debates pungentes sobre depressão e ansiedade, discussões sobre mecanismos de enfrentamento de traumas e a livre expressão da entidade mental humana e até críticas à burocracia tradicionalista do sistema de ensino atual (que se aplica a diversos países, não só ao representado na série)” – Thiago Nolla

POSE

“Se os esforços estéticos são perfeitos sem querer ousar mais do que conseguem, as refinadas técnicas que Canals e seu time empregam merecem reconhecimento. Em comparação ao início da saga, a deslumbrante e vibrante paleta de cores por vezes manchava as telas em uma profusão frenética de glitter, passos de dança e figurinos chamativos que causavam uma explosão sensorial intensa; agora, tudo continua, mas com uma sobriedade que acompanha o amadurecimento das personagens sem se esquecer do refúgio artístico que criaram para se salvarem e se encontrarem em meio a tanto ódio – com destaque ao trabalho de Simon Dennis e Nelson Cragg numa progressiva e estonteante fotografia” – Thiago Nolla

MISSA DA MEIA-NOITE

“Se o roteiro já nos fisga desde o episódio piloto a descobrir o que caminha pela escuridão da ilha, as atuações do elenco protagonista e coadjuvante são inexplicáveis e exortam performances avassaladoras. Linklater, já conhecido na esfera televisivo, redefine sua carreira ao encarnar Paul, enquanto Sloyan, antiga colaboradora de Flanagan, transmuta-se em uma mulher cega pelo preconceito e movida pelo fanatismo religioso; Siegel se prova, novamente, como uma atriz incrível e que não tem medo de arriscar, nem mesmo nos momentos mais complicados – como nos vários monólogos que encabeça. É claro que as literais citações da bíblia católica podem se render em um artifício demasiado recorrente, mas não o bastante para apagar a brilhantismo da série.” – Thiago Nolla

THE UNDERGROUND RAILROAD

“As performances são nada menos que viscerais e brutais. Mbedu rouba a cena ao encarnar Cora e ao deixar transparecer as múltiplas feridas que a acompanham desde pequena – o abandono da mãe, o sadismo de seus donos e as névoas de um futuro incerto. Como é de esperar, Jenkins promove um circense movimento de altos e baixos, nos convidando para um passeio de montanha-russa que não deixa nada de fora e não imprime nenhuma sensação desnecessária e forçada; pelo contrário, nota-se o modo como o realizador tem respeito pelos personagens e cultiva o terreno para que flores (ou ervas daninhas) cresçam na imensidão. Dessa forma, Cora não está protegida, mas é acolhida de modos variados por aqueles que querem o seu bem ou que apenas querem se aproveitar de uma condição condenável – por exemplo, quando ela cruza caminho com a fanática Ethel Wells (Lily Rabe) ou a distorcida mentalidade da Srta. Lucy (Megan Boone)” – Thiago Nolla

ROUND 6

“O roteiro de Dong-hyuk Hwang é muito bem escrito e convida o espectador a jogar também. Já no primeiro episódio somos fisgados, hipnoticamente, para dentro desse universo estético muito atraente, mas que no fundo sabemos ser uma grande ameaça. Ainda assim, é impossível desviar os olhos dos desafios simples, porém bizarros, aos quais os personagens são submetidos. O primeiro episódio (o da boneca) propõe o jogo ao espectador: quem quiser continuar assistindo e saber o final da história é só seguir adiante nos episódios; quem achar que o conteúdo é pesado demais, pode ficar apenas no primeiro capítulo mesmo, que já dá o tom do que se trata a série e, inclusive, oferece um final meio que alternativo aos que desistirem do jogo” – Janda Montenegro.

MARE OF EASTTOWN

“A obra, supervisionada pela HBO, já é interessante por, mais uma vez, apostar no gênero do drama criminal – dessa vez, nos levando à pequena cidade da Pensilvânia que empresta seu nome ao título. No centro desse melancólico e controverso vilarejo, Winslet insurge como Mare Sheehan, uma detetive sem papas na língua cujo principal objetivo é manter a ordem entre os seus vizinhos e, caso nada de errado aconteça, voltar para a casa que divide com a mãe (Jean Smart), com a filha (Angourie Rice) e com o neto, que passou aos seus cuidados após a aparente morte do filho mais velho, que lhe aparece em momentos mais catárticos e reveladores. Outrora uma famosa jogadora de basquete no colégio local, Mare é conhecida por todos e parece se arrastar para enfrentar os inúmeros problemas de todo dia” – Thiago Nolla

ONLY MURDERS IN THE BUILDING

Já renovada para a 2ª temporada, Only Murders in the Building foi uma das grandes surpresas de 2021 e merece nossa atenção pelo total descomprometimento e leveza com que trata seus temas. A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

MANHÃS DE SETEMBRO

“De certo modo, a carga dramática é centralizada na conturbada dinâmica entre duas mulheres diferentes que se unem por um tempo já esquecido, mas que conseguiu calcar um caminho que intercruzasse num futuro distante; e, enquanto é redundante falar da interpretação aplaudível de Teles, Liniker rouba a cena em uma rendição invejável que dá início a uma nova faceta de sua carreira: Cassandra reúne as minorias em um tour-de-force que oscila da independência sistemático ao conflito interno; sendo uma mulher negra, pobre e trans, ela encontrou seu lugar em meio a amigos próximos – como é o caso do casal gay formado por Paulo Miklos e Gero Camilo – e insurgiu como uma força imensurável em meio a tantas adversidades. É por esse motivo que a conquista de uma quitinete ou a possibilidade de cantar em um clube é motivo de alegria e de que as coisas seguem um caminho de ‘otimismo realista'” – Thiago Nolla.

MAID

A poderosa minissérie biográfica MAID já nos chama a atenção por contar com a produção de Margot Robbie, uma das mais prolíficas artistas do cenário do entretenimento contemporâneo. Baseado no romance não-ficcional homônimo de Stephanie Land, a história gira em torno de uma mãe solteira que trabalha como faxineira e luta para sobreviver contra a pobreza, o prospecto de perder sua casa e uma burocracia mortal. Em pouco tempo, se consagrou como um dos melhores títulos da Netflix neste ano e trouxe à tona discussões importantes sobre temas sociais que estão em voga, como abuso doméstico e os perigos do capitalismo predatório.

RICK E MORTY

Retornando para sua 5ª temporada, a animação adulta ‘Rick e Morty’ permanece como um dos grandes títulos das últimas décadas do cenário estadunidense – e é claro que a nova leva de episódios não seria diferente. Aqui, o amadurecimento e os conflitos dos personagens principais entram como força-motriz de uma cadeia de eventos que culmina em uma das maiores reviravoltas do ano – e uma construção competente e de tirar o fôlego que destila traços do que poderemos ver em temporadas futuras.

LOVE, VICTOR

“É notável a evolução estética e técnica da segunda temporada em comparação com a anterior. Apesar da insistência alaranjada da fotografia, que por vezes denuncia uma repetição formulaica e que já é vista em diversas produções similares, a coesão do roteiro é o que rouba nossa atenção, fazendo questão de dar enfoque em cada uma das personas. Victor rege boa parte dos eventos que se sucedem, mas entrelaçando-se àqueles que o cercam, não fazendo-os depender dele; Mia passou dez semanas como monitora de um acampamento de férias para colocar a cabeça no lugar, entendendo que não poderia ficar brava com Victor por ser quem ele é, mesmo se sentindo traída; Felix (Anthony Turpel) e Lake (Bebe Wood) se unem em um casal perfeito que, como é de esperar, também passa por inúmeras problemas até culminar em uma realização chocante” – Thiago Nolla

THE WHITE LOTUS

“O aspecto mais vantajoso da produção é o fato de não se levar a sério: White, juntamente ao seu time criativo, não tem quaisquer intenções de arquitetar algo exclusivo ou original, e sim utilizar fórmulas constantes do cenário do entretenimento para criticá-las em um espectro ácido e divertido. Nenhum diálogo está fora de lugar e, mais do que isso, é notável como cada sequência caminha para um lugar diferente. Há certos momentos em que os personagens cruzam caminho, como a chocante interação entre Rachel e Nicole, ou o vergonhoso meltdown de Shane quando percebe que não é superior a ninguém dentro de um lugar em que todos se rendem à alienação e ao individualismo. Aliado a uma estética complexa e paradoxal – que cria um conflito entre uma tétrica trilha sonora e uma fotografia vibrante e panfletária -, o roteiro leva certo tempo para acertar no ritmo e caminha para um grandioso finale” – Thiago Nolla

HACKS

“Duas personalidades completamente diferentes. Duas fases de vida nada iguais. Idades distantes. As protagonistas embarcam em argutos debates sobre a vida, que vão desde os confrontos sobre a não mais atemporalidade de algumas piadas de Vance até mesmo as questões complicadas familiares que a diva do stand up enfrenta mas sem nunca se abrir. Tudo se encaixa com perfeição pelas linhas de um roteiro sublime, até as subtramas são ótimas equilibrando a comédia com dramas ligados ao coração. Há um destaque para a força dessas mulheres sempre à frente de seus tempos. Somos testemunhas de uma forte relação de amizade que nasce aos poucos, também podemos enxergar como ‘mãe e filha’, em meio a todo o caos que insiste em chegar dia após dia dentro do brilho das inesquecíveis noites de shows. Hannah Einbinder e Jean Smart possuem uma harmonia fantástica em cena, um diálogo melhor que o outro. Hacks merece aplausos de pé! Que chegue logo a segunda temporada!” – Raphael Camacho

DICKINSON

Facilmente uma das produções mais subestimadas da televisão, Dickinson pode até ter começado aos trancos e barrancos, mas voltou em 2021 com uma das pérolas do escopo seriado. Guiada pela performance sempre espetacular de Hailee Steinfeld como a revolucionária poeta estadunidense Emily Dickinson, o último ciclo da produção mergulha de cabeça em um amadurecimento estético e narrativo de arrepiar os cabelos. Nos novos episódios, Emily percebe que seu momento mais produtivo como artista ocorre em meio à violenta Guerra Civil Americana e uma batalha igualmente feroz que divide sua própria família. Enquanto tenta curar as divisões ao seu redor, ela se pergunta se a arte pode ajudar a manter viva a esperança e se o futuro pode ser melhor do que o passado.

WANDAVISION

“Com atuações muito boas em personagens excelentes, o saldo da primeira produção original da Marvel no Disney+ é bem positivo. Revolucionaram o mercado? Não acredito, mas nem sempre queremos ver alguém inventando a roda, basta nos entregar uma boa história e bom desenvolvimento de personagens que já ficamos mais que satisfeitos. E isso WandaVision faz muito bem. Fica difícil de controlar a ansiedade para ver o que a Marvel fará daqui pra frente, porque seus primeiros passos no Disney+ foram muito promissores” – Pedro Sobreiro

LUPIN

“A tripla direção de Marcela SaidLudovic Bernard e Louis Leterrier é afinada, construindo um arco geral da missão de maneira sólida e homogênea sem deixar a peteca cair em nenhum dos cinco episódios. De mero golpista, Assane passa a justiceiro a la ‘V de Vingança’ com uma pegada de 007, e a gente torce por ele,  graças à atuação primorosa de Omar Sy, que consegue mudar totalmente sua postura, sua expressão e até mesmo sua voz a cada novo disfarce que Assane usa, com um charme e carisma irresistíveis” – Janda Montenegro

SUCCESSION

Depois de ter dominado a temporada de premiações com duas temporadas irretocáveis, o drama ‘Succession’ retorno com novos episódios que transformaram o terceiro ciclo na melhor entrada da série até agora. Amplamente ovacionado pelos críticos e pelo público, os capítulos mais recentes têm grandes chances de dominar as categorias das honrarias televisivas e, investindo ainda mais cautela e tempo na narrativa, aumentou os conflitos entre os membros da Waystar RoyCo e da família que empresta o nome à companhia – arracando performances insuperáveis de um elenco estelar.

SWEET TOOTH

“A série ganha notoriedade pelo modo como estrutura a história. Enquanto nada é essencialmente original ou revolucionário, Jim Mickle, que desenvolveu a obra e abarcou a direção do primeiro episódio, conduz com maestria uma aventuresca análise do que significa viver em meio à desordem. Gus e Jepperd são delineados com personalidades totalmente diferentes e que entram em conflito numa constância caótica, a princípio não nutrindo de afeição um pelo outro apenas para culminar em um respeito e um carinho mútuos que o transformam em família. Mas eles não são os únicos que desfrutam de momentos de protagonismo, ainda mais pelo sutil movimento multicronológico que Mickle ergue” – Thiago Nolla

ARCANE

Conquistando nada menos que 100% de aprovação no Rotten TomatoesArcane, série animada baseada nos clássicos games da saga ‘League of Legends’, veio com grande surpresa e se torno um dos títulos de maior sucesso crítico e comercial da Netflix. Contando com nomes como Hailee SteinfeldElla Purnell no elenco de dublagem original, a produção é ambientada no conflito entre a próspera região de Piltover e a oprimida cidade subterrânea de Zaun, explorando as origens de duas campeãs icônicas e do poder que as separa. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

‘This is Us’: Última temporada será lançada no Star+ em janeiro; Confira o trailer legendado!

O Star+ anunciou quando a 6ª (e última) temporada da amada série ‘This is Us‘ será lançada no catálogo brasileiro em janeiro de 2022 – ainda sem data específica anunciada.

Além disso, o streaming também divulgou o trailer legendado do ciclo final.

Confira, com o cartaz:

A série é criada por Dan Fogelman.

A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.

O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.

THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)

‘Walker’: CW está desenvolvendo spin-off da série

De acordo com o Deadline, a CW está desenvolvendo um possível spin-off de ‘Walker‘, intitulado ‘Walker: Independence‘.

A série derivada será ambientada em 1800, servindo como uma pré-sequência.

A trama seguirá Abby Walker, “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins, um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos.”

Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna FrickeSeamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.

‘M.O.D.O.K.’: Série stop-motion da Marvel estreia no Star+; Confira o trailer legendado!

A primeira temporada de ‘M.O.D.O.K.‘, série stop-motion da Marvel, já está disponível no catálogo brasileiro do Star+.

A trama segue o vilão MODOK, que precisa lutar para controlar sua organização maligna e lidar com a sua família exigente.

Confira o trailer legendado:

Criada por Jordan Blum e Patton Oswalt, a produção é ambientada na Terra-1226 do Universo da Marvel.

O megalomaníaco M.O.D.O.K. almeja há muito tempo a conquistar o mundo. Mas depois de anos de reviravoltas e atrasos e falhas lutando contra os heróis mais poderosos da Terra, M.O.D.O.K. acabou levando sua organização do mal A.I.M. à ruína. Desbancado como seu líder enquanto lida com um casamento em frangalhos e uma vida familiar oscilante, o vilão agora deve enfrentar seu maior desafio até agora: uma crise de meia-idade.

A produção conta com as vozes de Patton Oswalt, Aimee Garcia, Ben Schwartz, Melissa Fumero, Wendi McLendon-Covey, Beck Bennett, Jon Daly e Sam Richardson.

‘Invasion’ é renovada para a 2ª temporada pela Apple TV+

A Apple TV+ renovou oficialmente a série de ficção científica ‘Invasion‘, estrelada por Sam Neill, para a 2ª temporada.

“Estou profundamente grato à Apple por nos apoiar por todo o caminho, com enorme confiança para que fôssemos capazes de criar essa série sobre invasão alienígena super emocional e profunda,” afirmou o cocriador Simon Kinberg em declaração oficial. “E, mais do que tudo, sou grato aos espectadores, que nos deram a oportunidade de continuar essa invasão. Estou animado com o que planejamos para a segunda temporada. Iremos expandir o nosso universo de formas épicas.”

Vale lembrar que o último episódio da primeira temporada irá ao ar no dia 10 de dezembro.

Criada por Simon Kinberg (‘Deadpool’) e David Weil (‘Hunters’), a série conta com a direção de Jakob Verbruggen (‘The Alienist’ e ‘The Fall’).

A trama foca em uma invasão alienígena contada através de diferentes perspectivas ao redor do mundo.

O elenco também conta com Shamier Anderson (‘Awake’), Golshifteh Farahani (‘Extraction’), Firas Nassar (‘Fauda’) e Shioli Kutsuna (‘Deadpool 2’).

Audrey Chon (‘The Twilight Zone’), Amy Kaufman (‘Olhos que Condenam’) e Elisa Ellis entram como produtores executivos ao lado de Andrew Baldwin (‘The Outsider’), que também é responsável pelo roteiro.

As Melhores Animações de 2021

2021 está chegando ao fim e, como é costumeiro aqui no CinePOP, começamos nossas listas de final de ano.

Nesta aqui, contemplamos as melhores animações do ano e, para tanto, consideramos tanto longas-metragens quanto séries, migrando do litoral italiano de Luca para o fantasioso mundo de ‘Caçadores de Trolls’. Entretanto, não consideramos produções híbridas como critério de elegibilidade.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi seu título favorito:

9. RAYA E O ÚLTIMO DRAGÃO

A história de ‘Raya e o Dragão’ pode não ser original, se valendo muito dos atemporais arquétipos da jornada do herói, mas tudo se encaixa perfeitamente nessa aventura regada a magia. Ambientada no mundo de fantasia de Kumandra, onde humanos e dragões viviam juntos em harmonia há muito tempo, Raya é uma princesa guerreira solitária que deve salvar sua família e todos de seu reino depois de um mal ser libertado e ameaçar trazer nada além de caos e destruição.

8. RON BUGADO

A adorável e sincera animação Ron Bugado conta a história do jovem Barney, um menino de onze anos que tem dificuldade de fazer novos amigos, e seu companheiro Ron, uma inteligência artificial de alta tecnologia que anda, fala e é o “melhor amigo fora da caixa” de Barney. Mas quando Ron começa a ter seu funcionamento comprometido, os dois saem em uma aventura repleta de ação, onde a amizade entre os dois se mostra verdadeira.

7. MAYA E OS 3 GUERREIROS

Escrita e dirigida por Jorge R. Gutiérrez, a mente brilhante por trás da ovacionada animação ‘Festa no Céu’Maya e os 3 Guerreiros é uma minissérie que celebra as cultura sul-americanas e que merece ser apreciada em sua completude. A trama é ambientada em um mundo mítico, onde a magia é real e quatro reinos governam, e gira em torno de uma princesa guerreira, corajosa e rebelde chamada Maya. Ela embarca em uma aventura fantástica para cumprir uma antiga profecia, mas será que vai conseguir derrotar os deuses e salvar a humanidade?

6. CAÇADORES DE TROLLS: A ASCENSÃO DOS TITÃS

O filme de conclusão da adorada saga ‘Caçadores de Trolls’, subtitulado ‘A Ascensão dos Titãs’, é a reunião que todos esperavam dos incríveis personagens criados pelo mestre da fantasia Guillermo Del Toro. Elogiado pela crítica especializada e pelo público, a trama nos leva de volta para a mística cidade de Arcadia, receptáculo mágico que se torna centro de batalhas entre criaturas como trolls, alienígenas e magos. Quando seu mundo é ameaçado, os mais poderosos heróis unem forças para impedir a destruição da humanidade.

5. LUCA

A mais recente animação da Pixar é um deleite festivo para os olhos e nos transporta para a paradisíaca e vibrante comunidade insular de Portorosso. Aqui, o protagonista titular cria uma forte amizade com Alberto e, ambos sendo criaturas marinhas, tomam cuidado extremo para não revelarem suas identidades aos humanos. Quando percebem que o mundo fora do oceano é recheado de coisas incríveis, eles enfrentam o próprio medo e a própria identidade para se libertarem das amarras e perceberem que nem tudo é o que parece ser.

4. THE WITCHER: LENDA DO LOBO

A primeira produção derivada de ‘The Witcher’ surpreendeu a todos pela qualidade narrativa e estética – alcançando nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e merecidamente tomando posse do quarto lugar da nossa lista. A trama acompanha Vesemir, mentor de Geralt de Rivia (da história original), um bruxo fanfarrão que escapou de uma vida de pobreza para matar monstros por moedas. Mas, quando um novo monstro estranho começa a aterrorizar um reino politicamente carregado, Vesemir se encontra em uma aventura assustadora que o força a enfrentar os demônios de seu passado.

3. ENCANTO

Forte indicada às principais premiações de 2022 (incluindo o Oscar), Encanto se consagrou como a melhor animação da Walt Disney Studios desde ‘Moana – Um Mar de Aventuras’ e também uma das mais comoventes da Casa Mouse. Movida pela música e pela exaltação da cultura colombiana, o enredo é centrado na família Madrigal, que foi abençoada pela magia de uma vela encantada e agora é dotada das mais diversos habilidades. Mas quando o poder da vela é ameaçado, cabe à jovem Mirabel salvar a todos.

2. ARCANE

Dentre inúmeras adaptações meia-boca de gamesArcane felizmente remou contra a maré e se tornou um dos títulos mais aclamados do ano, pelos gráficos incríveis, pela envolvente narrativa e por trazer a essência dos games ‘League of Legends’ às telinhas. Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

1. A FAMÍLIA MITCHELL E A REVOLTA DAS MÁQUINAS

Há alguns meses, a Netflix e a Sony Animation lançavam o incrível A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas – uma aventura através do mundo da tecnologia e dos laços familiares que se tornou um dos melhores títulos do ano. Trazendo como protagonista a jovem Katie (Abbi Jacobson), a narrativa é centrada na derrocada humana arquitetada pelas máquinas. Quando os dispositivos eletrônicos do mundo inteiro promovem o apocalipse, cabe a ela e a sua família salvar o planeta – e tentarem não se matar no meio do caminho.

J.K. Simmons revela que ficou DEVASTADO com o cancelamento de ‘Homem-Aranha 4’, de Sam Raimi

Anos atrás, a franquia ‘Homem-Aranha’ encabeçada por Sam Raimi ganharia um quarto volume – mas, depois de desavenças entre o realizador e a Sony Pictures, os planos foram descartados e o estúdio resolveu rebootar as histórias do herói, contratando um novo ator e uma nova equipe criativa e técnica.

Depois do projeto ser cancelado, um dos astros da trilogia original ficou bastante decepcionado: J.K. Simmons.

O ator vencedor do Oscar interpretou J. Jonah Jameson, editor-chefe do Clarim Diário e um dos antagonistas de Peter Parker, nos três longas-metragens dirigidos por Raimi. Em uma recente conversa com o The Hollywood Reporter, Simmons revelou que ficou devastado por não retornar para mais uma iteração.

“Quando [a Sony] resolveu seguir em frente, foi… De partir o coração, não vou mentir. Eu pensei: ‘bom, foi divertido’, e fiquei honrado em ter aquela oportunidade”, ele disse.

Confira:

Felizmente, Simmons reprisou o papel no final de Homem-Aranha: Longe de Casa e retorna mais uma vez para o aguardado Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, que tem estreia marcada para o dia 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco também conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Sob pressão, atriz de ‘Homem-Aranha 3’ contou o FINAL do filme para outra pessoa

Por conta dos vazamentos, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ não é bem o filme mais sigiloso da Marvel Studios, mas ainda há muito mistério por trás da sequência.

Ainda que restem poucos dias para a estreia, ainda há aqueles que não estão aguentando de ansiedade para descobrir os segredos do novo filme… Como a terapeuta de Marisa Tomei.

Durante uma entrevista para o canal Backstage OL, a intérprete da Tia May revelou que acabou contando o final do filme para durante uma sessão de terapia.

Ela brincou ao dizer que estava sob muita pressão e precisava desabafar com alguém, e sabia que a terapeuta não iria contar a ninguém devido ao sigilo médico-paciente.

“Somente minha terapeuta sabe o final de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘. Eu estava sob muita pressão e precisava contar para alguém.”

Se isso é verdade ou não, é algo que jamais saberemos.

Tomei também comentou sobre trabalhar com Tom Holland e rendeu elogios ao astro, afirmando que ele nasceu para isso.

“É incrível trabalhar com Tom porque ele foi feito para isso, ele nasceu para isso. Além de ser super talentoso, ele também é muito profissional. Ele é aquele tipo de pessoa com quem você cruza e percebe que foi feito para algo especial. Ele sabe muito bem como lidar com a carreira.”

Confira:

Lembrando que a sequência tem estreia marcada para 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘King’s Man – A Origem’: Muita ação e pancadaria no novo clipe do longa; Confira!

A 20th Century Studios divulgou um novo clipe de ‘King’s Man – A Origem‘, pré-sequência da aclamada franquia.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido por Matthew Vaughn, o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de janeiro.

Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

O elenco conta com Ralph Fiennes, Djimon HounsouLiam Neeson, Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci

‘Magic Mike 3’: Thandiwe Newton está em negociações para estrelar a sequência

Segundo o The Hollywood Reporter, a atriz vencedora do Emmy Thandiwe Newton (‘Westworld’) está em negociações para co-estrelar ‘Magic Mike’s Last Dance’, terceira entrada da famosa franquia ‘Magic Mike’.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados, mas as informações indicam que ela será a protagonista feminina da produção e dividirá os holofotes com Channing Tatum, que reprisa o papel titular.

Steven Soderbergh retorna à cadeira de direção.

Confira a primeira imagem de bastidores abaixo:

O filme será lançado exclusivamente no serviço de streaming HBO Max. A data de estreia ainda não foi definida.

Magic Mike‘ foi o filme mais lucrativo da carreira de Soderbergh: custou apenas US$ 7 milhões e arrecadou US$ 167 milhões mundialmente. Já a sequência, ‘Magic Mike XXL‘, fez US$ 122 milhões no mundo todo.

‘The Northman’: Terror do diretor de ‘A Bruxa’ e ‘O Farol’ ganha cartaz SOMBRIO

O terror ‘The Northman‘, novo filme do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa‘ e ‘O Farol‘), ganhou seu primeiro cartaz.

O longa está programado para estrear no dia 22 de abril de 2022.

Confira:

A história é descrita como uma saga viking ambientada na Islândia por volta do século X, que envolverá uma jornada por vingança.

O elenco conta com Alexander SkarsgårdNicole KidmanAnya Taylor-JoyEthan Hawke, Claes Bang, Kate Dickie, BjorkWillem Dafoe.

Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

Em entrevista ao Screen Daily, o diretor de fotografia Jarin Blaschke deu detalhes sobre o terror:

“Esse filme será maior que os anteriores. Posso dizer que será uma trama de vingança Viking e nós iremos filmar na Europa. Será sombrio e violento.”

Ele continua, “Acho que o Eggers sente que precisa fazer uma trilogia. ‘A Bruxa’ e ‘O Farol’ exploram nosso ângulo sobre contos da Nova Inglaterra. Esses três filmes definitivamente se relacionam nesse nível.”

‘Amor e Monstros’ e outras 9 comédias apocalípticas para você assistir!

CinePOP separou uma lista com dez filmes de comédias apocalípticas para você assistir.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

TODO MUNDO QUASE MORTO (2004)

Direção: Edgar Wright

Winchester. Shaun (Simon Pegg) trabalha como vendedor e divide uma casa com Ed (Nick Frost), seu melhor amigo, e Pete (Peter Serafinowicz). Ele costuma ir sempre ao pub local, mas Liz (Kate Ashfield), sua namorada, está cansada de lá. Além disto ela sempre reclama que ele não se separa de Ed, apesar de suas piadas bobas e seu desinteresse em fazer algo útil. Para resolver a questão Shaun aceita marcar um encontro com Liz em outro restaurante, mas se esquece de fazer a reserva. Irritada, ela decide terminar com ele. Shaun, arrasado, se embebeda no seu pub predileto ao lado de Ed, sem notar que as pessoas à sua volta estão se tornando zumbis, devido a um estranho fenômeno.

WALL-E (2008)

Direção: Andrew Stanton

Não necessariamente um dos primeiros filmes que nos vêm à mente, Wall-E é uma poderosa aventura ambientada em um planeta destruído pelo consumo excessivo e pela desenfreada produção de lixo. A humanidade deixou a Terra após a vida se tornar insustentável e passou a viver em uma gigantesca nave. O plano era que o retiro durasse alguns poucos anos, com robôs sendo deixados para limpar o planeta. Wall-E é o último destes robôs, que se mantém em funcionamento graças ao auto-conserto de suas peças. Sua vida consiste em compactar o lixo existente no planeta, que forma torres maiores que arranha-céus, e colecionar objetos curiosos que encontra ao realizar seu trabalho. Até que um dia surge repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva. A princípio curioso, Wall-E logo se apaixona pela recém-chegada.

ZUMBILÂNDIA (2009)

Direção: Ruben Fleischer

A população foi infectada com um vírus que faz com que as pessoas se transformem em zumbis. Poucos são os humanos não infectados, entre eles Columbus, que deseja voltar para sua cidade natal na esperança de encontrar seus pais ainda vivos. No caminho, Columbus encontra Tallahassee, que está indo para a Flórida para aniquilar zumbis, e pega carona. Ao parar em uma mercearia, a dupla encontra Wichita e Little Rock, que aparenta ter sido mordida por um zumbi, o que divide o grupo sobre o que fazer.

O SEGREDO DA CABANA (2011)

Direção: Drew Goddard

A jovem Jules (Anna Hutchinson) resolve levar seus amigos Curt (Chris Hemsworth), Dana (Kristen Connolly), Holden (Jesse Williams) e Ronald (Tom Lenk) para uma viagem diferente nas montanhas, numa cabana situada no meio da floresta, isolada de tudo. Mas o que era para ser somente um momento de muita curtição entre a turma, acaba se transformando em algo que suas mentes jamais imaginariam.

PROCURA-SE UM AMIGO PARA O FIM DO MUNDO (2012)

Direção: Lorene Scafaria

Um meteoro está em rota de colisão com a Terra, e a última missão humana enviada para desviá-lo falha em sua tentativa. Não há mais saída: em três semanas, o mundo vai acabar. Algumas pessoas aproveitam os últimos dias de vida para beberem e fazerem sexo sem compromisso; outras se rebelam pelas ruas e começam a destruir os carros e os comércios. Além delas, existe Dodge (Steve Carell), corretor solitário que acaba de ser abandonado pela esposa, e Penny (Keira Knightley), sua vizinha triste, que nunca teve um namoro satisfatório. Juntos, eles decidem percorrer o país para reencontrarem suas famílias e seus amores de juventude antes que seja tarde demais.

É O FIM (2013)

Direção: Seth Rogen, Evan Goldberg

Em É o Fim’, os grandes amigos Seth Rogen e Jay Baruchel vão à uma festa na casa do ator James Franco, que reuniu diversas celebridades no local, como Jonah Hill, Rihanna, Jason Segel e Emma Watson. Tudo corria bem até que um aparente terremoto se revela como sendo o dia do julgamento final. Rogen, Baruchel, Franco, Hill, Danny McBride e Craig Robinson acabam se vendo presos no local na torcida para que o mundo pare de acabar do lado de fora.

HERÓIS DE RESSACA (2013)

Direção: Edgar Wright

Tudo bem, Heróis de Ressaca pode não ser o primeiro título em que se pensa quando falamos de comédias pós-apocalípticas, mas o filme de Edgar Wright transforma o gênero em algo bem mais metafórico e íntimo. A história é centrada em cinco amigos retornam para a cidade natal vinte anos após um enorme fracasso no passado. O objetivo do grupo é dar-se mais uma chance. O único porém é: a juventude se foi e a vida adulta cobra o seu preço.

ANNA E O APOCALIPSE (2017)

Direção: John McPhail

Nesse inesperado musical natalino pós-apocalíptico, um vírus zumbi ameaça a pacata cidadezinha de Little Haven e, com isso, Anna (Ella Hunt) e seus amigos acabam sendo forçados a lutar, cantar e dançar para tentar sobreviver. Ninguém está salvo nesse novo mundo e eles só podem confiar um nos outros.

ZUMBILÂNDIA – ATIRE DUAS VEZES (2019)

Direção: Ruben Fleischer

Em Zumbilândia – Atire Duas Vezes’, anos depois de se unirem para atravessar o início da epidemia zumbi nos Estados Unidos, Columbus (Jesse Eisenberg), Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) seguem buscando novos lugares para habitação e sobrevivência. Quando decidem ir até a Casa Branca, acabam encontrando outros sobreviventes e percebem que novos rumos podem ser explorados.

 

Amor e Monstros (2020)

Direção: Michael Matthews

Em Amor e Monstros, criaturas gigantes assumem o controle da terra, fazendo com que o resto da humanidade busque por refúgio no subsolo. Após sete anos do apocalipse dos monstros, Joel Dawson (Dylan O’Brien) consegue se reconectar via rádio com Aimee (Jessica Henwick), sua namorada da época de escola, e a paixão ressurge. Mesmo com ela vivendo a quase 130 km de distância, Joel percebe que não há nada que o prenda ao subterrâneo e resolve ir em busca de Aimee, apesar de todos os perigos que possam aparecer em sua jornada.

‘After 3 – Depois do Desencontro’ ganha data de estreia no Amazon Prime

O Prime Video anuncia a estreia do filme ‘After 3 – Depois do Desencontro‘ (After We Fell) no serviço de streaming em 1º de Janeiro. Com direção de Castille Landon, o longa é o terceiro filme da franquia baseada no romance de Anna Todd e que apresenta os atores Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin como protagonistas. O elenco traz ainda Rob Estes, Louise Lombard e Chance Perdomo.

Após After (2019) e After – Depois da Verdade (2020), After – Depois do Desencontro (2021) retrata o impacto das decisões de Tessa em seu relacionamento com Hardin. Os dias vão passando e Tessa vê sua vida mudar completamente. As revelações sobre sua família e a de Hardin vão colocar em xeque tudo o que eles sabiam, com a possibilidade de um futuro cada vez mais incerto para seu tórrido e apaixonado.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que ‘After 3 – Depois do Desencontro‘ e quarto (e último) filme da franquia, intitulado ‘After Ever Happy‘, foram filmados simultaneamente na Bulgária.

Crítica | É o Amor: Família Camargo – Pai e filha falam sobre dores e amores em documentário para fãs

Independente de opiniões, 2 Filhos de Francisco: A História de Zezé Di Camargo & Luciano é um dos filmes mais marcantes do cinema brasileiro da década de 2000. Dirigido pelo eficiente cineasta Breno Silveira (À Beira do Caminho), o longa que conta a história de uma das maiores duplas sertanejas do Brasil parou a nação, levou quase 5 milhões de pessoas aos cinemas e eternizou o fenômeno musical também na sétima arte. E se engana quem pensa que 2 Filhos de Francisco se sustenta apenas através do prévio apelo popular dos artistas, a biografia foi construída de maneira inteligente, colocando Francisco Camargo, pai dos cantores, como o verdadeiro protagonista da produção. Escolha inteligente por parte de Breno, que mostrou a série de batalhas e conquistas travadas por Seu Francisco que, em vários momentos, beirou o inacreditável. Tudo isso pra que suas crias pudessem, pelo menos, ser ouvidas numa rádio local.

Mais de 15 anos depois, Zezé Di Camargo volta a uma produção audiovisual com o documentário É o Amor: Família Camargo, dessa vez pela Netflix, e que, de novo, aborda vivencias familiares do cantor, mas agora trazendo outras facetas. Nessa série, que mais parece uma espécie de reality show da família Camargo, passada na fazenda É o Amor durante a fase mais crítica da pandemia da Covid-19, acompanhamos novos dilemas íntimos e um pouco de como é a convivência daquelas pessoas. A atmosfera, apesar de afetuosa em grande parte do tempo, também é conflituosa e envolta aos acontecimentos recentes que ocorreu naquele microcosmo.

Não temos, por exemplo, a presença do irmão Luciano que havia dado uma pausa na dupla para dedicar mais atenção a sua carreira na música gospel. Então o que você vai encontrar em É o Amor pouco tem a ver com a carreira musical da dupla, mas, sim, com os casos reais e as vivências de Zezé e sua filha Wanessa Camargo – ainda que a música esteja sempre ali presente na rotina de ambos. Aliás, a série mostra o fazer do projeto que eles estão montando junto ao produtor Kassim, onde realizarão um álbum de Pai e Filha com a participação de vários artistas populares da música brasileira. Então, além de vermos todas as conversas sobre a vida dos famosos, acompanhamos os seus métodos de trabalho, onde criaram em casa mesmo um estúdio improvisado para gravar o tal novo disco.

Só que, obviamente, o que chama mais atenção aqui são as diversas passagens e momentos intensos que ocorreram nos últimos anos dentre o seio familiar. O documentário começa relembrando a vida antes da fama, a luta de Seu Franciso e Dona Helena, a carreira e a poder midiático colossal de Zezé e Luciano, além dos conflitos passados até aquele recorte que será a verdadeira história que a produção seguirá. Vemos, além das passagens de sucesso, o momento mais crítico que a família Camargo passou, quando um irmão de Zezé foi sequestrado na década de 90. Testemunhamos como essa situação mexeu com eles a ponto de terem que mudar de país. O show discute também o começo da carreira de Wanessa Camargo e a dúvida que pairava a despeito do seu talento, onde a ideia do público é que ela construiria sua história através do prestigio do pai, entre outras questões.

Até que finalmente chegamos na série de eventos que resultou no motivo de fazer esse documentário. É claro que a produção rendeu milhões a família Camargo, mas, ao mesmo tempo, foi uma boa oportunidade de exporem, por eles mesmos, tudo o que a imprensa de fofoca publicou de maneira trôpega. Começando, claro, pela separação de Zezé Di Camargo e sua ex-esposa, Zilú Godoy, com quem trava uma briga judicial até hoje. Algo que não excluiu a presença de Zilú na produção e a sua visão sobre toda essa situação. Bem como Zezé também faz mea-culpa e expõe que nunca foi santo – leia-se fiel. A própria Wanessa diz que as brigas do casal resumiam-se as desconfianças da mãe e o jeito galanteador do pai com as fãs e admiradoras. Além de todo problema conjugal e da total exposição da mídia, temos aqui a revelação por trás da separação, a esposa atual de Zezé, Graciele Lacerda. Esta que Wanessa diz ter rejeitado a princípio, sobretudo pela família ter passado por tudo aquilo, mas depois entendeu que aquilo era natural. Zezé ainda demonstra certa admiração por Zilú e reconhece a importância da mulher em sua vida e carreira, entretanto também deixa claro que tudo aconteceu por esforço dele próprio.

Ao mesmo tempo somos apresentados ao momento mais forte desse documentário, a gravidez de Wanessa Camargo. Ao lado do empresário e marido Marcus Buaiz, Wanessa conta como foi todo processo da sua curta gestação e o aborto prematuro e doloroso que sofreu. Junte isso a separação dos pais e a um baque tão gigantesco quanto a perda do filho: a morte de Seu Francisco! Tudo parecia ruir ao redor da cantora, que entrou numa depressão profunda, doença que pouco entendida pelos amigos e familiares – aliás, pela sociedade de maneira geral. Wanessa então revela como está sendo sua reconstrução e até se expõe através de filmagens reais da doença, quando estava bastante debilitada, já que a execução do documentário ocorreu justamente durante essa situação extrema. Algo que pode ser um gatilho pra alguns, mas também servir de aprendizado para outros.

Contudo, à primeira vista, É o Amor: Família Camargo não possui nenhum apelo para aqueles que estão pouco se importando ou no mínimo preocupados em conhecer, um pouco que seja, a respeito da vida dos famosos ou qualquer pessoa do meio. No entanto, caso decida abrir a mente e ignorar algumas conveniências e o viés deveras chapa branca, vai presenciar uma história de conflitos em meio ao paraíso da fama e da riqueza sem fim. Os fãs que acompanham de perto a vida dessas duas figuras terão aí um prato cheio pra conhecer, ainda mais, a rotina dos ídolos. Em todo caso, vale conferir a tentativa.

‘Friends’ | Saiba Quais Atores Quase Viveram os 6 Amigos na Querida Comédia da TV

Um verdadeiro marco para as comédias comportamentais na TV (as chamadas sitcoms), a série Friends definiu uma geração e continua a conquistar novos adeptos mesmo quase 20 anos depois de seu encerramento. Não é exagero dizer que o programa criado por David Crane e Marta Kauffman se tornou um fenômeno cultural ultrapassando barreiras territoriais e conquistando o mundo – isso numa época anterior ao que temos hoje com a globalização da internet. Quando Friends foi ao ar em 1994, as TVs por assinatura (a cabo ou antenas) ainda estavam engatinhando no Brasil, por exemplo. Assim, impressiona ainda mais sua escalada midiática.

A ideia de ter seis amigos solteiros, três homens e três mulheres, na faixa dos vinte e poucos anos, morando em Nova York e dividindo apartamentos, enfrentando problemas financeiros, de relacionamento e profissionais era uma proposta moderninha, mas bem real para a época. Diferente dos demais programas a abordarem tal tópico (como por exemplo Seinfeld, que havia estreado em 1989 debaixo de uma audiência baixa – correndo risco de ser cancelado antes de mostrar seu verdadeiro potencial), Friends tinha um clima mais pop, arrojado e falava diretamente com diversas faixas etárias, desde crianças, adolescentes e jovens adultos. Este foi o segredo da fórmula de sucesso que continua a gerar fãs hoje em dia. Curiosamente, o título original não era sequer Friends e o piloto foi gravado com o nome Insomnia Cafe (Café da Insônia) e Six of One (Seis de Um), já pensou?

No ar por 10 temporadas até 2004, recentemente a HBO Max trouxe um presentaço para os fãs em seu acervo (onde constam todas as propriedades da Warner, sejam filmes ou na TV): a tão aguardada reunião dos amigos na frente das telas. Friends: The Reunion junta pela primeira vez desde o encerramento da série Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer para, ao lado de convidados muito especiais, realizar uma jornada na lembrança, revivendo alguns dos momentos mais especiais do programa. Pensando nisso, decidimos colocar os holofotes mais uma vez nesta comédia tão querida, trazendo uma matéria diferente. Aqui iremos conhecer os atores que quase viveram Rachel, Ross, Joey, Monica, Chandler e Phoebe no lugar dos intérpretes que tanto amamos no papel. Certamente seria uma série bem diferente. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Rachel GreenTéa Leoni

Jennifer Aniston foi a atriz que conseguiu mais destaque dentro do elenco de seis protagonistas. A atriz imediatamente engatou filmes no cinema e se tornou uma das queridinhas de Hollywood para comédias românticas. Aniston não foi, porém, a primeira escolha para o papel de Rachel. Sua colega de elenco Courteney Cox foi quem recebeu a proposta inicial para a personagem, decidindo ficar com o papel de Monica ao invés. Assim, os criadores foram atrás de Téa Leoni (Jurassic Park III), que recusou o papel, preferindo se tornar protagonista solo de seu próprio seriado de comédia, The Naked Truth (1995-1998). Leoni voltaria à TV em 2014 no seriado Madam Secretary, da CBS, que durou até 2019. Outra que quase conseguiu o papel, e chegou na reta final dos testes, foi Elizabeth Berkley, então conhecida pelo programa juvenil Saved By the Bell – Galera do Barulho (1989-1992). Eventualmente, Aniston foi a preferida e Berkley seguiu para estrelar o polêmico Showgirls (1995).

Monica GellerJaneane Garofalo

Como dito, antes de eternizar a “maníaca” com TOC de limpeza e organização Monica, a atriz Courteney Cox havia sido oferecida a personagem Rachel. Por outro lado, o criador David Crane disse ter criado Monica pensando especificamente na atriz Janeane Garofalo, rainha dos dramas românticos indie dos anos 90. Garofalo, amiga e ex-companheira de Ben Stiller na vida real, recusou o papel de Monica na série e foi estrelar Caindo na Real (1995), o filme de Stiller, protagonizado por Winona Ryder e Ethan Hawke, que fez sucesso com jovens alternativos da época. Outra atriz que quase ficou com o papel antes de Cox foi Jamie Gertz, conhecida por diversos filmes que marcaram a década de 80, como o clássico de vampiros Os Garotos Perdidos (1987). Após perder o papel, Gertz partiu para estrelar o filme sobre caçadores de tornados produzido por Steven Spielberg, Twister (1996).

Phoebe BuffayEllen DeGeneres

O papel da amalucada de alma hippie Phoebe ficou eternizado pela performance da loirinha Lisa Kudrow. Antes de cair em suas mãos, porém, a personagem era tida como a mais disputada do programa, gerando centenas de testes de atrizes no período. Algumas das mais famosas foram a comediante ruivinha Kathy Griffin e a altíssima Jane Lynch, que ficaria conhecida pelo papel da professora Sue na série Glee (2009-2015). Porém, dentre as candidatas para viver a cantora da música “Smelly Cat” na série a que mais se destaca é a apresentadora Ellen DeGeneres. Sensação da TV atual, antes de ter seu próprio talk show com auditório, Ellen era conhecida como humorista e atriz. Não ter conseguido o papel de Phoebe em Friends terminou sendo bom para DeGeneres, já que no mesmo ano ganharia sua própria série para estrelar (intitulada Ellen), onde ainda no início da década de 90 pôde revolucionar ao assumir sua opção sexual tanto dentro quanto fora das telas.

Joey TribbianiVince Vaughn

Favorito de muitos fãs, Joey é burro como uma porta, mas tem o maior coração do grupo. Mulherengo e comilão, o descendente de italianos incialmente era planejado para ser um personagem meio canalha e babaca. Uma vez contratado, Matt LeBlanc perguntou aos escritores por que os outros seriam amigos dele com essas características duvidosas? Assim o personagem ganhou qualidades, digamos, mais amistosas. Antes de LeBlanc, Hank Azaria testou para o papel e disse que foi o único que precisou testar mais de uma vez. Azaria ficaria conhecido por dublar diversos personagens na série animada Os Simpsons e participaria de Friends no papel de David em cinco episódios. Outro ator notório que quase ficou com o papel de Joey foi Vince Vaughn, que apesar de não ter conseguido o papel se tornou um verdadeiro astro do cinema no gênero da comédia. Já imaginou como seria o grandalhão no papel de Joey dizendo “How ‘u doin?”. No entanto, os responsáveis pela escalação disseram que ninguém testou melhor para o personagem do que LeBlanc.

Chandler BingJon Favreau

Chandler é o brincalhão do grupo, e nas palavras do próprio, usa o humor como autodefesa. É difícil imaginar outro senão Matthew Perry no papel. Mas a primeira opção dos realizadores foi pelo então apenas ator Jon Favreau. Hoje, um diretor e produtor estabelecido e responsável pelos sucessos da Disney, vide O Mandaloriano, além, é claro, de ter construído as bases para o Universo Marvel no Cinema com os dois primeiros Homem de Ferro. Em meados da década de 90, no entanto, Favreau tinha outros planos para sua carreira, e recusou o papel de Chandler na série. Logo depois, ganharia destaque pelo roteiro e protagonismo de Swingers – Curtindo a Noite, primeira peça rumo ao seu estrelato. Curiosamente, Favreau viria a participar de alguns episódios de Friends na pele de Pete Becker (em 1997), o namorado milionário de Monica. Outro que fez teste para Chandler e que parece ter mais a ver com o personagem foi Jon Cryer. O ator não conseguiu o papel, mas dez anos depois marcaria com seu próprio seriado de sucesso em Dois Homens e Meio (2003-2015).

Ross GellerEric McCormack

Diferente dos demais colegas membros do elenco, David Schwimmer não teve muita concorrência para o papel do Dr. Ross Geller e foi o primeiro contratado para ser um dos protagonistas da série. Mas apesar do favoritismo de Schwimmer, outros atores chegaram a fazer teste para o papel, entre eles o mais notório foi Eric McCormack – que depois ficaria conhecido como Will, o advogado gay da revolucionária e representativa Will & Grace (que retornou para novas temporadas atualmente, após sua estreia no fim da década de 90). Ross Geller é o nerd de plantão do grupo, doutor em paleontologia, ele tem a segurança de um emprego no museu de Nova York, o qual mantém ao longo de toda sua trajetória. Em questão de relacionamentos pessoais, Ross não é tão bom assim. Com uma atitude derrotista, o personagem ficou conhecido no início do programa por carregar uma “nuvem negra” em cima da cabeça. Curiosamente, Schwimmer viria a participar do revival de Will & Grace, atuando ao lado de McCormack (que quase viveu Ross).

‘Não Olhe para Cima’: Meryl Streep pensou que ELOGIO de Jennifer Lawrence e Jonah Hill fosse uma OFENSA; Entenda!

Não Olhe para Cima‘ é um dos filmes mais aguardados de dezembro e traz um elenco repleto de estrelas, incluindo Meryl Streep, Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence e Jonah Hill.

Na trama, DiCaprio e Lawrence vivem dois astrônomos, que embarcam numa turnê de imprensa para alertar sobre um asteróide que destruirá o planeta.

Streep interpreta a presidente dos Estados Unidos, que precisa lidar com a euforia causada pela revelação da dupla.

Como acontece em quase todo filme, ‘Não Olhe para Cima‘ tem um divertida história dos bastidores protagonizada por Streep, Lawrence e Hill.

Ao longo do trabalho, Lawrence e Hill não paravam de se referir a Streep como GOAT, sigla para Greatest of all Time (a melhor de todos os tempos)… No entanto, a palavra também significa cabra ou bode, em inglês.

Nem é preciso dizer a confusão que isso causou, não é? Isso porque Streep chegou a pensar que os colegas a estavam insultando, chamando-a de cabra.

Mas é claro que ela ficou lisonjeada com o elogio depois que tudo foi esclarecido.

A história foi compartilhada por Lawrence durante sua participação no The Late Show with Stephen Colbert, e também por Hill ao participar do The Tonight Show with Jimmy Fallon.

Ao tocar no assunto, Lawrence disse:

“Assim que começamos a trabalhar, nós imediatamente chamamos Meryl de GOAT… Estávamos fazendo uma sessão de fotos, e eu disse algo como, ‘Ei, GOAT…’ E Meryl meio que disse: ‘Isso mesmo, diga à cabra velha para onde ir.’ E eu disse, ‘Meryl, você sabe que GOAT significa A Melhor de Todos os Tempos, certo?’ E ela disse: ‘Ohhhhh! Não! Sério?'”

Hill deu sua versão, dizendo:

“Para mim, Meryl é a GOAT. Ela é a maior de todos os tempos. Então, a semana inteira eu disse: ‘Trabalhar com Meryl é a melhor coisa para mim. Ela é a GOAT‘. Teve um dia que estávamos numa entrevista coletiva e ela ficou tipo: ‘Jonah está muito saidinho para o meu lado, ele está me chamando de cabra a semana toda’. E ela é tão legal que nem ficou ofendida por isso! E Jennifer disse, ‘Não, Meryl, esqueceu? GOAT é a melhor de todos os tempos.'”

Confira as entrevistas:

Dirigida por Adam McKay (‘A Grande Aposta’), a sátira sci-fi da Netflix dividiu a crítica especializada no Rotten Tomatoes e abriu com 63% de aprovação, com nota 6.40/10.

Segundo o consenso geral, Não Olhe para Cima almeja a algo muito grande para aterrissar de forma consistente, mas a sátira de McKay acerta seu alvo de negação coletiva”.

Confira os principais comentários abaixo:

Não Olhe para Cima é inteiramente sobre ciência, baby” – Inverse.

“Certamente um dos piores filmes de 2021 – uma bagunça arrogante e insuportável” – Midwest Film Journal.

“O conceito do filme poderia ser bastante prático – em mãos cuidadosas” – Globe and Mail.

Não Olhe para Cima talvez seja o filme mais engraçado de 2021 – e o mais depressivo também” – San Francisco Chronicle.

“Um filme com todas as coisas certas a dizer […], mas concecbido dentro de uma sátira tão desajeitada que é o suficiente para tornar um abraçador de árvores em um pró-desmatamento” – TheWrap.

Lembrando que o filme tem estreia agendada para o dia 24 de dezembro.

O grande elenco conta com Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Rob Morgan, Jonah Hill, Mark Rylance, Tyler Perry, Timothée Chalamet, Ron Perlman, Ariana Grande, Scott Mescudi, Himesh Patel, Melanie Lynskey, Michael Chiklis, Tomer Sisley, Cate Blanchett e Meryl Streep.

A estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima? 

O filme estreia no streaming dia 24 de Dezembro de 2021, a tempo de conquistar indicações na temporada de premiações.

McKay não é um estranho a produções de grande calibre, visto que comandou o incrível A Grande Aposta (faturando cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme) e Vice, que levou a estatueta de Melhor Maquiagem e Cabelo para casa.

McKay entra como produtor ao lado de Kevin Messick.

DON’T LOOK UP, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MELANIE LYNSKEY as JUNE MINDY Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TOMER SISLEY as ADUL GRELIO. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, RON PERLMAN as COLONEL DRASK Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, HIMESH PATEL as PHILLIP. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, ROB MORGAN as DR. CLAYTON “TEDDY” OGLETHROPE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MICHAEL CHIKLIS as DAN PAWKETTY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) SCOTT MESCUDI (KID CUDI) as DJ CHELLO, ARIANA GRANDE as RILEY BINA. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TIMOTHÉE CHALAMET as YULE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) CATE BLANCHETT as BRIE EVANTEE, TYLER PERRY as JACK BREMMER, LEONARDO DICAPRIO as DR. RANDALL MINDY, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY, Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

OI? Fãs começam a fazer campanha para OUTRO Snyder Cut…

Os fãs do diretor Zack Snyder são extremamente insaciáveis, e geralmente conseguem o que querem.

Após passarem quatro anos movimentando as redes sociais para conseguir o lançamento do Snyder Cut de ‘Liga de Justiça’, os fãs agora querem o Snyder Cut de outra produção do diretor.

E agora os Snyderfãs querem o corte do diretor do substimado ‘Sucker Punch – Mundo Surreal‘, também dirigido por Zack Snyder.

O diretor atiçou os fãs ao revelar em seu perfil do Vero que há uma versão mais longa da fracassada adaptação lançada em 2011.

Para quem não se lembra, o filme arrecadou apenas US$ 89,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçament pode US$ 83 milhões.

No Rotten Tomatoes, renomado site agregador de críticas, o longa também registra apenas 22% de aprovação.

Será que uma nova versão do filme pode render uma melhor avaliação?

De qualquer forma, as protagonistas Jenna Malone (Rocket) e Abbie Cornish (Sweet Pea) estão apoiando a ideia.

A informação foi revelada por um usuário do Twitter, que publicou prints dos stories das atrizes fazendo campanha para que o lançamento aconteça.

Na ocasião, elas compartilharam uma notícia confirmando a existência do corte e Malone escreveu:

“Queridos, vamos dar continuidade ao movimento. #Releasethesnydercut”

Em seguida, Cornish republicou a mensagem.

Confira:

 

Com a decisão da Warner de ceder aos fãs e entregar o que eles pediram, uma onda de produções pode embarcar na ideia e receber uma versão bem diferente daquela que o público conhece.

Mas infelizmente para os fãs, ‘Sucker Punch‘ é propriedade da Warner Bros, e o estúdio deixou bem claro que eles cortaram todas as relações com Snyder.

Então é pouco provável que o lançamento aconteça.

Ontem, Snyder se abriu sobre seu conturbado passado em entrevista à Esquire e revelou o que pensa da versão de Joss Whedon para ‘Liga da Justiça‘, lançada em 2017.

“É muito difícil de você trabalhar três anos em uma coisa e depois vê-la destruída. Isso é grande e é difícil para qualquer um, como você pode imaginar. A lição que aprendi nos últimos cinco anos é que você realmente precisa apenas fazer o que ama. Você realmente tem que fazer o filme que você ama ”, afirmou Snyder.

Crítica | Nicole Kidman é a verdadeira estrela do drama biográfico ‘Being the Ricardos’

‘I Love Lucy’ se tornou uma das sitcoms mais famosas e importantes da era de ouro da televisão norte-americana e, até hoje, estende sua influência em quaisquer produções do gênero. Estrelada pelos lendários Lucille Ball e Desi Arnaz, a série fez um estrondo gigantesco de público e promoveu uma revolução estética na indústria do entretenimento, principalmente pela química dos protagonistas quanto pela forma de produção e concepção.

No mais novo filme original do Prime Video, o diretor e roteirista Aaron Sorkin resolveu utilizar um dos momentos mais cruciais da sitcom para explorar a intrincada e complexa relação entre Ball e Arnaz, que eram casados na vida real e que enfrentaram momentos de pura agonia frente ao cenário político do show business e da própria nação. Em ‘Being the Ricardos’, como ficou conhecido o longa-metragem, a história, a princípio, nos leva de volta aos bastidores da sitcom e à semana mais crucial das gravações – mas não leva muito tempo até que um desconjuntado roteiro resolve ir e viajar ao passado para tentar explicar as origens da relação do casal em questão e fornecer certa luz sobre como um enredo romântico se desenlaçou em uma amálgama de traição e desconfiança.

O resultado parte dos mesmos obstáculos enfrentados por Sorkin em sua estreia na cadeira de direção, A Grande Jogada – que é o excesso de incursões desnecessárias e sequências que seriam facilmente editadas e colocadas como extras em uma suposta versão física. É claro que o realizador já demonstrou seu apreço incontrolável por acontecimentos verídicos, amadurecendo sua estética com o ótimo Os 7 de Chicago; porém, seu desejo de manter a teatralidade e o classicismo de ‘I Love Lucy’ foi um tanto quanto discutível, considerando que múltiplas escolhas se aglutinam em uma profusão cansativa que oscila entre o melodrama e o reflexivo. Felizmente, os problemas que despontam na iteração são ofuscados pela performance aplaudível de nomes como Javier Bardem, J.K. Simmons, Nina Arianda e, principalmente, da icônica Nicole Kidman (sedenta por mais uma estatueta do Oscar).

Chamar o roteiro de Sorkin de “desconjuntado” é quase um crime – ainda mais lembrando de sua obra-prima, ‘A Rede Social’. Entretanto, é notável como não há uma preocupação em equilibrar as várias partes do filme, exigindo que ele ora direcione a atenção para o comando de cada cena, ora para como os atores irão se entregar aos diálogos. Nesse quesito, Kidman faz um trabalho incrível e, mais uma vez, reitera sua versatilidade artística, firmando-se como uma das maiores atrizes de sua geração: sua rendição como Ball é aplaudível e irretocável, capturando trejeitos físicos e vocais do e criando um arco sólido o suficiente para nos guiar durante duas horas. Bardem também encanta dentro do inexplicável charme exalado por Arnaz, enquanto Simmons e Arianda foram as escolhas perfeitas para William Frawley e Vivian Vance.

De fato, o elenco é o bem de maior valor do longa – motivo pelo qual é utilizado como chamativo para o público. Os personagens são bem delineados e, desde a abertura, são exaltados dentro do conflito que paira na atmosfera principal: Lucille sempre lutou para conquistar seu espaço na indústria do entretenimento e, no momento que acreditou que sua carreira estava prestes a começar, enfrentou a problemática do etarismo e se viu obrigada a dar dois passos para trás. Quando “resgatada” por uma emissora televisiva, ela se aliou ao marido, Desi, para estrelar a sitcom que originou a cinebiografia. No auge de sua fama, Lucille enfrentou boatos sobre sua posição partidária e virou alvo de um escândalo de adultério envolvendo o esposo – ambos os eventos se fundindo em uma explosão vulcânica que colocou em xeque o que ela realmente acreditava.

Em meio a tantas reviravoltas, Sorkin mergulha de cabeça na exposição imagética, em um frenesi descomedido que realiza um movimento constante de dilatação e expansão – tanto em relação à narrativa quanto à condução. O retorno ao passado não é bem demarcado e, por vezes, não é imediatamente absorvida pelos espectadores (e nem mesmo tem um propósito muito explorado). O foco, aqui, deixa de ser as controvérsias acerca de ‘I Love Lucy’, afasta-se do período delimitado pelo objeto de estudo e até mesmo abandona certo protagonismo de Desi, exigindo que Lucille comande qualquer cena em que apareça – lutando para ter sua voz ouvida e percebendo que, ao passar boa parte do tempo almejando por um lar, alimentou uma situação simbiótica com o estúdio que a acolheu e com a jovem dona de casa que se tornou parte de si mesma.

Muitas coisas são omitidas para garantir maior fluidez de ‘Being the Ricardos’, mesmo não funcionando em algumas partes. No final das contas, a obra é divertida e nos deixa curiosos para saber a conclusão do enredo, contando com um desfecho surpreendentemente coeso e uma sensação agridoce de que o enorme potencial não foi esmiuçado por completo.