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Casa assombrada de ‘Invocação do Mal’ será aberta para o público

O primeiro filme da franquia ‘Invocação do Mal‘ acontece numa casa assombrada em Harrisville, Rhode Island. E em breve, ela estará aberta ao público… e continua assombrada, segundo os novos proprietários.

O casal Cory e Jennifer Heinzen comprou a casa que inspirou o filme de James Wan e estão planejando consertá-la e abrir a casa para qualquer um que queira entrar. O que torna sua história ainda melhor é o fato de que Cory também é um investigador paranormal.

Em uma entrevista recente ao MovieWeb, os Heinzens revelaram seus planos e experiências até agora com a casa em Rhode Island.

“Eu sempre fui fascinado pelos Warrens. É como um pedaço de história paranormal, esta casa. Desde que se mudamos vimos portas se abrindo, pegadas e batidas. Foi difícil ficar lá sozinho. Eu não tenho o sentimento de nada mal, (mas) tem algo na casa. Você pode dizer que há muitas coisas acontecendo na casa.”, afirmou.

A casa foi construída em 1700 e a investigação do casal Warren ocorreu na década de 1970, quando a família Perron foi perturbada por demônios invocados pela bruxa Bathsheba Sherman.

A ideia é que a casa seja aberta ao público em 2020 pelos novos proprietários.

Heinzen se sentiu satisfeito ao se mudar:

“Minha primeira reação à coisa toda foi como: ‘Sem chance, eu vou comprar a casa do ‘Invocaçã do Mal’. Eu estava deslumbrado. É como a nova Amityville. Para mim, é o ápice das casas mal assombradas porque as pessoas que vivenciaram tudo isso ainda estão vivas e podem contar as histórias do que aconteceu lá.”

Você teria coragem de visitar lá?

Lembrando que a franquia continua com ‘Annabelle: De Volta Para Casa‘, que já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa crítica:

Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige o longa-metragem da franquia ‘Invocação do Mal‘, que marca também a sua estreia na direção.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam ao Universo ‘Invocação do Mal‘, sendo esta a primeira aparição deles fora da franquia principal. O elenco ainda inclui McKenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Milagre na Cela 7’: As pessoas estão PASSANDO MAL de tanto chorar com o drama da Netflix

A Netflix lançou silenciosamente o drama ‘Milagre na Cela 7‘, que conquistou em cheio os assinantes da plataforma e já se tornou um fenômeno no Brasil.

Nas redes sociais, diversos fãs publicaram mensagens elogiando a narrativa emocionante, surpreendente e de deixar lágrimas nos olhos.

Confira as reações:

Assista nossa crítica:

O drama traz a emocionante história de um deficiente intelectual condenado à morte injustamente pelo assassinato de uma menina. Apesar de todas as dificuldades, o homem é renovado todos os dias pelo amor de sua filha, que é capaz de mudar tudo, até mesmo o sofrimento de viver em um prisão.

A versão da Netflix é de origem turca e é remake de um sucesso coreano, lançado em 2013.

Crítica em TEXTO | Milagre na Cela 7 – Filme da Netflix que vai te fazer CHORAR MUITO!

O elenco conta com Aras Bulut Iynemli, Nisa Sofiya Aksongur, Ilker Aksum e Mesut Akusta.

Emma Stone está em negociações para viver a Spider-Gwen em ‘Homem-Aranha 3’ [RUMOR]

Segundo o Cosmic Book News, a atriz Emma Stone está em negociações com a Sony para viver a Spider-Gwen em ‘Homem-Aranha 3‘.

Como a personagem morreu em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘, veríamos uma versão alternativa da personagem – que na Terra-65 foi mordida por uma aranha geneticamente alterada.

Além disso,o vencedor do Oscar Matthew McConaughey estaria em negociações para se juntar ao elenco do vindouro Homem-Aranha 3 como o vilão Norman Osborn/Duende Verde.

As informações também indicam que o personagem seria construído no mesmo nível de Thanos (Josh Brolin). Entretanto, os direitos intelectuais sobre o antagonista ainda estão sob tutela da Sony Pictures, e não da Marvel Studios.

O astro Tom Holland compartilhou um novo vídeo nos stories de seu Instagram e confirmou que já chegou em Atlanta, Geórgia, para o início das filmagens do aguardado Homem-Aranha 3.

A produção do filme havia começado oficialmente no último domingo (25) e, agora que Holland finalmente chegou ao set, é apenas questão de tempo até as gravações principais seguirem em frente.

Confira (via ComicBook.com):

 

Ver essa foto no Instagram

 

Y’all! #spiderman 3 is a go!!!! Via @tomholland2013

Uma publicação compartilhada por ComicBook.com (@comicbook) em

“Acabamos de chegar em Atlanta”, ele diz no vídeo. “E está na hora de Homem-Aranha 3. Vamos lá”.

Segundo novos rumores publicados pela revista Express, o vencedor do Oscar Matthew McConaughey estaria em negociações para se juntar ao elenco da sequência como o vilão Norman Osborn/Duende Verde.

As informações também indicam que o personagem seria construído no mesmo nível de Thanos (Josh Brolin). Entretanto, os direitos intelectuais sobre o antagonista ainda estão sob tutela da Sony Pictures, e não da Marvel Studios.

Segundo o The Hollywood Reporter, o início das filmagens permanece agendado para este ano em Atlanta, ainda sem data confirmada. Além disso, as informações indicam que as câmeras já estão prontas no set de gravações para começarem os trabalhos.

Recentemente, foi revelado que o astro Benedict Cumberbatch voltará a viver o Doutor Estranho na sequência, servindo como um novo mentor para o Peter Parker.

A aparição do ‘Doutor Estranho‘ ajuda a explicar o multiverso que será aberto e trará de volta Jamie Foxx como Electro.

Em seu perfil do Instagram, Foxx publicou uma imagem de três versões do Homem-Aranha encarando o rosto do Electro numa gigantesca nuvem de eletricidade.

O estranho é que ele logo excluiu a publicação depois que alguns fãs começaram a questionar sobre o ‘Aranhaverso‘.

Na legenda, ele ainda deu alguns detalhes sobre o vilão, garantindo que não será azul desta vez.

Confira:

“Diga ao Cabeça de Teia que vamos nos reencontrar. Estou super entusiasmado com o próximo filme do Homem-Aranha… Mal posso esperar para que que vocês vejam. E eu não serei azul desta vez! Mas muito mais durão.”

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘A Família Addams’: Jenna Ortega será Wandinha na série live-action de Tim Burton para a Netflix

A série live-action de Tim Burton sobre ‘A Família Addams‘ para a Netflix acaba de confirmar sua protagonista e ganhar a primeira imagem dos bastidores.

Jenna Ortega, que será uma das protagonistas do novo ‘Pânico‘ (2022), foi confirmada como a protagonista Wandinha Addams.

Confira a sinopse e a confirmação:

Tim Burton está trazendo Wandinha Addams para a Netflix em uma série live-action sobre amadurecimento!

Burton também fará sua estreia na direção de TV em uma série sobre uma investigação misteriosa e sobrenatural se segue Wandinha como uma estudante na Academia Nevermore”

 

De acordo com o site Small Screen, Burton quer Johnny Depp como intérprete de Gomez. O cineasta vê o astro como “um dos poucos que poderia fazer jus ao personagem”, o marido de Mortícia.

Como muitos já sabem, Burton é um grande colaborador de Depp, que já estrelou diversas produções do cineasta, como o clássico ‘Edward Mãos de Tesouras‘ (1990).

Mas, apesar de dele expressar confiança nos talentos do astro, parece que os representantes da Netflix precisam ser convencidos sobre a escalação.

O roteiro foi escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, a Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

Homem-Aranha de Tobey Maguire vai aparecer em ‘Doutor Estranho 2’, revela site

Após meses e meses de especulações, o boato de que Tobey Maguire e Andrew Garfield voltariam como variantes do Homem-Aranha em ‘Homem-Aranha‎‎: Sem Volta Para Casa‘ se provaram reais.

E com a repercussão positiva, parece que a Marvel e a Sony tem mais planos para os heróis do multiverso. Além de boatos do retorno de Andrew Garfield em novos filmes, o FandomWire – que foi um dos primeiros sites a anunciar o retorno dos astros – afirmou que Tobey Maguire vai aparecer em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

O ator fará uma participação especial como o seu Homem-Aranha, afirma a fonte. Como o filme passou por refilmagens recentemente, é provável que eles tenham conseguido o retorno de Maguire.

Vale lembrar que o Dr. Stephen Strange é mencionado em ‘Homem-Aranha 2‘, de Sam Raimi.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de maio.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

Sam Raimi dirige.

Kang será mais PODEROSO que Thanos? Jonathan Majors fala sobre seu vilão em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgarHomem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, o astro Jonathan Majors foi questionado se Kang, o Conquistador, será tão poderoso e assustador quanto Thanos.

“É difícil dizer. Acho que o Thanos foi um vilão incrível. Só chegamos nessa fase por causa do ótimo trabalho do Josh Brolin. Entendo as comparações entre Thanos e Kang, mas são mundos completamente diferentes. Minha história é diferente. Kang é diferente. Será muito diferente. Sobre o personagem ser poderoso, vou deixar o filme mostrar isso.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

O ator ainda revelou que seu filme favorito da Marvel ainda é o primeiro ‘Homem de Ferro‘ (2008).

“Vou fazer meu TOP 3 para você. 1º é o Homem de Ferro. 2º é Pantera Negra. E em terceiro Vingadores: Ultimato”, revelou.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumânia‘ estreia em 17 de fevereiro de 2023 e teve um novo trailer exibido na CCXP. 

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína!

Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul RuddEvangeline LillyJonathan MajorsMichelle PfeifferMichael DouglasKathryn Newton estrelam.

UAU! Fãs estão EMPOLGADOS com o trailer de ‘Eco’ e com a violência na nova série da Marvel…

A Marvel Studios divulgou o primeiro trailer de ‘Eco‘, série spin-off de ‘Gavião Arqueiro‘ que segue a personagem interpretada por Alaqua Cox.

Nas redes sociais, os fãs ficaram empolgados com o trailer e com as cenas violentas.

Confira:

A série também ganhou uma nova data de estreia: 10 de janeiro no Disney+, com todos os episódios no lançamento.

Além disso, também foi confirmado que a série será para maiores de 18 anos, marcando como a primeira produção da Marvel Studios com restrição de idade.

Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demoldior, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.

 

Tim Burton revela por que a sequência de ‘Os Fantasmas Se Divertem’ demorou tanto tempo [EXCLUSIVO]

Em entrevista ao CinePOP, o diretor Tim Burton revelou por que a sequência de ‘Os Fantasmas Se Divertem‘ demorou 37 anos para acontecer.

“Porque precisava de tempo. Eu queria ver esses personagens, como a Lydia, anos depois, já adulta. Porque conforme você envelhece, as coisas mudam. Isso evoluiu para se tornar uma história sobre uma família estranha.”, ele afirmou.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme traz de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Tim Burton retorna à direção da sequência.

David Harbour quer Frankenstein em LIVE-ACTION da DC após ‘Comando das Criaturas’

David Harbour, conhecido por seu papel em ‘Stranger Things’, falou sobre a possibilidade de trazer seu personagem Eric Frankenstein de ‘Comando das Criaturas’ para uma produção live-action do DCU.

Em entrevista à Collider, o ator expressou sua empolgação com a ideia, embora nada esteja confirmado oficialmente pelo estúdio.

Harbour revelou que já conversou com James Gunn, criador da série animada, sobre os desafios e possibilidades de transpor o personagem para um filme ou série live-action.

“Nós conversamos sobre isso de forma casual. Não há nada planejado, mas eu conversei um pouco com ele sobre as realidades de como isso seria, em termos de efeitos visuais ou práticos, e ele teve várias ideias e pensamentos diferentes”, declarou Harbour.

O ator destacou que, embora a DC Studios ainda esteja em fase de construção do seu universo, a ideia de um crossover entre os personagens animados e os de live-action é algo divertido.

“Eu acho que eles ainda estão construindo o universo deles, e isso é divertido. À medida que vão construindo, acho que vão ver o que as pessoas gostam ou o que funciona, e isso vai ser um componente do que eles seguirão adiante. Mas é uma ideia tão divertida ter, tipo, o Batman encontrar um Frankenstein furioso, ou o Superman, ou seja lá quem for!”, completou o ator.

Marcando o início do DCU, a série animada ‘Comando das Criaturas‘ já chegou ao catálogo da Max com a exibição dos dois primeiros episódios.

A prévia mostrando o que esperar dos próximos capítulos também já foi revelada.

Confira:

Frank Grillo, que interpretará Rick Flag Sr. em ‘Comando das Criaturas’ e na segunda temporada de Pacificador, no novo DCU de James Gunn, elogiou os planos e o trabalho do cineasta neste universo renovado.

Em entrevista ao Screen Rant, Grillo comentou: “Em termos de cronograma, ‘Comando das Criaturas’ será lançado em dezembro, e ‘Superman’ e ‘Pacificador’ estão previstos para 2025”.

Ele continuou: “Eles não nos informaram nada intencionalmente. James Gunn está editando tudo agora; estou prestes a concluir os últimos episódios sob sua direção em ‘Pacificador’, e isso é o máximo que posso compartilhar. É tudo sobre o Rick Flag, o mesmo personagem ao longo de toda a trama, o que eu realmente adoro”.

“Estou imensamente grato a James e Peter Safran. Esses caras estão à frente da DC agora e me incluíram de maneira significativa nesse projeto. Acredito que os fãs ficarão impressionados com a genialidade de James Gunn. Ele foi liberado para criar. O que ele tem em mente para a DC é muito maior do que ‘Guardiões’. Portanto, fiquem ligados”, concluiu.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Lembrando que ‘Creature Commandos‘ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

13 filmes sobre relacionamentos entre Pais E Filhos – Parte 3

Seguindo em nossa jornada sobre esse tema complicado e bastante abordando de diversas maneiras por inúmeras produções pelo mundo todo ano, dessa vez reunimos filmes da Romênia, Israel, França, EUA, Argentina, um clássico sobre o tema com Christopher Walken e Sean Penn no elenco, até curta-metragem separamos para essa parte 3 de nosso especial.

 

O Caderno de Tomy (Argentina, 2020)

Ame, leia, veja, escute…e pense em mim de vez em quando. Baseado em uma história real, o longa-metragem argentino O Caderno de Tomy é uma história, antes de mais nada, sobre um último desejo de mãe para filho. Abordando temas delicados como a linha tênue entre procedimentos legais e a eutanásia, a difícil tarefa de dizer adeus, o projeto gera muitas emoções pois em nossas vidas já conhecemos ou conhecemos alguém que já conheceu quem teve câncer. Disponível na Netflix, o filme pode também ser definido como uma grande mistura de sentimentos. Escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Sorin.

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

Quando ser corajoso e forte é nossa única opção. Não é um filme fácil, há muita dor pelo caminho dos 84 minutos de projeção. Os diálogos da protagonista com o médico chefe são sinceros, fortes e com uma maturidade gigante. Sedação paliativa ou eutanásia, os contornos dessa linha tênue chegam já no arco final dando bastante profundidade para o polêmico tema.

Por mais que não seja o foco principal, está dentro de outros subtópicos o sentido do relacionamento de pais e filhos. Além disso é algo profundo, dolorido e notório que não é fácil para ela nem para todos ao seu redor. As cenas dos arcos finais deixam nossos corações apertados. O Caderno de Tomy gera muita reflexão sobre o sentido de nossas vidas e o que fazemos com ela.

 

Se Algo Acontecer…Te Amo (EUA, 2020)

Só o amor vence batalhas que durante muito tempo não pensamos em como superar. Como contar os reflexos de uma tragédia através da técnica de animação em menos de 15 minutos? O vazio existencial, a solidão. Uma tristeza que abala o casamento, portas abertas de uma lembrança que machuca mas que mostra uma esperança. Se Algo Acontecer…Te Amo, curta-metragem disponível na Netflix (que legal ter curtas em algum streaming!), busca transformar pequenos minutos em grandiosos momentos contando o recorte de uma família, suas desilusões e algum caminho para a esperança. Escrito e dirigido pela dupla Michael Govier e Will McCormack o projeto transforma a dor em forma de traços e tinta.

Utilizando as técnicas de animação, o drama Se Algo Acontecer…Te Amo mostra uma família que tem sua rotina completamente afetada com lembranças após uma tragédia acontecer com a filha dentro de um colégio norte-americano. Em 12 minutos somos testemunhas de um avassalador recorte de uma família abatida pelo luto.

A sombra, o espírito. A interpretação para tudo o que vemos vem de cada um de nós. Fica forte a tendência de que os sentimentos podem ser identificados como as sombras que vão e vém nesse pequeno grande filme. A paleta de cores se mostra presenta e sem entrelinhas indica o colorido quando geravam lembranças da filha. Govier e McCormack tem um grande méritos de conseguir envolver o espectador do primeiro ao último minuto. Um projeto corajoso e muito emocionante.

 

Uncle Frank (EUA, 2020)

Você vai fazer as coisas como querem que você faça ou da maneira como você quer fazer? Escrito e dirigido por Alan Ball (produtor de seriados de sucesso como A Sete Palmos e True Blood), em seu segundo longa-metragem como diretor, Uncle Frank é sensível recorte passado no início da década de 70 onde um professor universitário não assumidamente gay precisa enfrentar seus grandes fantasmas do passado quando seu pai falece. Delicado e com reflexivos diálogos, o filme percorre todas as dores de um personagem (e os ótimos coadjuvantes) inteligentes e cativantes. Os atores Peter Macdissi e Paul Bettany conseguem extrair de seus personagens todo amor e carinho de uma relação secreta que passa uma grande verdade para o lado de cá da tela. Um emocionante filme, disponível na Amazon Prime.

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

Há uma impressionante linda passagem entre os arcos, harmônicos e com recheio de emoções perdidas ou encubadas principalmente do amargurado protagonista que acaba se descontruindo e se construindo novamente aos nossos olhos. Não chega a ser um road movie mas é um caminho de descobertas, ou, encerramentos de capítulos não terminados de um passado que vivia gritando dentro de Frank. A delicadeza percorre todos os menos de 100 minutos de projeção, mesmo nas partes mais dolorosas como os preconceitos sofridos há uma quebra de hipocrisia com sarcasmos e muitos risos, alguns desses provocados pelo ótimo personagem Wally (o quase desconhecido por aqui, o ator libanês Peter Macdissi em grande atuação).

Fica mais rico ainda o filme se analisarmos pela ótica de Beth, a referência em quase tudo que conhece sobre livros e vivência vem desse tio tão especial para ela, como se fosse uma filha para ele. Uncle Frank não deixa de tocar o ponto principal a todo instante, relacionamentos pais e filhos, na linha do protagonista e na de muitos dos personagens coadjuvantes, seus conflitos e suas escolhas. Um belo trabalho de Bell e cia.

 

Caminhos Violentos (EUA, 1986)

Violência gera violência. Explorando uma relação explosiva entre pai e filho, o cineasta nova iorquino James Foley nos apresenta um longa-metragem repleto de questões que envolvem principalmente questões familiares e a falta de uma maturidade em um início de uma fase adulta conturbada, sem muitas referências. Somos testemunhas de caminhos inconsequentes, violentos em uma primavera de 1978 no interior da Pensilvânia. Vale o destaque também para a trilha sonora, com direito a canção Live to Tell da Madonna. Destaques para as atuações de Christopher Walken Sean Penn.

Na trama, conhecemos Brad Jr. (Sean Penn), um jovem que trabalha com um bico pouco rentável e vive com a mãe, a avó e o irmão em uma simples casa na Pensilvânia. Brad Jr. se apaixona por Terry (Mary Stuart Masterson) com quem deseja fugir da cidade e ter uma nova vida. Mas, ao mesmo tempo, Brad tem em sua vida novamente o seu pai, o bandido Brad Sr. (Christopher Walken) com que começa a ter uma reaproximação que culminará em um desfecho tenso, frio e sangrento.

Baseado em fatos reais, At Close Range, no original, possui um roteiro bem desenvolvido, assinado por Nicholas Kazan. As verdades da vida são colocadas todas expostas, nem toda trama tem um final feliz, como muitas trajetórias inconsequentes e/ou perdidas do lado de cá da telona. O foco é total na relação complicada entre pai e filho, uma verdadeira luta entre a imaturidade e o pensar sem escrúpulos. Toda a trajetória é violenta, desde o abandono da ex-esposa e dos filhos até a maneira como lida com isso e os inconsequentes atos que se seguem. Um filme marcante, com cenas fortes que apresentam ao público uma história chocante, indicado ao Urso de Ouro no Festival de Berlim.

 

Charter (Suécia, 2020)

Se tivesse que escolher, você ficaria com sua mãe ou seu pai? Indicado da Suécia ao próximo Oscar na categoria Melhor Filme Estrangeiro, Charter, escrito e dirigido pela cineasta sueca de 34 anos Amanda Kernell, possui um arrepiante abre alas, um diálogo no escuro que diz muito sobre sentimentos dúvidas/incertezas que veremos ao longo dos intensos 94 minutos de projeção. No início tudo é muito misterioso, aos poucos vamos descobrindo as verdades e alguns porquês (nem todos) sobre como todos os personagens foram parar ali naquela situação complexa que envolve guarda das crianças, a polícia, assistentes sociais, e uma mãe em fuga com os próprios filhos. Um drama profundo, muito bem dirigido. A atuação de Ane Dahl Torp é uma das melhores dos últimos anos quando pensamos em filmes europeus.

Na trama, conhecemos Alice (Ane Dahl Torp) uma mulher que precisou se distanciar dos dois filhos, Elina (Tintin Poggats Sarri) e Vincent (Troy Lundkvist) por alguns meses esperando sair a decisão sobre a custódia das crianças. Mas certo dia, Vicent liga para mãe no meio da noite e isso faz com que ela volte correndo para o lugar onde seus filhos vivem e acaba sequestrando as crianças com destino às ilhas canárias. Mas o pai das crianças, o indecifrável Mattis (Sverrir Gudnason) não deixará barato e aciona a polícia em busca do paradeiro deles.

O roteiro bate na tecla ‘Peso na consciência’ constantemente. Há uma mágoa imensa dos filhos para com a mãe deles. Por conta de escolhas do passado, isso fica evidente com mais clareza quando analisamos as atitudes pela ótica da filha Elina. Mas as demonstrações de arrependimento os une, quando o espírito materno grita, atitudes desesperadas e impulsivas se jogam na tela gerando uma fuga para redescobertas e um entrelinhado pedido de desculpas embutido em cada atitude simpática vindo dessa mãe que se distanciou mas voltou.  Charter é uma poderosa Fita nórdica que fala sobre assuntos importantes que acontecem diariamente no mundo, principalmente quando envolve filhos, pais e separação.

 

On the Rocks (EUA, 2020)

As verdades precisam ser contadas ou descobertas? Analisando um peculiar raio-x da desconfiança na cabeça de uma esposa que se sente afastada do marido, a cineasta Sofia Coppola (que escreve e dirige esse projeto) nos leva em bom ritmo a uma trama repleta de ótimos diálogos mesmo com um clima amargurado que percorre toda a trama. Entre um drink e outro pai e filha nos divertem com diálogos sobre casamentos, o mundo, traições, escolhas, atos machistas. Bill Murray Rashida Jones nos brindam com ótimas atuações. As passagens dos arcos são lindas, metáforas de interseção entre a cidade e os problemas cotidianos entre quatro paredes.

Na trama, conhecemos Laura (Rashida Jones) uma escritora que está em uma péssima fase no seu trabalho e ainda começa a desconfiar da constante falta de tempo do seu marido Dean (Marlon Wayans). Nisso, surge seu pai Felix (Bill Murray) na história, um negociante de artes bem sucedido, sedutor, bom vivant, que acha ser o maior conhecedor sobre relacionamentos da face da terra. E assim, no vai e vém pelas principais ruas de uma nova Iorque que nunca dorme pai e filha tentarão descobrir se há segredos de Dean.

Uma pulga atrás da orelha é uma expressão que se encaixa na vida da protagonista. Em busca da própria aventura, Laura tenta a todo instante analisar cada variável da vida que leva e acaba entrando em constante pane emocional quando vestígios de mentiras aparecem em sua frente. Nessa hora que surge a figura do pai, de cara vemos uma relação pai e filha muito amistosa, resumindo é objetivo e deveras protetor por parte do mais velho. Caricato, porém, exalando carisma, o seu excêntrico Felix vira algo marcante na história, méritos do sempre hilário Bill Murray. Os ótimos diálogos não avançam muito em profundidade e a situação matrimonial ganha contornos de background em alguns momentos.

Mesmo não sendo perfeito, On the Rocks nos apresenta um drama disfarçado de comédia elegante com pitadas sobre um recorte do que acontece entre quatro paredes.

 

Mãe e Muito Mais (EUA, 2020)

Há sempre espaços nas histórias da vida para um final melhor. Camuflado de comédia bobinha Mãe e muito maisé muito mais que uma historinha água com açúcar. Consegue traçar paralelos reflexivos sobre idade, dúvidas, incertezas dentro de um contexto de amizade que passa de mães para filhos. Escrito e dirigido pela cineasta Cindy Chupack (produtora do famoso seriado Sex and the City) o filme aposta em três recortes de relacionamento mãe x filho diferentes, com três artistas fantásticas que transpiram carisma.  Ao longo de simpáticos 100 minutos, o longa-metragem, que está disponível no catálogo da Netflix, caminha, nem tão raso, nem tão profundo, por assuntos tabus dentro desses relacionamentos.

Na trama, conhecemos as inseparáveis amigas Carol (Angela Bassett), Gillian (Patricia Arquette) e Helen (Felicity Huffman) que viveram a vida toda no interior de uma grande cidade e todas elas presenciaram a formação de cada um dos respectivos filhos delas. Quando em uma conversa argumentam sobre os porquês dos filhos não ligarem no dia das mães, impulsivamente resolvem ir atrás deles, que são amigos, e moram, cada um em sua casa, em Nova Iorque. A partir daí, casa uma delas tentará entender situações, melhorar relacionamentos e aparar problemas do passado pensando sempre em ter um futuro melhor no relacionamento mães e filhos.

Aquela sensação angustiante de ver o filho crescer e se importar pouco com a mãe. Esse raciocínio é a alma das personagens, seus objetivos passam por essa questão e o que o roteiro faz para descascar esse tema é muito produtividade, pois, habilmente, consegue abre abas, como subtemas, para questões existenciais resolvidas dupla, mãe e filho. Andando pelas ruas de Nova Iorque, muito parecido com a sensação de vários outros filmes (clichê mas bem válido), as mamães chegam à encruzilhada de que talvez não possam ser tão perfeitas como elas pensam, nem seus filhos.

Falando sobre traição, sexualidade, síndrome do ninho vazio, questões mal resolvidas de um passado longe mas presente o trio de amigas se descontroem aos olhos mais atentos em busca de um novo norte. Por isso, podemos afirmar que Mãe e muito mais é uma jornada convincente que mostra muito sobre relacionamentos de mães e seus filhos.

 

Tempestade de Areia (Israel, 2017)

Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade. Selecionado como representante de Israel ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2017, Tempestade de Areia, falado todo em árabe, abre mais uma vez os campos de discussões sobre culturas e tradições sobre os direitos da liberdade de escolha na vida das mulheres que vivem cercadas de imposições de costumes. Na linha de frente da história estão duas mulheres corajosas que sofrem com essas imposições. A cineasta israelense Elite Zexer, em seu primeiro longa-metragem, consegue criar um drama delicado recheado de argumentos para discussões sobre o despertar da necessidade de mulheres que não possuem liberdade de escolhas.

Na trama, conhecemos Layla (Lamis Ammar) uma jovem filha de uma família de beduínos (parte de um grupo árabe habitante dos desertos) que consegue convencer seu pai a deixar ela freqüentar a faculdade. Lá, conhece um grande amor e decide tentar resolver sua situação com seu pai Suliman (Hitham Omari), esse que acaba tomando decisões drásticas em relação a isso. Ao mesmo tempo, sua mãe Jalila (Ruba Blal) está irritada com o segundo casamento de seu marido e busca, mesmo em meio aos próprios conflitos, entender a situação de Layla e ajudá-la.

Atrás dos véus, estão duas mulheres fortes e corajosas, mãe e filha. Um conflito ideológico, oriundo de tradições e culturas, é imposto para a jovem Layla. Querendo lutar pelo seu direito de amar quem ela bem desejar, entra em choque com a imposição do pai de arranjar um casamento com quem ele quer. Já sua mãe Jalila viveu todo o drama de não saber com quem iria se casar e sofre atualmente com a preferência do marido para a segunda esposa. Os retratos emocionais se refletem nas situações mostradas, como as necessidades que Jalila passa com suas filhas enquanto a nova esposa do marido tem uma nova casa com geladeira funcionando e eletricidade.

A passividade do pai em alguns momentos chama a atenção. A mãe, figura forte e muito centrada tenta ajudar sua filha em certos momentos mas sempre na dúvida do que realmente quer para ela. Com o sofrimento imposto pelo segundo casamento de seu marido, as prováveis conseqüências de ajudar a filha a ir atrás do destino que ela quer são jogadas para escanteio, prevalece o amor pela filha. As escolhas que são feitas, já no ato final, mostram os conflitos e até onde conseguimos ir pra lutar contra quem amamos.

Vencedor do Grande Prêmio do Júri na categoria World Cinema Dramatic no Festival de Sundance, Tempestade de Areia é um grito de socorro para essas mulheres que vivem presas em conflitos sem poder respirar suas próprias escolhas e conhecer o que é liberdade.

 

Tempestade (França, 2015)

Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos. Vencedor de dois prêmios no aclamado Festival Internacional de Cinema de Veneza em 2015, Tempête, no original, dirigido pelo francês Samuel Collardey, é uma daquelas pérolas sensíveis, raras, que explora a ausência até seu último suspiro. Dúvidas e escolhas são bastante explorados pelos personagens, repletos de indagações e sonhos, quase análogos à incerteza quando estamos passando por uma fase adolescente para a fase adulta. Um recorte maduro sobre a paternidade e a busca por melhores condições para uma família.

Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.

A ausência é um tema importante, explorado com leveza, também acompanha toda a história, os caminhos da maturidade até a responsabilidade, grande dilema do protagonista. Há um certo descontrole quando se vê cheio de tempestades em sua vida, com a eminência da perda da guarda de seus filhos e a decisão de pensar em um trabalho remunerado que o deixe mais presente, em terra, perto deles. Movido pelo amor que tem pelos filhos, o protagonista embarca em uma transformação em sua vida pessoal e profissional, se apegando em seus sonhos para escrever um horizonte cheio de esperança e estabilidade.

Um pai ausente mas amoroso, irresponsável com detalhes da vida mas que ajuda quando está por perto. Dom, personagem marcante, é um retrato de parte da sociedade que na busca pro melhores condições para a família acaba abdicando de momentos importantes na formação dos filhos. Tempestade é um recorte que exala humanidade, duro, transformador quando estamos em um limite de nossas forças e de como todos os dias podemos aprender mais sobre nosso mundo.

 

Um Lindo dia na Vizinhança (EUA, 2019)

A mudança do mundo destruído pelas palavras. Um cotidiano das emoções em forma de declamações, um livro contado sobre a arte das emoções. Baseado em fatos reais, mais precisamente do artigo de Tom JunodCan You Say … HeroUm Lindo dia na Vizinhançaque estreou faz poucos dias no concorrido (por termos muito poucas salas) circuito brasileiro de exibição, navega pelos sentimentos de forma bastante simples que dão a entender algo parecido a original, as declamações de pensamentos nos levam ao instantâneo ato de pensar sobre aquilo buscando referências em nossas próprias vidas. No papel principal o ator Matthews Rhys, em atuação apenas ok. No papel coadjuvante, nosso eterno Forrest. Tom Hanks é um ator diferenciado, sempre em busca dos mais complexos personagens e sempre com maestria para nos contar suas histórias. Somos sortudos por ser da mesma geração desse gênio da arte de interpretar. A direção é da cineasta californiana Marielle Heller (do elogiado Poderia Me Perdoar?).

Na trama, conhecemos um rabugento jornalista Lloyd Vogel (Matthew Rhys, do ótimo seriado The Americans) que após uma ordem de sua chefe, precisa fazer um texto de 400 palavras sobre o famoso apresentador de público infantil, Fred Rogers (Tom Hanks). Conforme vai conhecendo mais a fundo seu entrevistado, o protagonista começa a passar por mudanças profundas na sua forma de pensar e expressar seus sentimentos, principalmente com o recém aparecido pai.

Um Lindo dia na Vizinhança é um projeto peculiar que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência. Não deixa de ter também quebra de certos paradigmas como o olhar para a câmera. A tal da inteligência emocional, a partir da inspiração. Um Lindo dia na Vizinhança é um filme que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência, isso pode acontecer. A paciência é um fator importante. Nas imperfeições, a subtrama do protagonista e sua saga em reconciliar com seu pai seja pouco profunda, quando Hanks sai de cena o filme dá umas despencadas, mesmo Chris Cooper estando ótimo no papel do pai do protagonista.

Onde ir onde quando a alma está ferida? Um fator interessante é que há uma conversa franca com o espectador. Uma grande sessão de terapia que ultrapassa as barreiras da telona. Muitos podem se identificar demais com a história contada, sobre pais e filhos. Psicólogos, psicanalistas, psiquiatras precisam assistir a esse filme. Gera um bom debate.

 

Bacalaureat (Romênia, 2016)

Ética é a concepção dos princípios que escolhemos, moral é a sua prática. Depois de encantar o mundo cinéfilos com filmes como 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, o renomado cineasta romeno Cristian Mungiu volta ao universo cinematográfico, após um hiato de quatro anos, com o profundo longa metragem Bacalaureat, que lhe rendeu nada mais nada menos que o prêmio de melhor diretor no último e badalado Festival de Cannes. Explorando os caminhos tumultuados que um pai precisa tomar para que sua filha tenha uma vida distante dos problemas de onde vivem, Mungiu acaba fazendo uma grande exploração bastante Kantiana traçando um paralelo emblemático entre escolhas e consequências no mundo atual.

Na trama, conhecemos o médico Romeo (Adrian Titieni), um homem de idade mediana que mora com sua mulher Magda (Lia Bugnar) e sua filha Eliza (Maria-Victoria Dragus) em um bairro de classe média de uma cidade da Romênia. Romeo possui uma amante, Sandra (Malina Manovici), por quem possui um carinho enorme. Quando sua filha Eliza sofre uma violência a caminho da escola e isso a impede de completar a tempo questões de uma prova importante para o futuro dela, Romeu precisará caminhar por uma estrada onde uma linha tênue divide as posições da ética e da moral.

Um dos fatores mais interessantes do fantástico roteiro, escrito pelo próprio diretor do filme, é que as ações e consequências que vemos ao longo dos 122 minutos de projeção parecem um grande debate filosófico, pisando em linhas éticas e morais, passando pelo tráfego de influência e manipulação em um sistema de ensino rígido. Todas as peças contribuem para o debate, Romeo é apenas nossos olhos nesse tabuleiro de escolhas, um homem comum, com seus princípios, talvez nada diferente de mim ou de você.

As ações das pessoas influenciam o comportamento do indivíduo. Sem uma mancha no currículo e com uma reputação irreparável, Romeo em poucos dias ultrapassa todos os limites éticos possíveis fazendo com que sua personalidade mude e que as emoções fiquem à flor da pele. As variáveis do protagonista são muito bem exploradas pelas lentes inteligentes de Mungiu, percebemos o constrangimento e a decepção caminharem lado a lado, Romeo fica completamente esgotado. Os embates e diálogos com sua filha são as cerejas no bolo, definindo também uma necessidade de Eliza em trilhar seus próprios pensamentos, se distanciando da proximidade de seu pai e tomando as atitudes que melhor achar.

Bacalaureat, infelizmente, não tem previsão de estreia no Brasil. Uma pena, discutir sobre a maneira de se comportar regulada pelo uso (moral) e os costumes (ética), é um prato cheio para nós cinéfilos que gostamos de traçar paralelos com nossa realidade. Esse filme tem muito de muitos lugares.

 

Um Limite Entre Nós (EUA, 2016)

Mude suas opiniões, mantenha seus princípios. Dirigido e protagonizado pelo genial artista Denzel WashingtonFences fala sobre a vida de um homem, seus conflitos, suas convicções e suas relações conturbadas e cheias de princípios com sua família. Baseado na peça homônima de enorme sucesso escrita por August Wilson (que assina o roteiro), e também protagonizada por Denzel nos teatros (papel que lhe rendeu o prestigiado prêmio Tony em 2010), o longa metragem tem momentos de pura poesia que nos faz pensar a cada minuto sobre nossa vida e nossos sonhos nesse imenso mundo cheio de diversidades em que vivemos. Talvez a cereja do bolo, as atuações de Denzel e Viola Davis são magistrais.

Na trama, ambientado na década de 50 nos Estados Unidos, acompanhamos a trajetória de Troy Maxson (Denzel Washington) um homem analfabeto, que foi preso por anos, e depois trabalhou duro todos os dias para sustentar sua família, de origem humilde, em um bairro familiar norte americano. Frustrado toda vida por não conseguir ter sido um jogador de baseball profissional, com todo o talento que tinha, seu destino lhe reservou outra história e assim ele vive o cotidiano entre um drink e outro, tentando se manter consciente em casa e no relacionamento conturbado que possui com sua mulher Rose Maxson (Viola Davis) e seus dois filhos além de ter que cuidar do irmão Gabriel (Mykelti Williamson), um ex-combatente do exército que voltou com problemas da guerra.

Mesmo falando de assuntos familiares complicados, com a ótica totalmente em cima nas escolhas que o protagonista toma, o filme respira poesia e leveza. As lições que o texto de August Wilson provoca no espectador são inúmeras. As cercas do título fazem total sentido, é o paralelo com Troy que parece ter colocado uma grande proteção em volta de quem os cerca. Mesmo com atitudes impulsivas e seguindo uma regra de disciplina fervorosa, Troy é o retrato de grande parte dos trabalhadores norte americanos de origem humilde na década de 50, esperando por chances que às vezes nunca chegam, lutando contra preconceitos todo dia. Podemos fazer uma analogia com os tempos atuais de crise não só no Brasil mas em boa parte do planeta.

O filme ganha contornos mais dramáticos quando Troy conta a sua esposa Rose, com quem é casado há 18 anos, que terá um filho em breve de uma amante. Essa cena já vale o ingresso, Viola e Denzel não dão só show, dão aula em cena. A partir desse ponto, muita coisa muda na visão de Rose mesmo Troy tentando se manter firme em suas atitudes e as conseqüências que chegam a partir disso, como o distanciamento do filho mais novo que é praticamente expulso de casa certo dia pelo pai.

Fences possui cerca de 140 minutos, e praticamente nem sentimos. Podemos dizer que é um teatro filmado, com poucos cenários e impactantes diálogos. É uma história forte, muito bem escrita e atuada que conta com atuações espetaculares de dois dos melhores atores norte-americanos em atividade. Bravo!

 

Más Notícias para o Sr. Mars (França, 2016)

Os velhos acreditam em tudo, as pessoas de meia idade suspeitam de tudo, os jovens sabem tudo. O novo trabalho do cineasta alemão Dominik Moll (O Monge) é antes de tudo um filme que dita suas regras nas entrelinhas da loucura de uma mente reclusa e exausta dos seus caminhos iguais dia após dia. Explorando bastante seu caricato protagonista, Moll transporta para tela, de maneira bem leve (e muitas vezes bem estranha), as dezenas de possibilidades que o ser humano tem todo dia de acordar e sair da rotina estressante.

Na trama, somos apresentados a Philippe (François Damiens), um analista de sistemas que vive uma vida certinha, cheia de regras e pacata em uma cidade francesa. Perto de fazer quase 50 anos sua ex-mulher, uma repórter famosa de uma emissora francesa,  decide de uma hora para outra se mudar para a Bruxelas, deixando os dois filhos adolescentes para ele cuidar. Só isso já seria impactante em sua rotina mas para deixar mais maluca essa história, Philippe começa a enfrentar problemas no seu trabalho, tendo que trabalhar com um funcionário que vai alterar de vez os rumos dessa história.

É preciso paciência e colocar nossas células cinzentas para buscar as associações que o roteiro também escrito pelo diretor busca explorar. Obviamente, a crise de meia idade é o ponto de start para que o fechado protagonista comece a navegar em sua controlada loucura que afeta (e ele também é afetado) a todos que o cercam, desde os novos ‘amigos’ de trabalho, a ira de um supervisor escandaloso, sua relação com os dois filhos, a distância de sua ex-esposa e o aparecimento em tons fantasmagóricos hilários de seus pais.

Exibido no Festival de Berlim em 2016, esse curioso projeto, tem como protagonista o excelente e versátil ator belga François Damiens.

Corre que dá tempo: 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar!

2026 está chegando, e todas as pessoas que amam séries estão ansiosas pelos próximos lançamentos que chegarão no ano que vem. Mas você assistiu a todas as grandes séries de 2025? Para quem está em seu momento de descanso, entre o natal e o ano novo, e procura uma obra seriada pra conferir nos streamings, fica aqui as 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar.

 

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.

 

Dexter: Ressurreição (Paramount Plus)

Depois de sobreviver milagrosamente a um tiro dado pelo próprio filho na jornada anterior, Dexter (Michael C.Hall) parte rumo a uma nova Iorque que ele não conhece em busca de reestabelecer os laços com seu único herdeiro, Harrison (Jack Alcott). Nesse lugar, cheio de caminhos e reflexões, acaba batendo de frente com um clube de serial killers – um prato cheio pra quem gosta de fazer justiça com as próprias mãos.

 

It: Bem-Vindos a Derry (HBO MAX)

Com um episódio piloto simplesmente brilhante e surpreendente, em It: Bem-Vindos a Derry, ambientado no início da década de 1960, acompanhamos uma série de situações sinistras que ocorrem na cidade de Derry, antes dos eventos de It: A Coisa.

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

Chad Powers (Disney Plus)

Nascido de uma pegadinha feita anos atrás pelo ex-jogador da NFL Eli Manning – vencedor de dois super bowls – para uma série documental da ESPN, o personagem fictício Chad Powers ganhou uma inesperada série – e muito interessante, por sinal. No papel principal, o ator Glen Powell – em ótima atuação – dá vida a um homem frustrado em busca do recomeçar. Com seis episódios em sua primeira temporada, a série convence ao transformar uma fórmula batida – que tinha tudo pra dar errado – em um verdadeiro touchdown!

 

Homem x Bebê (Netflix)

Aos 70 anos, e após uma breve participação no longa-metragem Wonka (2023), o ator e comediante britânico Rowan Atkinson, conhecido por seu inesquecível personagem Mr. Bean, volta a uma grande produção, dessa vez em parceria com a NETFLIX. Homem x Bebê, minissérie curtinha de apenas quatro episódios, apresenta eventos dissonantes na vida de um homem ingênuo mas de bom coração que se vê envolvido em uma situação pra lá de inusitada.

 

Ninguém nos Viu Partir (Netflix)

Ambientado na década de 1960, em Ninguém nos Viu Partir, conhecemos Valeria (Tessa Ia), uma jovem que largou o mestrado e foi obrigada a se casar com o arquiteto Leo (Emiliano Zurita), em um acordo entre as famílias judias que residem no México. O casal tem dois filhos. O tempo passa e Valeria se apaixona pelo cunhado do marido, Carlos (Gustavo Bassani). Após descobrir a traição, Leo, com a ajuda do pai, Samuel (Juan Manuel Bernal), sequestra as crianças e foge para a Europa. Durante muitos meses, Valeria se vê em uma busca cheia de reviravoltas, movida pelo sonho de voltar a ver as crianças.

 

O Monstro em Mim (Netflix)

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

 

O Naufrágio do Heweliusz (Netflix)

Era o início do ano de 1993, na Polônia. O enorme cargueiro MS Jan Heweliusz, construído no final da década de 1970, se preparava para mais uma jornada atravessando o Mar Báltico. A bordo, mais de 60 pessoas – entre passageiros e tripulantes. Durante uma manobra arriscada – mas necessária diante das condições que se estabeleceram –, a embarcação começou rapidamente a afundar, se tornando um dos maiores desastre marítimos europeus.

 

Stranger Things (Netflix)

Submetida a experimentos por um cientista que a roubou de sua mãe, Eleven tem super poderes e pode controlar objetos com a mente. Ao longo das temporadas de Stranger Things vamos conhecendo melhor sua trajetória no passado, já rumando para um presente onde seus amigos precisarão de seus poderes para vencer o mal.

Dossiê 007 | Octopussy (1983) – 13º Filme ficou marcado pelo ano do Duelo entre Roger Moore e Sean Connery

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada em nova data para o dia 30 de setembro de 2021 exclusivamente nos cinemas – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.

Desde a febre que se tornaram os filmes de espiões da década de 1960 graças ao sucesso fenomenal de 007 após A Chantagem Atômica (1965), a franquia não via um evento tão badalado quanto o que ocorreu no ano de 1983. Esse foi o ano marcado pelo duelo definitivo dos dois maiores James Bond do cinema: Roger Moore e Sean Connery. Sim, já havíamos tido um ano marcado com duas produções do agente secreto no cinema – quando 1967 trouxe Só Se Vive Duas Vezes e a paródia Cassino Royale. Mas agora era diferente, com dois filmes sérios sobre o espião. Começaremos com o 13º Filme da Franquia oficial da EON, Octopussy. Confira abaixo.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Produção

A franquia 007 no cinema seguia pelos anos 1980, agora com seu segundo filme na década. Com isso, a EON produzia filmes do espião por três décadas agora. O dono da franquia Albert R. Broccoli, como dito anteriormente em outras matérias da coluna, cuidava dos filmes sozinho após a partida do ex-parceiro Harry Saltzman. Bem, não tão sozinho, já que trazia para perto como produtor e roteirista seu enteado Michael G. Wilson – que havia estreado como executivo em O Foguete da Morte e chegava a seu terceiro filme na série.

O filme anterior, Somente para Seus Olhos, foi uma investida mais sóbria e pé no chão para um filme de James Bond, após a franquia ter ido literalmente para o espaço em O Foguete da Morte – pegando carona no sucesso de Star Wars. E Somente para Seus Olhos fez sucesso, mas não se comparou ao blockbuster do citado filme espacial de 007. Assim, a opção era por deixar o próximo filme menos sério e sisudo, ao mesmo tempo sem ser fantasioso demais. Novamente um filme de James Bond pegava carona num sucesso recente do cinema. Aqui, a opção foi por criar uma aventura leve e descontraída, no clima do cinema de matinê. Já adivinhou? Isso mesmo, o próximo 007 seria criado, em partes, no clima de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), que havia dominado as bilheterias dois anos antes.

A escolha foi pelo último livro que autor Ian Fleming escreveu, Octopussy. Para a empreitada foi contratado novamente o diretor John Glen, em seu segundo filme consecutivo na direção da franquia. E para se aproximar do clima de matinê almejado pela produção, a trama usaria em suas cenas de ação locações exóticas como a Índia, lutas em cima e em baixo de um trem em movimento e James Bond se arriscando numa floresta contra a fauna local, enfrentando tigres e aranhas assassinas. Mas a maior epopeia da produção ainda estava por vir, na hora de escalar o protagonista…

James Bond

Com cinco filmes nas costas no papel de James Bond, Roger Moore já havia passado dos 50 anos e se encontrava, bem, velho para o papel. De fato, o ator estava com 56 anos e pronto para se aposentar do espião. Dito e feito, seu desligamento correu de forma suave. A produção, por outro lado, começou a correr para encontrar o próximo intérprete do agente secreto da Rainha. Como de costume, muitos atores foram testados pelo mundo, até que os produtores optaram por ninguém menos que o muito americano James Brolin. Se você não sabe quem ele é, o ator é pai de Josh Brolin e casado com Barbra Streisand.

Brolin fazia sucesso na década de 1970 com filmes de gênero, como as ficções Capricórnio Um (1977) e Westworld – Onde Ninguém Tem Alma (1973), e o horror sobrenatural Terror em Amityville (1979). Apesar de ser americano, Brolin impressionou bastante em seu teste de elenco e era capaz de fazer um sotaque europeu que lhe colocava como um cosmopolita. Ele agradou muito em seus testes, fosse nas cenas de ação ou românticas e ficava bem de terno. Tais testes podem ser encontrados nos DVDs e Blurays de Octopussy e talvez online.

Mas James Brolin não é o ator que vemos no filme, você diz. O que aconteceu? Bem, entrou em cena uma coisa chamada notícias de bastidores em Hollywood. E na época era divulgado aos quatro ventos que ninguém menos que Sean Connery, o James Bond original, havia assinado contrato para retornar ao papel fora da cronologia oficial da EON, devido a um acordo que eu já mencionei aqui em textos passados da coluna Dossiê 007, entre o produtor Albert Broccoli e Kevin McClory, dono dos direitos de A Chantagem Atômica, uma das maiores bilheterias da franquia. Em termos atuais é o que temos com o personagem Homem-Aranha, dividido entre a Disney (Marvel) e a Sony. Connery voltaria num filme chamado Nunca Mais Outra Vez, produzido pela Warner.

Assim, sabendo que James Brolin nunca seria páreo para Sean Connery, a EON tratou de usar quaisquer artifícios que fossem para trazer o seu bom e velho James Bond oficial, Roger Moore, de volta para um novo (o sexto) round na pele do espião. Mesmo que estivesse passando do tempo no papel, como dito aos 56 anos.

Missão Secreta

A principal influência de Octopussy era o sucesso de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida que havia despertado a febre das aventuras de matinê na selva. Assim, a trama joga James Bond na Índia, uma locação exótica, onde entre outras coisas se vê numa floresta enfrentando animais como tigres e aranhas, e inclusive se balançando em cipós ao som de Tarzan. A história desta vez é simples e meramente uma desculpa para uma das aventuras mais despretensiosas do espião, porém, uma muito divertida.

Na trama, James Bond segue pistas do assassinato de um espião britânico e chega a um militar russo renegado, que por sua vez o leva ao esquema de tráfico na Índia, onde irá se deparar com a sedutora Octopussy, a líder da organização. Essa é provavelmente uma das histórias mais simples da franquia, marcada pelas cenas de ação eletrizantes. E também por alguns momentos bizarros de humor, como quando 007 se veste de palhaço e se infiltra num circo, onde se desenvolve grande parte da ação. Além das citadas desventuras com animais e o trecho com os cipós.

Bondgirls e Aliados

Essa é a primeira e única vez na franquia em que o título do filme leva o nome de uma Bondgirl. Deu para ver a importância que a contrabandista Octopussy possui. Ela é interpretada pela bela Maud Adams, atriz que estranhamente já havia participado como a Bondgirl secundária em O Homem com a Pistola de Ouro. Aqui, Adams vive a protagonista feminina e uma personagem totalmente diferente. A dúbia Octopussy começa como vilã, mas aos poucos é contagiada por 007 para fazer o que é certo, levando em conta inclusive que seu pai era um agente britânico. Octopussy tem fortes ligações com o circo e é baseada na Índia, usando roupas típicas do lugar, além de participar da ação igualmente. Octopussy entra na lista de muitos fãs como uma das melhores Bondgirls da franquia.

Lois Maxwell volta em seu 13º filme no papel da secretária Moneypenny, e Desmond Llewelyn ganha mais tempo de cena na pele do inventor Q, inclusive participando da ação no terceiro ato a bordo de um balão de ar quente. O filme também marcaria pela estreia do novo intérprete do chefe M, o ator Robert Brown. Ele permaneceria no papel por quatro filmes até a era Pierce Brosnan.

Vilões

Podemos dizer que o chamariz do filme é a presença de Maud Adams como a anti-heroína Octopussy. Afinal, o título do filme leva seu nome. Ela é uma personagem dúbia, que começa como vilã e se redime como Bondgirl aliada. Seja como for, ela é a grande atração. Mas o filme ainda possui outros vilões menos memoráveis. A começar pelo inimigo de plantão de todo filme na década de 1980: um russo. O General renegado do exército soviético Orlov é o típico vilão que se espera em um filme assim. Ele é interpretado pelo vilão de plantão Steven Berkoff, principal antagonista em filmes como Um Tira da Pesada (1984) e Rambo II – A Missão (1985).

Fora ele, na parte indiana da trama a principal ameaça é o manipulador Kamal Khan, que possui uma relação de domínio com Octopussy. O vilão é vivido pelo francês Louis Jourdan. E como de praxe nos filmes de 007, Khan possui seu próprio capanga que é um osso duro de roer. Gobinda, papel de Kabir Bedi, é o segurança especialista em lutas e espadas, que destrói dados de jogos com a força do aperto de sua mão. O curioso é que tanto Louis Jourdan quanto Maud Adams fazem uso do que seria considerado white washing hoje em dia, interpretando personagens não condizentes com sua etnia. Jourdan chega a fazer uso de uma “brown face”, uma maquiagem para “torna-lo” indiano. Fato que deve descer de forma quadrada para os mais patrulheiros do politicamente correto.

Relatório

O que podemos dizer sobre Octopussy? Não é um dos mais odiados da era Roger Moore e isso conta muitos pontos. Porém, para ser justo, talvez seja um dos mais esquecíveis, permanecendo naquele conforto bem no meio entre os piores e os melhores onde quase ninguém lembra dele. É seguro dizer que a maioria o considera um episódio não muito memorável da franquia. Porém, existe sim um outro grupo de fãs que o coloca alto no ranking, o considerando um filme subestimado. Definitivamente é uma aventura despretensiosa e divertida, que não se leva a sério, mesmo sem ser alucinada o suficiente como O Foguete da Morte, por exemplo.

O maestro John Barry retorna e cria uma trilha com ares de Indiana Jones bem a calhar para o filme. A cantora Rita Coolidge cria uma das canções mais emblemáticas da franquia e uma de minhas preferidas, com a romântica e empolgante ‘All Time High’. Octopussy fez um enorme sucesso nas bilheterias do ano de 1983, mostrando que Roger Moore ainda tinha gás no papel. E ironicamente, apesar de Sean Connery ser o 007 preferido da maioria, quem saiu melhor da disputa dos dois James Bond daquele ano foi justamente Roger Moore, com Octopussy superando os números de Nunca Mais Outra Vez – sobre o qual iremos falar no próximo Dossiê 007.

‘MegaTubarão’: Trailer internacional traz cenas INÉDITAS; Confira!

Após ter seu primeiro e insano trailer divulgado ontem, ‘MegaTubarão‘ ganhou um novo trailer internacional, com várias cenas inéditas.

Confira, e compare:

A produção estreia no Brasil dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.

O elenco conta com Jason StathamRuby RoseLi Bingbing, Cliff Curtis e Page Kennedy.

Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.

filme é dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘).


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‘Hellboy’ ganha novo cartaz; Trailer será lançado na quinta-feira!

O reboot de ‘Hellboy‘ ganhou um novo cartaz. Além disso, o IGN divulgou que o primeiro trailer do longa será lançado nessa quinta-feira (20).

Confira a arte:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

‘Ready or Not’: Noiva de esconde de assassinos em novo clipe; Assista!

O terror ‘Ready or Not‘ ganhou um novo clipe.

Confira:

Dirigido por Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin, o roteiro é assinado por Guy BusickRyan Murphy (de ‘American Horror Story‘).

A trama segue uma jovem noiva (Weaving) enquanto ela conhece a família rica e excêntrica de seu marido (O’Brien) em uma tradição que logo se transforma em um jogo mortal com todos lutando para sobreviver.

O elenco inclui Samara Weaving (‘A Babá‘), Adam Brody (‘Garota Infernal‘), Mark O’Brien (‘A Chegada‘), Henry Czerny (‘Objetos Cortantes‘) e Andie MacDowell.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 23 de agosto.

Paternidade

(Fatherhood)

 

Elenco:

Kevin Hart

Alfre Woodard

Meldoy Hurd

 

Direção: Paul Weitz

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Netflix

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de junho de 2021 na Netflix

Sinopse: 

Um pai cria sua filha como pai solteiro após a morte inesperada de sua esposa, que morreu um dia após o nascimento da filha.

Curiosidades: 

» Esse filme marca o primeiro papel dramático do ator Kevin Hart;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘A Guerra do Amanhã’: Ficção científica com Chris Pratt pode ser vendida para o Amazon Prime

Originalmente programada para estrear em 2020, a ficção científica ‘The Tomorrow War‘ foi adiada para 2021 por causa da pandemia de coronavírus. Agora, de acordo com o Deadline, é possível que o lançamento nos cinemas seja cancelado e o filme seja lançado direto em um serviço de streaming.

O site afirma que a produtora Skydance pretende vender o longa para algum serviço de streaming. Alegadamente, o filme foi exibido para as maiores plataformas de streaming durante o último final de semana e o resultado foi extremamente positivo, rendendo diversos interessados.

Novas informações devem ser divulgadas em breve. Fiquem ligados!

Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia‘) estrela o projeto. O elenco ainda conta com J.K. SimmonsBetty GilpinSam Richardson, Yvonne Strahovski, Mary Lynn Rajskub e Edwin Hodge.

A história é ambientada num futuro distópico em que a humanidade está perdendo uma guerra contra os alienígenas. Para mudar o trágico prospecto, cientistas recrutam soldados do passado como forma de ajudá-los na batalha. Pratt será um homem que terá que confrontar seu passado para salvar o mundo, enquanto Simmons deve interpretar seu pai. A personagem de Gilpin ainda não foi revelada.

Chris McKay (LEGO Batman: O Filme) comanda o projeto, com roteiro a encargo de Zach DeanBill Dubuque.

David Ellison, Dana Goldberg, Don GrangerJules DalyAdam KolbrennerDavid Goyer serão os produtores, com Rob Cowan atado como produtor executivo. As filmagens devem começar em setembro deste ano em Atlanta e na Islândia.

Herança macabra no trailer ASSUSTADOR do terror ‘Two Witches’; Assista!

O terror sobrenatural ‘Two Witches‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Pierre Tsigaridis é responsável pela direção.

Na trama, uma bruxa passa o seu poder sinistro para sua neta, o que acaba libertando maldições aterrorizantes.

O elenco conta com Kristina Klebe, Danielle Kennedy, Rebekah Kennedy, Tim Fox, Belle Adams Jacob Demonte Finn.

O terror irá estrear oficialmente no Salem Horror Fest no dia 1º de outubro, mas ainda não possui previsão de lançamento.

Cinebiografia sobre o cantor Elvis Presley ganha novo trailer legendado; Assista!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer da cinebiografia de Elvis Presley, estrelada por Austin Butler.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de julho.

Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge: Amor em Vermelho’) é responsável pela direção.

O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Tom Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge).

O elenco também conta com Dacre MontgomeryNatasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.

‘The Hurt Unit’: Melissa George vai estrelar nova série médica estilo ‘Grey’s Anatomy’

De acordo com o Deadline, Melissa George, que já participou de ‘Grey’s Anatomy‘ e estrelou ‘Heartbeat‘, entrou para o elenco da nova série médica ‘The Hurt Unit‘, que está sendo desenvolvida pela ABC.

A atriz interpretará a Dra. Ashcroft, chefe do departamento de psiquiatria do hospital. Ela está constantemente em enfrentamento com o Dr. Danny Marsh (Ben McKenzie). Brilhante e intuitiva, ela cumpre um papel fundamental no tratamento dos pacientes da unidade – além de também aconselhar os próprios médicos.

O elenco ainda contará com Michelle Ortiz, Augustus Prew e Jaime Lee Kirchner.

Matt Lopez (Promised Land) e John Glenn (‘SEAL Team’) serão responsáveis pela série.

A produção está sendo descrita como um drama médico moderno focado em uma equipe talentosa de cirurgiões de trauma e enfermeiros que correm contra o tempo para tratar seus pacientes que não conseguem chegar ao hospital a tempo. Quando os doentes e feridos não conseguem chegar à emergência, eles trazem o tratamento a eles.

O episódio piloto será dirigido por Marc Webb (‘Crazy Ex-Girlfriend’).

Vale lembrar que a produção ainda não ganhou sinal verde da emissora. Apenas o episódio piloto foi encomendado, e uma decisão será tomada com base em seu resultado.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Reboot de ‘Arquivo X’, produzido pelo diretor de ‘Pantera Negra’, terá elenco DIVERSIFICADO

De acordo com o Bloomberg, o diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’) ainda servirá como produtor do reboot da série clássica ‘Arquivo X‘.

Após uma série animada baseada no seriado original ter sido cancelada, o status do reboot havia se tornado incerto. No entanto, o site garante que o desenvolvimento do projeto continua ativo.

Sem muitos detalhes, foi revelado que a nova versão terá um elenco mais diversificado.

Originalmente, a notícia havia sido compartilhada por Chris Carter, criador da série original, no podcast On the Coast With Gloria Macarenko: “Eu acabei de conversar com um jovem, Ryan Coogler, que está fazendo um reboot de ‘Arquivo X’ com um elenco diversificado. Ele terá muito trabalho porque nós já apresentamos tanta coisa neste universo.”

Ao contrário da produção original, a nova versão não está sendo desenvolvida para a FOX.

Anteriormente, David Duchovny havia comentado a possibilidade de um reboot sem o seu envolvimento: Eu acho que, neste ponto, pode haver outra iteração do programa sem nenhum de nós. Não tenho certeza. Ou pode haver um desenho animado. Há muitas maneiras de dar continuidade ao que fizemos. Mas, pessoalmente, para mim, só faria sentido se houvesse Mulder e Scully, sob a supervisão de Chris. Eu não me imagino fazendo parte de algo diferente disso.”

Atriz de ‘Lucifer’ se junta ao elenco da 3ª temporada de ‘Criminal Minds: Evolution’

De acordo com o Deadline, Aimee Garcia (‘Lucifer’) entrou para o elenco da 3ª temporada do revival ‘Criminal Minds: Evolution‘.

Em um arco de múltiplos episódios, a atriz interpretará a Dra. Julia Ochoa, uma das principais neuropsiquiatras do país, que é designada para ajudar um paciente famoso a se recuperar de seu trauma cerebral induzido por lesão.

Ela irá acabar entrando em conflito com Alvez (Adam Rodriguez) que, por sua vez, acredita em uma abordagem mais agressiva do que sua atitude gentil.

Sem data de estreia, o terceiro ciclo deve ser lançado apenas em 2025.

A produção conta com o retorno dos veteranos Paget Brewster (Prentiss), Joe Mantegna (Rossi), A.J. Cook (JJ), Kirsten Vangsness (Garcia), Aisha Tyler (Tara) e Adam Rodriguez (Luke).

Comandada por Erica Messer, a produção serve como sequência de ‘Criminal Minds‘. A trama se passa dois anos após a conclusão da série original.

A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.

Confira o novo trailer LEGENDADO de ‘Coração de Ferro’, próxima série da Marvel

A Marvel divulgou o novo trailer legendado de ‘Coração de Ferro‘ (Ironheart), nova série focada na Riri Williams (Dominique Thorne).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará no Disney+ no dia 24 de junho.

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

coração de ferro poster

The Riders

(The Riders)

 

Elenco:

Brad Pitt
Julianne Nicholson
Danny Huston

 

Direção: Edward Berger

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 4 de Fevereiro de 2027

Sinopse: 

Em THE RIDERS, após viajar pela Europa por dois anos, Fred Scully acaba na Irlanda com sua esposa e a filha. E, por um capricho místico de sua esposa, Jennifer, eles compram uma antiga casa de fazenda que fica à sombra de um castelo. Enquanto Scully passa semanas sozinha reformando a antiga casa, Jennifer retorna à Austrália para liquidar seus bens. Quando Scully chega ao aeroporto de Shannon para buscar Jennifer e sua filha de 7 anos, Billie, é Billie quem emerge — sozinha. Não há bilhete, nenhuma explicação, nem uma palavra de Jennifer, e o choque deixa Billie sem palavras. Naquele instante, a vida de Scully desmorona.

Curiosidades: 

» Supervisionado pela A24, o projeto é inspirado no romance homônimo de Tim Winton;

» David Kajganich assina o roteiro da adaptação;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Documentário sobre vida selvagem da Disney tem mais de 400 horas de filmagem!

O próximo documentário da Disney sobre a vida selvagem, ‘Born in China’, possui mais de 400 horas de filmagem. A revelação partiu do produtor Roy Conli, ao site CinemaBlend.

Segundo o empresário, a paciência foi um elemento necessário para produzir o filme, considerando que demorou três meses para começar a conseguir tomadas que fossem realmente úteis sobre o leopardo-das-neves, um dos animais presentes no longa.

Segundo ele:

“Há mais de 400 horas de filmagem, para um filme de 75 minutos. Para conseguir esse material, você precisa dos melhores cinegrafistas do mundo; eles estão construindo isso especialmente para o cinema. Estes são os melhores cinegrafistas em história natural que existem em qualquer canto. E por sinal, para conseguir o leopardo-das-neves, eles ficaram in loco por 256 dias. Só conseguiram a primeira filmagem no 90º dia”.

Born in China’ é uma produção da divisão Disneynature e é dividida em múltiplas seções, sendo que cada uma delas traz um animal nativo diferente em seu habitat natural, no país asiático. O documentário é narrado por John Krasinski e estreia nos Estados Unidos nesta sexta-feira, 21 de abril.

‘Kung Fury 2’: Michael Fassbender entra para o elenco da sequência

A sequência do aclamado curta-metragem ‘Kung Fury‘ já está em desenvolvimento e agora terá um ator de renome entre os protagonistas.

Segundo o site The Hollywood Reporter, Michael Fassbender vai protagonizar a produção, ao lado de David Sandberg e David Hasselhoff – ambos presentes no primeiro ‘Kung Fury‘.

Além do anúncio do novo membro do elenco, o filme ganhou sua sinopse oficial.

Confira:

“Situado em 1985 em Miami, que permanece segura sob os olhares atentos de Kung Fury, o maior policial do mundo todo. Os Thundercops de Kung Fury são a força policial máxima reunida de toda a história para derrotar o vilão Kung Fuhrer, Adolf Hitler. No entanto, a trágica morte de um Thundercop faz com que o grupo se dissipe e um novo vilão misterioso emerge das sombras para ajudar na busca do Fuhrer a fim de alcançar a melhor arma. Kung Fury deve viajar o espaço e o tempo para salvar seus amigos, defender a prestigiada Academia de Miami Kung Fu e derrotar o mal de uma vez por todas”.

 

Com 30 minutos e efeitos especiais mirabolantes, ‘Kung Fury‘ parece ter saído direto de 1980 para os dias de hoje.

Dirigido e protagonizado pelo sueco David Sandberg, o filme foi realizado através de financiamento coletivo no Kickstarter (que arrecadou US$ 630 mil com 17 mil doações).

Assista na íntegra:

Nesta comédia de ação ao estilo anos 80 um policial lutador de kung fu decide voltar no tempo para matar Adolf Hitler. Durante a viagem, ele ainda passa por tempos pré-históricos, encontra dinossauros, vikings e o deus do trovão nórdico.

True Survivor’, canção-tema do filme, é cantada pelo também trash David Hasselhoff.

Parabéns!

‘WiFi Ralph’: Trilha sonora da animação ganha novos clipes; Assista!

A trilha sonora de ‘WiFi Ralph‘ ganhou novos clipes.

Confira:

A animação estreia no Brasil em 3 de janeiro de 2019.

WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.

Rich Moore, diretor do original, vai comandar a sequência ao lado de Phil Johnston, que co-escreveu ‘Detona Ralph‘ e ‘Zootopia‘.

‘The Blacklist’: atriz de ‘Nip/Tuck’ entra para a 7ª temporada; Confira as primeiras imagens!

Quando a 7ª temporada de ‘The Blacklist retornar, os fãs conheceram um antigo amor de Red, uma bela mulher chamada Cassandra Bianchi. A personagem será vivida pela atriz Joely Richardson, mais conhecida por seu trabalho na série ‘Nip/Tuck‘.

Confira as primeiras imagens de sua participação, divulgadas com exclusividade pelo site TVLine:

Assista ao trailer da temporada:

Seguindo a revelação que Raymond “Red” Reddington não é quem ele diz ser, Elizabeth Keen está dividida entre o relacionamento que ela construiu com o homem que pensava ser seu pai e seu desejo para descobrir anos de segredos e mentiras. Enquanto isso, Red entrega à Liz e ao FBI alguns dos indivíduos mais estranhos e perigosos já enfrentados por eles, fazendo seu império crescer e eliminando os seus rivais no processo. Apesar de tudo, o jogo de gato e rato entre Liz e Red fará com que limites sejam cruzados e a verdade seja exposta.

James Spader, Megan Boone, Diego Klattenhoff, Harry Lennix, Hisham Tawfiq e Amir Arison estrelam.

‘Pai em Dobro’: Após trailer, americanos apelidam filme da Maísa de “Mamma Mia brasileiro”

O vindouro filme brasileiro da Netflix estrelado pela Maísa, intitulado Pai em Dobro, ganhou um novo trailer internacional, legendado em inglês.

Lançado pelo canal norte-americano da gigante do streaming no YouTube, o vídeo promocional chamou a atenção dos internautas estrangeiros, que começaram a chamar o filme de “Mamma Mia brasileiro”.

Confira algumas das reações e assista ao trailer internacional:

“Então é essencialmente um Mamma Mia brasileiro”. 

“Então é Mamma Mia com dois pais e sem cantoria? Brincadeira, a propósito, eu realmente vou assistir!”

“Isso parece uma mistura de Tudo que uma Garota Quer e Mamma Mia. Dois filmes que eu amo, então é claro que vou assistir!”

“Então é Mamma Mia, com My Two Dads e Dharma e Greg, que se passa no Brasil? Claro, porquê não? Eu estou dentro”. 

“Mamma Mia, mas brasileiro, sem cantoria no filme. Quando eu li o título, eu pensei que fosse sobre dois pais gays com uma filha”. 

“Mamma Mia! Mas brasileiro e sem música. Curti”. 

“Mamma Mia em reverso, sem a cantoria”.

“Mamma Mia, mas só com dois pais”. 

“Mamma Mia, aqui vamos nós outra vez!”

“Mamma Mia, no estilo brasileiro? Eu amei Netflix”. 

“É Mamma Mia em outro território”.

“É uma Mamma Mia mais leve? Com apenas dois pais, ao invés de três”. 

Confira o cartaz nacional:

A história é centrada em Vicenza (Maísa), uma garota de 18 anos que passou a vida inteira morando em uma comunidade matriarcal hippie, em harmonia, exceto por um detalhe: ela não sabe quem é seu pai. Quando a mãe viaja para a Índia, a jovem aproveita para sair à procura dele – e acaba encontrando não um, mas dois pais!

Eduardo MoscovisMarcelo MédiciLaila Zaid completam o elenco.

Thalita Rebouças (‘Fala Sério, Mãe!’) assina o roteiro e o romance inspirado no próprio longa-metragem.

Pai em Dobro será lançado no dia 15 de janeiro de 2021.

‘Não Olhe para Cima’: Trabalhar com Leonardo DiCaprio foi um “inferno”, revela Jennifer Lawrence

A aguardada sátira apocalíptica ‘Não Olhe Para Cima‘ estreia na véspera do Natal na Netflix e para promover a produção, a atriz Jennifer Lawrence participou do talk show do Stephen Colbert, onde deu detalhes sobre o vindouro projeto.

E na ocasião, ela revelou que embora tenha adorado trabalhar com Leonardo DiCaprio e Timothée Chalamet na comédia, um dos dias de gravação ao lado dos dois se tornou um verdadeiro “inferno”.

De acordo com ela, o trajeto de carro – ao lado dos dois – para uma das locações do filme se tornou uma experiência bastante irritante.

“Foi o dia mais irritante da minha vida. Não sei o que era. Timothée estava super empolgado em poder sair de casa depois da pandemia. Acho que essa seria sua primeira cena. E o Leo havia escolhido essa canção que estava tocando no carro e fica o tempo todo: ‘Sabe, essa música era sobre isso, aquilo, blá, blá, blá. Eu apenas me lembro de estar em um completo sofrimento naquele dia, foi um inferno”. 

Confira as entrevista:

Dirigida por Adam McKay (‘A Grande Aposta’), a sátira sci-fi da Netflix dividiu a crítica especializada no Rotten Tomatoes e abriu com 63% de aprovação, com nota 6.40/10.

Segundo o consenso geral, Não Olhe para Cima almeja a algo muito grande para aterrissar de forma consistente, mas a sátira de McKay acerta seu alvo de negação coletiva”.

Confira os principais comentários abaixo:

Não Olhe para Cima é inteiramente sobre ciência, baby” – Inverse.

“Certamente um dos piores filmes de 2021 – uma bagunça arrogante e insuportável” – Midwest Film Journal.

“O conceito do filme poderia ser bastante prático – em mãos cuidadosas” – Globe and Mail.

Não Olhe para Cima talvez seja o filme mais engraçado de 2021 – e o mais depressivo também” – San Francisco Chronicle.

“Um filme com todas as coisas certas a dizer […], mas concecbido dentro de uma sátira tão desajeitada que é o suficiente para tornar um abraçador de árvores em um pró-desmatamento” – TheWrap.

Lembrando que o filme tem estreia agendada para o dia 24 de dezembro.

O grande elenco conta com Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Rob Morgan, Jonah Hill, Mark Rylance, Tyler Perry, Timothée Chalamet, Ron Perlman, Ariana Grande, Scott Mescudi, Himesh Patel, Melanie Lynskey, Michael Chiklis, Tomer Sisley, Cate Blanchett e Meryl Streep.

A estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima? 

O filme estreia no streaming dia 24 de Dezembro de 2021, a tempo de conquistar indicações na temporada de premiações.

McKay não é um estranho a produções de grande calibre, visto que comandou o incrível A Grande Aposta (faturando cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme) e Vice, que levou a estatueta de Melhor Maquiagem e Cabelo para casa.

McKay entra como produtor ao lado de Kevin Messick.

DON’T LOOK UP, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MELANIE LYNSKEY as JUNE MINDY Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TOMER SISLEY as ADUL GRELIO. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, RON PERLMAN as COLONEL DRASK Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, HIMESH PATEL as PHILLIP. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, ROB MORGAN as DR. CLAYTON “TEDDY” OGLETHROPE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MICHAEL CHIKLIS as DAN PAWKETTY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) SCOTT MESCUDI (KID CUDI) as DJ CHELLO, ARIANA GRANDE as RILEY BINA. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TIMOTHÉE CHALAMET as YULE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) CATE BLANCHETT as BRIE EVANTEE, TYLER PERRY as JACK BREMMER, LEONARDO DICAPRIO as DR. RANDALL MINDY, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY, Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

Trump considera seriamente PERDOAR Sean “Diddy” Combs antes da sentença, dizem fontes da Casa Branca

O presidente Donald Trump está avaliando conceder um perdão presidencial total a Sean “Diddy” Combs, fundador da Bad Boy Records, antes de sua sentença marcada para 3 de outubro deste ano. A informação foi revelada com exclusividade pelo Deadline, com base em fontes ligadas à Casa Branca.

Condenado por transporte com fins de prostituição em julho, após um julgamento de oito semanas por acusações de tráfico sexual e conspiração, Combs escapou das acusações mais graves, mas ainda pode enfrentar entre dois a três anos de prisão federal. O artista está preso desde setembro de 2024 no Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, após ter seu pedido de fiança de US$ 50 milhões repetidamente negado.

Apesar da equipe de defesa de Combs, liderada pelos advogados Marc Agnifilo e Teny Gerago, não comentar sobre o assunto, fontes próximas ao artista confirmaram que aliados pessoais e profissionais têm pressionado a Casa Branca por um indulto. Um funcionário da administração declarou apenas que “a Casa Branca não comentará sobre a existência ou inexistência de qualquer pedido de clemência”.

De amigos a opositores — a relação Trump e Diddy
Trump e Combs se conhecem há décadas e, durante os anos 1990 e 2000, frequentavam os mesmos círculos de elite em Nova York. Em 2012, o então empresário do ramo imobiliário chegou a chamar o rapper de “bom amigo”. Porém, a relação azedou durante o governo Trump, com Diddy se tornando crítico feroz da administração e declarando apoio a Joe Biden em 2020.

Mesmo assim, em maio de 2025, durante a realização do julgamento, Trump afirmou publicamente: “Certamente olharia os fatos se achasse que alguém foi tratado injustamente, gostem de mim ou não.”

Justiça sob pressão
O caso de Combs foi conduzido pela promotora Maurene Comey, filha do ex-diretor do FBI James Comey, desafeto de Trump. Após o veredito parcial, a promotora foi demitida abruptamente do cargo de procuradora assistente do Distrito Sul de Nova York. Em comunicado, ela afirmou: “O medo é a ferramenta de um tirano, usado para suprimir o pensamento independente”.

Enquanto isso, Trump enfrenta pressão crescente de sua base MAGA para liberar documentos relacionados ao falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein — assunto que voltou à tona após uma reportagem do Wall Street Journal detalhar a amizade entre Trump e Epstein. O ex-presidente, em retaliação, entrou com um processo bilionário contra o conglomerado de mídia de Rupert Murdoch.

50 Cent contra perdão
Enquanto Trump considera o indulto, o rapper Curtis “50 Cent” Jackson prometeu agir contra. “Vou entrar em contato para ele saber exatamente o que penso sobre esse cara”, publicou o artista nas redes sociais, referindo-se a Combs.

Próximos passos
A defesa de Combs ainda tenta, sem sucesso, garantir sua libertação antes da sentença. O juiz Arun Subramanian deu até 30 de julho para que a promotoria e os advogados apresentem um plano detalhado de soltura temporária. No entanto, tudo indica que as partes não chegarão a um acordo comum. Até o momento, mais documentos da defesa podem ser protocolados.

Seja qual for a decisão final de Trump, ela poderá se tornar mais um elemento polêmico na intersecção entre justiça criminal, cultura pop e política americana.

sean diddy

Sobre a condenação

Diddy foi oficialmente condenado por duas acusações de transporte com o objetivo de prostituição. No entanto, ele foi considerado inocente de três acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa, conforme a Variety.

Diddy pode enfrentar até 10 anos de prisão por cada uma das duas condenações.

Apesar de ainda poder passar décadas atrás das grades, o clima entre sua equipe de defesa era de comemoração. Após o júri anunciar o veredito dividido, Combs ergueu o punho e sussurrou “obrigado” aos jurados.

A reportagem destaca que ele aparentava estar aliviado e eufórico, apertando a mão de seus advogados, voltando-se para a família e iniciando uma salva de palmas. Quando o júri leu o primeiro veredito de “inocente”, houve suspiros na sala do tribunal. Familiares de Combs e sua equipe jurídica começaram a chorar.

Cerca de uma hora depois, ao deixarem o tribunal e entrarem em uma van Sprinter, os filhos e filhas de Combs esboçaram sorrisos contidos enquanto uma multidão erguia câmeras sobre suas cabeças e gritava: “Liberdade! Liberdade!”.

sean combs

A defesa está atualmente pedindo que Combs seja liberado antes da data da sentença, propondo uma fiança de US$ 1 milhão. Os promotores federais disseram que os advogados de Combs estão minimizando a gravidade da condenação e que existe um “risco real” em deixá-lo em liberdade.

O juiz afirmou que irá considerar a lei antes de tomar uma decisão.

O júri chegou ao veredito após um julgamento exaustivo de oito semanas, no qual 34 testemunhas prestaram depoimentos contra o magnata do hip-hop e fundador da gravadora Bad Boy Records.

sean diddy combs rapper

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

Poderosa! Ellen Pompeo fecha contrato milionário para mais duas temporadas de ‘Grey’s Anatomy’

Ótima notícia para os fãs de ‘Grey’s Anatomy’. A atriz Ellen Pompeo, que vive a protagonista Meredith Grey, está garantida na série por mais duas temporadas. A informação foi revelada em entrevista à Hollywood Reporter, onde também revelou o salário que vai receber por episódio.

Em seu novo contrato, Pompeo também assinará como produtora executiva e deve ganhar em torno de US$575 mil por episódio, algo em torno de US$20 milhões ao ano. Além de ganhar bônus de mais ou menos US$6 milhões e taxas de produção do seriado derivado de ‘Grey’s Anatomy’.

Segundo a atriz, esse valor foi conquistado em uma conversa com a Shonda Rhimes:

“Falei com a Shonda Rhimes e disse ‘Se você vai passar para a Netflix e quer que a série acabe, estou tranquila com isso. Mas se você quer que o programa continue, terei que ser incentivada. Preciso me sentir empoderada e me sentir dona do programa'”

Apesar de confirmada, a emissora ABC ainda não renovou a série para os anos 15 e 16.

Grey’s Anatomy‘ é a série mais assistida na Netflix norte-americana, segundo uma pesquisa desenvolvida pela 7Park Data.

Motivada pela intensa repercussão originada pelo fim repentino da produção original ‘Sense 8’, a instituição elencou quais são as 10 séries mais vistas pelos usuários da plataforma de streaming e chegou a uma conclusão interessante: Apenas dois programas originais da empresa fazem parte da lista, sendo eles ‘Stranger Things‘ (10) e ‘Orange is The New Black‘ (6).

Das produções canceladas recentemente pela Netflix, como é o caso de ‘Marco Polo‘, The Get Down‘ e ‘Sense 8‘, as posições no ranking não foram nada boas.

Enquanto a primeira ocupa o 54 lugar, a segunda ficou no 70 e a terceira não entra nem na lista das 100 mais assistidas, fica na 112ª posição.

A análise foi feita entre o período de maio de 2016 e maio de 2017 e contempla apenas os usuários dos Estados Unidos.

Confira o Top 10:

1. ‘Grey’s Anatomy‘ (ABC)
2. ‘Shameless‘ (Showtime)
3. ‘Criminal Minds‘ (CBS)
4. ‘Supernatural‘ (The CW)
5. ‘NCIS‘ (CBS)
6. ‘Orange is the New Black‘ (Netflix)
7. ‘Gilmore Girls‘ (The CW)
8. ‘The Walking Dead‘ (AMC)
9. ‘Bones‘ (FOX)
10. ‘Stranger Things‘ (Netflix)

No Brasil, ‘Grey’s Anatomy’ é exibida pelo canal Sony, às segundas, 21h.

‘Shazam!’: Primeiro trailer será exibido na Comic-Con 2018

O primeiro trailer do aguardado Shazam!’ está chegando! Segundo o site Comic Book, o vídeo será exibido durante a San Diego Comic-Con 2018 no mês que vem, no painel da Warner Bros. e deve ir ao ar na internet logo em seguida.

Vale lembrar queAquaman também terá um painel no evento.

O diretor David F. Sandberg confirmou que o traje usado por Zachary Levi emShazam!’ mudou muito até chegar à sua versão final.

Em uma nova entrevista ao Film Riot Podcast, Sandberg contou que experimentou algumas mudanças nos detalhes da roupa durante a gravação e muita coisa foi alterada.

“Houve algumas iterações. Precisamos continuar mudando as coisas mesmo depois do começo das gravações porque percebemos alguns novos detalhes. Gravamos a primeira cena e Zach disse que não conseguia mexer bem as mãos com as manoplas. Então precisamos redesenhar isto, além das botas, que caíam aos pedaços. Foi um processo de constante atualização até que funcionasse como deveria… muita coisa mudou desde então”

O Instagram oficial de Shazam!’ compartilhou uma imagem com o ator Zachary Levi ao lado de um banner oficial do filme, que mostra o herói caracterizado e com o raio do seu peito iluminado. Confira:

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary LeviJack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.