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Crítica | Missão Resgate – Liam Neeson agora salva as pessoas… no gelo!

Liam Neeson está de volta! Depois de salvar a esposa e a família algumas vezes contra bandidos malvados e de até mesmo ter retornado às comédias românticas em 2021, o ator está de volta ao gênero em que tem feito mais sucesso e no qual ele parece estar mais confortável. Com estreia programada para os cinemas brasileiros no próximo 2 de dezembro, vem aí ‘Missão Resgate’, o mais novo filme de ação com Liam Neeson.

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Mike (Liam Neeson) acaba de ser demitido de seu emprego atual, onde trabalha como motorista de caminhão. Isso porque seu irmão, Gurty (Marcus Thomas), que é um ótimo mecânico, sofre de transtorno pós-traumático, e, para defender o irmão, Mike acaba se metendo em brigas com os colegas de trabalho. Quando uma mina ao norte do país, já na fronteira com o Canadá, explode por conta da alta concentração de gás metano, 26 trabalhadores acabam ficando presos do lado de dentro. Para salvá-los, a empresa responsável e o governo sugere enviar ao local enormes cilindros capazes de esvaziar e conter o gás. O problema é que a única forma de levar essa carga, que pesa algumas toneladas, é por via terrestre, porém, já é fim de abril e o caminho até a mina é feito através de estradas de gelo, que, nessa época do ano, já começa a derreter. Para levar essa ajuda, será preciso contar com a ajuda de três motoristas experientes e dispostos a arriscar suas vidas.

Com cerca de uma hora e cinquenta minutos de duração, ‘Missão Resgate’ é puro entretenimento sem muito comprometimento com a verdade. A primeira uma hora de filme prende o espectador com sua história interessante – e, para nós, brasileiros, distante de nossa realidade. Quando os três caminhões partem para a missão de salvamento – afinal, vão três caminhões para o caso de alguma coisa dar errado no caminho – já podemos imaginar que alguns percalços serão enfrentados pelos motoristas, que além do protagonista inclui Laurence Fishburne e Amber Midthunder.

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O lance é que o filme de Jonathan Hensleigh tem dois ritmos bem-marcados, que acabam dividindo o longa em propostas diferentes. Na primeira metade do roteiro do próprio Jonathan há uma história sendo explicada ao espectador, com um leve grau de suspense conduzindo o enredo pelo desafio do gelo que sabemos estar pela frente, mas que não sabemos como será enfrentado; na segunda parte a produção abre mão de qualquer tipo de lógica em prol das sequências de ação. Aí entram cenas absurdas de pessoas carregando objetos pesadíssimos na mão e do caminhão sendo desvirado no gelo sem nenhum tipo de ajuda. Essa segunda parte é tão displicente, que a conclusão do objetivo mal é mostrada no filme.

Missão Resgate’ cumpre seu papel de distrair o espectador é ainda traz uma “novidade” ao colocar Liam Neeson salvando não apenas sua própria família, mas sim um grupo inteiro. Em um cenário gelado e diferente, é bom ver um filme de ação que saia um pouco do lugar comum, mesmo que a travessia dos caminhões ironicamente nos faça lembrar de filmes como ‘Carros’.

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Os Filmes de Terror que Completam 30 anos em 2021

O terror é um dos gêneros mais rentáveis do cinema, mas isso não é garantia de lançamentos de qualidade ou sequer de uma boa quantidade de produções. E quando voltamos trinta anos no passado para 1991, nos deparamos com um dos anos mais minguados para a criatividade dentro deste estilo de filme tão querido pelos fãs.

Alguns fatores corroboraram para o fato. O primeiro é que chegava ao fim da primeira onda dos filmes slasher no cinema, produções juvenis com massacres, assassinos e armas cortantes. O auge de tais longas ocorria há 40 anos, em 1981, e dez anos depois a fórmula já esmaecia de tal forma que já não dava qualquer resultado financeiro e os produtores a largavam por completo (até ser resgatada em 1996 com Pânico).

O segundo é que enquanto o terror era “reinventado” para os anos 90, num período em que primeiro apostou-se na volta dos monstros clássicos do cinema (Drácula de Bram Stoker, Entrevista com o Vampiro, Frankenstein de Mary Shelley e Lobo) e no fim da década na volta dos slasher (Pânico, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, Lenda Urbana e Halloween H20), o período encontrava força nos chamados thrillers, obras mais adultas voltadas para o suspense: de onde há trinta anos saíram pérolas como O Silêncio dos Inocentes e Cabo do Medo, por exemplo – os quais muitos igualmente veem como terror. Mas isso é assunto para uma próxima matéria.

Mesmo em um dos piores anos para exemplares declaradamente de terror e horror, tivemos alguns filmes que conseguiram sobressair e aderir, de uma forma ou de outra, à cultura pop. Aqui, voltaremos trinta anos no passado para um dos períodos mais fraquinhos para estreias de terror no cinema, revisitando alguns de seus mais famosos filmes. Confira abaixo.

As Criaturas Atrás das Paredes

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O saudoso diretor Wes Craven adicionou muito tempero na mistura dos slasher ao revolucionar com seu produto único A Hora do Pesadelo (1984) e depois reinventar o jogo com Pânico (1996). Há trinta anos no passado até tivemos um exemplar da franquia de Freddy Krueger, mas Craven já não tinha o menor interesse de envolvimento. Na época, o cineasta preferiu criar este estranho terror que dá ênfase no abuso infantil, traz como protagonista uma criança e ainda arruma tempo para falar sobre questões sociais como luta de classes e racismo. O resultado pode não ter sido dos melhores, se mostrando um dos trabalhos irregulares de Craven, mas As Criaturas Atrás das Paredes é um daqueles filmes que tem tudo para ressurgirem como cult a qualquer momento em algum revisionismo.

O pequeno Brandon Adams até teve certa fama no fim dos anos 80 e início dos 90, e aqui protagoniza no papel de Fool, um pequeno delinquente. Vindo de uma origem humilde, ele acaba sendo levado no papo por Leroy (Ving Rhames) e juntos invadem uma residência, a qual julgavam vazia, para roubá-la. E assim podemos ver certa influência para O Homem nas Trevas (2016). Ao invés de um homem cego, no local a dupla encontra um casal de maníacos sádicos, totalmente desequilibrados mentalmente. A dupla, nomeada no filme somente como Man e Woman, ou “Homem” e “Mulher”, cria seus filhos gerados através do incesto os confinando no porão da casa. Eles, as tais “criaturas” do título, nasceram deformados, mas não são os verdadeiros monstros aqui.

Uma curiosidade é que para a dupla de psicopatas foi escalado o casal que fazia sucesso na série cult Twin Peaks: Everett McGill e Wendy Robie, que no programa de David Lynch interpretavam o boa praça Big Ed e a amalucada Nadine. Foi sua química em tela que levou Craven a coloca-los juntos mais uma vez. Fora isso, está em desenvolvimento um remake da obra produzido por Jordan Peele na Universal Pictures, ou seja, esperem esse teor racial latente do original colocado muito mais à tona.

A Hora do Pesadelo 6 – A Morte de Freddy

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Anunciado como “O Pesadelo Final”, essa foi uma franquia que realmente cumpriu o prometido de certa forma. Embora mais três exemplares com a marca tenham sido lançados, a cronologia oficial da “saga” chegava ao fim neste sexto longa. Depois disso vieram apenas uma brincadeira com a mitologia de forma metalinguística, um crossover com Sexta-Feira 13 e uma refilmagem do original. A decisão pelo encerramento, é claro, vinha dos números de bilheteria cada vez mais insatisfatórios a cada novo exemplar, assim como a rechaçada da crítica cada vez maior.

Para celebrar “O Pesadelo Final” foi convocado inclusive para uma participação especial o astro Johnny Depp, que iniciou sua carreira com o primeiro filme em 1984 e a esta altura já tinha um nome a zelar. Depp mostrou que era um bom esportista e topou sua pontinha brincando com uma propaganda antidrogas. Embora não seja o filme preferido de ninguém, A Morte de Freddy traz sim seus atrativos e curiosidades. O maior deles é o primeiro e único (até o momento) capítulo da franquia dirigido por uma mulher. Rachel Talalay, que já vinha trabalhando em episódios anteriores dos filmes de Freddy como produtora, assumia o comando do encerramento, se tornando responsável pela árdua tarefa de dar cabo de vez do assassino dos sonhos, que sempre arranjava um jeito de retornar.

Como já era figurinha carimbada da cultura pop, tendo a esta altura tido inclusive seu próprio programa de televisão, o nível de ameaça do “bicho papão” Freddy Krueger era exponencialmente reduzido para algo mais amigável às crianças, algo como um terror de mentirinha, com o personagem vivido pelo eterno Robert Englund soltando frases de efeito e piadinhas a torto e a direito. Sua primeira aparição no filme é inclusive vestido de Bruxa Má do Oeste do clássico O Mágico de Oz (1939). Validando ainda mais o argumento, este amigo que vos fala foi passar medo ainda bem pequenininho no cinema com este filme, e ainda ter um pouquinho de dor de cabeça com os óculos 3D de papel celofane.

Brinquedo Assassino 3

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Outra franquia de terror querida dos fãs lançava um novo exemplar há trinta anos no cinema. Veremos algumas continuações famosas na lista, já que o terror de 1991 se segurou muito em sequências de séries estabelecidas e adoradas. Apesar disso, tais exemplares lançados foram alguns dos menos apreciados de suas respectivas franquias. Depois de A Morte de Freddy, temos agora Brinquedo Assassino 3, a terceira desventura do boneco com alma de serial killer Chucky. O enorme sucesso do longa original (1988) se mostrou tão influente que dois anos depois gerava sua primeira continuação – bem inferior, diga-se.

Para uma terceira parte a espera foi nula, já que logo no ano seguinte, Chucky voltava a atacar. O resultado, porém, foi ainda mais decepcionante. Para começar, o protagonista dos anteriores tinha sua forma trocada. No papel de Andy Barclay saía o menino Alex Vincent para a entrada do adolescente Justin Whalin. O motivo pode até ter sido pelo roteiro centrar a trama desta vez numa escola militar para rapazes, tendo passado certo tempo entre o segundo capítulo e este. Seja como for, “Chucky na Academia” resultou numa ideia morna para tema de um filme da franquia, a colocando na geladeira por sete anos até sua reformulação em A Noiva de Chucky (1998).

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Sim, este é o filme com Leonardo DiCaprio! Um dos maiores astros de Hollywood na atualidade, dono de uma estatueta do Oscar e outras cinco indicações como ator, DiCaprio estreou nas telonas com esta segunda continuação de um terror, digamos, B do cinema, que conquistou status de cult. Criaturas (1986) era, pela falta de uma definição melhor, uma cópia descarada do sucesso de Spielberg, Gremlins (1984). E são exatamente o que você espera desta definição: um bando de monstrinhos peludos, pequenos e de aparência inofensiva, mas com dentes afiadíssimos e uma atitude extremamente hostil. Para não dizer mortal.

As criaturas aqui são seres especiais que chegam para aterrorizar uma pequena cidade rural no interior dos EUA. O sucesso trouxe ainda nos anos 80 a primeira continuação. A altura desta segunda sequência a ideia foi por seguir os moldes do roteiro de outra continuação de uma famosa franquia: Poltergeist. O terceiro filme desta citada franquia, centrava a ação num arranha-céu moderno e altamente tecnológico, aderindo a um “terror vertical”. O mesmo foi tentado aqui com este terceiro Criaturas, trazendo os bichinhos peludos para devorarem tudo e todos numa torre de apartamentos em Los Angeles, inclusive um certo menino loirinho então com seus 17 aninhos e aparência de 11.

Popcorn – O Pesadelo Está de Volta

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Uma das poucas produções originais do gênero em 1991, este filme talvez seja mais conhecido devido a seu cartaz criativo, que com certeza todos que cresceram na época das locadoras nos anos 90 bateram os olhos. A “capa da fita” traz uma caveira usando o rosto de uma jovem como máscara envolto em um brilho verde. Por outro lado, o roteiro do longa já exibia certos elementos que viriam a ser abraçados por outros filmes de terror auto referentes, como a citada franquia Pânico.

Tudo porque a história se passa dentro de um cinema onde um grupo de estudantes universitários estão organizando uma maratona de filmes de terror. Um dos convidados do evento, ou quem sabe um penetra indesejado, é um serial killer mestre em disfarces que irá aterrorizar a todos no local. No elenco, o nome mais conhecido é o da musa 80’s Dee Wallace, de E.T. – O Extraterrestre, Cujo, Grito de Horror e Criaturas. Um dos produtores do longa é Bob Clark, diretor de Noite do Terror (Black Christmas, 1974) e Porky’s (1981).

O Poço e o Pêndulo

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Aqui temos dois grandes ícones do terror de estilos e épocas distintos se unindo para uma produção. O Poço e o Pêndulo, é claro, surgiu em forma do clássico literário do escritor Edgar Allan Poe, sumidade no gênero no século XIX. A história pode ser considerada o marco zero para todo torture porn, e passada na Espanha de 1492 traz os horrores da tortura medieval promovidos pelo monge Torquemada, papel do grande Lance Henriksen, um Grande Inquisidor da Inquisição Espanhola – uma época real de trevas da humanidade.

Para desenhar esta trama arrepiante nas telonas em 1991, o diretor Stuart Gordon foi escalado. Muito conhecido dos fãs do cinema de horror dos anos 80, Gordon foi o responsável pelo comando de obras queridas, grotescas e viscerais como Re-Animator (A Hora dos Mortos-Vivos, 1985) e Do Além (1986).

Scanners II e Scanners III

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Lançados no mesmo ano, há trinta anos, duas continuações visavam dar sequência à história originada pelo renomado David Cronenberg em seu início de carreira, em um de suas primeiras produções verdadeiramente cult, lançada há quarenta anos. Scanners – Sua Mente Pode Destruir (1981) marcou uma geração em especial devido a uma única cena, em que a cabeça de um infeliz é desmantelada após explodir num confronto mental demonstrando toda a periculosidade da telecinese – tópico de fascínio na época. De certa forma, era o passo além de Carrie – A Estranha, obra de Stephen King e Brian De Palma que apresentava uma adolescente descobrindo a força de sua mente.

Aqui, os chamados Scanners são justamente pessoas que possuem o dom de ler pensamentos, influenciar decisões e inclusive destruir qualquer coisa e qualquer um, como diz o subtítulo em português. Michael Ironside já marcava a cultura pop mostrando que viria a se tornar um dos atores-personagens preferidos na hora de elencar o vilão de seu filme. Aqui ele vive Darryl Revok, o scanner “do mal”, que possui prazer sádico de ver a mente alheia explodir. Em seu encalço é escalado Cameron Vale (Stephen Lack), o scanner “bonzinho”, um andarilho recrutado para dar cabo dos rebeldes.

Sem qualquer envolvimento do criador Cronenberg, dez anos depois eram lançadas duas continuações. De qualidade bem mais duvidosa e estreando em vídeo em muitos lugares do mundo, o segundo Scanners apresenta uma conspiração governamental para utilizar scanners renegados a seu favor, enquanto o terceiro traz uma trama mais intimista com uma jovem scanner se tornando uma serial killer após o uso de uma nova droga experimental. Seu irmão, igualmente um scanner, parte em seu encalço para faze-la parar.

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccon City’ arrecada US$ 2,5 milhões em seu primeiro dia nos EUA

Resident Evil: Bem-Vindo a Raccon City‘ estreou na quinta posição nos EUA no feriado de Ação de Graças, que aconteceu nesta quarta-feira, dia 24.

O filme abriu com US$ 2,5 milhões, e deve arrecadar US$ 7,7 milhões no final de semana e $ 11,9 milhões para cinco dias do feriado prolongado.

O primeiro filme da franquia foi lançado em Maio de 2002 e arrecadou US$ 17,7 milhões no final de semana.

A animação ‘Encanto‘ abriu com US$ 7,5 milhões, incluindo as prévias de terça-feira.

De acordo com o Deadline, a animação que menos arrecadou no feriado foi ‘O Bom Dinossauro‘ (2015), da Pixar, que ainda assim abriu com US$ 9,76 milhões, e acumulou US$ 55,4 milhões ao fim do feriado de cinco dias.

Apesar de ‘Encanto’ não garantir uma abertura surpreendente para uma animação da Disney, o título conseguiu ultrapassar o aguardado ‘Casa Gucci’, que conquistou US$ 4,2 milhões no primeiro dia de exibição nos EUA. Além disso, projeções indicam que ‘Casa Gucci‘ pode faturar US$ 14,3 milhões ao fim dos três primeiros dias em cartaz, e US$ 21,7 milhões em cinco.

O Renato Marafon entrevistou com EXCLUSIVIDADE o astro Robbie Amell, que vive Chris Redfield no terror.

Na entrevista, Amell revela ser um grande fã da franquia com estrelada por Milla Jovovich, revela quais foram os desafios em viver o amado personagem, conta qual game deve ser adaptado na sequência e ainda revela que ama ‘Velozes & Furiosos 5: Operação Rio‘ por que ama o Brasil.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Johannes Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Resident Evil Bem Vindo A Raccoon City

‘Cowboy Bebop’: Vídeo revela os divertidos bastidores da adaptação; Assista!

Para promover o lançamento da série live-action ‘Cowboy Bebop‘, a Netflix divulgou um novo vídeo divertido revelando os bastidores da produção.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada já estão disponível na Netflix!

O elenco conta com John Cho, Mustafa Shakir, Daniella Pineda, Elena Satine e Alex Hassell.

Andre Nemec, Josh Appelbaum, Jeff Pinkner, e Scott Rosenberg são os produtores executivos. O diretor da produção original, Shinichiro Watanabe, atuará como consultor.

Com toques de filosofia, diálogos profundos e psicológicos, o anime ‘Cowboy Bepop’ traz a história de um grupo de caçadores de recompensa que viaja em uma nave intitulada Bepop. E, à medida que eles procuram trabalho, as conversas vão se tornando ainda mais interessantes e reflexivas.

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‘As Marvels’: Imagem dos bastidores revela o novo traje da Ms. Marvel; Confira!

Através do Twitter, uma fan page dedicada a novidades deAs Marvels compartilhou uma imagem dos bastidores revelando novo traje da Miss Marvel (Iman Vellani).

A nova vestimenta da personagem é bem semelhante àquela que ela vai vestir na sua própria série, apesar dos tons de cores diferentes e dos detalhes nos ombros.

Confira e compare:

“A primeira foto de dos bastidores de ‘As Marvels‘ vazou online – mostrando Iman Vellani vestida como a Ms. Marvel!”

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Lembrando que ‘As Marvels‘ chegará aos cinemas em 17 de fevereiro de 2023.

Anteriormente, a diretora Nia DaCosta conversou com a Variety sobre sua abordagem para o aguardado filme.

“Posso falar que é uma [produção] bastante diferente. Mas estou obcecada sobre como todos nós lidamos com nossa dor e nosso trauma, e há algo disso na história”, ela falou.

Em outra entrevista, dessa vez ao Entertainment Weekly, ela exaltou o fato de ter liberdade o suficiente para fornecer sua própria visão à história.

“É incrível. É muito mais liberdade do que tive em qualquer outro projeto. É ótimo, porque somos todos grandes nerds de quadrinhos que querem fazer um grande filme de quadrinhos”.

“É muito menos traumatizante, com certeza. Mas esse filme também lida com coisas pessoais, específicas, às vezes tristes. Mas não, tem sido incrível trabalhar em um mundo diferente, com certeza”.

Brie Larson retorna como a Capitã Marvel/Carol Danvers. O elenco também conta Park Seo-joon (‘Parasita’) e Teyonah Parris (‘WandaVision’).

Megan McDonnell assina o roteiro.

Fique ligado para mais informações!

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A Hora do Espanto (2011) | Remake do querido terror dos anos 80 completa 10 anos e está no Star+

É seguro dizer que desde meados da década de 2000, Hollywood passou por uma avassaladora onda de refilmagens. Tudo e mais um pouco que podemos pensar em matéria de filme ganhou nova roupagem no período – que para muitos só enfatizava a cada vez mais crescente falta de criatividade contida na indústria de Hollywood. No centro do alvo estava uma década específica, muito querida por todos que cresceram nela e até mesmo por quem não era vivo e apenas ouvia falar: os anos 80, é claro. Se pensarmos em como essa época foi revisitada pelos realizadores dos anos 2000, nos perderemos na imensidão de produtos recauchutados para os novos tempos – além das refilmagens estavam os reboots e as continuações.

Nessa época, diversas propriedades cultuadas e queridas pelo grande público foram revisitadas. A maioria rendendo revisões aquém de seus potenciais. Uma delas foi a nova versão de A Hora do Espanto. O que levou o cineasta Tom Holland (não, não aquele do Homem-Aranha) a criar a história do filme original de 1985 foi a paixão pelos filmes de terror e a paixão pela nostalgia do passado. Em meados da década de 1980, o cinema de terror era dominado por produções adolescentes e slashers, que centravam suas tramas em um psicopata mascarado perseguindo jovens. Pode até ser divertido, mas não era muito criativo. Holland cresceu com os clássicos do gênero e adorava filmes de vampiros, por exemplo. Monstros icônicos e atemporais.

Leia também: A Hora do Espanto (1985) na Netflix | Relembre o Clássico do Terror disponível na plataforma

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Assim, o diretor decidiu revisitar um tipo de filme feito no passado, mas acrescentando um frescor de modernidade. Esse seria um filme de vampiros passado no presente de 1985, e falaria sobre como um adolescente lidaria com este tipo de problema naquela época “descolada”. Ah sim, mas esse não seria um adolescente comum. Assim como o próprio Holland, Charley Brewster – o protagonista – era um rapaz aficionado pelo gênero do terror, que conhecia como ninguém toda a cartilha deste tipo de filme. Sua diversão era passar noites “maratonando” este produto na TV, e numa época em que a Netflix ainda não existia, a solução era recorrer aos programas exibidos na telinha, especializados neste tipo de produção. Essa brincadeira metalinguística, repleta de humor autoconsciente (como por exemplo adereçar no filme a predileção dos jovens da época por slashers) é o ponto forte de A Hora do Espanto.

Pulamos para 2011, uma época já regida por adaptações, continuações e refilmagens – a tríade que dita Hollywood deste então. Na hora das marcas pré-estabelecidas não existe muito espaço para criações originais. Bem, ao menos não no cinemão-produto-entretenimento, onde as apostas e riscos são mais altos. Neste contexto nasce o conceito para a refilmagem de A Hora do Espanto. Não é tanto pela vontade ou por achar que algo de novo precisa ser dito. A investida soa mais como algo cínico de se manter uma marca em evidência. Soa como se o estúdio tivesse vasculhado suas propriedades e decidido que estava na hora de uma recauchutada em Fright Night. No comando, Craig Gillespie, que havia chamado atenção no indie A Garota Ideal (2007) – o filme em que Ryan Gosling arruma uma boneca como namorada -, foi contratado para a direção. Ou seja, vindo de um trabalho conceitual e “estranho”, mostra-se que a pegada para o remake partiria de tais características e não da paixão pelo terror – como no original.

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Mas se por um lado o diretor Gillespie investiria em um produto diferenciado, no roteiro tínhamos uma verdadeira especialista no gênero vampiros. Marti Noxon é a roteirista e produtora de um verdadeiro ícone dos anos 1990, a série Buffy – A Caça-Vampiros – que pode ser considerada uma descendente à altura de A Hora do Espanto (1985) para a década seguinte. O resultado da refilmagem, no entanto, demonstra que em algum momento os estilos dos artistas não dialogaram. Desta forma, o remake de A Hora do Espanto se mostra um filme com ideias e conceitos interessantes, mas que em tela nunca conseguem atingir todo o seu potencial.

Para começar, podemos dizer que A Hora do Espanto (2011) usa como base o que toda reimaginação deveria querer atingir: não é uma cópia carbono de seu original. O novo filme muda locações, elimina personagens, muda características e personalidades de muitos deles e inclusive sua dinâmica, além de acrescentar inúmeras novidades e cenas diferenciadas. Em sua essência possui a forma das melhores refilmagens. Para se contar uma história de vampiros, nada melhor do que centrar a narrativa na cidade de Las Vegas. A cidade do pecado, como é conhecida, além de exalar um teor lascivo esperado neste tipo de conto, ainda traz o elemento de ser um local onde muitos trabalham à noite e durante as madrugadas, dormindo durante o dia em suas casas com janelas de vidro fumê. “Aqui é Las Vegas, muitas pessoas tem o vidro preto em suas janelas”, diz um dos personagens. Perfeito.

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Em resumo, o protagonista Charley era um nerd, o típico personagem boa-praça que permeava os filmes da década de 1980. Com a nova década, Charley, nas formas do saudoso Anton Yelchin, evoluiu e amadureceu. Ele agora não anda mais com “perdedores” como Evil Ed, e quer pertencer à turma dos descolados do colégio, o que inclui sua popular namorada Amy. Aqui, é Evil Ed (papel de Christoper Mintz-Plasse – o eterno McLovin de Superbad) quem assume basicamente o papel do Charley original: um amente de terror, que sabe tudo sobre vampiros e junta “um mais um” ao descobrir que os estudantes de seu colégio estão desaparecendo. É ele quem segue Jerry, o novo vizinho de seu melhor amigo, e aos poucos soma provas de que o sujeito seja na verdade um sugador de sangue das trevas.

Aqui existem dois problemas no roteiro. Como dito, a intenção era boa, mas talvez por intromissão de produtores, os arcos nunca terminam de forma completa. É quase impossível torcer para o protagonista vivido por Yelchin. Ele é o sujeito que virou as costas ao melhor amigo do passado e por causa dele é que o rapaz termina virando alvo do vilão e se tornando ele mesmo um ser amaldiçoado. Fora isso, o novo Charley não tem ressalvas ao eliminar o ex-amigo, agora uma criatura das trevas. E a mensagem implícita nisso tudo é bem torta. O texto de Noxon não traz redenção para Charley. Outro detalhe é que Evil Ed, por mais que qualquer ator jamais pudesse equiparar o retrato único de Stephen Geoffreys no personagem, o que poderia ser capturado com a escalação de Mintz-Plasse no papel seria o misto de doçura ingênua com a acidez “sacana” contida no personagem do ator no citado Superbad (2007). E toma-lhe piada sobre Crepúsculo – na época a franquia sobre os vampiros apaixonados ainda estava a toda, e qualquer menção a sanguessugas precisava alfinetar a obra mirada para as meninas adolescentes.

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Outro ponto que devo adereçar como uma das maiores fragilidades deste remake é o fato da roteirista não conseguir criar sequer um personagem interessante, carismático ou com quem nos importemos. Não torcemos por ninguém porque não existe identificação como no original. Charley no passado era um adolescente comum, com paixões e questões. O novo Charley é em sua essência um “babaca”. É como se o filme enaltecesse tal comportamento equivocado e punisse um tipo de comportamento mais humano e afetuoso. Os personagens principais por quem deveríamos torcer e nos identificar possuem desvios de caráter tão reprováveis que nos pegamos nos perguntando a qual elemento redentor deveríamos nos agarrar. Sem falsos moralismos, nada contra personagens politicamente incorretos, mas nestes casos precisa igualmente haver algum nível de interesse, alguma característica curiosa ou inventiva sobre aquela pessoa que cause atração. É assim na vida real quando conhecemos qualquer um. E é assim no cinema quanto nos deparamos com personagens em um filme.

Quem se sai melhor em seu retrato – embora por vezes caricato e exagerado – é Colin Farrell. Afinal, ser sedutor e carismático parece vir naturalmente para o ator. Farrell cria um Jerry Dandrige (embora seu sobrenome não seja mencionado no filme) musculoso, que vive de camisetas, é prestativo e habilidoso com trabalho braçal. Existe uma diferença na abordagem que Chris Sarandon deu ao original, um retrato mais suave e sofisticado, que tinha a ver com a clássica interpretação de vampiros do passado, como o Drácula. O de Farrell é dono de um sex appeal moderno e vigarista – um sedutor de Las Vegas que faz piadinhas machistas para policiais quando estes suspeitam de algo nebuloso em sua residência. “Ouviram um grito vindo de sua casa”, dizem as autoridades; “Certamente a fiz gritar”, retruca o patife. É reportado que essa interpretação de Jerry soava demais como um predador sexual para Farrell, que reclamou e pediu que esta característica fosse mudada ou abrandada. Mas nenhuma mudança foi realizada.

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Sim, é verdade que a mãe de Charley (Judy no original, e aqui Jane) recebeu mais destaque e interação na trama uma vez que foi contratada a indicada ao Oscar Toni Collette para o papel. Porém, quando o roteiro necessita, a tira de cena sem cerimônia da forma mais banal e fácil, e a mantém afastada durante todo o terceiro ato. Ah sim, o remake elimina um dos personagens mais interessantes do original, cuja dinâmica com Jerry acrescentava certo tom homoerótico subliminar ao filme: Billy Cole (Jonathan Stark), o “guardião” de Jerry, que zelava por seu sono diurno. Em seu lugar, o remake adiciona mais personagens desagradáveis, na forma dos valentões do colégio, encabeçados pelo Mark de Dave Franco que muito pouco adicionam à trama, somente mais aborrecimento.

Finalizando as alterações criativas dos personagens – cujo resultado final não deram muito certo – está um dos pilares desta história. De fato, o cineasta Tom Holland disse que só tinha um filme a partir do momento em que criou o personagem Peter Vincent, uma mistura de figuras como Vincent Price e Peter Cushing, veteranos de filmes de terror e vampiros da década dourada do cinema britânico de gênero. O sujeito era um ator no ostracismo, que sobrevivia apostando na nostalgia e apresentando um programa típico da época: maratonas de filmes de terror na TV. Tudo a ver com a proposta.

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Mas como modernizar Peter Vincent, uma vez que tais formatos de programa na TV não existem mais e nem mesmo o protagonista tinha uma forte ligação com os filmes de terror? Estando esta trama situada em Las Vegas, a melhor solução encontrada pelo roteiro foi transformar Peter Vincent em um mágico, destes que se apresentam em espetáculos nos palcos – que são verdadeiras superproduções. Algo muito comum na cidade. E no caso deste, voltado a um teor assustador de vampiros. Mais do que isso, seguindo a tendência do período em que tudo precisava estar interligado na trama, a família de Peter Vincent havia sido morta por um vampiro em sua infância. E você ganha um prêmio se adivinhar quem era esse vampiro.

Incrivelmente, apesar de todos os seus problemas, o remake de A Hora do Espanto não foi um destroçado por críticos. Pelo contrário, o longa soma 72% de aprovação no Rotten Tomatoes. Tudo bem que não se compara aos 92% de aprovação do original, mas levando em conta toda a sua bagagem, em especial o fato de ser uma refilmagem de um produto querido, a reimaginação, ao menos com os especialistas, não fez feio. Porém, aqui ocorre uma inversão de valores, com este se tornando um daqueles filmes que o público (e os fãs) divergem fortemente dos críticos. Os maiores algozes de A Hora do Espanto (2011), justamente foram aqueles para os quais o filme foi feito. Com um orçamento de US$30 milhões aproximadamente, a produção recuperou em bilheteria para a Disney (sim, esse foi um remake da Disney em parceria com a Dreamworks) algo em torno de US$18 milhões nos EUA, e US$41 milhões, apenas conseguindo se pagar – e em seu país de origem nem isso. Quem sabe com o advento da plataforma Disney+ o estúdio não se anima de criar uma série adaptando novas aventuras assustadoras de Charley, Jerry Dandrige e Peter Vincent.

‘Downton Abbey 2’: Cartaz da sequência destaca os personagens principais; Confira!

Depois do trailer, a Universal Pictures divulgou um cartaz promocional da sequência ‘Downton Abbey 2: Uma Nova Era‘, destacando o nome dos protagonistas.

Confira:

Downton Abbey

Vale lembrar que o longa estreia no dia 18 de março de 2022.

De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.

Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.

Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) será responsável pela direção.

Fellowes voltará a escrever o roteiro do novo filme.

“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.

O filme original foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

SUCESSO! Saiba Quais Filmes Mais Arrecadaram Dinheiro nos Anos 90

Recentemente aqui no CinePOP, divulgamos as maiores bilheterias da década de 1980. E para surpresa de muitos, no topo do ranking do período talvez não tenha ficado o filme esperado. Você pode conferir a lista completa abaixo.

As Maiores Bilheterias dos Anos 80

Agora, resolvemos fazer o mesmo com a década seguinte, os anos 90. Sim, a década em que toda uma geração de fãs de cinema cresceu será a homenageada da vez. E assim como na lista anterior, levaremos em conta os números nas bilheterias mundiais. Portanto, esperem muitas produções de gente tarimbada, além de algumas surpresas. Sem mais delongas, vamos conhecer. E não esqueça de comentar ao final.

10 | Armageddon (1998)

Armageddon Cinepop

A década de 1980 foi marcada por grandes franquias como Indiana Jones e Star Wars. Surpreendentemente, a década seguinte, viu produções originais conquistarem as dez primeiras posições. Sim, ainda são grandes blockbusters, mas muitos dos quais não se tornaram franquias. Como é o caso de nossa décima posição: Armageddon. O filme sobre um grande meteoro vindo para se chocar com a Terra, foi uma das duas produções do ano a abordar o tema (a outra sendo Impacto Profundo). Aqui, grandes nomes como Bruce Willis (que emplacou dois filmes no top 10), Ben Affleck (que ascendia ao estrelato) e Liv Tyler protagonizam o drama de ação, dirigido por Michael Bay – que viria a se tornar um grande diretor na indústria, para o bem ou para o mal. O longa cataclísmico se tornou um fenômeno no fim da década e arrecadou US$533 milhões.

09 | Homens de Preto (1997)

Mib Cinepop

Sim, e vocês tinham dúvidas de que o Midas de Hollywood voltaria na década seguinte? Depois de ter criado os blockbusters com Tubarão (1975) e marcado a década de 1980 com cinco de suas maiores bilheteiras (E.T., a trilogia Indiana Jones e De Volta para o Futuro, como produtor), Steven Spielberg volta ao ranking no terreno da produção. O cineasta está por trás de Homens de Preto, no cargo de produtor deste filme sobre uma agência ultrassecreta do governo monitorando a vida alienígena em nosso planeta. Baseado em uma HQ obscura, o filme levado no tom de comédia é dirigido por Barry Sonnenfeld (A Família Addams) e traz o equilíbrio perfeito entre o durão Tommy Lee Jones e o carismático Will Smith. Homens de Preto serviu para transformar Smith, um ator vindo da TV, num dos maiores astros da década. O filme arrecadou US$589 milhões ao redor do mundo.

08 | O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

Lost World Cinepop

Outra produção de 1997 e… você adivinhou, o dedo de Spielberg metido no longa. Aqui, Spielberg comanda a obra como diretor, e continua seu sucesso estrondoso de 1993. Um filme que não pedia continuação, mas a bilheteria astronômica do original falou mais alto e um novo rio de dinheiro correu para os cofres da Universal com esta sequência. O cineasta também teve um desafio aqui, e conseguiu criar uma obra bem diferente de seu predecessor, que guarda seus bons momentos, jogando a ação desta vez num ambiente sem cercas ou grades. É como se os personagens voltassem no tempo para interagir com dinossauros em seu próprio ambiente. Não chega ao nível de excelência do anterior, mas consegue pairar acima do que a franquia se tornou em seus últimos exemplares: obras mecânicas, sem alma e sem qualquer impacto de seus efeitos. O Mundo Perdido somou US$618 milhões pelo mundo.

07 | O Sexto Sentido (1999)

Sixth Sense Cinepop

O item acima pode ser considerado a primeira franquia da lista, já que Homens de Preto lançou na década seu primeiro filme, que poderia não funcionar. Mas aqui voltamos para uma obra que nunca teve uma continuação. Na verdade, O Sexto Sentido serviu para transformar seu diretor, M. Night Shyamalan em sua própria franquia milionária, ou um diretor-estrela. Com uma voz autoral tão impactante quanto a de Quentin Tarantino – em filmes ainda mais comerciais e lucrativos -, o cineasta indiano emplacava um sucesso atrás do outro em seus primeiros longas. Mas como sabemos, um tempinho depois, cairia em desgraça, vindo a recuperar seu prestígio somente agora.

Seja como for, O Sexto Sentido é cinema em toda a sua magnitude e excelência. Um primor de roteiro, atuações de primeira (com indicações ao Oscar para o menino Haley Joel Osment e Toni Collette) e uma direção precisa de Shyamalan, o filme colocou o gênero terror de novo no radar. Além destas indicações, num total de seis, O Sexto Sentido ainda foi nomeado para melhor diretor e melhor filme. A obra está entre as 200 preferidas do grande público de todos os tempos e arrecadou US$672 milhões pelo mundo.

06 | Forrest Gump (1994)

Forrest Gump Cinepop

Aqui não temos Spielberg exatamente, mas temos um de seus maiores pupilos e colegas, o diretor Robert Zemeckis. Em seu início de carreira, Zemeckis teve a trilogia De Volta para o Futuro e Uma Cilada para Roger Rabbit produzidos por Spielberg. Em meados da década de 1990, caminhava por conta própria e emplacava o que foi, naquela época, seu filme mais maduro. A história de um rapaz autista que perpassa por toda a história recente norte-americana interagindo e a modificando marcou o período, se tornou um fenômeno e ganhou muitos prêmios. Além de melhor filme e diretor no Oscar (num total de 13 indicações e 6 vitórias), Forrest Gump ainda deu o segundo prêmio de melhor ator para Tom Hanks, pelo segundo ano consecutivo (o primeiro sendo por Filadélfia). O filme é o número 14 na preferência do grande público de todos os tempos – o que é um feito popular extraordinário –e juntou US$678 pelas bilheterias mundiais.

05 | Independence Day (1996)

Independence Day Cinepop

Um verdadeiro fenômeno, esta superprodução da Fox apresentou para a época uma invasão alienígena sem precedentes para o cinema blockbuster. Em matéria de efeitos especiais, foi o filme que mais chamou atenção depois de Jurassic Park (1993) no período. No longa de Roland Emmerich (diretor que ficaria famoso ao pegar o filão do cinema entretenimento megalômano – seguindo esta produção com Godzilla, 1998), uma raça alienígena invade a Terra destruindo nossa planeta, e começando com a Casa Branca (que fez plateias vibrarem). Coube aos humanos revidar no dia da independência americana. Entre outras coisas, Independence Day mostrou ao mundo quem era o carismático Will Smith (que viria a se consolidar como astro em outra obra sobre alienígenas, a citada Homens de Preto). Vinte anos depois, os produtores resolveram continuar a história e o resultado foi o morno (para dizer no mínimo) Independence Day: O Ressurgimento. O Primeiro filme arrecadou US$817 milhões ao redor do mundo.

04 | O Rei Leão (1994)

Lion King Cinepop

Enquanto a versão em live action acumula um montante absurdo, se tornando a segunda maior bilheteria de 2019, o material fonte, a animação original de 1994, já demonstrava um feito impressionante. A maior animação da Disney até então, a história do leãozinho Simba conseguiu escalar e superar enormes sucessos da época, como A Pequena Sereia (1989), A Bela e a Fera (1991) e Aladdin (1992). Depois de roteiros com personagens humanos, a Disney voltava a apostar em histórias com animais falantes, e aqui tal tipo de narrativa atingia o ápice, adicionando elementos shakespearianos. O Rei Leão já inspirou de tudo, até peça teatral pelos palcos de vários países, e definitivamente é um dos maiores sucessos do estúdio do Mickey. O longa animado está entre os 35 melhores filmes de todos os tempos na opinião do grande público e somou US$968 milhões ao redor do mundo.

03 | A Ameaça Fantasma (1999)

Phantom Menace Cinepop

Agora a brincadeira ficou séria. Este é o primeiro filme a ultrapassar a barreira do bilhão na lista (mostrando que apenas três filmes nos anos 1990 foram capazes de realizar tamanho feito) – o que afirma uma década mais lucrativa em relação à anterior. E como não poderia deixar de ser, se temos um filme da franquia Star Wars num ano ou numa década, pode ter certeza que ele irá figurar entre os mais rentáveis. Com o Episódio I não foi diferente. Mais ainda, A Ameaça Fantasma foi o primeiro filme lançado nos cinemas a estampar o logo da franquia Star Wars desde o início da década de 1980, quando O Retorno de Jedi (1983) encerrava a história. Aqui, George Lucas, o criador, decidia voltar a tal universo e contar a infância do vilão Darth Vader – ainda um menino em seus nove anos de idade. Ou seja, imagine a expectativa. Hoje, o filme viveu para se tornar o episódio mais odiado da franquia, mas isso é outra história. A Ameaça Fantasma arrecadou US$1.027 bilhão ao redor do mundo.

02 | Jurassic Park (1993)

Jurassic Park Cinepop

Bem, vocês sabiam que ele viria. Já nos referimos a ele em algumas posições anteriores na lista. E se sua continuação O Mundo Perdido já havia aparecido, nada mais natural do que ele aparecer também. Revolucionário para a indústria do cinema no quesito efeitos especiais, Jurassic Park foi produzido numa época em que os filmes realmente contavam boas histórias e os efeitos eram apenas parte da narrativa. Hoje em dia, os novos episódios deste mesma franquia incluídos, os filmes parecem se segurar apenas pelos efeitos, com grandes crateras onde deveria ser o roteiro.

Jurassic Park foi precursor e talvez esta nova geração já nascida na era do CGI nunca consiga compreender o que significou. James Cameron já havia brincado com tais efeitos criados por computador em O Segredo do Abismo (1989) e O Exterminador do Futuro 2 (1991), mas foi Spielberg e seu Jurassic Park que fizeram a cabeça do público explodir com sua criação, que trouxe de volta à vida criaturas pré-históricas. Afinal, este era o mote do filme e ele não funcionaria sem tais efeitos pra lá de realistas. A obra arrecadou US$1.029 bilhão pelo mundo.

01 | Titanic (1997)

Titanic Cinepop

Por falar em James Cameron, o cineasta foi por muitos anos retentor do primeiro lugar do pódio, tendo dirigido o filme mais lucrativo de todos os tempos. O diretor audacioso, autoral e pra lá de criativo, sempre deu sinal de sua coragem artística dentro do cinema comercial. Tudo começou com O Exterminador do Futuro (1984). A continuação de 1991 foi simplesmente revolucionária e a maior bilheteria de seu respectivo ano. Mas após alguns filmes de ação e ficção muito eficientes, elogiados e bem sucedidos, Cameron dava seu passo mais ambicioso – e isso falando de um cineasta acostumado a grandes produções e orçamentos largos.

Titanic era uma constante dor de cabeça em sua produção, extrapolando o orçamento, quase falindo a FOX e sofrendo adiamentos constantes. O estúdio estava pronto para decretar seu novo fracasso, quando Cameron provou que todos estavam errados, e emplacou o maior sucesso do cinema de todos os tempos. Com US$2.187 bilhões, Titanic foi por 12 anos a maior bilheteria da história do cinema. Isto até outra produção do próprio Cameron roubar o trono. É claro que estamos falando de Avatar (2009), que foi igualmente destronado este ano por Vingadores: Ultimato. Seja como for, a história fictícia de um romance dramático, incluído na trágica história real de um dos maiores desastres da humanidade, fez o público retornar inúmeras vezes aos cinemas.

Conheça mais alguns fenômenos de bilheteria da época:

11 | O Exterminador do Futuro 2 (1991) – US$520 milhões
12 | Ghost (1990) – US$505 milhões
13 | Aladdin (1992) – US$504 milhões
14 | Toy Story 2 (1999) – US$497 milhões
15 | Twister (1996) – US$494 milhões
16 | O Resgate do Soldado Ryan (1998) – US$482 milhões
17 | Esqueceram de Mim (1990) – US$476
18 | Matrix (1999) – US$463,5 milhões
19 | Uma Linda Mulher (1990) – US$463,4
20 | Missão: Impossível (1996) – US$457 milhões
21 | Tarzan (1999) – US$448 milhões
22 | Uma Babá Quase Perfeita (1993) – US$441 milhões
23 | A Bela e a Fera (1991) – US$425 milhões
24 | Dança com Lobos (1990) – US$424 milhões
25 | A Múmia (1999) – US$415 milhões
26 | O Guarda-Costas (1992) – US$411 milhões
27 | Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões (1991) – US$390 milhões
28 | Godzilla (1998) – US$379 milhões
29 | True Lies (1994) – US$378 milhões
30 | Toy Story (1995) – US$373 milhões

Astro de ‘Shang-Chi’ quer enfrentar o Wolverine na sequência

Em entrevista ao ComicBook.com, o astro Florian Munteanu, que interpretou Razorfist no elogiado ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, revelou que o público pode esperar seu retorno para a sequência da ação – e ele até mesmo já escolheu quem gostaria de enfrentar.

“Há muito a se contar com esse personagem. Como você sabe, ele tem duas lâminas nos quadrihos e um belíssimo confronto, e os fãs estão me mandando coisas dos quadrinhos em que Razorfist se encontra com Wolverine, o que acho que seria um confronto incrível – lâmina contra lâmina”, ele contou.

Em outra entrevista, dessa vez para o Pop Culture, Munteanu contou mais sobre o que espera ver do personagem no futuro.

“Eu quero seguir exatamente o caminho que começamos a traçar para o personagem. Eu quero mostrar que ele é mais do que apenas um soldado. Eu sinto que em vislumbres você pode ver que ele representa os valores corretos. Nós o vemos como um soldado, mas o vemos como um soldado leal a quem ele serve: os Dez Anéis e a organização, sua família. Isso por si só mostra que há mais nele do que apenas receber ordens e executá-las.”

Ele continuou, falando que algumas das cenas deletadas do filme mostrariam esse lado mais humano do personagem:

“Quando vemos as cenas deletadas, sinto que temos uma visão melhor de Razor Fist, seu lado emocional, que ele tem muito coração, que há muito mais coisas com as quais ele se preocupa além de lutar ou executar ordens ou até mesmo com os Dez Anéis. Eu mostrar exatamente isso, porque sinto que o lado dramático é uma das minhas maiores forças e quero colocar essa força no Razor Fist também.”

Lembrando que ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ já foi adicionado ao catálogo da Disney+, e a plataforma também lançou um especial explorando os bastidores da adaptação estrelada por Simu Liu.

O especial faz parte da série Marvel Studios Avante, que traz curiosidades por trás das câmeras das atuais produções do estúdio, como ‘WandaVision’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘Loki’ e ‘What If…?’.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Shang Chi

Lembrando que ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ se tornou um dos mais recentes sucessos da Marvel Studios e conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias ao redor do mundo.

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Na trama, Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

 

‘The Score’: Thriller musical com Will Poulter ganha trailer oficial; Confira!

thriller musical ‘The Score’, estrelado por Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Midsommar’), ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de Malachi Smyth.

Dois vigaritstas estão em uma missão através da qual esperam transformar as próprias vidas. Em um café de estrada, conforme esperam por um encontro, um deles se apaixona pela garçonete local e começa a se questionar sobre as escolhas que fez – enquanto uma ameaça real está cada vez mais próximo deles.

Johnny FlynnNaomi Ackie completam o elenco.

‘The Score’ ainda não tem data de estreia definida.

10 ÓTIMAS séries para você assistir no Paramount+

Um dos mais recentes streamings disponível no Brasil, a cada novo mês apresenta seriados interessantes em seu catálogo digno de maratonas para todos nós que amamos o universo dos seriados. Para ajudar você leitor com algumas dicas, reunimos aqui nessa matéria algumas das grandes séries desse streaming:

 

Os Donos de Kingstown

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Criado pela dupla Hugh Dillon e Taylor Sheridan, Os Donos de Kingstown é uma das series mais aguardadas de 2021. Reunindo os atores Dianne Wiest, Jeremy Renner e Kyle Chandler o seriado conta a história dos irmãos Mitch e Mike McLusky que agem como mediadores em Kingstown e, quando um jovem guarda, Sam, é incriminado por entregar uma carta para um prisioneiro, o trabalho do Mike é inocentá-lo. Os Donos de Kingstown é exclusivo da Paramount+ !

 

American RUST

Rus

Com uma narrativa lenta para os espectadores que gostam de refletir sobre as escolhas dos personagens, American Rust é mais uma série disponível somente na Paramount+ ! Na trama, ambientada em uma pequena cidade do cinturão da ferrugem no sudoeste da Pensilvânia, o chefe de polícia Del Harris (Jeff Daniels) investiga depois que um cadáver aparece em uma usina siderúrgica abandonada.

 

Dexter: New Blood

Dex

Depois de um final de série dos piores possíveis para uma das séries mais vistas da história da televisão norte-americana, Dexter volta para uma nova temporada depois de mais de uma década revisitando as inconsequências de um protagonista serial killer interpretado brilhantemente por Michael C.Hall. Dexter: New Blood é exclusivo da Paramount+ !

 

Yellowstone

Ye

 

Desde junho de 2018 em andamento, o seriado Yellowstone um elenco com nomes como: Kevin Costner, Luke Grimes, Wes Bentley, Danny Huston acompanhamos a saga de John Dutton que tenta proteger a fazenda das construtoras, de uma reserva indígena e do primeiro parque nacional dos Estados Unidos além de uma disputa dos filhos pela sucessão nos negócios do pai.

 

Your Honor

Yourr

O obscuro universo das escolhas éticas em meio a dramas familiares. Criado por Peter Moffat e baseado em uma série israelense chamada Kvodo, Your Honor tem intensos 10 episódios e que ao longo de sua trajetória abre inúmeras portas de possibilidades através da eminência, do conflito entre duas famílias, representadas pelos pais. Mesmo buscando profundidade até mesmo onde poderia ser objetivo na superfície, o caminho até o clímax é lento e sempre deixando atento para o espectador, pequenas dicas sobre os destinos. Bryan Cranston e Michael Stuhlbarg, dois dos maiores atores da atualidade comandam o embaralhado castelo de cartas que é descontruído pela inconsequência dos atos de seus perigosos (cada um a seu estilo) personagens.

 

Yellowjackets

Yel

Um seriado bem forte disponível no catálogo da Paramount+ , sem dúvidas é esse Yellowjackets. Na história, um grupo de meninas campeãs regionais de futebol (o soccer mesmo) pegam um avião para disputas nacionais mas um acidente acontece, deixando as sobreviventes perdidas por meses no meio de uma naureza selvagem. Fazendo um ping pong com os dias atuais, aos poucos vamos descobrir todos os segredos de tudo que as sobreviventes passaram naquele lugar.

 

 

Schitt’s Creek

Shi

Pouco badalada mas com enorme sucesso de quase todos que já a viram, o seriado canadense Schitt’s Creek rapelou os emmys na cerimônia de 2020. A sitcom de seis temporadas (está no ar desde 2015) acompanha a doidinha família Rose, que tinha um empreendimento poderoso e rentável que por conta de uma enorme fraude financeira perde toda a fortuna. Sem terem para onde ir, lembram que compraram uma cidade em uma brincadeira e é pra lá que eles vão tentar se reerguer.

 

Two Weeks to Live

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Protagonizada por um dos destaques de Game of Thrones, Maisie Williams, Two Weeks to Live mostra as escolhas de uma jovem chamada Kim que cresceu praticamente isolada do mundo, sendo criada somente por sua mãe. Em busca de vingança para entender a morte do pai, embarca em jornada cheia de obstáculos.

 

Escape at Dannemora

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Benicio Del Toro as Richard Matt and David Morse as Gene Palmer in Escape at Dannemora (Episode 1). -Photo: Chris Saunders/SHOWTIME -Photo ID: DANNEMORA_101_1278

Considerada uma das melhores minisséries do ano de 2019, Escape at Dannemora , baseada na fuga massiva de uma prisão em plena em Nova Iorque, em 2015, mostra um recorte de  perseguição a dois assassinos condenados, que foram ajudados em suas fugas por uma funcionária com quem ambos se envolveram sexualmente. O elenco é ótimo, como nomes como: Benicio del Toro, Patricia Arquette, Paul Dano, Bonnie Hunt e David Morse.

 

Twin Peaks

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Uma das criações mais mirabolantes e geniais da mente criativa de David Lynch, que inclusive já enxergava o potencial do universo dos seriados, Twin Peaks mostra os obstáculos e incertezas do agente do FBI Dale Cooper que viaja para a pequena e quase desconhecida cidade de Twin Peaks para investigar o assassinato da jovem Laura Palmer.

‘A Volta ao Mundo em 80 Dias’: Série baseada no romance de Júlio Verne ganha trailer e data de estreia; Confira!

PBS divulgou hoje (25) o trailer oficial de A Volta ao Mundo em 80 Dias (‘Around the World in 80 Days’), série baseada no clássico romance de Júlio Verne.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 02 de janeiro de 2022.

Confira:

A narrativa é centrada em Phileas Fogg, um aventureiro que aposta 20 mil euros contra os membros do Clube da Reforma, garantindo que consegue circunavegar o mundo inteiro em apenas oitenta dias. Nessa jornada, ele é acompanhado pelo ajudante Jean Passepartout e pela jornalista Abigail Fix.

David Tennant dá vida a Phileas. O elenco também conta com Leonie BeneschIbrahim Koma.

Simon Crawford CollinsLionel UzanPascal BretonWinnie Serite entram como produtores executivos.

‘Duna’: Adaptação de Denis Villeneuve estreia na HBO Max!

Depois de estrear nos cinemas de todo o mundo, a primeira parte da épica adaptação de ‘Duna‘ finalmente chegou à HBO Max.

O título foi disponibilizado hoje, dia 26 de novembro.

O filme arrecadou  US$ 351.2 milhões mundialmente nos cinemas. Nos EUA, o longa arrecadou US$ 93.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 258.1 milhões.

Assista ao trailer:

Segundo o jornalista Josh Encinias em atendimento a uma das sessões de Duna, o aclamado diretor Denis Villeneuve já deu início à produção da 2ª parte da adaptação – e que as filmagens devem começar em meados de 2022 (mais precisamente no dia 18 de julho do ano que vem).

Villeneuve já deu início à escrita do roteiro e começou a trabalhar no projeto antes mesmo de ganhar sinal verde na Warner Bros.. Segundo ele:

“Estou escrevendo a parte dois, agora, e me sinto com oito anos de idade de novo. Isso é muito incomum para mim. É a primeira vez que experimento ver um dos meus filmes e tenho um momento de pura gratidão, alegria e eu digo: ‘obrigado, vida, por me dar a oportunidade de trazer isso para as telas'”.

O diretor pretende fazer uma trilogia.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

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‘Homem-Aranha 3’: Comercial traz cenas INÉDITAS do Electro e do Peter com a MJ

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa teve um novo comercial divulgado, para promover o lançamento em IMAX, e o vídeo traz algumas cenas inéditas.

Assista:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

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‘Encanto’ abre com quase o dobro da bilheteria de ‘Casa Gucci’ nos EUA

A animação ‘Encanto‘ chegou aos cinemas norte-americanos na quarta-feira (24) de Ação de Graças e teve uma abertura de US$ 7,5 milhões, incluindo as prévias de terça-feira.

De acordo com o Deadline, a animação que menos arrecadou no feriado foi ‘O Bom Dinossauro‘ (2015), da Pixar, que ainda assim abriu com US$ 9,76 milhões, e acumulou US$ 55,4 milhões ao fim do feriado de cinco dias.

Apesar de ‘Encanto não garantir uma abertura surpreendente para uma animação da Disney, o título conseguiu ultrapassar o aguardado ‘Casa Gucci, que conquistou US$ 4,2 milhões no primeiro dia de exibição nos EUA.

Além disso, projeções indicam que ‘Casa Gucci‘ pode faturar US$ 14,3 milhões ao fim dos três primeiros dias em cartaz, e US$ 21,7 milhões em cinco.

Já o quadro de abertura de ‘Encanto gira em torno de US$ 26,1 milhões e US$ 38,6 milhões no mesmo período.

Com canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Tick Tick… Boom!’), ‘Encanto‘ também ficou a frente de ‘Ghostbusters: Mais Além‘, que ficou em segundo lugar, arrecadando US$ 5,5 milhões na quarta-feira.

Mesmo assim, o longa dirigido por Jason Reitman abriu com US$ 44 milhões no fim de semana de estreia no mercado interno e já conta com US$ 52,5 milhões… Uma marca que ‘Encanto‘ pode não ultrapassar.

Por outro lado, o badalado feriado de Ação de Graças acontece entre quarta e domingo e pode fazer da animação o título ‘para toda a família’ com os maiores números de abertura desde o início da pandemia.

Lembrando que ‘Ghostbusters: Mais Além‘ não se encaixa no termo pois ganhou classificação etária PG-13 em virtude de “ação sobrenatural e material sugestivo”.

A estreia menos impactante da semana foi a de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccon City‘, que fechou o primeiro dia com míseros US$ 2,5 milhões, com uma perspectiva de US$ 7,7 milhões em três dias, e $ 11,9 milhões para cinco dias.

Lembrando que Encanto‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Encanto‘ será a terceira animação da Disney nos últimos cinco anos a apresentar uma mulher não caucasiana como personagem principal, seguindo Moana (polinésia) e Raya e o Último Dragão (asiático).

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

Encanto Poster

Ator de ‘A Princesa Prometida’ volta a CRITICAR possível remake da Sony

Em 2019, a Variety publicou uma matéria insinuando que a Sony está interessada em um remake do clássico de fantasia A Princesa Prometida’, mas parece que a ideia não agradou a todos.

Na época, Cary Elwes, astro do filme, criticou a decisão em seu perfil do Twitter ao afirmar que “há poucos filmes perfeitos neste mundo. Seria uma pena arruinar a imagem deste.”

A notícia começou a circular após o presidente da Sony afirmar que “há um monte de gente interessada em fazer um remake do clássico.”

Mesmo que a notícia não tenha sido atualizada desde então, Elwes voltou a criticar a possibilidade durante uma recente entrevista para o The Hollywood Reporter.

Para ele, o filme de 1987 é uma obra amada e uma parte importante da cultura pop e é melhor não desgastar essa imagem com um remake.

“Muitos executivos de estúdios cinematográficos acreditam que quando eles fazem reboots ou remakes, eles já têm um público-alvo certo, então não precisam gastar com tanto marketing. É por isso que o cinema foi invadido por filmes desse tipo.”

Ele continuou:

“Eu entendo a motivação, mas minha teoria é, se o filme é popular e é bem feito, e as pessoas adoram, acho que é melhor não desgastar sua imagem. Se um filme conquistou o coração do público, então, não é uma boa ideia tentar revisitá-lo.”

Elwes também não é o único astro do filme a criticar a ideia…

Chris Sarandon, intérprete do Príncipe Humperdinck, disse o seguinte ao Comic Book:

“Não entendo por que alguém precisaria refazer ‘A Princesa Prometida’, porque é um filme tão específicos em seus efeitos ao público. É um filme icônicoem tantos aspectos e tem uma marca tão cultural que não vejo como um remake poderia ser outra coisa senão uma decepção para os fãs do original.”

Baseado no romance homônimo de William Goldman, ‘A Princesa Prometida‘ foi um sucesso de crítica, conquistandi 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Além de Elwes, o filme também conta com Robin Wright, Peter Falk, Fred Savage, Betsy Brantley, Mandy Patinkin, Chris Sarandon, Christopher Guest, Wallace Shawn, Andre; o Gigante, Billy Crystal e Carol Kane.

The Princess Bride

 

‘Gossip Girl’: 2ª parte do reboot estreia na HBO Max; Assista ao trailer!

A 2ª parte da primeira temporada do reboot de Gossip Girl já estreou na HBO Max.

O primeiro episódio da nova leva foi lançado no último dia 25 de novembro, na plataforma de streaming.

A série foi criada por Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.

Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.

Gossip Girl

‘The Witcher’: MONSTRO medonho aparece em novo vídeo da 2ª temporada; Assista!

The Witcher é uma das maiores sensações da história da Netflix e caminha para sua segunda temporada.

Para promover o próximo ciclo, a plataforma de streaming divulgou um clipe inédito que apresenta um novo monstro ao universo televisivo: a Centopeia Gigante, também conhecida como Miriápode.

Confira:

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para 17 de dezembro.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

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Dominic Orlando, roteirista de ‘Mindhunter e ‘The OA’, morre aos 57 anos

De acordo com The Hollywood Reporter, o dramaturgo e roteirista Dominic Orlando (‘Mindhunter’) faleceu no último dia 17 após complicações devido a um câncer não especificado.

O cineasta tinha apenas 57 anos de idade e estava com sua família, em Washington, quando veio a óbito.

Nascido no Brooklyn em 1963, Orlando foi duas vezes indicado ao Writers Guild of America por seu trabalho como roteirista de ‘MindhuntereThe OA‘.

Ele também desempenhou a função no aclamado suspense dramático Them‘, série exibida pela Amazon Prime.

Além disso, ele foi produtor de ‘Outer Range‘ (Amazon Prime), ‘Retreat‘ (FX) e ‘Nightflyers (Syfy), série baseada no romance homônimo de George R.R. Martin, que acabou sendo cancelada.

Antes de migrar para a TV, Orlando começou sua carreira no teatro em 1992 e foi co-fundador da No Pants Theatre Company, sediada em Nova York, cuja missão era devolver ao teatro seu papel como um lugar onde a sociedade confronta com seu lado espiritual.

Antes de se mudar para Los Angeles e seguir carreira na televisão, ele também ajudou a estabelecer uma das maiores companhias de teatro de Minneapolis, a Workhaus Collective.

Através de um comunicado, sua família lamentou a perda com as seguintes palavras:

“Ele era aquela pessoa da qual todos queriam sentar ao lado no Dia de Ação de Graças, nos restaurantes em Minneapolis e nos churrascos de quintal em Los Angeles. Ele era o dono da voz mais alta, discutindo, falando, afirmando sua opinião firme e ainda assim, de alguma forma, ele sempre conseguiu ser um ouvinte empático e cuidadoso. Um mentor, amigo e uma alma profundamente generosa, ele passou sua vida construindo círculos sociais da mesma forma que construiu histórias, e ele era o coração de cada um desses círculos.”

Nostalgia? 10 Filmes Recentes que Parecem ter Saído dos anos 80 e 90

Cada década no cinema é reflexo de sua época e sociedade. Ou seja, é muito fácil identificarmos produções das mais variadas décadas apenas olhando para o conjunto que compõe o todo, vide figurinos, penteados, cenários, músicas, estilos, comportamentos, gírias e diálogos. Mas em especial o tipo de trama que estamos assistindo. Afinal, nosso mundo sempre em evolução deixa bastante datado o contexto das obras específicas de seu tempo. Isso é, ou quase.

O que acontece é que vira e mexe ganhamos em nossa época atual tipos de filmes que parecem parados no tempo. São produções que fazem uso de uma história ou estrutura narrativa muito conhecida para os que são um pouco mais velhos, pois já as viram inúmeras vezes no passado. É claro que os realizadores menos preguiçosos irão modificar uma coisa aqui e outra ali, em especial no que diz respeito a diálogos, colocando uma frase mais moderninha ou elemento atual. Apesar disso, na maioria dos casos a impressão que fica é que determinados filmes tiveram seus roteiros escritos lá nas décadas de 80 ou 90, e depois foram engavetados, vendo a luz do dia somente agora.

Pensando nisso, resolvemos formular uma nova matéria abordando 10 filmes recentes que facilmente poderiam ter sido gravados ainda nas décadas de 80 e 90, substituindo um CGI por um efeito prático aqui, ou um celular por telefone público ali. Confira abaixo.

A Mulher na Janela

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O novo suspense da Netflix vem dando o que falar. Esse é mais um dos casos onde crítica e público parecem discordar. Enquanto o filme com a talentosa Amy Adams é destroçado pelos especialistas, os espectadores fizeram do longa o novo sucesso da plataforma, o fazendo adentrar na lista dos filmes mais vistos. Quem já conferiu, percebeu que ele possui certo “teor” recorrente de alguns filmes das décadas de 90, onde uma protagonista feminina se via no meio de uma trama misteriosa, geralmente usando como tema o cenário de uma casa ou apartamento, vide Morando com o Perigo (1990) e Mulher Solteira Procura (1992). Em se tratando de revelações de mistérios simplistas, podemos incluir O Colecionador de Ossos (1999) na lista – todos figurando facilmente como bons exemplares do Supercine.

Aqueles que Me Desejam a Morte

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Estamos no ano de 2021, mas para que criar histórias modernas e únicas, quando Hollywood pode reciclar à exaustão o mesmo tipo de material que sempre usou, certo? Aqui, neste novo thriller de ação, que marca o retorno de Angelina Jolie ao gênero (com estreia programada para o dia 27 deste mês), a trama utilizada é a da criança em perigo que precisa ser protegida pela heroína. Nesta seara, James Cameron fez escola, com as superproduções Aliens – O Resgate (1986) e O Exterminador do Futuro 2 (1991). O mote também foi utilizado em Código para o Inferno (1998), com Bruce Willis.

Esquadrão Trovão

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Essa comédia é mais uma produção lançada diretamente pela Netflix. A trama conta sobre duas amigas quarentonas e um pouco acima do peso, se descobrindo como as novas super-heroínas do pedaço, vividas por Melissa McCarthy e Octavia Spencer. Ao mesclar comédia com o gênero da ação e fantasia de super-heróis, o longa soa muito como um produto tipicamente das décadas de 80 e 90, quando não se sabia muito bem como transformar quadrinhos em filmes. A lista de filmes do gênero que apelaram para a galhofa é longa, mas podemos citar Superman 3 (1983), Batman Eternamente (1995), Batman & Robin (1997), O Juiz (1995) e Heróis Muito Loucos (1999).

Mulher Maravilha 1984

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Por falar nos heróis da DC, o segundo filme da Amazona mais popular da cultura pop pegou tanta carona na nostalgia que terminou com gostinho requentado de alguma produção saída diretamente de tais décadas. Aqui temos diversos elementos anteriormente vistos, seja o tom de cores e o visual chamativo, as subtramas de trocas de corpo com Steve Trevor, o vilão que no passado era tímido e introvertido, até a trama central do objeto mágico que realiza desejos, tudo soa muito como se tivesse vindo do passado.

Os Novos Mutantes

New Mutants Cinepop

Por mais que este último filme da FOX tenha a proposta diferenciada de mesclar os gêneros do terror e de super-heróis, muito anunciado como o pioneiro em tal feito, aqui podemos notar fortes influências de produtos do passado. De Clube dos Cinco (1985) temos os personagens disfuncionais reunidos na “detenção”, realizando um curso relâmpago em entrosamento. Fora isso, ecoa A Hora do Pesadelo 3 (1987), com jovens pacientes de uma instituição psiquiátrica precisando enfrentar com seus poderes um mal comum a todos.

Sonic: O Filme

Sonic Cinepop

Nos anos 80 e 90, era comum termos filmes com alguma criaturinha estranha que causa alvoroço, atrai a atenção de caçadores ou do governo, mas que na verdade é dócil e bondosa. A lista é grande e vai desde E.T. – O Extraterrestre (1982), passando por Um Hóspede do Barulho (1987), O Milagre veio do Espaço (1987), Howard – O Super-herói (1986) e a série Alf – O Eteimoso (1986). É claro que na época todos eram criações em animatrônicos, fantasias ou fantoches, e hoje confia-se quase que exclusivamente no CGI. Temos até o careteiro Jim Carrey no elenco, totalmente em modo anos 90.

Dolittle

Dolittle Cinepop

Outro artifício tipicamente popular nos anos 80 e 90 eram os filmes de animais falantes. Talvez o maior expoente do subgênero seja Babe – O Porquinho Atrapalhado (1995), que recebeu indicação ao Oscar de melhor filme. Aqui, temos muitos animais falantes, todos propriamente gerados por CGI, para Robert Downey Jr. se divertir em tela (e talvez só ele). Fora isso, temos adicionada na mistura a história infantil criada por Hugh Lofting, que foi adaptada pela segunda vez ao cinema, de forma moderna, em 1998, quando o personagem foi vivido por Eddie Murphy.

Ameaça Profunda

Underwater Cinepop

Podemos analisar este thriller de sobrevivência com toques de terror e ficção científica protagonizado pela musa Kristen Stewart como uma grande homenagem ao subgênero que reinou nos anos 80 e 90. Talvez nenhum outro ano da década de 80 tenha sido tão marcando para o estilo do que 1989. Foi quando ganhamos longas como O Segredo do Abismo (de James Cameron), Leviathan (do mesmo diretor de Rambo 2) e Abismo do Terror (do mesmo diretor de Sexta-Feira 13). Fora isso, os anos 90 nos deram obras como Esfera (1998), Tentáculos (1998) e Vírus (1999).

Freaky – No Corpo de um Assassino

Freaky Cinepop

Outra tendência muito forte nestas décadas inesquecíveis era a narrativa da troca de corpos. Pais e filhos, homens e mulheres, e jovens e velhos, não faltava era mudança inusitada. Assim vieram filmes como Um Espírito Baixou em Mim (1984), Tal Pai, Tal Filho (1987), Vice-Versa (1988), Um Pedido Especial (1988), Um Sonho Diferente (1989), Por Trás Daquele Beijo (1992) e Wish Upon a Star (1996). Em Freaky, temos adicionada à mistura o elemento dos filmes de terror slasher, muito populares nos anos 80, e reinventados nos 90 com Pânico (1996).

Legado Explosivo

Honest Thief Cinepop

O mais recente exemplar de filmes de ação de Liam Neeson é tão genérico e datado que sinceramente poderia ter saído do enredo de diversas produções das décadas de 80 e 90. Veja se esta trama lhe é familiar. Um talentoso ladrão de cofre decide realizar um último trabalho antes de se aposentar. Porém, neste último ato encontra complicações e agora precisa correr e fugir para limpar seu nome. Tudo desde Profissão: Ladrão (1981) a O Grande Assalto (1993) é usado como inspiração.