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‘Detetive Madeinusa’: Whinderson Nunes e Tirullipa estrelam nova comédia da Amazon; Assista ao trailer!

A vindoura comédia nacional da Amazon Prime Video, intitulada ‘Detetive Madeinusa‘, ganhou um divertido trailer oficial, que traz os astros Whinderson Nunes e Tirullipa em destaque.

Assista:

Na trama, Madeinusa é um ex-político que virou um detetive atrapalhado. Ele é contratado por Neldson, um lobista milionário, para desvendar o roubo de um boi premiado e com a ajuda de uma equipe ainda mais atrapalhada, ambos se envolverão em uma série de confusões.

Rodrigo Van Der Put assina a direção da comédia.

Gessica Kayane, Antonio Tabet, Luana Tanaka e Bruno Montaleone estrelam a produção.

Detetive Madeinusa‘ estreia na Amazon Prime Video no dia 12 de novembro.

‘Harlem’: Nova série de comédia da Amazon produzida por Pharrell Williams ganha trailer oficial; Assista!

Harlem CR: Sarah Shatz/Amazon

A vindoura série de comédia ‘Harlem‘, produzida por Pharrell Williams e Amy Poehler, ganhou o seu primeiro trailer oficial.

Na trama, quatro amigas navegam pela fase dos 30 anos com muito bom humor e disposição, à medida em que tentam realizar os seus sonhos profissionais e pessoais. Aqui, amor e carreira se transformam em duas missões mais complicadas de que poderia se esperar.

Confira o trailer:

Harlem‘ foi criada pelo corroteirista da aclamada comédia ‘Viagem das Garotas‘, Tracy Oliver.

Os dois primeiros episódios da produção são dirigidos por Malcolm D. Lee, mesmo diretor responsável por ‘Space Jam: Um Novo Legado‘ e ‘Viagem das Garotas‘.

Meagan Good, Grace Byers, Shoniqua Shandai e Jerrie Johnson estrelam a série.

A 1ª temporada de ‘Harlem‘ vai contar com 10 episódios, que estreiam no dia 03 de dezembro.

Confira o cartaz:

‘Bridgerton’: Shonda Rhimes elogia decisão de Regé-Jean Page de sair da série; Entenda!

A saída do astro Regé-Jean Page da série ‘Bridgerton‘ surpreendeu os fãs, principalmente em virtude da sua bombástica popularidade nascida a partir de seu amado personagem, o Duque de Hastings.

E a produtora executiva do projeto Shonda Rhimes voltou a tocar no assunto, em uma recente entrevista à revista Variety. Na ocasião, ela elogiou a decisão do ator de se desligar da série, afirmando que ele teria sido perspicaz em querer preservar a preciosidade do seu arco.

“Eu não o culpo por isso. Eu acho que ele foi muito esperto por deixar a perfeição como perfeição”.

Ainda assim, Rhimes admitiu que ficou surpresa com as reações dos fãs mediante o anúncio de que o Duque de Hastings não retornaria para a 2ª temporada.

“Minha suposição a respeito do que as pessoas sabiam sobre os romances foi bastante superestimada. Mas essas reações significam sucesso e eu entendo o desespero deles [dos fãs]”.

Lembrando que os próximos episódios trarão quatro novos nomes ao elenco: Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’) e Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Phoebe Dynevor, Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Na Cola dos Assassinos’: Série documental criminal já está disponível na Netflix

A série documental criminal ‘Na Cola dos Assassinos‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quina-feira (04) na grade de programação.

Aqui, acompanhe o trabalho das equipes de investigação que precisaram resolver casos horripilantes de assassinatos em série. Em cada capítulo, investigadores e policiais percorrem pistas e cenários macabros, a fim de tentar encontrar as respostas necessárias que possam ajudar a solucionar as misteriosas mortes de pessoas inocentes.

A 1ª temporada conta com quatro episódios, com cerca de meia hora a 40 minutos de duração cada.

Assista o trailer:


 

‘Batwoman’: Professor Porko está chegando na promo oficial do episódio 03×05; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “A Lesson from Professor Pyg”, quinto episódio da 3ª temporada de Batwoman, que marca a estreia do vilão Professor Porko na série.

Na trama, “Ryan pede a Sophie que a acompanhe em um jantar na casa de Jada, para descobrir o que sua mãe afastada sabe sobre a Companhia Wayne – mas a noite toma um rumo inesperado quando um convidado inesperada aparece na reunião. À medida que a tenebrosa noite se desenrola, Ryan testemunha um novo lado de Marquis e de sua mãe”.

O episódio vai ao ar no dia 10 de novembro.

Confira:

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

‘Walker’: Vídeo promocional nos leva para os bastidores da 2ª temporada; Confira!

The CW divulgou um novo vídeo promocional da 2ª temporada do reboot ‘Walker’, estrelado por Jared Padalecki.

featurette nos leva para os bastidores do novo ciclo e revela segredos sobre os mais recentes episódios.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio, intitulado “The One That Got Away”, será exibido hoje, 04 de novembro.

Na trama, “Walker tem algumas preocupações sobre as ações de Micki e resolve mantê-la à vista, bem como em um possível novo informante. O Capitão James e o novo advogado local trabalham juntos para encerrar o caso e trazer Micki para casa. Stellla e Colton Davidson se unem para resolver um mistério enquanto mantém um olho em Trey – e cruzam caminho com um obstáculo interessante enquanto voltam para casa”.

Confira a promo:

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.

‘Legends of Tomorrow’: Nada é o que parece ser na promo oficial do episódio 07×05; Confira!

CW divulgou a promo oficial de “It’s a Mad, Mad, Mad, Mad Scientist”, quinto episódio da 7ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “depois que Sara, Ava, Behrad e Gary chegam em Nova York, eles rastreiam o Dr. Gwyn Davies, que não é o cientista que imaginaram. Astra, Spooner e Gideon ainda estão tentando impedir as Lendas de usar a máquina do tempo, mas eles enfrentam mais alguns problemas no meio do caminho. Enquanto isso, na dimensão pequena, Nate e Zari trabalham juntos na situação Hoover, além de tentarem descobrir como fazer o próprio futuro funcionar”.

O episódio vai ao ar no dia 10 de novembro.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton, Nick Zano e Matt Ryan.

Diretor de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City’ revela como reboot será diferente dos filmes com Mila Jovovich

O diretor Johannes Roberts contou ao ComicBook porque seu Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City’ será diferente da franquia dos anos 2000 estrelada por Mila Jovovich.

“A coisa é que os tempos mudaram, eu acho. Quando a primeira franquia de filme foi lançada, adaptar um jogo de computador era muito visto como ‘as pessoas sabem o nome, então pegue a franquia, pegue o nome… e então faça o que você quiser quer “, explica Roberts. “Basta pegar o nome e fazer qualquer coisa, agregar algum valor. Nos últimos 20 anos, isso realmente mudou. Tornou-se um verdadeiro respeito pelo jogo. Acho que os jogos acabaram de se desenvolver e se tornaram muito sofisticados também. Foi essa ideia que se tornou fundamental na maneira como lançamos [o filme] e na maneira como avançamos, como, ‘Olha, vamos levar isso a sério.’ “

O diretor ainda prometeu que o filme será mais assustador:

“Vamos fazer um terror superassustador. Para ser o cara do terror chegando e tipo, vamos realmente fazer algo que seja assustador, sombrio, aterrorizante, se encaixa no tom. Foi apenas uma coisa realmente emocionante que simplesmente não tinha sido feita antes com a franquia anterior. Foi muito divertido. ” 

Lembrando que ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ chega aos cinemas nacionais em 2 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

Comboio do Terror | 35 anos do Primeiro e ÚNICO filme dirigido pelo autor Stephen King

Sabe aquela história do “se quiser algo bem feito, faça você mesmo”? Pois bem, esta era a intenção do renomado escritor Stephen King ao decidir colocar a mão na massa e comandar ele mesmo a adaptação para o cinema de seu conto ‘Trucks’, publicado originalmente em 1973 para a edição da revista Cavalier, e depois relançado como parte do livro Night Shift, de 1978. Maximum Overdrive, o título que a produção ganharia nas telonas (aqui no Brasil se chamando Comboio do Terror) foi lançado nos EUA e Brasil no dia 25 de julho de 1986 nos cinemas e em 2021 completou 35 anos de seu lançamento. Como forma de comemorar esta verdadeira pérola do prazer culposo, iremos relembrar este filme de terror com vocês. Confira abaixo.

Na segunda metade da década de 1970, o autor Stephen King era apresentado para o mundo. Seus livros de terror faziam sucesso no círculo dos jovens descolados da contracultura dos hippies – como foi mostrado no sucesso da Netflix, Rua do Medo: Parte 2 – 1978. O escritor dava o passo além e abrangia todo um novo público ao ter seu primeiro livro, Carrie – A Estranha, adaptado ao cinema por Brian De Palma em 1976. A próxima adaptação para as telonas, por mais icônica que tenha se tornado, revelou-se uma das experiências mais traumáticas logo de início para King. O Iluminado (1980), de Stanley Kubrick, é constantemente estudado, analisado pelos fãs e citado como uma das melhores produções do gênero de todos os tempos. Porém, o filme falhou em agradar uma pessoa, e talvez a que mais precisasse; o dono da história: Stephen King.

Kubrick, como gênio excêntrico que era, pegou o livro de King e virou da cabeça aos pés – ou quase. A essência e personagens eram os mesmos, porém, Kubrick mudou diversos fatos, alguns perfis de personagens e inclusive o desfecho. Por exemplo, Wendy, a esposa sofrida, é descrita por King no livro como uma beldade loira, uma “esposa troféu” que nunca enfrentou dificuldades na vida. No filme de Kubrick, ela recebeu a aparência mais mundana de Shelley Duvall. No livro, Jack se sacrifica e explode o hotel com a caldeira. No filme, ele nunca se redime e tenta matar o pequeno filho no labirinto de plantas em meia a uma nevasca – situação que não existe no livro. Com tudo isso, o criador King não reconheceu em tela sua história, mesmo tendo oferecido adaptar ele mesmo o roteiro e sido recusado pelo cineasta. Apesar disso, King parece estar sozinho nesta, já que grande parte dos fãs e cinéfilos afirmam que Kubrick conseguiu melhorar a história do autor, deixando-a mais assustadora e intensa – e menos surreal.

Stephen King deserdou a adaptação de O Iluminado, que durante anos deixou um gosto para lá de amargo em sua boca. Em 1997, King finalmente teria seu desejo atendido pela Warner, estúdio responsável pela adaptação original, e realizaria uma versão mais fiel de seu conto produzida para a TV como uma minissérie em dois episódios. King ficou felicíssimo com o resultado. Mas parece que só ele, pois esta versão foi solenemente ignorada por todos, e os que assistiram se arrependem, a classificando como uma aberração monótona. Ossos do ofício.

Cansado de ter suas obras “trituradas” nas telas, Stephen King promete fazer certo em Comboio do Terror. O Resultado…

A primeira ligação mais aprofundada de King com o cinema ocorreu em 1982, quando ao lado do colega George A. Romero – outro mestre do terror, sendo o pai dos zumbis na cultura pop, graças à Noite dos Mortos-Vivos (1968) -, formularam Creepshow – Arrepio do Medo, longa que é uma coletânea com cinco contos de horror, todos escritos por King e dirigidos por Romero. Depois disso, em 1985, King voltaria aos cinemas atrás das câmeras ao adaptar Olhos de Gato, outro roteiro seu que se tornaria filme. Esse, no entanto, uma adaptação de contos seus anteriormente publicados – ao contrário do material original de Creepshow.

Com essa experiência inicial no mundo do cinema, o autor estava disposto a arriscar um cargo mais ambicioso. Não apenas iria escrever o roteiro, como também estrear na direção de um longa-metragem para o cinema. Com a frase de efeito “Eu só queria que alguém fizesse Stephen King da maneira certa”, proferida pelo autor e contida nas prévias, como trailers, comerciais e cartazes, Comboio do Terror não teve uma produção tranquila, e enfrentaria alguns problemas de bastidores – a maioria envolvendo uma crise pessoal do diretor King.

Emilio Estevez protagoniza, num papel que King havia pensado para Bruce Springsteen.

Depois de Christine, que foi levado aos cinemas em 1983 por John Carpenter com o subtítulo O Carro Assassino por aqui, essa era outra história de Stephen King que falava sobre automóveis possuídos, ganhando vida própria e tendências bastante homicidas. Ao contrário do Plymouth vermelho da década de 1950, no entanto, tomado pelo espírito maligno de seu antigo dono, os veículos de Comboio do Terror possuem uma explicação mais incrível e insana para ganharem vida – mais no clima surreal do autor. A explicação aqui é a passagem de um cometa pela Terra e seu rastro que fez todos os maquinários de nosso planeta se tornarem conscientes. Era a febre do cometa Halley que perdurava pelos anos 80. Fora isso, existe também uma explicação alienígena por trás de tudo.

Nas telas, quem protagoniza é astro adolescente Emilio Estevez, parte do chamado “brat pack, então aos 24 anos, no papel de Bill Robinson, ex-presidiário que recebe nova chance ao arrumar emprego num posto de gasolina. Seu patrão, no entanto, vivido por Pat Hingle (o comissário Gordon dos filmes Batman de Tim Burton), é um sádico explorador. A dinâmica muda radicalmente quando o local é forçado a abrigar os sobreviventes dos ataques de toda espécie de máquina que acabaram de ganhar vida. O papel principal quase teve as formas de Gary Busey, que demonstrou interesse pelo filme; fato que iria deixar tudo ainda mais alucinado. Por outro lado, King desejava ter o cantor Bruce Springsteen no papel principal, realizando seu debute como ator.

Os principais antagonistas aqui são enormes caminhões que se juntam em volta do posto, cercando a área para dar cabo desta resistência humana. Curiosamente, o líder destas máquinas e grande vilão do longa é um caminhão que transporta brinquedos e possui na frente de sua carroceria a cabeça do personagem Duende Verde, inimigo da galeria do herói Homem-Aranha, da Marvel.

Sendo fã da banda de rock AC/DC, Stephen King não perdeu a chance de convidá-los para criar a trilha sonora de seu filme, assim que os conheceu pessoalmente. O diretor foi ainda mais longe e os ofereceu uma participação como atores no longa. Esta segunda oferta foi negada pelos músicos, alegando que não eram atores. Mas a trilha sonora do grupo pode ser conferida no longa. Outra boa ação de King foi em relação à franquia Evil Dead. Fã declarado do original de 1981 (que completa 40 anos em 2021), King soube que Sam Raimi estava encontrando problemas para tirar a continuação do papel. Assim, King entrou em contado com seu produtor neste filme, o italiano Dino De Laurentiis – que inaugurava sua produtora Embassy Pictures aqui –, para que ajudasse Raimi com a continuação Uma Noite Alucinante (1987). Ou seja, esta franquia existe graças a King também.

Não falta sangue neste duelo entre homens e máquinas, arquitetado por Stephen King.

Por outro lado, nem tudo são flores. E como citado, King passava por problemas pessoais seríssimos em sua estreia como diretor. Sendo viciado em cocaína na época, o escritor admitiu que abusava da substância durante as filmagens, sem conseguir lembrar de grande parte de sua experiência na função. É inclusive dito na surdina que George Romero, colega do autor, teria dirigido grande parte do filme para King. Embora o próprio não admita tanto, a presença de Romero nos bastidores foi constantemente reportada na época. Segundo os mesmos boatos, durante as gravações, King buscava tratamento para seu vício, e precisou diversas vezes abandonar os dias de gravações.

Marvel, é você? Stephen King decide usar o Duende Verde como vilão de seu filme. Ou ao menos um caminhão com a cara do personagem.

Tamanha bagunça resultou num verdadeiro fiasco. Não era para menos. Com um orçamento de US$10 milhões, Comboio do Terror sequer se pagou, arrecadando um total de US$7 milhões em sua estadia nas telonas. A crítica da época massacrou o filme, e atualmente ele soma irrisórios 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. Até mesmo o diretor Stephen King renega a obra, a definindo como “um filme idiota”. No fim das contas, Comboio do Terror se resume a 1 hora e 40 minutos de máquinas perseguindo e matando humanos. Nem precisa ser dito que 35 anos depois, o longa ressurgiu como cult e foi redescoberto ainda na época das vídeo locadoras. Atestar a favor de sua qualidade são outros quinhentos.

Stephen King já deu duas declarações contraditórias em relação à sua estreia como diretor. Quando perguntado porque nunca havia dirigido outro filme, King respondeu: “você já viu Comboio do Terror?”, garantindo assim a resposta do entrevistador. Por outro lado, afirmou anos depois ter vontade de quem sabe um dia experimentar a direção de um outro filme, desta vez limpo e sóbrio – como se encontra há anos desde então. Numa época de reaproveitamento de marcas pré-estabelecidas, está mais do que na hora de, não apenas King se aventurar novamente no comando de um filme, como também Comboio do Terror receber uma releitura na cultura pop, seja na forma de uma série, remake ou reboot. Bem, ao menos uma nova Christine vem aí, nas mãos da Blumhouse…

‘Homem-Aranha 3’ tem duração revelada e será MAIS LONGO que ‘Eternos’

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ teve seu tempo de duração revelado pela Ingress e o filme será mais longo que o esperado.

Inicialmente, havia sido divulgado que o filme teria 150 minutos de duração. Agora, foi revelado que serão 159 minutos (ou 2 horas e 39 minutos).

Sendo assim, o filme será o segundo mais longo do MCU, na frente de ‘Eternos‘ (156 minutos, ou 2 horas e 36 minutos) e atrás de ‘Vingadores: Ultimato‘, que tem 3 horas e dois minutos.

Enquanto a Sony continua tentando desmistificar que os Homens-Aranhas de Tobey Maguire e Andrew Garfield estarão no filme, novos supostos vazamentos parecem corrobar essa teoria.

Foram postadas no Twitter imagens dos uniformes que devem ser usados no filme, e parecem ser reais. A Sony não comentou.

Confira:

Os fãs estão revoltados com falta de divulgação e com a demora do novo trailer da aguarda sequência. Por conta disso, o canal da Sony está sendo bombardeado por dislikes nos trailers de outras produções.

Em apenas dois dias, uma prévia comemorativa de ‘O Homem nas Trevas 2‘ teve mais de 09 mil dislikes contra apenas 900 likes.

Já os teasers dedicados aos personagens de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ somam mais de 21 mil dislikes contra 09 mil likes ao todo.

Além disso, todos os vídeos publicados pelo estúdio recebem comentários do tipo “Não ligamos para isso, queremos o trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

Outros comentários ainda reforçam:

“Vamos mostrar à Sony que os fãs é quem mandam.” 

Confira:

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Gal Gadot viverá a Rainha Má no remake live-action de ‘Branca de Neve’

De acordo com o Screen Rant, o live-action de ‘Branca de Neve‘ para a Disney encontrou sua Rainha Má.

A atriz Gal Gadot, que também viverá a ‘Cleópatra‘ nos cinemas, está em negociações finais para viver a vilã.

Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha‘) vai dirigir o projeto, que será roteirizado por Erin Cressida Wilson (‘A Garota no Trem‘).

Benj Pasek e Justin Paul (‘O Rei do Show‘) escreverão novas músicas para o live-action.

A animação clássica, baseada nos contos dos irmãos Grimm e lançada em 1937, acompanha Branca de Neve, uma princesa que é vítima da inveja de sua madrasta má. Depois de fugir para a floresta, ela encontra a cabana de sete anões, que trabalham em uma mina e passam a protegê-la. Algum tempo depois, quando descobre que Branca de Neve continua viva, a Bruxa Má, disfarça-se e vai atrás da moça com uma maçã envenenada, que faz com que Branca de Neve caia em um sono profundo por toda a eternidade… até que receba um beijo de amor verdadeiro.

Vale lembrar que a história já recebeu diversas adaptações nos últimos anos, incluindo ‘Branca de Neve e o Caçador‘ e ‘Espelho, Espelho Meu‘ – sem contar a popular série ‘Once Upon a Time‘.

Batman – Conheça a Inspiração real para o novo Charada

Muito provavelmente icônico vilão será o principal antagonista do vindouro filme de Matt Reeves

The Batman já entrou em um período quase tão importante quanto a pós-produção: a divulgação. E o novo trailer conquistou em cheio os fãs. Nessa fase diversos produtos relacionados ao filme são lançados e anunciados, com alguns deles fornecendo detalhes totalmente novos a respeito de elementos da narrativa como o batmóvel, o uniforme de Robert Pattinson e um dos possíveis visuais do Charada.

O vilão fez sua primeira aparição nas páginas da Detective Comics #140, em 1948, ainda no período em que o criador do Batman, Bill Finger, estava à frente das histórias. Logo nas primeiras páginas da revista já é apresentada uma história de origem para o criminoso, com ele tendo um desvio de caráter desde muito jovem (quando trapaceou em um desafio de quebra-cabeça na escola) e ao crescer se tornando um golpista que utiliza de charadas para aplicar golpes. 

Ainda assim sua motivação de superar intelectualmente o Homem-Morcego já se apresentava desde esse primeiro vislumbre. Mesmo que sua personalidade fosse muito mais voltada para a abordagem cômica, principalmente pelo público leitor da época ser formado em sua totalidade por crianças, a característica mais importante do Charada já estava estabelecida como sendo seu intelecto.

Potencialmente o principal antagonista do filme, o novo Charada promete entregar uma nova visão do vilão

Ao longo das décadas ele também se mostrou como um dos antagonistas mais adaptados da galeria do Batman, fazendo participações em animações como Super Amigos e Batman: A Série Animada; nos jogos da saga Arkham; no cinema em Batman Eternamente. Mesmo assim sua versão para o vindouro projeto de Matt Reeves promete ser diferente de tudo que já foi proposto para o vilão em qualquer mídia fora dos quadrinhos.

No único trailer liberado até o momento, o pouco material relacionado ao personagem indica sua inclinação para lutar, à sua maneira deturpada, contra a corrupção em Gotham. Em agosto de 2020 o portal CBR apontou para uma teoria de que Reeves teria se inspirado no Coringa de Heath Ledger ao desenvolver essa nova visão do Charada. O motivo da teoria repousa muito sobre como o vilão aparenta estar levando a cidade ao limite (colocando-a contra o Batman), utiliza de algum artifício para esconder seu rosto, modifica a voz e prepara armadilhas para o vigilante e Gordon.

Essa percepção pode mudar após a divulgação recente de um calendário contendo imagens oficiais do filme, dentre elas uma do vilão. No que é possível perceber ele utiliza uma máscara que cobre completamente seu rosto, até mesmo a boca, acompanhada de um óculos de armação grossa.

A nova perspectiva estética levou à fomentação de que Matt Reeves e o departamento de figurino se inspiraram no visual do infame assassino do zodíaco. Entre dezembro de 1968 e outubro de 1969, quatorze pessoas foram vítimas de um homem mascarado ao longo do estado da Califórnia. A descrição da época apontava que o assassino utilizava uma vestimenta preta com o rosto coberto e óculos posicionados fora da máscara.

O possível visual do Assassino do Zodíaco tem muitas semelhanças com o do novo Charada

O que tornou o caso tão simbólico foi que parte do modus operandi do criminoso era enviar criptogramas para a polícia resolver. Alguns foram resolvidos, mas a maioria permanece sem solução, bem como a identidade do próprio zodíaco (nome esse dado por si mesmo em cartas enviadas para jornais).

As semelhanças entre o assassino e o Charada são visíveis mas também remetem a outro filme que pode ser outra inspiração fora do circuito de quadrinhos. Em Se7en – Os Sete Crimes Capitais é contada a história de uma dupla de policiais, um experiente e outro instável, que investiga uma série de homicídios que referenciam cada um dos sete pecados capitais. Todas as vítimas invariavelmente tem alguma ligação com esses pecados, provavelmente não muito diferente das vítimas que o Charada possa fazer.

Fato é que a futura versão do antagonista do Batman terá uma proposta bem mais violenta do que a de Jim Carrey ou das animações; possivelmente até para a versão dos games. Espera-se do filme como um todo uma abordagem inédita da mente do herói, principalmente do seu lado instável. Logo, não é errado ter a expectativa de que o Charada vai ser o catalisador violento que vai pôr Bruce Wayne frente a frente com sua outra personalidade.

 

Eles estavam mortos desde o começo? Entenda o final da série Lost!

Por: Lucca Torres

Há 11 anos, o episódio final de Lost ia ao ar, chocando – e frustrando – muita gente com sua revelação bombástica, que encerrou anos de teorias dos fãs e acabou virando um meme de proporções mundiais. Afinal, as pessoas acompanharam o seriado esse tempo todo só para descobrir que os personagens estavam mortos? Pois bem, ao contrário do que foi difundido pela internet, o final deixa claro que eles NÃO estavam mortos desde o começo. Confira no texto.

Se você vive pela internet, com certeza já deve ter escutado sobre o polêmico fim da série Lost. Muitos até falam que o final é muito ruim porque todos estavam mortos esse tempo todo. O que faz com que algumas pessoas realmente passem longe da série por conta desse equívoco. Elas nem pensam em começar a ver porque já sabem do “final ruim”. Porém, essa história de “todo mundo quase morto” é fruto de um falso entendimento, que se tornou uma falsa memória coletiva. Hoje, até algumas pessoas que assistiram a série acreditam que todos estavam mortos desde o primeiro episódio.

Portanto, entenda de uma vez por todas o verdadeiro final da série, e porque você deveria dar uma chance a esse marco da TV.

Para começar, precisamos falar sobre como Lost foi a série precursora de teorias e discussões na internet. A cada novo episódio os fóruns online explodiam com milhões de teorias e comentários. Teorias essas que os produtores Carlton Cuse e Damon Lindelof amavam instigar com referências escancaradas na própria série.

Essas teorias iam desde “a ilha é um experimento científico” até “eles estão mortos e a ilha é um purgatório”, e os produtores sempre davam um jeito de dar uma instigada nessas e outras teorias mirabolantes, mas realmente a do purgatório era a mais popular entre elas.

Estavam mortos desde o começo?

Lost sempre foi conhecido por inovar na sua forma de contar a história, seja com os famosos flashbacks que mostram acontecimentos do passado dos personagens e também flashforwards, que inovaram mostrando acontecimentos do futuro. Porém, na sexta e última temporada, a narrativa introduziu os flash-sideways, que mostravam uma espécie de realidade alternativa onde a ilha vivia submersa e o avião da Oceanic 815 nunca caiu. E durante toda a última temporada acompanhamos essa realidade alternativa paralelamente ao que era mostrado na “realidade normal”.

A Ilha submersa.

Mas o mundo e as pessoas desses flash-sideways eram totalmente diferentes das que conhecíamos. James Sawyer, por exemplo, era um golpista totalmente imoral. Já nesse “mundo paralelo”, era um policial boa pinta. Percebemos então que aquela realidade não era um simples mundo onde eles não caíram na ilha. As coisas eram bem diferentes.

Foi aí que a trama começou a mostrar a verdade. Desmond lembra de tudo que viveu na ilha e tomou como missão fazer todos se lembrarem. Então, durante a parte final da última temporada, somos brindados com momentos lindos e inesquecíveis de personagens amados, mas que já haviam morrido, se reencontrando.

Charlie e Claire se reencontram.

Porém, os flash-sideways eram intercalados com os acontecimentos do presente na ilha, então, durante toda a última temporada, temos duas tramas:

● Na ilha: Os sobreviventes tentando lutar contra a ameaça da “fumaça preta”;

● Na realidade alternativa: Desmond reunindo todos com a intenção de fazer com que se lembrassem.

Descobrimos então que a realidade alternativa nada mais era do que um afterlife, um “pós-morte”. Nem céu, inferno, purgatório ou umbral. Aquilo era um meio termo, um lugar onde todos poderiam “seguir adiante” juntos.

E é o que acontece no último episódio. Ao mesmo tempo em que acompanhamos Jack literalmente dando sua vida pela ilha e caminhando em direção a morte, temos o mesmo Jack no pós-morte relembrando tudo com o auxílio do “O Guia”, que é representado pelo falecido pai do personagem.

O Guia.

Jack pergunta se ele é real, e O Guia responde: “Eu sou real, você é real, tudo que aconteceu com você foi real, todas as pessoas ali são reais”.

Então Jack pergunta se todos que estão no afterlife estão mortos e tem como resposta: “Todo mundo morre um dia, Jack. Alguns antes de você e outros, depois”.

Ou seja, todos que estão na ilha estão vivos, enquanto aqueles que estão no afterlife estão mortos. E a explicação de todos estarem juntos ao mesmo tempo é que não existe “agora” no afterlife.

Esses diálogos vieram praticamente para mostrar a todos que tudo aquilo que eles viveram na ilha aconteceu. E o afterlife, que foi introduzido na sexta e última temporada, era um pós-morte.

Então, toda aquela teoria de que eles estavam mortos desde o começo caiu por terra, porque todos se lembram dos momentos que passaram na ilha, e a fala do Guia a Jack é auto-explicativa: tudo na ilha aconteceu mesmo.

Mesmo que não vejamos alguns personagens como Hurley, Sawyer e Kate morrerem, não significa que isso não acontecerá um dia, como diz O Guia: “Todo mundo morre um dia”. Então podemos pressupor que Sawyer poderá morrer com 100 anos de idade. Mas, independentemente disso, eles sempre vão se encontrar ali no afterlife.

Na cena final da série, vemos Jack morrendo na “realidade da ilha”. Ao mesmo tempo, todos no afterlife estão se encontrando e se abraçando, sentados numa igreja para seguir adiante.

E apesar de ser uma igreja, Lost não determina qual religião é correta, fica a seu critério determinar para onde estão partindo. Seja para o além, céu ou qualquer lugar. Então a série encerra com Jack fechando os olhos, fazendo um paralelo com a primeira cena do primeiro episódio, onde ele abre os olhos e acorda na ilha.

Os paralelos entre a primeira e a última cena da série

Muitas pessoas não entenderam esse final e espalharam por aí que todos estavam mortos, mas a verdade é que tudo que aconteceu na ilha foi real. Todas as temporadas, todos os momentos felizes e tristes, todos os mistérios e intrigas aconteceram. O pós-morte é apenas um elemento introduzido na última temporada para encerrar a série. Tudo aquilo que aconteceu… Bem, aconteceu.

As seis temporadas de Lost estão disponíveis no Globoplay.

‘Chucky’ | Conheça as histórias que inspiraram o ‘Boneco Assassino’

Astro da mais nova série do Star+, Chucky, o Boneco Assassino, é um dos grandes ícones do terror Hollywoodiano. Criado em 1988 por Don Mancini, ele estreou no mesmo ano no filme Brinquedo Assassino. Na trama, o menino Andy (Alex Vincent) é filho de uma viúva que compra um boneco da linha Good Guys para o pequeno. O que ela não sabe é que o tal brinquedo estava possuído pelo espírito de um assassino em série que transferiu sua alma para o corpo de plástico em um ritual vodu. Assim, o Chucky (Brad Dourif) desperta sedento por sangue e vingança.

A morte de Charles Lee Ray acontece em uma loja de brinquedos, em Chicago, onde o assassino é traído por seu comparsa, Eddie Caputo (Neil Giuntoli), que foge desesperado sem ele, e acaba sendo baleado pelo Detetive Mike Norris (Chris Sarandon). Ao perceber que estava morrendo em decorrência dos tiros, possesso de raiva, Charles, na ausência de outras pessoas por perto, puxa um dos bonecos da linha Good Guys e começa o experimental ritual vodu de transferência de almas para que ele possa viver no corpinho de plástico do brinquedo, podendo assim continuar seu legado de mortes e concluir sua vingança contra o capanga traidor e o policial que o vitimou.

O criador do personagem, Don Mancini, revelou que a história do boneco foi baseada em um caso real que aconteceu na Flórida. Além disso, o próprio Charles Lee Ray foi inspirado em três assassinos famosos da história americana.

A inspiração do nome do serial killer é a seguinte: “Charles” é uma referência a Charles Manson, o famoso assassino e líder de seita que aterrorizou os Estados Unidos na década de 1960. Seus seguidores cometeram furtos, assaltos e assassinatos que deveriam iniciar um guerra no país. A morte mais famosa foi a da atriz Sharon Tate.

O serial killer Charles Manson foi a inspiração principal para o nome da “alma por trás do boneco”.

O nome do meio, “Lee”, vem de Lee Harvey Oswald, um fuzileiro naval americano que se refugiou na União Soviética e retornou para os EUA nos anos 60, quando, segundo as investigações, planejou e executou o disparo que assassinou o presidente John F. Kennedy, rendendo um dos momentos históricos mais retratados nos filmes de Hollywood.

Apesar de ter negado o envolvimento no assassinato, Lee Harvey Oswald foi considerado culpado pelos investigadores.

E o “Ray” vem de James Earl Ray, o homem que atirou em Martin Luther King Jr., resultando na morte do pastor, ativista político, vencedor do Nobel da Paz e líder do movimento racial sem violência nos EUA. O assassino conseguiu evitar a cadeira elétrica, mas foi condenado a 99 anos de prisão, tendo morrido em 1998.

Apesar de ter confessado o crime, Ray passou anos na prisão alegando inocência.

Já a história do boneco em si é ainda mais macabra por ter sido inspirada em Robert, The Doll, um boneco de pano que tinha o tamanho de uma criança, feito pela Steiff Company, e vestia com as roupas de seu dono, o excêntrico artista plástico Robert Eugene Otto, que ganhou o boneco como presente de aniversário em 1904. Diz a história que ‘Gene’ e Robert eram inseparáveis, com o menino carregando o brinquedo para todo canto. Entretanto, os pais ouviam o menino conversando com a figura com duas vozes diferentes. Eles acreditavam ser o próprio Eugene atuando. Porém, o menino passou a ter pesadelos e sempre culpava o boneco quando alguns de seus pertences eram encontrados jogados pelo chão da casa.

Quando cresceu, Otto casou e herdou a antiga Artist House, na Flórida. Como tinha medo do boneco, a esposa pediu que o marido o guardasse em um cômodo separado. Então, começaram a surgir as histórias de crianças que viam o boneco andando sozinho pela casa e fazendo caras estranhas para elas pela janela. Em 1974, Otto faleceu. Dois anos depois foi a vez de sua esposa, fazendo com que a casa fosse comprada por Myrtle Reuter, que viveu lá por 20 anos. Nesse tempo, a mulher trancou o boneco no sótão, mas relatou ouvir passos e risos estranhos pela casa. Ela também afirmou que teria visto o brinquedo fazer cara de raiva quando falou mal do falecido Otto.

Em 1994, após afirmar que o boneco teria perseguido sua filha e torturado a própria Myrtle, a mulher o doou para o museu East Martello, alegando que o boneco era mal-assombrado e deveria ser guardado de uma forma que não conseguisse escapar. O museu não comprou muito a história, mas guardou a doação em um porão até conseguir expô-lo em uma caixa de vidro. Então, os visitantes da instituição passaram a visitá-lo com frequência. Anualmente, o museu recebe centenas de cartas com pedidos de desculpas ao boneco de turistas que afirmam terem sofrido acidentes de carro e assombrações nos pesadelos após tirarem sarro ou desrespeitarem o boneco. Além disso, o próprio museu passou a sugerir que os interessados devem se apresentar e pedir respeitosamente ao próprio brinquedo a permissão para tirar fotos.

Com o passar dos anos, as histórias acerca de Robert cresceram e ganharam várias versões. Algumas diziam que ele teria sido amaldiçoado com um tipo de vodu das Bahamas e que teria sido dado de presente a Otto por um menino que teria sido destratado por ele, enquanto outras dizem que além das aparições e risadas sinistras, Robert teria causado acidentes e infortúnios para quem cruzou seu caminho. Fato é que sua história rende frutos até hoje e agora o público pode ver seu “filho” mais notório, o Chucky, tocando o terror na série do Star+.

Os novos episódios de Chucky estreiam toda quarta-feira no Star+.

Os Maiores Sucessos do Cinema que Completam 30 Anos em 2021

Para os que já passaram dos 30 anos de idade, o cinema de entretenimento possui todo um sabor especial. Isso porque os anos 1980 são considerados o berço dos blockbusters e dos filmes que se tornavam parte da cultura popular. Tais longas deixavam de existir somente nas salas de cinema, e estendiam seu alcance para além das telas, gerando todo tipo de merchandising imaginável, e atingindo principalmente os mais jovens (crianças e adolescentes). Essa febre não existia antes da década de 1970, por exemplo (com Star Wars), e os que viveram no período experimentavam em primeira mão este fenômeno ocorrendo diante de seus olhos.

Naturalmente, com o fim da década de 1980, o cinema passava por uma nova fase. E o que podemos dizer que definiu os anos 1990 no terreno do entretenimento no cinema foram os efeitos visuais gerados através de computadores – os hoje chamados CGI – que chegavam para revolucionar. Afinal, ninguém jamais esqueceria o vilão feito de metal líquido T-1.000, de O Exterminador do Futuro 2 (1991), ou os dinossauros voltando à vida em Jurassic Park (1993), por exemplo. Se hoje os fãs de quadrinhos afirmam não ter época melhor para estar vivo, os fãs do cinema espetáculo podem afirmar que os anos 1990 foram a década para se guardar para sempre.

Pensando nisso, formulamos esta nova matéria, contendo os grandes sucessos que eram lançados logo no início da década citada, em 1991, e que completam 30 anos de seu lançamento em 2021. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

10 | Corra que a Polícia Vem Aí! 2 ½

A franquia Corra que a Polícia Vem Aí! definitivamente marcou uma geração e ajudou a moldar o subgênero das paródias nonsense no cinema. O subgênero ficou muito popular após o lançamento de Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu – em 1980. E oito anos depois, os mesmos realizadores voltariam a satirizar um tipo de filme (aqui o gênero policial) com o primeiro longa desta franquia, que eternizaria o protagonista Leslie Nielsen. Muitos podem não saber, mas originalmente Corra que a Polícia Vem Aí! foi uma série de TV de 1982 intitulada Police Squad!, que durou apenas uma temporada de seis episódios, criada pelos mesmos realizadores. Esse segundo filme no cinema, lançado há 30 anos, custou US$23 milhões à Paramount Pictures, e recuperou quase tudo no primeiro fim de semana de estreia. No fim de sua estadia nos cinemas, somou quase US$90 milhões em bilheteria.

09 | O Pai da Noiva

Em nona posição do ranking dos filmes mais rentáveis de 30 anos atrás, temos outra produção de comédia estrelada por um humorista grisalho. Assim como Leslie Nielsen, o veterano Steve Martin fez icônicos seus cabelos brancos por toda a sua carreira. Os filmes de Martin, no entanto, são comédias voltadas para toda a família, sem o valor nonsense dos filmes protagonizados por Nielsen. Aqui, Martin estrela ao lado de Diane Keaton para a Disney (sob o selo da Touchstone Pictures), neste conto sobre a dificuldade de muitos pais, em aceitarem que sua filhinha agora cresceu, se tornou mulher e está para se casar. O longa é uma espécie de reimaginação “moderna” (para os padrões de 1991) de um clássico de 1950 de mesmo título, estrelado por Spencer Tracy e Elizabeth Taylor. A versão de Martin gerou uma continuação em 1995, e em 2020 um curta de meia hora de duração brincou com a possibilidade de um terceiro filme reunindo os atores originais e novas adições. O Pai da Noiva arrecadou US$90 milhões em bilheteria.

08 | Dormindo com o Inimigo

Uma Linda Mulher, lançado em 1990, transformou Julia Roberts em uma estrela internacional da noite para o dia. Sim, alguns filmes tem esse poder. Assim, subitamente, Roberts era a atriz mais quente de Hollywood e todos esperavam por seu novo passo. E ele foi dado com uma mudança brusca de tom, no qual a estrela optou do romance para um suspense de gelar a espinha. Aqui, Roberts protagonizava num filme que escancarou o abuso doméstico que muitas mulheres passam em seus casamentos, sem que ninguém saiba. Embora recaia em muitas conveniências do gênero e tenda a exagerar um pouco, o mais importante aqui é o recado dado. E surtiu efeito, já que o filme da Fox, com um orçamento de US$19 milhões, gerou US$101 milhões em bilheteria somente nos EUA, e US$175 milhões mundiais.

07 | A Família Addams

Por falar em sucesso mundial, há 30 anos a criação do cartunista Charles Addams ganhava um tratamento mais que digno nas telonas, na forma de uma superprodução cinematográfica produzida pela Paramount Pictures. Nascidos nas tirinhas de jornais ainda na década de 1930, os personagens ganharam um novo ar de popularidade ao estrelarem uma série com atores reais na TV na década de 1960. Desde então, Gomez, Morticia, Wandinha e todos os membros da macabra família não saíram mais do imaginário popular – com desenhos e games. Em 1991 chegava um filme de respeito, imortalizado por Raul Julia, Anjelica Huston, Christopher Lloyd e Christina Ricci. Com orçamento de US$30 milhões, o filme rendeu US$113.5 milhões só nos EUA, e US$191 milhões mundiais.

06 | Hook – A Volta do Capitão Gancho

Por falar em superproduções de fantasia miradas para toda a família, há 30 anos no passado tivemos um exemplar de um verdadeiro especialista no gênero: Steven Spielberg. O pai de E.T., Indiana Jones e tantas outras obras queridas, iniciava a década de 1990 pegando para si uma das histórias mais queridas e atemporais de todos os tempos. Trata-se da reimaginação de Spielberg para o clássico Peter Pan. Na versão do diretor, Pan deixou a Terra do Nunca e cresceu, ganhando as formas de um Robin Williams workaholic. Ele precisa redescobrir sua criança interior a fim de recuperar os filhos sequestrados pelo vilão Capitão Gancho (Dustin Hoffman). O filme conta ainda com Julia Roberts no papel da fada Sininho. Hook custou US$70 milhões para a Columbia/TriStar (Sony) e recuperou US$120 milhões nos EUA, e US$300 milhões mundiais.

05 | Amigos, Sempre Amigos

As culturas diferem de país para país. E este fato era mais acentuado antes do mundo globalizado que temos hoje provido pela internet. Desta forma, apesar de certos sucessos serem padronizados no mundo todo – como todos os itens na lista até o momento – vira e mexe temos sucessos de filmes que só emplacam em seu país de origem, falando muito sobre a cultura local. Era comum, por exemplo, certos filmes fazerem um verdadeiro estrondo nos EUA sem que por aqui sequer tivéssemos ouvido falar dele – ou ao menos falar muito, para justificar tal febre. É o caso com este City Slickers (no título original), que conta a história de amigos vivendo a crise da meia idade e optando por uma aventura rural como cowboys. Protagonizado por Billy Crystal, a comédia fez tanto sucesso que rendeu o Oscar de melhor coadjuvante para o veterano Jack Palance, e uma continuação em 1994. Bancado pela Columbia (Sony), o filme custou US$27 milhões e rendeu US$124 milhões somente nos EUA, e US$180 milhões mundiais.

04 | O Silêncio dos Inocentes

Agora sim, falamos de um fenômeno unânime absoluto! O Silêncio dos Inocentes é um dos filmes mais marcantes da sétima arte, considerado por muitos “o” maior thriller do cinema de todos os tempos. Baseado no livro de Thomas Harris, aqui temos levada para as telas as histórias a agente novata do FBI Clarice Starling (Jodie Foster) em sua primeira grande missão na carreira: caçar um psicopata chamado Buffalo Bill, que anda sequestrando e matando mulheres. Para o feito, ela contará com a ajuda de outro homem perigosíssimo, o renomado psiquiatra e canibal nas horas vagas, Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins). O filme foi o último a levar o chamado Big Five no Oscar – os prêmios de melhor diretor, atriz, ator, roteiro e filme. Com um orçamento de US$19 milhões da Orion Pictures, o longa arrecadou US$130 milhões nos EUA e US$272.7 milhões mundiais.

03 | A Bela e a Fera

Aqui temos outro recorde! Hoje, não é incomum termos dentre as maiores bilheterias do ano animações voltadas aos pequenos e à toda a família. Mas na década de 1980, as produções da Disney (então o único estúdio com tal potência nas mãos) enfrentavam uma fase difícil, com longas que não possuíam o apelo de outrora. Tudo mudou, é claro, com a chegada de A Pequena Sereia (1989), que marcaria um ponto de transição para as obras do estúdio. Recobrando o sucesso junto ao público, tudo seria ainda maior com a chegada do filme seguinte da casa: A Bela e a Fera. O sucesso foi tanto que a história sobre um príncipe amaldiçoado precisando despertar o amor verdadeiro em uma camponesa, foi indicado para 6 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme (o primeiro da história a realizar tal feito). Com um orçamento de US$25 milhões, o filme rendeu US$145.8 milhões só nos EUA, e US$425 milhões mundiais.

02| Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões

Assim como Julia Roberts, o ano de 1990 foi muito positivo para o astro Kevin Costner. O ator escrevia seu nome nos anais de Hollywood ao estrelar, produzir e dirigir Dança com Lobos, o grande vencedor do Oscar daquele ano e um verdadeiro estouro de bilheteria. Desta forma, todos estavam de olho no próximo passo de Costner nas telonas. E o que viria era uma outra superprodução, bancada pela Warner, que reimaginava um herói clássico: Robin Hood. O nobre que rejeitou sua fortuna e optou por viver nas florestas da Inglaterra como um ladrão, que roubava dos ricos para dar aos pobres, e tinha como arma de escolha um certeiro arco e flecha, ganhava tons modernos e realistas com Costner à frente como o personagem título. Robin Hood foi o segundo maior sucesso daquele ano e com um orçamento de US$48 milhões, rendeu US$165 milhões nos EUA, e US$390 milhões mundiais.

01 | O Exterminador do Futuro 2

Chegamos ao topo da lista! Nesta matéria tivemos alguns recordes ainda mantidos no cinema, mesmo tendo passado trinta anos. Como citado acima, temos por exemplo “o” suspense definitivo do cinema com O Silêncio dos Inocentes, ainda mantendo o recorde do big five. Temos também A Bela e a Fera, uma das melhores animações dos estúdios Disney e a primeira a receber a honraria de ser indicado ao Oscar na categoria principal (numa época em que apenas cinco filmes eram nomeados). Agora temos outra produção revolucionária, que merecidamente se tornou o maior sucesso do cinema de 30 anos atrás. O Exterminador do Futuro 2 ainda é considerado por muitos o maior filme de ação de todos os tempos. O longa de James Cameron estrelado por Arnold Schwarzenegger elevou o status do austríaco o tornando o maior astro de Hollywood na época. Fora isso, é um verdadeiro marco na indústria em questão dos efeitos visuais gerados por computadores, que criaram o vilão T-1000. Ou seja, tudo o que temos em matéria de efeitos especiais em filmes de super-heróis, precisamos agradecer a esta obra divisora de águas. O mais rentável é também o filme mais caro da lista; com US$102 milhões de orçamento, o filme viu de volta para a Carolco US$205 milhões só nos EUA, e US$520 milhões mundiais.

Conheça os personagens de ‘Eternos’ e saiba quem é quem…

Em 4 de novembro, fãs e espectadores conhecerão novos personagens do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) com a estreia de ‘Eternos’.

Dirigido por Chloé Zhao, o filme apresenta uma história que abrange milhares de anos, de um grupo de heróis imortais forçados a sair das sombras para se reunir contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes. O elenco inclui nomes como Angelina Jolie, Richard Madden, Gemma Chan, Salma Hayek, entre outros.

Descubra abaixo quem é quem no filme:

Ricard Madden
Ikaris

Conhecido por seu papel de Robb Star em Game of Thrones e por interpretar o Príncipe Encantado na versão live action de Cinderela, Richard Madden dá vida ao todo poderoso Ikaris, um Eterno forte, sério e centrado na missão com grande força física.

 

Gemma Chan
Sersei

Gemma Chan é uma atriz de anglo-chinesa. Ela é conhecida por seu papel como Astrid no filme Podres de Rico (2018) e por ter dado voz à Namaari em Raya e o Último Dragão. Em “Eternos”, Gemma interpreta Sersi, uma Eterna amante da humanidade, que vive em Londres e trabalha no Museu de História Natural.

 

Kumail Nanjiani
Kingo

Ator, humorista e roteirista paquistanês-estadunidense, Kumail tornou-se conhecido pelas séries Silicon Valley, Hora da Aventura, entre outras. O ator dá vida a Kingo, o Eterno mais extrovertido e que, ao se disfarçar como humano, acaba fazendo muito sucesso como ator de Bollywood.

 

Lauren Ridloff
Makkari

Lauren Ridloff é a primeira atriz surda a trabalhar em uma produção da Marvel Studios. A atriz ficou conhecida por seu papel em The Walking Dead, como Connie. Em “Eternos”, Lauren interpreta Makkari, uma heroína que é a mulher mais rápida do universo.

 

Brian Tyree Henry
Phastos

O ator norte-americano é conhecido por atuar na série Atlanta, do FX, e também foi indicado ao Primetime Emmy® e ao Tony Award® por atuações no teatro e na televisão. No MCU, o Brian Tyree Henry será Phastos, um mestre inventor e fã de tecnologia.

 

Salma Hayek
Ajak

A atriz e produtora mexicana naturalizada norte-americana foi indicada ao Oscar® pelo filme Frida e atuou em outras produções como Sócias em Guerra, Gente Grande, entre outros. Em “Eternos”, Salma será Ajak, a matriarca do grupo, além de uma líder sábia e espiritual.

 

Lia McHugh
Sprite

Com apenas 14 anos, Lia McHugh ficou conhecida por filmes como Totem, The Lodge e Into the, e agora faz sua estreia em filmes de super-heróis. Em” Eternos”, Lia interpreta Sprite, que apesar de ter milhares de anos, existe ao longo do tempo como uma menina de 12 anos.

 

Don Lee
Gilgamesh

Ma Dong-seok, também conhecido como Don Lee, é um ator, produtor e personal de trainer coreano-americano. Don Lee participou de filmes como Invasão Zumbi, The Outlaws, entre outros. Na nova produção da Marvel Studios, ele dá vida à Gilgamesh, um Eterno que possui grande força, mas é uma alma que gosta de se divertir.

 

Barry Keoghan
Druig

O ator irlandês está entre os maiores atores de cinema da Irlanda, da lista do Irish Times. Em “Eternos”, Barry interpreta o indiferente e solitário Druig que tem o poder de controlar mentes.

 

Angelina Jolie
Thena

Angelina Jolie é uma das celebridades mais famosas do mundo. A atriz, cineasta e ativista humanitária norte-americana estreou no cinema ao lado de seu pai, Jon Voight, em Lookin’ to Get Out, além de participar de grandes produções como Malévola e Sr & Sra Smith. Na sua estreia no MCU, a atriz dá vida a Thena, uma poderosa lutadora e guerreira.

 

Kit Harington
Dane Whitman

Conhecido mundialmente pelo papel de Jon Snow em Game of Thrones, o ator britânico representa a humanidade no longa interpretando Dane Whitman, que não é um Eterno. Ele trabalha no Museu de História Natural na atual Londres e tem uma ligação especial com Sersi.

 

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa dirigido por Chloé Zhao chega aos cinemas nacionais amanhã, dia 4 de novembro.

Assista nossa crítica:

‘Eternos’ | Quem são os Celestiais no Universo da Marvel?

A Marvel lançou recentemente o último trailer de Eternos, sua penúltima produção cinematográfica de 2021. Com estreia programada para o dia 4 de novembro, o filme foi adiado algumas vezes nos últimos anos por conta da pandemia da Covid-19, mas agora, se a variante Delta permitir, deve mesmo ser lançado nos cinemas de todo o mundo. A trama gira em torno de um grupo de seres superpoderosos, que foram criados pelos celestiais e acabaram sendo mandados para a Terra no início da formação da raça humana. Assim, eles ensinaram e aprenderam com as pessoas conforme a sociedade foi avançando. A única regra é que esses Eternos não poderiam interferir em ameaças que não fossem ocasionadas por seus inimigos mortais, os Deviantes. Após o estalar de dedos de Tony Stark (Robert Downey Jr.), porém, a energia liberada no sacrifício desperta uma ameaça que obrigará os Eternos a se unirem para impedirem um novo apocalipse.

Um dos maiores destaques deste trailer final foi a presença dos Celestiais. Eles não são exatamente uma novidade no Universo Cinematográfico Marvel, mas agora devem desempenhar um papel fundamental na trama, além de serem melhor desenvolvidos e aprofundados, já que foram eles os criadores dos Eternos e quiçá sejam a grande ameaça desse filme.

Nos quadrinhos, eles são uma espécie alienígena superpoderosa que está diretamente ligada ao início da vida humana como ela é. Suas origens são tão obscuras quanto os seus objetivos, mas sabe-se que eles são peça-chave na evolução humana e no surgimento do Gene X Mutante, que dá origem aos X-Men. No início dos tempos, eles eram a espécie dominante desse universo, só que acabaram sendo reduzidos durante a Guerra Celestial, sobrando apenas alguns, que mesmo assim influenciaram na vida de incontáveis seres pelo espaço sideral.

No trailer, são reveladas as aparências de dois Celestiais. Vamos falar mais sobre eles nesta matéria.

Arishem, o Juiz

Arishem é “apenas” o líder dos Celestiais. Ninguém sabe como ele se parece debaixo da imponente armadura vermelha, porém é a ele que todos os outros Celestiais respondem em suas Expedições. Seus poderes consistem na manipulação praticamente ilimitada de energia e na resistência extrema, que faz dele um ser quase imbatível. Sim, apesar de todo esse poder, Arishem, assim como os outros Celestiais, não são imortais.

Ele é chamado de “O Juiz” porque retorna periodicamente para os planetas aos quais trouxe vida para checar se o desenvolvimento daqueles povos está de acordo com o esperado. Caso não esteja, ele julga se eles precisarão ser purificados ou não. Com “purificados”, entenda-se “chacinados” por Exitar, o Exterminador.

Por estar na liderança, ele também lida com as engenharias genéticas que os Celestiais fazem na hora de criar e evoluir vidas por aí. Em meio a essa total falta de ética, é Arishem quem comanda sua espécie na guerra contra os Vigias, que discordam da forma Celestial de agir e afetar o fluxo do universo.

A versão dos quadrinhos de Arishem.

Jemiah, o Analisador

Apesar desse nome que vai dar muita dor de cabeça para a equipe de tradução e dublagem brasileira, Jemiah é um acadêmico dos Celestiais. Ele é especialista em engenharia genética e ficou responsável pela criação de vida e pelas mutações que as diferentes raças pelo universo sofreriam, incluindo os Eternos, os Deviantes e os Skrulls.

Jemiah, o Analisador estava na equipe que veio para a Expedição original à Terra, quando fez diversas experiências nos primeiros hominídeos do planeta, que viria a se tornar o ser humano. Baseado nesse DNA primário, ele “forjou” os Eternos, os Deviantes e os Mutantes. Ele já enfrentou Odin, Zeus e outros diversos deuses da história humana.

Em sua aparição no trailer, o Analisador está manipulando energia com as mãos, muito provavelmente enquanto cria ou submete a mutação alguma criatura do filme, demonstrando seu grande poder.

Uma de suas habilidades é a grande resistência a explosões nucleares.

Ou seja, os Celestiais poderão ter um papel fundamental no futuro do Universo Cinematográfico Marvel seja nos rumos intergalácticos dos filmes ou até mesmo numa possível introdução dos Mutantes no mundo dos filmes.

Eternos estreia em 4 de novembro de 2021.

Tribunal Cinéfilo debate: ‘Sex and the City’ vence o teste do tempo ou é uma franquia problemática?

Reunimos aqui nesse recinto virtual do STC (Superior Tribunal Cinéfilo) para as decisões dos amantes da 7a arte interessados no Processo Cinéfilo número #17:”Sex and the City” na Vara virtual Pop, ministrada pelos excelentíssimos juízes cinéfilos Rafa Gomes e Rapha Camacho.

A produção em debate essa semana teve seis temporadas e quase 100 episódios. Foi exibida entre 1998 e 2004 pela HBO.

Sinopse: Sex and the City é uma série de televisão norte-americana criada por Darren Star, e baseada no livro homônimo de Candace Bushnell. Foi originalmente transmitida pela HBO, entre 1998 a 2004. Situada e filmada em Nova Iorque, o programa segue a vida de um grupo de quatro mulheres – três na casa dos trinta e uma na casa dos quarenta, que apesar de suas diferentes naturezas e vidas sexuais em constante mudança, permanecem inseparáveis e confiantes uma nas outras.

Para debater nas argumentações sobre essa obra do universo das séries, eis a apresentação dos ilustres convidados:

O bancário, cinéfilo, tem travesseiro do Casablanca, está sempre ligado no universo cinema: Reginaldo Heitor

A cinéfila de Florianópolis, graduada em letras e literatura e também psicanalista, da geração dos primeiros colecionadores da extinta Revista SET, Tatiana Russo.

Mandem mensagens ao longo desse programa que exibiremos sempre que possível.

O Tribunal Cinéfilo #17, acontece nessa 4a, 03 de novembro ao vivo no Youtube e Facebook do Cinepop.

Acompanhem por aqui:

 

‘Morbius’ ganha data de estreia no Brasil; Confira o novo trailer e as referências!

Morbius, estrelado por Jared Leto, teve sua data de estreia confirmada nos cinemas nacionais.

O filme estreia por aqui dia 20 de Janeiro de 2022, uma semana antes da estreia nos EUA (28 de Janeiro de 2022).

O novo trailer veio recheado de referências a outros personagens do universo do Homem-Aranha e até mesmo das franquias estreladas por Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland.

Desde a música de Os Garotos Perdidos‘ até a referência a ‘Venom‘ e o Abutre de Michael Keaton, os fãs foram até as redes sociais debater tudo que encontraram no trailer.

Confira:

Daniel Espinosa (‘Vida’) é responsável pela direção.

Com uma rara doença no sangue, e determinado a salvar outros que sofrem seu mesmo destino, Dr. Morbius tenta uma aposta desesperada. Inicialmente, o resultado parece ser um grande sucesso, mas os poucos uma escuridão consome o médico, que se transforma em um perigoso caçador.

O elenco também conta com Tyrese Gibson, Jared Harris e Matt Smith.

‘Hanna’: 3ª temporada da série será a ÚLTIMA; Assista ao trailer!

A Amazon revelou hoje que a 3ª temporada da série ‘Hanna‘ será a última. O motivo não foi revelado.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 24 de novembro.

Assista ao trailer:

A série foi criada por David Farr, o corroteirista do longa-metragem.

Hanna não é uma garota comum. Criada por seu pai, um ex-agente da CIA no ponto mais remoto da Finlândia; ela tem a força, a resistência e o instinto aguçado de um soldado. Sua educação e treinamento têm o mesmo objetivo, tudo conspira para fazer dela a assassina perfeita. O momento decisivo da sua adolescência é muito intenso: enviada por seu pai para cumprir uma missão, Hanna viaja escondida pelo norte da África e pela Europa iludindo agentes secretos e assassinos clandestinos que se reportam a uma espiã implacável que esconde segredos sobre ela mesma. Quanto mais próxima de seu objetivo final, Hanna tem que lidar não só com inimigos poderosos, mas também precisa enfrentar revelações alarmantes sobre sua própria existência.

Esme Creed-Miles interpreta a personagem-título, e Joel Kinnaman (‘Esquadrão Suicida‘) vive seu pai. Mireille Enos (‘The Killing‘) será a agente da CIA que persegue a garota.