“Após a morte de Superman (Henry Cavill) nas mãos de Doomsday em Batman vs Superman, Batman (Ben Affleck) reavalia seus métodos extremos e começa a recrutar heróis extraordinários para montar uma equipe para defender a terra de todos os tipos de ameaças. Junto com Mulher Maravilha (Gal Gadot), Batman procura pelo ex-jogador Vic Stone, Cyborg (Raymond Fisher), o velocista Barry Allen, The Flash (Ezra Miller), e por Arthur Curry, o Aquaman (Jason Momoa). Juntos, eles vão lutar contra contra Steppenwolf (Ciaran Hinds), o arauto e segundo em comando depois do Darkseid, o Senhor da Guerra alienígena. Steppenwolf foi enviado para a Terra em buscar de três artefatos escondidos no planeta.”
Ciaran Hinds interpreta o Lobo da Estepe, vilão de ‘Liga da Justiça‘. O visual do personagem será diferente do apresentado na cena excluída de Lex Luthor em ‘Batman V Superman‘, sendo feito por meio da captura de movimentos, assim como o Thanos, de ‘Vingadores – Guerra do Infinito‘.
Chris Terrio (de ‘Argo’ e ‘Batman vs Superman’) escreve o roteiro. Zack Snyder, de ‘Homem de Aço‘ e ‘Batman vs Superman‘, dirige.
‘Transformers 5‘ mostrará Optimus Prime procurando os criadores de sua espécie em viagem ao espaço, encontrando os Quintessons e o gigantesco vilão Unicron, um robô-entidade que devora Planetas. Em paralelo, o personagem de Mark Wahlberg se une aos Dinobots e aos Autobots para salvar o Planeta Terra da iminente chegada do Unicron – que destruirá toda a raça humana.
Mark Wahlberg retorna como Cade Yeager, e Isabela Monerviverá a protagonista do filme, Izabella. Jerrod Carmichael (‘Vizinhos’) também terá um papel de liderança não especificado.
‘Thor – Ragnarok‘ passou ‘Liga da Justiça‘ como o filme mais esperado do outono nos EUA. A pesquisa foi realizada pelo Fandango, empresa especializada em venda de ingressos pela internet.
A votação contou com a opinião de 1.000 espectadores, que só podiam escolher entre filmes que serão lançados entre setembro e novembro.
Assim como uma série de conteúdos novos chega à Netflix em março, a plataforma de streaming precisa abrir espaço e neste próximo mês mais de 200 títulos vão se despedir dos usuários.
A jornalistaRafa Gomes vai trazer todo mês CINCO dicas de produções que você precisa conferir antes delas saírem da programação!
(2015) 9 Seconds – Eternal Time (7 episódios)
(2013) Africa (5 episódios)
(2008) ALLAPOLOGIES TO KURT KOBAIN
(2009) Ancient Mega Tsunamis
(2015) Apontar, Fogo: O Exército e os Alunos de Iguala
(2005) Auschwitz: The Nazis and the Final Solution (6 episódios)
(2015) Away & Back
(2015) Backstreet Boys: Show ‘Em What You’re Made Of
(2004) Bears: Spy in the Woods
(2013) Beyoncé: Life Is But a Dream
(2013) Burton & Taylor
(2012) Call the Midwife (43 episódios)
(2004) Cazuza – O tempo não para
(2005) Charlie e Lola (80 episódios)
(2013) Craig Ferguson: I’m Here to Help
(2014) David Beckham
(2012) Diário de um Jovem Médico (8 episódios)
(2014) Dolphins: Spy in the Pod (2 episódios)
(2003) Elephants: Spy in the Herd
(2005) End Day
(2014) Fleming: The Man Who Would Be Bond (5 episódios)
(2015) Gloria – Diva Suprema
(2014) Happy Valley (12 episódios)
(2005) Hiroshima: BBC History of World War II
(2011) Hitler on Trial: The Truth Behind the Story
(2011) Larry Crowne – O amor está de volta
(2014) Life Story (6 episódios)
(2010) Luther (16 episódios)
(2014) Mad Dog: Inside the Secret World of Muammar Gaddafi
(2014) Man on Mars: Mission to the Red Planet
(2009) Misfits (37 episódios)
(2009) Montezuma
(2015) Nazi Secret Files (6 episódios)
(1999) O Grande Desafio
(1999) Os planetas (8 episódios)
(2006) Planeta Terra (11 episódios)
(2014) Resistance
(2006) Robin Hood (39 episódios)
(2011) Santuário
(2013) Sarah e o Pato (26 episódios)
(2013) Se Puder… Dirija!
(2014) Secret Life of Babies
(2011) Sem saída
(2015) Shark (4 episódios)
(2009) Space Buddies – Uma Aventura no Espaço
(2014) Space Racers (25 episódios)
(2011) Steve Jobs: Billion Dollar Hippy
(2014) Sugar Vs. Fat
(2013) Superheroes: A Never-Ending Battle (3 episódios)
(2006) Terra dos cavalos (26 episódios)
(2001) The Blue Planet: A Natural History of the Oceans (8 episódios)
(1990) The House of Cards Trilogy (BBC) (12 episódios)
(2015) The Hunt (8 episódios)
(2013) The Last Days on Mars
(2014) The Musketeers (30 episódios)
(2005) The Next Megaquake
(2001) The Office (U.K.) (14 episódios)
(2012) The Paradise (16 episódios)
(2014) The Passing Bells (4 episódios)
(2014) The World’s War: Forgotten Soldiers of the Empire (2 episódios)
(2011) Tom Papa Live in New York City
(2013) Top Gear Festival: Sydney
(2015) Top Gear: Ambitious But Rubbish (8 episódios)
(2003) Top Gear (36 episódios)
(2013) Top of the Lake (6 episódios)
(2006) Torchwood (41 episódios)
(2015) Touched by Auschwitz (2 episódios)
(2013) Tricked
(2002) Walking with Dinosaurs: Land of the Giants
(2003) Walking with Dinosaurs: Sea Monsters (3 episódios)
(2000) Walking with Dinosaurs: The Ballad of Big Al (2 episódios)
(2002) Walking with Dinosaurs: The Giant Claw
(1999) Walking with Dinosaurs (6 episódios)
(2005) Walking with Monsters: Life Before Dinosaurs (3 episódios)
(2008) Wallander (12 episódios)
(2014) Which Universe Are We In?
(2009) Whitechapel (18 episódios)
(2008) Wild China (6 episódios)
(2000) Wild South America (6 episódios)
(2015) Wolf Hall (7 episódios)
(2011) Wonders of the Universe (4 episódios)
“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”
A Netflix liberou os três primeiros episódios da 3ª Parte de ‘La Casa de Papel‘ para o CinePOP maratonar e trazer as primeiras impressões para você.
Com muito mais ação, explosões e suspense, a nova temporada mostra que o streaming não polpou investimento.
Assista nossa análise:
A nova temporada estreia na madrugada de hoje (18) para amanhã (19) , às 4 horas da manhã.
A temporada terá 8 episódios com aproximadamente 1 hora de duração.
Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.
Na terceira parte, “O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.”
O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor),Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso(Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).
A terceira temporada será lançada na plataforma no dia 19 de julho.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada.
O suspense ‘Outback‘ ganhou um novo – e desesperador – trailer.
Confira:
Dirigido por Mike Green, o longa é baseado em uma lenda urbana de sobrevivência.
A trama segue um casal perdido no meio do nada lutando pela sobrevivência. Wade e Lisa vão para a Austrália com a esperança de reviver seu romance, mas, quando o GPS para de funcionar, eles precisam encontrar uma nova rota. Enquanto a noite cai, eles precisam sobreviver sem água, comida e armas, cercados por cobras, escorpiões e animais selvagens. Agora, uma decisão pode significar viver… e morrer.
O suspense será lançado direto em DVD e VOD nos EUA no dia 9 de junho.
O aguardado remake de ‘Convenção das Bruxas‘ já tem data de estreia nos cinemas brasileiros.
A assessoria da Warner Bros. revelou ao CinePOP que o filme estreia por aqui no dia 19 de Novembro.
Ao contrário do Brasil, o filme foi lançado nos EUA direto no streaming da HBOMax.
Compare as cenas do original de 1990 com a nova versão:
‘Convenção das Bruxas‘ conquistou 51% de aprovação no Rotten Tomatoes e dividiu opiniões, mas recebeu elogios pela eletrizante e enérgica atuação da atriz Anne Hathaway, que carrega a produção com uma abordagem mais performática da Bruxa Mãe.
Confira as principais avaliações já publicadas:
“O feitiço não foi lançado” – Peter Bradshaw, Guardian
“Precisamos mesmo de outra versão? Não, mas Anne Hathaway claramente apreciou a oportunidade”. – Clarisse Loughrey, Independent (UK)
“Ainda assim, a imagem permanente é a de Hathaway como Lilith … E é uma performance e tanto”. – Kevin Maher, Times (UK)
“Talvez este filme seja voltado para crianças mais jovens do que o original (e certamente o livro), mas Zemeckis, como co-roterista, suaviza demais a história”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic
“O filme, em sua melhor forma, é grosseiro, bobo, amigável e perturbador, o que pode ser tudo o que importa”. – Richard Lawson, Vanity Fair
“Os efeitos especiais são de primeira classe e as performances são muito exageradas, mas divertidas. Porém, Convenção das Bruxas é muito perturbador para crianças pequenas e não ousado o bastante para cativar os adultos”. – Richard Roeper, Chicago Sun-Times
Dirigido por Robert Zemeckis, o longa é baseado no livro homônimo lançado em 1983, escrito por Roald Dahl. O material já havia sido adaptado para as telonas em 1990, estrelado porAnjelica Huston.
A trama segue um menino órfão (Bruno) que, no final de 1967, vai morar com sua amada avó (Spencer) na cidade rural de Demopolis, no Alabama. O menino e sua avó se deparam com algumas bruxas enganosamente fascinantes, mas completamente diabólicas, de modo que a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um resort à beira-mar opulento. Lamentavelmente, eles chegam exatamente no mesmo momento em que a Grã-bruxa do mundo (Hathaway) reuniu seus companheiros de todo o mundo – disfarçados – para realizar seus planos nefastos.
Em entrevista ao ScreenRant, Zack Snyder(‘Army of the Dead’, ‘Liga da Justiça) disse que entraria para a Marvel Studios sob uma condição: se pudesse dirigir um filme sobre a icônica heroína Elektra.
Snyder foi bem categórico em seu comentário e foi específico, dizendo que adaptaria uma narrativa em particular intitulada ‘ElektraLives Again’.
“Eu escolheria ‘Elektra Lives Again’. Você sabe, aqueles quadrinhos de Frank Miller? É uma graphic novel sobre Elektra. Demolidor está tendo sonhos sobre Elektra voltar à vida, e é super legal e estranho. É legal e lindo. É isso que eu faria. Ninguém liga, mas é o que eu faria”, ele falou.
Com história assinada por Miller e Lynn Varley, a obra em questão foi publicada em março de 1990 através da Epic Comics (extensão da Marvel Comics) e funciona como spin-off de ‘Demolidor’, girando em torno da aparente ressurreição da guerreira ninja Elektra. Em 1991, a aclamada HQ levou para casa um Eisner Award de Melhor Novo Álbum Gráfico e um UK Comic Art Award para Melhor Graphic Novel Original.
Vale lembrar que Elektra já foi levada para os cinemas em 2003 através do filme ‘Demolidor – O Homem sem Medo’, que foi bombardeado pela crítica apesar de uma considerável arrecadação na bilheteria. Em 2005, a personagem ganhou um longa solo, que até hoje é considerado um dos maiores fracassos de todos os tempos, fazendo apenas US$56,6 milhões mundialmente e amargando 11% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Jennifer Garner interpretou a guerreira em ambas as produções.
‘Não Olhe Para Cima‘ estreou na Netflix e está dando o que falar, por abordar em uma sátira política como o negacionismo pode ser mortal. Não demorou muito para os cinéfilos perceberem as semelhanças dos eventos do filme com a atuação do governo Bolsonaro com a crise da pandemia, sempre minimizando os fatos e tentando descredibilizar os cientistas. O resultado foram mais de 600 mil mortos.
Nas redes sociais, vários internautas produziram memes e sátiras comparando os personagens do filme aos atores políticos que marcam a atual situação do país. O cientista interpretado por Leonardo DiCaprio foi comparado ao biólogo Átila Iamarino, enquanto a presidente vivida porMeryl Streep e seu filho (Jonah Hill) foram comparados a Jair e Carlos Bolsonaro.
No vídeo abaixo, o editor-chefe Renato Marafon compara os eventos do filme com os acontecimentos desastrosos da política no Brasil.
A estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima?
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, o astroPaul Ruddrevelou que Kang (Jonathan Majors) será um dos maiores vilões da história do MCU e está no mesmo nível que Thanos (Josh Brolin).
Questionado se ‘Quantumania‘ será melhor que os dois filmes anteriores do personagem, Rudd respondeu:
“Eu não diria o que torna melhor, mas posso falar o que o torna diferente. É a escala do filme. O vilão é o ser mais poderoso que o Scott Lang já enfrentou. Quero dizer, ele enfrentou o Thanos. Eu diria que estão no mesmo nível. Os poderes do Kang são parecidos. Acho que isso é algo novo para um filme do Homem-Formiga. Nada contra os vilões dos filmes anteriores, mas eles eram entidades menores. Esse vilão será muito diferente. Esse filme será muito importante para construir o que virá daqui para frente. Ele dará início à Fase 5 do MCU. Isso é algo novo e emocionante.”, afirmou.
O ator também revelou quem foram os super-heróis da sua infância. E entre eles, ele citou o icônico jogador de futebol brasileiro Pelé.
“Meus super-heróis foram minha mãe e meu pai. É uma resposta previsível e clichê, mas foram minha mãe e meu pai. E alguns jogadores de futebol que eu considerava meus heróis. Como o Pelé. Eu o assisti jogando quando era criança. Quando eu tinha cinco anos, costumava jogar futebol. Meu avô nos visitou. Eu estava vivendo na Califórnia naquela época. O Pelé estava jogando pelo New York Cosmos e George Best estava jogando pelo Los Angeles Aztecs. Eu tive a chance de vê-los jogando um contra o outro. E eu jogava. Eu era o número 10, e amava o Pelé.”, afirmou.
Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína!
Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.
‘As Marvels‘, sequência de ‘Capitã Marvel‘, lança muito em breve nos cinemas, e o portal Cryptic, conhecido por antecipar trailers de diversos filmes, revelou que algumas críticas foram vazadas.
Segundo suas informações, uma das próximas prévias do filme já conterá trechos das críticas de importantes veículos de mídia internacionais que tiveram a oportunidade de assistir ao filme antecipadamente, incluindo o IGN, a Empire Magazine e um terceiro portal que não foi revelado.
A Empire Magazine descreveu o filme como “emocionante, hilário e repleto de ação”.
Já a IGN afirmou que “é uma continuação que vai mais alto, mais longe e mais rápido!”.
Por fim, o terceiro portal, cujo nome ainda não foi revelado, destacou: “Um filme incrível que nos leva a uma jornada emocionante de crescimento e trabalho em equipe”.
Há alguns dias, esse mesmo portal revelou que ‘As Marves‘ terá 1 hora e 44 minutos de duração, com os créditos começando a rolar na marca de 1 hora e 33 minutos.
Apesar de não haver nada confirmado sobre o tempo de execução da sequência de ‘Capitã Marvel‘, a página acertou a duração de todos os episódios da série ‘Ahsoka‘ com exatidão.
Sendo assim, excluindo os créditos, é possível que ‘As Marvels’ seja o filme mais curto do MCU, superando ‘O Incrível Hulk‘ (2008) e ‘Thor: O Mundo Sombrio‘ (2013), ambos com 112 minutos, ou seja, 1 hora e 52 minutos
Confira a publicação, junto com os cartazes individuais do filme:
De acordo com o Film Ratings (via CBM), ‘As Marvels‘ ganhou classificação indicativa para maiores de 13 anos (PG-13).
Assim como na maioria dos filmes do MCU, a decisão foi tomada devido a algumas cenas de ação com violência e linguagem inapropriada para crianças.
Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
O aclamado terror psicológico ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, que traz o astro Nicolas Cage como um sinistro serial killer, teve estreia antecipada nos cinemas nacionais.
O longa seria lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de agosto, e agora será lançado um dia antes, no dia 28.
O filme ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões mundialmente.
O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Exhuma‘ (US$97.9M), subindo para o TOP 2 dos maiores filmes de terror do ano, atrás apenas de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$260.7M).
Nos EUA, a produção soma US$ 72 milhões. O longa superou arrecadação total do aclamado ‘Parasita‘ (US$53.3M) no país, tornando-se a maior bilheteria da história da NEON.
Além de ter se tornado a maior bilheteria doméstica de um terror para maiores de 2024, a produção também se tornou a maior arrecadação para um terror indie dos últimos dez anos nos EUA – superando sucessos como ‘Fale Comigo‘ (US$48.2M) e ‘Hereditário‘ (US$44M).
Com orçamento estimado em menos de US$ 10 milhões, o longa já arrecadou mais de dez vezes o valor de seu custo de produção.
Vale lembrar que o filme superou todas as expectativas e fechou o seu primeiro final de semana nos EUA com impressionantes US$ 22.6 milhões. O valor representa o dobro das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 10-15 milhões.
Além de ter se tornado a maior estreia da história da produtora NEON – facilmente superando o lançamento de ‘Imaculada‘ (US$5.3) –, o longa também registrou a maior abertura do ano para um terror original no território norte-americano.
Para Nicolas Cage, este é o seu primeiro live-action a ter uma estreia maior que US$ 20 milhões desde o lançamento de ‘Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança‘, em 2011.
Aclamado entre os críticos e considerado “um dos melhores filmes de terror dos últimos anos”, ‘Longlegs‘ alcançou sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.
“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”
Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.
Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.
C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.
Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).
Em entrevista exclusiva ao editor-chefe Renato Marafon, o ator Ralph Macchio revelou detalhes sobre ‘Karatê Kid: Lendas‘.
Ele falou sobre o novo filme, atuar com a lenda Jackie Chan e que eles quase conseguiram trazer Hilary Swank como Julie Pierce em ‘Cobra Kai‘, retomando seu papel em ‘Karate Kid 4 – A Nova Aventura‘.
“Eu entendo essa vontade. Nós temos que vender essa ideia para o estúdio. Há muitos fãs e respeito por Hilary Swank e sua personagem… Nós quase conseguimos trazê-la de volta para a série Cobra Kai, mas não deu certo.”, ele afirmou.
“Karate Kid: Lendas reúne os icônicos mestres das artes marciais de uma das franquias de filmes mais amadas de todos os tempos para contar uma história completamente nova, cheia de ação e coração.
Quando o prodígio do kung fu Li Fong (Ben Wang) se muda para Nova York com sua mãe para frequentar uma nova escola de prestígio, ele encontra consolo em uma nova amizade com uma colega de classe e seu pai. Mas sua paz recém-descoberta dura pouco depois que ele atrai a atenção indesejada de um formidável campeão local de caratê.
Motivado pelo desejo de se defender, Li embarca em uma jornada para entrar na competição definitiva de caratê. Guiado pela sabedoria de seu professor de kung fu, Sr. Han (Jackie Chan), e do lendário Karate Kid, Daniel LaRusso (Ralph Macchio), Li funde seus estilos únicos para se preparar para um confronto épico de artes marciais”.
A atriz Erica Durance, a Lois Lane da série ‘Smallville’, entrou para o elenco de ‘Supergirl’. Nesta trama, ela interpretará Alura, personagem até então vivida por Laura Benanti. A informação foi dada pelo site da revista americana, Entertainment Weekly.
Benanti teve que deixar o papel devido à sua tumultuada agenda, que conflitava com os dias das filmagens de ‘Supergirl’.
“Infelizmente Laura, com quem eu e Greg Berlanti pudemos trabalhar por um bom tempo na série ‘Eli Stone’ não pôde dar sequência em seu trabalho em ‘Supergirl’ por conta de seus compromissos em Nova York. Mas estamos muito felizes com a chegada de Erica, que nós dará a sua versão da mãe de Kara. Recentemente tivemos um grande sucesso com outra ex-Lois Lane, Teri Hatcher, e cremos que Erica continuará com a orgulhosa tradição de atores de legados que vieram participar de nossas séries, criando novas abordagens em personagens emblemáticos da DC”.
O cineasta Zack Snyder divulgou uma foto bem especial, que fora a responsável por fazer com que Henry Cavill fosse escolhido para viver o Superman em ‘Homem de Aço‘.
Na foto, o astro traja um antigo uniforme do herói, resgatado pelo diretor, direto dos arquivos da Warner Bros.
A popular convenção Star Wars Celebration acontece em abril na cidade de Chicago e os fãs da franquia terão a chance de adquirir produtos oficiais inéditos e exclusivos do evento.
Algumas das peças que estarão à venda ganharam suas primeiras imagens. Divulgadas pelo Jedi News, a prévia reúne colecionáveis, uma jaqueta de ‘Ameaça Fantasma’, além de canecas.
Confira:
Iniciando em 11 de abril, a Star Wars Celebration 2019 deve trazer novidades a respeito de ‘Star Wars: Episódio IX’, bem como a presença do elenco oficial em painéis interativos.
A atriz Nicole Kidman (‘Big Little Lies‘) tem investido muito o seu tempo em produções televisivas.
E além de estrelar a nova minissérie da HBO ‘The Undoing’, a vencedora do Oscar será a protagonista de ‘Pretty Things‘, nossa série da Amazon.
E após o anúncio feito pelo portal TVLine, Kidman comemorou o novo projeto, por meio de um rápido vídeo compartilhado em sua conta oficial do Instagram.
Uma publicação compartilhada por Nicole Kidman (@nicolekidman) em
“Olhando para frente com empolgação e otimismo…Nossa nova série da Amazon, a tortuosa, com reviravoltas Pretty Things, da autora Janelle Brownie, Reed Morado e Blossom Films”.
A produção é baseada no livro homônimo de Janelle Brown, que ainda não foi lançado oficialmente.
A trama segue duas mulheres muito diferentes – uma vigarista e uma herdeira, ambas descritas como brilhantes e danificadas – que tentam sobreviver ao maior jogo de engano e destruição que já jogaram.
Além de estrelar, Kidman também será produtora executiva do projeto.
Reed Morano (‘The Handmaid’s Tale‘) assumirá a direção.
A popular série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ ganhou um novo e eletrizante comercial cheio de cenas de ação e que ainda reúne algumas críticas positivas recebidas pela produção.
Confira:
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023
Cercado por luzes ofuscantes, Jonathan Majors desenha o contorno de seu impressionante físico como um ballet bruto. Em câmera lenta e com seus olhos vidrados em seus próprios pensamentos, ele articula sua musculatura, domina a tela e em questão de segundos de filme, domina nossa atenção. E pelas próximas duas horas, tudo o que desejaremos serão seus sonhos, sua ambição, sua libertação. Magazine Dreams é um nocaute na alma, um drama que traz o submundo do bodybuilding para o centro dos holofotes. E entregando a melhor performance de sua vida, Majors nos tem por inteiro, investidos nos mesmos anseios e angústias que lhe roubam a paz.
Elijah Bynum fez um trabalho impressionante. Em seu segundo longa-metragem, ele faz de Magazine Dreams um delicado e poderoso estudo de personagem, abordando a psique de um jovem marcado pelo trauma, que carrega a terrível dor de perder sua família. Sob a pressão de uma indústria/profissão que drena todo o seu emocional, ele sonha com a carreira de bodybuilder. Com uma mente incansável, um apetite insaciável e vivendo à sombra do culto ao corpo, Majors é Killian Maddox, um rapaz delicado, tímido e com poucas habilidades sociais que anseia em pertencer. Física e emocionalmente exausto, ele ainda é um retrato do que é o burnout.
Com suas rotinas rigorosas, isolamento social e pressões físicas que o assombram a cada segundo do seu dia, Killian é um homem inquieto. E mesmo abordando todas essas questões em um contexto cultural tão específico, Bynum faz de seu protagonista um espelho de todos nós. Construindo um personagem complexo que arrebata para as mais diversas emoções, Magazine Dreams é intimista, profundo, desconfortável, chocante e impactante. Lindamente dirigido, o longa faz um contraste preciso entre a perfeição exterior em detrimento do sofrimento mental e físico. Tornando a linha entre o belo e o grotesco completamente tênue, ele faz de seu segundo filme em um intervalo de quase seis anos um presente inestimável para os cinéfilos. Como é raro assistirmos a filmes tão impecáveis como esse.
E com sua sensível direção, o novato cineasta torna a história de Killian ainda mais simbólica e identificável. Explorando com perspicácia a luz artificial, ele sabe tornar os palcos de competições de bodybuilding um lindo espetáculo visual. Aliado à estonteante performance de Majors, Magazine Dreams se desabrocha diante dos nossos olhos como os sonhos de seu próprio protagonista. E quanto mais acompanhamos seus dilemas, colapsos e espasmos físicos regados de dor e desespero, mais o entendemos e somos capazes de sentir na pele seus mais profundos temores.
Sinestésico, e com uma trilha sonora original que emana música clássica com um toque de suspense, Magazine Dreamsainda conta com uma trilha adaptada diferente, que vai do heavy metal à Patti Smith. Com as canções sendo a expressão exata e simbólica do que cada cena em questão representa, o diretor ainda consegue transformar esse e tantos outros elementos técnicos do filme em personagens dentro da trama. Aqui, nada se perde. Do design de produção do quarto de Killian, regado por cartazes de bodybuilders famosos, ao figurino do protagonista, cada centímetro é um conceito milimétrico da mente, do corpo, da personalidade e do caráter do astro da trama.
Entregando dois planos sequências poderosos que evidenciam ainda mais o monstruoso talento de Majors (sendo um deles de quase quatro minutos da mais hipnotizante performance que já vi desde Marion Cotillard em Piaf – Um Hino ao Amor), o novo longa do desconhecido Elijah Bynum é a vitrine ideal para mostrar sua riqueza criativa. Colocando a audiência em um constante estado de alerta, o drama cult consegue facilmente cruzar seu nicho para encontrar o público geral. E ao nos tragar para um constante medo de que aqueles mesmos sonhos que sonhamos com Killian se transformem em pesadelo, o diretor nos leva ao êxtase sensorial, com Majors fazendo desse bodybuilder não apenas a melhor atuação de sua carreira, bem como aquela que tem tudo para lhe render um Oscar em 2024.
Nunca antes o Festival de Cannes selecionou tantas diretoras em uma competição oficial. Este ano, são sete, contra 14 homens, ou seja, um terço na disputa pela Palma de Ouro. Uma delas pode se tornar a terceira mulher a obtê-la dois anos depois da francesa Julia Ducournau e 30 anos depois de Jane Campion. Guarde na memória os nomes abaixo!
Grande nome do cinema francês por quase 50 anos, Catherine Breillat dirigiu filmes de sucesso de crítica como Parfait amour! (1996) e Romance (1999). Versátil na profissão e polêmica pela temática sexual, ela já atuou como atriz, romancista e roteirista, contribuindo com Federico Fellini (E la Nave Va, 1983) e Maurice Pialat (Polícia, 1985).
Esta é sua segunda apresentação em Cannes, a primeira foi com o controverso A Última Amante, em 2007. Desta vez, Breillat apresenta O Último Verão (L’Été Dernier), uma história de amor entre uma mulher e seu enteado.
Segunda francesa da lista, Justine Triet concorre pela segunda vez à Palma de Ouro. Em 2019, ela subiu os degraus do Palácio do Festival grávida de oito meses ao lado de Virginia Elfira, Adèle Exarchopoulos e o saudoso Gaspard Ulliel, para a promoção do elogiado Sibyl.
Dessa vez, a diretora de 44 anos apresentará Anatomia de uma Queda (Anatomie d’une Chute), um drama policial que conta o julgamento de uma mulher acusada do assassinato do marido.
Catherine Corsini é a sétima mulher na corrida pela Palma de Ouro 2023
Inicialmente demitida devido a acusações de assédio moral no set de seu último filme, Catherine Corsini foi adicionada à lista aos 45 minutos do segundo tempo. A terceira francesa na competição é presença habitual na Croisette, desde que foi membro do júri de curtas-metragens em 2004 e presidente do júri da Caméra d’Or em 2016.
Em 2021, ele ganhou a Palma Queer, por melhor filme LGBTQIA + na Seleção Oficial, com a comédia A Fratura. Sua obra mais conhecida é o romance Um Amor Impossível, no qual Virginia Elfira e Niels Schneider contracenaram juntos e tornaram-se um casal na vida real. Desta vez em competição, com O Retorno (Le Retour), ela se prepara para responder às polêmicas do drama envolvendo cena de sexo com um menor de idade.
Nascida na Áustria, Jessica Hausner alcançou notoriedade internacional em 2000 com Lovely Rita, o retrato de uma jovem pouco à vontade no meio familiar. Em seguida, a diretora lança o thriller psicológico Hotel (2004).
Após participar da seleção oficial em Cannes com o filme Little Joe(2019), a austríaca foi membro do júri em 2021, presidido por Spike Lee. Este ano, a cineasta compete com o suspense Club Zero, no qual uma professora cria um misterioso clube fechado de educação alimentar numa escola do Ensino Médio.
Conhecida da Croisette, Alice Rohrwacherjá ganhou dois prêmios em competição em Cannes. O primeiro foi o Grand Prix do Júri por As Maravilhas (2014), em seguida o prêmio de roteiro por Feliz como Lázaro (2018).
Irmã da atriz Alba Rohrwacher, ambas trabalharam juntas no curta-metragem Le Pupille (2022) [disponível no Disney +] nomeado ao Oscar. Membro do júri em 2019,Alice Rohrwacher apresentará La Chimera na disputa pela Palma de Ouro. O elenco conta com a brasileira Carol Duarte e narra a trajetória de ladrões de sepultura e sítios arqueológicos.
Ascensão do cinema mundial,Kaouther Ben Haniatornou-se a primeira tunisiana indicada ao Oscar de filme estrangeiro, por O Homem que Vendeu sua Pele, em 2021. Ex-aluna da Escola de Artes e Cinema de Tunis, a cineasta deu seus primeiros passos na apresentação do angustiante A Bela e os Cães, em 2017 na seção Un Certain Regard.
Após esse dois sucesso, discutindo o contexto político de seu país depois da Primavera Árabe, Kaouther Ben Hania mostra na Croisette o documentário As Filhas de Olfa (Les Filles d’Olfa), no qual a mãe de quatro meninas luta para encontrar duas delas desaparecidas.
Ramata-Toulaye Sy
Após várias figurinhas repetidas, o Festival abre espaço para novatas como Ramata-Toulaye Sy. A senegalesa concorre à Palma de Ouro com seu primeiro filme, Banel & Adama, cujo roteiro é retirado de seu trabalho de graduação em La Fémis, famosa escola de cinema de Paris.
Antes de ir para trás das câmeras, Ramata-Toulaye Sy trabalhou como roteirista. Em particular ao lado de Atiq Rahimi, membro do júri este ano, com quem colaborou para a adaptação cinematográfica do romance Notre-Dame du Nil.
No total, o Festival de Cannes selecionou 19 filmes dirigidos por mulheres na Seleção Oficial.
A Marvel Studios está completando 10 anos e para comemorar divulgou uma série de belíssimos pôsteres individuais do heróis mais famosos. Confira nossa galeria:
Com o sucesso de ‘Pantera Negra’, o mais recente filme da Marvel Studios, a “casa das ideias” ultrapassou a incrível marca de US$ 14,22 bilhões apenas em bilheteria com seus filmes, em 10 anos.
Vale lembrar que, em 2009, a Disney comprou a empresa por “apenas” US$ 4 bilhões. O sucesso absoluto de público e a boa aceitação da crítica, transformaram os filmes de super-heróis em um gênero cinematográfico e a Marvel Studios líder no mercado.
O reboot ‘O Predador’ enfrentou problemas em suas exibições-teste, e passou por mais refilmagens. Com sua estreia marcada para setembro, a produção voltou para o Canadá para dois dias de regravações.
Agora, em entrevista ao Collider, o diretor Shane Black revelou o real motivo das refilmagens: deixar o longa mais assustador.
Segundo ele, as cenas haviam sido gravadas durante o dia. Ao reverem o corte original, perceberam que o material não estava assustador como deveria. Por conta disso, refizeram toda ação dos humanos contra os vilões durante a noite.
Recentemente, o terceiro ato já havia sido inteiro refilmado após o filme não agradar o público em uma exibição teste.
‘O Predador’ será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.
Lançada em 1989, a primeira adaptação do conto dinamarquês A Pequena Sereia, feita pela Disney, foi um marco importantíssimo para a história das animações, já que representou uma virada de chave magnífica para a empresa, que vinha de uma década sombria de filmes com pegadas mais adultas que não fizeram tanto sucesso quanto suas obras anteriores. Foi nessa época que vieram longas animados como O Caldeirão Mágico (1985), As Peripécias de Um Ratinho Detetive (1986) e Oliver e sua Turma (1988). Apesar de serem considerados clássicos Cult atualmente, esses filmes deram bastante dor de cabeça para a Disney, que se viu superada em um ramo que ela praticamente ajudou a popularizar. Então, quando A Pequena Sereia se tornou um fenômeno de críticas e bilheteria, fazendo lembrar os velhos tempos, os executivos entenderam que aquele era o caminho que deveria ser seguido pela empresa nos anos seguintes. E assim foi feito. O sucesso veio, inaugurando uma fase histórica de animações da Disney, que a permitiram virar o século sendo referência para os filmes animados.
Seu sucesso deixou claro para a Disney que o público estava pronto para protagonistas femininas, filmes mais coloridos e aventuras clássicas. Além disso, as premiações mostraram uma mudança de pensamento, já que as canções originais foram elogiadas e premiadas. Resultado: a década de 1990 do estúdio foi toda pautada nesses conceitos. Não é absurdo dizer que foiA Pequena Sereia que tirou a Disney da fossa, porque ditou os caminhos a serem trilhados na época boa.
Por isso, quando anunciaram uma adaptação em live action desse filme, houve um certo frenesi, não só pela importância histórica da animação, mas também porque a Ariel se tornou uma das princesas mais amadas de toda a Disney. Então, era um daqueles casos em que não poderia haver erro. Era uma aventura que precisaria marcar época para talvez enfim consolidar esse projeto capenga da Disney de fazer versões live action de seus clássicos das animações. Algo revolucionário, de qualidade inquestionável para fazer o público levar fé nessa ideia. Infelizmente, não foi dessa vez.
Com direção de Rob Marshall, do fraco Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011), o novo filme já começou com uma polêmica absurda acerca da mudança de etnia da protagonista Ariel. Houve um burburinho desproporcional na internet, cheio de comentários racistas, sobre terem escalado uma atriz negra para interpretar uma sereia. No caso, não existem sereias na vida real, então é meio absurdo que as pessoas aceitem uma criatura 50% mulher 50% peixe, mas achem inaceitável que a metade humana da personagem seja vivida por uma mulher negra. Então, é melhor começar a crítica já dizendo o óbvio: a cor da atriz Halle Bailey não afetou em nada sua caracterização da Ariel. E o motivo é mais do que claro para qualquer pessoa razoável: a cor de uma sereia pouco importa para a construção da personagem. Qualquer crítica tecida nesse ponto é puramente preconceito velado.
Dito isso, vamos ao que realmente importa na construção da Ariel: a atuação. E nesse ponto, infelizmente, o filme deixou a desejar. Nas canções, Halle deu show. Sua voz impressiona com um timbre lindo e uma excelente interpretação das músicas clássicas da animação. O problema é sua atuação nas cenas que não envolvem músicas. Não dá para saber se é por conta de uma maquiagem pesada, algum procedimento estético ou apenas falta de expressões faciais, mas a atriz não consegue passar emoções simples com seu rosto. E como a direção dá bastante destaque a cenas mais fechadas nos rostos dos atores, isso acaba sendo um grande problema. Ela passa grande parte do filme com a mesma expressão, completamente engessada, como se não soubesse muito bem para onde levar a Ariel e tentasse contornar tudo com um grande “sorria e acene”, quase como um personagem de animação 3D. O que é uma pena, porque o estilo de animação usado no filme de 1989 fez da Ariel justamente uma das princesas mais expressivas do estúdio.
E essa inexpressividade não se resume a ela, porque o já consagrado Javier Bardem, que interpreta o Rei Tritão, passa longe de mostrar sua expressividade habitual em um papel também engessado e bem distante do trabalho que ele costuma realizar em tela. É uma pena também, porque seu personagem é tão mal explorado que sequer dá para entender se ele está apenas tentando ser um bom pai, como o da animação, ou se é um caso de paternidade egocêntrica, em que ele quer apenas provar que está certo e que os seres da superfície não prestam. E é aquela história: se um ator está mal no filme, o problema é com ele. Se dois atores ou mais estão mal, aí já dá para culpar o diretor.
O trabalho de Rob Marshall aqui é bem covarde. Para falar a verdade, é o grande problema do filme. Ele não consegue decidir se vai contar sua própria história ou se vai adaptar fielmente a animação. O resultado disso é um copia e cola do desenho dos anos 80, com cenas idênticas às da animação. Só que o filme original tinha 1h22 de duração. Esse aqui tem 2h20. Nessa “hora excedente”, ele tenta trazer algumas novidades, que sinceramente pouco agregam à trama e mais parecem estar enchendo linguiça para cumprir desejo dos diretores.
O que, novamente, é uma pena, porque são bons personagens que poderiam ter ganho um desenvolvimento bem melhor do que aquilo mostrado na animação, mas que por uma fidelidade desmedida, acabam tendo um papel bem similar ao do desenho animado, sendo relegados ao mero papel de coadjuvantes. Poxa, se tem uma hora a mais de filme, dava para explorar mais do passado do Tritão ou como sua relação com a vilã Úrsula se estremeceu. Em vez disso, o único personagem a ganhar uma lapa a mais de desenvolvimento é o Príncipe Eric.
Interpretado por Jonah Hauer-King, o príncipe ganha mais tempo de tela, com direito a uma melosa canção própria, que também passa a sensação de só ter entrado no corte final para bater um tempo mínimo exigido pelo estúdio. O trabalho do ator também carece de expressividade, mas considerando que a primeira opção para o papel era o cantor Harry Styles, que recusou o papel, percebe-se que poderia ser bem pior.
Por fim, falando do elenco, a Úrsula de Melissa McCarthy também é afetada pelo infeliz compromisso do diretor com a fidelidade à animação de 1989. Seu visual convence, mas a atuação explicita que ela não está compondo a personagem por si só, mas sim tentando imitar a vilã da animação. E isso incomoda. Afinal, se a ideia é ver um filme igual ao de 1989, é mais fácil (e barato) entrar no Disney+ ou colocar o DVD e assistir A Pequena Sereia no conforto do lar.
Não dá para entender o motivo de privarem o elenco de ousar e trazer coisas novas em um projeto tão ambicioso quanto esse. É um caso em que a direção aposta tanto na segurança da fidelidade que acaba criando uma obra tão carente de personalidade que pode irritar alguns. Por falar nisso, a duração de 2h20 pode passar voando em um filme bem trabalhado, mas por se tratar de uma aventura genérica, é bem provável que grande parte do público sinta bem essas horas passarem e se incomode por dar a sensação de ser mais longo do que o necessário. Em outras palavras: é um filme cansativo.
Mas ainda que seja completamente carente de personalidade, o filme consegue trazer pontos o bastante para impedir que ele seja um mau filme. Entretanto, também não são o suficiente para colocá-lo na categoria de um bom filme. É um longa “ok”, que surpreende justamente em alguns pontos que foram previamente criticados pela imprensa especializada e pelo público.
Assim que saíram os primeiros materiais promocionais, a falta de cor no filme, que trazia aquele famoso filtro cinza/ azulado nos trailers, foi um ponto que incomodou a todos. Porém, o potencial visual do fundo do mar foi bem explorado aqui, criando um visual bem interessante, principalmente nas cenas musicais. O uso das cores vivas casa bem com as canções e entretém com um visual diferente dos demais live action de clássicos Disney. Mais do que isso, a mudança de uma ilha nórdica para um reino quase caribenho permitiu que as cenas na superfície fossem visualmente mais bonitas também, explorando elementos culturais interessantes nos números musicais.
Outro ponto que causou calafrios no material promocional foram os amigos animais da Ariel, principalmente o caranguejo Sebastião e o peixinho Linguado, que pareciam buscar um realismo desnecessário e já ativou o gatilho de muitos ao lembrar daqueles animais inexpressivos de O Rei Leão (2019). O Linguado, infelizmente, ficou meio tosco mesmo. Talvez seja por isso que ele tem pouquíssimas cenas ao longo do filme. O que é uma pena, porque acabou desperdiçando o talentoso Jacob Tremblay. Já o Sebastião, surpreendentemente, ficou muito carismático. A equipe de CGI inseriu uma famosa “boquinha de siri” na criatura e usou o formato incomum de seus olhinhos para dar um jeito mais cartunizado para o animalzinho, que contou ainda com uma interpretação espetacular de Daveed Diggs, que dá um show no personagem, não apenas nas sequências musicais.
Ele também consegue ter muita química com a gaivota Sabidão, que é interpretada pela rapper, comediante e atriz Awkwafina. Não que ela vá muito além daquele papel que ela faz em todo filme, mas ela desempenha esse tipo de personagem tão bem que consegue convencer até mesmo como gaivota. A dupla brilha tanto em cena que ganha até uma música própria. Sim, o famoso rap que muitos comentaram. Particularmente, não me incomodou, porque é uma canção bobinha e divertida que casa com o momento em que é inserida na trama, mas é possível que não agrade a todos.
Ah sim, vale ressaltar que os números musicais são praticamente todos irretocáveis. Digo “praticamente” porque a música do Príncipe e a canção nova da sereia, feita para “burlar” o momento em que a Ariel perde a voz, são realmente abaixo do resto. Fora elas, a tradicional “Beije a Moça” e “Aqui no Mar” enchem os olhos, tanto pela execução vocal dos intérpretes quanto pela direção das sequências. Nesse ponto, não há do que reclamar.
Também vale o destaque para a sequência em que Ariel e Eric vão conhecer a ilha de carruagem, que consegue divertir bastante e é um dos momentos que mostram o quanto esse filme poderia ser incrível caso a direção tivesse o compromisso apenas de mostrar sua visão própria da história.
No fim das contas, A Pequena Sereia certamente dividirá opiniões. Aqueles que esperavam que o filme fosse um bela porcaria provavelmente se surpreenderão positivamente, enquanto quem esperava algo fantástico deve se decepcionar. É triste que não tenha funcionado tão bem quanto a animação em tela, justamente pela falta de ousadia do diretor em querer contar sua própria história e não tentar fazer um remake quadro a quadro de uma animação cultuada há décadas. É realmente uma pena que um título com o peso de A Pequena Sereia termine sendo apenas mais um filme que não acredita no próprio potencial.
Mas isso só reflete o posicionamento da Disney acerca dessas adaptações de seus clássicos em live action. Parece que o estúdio não quer criar novos clássicos com algumas de suas franquias mais incríveis. A impressão que dá é que, para a Disney, o importante é tentar emplacar um sucesso fabricado, mesmo que isso aumente as chances de criar uma série de projetos esquecíveis e genéricos, se opondo às inovações que as animações adaptadas trouxeram quando foram lançadas. Uma pena.
Jason Statham tá com tudo! Tendo iniciado sua carreira com filmes de ação mais sérios, nos quais mostrou todo o seu talento quebrando tudo em cena, aos poucos Jason tem percebido (assim como o fizeram muitos atores que brilharam no gênero da ação) o grande filão que é estrelar filmes desse gênero mas que não se levem tão a sério assim, mesclando doses de humor para balancear a sisudez da ação. Foi assim em ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’ e é assim com seu mais novo filme, ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’, que abre a temporada 2023 de filmes blockbusters nos cinemas brasileiros.
A inteligência britânica chefiada por Norman (Eddie Marsan) interceptou uma informação perigosa: tudo indica que uma nova forma de inteligência artificial, capaz de destruir toda a economia mundial, não só foi criada, como foi roubada de seu local de origem e será comercializada no mercado informal. Para tentar impedir que isso aconteça, Norman chama Nathan (Cary Elwes), que, por sua vez, recruta Orson Fortune (Jason Statham), um mercenário especialista nesse tipo de missão perigosa. Para ajudar a descobrir qual o papel do bilionário Greg Simmonds (Hugh Grant) nisso tudo, Orson convida Sarah (Aubrey Plaza) e JJ (Bugzy Malone) e monta com eles um esquema de disfarces que colocará a vida de todos em risco, especialmente o ator Danny Francesco (Josh Hartnett), ator favorito de Greg e que terá que fazer um esforço redobrado de atuação para ganhar a confiança do bilionário.
Se por um lado Jason Statham está com tudo, Guy Ritchie é o cara! Autor, diretor e roteirista, Guy tem se tornado cada vez mais o nome-referência no quesito “filmes de ação super ágeis, com humor ácido e diálogos rápidos”. Em ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’ a estrutura é exatamente esta, apresentando os gêneros da comédia e da ação em doses equilibradas para que um não anule o outro, de modo que o espectador, no fim de tudo, se diverte com um filme bobagem que entretém e entrega exatamente o que o trailer promete.
Escrito pelo próprio Ritchie com colaboração de Ivan Atkinson e Marn Davies, o roteiro não apresenta nada de novo para esse tipo de filme: algo inestimável é roubado, o protagonista (única pessoa no mundo capaz de resolver o problema) é recrutado, juntamente com um time de apoio que mais faz companhia do que resolve qualquer coisa e alguém fodão do outro lado se faz de vilão. No meio de tudo, muita pancadaria, trocas de ofensas, atitudes passivo-agressivas e ostentação de luxo. Nada de novo aí. Porém, não passa despercebido, por exemplo, o personagem JJ, único ator negro na produção, ser o único da equipe a chamar Orson de “chefe”. Enfim…
Em ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’ o destaque fica mesmo na canastrice de Hugh Grant como um bilionário bem intencionado cheio de más intenções. Hugh está totalmente à vontade no papel e arranca sorrisos toda vez que entra em cena, ganhando uma cena final maravilhosa para seu personagem. Porque no final das contas, ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’ é isso: entretenimento de qualidade sem muito compromisso com a seriedade, ornado com muita perseguição, pancadaria e cenas de ação estilo ‘Missão Impossível’. Pura diversão.
Ray Fisher, um dos astros de ‘Liga da Justiça’, está bem animado em ver o diretor Zack Snyder voltar para a cadeira de direção com o remake de ‘Army of the Dead’.
O apoio a Snyder ocorreu via seu Twitter pessoal. O ator, que deu vida a Ciborgue, repostou um artigo escrito pela The Hollywood Reporter, que detalhava o novo longa-metragem de zumbis e trazia o nome de Snyder.
Snyder havia deixado sua carreira de lado pouco antes do lançamento de ‘Liga da Justiça‘, em 2017, devido a tragédias familiares. Nesse meio-tempo, ele voltou para a internet com vídeos exclusivos sobre sua visão funesta para a DCEU.
Agora, o diretor foi chamado para trabalhar pela primeira vez dentro da Netflix.
Segundo a Variety, Natacha Karam, Brian Michael Smith, Rafael Silva e Julian Works foram elencados em ‘9-1-1: Lone Star’. Seus papéis, entretanto, ainda não foram revelados.
O grupo se junta aos previamente anunciados Ronen Rubinstein, Sierra McClain, Rob Lowe, Liv Tyler e Jim Parrack. Lowe dará vida ao bombeiro nova-iorquino Owen Strand que, junto a seu filho já adulto, se muda para a cidade de Austin e tenta equilibrar sua problemática vida com sua necessidade de ajudar os outros.
Tyler, por sua vez, será a chefe dos paramédicos Michelle Blake, descrita como brilhante, irônica e a única que consegue enfrentar Owen na estação de bombeiros. Michelle tem uma obsessão que luta para controlar: descobrir o que aconteceu com sua irmã Iris, que desapareceu dois anos atrás.
Parrack será Judd, um bombeiro texano marcado pela tragédia. Rubinstein será TK Strand, o filho adulto de Owen; McClain, por sua vez, será Grace Ryder, operadora do centro de bombeiros e esposa de Judd Ryder.
A série funciona como spin-off da aclamada ‘9-1-1′, que retorna para sua 3ª temporada no final deste mês. Ambas as produções foram criadas por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.
‘9-1-1: Lone Star’ tem estreia marcada para o dia 19 de janeiro de 2020.
A FX anunciou hoje (16) que a estreia da quarta temporada de ‘Fargo’ foi adiada indefinidamente devido ao surto de Coronavírus.
Ainda há dois episódios a serem rodados e, por causa da pandemia, a produção foi suspensa. Dessa forma, a emissora decidiu cancelar o lançamento previsto para 19 de abril.
Mais informações devem ser divulgadas em breve.
A première será composta por um episódio duplo.
Timothy Olyphant, Chris Rock, Ben Whishaw, Jessie Buckley, Jack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri Crutchfield, Amber Midthunder e Uzo Adubafazem parte do elenco do novo ciclo.
Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.
Nos primeiros anos de sua carreira, Madonna deu a entender que ‘True Blue’ seria seu melhor álbum. Lançado em 1986 e seguindo o não tão original ‘Like a Virgin’, a composição musical da obra em questão superou a expectativa de todos e mostrou com bastante competência que a união de diversos gêneros pode funcionar sim quando feita com cautela, paciência e esmero. Entretanto, a cantora havia apenas começado o seu extenso e memorável legado, aparecendo pouco tempo depois do fracasso de ‘Quem É Essa Garota?’ com a maior e melhor iteração de toda a sua carreira: o icônico e revolucionário ‘Like a Prayer’.
A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. ‘Like a Prayer’, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e ‘MDNA’ (2012).
A investida em questão já abre com uma canção nada menos que perfeita: a faixa-título abre com um poderoso, porém breve, solo de guitarra que logo é ofuscado pelos tons propositalmente gospel de um órgão, que prepara terreno para a clássica bateria que já apareceu em outras composições (como “Material Girl”). Entretanto, apesar do escopo “animador” da música, a cantora reside nas harmonias de seu alcance mezzosoprano e brinca com as estruturações convencionais de tantas outras produções de artistas conterrâneos, adicionando uma singela camada de ousadia para uma envolvente letra. “Quando você me chama pelo meu nome, é como se fosse uma oração”: com esse verso, Madonna encontra sua fraqueza mesmo se consagrando como independente – e deixa espaço considerável para os elementos de idolatria voltarem com a forte presença do coro.
A balada desconstruída, que remonta a ares clássicos assim como ‘True Blue’ e ‘Like a Virgin’ fizeram com algumas faixas, é seguida da clássica “Express Yourself”. A track, como nunca antes, reflete a necessidade de empoderamento do eu lírico, ainda mais considerando que seu declamador é uma mulher inserida numa indústria controlada por homens. Por isso, os versos que podem parecer superficiais carregam consigo um significado dúbio (“não aceite o segundo lugar, baby” repete-se no início de cada refrão), acompanhado pela expressividade dos trompetes e, mais uma vez, da retumbante bateria.
A obra em si é o exato oposto de sua predecessora – ainda mais considerando que havia acabado de se separar de Sean Penn. E foi com um coração quebrado e um talento inigualável que a artista criou uma declaração difamatória e satírica extremamente sutil que, pelo título, já nos causa estranhamento: “Love Song” nos dá a entender que Madonna irá se entregar mais uma vez aos affairs românticos, mas logo depois do primeiro acorde, percebemos, como ela, que “esta não é uma canção de amor” – e até mesmo os diálogos em francês ajudam a reafirmar isso. Já aqui, percebemos a volta dos sintetizadores, que, diferente de antes, não seriam os principais instrumentos a ganharem nossa atenção.
O álbum cresce em originalidade e não recua em nenhum momento: seja com o chocante desabafo em “Till Death Do Us Part” ou com a catártica “Promise to Try”, Madonna explora com força vocais esplêndidos, tangenciando uma majestuosidade de nos arrepiar: nesta canção, por exemplo, ela se mantém em um tom único que harmoniza com o piano e o violino, ambos se postando diante de uma performance adorável. Seria apenas com “Cherish” que a produção optaria pelos acordes do electro-pop com uma narrativa, se é que é possível, mais romantizada e menos trágica que ‘Romeu e Julieta’, citando-os conforme caminhamos para o último ato (“eles nunca sentiram o que sinto”).
É interessante observar de que forma a cantora volta para suas premissas de amor na faixa supracitada e busca uma rendição mais teatral e anacronicamente perfeita em “Dear Jessie”: ela também aproveita para mostrar que cada uma de suas entregas é única e, aqui, cria uma atmosfera onírica acompanhada de arquiteturas que nos arremessam para décadas muito anteriores. Os dinâmicos violinos, regendo a imponência de uma paixão intrínseca, mesclam-se de modo radiofônico com “Oh Father”, cuja ambiência muda fluidamente para uma épica jornada coming-of-age que explode em um honrável chorus que repete “nunca me senti tão bem comigo mesma”.
A idealização narrativa não se resume apenas ao amor entre duas pessoas, mas sim do amor que Madonna sente por sua família, compreendendo-o como o âmbito mais importante da vida. A priori, a delineação musical nos passa uma sensação supérflua demais; porém, é imprescindível lembrar que essa track carrega uma profundidade mascarada, ainda mais porque a lead perdeu sua mãe com apenas cinco anos de idade. Logo, “não se esqueça de que sua família é ouro” ganha uma dimensão muito maior do que podemos dar crédito.
A epopeia termina com o bruto retorno latino em “Pray for Spanish Eyes”, com a utilização híbridas das castanholas e, mais uma vez, dos sintetizadores. Madonna até mesmo arrisca uma rouquidão que funciona em sua completude antes de finalizar com o brevíssimo resumo-conclusão “Act of Contrition”, misturando o imediato reconhecimento da guitarra com o coro da primeira música em um último esforço catártico, cuja influência atuaria diretamente em outro grande nome da música: Lady Gaga.
‘Like a Prayer’ sem sombra de dúvida, o mais próximo que o pop se aproximou da perfeição. Provando definitivamente sua versatilidade estilística, a artista cria e cultiva por gerações um state-of-art do gênero, uma joia lapidada que nos guia, em um inebriante e sinestésico conto de fadas distorcido, pelo imortal legado de Madonna.
Em seu Instagram oficial, o artista Israel J. Soteldo compartilhou uma incrível arte de fã do aguardado ‘Homem-Aranha 3’, reunindo os astros Toby Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland.
A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.
Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.
Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.
‘Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.
A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.
Depois do sucesso sem precedentes de ‘Invocação do Mal’, lançado em 2013, os produtores James Wan e Peter Safran perceberam que tinham em mãos o início de um universo que perduraria até os dias de hoje. E, como novo capítulo dessa famosa franquia de terror, deram vida à ‘Annabelle’, pré-sequência lançada em 2014 e que conta a história da boneca titular – um dos casos mais famosos do casal Ed e Lorraine Warren.
Estrelado por Annabelle Wallis e Ward Horton, a história acompanha John Form (Horton), um homem que acredita ter encontrado o presente ideal para sua esposa grávida (Wallis): uma boneca vintage. No entanto, a alegria do casal não dura muito. Numa noite terrível, membros de uma seita satânica invadem a casa do casal em um ataque violento. Ao tentarem invocar um demônio, eles mancham a boneca de sangue, tornando-a receptora de uma entidade do mal.
Apesar das críticas negativas, o longa se tornou um sucesso de bilheteria e arrecadou quase US$260 milhões mundialmente, contra meros US$6,5 milhões de orçamento – motivo pelo qual gerou uma elogiada pré-sequência chamada ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’ e uma sequência intitulada ‘Annabelle 3: De Volta para Casa’.
Para comemorar seu sétimo aniversário, celebrado hoje, 29 de setembro, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:
O filme retrata Annabelle como uma boneca de porcelana, mas a verdadeira pertence à linha Raggedy Ann e inclusive está exposta no museu de demonologia dos Warren. A ideia foi transformar a “personagem” em uma criatura mais assustadora e envolvente, motivo pelo qual teve seu design alterado.
O móbile que paira acima do berço do futuro filho do casal toca a mesma trilha da caixinha de música de ‘Invocação do Mal’.
A premiada apresentadora Ellen DeGeneres costumava morar no apartamento utilizado para o longa. Durante a promoção do filme em seu programa, ela explicou: “o apartamento do filme foi o primeiro apartamento que tive quando me mudei para Los Angeles. Aquele era o prédio onde eu morava. Eu estava assistindo e ficava pensando: ‘isso é bem familiar’, e era meu prédio. Era assustador naquela época também”.
A verdadeira boneca Annabelle foi dada à Donna, uma estudante da faculdade à época, pela mãe, em 1970. Ela e a colega, Angie, perceberam que a boneca se mexia sutilmente; em algumas semanas, conseguiu se mover por completo, transitando de um quarto para o outro enquanto elas não estavam em casa.
Alfre Woodard, que intepreta Evelyn no filme, não havia assistido a ‘Invocação do Mal’ antes da produção do filme começar. Em vez disso, preparou-se para o projeto pesquisando sobre a história verdadeira que inspirou a trama.
Os protagonistas se chamam Mia e John e fazem referência direta aos atores do clássico ‘O Bebê de Rosemary’, Mia Farrow e John Cassavetes. O filme de 1968 gira em torno de um jovem casal que mora em um apartamento de luxo e que se tornam alvo de uma seita satânica. O frequente barulho dos vizinhos em ‘Annabelle’ também faz homenagem ao outro longa.
Mia grita o nome “Leah!” nada menos que 89 vezes no longa-metragem, quebrando o recorde do número de vezes que o nome de um personagem é dito repetidamente em um filme.
Morganna Bridgers, Zach Pappas e Joseph Bishara são os únicos atores a retornarem do filme anterior para este. Bridgers e Pappas reprisam seus papéis de Debbie e Rick, respectivamente, enquanto Bishara, que deu vida a Bathsheba em ‘Invocação do Mal’, interpreta a Figura Demônica em ‘Annabelle’.
Em uma das cenas, é-nos mostrado um logotipo gigantesco de um prédio com o nome Barclay. Barclay é sobrenome do personagem Andy Barclay, protagonista da franquia ‘Brinquedo Assassino’, cuja narrativa também gira em torno de um boneco possuído.
Apesar de ser creditado apenas como produtor, Wan ficou responsável pela direção da cena do elevador.
A The CW divulgou a sinopse oficial de “Impulsive Excessive Disorder”, sexto episódio da 8ª temporada de ‘The Flash’, que deve começar um novo arco para a iteração (ou seja, fora do evento de cinco episódios que ficou conhecido como “Armageddon”).
Na trama, “continuando de onde a 7ª temporada parou, depois de voltar para casa de uma visita aos votos de renovação de seus parentes, Bart e Nora logo percebem que as coisas não estão exatamente como eles as deixaram. A dupla corre para reparar quaisquer fissuras na linha do tempo e restaurar tudo à normalidade”.
O episódio será exibido no dia 09 de março.
Confira a promo:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
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