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10 Produções no Disney+ para Assistir neste Dia das Crianças!

O Dia das Crianças está mais perto do que imaginamos – e é claro que não poderíamos deixar esse dia passar em branco.

Para comemorar o feriado de 12 de outubro, separamos uma lista com inúmeras produções fílmicas e televisivas no Disney– afinal, que lugar melhor para conferir obras com a criançada que essa gigante do streaming?

Diferente dos clássicos da Casa Mouse e da Pixar que estão na plataforma, buscamos títulos mais recentes que perpassam grande parte dos gêneros, incluindo animações e live-actions.

Confira abaixo nossas escolhas:

OS INCRÍVEIS 2 (2018)

Na trama, Helena decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta, Flecha e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pera não foge do desafio, ainda mais com Gelado combatendo o vilão ao seu lado.

HIGH SCHOOL MUSICAL: A SÉRIE: O MUSICAL (2019 – PRESENTE)

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

DOIS IRMÃOS – UMA JORNADA FANTÁSTICA (2020)

Em um mundo transformado, no qual as criaturas não dependiam mais da magia para viver, dois irmãos elfos recebem um cajado de bruxo de seu falecido pai, capaz de trazê-lo de volta à vida. Inexperientes com qualquer tipo de magia, Ian e Barley não conseguem executar o feitiço e acabam gerando uma criatura sem cabeça. Para passar mais um dia com seu pai, eles embarcam em uma jornada fantástica. Ao perceber a ausência dos filhos, sua mãe se une à uma lendária manticora para encontrá-los.

SOUL (2020)

Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

SEGREDOS EM SULPHUR SPRINGS (2021 – PRESENTE)

Depois do pai conseguir um trabalho, o jovem Griffin Campbell se muda para o Hotel Tremont em Sulphur Springs, Louisiana, que é supostamente assombarada por Savannah Dillon, um hóspede que desapareceu trinta anos atrás. Com sua nova melhor amiga, Harper, Griffin descobre um portal que os leva de volta para 1990, usando-o para descobrir o que realmente aconteceu.

A MISTERIOSA SOCIEDADE BENEDICT (2021 – PRESENTE)

A elogiada série A Misteriosa Sociedade Benedict, que já foi renovada para a 2ª temporada, é baseada nos romances de Treton Lee Stewart e gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

LUCA (2021)

Enrico Casarosa fez sua grande estreia diretorial com a elogiada animação Luca, da Pixar. A história é centrada em dois amigos que saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens da Riviera Italiana, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades. Afinal, Luca Paguro e Alberto Scorfano são criaturas marinhas que ganham forma humana quando estão em terra firme.

CRUELLA (2021)

Cruella‘ apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da DisneyCruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

RAYA E O ÚLTIMO DRAGÃO (2021)

Há muito tempo, no mundo fantástico de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

MONSTROS NO TRABALHO (2021 – PRESENTE)

Seis meses após a Monstros S.A. ter sua chefia renovada, Tylor Tuskmon e Val Little, dois operários talentosos, desejam trabalhar ao lado dos ídolos responsáveis por todas as mudanças na empresa. John GoodmanBilly Crystal retornam como Sully e Mike, respectivamente, e se juntam a nomes como John RatzenbergerJennifer Tilly e Bob Peterson.

007 | Os Melhores TEMAS de ABERTURA nos filmes do agente JAMES BOND

A franquia 007 como um todo adquiriu várias marcas e características próprias ao longo das suas quase seis décadas de existência, no cinema. Basta apenas alguns minutos de um filme para saber que aquilo se trata de algo estrelado pelo agente mais famoso do mundo. Ainda que os atores que passaram pela série tenham trazido ideias e trejeitos próprios, marcas peculiares como vilões caricatos, as bond girls e a famigerada frase “My name is Bond, James Bond” são signos únicos e insubstituíveis que estão presentes em quase todos os 007. Ainda que, pra alguns, tais particularidades soem bregas e ultrapassadas, mas pros fãs de longa data isso é algo indiscutível. Ai daquele cineasta que ousar deixar de fora.

Outra marca extremamente importante, que está presente desde o primeiro longa estrelado por Sean Connery, 007 contra o Satânico Dr. No (1962), são os chamados créditos de abertura. Sim, canções geralmente muito elegantes que são acompanhadas por composições visuais igualmente refinadas e com uma estética de ótimo gosto. Alguns títulos até trouxeram apenas arranjos instrumentais, como é o caso do já citado Dr. No ou de Moscou contra 007 (1963), mas a partir do clássico 007 contra Goldfinger (1965), do qual a abertura é cantada por Shirley Bassey, que os responsáveis pela obra fazem questão de trazer um grande artista que possa colocar sua alma musical ali impressa. Passando por vários estilos, desde sons mais clássicos até gêneros modernos como pop e rock.

E continuando o nosso especial 007, trazemos dessa vez uma lista com as dez das melhores aberturas que os filmes da cinessérie James Bond já foram capazes de gerar. Levamos em conta na lista tanto a qualidade das canções quanto o vídeo de abertura e seus conceitos visuais condizerem com a identidade do longa referido. É claro que vários temas incríveis tiveram que ficar de fora, mas tenho certeza que muitos desses aí você vai curtir. Aliás, façam também listas com os seus temas favoritos, pois gosto é um troço tão particular quanto as marcas de 007. Bora pra lista!

  1. You Know My Name – Chris Cornell (2006)

Casino Royale não era apenas o recomeço de um novo James Bond, mas iniciava uma cronologia própria, precisando assim surgir como um fato novo. A transição do cano da arma para a sequência título é absolutamente brilhante, sem falar em todo aspecto visual e temático das cartas de baralho. Adicione na receita, pela primeira vez na série, um rock n roll pesado com You Know My Name, pela performance matadora do agora saudoso Chris Cornell. Esse era exatamente o perfil ideal que precisavam traçar sobre como seriam os filmes estrelados por Daniel Craig.

  1. For Your Eyes Only – Sheena Easton (1981)

A dupla Bill Conti e Mick Leeson foi responsável ​​pelo primeiro tema de abertura do Bond nos anos de 1980, onde a voz de Sheena Easton era simples e ao mesmo tempo marcante. Indo de encontro às canções mais habituais dos clássicos, For Your Eyes Only é melodicamente lindíssima e sem refrãos típicos. Tem um tom mais sombrio, já que esse foi o filme mais sério da fase Roger Moore. Também foi a primeira vez que o rosto de um cantor (no caso uma cantora) aparecia num clipe do filme, que aliás o recorte tem muito essa cara mesmo.

  1. You Only Live TwiceNancy Sinatra (1967)

Frank Sinatra havia feito uma música para Moscou contra 007, e sua filha Nancy Sinatra colocou sua marca própria no quinto filme da série, Com 007 só se Vive Duas Vezes. Nancy canta lindamente com o combinado dos instrumentais americanos e japoneses, numa canção inesquecível e emocionante. Visualmente o clipe lembra muito Thunderball, porém com as ditas silhuetas mais ardentes que a do filme anterior.

  1. Live and Let DiePaul McCartney & Wings (1973)

Essa sim foi a primeira vez que uma música de rock autentica ganhou espaço na franquia 007, agora composta por George Martin e cantada pelo igualmente lendário Paul McCartney, no melhor momento dos filmes de Roger Moore. Live and Let Die foi um estouro no mundo todo e mais de uma década depois seria regravada pelo Guns N’ Roses. A música além de rock, tem blues e também reggae, que diz muito a respeito do tom versátil seguido por Moore como Bond.

  1. Diamonds Are ForeverShirley Bassey (1971)

A rainha Shirley Bassey volta numa canção incrível de John Barry para o filme 007Os Diamantes São Eternos. Por ser muito rica musicalmente, raramente se escuta aqui duas notas numa só estrofe. É uma obra de arte de muita sensibilidade e prova de uma vez por todas que a chave do sucesso para fazer um grande tema de Bond é saber quando crescer na hora certa. E Shirley, além de todo swingado, sabia fazer bem isso.

  1. Thunderball – Tom Jones (1965)

O cantor romântico Tom Jones tem um vozeirão e foi uma boa escolha para Thunderball, mas musicalmente o tema do terceiro filme do Bond, que se mescla com o tema da saga, é aquém de GoldFinger quando tenta seguir esse viés mais classudo, ainda que possua um refrão pegajoso. Porém sua real importância está na adição das conhecidas silhuetas que foram usadas a exaustão na franquia. Quer dizer, ainda são, pois estão até no recente Sem Tempo Para Morrer. Por marcar e ser influente desse modo, a passagem merece ser listada entre os principais temas da série.

  1. Goldeneye – Tina Turner (1995)

GoldenEye é sem dúvidas nenhuma um dos temas mais marcantes da franquia ao lado de Goldfinger e SkyFall. Aliás, Tina Turner faz um par e tanto com Shirley Bassey. Cada elemento inserido é pontual e eficiente. Os compositores Bono e The Edge do U2 conseguiram criar uma canção clássica que tomava como base as melhores performances da série. Tina é mais contida que Shirley, mas também mais brutal e potente quando necessário. Brincando com tons e atingindo o ápice no final.

  1. Nobody Does It Better – Carly Simon (1977)

Nobody Does It Better, de O Espião Que Me Amava, possui uma elegância genuína, longe do que era feito por essas cantoras mais clássicas, e utiliza o recurso das silhuetas da melhor maneira. É um dos temas mais sensíveis e tocantes de toda franquia. Com a primeira parte só no piano e depois abusando de momentos intensos. Um dos melhores usos narrativos que já fizeram em 007. Carly Simon é diferente das outras, é inesquecível.

  1. SkyFallAdele (2012)

O que falar de SkyFall, eu pergunto a vocês. Adele pela primeira vez em muito tempo conseguiu um feito quase inalcançável. Redefiniu como seriam os temas do James Bond a partir dali e trazia os momentos potentes de Bassey e Turner misturada a delicadeza de Carly Simon. O clipe apesenta uma estética moderna como nada visto antes, até porque o filme de Sam Mendes provoca exatamente essa pasmasses que, pra muitos, outros longas da série ainda não haviam alcançado, no que refere a qualidade cinematográfica. A fotografia de Roger Deakins talvez seja a mais fascinante de toda série.

  1. GoldfingerShirley Bassey (1965)

Contudo, não tem pra ninguém, quando se fala em 007, consequentemente lembram de Goldfinger e Shirley Bassey. Ela sempre foi e será comparada quando alguém fizer uma música tema do James Bond. É a régua da franquia. As dançarinas, a voz poderosa feminina, a pistola Walther PPK, um pouco do que seriam as silhuetas, o tom musical classudo… Tudo isso veio de Goldfinger. Sendo também até hoje uma das aberturas mais bonitas da franquia de um modo geral.

‘Round 6’: Elenco da série manda adorável recado para os fãs; Confira!

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que traz uma mistura entre ‘Jogos Vorazes‘ e ‘Batalha Real‘, já estreou na Netflix e, para promovê-la, a gigante do streaming se reuniu com os astros Jung Ho-yeonWi Ha-Jun para mandar um recado especial aos fãs e aos assinantes.

Confira:

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões wons. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

‘Halloween Kills’: Michael Myers está mais perigoso do que nunca no novo teaser oficial da sequência; Confira!

A Universal Pictures Brasil divulgou um novo teaser legendado da sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘.

Confira:

O filme chega aos cinemas em 14 de outubro de 2021.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Recentemente, foi divulgado que a sequência terá alta classificação etária e poderá ser assistida apenas por maiores de idade ou menores acompanhados por um responsável.

O terror foi classificado por “forte violência sangrenta, imagens macabras, linguagem e uso de drogas”.

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

‘We’re Here’: Shangela, Eureka e Bob the Drag Queen estão de volta na nova imagem oficial da 2ª temporada; Confira!

HBO Max divulgou recentemente uma nova imagem promocional da 2ª temporada de ‘We’re Here‘, que tem estreia marcada para o dia 11 de outubro.

Confira:

O próximo ciclo contará com oito episódios, que serão lançados semanalmente no canal HBO e na plataforma de streaming.

A nova temporada segue as renomadas drag queens Bob the Drag Queen, Eureka O’Hara e Shangela enquanto elas continuam suas jornadas espalhando amor e conexão pelas pequenas cidades dos Estados Unidos, por meio da arte de ser drag. Elas recrutam residentes locais de Spartanburg, Carolina do Sul; Temecula, Califórnia; Del Rio, Texas; Selma, Alabama; Evansville, Indiana; Watertown, Dakota do Sul; Kona, Havaí e Grand Junction, Colorado, para se apresentarem como drag queens por uma noite, inspirando suas “filhas drags” a se expressarem genuinamente na frente de suas famílias, amigos e comunidades.

Confira o trailer:

‘Joe Exotic’: Kate McKinnon é Carole Baskin nas primeiras imagens de bastidores da série; Confira!

A página @nothingbutmckinnon divulgou recentemente as primeiras imagens de bastidores de Joe Exotic, série baseada na popular obra ‘A Mágica dos Tigres’, da Netflix.

A foto traz Kate McKinnon como a protagonista Carole Baskin.

Confira:

Baskin é uma grande entusiasta do mundo felino que descobre que seu colega também entusiasta Joe “Exotic” Schreibvogel (interpretado por John Cameron Mitchell) está usando seus grandes felinos para procriação e lucro. Ela se propõe a encerrar seu empreendimento, incitando uma rivalidade que aumenta rapidamente. Mas Carole tem seu próprio passado conturbado e quando suas garras aparecem, Joe não vai parar por nada para expor o que ele enxerga como hipocrisia.

O elenco ainda conta com William Fichtner como produtor do reality show, Rick Kirkham; Brian Van Holt como o gerente do zoológico, John Reinke; Nat Wolff como o primeiro marido do Joe, Travis Maldonado; Sam Keeley como segundo marido do Joe, John Finlay; e Kyle MacLachlan como Howard Basking, marido de Carole.

A série terá oito episódios e será baseada no artigo ‘Joe Exotic: uma jornada sombria no mundo de um homem enlouquecido‘, de Leif Reigstad.

Vale lembrar que a série original foi assistida por mais de 34.3 milhões de contas diferentes nos EUA em seus 10 primeiros dias de lançamento.

Uma nova aventura de POKÉMON chega na Netflix! | Conheça os DEZ MELHORES FILMES da franquia

Desde que a animação de Pokémon estreou no Brasil, nas mágicas manhãs do programa Eliana e Alegria, em maio de 1999, que os chamados Monstrinhos de Bolso viraram febre nacional. Os jogos, que eram mais antigos, também chegaram por aqui e logo depois vieram novas temporadas. Com o enorme sucesso, além dos mais variados produtos, como camisetas, mochilas e discos musicais, foi lançado nos cinemas, em janeiro de 2000, Pokémon – O Filme, abrindo passagem para diversas outras continuações do tipo.

Filmes que não só chegavam apenas nas telonas, mas também nas telinhas, pois muitos especiais da franquia foram lançados diretamente para home video, como é o caso de Pokémon: O Segredos da Selva, que estreia essa semana na Netflix, depois de fazer um grande sucesso nos cinemas japoneses. Essa nova aventura de Ash e Pikachu, que aborda os novos pokémon da região de Galar, presentes na série de jogos do Nintendo Switch, Sword e Shield, se passa na selva e tem fortes influências de Mogli O Menino Lobo. Os pokémon lendários de destaque dessa vez são Zarude e Celebi – um velho conhecido dos fãs.

E para celebrar a chegada deste que é o 23º (!) filme da saga, preparamos uma listinha especial com os dez melhores filmes animados já lançados até aqui. Se você curte já curte os jogos e o anime, que inclusive também está no catálogo do streaming, precisa se atualizar e ir atrás dos melhores filmes que já fizeram dessa que é uma das maiores franquias da história da cultura pop em geral. Não esquece de fazer aí também o seu top 10 e colocar na área de comentários. Temos que pegar!

  1. Pokémon: O Filme 3 – O Feitiço dos Unown (2001)

O terceiro filme dos Pokémon que chegou nos cinemas brasileiros já trazia alguns monstrinhos da região de Jotho, e era protagonizado por um do trio de Cães Lendários lendários mais queridos da saga, Entei. Quer dizer, no final a gente fica sabendo que não é bem assim, mas esse filme emocionou muita gente e era visualmente lindíssimo por possuir vários andamentos em CGI.

  1. Pokémon O Filme: Diancie e o Casulo da Destruição (2014)

Este que já era o 17º filme da saga foi lançado oficialmente no Japão em julho de 2014 e exibido aqui no Brasil em agosto de 2015 pelo Cartoon Network. Na trama, além de Ash e Pikachu, temos Serena, Clemont e Bonnie em seu primeiro longa. O filme segue a mesma pegada da série animada XY e é divertido e informativo. E acima de belo, é um dos mais maduros da franquia.

  1. Pokémon: Jirachi – Realizador de Desejos (2003)

Contando com a equipe de Hoen, Ash, Pikachu, May, Max e Brock, este Jirachi o Realizador de Desejos é o sexto filme da série. Foi lançado no Japão em 2003 e na América do Norte em 2004. Com uma trilha sonora envolvente, é um filme bem legal e possui várias cenas hilárias, com outras de ação que não fazem feio.

  1. Pokémon: Lucario e o Mistério de Mew (2005)

Esse é um filme que não só traz um dos Pokémon favoritos de Sinnoh, o sensacional Lucario, como também tem o retorno de Mew, que sequestra Pikachu através do teletransporte, no momento que Ash e sua equipe estão visitando a cidade de Rotha. Com a ajuda do príncipe Aaron e seu parceiro de guerra, Lucario, a equipe precisa encontrar a Árvore do Gênesis para recuperar Pikachu. O oitavo filme da franquia é um dos mais épicos.

  1. Pokémon: Giratina e o Cavaleiro do Céu (2008)

Numa das aventuras mais impressionantes da saga, Giratina e o Cavaleiro do Céu explora um dos lugares mais incríveis da franquia, o chamado Mundo Reverso. Uma espécie de universo paralelo habitado pelo dragão fantasma Giratina, que se rebela e sequestra Dialga, o Pokémon do Tempo, para essa linha temporal. O confronto é interrompido pelo mítico Shaymin que, após deixar o Mundo Reverso, se encontra com Ash e seus amigos, que são também arrastados para aquele universo e precisam salvar a planeta novamente.

  1. Pokémon 2000: O Poder de Um (2000)

Depois do sucesso do primeiro filme, Pokémon 2000 veio pro Brasil ainda no mesmo ano e deixou todo mundo maluco por ser mais grandioso e trazer a história das três Aves Lendárias de Kanto, Articuno, Zapdos e Moltres. Pássaros que possuem, respectivamente, os poderes de gelo, elétrico e fogo. E com um plano de dominação mundial maluco de um vilão, quase o nosso universo é destruído com a ira desses pássaros lendários, mas Lugia chega para salvar o dia ao lado de Ash e cia.

  1. Pokémon: Deoxys Alma Gêmea (2008)

Lançado nos cinemas japoneses em julho de 2004 e mundialmente em 2015, a duração de Alma Gêmea é a mais longa de todas por adaptar sozinho a saga do lendário Deoxy. Ainda que trate de espaço e fale das muitas faces do lendário de Hoen, é uma produção mega empolgante e divertida.

  1. Pokémon: Arceus e a Joia da Vida (2010)

Esse é o filme que nos apresenta o Deus do universo Pokémon, o lendário Arceus. Arceus e a Joia da Vida é o 12º filme da franquia, onde Ash e Pikachu vão à cidade de Michina, que tem forte ligação com a figura celestial de Arceus. Aqui o que não falta são momentos grandiosos e vários pokémon lendários para se conferir e saber suas origens.

  1. Pokémon: Zoroark – O Mestre das Ilusões (2010)

Falando em muitos pokémon lendários, os cães já falados, Entei, Suicune e Raikou, estão atacando a cidade de Crown. O querido mítico Celebi volta a aparecer na franquia após 20 anos para matar as saudades dos órfãos de Johto. Porém, ao que parece, por trás de tudo isso estão as forças misteriosas de Zoroark, um pokémon noturno incrível. Zoroark – O Mestre das Ilusões é um filme que deixa de lado as aventuras espaciais e aposta no suspense.

  1. Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca (2000)

A primeira vez a gente nunca esquece, né? Foi por esse filme que muitas crianças foram ao cinema pela primeira vez na vida. A febre de Pokémon era tão grande que foi impossível os pais segurarem os guris em casa. Os moleques foram na época bem recompensados com um longa que trazia uma trama sombria, jamais antes vista na animação por aqui, e que apresentava a história do Pokémon clone mais poderoso de todos os tempos, o espetacular Mewtwo. Aventura de primeira, animação de alto nível, muita ação e um final emocionante são alguns dos elementos vistos em Pokémon O Filme. A obra ganhou um remake em CGI chamado de Mewtwo Contra-Ataca – Evolução, e ambos ainda continuam fantásticos.

‘Legends of Tomorrow’: 100º episódio da série ganha sinopse oficial; Confira!

CW divulgou a sinopse oficial de “wvrdr_error_100<oest-of-th3-gs.gid30n> not found”, terceiro episódio da 7ª temporada de Legends of Tomorrow que também marca o 100º capítulo da série.

Na trama, “com Astra, Spooner e Gideon tentando salvar as Lendas, Gideon se torna cada vez mais sobrecarregada com suas novas escolhas humanas, fazendo-a mergulhar em um estado catatônico. Astra e Spooner combinam seus poderes para entrar na mente dela e descobrem um vírus que está tentando apagar todas as suas memórias. Agindo rápido, eles arquitetam um plano para derrotar o vírus antes que seja tarde demais. Enquanto isso, as Lendas estão prestes a enfrentar um novo e poderoso inimigo”.

O episódio vai ao ar no dia 27 de outubro.

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton, Nick Zano e Matt Ryan.

‘Doctor Who’: 13ª temporada ganha título especial e novo cartaz; Confira!

Depois do teaser, a BBC divulgou um novo cartaz da 13ª temporada de Doctor Who, que marca a despedida de Jodie Whittaker como a icônica personagem titular.

banner revela que o próximo ciclo terá o título especial de Doctor Who: Flux’ e tem estreia marcada para o dia 31 de outubro.

Confira:

Vale lembrar que Russell T. Davies, produtor que liderou o revival da série ‘Doctor Who‘ em 2005, retornará para a produção como showrunner, a partir do ano de 2023.

O seu retorno coincide com o aniversário de 60 anos da série, mas a emissora já adiantou que Davies permanecerá envolvido com novas temporadas, para “além” de 2023.

E por meio de um comunicado oficial, o produtor comemorou o seu retorno à saga televisiva, elogiando o trabalho de Chris Chibnall. Na ocasião, ele ainda ponderou que até 2023 seguirá como um ávido espectador.

“Estou muito empolgado por poder retornar à minha série favorita. Mas nós viajamos no tempo rápido demais e há uma série inteira com a brilhante Doctor de Jodie Whittaker para eu curtir com meu amigo e herói Chris Chibnall no comando – Por hora, eu ainda sou um espectador”.

Confira a sinopse do próximo ciclo:

Ela está de volta. A 13ª Doutora retorna para a 13ª temporada da série que terá seis episódios. Desde sua última épica batalha na Revolução dos Daleks, a Doutora (Jodie Whittaker) e Yaz (Mandip Hill) têm explorado o universo juntos – mas agora com a Doutora questionando tudo sobre seu passado, ela, sem dúvidas, irá procurar por respostas.

Lembrando que John Bishop também faz parte da nova temporada como Dan Lewis. Jacob Anderson fará sua estreia na produção como um personagem regular chamado Jacob.

‘Star Trek: Discovery’: 4ª temporada ganha incrível trailer oficial; Confira!

Durante o painel de Star Trek na New York Comic-Con, foi revelado o trailer oficial da 4ª temporada da série derivada Star Trek: Discovery’.

Os novos episódios chegam à Paramount+ em 18 de novembro.

Confira:

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, Sonequa Martin-Green revelou alguns detalhes do próximo ciclo e o que os novos episódios aguardam para Michael Burnham, personagem que interpreta no show.

“[Burnham se tornar capitã] é uma grande coisa para mim. Ser capitã daquela franquia, ser uma capitã negra da nave, é enorme para mim, em geral, e para a própria franquia”, ela disse. “Mas digo que todos poderão ver o tipo de capitã que Michael Burnham é”.

Confira o primeiro teaser do próximo ciclo:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Emily Coutts, David Ajala e Michelle Yeoh também estrelam.

‘Entre Facas e Segredos 2’ será diferente do primeiro filme, afirma Daniel Craig

No mês passado, as filmagens da aguardada sequência Entre Facas e Segredos 2 chegaram ao fim.

Apesar de detalhes sobre a trama não terem sido revelados, o astro Daniel Craig, que reprisa seu papel como Benoit Blanc, disse que o longa-metragem é ainda melhor que o primeiro – e que será bem diferente.

“Tenho muita sorte de ter [o diretor e roteirista] Rian [Johnson] em minha vida”, ele comentou em entrevista à Empire“Ele é um ótimo escritor. O roteiro chegou às minhas mãos e eu fiquei: ‘está brincando comigo?’. Eu não conseguia acreditar que ele queria que eu fizesse aquilo. […] Ouso dizer que é melhor? Veremos. Não quero testar o destino. É diferente e isso é ótimo. Ainda é um mistério de Benoit Blanc, mas é bem diferente. Estou animado sobre isso”.

A sequência estreia na Netflix em 2022.

O elenco de ‘Entre Facas e Segredos 2‘ conta com também com Edward Norton (‘O Incrível Hulk’), Kathryn Hahn (‘WandaVision’), Janelle Monáe (‘A Escolhida’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Kate Hudson (‘Nine’), Madelyn Cline (‘Outer Banks’), Leslie Odom Jr. (‘Uma Noite em Miami’), Jessica Henwick (‘Game of Thrones’) e Ethan Hawke (‘Boyhood’).

O filme original recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas de 2019.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, a produção arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘Round 6’: Conheça os bastidores da nova sensação da Netflix!

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que traz uma mistura entre ‘Jogos Vorazes‘ e ‘Batalha Real‘, já estreou na Netflix!

E, para promover e celebrar seu enorme sucesso, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo de bastidores revelando segredos da produção.

Confira:

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões wons. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

007 | Saiba quais são os 10 MELHORES Vilões da Franquia em nossa opinião

007 – Sem Tempo para Morrer já é um sucesso absoluto. O 25º filme de 007 nos cinemas marca impressionantes 84% de aprovação da imprensa especializada – o que garante ao filme um sucesso de crítica. Com o público, segue pela mesma linha garantindo uma boa bilheteria, isto é, para tempos pandêmicos – sabem como é.

E quando falamos dos perigos, desafios e antagonistas, a galeria de vilões de 007 é tão ampla e “colorida” que parece saída do acervo de um super-herói de quadrinhos como o Batman. De fato, há de se questionar quem possui os antagonistas mais diversificados – ainda faço a minha aposta em James Bond. Afinal, são nada menos do que vinte e cinco filmes até o momento, a cada filme temos o espião enfrentando um novo adversário. Em especial um foi reprisado ao menos quatro vezes, porém, a grande maioria durava somente um filme. Assim é difícil deixar de fora vilões icônicos, em especial os da era de Roger Moore, uma época muito frutífera para os vilões, como o Dr. Kananga (Yaphet Kotto), Francisco Scaramanga (Christopher Lee) e o Dr. Julius No (Joseph Wiseman). Abaixo tentarei argumentar os motivos da escolha dos meus 10. Confira e deixe nos comentários os seus favoritos. Ah sim, o texto abaixo contém spoilers de alguns filmes da franquia.

10 – Gustav Graves (Toby Stephens)

Estou plenamente ciente de que Um Novo Dia para Morrer é considerado um dos piores exemplares da franquia, senão “o” pior, na opinião de grande parte dos fãs. Mas uma coisa que temos que admitir sobre a era de Pierce Brosnan é que seus filmes tentaram trazer certo diferencial em relação aos vilões, principalmente no que diz respeito a reviravoltas em seus arcos dramáticos. É neste quesito que se encontra Gustav Graves, meu escolhido para ocupar a décima vaga. Um magnata playboy inescrupuloso, intitulado Sir pela coroa britânica, usa como fachada causas ecológicas e tecnológicas, como um satélite. No desfecho do filme, descobrimos que Graves na realidade era o Coronel Tan-Sun Moon, do exército norte-coreano, dado como morto numa batalha com Bond, e que agora através de cirurgia plástica e modificação genética, havia se tornado ocidental e assumido nova identidade. Pode não ter descido redondo para todos, mas sem dúvidas é criativo e foi uma surpresa.

09 – Renard (Robert Carlyle)

O terrorista conhecido como Renard talvez seja o único vilão da era Pierce Brosnan que não possui uma reviravolta em seu arco pessoal. Bem, ele e Elliot Carver (Jonathan Pryce). No que diz respeito a Renard, ao menos não diretamente, já que sua história está entrelaçada com a do verdadeiro vilão – ou deveríamos dizer vilã. Isso nos faz levantar a questão se Renard é na verdade o capanga da história, e não o real vilão. Seja como for, o personagem saído de O Mundo Não é o Bastante (1999) é legal porque não consegue sentir dor, o que o transforma quase num Michael Myers ou Jason atrás de James Bond. O vilão possui uma bala alojada na cabeça, o motivo de ser insensível à dor. Seu verdadeiro nome é Victor Zokas, e o terrorista tem no currículo como um dos principais atos o sequestro de Elektra King, herdeira de um império do Petróleo, o que dá início à trama do filme. Depois de libertada de suas garras, depois de anos terem se passado, Elektra e sua família parecem ter se tornado alvo do terrorista novamente. Renard é um vilão diferente, no que descobrimos no desfecho: um motivado pelo amor.

08 – Alec Trevelyan / 006 (Sean Bean)

Como dito, a era de Pierce Brosnan pode não ser considerada a melhor do espião no cinema, mas ousou e se arriscou, em especial em relação aos seus vilões. GoldenEye (1995) foi a primeira investida de Brosnan como Bond, e o nascimento de uma nova fase para o espião. E logo de cara, já tínhamos esse “soco no estômago”. De começo, acreditamos ser apenas mais uma trama envolvendo militares russos, como de costume. Mas algo nos diz que a abertura do filme, na qual James Bond perde seu parceiro 006 em missão, irá voltar em algum momento para atormentá-lo. Dito e feito, Alec Trevelyan, antigo parceiro e amigo de 007, é quem está por trás de todas as maquinações, atrás do satélite que dá título ao filme. Alec atende pela alcunha Janus agora, conseguiu sobreviver a uma explosão e no melhor estilo Duas-Caras retorna como vilão com o rosto deformado para exercer sua vingança sobre o antigo colega.

07 – Elliot Carver (Jonathan Pryce)

O segundo vilão da era Brosnan que não possui especificamente uma reviravolta, o magnata da mídia Carver é o nosso escolhido para ocupar a sétima posição. É dito que Elliot foi baseado no real barão da imprensa Rupert Murdoch, dono de diversos famosos veículos e também o conglomerado da Fox News. O interessante deste personagem é a atualização do típico vilão megalomaníaco dos filmes de espiões, que deseja dominar o mundo através da guerra. Em O Amanhã Nunca Morre (1997), a maneira criativa usada pelo vilão é através das fake News, um tema muito atual e debatido hoje – demonstrando que o longa segue pungente. A estratégia utilizada por Carver é a de fabricar suas próprias notícias, manipular para o que deseja realmente que aconteça, e possa noticiar, assim levando conflitos entre países como a China e a Inglaterra até onde ele deseja de fato.

06 – Franz Sanchez (Robert Davi)

Agora temos o vilão máximo da era Timothy Dalton, considerada a fase mais sombria e violenta do espião 007 nas telas. Na estreia de Dalton em Marcado para a Morte não tivemos um vilão assim tão marcante, porém em seu segundo e final longa como James Bond, Dalton foi brindado com um dos melhores vilões da franquia: Franz Sanchez, um barão do narcotráfico mexicano. Os anos 1980 foram a época do combate dos EUA às drogas. E foi a década do reinado de Pablo Escobar. Assim, novamente a franquia usava como base os acontecimentos reais da sociedade mundial para o tema de sua narrativa. Sem dúvida Escobar foi o molde para criar Sanchez, um cruel lorde das drogas, amante de iguanas. Entre quatro paredes o comportamento psicótico do vilão era ainda mais revoltante, como quando espanca a namorada Lupe. Esse foi um vilão que James Bond precisou deixar o serviço secreto para combater.

05 – Auric Goldfinger (Gert Fröbe)

O filme Goldfinger (1964) é um dos preferidos da franquia de muita gente. De certa forma, ele pode ser considerado o auge da era Sean Connery e o resumo de tudo o que um filme de 007 significa. E grande parte disso se reflete em seu vilão. Auric Goldfinger tem uma aparência bonachona de um típico alemão loiro e rotundo. Mas não nos deixemos enganar por sua aparência afável, pois o sujeito é um inescrupuloso magnata do ramo de ouro, tão louco pelo minério reluzente que é capaz de fazer de tudo por eles. Até mesmo matar uma jovem que o traiu e pintar seu corpo inteiramente de ouro. Além disso, protagoniza uma das cenas mais icônicas da franquia, quando ameaça cortar James Bond ao meio com um laser, no momento em que proferem o diálogo: “Você espera que eu fale”, diz Bond, ao que retruca Goldfinger, “Não, sr. Bond, eu espero que morra”.

04 – Elektra King (Sophie Marceau)

Vendida inicialmente como a principal Bondgirl de O Mundo Não é o Bastante, Elektra King é uma rica herdeira de um império de petróleo que perde o pai assassinado. Nas investigações, James Bond descobre que o terrorista Renard foi o responsável pelo assassinato e está novamente na cola de Elektra. Anos antes, Renard a havia sequestrado e por algum motivo está atrás da milionária novamente. Aqui temos mais um filme da era Brosnan e como dito lá vem outra surra de reviravolta. No desfecho descobrimos que Elektra não era a vítima, mas sim a própria algoz. Quando sequestrada por Renard, entrou em cena a famosa síndrome de Estocolmo, aquela que faz a vítima se apaixonar por seu captor. Agora é Elektra quem dá as cartas, num relacionamento doentio com o terrorista. Ela é quem está por trás de tudo, tramando a morte do próprio pai e em rota de vingança contra M e a agência MI6. Elektra ganha um lugar alto em nossa lista por ser a primeira mulher vilã da franquia, ou ao menos a mais famosa. E de quebra possuir uma reviravolta legal e inesperada em sua personagem.

03 – Le Chiffre (Mads Mikkelsen)

Um dos grandes atrativos da franquia 007 é escalar atores muito talentosos para interpretar seus vilões. E aqui, Mads Mikkelsen é considerado por muitos um dos melhores intérpretes da atualidade. Seu nome não estava tão consolidado em Hollywood ainda quando fez este filme, porém, Cassino Royale, o primeiro da era Daniel Craig, serviu como porta da frente para sua entrada nos EUA. No início do texto eu disse que um vilão em particular havia aparecido em mais de um filme da franquia 007 no cinema. E com Le Chiffre temos um caso curioso. Assim como James Bond, sua primeira aparição foi na TV, no seriado de antologia Clímax, onde foi vivido por Peter Lorre. Depois disso, no cinema, na forma de uma paródia, o vilão teve as formas do cultuado Orson Welles. Foi somente em 2006 que ele entraria para o cânone oficial da franquia, representado da melhor forma possível. Com uma cicatriz no olho, com direito à lágrima de sangue, Le Chiffre é o elo entre terroristas e suas armas, e um jogador de cartas inveterado. Quem poderia esquecer a cena de tortura com Bond pelado sentado na cadeira?

02 – Raoul Silva (Javier Bardem)

Outro vilão da era Daniel Craig e o melhor deles (que me desculpe Rami Malek e o seu Safin, mas precisam comer muito feijão com arroz ainda). Javier Bardem já havia sido convidado para viver o vilão Renard em O Mundo Não é o Bastante. Mas podemos dizer que sua espera valeu à pena. Silva só não pega a medalha de ouro porque existe um vilão icônico que é sinônimo da franquia. É o Coringa para o Batman de James Bond. E por falar no palhaço do crime, a performance de Bardem como o anárquico Silva foi muito comparada com uma versão do Coringa, em especial o desempenho de Heath Ledger no papel – com direito até a uma cena na prisão. Se foi inspiração ou não, só podemos dizer que o visual chamativo do vilão é um dos atrativos igualmente. De cabelos loiros platinados, Silva tenta inclusive, num momento ousado da franquia, seduzir James Bond numa cena íntima entre os dois. Silva é um ex-agente do MI6, traído e abandonado por M, que retorna em busca de vingança. Seu arco dramático é trágico e até mesmo shakespeariano: o filho abandonado pela mãe, que volta para matá-la.

01 – Ernst Stavro Blofeld (Donald Pleasence)

Quero deixar bem claro que a versão a que me refiro é a de Donald Pleasence, o eterno Dr. Loomis da franquia Halloween. Blofeld, como dito, é o arqui-inimigo de James Bond, afinal todo herói precisa de sua contraparte vilanesca. E a presença de Blofeld é sentida desde o início na franquia, desde quando o Dr. No revela para 007 no primeiro filme ser parte da organização conhecida como SPECTRE. Deste ponto em diante, percebemos que existe uma força maior por trás dos feitos de um cientista aparentemente louco. Ele não estava agindo sozinho. E na continuação, Moscou Contra 007 (1963), já temos um vislumbre do número 1 da organização, Blofeld. Sempre aparecendo nas sombras, com apenas sua mão acariciando um gatinho branco e sua voz, ele faria coadjuvações pontuais enquanto seus subordinados eram revelados. Até que pela primeira vez Blofeld aparecia em cena, em Só Se Vive Duas Vezes (1967), nas formas de Pleasence, com sua grande cicatriz no rosto e jeito de um demente. Pena que ele só participe bem no finalzinho. Nos episódios seguintes, Blofeld ganharia as formas de Telly Savalas, Charles Gray e finalmente Christoph Waltz, mas nenhum deles, nem mesmo o grande Waltz, conseguiu capturar a essência que Pleasence trouxe – e que foi satirizada na criação do Dr. Evil, de Austin Powers.

Crítica | Pokémon O Filme: O Segredo da Selva – A versão Pokémon de Mogli e Pocahontas

Não é segredo pra ninguém que Pokémon é uma das maiores franquias dos jogos eletrônicos, e quando falamos de transmídia não há nada que se equipare aos chamados monstros de bolso. Além dos games e seus spin-offs, que vendem instantaneamente milhões de cópias, a marca rapidamente ganhou um desenho animado que elevou ainda mais o seu alcance, sendo licenciada para incontáveis produtos das mais várias áreas. Depois de ter igualmente explodido na vertente dos jogos mobile, com Pokémon Go (2016), e receber um filme live action com custo de produção e distribuição de blockbuster, Detetive Pikachu (2019), a franquia meio que ficou sem margem real de avaliação financeira por tamanha relevância e poder dentro da cultura pop de maneira geral.

Porém, logo de início, após a série animada japonesa se tornar um hit global, a Pokémon Company tratou de encomendar um longa-metragem para os cinemas de maior orçamento que teve uma distribuição mundial, Pokémon – Mewtwo Contra-Ataca (2000). O filme também foi um sucesso e imediatamente ganhou uma continuação, que por assim ganhou outra sequência e isso virou tendência. Ao longo das suas mais de duas décadas foram lançados 22 filmes, com às vezes dois ou três por ano – excluindo, claro, o já citado Detetive Pikachu. Esses lançamentos saiam tanto para os cinemas, principalmente no Japão, quanto para home video, o que geralmente acontecia às obras que chegavam no ocidente. O que ocorre exatamente com Pokémon – O Segredo da Selva, que chegou, essa semana, na Netflix, depois de ter feito sucesso nos cinemas nipônicos.

O vigésimo terceiro filme de Pokémon é o primeiro da geração Sword e Shield (2019), jogos que saíram para o console Nintendo Switch e renderam como poucos da franquia. Tentando sair um pouco da zona de conforto, mas ainda apostando no básico, do ponto de vista narrativo e visual, no fim das contas, O Segredo da Selva mais parece uma versão de Mogli: O Menino Lobo (1967), animação clássica da Disney que trazia a história de um garoto órfão criado pelos animais da floresta, que acabou adquirindo os costumes dos bichos ao ponto que ficava mais velho. E essa nova empreitada Pokémon segue a mesma ideia estrutural, porém no mundo dos monstrinhos em questão.

Isso porque na trama acompanhamos a história de Zaza (Koko ou Coco no original), um garoto que vive nas profundezas da selva, na floresta de Okoya, um paraíso perdido que é proibido para estranhos por abrigar uma espécie de árvore da vida, capaz de recuperar as energias vitais de qualquer criatura viva. Zaza foi criado desde bebê por um Pokémon desconhecido, o macaco mítico Zarude, que o achou em Okoya ainda bebê e resolveu adota-lo. O menino cresceu achando que também era um Pokémon, sem nunca duvidar, mas, após um encontro inesperado com a dupla Ash e Pikachu, começa a pensar que é diferente por nunca ter aprendido um ataque, como os outros bichos, e ver em Ash seu primeiro amigo humano. Ao mesmo tempo, Zaza, Ash e Zarude precisam enfrentar uma corporação, ou melhor, um super vilão que quer destruir a árvore da vida e tomar o lugar com e seu poder de cura.

Por essa descrição alguns já devem ter reparado também a enorme influência de outra animação da Disney, Pocahontas (1995), que tem a mesma plot por trazer uma figura humana externa para um lugar especial e depois esse humano atrair outros da espécie que querem destruir o tal santuário – o filme Avatar (2009) é outro que tomou isso pra si. Mas, apesar dessa ideia nada criativa, O Segredo da Selva funciona bem e deve agradar tanto os fãs de longa data quanto os mais curiosos e marinheiros de primeira viagem. Dessa vez o Ash não é o protagonista da história, tendo bem menos tempo de tela que o Zaza, que rapidamente conquista o público pela sua personalidade forte e caríssima. O fim da história e a decisão do moleque diz muito sobre isso. A participação de outro Pokémon mítico, o já conhecido Celebi, é um dos momentos mais bonitos da produção.

O Segredo da Selva tem alguns clipes musicais em meio as batalhas e transições auxiliando o dinamismo na passagem de tempo da história, que segue de maneira orgânica e divertida, ainda que nunca tente algo diferente ou mais ousado. Sendo exatamente aquilo que se espera do tipo de produção direcionada ao público infantil. Porém seria muito amargo dizer que o título é apenas para crianças, pois qualquer pessoa pode se divertir ou até se emocionar em alguns andamentos do longa, pois de fato os personagens são cativantes e algumas cenas são construídas para causar aquele sentimento de nostalgia. Além de todo aspecto visual bastante agradável que é ajudado pela atmosfera solar presente. Em suma, se você quer ver uma animação divertida e despretensiosa, essa nova aventura de Pokémon é a escolha certa.

‘Psych 3’: Shawn e Gus investigam novo mistério no trailer da sequência; Assista!

O Peacock divulgou o primeiro trailer da sequência ‘Psych 3: This Is Gus‘.

Confira:

O terceiro filme será lançado na plataforma no dia 18 de novembro.

James Roday RodriguezDulé Hill retornam como Shawn e Gus, respectivamente.

O novo filme terá início na véspera do casamento forçado entre Gus e Selene (Jazmyn Simon) e do nascimento de seu primeiro filho, “Baby Guster”. Antes que as núpcias possam acontecer, Shawn e o ‘Noivozilla’ Gus devem embarcar em uma missão para rastrear o ex-marido de Selene. Lassiter de Timothy Omundson, enquanto isso, Lassiter (Timothy Omundson) luta com o futuro de sua carreira.

Outros veteranos da franquia, incluindo Maggie Lawson, Kirsten Nelson e Corbin Bernsen, foram confirmados na nova sequência.

‘That ’70s Show’: Netflix está desenvolvendo spin-off da comédia

De acordo com o TVLine, a Netflix está desenvolvendo um spin-off da comédia clássica ‘That ’70s Show‘, intitulado ‘That ’90s Show‘, que será ambientado nos anos 90.

A nova série começará em 1995, com Leia Forman, filha do Eric e da Donna, visitando seus avós (novamente interpretados por Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) em Point Place, Wisconsin, onde ela amadurece com uma nova geração de adolescentes “sob o olhar atencioso da Kitty e do Red”. Sexo, drogas e rock ’n roll nunca morrem, mas suas roupagens mudam.

Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, serão responsáveis pelo roteiro e também servirão como produtores executivos.

Gregg Mettler será o showrunner da nova versão.

A série original rendeu oito temporadas na FOX, entre 1998 e 2006. Além de Rupp e Smith, o elenco ainda contava com Topher Grace, Laura Prepon, Ashton Kutcher, Mila Kunis, Danny Masterson e Wilmer Valderrama.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Doctor Who’: 13ª temporada ganha data de estreia; Confira o teaser!

A BBC divulgou o primeiro teaser da 13ª temporada de ‘Doctor Who‘, que será a última com a atriz Jodie Whittaker interpretando o personagem-título.

Além disso, foi confirmado que o novo ciclo irá estrear no dia 31 de outubro.

Confira o teaser:

Vale lembrar que Russell T. Davies, produtor que liderou o revival da série ‘Doctor Who‘ em 2005, retornará para a produção como showrunner, a partir do ano de 2023.

O seu retorno coincide com o aniversário de 60 anos da série, mas a emissora já adiantou que Davies permanecerá envolvido com novas temporadas, para “além” de 2023.

E por meio de um comunicado oficial, o produtor comemorou o seu retorno à saga televisiva, elogiando o trabalho de Chris Chibnall. Na ocasião, ele ainda ponderou que até 2023 seguirá como um ávido espectador.

“Estou muito empolgado por poder retornar à minha série favorita. Mas nós viajamos no tempo rápido demais e há uma série inteira com a brilhante Doctor de Jodie Whittaker para eu curtir com meu amigo e herói Chris Chibnall no comando – Por hora, eu ainda sou um espectador”.

Confira a sinopse do próximo ciclo:

Ela está de volta. A 13ª Doutora retorna para a 13ª temporada da série que terá seis episódios. Desde sua última épica batalha na Revolução dos Daleks, a Doutora (Jodie Whittaker) e Yaz (Mandip Hill) têm explorado o universo juntos – mas agora com a Doutora questionando tudo sobre seu passado, ela, sem dúvidas, irá procurar por respostas.

Lembrando que John Bishop também faz parte da nova temporada como Dan Lewis. Jacob Anderson fará sua estreia na produção como um personagem regular chamado Jacob.

‘Hanna’ embarca em missão perigosa no trailer da 3ª temporada; Confira!

A Amazon divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada da série ‘Hanna‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 24 de novembro.

A série foi criada por David Farr, o corroteirista do longa-metragem.

Hanna não é uma garota comum. Criada por seu pai, um ex-agente da CIA no ponto mais remoto da Finlândia; ela tem a força, a resistência e o instinto aguçado de um soldado. Sua educação e treinamento têm o mesmo objetivo, tudo conspira para fazer dela a assassina perfeita. O momento decisivo da sua adolescência é muito intenso: enviada por seu pai para cumprir uma missão, Hanna viaja escondida pelo norte da África e pela Europa iludindo agentes secretos e assassinos clandestinos que se reportam a uma espiã implacável que esconde segredos sobre ela mesma. Quanto mais próxima de seu objetivo final, Hanna tem que lidar não só com inimigos poderosos, mas também precisa enfrentar revelações alarmantes sobre sua própria existência.

Esme Creed-Miles interpreta a personagem-título, e Joel Kinnaman (‘Esquadrão Suicida‘) vive seu pai. Mireille Enos (‘The Killing‘) será a agente da CIA que persegue a garota.

‘Outlander’: A guerra está chegando no teaser da 6ª temporada; Assista!

O Starz divulgou o primeiro teaser da 6ª temporada de ‘Outlander‘.

Confira:

A sexta temporada está prevista para estrear apenas em 2022.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 7ª temporada!

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco também inclui Sam Heughan, Tobias Menzies, Graham McTavish, Gary Lewis, Annette Badland, Stephen Walters e Laura Donnelly.

Quem é o Melhor James Bond do Cinema? Elegemos do pior ao melhor todos os atores que viveram 007

Com 007 – Sem Tempo para Morrer, o ator Daniel Craig, de 53 anos, se despede da franquia mais duradoura do cinema em grande estilo. O 25º filme de 007 nos cinemas marca impressionantes 84% de aprovação da imprensa especializada – o que garante ao filme um sucesso de crítica. Com o público, segue pela mesma linha garantindo uma boa bilheteria, isto é, para tempos pandêmicos – sabem como é.

Craig foi o James Bond definitivo para toda uma geração – os mais novos. Mas acreditem se quiser, antes do ator, outros cinco artistas já haviam emprestado suas formas para o maior espião do cinema, o agente secreto da rainha britânica 007. Pensando nisso, e como forma de homenagear a despedida deste ótimo James Bond, resolvemos seguir com nossa tarefa ingrata sobre a franquia. Desta vez, colocaremos em nossa ordem de preferência, do que menos nos agradou até o nosso intérprete de 007 preferido. Sabemos que cada um tem suas qualidades e charme e no fundo gostamos de todos. Portanto, faça abaixo você também nos comentários o seu ranking. Confira a nossa a seguir.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

06 – George Lazenby

Quem??! Você pode até ter ficado um pouco confuso agora, querido leitor. Mas sim, em algum momento da franquia oficial de 007 no cinema, um modelo australiano chamado George Lazenby assumiu o papel de James Bond nas telonas. O fato ocorria com a saída de Sean Connery, o primeirão, após cinco filmes como protagonista. Insatisfeito e procurando alçar novos voos, Connery cumpriu a promessa e deixava a franquia em 1967. Assim, coube aos produtores “se coçarem” e iniciar uma nova buscar mundial por um sucessor.

O escolhido era George Lazenby, um modelo sem muita experiência como ator. O que contou em sua escolha foi sua aparência e presença física. Além disso, foi incluída no roteiro uma brincadeirinha onde o novo Bond diz: “isso nunca aconteceu com o outro sujeito”, se referindo ao seu predecessor.  E curioso nisso tudo é que o próprio Lazenby pediu para sair após um único filme – os produtores visavam mantê-lo. Assim, não podemos dizer que seu legado na franquia seja muito significativo. Apesar disso, A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969), o filme protagonizado por Lazenby, ressurgiu como cult, sendo enaltecido por cineastas de peso, vide Quentin Tarantino, Christopher Nolan e Guy Ritchie.

05 – Timothy Dalton

E se quase ninguém tem conhecimento de George Lazenby na franquia como James Bond, o que chegaria em segundo neste hall de anonimato é Timothy Dalton. O ator foi escolhido após a saída (tardia) de Roger Moore da série – durante o período conhecido como o mais “galhofa” e “canastrão” para o agente secreto. Justamente por isso, quando foi a vez de outro intérprete seguir com a série, a opção dos produtores foi trazer para a franquia um ar mais realista e sério. Esse clima mais soturno marcaria a era de Dalton – o que veríamos repetido anos mais tarde na era de Daniel Craig.

O principal obstáculo para a trajetória de Dalton como James Bond se resume a um fato: o cinema dos anos 1980. O ator estreou na franquia em 1987 e fez apenas dois filmes (Marcado para a Morte e Permissão para Matar), deixando a série em 1989. Acontece que, como todos sabemos, os anos 80 marcaram de vez o que conheceríamos como cinema entretenimento. Desta forma, superproduções muito queridas e eternas, como Star Wars, E.T., Indiana Jones, De Volta para o Futuro, Rambo, Os Caça-Fantasmas, entre outras, dominaram a década. Ou seja, 007 estava se sentindo deslocado e sem muita vez. Era preciso uma reformulação. E infelizmente a era Dalton, dona dos filmes mais sombrios e violentos do personagem, não era o que o público buscava naquele momento. Embora também tenham se tornado cult, a fase de Dalton é uma das menos lembradas pelo grande público em geral.

04 – Pierce Brosnan

Agora sim. Quando falei que a franquia 007 precisava de uma reformulação para enfrentar a concorrência pesada que se estabelecia no cinema entretenimento, era disso que eu falava. A entrada de Pierce Brosnan na franquia, em 1995 com GoldenEye, trouxe o que a série estava precisando: um entretenimento grandioso, que misturava seriedade, uma boa história, mas também bastante diversão. Com Brosnan, James Bond recuperava o prestígio que não via desde seu auge nos anos 1960. A febre chamada “Bondmania” voltava com força total, e GoldenEye mostrou que os filmes do agente secreto podiam fazer frente às maiores produções da sétima arte da época.

Embora tenha estreado com o pé direito, elevando a franquia a novos patamares, a era de Pierce Brosnan foi aos poucos se voltando para o que a era Roger Moore havia sido – tanto que as duas fases são muito comparadas. Ou seja, já no filme seguinte, O Amanhã Nunca Morre (1997), as tramas foram ficando cada vez mais farsescas, o clima cada vez mais gaiato, e tudo foi adquirindo um ar fantasioso e cartunesco. Para a época funcionou, e os quatro filmes estrelados por Brosnan foram alguns dos mais rentáveis da franquia, a cada novo exemplar quebrando algum recorde. Porém, quando foi a vez de lançar o comemorativo Um Novo Dia para Morrer (que celebrava o vigésimo filme da franquia oficial e o quadragésimo aniversário da série no cinema), os produtores perceberam que as coisas haviam saído dos trilhos e que o caminho mais certo era um reinício. Assim, um Brosnan disposto a continuar na série viu a porta se fechar em sua cara – numa das histórias mais tristes envolvendo um ator de 007.

03 – Roger Moore

Quando pensamos em atores que viveram 007 no cinema, o nome do saudoso Roger Moore vem logo à mente em sequência de Sean Connery. Bem, quem sabe isso mudou um pouco com geração mais jovem e adepta de Daniel Craig. Seja como for, durante muitos anos o nome de Moore foi sinônimo de James Bond. O ator, é claro, pegou o manto deixado por Connery e o vestiu perfeitamente bem. Após o vai não vai com George Lazenby, os produtores buscavam um nome comprometido e que pudesse permanecer na franquia por bastante tempo. Roger Moore foi o homem certo para este trabalho – até hoje mantendo o recorde como o ator que por mais filmes interpretou 007: foram sete no total (número sugestivo).

Devemos esclarecer, Sean Connery também fez sete filmes como 007, mas o seu último, Nunca Mais Outra Vez (1983), não é canônico – trata-se de uma refilmagem de A Chantagem Atômica feita pela Warner, fora da EON – a produtora oficial da franquia. Assim, com sete filmes feitos na cronologia da série no cinema, Roger Moore ainda mantém o recorde. Sua fase, como todos sabem, foi a mais “zoada” da franquia, a mais divertida e engraçada. Os filmes de Moore não podem ser muito levados a sério. Temos por exemplo a infame ida de James Bond ao espaço (engula essa Velozes e Furiosos) em O Foguete da Morte (1979), filme que quis pegar carona no sucesso de Star Wars. O capítulo mais “sóbrio” da era Moore foi Somente para Seus Olhos (1981).

02 – Sean Connery

Prevejo polêmica e treta. Bem, talvez os mais jovens até concordem. Aqui devo dizer também que gosto de todos os intérpretes de James Bond no cinema, acredito que todos tenham conseguido deixar sua marca, de uma maneira ou de outra. E Sean Connery é definitivamente o preferido de muita gente. Em partes por ter sido o original e cimentado tudo o que seria usado pelos outros atores para compor o papel. Connery deu a largada e deu muito certo. Seu estilo era único e inigualável. Desde sua estreia em O Satânico Dr. No (1962), o ator já exalava charme, carisma e suavidade, vindo a ser o retrato definitivo de James Bond.

Talvez o que mais marque na interpretação de Sean Connery no papel seja a capacidade de caminhar nos dois mundos. Os demais atores tendem a escolher a suavidade e graça, ou a dureza e seriedade. Connery tinha as duas coisas. Era duro e certeiro quando precisava, mas também irônico ao ponto de entregar algumas das melhores tiradas da franquia. Não que ele não tenha tido seus filmes “farofeiros” (Os Diamantes São Eternos, estou olhando para você), mas em especial em seus primeiros filmes, Sean Connery entregou alguns dos melhores momentos que seriam projetados na franquia até hoje. Fora isso, quando falamos em James Bond, o nome que ainda vem na boca da maioria é o de Sean Connery.

01 – Daniel Craig

Calma, me deixem argumentar. Para começo devo dizer que escolher um favorito é uma tarefa mais que ingrata. E continuo para defender o ponto de que o primeiro e original não necessariamente é sinônimo de melhor ou intocável. Os filmes da década de 1960, protagonizados por Sean Connery, tiveram definitivamente seu propósito e foi graças a eles que temos hoje o cinema entretenimento moderno. Todos os louros devem ser dados. Ao mesmo tempo, devemos considerar que os anos 1960 estão cada vez mais longínquos e sem eco na modernidade. De fato, até mesmo as produções blockbuster dos anos 1980 se encontram datadas atualmente. A falta de conexão com o tempo retratado pode ser uma barreira para muitos.

Mas não nos desesperemos, porque a franquia 007 no cinema nos deu um exemplar moderno à altura. Cassino Royale (2006) constantemente citado por muitos, sem medo, como “o” melhor capítulo da franquia 007. E muito merecidamente. Na época de seu lançamento, falava-se inclusive de indicações ao Oscar. É bom neste nível. Pessoalmente, no entanto, o que mais pega quando penso em Craig como Bond é na entrega humana que o ator nos presenteou desde sua estreia. O Bond de Craig é o mais humano e real – já virou até clichê dizer isso, mas é verdade. Enquanto todos os outros sentimos se tratar de um personagem, da interpretação de um ator em um personagem – na maioria dos casos envolto na mais deliciosa fantasia; com Daniel Craig sentimos uma pessoa de verdade debaixo da carapaça do espião intocável. Essa vulnerabilidade é o grande trunfo de Craig no papel. Tudo bem que grande parte disso se deve ao roteiro, mas Craig foi felizardo em participar de uma era em que os envolvidos decidiram entregar ao público mais sobre um dos heróis icônicos da sétima arte. Era o passo além que no passado se recusavam a dar. Aqui é como se James Bond, o dinossauro da Guerra Fria, finalmente houvesse evoluído, se modernizado e acompanhado os novos tempos.