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‘Ghostbusters: Mais Além’ ganha novo cartaz BELÍSSIMO; Confira!

Cinemark XD divulgou um novo cartaz belíssimo de Ghostbusters: Mais Além, aguardada sequência da clássica franquia sobrenatural.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 88% de aprovação, com nota 7.60/10 baseada em 24 reviews até o momento. Apesar de apontarem a desnecessidade da produção, os especialistas comentaram que a obra é bem divertida e rasgaram elogios para o elenco.

Confira as principais reações abaixo:

“Um desnecessário, mas divertido filme” – Variety.

“[O filme] faz homenagem aos clássicos à medida que se constrói como único” – Nerd Reactor.

“Um tributo adorável para o primeiro filme que deve agradar os fãs da velha guarda e os mais novos” – JoBlo’s Movie Network.

“Os fãs finalmente ganharam uma sequência não vergonhosa para amar” – New York Post.

“Uma aventura divertida e adorável. […] McKenna Grace está espetacular” – The Movie Couple.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.

Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’), Carrie Coon (‘The Sinner’) e Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

‘The Walking Dead’: Spin-off antológico será lançado em 2022

A AMC anunciou que o novo spin-off de ‘The Walking Dead‘, intitulado ‘Tales of the Walking Dead‘, será lançado oficialmente em 2022.

De acordo com o Variety, a produção antológica contará com 6 episódios, e cada capítulo contará uma história independente no universo da franquia, com personagens novos e conhecidos.

Confira a primeira arte da produção:

Channing Powell será o showrunner da série derivada.

“Essa série, mais do que qualquer outra no universo de ‘The Walking Dead’, trará novas vozes, perspectivas e ideias, com histórias completamente novas,” afirmou Scott Gimple, supervisor da franquia. “Estou animado em ajudar a trazer essas novas visões à vida.”

Essa será a quarta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e na Carol também está em desenvolvimento.

‘NCIS’: Mark Harmon deixa o elenco da série após 19 temporadas

Após 19 temporadas, Mark Harmon, que interpretou o icônico Gibbs em mais de 400 episódios de ‘NCIS‘, deixou oficialmente o elenco da produção.

De acordo com o TVLine, Harmon estava pronto para deixar a série na 18ª temporada, mas decidiu retornar para o novo ciclo ao descobrir que a CBS poderia cancelar a produção por causa de sua saída.

Apesar disso, o ator concordou em retornar para apenas “alguns” episódios.

A despedida do personagem aconteceu no quarto episódio da 19ª temporada – após ele e a equipe terem resolvido o caso do assassino de aluguel. Gibbs decidiu permanecer no Alaska, onde o caso o havia levado.

Em declaração oficial, o showrunner Steve Binder afirmou: “Como produtor executivo e um querido amigo, Mark continua sendo uma parte integral à série. Nosso objetivo sempre foi permanecermos fieis aos nossos personagens. Sobre o futuro de Gibbs, como os fãs devem ter percebido no decorrer dos anos… nunca espere que Leroy Jethro Gibbs suma para sempre.”

Criada por Donald P. BellisarioDon McGill, a série ainda possui dois derivados, ‘NCIS: Los Angeles‘ e ‘NCIS: New Orleans‘.

A trama segue uma equipe de agentes especiais cuja missão é investigar qualquer crime que tem provas ligadas a pessoas da Marinha, sem levar em consideração cargos e posições. Comandando esta equipe, que opera fora do círculo militar, está o Agente Especial Leroy Jethro Gibbs (Harmon), um investigador altamente habilidoso, esperto, violento e seguidor de regras para fazer seu trabalho.

O elenco conta com Mark Harmon, Sean Murray, Emily Wickersham, Wilmer Valderrama, Maria Bello, Brian Dietzen, Diona Reasonover, Rocky Carroll e David McCallum.

‘The Blacklist’: 9ª temporada ganha data de estreia; Confira o teaser!

A NBC divulgou o primeiro teaser da 9ª temporada de ‘The Blacklist‘.

Além disso, foi anunciado que o próximo ciclo, que terá um grande salto temporal de dois anos, irá estrear no dia 21 de outubro.

Confira o teaser:

As sete primeiras temporadas da série estão disponíveis na Netflix.

James Spader, Diego Klattenhoff, Harry Lennix, Hisham Tawfiq e Amir Arison estrelam.

‘Mestres do Universo’: 2ª parte ganha data de estreia; Confira o cartaz!

A Netflix divulgou um novo cartaz da animação ‘Mestres do Universo: Salvando Eternia‘, confirmando a data de estreia da segunda parte da produção.

A série retornará com episódios inéditos no dia 23 de novembro.

Confira o cartaz:

O projeto é fruto de uma parceria entre a Netflix, a Mattel Television e a Powerhouse Animation, responsável por CastlevaniaeSangue de Zeus’.

Além do He-Man e seu Gato Guerreiro, a produção conta com outros aclamados personagens da franquia, como Gorpo, She-Ra, Teela, Fisto e os vilões Esqueleto e Maligna. Com a promessa de se distanciar da versão original, ‘Mestres do Universo‘ terá traços mais humanos e vai descartar as clássicas lições de moral ao fim dos episódios, supervisionados pelo showrunner Kevin Smith.

O elenco de dublagem contará com Chris Wood (He-Man), Mark Hamill (Esqueleto), Lena Headey (Maligna), Sarah Michelle Gellar (Teela), Liam Cunningham (Mentor), Stephen Root (Pacato/Gato Guerreiro), Diedrich Bader (Rei Randor e Mandíbula), Griffin Newman (Gorpo), Henry Rollins (Triclope), Susan Eisenberg (Feiticeira), Alicia Silverstone (Rainha Marlena), Justin Long (Roboto), Jason Mewes (Stinkor), Kevin Michael Richardson (Homem Fera) e Kevin Conroy (Aquático), entre outros.

Alan Oppenheimer, dublador original do Esqueleto fará uma participação como o vilão Homem Musgo.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O trailer do aguardado Pânico, sequência da icônica franquia slasher, finalmente foi lançado – e nos convidou para mais uma arrepiante jornada pela sobrevivência na cidade de Woodsboro.

O longa conta com o retorno de Neve Campbell (Sidney Prescott), David Arquette (Dewey Rieley), Courteney Cox (Gale Weathers) e Marley Shelton (Judy Hicks), além de introduzir uma nova geração que inclui Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Com direção de Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett, dupla responsável pelo divertido e elogiado Casamento Sangrento, o trailer levantou diversas questões para os fãs – e promete ser uma produção bastante divertida.

Pensando nisso, o CinePOP preparou uma lista com alguns pontos importantes para prestar atenção no vídeo.

Confira:

PEGOU A REFERÊNCIA?

Cada um dos filmes da franquia Pânico começa com um brutal assassinato – mas nenhuma sequênica foi tão eternizada quanto a de Drew Barrymore na produção original, lançada em 1996.

É claro que o trailer do novo capítulo traria uma construção bastante nostálgica, ainda mais considerando que já faz 25 anos desde a estreia do universo slasher e dez desde a última vez que fomos para Woodsboro. Aqui, Jenny Ortega é a vítima da vez e dá vida a Tara, uma espécie de homenagem bastante clara à personagem de Barrymore. Como podemos perceber, Tara não será uma das sortudas a ficar viva até os créditos finais – mas já causou um grande impacto.

OLÁ, SIDNEY… DE NOVO

“Está acontecendo”, diz a sinistra voz de David Arquette em sua quinta rendição como Dewey Riley, o xerife da cidade. No trailer, Dewey conversa com a final girl mais famosa dos anos 1990, Sidney Prescott (Neve Campbell) que, acreditando que a onda de matanças em sua cidade natal havia chegado ao fim, é arrastada de volta para um pesadelo.

Entretanto, Sidney não parece tão preocupada quanto deveria – o que é algo bastante compreensível: afinal, ela sobreviveu outras quatro vezes e até mesmo solta um “sou a Sidney Prescott, é claro que tenho uma arma”, garantindo que está pronta para a ação como nunca antes.

PÂNICO: NOVA GERAÇÃO

Pouco depois da metade do trailer, somos bombardeados com uma informação que muda o direcionamento da narrativa de Pânico: a inversão dos papéis.

Além de Ortega, o longa-metragem dá as boas-vindas a uma nova geração de vítimas que inclui Melissa Barrera como Samantha Carpenter – a “protagonista” do massacre que acomete Woodsboro. Diferente do que esperaríamos, Sidney não é o alvo do assassino, e sim Sam. Para ajudá-la, a personagem de Campbell entra em contato com a jovem e diz que já passou pela mesma situação e que sabe o que fazer (servindo como uma espécie de mentora que, pela primeira vez, transfere o foco dos holofotes para outras pessoas).

A ÚLTIMA CEIA

Arquette fez um ótimo trabalho como Dewey nos filmes anteriores da franquia, mas parece que o personagem está pronto para dar adeus. Obviamente, nada foi confirmado com o trailer, mas temos breves sequências em que o serial killer o confronta e o persegue.

Enquanto seria interessante e bastante chocante observar a despedida de um dos personagens originais, não podemos nos apressar para conclusões. Afinal, para aqueles que não se recordam, o trailer de Pânico 4’ dava a entender que Gale Weathers (Courteney Cox) seria uma das vítimas do assassino – e, como pudemos ver, está viva para uma nova batalha.

O que corrobora nossa teoria? Bom, perto da conclusão do trailer, há uma breve cena em que Gale irrompe em gritos e é segurada por alguém que acreditamos ser Sidney. A ambulância atrás das personagens indica que algo trágico aconteceu – e, considerando que Gale e Dewey formam um casal (ou formavam, até o filme anterior), não faria sentido que ela agisse dessa maneira por qualquer pessoa.

ALGO DIFERENTE

Enquanto a fórmula do gênero slasher é bem conhecida pelos apreciadores da sétima arte, os diretores Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett resolveram aproveitar os clichês de forma sadia e que, ao menos, buscasse certos elementos originais – da mesma forma que fizeram com o divertido Casamento Sangrento.

Como já mencionado alguns parágrafos acima, Pânico abre espaço para uma nova geração e não pensa duas vezes antes de desconstruir os engessamentos da trama para uma exploração metalinguística que há muito tempo não víamos. É por essa razão que Dewey comenta que o novo assassino está diferente e, como é-nos revelado, os ataques estão relacionados aos serial killers originais (o que é algo bastante vago, considerando que sete pessoas já vestiram a máscara de Ghostface).

Será que estamos lidando com uma homenagem ao segundo filme, em que o assassino ia atrás das vítimas pela relação entre os sobrenomes? Ou será que o novo Ghostface quer eternizar, mais uma vez, o legado daqueles que o antecederam?

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Começam as filmagens de ‘Irmãos Trigêmeos’; Schwarzenegger dá cigarro de maconha para Danny DeVito em vídeo!

Os fãs do clássico ‘Irmãos Gêmeos’ (1988) podem ficar animados, pois a sequência finalmente começou a ser filmada 33 anos após o original.

Em um vídeo divulgado dos bastidores, Arnold Schwarzenegger surge pregando uma peça no co-protagonista Danny DeVito.

Nas filmagens do original, DeVito fez uma brincadeira e deu um cigarro de maconha para Schwarzenegger sem que ele soubesse. Agora, o ator retorna o “presente”.

Confira:

O diretor e produtor Ivan Reitman, e os astros Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito estão confirmados na sequência, que deve ser intitulada ‘Irmãos Trigêmeos’.

Eles convocaram Tracy Morgan para interpretar o terceiro irmão perdido.

Os trigêmeos vão filmar em janeiro em Boston, quando os dois irmãos improváveis ​​Julian (Schwarzenegger) e Vincent (DeVito) descobrem que fazem parte de um trio.

Inicialmente, o terceiro irmão seria vivido por Eddie Murphy, que foi quem deu a ideia para a sequência.

“Começamos um roteiro com Eddie, que viveria o terceiro irmão, e depois do sucesso que ele teve com Amazon Prime em Príncipe em Nova York 2, ele ficou com a agenda lotada. E sabíamos que conseguiríamos filmar no início do próximo ano. Como sou bom amigo de Tracy Morgan há muito tempo, achei que ele daria um excelente trigêmeo e reescrevemos todo o roteiro para ele. Agora, vamos sair e tentar juntar o dinheiro e fazer com que seja feito.”, afirmou Reitman ao Deadline.

O projeto será vendido durante o Festival de Cinema de Toronto.

Dylan Dawson e Lucas Kavner roteirizam.

O original foi um grande sucesso para a Universal, faturando US$ 216 milhões mundialmente.

No original, uma ambiciosa experiência genética que pretendia criar um homem perfeito estava sendo realizada. Como resultado nasceram dois gêmeos – que não se parecem nem um pouco. Anos depois, os improváveis gêmeos se encontram: Julius, mantido numa ilha isolada, um inteligente gigante criado pelos cientistas e Vincent, um baixinho larápio agitado criado nas ruas com um insaciável desejo por mulheres e dinheiro.

Assista ao trailer do clássico:

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Will Poulter agradece James Gunn por tê-lo escolhido para viver Adam Warlock

O astro Will Poulter (‘Midsommar’) foi às redes sociais agradecer o diretor James Gunn por tê-lo escolhido como o Adam Warlock de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘.

O ator estava concorrendo ao papel com Zac Efron (‘Baywatch’), George MacKay (‘1917’) e Rége-Jean Page (‘Bridgerton’).

“Obrigado, James. É uma verdadeira honra interpretar esse personagem e trabalhar com você. Estou muito animado para começar”, afirmou.

Confira:

Para quem não se lembra, o personagem Adam Warlock foi provocado na cena pós-créditos de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘, e deve ter um importante no futuro do MCU.

Nos quadrinhos, Warlock foi criado por cientistas para ser o ser humano perfeito, a partir de um projeto da organização ‘Enclave’.

No entanto, após o Quarteto Fantástico investigar as instalações da organização, Adam acabou sendo despertado e foi direto para o espaço, adquirindo todo o conhecimento que poderia obter, tornando-se um herói ligado ao cosmos.

Criado por por Stan Lee e Jack Kirby, ele foi introduzido em ‘Fantastic Four’ #66, quadrinho publicado em 1967.

Um usuário do Instagram compartilhou uma bela arte imaginando como Poulter ficaria caracterizado como o icônico personagem.

Confira:

Will Poulter é oficialmente Adam Warlock. Eu não sei como farão seu traje, então eu desenhei este aqui com elementos de literalmente todas as roupas que ele usou nos quadrinhos, um conjunto extremamente interessante, tenho que ver onde Poulter e o diretor James Gunn vão nos levar com issso.”

 

Nas redes sociais, os fãs estão comemorando a escolha e torcendo para que o astro faça uma ótima estreia no MCU.

Confira as reações:

Nos quadrinhos, Warlock foi criado por cientistas para ser o ser humano perfeito, a partir de um projeto da organização ‘Enclave’.

No entanto, após o Quarteto Fantástico investigar as instalações da organização, Adam acabou sendo despertado e foi direto para o espaço, adquirindo todo o conhecimento que poderia obter, tornando-se um herói ligado ao cosmos.

Criado por por Stan Lee e Jack Kirby, ele foi introduzido em “Fantastic Four” #66, quadrinho publicado em 1967.

Por enquanto, ainda não se sabe como ele será adaptado na sequência, que permanece rodeada de mistério.

Em uma recente entrevista ao portal Yahoo, a atriz Karen Gillan, que reprisa seu papel como Nebulosa, revelou o quão impactada ficou ao ler o roteiro da produção.

Gillan deu detalhes de como foi a sua experiência, compartilhando ainda que a atriz Pom Klementieff – que dá vida à Mantis -, se emocionou tanto quanto ela.

Nós lemos o roteiro juntas na mesma sala e então nos olhamos e caímos em lágrimas. Os fãs irão aprender muito mais sobre as personagens que já conhecemos, e em um nível mais profundo”. 

Com estreia prevista para maio de 2023, as filmagens terão início a partir do fim deste ano.

Timothée Chalamet como o jovem Willy Wonka, de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, em vídeo dos bastidores

Após a primeira imagem dos bastidores, o astro Timothée Chalamet (‘Duna’) foi filmado filmando Wonka, pré-sequência do clássico A Fantástica Fábrica de Chocolate que contará a história do famoso chocolateiro Willy Wonka.

Confira o vídeo e a foto:

Além de Chalament no papel titular, o elenco conta com Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

O filme será lançado pela Warner Bros. nos cinemas dia 17 de março de 2023.

O projeto não contará exatamente o origem do personagem, mas mostrará as suas primeiras aventuras e pode conter outros personagens conhecidos, como Charlie, por exemplo.

O produtor David Heyman revelou ao Collider que a história será uma pré-sequência, mostrando a juventude de Wonka.

“Estamos procurando a história ideal, mas já sabemos que será uma pré-sequência. Mostraremos como Willy construiu a fábrica de chocolate, a história por traz do ticket dourado e como ele era antes disso. Porque ele se isolou na fábrica por anos? Vamos explorar isso.”, afirmou. 

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddignton’, dirige.

‘Homem-Aranha 3’: Cinemas estão promovendo o filme com cartazes fan-made com o Tobey Maguire

Além do único trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, a Marvel Studios está demorando bastante para divulgar o material promocional da sequência.

No entanto, alguns cinemas estão driblando a situação promovendo o filme com cartazes fake.

A curiosa novidade foi compartilhada por uma fan page dedicada ao herói, e os cartazes ainda incluem imagens do Homem-Aranha de Tobey Maguire, que não foi confirmado oficialmente no filme.

Outro cartaz também mostra três versões do heróis atravessando portais dimensionais, provocando a existência do Aranhaverso na sequência.

Confira:

“Cinemas de todo o mundo estão famintos por cartazes oficiais de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e estão usando cartazes feitos por fãs para promoverem o filme! Já está na hora de recebermos aquele pôster oficial!”

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Eternos’ exibem suas poses heroicas em poster inédito da adaptação; Confira!

Através do Twitter, a 4DX divulgou um belíssimo pôster reunindo os principais personagens de ‘Eternos‘, que chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Confira:

Anteriormente, o Fandango divulgou um novo vídeos dos bastidores, revelando cenas inéditas das gravações.

Além disso, o vídeo traz depoimentos do elenco, da diretora Chloé Zhao e de Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios.

Na prévia, o cineasta diz que a adaptação vai acompanhar a criação do MCU antes dos eventos que o público acompanhou desde 2008 e garantiu que a trama vai redefinir o universo dos próximos filmes.

Assista:

“O impacto que ‘Eternos‘ terá no MCU será nada menos que a redefinição deste universo cinematográfico.”

Lembrando que o longa chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Halloween H20 (1998) | Relembre o primeiro retorno de Jamie Lee Curtis para a franquia de terror

Halloween Kills: O Terror Continua, o mais recente filme de uma das franquias de terror mais bem sucedidas da história do cinema, tem estreia prometida para esta quinta-feira no Brasil, dia 14 de outubro. A estratégia de lançamento é bem propícia e coincide com o dia das bruxas este mês. Segunda parte de uma nova trilogia, Halloween Kills traz novamente como protagonista a veterana absoluta da franquia Jamie Lee Curtis, e continua os eventos apresentados em Halloween (2018) – grande sucesso de crítica e público. Halloween Kills foi um dos filmes que precisou ser adiado de 2020 para 2021 devido à pandemia do Coronavirus e finalmente irá aportar nos cinemas pelo mundo.

Quem já pôde conferir Halloween Kills afirma que esta continuação segue a linha de excelência do reboot de 2018, e a nova trilogia chegará ao fim (será?) em 2022 com Halloween Ends. É claro, como todos sabem, a saga de Laurie Strode (Curtis) e o maníaco da máscara branca Michael Myers começou lá atrás, antes de grande parte dos fãs atuais sequer sonhar em nascer, em 1978 na obra-prima dirigida pelo mestre John Carpenter, ainda enaltecida não apenas como o “pai” dos filmes slasher adolescentes, como também um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Halloween (2018), passado 40 anos após o original, aliás, se trata de uma continuação direta dele. Mas para a surpresa de muitos, a franquia Halloween teve outros nove (isso mesmo!) filmes neste intervalo de quarenta anos – incluindo um remake e sua continuação.

Os bem mais novinhos talvez não lembrem muito, mas antes da comemoração cultuada de 40 anos, que foi o sucesso Halloween (2018), produzido pela Blumhouse e dirigido por David Gordon Green, a franquia há havia recebido uma celebração de aniversário – igualmente muito querida pelos fãs da geração dos anos 1990. Trata-se de Halloween H20, que desejava em grande estilo o feliz aniversário de vinte anos para a franquia clássica. Na época, no entanto, os parabéns ficaram a cargo de outro estúdio e outros produtores, já que o carismático Jason Blum ainda não estava estabelecido no mercado. Os responsáveis por ciceronear o retorno triunfante de Michael Myers para àquele dia das bruxas foram os hoje malditos irmãos Weinstein (Harvey e Bob), donos da então bombada Miramax – mesmo estúdio responsável pela franquia Pânico – outra bem sucedida série de terror no cinema.

Veio de Harvey a ideia de comemorar o aniversário de vinte anos e logo o mega produtor conseguiu convencer a estrela original Jamie Lee Curtis a retornar ao papel que deu início à sua carreira. Curtis era uma ilustre desconhecida quando protagonizou o original em 1978, tendo como credenciais somente a filiação dos astros Tony Curtis e Janet Leigh. Ela voltaria para estrelar a continuação direta Halloween II – O Pesadelo Continua, de 1981, novamente escrita e produzida (mas não dirigida) por John Carpenter, e cedeu sua voz no telefone para uma cena de Halloween III – A Noite das Bruxas (1982), novamente com forte envolvimento do “pai” de tudo, John Carpenter. Mas foi só o cineasta deixar a franquia, que Curtis tomou o mesmo rumo, se afastando para o mais longe possível dos três filmes seguintes.

Ao ser convencida por Harvey Weinstein a retornar, o primeiro passo de Curtis foi ligar para o colega John Carpenter e para a produtora dos filmes originais Debra Hill (igualmente roteirista dos originais) a fim de recrutá-los também para a missão de dar novos ares à franquia no fim dos anos 1990. O argumento usado por Curtis foi: “se passaram vinte anos desde o primeiro Halloween, o primeiro sucesso de nossas vidas, e todos nós ainda estamos trabalhando na área, temos uma carreira inclusive maior agora. Conseguimos escalar e evoluir. Seria muito bom celebrar não apenas esta franquia, mas nossas carreiras ao longo desta trajetória”. Tudo parecia no lugar e Carpenter começou a trabalhar nesta continuação de vinte anos. Porém, um tempo depois ocorreu o desligamento do diretor e por consequência de sua colaboradora Debra Hill. O motivo? Carpenter pedia um salário de US$10 milhões (o diretor ainda cobrava uma dívida do passado com o produtor Moustapha Akkad), sendo que o orçamento de Halloween H20 era de US$17 milhões no total – sendo o mais caro da franquia até então. Para termos uma ideia, o remake de Rob Zombie (2007) custou US$15 milhões e o recente reboot Halloween (2018) custou US$10 milhões.

Sem Carpenter, Hill e com o título inicial de Halloween 7: A Vingança de Laurie Strode, referência ao título do quinto filme (A Vingança de Michael Myers, de 1989), o sétimo longa pretendia à princípio levar todas as continuações da franquia em conta, sendo uma sequência do sexto filme de 1995. Uma nova dupla também entrava em cena para ditar os caminhos do novo capítulo: o diretor Steve Miner, responsável por sucessos de terror dos anos 1980, vide Sexta-Feira 13 Parte 2 e 3, A Casa do Espanto, e que viria a seguir com o filme de crocodilo Pânico no Lago (1999). Ao seu lado, assumindo o roteiro, Kevin Williamson era o novo prodígio de Hollywood e um nome quentíssimo da indústria ao ter revitalizado os slasher com Pânico (1996) e sua continuação Pânico 2 (1997). De fato, Pânico influenciou muito o que vemos em tela em Halloween H20, com este sendo o capítulo mais “Scream” da franquia – autorreferente, repleto de metalinguagem e citações a outras produções do gênero. Mesmo que Williamson no fim das contas não tenha sido creditado como roteirista – somente como produtor. Se casou ou não com o teor mais soturno do que geralmente vemos na franquia, podemos dizer que existem os fãs que gostam (em especial os fãs de Pânico) e os que torcem o nariz (por justamente acreditarem que este tipo de teor mais juvenil e engraçadinho não casa tanto com Halloween).

A premissa traria Laurie Strode novamente como protagonista. Desta vez não mais uma adolescente indefesa, mas uma mulher em seus 40 anos, mãe de um rapaz, completamente traumatizada pelos ocorridos de vinte anos atrás (não somente do primeiro filme, mas também do segundo, para todos os efeitos ocorridos na mesma noite). Na opinião de Jamie Lee Curtis, a vida de Laurie deveria estar completamente em frangalhos, com ela tendo se tornado uma alcoólatra e quase sem sanidade mental. Algo similar com o que vemos em Halloween (2018). Mas Williamson a convenceu de não exagerar, tentando conter a vida da mulher nos eixos dentro do possível. O que prevaleceu foi que Laurie aqui mudou de nome e de cidade, se chamando agora Keri Tate e morando e trabalhando na Califórnia, onde é a diretora de um colégio para jovens ricos. A mulher forjou a própria morte, esquecendo de vez sua vida prévia e deixando o passado trágico para trás.

Era o desejo do próprio Williamson levar em conta todos os filmes da franquia, no entanto, o roteirista teve muita dificuldade de ligar os pontos deixados em aberto, que conectariam em especial os filmes quatro, cinco e seis com este sétimo capítulo. Acontece que com a saída de Curtis da franquia no passado, os produtores resolveram incluir na trama como protagonista sua pequena filha Jamie (papel de Danielle Harris), e para justificar a ausência da mãe o roteiro teve a ideia de matar Laurie num acidente de carro, deixando a pequena órfã para ser criada por outros membros da família. Nessa linha narrativa, acompanhamos os passos da pequena Jamie como a vítima da vez enfrentando seu tio Michael. Até finalmente, em outra decisão polêmica, a jovem ser eliminada (um pouco mais velha) no controverso sexto filme.

Tudo isso foi adereçado por Williamson num roteiro original de Halloween 7, e uma cena inclusive foi gravada com Sarah (Jodi Lyn O’Keefe) lendo em classe seu trabalho sobre uma investigação dos assassinatos de Michael Myers, onde cita Jamie Lloyd (a filha de Laurie), ao que a personagem de Curtis corre para vomitar no banheiro. A cena, entre outros detalhes, considerariam a existência dos três filmes anteriores. No fim das contas, os vestígios sobre isso foram apagados pois Williamson não encontrou um jeito de tornar aceitável o abandono de Laurie em relação à sua pequena filha. Ainda mais se levarmos em conta que agora ela possui outro filho e outra vida, o fato de ter abandonado completamente uma filha pequena tornaria a protagonista uma pessoa simplesmente detestável e acima de qualquer redenção.

Assim, pela primeira vez na franquia, um filme da série iria simplesmente ignorar algumas das continuações como se nunca tivessem existido. Halloween H20, por fim, seria uma sequência direta do segundo longa de 1981, e desconsideraria em sua cronologia os eventos do terceiro ao sexto filmes. Para todos os efeitos, H20 seria o terceiro e tardio episódio da franquia. É claro que o artifício seria utilizado outras duas vezes (no remake de 2007 e no reboot de 2018).

Muitas das ideias foram mantidas na versão final de Halloween H20, como o alcoolismo de Laurie (mesmo que de forma sutil), seu trauma e sua nova identidade fugindo do irmão psicopata. O que não foi levado em conta e não é adereçado no filme, é como Michael Myers sobreviveu ao incêndio no hospital ao desfecho de Halloween II (1981), ou qualquer evento que ligue o psicopata do segundo filme a este. Ele simplesmente aparece em cena, são e disposto, pronto para um novo round de matanças. Aonde ele esteve durante todo esse tempo? O sétimo longa não se dá ao trabalho de explicar. E será que precisava?

Halloween H20 se mostrou um sucesso e se tornou febre na época, pegando carona nos slasher do período, muitos dos quais tinham o dedo de Kevin Williamson – vide Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Mas para Jamie Lee Curtis a celebração de aniversário não teve o sabor doce que ela havia planejado. Em entrevistas recentes para divulgar Halloween (2018), a atriz afirma que “a intenção de H20 era boa, mas no fim das contas as coisas acabaram não saindo como planejado”. Hoje Curtis se refere ao filme como “um trabalho por dinheiro”. Disse que tem boas coisas nele, em especial quando fala de alcoolismo e trauma, mas que nos finalmente terminou fazendo o filme pelo contracheque e não pela planejada satisfação de comemorar um marco. Parte disso se deve pela teimosia do então dono da franquia, o produtor Moustapha Akkad, em não querer, por bons motivos, colocar um ponto final em sua “galinha dos ovos de ouro”. Era parte do acordo para o retorno da atriz que ela pudesse de uma vez por todas dar cabo do psicopata da máscara branca. Mas em um vídeo que pode ser encontrado na internet, Curtis diz que a “enrolaram” sobre o tópico até a data das filmagens, quando finalmente a foi revelada uma cláusula de Akkad que proibia a morte definitiva de Myers. Curtis ficou possessa subindo pelas tamancas. Para esfriar os ânimos, Williamson teve uma ideia que agradou ambas as partes.

Halloween H20 terminaria de uma forma em que Myers realmente morresse no desfecho – ao menos era o que o público pensaria com a decapitação do maníaco. Ou seja, a explicação estapafúrdia que é dada no início da continuação direta de H20, Halloween: Ressurreição (2002) não foi um coelho tirado da cartola para aquele filme, e sim algo que já havia sido acordado como forma de atender todas as vontades, entre Jamie Lee Curtis, Kevin Williamson e o produtor Moustapha Akkad. Bem, e sabemos o que saiu disso… Ressurreição é tido por muitos como o ponto baixo da franquia e desfaz de certa forma o que de mais brilhante H20 havia conquistado: a morte definitiva de Myers. É claro que sempre podemos agir como se certos filmes nunca tivessem existido…

‘Eternos’: Conheça os principais personagens nos belos cartazes individuais da adaptação

‘Eternos‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro, e como a data está se aproximando, a Marvel Studios aproveitou para divulgar belos cartazes individuais destacando cada um dos principais personagens.

Confira:

 

Anteriormente, o Fandango divulgou um novo vídeos dos bastidores, revelando cenas inéditas das gravações.

Além disso, o vídeo traz depoimentos do elenco, da diretora Chloé Zhao e de Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios.

Na prévia, o cineasta diz que a adaptação vai acompanhar a criação do MCU antes dos eventos que o público acompanhou desde 2008 e garantiu que a trama vai redefinir o universo dos próximos filmes.

Assista:

“O impacto que ‘Eternos‘ terá no MCU será nada menos que a redefinição deste universo cinematográfico.”

Lembrando que o longa chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Pânico | Assista nossa LIVE com teorias sobre o novo filme e o trailer DESTRINCHADO

Os jornalistas Renato Marafon, Raphael Camacho e Thiago Nolla debatem e destrincham o trailer do aguardado Pânico, sequência da icônica franquia slasher.

Dewey morre? Quem é a nova protagonista?

Assista:

O longa conta com o retorno de Neve Campbell (Sidney Prescott), David Arquette (Dewey Rieley), Courteney Cox (Gale Weathers) e Marley Shelton (Judy Hicks), além de introduzir uma nova geração que inclui Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Com direção de Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett, dupla responsável pelo divertido e elogiado Casamento Sangrento, o trailer levantou diversas questões para os fãs – e promete ser uma produção bastante divertida.

Pensando nisso, o CinePOP preparou uma lista com alguns pontos importantes para prestar atenção no vídeo.

Confira:

PEGOU A REFERÊNCIA?

Cada um dos filmes da franquia Pânico começa com um brutal assassinato – mas nenhuma sequênica foi tão eternizada quanto a de Drew Barrymore na produção original, lançada em 1996.

É claro que o trailer do novo capítulo traria uma construção bastante nostálgica, ainda mais considerando que já faz 25 anos desde a estreia do universo slasher e dez desde a última vez que fomos para Woodsboro. Aqui, Jenny Ortega é a vítima da vez e dá vida a Tara, uma espécie de homenagem bastante clara à personagem de Barrymore. Como podemos perceber, Tara não será uma das sortudas a ficar viva até os créditos finais – mas já causou um grande impacto.

OLÁ, SIDNEY… DE NOVO

“Está acontecendo”, diz a sinistra voz de David Arquette em sua quinta rendição como Dewey Riley, o xerife da cidade. No trailer, Dewey conversa com a final girl mais famosa dos anos 1990, Sidney Prescott (Neve Campbell) que, acreditando que a onda de matanças em sua cidade natal havia chegado ao fim, é arrastada de volta para um pesadelo.

Entretanto, Sidney não parece tão preocupada quanto deveria – o que é algo bastante compreensível: afinal, ela sobreviveu outras quatro vezes e até mesmo solta um “sou a Sidney Prescott, é claro que tenho uma arma”, garantindo que está pronta para a ação como nunca antes.

PÂNICO: NOVA GERAÇÃO

Pouco depois da metade do trailer, somos bombardeados com uma informação que muda o direcionamento da narrativa de Pânico: a inversão dos papéis.

Além de Ortega, o longa-metragem dá as boas-vindas a uma nova geração de vítimas que inclui Melissa Barrera como Samantha Carpenter – a “protagonista” do massacre que acomete Woodsboro. Diferente do que esperaríamos, Sidney não é o alvo do assassino, e sim Sam. Para ajudá-la, a personagem de Campbell entra em contato com a jovem e diz que já passou pela mesma situação e que sabe o que fazer (servindo como uma espécie de mentora que, pela primeira vez, transfere o foco dos holofotes para outras pessoas).

A ÚLTIMA CEIA

Arquette fez um ótimo trabalho como Dewey nos filmes anteriores da franquia, mas parece que o personagem está pronto para dar adeus. Obviamente, nada foi confirmado com o trailer, mas temos breves sequências em que o serial killer o confronta e o persegue.

Enquanto seria interessante e bastante chocante observar a despedida de um dos personagens originais, não podemos nos apressar para conclusões. Afinal, para aqueles que não se recordam, o trailer de Pânico 4’ dava a entender que Gale Weathers (Courteney Cox) seria uma das vítimas do assassino – e, como pudemos ver, está viva para uma nova batalha.

O que corrobora nossa teoria? Bom, perto da conclusão do trailer, há uma breve cena em que Gale irrompe em gritos e é segurada por alguém que acreditamos ser Sidney. A ambulância atrás das personagens indica que algo trágico aconteceu – e, considerando que Gale e Dewey formam um casal (ou formavam, até o filme anterior), não faria sentido que ela agisse dessa maneira por qualquer pessoa.

ALGO DIFERENTE

Enquanto a fórmula do gênero slasher é bem conhecida pelos apreciadores da sétima arte, os diretores Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett resolveram aproveitar os clichês de forma sadia e que, ao menos, buscasse certos elementos originais – da mesma forma que fizeram com o divertido Casamento Sangrento.

Como já mencionado alguns parágrafos acima, Pânico abre espaço para uma nova geração e não pensa duas vezes antes de desconstruir os engessamentos da trama para uma exploração metalinguística que há muito tempo não víamos. É por essa razão que Dewey comenta que o novo assassino está diferente e, como é-nos revelado, os ataques estão relacionados aos serial killers originais (o que é algo bastante vago, considerando que sete pessoas já vestiram a máscara de Ghostface).

Será que estamos lidando com uma homenagem ao segundo filme, em que o assassino ia atrás das vítimas pela relação entre os sobrenomes? Ou será que o novo Ghostface quer eternizar, mais uma vez, o legado daqueles que o antecederam?

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Batman: A Série Animada na HBO Max | Conheça nosso Top 5 dos Melhores Episódios do Grande Clássico

Animação tem uma quantidade considerável de momentos marcantes

Que Batman: A Série Animada é um clássico e muito provavelmente a melhor adaptação do Batman para uma mídia fora dos quadrinhos, isso todos já sabem. O programa que foi ao ar em 1992 mudou para sempre a indústria de animações infantis provando que esse nicho poderia oferecer algo maior do que apenas diversão superficial ou uma desculpa para vender brinquedos.

A equipe à frente do projeto (Bruce Timm, Paul Dini, Alan Burnett) percebeu que os quadrinhos do Batman tinham uma ligação muito forte com a literatura policial e o estilo de histórias pulp do passado. O mérito, no entanto, foi saber transmutar isso para uma animação que, ainda assim, não se desviasse do seu alvo primário que era o público infantil. Dessa maneira, com um roteiro riquíssimo em muitas vezes e (verdade seja dita) fraco em outras poucas, a série conquistou prêmios e respeito como uma forma de arte realmente diferente.

O sucesso da série animada se deu porque os produtores entendiam do material fonte

Assim sendo, seguem cinco episódios marcantes da série animada que colaboraram para o enriquecimento do universo do cavaleiro das trevas.

5) Pássaros Idênticos

É indiscutível que as melhores interpretações de vilões são aquelas que os humanizam de alguma forma. O fato deles naturalmente já terem certo carisma por não seguirem as mesmas regras dos heróis ganha ainda mais quando o espectador consegue se pôr no lugar deles e até se compadecer de uma determinada situação pela qual eles estão passando.

Nesse episódio em particular, ainda na primeira temporada, o foco é o vilão Pinguim que, após ter um roubo interrompido pelo Batman, vai para a prisão. Após cumprir sua pena ele descobre que todos os seus antigos associados o abandonaram e, dessa forma, começa a repensar sua vida. Enquanto isso uma socialite chamada Veronica acha que pode ganhar pontos na alta sociedade se transformar o Pinguim na atração de sua próxima festa.

O episódio surpreendentemente faz um ótimo trabalho humanizando o Pinguim

Utilizando de sedução ela ilude Oswald (verdadeiro nome do vilão) fazendo-o achar que ela gosta realmente dele. O clímax, é claro, não poderia ser outro a não ser uma desilusão pública do criminoso enquanto todos fazem piada dele. É curioso como um episódio sobre o Pinguim casa particularmente bem com o final de Carrie – a estranha. Torna-se difícil não se compadecer com Oswald quando ele percebe que não era amado e sentir uma certa raiva da elite de Gotham por ter feito algo tão terrível. Sem dúvida os monstros mais feios.

4) A Busca do Demônio (parte 1 e 2)

Um detalhe muito legal sobre a série animada é que volta e meia algum nome conhecido fazia uma participação especial. Ron Perlman e Adam West são alguns dos nomes convidados mais conhecidos, porém, para os fãs dos quadrinhos outro nome se destacou. Nesse episódio em particular o lendário escritor do Batman nos anos 70, Dennis O’Neil, roteirizou as duas partes daquela que foi a introdução da Liga dos Assassinos na animação.

A Liga dos Assassinos faz a melhor estreia possível na série animada

Mais do que isso, esse foi o episódio que apresentou Ra’s al Ghul e sua filha, Talia; duas peças centrais no universo de Bruce Wayne. Na primeira parte, o infame líder dos assassinos busca o detetive com um pedido de socorro para encontrar sua filha, supostamente sequestrada. Na segunda parte, Batman percebe que isso foi um teste de Ra’s para descobrir se ele é de fato digno de ser seu herdeiro.

O que se segue é uma adaptação da famosa luta de espadas entre o herói e o vilão vista na história The Demon Lives Again, também escrita por O’Neil em 1972. Esse episódio é facilmente um dos mais bem escritos da série e um verdadeiro tesouro para qualquer fã do Batman em quadrinhos mais antigos.

3) Um Favor para o Coringa

Se é possível dizer que alguma coisa da série mudou a DC Comics para sempre, falando como empresa de fato, então é sem dúvida esse episódio. Narrativamente ele começa bem interessante, o ponto de vista é trabalhado em torno de um cidadão comum de Gotham que está tendo um péssimo dia e, após sofrer uma cortada no trânsito, ele decide revidar e grita para o carro que o fechou. Acontece que o motorista era ninguém menos do que o Coringa. Percebendo isso, o protagonista tenta fugir, sem sucesso, e o vilão apenas deixa ele escapar com a promessa de que um dia ele vai procurá-lo e o sujeito deve estar disposto a ajudá-lo.

O episódio que mudou a DC Comics para sempre

O grande diferencial dessa trama em relação ao resto da série é que o protagonista é uma pessoa comum que de uma hora para outra tem sua vida virada de cabeça para baixo, vítima de todo o sadismo do Coringa que o utiliza para cometer crimes ameaçando sua família. O que o torna um divisor de águas na história da DC Comics é que nele ocorre a primeira aparição da Arlequina; aqui sendo apenas uma ajudante do Coringa sem uma origem definida.

O roteiro do Paul Dini como sempre é bastante diferenciado quando lida com o palhaço príncipe do crime e aqui ele consegue mostrar de maneira leve e direta o mal que é esse personagem. Ao mesmo tempo, a introdução descompromissada da Arlequina iniciou um ciclo de lucro do qual a DC se aproveita até hoje, utilizando-a sempre que possível em todo tipo de material de divulgação ou produto. 

2) Quase o Peguei

Mais um episódio focado em protagonismo deslocado do Batman, dessa vez sendo com os vilões. A trama toda se passa durante um jogo de cartas onde estão presentes Coringa, Pinguim, Duas-Caras, Hera Venenosa e Crocodilo. Durante a partida eles começam uma “competição” sobre quem chegou mais próximo de matar o homem morcego. O que se sucede são pequenas histórias de embates entre o herói e o criminoso que estiver narrando.

Um episódio inteiro voltado para os vilões e, de quebra, ainda gerou a icônica imagem deles jogando pôquer

Novamente o roteiro do Paul Dini faz um belo trabalho individual com cada antagonista, casando a personalidade icônica de cada um deles junto a estratégia que eles praticaram para tentar matar o Batman no passado; dessa forma ele faz um trabalho de desenvolvimento desses antagonistas sem precisar jogá-los para o canto da trama em prol do Batman.

1) Coração de Gelo

A primeira posição não poderia ser outra senão desse episódio. Aquele que frequentemente é referenciado quando o assunto é a qualidade da série se tornou um exemplo de conquista técnica e uma unanimidade como o auge da série animada. A trama introduz uma nova versão do vilão Sr. Frio, originalmente criado para os quadrinhos em 1959, dessa vez não mais relegado ao papel de um criminoso qualquer com habilidades congelantes.

Mais uma prova de que a séria não só entendia o que define o Batman como também o que define seus vilões

Agora ele é um homem desesperado em salvar sua esposa, a qual ele congelou para impedir que uma doença incurável a matasse, que comete uma série de roubos por Gotham a fim de criar uma máquina que pode salva-la. O trabalho que o Paul Dini (ele novamente) faz em humanizar o antagonista é digno de nota ao conceder uma motivação poderosa e justa que o coloca em uma posição que não está lá apenas para pôr o herói no pedestal.

Tecnicamente o episódio também inovou em qualidade, principalmente nos efeitos de nevasca. É dito que cada floco de neve que surge em tela foi feito individualmente e não é uma animação que fica em repetição. Uma motivação excelente, somada a uma presença imponente, serviram para pôr o Sr. Frio no primeiro patamar da galeria de vilões do Batman e também como um dos mais humanizados deles.

Menções honrosas: 

  • O Homem que Matou o Batman (grande episódio sobre a suposta morte do herói por um criminoso pé de chinelo. É interessante como cada vilão reage à notícia da morte dele; algo que Neil Gaiman faria anos depois com a minissérie Batman: O que aconteceu ao cavaleiro das trevas?).
  • Duas-Caras Parte 1 e 2 (o nascimento do icônico vilão já vinha sendo preparado desde cedo com as aparições de Harvey Dent).
  • Cuidado com o Fantasma Cinzento (episódio que se debruça sobre o herói de infância de Bruce Wayne e cuja a inocência Batman terá que provar. Conta com a participação especial de Adam West).

 

Remake de ‘Esqueceram de Mim’ ganha trailer e cartaz oficiais; Confira!

O Disney+ divulgou hoje (12) o trailer e o cartaz oficiais do remake de Esqueceram de Mim, intitulado ‘Home Sweet Home Alone‘, que tem estreia marcada para o dia 12 de novembro de 2021.

Confira, junto à sinopse:

Max Mercer é um garoto levado e inventivo que foi esquecido em casa enquanto sua família viajava para o Japão para as festas de fim de ano. Então, quando um casal, tentando recuperar uma relíquia de família com valor inestimável, volta sua atenção para a casa da família Mercer, cabe a Max protegê-la dos invasores… e ele fará o que for preciso para mantê-los fora. Com travessuras hilárias de proporções épicas garantidas, Max percebe que realmente não há lugar melhor que nosso lar.

Archie Yates, destaque do filme ‘Jojo Rabbit‘, estrela.

O elenco ainda conta com Ellie Kemper (Unbreakable Kimmy Schmidt), Rob Delaney (Deadpool 2), Aisling Bea (Cara X Cara), Kenan Thompson (Saturday Night Live), Tim Simons (Veep), Pete Holmes (Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2), Devin Ratray (Esqueceram de Mim), Ally Maki (Toy Story 4), Chris Parnell (Tudo por um Furo) e dirigido por Dan Mazer (Tirando o Atraso).

[PRIMEIRA MÃO] “Trabalhar em ‘Pânico’ é como estar nos Parques da Disney”, revela Jenna Ortega

O novo Pânico é um dos principais lançamentos de 2022 e além de trazer de volta o elenco original, a produção ainda apresentará uma leva de jovens atores que estão começando a traçar suas carreiras em Hollywood.

Entre os novos membros do elenco estão Jack Quaid (‘The Boys’), Jenna Ortega (‘Você’) e Melissa Barrera (‘Em um Bairro de Nova York’). E durante uma entrevista ao editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon, o trio comentou sobre a experiência de poder fazer parte de uma das mais amadas franquias de terror.

Para Jenna Ortega, poder trabalhar no renascimento da saga foi como viver uma aventura dentro de um parque de diversões.

“Todos os dias em que estávamos no set, pensávamos: ‘Gente, estamos fazendo parte de Pânico’, é algo tão grande. A sensação é como se estivéssemos nos parques da Disney, tudo é tão incrível, tão fascinante. Não importa o que estivéssemos gravando ou fazendo, sempre havia aquele sentimento de encantamento, que eu ainda sinto até hoje. Eu fico me beliscando sempre por não acreditar, é sensacional. E nada vai conseguir estragar o que essa experiência significa pra mim”.

Já a atriz Melissa Barrera surpreendeu ao revelar que estrelar um film de terror pode ser muito mais tranquilo e suave do que a audiência normalmente esperaria. Mas mesmo em meio a um constante clima de descontração, um elemento chave da franquia continua sendo bem assustador para ela, conforme ponderou:

“O que me marcou foi descobrir o quão divertido é fazer um filme de terror. Na verdade é muito legal, leve e engraçado, estamos rindo o tempo todo. Mas ao mesmo tempo, na primeira vez que cheguei ao set e fui provar o meu figurino e haviam todas as araras com as peças de todos os personagens, ali estava também a máscara do Ghostface e eu fiquei com muito medo, eu não esperava me sentir assim. Nós sabemos que haverá uma pessoa usando aquela máscara em cena, mas só de ver aquele objeto ali sozinho, pendurado na arara, foi inesperado. A máscara por si só é bastante intimidadora, é insano”.

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

 

 

Batman: A Série Animada na HBO Max | Conheça nosso Top 5 dos Piores Episódios do Grande Clássico

Nem só de glórias vive o clássico

Após ter sido enfim adicionada ao catálogo da HBO Max no Brasil, Batman: A Série Animada sem dúvida é uma das adições mais aguardadas pelos fãs da DC Comics. Lançado em 1992, o antigo programa de televisão redefiniu a marca do herói para uma nova geração, entregando episódios que tinham êxito tanto em serem próprios para crianças quanto o mais fiel possível aos quadrinhos.

Mesmo assim, nem mesmo o programa liderado por Bruce Timm foi imune a deixar a peteca cair de vez em quando. Na mesma proporção em que o público recebia momentos brilhantes como em Coração de Gelo e Baby-Doll haviam situações em que certas liberdades foram tomadas e que mais fugiram ao tom da série do que qualquer outra coisa. Confira abaixo.

Leia também: Batman: A Série Animada – Nosso Ranking com os 5 Melhores Episódios

5) A Lua do Lobo

Em 2005 foi lançada a animação Batman vs Drácula como parte do universo de outra série animada do personagem; essa, no entanto, não foi a primeira vez que o vigilante esteve frente a frente com um importante monstro do cinema. Em novembro de 1992 foi lançado o episódio A Lua do Lobo para a primeira temporada.

Batman enfrentando um Lobisomem foi, no mínimo, inusitado.

Na ocasião, Batman precisa investigar os ataques de um suposto lobisomem que estão ocorrendo em um parque de Gotham. A investigação acaba levando-o até um ex-campeão olímpico que está sendo vítima de chantagem. O motivo é o efeito colateral do seu consumo excessivo de uma substância que lhe transforma em lobisomem toda noite. Apesar da trama pouco ligada à temática do seriado, o episódio em si entrega um nível bem interessante na animação.

4) Noite do Ninja

Um episódio tendo como premissa o período de treinamento em estilos de luta pelo qual Bruce Wayne atravessou e um inimigo que vem desse passado tem, naturalmente, um potencial bastante interessante. Entretanto, a sensação entregue com o episódio em questão é a de desperdício.

O episódio perdeu uma grande oportunidade ao não se aprofundar no treinamento de Bruce.

Em momento algum a produção entrega o drama necessário, este que deveria estar ligado ao desafio proposto a Bruce pelo outro aluno de seu antigo mestre. Mesmo os episódios tendo pouco mais de vinte minutos, a altura que Noite do Ninja foi lançado a equipe da série animada já tinha demonstrado diversas vezes que possuía capacidade de desenvolver dramas interessantes com essa faixa de tempo. 

3) Você Arranha minhas costas?

O episódio em questão já se distancia da série animada original de 1992 e adentra no campo das Novas Aventuras de Batman e Robin; seriado esse que permanece na mesma continuidade mas tem o traçado visivelmente diferente do estilo até então predominante. 

Cronologicamente essa nova série trouxe algumas mudanças para o enredo, principalmente no que consta o Robin. Sai Dick Grayson, o Menino Prodígio titular na produção anterior, e entra Tim Drake; ainda assim, Dick não deixou a série de vez, tendo se tornado o vigilante Asa Noturna após um rompimento complicado com o Batman.

A experiência de Asa Noturna não o protegeu da Mulher-Gato.

Por um lado o episódio Você Arranha minhas Costas? é interessante por mostrar o ex-ajudante tentando se provar como um herói independente, porém, cometendo erros. O problema vem quando esses erros vêm de manipulações da Mulher Gato, criminosa que ele conhece bem. Na ânsia de se provar, Dick acaba sendo usado por ela e quase provando que ainda não estava pronto.

2) Rei dos Esgotos

Voltando para a primeira temporada, havia uma curiosa tendência nas animações de quadrinhos nos anos 90 em que, aparentemente, deveria haver algum episódio ambientado no esgoto. Foi assim com Homem-Aranha, os X-Men e com o Batman.

A definição de desinteressante.

Na ocasião, Batman precisou lidar com famigerado Rei dos Esgotos, um adulto que obrigava diversos órfãos a cometer furtos pela cidade e então entregar os espólios à ele. Como de praxe o vigilante conseguiu se sobressair ao malfeitor e libertar as crianças, ainda assim o episódio chama mais a atenção para esse estilo de ambientação do que para o conteúdo do enredo em si.

1) Batman está no meu porão

O infame décimo terceiro episódio da primeira temporada é considerado por muitos como o pior da série animada, e não sem motivo. Toda a trama gira ao redor de um grupo de crianças que, ao ouvir um barulho vindo do porão, descobrem que o Batman está ferido por ali. 

Dificilmente algum fã sente saudades desse momento.

Isso se deu após o vigilante ter um embate mal sucedido com o Pinguim, este que está nas redondezas procurando por ele. Cabe então às crianças manter o herói escondido enquanto tentam dar um jeito de despistar o criminoso. Por uma série de fatores o episódio não funciona, principalmente pela ação ser conduzida por um grupo de coadjuvantes mirins que não são interessantes.

O episódio evidentemente teve como alvo o público infantil mais exclusivamente do que o normal, bem como sua presença ali está apenas para fechar o número de episódios acordados para a temporada. Ainda assim, sua monotonia chama bastante atenção, de maneira negativa, quando comparada com a série animada como um todo.  

Star Wars: Clone Wars | Relembre a querida Série Animada de Genndy Tartakovsky

Animação é uma das mais cultuadas envolvendo essa propriedade

Recentemente o serviço de streaming Disney Plus liberou a primeira temporada de Star Wars: Visions, uma animação com formato antológico (episódios sem ligações uns com os outros) ambientada no universo criado por George Lucas em 1977. 

A premissa é que cada episódio do ano inicial apresente uma abordagem inédita da galáxia não vista até então, concedendo extrema liberdade para que cada equipe responsável por determinado episódio possa não só entregar um enredo fechado e auto contido como também, principalmente, com diferenças evidentes no visual; garantindo assim uma identidade estética para cada um deles.

Curiosamente, todas as animações de Star Wars sempre compartilharam entre si uma atenção ao visual que era muito evidente para o espectador e estava alinhada com a tecnologia de animação de seus respectivos períodos. Em 1978 houve o famigerado Holiday Special, no qual em certo momento foi exibida aquela que foi a primeira adaptação animada da saga: The Story of the Faithful Wookie.

A primeira aparição do famoso caçador de recompensas Boba Fett.

A animação introduziu pela primeira vez o caçador de recompensas Boba Fett, anos antes de O Império Contra-Ataca. Quase uma década depois, em 1985, estreou Star Wars: Droids com foco na dupla robótica R2D2 e C3PO; tecnicamente o estilo de animação era muito próximo daquele apresentado na curta introdução do caçador de recompensa mandaloriano.

Após a virada do século, o cenário para Star Wars era muito diferente; todas as animações predecessoras não só utilizavam os personagens que se consolidaram no imaginário popular com a trilogia clássica como também soube aproveitar o vácuo de conteúdo que os fãs da franquia enfrentaram após o lançamento do episódio VI em 1983.

No entanto, a partir do início dos anos 2000 a franquia estava em meio ao turbilhão gerado pela má recepção da trilogia prequel, com grande parte dos fãs desaprovando as abordagens de George Lucas para com os episódios I e II. Ainda assim, essas obras haviam estabelecido qual o período que a galáxia estava atravessando.

A trilogia prequel é alvo tanto de nostalgia quanto de repulsa dos fãs.

Tendo o conflito das Guerras Clônicas em mente a Lucasfilm tratou imediatamente de planejar uma expansão do quadro geral. O Episódio III (bem como a conclusão do conflito) ainda era algo distante, viria apenas em 2005, logo havia na continuidade da trilogia o gap de alguns anos para serem explorados.

O elemento fundamental que garantiu o projeto foi o interesse mercadológico, uma vez que a empresa acreditou que uma nova animação poderia alavancar a venda de brinquedos ligados à marca. Para comandar a produção foi recrutado Genndy Tartakovsky, cujo trabalho estava muito em alta à época, sendo alguns deles Samurai Jack e As Meninas Superpoderosas.

Ao artigo Clone Wars boss discusses Star Wars Force Awakens similarities, assinado por Stephanie Chase, o artista comentou sobre como a equipe conseguiu produzir algo memorável em pouco tempo. “Nós o desenvolvemos em duas semanas, e nós o fizemos tão rápido como uma equipe tão reduzida”.

O estilo de Tartakovsky é inconfundível.

O enredo escolhido teve um posicionamento óbvio na saga; dando continuidade aos acontecimentos apresentados em Ataque dos Clones, principalmente envolvendo Anakin Skywalker, cada episódio focou em determinado membro da Ordem Jedi (às vezes em um soldado clone) e que papel esse indivíduo desempenhou na guerra.

Com múltiplos pontos de vista, a animação expandiu a gravidade do conflito e, de quebra, apresentou novos personagens que mais tarde integrariam o cânone da saga. Vale ressaltar a primeira aparição do General Grievous, bem antes de A Vingança dos Sith, mas também a do oficial clone Rex e da mortífera Ventress. Todos vindo a reaparecer na franquia em algum momento após o fim da série.

Ventress (à esquerda) foi uma adição ao cânone da franquia se mantém até os dias atuais.

Clone Wars teve duração de três temporadas, entre 2003 e 2005, e por toda a sua duração tentou estabelecer uma linha coesa que pudesse se encaixar na trilogia prequel. Seu maior legado talvez seja a herdeira de mesmo nome que veio em 2008 e utilizava uma tecnologia de animação diferente, feita em totalidade com computação digital. O segundo Clone Wars ainda se encaixava no mesmo período que o programa antecessor, porém com um foco consideravelmente maior nos clones.

Após a aquisição da Lucasfilm pela Disney foi estabelecido que a versão de 2008 seria considerada como parte da saga, já a de 2003 não. Porém isso não diminuiu o brilho de um dos grandes clássicos do Cartoon Network e um dos produtos de Star Wars que mais impactou a marca fora do eixo dos filmes.

‘Pânico’: Ghostface está ainda mais ATERRORIZANTE no trailer legendado do novo filme

Paramount Pictures acaba de divulgar o primeiro trailer legendado de Pânico, 5º filme da icônica franquia slasher.

Assista e confira o cartaz nacional:

No filme, Sidney Prescott volta para sua cidade natal para descobrir quem está cometendo uma série de crimes brutais relacionados ao massacre de 1996.

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.