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‘Belfast’: Novo filme de Kenneth Branagh ganha trailer e cartaz oficiais; Confira!

Universal Pictures divulgou hoje (27) o trailer oficial de Belfast, novo filme do diretor Kenneth Branagh (‘Assassinato no Expresso do Oriente’).

Confira:

O filme é produzido por Laura Berwick, Becca Kovacik e Tamar Thomas.

Belfast é uma história pessoal e alegre sobre o poder da memória, ambientada no final dos anos 1960 na Irlanda do Norte. No centro do filme está Buddy, um menino à beira da adolescência, cuja vida é repleta de amor familiar, diversões de infância e um romance florescente. No entanto, com sua amada cidade natal envolvida em turbulências crescentes, sua família enfrenta uma escolha importante: esperar que o conflito passe ou deixe tudo o que conhecem para trás por uma nova vida.

Jamie Dornan, Caitriona Balfe, Judi Dench, Ciarán Hinds e Jude Hill estrelam.

O longa-metragem deve estrear ainda em 2021, sem dia de lançamento confirmado.

‘O Esquadrão Suicida’: Vídeo de bastidores revela segredos sobre a elogiada produção; Confira!

HBO Max divulgou hoje (28) um novo vídeo promocional do elogiado ‘O Esquadrão Suicida, dirigido por James Gunn.

featurette revela detalhes sobre o longa-metragem e nos leva aos bastidores da produção.

Confira:

Lembrando que o filme já está disponível na plataforma de streaming.

Assista à nossa crítica:

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

‘Britney x Spears’: Documentário sobre a icônica cantora pop já está disponível na Netflix!

‘Britney x Spears’, documentário sobre a icônica cantora pop que recentemente enfrentou o próprio pai nos tribunais em virtude de sua tutela, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming hoje, 28 de setembro de 2021.

Erin Lee Carr, conhecida por seu trabalho em ‘Eu Te Amo, Agora Morra – o Caso de Michelle Carter’, fica responsável pela direção.

Para aqueles não familiarizados com o caso, Britney e Jamie Spears se enfrentaram na corte estadunidense desde 2019, quando veio a público o conhecimento de que a artista estaria sendo controlada pelo pai e forçada a realizar inúmeros tipos de atividade contra a vontade.

Em junho de 2021, Britney fez comentários sobre a tutela do pai acerca de sua vida pessoal e profissional, caracterizando-a como abusiva e constrangedora. “Só quero minha vida de volta”, ela disse, através do telefone. A performer também revelou que seu pai a obrigou a atuar em diversas produções e, como se não bastasse, a impediu de ter filhos ao colocar nela um DIU (método contraceptivo interno).

Vale lembrar que Jamie Spears comandava a tutela da filha desde 2008, pouco tempo depois de Britney ter sofrido um colapso mental em virtude do comportamento tóxico dos paparazzi e dos produtores.

Jean Hale, atriz da clássica série do ‘Batman’, morre aos 82 anos

De acordo com o The Hollywood Reporter, a atriz Jean Hale morreu de ‘causas naturais’ aos 82 anos, em sua casa, localizada em Santa Mônica, cidade da Calfórnia, nos EUA.

Mais conhecida por seu papel como Polly na série clássica do ‘Batman‘, Hale faleceu em 03 de agosto, mas só agora sua família decidiu compartilhar a informação.

Não foram divulgados detalhes sobre o estado de saúde de Hale, apenas que ela partiu na companhia de sua família.

Além de atuar na série do Homem Morcego, ela também ganhou fama por seu papel como Myrtle Gorman no filme ‘O Massacre do Dia dos Namorados‘ (1967).

A trama é baseada num caso real, no qual sete pessoas foram assassinadas no Lincoln Park, em Chicago, durante a Era da Lei Seca nos Estados Unidos.

Os crimes foram causados por um conflito entre gangues lideradas por Al Capone e o traficante irlandês Bugs Moran.

No mesmo ano, ela também atuou em ‘Flint: Perigo Supremo‘, uma comédia de espionagem e paródia de ‘Flint contra o Gênio do Mal‘, lançado no ano anterior.

A comédia seria a primeira de um vindoura franquia, mas o projeto acabou sendo cancelado depois que Hale se recusou a participar das turnês de imprensa.

Depois disso, ela atuou diversas séries de TV, como ‘The Survivors‘, ‘The Mod Squad’, ‘Hawaii Five-O’, ‘Bonanza’ e ‘Tarzan.

Seus últimos trabalhos foram nos filmes ‘O Dia de Ação de Graças‘ (1990) e ‘Lies Before Kisses‘ (1991).

Burt Ward, Jean Hale e Adam West

‘O Homem das Castanhas’: Série de suspense criminal ganha intenso trailer; Assista!

A nova série de suspense criminal da Netflix, ‘O Homem das Castanhas‘, ganhou um intenso e misterioso trailer oficial.

Confira:

Na trama, ela foi assassinada em um playground de Copenhague. Perto do corpo, um bonequinho de castanhas pode ser a chave do mistério. A produção é baseada no best-seller nórdico.

Søren Sveistrup, Mikkel Serup, David Sandreuter e Dorte Warnøe Høgh assinam a criação da série.

Danica Ćurčić, Mikkel Boe Følsgaard e David Dencik estrelam a produção.

A 1ª temporada estreia no dia 29 de setembro na Netflix.

‘Clichês de Hollywood: O Cinema como Você Sempre Viu’: Especial cômico já está disponível na Netflix

O especial documental de comédia ‘Clichês de Hollywood: O Cinema como Você Sempre Viu‘, já está disponível na Netflix.

A produção reúne uma série de cineastas e estrelas de cinema para debaterem os maiores e mais amados clichês da indústria cinematográfica.

Confira o trailer:

Exércitos de um homem só, encontros fofos e perseguições de carro – estrelas e profissionais do cinema apresentam os maiores clichês da sétima arte.

Rob Lowe, Richard E. Grant, Florence Pugh, Andrew Garfield, Mark Strong e mais participam do especial.

Crítica | O Espião Inglês: Benedict Cumberbatch em incrível atuação em cinebiografia histórica

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É o tipo de trama que sempre quisemos ver se tornar genuinamente real: Homem comum vai de pai de família a um espião com um alvo em sua cabeça. Mas muito mais que qualquer história eletrizante que James Bond jamais pudesse ter trazido à tona, o caso Ironbark acompanha um momento crucial em meio à Guerra Fria, uma história pouco conhecida desse hiato que envolveu duas das maiores nações mundiais. E o drama O Espião Inglês, dirigido por Dominic Cooke, extrai dos empoeirados livros de história o conto de um empresário singelo que, na mais tenra inocência, se tornou a ponte entre a CIA e a União Soviética, em um relato que raras vezes o seu autor estaria vivo para contar em primeira pessoa.

Ironbark é encantador por natureza. Explorando um fragmento histórico que foge do conhecimento geral mundial (e que deve encher os russos de um ódio absoluto até hoje), a cinebiografia acompanha Greville Wynne, um empresário aleatório contratado para assumir a missão da sua vida: Ajudar a CIA a se infiltrar no Programa Nuclear Soviético durante a Guerra Fria. Estabelecendo um relacionamento arranjado com o traidor soviético Oleg Penkovsky (cujo codinome era Ironbark), ambos serão peças chave em um sistema de inteligência tática que visa acabar com a Crise de Mísseis de Cuba.

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E aqui, Benedict Cumberbatch dá vida a Greville, apresentando uma delicadeza, simplicidade e profundidade diferenciadas em sua performance. Revelando uma maior maturidade em sua caracterização, ele desafia seus próprios limites físicos e emocionais, submete seu corpo a uma perda de peso que choca os olhos e acrescenta à essa transformação um olhar pesado e doloroso, que reflete uma alma dilacerada e até mesmo traumatizada pelas experiências que testemunhou ao se submeter a um experimento como “espião por um dia”.

Sua atuação é ainda mais enriquecida com a ajuda a Merab Ninidze, que representa Ironbark com precisão, trazendo os mesmos aspectos físicos do desertor. E como uma aula genuína de história que jamais se vê nas escolas, o drama biográfico remonta os fatos com habilidade, conduz a trama sob uma direção consistente e sólida e sabe explorar bem a época histórica em que se encontra, fazendo o uso excessivo das sombras, a fim de ajudar na construção da atmosfera de pavor, incerteza e inseguranças que cercavam ambos os protagonistas a cada encontro.

Com um design de produção que ainda transita entre a vida familiar e padrão de Greville e sua obscura e misteriosa carreira como um espião às avessas, a cinebiografia é impecável em sua tecnicidade estética, esbanja nas padronagens da época quando lhe cabe e também proporciona uma bela experiência visual. Com um roteiro intrigante, assinado por Tom O’Connor, e que sabe reter a atenção da audiência do começo ao fim, O Espião Inglês é capaz de conquistar os olhares diversos. Carrega em si o peso artístico do cinema arte e sabe construir aquela tensão que um bom fã de um épico de 007 tem prazer em desfrutar. E de quebra, nos introduz a uma versão 2.0 do nosso amado Doutor Estranho.

 

‘Querido Evan Hansen’: Trilha sonora da adaptação musical já está disponível no Spotify!

A trilha sonora da adaptação musical de ‘Querido Evan Hansen‘, composta pela dupla Benj PasekJustin Paul, já está disponível no Spotify.

O álbum foi disponibilizado hoje, 27 de setembro.

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.

Ben Platt, intérprete de Evan Hansen na peça original, reprisa o personagem na versão cinematográfica. Vale lembrar que o astro foi premiado com o Tony Award por sua performance no musical.

Nik Dodani será Jared, amigo da família de artistas de Evan, enquanto Amandla Stenberg erá Alana, colega de classe de Evan que esconde uma profunda solidão. Stenberg também irá performar uma música original do longa. Julianne Moore interpretará a mãe do protagonista titular.

Kaitlyn Dever dará vida a Zoe, o interesse amoroso do desajeitado protagonista homônimo. Colton Ryan será Connor, um dos catalisadores principais da narrativa. Amy Adams será a mãe de Connor, enquanto Danny Pino será seu marido.

A trama acompanha um jovem estudante do Ensino Médio que sofre de ansiedade social e se vê preso em sua própria mentira, quando decidi fingir ter tido um relacionamento próximo com um colega de sala que cometera suicídio.

A peça conquistou seis Tony Awards em 2017, incluindo o de Melhor Musical.

Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível‘) assina a direção do projeto. Benj PasekJustin Paul ficam a encargo da trilha sonora.

Steve Levenson, que escreveu o livro do musical, fica responsável pelo roteiro. Marc Platt (‘La La Land: Cantando Estações‘) e Adam Siegel entram como produtores do filme.

‘Venom 2 – Tempo de Carnificina’ ganha incríveis artes de fã; Confira!

A Sony Pictures divulgou, através do Twitter, incríveis cartazes feitos por fãs do aguardadoVenom 2 – Tempo de Carnificina’.

Confira:

A sequência chega ao Brasil dia 07 de Outubro.

A sequência trará de volta Tom HardyMichelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

 

‘Pretty Little Liars’: Cinco novas atrizes se juntam ao elenco do reboot

De acordo com o Deadline, cinco novas atrizes entraram para o elenco do reboot ‘Pretty Little Liars: Original Sin‘, que está sendo desenvolvido pela HBO Max.

Lea SalongaSharon LealElena GoodeCarly Pope e Zakiya Young irão interpretar as mães das novas protagonistas.

O elenco da nova versão ainda contará com Chandler Kinney (‘Zombies 2’), Maia Reficco (‘Strangers’), Bailey Madison (‘Good Witch’), Zaria (‘Black-ish’), Malia Pyles (‘Baskets’), Alex Aiono (‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce’), Mallory Bechtel (‘Hereditário’) e Eric Johnson (‘Smallville’).

Através de uma declaração oficial, o showrunner Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale‘) revelou que o reboot se inclinará muito mais no gênero terror do que a série original.

“Nós vamos nos inclinar bastante no terror e suspense nesse reboot. Espero que possamos honrar os fãs da série original ao mesmo tempo em que introduzimos elementos inesperados.”

Ele completa, “Nesse reboot sombrio e cheio de terror, a história se passará a alguns quilômetros de Rosewood, mas existirá dentro do universo de ‘Pretty Little Liars’ – se passará em uma cidade nova, com uma nova geração de pequenas mentirosas.”

Confira a sinopse oficial do reboot:

“Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.”

O reboot será lançado através da HBO Max, em 2022.

Pretty Little Liars: Original Sin‘ recebeu um pedido direto para a série da HBO Max, e está sendo baseado nas histórias contadas na série de livros best-sellers de Sara Shepard.

Em conversa exclusiva com o CinePOP, Lucy Hale, que interpretou a jovem Aria nas sete temporadas da produção, falou sobre a possibilidade de voltar à personagem. E a atriz não guardou meias palavras:

“Com certeza (gostaria de um revival da série)! Acho que tem que passar um pouco mais de tempo, mas eu amo a série, amo aquela personagem e amo aquelas pessoas. 100% de chance que me envolveria.”

Roberto Aguirre-Sacasa, criador e showrunner de ‘Riverdale‘, será o showrunner do reboot da série.

A produtora Alloy Entertainment, que controla os direitos da série original, será responsável pela produção da nova versão.

A série original durou por sete temporadas (2010-16), rendendo ainda dois spin-offs: ‘Ravenswood‘ e ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘, ambos cancelados depois de apenas uma temporada.

‘Whistler Camp’: Atriz de ‘True Blood’ entra para o elenco do novo terror LGBTQ+ da Blumhouse

De acordo com o Deadline, Carrie Preston (‘True Blood’) entrou para o elenco de ‘Whistler Camp‘, terror LGBTQ+ que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco ainda conta com Theo Germaine (‘The Politician’) e Kevin Bacon (‘The Following’), que também servirá como produtor executivo.

John Logan, criador de ‘Penny Dreadful‘, será responsável pela direção.

A trama, descrita como uma “história queer de empoderamento”, será ambientada em um acampamento de conversão gay.

Vale destacar que Logan já ganhou três indicações ao Oscar, além de ter vencido o Globo de Ouro, BAFTA, entre outras premiações importantes. Seus créditos incluem ‘007 – Operação Skyfall‘, ‘007 Contra Spectre‘, ‘Gladiador‘, ‘O Aviador‘, ‘O Último Samurai‘, ‘Rango‘, ‘Alien: Covenant‘ e ‘Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet‘.

Jason Blum e Michael Aguilar (‘Kidding’) serão os produtores.

Ryan Turek será responsável por supervisionar a produção para a Blumhouse.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘V/H/S/94’: Terror antológico ganha novas imagens sinistras; Confira!

- V/H/S/94 - Photo Credit: Shudder

O terror antológico ‘V/H/S/94‘, quarto filme da franquia, ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

Simon Barrett, Chloe Okuno, Ryan Prows, Jennifer Reeder e Timo Tjahjanto são responsáveis pela direção dos novos segmentos.

Após a descoberta de uma misteriosa fita cassete, um time de polícia da SWAT parte em uma missão de alta intensidade em um armazém remoto, apenas para descobrir um culto sinistro cuja coleção de materiais pré-gravados dá início a uma conspiração horrível.

Essa será a primeira iteração da saga a ser apresentada em uma única e fluida narrativa, com as histórias ligadas entre si. Para aqueles que não se recordam, as entradas anteriores funcionavam de modo antológico e eram ligados por uma narrativa externa.

Nos EUA, o terror será lançado pelo Shudder no dia 6 de outubro.

Conheça o polêmico terror sobre POSSESSÃO que está na Netflix

Vira e mexe a Netflix lança um filme de terror que faz sucesso com seus assinantes, e dessa vez o streaming lançou em seu catálogo o aterrorizante ‘O Mistério de Grace‘ (‘Grace, the Possession’, 2014).

Assista ao trailer legendado:

Dirigido por Jeff Chan, o longa acompanha uma jovem chamada Grace (Alexia Fast), que escapa de uma criação rígida para viver uma vida com mais liberdade na faculdade, mas uma força demoníaca fará de tudo para dominá-la.

Depois de crescer obedecendo uma rigorosa doutrina religiosa, Grace acredita que a vida lá fora pode lhe oferecer novas perspectivas de vida, então decide começar a estudar e se adaptar às descobertas da juventude.

No entanto, ela acaba sendo possuída por uma entidade, que transforma sua vida em um verdadeiro inferno na Terra. Para se livrar das perseguições, ela volta para a companhia de sua avó (Lin Shaye) e se vê obrigada a seguir sua religião.

Apesar dos esforços, quanto mais o tempo passa, mais forte se torna a força demoníaca que tomou conta de seu corpo e de sua mente.

Ao longo de 1h 27 de duração, a trama escrita por Chan, Chris Pare e Peter Huang é repleta de momentos de angústia, principalmente porque o público acompanha tudo a partir do ponto de vista da própria Grace.

Infelizmente, o longa recebeu apenas 16% de aprovação no público no Rotten Tomatoes, e a única crítica disponível diz que:

“‘O Mistério de Grace‘ é um terror genérico, completamente comum e que se desgasta quase imediatamente.” 

Além da Fast e Shaye, o terror também conta com Brett Dier (‘Jane, a Virgem’), Alexis Knapp (‘A Escolha Perfeita’), Alan Dale (‘Dinastia’), Joel Moore (‘Avatar’), Clarke Peters (‘Destacamento Blood’) e Madeleine Arthur (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’).

Filmes de Terror que Completam 35 Anos em 2021

Enquanto há 40 anos, tínhamos o que ficou conhecido como o auge do cinema slasher (com produções do estilo sendo lançadas a torto e a direito), cinco anos depois a situação já se mostrava diferente no cinemão Hollywoodiano. Isso só demonstra como as tendências mudam rápido na maior meca do cinema mundial. Há 35 anos, os estúdios, cineastas, produtores e artistas em geral buscam uma maior criatividade em seus projetos e não ficavam limitados a um tipo de filme repetitivo.

Voltando 35 anos no passado, o cinema entretenimento incluía de tudo um pouco no gênero do terror. A ciência era um ponto que falava alto, apresentando ficções científicas como ponto de partida para o medo e os sustos. Mas também tínhamos espaço para elementos sobrenaturais, assombrações, outras dimensões, psicopatas e vampiros. Fora isso, o slasher também dava as caras, mas modificado e mais esperto, acrescentando humor em sua narrativa – como veremos abaixo em alguns itens. Portanto, se prepare, esses são os filmes de terror que completam 35 anos em 2021. Confira e não esqueça de comentar.

Aliens – O Resgate

Começamos a lista com um filme que foi também um dos maiores sucessos de crítica e bilheteria de 35 anos atrás no cinema. Alien – O Oitavo Passageiro (1979) é até hoje citado como marco da ficção científica e influente no cinema de monstro espacial. Quase dez anos depois, o diretor James Cameron realizava algo raro: uma continuação que é ainda melhor que seu original! Desta vez é guerra! E Sigourney Weaver retornava ao lado de militares fortemente armados para combater não um, mas um planeta infestado de xenomorfos – além, é claro, da infame Rainha. Inesquecível.

A Mosca

Aqui temos mais um item especial na lista. O filme é na verdade a reimaginação do clássico A Mosca da Cabeça Branca, filme B de ficção científica de 1958. Aqui, David Cronenberg consegue realizar uma das poucas refilmagens que superam em muito o seu original. Jeff Goldblum vive um cientista genial e egocêntrico que cria uma máquina de teletransporte. Ao usar a si mesmo como cobaia, o acaso entra em jogo e ele termina misturado ao DNA de uma mosca, criatura na qual aos poucos vai se tornando. A definição de nojeira foi atualizada com este filme.

Poltergeist II – O Outro Lado

Poltergeist – O Fenômeno (1982) se tornou um sucesso de bilheteria, mas causou certa controvérsia quando o diretor Tobe Hooper afirmou que quem dirigiu o filme na verdade foi o produtor Steven Spielberg. Seja como for, ambos se mantiveram afastados desta continuação, mas que trouxe todos os membros da família Freeling de volta, incluindo a pequena Carol Anne (Heather O’Rourke) para mais um round contra espíritos malignos em sua nova casa.

Sexta-Feira 13: Parte 6 – Jason Vive

Durante toda a década de 1980, a franquia Sexta-Feira 13 reinou, clamando seu posto no monte dos filmes slasher. Há 35 anos, a série chegava ao seu sexto filme. Como Jason havia morrido de vez no quarto filme (chamado Capítulo Final) e os fãs não gostaram muito do que foi feito com o quinto, a solução foi levantar o maníaco do túmulo neste sexto longa. Fora isso, Jason Vive é o que mais brinca com o gênero acrescentando humor autorreferente em sua narrativa. Justamente por isso, se tornou um dos preferidos dos fãs.

A Morte Pede Carona

O saudoso Rutger Hauer será para sempre lembrado pelos trabalhos inesquecíveis que fez no cinema, como Roy Batty de Blade Runner (1982). Um dos mais memoráveis é o maníaco das estradas conhecido apenas como John Ryder. Ele é um caronista psicopata que transforma a vida do jovem interpretado por C. Thomas Howell num verdadeiro inferno após o protagonista ter a péssima ideia de lhe oferecer carona pela companhia. O filme assustou muitas crianças e adolescentes da época, e foi refilmado em 2007.

Criaturas

Na arte nada se cria e tudo se copia. No cinema, é claro, o mesmo se aplica. E aqui temos a maior e mais descarada “cópia” do sucesso Gremlins, da Warner. Acrescentando mais terror e menos clima família, as criaturas do título são alienígenas fugitivos que vêm parar na Terra, onde tocam o terror numa família fazendeira e numa pequena cidade rural, enquanto são caçados por seres interplanetários.

Psicose III

Sim, há 35 anos as salas de cinema já eram dominadas por inúmeras continuações de filmes de sucesso. E nem mesmo o icônico Norman Bates, um dos maiores vilões da sétima arte, escapou de retornar em novas sequências. Psicose (1960), clássico imortal de Alfred Hitchcock, já havia ganhado sua primeira continuação em 1983, e aqui a história do assassino, novamente vivido por Anthony Perkins, chegava na terceira parte. Passado apenas um mês após o anterior, a história mostra Norman se apaixonando por uma freira, o que enfurece sua “mãe”. Perkins também dirige o longa.

Noite de Arrepios

Filme cult por excelência, este longa passou em branco desmerecidamente nos cinemas, mas conquistou muitos fãs em suas exibições na TV aberta nos anos 80/90. É até meio difícil descrever a história, que mistura de tudo um pouco, sendo um prato cheio para quem curte terror, aventura, romance, suspense e comédia. Temos lesmas alienígenas possuindo os corpos de jovens universitários, os transformando em zumbis. Ao mesmo tempo, um policial veterano é atormentado por um psicopata do passado. Diversão garantida.

A Noite das Brincadeiras Mortais

Outro filme cult e subestimado, este longa subverte o que vinha sendo feito dentro dos filmes slasher de uma forma totalmente inusitada e divertida. Um grupo de amigos planeja um fim de semana na casa de praia de uma delas numa ilha remota. No local, a anfitriã preparou um fim de semana repleto de brincadeiras e pegadinhas, com a promessa de boas risadas. Mas o que acontece quando essas brincadeiras começam a ficar cada vez mais sérias, até resultar em algumas mortes.

A Maldição de Samantha

Dirigido por Wes Craven este é um filme que assustou os jovens na época, porém, envelheceu mal e basta uma segunda olhada hoje para perceber que causará mais risadas do que medo. A trama fala sobre abuso doméstico, quando um pai alcóolatra termina matando sua própria filha, a loirinha Samantha (Kristy Swanson). Um rapaz apaixonado por ela, a traz de volta na forma de uma menina robô assassina.

O Massacre da Serra Elétrica 2

Após o sucesso de O Massacre da Serra Elétrica (1974), um dos “pais” do cinema slasher americano, o estúdio Cannon Films queria replicar tal sucesso agora em sua empresa, para isso contratou o mesmo diretor Tobe Hooper para desenvolver a continuação. O cineasta, no entanto, não queria se repetir, e criou uma segunda parte que mais parece uma viagem de ácido passada em Twin Peaks.

O Rock do Dia das Bruxas

 

Outro que marcou época em suas exibições na TV aberta no início dos anos 90. Aqui, um jovem sofre bullying no colégio e sua única válvula de escape é o cantor de rock de quem é fã e ama ouvir as músicas como fuga da realidade. Quando o roqueiro morre, ele fica desolado. Mas o músico retorna do além como uma assombração e decide se vingar dos valentões para o fã.

Vamp – O Filme

O chamariz aqui é a presença da musa da década de 80, a modelo negra Grace Jones, que interpreta uma vampira sedenta pelo sangue de jovens universitários em busca de strippers para seus amigos. O filme tem uma trama similar e pode ter servido de inspiração para Um Drink no Inferno. No elenco, Dedee Pfeiffer, irmã mais jovem de Michelle Pfeiffer.

Link – O Animal Assassino

Por falar em atrizes famosas saídas da década de 80, aqui temos estrelando ninguém menos que Elisabeth Shue, dois anos após Karatê Kid. Aqui temos um exemplar de filme de animais assassinos. Shue interpreta uma jovem assistente de um cientista (Terence Stamp) que faz experiências com macacos. Ambos acabam se tornando alvo dos animais quando estes ficam descontrolados.

Chopping Mall

Outra pérola máxima saída dos anos 80, com uma trama altamente absurda e justamente por isso amamos. Num shopping de luxo (era a época do auge deles), a segurança do local testa um novo sistema revolucionário: robôs guiados por inteligência artificial para tomar conta do estabelecimento à noite. Um grupo de funcionários engraçadinhos decide dormir no local e fazer festa. Eles terminam se tornando alvo dos robôs assassinos.

Comboio do Terror

Por falar em máquinas descontroladas, caçando e matando humanos, aqui temos uma história assim saída da mente de ninguém menos que Stephen King. E não apenas isso, desta vez o autor decidia colocar a mão na massa, dirigindo ele mesmo o filme. Na trama, um cometa passa pela Terra e dá vida para todas as máquinas do planeta, sejam carros, geladeiras ou facas elétricas. E logo, os humanos liderados por Emilio Estevez se tornam alvo desta rebelião.

Invasores de Marte

O diretor Tobe Hooper firmou uma parceria duradoura com a Cannon Films durante a década de 80. No mesmo ano em que ele lançava O Massacre da Serra Elétrica 2 com o estúdio, ganhava sinal verde também para um novo filme sobre extraterrestres chegando à Terra, com intenções não muito boas.

Do Além

O diretor Stuart Gordon se tornou o nome no cinema quando pensamos em adaptações do autor H.P. Lovecraft nos anos 80. Em 1985, ele havia comandado Re-Animator: A Hora dos Mortos-Vivos. E logo no ano seguinte entregava este Do Além, novamente abordando cientistas brincando de Deus e gerando consequências terríveis e sobrenaturais em seus experimentos.

Demons 2 – Eles Voltaram

Agora temos um terror italiano na lista – gênero que o país é especialista igualmente. Apresentado, escrito e produzido pelo mestre Dario Argento, Demons – Filhos das Trevas (1985) mostrava uma maldição ocorrendo durante a exibição de um filme misterioso num cinema, transformando espectadores incautos em zumbis demoníacos. A sequência era lançada logo no ano seguinte, novamente com Argento em tais funções, e movendo a trama para um grande prédio residencial.

A Visão do Terror

Outro cult por excelência, esse filme mistura dois elementos que chegavam com tudo nos anos 80. Primeiro, na parte técnica, a década nos trouxe efeitos práticos de cair o queixo, que seguem muito melhores que os efeitos visuais de computadores – datados rapidamente. Segundo, era o advento das TVs por satélite, que é o mote para a trama. Uma família está toda feliz com sua nova antena – porém, o sistema começa a captar algo que não são os canais e abre um portal para outra dimensão.

Bonecas Macabras

Por falar no diretor Stuart Gordon, os anos 80 foram realmente sua era de ouro no cinema. Aqui o cineasta lançava ainda outro filme no mesmo ano, esse sem uma história de Lovecraft. Aqui, Gordon voltava-se para bonecas mortais. Na trama, uma família em meio a uma tempestade se vê obrigada a buscar abrigo numa casa. O local é a moradia de um fabricante de bonecas. Lá, eles irão se deparar com forças sobrenaturais que garantem vida aos pequenos objetos.

Troll – O Mundo do Espanto

Assim como Jennifer Aniston, estrela de Friends, iniciou sua carreira com o terror “tosco” O Duende (1993), outra atriz famosa da TV havia seguido o mesmo caminho antes. Julia Louis-Dreyfus ficou imortalizada pelo papel de Elaine em Seinfeld, antes de seguir para outras séries famosas. Aqui, ela iniciava sua carreira num filme de terror que fala sobre criaturas mágicas como duendes e bruxas, vivendo em um prédio de San Francisco.

Dossiê 007 | Cassino Royale (2006) – Franquia ganha reboot com Daniel Craig em 21º Filme

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada em nova data para o dia 30 de setembro de 2021 exclusivamente nos cinemas – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo para você inúmeras curiosidades e muita informação.

O que era para ser uma grande comemoração da franquia 007 terminou se mostrando um presente de grego. Um Novo Dia Para Morrer era planejado como comemoração dupla: dos 40 anos da franquia no cinema e também como vigésimo filme da cronologia oficial. Esforços não foram poupados, o orçamento era o maior da franquia até então e até mesmo Madonna estava à frente da trilha sonora (e fazia uma ponta na trama). Apesar da bilheteria colossal, recorde na franquia igualmente, o consenso foi de que o vigésimo longa não foi um exemplar muito bom, entrando para a história como um dos piores, quiçá o pior, capítulo da franquia – na opinião dos fãs e dos críticos. Assim, quatro anos foi o tempo necessário para a reformulação até Cassino Royale. Confira abaixo os detalhes de bastidores.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Produção

Um Novo Dia Para Morrer era para ter sido um dos grandes exemplares da franquia, que serviria como marco dos filmes de 007 para comemorar um feito duplo (vigésimo filme em 40 anos de produções). Apesar de um recorde nas bilheterias, e de tudo parecer estar no lugar, todos consideraram o filme um dos piores da série no cinema. Em partes devido ao uso excessivo de efeitos visuais de computadores que tornavam os feitos do espião, já cinquentão, simplesmente ridículos. No período, a EON Pictures de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson conseguiram reverter os direitos de Nunca Mais Outra Vez e Cassino Royale de volta para a produtora. Assim, sem perder muito tempo, ficou decidido que seria usado como tema do vigésimo primeiro filme justamente o livro de Ian Fleming citado, que já havia sido adaptado na forma de uma paródia. Nos últimos anos, os roteiros eram inéditos e assim, pela primeira vez em muito tempo, um texto do autor seria utilizado novamente como base da narrativa. Para a direção, um especialista em introduzir novos atores no papel se mostrava disponível, e Martin Campbell retornava a cadeira de direção onze anos depois de Goldeneye.

James Bond

Quando Pierce Brosnan estreou como James Bond em Goldeneye, ele logo foi considerado a “salvação da lavoura” para a franquia. Ele foi a escolha certa e seu debute ocorria com o pé direito. Ao final de quatro filmes como o personagem, o pensamento geral sobre sua Era havia mudado. A culpa, no entanto, não foi do ator, que apresentou um desempenho sólido como James Bond. O problema eram os roteiros e os resultados de seus filmes que, embora fossem diversões escapistas, falharam em criar alguma ressonância junto aos fãs. O ápice acontecia com Um Novo Dia Para Morrer, considerado um episódio abaixo da média até mesmo pelos cabeças da EON. Porém, mesmo depois de ter ficado decidido que Cassino Royale seria o novo episódio da franquia, a lealdade para com Brosnan estava de pé. A EON considerava que o ator merecia se despedir da franquia com um grande filme, que fizesse jus ao seu talento, e em especial seus três últimos filmes como Bond não realizaram isso.

O que pesou mesmo em seu desligamento da franquia foi justamente a escolha da história ser Cassino Royale. Tudo porque neste exemplar, Bond iria se apaixonar como nunca anteriormente, sendo o relacionamento fervoroso com Vesper Lynd toda o centro da trama. Bem, isso não era uma boa notícia para Pierce Brosnan. Então um Bond cinquentão, os produtores não acharam que um protagonista veterano se encaixaria neste tipo de narrativa, afinal um espião experiente seria mais duro e frio. A não ser que seu par tivesse sua idade, e quem pagaria para ver um romance maduro de meia idade num filme de 007? Pior para Brosnan, que precisou ser desligado, fato que nunca aceitou muito bem ou superou, afinal quem aceitaria? Para o ator tudo estava indo bem, os números de bilheteria eram favoráveis e ele queria permanecer mais tempo no papel. Não foi o que pensaram os produtores. O mundo é injusto.

Assim, após uma nova e extensa seleção de candidatos ao cargo de novo 007 do cinema, finalmente era escolhido o mais jovem e atlético Daniel Craig. Esta escolha não vinha desprovida de suas próprias polêmicas, afinal Craig é loiro – o que causou, de forma despropositada, comoção na época. E segundo, que o ator não era considerado, digamos, muito galante, para ocupar a elegância do papel. De aparência bruta e rústica, muito se brincou com as feições de um James Bond, digamos, não necessariamente bonito ou atraente. Mais uma vez demonstrando a histeria coletiva sem razão, Daniel Craig provou que todos estavam errados. Se mostrou o James Bond para os novos tempos, mais em forma e dono de um físico avantajado, era um 007 mais bruto e forte, aos poucos lapidando a sofisticação esperada através de seus filmes.

Missão Secreta

Os anos 2000 foram, entre outras coisas, a década dos reboots. Após o malfadado Batman & Robin (1997), o maior super-herói de todos, o Homem Morcego, finalmente ganhava uma reimaginação do zero, iniciando suas aventuras com Batman Begins (2005). Coincidência ou não, no ano seguinte, o mesmo era tentando com James Bond em Cassino Royale, que contava o início de carreira de um inexperiente 007, ganhando seu título na agência e sua tão famosa permissão para matar.

Cassino Royale já havia sido levado aos cinemas em 1967, mas na forma de uma paródia. Em 2006 era a hora de adicionar o livro de Ian Fleming ao cânone da franquia com um filme sério, que terminou revolucionando as produções de 007 como nunca antes. De começo, esta é uma aventura mais “pé no chão” e que embora seja repleta de ação frenética, é desprovido de qualquer elemento fantasioso – como os gadgets imortalizados do personagem. Na trama, Bond ganha seu novo título na agência após realizar uma missão e é logo incumbido de seguir um intermediário para um grupo terrorista. O espião é designado a um jogo de cartas num cassino, a fim de tirar todo o dinheiro de Le Chiffre, o tal contato dos terroristas. No caminho, ele conhece e se apaixona por Vesper Lynd, relacionamento este que poderá botar tudo a perder.

Bondgirls e Aliados

Cassino Royale até possui outra Bondgirl nas formas de Solange, personagem de Caterina Murino, mas a intenção era dar foco pleno e absoluto para o grande amor da vida de James Bond: a enigmática Vesper Lynd. Assim, não tinha para ninguém além dela, e nem podia. Personagem ambígua, Vesper entra na trama como parceira da agência e ligação de Bond, de forma fria e calculista. Aos poucos inicia um relacionamento de confiança com o agente secreto, que envolve a mulher se abrir por completo para o espião, demonstrando também suas fragilidades. No final, ganhamos a reviravolta de sua traição. Vesper já tinha um companheiro e fez tudo de forma pensada para ele. Para esta grande personagem, era necessário uma atriz à altura. E a escolhida foi a francesa Eva Green, então saída do sucesso erótico O Sonhadores. Green deslanchou em sua carreira devido a esta rica personagem.

Além disso, a chefe M era novamente interpretada pela Dama Judi Dench, trazida da era Brosnan como único elo do passado na franquia, causando certa confusão. Afinal, se a trama de Cassino Royale reinicia tudo, como pode ter a mesma M do futuro? Bem, o melhor é não pensar nisso e imaginar esta M como uma versão alternativa de Judi Dench. Nada de Q e Moneypenney ainda, no entanto. Porém, aqui temos Felix Leiter, o amigo da CIA, nas formas de Jeffrey Wright.

Vilões

O grande vilão de Cassino Royale é Le Chiffre, que havia sido interpretado por Orson Welles na paródia de 1967. Aqui, ele era vivido por um ator igualmente de grande peso, embora nesta época não possuísse a importância que tem hoje. Mads Mikkelsen, consagrado dinamarquês de filmes como A Caça (2012) e Druk – Mais Uma Rodada (2020). Para alguns fãs, há de se argumentar a importância de Le Chiffre como vilão em Cassino Royale, afinal ele não é o cabeça de nenhuma organização, está mais para o capanga intermediário. O doleiro. Fora isso, ele é eliminado antes do último ato do filme, o que cria uma quebra de expectativa com a trama continuando depois disso. Mas a verdade é que seus atos são inegáveis e Le Chiffre personificado por Mikkelsen, com sua cicatriz no olho, se torna uma figura muito emblemática, dando o pontapé necessário da era Craig. Que o diga a cena de tortura na cadeira com Bond nu.

Relatório

Sempre quando uma franquia se torna muito fantasiosa, é necessário uma volta às origens. E duas das grandes franquias de ação do cinema provavam isso em meados da década de 2000: Batman e 007. Cassino Royale trouxe o Bond para os novos tempos, num thriller repleto de uma ação grandiosa, porém, de uma forma mais realista e crua. Nada de firulas de “tiozão”. Aqui, a aposta era no sangue e suor. O resultado, tanto de Cassino Royale, quanto de Daniel Craig na pele de James Bond foi melhor, muito melhor, que o esperado. Assim, a franquia adentrava uma nova época, disposta a fazer frente de novo à concorrência. Na trilha sonora, a já costumeira canção que vende o filme logo na abertura ficou a cargo do saudoso Chris Cornell, que interpretou a eletrizante You Know My Name. Bem propício.

Cassino Royale atingiu o objetivo planejado pela EON Pictures: a aprovação do público, dos fãs e da crítica. Além disso, atingia uma marca impressionante de bilheteria igualmente, que embora não fosse um fenômeno estrondoso, fez bonito o suficiente para garantir Craig para novos filmes. E assim, sem perder muito tempo como de costume, uma continuação era planejada para Cassino Royale. Mas isso é assunto para o próximo Dossiê, como você sabe.

‘Round 6’: Série da Netflix vai ganhar novas temporadas?

Na semana passada, chegou à Netflix a série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que rapidamente se tornou um fenômeno entre os assinantes.

Ocupando as primeiras posições no TOP 10 da plataforma, a série é uma espécie de ‘Jogos Vorazes, a produção escrita e dirigida por Hwang Dong-hyuk acompanha 456 pessoas que participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões de won.

Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as seis fases do jogo, mas a sentença para os perdedores é a morte.

A popularidade da série é tanta, que vários fãs já estão pedindo por mais temporadas.

Durante uma entrevista para a Variety, Dong-hyuk foi questionado sobre o assunto e disse que ainda não há planos para novos episódios.

“Eu não tenho planos bem desenvolvidos para novas temporadas. Sinceramente, é muito cansativo só de pensar nisso. Mas se eu fosse fazer, certamente não faria sozinho. Eu consideraria usar uma equipe de roteiristas e gostaria de trazer vários diretores experientes.”

Desde a estreia, a produção tem sido comparada a filmes como ‘Battle Royale’ eJogos Vorazes, mas o cineasta revelou quais foram suas verdadeiras inspirações para criar a atração.

“Na verdade, eu me inspirei muito nos quadrinhos e animações japonesas ao longo dos anos. Venho desenvolvendo este projeto há mais de 10 anos… Quando eu comecei, eu estava falido e passava muito tempo em cafeterias lendo quadrinhos, incluindo ‘Battle Royale’ e ‘Liar Game‘. Comecei a me perguntar como me sentiria se participasse desses jogos. Mas achei tudo muito complexo, então preferi usar jogos infantis em ‘Round 6‘.”

Nas redes sociais, os elogios vão desde o roteiro, à direção e às atuações do elenco, fazendo a atração se tornar uma das mais comentadas de 2021 em tão pouco tempo.

Os fãs já estão até compartilhando os melhores momentos da trama, que além dos momentos de tensão também consegue arrancar sorrisos e lágrimas.

Confira as publicações:

Mais uma atriz novata perfeita para gente guardar o nome para os próximos papéis #SquidGame #Round6 #JungHoYeon pic.twitter.com/NPtaHdFzLt

Confira o trailer:

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Curiosidades | ‘Garota Exemplar’, aclamado suspense de David Fincher, completa 7 anos!

O lendário cineasta David Fincher tem inúmeros títulos irretocáveis em sua filmografia – e Garota Exemplar é um dos longas-metragens que mais refletem seu estilo único.

Na trama, Amy Dunne (Rosamund Pike) desaparece no dia do seu aniversário de casamento, deixando o marido Nick (Ben Affleck) em apuros. Ele começa a agir descontroladamente, abusando das mentiras, e se torna o suspeito número um da polícia. Com o apoio da sua irmã gêmea, Margo (Carrie Coon), Nick tenta provar a sua inocência e, ao mesmo tempo, procura descobrir o que aconteceu com Amy.

Elogiado pela crítica e garantindo uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz para Pike, o filme também fez um estrondo de bilheteria e arrecadou nada menos que US$369 milhões mundialmente.

Para celebrar seu recente aniversário, o CinePOP separou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Affleck adiou seu trabalho em ‘A Lei da Noite’ para participar no longa-metragem com Fincher. Ele até mesmo disse: “ele é o único diretor que conheci que pode fazer o trabalho de todos os outros melhor do que eles mesmos”.
  • Fincher explicou que uma das razões por ter elencado Pike como Amy é que a atriz tinha uma aparência de idade indecifrável e poderia interpretar uma mulher mais velha ou mais nova. O fato de Rosamund ter contado a Fincher que era filha única também se mostrou como um aspecto bastante chamativo para a personagem de Amy.

  • Reese Witherspoon havia conseguido os direitos da adaptação do romance de Gillian Flynn em junho de 2012 e decidiu entrar como produtora através de sua própria companha, a Pacific Standard, visto que conseguiria interpretar Amy. Entretanto, depois de sua reunião inicial com Fincher, Witherspoon decidiu abandonar o posto, percebendo que não era a pessoa certa para viver a protagonista.
  • A ideia para a trilha sonora foi dada de Fincher à icônica dupla Trent ReznorAtticus Ross e foi baseada em uma visita que o diretor fez a um spa, onde a música, que deveria relaxá-lo, era assustadora e o deixava desconfortável.
  • O restaurante The Bar se tornou um verdadeiro ponto turístico, exatamente onde as sequências foram rodadas na cidade de Cape Girardeau, em Missouri, Estados Unidos.

  • Para interpretar Amy, Pike pegou inspirações das performances de Nicole Kidman em ‘Um Sonho sem Limites’ e de Sharon Stone em ‘Instinto Selvagem’. Ela também estudou a personalidade Carolyn Bessette-Kennedy, esposa de John F. Kennedy Jr., para a linguagem corporal e para a personalidade indiferente.
  • A indicação ao Oscar de Melhor Atriz para Pike marcou a quarta vez consecutiva que Fincher dirigia uma performance nomeada para as categorias de atuação, precedida por: Brad PittTaraji P. Henson em ‘O Curioso Caso de Benjamin Button’Jesse Eisenberg em ‘A Rede Social’; e Rooney Mara em ‘Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres’.

  • Além de Witherspoon, Charlize TheronNatalie PortmanEmily BluntRooney MaraOlivia WildeAbbie CornishJulianne Hough foram consideradas para o papel de Amy Dunne. Enquanto isso, Brad PittJon Hamm foram cogitados para viver Nick Dunne.
  • Para compreender o personagem, Affleck pesquisou e estudou diversos homens que foram acusados de terem matado suas esposas. Ele prestou atenção particularmente a Scott Peterson.
  • O retorno de Amy a Nick, totalmente ensanguentada e caindo em seus braços, enquanto está rodeada de repórteres, é uma proposital e elaborada zombaria aos finais felizes.

Série da Netflix estilo ‘Jogos Vorazes’ se torna um FENÔMENO de público; Confira as reações!

A série ‘Round 6‘ (Squid Game) vem recebendo bastante elogios dos assinantes da plataforma. Para se ter uma ideia, a série figura no 1º lugar entre as produções mais assistidas do streaming.

Descrita como uma espécie de ‘Jogos Vorazes‘, a produção dirigida por Hwang Dong acompanha 456 pessoas que participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões de won.

Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as seis fases do jogo, mas a sentença para os perdedores é a morte.

Os elogios vão desde o roteiro, à direção e às atuações do elenco, fazendo a atração se tornar uma das mais comentadas de 2021 em tão pouco tempo.

Nas redes sociais, os fãs já estão até compartilhando os melhores momentos da trama, que além dos momentos de tensão também consegue arrancar sorrisos e lágrimas.

Confira as publicações:

Mais uma atriz novata perfeita para gente guardar o nome para os próximos papéis #SquidGame #Round6 #JungHoYeon pic.twitter.com/NPtaHdFzLt

Confira o trailer:

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

‘The Girl in the Woods’: Série sobrenatural estilo ‘Buffy’ ganha trailer e data de estreia; Confira!

O serviço de streaming Peacock divulgou hoje (27) o trailer oficial de ‘The Girl in the Woods’, série sobrenatural no estilo ‘Buffy – A Caça-Vampiros’.

Além disso, foi revelado que a produção irá estrear no dia 21 de outubro.

Confira:

O drama sobrenatural, inspirada nos curtas da Crypt TV, é ambientado no noroeste do Pacífico e gira em torno da fuga de uma jovem garota de uma misteriosa colônia na qual vive – e que serve como guarda para os terríveis monstros escondidos detrás de uma porta nas florestas.

Krysten Ritter, conhecida por seu papel em Jessica Jones, fica responsável pela direção de quatro episódios, incluindo o piloto. Jacob Chase (‘A Maldição de Larry’) comanda os quatro capítulos restantes.

Casey Modderno (‘The Birch’) entra como roteirista principal.

O elenco é formado por Stefanie Scott (Carrie), Misha Osherovich (Nolan), Sofia Bryant (Tasha), Will Yun Lee (Arthur Dean), Kylie Liya Page (Sara), Reed Diamond (Hosea) e Leonard Roberts (Khalil)

A série é baseada tanto no curta-metragem ‘The Door in the Woods’, escrito e dirigido por Joey Greene, bem como na sequência ‘The Girl in the Woods’, de Roxine Helberg e história de David CabertVan Nguyen.

‘Ghostbusters: Mais Além’: Sequência ganha duas novas imagens oficiais; Confira!

O aguardado ‘Ghostbusters: Mais Além‘ ganhou duas novas imagens oficiais, divulgadas com exclusividade pela revista Empire.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.

Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’), Carrie Coon (‘The Sinner’) e Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.