O comediante Pete Davidson (‘Saturday Night Live’) decidiu se internar em uma clínica de reabilitação. O humorista de 29 anos, que lida com Transtorno de Personalidade Borderline e Transtorno de Estresse Pós-Traumático, contou com o apoio de sua namorada, Chase Sui Wonders, para buscar ajuda profissional.
Segundo informações do site Page Six, Pete está na mesma clínica na Pensilvânia, nos Estados Unidos. Uma fonte próxima ao comediante declarou: “Pete regularmente vai para a reabilitação para se ajustar e fazer uma pausa mental, então é isso que está acontecendo”.
A decisão de Davidson de se internar na clínica ocorre algumas semanas após ele se desculpar com o chefe da organização de proteção animal PETA por deixar uma mensagem ofensiva em sua secretária eletrônica. Além disso, neste mês, o comediante foi detido por direção imprudente após colidir seu carro em uma residência em Beverly Hills.
Uma fonte próxima a Pete Davidson afirmou: “Qualquer pessoa que conheça Pete sabe que ele sempre buscará ajuda quando perceber que precisa. Ele tem muitas pessoas ao seu lado que o amam, apoiam e se orgulham dele. Pete está tirando um merecido tempo para si mesmo, para que possa se concentrar em seu bem-estar e aprender a lidar melhor com seus problemas de Transtorno de Estresse Pós-Traumático”.
Pete Davidson tinha apenas 7 anos quando seu pai, Scott, que era bombeiro, faleceu nos ataques terroristas de 11 de setembro, enquanto estava em uma das Torre Gêmeas. O comediante já havia compartilhado anteriormente sobre seu diagnóstico de transtorno de personalidade borderline, mencionando em uma entrevista: “Fui diagnosticado com TPB há alguns anos e sempre me sentia confuso o tempo todo, pensando que algo estava errado e sem saber como lidar com isso. Então, quando alguém finalmente lhe dá um diagnóstico, é como se o peso do mundo fosse retirado de seus ombros. Você se sente muito melhor”.
Após os rumores sobre uma adaptação live-action do clássico infantil ‘Danny Phantom’, muitas discussões surgiram sobre qual ator poderia interpretar o herói. No entanto, o criador da série, Butch Hartman, já fez sua escolha para o protagonista: Tom Holland.
Durante uma entrevista ao ComicBook, Hartman revelou seu desejo de ver Tom Holland no papel do herói fantasma.
O astro britânico Tom Holland é reconhecido por interpretar o herói Peter Parker/Homem-Aranha no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM). Além disso, o ator já trabalhou em filmes como ‘Uncharted: Fora do Mapa’, ‘O Impossível’ e ‘Cherry – Inocência Perdida’.
Segundo o ScreenTime, a Paramount está trabalhando no desenvolvimento do filme sobre ‘Danny Phantom’, mas até o momento não foram divulgadas novidades sobre o projeto.
A ‘Danny Phantom’ live-action film is reportedly in the works at Paramount
‘Danny Phantom’ é uma bem-sucedida série animada da Nickelodeon.
“Danny Fenton era um garoto comum até acidentalmente explodir o laboratório de seus pais e se transformar em um super-herói meio fantasma. Agora, ele caça fantasmas e tenta manter em segredo sua nova identidade.”
Vale destacar que ‘Danny Phantom’ está disponível no Paramount+.
A cinebiografia ‘O Aprendiz’, que retrata a vida do político e empresário Donald Trump, está prestes a estrear nos cinemas nacionais. No Rotten Tomatoes, o longa obteve uma aprovação de 79%, com base em 85 análises.
Os críticos, em geral, elogiaram o desempenho do diretor Ali Abbasi, destacando a trama bem desenvolvida que envolve o polêmico empresário.
“‘O Aprendiz’ está destinado a ser criticado por muitos como excessivamente lisonjeiro ou demasiadamente desfavorável, mas é um retrato inteligentemente composto de seu tema em um momento específico”, disse Nicholas Barber da BBC.
“O diretor Ali Abbasi certamente tem coragem — seu filme é um retrato pouco lisonjeiro, com uma reviravolta surpreendente e bem equilibrada de Sebastian Stan no centro da história”, disse Iana Murray da GQ Magazine.
“Alguns poderão argumentar que a performance de Stan no papel principal é um pouco excessivamente simpática, mas o ator faz um trabalho excepcional, indo além da mera imitação para capturar a verdadeira essência do homem”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“‘O Aprendiz’ percorre a carreira inicial de Trump a um ritmo, admitidamente, bem cadenciado, mas apresenta uma investigação principalmente superficial das motivações do homem que está no centro da história”, disse Jackson Weaver da CBC News.
“É uma interpretação divertida de conversas que ocorrem por trás das portas fechadas, à semelhança de “The Crown”, e não deve ser encarada com muita seriedade”, disse Johnny Oleksinski do New York Post.
“Um filme bem produzido e bem interpretado, mas que escolhe o caminho mais fácil ao não apresentar um ponto de vista claro”, disse Ty Burr do Washington Post.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.
Dirigido por Ali Abbasi (‘The Last of Us’), o filme explora a época em que o ex-presidente dos Estados Unidos comandou o programa de TV chamado O Aprendiz.
Jeremy Strong (‘Succession’) e Maria Bakalova (‘Morte Morte Morte’) fazem parte do elenco. A dupla viverá o advogado Roy Cohn e a primeira esposa de Donald, Ivana Trump, respectivamente.
O filme – cujo título é uma referência ao reality competitivo apresentado por Trump –, é descrito como “uma exploração de poder e ambição, ambientado em um universo de corrupção e mentiras”.
A trama foca no negócio imobiliário de Trump, em Nova Iorque, durante os anos 70 e 80, e a sua relação com Cohn, ao mesmo tempo que contará “uma história de mentor-protegido que traça as origens de uma importante dinastia americana”.
O roteiro foi assinado por Gabriel Sherman, da minissérie ‘A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes‘.
Vale destacar que, atualmente, Trump enfrenta múltiplas acusações criminais enquanto se prepara para concorrer à presidência nas eleições de 2024.
O astro Robert Downey Jr. usou as redes sociais para divulgar uma foto dos bastidores de ‘Vingadores: Apocalipse’, além de compartilhar um vídeo divertido mostrando seu “kit de sobrevivência”durante as gravações do filme.
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.
O ator Jonathan Bailey, conhecido por seu papel de destaque em ‘Bridgerton’ e por sua escalação no filme ‘Wicked’, abordou recentemente os intensos rumores de que ele poderia ser o novo ‘Batman’ no Universo DC (DCU) deJames Gunn e Peter Safran.
Conforme noticiado pelo ComicBookMovie, Bailey comentou sobre o “fancast” que o aponta como o próximo Cavaleiro das Trevas. Os rumores ganharam força após o ator curtir publicações nas redes sociais que apoiavam sua escalação como Bruce Wayne.
Questionado sobre a possibilidade de assumir o manto, Bailey mostrou-se lisonjeado e aberto à ideia:
“Eu faria o Batman? Eu cresci com Val Kilmer, George Clooney, obviamente Christian Bale e Robert Pattinson. É um legado. Acho [o chefe do DCU] James Gunn incrível. Quem sabe…”, afirmou o ator.
A especulação sobre o novo Batman do DCU ocorre enquanto a versão de Robert Pattinson para o personagem ainda é um sucesso e terá sequência.
James Gunn, co-CEO do DC Studios, já se manifestou sobre a coexistência de diferentes versões do herói no cinema, defendendo que o público casual não terá dificuldades em entender a distinção:
“Isso está causando algum problema para alguém? As pessoas estão começando a aprender sobre essas coisas. Uma das coisas mais estranhas para mim é que fãs muito dedicados pensam: ‘Entendo isso, mas os normies [público casual] nunca vão entender’. Mas a verdade é, pessoal, vocês é que não entendem… Os casuais sempre entendem”, afirmou.
Gunn comparou a situação a outros momentos de transição na DC, onde o público simplesmente aceita as mudanças de universo: “Você pode dizer: ‘Ah, ele mudou o Pacificador…’ E as pessoas que apenas gostam de séries falam: ‘Ah, ok. Que estranho’. E pronto”.
O primeiro filme solo do Batman no novo DCU será ‘The Brave and the Bold’, que adaptará um icônico arco dos quadrinhos. Além de introduzir Bruce Wayne ao universo de Gunn, o longa apresentará Damian Wayne, o filho do Batman, como o novo Robin.
O astro Michael B. Jordan, que recentemente conquistou o Oscar de Melhor Ator por sua performance em ‘Pecadores’, revelou que ainda não definiu um local de destaque para a estatueta mais cobiçada de Hollywood. Mais de um mês após a cerimônia, o ator admitiu que o prêmio ainda não encontrou um lar definitivo em sua residência.
Conforme o Entertainment Weekly, Jordan foi questionado sobre onde mantém o troféu atualmente. Com um sorriso de quem ainda processa a vitória, ele confessou: “No momento, está… no meu armário. Está no meu armário agora”.
Embora tenha manifestado o desejo de exibir a honraria, o ator explicou que a busca pelo lugar ideal tem sido mais difícil do que o esperado, o que o levou a testar diferentes cômodos da casa sem sucesso.
“É uma daquelas coisas que… eu não sei. Você realmente não sabe onde colocar, entende? Então ele meio que já passou por vários lugares”, acrescentou.
Demonstrando o pragmatismo que marca sua carreira, Jordan gesticulou indicando que, embora grato, já direcionou suas energias para novos projetos: “Já passou. Estou focado na próxima coisa agora”.
Mesmo sem um pedestal definitivo para a estatueta, o ator não abriu mão de uma tradição clássica dos vencedores da Academia: logo após a cerimônia, Jordan foi visto comemorando a conquista da forma mais autêntica possível, com um hambúrguer em mãos e o Oscar ao lado.
Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.
Na trama, os irmãos gêmeos vividos por Jordan retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.
Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.
Segundo o insider Jeff Sneider, James Gunn, co-CEO da DC Studios, cancelou alguns projetos do DCU que ainda não haviam sido anunciados oficialmente.
Sendo a grande mente por trás do novo universo da DC, Gunn está planejando tudo com muito cuidado e já afirmou, inclusive, que projetos do estúdio podem ser cancelados se os roteiros certos não forem encontrados.
Embora tenha revelado que Gunn desistiu de alguns títulos deste universo, o insider não especificou quais seriam esses supostos projetos que ficaram pelo caminho.
Lembrando que, com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, ‘Superman’ será o primeiro filme do novo DCU.
‘John Wick‘ é hoje uma das maiores franquias de ação da indústria do cinema, rendendo não apenas quatro filmes, mas um spin-off chamado ‘Bailarina‘, estrelado por Ana De Armas. Muito desse sucesso se deve principalmente a presença carismática do astro Keanu Reeves, que na flor da idade leva o seu físico ao extremo, com cenas simplesmente incríveis.
No entanto, as coisas poderiam ter sido muito diferentes se alguma produtora tivesse demonstrado interesse na versão original do roteiro, antes de Reeves entrar para o elenco. Isso porque, em um trecho do ‘They Shouldn’t Have Killed His Dog‘, o produtorBasil Iwanyk revelou que John Wick era originalmente um personagem de 75 anos.
“O protagonista era um homem de 75 anos, isso porque a história acontece 25 anos depois dele se aposentar. Queriamos ver algéum como Clint Eastwood. Eu pensei, ok, só havia um ou dois nomes com os quais você poderia fazer isso: Clint Eastwood ou Harrison Ford. Fora isso, não sabíamos como iriamos fazer. Porém o roteiro de John Wick era bem subversivo e muito divertido, algo fora do tom das produções que esses atores participam. Tendo primeiro uma proposta dramática e também uma ótima premissa para um filme de ação”, falou Iwanyk.
Talvez poderiam colocar Sylvester Stallone ou Arnold Schwarzenegger, mas dá para entender que Iwanyk queria um ator com uma veia dramática mais forte. Porém, o agente de Keanu Reeves estava naquele momento procurando um personagem de destaque, para o seu contratado voltar aos holofotes.
“Lembro-me de pensar comigo mesmo, Keanu é uma das grandes estrelas de ação dos últimos 25 anos – o que aconteceu com ele? O que ele está fazendo? E ele estava dirigindo seu filme, ‘Man of Tai Chi’, e fazendo ’47 Ronin’. Entregamos a ele o roteiro, e falamos: ‘Obviamente, você não tem 75 anos’”, disse Iwanyk, dizendo que, ainda assim, o astro ficou empolgado com a história e quis protagoniza-la.
Lembrando que a estreia de ‘John Wick 4‘ está marcada para 24 de março de 2023.
Também foram confirmados os retornos deLaurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.
Sinopse: Três esquilos, chamados Alvin, Simon e Theodore, são ótimos cantores que se metem em várias confusões, enquanto Dave Seville, o agente e pai do trio, toma conta deles.
Os dez episódios iniciais do seriado dos irmãos Wachowski serão disponibilizados pela rede no dia 5 de junho. Já a terceira temporada de ‘OITNB’ chegará ao serviço de streaming no dia 12 de junho.
‘Sense8’ gira em torno de oito pessoas ao redor do mundo que se conectam por meio de visão telepática. Alguns são perseguidos por uma corporação que tenta matá-los. Cada episódio contará a história de um personagem diferente.
Entre os personagens principais: um galã de novela mexicana gay e não-assumido, uma garota festeira da Islândia, um alemão arrombador de cofres, uma empresária coreana, um motorista de ônibus africano, uma blogueira transexual americana, um mágico negro que aparece para os telepatas e o vilão Mr. Whispers (Sr. Sussuro).
Naveen Andrews (Lost), Daryl Hannah (Kill Bill), Brian J. Smith (Stargate Universe) e Tuppence Middleton (O Destino de Júpiter) estão na trama. Completam o elenco internacional: os britânicos Aml Ameen (O Mordomo da Casa Branca) e Freema Agyeman (Doctor Who, Torchwood), a indiana Tena Desae, a sul-coreana Doona Bae, o alemão Max Riemelt, os mexicanos Alfonso Herrera e Erendira Ibarra, além de Jamie Clayton, Miguel Silvestri e Terrence Mann.
O retorno da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou um comercial com cenas inéditas.
As cenas incluem uma Maggie grávida (Lauren Cohan) presa em uma torre de vigia, e Carol (Melissa McBride) e Morgan (Lennie James) fugindo de uma horda de zumbis .
Assista:
A série retorna nos EUA dia 14 de fevereiro.
Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”.
Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.
A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg Nicotero e Tom Luse – leia.
O The Independent liberou as duas possíveis sinopses de Batalha dos Bastardos e Ventos do Inverno, os episódios finais de ‘Game of Thrones’.
São elas:
Batalha dos Bastardos
Termos de rendição são rejeitados e aceitos.
Ventos do Inverno
Cersei enfrenta seu julgamento.
Se você assiste ‘Game of Thones‘ sabe mais do que ninguém que os plots dos últimos episódios são guardados a sete chaves, e que os produtores só liberam as sinopses apenas a título de mera informação. E claro, para nos tentar matar do coração antes das exibições.
Ontem, a HBO liberou as primeiras imagens do episódio 9, Batalha dos Bastardos.
No início da semana o canal divulgou o preview oficial, confira:
Game of Thrones se destacou nos Primetime Emmys® de 2015, recebendo 12 prêmios, um recorde para uma série em um ano. Os prêmios incluíram as categorias Melhor Série Dramática, Melhor Ator Coadjuvante (o segundo prêmio para Peter Dinklage nesta categoria), Melhor Diretor (David Nutter) e Melhor Roteiro. A série é um fenômeno porque consegue ser tão influente, amada pelo público e pela crítica, e ao mesmo tempo ter tanto impacto na televisão, na produção e na criação de conteúdo de programação.
Quer ou não quer? Essa pergunta mágica traz a segunda personalidade de Eduardo (Gregorio Duviver) à tona em ‘Desculpe o Transtorno‘, comédia romântica de Tomas Portella que chega aos cinemas em 15 de setembro. A cena está em vídeo recém-divulgado, que traz também depoimentos de Duvivier sobre os dois lados do personagem.
Assista:
No começo do longa, Eduardo se muda ainda criança do Rio para São Paulo, transformando-se numa pessoa metódica e careta. A partir de um certo momento, ele se depara com sua outra personalidade bem mais descontraída e despreocupada, o Duca, e aí começa uma batalha entre os dois lados da mesma pessoa. No elenco, além de Dani Calabresa, como a noiva paulistana Viviane, e deClarice Falcão, como a carioca descolada Bárbara, estão Rafael Infante, Daniel Duncan, Marcos Caruso e Zezé Polessa.
A seguir, você confere o primeiro e eletrizante trailer do crossover de 4 noites entre ‘Arrow’, ‘The Flash’, ‘Supergirl’ e ‘Legends of Tomorrow‘.
Confira, com as primeiras imagens:
O canal liberou em comunicado oficial que o vilão do crossover que vai durar quatro episódios será uma raça alienígena chamada Dominadores.
O objetivo desse grupo na Terra é tentar exterminar os humanos, como forma de criar uma nova raça de super-humanos por meio dos meta-humanos.
Os episódios que irão unir ‘The Flash’, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow’ e ‘Arrow‘ serão inspirados numa HQ dos anos 80 chamada ‘Invasion!‘, considerada um dos crossovers mais icônicos da história da DC.
Parceria inédita entre Shyamalan e o produtor Jason Blum, de ‘Atividade Paranormal‘, o filme permaneceu por três semanas consecutivas em primeiro lugar nos Estados Unidos. A história retrata o dia a dia de Kevin, um homem que sofre de múltiplas personalidades que se manifestam aleatoriamente.
Embora esse quadro clínico seja conhecido pela psicóloga de confiança de Kevin, Dr. Fletcher (Betty Buckley), existe uma outra personalidade submersa que está programada para surgir e dominar todas as outras. Forçado a sequestrar três garotas, entre elas Casey (Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa’), Kevin se vê em uma guerra pela sobrevivência contra as forças que existem dentro dele – e também contra as que estão ao seu redor.
‘Fragmentado‘ (Split) se tornou o filme de terror/suspense que mais arrecadou nas bilheterias norte-americanas desde 2013, somando US$ 126 milhões somente nos EUA.
O filme ultrapassou a bilheteria de ‘Invocação do Mal 2‘ (US$ 102 milhões em 2016) e ‘Annabelle‘ (US$ 84 milhões em 2014’) e se tornou a maior arrecadação de um filme do gênero desde 2013, quando ‘Invocação do Mal‘ arrecadou US$ 137 milhões.
Vale lembrar que o orçamento foi de apenas US$ 9 milhões.
Baseado na obra de Thomas Cullian, ‘O Estranho Que Nós Amamos‘ conta a história de um soldado ferido (Colin Farrell) encontrado por uma jovem que mora em um internato feminino, e a presença do soldado aflora desejos, ciúmes e ódio nas mulheres que habitam o local. O soldado é tratado como o bendito fruto e vai mudar aflorar a sexualidade das mulheres que o rodeiam.
O filme de 1971, teve o Clint Eastwood no papel que hoje é deColin Farrell, e a direção era de Don Siegel, que dirigiu outros filmes com Clint atuando, como ‘Alcatraz – Fuga Impossível‘ e ‘Perseguidor Implacável‘.
Além de dirigir, Sofia Coppola também escreve o roteiro.
A Diamond Films divulgou o trailer legendado do terror ‘Polaroid‘, que será lançado no Brasil com o título ‘Morte Instantânea‘.
O filme é baseado no assustador curta-metragem do dinamarquês Lars Klevberg, que levou os prêmios de Melhor Mini Filme e Melhor Fotografia no FestivalHorror Los Angeles.
Confira uma arte e o trailer:
O filme acompanha a solitária Bird Fitcher, que não tem ideia dos segredos escuros que estão ligados à câmera Polaroid vintage que ela encontra, mas não demora muito para descobrir que aqueles que têm suas fotos tiradas pela câmera encontram um fim trágico.
Dos visionários diretores James Cameron (Avatar) eRobert Rodriguez (Sin City), temos Alita: Anjo de Batalha, uma aventura épica de esperança e fortalecimento. Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futurístico que ela não reconhece, ela é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.
O CinePOP viajou até Chicago para entrevistar o elenco de ‘Chicago Fire‘, descobrir detalhes sobre a nova temporada e também sobre a saída de [SPOILER].
Assista:
Chicago Med, Chicago Fire e Chicago P.D são exibidas no Universal TV todas as segunda-feiras, à partir das 21h30.
Em sua sétima temporada, Chicago Fire mostrará os bombeiros do batalhão 51 lidando com a inesperada saída de Gabriela Dawson (Monica Raymund), uma das personagens originais do elenco. Os fãs vão conhecer ainda a nova paramédica Emily Foster (Anne Ilonzeh). A série ainda terá as participações especiais de Kristen Gutoskie (Máquina Mortífera) e Steven Boyer (The Good Wife).
A Annapurna ficará a cargo dos direitos de distribuição do filme nos EUA, ao lado da MGM. Já a Universal Pictures fica como a detentora dos diretos internacionais.
Os vencedores serão revelados nesse domingo, dia 9, em uma cerimônia que terá a cobertura completa do CinePOP.
A Oficina Geek é resultado da junção de um grupo de jornalistas amantes da cultura pop e que buscam levar informação e entretenimento para os fãs de filmes, séries, HQs, games, etc.
Essa é triste para o coração. Meu Nome é Dolemite marcou mais um retorno aos holofotes do grande Eddie Murphy – após dois outros ensaios de volta por cima (Dreamgirls, pelo qual foi indicado ao Oscar em 2007, e Mr. Church, pelo qual, assim como este Dolemite, muitos acreditavam em uma indicação). Sim, é triste ver uma produção deste nível ser ignorada por completo pelos votantes da Academia, que traz desempenhos marcantes de veteranos renovados como (o já citado) Murphy e Wesley Snipes.
Pior do que isso é notar que os membros perdem assim uma grande chance de representatividade – já que novamente o público vem acusando esta edição de uma retomada do infame Oscar So White: com nomeados predominantemente brancos na maioria das indicações. E não me venha dizer que não havia boas opções. Sim, Dolemite é a prova disso. Eddie Murphy como ator principal é a prova disso. Wesley Snipes como coadjuvante também.
Para não sermos totalmente injustos, a explicação pode estar associada à Netflix. O colosso vem abrindo cada vez mais espaço com os votantes e a assimilação é lenta, mas está acontecendo. Ano passado tivemos Roma. Este ano, temos O Irlandês, História de um Casamento, Dois Papas e sobrou até mesmo para a animação Klaus. Neste cabo de guerra, Dolemite foi a ponta mais fraca. Uma injustiça.
Outra grande injustiça foi a esnobada de Jennifer Lopez. A atriz latina desempenha seu melhor trabalho nas telas (talvez de todos os tempos) na pele da stripper má intencionada Ramona em As Golpistas. Lopez vinha recebendo elogios de gregos e troianos, aparecendo em premiações menores, até ser consagrada com uma indicação ao Globo de Ouro – o qual perdeu para Laura Dern (um monstro em cena em História de um Casamento).
Talvez a história se repetisse e Lopez, mesmo sendo indicada, não levasse o prêmio para casa – Dern está praticamente com a estatueta em mãos. Mas J-Lo deveria ao menos ter sido indicada – era o que todos esperavam. Em seu lugar surgiram as azaronas Scarlett Johansson(JoJo Rabbit) e Florence Pugh (Adoráveis Mulheres). Mas Kathy Bates (uma grande atriz) é quem sobra na categoria, e quem deveria ter dado lugar à latina.
Crise na casa do Mickey! O Mundo está louco? Frozen (2013) foi um verdadeiro fenômeno mundial, uma verdadeira febre, lançou a música chiclete Let it Go e de que quebra levou o Oscar de melhor animação. Era de se esperar que a tão aguardada sequência de Elsa, Anna e Olaf fizesse barulho parecido. Mas num ano não muito favorável para a Disney (onde O Rei Leão, outra de suas grandes apostas de 2019, desagradou mais do que agradou), Frozen II terminou amplamente esnobado pelo Oscar – recebendo apenas a indicação de canção original, e ficando de fora da categoria mais almejada: melhor animação.
A Academia adora biografias musicais, certo? Isso é bem verdade, é só dar uma olhada no ano passado, quando Bohemian Rhapsody (produção problemática), levou para casa os prêmios de edição de som, mixagem de som, edição e melhor ator, além da indicação de melhor filme. Justamente por isso, muitos não acreditavam que a Academia iria reprisar o ano anterior e encher Rocketman– biografia do grande Elton John – de indicações. Mesmo que o filme tenha recebido muitos elogios, gerado falatório de Oscar em seu lançamento e de forma geral ser concebido como uma obra melhor que seu primo um ano mais velho.
Porém, ao vermos o longa indicado ao Globo de Ouro, e a vitória de Taron Egerton (que vive o músico) na categoria de melhor ator no mesmo prêmio, os ânimos voltaram a crescer em relação à produção. Mostrando que o Oscar guarda sim as suas surpresas em relação às outras premiações, Rocketmanficou de fora desta 92ª edição, ou quase, já que foi lembrado apenas para canção original.
Uma das produções independentes mais elogiadas do ano passado, o drama A Despedida fala sobre uma família chinesa armando uma forma de todos seus membros conseguirem se despedir de uma idosa matriarca, sem que a mesma saiba que seus dias estão contados. Para isso, arquitetam um casamento falso. Com o orçamento de US$3 milhões, o filme arrecadou US$20 milhões ao redor do mundo e figurou no top 10 das maiores bilheterias em seu lançamento. Além disso, soma 98% de aprovação da imprensa especializada no agregador Rotten Tomatoes.
Até aí, tudo bem. A surpresa veio mesmo com a indicação do filme para melhor produção estrangeira no Globo de Ouro e a vitória de melhor atriz para Awkwafina, em seu primeiro papel dramático. O fato deixou os cinéfilos com uma ponta de esperança de que o longa pudesse emplacar no Oscar também. Mas a produção e seus envolvidos foram esnobados pelos votantes.
Aqui temos um caso semelhante. Desde seu lançamento, Ford Vs. Ferrari vinha sendo uma das grandes apostas para o Oscar. E não deu outra. A obra terminou indicada para quatro prêmios da Academia, incluindo melhor filme. Além disso, já é o filme número 134 na opinião do grande público dentre os melhores de todos os tempos. Mas em um quesito Ford Vs. Ferrari não emplacou, e esse foi a indicação de melhor ator para o metódico Christian Bale. O ator foi lembrado para o Globo de Ouro e sua presença em um filme geralmente chama prêmios. No entanto, desta vez o astro problemático teve que ficar de fora.
Além da acusação de falta de representatividade racial com uma nova edição do Oscar So White, Natalie Portman vai ter muito o que falar nesta edição, que novamente privilegiou somente diretores homens na categoria de melhor direção. Sim, tínhamos várias opções, desde Marielle Heller (Um Lindo Dia na Vizinhança) – ignorada ano passado também – até Kasi Lemmons (Harriet); mas a ausência mais sentida foi a de Greta Gerwig.
A diretora foi indicada por sua estreia em Lady Bird, e agora desempenha um trabalho ainda melhor, mais ambicioso e mais sofisticado com este Adoráveis Mulheres. No entanto, nada dos votantes reconhecerem seus esforços e a cineasta ficou de fora da grande festa.
Voltando a falar de representatividade – afinal, nunca podemos deixar de bater nesta tecla -, outro que ficou de fora foi o poderoso thriller Nós. Lançado no início do ano, imaginava-se que o longa faria o mesmo caminho do irmão Corra! (2017), que quebrou muitas barreiras no Oscar de dois anos atrás. O diretor Jordan Peele e alguns envolvidos saíram nomeados e Corra! viu sua trajetória terminar com nada menos que 4 indicações, incluindo melhor filme, diretor e ator, além da vitória por roteiro original. Nós, igualmente potente e relevante socialmente, terminou sem nada. E não apenas isso, a performance arrebatadora da protagonista, a musa Lupita Nyong’o, digna de todos os elogios, terminou totalmente esnobada.
Ano passado, escrevi uma matéria revelando como este Oscar poderia ser um dos mais loucos da história, com possíveis indicações de gente como Adam Sandler, Eddie Murphy, Robert Pattinson e Jennifer Lopez. Optando pelo conservadorismo, a Academia resolveu não indicar nenhum deles. Isso não diminui a qualidade de suas atuações nos projetos pelos quais foram cogitados. Dentre eles estão esnobadas em Adam Sandler no elogiado Joias Brutas e Robert Pattinson por O Farol – ambos dois dos filmes mais enaltecidos pela imprensa nesta temporada.
Ainda falando em O Farol, novo terror de Robert Eggers, diretor do fantástico A Bruxa (2015), por mais que Pattinson fosse promessa, a falta mais sentida de tal filme (que chegou a ser indicado na categoria de fotografia) foi a do veterano Willem Dafoe na categoria de coadjuvante.
Calma, calma. Brincadeiras à parte, como sabemosCats é sim um dos filmes mais odiados de anos recentes. Esculhambado por crítica e público, a obra era mirada à temporada de premiação, mas depois de tanta negatividade jogada em sua direção, os envolvidos sequer o inscreveram como elegível para algum prêmio no Oscar. Apesar disso, o filme foi indicado ao Globo de Ouro de melhor canção, mesmo evento que já indicou pérolas como O Turista (2010) e Burlesque (2010).
A revelação desta jovem atriz veio com Encontros e Desencontros (2003), mas dentre as indicações que o filme levou para casa, nada de uma para Scarlett Johansson. E assim seguiu por anos a fio. Até mesmo quando achávamos que havíamos encontrado uma forma de indicar Johansson por Ela (2013), a Academia decidiu que atuações onde apenas ouvimos a voz do ator, sem que ele apareça em tela, não são elegíveis ao Oscar. Durante toda a sua carreira, nada de indicações pra moça. Era hora disso ser corrigido. E o foi de uma forma exagerada. Será? O fato é, para quem nunca havia sido nomeada pela Academia, Scarlett Johnasson chega chutando a porta, com duas indicações logo de cara.
História de um Casamento era esperado dar à atriz sua primeira indicação – se isso não ocorresse é que seria estranho. Mas a surpresa ficou mesmo com sua indicação na categoria de coadjuvante, onde foi lembrada por JoJo Rabbit (uma das grandes surpresas desta edição, com 6 indicações – incluindo melhor filme). Uma curiosidade é que no Globo de Ouro, foi o pequeno Roman Griffin Davis, o protagonista, filho de Johansson no filme, quem foi lembrando nas indicações, sendo substituído pela colega de cena no Oscar.
Parasita
Que Parasita é um dos melhores filmes do ano todos nós já sabemos. O filme elogiadíssimo foi o estrangeiro mais rentável nos EUA no ano passado e continua a arrancar admiração do público e especialistas, já sendo o filme de número 27 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público. Sua indicação para produção estrangeira era certa, assim como a vitória, muitos afirmam. Mas o que surpreendeu foi que o longa terminou com mais 5 indicações ao grande prêmio do cinema mundial, entre elas roteiro, direção e filme – fato conquistado por poucas produções internacionais ao longa da história do cinema.
Netflix
Como dito antes, o colosso Netflix vem sendo cada vez mais aceito por instituições consagradas e renomadas. É o caso com a Academia, que antes criava grande barreira com a empresa e seus filmes. A política mudou, e ano a ano a Netflix vem emplacado mais produções no Oscar. Em 2020, foram O Irlandês, Dois Papas (que muito bem poderia ter entrado para melhor filme também) e História de um Casamento. A surpresa aqui, porém, ficou a cargo de uma animação. Klaus, enaltecido por muitos especialistas como um dos melhores filmes do ano. Mostrando que todos estavam em sintonia, os votantes do Oscar resolveram indicar o longa entre as animações do ano – dando um chega pra lá no medalhão Frozen II. A falta sentida dentre as produções da Netflix foi mesmo Meu Nome é Dolemite.
Florence Pugh
Essa menina vai longe. Num ano muito promissor para sua carreira, a jovem britânica Florence Pugh, de 24 anos, apareceu em nada menos do que três produções de prestígio. Ela começou recebendo elogios e fazendo sucesso na biografia Lutando com a Família, produzida por Dwayne Johnson, ainda inédita no Brasil. Depois foi a vez de estrelar e carregar nas costas Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, de Ari Aster (diretor da obra-prima Hereditário). Fechando com chave de ouro, Pugh sequestra uma obra do nível de Adoráveis Mulheres, roubando todas as cenas em que aparece, não dando espaço sequer para suas companheiras de tela mais tarimbadas – como Emma Watson e Saoirse Ronan.
Não por menos, Pugh saiu, merecidamente, com sua primeira indicação ao Oscar à tira colo, e tem chances de levar a estatueta. Em 2020, ela estará ao lado de sua concorrente na categoria, Scarlett Johnasson, na superprodução da Marvel, Viúva Negra.
Democracia em Vertigem
O Brasil não entrou no Oscar na categoria tão almejada das produções estrangeiras, onde concorria com o excelente A Vida Invisível. Ficamos devastados. Mas podemos ser redimidos este ano na categoria documentário. A ótima cineasta Petra Costa emplaca com Democracia em Vertigem, sua parceria com a Netflix, na disputa pela estatueta dourada. O longa relata o atual cenário político brasileiro, desde impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Malévola – Dona do Mal
Amado e odiado em medidas iguais, o segundo Malévola surpreendeu com uma indicação ao Oscar. O filme foi lembrado na categoria de maquiagem. Se ganhar, terá a mesma honraria de Esquadrão Suicida (2016) – um filme de entretenimento igualmente divisor de opiniões. E se não ganhar, ao menos pode se gabar de ter uma indicação no currículo.
O icônico assassino Ghostface da franquia ‘Pânico‘ quase teve um outro apelido, e chegou a ser nomeado duas antes do título que conhecemos.
Segundo o ScreenRant, as máscaras do filme já eram vendidas antes da produção com o nome Fantasma dos Olhos de Amendoim (em referência ao formato dos olhos da máscara).
Como a linha de fantasias e o filme do Wes Craven não tinham conexão entre si, a máscara foi nomeada “Father Death” no primeiro longa. O nome pode ser visto quando Dewey joga a fantasia em sua embalagem original em frente à Sidney.
Obviamente, os nomes não eram assustadores o suficiente e os produtores pediram para a empresa renomear a fantasia. Então, o icônico nome Ghostface nasceu.
‘Pânico 5’ ganhou data de estreia nos cinemas nacionais: dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
O site Deadline confirmou cinco novos atores no elenco da aguardada sequência ‘Pânico 5‘ – que se chamará apenas ‘Pânico‘. Porém, detalhes sobre os seus papéis não foram divulgados.
As novas adições no elenco contam com Dylan Minnette (’13 Reasons Why’), Mason Gooding (‘Deixe a Neve Cair’), Kyle Gallner (‘A Hora do Pesadelo’), Jasmin Savoy Brown (‘Love’) e Mikey Madison (‘Era uma Vez em Hollywood’).
Confira o Cast:
Ontem, Neve Campbell também foi confirmada na sequência.
O novo filme ainda trará o retorno de Courteney Cox,David Arquette e Marley Shelton, além da introduzir os atores Jack Quaid (‘The Boys’), Jenna Ortega (‘A Babá: Rainha da Morte’) e Melissa Barrera (‘Vida’).
Vale destacar que o quinto filme se chamará apenas ‘Pânico‘, como o original de 1996.
O mesmo aconteceu com a franquia ‘Halloween‘, que ganhou um novo filme esquecendo todas as sequências e recebeu o mesmo título que o original.
Confira nosso ranking com todos os filmes da franquia:
A primeira geração de super-heróis é revelada: Lady Liberty/Grace Sampson (Leslie Bibb), The Utopian/Sheldon Sampson (John Duhamel) e Brainwave/Walter Sampson (Ben Daniels).
Assista ao trailer:
A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”
A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).
‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City’ ainda nem foi lançado, mas o diretor Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) disse ao Games Radar que já tem planos para uma sequência.
Como o reboot filme é inspirado nos dois primeiros jogos da franquia, focados nos Redfield, Roberts disse que a sequência poderia ser focada em Leon Kennedy, protagonista do 4º jogo.
Para quem não sabe, o 4º título acompanha é ambientado seis anos após o 2, e acompanha a história de Leon enquanto viaja pela Espanha rural em busca da filha do presidente dos EUA, sequestrada por uma misteriosa seita.
“Estou obcecado pelo 4º jogo”, disse Roberts. “Eu imaginei essa se tornando a trama de um novo filme. Há muitas histórias interessantes e pequenos detalhes que trouxemos para este filme, mas seria incrível explorar mais da franquia, porque existem personagens que não usamos neste filme e que adoraríamos trazer no próximo.”
“No futuro, pretendo trazer um lado diferente da franquia, como aquele que vemos em ‘Resident Evil 7′ e ‘Village’, com tramas muito mais sombrias e grotescas.”
Roberts contou porque seu filme será diferente da franquia dos anos 2000 estrelada por Mila Jovovich.
“A coisa é que os tempos mudaram, eu acho. Quando a primeira franquia de filme foi lançada, adaptar um jogo de computador era muito visto como ‘as pessoas sabem o nome, então pegue a franquia, pegue o nome… e então faça o que você quiser quer “, explica Roberts. “Basta pegar o nome e fazer qualquer coisa, agregar algum valor. Nos últimos 20 anos, isso realmente mudou. Tornou-se um verdadeiro respeito pelo jogo. Acho que os jogos acabaram de se desenvolver e se tornaram muito sofisticados também. Foi essa ideia que se tornou fundamental na maneira como lançamos [o filme] e na maneira como avançamos, como, ‘Olha, vamos levar isso a sério.’ “
O diretor ainda prometeu que o filme será mais assustador:
“Vamos fazer um terror superassustador. Para ser o cara do terror chegando e tipo, vamos realmente fazer algo que seja assustador, sombrio, aterrorizante, se encaixa no tom. Foi apenas uma coisa realmente emocionante que simplesmente não tinha sido feita antes com a franquia anterior. Foi muito divertido. ”
Na trama do vindouro reboot, os irmãos Chris (Robbie Amell) e Claire Redfield (Kaya Scodelario) tentam descobrir os planos por trás da farmacêutica Umbrella Corporation e acabam se deparando com um mundo prestes a ser tomado por zumbis, criados pela corporação.
Lembrando que ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de dezembro.
A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.
O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.
O elenco também conta com Kaya Scodelariocomo Claire Redfield, Tom Hoppercomo Albert Wesker, Avan Jogiacomo Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonoughcomo William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.
Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, ‘Resident Evil’ se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, ‘Resident Evil’ já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
Segundo o Hollywood Reporter, Harbor interpretará um piloto aposentado que vira mentor do protagonista.
O filme que estreia nos cinemas em 11 de agosto de 2023 acompanha a história de um jogador da franquia Gran Turismo que vence uma série de competições da Nissan, antes de se tornar um piloto profissional de corrida.
A história deve ser baseado em um caso real, pois alguns jogadores da franquia acabaram se tornando pilotos profissionais, como é o caso de Jann Mardenborough. Comandado por Blomkamp, o roteiro do filme é assinado por Jason Hall (‘Sniper Americano’).
Isso tudo está acontecendo devido a tentativa da Sony emplacar um novo sucesso após ‘Uncharted – Fora do Mapa‘. Lembrando que as séries de ‘The Last of Us‘ e ‘Twisted Metal‘ estão em produção no momento.
Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.
Quem acessa o CinePOP sabe que o site nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a um dos melhores slashers já produzidos, Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje.
Com a estreia de ‘Pânico 6‘ no Paramount+, o CinePOP resolveu revisitar a franquia, para colocar todos os filmes em nossa ordem de preferência. Você concorda com a ordem?
Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.
Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.
Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 39%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.
‘Pânico‘, de 2022, é recheado de ação, mortes chocantes, um humor peculiar e reviravoltas de cair o queixo. Fiquei um pouco decepcionado com a grande revelação final, que poderia ter sido melhor trabalhada e com um ritmo mais compreensível, mas isso não afeta o resultado da produção. É o filme que a franquia precisava para ressuscitar a franquia.
Logo na cena inicial percebemos que o tom da franquia será o mesmo da obra original, muito mais assustador e realista e com menos humor. A metalinguagem continua presente, de uma maneira mais séria e bem escrita que das sequências anteriores. ‘Pânico‘ continua reconhecendo seu legado, mas entende que o cinema mudou nos últimos anos – e sabe brincar com isso de maneira genial. As piadas envolvendo o chamado “terror pós-moderno” de filmes como ‘Babadook‘ e ‘Hereditário‘ são hilárias e certeiras.
As cenas de morte são muito mais brutais e gore, agora com um Ghostface ainda mais sanguinário que deixará um rastro de tripas e desespero pelo seu caminho, de uma maneira muito mais aterrorizante que os seus antecessores. Esse filme é uma carta de amor para a franquia, para Wes Craven e para os fãs dos longas e do gênero terror.
Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem a sagacidade, o suspense e o humor de maneira mais rebuscado para nos lembrar como a saga ainda tem fôlego para nos assustar – e conseguiram convencer Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette a retornarem mais uma vez. Sidney está mais bad-ass do que nunca, Gale está contida em uma jornada para ser uma pessoa melhor e Dewey entrega uma das cenas MAIS DESTRUIDORAS de toda a franquia.
Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett retornam para a cadeira de direção e continuam a provar que são uma das duplas mais interessantes do cenário contemporâneo do terror. Afinal, eles emprestaram suas habilidades para projetos como ‘V/H/S/’ e ‘Casamento Sangrento’ – conquistando o público e a crítica com perspectivas originais e uma pincelada de humor ácido que é sempre bem-vindo. Ao adentrarem a saga imortalizada por Craven e Williamson, eles conseguiram honrar o legado dos criadores e garantir o retorno do público para a sequência. Aqui, os realizadores sabem como conduzir a narrativa de formas subversivas, nos jogando em caminhos diversos e levando-nos a tentar imaginar quem é o culpado sem fornecer muitas pistas e garantindo que tanto os fãs de longa data quanto os novatos possam se divertir. Como se não bastasse, o classicismo dos jump-scares é deixado de lado para um mistério de suspense muito prático e que nos deixa vidrados na tela do começo ao fim.
Há um gigantesco quebra-cabeças a ser resolvido e, talvez mais do que nunca, a audiência é parte ativa do desenrolar da trama. A principal ideia é fomentar uma mitologia atemporal que é querida por todos: o mote do “legado” é ímpar para os diretores e estende-se a níveis estratosféricos, como quando os protagonistas descobrem um santuário que engloba cada um dos homicidas que já vestiram a máscara do Ghostface. Não é surpresa, pois, que também tenhamos a presença ilustre de Courteney Cox como Gale Weathers (que, apesar de ter menos tempo de cena que os capítulos predecessores, ainda causa grande comoção por seu lendário status) e o retorno mais que merecido de Hayden Panettiere como Kirby Reed, que sobreviveu ao ataque de Jill Roberts (Emma Roberts) e Charlie Walker (Rory Culkin) e agora trabalha para o FBI como uma poderosa agente.
Os vários elementos aglutinam-se em um show de horrores do qual não conseguimos desviar o olhar. Afinal, é notável como a estrutura técnica e artística é tratada com esmero, solidificando Sam, Tara e os outros personagens como integrantes de uma maquinaria complexa que pode ser bastante explorada. As atuações são de outro mundo, com destaque a Ortega (emergindo cada vez mais como uma scream queen da atualidade) e a Barrera (que fornece a mais robusta emoção com um mero olhar). E é claro que não poderíamos deixar de mencionar a presença de Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown como Chad e Mindy em uma química aplaudível, além de Liana Liberato e Dermot Mulroney como adições impecáveis ao elenco.
‘Pânico VI’ é uma ótima adição a uma das maiores sagas de todos os tempos e consagra-se como um de seus melhores capítulos. É notável como, pouco a pouco, os requels se desprendem da necessidade dos personagens-legado e marcham em seu próprio ritmo – abrindo espaço para ofensivas inteligentes e que tem muito a nos contar. (por Thiago Nolla)
Pânico(1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.
O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.
Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.
Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, até o presente momento. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!
É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.
Sem contar que a revelação e motivação da assassina são brilhantes: “Eu não preciso de amigos, preciso de fãs”.
Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica pau a pau com o segundo, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Apesar de Pânico 4 ser muito querido, é difícil bater o original. Tudo nascia aqui. Nós concordamos e também adoramos aquelas grandes produções de marcas de sucesso pré-estabelecidas, vindas de outras mídias. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.
De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo, e na opinião do grande público, claro, é o filme favorito da franquia. Já para os críticos, o tomate fresco é garantido com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno dePânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.
Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira e última temporada de Pânico. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma.
Em um evento glamuroso realizado no Hotel Copacabana Palace, o Disney+ anunciou seu novo e invejável line-up de produções nacionais que chegarão nos próximos meses em seu novo serviço de streaming.
A partir do dia 26 de junho, o Disney+ se transformará em uma combinação inigualável de conteúdos, entre filmes, séries, esportes, produções originais brasileiras. O elenco das próximas produções tem nomes como Xuxa, Bruna Marquezine, Sergio Malheiros, Juliana Paes, Rodrigo Simas, Raphael Logam, Rui Ricardo Díaz, Lorena Comparato, Carol Castro, José Loreto, Isis Valverde, Júlio Andrade, entre outros.
Separamos abaixo as principais produções que foram apresentadas no evento:
Amor da Minha Vida
Elenco principal: Bruna Marquezine, Sergio Malheiros, Danilo Mesquita, Malu Rodrigues, Sophia Abraão, Ana Hikari, João Villa, Rayssa Bratilieri, David Reis, Bryan Ruffo, Agda Couto, Pâmela Morais, Marcello Melo e Dja Martins. Participação de Fernanda Paes Leme e João Guilherme.
Direção: Rene Sampaio, Tatiana Fragoso e Matheus Souza.
Sinopse: Bia e Victor, melhores amigos e grandes confidentes um do outro. Enquanto ele vive um relacionamento antigo que caiu no tédio, ela coleciona namoros curtos, dos mais diferentes tipos, sem nunca acreditar no amor.
Tarã
Elenco principal: Ywyzar Guajajara, Xuxa Meneghel, Lana Guelero, Igor Pedroso, Bukassa Kabengele, Angélica, Pedro Goifman, Bruno Garcia, Fafá de Belém, Gleici Damasceno, entre outros.
Direção: Marco Dutra e Juliana Rojas
Sinopse: Em “TARÔ, o Planeta Terra está passando por sérios desafios ambientais e apenas Gaia pode salvá-lo da extinção. Para isso, ela terá que, no momento certo, levar um amuleto para um lugar sagrado na Amazônia, onde na antiguidade se formou um Portal. Este lugar é atualmente guardado pelo povo das 9 Luas, uma comunidade tradicional da qual Gaia é descendente por parte de pai. Para atingir seu objetivo, ela deve se empoderar de sua história com ajuda de sua mãe Ylla (Xuxa Meneghel), sua avó Kirina que lidera este povo e de outras guerreiras, para preparar-se e enfrentar o ambicioso fazendeiro JM, que visa lucrar às custas da natureza. Por sua vez, Ylla, uma farmacêutica bem-sucedida do Rio de Janeiro, ao embarcar nesta viagem com sua filha, descobrirá vivências e revelações antigas que darão um novo sentido em sua vida.
Sinopse: “Vidas Bandidas” narra a história de Serginho (Rodrigo Simas) e Raimundo (Thomás Aquino), parceiros no crime que trabalham para a quadrilha de Bruna (Juliana Paes) assaltando turistas no Rio de Janeiro. Um assalto ambicioso que dá muito errado é o ponto de partida de muitos planos de vingança para vidas que não seguem plano nenhum.
Americana
Talentos: Caco Ciocler, Larissa Nunes, David Júnior, Zezé Motta, Maria Luiza Mendonça, Bruno Gissoni e grande elenco.
Direção: Marilio Martins, Luciana Baptista e Carol Rodrigues.
Sinopse: Em 1876, o misterioso assassinato de uma menino na pequena Vila Americana, interior do Brasil, ganha atenção de Tobias, que enxerga a oportunidade como um reconhecimento profissional.
Capoeiras
Talentos: Raphael Logam, Sergio Malheiros, Juliana Alves, Fernanda Freitas, Bruno Gissoni, Dani Suzuki e grande elenco.
Direção: Tomás Portella e Igor Verde
Sinopse: 1971. Veneno e Noivo são jovens capoeiristas da Academia Capoeira Fiel no subúrbio do Rio de Janeiro. Veneno é ambicioso e impulsivo, sonha viajar o mundo com a capoeira. Noivo é do tipo responsável, nasceu com o dom das visões premonitórias, que o perseguem desde cedo. Uma noite, para defender a inocência do mestre Vendaval, os garotos se intrometem em uma batida policial, que escala em violência, e acaba na trágica morte do mestre e de um dos policiais. Sentindo-se culpados, eles resolvem guardar segredo sobre o crime. Noivo foge do Rio de Janeiro sem dar satisfações. Veneno se vê sozinho com a responsabilidade de ajudar na criação de Ventania, filha do mestre morto.
Jogo Cruzado
Talentos: José Loreto, Carol Castro, Leandro Ramos, Ravel Cabral, Danilo Moura, Aline Dias, Nando Cunha, Arthur Kohl, Roberto Birindelli, Gabriel Santana e Wesley Guimarães.
Direção: Pedro Amorim
Sinopse: Matheus, a maior estrela do futebol nacional, que é obrigado a pendurar as chuteiras antes da hora por causa de um problema cardíaco. Elisa, uma jornalista veterana que há anos espera um lugar na bancada do programa Jogo Cruzado, do canal Antena Sport, é seu maior desafeto. Nas palavras dele, ela – e todos os jornalistas- vivem de “cornetar” os jogadores sem nunca terem chutado uma bola. Já nas palavras dela, ele é um irresponsável que apesar de ganhar milhões pra jogar bola, se acha no direito de furar a concentração e sair na véspera de jogo decisivo. O que vai acontecer quando os dois são convocados para dividir a bancada do Jogo Cruzado? É no #barracoesportivo que a herdeira do canal Suzana Hartman aposta para salvar a audiência, mesmo que isso custe a credibilidade de Elisa e todas as amizades de Matheus.
Além do embate individual entre jogador e jornalista com todos os ressentimentos vindo à tona diariamente, a série também acompanha as mudanças que o jornalismo enfrenta num mundo dominado cada vez mais pelo entretenimento e redes sociais.
Maria e o Cangaço
Talentos: Isis Valverde, Julio Andrade, Rômulo Braga, Mohana Uchoâ, Jorge Paz, Chandelly Braz e grande elenco.
Direção: Sergio Machado, Thalita Rubio e Adrian Tejido
Sinopse: Maria de Déa, uma jovem de 28 anos, morreu em 1938 sem saber que um dia se tornaria uma das personagens femininas mais simbólicas da história do Brasil: Maria Bonita. Antes de ser morta a tiros e ter sua cabeça cortada por policiais, a mando do governo federal, Maria foi a companheira fiel de Lampião, líder do bando de cangaceiros mais famoso do país. Sem se limitar à figura de primeira-dama da caatinga, foi destemida e valente, protagonista de sua própria história, vista por suas companheiras de luta com muito respeito e admiração. Num tempo em que as mulheres não podiam votar ou pedir o divórcio, ela trocou uma vida tradicional pelos anos no Cangaço, onde experimentou uma liberdade maior do que a permitida para as mulheres de sua época. A série narra os anos finais da vida do casal Lampião e Maria em combate pelo nordeste, com destaque para a gravidez e angustiante dúvida sobre exercer a maternidade num ambiente tão hostil e perigoso.
Parece que a Marvel Studios gastou muito mais dinheiro em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ do que nos fizeram acreditar.
Um relatório recente do THR mencionou que o orçamento de produção do filme foi de “cerca de US$ 180 milhões, menos do que muitos outros filmes da Marvel”.
Embora isso possa ter sido verdade quando as filmagens começaram, Jeff Sneider, do The Hot Mic, ouviu dizer que grandes refilmagens e custos de marketing podem ter empurrado o preço do filme para mais perto da marca de US$ 300 milhões.
É o mesmo valor que a Marvel gastou no grandioso ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
Se for verdade, isso significaria que Admirável Mundo Novo precisaria arrecadar pelo menos US$ 600 milhões até o fim de sua bilheteria para ao menos ter lucro.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ conquistou apenas 47% de aprovação no RT, com base em 76 análises.
Os críticos, de maneira geral, consideraram o longa fraco, pouco criativo e com uma trama comum, que acaba sendo facilmente esquecível.
“Infelizmente, Admirável Mundo Novo se revela uma entrada sem brilho no universo Marvel, que dá a sensação de que sua trama complexa foi cuidadosamente elaborada sem um pingo de inspiração”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.
“Embora Admirável Mundo Novo esteja longe de ser tão ruim quanto os diversos pontos baixos do MCU nos últimos anos, essa tentativa de reestabelecer o personagem icônico e reiniciar a trama ainda é algo fraco”, disse David Fear do Rolling Stone.
“Com alguns efeitos visuais questionáveis e uma história relativamente fraca, Mackie se vê carregando um filme mais fraco ao seu redor”, disse Alan French do FandomWire.
“Esperamos que seja apenas o começo desse aspecto da história de Sam. Porque o legado de Admirável Mundo sempre pertencerá a Harrison Ford”, disse Maureen Lee Lenker do Entertainment Weekly.
“Ágil e impactante, esta é uma promissora primeira aparição oficial do novo Capitão América, embora alguns momentos desconfortáveis e inconsistentes o impeçam de alcançar a grandeza”, disse Helen O’Hara do Empire Magazine.
“Admirável Mundo Novo é um grupo de personagens vagando em busca de significado, com a máquina da Marvel rangendo alto enquanto tenta criar um grande mito em torno dessas figuras de segunda linha”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.
“Admirável Mundo Novo está menos interessado em revigorar o cenário dos filmes de quadrinhos do que em realizar o que a Marvel costumava fazer com tanta facilidade”, disse James Preston Poole do But Why Tho? A Geek Community.
“Admirável Mundo Novo é tão visualmente sem vida quanto os thrillers mais sem graça do MCU, prejudicado por edições desnecessárias, fundos digitais frágeis e uma composição rígida; tematicamente, não diz nada com confiança e ainda menos de forma coerente”, disse Rory Doherty do Paste Magazine.
Lembrando que o longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
A sequência ‘Wicked: Parte 2‘, estrelada por Cynthia Erivo e Ariana Grande, já está disponível no catálogo do Prime Video. O filme atualmente é o sexto mais visto do catálogo.
Apesar do enorme sucesso comercial e da aclamação do público, a sequência tornou-se a grande surpresa negativa no Oscar 2026. O longa, que encerrou a adaptação do fenômeno da Broadway, não recebeu nenhuma indicação, sendo ignorado em todas as categorias.
O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 540 milhões nas bilheterias mundiais. O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$56.4M), Austrália (US$19M), Alemanha (US$9.7M), Coreia (US$6.5M) e México (US$6.3M).
Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ abriu com US$ 226 milhões mundialmente – o que representa a maior estreia global da história para uma adaptação musical da Broadway.
Já nos EUA, a continuação estreou com sólidos US$ 150 milhões, superando o primeiro filme (US$125M) e se tornando o terceiro maior lançamento da história para um longa musical, atrás apenas do live-action de ‘O Rei Leão‘ (US$191.7M) e ‘A Bela e a Fera‘ (US$174.7M).
Com 67% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou o coração dos espectadores, recebendo uma nota A no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a mesma média alcançada pelo primeiro filme.
A beleza essencial pode estar na sutileza, no subliminar. Dirigido pela atriz e diretora suíça Léa Fazer, Maestro é uma daquelas pequenas obras-primas que achamos no baú empoeirado do mundo mágico da sétima arte. Quase sem possibilidade de exibição nos cinemas brasileiros, o filme é um ato poético sobre o descobrimento do saber usando a estrada do cinema de arte. Ao longo dos curtinhos 81 minutos, somos testemunhas de metáforas filmadas e gestos muitos simples de sabedoria sobre a arte do viver.
Na trama, conhecemos o caricato e jovem ator Henri (Pio Marmaï), que sonha em trabalhar algum dia nos blockbusters hollywoodianos mesmo não conseguindo se estabelecer ainda como ator. Certo dia, parece que sua sorte muda quando recebe a chance de trabalhar um filme do conhecido cineasta Cédric Ròvere (Michael Lonsdale), uma referência do Cinema de arte. No set de filmagens, quase um peixe fora d’água, acaba se apaixonando por Gloria (interpretada pela bela atriz belga Déborah François) e descobrindo com boas intenções o ar da intelectualidade e suas simplicidades de entender melhor a vida.
O projeto tem vários pontos positivos para destacarmos. Um deles, a relação Mestre X Aprendiz que o filme disseca de forma objetiva e deixa várias lacunas para completarmos com nosso imaginário. Muitas dessas lacunas, inclusive, são preenchidas quando na subida dos créditos somos informados que o filme é parte baseado em uma história real que aconteceu com o consagrado diretor francês Éric Rohmer no set de seu último filme O Amor de Astrée e Céladon. Outro fator importante é a modelagem/construção do que é o surgimento do amor aos olhos do protagonista. Com tanta transformação que o personagem principal passa em pouco tempo, a ingenuidade e simplicidade acabam se tornando elementos de interseção de todo o processo.
Com convincentes atuações, sem almejar nada mais do que ser uma boa história filmada, Maetro é um filme simplesmente complexo em sua maneira de enxergar o mundo mas bem trivial na maneira de tocar nossos corações sonhadores. Uma pequena obra-prima, se tiver a chance de conferir, não perde não 🙂
É tão bom assistir a uma produção audiovisual brasileira com tanta qualidade! Esta, em especial, provoca reflexão atrás de reflexão! Baseada no livro homônimo do escritor paraense Edyr Augusto, a nova série da Netflix – Pssica – empolga do primeiro ao último episódio, conduzindo o público por um mosaico de violência, cujas peças se encaixam com certa precisão, ao apresentar uma tonelada de temas importantes. Somam-se a esse retrato, que escancara as feridas de uma sociedade dominada pela criminalidade, atuações viscerais de um elenco coeso.
Já vá se preparando: esta é uma daquelas séries que merecem uma maratona! Do drama à ação, embarcamos em histórias que correm em paralelo, com dinâmicas conturbadas entre pais e filhos atravessando toda o discurso. Personagens muito bem desenvolvidos, são levados ao extremo de qualquer limite moral, em um lugar dominado pela corrupção, por crimes violentos – um paraíso consumido pelo crime.
Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.
Com ritmo eletrizante, desde seu piloto brilhante, vamos percebendo que a complexidade do texto deEdyr Augustoé muito bem diluído em quatro episódios com cenas fortes que vão nos levando até um mar de inconsequências. As protagonistas são nossos maiores guias nessa história. Uma adolescente sequestrada e vivendo horrores, busca encontrar soluções para a situação em que está. A outra, uma heroína sul-americana, com marcas no presente e no passado, que embarca numa sede de vingança.
A narrativa busca seu caminho por meio das infinidades que o cinema pode provocar – inclusive com um achado que se soma ao desenvolvimento: a ilustração de trechos do livro, que volta e meia ganham espaço entre as cenas. A trilha sonora marcante e cenas, muito bem dirigidas pelo diretor Quico Meirelles, conduzem o espectador por paisagens empolgantes na fronteira amazônica, escancarando de forma intensa os diferentes tipos de corrupção que corroem o senso de humanidade.
Pssica, em seus quatro episódios já disponíveis na Netflix – nos apresenta o contraste de um pedaço do nosso país, do paraíso ao inferno. Uma minissérie provocante, que nos faz refletir bastante sobre nossa sociedade.
Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 21 anos de lançamento. O tempo realmente voa.
Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 20 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.
Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.
Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.
Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 30 anos em 2021. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.
American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor
Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Piemarcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.
É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rushescancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.
Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.
Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).
Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!
Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a OProfessor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.
Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…
Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.
O drama estrelado pela atriz Stana Katic (a Beckett de ‘Castle’) contratou uma nova showrunner, Samantha Corbin-Miller, e a Sony Pictures Television está em negociações com o Amazon Prime Video para uma renovação de múltiplas temporadas, o que asseguraria sua continuidade até o terceiro ano.
Emily Byrne (Stana Katic) é uma agente do FBI que assume a difícil missão de capturar um dos assassinos mais perigosos de Boston, mas, durante as investigações, ela acaba desaparecendo sem deixar pistas. Seis anos depois, ela é encontrada quase sem vida e sem memória dentro de uma cabana no meio da floresta. Ao voltar para a sua vida normal, no entanto, Emily descobre que além de seu marido ter se casado com outra mulher, levar uma vida longe de casos criminais será um sonho distante para ela.
No Brasil, ‘Absentia’está disponível através do serviço de streaming Crackle.
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