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‘What If…?’: Ultron quebra as paredes do Multiverso nas imagens oficiais do 8º episódio; Confira!

O 8º episódio de ‘What If?’ apresentou uma versão alternativa do Ultron, que finalmente consegue dizimar a humanidade e destrói não somente o planeta terra, mas como toda a vida do universo… E de quase todo o Multiverso.

Isso porque ele evolui para para um nível de consciência tão avançado que consegue perceber a presença do Vigia e das vastas realidades imperceptíveis aos outros.

Antes disso, o vilão ainda toma posse corpo do Visão e consegue matar o Thanos em menos de um segundo, roubando as Joias do Infinito.

E agora que o episódio já está disponível na Disney+, a plataforma de streaming divulgou algumas imagens oficias.

Confira:

“E se… O Ultron ganhasse? Descubra a reposta no 8º episódio de ‘What if…?‘”

What If é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?

Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.

‘Venom 2 – Tempo de Carnificina’: Andy Serkis comenta sobre a aparição de [SPOILER!] na cena pós-créditos

O texto abaixo contém SPOILERS!

Um dos assuntos mais comentados das últimas semanas é a cena pós-créditos de ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina’…

Agora que o filme já está em exibição, foi confirmado que a cena mostra o Peter Parker (Tom Holland) sendo desmascarado como o Homem-Aranha.

Em seguida, o Venom diz que “ele parece ser delicioso”, antes de lamber a tela da TV de Eddie Brock (Tom Hardy).

O crossover entre as duas franquias é um desejo antigo dos fãs, e o diretor Andy Serkis revelou ao Deadline que esse sempre foi o objetivo da equipe, antes mesmo dele ser escalado para projeto.

No entanto, ele acredita que o Venom ainda vai enfrentar outros personagens antes de se encontrar com o Homem-Aranha.

“Vai surgir um arco a partir dessa cena, obviamente. Antes mesmo de eu entrar como diretor, a equipe não estava pensando em filmes individuais, mas como essa história poderia nos levar adiante no universo que envolve o Venom e outros personagens relacionados ao Homem-Aranha. Mas existem outros personagens interessantes que o Venom pode enfrentar antes de lutar contra o Homem-Aranha.”

E aí, você acha que o Homem-Aranha fará parte do próximo filme do Simbionte ou é o Venom que fará uma participação especial em algum filme do Cabeça de Teia?

Lembrando que ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina‘ teve um começo surpreendente nas bilheterias. A sequência da Sony conseguiu arrecadar US$ 11,6 milhões na noite de estreia, ultrapassando o filme anterior.

Para quem não sabe, o original abriu com US$ 10 milhões.

Na era pandêmica, o filme ficou atrás apenas da abertura de ‘Viúva Negra‘, com US$ 13,2 milhões, e na frente de ‘Shang-Chi‘ (US$ 8,8 milhões) e ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 7,1 milhões)

A Sony está prevendo arrecadar US$ 50 milhões no fim de semana, o que seria ótimo para o filme.

Venom 2‘ abriu com 65% aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 69 reviews publicadas, 45 são positivas e 29 negativas. A nota média é 5.7 de 10.

Segundo os críticos, o filme abraça o absurdo e consegue entreter.

Confira as críticas:

VENOM 2 abraça ainda mais o absurdo romance de camaradagem do primeiro filme. Andy Serkis mantém a ação e o humor em movimento rápido, mesmo que nem sempre aconteça. A performance de Tom Hardy ainda é um destaque, enquanto Woody Harrelson saboreia cada momento sádico”

“Quando se trata de Venom 2, é simples.

Você gostou do primeiro? Você vai gostar deste.

Não é como o primeiro? É assim que você se sentirá aqui.

É a versão maior e mais rápida do primeiro filme que gostei e esqueci instantaneamente.

Divertido. Frívolo.”

Venom 2 tem alguns momentos realmente divertidos e charmosos – particularmente entre Eddie e Venom, que ainda é uma dinâmica super divertida – mas o filme se perde um pouco no Carnificina. Há muitas ideias e o filme simplesmente segue em frente até o fim.”

Venom 2 é um filme selvagem do mais alto nível. Comédia deliciosamente autoconsciente e estranha. Tom Hardy dá 200%. Faça o que fizer, não perca a cena pós-créditos.”

Tom Hardy é fantástico em Venom2 – um filme que alegre e loucamente se inclina para seu tom hilariante e sombrio. Hardy é quem rouba todas as cenas com uma performance única que é MUITO divertida de assistir”

 

Venom 2‘ chega no Brasil dia 7 de Outubro.

Assista ao trailer dublado:

LEGENDADO

 

Gostou de ‘A Menina que Matou os Pais’? Conheça mais 5 Suspenses Nacionais Baseados em CRIMES REAIS

O cinema norte-americano sempre trouxe as figuras mais horripilantes da sua história criminal como personagens âncoras de algumas obras. Seja para representar as marcas deixadas na memória social do seu povo, seja para canalizar as dores dessas tragédias em uma projeto catártico. 

Conhecemos, a título de exemplos, a história de Ted Bundy, vivido por Zac Efron, em Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal (2019), assim como Aileen Wuornos, vivida por Charlize Theron, em Monster: Desejo Assassino (2003), além do já clássico Monsieur Verdoux, interpretado por Charlie Chaplin em filme homônimo de 1947. 

Todavia, não são apenas os estadunidenses que fazem filmes baseados nas manchetes de jornais e crimes bárbaros. Se você é curioso para saber sobre as histórias e os detalhes dos processos judiciais dos casos que chocaram o nosso país, prepare-se para a lista a seguir selecionada pelo CinePOP

Com a estreia de A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais, listamos filmes do mesmo estilo. Confira!

Macabro (2020)

Lançado em julho deste ano nos drive-ins brasileiros, o longa de Marcos Prado (Tropa de Elite), apresenta o sargento Teo (Renato Góes) como o encarregado de realizar a prisão dos irmãos Ibraim e Henrique de Oliveira, conhecidos como Irmãos Necrófilos. Os jovens foram responsáveis por oito assassinatos, entre eles de uma criança, e de ter relações sexuais com os cadáveres após os homicídios. 

Recorrente nas páginas do jornal A Voz da Serra, entre 1991 e 1995, os irmãos aterrorizaram a região rural de Janela das Andorinhas, em Nova Friburgo, o que levou a evasão de 70% da população local e a criação de diversos mitos sobre os dois acusados. A maioria das pessoas acreditava que ambos eram possuídos pelo demônio e tinham poderes de atravessar a densa mata da região pulando de copa em copa das árvores. 

O Lobo Atrás da Porta (2014)

Com um talentoso elenco, Fernando Coimbra retomou o já esquecido caso de Neyde Maria Maia Lopes, batizada pelos jornais de 1960 de A Fera da Penha. Na produção, Leandra Leal dá vida à acusada, na pele de Rosa. Ela envolve-se num relacionamento amoroso com Bernardo (Milhem Cortaz), após se conhecerem no trem, na estação Central do Brasil. O romance torna-se trágico a partir da descoberta de Rosa sobre o casamento e a filha de Bernardo. 

Com ciúmes, Rosa aproxima-se da mulher do seu amante (Fabíula Nascimento) e da pequena Clara (Isabelle Ribas), de 4 anos. Ao ganhar a confiança da menina, Rosa a sequestra da escola e a leva para um matadouro. Com repercussão exaustiva na mídia após o corpo da menina ter sido encontrado, no dia 30 de junho de 1960, num Matadouro na Penha, a amante do pai da menina é levada para depor na polícia e depois de 24h confessa o crime. 

A amante matou a menina de 4 anos com um tiro à queima-roupa e depois queimou o cadáver. O fogo assustou os cavalos e os funcionários do local encontraram o corpo carbonizado. Com uma enorme revolta popular, a polícia não conseguiu levar Neyde para a reconstrução do crime por risco de linchamento público. O caso foi encenado no programa Linha Direta Justiça (2003) e também no filme Crime de Amor (1965), com Joana Fomm, além de render diversos livros. 

Última Parada 174 (2008)

Se você tem por volta dos seus 30 anos ou mais, com certeza, lembra-se da transmissão ao vivo do sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro, pelo jovem Sandro Barbosa do Nascimento (Michel Gomes). Na obra de Bruno Barreto, a narrativa acompanha Sandro desde o seu desamparo familiar, o qual o leva às ruas, até o caso da Chacina da Candelária, em 1993. Sobrevivente do atentado, responsável por matar oito garotos em situação de rua, ele passa por inúmeras instituições de auxílio a jovens delinquentes. 

Após um assalto, no dia 12 de junho de 2000, Sandro consegue um revólver 38 e entra no ônibus 174 já alterado pelo uso de entorpecentes. A partir da abordagem de um policial militar, avisado por um dos passageiro do porte de arma do rapaz, Sandro faz de refém 11 pessoas dentro do ônibus. 

O caso repercute imediatamente em todas as casas brasileiras por conta da transmissão televisiva. O terror é estabelecido por horas aos olhos de milhões de brasileiros e acaba com a morte da professora Geisa Firmo Gonçalves, grávida de dois meses, com três tiros nas costas, e do próprio Sandro, asfixiado pelos policiais militares envolvidos na lamentável operação. 

Carandiru (2003)

Baseada no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, o obra de Hector Babenco retrata personagens e cotidianos dentro do presídio Carandiru até o dia 2 de outubro de 1992, quando ocorreu a chacina comandada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. O evento causou a morte de morte de 111 detentos. A intervenção da Polícia Militar, liderada pelo coronel Ubiratan Guimarães, tinha como justificativa acalmar uma rebelião no local.

Considerada como desastrosa, a justiça julgou o comandante Ubiratan e 23 policiais pelo homicídio de 102 detentos dos 111 mortos naquele dia, o coronel nunca respondeu pelo crime e foi ainda eleito deputado estadual de São Paulo em 2002. Em 2006, Ubiratan foi assassinado com um tiro no abdômen. No muro do seu prédio foi escrita a frase “aqui se faz, aqui se paga”, em referência ao massacre do Carandiru.

Para representar todas as histórias dentro desta tragédia, o elenco contou com Rodrigo Santoro (Lady Di), Lázaro Ramos (Ezequiel), Wagner Moura (Zico), Milhem Cortaz (Peixeira), o rapper Sabotage (Fuinha) e Luiz Carlos Vasconcelos, como Dr. Drauzio Varella. 

O Bandido da Luz Vermelha (1968)

Considerado clássico do cinema nacional, a obra do então jovem de 22 anos Rogério Sganzerla é baseada livremente no verdadeiro criminoso João Acácio Pereira da Costa, apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha’. A nomenclatura é advinda do recorrente porte de uma peculiar lanterna de bocal vermelho, semelhante ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, o qual tinha o mesmo apelido. 

Narrado de forma jocosa por radialistas, o filme apresenta a infância de abuso do protagonista vivido por Paulo Villaça e seus maneirismos, além de incluir o detetive Cabeção (Luiz Linhares) e a prostituta Janete Jane (Helena Ignez) em seu percurso. Ele sempre assaltava casas luxuosas, entre 2 e 4 da manhã, cortava a energia da propriedade e usava um lenço para cobrir o rosto, além da simbólica lanterna. 

Constantemente manchete do jornal Notícias Populares, o bandido da luz vermelha infernizou a cidade de São Paulo durante cinco anos. Diferente do destino do filme, no qual comete suicídio, o verdadeiro meliante foi preso em 1967 em Curitiba, sob a identidade falsa de Roberto da Silva. 

João Acácio confessou quatro assassinatos e foi julgado por outras sete tentativas de homicídio e 77 assaltos. Passou 30 anos na cadeia e retornou em liberdade à sua cidade natal em Joinville, onde foi morto a tiro numa briga de bar em 1998. O criminoso tornou-se célebre por vestir-se de maneira extravagante, com perucas e cores fortes, e usar todo o dinheiro dos roubos com prostitutas e boates. 

Bônus:

O Caso dos Irmãos Naves (1967)

Aqui o crime é cometido pela justiça e polícia brasileira, sob o regime autoritário de Getúlio Vargas em 1937. Apesar de esquecido na nossa memória social, o filme de Luís Sérgio Person denuncia a tortura e as barbaridades cometidas pelos militares com os irmãos Joaquim (Raul Cortez) e Sebastião Naves (Juca de Oliveira) para confessar um crime, o qual eles não cometeram. 

Os irmãos eram comerciantes de cereais na cidade de Araquari, no interior de Minas Gerais. Após o sumiço do primo e sócio Benedito com o pagamento de 90 contos de réis, algo em torno de 270 mil reais, eles foram dar queixa na delegacia. O delegado local, no entanto, foi substituído pelo tenente militar Chico Vieira, o qual acusou os irmãos de inventar a história, matar o primo para ficar com a parte dele e ocultar o cadáver. 

Por meses, o tenente e seus soldados submeteram os irmãos a diversas torturas para que confessassem o crime e o esconderijo do dinheiro. Um dos métodos era amarrar os corpos dos irmãos em árvores e untá-los com mel para serem atacados por abelhas e formigas. Outra estratégia do militar foi prender a mãe, as esposas e os filhos de ambos, os quais também foram torturados psicologicamente e sexualmente. 

Após 15 anos, cumprida a pena de oito anos e a morte de Joaquim, Sebastião reencontra Benedito vivo e busca provar sua inocência perante a sociedade, com a ajuda do advogado João Alamy Filho, o qual escreveu o livro homônimo (1960) sobre os acontecimentos dos seus clientes. O caso foi apresentado no programa Linha Direta Justiça (2003) e na série de reportagens Os Olhos Que Condenam no Brasil (2019), da TV Cultura.

Quando foi anunciado o início da produção do filme ‘A Menina que Matou os Pais‘, muitos leitores ficaram indignados que a horrível história de terror real brasileira seria contada nos cinemas.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Carla Diaz e Leonardo Bittencourt revelaram que Suzane Von Richthofen não ganhará um centavo pelo filme.

Assista:

Eva Longoria e Dana Delany querem revival de ‘Desperate Housewives’ [EXCLUSIVO]

Desperate Housewives‘ é, sem dúvida, uma das séries de comédia mais icônicas na história da TV americana. E em meio a tantos revivals, vide ‘Gossip Girl‘, ‘Prison Break‘, ‘24 Horas‘, talvez um retorno da comédia poderia cair bem.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘O Hóspede Americano‘, a atriz Dana Delany – que interpretou Katherine Mayfair – confirmou que ela e Eva Longoria querem um revival de ‘Desperate Housewives‘.

“Sobre o revival, eu adoraria participar. Depende do Marc Cherry. Eu sei que Eva Langoria também quer fazer. Seria incrível se isso acontecesse”, afirmou.

Ela ainda comentou sobre os dramas nos bastidores, que supostamente envolviam ataques de estrelismo de Teri Hatcher.

“Eu ouvi sobre esses dramas, mas quando eu cheguei na quarta temporada, esses dilemas já estavam resolvidos.”, concluiu.

Assista:

Em entrevista à Variety, Eva Longoria – que interpretou Gabrielle Solis – disse que gostaria do retorno da série, apesar de não imaginar a partir de onde os personagens teriam suas histórias iniciadas.

“Eu adoraria 100%. Eu não acho que isso nunca aconteceria, mas estaria 100% dentro. Eu adoraria entrar nos sapatos de Gaby novamente. Mas nada foi discutido. Marc Cherry já foi questionado um milhão de vezes. Mas nós fizemos quase 10 anos com 24 episódios por ano. Nós fizemos quase 200 episódios, então, ele já apresentou tudo sobre esses personagens. Eu não sei o que mais as pessoas iriam querer ver nesses personagens.”

Desperate Housewives‘ foi exibida pelo canal ABC de 2004 a 2012.

EXCLUSIVO! Blumhouse continua tentando fazer reboot de ‘Sexta-Feira 13’, mas não de ‘A Hora do Pesadelo’

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover ‘Welcome to Blumhouse‘, o produtor Jason Blum revelou que ainda está tentando fazer o reboot da franquia ‘Sexta-Feira 13‘ (Friday the 13th), mas não tem tanto interesse em ‘A Hora do Pesadelo‘ (A Nightmare on Elm Street).

“A Hora do Pesadelo eu acredito que não. Eu faria, mas não temos os direitos. Sexta-Feira 13 é o meu sonho! Não tenho os direitos, mas adoraria.”, afirmou.

Assista a entrevista:

Ele também falou sobre o reboot de ‘O Exorcista‘, que estreia em 2023.

“Eu espero fazer com O Exorcista a mesma coisa que fizemos com Halloween. Na franquia Halloween o primeiro filme foi ótimo, o segundo foi ok, mas os outros não foram bons. Então, nós revitalizamos a franquia e os espectadores gostaram. Espero poder fazer o mesmo com O Exorcista. Todos pensam que vão fracassar, mas temos o mesmo diretor e roteirista de Halloween”, ele afirma.

Segundo ele, os fãs vão se empolgar com a nova versão.

“Nós reinventamos a franquia para que pareça nova e diferente, mas terá ligação com o primeiro filme.”, concluiu.

Vale lembrar que os direitos da franquia Sexta-Feira 13‘ estão enfrentando uma tortuosa batalha na justiça. O roteirista Victor Miller e o diretor Sean S. Cunningham, responsáveis pelo primeiro Sexta-Feira 13‘, brigam há anos pelo controle de tudo que está relacionado à saga.

O tribunal concedeu os direitos do roteiro do filme original para Miller, mas Cunningham está apelando à decisão, o que atrapalha o desenvolvimento de novos filmes.

A maior questão legal se resume a Jason Voorhees, que se tornou o ícone e o ‘rosto’ da franquia, embora ele não tenha sido introduzido até o segundo filme, que Miller não escreveu.

Ao longos dos anos, vários rumores surgiram sobre o desenvolvimento de novas sequências, inclusive a escalação de elenco e uma data de lançamento haviam sido definidas, mas o projeto foi retirado do cronograma e mais nenhuma notícia surgiu.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

Julie Andrews – 86 Anos | Filmes estrelados pela icônica atriz para assistir nos streamings

São poucas as pessoas que não conhecem o nome Julie Andrews – e não é por menos: a atriz, detentora da honraria da Ordem Britânica por serviços prestados à comunidade, ganhou o Oscar de Melhor Atriz por sua incrível e memorável performance em Mary Poppins (a única que alcançou tal feito protagonizando um filme da Walt Disney Studios).

Além da icônica babá encantada, Andrews também interpretou Maria von Trapp no musical ‘A Noviça Rebelde’, que lhe garantiu um prêmio do Globo de Ouro de Melhor Atriz, e a Rainha Clarisse Renaldi na mini-franquia O Diário da Princesa, que a reintroduziu para a nova geração e permitiu que os espectadores mais jovens redescobrissem sua prolífica carreira.

Além de um BAFTA, dois Emmy Awards, três Grammy Awards e outras cinco estatuetas do Globo de Ouro, Andrews continua como uma das artistas mais importantes e reconhecidas da história do cinema. Em seu 86º aniversário, a atriz continua mais ativa do que nunca e, para celebrar sua carreira, separamos uma lista com 7 filmes estrelados pela performer – e onde conferi-los nas plataformas de streaming.

MARY POPPINS (1964)

Onde assistir: Disney+

O filme que garantiu a Andrews a estatueta do Oscar é um dos clássicos mais aclamados de todos os tempos. A história é centrada em Mary Poppins, uma babá encantada praticamente perfeita de todas as maneiras que chega voando à casa da família Banks para ajudar a “colocar ordem” nas desestruturadas e afastadas pessoas que lá moram. O longa funciona como uma mensagem de otimismo e de esperança que, resumidamente, declara que tudo fica melhor com uma colher cheia de açúcar.

A NOVIÇA REBELDE (1965)

Onde assistir: Disney+

No final da década de 1930, na Áustria, quando o pesadelo nazista estava prestes a se instaurar no país, uma noviça (Andrews) que vive em um convento mas não consegue seguir as rígidas normas de conduta das religiosas, vai trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp (Christopher Plummer), que tem sete filhos, viúvo e os educa como se fizessem parte de um regimento. Sua chegada modifica drasticamente o padrão da família, trazendo alegria novamente ao lar da família Von Trapp e conquistando o carinho e o respeito das crianças. Mas ela termina se apaixonando pelo capitão, que está comprometido com uma rica baronesa.

POSITIVAMENTE MILLIE (1967)

Onde assistir: Google Play

Nova York, 1922. Millie Dillmount (Julie Andrews) chega na cidade e muda o visual para parecer bem moderna. Ela então se hospeda no Priscilla, um hotel para jovens solteiras que é administrado pela Sra. Meers (Beatrice Lillie). que aparentemente é uma pessoa bem bondosa. Na verdade a Sra. Meers opera um outro negócio muito mais lucrativo, pois sequestra entre suas hóspedes aquelas que não tem ninguém no mundo, ou seja, aquelas as quais a falta não será sentida, e as vende como escravas brancas. Millie tem uma meta arrumar um emprego como secretária e casar-se com seu chefe, que tem de ser alguém sem nenhum compromisso. Porém o plano falha e sua vida vira de cabeça para baixo.

MULHER NOTA 10 (1979)

Onde assistir: Google Play

George Webber (Dudley Moore) é um compositor de sucesso, que vê Jenny Hanley (Bo Derek), uma noiva, a caminho da igreja. Ela o deixa totalmente obcecado, sendo que deste instante em diante estar com ela passa a ser a meta da sua vida, apesar de ter uma sólida relação com Samantha Taylor (Andrews), uma renomada cantora e atriz. Esta busca vai lhe provocar uma estranha reação.

VICTOR OU VICTÓRIA? (1982)

Onde assistir: HBO Max

‘Victor ou Victória?’ garantiu a Andrews mais uma indicação ao Oscar e outra ao César, além de ter colocado uma nova estatueta do Globo de Ouro em sua estante. No longa-metragem, a atriz dá vida a Victoria Grant, uma cantora lírica desempregada que conhece Carroll Todd, um cantor homossexual que foi recentemente demitido. Juntos, eles articulam um plano em que ela se faz passar por um homem, o Conde Victor Grezhinski, que é um transformista, com o intuito de conseguir um emprego. Mas, o problema aparece quando ela se apaixona por King Marchand, um gângster, sendo que caso ela se declare para ele, se assumirá como uma farsa.

O DIÁRIO DA PRINCESA (2001, 2004)

Onde assistir: Disney+

A icônica produção da Casa Mouse foi responsável por introduzir Andrews a uma geração que ainda não a conhecia – permitindo que os espectadores visitassem sua carreira e descobrissem os memoráveis papéis que encarnou desde sua estreia nos cinemas. Em O Diário da Princesa, a atriz vive a Rainha Clarisse Renauldi, governante de Genóvia, e divide os holofotes com a estreante Anne Hathaway no papel de Mia Thermopolis, uma desengonçada jovem que é herdeira do trono e deve aprender como conciliar a vida real e a vida como uma adolescente do ensino médio. Andrews reprisa seu papel na continuação, lançada em 2004 e disponível também no Disney+

SHREK (2004, 2007, 2010)

Onde assistir: Netflix

Depois de ter vivido a Rainha Clarisse em O Diário da Princesa, Andrews voltaria a interpretar um membro da família real – mas da maneira mais inesperada possível. A atriz aceitou participar da aclamada sequência de Shrek’ como a Rainha Lillian, mãe de Fiona (Cameron Diaz) que prova ser uma bad-ass disposta a tudo para defender seu reino e aqueles que ama. Ela reprisaria o papel no terceiro e no quarto filmes (apesar de neste último não ter tanto protagonismo).

Gostou de ‘Maligno’, do diretor James Wan? Conheça outros Filmes Giallo…

Para a alegria de todos, ou certamente dos amantes do estilo, um dos realizadores mais respeitados da atualidade no cenário do terror mainstream americano, James Wan, voltou ao gênero que o consagrou. Dessa vez com Maligno, que já está nos cinemas nacionais. Sempre sinônimo de lucro e colecionando obras que tiveram êxito por parte da crítica especializada, James Wan expandiu horizontes e se aventurou em outros projetos de propostas absolutamente diferentes do habitual, conseguindo ir ainda mais longe e rendendo bilheterias que ultrapassaram a marca de um bilhão de dólares com Velozes & Furiosos 7 (2015) e Aquaman (2018), se tornando assim um dos cineastas mais pleiteados da indústria.

Primeiramente, conhecido por criar excelentes obras de horror que acabaram virando franquias de sucesso e dataram tendências, o caso de Jogos Mortais (2004) e Invocação do Mal (2013), Wan aposta agora num subgênero ou movimento pouco explorado no cinema norte-americano, os chamados filmes Giallo.

Mas, afinal, o que são esses tais giallo movies e por que tanta gente adora e faz referência até hoje? Provavelmente, muitos de vocês conhecem as chamadas pulp fictions – termo que foi amplamente popularizado após a estreia do longa de mesmo nome, de Quentin Tarantino. Para quem ainda não sabe, as pulp fictions eram revistas baratinhas publicadas nos EUA, no início do século passado, que traziam contos de ficção cientifica, fantasia, terror e as mais variadas aventuras. Naquela época, os autores que publicavam nessas revistas não eram muito estimados, já que a vertente era considerada subliteratura. No entanto, algumas décadas depois, esses escritores passaram a ser considerados verdadeiros mestres, saindo de lá, por exemplo, gigantes como Lovecraft, Isaac Asimov e Agatha Christie.

Na Itália fascista, entre as décadas de 1920 e 1930, as revistas giallo representavam basicamente a mesma coisa das pulp’s, ainda que focassem principalmente em histórias de detetive e assassinos em série. Anos depois, a partir da década de 1960, alguns cineastas italianos tomaram esses contos como referência e criaram, meio que naturalmente, uma espécie de movimento dentro do cinema de horror. Seguindo as formulas, adaptando tudo aquilo que liam nas giallo e inserindo uma estética mais obscura e expressiva, com inimigos bem definidos que mais tarde iriam inspirar os filmes slashers, a exemplo de Sexta-Feira 13 e Halloween. Dario Argento e Mario Bava ainda são os mais conhecidos do cinema giallo, entretanto vários outros realizadores como Lucio Fulci, Ruggero Deodat, Luigi Bazzoni, foram tão importantes quanto e influenciaram artistas ao redor do mundo. E é justamente sobre os clássicos desses mestres do terror europeu que falaremos aqui. Uma lista com dez filmaços do estilo que vão te fazer ficar na ponta do sofá e se preparar para aguardada estreia de Maligno.

  1. Uma Lagartixa num Corpo de Mulher (1971)

Começando com Lucio Fulci, no seu segundo giallo, onde o primeiro foi Uma Sobre a Outra (1969), e em Uma Lagartixa num Corpo de Mulher vemos a filha de um influente político britânico que, depois de consecutivas alucinações constantes e pesadelos terríveis, se vê presa na própria dúvida de ter ou não matado uma pessoa. Consultando-se regularmente com um psicanalista, ela descobre que possui um transtorno de dupla personalidade, porém, num determinado momento, percebe que pode estar tramando algo contra si mesma. O grande destaque aqui vai para o roteiro complexo que se aventura por um novo tipo de narrativa dentro do gênero.

  1. O Pássaro Sangrento (1987)

No caso de O Pássaro Sangrento, de Michele Soavi, temos um giallo que apareceu muitos anos depois do movimento, em 1987, e é considerado por muitos apenas um filme slasher, no entanto podemos observar diversas particularidades dos giallo não apenas no roteiro, mas em conceitos estéticos e narrativos. Nele vemos um diretor de teatro decadente que planeja atrair a atenção da mídia encenando um musical que narra a vida de Irving Wallace, um assassino em série. O grupo então se reúne num depósito para ensaios noturnos, sem saber que quem está no palco, interpretando o psicopata que usa uma máscara de coruja, não é apenas um ator, mas sim o verdadeiro Irving Wallace, que havia fugido de um manicômio.

  1. Tenebre (1982)

Já um pouco distante dos clássicos giallo que havia realizado, Dario Argento traz em Tenebre uma narrativa elegante e diferente, que iria sofisticar ainda mais em filmes futuros. Todavia Tenebre possui vários atributos que o constitui como um giallo, como a própria trama em que vemos um autor que começa a ser perseguido por um serial killer – este que diz ser fã do seu trabalho. O assassino misterioso vai até as últimas consequências e começa a matar todos os envolvidos que participaram das obras do escrito.

  1. Torso (1973)

Mesmo que Mario Bava com Banho de Sangue (1971) tenha sido a principal fonte de inspiração para os chamados slashers, este Torso, de Sergio Martino, possui ainda mais elementos que foram utilizados em filmes como Sexta-Feira 13. A história se passa numa cidadezinha do interior da Itália, onde os jovens estão assustados com a onda de mortes e violência que vem acontecendo com os estudantes. Quatro garotas decidem tirar um tempo para descansar e esquecer em uma casa de campo, no entanto, por lá, passam a ser perseguidas pelo maníaco que atacava o lugar.

  1. Vestida para Matar (1980)

Esta é uma indicação a parte se compara as demais, pois se trata de um filme americano dirigido por uma cineasta também ianque muito conhecido, Brian De Palma, que mesmo bebendo de Hitchcock, sempre flertou com os giallo. Principalmente em Vestida para Matar, que possui todos elementos do subgênero como o assassino desconhecido, as luvas negras, cenas com muito sangue e aborda questões psicológicas centradas na sexualidade. Se você não está habituado com a narrativa europeia, essa é uma boa porta de entrada para conhecer um pouco do estilo.

  1. O Estranho Segredo do Bosque dos Sonhos (1972)

Aqui mais um filme do Lucio Fulci, considerado um dos pais do gore no terror europeu e com uma filmografia multifacetada, mas O Estranho Segredo do Bosque dos Sonhos é um dos poucos citados dentre os seus trabalhos. Todavia, acredite, esta é uma obra soturna, misteriosa e com uma trama completamente única que foi baseada em fatos reais. Onde um maníaco realiza uma série de assassinatos envolvendo um grupo de crianças num vilarejo da Sicília, Itália. A cidade inteira fica desesperada e todos os moradores passam a ser suspeitos. Acompanhamos então um jornalista que tenta desvendar esses casos e acaba se envolvendo em intrigas, gerando ainda mais violência para pessoas inocentes.

  1. Seis Mulheres para o Assassino (1964)

Há quem diga que Mario Bava já havia dado iniciado aos giallo movies com A Maldição do Demônio, em 1960, mas Olhos Diabólicos, de 1963, é oficialmente creditado como o primeiro filme a possuir as características solidas do estilo. Porém, foi um ano depois, com Seis Mulheres para o Assassino, que Bava moldou o estilo giallo durante os próximos anos. A história acontece numa casa de moda, onde modelos estão sendo perseguidas e apanhadas por um assaltante misterioso que chega até matar algumas das suas vítimas. Aqui o cineasta estabelece o padrão de mistério de assassinato sempre encharcado de cores berrantes que os filmes de Argento iriam “pegar emprestado”.

  1. O Pássaro das Plumas de Cristal (1970)

 

E falando em Dario Argento, o diretor estreou em grande estilo com O Pássaro das Plumas de Cristal, que era nitidamente mais refinado e melhor construído que os giallo que haviam saído até ali. Muito por Argento trazer um pouco do dinamismo narrativo do mestre Alfred Hitchcock, e juntar com as cores expressivas dos filmes do próprio Bavo. A aventura começa quando o escritor Sam Dalmas testemunha uma tentativa de assassinato cometida por um misterioso homem vestido de preto. A vítima sobrevive, mas como a polícia não consegue descobrir quem é o assassino, Sam decide investigar por conta própria.

  1. Banho de Sangue (1971)

Não tem jeito, Banho de Sangue é historicamente considerado o template dos filmes slasher, a começar pela trama, onde vários assassinatos acontecem numa baía paradisíaca, começando pela condessa Donati, a proprietária do local. Nele vemos vários adolescentes com os hormônios em ebulição, que por serem moradores das redondezas e herdeiros da propriedade, tornam-se também vítimas de um assassino em série, embora alguns membros do grupo pareçam ter intenções de matar seus próprios colegas. O desfecho então parece ainda mais incrível. No longa temos as clássicas luvas pretas, as cores gritantes e o trabalho de câmera alucinado, soando terrivelmente belo e hipnótico.

  1. Prelúdio Para Matar (1975)

Sim, Mario Bava começou tudo e deve ser reconhecido como o criador dos giallo movies, mas o também fã de Bava, Dario Argento, aperfeiçoou sua criação e elevou a outro patamar. E mesmo que Argento possua outros filmes mais conhecidos, vide Suspiria, Prelúdio Para Matar é o seu trabalho mais notável e considerado o melhor giallo já feito. Seguindo a formula do mestre, o cineasta mistura o clima de mistério aos elementos de terror para criar a ferramenta do “quem matou?”. Um filme extremamente violento, com muito suspense e personagens ameaçados por um assassino “invisível” maluco. E mesmo tudo parecendo surreal pelas influências expressionistas e reviravoltas, o espectador compra a trama até o final. Esta que traz o pianista Marcus Daly que testemunha um brutal assassinato de uma médium, mas não é capaz de reconhecer o rosto do criminoso. Com isso na cabeça, ele decide investigar o crime com a ajuda de uma repórter e mergulha num submundo perigoso, correndo cada vez mais riscos à medida em que se aproximam da verdade, pois a dupla é constantemente observada pelo assassino.

Bônus: Suspiria (1977)

Suspiria é sem dúvidas o maior expoente do terror italiano, o longa mais famoso de Dario Argento (que ganhou até um remake nos últimos anos), além de ser frequentemente descrito como um filme giallo, mas há controvérsias sobre essa definição. Se formos pegar as principais características do subgênero, pelo menos na base literal que ele foi criado, seguindo as histórias de detetive, o filme não poderia se enquadrar no estilo. No entanto, como vemos nos títulos anteriormente citados, a vertente ganhou novos contornos e passou a ser algo que iria muito além dessa estrutura. Todo apelo estético e conceito visual, o estilo narrativo inquieto, as tramas insanas ou mesmo a abordagem dos personagens são particularidades que acabam se sobressaindo. E Suspiria possui todas elas, ainda que seja um filme gótico mergulhado no horror sobrenatural. Então, é possível sim considerar Suspiria não apenas como um filme giallo, mas a evolução ou a expressão artística máxima do tal subgênero.

‘Maligno’ é uma versão mais sombria de ‘Frozen’, diz James Wan

Conhecido por seu trabalho na franquia ‘Invocação do Mal’, James Wan se tornou um dos nomes mais comentados da última semana por conta de ‘Maligno‘, seu novo filme.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o cineasta foi questionado sobre como poderia descrever o novo título e brincou ao dizer que ‘Maligno‘ é uma versão sombria de ‘Frozen‘.

Para Wan, a justificativa de sua afirmação é o vínculo entre irmãos explorado na trama.

“Aqui você tem uma história sobre Madison (Annabelle Wallis) com seu próprio irmão de sangue, Gabriel (Marina Mazepa), que acabou se tornando uma pessoa bem horrível. Mas ela tem uma relação muito mais forte com sua irmã adotiva, Sydney (Maddie Hasson). Mesmo que elas não tenham ligação de sangue, elas possuem uma forte conexão. [A co-roteirista] Ingrid [Bisu] adora a ideia de contar uma história de amor, mas não é uma história romântica entre os dois protagonistas. É uma história de amor entre as duas irmãs. E eu amo isso. Eu não vi isso em um filme de terror, sabe? Pelo menos como fizemos em ‘Maligno’. E o mais engraçado é que nos referíamos ao filme como um ‘Frozen‘ de terror.”

Ele continuou:

“É como a relação entre Anna e Elsa. Só que de forma obscura. Mesmo o foco da história sendo o vínculo entre irmãs, isso é algo bizarro.”

Para quem não assistiu, pode ser uma comparação confusa, mas o filme explora Madison tentando buscar uma conexão de sangue que ela achava que estava faltando em sua vida, fazendo referência à relação entre as personagens de ‘Frozen‘.

No entanto, Madison acaba conseguindo essa conexão da pior forma, quando Gabriel e ela desenvolvem uma ligação literalmente parasitária.

E aí, você já assistiu?

Vale lembrar que o terror já está em exibição nos cinemas nacionais!

A história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

‘Pânico’: Trailer do 5º filme ganha data de lançamento e mais informações

O Prince Charles Cinema vai sediar um evento em comemoração aos 25 anos de ‘Pânico‘ e o trailer do novo filme será exibido por lá e deve ser divulgado na internet logo depois!

O evento acontece dia 11 de Outubro.

O trailer foi classificado 14 anos e tem 2 minutos e 21 segundos de duração…

Onte, o roteirista Kevin Williamson falou ao ComicBook sobre o novo filme não poupando elogios aos novos diretores e revelando novos detalhes sobre a produção.

“Eu estava muito nervoso com o novo filme. Não sabia como me sentir sobre isso; por eles estarem fazendo um novo filme da franquia. Eles me ligaram e me pediram para fazer parte do projeto. Eu neguei. Então, eu recebi uma ligação do produtor James Vanderbilt. Ele disse que amava do primeiro filme e demonstrou tanto amor pela franquia, de uma forma muito pessoal. Eu me encontrei com os diretores, que fizeram ‘Casamento Sangrento’, que foi um dos meus filmes favoritos do ano, e me apaixonei por eles. Eles têm um coração muito grande e o colocaram nesse filme. Esse é o projeto pessoal para eles.”

Ele completa, “Pareceu certo. Senti que a franquia estava nas mãos certas. Eles são muito talentosos. Eu estava lá sempre que eles precisavam de mim, e eles me incluíram durante todo o processo. Se tornou uma experiência muito especial para mim, então eu fiquei muito feliz. Acredito que o Wes Craven ficaria muito feliz também. Ele teria amado esses caras. Eu me diverti muito. O primeiro filme da franquia ‘Pânico’ tem um coração e uma alma, e senti que o novo filme consegue capturar isso.”

O elenco do novo filme contará com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett entram como diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

 

‘Stargirl’: John Wesley Shipp divulga novas imagens de seu retorno como Jay Garrick; Confira!

John Wesley Shipp vai voltar a vestir o manto do velocista Jay Garrick no 9º episódio da 2ª temporada de ‘Stargirl‘, intitulado ‘Summer School: Chapter 9′.

E, em seu perfil do Instagram, o astro compartilhou algumas imagens inéditas da trama, que vai ao ar em 05 de outubro.

Confira, junto com a sinopse, promo e imagens oficiais:

Na trama, “quando Eclipso se volta contra Whitmore e Dugan, Pat se lembra das eventos dolorosos de seu passado envolvendo a Sociedade da Justiça da América original e sua luta para derrotar o vilão. Enquanto isso, Mike é forçado a confrontar a culpa que sente por seu papel na morte de Icicle, e Barbara fica cara a cara com alguém de seu passado. Por fim, Courtney luta para manter a esperança depois de Eclipso caçar aqueles que ama”.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Pânico’: Roteirista CONFIRMA que personagem querido realmente morreu…

OS fãs de ‘Pânico‘ estão sempre especulando sobre as possíveis reviravoltas que a franquia vai trazer, além de personagens que aparentemente morreram mas podem estar vivos, como a amada Kirby.

Dessa vez, a especulação foi sobre Randy, de Jamie Kennedy.

Os fãs começaram a especular que o personagem estava vivo, mas o roteirista original Kevin Williamson confirmou que Randy está definitivamente morto.

“Isso aconteceu, e  as pessoas ficam tipo, ‘Bem, eles estão realmente mortos? Eles têm que estar mortos?’. Acho que depois de Pânico 2, lembro que as pessoas desacreditaram na morte de Randy, porque ele era um personagem amado, o que, para mim, é o que mantém a franquia em movimento, é o que é real. Se você mata alguém que você realmente ama, torna-se pessoal para as pessoas. Lembro-me de pessoas dizendo, ‘Ele não está realmente morto, está? Ele não está realmente morto. Ele sobreviveu, não é?'”, disse Williamson disse ao ComicBook. 

Quando perguntado sobre o destino de Randy, Williamson confirmou:

“Sim, ele está morto. Essa teoria dos fãs de que ele está escondido é furada”, afirmou.

O elenco do novo filme contará com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett entram como diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

 

Quantic Dreams: A desenvolvedora que pode assumir os games de Star Wars

Empresa é bastante conhecida no mundo dos jogos pela variedade de escolhas no enredo

Em um período em que a ascensão de microtransações em jogos e o foco sobre o multiplayer (muito mais rentável do que as campanhas single player) serve como uma poderosa tentação, é sempre notável quando desenvolvedoras com propostas focadas em experiências individuais surgem no mercado. 

A trajetória de Star Wars nos jogos tem um pouco de tudo nesse sentido; desde multiplayers com presença forte de microtransações como em Battlefront II até experiências focadas no single player com Jedi Fallen Order ou Knights of the Old Republic. Mais recentemente, por meio de um rumor iniciado pelo youtuber Gautoz, foi especulado que a Quantic Dreams pode ter assinado um acordo com a Disney para desenvolver um novo jogo da franquia de space ópera.

Inaugurada em 1997 na França, a Quantic Dreams surgiu com a proposta de entregar jogos com tramas imersivas e, acima de tudo, interativas. Tal estilo de jogo era bem comum nos anos 90, graças aos exemplares do assim chamado estilo Interactive Storytelling. Com arquitetura complexa, esses jogos se caracterizam por múltiplos caminhos por onde o enredo pode seguir tendo como base as escolhas do jogador.

Star Wars tem exemplares que se aproximam do estilo da Quantic Dreams

Na mencionada década esse estilo não era, ainda, considerado um tipo de entretenimento, mas sim um tipo de técnica usada no marketing de consolidação de marca através de meios digitais. Foi dessa linha de produção que se formou outra conhecida como Ficção Interativa, esta que contempla os múltiplos caminhos que um roteiro pode seguir com base nas escolhas do jogador.

Foi a Bioware um dos estúdios pioneiros no aprimoramento da ficção interativa ainda no ano 1995, quando foi lançado Baldur ‘s Gate. O jogo misturava as mecânicas do mencionado estilo com outras de RPG, incrementando o potencial de interação do jogador. 

A Quantic Dreams seguiu um caminho diferente, não abraçando as vastas mecânicas de RPG apresentadas pela Bioware e tendendo a seguir um caminho muito mais focado na experiência de roteiro do que em jogabilidades muito elaboradas.

O estilo narrativo da Bioware foi um marco no final dos anos 90

Foi assim que em 1999 foi lançado Omikron: The Nomad Soul, uma obra que tentou misturar diversos estilos diferentes como FPS; mapa sandbox; combate corpo a corpo porém não obteve o resultado esperado. O jogo final foi um produto com recepção mista, tendo recebido diversos elogios por sua trilha sonora (composta por David Bowie); roteiro, gráficos e mais, porém pecando na falta de foco de uma única gameplay e, acima de tudo, pelo tempo de carregamento.

Somente em 2005 a empresa daria a volta por cima com seu primeiro sucesso absoluto, bem como a consolidação de seu estilo de jogo, com Indigo Prophecy. A trama segue Lucas Kane, que supostamente estando possuído por uma entidade assassina um homem e foge do local; ao mesmo tempo ele passa a ser investigado por uma dupla de detetives da polícia que vão descobrindo sua ligação com o sobrenatural.

A partir desse título a empresa definiu certas características que se tornaram comuns em seus jogos subsequentes: o emprego de suspense nas tramas (essas ainda sendo escritas por David Cage) e o protagonismo dividido entre mais de um personagem, garantindo assim múltiplos pontos de vista e de escolha. Ainda que apresentando a opção de apenas três finais, Indigo Prophecy definiu como seriam os títulos seguintes.

“Indigo Prophecy” foi o primeiro grande sucesso da Quantic Dreams

Esse modelo levou ao lançamento de Heavy Rain, em 2010, e à popularização da empresa. O título, um dos clássicos do Playstation 3, apresentou uma Seatle tomada pelo terror de diversos assassinatos de crianças, por afogamento, ocorrendo em períodos de chuva intensa. 

Nesse meio tempo, o jogador assume o controle de quatro indivíduos (uma jornalista, um detetive particular, um agente do FBI e um pai de família cujo filho foi sequestrado pelo assassino) os quais terão seus caminhos intercalados, e eventualmente cruzados, durante a jornada. A grande aposta de Heavy Rain foi a ambientação, mais do que a gameplay, por meio de cenários opressores e iluminação que exterioriza muito bem o sentimento do personagem em questão.

Como dito, esse foi o título que colocou a Quantic Dreams no conhecimento do público e chamou a atenção para os jogos muito mais focados no enredo do que em mecânicas de jogo, ainda mais sendo lançado na mesma época de jogos mais dinâmicos (em termos de jogabilidade) como God of War 3, Mass Effect 2, Red Dead Redemption.

A atmosfera em “Heavy Rain” é extremamente importante

O que ficou evidente era que o plano da Quantic Dreams para destaca-la no mercado era alcançar o máximo possível de uma união entre jogos e cinema, no que concerne em posicionamento de câmera em certas cenas; trilha sonora que casa com a situação; os ícones de interatividade no ambiente que não desviam a atenção do jogador da cena ou cenário e o aprimoramento da tecnologia de captura de movimentos.

É com essa tecnologia que a desenvolvedora visou afinar a fronteira entre as duas mídias mencionadas e, para isso, faz uso de nomes conhecidos do cinema para participar de seus jogos. Dentre todos é em Beyond: Two Souls que eles mais apostaram em um elenco estrelado trazendo para o papel principal a voz e rosto de Elliot Page e Willem Dafoe como coadjuvante.

Elliot Page foi um dos chamarizes para “Beyond: Two Souls

Ainda que a obra não tenha recebido a mesma aclamação de Heavy Rain, ela manteve o mesmo estilo que a empresa carregava até então, garantindo um senso de identidade para o público. Dessa maneira, quando eles chegaram em Detroit: Become Human, jogo mais recente lançado em 2018, não foi surpreendente notar que o estilo de direção e jogabilidade se mantém, oferecendo agora um leque um pouco mais variado de escolhas.

Fica o questionamento de como a desenvolvedora, caso o boato se confirme realmente, conduziria uma franquia tão acostumada a gameplays frenéticas em direção a um caminho mais comedido mas nem por isso menos emocionante e cinematográfico. 

 

Artigo – Generation Kill e a representação da Guerra ao Terror

Minissérie trouxe uma visão pouco usual do conflito no Iraque

A data de 11 de setembro de 2001 é essencial para entender muitas produções do início do século XXI. O atentado cometido pela Al-Qaeda em Nova York desencadeou um efeito em cadeia global nos anos seguintes que envolveu duas guerras em países do Oriente Médio; a deposição de dois regimes ditatoriais e a substituição da paranóia sobre a ameaça comunista pela ameaça muçulmana.

Decisões políticas extremamente controversas foram tomadas sob a égide da proteção da segurança nacional (não só nos Estados Unidos mas também em algumas nações da Europa) que incluíam, dentre algumas coisas, aplicação de “interrogatórios aprimorados” (que nada mais eram do que torturas) de prisioneiros em locais secretos como Guantánamo e Abu Ghraib.

Além de espionagem de cidadãos ou alvos potencialmente valiosos, do ponto de vista da inteligência, praticada pelos governos. Um exemplo é o infame Patriotic Act, sancionado pelo governo de George W. Bush, no qual órgãos de segurança como a NSA (Agência de Segurança Nacional) tinham plena liberdade para vigiar quaisquer indivíduos sem precisar passar pelos devidos trâmites legais.

Evidentemente não foi apenas o governo que sentiu as reverberações da fatídica data mas também os meios de comunicação e do entretenimento; enquanto que os telejornais revezavam entre a confusão devido a maiores informações do que havia ocorrido e o apoio às iniciativas militares, setores como os quadrinhos, por exemplo, colocavam seus heróis em um ponto de reflexão sobre a tragédia (Amazing Spider-Man #36 é um ótimo exemplo desse quadro).

As reverberações do atentado ecoaram em diversas mídias

Já na indústria cinematográfica a questão não foi discutida tão abertamente de imediato. Um dos primeiros filmes a lançar pós ataque, ainda que não estivesse ligado ao tema, foi Falcão Negro em Perigo. A obra dirigida por Ridley Scott propôs uma adaptação do episódio ocorrido em Mogadíscio, na Somália, no qual um grupo de fuzileiros norte-americanos se viu cercado por combatentes de milícias locais.

As forças do tio Sam, à ocasião, estavam no país para garantir a implementação de um plano para distribuição de alimentos conduzido pela ONU aos cidadãos que estavam sendo vitimados pela fome. Ao longo do tempo muitas críticas foram tecidas à forma como o filme lidou tanto com a representação de somalis quanto dos próprios soldados norte-americanos.

Apesar de bastante elogiado pelo apuro visual, a obra foi ganhando ao longo tempo a etiqueta de “propaganda das forças armadas” por idealizar o episódio de Mogadíscio como uma luta do bem contra o mal. Esse pensamento, ao final de 2001 e início de 2002, estava bem alinhado com o que se propagava das ações dos Estados Unidos para responder a Al Qaeda em solo afegão.

Ridley Scott abordou o incidente do Blackhawke sem deixar de dialogar com o pós 11 de setembro

Conforme os anos avançaram, a operação para depor Saddam Hussein se desenvolvia no Iraque e as primeiras denúncias de abusos por parte das forças de ocupação começaram a ganhar conhecimento do público. Seguindo a trilha mais crítica que começava a ser traçada sobre os conflitos no Iraque e Afeganistão, o cinema norte-americano não tardou a apresentar narrativas que lançassem uma visão fora do eixo patriótico.

O ano de 2008 foi especialmente prolífico para esse tipo de abordagem, apresentando uma gama considerável de projetos que se propuseram a demonstrar a realidade crua do conflito. Rede de Mentiras, também de Ridley Scott, dissecou a forma como as organizações de inteligência estavam agindo em solo estrangeiro.

Guerra ao Terror acompanhou o ponto de vista de uma dupla de fuzileiros em plena ocupação do Iraque, privilegiando a paranoia dos combatentes ao precisar lidar com um ambiente totalmente hostil à eles; com isso o espectador experimenta a mesma sensação de dúvida que permeia a mente dos personagens.

A paranoia dos soldados das forças de ocupação no Iraque em “Guerra ao Terror” indicou uma mudança de percepção

Foi nesse período também que a HBO lançou a minissérie Generation Kill, com uma proposta não exatamente inédita (muitas das produções focadas na Guerra do Vietnã fizeram o mesmo) porém diferente para o conflito. Ambientado durante a invasão ao Iraque, a produção acompanha uma companhia de fuzileiros rumando para o novo país.

Ao longo do trajeto vão surgindo situações em que os personagens expõem uma desconstrução da figura do herói de guerra, não raramente os combatentes demonstrando pouco apreço pelo apoio de cidadãos norte-americanos; das tradições militares ou respeito pelos habitantes locais.

Declaradamente a intenção dos presentes é a pura e simples vontade de matar; tal sensação é declarada mais de uma vez quando eles se veem fora de uma situação de combate. Não há alívio pela segurança mas sim frustração por ainda não terem visto a ação. 

Sob esse ponto de vista, a minissérie brinca com a idealização da guerra feita pelos próprios soldados, este sendo um tema recorrente em produções sobre conflitos em tempos recentes, como visto em Platoon. Da mesma forma como ocorre no filme de Oliver Stone, a crescente leva os personagens (e o público) a lidarem com um choque de realidade sobre os horrores da guerra.

 

Protagonista de A Noviça Rebelde completa 86 anos! Saiba os motivos desse musical ser inesquecível!

Temos que viver a vida que merecemos. Um dos maiores clássicos do cinema e sem dúvidas um dos melhores musicais já feitos na história da sétima arte A Noviça Rebelde conquistou e conquista fãs em todos os lugares que é exibido. Baseado em uma história real, o filme é uma reunião de momentos inesquecíveis, que fala sobre o amor seja entre duas almas completamente diferente ou mesmo todo esse sentimento dentro de uma família carente de uma pessoa iluminada.

Para brindar Julie Andrews, a intérprete da protagonista fantástica desse filme, que hoje, dia 01 de outubro, completa 86 anos de idade, viemos aqui nessa matéria escrever os motivos que fazem A Noviça Rebelde ser um filme inesquecível:

 

Canções inesquecíveis

É um item marcante dentro desse universo mágico. É até difícil saber por onde começar já que muitas das canções grande parte dos cinéfilos e cinéfilas de todo o mundo sabem de cabeça. Mas não tenham dúvida de que The Sound of Music, música que tem leituras e releituras ao longo do filme é uma flecha de emoções em nossos corações.

 

Fala sobre família a todo instante

Os valores, os sonhos, as maneiras do educar, o carinho, tudo que envolve os bons e maus momentos de uma família acabam de alguma forma sendo vistos por nossos olhares ao longo das nem sentidas quase 3 horas de projeção.

 

Um roteiro baseado em uma obra não creditada de Maria Von Trapp

Sim, ela realmente existiu! O roteiro do filme foi assinado por Ernest Lehman baseado no livro de memórias The Story of the Trapp Family Singers, de Maria von Trapp. O filme era pra ter como diretor William Wyler mas acabou sendo dirigido produzido e dirigido pelo cineasta Robert Wise.

 

A adaptação no Teatro veio antes que a do cinema

No teatro, a partir de 1959, A Noviça Rebelde foi um grande sucesso, escrito por Howard Lindsay e Russel Crouse, com canções de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II. A partir disso, grandes produtoras começaram a pensar na possibilidade da adaptação para os cinemas que só aconteceu em 1965.

 

O filme aborda questões na Europa perto do início da Segunda Guerra Mundial

Maria chega à mansão Trapp em 1938, a trama se desenrola e já no desfecho vemos o Capitão Von Trapp fugindo de ir pra guerra ao lado dos nazistas muito por suas convicções e sobre o que acredita como austríaco. O final é lindo, a família subindo naquelas montanhas onde o filme começa.

 

Reconhecido e premiado

Indicado à 10 Oscars, vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor montagem, melhor som e melhor trilha sonora, por incrível que pareça o filme não teve grande oba oba de muitos críticos de cinema da época mas mundialmente o projeto foi um fenômeno. Mesma com algumas críticas azedas nos Estados Unidos o filme ficou em cartaz por 4 anos seguidos!

 

Um dos filmes mais lucrativos da história da indústria cinematográfica mundial

Com um orçamento de pouco menos de 9 milhões de dólares, A Noviça Rebelde arrecadou mais de 285 milhões de dólares somente em bilheteria pelo mundo. Atualmente é possível a assistir esse lindo trabalho no Streaming Disney+ (Disney Plus).

 

Não deixa de ser uma história de amor

Maria e o Capitão Von Trapp protagonizam cenas lindas e ao longo do filme vamos vendo todo o início de uma paixão avassaladora que os fazem mudar seus modos de pensarem, ela queria ser freira e desconhecia o amor, ele vai lentamente ficando apaixonado pela governanta que escolheu para seus filhos mas que é tão iluminada e apaixonante que fisgou o coração do as vezes rabugento e rígido capitão interpretado pelo também inesquecível Christopher Plummer.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’ arrecada US$ 22 milhões em apenas 2 dias e Brasil é destaque

Segundo o Deadline, ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ já soma US$ 22 milhões em seus dois primeiros dias de exibição, na quarta e quinta, na bilheteria internacional.

Isso inclui os US$ 20 milhões de ontem em mercados como Reino Unido, Brasil, Alemanha, Itália e Holanda.

O filme abriu em primeiro e com destaque no Brasil.

Os números colocam ‘007‘ no caminho certo para chegar aos US$ 90 milhões até domingo.

Se arrecadar US$ 90 milhões em sua abertura internacional, o filme quebrará o recorde de maior abertura na era pandêmica.

O recorde anterior era de ‘Velozes e Furiosos 9‘, que fez US$ 65 milhões.

O filme estreia nesta quinta-feira, dia 30 de setembro, no Brasil, Reino Unido, Coreia do Sul, Japão, México e Alemanha.

Para comparação, ‘007: Contra Spectre’ arrecadou US$ 123 milhões em sua abertura.

Os fãs estão ansiosos para acompanhar Daniel Craig em sua última encarnação como o icônico James Bond e após uma espera de quase cinco anos, há uma grande curiosidade em descobrir o que a produção preparou para a despedida do astro.

A introdução de Rami Malek como o misterioso vilão e a presença de Lashana Lynch e Ana de Armas também têm movimentado as redes sociais nos últimos meses, e parece que o público está ansioso para ver o trio em ação.

Lembrando que os últimos filmes, ‘007: Operação Skyfall(2012) e007: Contra Spectre‘ (2015), foram dois dos mais aclamados da franquia e, juntos, arrecadaram quase US$ 2 Bilhões pelo mundo.  

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada. 

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Venom 2’ SURPREENDE e arrecada mais que o 1º filme em seu dia de estreia

Venom: Tempo de Carnificina‘ teve um começo surpreendente nas bilheterias. A sequência da Sony conseguiu arrecadar US$ 11,6 milhões na noite de estreia, mais que o primeiro filme que abriu com US$ 10 milhões.

Na era pandêmica, o filme ficou atrás apenas da abertura de ‘Viúva Negra‘, com US$ 13,2 milhões, e na frente de ‘Shang-Chi‘ (US$ 8,8 milhões) e ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 7,1 milhões)

A Sony está prevendo arrecadar US$ 50 milhões no fim de semana, o que seria ótimo para o filme.

Venom 2‘ abriu com 65% aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 69 reviews publicadas, 45 são positivas e 29 negativas. A nota média é 5.7 de 10.

Segundo os críticos, o filme abraça o absurdo e consegue entreter.

Confira as críticas:

VENOM 2 abraça ainda mais o absurdo romance de camaradagem do primeiro filme. Andy Serkis mantém a ação e o humor em movimento rápido, mesmo que nem sempre aconteça. A performance de Tom Hardy ainda é um destaque, enquanto Woody Harrelson saboreia cada momento sádico”

“Quando se trata de Venom 2, é simples.

Você gostou do primeiro? Você vai gostar deste.

Não é como o primeiro? É assim que você se sentirá aqui.

É a versão maior e mais rápida do primeiro filme que gostei e esqueci instantaneamente.

Divertido. Frívolo.”

Venom 2 tem alguns momentos realmente divertidos e charmosos – particularmente entre Eddie e Venom, que ainda é uma dinâmica super divertida – mas o filme se perde um pouco no Carnificina. Há muitas ideias e o filme simplesmente segue em frente até o fim.”

Venom 2 é um filme selvagem do mais alto nível. Comédia deliciosamente autoconsciente e estranha. Tom Hardy dá 200%. Faça o que fizer, não perca a cena pós-créditos.”

Tom Hardy é fantástico em Venom2 – um filme que alegre e loucamente se inclina para seu tom hilariante e sombrio. Hardy é quem rouba todas as cenas com uma performance única que é MUITO divertida de assistir”

 

Venom 2‘ chega no Brasil dia 7 de Outubro.

Assista ao trailer dublado:

LEGENDADO

 

‘Chucky’ faz novas vítimas em novo trailer cheio de cenas INÉDITAS; Assista!

CHUCKY -- "Death by Misadventure" Episode 101 -- Pictured: (l-r) Zackary Arthur as Jake Wheeler, Chucky -- (Photo by: Steve Wilkie/USA Network)

O canal SyFy divulgou o novo trailer de ‘Chucky‘, série baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

No Brasil, a produção será lançada pelo Star+ no dia 27 de outubro.

A série foi criada por Don Mancini.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino. A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa: “acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

‘Maria Antonieta’: Série da roteirista de ‘A Favorita’ é adquirida pela BBC

Segundo a Variety, a BBC adquiriu os direitos de produção e de exibição de ‘Maria Antonieta’, nova série de Deborah Davis (‘A Favorita’).

A série, composta por oito episódios, é focada na icônica monarca que, aos 14 anos, deixou a Áustria para se casar com o Delfim da França, onde cresceu navegando pelas leis da corte local e pela pressão de continuar a dinastia Bourbon com um herdeiro homem. Até hoje, ela é considerada um símbolo da moda e relembrada por seu carisma, sua independência e por rumores que minavam sua reputação nos corredores de Versalhes.

Emilia SchüleLouis Cunningham darão vida a Maria Antonieta e Louis XVI, respectivamente. Jack ArcherJames Purefoy completam o elenco.

Louise IronsideAvril E. RussellChloë Moss foram contratadas para assinar o roteiro, enquanto Pete TravisGeoffrey Enthoven entram como diretores.

As informações também indicam que a produção será rodada nos principais locais frequentados pela rainha, incluindo o Palácio de Versalhes, o Vaux-le-Vicomte, o Lésigny, o Champs, o Voisins e também os estúdios Bry-sur-Marne.

‘Maria Antonieta’ ainda não tem previsão de lançamento.

‘Mr. Harrigan’s Phone’: Donald Sutherland estrelará adaptação do conto de Stephen King

De acordo com o Bloody Disgusting, Donald Sutherland (‘Jogos Vorazes’) estrelará o terror ‘Mr. Harrigan’s Phone‘, adaptação do conto de Stephen King, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

O ator interpretará o personagem-título, o Mr. Harrigan.

Jaeden Martell (‘It: A Coisa’) também estrelará o longa, como Craig.

As filmagens estão programadas para começarem ainda este mês, com lançamento previsto para 2022.

John Lee Hancock (‘Os Pequenos Vestígios’) será responsável pela direção e roteiro.

A história faz parte do novo compilado antológico de King, ‘If It Bleeds‘. A trama gira em torno de um adolescente chamado Craig, que faz amizade com um bilionário velho e recluso, o Sr. Harrigan. Os dois se unem por causa de livros e um iPhone, mas quando o homem morre, o menino descobre que nem tudo que está morto se foi e consegue se comunicar com o amigo falecido através do iPhone que foi enterrado com ele.

Ryan Murphy (‘American Horror Story’) e Jason Blum, através da Blumhouse, servirão como produtores do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Michael C. Hall retorna como ‘Dexter’ no novo cartaz do revival; Confira!

O revival de ‘Dexter: New Blood‘, que contará com o retorno de Michael C. Hall no papel titular, ganhou um novo cartaz.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 7 de novembro.

O elenco ainda conta com Jamie Chung (‘Lovecraft Country’) Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), John Lithgow (‘The Crown’), Jennifer Carpenter (‘O Exorcismo de Emily Rose’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

A trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retorna para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia comandado nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, entra como showrunner do revival.

DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Michael C. Hall as Dexter and Jenifer Carpenter as Deb

DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Jack Alcott as Randell and Michael C. Hall as Dexter

DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Clancy Brown as Kurt

DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Julia Jones as Angela and Michael C. Hall as Dexter