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Trailer de ‘Matrix 4: Resurrections’ sai em dois dias

A Warner Bros. colocou outdoors e anúncios de ‘Matrix Resurrections‘ anunciando que o trailer será lançado em dois dias, na quinta-feira, 9.

Confira uma imagem do anúncio:

O trailer começou com Thomas Anderson (Keanu Reeves) em terapia, dizendo ao seu terapeuta: “Eu tive sonhos que não eram apenas sonhos. Estou louco? ” Ele sente que algo não está certo com o mundo, mas ele não tem nenhuma memória da Matrix. Mais tarde, ele encontra uma mulher (Carrie Anne Moss) em um café. Eles apertam as mãos e parece haver algo entre eles, mas nenhum se lembra do outro. Reeves passa seus dias tomando pílulas azuis prescritas e se perguntando por que todos em seu mundo estão grudados em seus celulares – olhando ao redor e percebendo que ele é o único em um elevador lotado que não está olhando para um dispositivo.

Eventualmente, Thomas encontra um homem que é uma reminiscência de Morpheus, o lutador pela liberdade interpretado por Laurence Fishburne na trilogia original. Este homem misterioso entrega a Anderson uma pílula vermelha, e logo vemos imagens dele na Matrix, com o filme seguindo algumas batidas semelhantes do original, incluindo Neo lutando contra uma figura parecida com Morpheus em um dojo, e uma cena de Neo em um incubadora. 

Depois, vemos muitos saltos, muitas reviravoltas no ar, caratê e várias acrobacias. Sobe o logo. 

Os rumores ainda indicam que na sequência, Neo tentará libertar Trinity da Matrix, com Neil Patrick Harris interpretando um novo personagem chamado O Analista (The Analyst), uma versão atualizada do temido Arquiteto, que negociou a paz entre os homens e máquinas.

O novo filme contará com o retorno de Keanu Reeves (Neo), Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘A Família Addams’ sai de férias no divertido trailer DUBLADO da sequência; Assista!

Universal Pictures Brasil divulgou o trailer dublado da sequência ‘A Família Addams: Pé na Estrada‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de outubro.

Greg Tiernan retorna à direção.

Na trama, Morticia e Gomez estão perturbados porque seus filhos estão crescendo, pulando jantares de família e totalmente consumidos pela “hora dos gritos”. Para recuperar o vínculo, eles decidem enfiar Wandinha, Feioso, Tio Fester e os outros em seu acampamento mal-assombrado e pegar a estrada para férias familiares miseráveis. Sua aventura pela América os leva para fora de seu elemento e em confrontos hilariantes com seu primo icônico, It, bem como muitos novos personagens excêntricos. O que poderia dar errado?

O novo filme contará com o retorno de Charlize Theron (Morticia), Oscar Isaac (Gomez), Chloë Grace Moretz (Wandinha), Nick Kroll (Tio Fester), Bette Midler (Vovó ) e Snoop Dogg (Primo It).

Finn Wolfhard, que deu voz ao Feioso do primeiro filme, não retorna, sendo substituído por Javon ‘Wanna’ Walton. Por fim, Bill Hader completa o elenco e dará voz a Cyrus, um personagem criado exclusivamente para a sequência.

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‘Chucky’: Série baseada em ‘Brinquedo Assassino’ ganha novo cartaz oficial; Confira!

Através do Twitter, o astro Devon Sawa divulgou um novo cartaz oficial de Chucky, série baseada na clássica franquia Brinquedo Assassino.

Confira:

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A série irá estrear oficialmente no dia 12 de outubro.

A série foi criada por Don Mancini.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino. A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa: “acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

‘Aquaman 2’: Patrick Wilson surge IRRECONHECÍVEL na nova imagem de bastidores da sequência; Confira!

Através do seu Instagram, o diretor James Wan divulgou uma nova imagem de bastidores do aguardado ‘Aquaman e o Reino Perdido‘.

Na foto, Wan posa ao lado de um irreconhecível Patrick Wilson, que retorna como Orm, o Mestre dos Oceanos.

Confira:

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur (Jason Momoa) e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firme.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022Yahya Abdul-Mateen IIDolph Lundgreen Temuera Morrison também retornam.

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Relembre o último lip sync da 6ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’

A 6ª temporada do reality show RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off da premiada competição RuPaul’s Drag Race’, terminou nesta última semana e, para lembrar o último episódio, a página oficial do programa no YouTube divulgou um vídeo promocional para relembrar o lip sync das quatro finalistas.

As queens dublaram a elogiada canção “Stupid Love”, de Lady Gaga.

Confira:

Lembrando que Kylie Sonique Love, que já havia participado da 2ª temporada da série principal, foi coroada a campeã, fazendo história ao se tornar a primeira mulher transsexual e a primeira participante old school a conseguir tal feito no reality.

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A nova temporada também trouxe no elenco A’Keria C. Davenport (Season 11), Eureka! (Season 9, 10), Ginger Minj (Season 7, All Stars 2), Jan (Season 12), Jiggly Caliente (Season 4), Pandora Boxx (Season 2, All Stars 1), Ra’Jah O’Hara (Season 11), Scarlet Envy (Season 11), Serena ChaCha (Season 5), Silky Nutmeg Ganache (Season 11), Trinity K. Bonet (Season 6) e Yara Sofia (Season 3, All Stars 1).

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‘O Culpado’: Thriller da Netflix com Jake Gyllenhaal ganha trailer INCRÍVEL; Confira!

O Culpado (‘The Guilty’), remake do thriller de ação dinamarquês dirigido por Gustav Möller, ganhou seu primeiro trailer completo.

Confira, junto às imagens:

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THE GUILTY: JAKE GYLLENHAAL as JOE BAYLER. CR: GLEN WILSON/NETFLIX © 2021.
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THE GUILTY: BEHIND THE SCENES with ANTOINE FUQUA (DIRECTOR). CR: GLEN WILSON/NETFLIX © 2021.
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THE GUILTY: JAKE GYLLENHAAL as JOE BAYLER. CR: NETFLIX © 2021.

A produção, estrelada por Jake Gyllenhaal, estreia no dia 1º de Outubro.

A história é focada em um operador da polícia em um call center que recebe uma ligação de uma mulher sequestrada e logo é arrastado para um mundo de puro caos.

Antoine Fuqua dirige. O elenco ainda conta com Riley Keough, Ethan Hawke e Paul Dano.

Nic Pizzolatto (True Detective) assina o roteiro.

‘Halloween Kills’: Jamie Lee Curtis divulga imagem inédita dos bastidores

Através do Instagram, a atriz Jamie Lee Curtis divulgou uma nova imagem de bastidores do aguardado Halloween Kills: O Terror Continua’, sequência do elogiado reboot-sequência de 2018.

Na legenda, ela elogia o poder das mulheres.

Confira:

Em uma recente entrevista à Total Film, o diretor David Gordon Green se abriu um pouco sobre o próximo capítulo da saga, detalhando que a história será sobre a criação do medo.

“Será sobre a criação do medo. Uma coisa é ter medo do Bicho-Papão, de alguém estar se escondendo em seu armário, sob a cama, rondando a casa… Mas queríamos explorar confusão, desinformação e paranoia. O que acontece quando o medo viraliza? Não dá só para enfiar a cabeça embaixo dos cobertores. É extremamente violento”.

Recentemente, foi divulgado que a sequência terá alta classificação etária e poderá ser assistida apenas por maiores de idade ou menores acompanhados por um responsável.

O terror foi classificado por “forte violência sangrenta, imagens macabras, linguagem e uso de drogas”.

Vale lembrar que o reboot de 2018 também recebeu a mesma classificação.

Assista ao novo teaser:

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O filme chega aos cinemas em 15 de outubro de 2021. O terceiro capítulo, por sua vez, será lançado em 14 outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

‘Shang-Chi’ estreia em 1º no Brasil e tem a 3ª melhor abertura desde o começo da pandemia

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ conquistou as bilheterias mundiais e também as nacionais.

O filme arrecadou R$ 9,7 milhões em seu primeiro filme de semana e conquistou a terceira maior abertura desde o começo da pandemia. As informações são do FilmeB.

Para comparação, ‘Viúva Negra‘ estreou um pouco melhor, R$ 11,7 milhões.

Nos EUA, o filme arrecadou US$ 71,4 milhões no fim de semana, se tornando a 2ª maior abertura na era pandêmica, atrás somente de ‘Viúva Negra‘ – com US$ 80 milhões.

Shang-Chi‘ quebrou o recorde de maior arrecadação para o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. O recorde pertencia ao remake ‘Halloween‘, de Rob Zombie. Lançado em 2007, o longa estreou com US$ 30 milhões.

Mundialmente, são US$ 127 milhões!

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

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‘Sex Education’: Diretora traz novos conflitos no trailer da 3ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial da 3ª temporada de ‘Sex Education‘, que mostra a nova diretora trazendo conflitos para a escola.

Assista:

O próximo ciclo irá estrear no dia 17 de setembro.

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.

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10 filmes e 10 seriados para quem quer FUGIR das Notícias de Hoje

Hoje pode ser um dia muito difícil para as pessoas mais sensivas às notícias sobre as violentas manifestações do Dia da Independência, 7 de Setembro.

Para aqueles que querem se entreter e fugir um pouco dos problemas, criamos uma lista bem legal com 10 filmes e 10 seriados disponíveis nos streamings mais populares disponíveis por aqui.

 

Filmes

 

Rede de Ódio (Netflix)

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A ambição nas mãos de mentes perigosas, os vigias da não informação real. Explorando um assunto muito em alta nos tempos atuais, a fake news, o cineasta polonês (de apenas 28 anos!) Mateusz Pacewicz que já nos presenteou com o ótimo Corpus Christi (indicado pela Polônia ao Oscar de melhor filme estrangeiro) chega dessa vez para marcar presença na memória dos cinéfilos com o inaudito Rede de Ódio que estreou aqui no Brasil pela Netflix. Costurando um protagonista enigmático e assombrado pelos seus pensamentos nocivos e egoístas junto a um mundo sem regras nos meios digitais, Pacewicz consegue a proeza de manter os olhos cinéfilos grudados na tela durante as mais de duas horas de duração. Impressiona a qualidade desse filme, excelente!

 

Quase uma Rockstar (Netflix)

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As desilusões fria e crua da realidade dentro da esfera feliz de uma pessoa de bem, cheia de energia. Dirigido por Brett Haley (Por Lugares Incríveis, O Herói, Coração Batendo Alto), baseado na obra Sorta Like a Rock Star do escritor Matthew Quick (O Lado bom Da Vida) que também contribui no roteiro do filme, Quase uma Rockstar é um dos melhores filmes do catálogo da Netflix que absurdamente foi mega mal divulgado. Espero que num futuro bem próximo todos possam assistir a esse belíssimo e emocionante trabalho que fala sobre sonhos, realidade dura e navega entre construções e desconstruções emocionais dolorosas de uma forte protagonista interpretada brilhantemente pela atriz havaiana Auli’i Cravalho.

 

Temporada (Netflix)

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A simplicidade na captação de uma delicada vida. Escrito e dirigido pelo cineasta André Novais Oliveira, Temporada é um retrato muito delicado de uma mulher negra na periferia de Belo Horizonte, mais exatamente na cidade de Contagem. Suas descobertas, abandonos, paixões e a busca por uma estabilidade não só profissional mas também emocional. Com uma atuação maravilhosa de uma das melhores atrizes do cinema brasileiro atualmente, Grace Passô, Temporada ganhou o prêmio de Melhor filme no Festival de Brasília e está disponível no catálogo do streaming Netflix. Viva o cinema brasileiro!

 

A Vastidão da Noite (Amazon Prime Video)

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Quando as peças se encaixam, o brilhante salta da tela. Exibido no prestigiado Festival de Toronto de Cinema em 2019 e com uma narrativa simples e muito objetiva, A Vastidão da Noite prende o espectador do primeiro ao último segundo com uma misteriosa situação vivida por dois inteligentes e jovens personagens, na década de 50, em uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos. Em uma noite apenas, mesclando um clima extremamente tenso com o malabarismo do medo iminente, as questões lógicas sendo colocadas em cheque a todo instante, e uma estranha sensação de nostalgia transformam esse projeto em uma das pérolas do catálogo da Amazon Prime Video. Primeiro trabalho como diretor de Andrew Petterson. Já anotado na agenda para não perder os próximos filmes dele.

 

Três Solteirões e um Bebê (Disney+)

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Há mais de 30 anos atrás, uma comédia atemporal e que transpira carisma chegava a vista dos cinéfilos. Dirigido pelo eterno Spock, Leonard Nimoy (sim, ele mesmo!), Três Solteirões e um Bebê fala de forma leve e engraçada sobre a paternidade na visão de três adeptos do ‘solteirismo’ que precisam readequar suas vidas quando um bebê de poucos meses é deixando na porta de onde moram. Disponível no streaming Disney+ (assim como sua continuação), o longa-metragem de enorme sucesso é protagonizado pelos ótimos Tom Selleck, Steve Guttenberg e Ted Danson. A trilha sonora, com a música chiclete Bad Boy, segundo single lançado pela banda americana Miami Sound Machine liderada por Gloria Estefan, é excelente.

 

Soul (Disney+)

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Se você pudesse ver toda sua vida até aqui e além disso refletir sobre ela, você viraria uma pessoa melhor? Disponível na plataforma Disney+ , Soul é um inteligente drama com pitadas cômicas de aventura usando a técnica de animação. Emocionante, foca no inusitado universo das almas, o curioso espaço entre o físico e o espiritual. Não importa sua religião, esse é um projeto, dirigido pela dupla Pete Docter e Kemp Powers, que nos apresenta a esperança e a importância dos valores emocionais para qualquer ser vivo. É uma animação para grandinhos mas onde também a criançada pode aprender bastante de forma muito divertida. Ganhou nossos corações!

 

As Boas Maneiras (Globoplay)

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Olho grande, boca grande, mão grande. Uma das coisas que conquistam o público dentro de uma sala de cinema é quando na tela gigante a originalidade toma conta, produzindo uma corrente de emoções diferentes culminando em algo que beira ao inesquecível. Após o excelente Trabalhar Cansa, a dupla de cineastas Juliana Rojas e Marco Dutra retomam a parceria de sucesso, criando um enredo que vai se construindo aos poucos, como se lentamente subíssemos uma escada em direção ao surpreendente. Filmaço!

 

A Glória e a Graça (Globoplay)

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Dirigido pelo experiente Flávio Ramos Tambellini, que volta a direção de um longa após seis anos, seu último trabalho foi o delicado Malu de Bicicleta (2010), A Glória e a Graça, entre muitas coisas, é um resgate na relação de dois irmãos que por circunstâncias do destino acabaram se separando durante boa parte de suas vidas. O entrosamento em cena de Carolina Ferraz e Sandra Corveloni, protagonistas do filme, é fundamental para que os diálogos ganhem contornos emocionantes e de aproximação com o público. Grande atuação das duas atrizes. Vale a pena conferir esse belo filme!

 

Juliet, Nua e Crua (HBO Max)

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As armadilhas do destino e a quantidade de açúcar que pode ter uma relação. Dirigido pelo cineasta Jesse Peretz, Juliet, Nua e Crua conta a saga de uma mulher em busca de novos desafios no campo amoroso após perceber que o atual relacionamento que se encontra não está dando o resultado que deseja. Com personagens excêntricos e guiados pelo universo da música de alguma forma, o longa-metragem é uma grande viagem rumo as aberturas das portas que o destino realiza de vez em quando. O filme é protagonizado pela competente atriz Rose Byrne e o astro norte-americano Ethan Hawke.

 

Bessie (HBO Max)

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A emoção do blues não é questão de você ser conhecido, é questão de você conhecer as pessoas para quem está cantando. Dirigido pela cineasta Dee Rees, Bessie, conta a história de uma das grandes divas do Blues. Com uma atuação de gala da atriz norte-americana Queen Latifah, o longa metragem mostra a ascensão meteórica e a queda fulminante de uma das grandes cantoras que o mundo já viu. Produzido pela HBO, esse projeto conta com muita sabedoria grande parte da história da música nas décadas de 20 e 30. A trilha sonora é um arraso, nos transportam para uma época emblemática na música norte-americana.

 

Séries

 

Sky Rojo (Netflix)

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Não há maior vingança que o esquecimento. Será? Com oito episódios de cerca de 25 minutos onde não conseguimos desgrudar nossa atenção da tela, a série espanhola disponível na Netflix, Sky Rojo, criada por Álex Pina e Esther Martínez Lobato possui como principal característica positiva um roteiro dinâmico, repleto de ótimas cenas de ação, há uma pitada de Tarantino (referência) em alguns pontos. É uma grande batalha cheia de conflitos, longe de éticas, entre um cafetão descontrolado por vingança e sua gangue de mandados contra três prostitutas sem muitas escolhas que precisam se unir para sair de uma enrascada. A segunda temporada chegou à Netflix recentemente.

 

Amor e Anarquia (Netflix)

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A vida robótica em contraponto às belezas das imperfeições que existem no mundo. Criado pela cineasta Lisa Langseth, do ótimo filme Hotell (filme com a ganhadora do Oscar, a sueca Alicia Vikander), Amor e Anarquia, seriado sueco disponível na Netflix, é a princípio uma série despretensiosa que vai crescendo conforme entendemos a caótica e monótona vida de uma mulher na casa dos 40, sonhadora, que vive uma rotina pouco intensa para seus sonhos. A chegada de um jovem estagiário à sua vida, mexe com tudo que estava congelado dentro de seus desejos. Além de uma intensa e provocante história de amor, o seriado tem o mérito de levantar excelentes discussões sobre o complexo mercado editorial e as transações do antigo para o novo: do físico para o digital. Grata surpresa!

 

Invencível (Amazon Prime Video)

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O poder da escolha. Criado por uma das mentes mais criativas do universo nerd televisivo, Robert Kirkman (Walking Dead), Invencível, disponível no catálogo da Amazon Prime Video é uma complexa saga de ação e drama com técnicas de animação que fala sobre o heroísmo nas mesmas linhas tortas de The Boys e com uma eficiência impactante e sangrenta, nada é tabu para essa história onde polêmicas viram reflexões. Batendo na tecla sobre as escolhas que fazemos, entramos em um ninho de egocentrismo que vão desde a verdadeira face do vilão até mesmo políticas nacionais de segurança, além de deixar um bom espaço para questões familiares. Baita seriado, interessantíssimo.

 

Upload (Amazon Prime Video)

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As razões do ser e entender em conjuntura com a dificuldade em dizer adeus. Criado por Greg Daniel, Upload, que está disponível na Amazon Prime Video, é uma sátira séria sobre aonde vamos quando morremos. Repleto de conceitos e paradigma para lá de interessantes, a comédia de ficção científica preenche suas lacunas complicadas com pitadas generosas de comédia trivial impulsionando inclusive um romance ente consciência e pessoa real. Tem uma pegada meio Ela (filme) mas acaba sendo muito mais profundo por conta do tempo que consegue para explorar suas ramificações criativas/futurísticas.

 

Hacks (HBO Max)

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O poder de uma boa piada. Inteligente, divertido, debate questões como preconceito, a força feminina, assunto familiares, relação entre pais e filhos entre outras. Criado pelo trio Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky, Hacks é um dos mais interessante e engraçados seriados disponíveis no universo dos streamings disponíveis no Brasil, nesse caso na novíssima HBO MAX. Contando o cotidiano de duas sensacionais protagonistas, em momentos delicados de suas vidas, acompanhamos profundos dramas sobre a arte do fazer rir. Reflexivo, empolgante, abre espaço para o amor de todas as formas em seus brilhantes dez episódios de cerca de 30 minutos. Jean Smart dá um verdadeiro show na pele de uma das mais emblemáticas personagens femininas atualmente do universo das séries, a mal-humorada rainha do stand up Deborah Vance.

 

Mare Of Easttown (HBO Max)

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A força dentro das surpresas e desilusões. O que você faria se fosse atormentado por uma tragédia em sua família? Se seu trabalho é questionado por todos ao seu redor? Se sua vida amorosa é um quebra cabeça complicado de se entender? Essas e outras questões estão dentro do contexto de pulsantes emoções da protagonista de Mare of Easttown, minissérie de sete capítulos disponível na HBO Max que possui um roteiro afiado, repleto de mistérios e dramas profundos gerando inúmeras reflexões pelo caminho. No papel principal, uma das grandes atrizes do planeta cinema, Kate Winslet, em mais uma atuação nota 10. Impecável trabalho que merece ser visto por todos que gostam de boas histórias.

 

Ricky and Morty (HBO Max)

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Para entender o mundo complexo que vivemos nada melhor que um pouco de loucura. Com estreia aguardada no longínquo ano de 2013 (quase 2014), Rick And Morty, criado pela dupla Dan Harmon e Justin Roiland, essa genial série de aventura é um fenômeno que grita pelas entrelinhas e também choca em alguns momentos, mostrando uma série de aventuras interdimensionais de uma família, com núcleo centralizado em um avô louco (Rick, uma espécie de Dr. Emmett Brown em formato de desenho) e seu neto Morty. Usando a técnica de animação para falar muito sobre o mundo atual, os embates entre gerações, as genialidades perdidas e outras surpreendentemente questões, Rick And Morty é um fenômeno pop, com intensos 22 minutos por episódio.

 

Ted Lasso (Apple TV+)

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A importância do positivismo em meio ao caótico universo capitalista onde o ego precisa ser uma qualidade. Sem muito oba oba, estreou tempos atrás no Streaming Apple TV+ o seriado de comédia Ted Lasso, que nos apresenta uma história que beira ao absurdo mas que convence nas suas lindas mensagens sobre a vida, trabalho em equipe, nos relacionamentos e outras questões fundamentais para uma vida repleta de felicidade. Criado pelo quarteto Bill Lawrence, Jason Sudeikis, Joe Kelly e Brendan Hunt, o seriado é baseado em um personagem homônimo visto pela primeira vez em uma série de comerciais para a cobertura da NBC Sports da Premier League. No papel principal, Jason Sudeikis, ganhador inclusive do Globo de Ouro e o SAG por essa brilhante interpretação. A nova temporada estreia dia 23 de julho!

 

Em Defesa de Jacob (Apple TV+)

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Os mistérios de uma mente e os segredos a quatro paredes. Quase desapercebia, estreou na Apple Tv + a minissérie Em Defesa de Jacob, Defending Jacob no original. O projeto é baseado numa obra de sucesso escrita por William Landay. Durante os intensos oito episódios vamos conhecendo uma família perfeita norte-americana que se vê envolvida em um crime bárbaro mudando para sempre a rotina dentro e fora dessa casa. Viciante, impactante e com reviravoltas eletrizantes. Além disso, atuações impecáveis de Chris Evans, Jaeden Martell, da ótima atriz britânica Michelle Dockery e da veterana Cherry Jones. Do primeiro inclusive, podemos afirmar que é uma das grandes atuações de sua carreira.

 

The Head: Mistério na Antártida (Globoplay)

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A vingança como pano de fundo numa análise sobre o ego humano. Talvez, um dos grandes achados do catálogo da Globoplay seja The Head: Mistério na Antártida, minissérie de suspense eletrizante com ótimas atuações e um desfecho de deixar qualquer de queixo caído. Tudo funciona muito bem ao longo dos detalhistas seis episódios, o roteiro constrói arcos preparando para o aprouch final de maneira muito inteligente deixando rastros de pistas a cada episódio. Criada pelos espanhóis David Pastor e Àlex Pastor a minissérie conta com um elenco de várias nações, inclusive um rosto bastante conhecido aqui no Brasil, Álvaro Morte, o professor de La Casa Del Papel.

 

Bônus

 

Hamilton (Disney+)

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E se ganharmos nossa independência? Ampliando a criatividade de levar ao público de todo o mundo uma das peças de teatro da Broadway mais badaladas dos últimos anos, a Disney, no seu streaming Disney+ lançou o Pro-shot (em curta explicação, seriam gravações de números teatrais compondo um filme) do badalado musical da Broadway Hamilton. Ao longo de quase três horas de duração, vamos por meio de textos cantados em forma de rap conhecendo a história de Alexander Hamilton, um dos criadores dos Estados Unidos e que inclusive dá rosto à cédula de dez dólares. No papel principal, o grande criador do espetáculo (baseado na obra do historiador Ron Chernow), o Hors concours das mentes criativas atuais quando pensamos em musicais, Lin-Manuel Miranda. Pulsante, inovador e beirando ao extraordinário, Hamilton, do primeiro ao último minuto, mostra ao que veio. Não desperdiçou sua chance, chance.

 

‘Matrix 4: Resurrections’ ganha site e trailer se aproxima; Confira a descrição!

A Warner Bros. acaba de inaugurar o site oficial de ‘Matrix Resurrections‘, que apesar de não trazer nenhuma informação, adianta que o trailer está à caminho.

O vídeo deve ser divulgado durante essa semana, sem data definida.

Durante a CinemaCon, foi exibido um trailer. Confira a descrição:

O trailer começou com Thomas Anderson (Keanu Reeves) em terapia, dizendo ao seu terapeuta: “Eu tive sonhos que não eram apenas sonhos. Estou louco? ” Ele sente que algo não está certo com o mundo, mas ele não tem nenhuma memória da Matrix. Mais tarde, ele encontra uma mulher (Carrie Anne Moss) em um café. Eles apertam as mãos e parece haver algo entre eles, mas nenhum se lembra do outro. Reeves passa seus dias tomando pílulas azuis prescritas e se perguntando por que todos em seu mundo estão grudados em seus celulares – olhando ao redor e percebendo que ele é o único em um elevador lotado que não está olhando para um dispositivo.

Eventualmente, Thomas encontra um homem que é uma reminiscência de Morpheus, o lutador pela liberdade interpretado por Laurence Fishburne na trilogia original. Este homem misterioso entrega a Anderson uma pílula vermelha, e logo vemos imagens dele na Matrix, com o filme seguindo algumas batidas semelhantes do original, incluindo Neo lutando contra uma figura parecida com Morpheus em um dojo, e uma cena de Neo em um incubadora. 

Depois, vemos muitos saltos, muitas reviravoltas no ar, caratê e várias acrobacias. Sobe o logo. 

Os rumores ainda indicam que na sequência, Neo tentará libertar Trinity da Matrix, com Neil Patrick Harris interpretando um novo personagem chamado O Analista (The Analyst), uma versão atualizada do temido Arquiteto, que negociou a paz entre os homens e máquinas.

O novo filme contará com o retorno de Keanu Reeves (Neo), Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Círculo de Fogo’ completa 8 anos; Veja curiosidades sobre a produção!

Guillermo del Toro é um dos realizadores mais conhecidos e únicos do cinema contemporâneo, já tendo dado vida a diversas produções extremamente aclamadas pela crítica – como ‘A Forma da Água’‘O Labirinto do Fauno’ e a mini-franquia ‘Hellboy’, apenas para nomear alguns. Entretanto, estamos comemorando um título que pode não ser tão conhecido dentro da filmografia do diretor, mas que merece nossa atenção: Círculo de Fogo.

Lançado em 2013, a história é centrada em uma horda de monstros conhecidos como Kaiju que despontam no meio do Oceano Pacífico para trazer caos e desespero ao planeta. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Entretanto, mesmo os Jaegers se mostram insuficientes para derrotar os Kaiju. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma treinadora (Rinko Kikuchi).

Com uma recepção sólida por parte da crítica, o longa foi elogiado pelos efeitos visuais e as sequências de ação, além de ter ganhado comentários sobre seu caráter nostálgico. Arrecadando mais de US$400 milhões nas bilheterias mundiais, Círculo de Fogo é considerado como uma das grandes homenagens à estética anime, kaijumecha.

Para celebrar seu iminente aniversário de oito anos, o CinePOP separou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

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  • Aproximadamente uma centena de Kaijus e outra centena de Jaegers foram criados, mas apenas uma fração deles apareceu no filme. A cada semana, os realizadores e produtores votavam em seus favoritos.
  • O roteirista Travis Beacham também assinou a graphic novel Círculo de Fogo: Contos do Ano Zero’. Lançada juntamente ao filme, a obra entra como prólogo dos eventos principais e se passa doze anos antes da narrativa original.
  • Beacham teve a ideia para a história enquanto andava pela costa da Califórnia em uma manhã enevoada. A forma de um píer parecia como uma criatura emergindo das águas – e ele imaginou um grandioso robô esperando pacientemente para batalhar com ela.

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  • Os Jaegers são parte da cultura anime japonesa, onde são chamados comumente de mecha. Similarmente às produções do gênero, os Jaegers são controlados pela parte de dentro por pilotos humanos, distinguindo-se de outros retratos de robôs, como os controlados externamente ou pela mente.
  • Para o filme, Del Toro pegou inspirações de pinturas, incluindo ‘El Coloso’, de Francisco Goya, e ‘A Grande Onda de Kanagawa’, de Hokusai.
  • Diversos países criaram seus próprios Jaegers, incluindo: Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão, China, Rússia, Singapura, Índia, Filipinas, Dinamarca, Reino Unido, Malásia, México, Peru, Argentina e muitos outros.
  • Taylor KitschAaron Taylor-JohnsonAaron PaulLuke BraceyHenry Cavill foram considerados para viver o protagonista Raleigh Becket na produção. Eventualmente, o papel foi para Hunnam.

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  • Karloff, um dos kaijus da sequência inicial do filme, é nomeado em homenagem ao lendário ator Boris Karloff. O apelido foi dado à criatura pelo fato de sua cabeça ser bastante semelhante a Imhotep, antagonista principal do clássico ‘A Múmia’ (1932), que foi interpretado por Karloff.
  • Círculo de Fogo é dedicado a diversos “mestres dos monstros”, incluindo Ray Harryhausen (animador de filmes como ‘Simbad e a Princesa’) e Ishirô Honda (diretor de ‘Godzilla’). Nos créditos finais, Del Toro também faz agradecimentos especiais a nomes como James CameronDavid CronenbergAlfonso CuarónAlejandro González Iñárritu.
  • Na Hungria, os trailers do filme não podiam mencionar o nome do robô principal, Gipsy Danger, pela nomenclatura ser ofensiva aos Romani, extenso grupo étnico no país. Entretanto, o título faz referência ao motor de aeronave De Havilland Gipsy Major, não às pessoas em questão.

‘Shazam!’: Zachary Levi revela quais heróis da Marvel ele gostaria de enfrentar; Confira!

Não é segredo que os fãs do Shazam gostariam de ver o herói enfrentando alguns outros personagens super-poderosos, como o Superman e o Adão Negro.

Mas você já parou para pensar quais heróis da Marvel bateriam de frente com ele?

Durante uma recente aparição no painel Dragon Con 2021, Zachary Levi, protagonista da adaptação da DC Comics, foi questionado com a mesma pergunta.

Segundo o The Direct, ele disse:

“Acho que lutar contra Thor parece justo porque você sabe que nós dois somos essencialmente como os Deuses do Trovão; seria demais vê-los atirando raios um no outro. Além disso, você sabe, eu fiz uma pequena aparição [como Fandral] nos filmes do Thor. Seria uma divertida ironia.”

Ele continuou:

“Mas também acho que há apenas um personagem, em todos os quadrinhos, seja da DC ou Marvel, que eu acho que é semelhante a Billy Batson: e esse personagem é o Peter. Eu acho que seria engraçado ber Billy e Peter brigando, porque eles terminariam virando amigos.”

Na semana passada, Asher Angel publicou uma foto ao lado de Levi para comemorar o fim das gravações de ‘Shazam 2! Fúria dos Deuses‘.

O intérprete de Billy Batson, alter ego do herói vivido por Levi, sorri ao lado do colega e ambos apontam um para outro como referência por interpretarem o mesmo personagem… Em idades diferentes, é claro.

Na legenda, Asher escreveu:

“Terminamos de gravar #Shazam! 2: Fúria dos Deuses

Confira:

Lembrando que a estreia do longa está marcada para 04 de Novembro de 2022 nos cinemas norte-americanos.

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal, o elenco conta com Adam Brody, Helen Mirren, Lucy LiuAsher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘A Roda do Tempo’: Série da Amazon Prime terá compositor de ‘Viúva Negra’ e ‘Fronteiras do Universo’

Através do Twitter, o produtor de ‘A Roda do Tempo’, Rafe Judkins, divulgou que Lorne Balfe será o responsável pela trilha sonora da adaptação dos livros de Robert Jordan para a Amazon Prime.

Para quem não conhece, Balfe também compôs as trilhas de ‘Viúva Negra’, ‘A Guerra do Amanhã’, da série ‘Fronteiras do Universo’ e dos games ‘Assassin’s Creed: Revelations’ e ‘Assassin’s Creed III’.

A informação foi revelada quando um fã perguntou:

“Podemos ter alguma resposta sobre quem será o compositor da série? Estou muito animado e agradeço por vocês adaptarem essa história.”

Ao que Judkins respondeu:

“Se a Amazon deixar essa resposta passar, então posso anunciar com orgulho que temos o compositor mais incrível trabalhando na série, e seu nome é Lorne Balfe. Tivemos uma pequena prévia quando revelamos a logo oficial, e acredito que ele está fazendo algo realmente especial.”

Confira:

Lembrando que a série estreia em 19 de novembro.

Confira em versão dublada e legendada, junto com as primeiras imagens:

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“Wheel of Time” S01_Ep102_D17 – 2/38 – EXT SHADAR LOGOTH RUINS – TEMPLE LAN, with MOIRAINE exits Temple & races races down the street on his warhorse.

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“Wheel of Time” S01_Ep103_D14 – 3/22 – EXT. CARALAIN PLAINS EGWENE and PERRIN see wagon tracks heading east, friend or foe?
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“Wheel of Time” S01_Ep101_D11- 1/24 EXT MOUNTAIN RIDGE EGWENE joins RAND. He knows what she’s going to do ……
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“Wheel of Time” S01_106_D04 – 6/28 – EXT MEADOW/WAYGATE MOIRAINE arrives at the Waygate, met by LOIAL. And all the other. Who is the Dragon?

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine, membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai, quando ela chega na pequena cidade de Two Rivers. Lá, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Confira um teaser da atração:

A produção será estrelada por Rosamund Pike, dando vida a Moiraine, membro de uma organização conhecida como Aes Sedai. Ela é líder de um grupo de aventureiros cuja missão pode mudar o mundo para sempre.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider‘) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dará vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford, que será Perrin Aybara; Barney Harris, que irá interpretar Mar Cauthon; Zoë Robins, que será Nynaeve; Josha Stradowski, que dará vida a Rand Al’Thor; e Daniel Henney, que será al’Lan Mandragoran.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter FranzenKate Fleetwood também fazem parte do elenco.

Confira a sinopse oficial:

Rafe Judkins fica responsável pelo roteiro. Por enquanto, a primeira temporada será baseada em ‘O Olho do Mundo’, volume inicial de uma série de catorze romances lançados entre 1990 e 2013.

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HBO Max | Filmes recentes de todos os gêneros na plataforma para curtir o feriado

Segundona de feriado prolongado. Que tal aquela maratona de bons filmes em casa? Seja com familiares, com os(as) companheiro(a)s, aquela pessoa especial ou até mesmo sozinho. Para os cinéfilos o feriado só tem uma tradução: mais filmes para corrermos atrás e colocarmos em dia. Não poderia ser mais perfeito. Fazendo a nossa parte e procurando ajudar você, nosso querido leitor, nessa missão, seguimos aqui nossa série de matérias de dicas com alguns filmes bem interessantes nas mais variadas plataformas disponíveis aqui no Brasil. Abaixo, agora temos alguns lançamentos que talvez nem todos conheçam numa plataforma de streaming que chegou chutando a porta em sua estreia: a HBO Max. Apesar de ter chegado um pouco atrasada nesta festa, a HBO Max tem se tornado uma das favoritas dos fãs por seu acervo cada vez maior de filmes da Warner, de produções novíssimas, recém-lançadas nos cinemas e aquisições da Sony e Paramount. Confira abaixo e comente.

Leia também: Netflix | Filmes de Todos os Gêneros para Curtir o Feriado

Alguém Avisa?

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A jovem atriz Kristen Stewart realmente deixou para trás a época em que duvidavam de seu talento na atuação devido à franquia Crepúsculo. Além de ter vencido o prêmio César, o Oscar francês, em 2015 por Acima das Nuvens (sendo a única americana a receber tamanha honraria), recentemente Stewart foi ovacionada de pé por sete minutos no Festival de Veneza pelo seu desempenho em Spencer, no qual interpreta a Princesa Diana. Voltando um pouco no tempo, temos a comédia Alguém Avisa?, lançada durante a pandemia, da qual muitos sequer tomaram conhecimento. Aqui, a atriz mostra que sabe se divertir ao brincar com o tabu de um relacionamento lésbico. Ela contracena com a igualmente talentosa Mackenzie Davis, vivendo um casal. A trama se desenrola quando Stewart vai conhecer a família de Davis, que não sabe que elas são um casal. É a oportunidade perfeita para conferir na HBO Max.

Leia também: Amazon | Filmes Recentes de Todos os Gêneros para Curtir o Feriado

Antebellum

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Outro que passou fora dos radares por motivo da pandemia foi este thriller de horror misterioso, que possui doses do subgênero representativo social – impulsionado pelos filmes de Jordan Peele. A cantora Janelle Monáe demonstrou enorme talento como atriz em filmes como Estrelas Além do Tempo e Moonlight. Assim logo foi escalada para protagonizar a segunda temporada de Homecoming, da Amazon, e no mesmo ano viria a protagonizar aqui também. Na trama, Monáe vive uma autora renomada de muito sucesso. Inexplicavelmente, ela se vê presa a uma realidade aterradora, quando aparentemente volta no tempo para a época dos escravos.

Duas Tias Loucas de Férias

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Tido como uma das comédias mais engraçadas de 2021, o filme é das mesmas criadoras do sucesso Missão Madrinha de Casamento (2011). As semelhanças vão além com o protagonismo da mesma Kristen Wiig, como parte da dupla de “tiazonas” sem noção. Barb e Star (Annie Mumolo e Wiig) são duas mulheres de meia idade que nunca saíram de sua pequena cidade nos EUA. Elas então decidem se aventurar numa viagem de férias na Flórida, numa jornada que irá mudar suas vidas para sempre.

Bloodshot

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O astro Vin Diesel lançou este ano o nono capítulo na saga de ação Velozes e Furiosos. Porém, ano passado, um filme do ator, que até tinha grande potencial, terminou passando sem ser notado. Bloodshot pode ser considerado um dos filmes mais azarados de 2020, pois seu lançamento coincidiu com o início oficial da pandemia em que tudo estava fechando no mundo. Assim, quase ninguém conseguiu conferir o filme que traz o astro dando vida a um cultuado quadrinho underground, no qual vive um soldado sendo trazido de volta à vida com novos dons e implantes de memória. Essa é sua chance de conferir a superprodução da Sony.

A Ilha da Fantasia

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Outra superprodução da Sony, aqui temos novamente uma adaptação. Essa, porém, não se trata de uma HQ, mas sim de um famoso seriado de TV da década de 1970, que é usado como fonte desta reimaginação. O filme, produção da Blumhouse, no entanto, diferentemente da série clássica, resolve apostar no terror como gênero para uma história sobre visitantes selecionados para viajarem até uma misteriosa ilha, capaz de tornar seus desejos mais íntimos em realidade, até mesmo os mais sombrios e assustadores. Esse ano, a Fox lançará ainda uma nova versão da trama na forma de um novo seriado.

O Caminho de Volta

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O astro Ben Affleck já viu muitos altos e baixos em sua carreira. Mas nós, fãs do ator que somos, estamos sempre torcendo por ele na frente e fora das câmeras. Na vida pessoal, após a separação da esposa e da batalha contra o alcoolismo, o ator parece ter engatado novo romance com a antiga companheira Jennifer Lopez. Bom para eles, que tenham sucesso no amor. No cinema, apesar de ter dado bola fora em suas participações como Batman, ele também está ganhando novas chances no papel, primeiro em Liga da Justiça de Zack Snyder, lançado este ano, e em 2022 no vindouro filme do Flash. Aqui, no entanto, num filme que tem tudo a ver com redenção, ele vive um ex-astro do basquete colegial que desperdiça sua grande chance de se tornar profissional. Agora, como treinador, ele vislumbra a oportunidade de se redimir.

Má Educação

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O astro Hugh Jackman vem chamando novamente atenção com suas postagens enigmáticas com os produtores da Marvel. O fato fez os fãs desconfiarem que talvez o retorno do ator como Wolverine agora na Marvel esteja em andamento. Seja como for, Jackman tem apostado em muitas produções de qualidade, que infelizmente não caem no conhecimento de todos, como foi o caso do ótimo O Favorito (2018), de Jason Reitman. Aqui, ele volta a apostar num drama com doses de suspense eletrizante ao viver o diretor de um colégio, envolvido num esquema de corrupção e desvio de verba educacional, baseado numa história real.

Cores da Justiça

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Por falar em thrillers arrepiantes, aqui temos um filme policial com fortes doses sociais, que tem tudo a ver com o mundo moderno. Quem protagoniza é a subestimada Naomie Harris (indicada ao Oscar) na pele de uma policial patrulhando seu antigo bairro pobre, onde é vista pelos amigos de infância como “traidora”. Sem pertencer completamente a um de ambos os universos da força policial e de seu bairro, ela se vê em meio a uma conspiração ao se deparar com policiais corruptos da banda podre e ficar jurada de morte por eles. Agora para sobreviver ela terá que pedir ajuda às mesmas pessoas que haviam lhe virado as costas. No elenco, Tyrese Gibson, o Roman de Velozes e Furiosos.

O Preço do Talento

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Dono de um futuro promissor e brilhante no cinema, o ex-astro mirim Shia Labeouf parece ter desperdiçado grandes oportunidades ao não aguentar a pressão da fama e surtar, assim como tantos outros antes dele. Astro da franquia Transformers, o ator havia caído nas graças de Steven Spielberg, ainda fazendo com o diretor o quarto Indiana Jones e Controle Absoluto, tudo isso até 2008. Após o terceiro filme dos robôs gigantes, Labeouf começou a exibir o comportamento cada vez mais errático e terminou sendo eliminado da franquia e vendo Hollywood virar as costas para ele. O ator, porém, ensaia um retorno, e aqui temos um de seus maiores esforços nesse movimento. Honey Boy, no título original, é uma biografia escrita pelo próprio, que fala de sua juventude e o comportamento abusivo de seu pai. No filme, Shia interpreta seu próprio pai. Isso que é catarse.

A Cordilheira

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Saindo de um ator problemático para um que é um verdadeiro pilar da dramaturgia mundial, querido por multidões em seu país e na América Latina e Europa. Falamos do talentosíssimo Ricardo Darín, considerado por muitos especialistas um dos melhores intérpretes em atividade atualmente. Neste thriller político, Darín vive o presidente argentino, num encontro com os demais governantes dos países da América do Sul e México. Apesar do prestígio e renome envolvido, este foi um filme do ator que não chegou aos cinemas de nosso país, coisa rara para suas obras por aqui, e isso numa época bem anterior à pandemia. Ou seja, oportunidade mais que perfeita para conferir o longa.

Artigo | Episódios finais da 5ª temporada de ‘Rick e Morty’ revelam a história de Rick C-137

Cuidado: muitos spoilers à frente.

‘Rick e Morty’ chegou ao fim com mais uma temporada inesperada e recheada de respostas – e uma quantidade imensas de perguntas que devem ser respondidas com os próximos ciclos.

A animação adulta, criada por Justin Roiland e Dan Harmon para o Adult Swim (com transmissão nacional através da HBO Max), sempre construiu season finales de tirar o fôlego e que, de alguma forma, davam as primeiras características do que os fãs poderiam esperar dos episódios consecutivos. Tivemos, por exemplo, o momento em que Rick congelou o tempo para que ele e os netos pudessem arrumar a casa destruída após uma festa inconsequente, ou então o momento em que o brilhante cientista se entregou para as autoridades da Federação Galáctica para salvar a família; agora, Rick enfrentou um dos mais poderosos inimigos, capaz de destruir tudo aquilo pelo que lutou por tanto tempo: si mesmo.

O mais recente ciclo terminou com dois episódios compilados em um especial de uma hora e, seguindo os passos das temáticas exploradas por Roiland e Harmon, analisou a complexidade das relações humanas através dos personagens titulares. Cansados um do outro, em virtude de um relacionamento passivo-agressivo, Rick deixou Morty de lado para se aliar a dois corvos (sim, é isso mesmo) e se tornar uma espécie de justiceiro anti-heroico numa constante batalha pela supremacia. Mais do que isso, os corvos despertam em Rick resquícios de uma empatia perdida há muito tempo, que o levam a determinar que os laços que nutre com o neto, seu notável companheiro de aventuras, são extremamente tóxicos e contraproducentes. Essa, na verdade, é a primeira vez em cinco temporadas em que os dois rompem ligações em prol de um mandatório e pungente amadurecimento.

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Mas as coisas não terminam por aí: quando reatam essa ligação, os dois são arrastados para uma trama muito mais ardilosa que envolve o Morty do Mal, personagem introduzido em “Close Rick-counters of the Rick Kind”, em 2014, e que fez importantes aparições ao longo da série – e cujo encontro com Rick C-137 (a versão que acompanhamos ao longo da animação) vinha sido premeditado desde… Bom, sempre.

A verdade é que Morty do Mal é uma das criações mais inusitadas e complexas de todo o panteão sci-fi em questão e, desde sua aparição, deixou claro quais seriam suas intenções: afinal, ele controlava o Rick que o acompanhava na caçada pelos outros Ricks, tentou incriminar a versão C-137, que posou constantemente como o rebelde e o forasteiro, e, logo depois, tomou controle da Cidadela na antológica “Tales from the Citadel” (03×07), ascendendo à presidência e iniciando uma nova era (que levaria duas temporadas até mostrar suas consequências). Agora, reencontrando-se com os personagens titulares, ele poderia finalmente terminar o que começou e se livrar das engessadas amarras que o prendem ao facínora organismo que reflete a superioridades dos Ricks em relação aos Mortys.

RICK C-137 E A IDENTIDADE PERDIDA

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A primeira das revelações destina-se a Rick.

Desde o começo da série, os fãs se questionaram sobre a traumática backstory que transformou o personagem em um inteligente e ambicioso homem, regado a álcool e a drogas, que “abandonou” sua família e retornou, anos depois, como se nada tivesse acontecido. O principal traço de personalidade de Rick é sua total falta de empatia e de desinteresse em matérias mundanas, como o amor e a importância da família, lutando para conseguir o que quer para si mesmo – independente das consequências. Entretanto, em algumas iterações (como “The Rickshank Rickdemption”, capítulo de estreia da 3ª temporada), percebemos que ele perdeu a esposa e a filha, Beth, em um ato terrorista promovido por um Rick do Mal que não aceitava a humildade de seu comodismo cotidiano.

Diferente do que imaginávamos, a memória fabricada não era totalmente irreal: Morty do Mal, tendo acesso às memórias de Rick, revela que o cientista, na verdade, embarcou em uma vendeta pessoal ao redor do universo procurando a versão de si mesmo que destruíra sua vida perfeita, recusando-se a descansar até assassiná-lo.

Em determinado momento, é-lhe oferecido uma trégua por Ricks que não desejam ter o mesmo destino de seus companheiros e, nesse momento, cria-se a Cidadela – uma revelação e tanto para C-137, que constantemente desprezou a mera existência da colônia. Suas reais motivações ficam em segundo plano e oferecem uma ambiguidade que deve ser explorada em um futuro próximo; todavia, compreendemos que Rick aceita o fato de ser dependente de um Morty e, por essa razão, reúne-se com uma versão de Beth, Jerry, Summer e Morty que existe em determinada realidade, entrando em paz consigo mesmo e dando início a um ato de redenção que o acompanha subconscientemente – e explica os laços que cria com a família.

MORTY DO MAL E A CURVA CENTRAL FINITA: O FIM DE UMA ERA

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Nenhum elemento de ‘Rick e Morty’ é meramente construído sem uma necessidade metafórica e bastante simbólica. A existência de elementos contrastantes e de uma épica batalha entre o bem e o mal é alicerçada nas obliterantes personalidades de cada personagem, desde a superficialidade paternal de Jerry à supressão dos desejos mais inóspitos de Beth. Rick, nesse contexto, é o elo que une cada uma dessas incursões e, portanto, o ponto de ligação ao Morty do Mal.

Quando Rick e Morty se reúnem com o principal antagonista do season finale, fica claro que Morty do Mal é arauto da destruição do status quo: ao passo que a Cidadela é a representação de um capitalismo sistemático e predatório, que beneficia os Ricks e coloca os Mortys em segundo plano (isso sem mencionar uma espécie de subclasse que serve aos interesses da elite), ele aproveita as brechas dessa falida ideologia para destruir um elemento conhecido como Curva Central Finita.

Essa Curva funciona como um muro que vai de encontro ao discurso das “dimensões infinitas” que Rick sempre defende, servindo como separação de realidades em que Mortys não se submetem a Ricks ou até mesmo em que Ricks não são os homens mais inteligentes do universo – invertendo os papéis e, novamente, desconstruindo a ideia imutável da superioridade e da inferioridade. Canalizando o poder armazenado pela Cidadela, ele cria uma fenda no espaço-tempo e consegue, eventualmente, atravessar essa Curva e chegar “do outro lado”, um lugar em que as possibilidades são mais infinitas do que o pensado.

O momento de passagem parte dos princípios canônicos defendidos pelo célebre Joseph Campbell, em que o herói (nesse caso, anti-herói), atravessa o limiar do conhecido e é apresentando a um cosmos muito diferente daquele que conhece. Abandonando algo que outrora foi-lhe dado como uma constante, ele aniquila a abominável relação destrutiva entre Ricks e Mortys e compreende, em uma libertação catártica, que a única constante é a mudança.

Macaulay Culkin – Afastado da fama desde 1994, o ator retorna em série de terror de sucesso

Você lembra de Macaulay Culkin? Sim, o menino loirinho de nome difícil que encantou o mundo com o sucesso Esqueceram de Mim há trinta e um anos em 1990. Pois bem, após surfar na onda de sua popularidade ao longo do início dos anos 90 – época em que parecia estar em todo lugar, desde comerciais, participações na TV, clipes de música de astros e até mesmo em seu próprio desenho animado -, o ator mirim sumiu dos holofotes aos 14 anos de idade, em uma aposentadoria para lá de precoce. Agora Macaulay Culkin ressurge para seu trabalho mais significativo na frente das câmeras desde então: a décima temporada da badalada série de terror American Horror Story. Com isso só podemos dizer, “seja muito bem-vindo de volta, o mundo do entretenimento sentia a sua falta”.

Bem, é claro que Macaulay Culkin já não é mais aquele menino engraçadinho que toda mãe queria levar para a casa. O ator se encontra atualmente com 41 anos de idade e pode não lembrar muito a imagem que todos tinham dele então. De qualquer forma, durante esse período de exílio auto imposto, Culkin fez o que deu na telha, afinal já era milionário antes dos 15 anos de idade. E o que fazer quando não precisamos de dinheiro para viver? Curtir a vida. Não que o ator não tenha trabalhado, pelo contrário, fez muita coisa, mas sem a pressão de algo ter que dar certo ou gerar dinheiro. Macaulay tocou em bandas e fez participações em projetos de amigos nas telas. No cinema, se aventurou pelo mundo independente escolhendo produções ousadas, que passaram fora dos radares da maioria.

Em 2021, no ano em que seu auge na cultura popular completa 30 anos, o ator está disposto a sair das sombras e abraçar novamente a fama (moderada) ao participar de uma produção de prestígio. Resta saber como ele irá se sair ou se o futuro reserva uma retomada e um novo vislumbre de sucesso nesta nova fase de sua carreira. Seria definitivamente muito curioso. Já imaginaram o ator fazer as pazes com a fama trinta anos depois, se tornando novamente um dos artistas mais quentes de Hollywood? Isso seria muito legal.

Em homenagem ao retorno de Macaulay Culkin ao que esperamos que seja um novo sucesso em sua carreira, iremos lembrar para você a trajetória deste jovem astro, que conquistou o topo da cadeia alimentar de Hollywood numa idade em que muitos de nós sequer sabíamos ler direito. Esses são os trabalhos mais marcantes da carreira do menino Macaulay Culkin na década de 1990. Confira abaixo e comente.

Década de 1980

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Quando vemos um ator explodindo com sucesso, logo imaginamos que ele tenha surgido do nada, do dia para a noite. Nunca é assim, e geralmente tal artista tem anos de estrada na carreira. Nós só não o conhecíamos antes. Com Macaulay Culkin, ainda na infância, acontecia exatamente isso. Por mais que muitos pensem que o garoto surgiu em Esqueceram de Mim, ele já tinha anos de estrada antes disso – mesmo que poucos. Sua estreia oficial ocorreu num episódio da série O Justiceiro (The Equalizer), em 1988. E sim, o programa foi refilmado para o cinema com Denzel Washington nos filmes O Protetor (2014 e 2018).

No mesmo ano, Culkin estreava no cinema no papel do filho de Burt Lancaster no drama O Rochedo de Gibraltar, e no ano seguinte vivia o filho de Jeff Bridges no drama romântico See You in the Morning. Neste período seu maior destaque viria em Quem Vê Cara Não Vê Coração (Uncle Buck), de 1989, comédia protagonizada pelo saudoso John Candy como um tio inconsequente precisando tomar conta dos sobrinhos. O filme é dirigido pelo icônico John Hughes, e foi devido à participação do pequeno Macaulay Culkin aqui, que o diretor o escalaria em seu maior sucesso da carreira.

1990

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O ano de 1990 serviria como divisor de águas definitivo na carreira de Macaulay Culkin. Ninguém poderia prever o sucesso de Esqueceram de Mim, um filme de premissa simples e infantil, que viria a dominar o mundo. A história sobre um pequeno menino de 9 anos que termina esquecido em casa pela sua grande família, que saía de férias, trouxe à tona a lembrança da infância de todo espectador, além de contagiar o público com seu clima nostálgico e acolhedor de natal. Não por menos, o longa se tornaria o filme definitivo sobre os feriados de fim de ano. Esqueceram de Mim é reprise obrigatória nas TVs de todos os países pelo mundo na época de natal.

Esqueceram de Mim foi escrito por John Hughes, que recomendou Culkin para o diretor Chris Columbus e fez dele um astro devido ao papel. O misto de comédia, drama e certo “suspense de mentirinha” do filme se torna irresistível numa época do ano em que geralmente já estamos mais emotivos por conta própria. O mundo era contagiado pelo filme e grande parte disso se deve pelo carisma de Macaulay Culkin como protagonista. Assim, logo um novo astro mirim surgia.

1991

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A explosão sem precedentes de Esqueceram de Mim inaugurou uma verdadeira “Macaulay mania” pelos EUA e mundo. É preciso levar em conta que Esqueceram de Mim estreou em dezembro de 1990, para coincidir é claro com o natal. Assim, o filme dominou os cinemas por muito tempo, permanecendo em cartaz por todo o início de 1991 igualmente, através de seus primeiros meses. E quem seria louco e tirar o filme de cartaz e parar de lucrar? Ou seja, por mais que a febre de Culkin houvesse iniciado em 1990, ela permanecia ainda muito viva em 1991.

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Sem tempo a perder, era hora de capitalizar no carisma do guri. Assim, seus pais, donos de uma boa visão para os negócios, agentes e os produtores de Hollywood prepararam um 1991 muito especial para o menino. Época esta que completa 30 anos em 2021, e para a qual podemos olhar com muita nostalgia. Tudo começou com o polêmico retorno do astro Michael Jackson aos holofotes, adentrando os anos 90 com o clipe de Black or White (1991), uma canção que enfatiza bem a aparência que o astro pop apresentava na época para a surpresa de todos: ressurgindo “branco”. Culkin era persona grata no clipe, abrindo o vídeo de Jackson e participando de um trecho de rap com o cantor.

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Mas aonde queríamos ver Macaulay Culkin era mesmo no cinema, e nas telonas o menino voltava em Meu Primeiro Amor, um filme mais calmo e romântico, bem diferente do teor de Esqueceram de Mim. Apesar de ser uma comédia juvenil igualmente, esta era mais voltada ao drama, e trazia o loirinho não como protagonista, mas como coadjuvante numa participação verdadeiramente marcante e emotiva. O filme está no acervo atual da Netflix, é só conferir e se preparar para chorar. Fechando o ano de 1991, a Macaulay mania não estaria completa sem o desenho animado próprio do ator. Quem lembra? A animação era parte da programação da Globo na época. Perdido nas Estrelas, como ficou conhecido Wish Kid no Brasil, trazia a versão animada de Culkin como um menino dono de uma luva de baseball mágica, que lhe atendida todos os desejos quando socada três vezes. O programa durou uma temporada de 13 episódios.

1992

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Sem perder muito tempo, afinal nesta idade as crianças crescem muito rápido, os produtores da Fox trataram de tirar do papel a continuação do maior sucesso recente do estúdio. Assim, em dezembro de 1992 chegava aos cinemas Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York. Como em time que está ganhando não se mexe, o segundo Home Alone era quase uma refilmagem do primeiro. Desta vez o pequeno Kevin (Culkin) sai de casa e chega até o aeroporto com sua família, mas se perde no local e termina embarcando para Nova York ao invés da Europa. Agora, sem ter a segurança de sua casa, ele prepara suas armadilhas para os mesmos bandidos na casa de um tio, que está sendo reformada. Não é tão bom quanto o original, pela falta de novidade, mas ainda é eficiente e serve como bom programa duplo com o primeiro. Uma pena foi só não terem engatilhado logo um terceiro – digo, com Macaulay.

1993

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Macaulay Culkin adentrava seu terceiro ano de fama absoluta e encarava seu período mais sombrio. Bem, unicamente na frente das câmeras, é claro. O que acontece é que a esta altura todos estavam acostumados a ver o menino de forma graciosa aprontando das suas. Assim, a mesma Fox bolava uma ideia que talvez não tenha emplacado muito. A fim de mudar um pouco a imagem angelical do menino loirinho, sua nova produção o colocava bem malvado como um capeta. Literalmente como algo saído de A Profecia. Sem elementos sobrenaturais, Culkin dava vida a um psicopata mirim em O Anjo Malvado (The Good Son). No filme, o ator vive um pré-adolescente diabólico, transformando a vida da mãe e do primo (papel de Elijah Wood) num inferno com seus atos desumanos. Simplesmente perturbador. No mesmo ano, sem o mesmo impacto, Culkin aproveitava sua experiência como dançarino de balé para impulsionar a apresentação nos palcos de O Príncipe Quebra-Nozes, um espetáculo filmado.

1994

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Chegamos no ano derradeiro da popularidade de Macaulay Culkin no cinema. Seu quarto ano de fama extrema iniciava com uma parceria com a MGM para uma produção que visava disputar com grandes filmes no verão norte-americano. Lançado em junho, Acertando as Contas com Papai trazia Culkin numa versão “alternativa” do menino Kevin de Esqueceram de Mim. A verdade é que todos os personagens do garoto eram muito espertos, mais até do que os adultos. Aqui ele vivia o filho de um golpista profissional (papel de Ted Danson, de Três Solteirões e um Bebê), sempre negligenciado pelo pai. Numa tacada só, ele obtém itens preciosos do pai e começa a chantageá-lo para que passem mais tempo juntos, ao mesmo tempo em que tenta endireitar o modo infrator do sujeito viver.

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Em novembro, retomando a parceria com a Fox, Macaulay Culkin novamente se tornava desenho em Pagemaster – O Mestre da Fantasia. O filme mistura live-action com animação, ao contar a história de um menino que ao fugir de seus problemas, se depara com uma biblioteca mágica, cujos livros o levam para dentro de suas histórias, transformando-o em animação. A proposta aqui era por uma aventura de fantasia para os mais novos, no clima de A História Sem Fim. Terminando o ano, novamente em dezembro (época que parecia ser “a casa” do ator), seu último trabalho na infância viria com Riquinho, da Warner, adaptação dos famosos quadrinhos da década de 1950 – que depois viraram uma série animada – sobre um menino loirinho que era “a cara da riqueza”. Tudo a ver com Macaulay Culkin, certo? Esse parecia ser um papel que o menino havia nascido para interpretar e o longa, apesar de não fazer o sucesso esperado no lançamento, marcou época em suas reprises.

A “aposentadoria”

horror 2

Acabado o ano de 1994, Macaulay Culkin foi ter uma adolescência normal. Ou quase. O rapaz se afastou das telas e dos holofotes e foi viver sua vida, retornando apenas esporadicamente em algum trabalho menor. Em 1998, faria participação no clipe Sunday, da banda Sonic Youth. Depois retornaria somente em 2003, no indie super alternativo Party Monster, biografia de um promoter de festas. No mesmo ano apareceria num episódio da cultuada Will & Grace. Desde então, o ator participou de seis filmes (todas obras pequenas e independentes), séries e curtas.

Porém, desde 1994, nada que Macaulay Culkin tenha feito na frente das telas foi tão significativo quanto sua participação em Double Feature, a décima temporada de American Horror Story. O programa já exibiu três dos dez episódios da temporada nos EUA. Independente do resultado do programa ou de como Culkin irá se comportar no papel, esse é um momento especial para o ator, seus fãs e os amantes nostálgicos do cinema.

Dicas na Netflix para Você Assistir nesse Feriado

Sabadão. Dia mais que perfeito para os cinéfilos maratonarem bons filmes em casa. Seja com familiares, com os(as) companheiro(a)s, aquela pessoa especial ou até mesmo sozinho. Mas é aí que lembramos de um motivo a mais para a alegria: o feriadão prolongado até terça-feira. Tradução: mais filmes para corrermos atrás e colocarmos em dia. Não poderia ser mais perfeito. Fazendo a nossa parte e procurando ajudar você, nosso querido leitor, nessa missão, começaremos aqui uma série de matérias de dicas com alguns filmes bem interessantes nas mais variadas plataformas disponíveis aqui no Brasil. E para dar o pontapé inicial, começaremos com a mais popular e maior de todas elas, a Netflix. Confira abaixo os longas que selecionamos e não esqueça de comentar.

Justiça em Família

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Começamos a lista de dicas com uma forte aposta da Netflix para esta temporada. Produção original da casa, a plataforma investe no carisma de Jason Momoa (Aquaman/Game of Thrones) como protagonista. Essa é uma pedida para os aficionados por ação, adrenalina e suspense. Na trama, Momoa é um pai de família indo contra uma gigante da indústria farmacêutica que negligenciou o tratamento de câncer de sua esposa resultando em sua morte. Com essa briga, ele termina por virar alvo de poderosos e colocar sua filha em perigo. A jovem é interpretada por Isabela Merced – intérprete igualmente promissora.

Alvo Duplo

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Por falar em Jason Momoa, seguimos com outro filme policial de ação, que desta vez traz o ator como vilão. Quem protagoniza é o veterano Sylvester Stallone, na época em alta devido ao sucesso de Os Mercenários e sua continuação. No filme, Stallone é dirigido pela primeira vez em sua carreira pelo icônico cineasta especialista no gênero, Walter Hill. O astro protagoniza como um matador precisando se unir a um policial (Sung Kang – o Han da franquia Velozes e Furiosos) depois que seu parceiro é morto no trabalho. Momoa vive um capanga envolvido num esquema imobiliário fraudulento com a cidade. Se para mais nada o filme já vale pelo duelo de Stallone e Momoa no final. Coisa Boa.

Sicario – Terra de Ninguém

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Continuando pelo terreno da ação, aqui temos um filme com um teor bem mais sério e dramático, além de muitos elementos de suspense. Fora isso, o sucesso Sicario tem direção de ninguém menos que o talentosíssimo Denis Villeneuve, cujo mais recente trabalho Duna acaba de ser aplaudido de pé por sete minutos no Festival de Veneza. Voltando seis anos no tempo, o diretor já ganhava muitos elogios aqui nesta história sobre uma agente federal idealista embarcando na guerra americana contra os cartéis de drogas no México. Quem protagoniza é a menina de ouro Emily Blunt (em cartaz atualmente com os sucessos Jungle Cruise e Um Lugar Silencioso 2). A continuação, inferior, mas ainda eficiente (Sicario: Dia do Soldado), também está na plataforma.

Boy Erased – Uma Verdade Anulada

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Pulamos agora para dramas com prestígio de prêmios. Esse filme deu o que falar em sua época de lançamento por usar como tema a infame “cura gay” e ser solenemente ignorado no Brasil, lançado diretamente em home vídeo numa época pré-pandemia. O fato fez muitos acreditarem em boicote por parte do governo brasileiro devido ao tema. O que a distribuidora admite não ter sido o caso. Seja como for, apesar de não ter conseguido emplacar no Oscar, o longa conta com desempenhos impactantes de um trio que tem renome para dar e vender, e são velhos conhecidos da Academia. Nicole Kidman e Russell Crowe (ambos vencedores do Oscar) são os pais de um jovem (Lucas Hedges – indicado ao Oscar) que decidem alista-lo num programa que tem como objetivo reverter sua opção sexual.

Desobediência

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Ainda pelos caminhos do drama e abordando o assunto da representatividade LGBTQ+, este é um dos filmes mais interessantes e belos atualmente na plataforma da Netflix. Sucesso em sua estreia no Festival de Toronto, o filme traz as duas Rachel: Weisz e McAdams como as protagonistas de um amor proibido. Weisz é uma mulher que deixou sua comunidade judaica por não se enquadrar nos padrões e foi viver como fotógrafa em Nova York. Após a morte do pai, ela retorna e vê reacender seu amor pela personagem de McAdams, uma mulher casada que retribui o afeto. Quem dirige é Sebastián Lelio (Gloria / Uma Mulher Fantástica).

O Homem que Matou Dom Quixote

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Aqui temos um dos casos mais curiosos do cinema em anos recentes. O cineasta Terry Gilliam é um velho conhecido dos cinéfilos tendo obras marcantes com fortes tons de surrealismo e ficção científica em sua carreira, vide Brazil – O Filme e Os 12 Macacos. Mas este que é seu último trabalho como diretor até o momento, demorou nada menos que dezessete anos para ficar pronto, se equivalendo a Boyhood e ao nacional Chatô, e se mostrando uma verdadeira produção infernal. Muita coisa aconteceu desde 2000, todo tipo de problema imaginável, mas Gilliam finalmente concluiu sua obra e a lançou. Na trama, Adam Driver vive um diretor de cinema tragado para um mundo de fantasia, sem conseguir distinguir mais entre sonhos e realidade. Ou seja, a loucura usual do cineasta.

The Art of Self-Defense

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Ainda seguindo pelo tom do surrealismo nonsense, este filme pode ser encontrado na plataforma por seu título original – esse acima – mas também é conhecido por sua tradução literal, “A Arte da Autodefesa”. Um filme para lá de esquisito, mas em doses cômicas acentuadas de forma igual. Saído do Festival South by Southwest, quem protagoniza aqui é Jesse Eisenberg e seu estilo assustado e pouco confiante de ser. Ele é um sujeito tímido que após ser atacado, resolve iniciar numa classe de artes marciais para aprender defesa pessoal. Porém, no local irá se envolver com o desajustado professor, cujos métodos são, digamos, não muito ortodoxos.

Halloween

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Agora iniciamos o último gênero da lista, um que sabemos que vocês adoram: o terror e suspense. E começamos logo com um verdadeiro clássico revisitado. Este ano o aguardadíssimo Halloween Kills: O Terror Continua será finalmente lançado e poderemos ver o que irá acontecer com o maníaco da máscara branca Michael Myers quando sua cidade se voltar contra ele, o que inclui o trio de mulheres da mesma família encabeçadas por Jamie Lee Curtis e sua Laurie. Desta forma, nada melhor do que ir aquecendo os motores com o filme anterior, este Halloween (2018), para lembrar de todos os detalhes e prestar atenção no que havíamos deixado passar da primeira vez. Sem dúvida será importante. Ah sim, a Netflix disponibilizou também (bem recentemente) o primeirão lá de 1978 e sua continuação direta. Verdadeiros clássicos.

Trilogia Rua do Medo

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Tudo bem, admitimos que a Netflix nem sempre acerta em suas produções originais. No entanto, a plataforma marcou um golaço este ano ao lançar a trilogia Rua do Medo, baseado nos livros do celebrado autor do gênero R.L. Stine. Os louros, porém, vão para o canal de streaming e para a diretora da trilogia Leigh Janiak, que transformaram o material para crianças em algo para maiores de idade, com filmes donos de violência extrema e temas mais pesados. Um grande acerto. A trilogia começa em 1994, e homenageia no primeiro um estilo mais Pânico. Depois volta para 1978 e cria um terror de acampamento no estilo Sexta-Feira 13. A terceira parte se encerra como um horror mais clássico voltando para 1666. Você precisa conferir.

Upgrade – Atualização

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Encerramos a lista de dicas com este terror da Blumhouse. O estúdio é outro que nem sempre acerta, mas quando acerta entrega verdadeiras obras-primas. Na época de seu lançamento, foi muito dito pelos críticos que Upgrade era o verdadeiro “filme do Venom”. Aqui, um sujeito precisa aprender a conviver, hospedando outro organismo em seu corpo, porém aqui um tecnológico, após passar, bem, por um upgrade. Quem dirige é a prata da casa Leigh Whannell que aqui ensaiava em menor escala para seu filme mais elogiado na carreira até o momento, o terror sobre abuso doméstico, O Homem Invisível. Whannell no momento filma um longa de lobisomem com Ryan Gosling e promete novamente revolucionar.

Dia do Sexo | Os Thrillers Eróticos dos anos 1990

O Dia do Sexo é celebrado hoje, dia 6 de setembro. A escolha desta data é uma brincadeira numérica de duplo sentido (6 de setembro = 6/9), que remete a uma posição sexual, popularmente conhecida por “69”.

Para aquecer ainda mais essa noite, nós do CinePOP decidimos formular uma nova lista para você. O tema desta matéria são os thrillers eróticos. Por si só um produto de seu tempo, os anos 1990, onde após o avanço de narrativas mais liberais e realistas nos anos 1960, tivemos uma escalada rumo a total falta de pudor – entrelaçada à liberdade sexual e à independência feminina. O cinema, por consequência, ficou mais sem vergonha, sem moralismo, com a cabeça mais aberta, e Hollywood começou a se espelhar nas obras europeias. Afinal, ver uma mulher pelada nas telas de cinema, ainda na década de 1950, por exemplo, era algo inimaginável. Esse advento foi se tornando cada vez mais constante pelas décadas de 1970 e 1980, onde finalmente viraria um subgênero na década de 1990.

Época do clamor desavergonhado, os anos 1990 serviram como casa de algumas das obras mais icônicas deste subgênero – muitas inclusive tinham como único propósito apresentar cenas tórridas e/ou uma estrela famosa nua, e tais projetos eram vendidos apenas por este mote. Nos tempos politicamente corretos em que vivemos, fica cada vez mais difícil imaginar uma produção sendo arquitetada por um grande estúdio nestes moldes: vender um filme através da sensualidade e erotismo de sua protagonista, explorando seu corpo pela venda de ingressos.

Com isso em mente, e como forma de relembrar e refletir sobre o passado, o CinePOP traz para você uma nova matéria comentando alguns dos mais famosos thrillers eróticos da década de 1990, filmes de suspense que faziam a temperatura subir. Vamos relembrar.

Instinto Selvagem (1992)

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Este é o carro-chefe do subgênero, e podemos dizer que a extinta produtora Carolco (a mesma de O Exterminador do Futuro 2) e a TriStar Pictures (distribuidora do filme), subsidiária da Columbia, hoje Sony, saíram na frente. O filme elevou a carreira da musa Sharon Stone ao estrelato e a transformou num sex symbol. Ironicamente, treze atrizes foram procuradas para o papel e o negaram – como Michelle Pfeiffer e Demi Moore -, antes de Stone ser contratada.

Além de Sharon Stone, outros três nomes ficariam associados aos thrillers eróticos dos anos 1990: o do diretor Paul Verhoeven, o do roteirista Joe Eszterhas e o do ator Michael Douglas. Na trama, um detetive linha dura (Douglas) se depara com um caso de assassinato violento e uma história de sexo selvagem envolvendo uma manipulativa escritora (Stone).  Quatorze anos depois, Stone tirou uma sequência da cartola, Instinto Selvagem 2 (2006), a qual protagonizou sem nenhum dos nomes envolvidos com o original.

Invasão de Privacidade (1993)

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Depois de sua explosão em Instinto Selvagem, Sharon Stone se tornava uma estrela da noite para o dia. E como Hollywood adora apostar no certo, um monte de projetos com temática sexual chegava para a atriz nesta época. O primeiro para o qual ela disse sim foi este suspense da Paramount (que não é boba nem nada), dirigido por Phillip Noyce (Jogos Patrióticos), baseado no livro de Ira Levin e com roteiro adaptado pelo mesmo Joe Eszterhas do filme acima. Na trama, Stone vive uma mulher que se muda para um luxuoso edifício de Nova York, e logo descobre que o local guarda sinistros segredos, envolvendo apartamentos observados por câmeras e a perda de privacidade (visionário?). E como esperado, a atriz novamente desempenhava momentos para lá de picantes.

O Especialista (1994)

A esta altura Sharon Stone já estava consolidada como musa quente do cinema, sendo basicamente um pré-requisito que a atriz aparecesse nua ou desempenhasse uma cena caliente em seus filmes. Foi assim, por exemplo, com Rápida e Mortal (1995), faroeste da TriStar/Columbia (Sony). Quando ela não protagonizava tais momentos, seus filmes não iam bem – vide Diabolique (1996) e A Última Chance (1996) -, provando o tipo de personagem e longa no qual o público queria vê-la.

Assim, este filme de ação da Warner, veículo para Sylvester Stallone, recebeu um tratamento erótico quando Stone assinou para co-protagonizar. Estamos falando da polêmica cena do chuveiro, que mostra uma tórrida relação entre o casal. Recentemente a sequência saiu do passado e ganhou os holofotes com a notícia de que Sly teria embebedado Stone para desempenhar o momento, a contragosto da atriz.

Corpo em Evidência (1993)

Instinto Selvagem provou a viabilidade e sucesso financeiro dos thrillers eróticos. Assim, pouco tempo depois de seu lançamento, este Corpo em Evidência estreava nos cinemas. E o único motivo da existência deste suspense de quinta, produzido pelo italiano Dino De Laurentiis e distribuído pela MGM, é mesmo promover cenas quentes de nudez de sua protagonista, numa trama erótica rocambolesca.

E quem melhor do que a provocativa Madonna – que na época devorava homens no café da manhã e tratava o sexo com a naturalidade de quem vai à feira – para sem pudor se despir e protagonizar momentos impróprios para menores, como os trechos com a cera de vela. De fato, De Laurentiis adquiriu o roteiro com a estrela da música em mente. Aqui, ela vive uma mulher sendo julgada pela acusação de matar seu companheiro… de tanto fazer sexo!

Assédio Sexual (1994)

Aqui temos um caso curioso. O próprio Michael Douglas queria que sua coprotagonista em Instinto Selvagem fosse Demi Moore – porque Sharon Stone era, então, uma ilustre desconhecida. Dois anos depois, e Douglas teve seu desejo atendido, com um filme do subgênero bancado pela Warner. A obra era vendida justamente pela união destes dois fortes nomes dos thrillers eróticos acima do título. Douglas havia protagonizado Atração Fatal (1987) e o próprio Instinto Selvagem (1992).

E Moore se consolidava na fase adulta (já que começou no cinema ainda na adolescência) com Proposta Indecente (1993), da Paramount – se tornando assim, igualmente, um símbolo sexual. A proposta aqui, embora seja baseado num livro, era pegar carona no famoso caso de assédio real envolvendo Anita Hill e Clarence Thomas, que parou os EUA no início da década de 1990 (retratado no filme da HBO Confirmação, 2016). Aqui, a assediadora é a mulher em posição de poder. No entanto, os que estavam esperando um momento extasiante entre os dois nas telas, terminaram ficando a ver navios.

Striptease (1996)

Demi Moore, como dito, apesar de ter começado a carreira bem novinha como parte do brat Pack, ganhava novos contornos nesta fase com o status de símbolo sexual. Depois de Proposta Indecente, Assédio Sexual e A Letra Escarlate (1995), Moore negociou um salário astronômico com a produtora Castle Rock para mostrar seus recém adquiridos músculos e próteses de silicone nos seios em Striptease (distribuído pela Columbia/Sony e no Brasil pela Warner). A atriz embolsava US$12.5 milhões, o que hoje seria algo em torno dos US$20 milhões, se tornando na época a atriz mais bem paga de Hollywood. Quem leu o livro no qual o filme é baseado garante que é bom e traz grande insight, além de tiradas cômicas que funcionam. Já o filme se tornou um fiasco, cujo único propósito era mostrar a atriz nua.

A Cor da Noite (1994)

A Disney produzindo um thriller erótico? Sim! E um dos mais desavergonhados da época. Bem, ao menos através de suas subsidiárias Hollywood Pictures e Buena Vista. E por falar em Demi Moore, seu então maridão Bruce Willis também não quis ficar de fora do subgênero. Mostrando mais uma vez a influência de Instinto Selvagem, este foi outro roteiro criado às pressas para capitalizar em cima deste estilo para maiores. Sharon Stone era uma ilustre desconhecida até Instinto Selvagem, e o nome de peso no projeto era o de Michael Douglas.

O mesmo foi orquestrado aqui, com Willis como chamariz, tentando impulsionar a carreira da jovem Jane March – com quem protagoniza cenas para lá de intensas. A proposta de fazer March uma estrela, no entanto, falhou. Na trama, Willis vive um psicólogo pegando para si um grupo de terapia de um colega assassinado. Logo, ele descobre que um dos membros de tal grupo não é o que parece, e precisa desvendar uma série de assassinatos, enquanto se diverte de forma explícita como uma bela jovem dezoito anos mais nova.

Jade (1995)

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Talvez você não lembre dela, mas Linda Fiorentino foi um grande nome feminino de Hollywood nos anos 1990. E muito devido às obras com apelo sexual que protagonizava, sempre no papel da femme fatale. Percebendo o fervor do momento de tais filmes e que havia um grande público cativo na época, a Paramount, seguindo o relativo sucesso de Invasão de Privacidade dois anos antes, voltou a bancar uma produção do subgênero, investindo ainda mais dinheiro.

Para a empreitada, o estúdio contratou novamente Joe Eszterhas para o roteiro, e assim nascia Jade – uma reedição menos inspirada de Instinto Selvagem. Na direção, um cineasta pra lá de renomado: William Friedkin (vencedor do Oscar por Operação França e indicado por O Exorcista). E como Sharon Stone já havia feito o original, para esta espécie de releitura foi escalada Linda Fiorentino. A morena havia chamado atenção no ano anterior com O Poder da Sedução (1994), thriller de John Dahl, criado exatamente nos mesmos moldes.

Nunca Fale Com Estranhos (1995)

Outro nome que entrou na dança dos filmes de suspense eróticos foi o de Rebecca De Mornay. A atriz já havia realizado cenas quentes ao lado do astro Tom Cruise na comédia adolescente Negócio Arriscado (1983), onde interpretou uma prostituta. Quase dez anos depois ela viria a protagonizar o thriller A Mão que Balança o Berço (1992), sucesso da Disney (Hollywood Pictures) com certa tonalidade sexual – onde viveu uma vilã em busca de vingança, se disfarçando de babá para roubar a família da mulher que, segundo ela, havia destruído a sua.

Um ano depois, De Mornay seguia no subgênero com Culpado como o Pecado (1993), no papel de uma advogada defendendo um playboy assassino (Don Johnson). O escolhido para figurar nesta lista, no entanto, foi Nunca Fale com Estranhos, projeto totalmente construído para explorar a sexualidade de seus protagonistas – realçando suas cenas de nudez e sexo. O fiapo de roteiro desta produção da TriStar/Columbia (Sony) traz De Mornay como psicóloga criminal conhecendo e iniciando uma relação tórrida com um perfeito estranho – daí o título do filme. E para o papel do estranho, o latin lover da época, Antonio Banderas, incendiava as telas.

Showgirls (1995)

Tudo bem que Showgirls não é tanto um suspense, e funciona mais como um melodrama mexicano, daqueles bem exagerados. O filme também ficaria conhecido como uma das piores produções cinematográficas, não apenas de seu respectivo ano, mas da década e igualmente de todos os tempos. Há alguns anos o filme foi redescoberto e transformado em cult por muitos defensores. O crítico Adam Nayman, da revista Sight and Sound, por exemplo, chegou até mesmo a escrever um livro defendendo Showgirls para a série Pop Classics: “It Doesn’t Suck”.

Os fãs do longa afirmam que esta era sua proposta desde o início, uma farsa sobre o mundo das strippers de Las Vegas, exagerada, caricata e novelesca. Para muitos, a obra recai na categoria “tão ruim que é bom”, que constantemente enaltece os mais saborosos prazeres culposos. Aqueles filmes que sabemos não ser bons, mas que não conseguimos evitar de gostar. Showgirls seria o próximo passo evolutivo de Instinto Selvagem, uma produção ainda mais provocativa em suas questões sexuais. Um drama que escancararia tal universo sem dó, nem piedade.

Não por menos, o longa recebeu a censura mais alta para uma produção vendida ao grande público, o famigerado NC-17. Para a empreitada, a mesma Carolco, em parceria com a United Artists, tratou de reunir a dupla Paul Verhoeven na direção e Joe Eszterhas no roteiro. Protagonizando, uma jovem atriz saída de um programa adolescente, Elizabeth Berkley – o plano era ser alçada à nova Sharon Stone. O resultado, porém, foi bem diferente para todos os envolvidos.

Garotas Selvagens (1998)

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Showgirls se tornou o epicentro da implosão do subgênero. Como toda “fórmula” descoberta por Hollywood, os thrillers eróticos foram desgastados à exaustão, e todo mundo que pôde tirou uma casquinha de tal segmento. Como sempre ocorre, alguém vai longe demais, inviabilizando sua continuidade, afinal, nada dura para sempre. Foi assim com os faroestes, com os musicais, com os épicos bíblicos e medievais, com os filmes de ação brucutu dos exércitos de um homem só, e até mesmo com as comédias românticas bobinhas da década passada.

A pergunta que fica é: quanto tempo mais os filmes de super-heróis ainda tem até precisarem ser reinventados? É justamente onde se encaixa este Garotas Selvagens, que chegou na rebarba da implosão do subgênero. Apesar de não ser um filme completamente ruim, o longa ficou meio deslocado, e caso tivesse sido lançado na época do hype de tais produções, poderia ter causado um barulho maior.

Aqui são duas, e não apenas uma, as jovens estrelas da época participando de cenas tórridas. Neve Campbell (querendo amadurecer na carreira) e Denise Richards (saída de uma produção de Paul Verhoeven, Tropas Estelares) são duas estudantes bem diferentes, que se envolvem com um professor (Matt Dillon) para um esquema de roubo de uma fortuna. A trama desta produção da Columbia (Sony) é intrincada e confusa, e certos trechos questionam nossa inteligência com suas dezenas de reviravoltas, mas algo que o público não esquece é a cena do ménage entre os protagonistas.

RANKING | Do Pior ao Melhor Filme da franquia Pânico

Talvez muitos não saibam, mas o CinePOP nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a um dos melhores slashers já produzidos, Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje. Justamente por isso, o anúncio de um quinto episódio da franquia, com elementos da produção começando a ganhar forma, tomou nossa redação de frenesi. Mesmo sentindo a falta insubstituível do diretor Wes Craven (que comandou os outros quatro filmes), estamos mais do que empolgados para as voltas de Neve Campbell (Sidney), Courteney Cox (Gale) e David Arquette (Dewey) em Pânico 5.

De casa nova, agora lançado pela Paramount, com novos diretores (Matt Bettinelli-Olpin e Tyller Gillett, dupla do recente Casamento Sangrento) e novos roteiristas (Guy Busick, da série Castle Rock, e James Vanderbilt, de Zodíaco), pouco ainda se sabe sobre a trama de Pânico 5 – que promete trazer novos sustos, metalinguagem e diversão -, cuja estreia é prometida para 2021, exatamente dez anos depois do último capítulo. Enquanto Pânico 5 não chega, o CinePOP resolveu revisitar a franquia, para colocar todos os filmes em nossa ordem de preferência. Vem conhecer e não esqueça de comentar abaixo, fazendo a sua lista na ordem também.

Pânico 3

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Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 39%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

Pânico 4

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Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, até o presente momento. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica pau a pau com o segundo, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Pânico 2

scream cinepop1

Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

Pânico

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Apesar de Pânico 2 ser muito querido, é difícil bater o original. Tudo nascia aqui. Nós concordamos e também adoramos aquelas grandes produções de marcas de sucesso pré-estabelecidas, vindas de outras mídias. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo, e na opinião do grande público, claro, é o filme favorito da franquia. Já para os críticos, o tomate fresco é garantido com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Bônus: Pânico – A Série de TV

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Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira temporada de Pânico, e até o momento, a última. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma. É torcer para que um dia possamos assistir aqui no Brasil.