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‘Chucky’: Série baseada em ‘Brinquedo Assassino’ ganha novo teaser e cartaz; Confira!

O canal SyFy divulgou o novo teaser e cartaz da série ‘Chucky‘, baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

A série irá estrear oficialmente no dia 12 de outubro.

A série foi criada por Don Mancini.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino. A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa: “acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

‘O Esquadrão Suicida’: Warner pediu para que James Gunn fizesse o filme com classificação indicativa baixa

O diretor James Gunn revelou em entrevista ao Collider que a Warner Bros. perguntou se ele não poderia fazer ‘O Esquadrão Suicida‘ com classificação indicativa 13 anos.

O diretor negou e afirmou que só toparia dirigir a produção se pudesse fazê-la Rated-R (para maiores de 17 anos).

“Eu escrevi o roteiro sempre imaginando que eles deixariam eu fazer o filme Rated-R. Eles me perguntaram: ‘Você pode fazer este PG-13?’. Eu disse não. Você pode fazer e levar com outra pessoa, e eles podem dirigir, e você pode fazer um PG 13. Mas se vou dirigir, quero que seja um filme Rated-R.’.

O estúdio concordou e o filme recebeu alta classificação indicativa por “forte violência e sangue, linguagem chula, algumas referências sexuais, uso de drogas e breve nudez gráfica”.

Após uma abertura abaixo do esperado nos EUA, ‘O Esquadrão Suicida‘ teve uma alta queda nas bilheterias em sua segunda semana nos EUA.

O filme caiu altos 70,5% nos EUA em relação a primeira semana. Segundo a Comscore, o filme arrecadou apenas US$ 7,7 milhões e caiu para o 5º lugar no ranking.

Trata-se da maior queda de todos os tempos para um “grande” filme de super-heróis de quadrinhos, abaixo apenas dos 78% de ‘Steel – O Homem de Aço‘, estrelado por Shaquille O’Neal em 1997.

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika WaititiAlice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula BorgSean Gunn e Mayling Ng.

‘Nós’, ‘Lovecraft Country’ e ‘Corra!’: O Terror como Denúncia do Preconceito Racial

Quando pensamos em terror, inúmeras produções vêm imediatamente à nossa mente. Afinal, o apreço de cineastas e realizadores cinematográficos por narrativas desse tipo vem de muito tempo atrás, com ênfase em inúmeras investidas produzidas por George Mélies no nascimento da indústria audiovisual. O lendário diretor, antes mesmo do clássico Viagem à Lua, trabalhara em dois curtas-metragens de pouco mais de dois minutos e meio intitulado ‘Le Manoir du Diable’ (1896), traduzido comumente como ‘O Castelo Assombrado’ ou A Casa do Diabo. Não é surpresa que, no escopo histórico, a obra seja creditada como o primeiro do gênero em questão.

Desde então, enredos fantasmagóricos, satânicos e fantásticos – e todas as subtramas que delas conseguimos puxar -, ganharam um espaço especial entre o público, por mais que tenha passado por altos e baixos e tenha sido depreciado diversas vezes pelos especialistas internacionais. Desde as inflexões expressionistas do começo do século XX, como ‘O Gabinete do Doutor Caligari’, Nosferatu e Fausto, passando pelo apogeu slasher de A Hora do Pesadelo e Sexta-Feira 13, e chegando aos dias atuais, com a franquia Invocação do Mal e o espectro psicológico de A Bruxa e Hereditário, o terror estende-se nas mais variadas ramificações, mostrando-se como uma linha metamórfica e que sempre terá algo a mais para contar.

É claro que tais filmes também vêm acompanhados de um panorama bastante verossímil. Com a chegada dos anos 2010, uma onda de críticas político-sociais começaria a acompanhar os longas e alavancaria uma determinação bem-vinda e chocante ao mainstream: o terror como denúncia do preconceito racial.

E, nesse suis-generis que vem reunindo forças ano após ano, faz-se necessário citar um nome de extrema importância – o de Jordan Peele. Após abandonar a atuação, Peele voltou-se para detrás das câmeras com o aclamado Corra!’, uma desconstrução de todos os clichês já vistos no cinema e um apelo nada panfletário sobre o racismo enfrentado, mesmo no século XXI, pela comunidade afro-descendente. A história é centrada em Chris Washington (interpretado com exímia crueza por Daniel Kaluuya), um jovem negro que namora Rose (Allison Williams), uma garota branca que quer levá-lo para conhecer a família. A princípio, tudo ocorre bem: os pais de Rose são bem receptivos e já o tratam como membro da família. Mais as coisas começam a tomar uma dimensão assustadora e Chris percebe que está no centro de uma seita psicótica que atrai pessoas negras para realizar transplantes de consciência de membros do “clã”, para que consigam características físicas específicas e um tipo de imortalidade distorcida.

Feito a partir de um baixíssimo orçamento de US$4,5 milhões, Corra!’ foi considerado um dos melhores filmes não apenas do ano, mas da década, além de ter causado um estrondo na bilheteria ao arrecadar mais de US$250 milhões. E qual o motivo? O aguardado protagonismo negro nas telonas, fora dos estereótipos de raça e de gênero que vinham acompanhando a indústria desde… Bem, sempre.

Peele, facilmente um dos mais espetaculares e únicos realizadores da atualidade, foi sagaz o suficiente para manter a essência do terror psicológico à medida que explorava o racismo enraizado – e muitas vezes não percebido – na mentalidade branca. Não estamos falando de um supremacismo racial, mas sim de membros da classe média, como Rose e sua família, que podem, a princípio, parecer aliados da luta negra – quando, na verdade, transformam suas vidas em algo insuportável e subordinado ao que bem entendem. Mais do que isso, o filme expõe uma ideologia liberal que tropeça constantemente nas próprias brechas e que não ousa encarar os próprios erros. Até mesmo Jim Hudson (Stephen Root), que “está longe de ser racista”, como comentou Peele à Rolling Stone, “ainda tem papel sólido no sistema racista. E o modo como se manifesta é uma pessoa que acredita que o olho de um artista melhor, um artista negro, é o que o separa de ser um sucesso ou um fracasso”.

Não é surpresa, pelos fatos apresentados, que o filme tenha levado o Oscar de de Melhor Roteiro Original, tornando Peele o primeiro vencedor negro da história da premiação – isso sem comentar o fato de inúmeros membros do júri (conservadores antigos da Academia) terem escolhido não assistir à obra, o mesmo tipo de boicote que Ava Duvernay sofrera anos antes com Selma. Tudo fica ainda mais intrincado e chocante quando nos lembramos de que a produção foi indicada à categoria de Melhor Filme – Musical ou Comédia na 75ª cerimônia do Globo de Ouro, não deixando dúvidas acerca de sua importância temática e do fato de que a militância negra, muitas vezes, é rejeitada e diminuída por aqueles que estão no poder.

Vale ressaltar que, enquanto Peele entrou como instrutor principal para a nova geração de cinéfilos de que a igualdade, tanto defendida pelos liberalistas, ainda estava longe de ser algo realmente concreto, inúmeros nomes importantes do terror já haviam colocado suas próprias perspectivas no gênero. Em 1968, por exemplo, o lendário George A. Romero havia trazido às telonas um dos poucos heróis negros não estereotipados da época através de Ben (Duane Jones) em A Noite dos Mortos-Vivos – o único sobrevivente que é brutalmente assassinado por uma milícia branca nos momentos finais. Em 1992, tivemos o sofisticado exame de raça, história e amor com A Lenda de Candyman, de Bernard Rose, um horror elevado que parte tanto do princípio de que o antagonista é o espírito de um artista e filho de um escravo que foi morto no século XIX, quanto do fato de Helen (Virginia Madsen) ter receio de entrar para a comunidade predominantemente negra do Cabrini-Green, em Chicago, por ser caucasiana.

Colocando seu próprio twist nos precursores que fez questão de homenagear, Peele voltaria a fazer a mesma coisa com Nós, trazendo a xenofobia à tona e, novamente, colocando uma família negra como centro de uma angustiante narrativa sobre identidade. No ano passado, seria a vez de Misha Green mergulhar de cabeça na aclamada série Lovecraft Country, baseado no romance homônimo de Matt Ruff. O romance e a adaptação também partiram de um princípio similar, levando o enredo principal para um Estados Unidos dos anos 1950 bombardeado por leis segregacionistas, linchamento negro e as consequências da Era Jim Crow, que dava aval aos brancos a tratarem a comunidade afrodescendente como inferior e passível de abusos psicológicos e físicos. Mais do que isso, cada um dos episódios emergiu como uma releitura crítica dos escritos de H.P. Lovecraft, mestre do terror cosmológico, que era assumidamente racista e antissemita e exaltava a superioridade branca.

Em 2021, Little Marvin forneceria seu próprio resgate à década de 1950 com a antologia Them, aliando-se principalmente a Lena Waithe na supervisão do roteiro, para chocar o público com um retrato controverso e pungente dos sofrimentos que os negros sofriam quando confrontados por vizinhos brancos e por uma sociedade extremamente preconceituosa – beirando o sadismo e sendo criticada inúmeras vezes pela construção demasiadamente explícita das mensagens que procurava entregar.

O terror ainda tem muito a ser explorado e vem ganhando dimensões diversas à medida que a inclusão racial encontra espaço numa esfera outrora dominada por brancos. E, conforme as coisas vão mudando, mesmo que a passos curtos, percebemos que a inclusão de temas de preconceito a um gênero estagnado há algum tempo é, de fato, a essência mais pura e real do medo.

James Wan vai produzir remake de ‘Van Helsing’ com diretor de ‘Operação Overlord’

A Universal Pictures está investindo alto em seu Universo Cinematográfico dos Monstros, e contratou o mestre James Wan (‘Invocação do Mal’) para produzir o remake de ‘Van Helsing‘.

Segundo o Deadline, o terror terá a produção de Wan e direção de Julius Avery, que comandou o sucesso ‘Operação Overlord‘.

O filme foi roteirizado pelos conceituados Jon Spaihts (‘Doutor Estranho’) e Eric Heisserer (‘A Chegada’).

Em entrevista ao CinemaBlend, Spaihts afirmou que se inspirou na franquia ‘Mad Max‘ para recriar o icônico personagem.

“Eu só posso dizer que o comportamento e os trejeitos de Van Helsing foram inspirados por Mad Max”, revelou.

Segundo ele, o novo filme será bastante diferente dos anteriores.

“A tonalidade será bastante diferente dos outros filmes. Terá um pouco mais de comédia e muita ação, além de ser um filme tradicional de terror”, afirmou.

‘Van Helsing’ ganhará série de TV 

Em 2004, Stephen Sommers dirigiu um filme focado no personagem: ‘Van Helsing – O caçador de Vampiros‘. O elenco trazia Hugh Jackman e Kate Beckinsale.

O personagem também foi interpretado por Anthony Hopkins em ‘Drácula, de Bram Stoker‘, em 1992.

Johnny Depp diz que está sendo boicotado por Hollywood

Johnny Depp alegou que está sendo boicotado por Hollywood. Em entrevista ao Sunday Times para promover seu novo filme, ‘Minamata‘, o ator disse que sua imagem pública está atrapalhando o lançamento do filme nos cinemas dos Estados Unidos.

O longa é centrado na negligência da Chisso Corporation em despejar resíduos de mercúrio nas cidades costeiras do Japão, causando uma onda de infecções e mortes que atingiu a população local pela ingestão de peixe. Na produção, Depp dá vida a Eugene Smith, famoso fotojornalista que se desconectou do mundo – mas resolveu aceitar uma última missão do editor da revista Life (Bill Nighy). Ele é acompanhado por um tradutor japonês e encorajado por um habitante local (Hiroyuki Sanada) a ajudar a expor décadas de negligência da corporação.

O ator revelou que “olhou nos olhos dos executivos de hollywood” e disse que o filme mostraria as verdadeiras tragédias que aconteceram, mas o filme foi boicotado por sua causa.

“Alguns filmes tocam as pessoas. É o caso do que aconteceu em Minamata e com pessoas que passam por coisas semelhantes. Mas antes de pensarem nisso, eles valorizaram mais o boicote que Hollywood promoveu para mim. Um homem, um ator em uma situação desagradável e complicada, nos últimos anos”, afirmou.

O diretor Andrew Levitas já havia enviado uma carta de reclamação aos estúdios da MGM e outros para protestar contra a decisão de “enterrar” o filme Minamata após os escândalos e as alegações de abuso doméstico de Depp.

Jun KunimuraRyo KaseTadanobu AsanoAkiko Iwase também fazem parte do elenco.

O longa foi adquirido no terceiro trimestre do ano passado pela MGM. A ideia era lançá-lo nos cinemas e em Video On Demand em fevereiro de 2021, mas os planos não se concretizaram. O acordo foi feito enquanto Depp enfrentava sua ex-esposa Amber Heard nos tribunais, defendendo-se de acusações de abuso físico e verbal, como parte das notícias publicadas pelo tabloide inglês The Sun – que o ator eventualmente perdeu. Pouco depois, Depp anunciou que a Warner Bros. pediu que ele abandonasse o papel de Grindelwald na franquia Animais Fantásticos e Onde Habitam, sendo substituído por Mads Mikkelsen.

Levitas escreveu que o diretor de aquisições da MGMSam Wollman, em virtude de todos os acontecimentos, não iria mais promover Minamata e que a companhia “decidiu enterrar o filme”. Levitas, dessa forma, enviou a carta não apenas à MGM, mas também à Fundação Eugene Smith de apoio aos realizadores cinematográficos e à Fundação Minamata.

Ele também exigiu que a MGM reconsiderasse e acredita que o estúdio não está dando importância o bastante para o tema retratado no longa, que expõe a indiferença e os erros de uma corporação multimilionária.

Leia a carta na íntegra aqui!

‘Matrix 4’: Lawrence Fishburne não sabe por que não foi convidado para a sequência

A sequência de ‘Matrix Revolutions‘ trará o retorno de Keanu Reeves e Carrie-Ann Moss reprisando seus pápeis como Neo e Trinity, mas os fãs continuam decepcionados com a ausência de Laurence Fishburne.

Na trilogia original, o astro deu vida a Morpheus, o sábio mentor de Neo e dos rebeldes que lutavam contra a dominação das máquinas.

Como uma peça importante para a construção de toda a trilogia, Fishburne deveria ser trazido de volta para a continuação.

Durante uma entrevista para o Collider, o astro tocou no assunto e disse que também não sabe porque não foi convidado para retornar.

“Eu entendo completamente quando as pessoas não param de perguntar porque não estou no filme, isso faz sentido. Mas eu também não sei, e você teria que perguntar à Lana Wachowski o porquê da minha ausência, porque eu não tenho uma resposta para isso.”

Provavelmente, deve haver uma reposta considerável na trama para explicar o que pode ter acontecido a Morpheus.

Por outro lado, Fishburne vai voltar a atuar com Reeves no 4º filme da franquia ‘John Wick’, que começou a ser gravado ontem, e ele parece estar bem entusiasmado.

“Eu li o roteiro e é muito, muito legal. Por mais que seja o mesmo mundo dos outros três filmes, é muito mais profundo em termos do código moral dos assassinos e da relação que John tem com um personagem em particular que eu acho que o Sr. Watanabe está interpretando… [Essa relação] é realmente o coração e a alma do filme.”

Assista à entrevista:

E aí, qual dos dois filmes você mais quer assistir?

Lembrando que ‘Matrix 4‘ será lançado em 22 de dezembro de 2021 na HBO Max, junto com a estreia nas telonas.

O novo filme contará com o retorno de Keanu Reeves (Neo), Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Stargirl’: Brec Bassinger já está ansiosa pela 3ª temporada; “Será um divisor de águas”

A 2ª temporada de ‘Stargirl estreou ontem na CW, mas a protagonista Brec Bassinger já está extremamente ansiosa para começar a gravar a 3ª temporada.

Durante uma entrevista para o Collider, a intérprete de Courtney Whitmore ainda disse que os fãs podem ficar tranquilos, porque há pelo seis temporadas planejadas para a atração.

“Nosso showrunner, Geoff [Johns] tem seis temporadas planejadas em sua cabeça. Já ouvi algumas coisas sobre a 3ª desde que entre para este universo, o que é divertido. Estou sempre animado para o que está por vir e mal posso esperar para gravar a próxima temporada.”

Ela continuou, explicando que a 3ª temporada promete ser um divisor de águas na trama, mas não quis entrar detalhes.

“Tive uma conversa mais profunda com Johns sobre todo o enredo da terceira temporada e eu estou pirando de tanta empolgação. Será um divisor de águas, com consequências que irão se arrastar por muito tempo. Obviamente, essas coisas estão sempre sujeitas a mudanças, mas eu acho que haverá muita recompensa para os fãs durante a terceira temporada.”

Lembrando que a 2ª temporada promete levar Whitmore e os outros heróis da jovem Sociedade da Justiça da América a uma jornada totalmente nova.

Com a derrota da Sociedade da Injustiça no final da 1ª temporada, as coisas estão bem calmas em Blue Valley, Nebraska, EUA.

Mas essa tranquilidade não vai durar muito, já que dois novos vilões assustadores estão chegando à cidade, o Penumbra (Jonathan Cake) e o Eclipso (Nick Tarabay).

E, pelo visto, as coisas serão mais apavorantes do que o público imagina, como revelou Bassinger durante uma entrevista para o Comic Book.

“É melhor dormir com a luz acesa depois de assistir os episódios da 2ª temporada. Essa é a resposta da piada, mas eu também diria: ‘Preparem-se’. Prepare-se para o Eclipso porque ele é um vilão como nunca vimos antes.”

Anteriormente, a estrela já havia dito à EW que os novos episódios seguirão um viés bem mais aterrorizante.

“Toda vez que o criador Geoff Johns faz uma temporada, primeiro ele cria o tom que conduzirá série e desta vez ele disse que é como ‘A Hora do Pesadelo‘ e ‘It: A Coisa’. E eu fiquei surpresa. Isso será bem diferente e foi divertido poder fazer isso”.

Assista ao trailer da 2ª temporada:

No Brasil, ‘Stargirl‘ é exibida pela Warner Channel, que ainda não divulgou a data de estreia.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Jonah Hex’? ‘Arlequina e Hera Venenosa’? Quais podem ser os próximos filmes de James Gunn na DC?

A ida de James Gunn para a DC pegou muita gente de surpresa na época em que aconteceu. O diretor tinha acabado de ser demitido da Marvel por conta de tweets antigos controversos e logo foi anunciado como o diretor e roteirista do novo Esquadrão Suicida. Como o primeiro filme tinha falhado em replicar o estilo de Gunn à frente da franquia Guardiões da Galáxia, foi uma alternativa interessante trazê-lo para comandar a nova empreitada do Esquadrão. E deu muito certo.

Com bastante liberdade criativa e a permissão para realizar um filme para maiores, o diretor fez do longa seu grande parque de diversões e entregou uma aventura com alma, violência, reflexão e muita criatividade. Cheio de moral na casa nova, James Gunn está sendo cotado para trabalhar em outros projetos do estúdio, além da série do Pacificador. Por isso, o CinePOP decidiu dar algumas sugestões de personagens que poderiam render grandes filmes nas mãos de Gunn.


Jonah Hex

Para quem não está muito familiarizado com os quadrinhos, Jonah Hex pode ser apenas um filme terrivelmente horroroso de 2010, que foi estrelado por Josh Brolin. Porém, o personagem não se resume apenas àquela atrocidade. Ele é fantástico e conta com uma mitologia absurda que mistura o faroeste com o sobrenatural. Jonah é um cowboy filho de uma prostituta com um alcóolatra, que é vendido aos 13 anos e cresce aprendendo os costumes dos nativos americanos. Suas histórias mexem bastante com o Western e ele não tem nenhum poder super-humano. Suas habilidades consistem em ser um exímio atirador, seja com revólveres ou armas brancas, que eventualmente acaba lidando com ameaças sobrenaturais e já foi até mesmo levado para o futuro, onde enfrentou motoqueiros ao melhor estilo Mad Max.

Além de já ter trabalhado bem esse conceito de violência e ter expressado seu desejo de dirigir um Western, James Gunn tem um talento sem igual para desenvolver personagens ambíguos, que mesmo imersos no fracasso conseguem fazer grandes feitos, vide Super (2010). Além de trazer profundidade para Jonah Hex, o diretor poderia explorar o suspense do sobrenatural mesclado com elementos do terror B, que ele adora. Seria promissor.

Gladiador Dourado

Egocêntrico, bonitão, polêmico… Michael Jon Carter, também conhecido como o Gladiador Dourado, é um grande babaca. Vindo da Gotham City do Século XXV, Michael é um ex-atleta que foi demitido de sua equipe depois de descobrirem que ele apostava nos resultados do próprio time e fazia o que era preciso para ganhar uma graninha no jogo. Com isso, ele vira zelador de um museu dos super-heróis, onde estuda tudo sobre os grandes eventos do passado e começa a bolar um plano para conseguir riquezas e glórias, algo bem diferente do fundo do poço que ele estava vivendo.

Assim, ele furta vários aparatos heroicos que estavam no museu e junto do robô segurança Skeets viaja para o passado, onde tentará ser um super-herói. Porém, ele nunca deixa de ser um grande babaca atrapalhado que busca a todo custo a aprovação de outros heróis, da imprensa e do público. A forma como James Gunn trabalha esses personagens arrogantes é interessante, porque ele consegue expor o jeitão marrento, mas também costuma humanizá-los. Talvez o maior exemplo disso seja o Fred, dos filmes live action do Scooby-Doo. Ele foi roteirista dos dois longas e usou bem as inseguranças do líder da Mistério S/A para mostrar que tinha um ser humano por trás daquela pose de machão. E, claro, daria para explorar bem a amizade do Gladiador Dourado com o Besouro azul, apelando bastante para a comédia em um filme ao melhor estilo Buddy Cop.

Liga da Justiça

Apesar do que alguns tentam empurrar goela abaixo dos fãs de filmes com super-heróis, a DC não é apenas “realista e sombria”. Limitar a empresa a essa visão acinzentada é excluir algumas das sagas e universos maravilhosos de quase 90 anos de existência da editora. E isso se aplica diretamente ao principal grupo da casa: a Liga da Justiça. A junção dos nomes mais famosos dos quadrinhos para trabalharem em equipe é um das coisas mais fantásticas da história das HQs e merece bem mais do que as visões do filme de 2017 e de 2021. Nas duas versões da Liga, tanto Zack Snyder quanto Joss Whedon priorizaram alguns personagens e deixaram outros de lado, dando a sensação de que os eventos de “Liga da Justiça” serviriam apenas como uma ponte para outros projetos futuros. E isso é muito pouco para o que um longa dessa equipe pode entregar.

Além disso, ambas as versões não exploraram visualmente os poderes dos heróis e a psicodelia de alguns vilões, prezando sempre pelos filtros escuros ou avermelhados. A graça de se envolver com uma equipe tão rica é justamente trazer vilões e situações inesquecíveis, que farão do filme memorável, mais ou menos como James Gunn fez em O Esquadrão Suicida (2021) ao trazer ninguém menos que Starro, o Conquistador como vilão principal da trama. Foi inesperado, foi visualmente fantástico e foi épico. Fora, claro, o talento de Gunn para trabalhar a dinâmica de equipes com membros muito diferentes uns dos outros. Seria uma oportunidade única para a maior equipe dos quadrinhos poder fazer frente ou até mesmo superar Os Vingadores nos cinemas.

 

Arlequina e Hera Venenosa

Uma das relações dos quadrinhos mais legais e inesperadas dos últimos tempos é o casal Arlequina e Hera Venenosa. As duas contracenaram pela primeira vez em 1993, performando como vilãs do Batman. Só que, com o passar dos anos, os roteiristas perceberam que havia um shipp não oficial que permeava os fãs: juntar as duas como um casal maligno, lunático e bem… por que não empoderado? E antes que alguém venha reclamar que é forçar a barra, a Hera Venenosa tenta colocar a Harley acima dos padrões masculinos desde a primeira vez que ela viu o relacionamento abusivo e o fanatismo dela pelo Coringa, tanto que uma das primeiras missões delas é assaltar e humilhar frequentadores de casas noturnas por toda Gotham.

Mais recentemente, com a série animada da Arlequina – que pode ser vista no HBO MAX -, o casal ganhou uma abordagem ainda mais irônica, politicamente incorreta e sacana, que se aproveita dos clichês dos quadrinhos e dos fãs de quadrinhos para satirizar esse universo em meio a muita violência explícita e situações sem sentido. Como se não fosse o bastante, James Gunn e Margot Robbie se entenderam muito bem fora das câmeras, iniciando uma amizade que reviveu na atriz a vontade de seguir como a Harley dos cinemas. Anteriormente, ela havia dado declarações sobre dar um tempo com a maluquinha favorita de todos. Esses fatores pesariam bastante na hora de conceber um filme que seria divertido, violento, representativo e revolucionário. Há também boatos de que Gunn estaria cotado para assumir Sereias de Gotham, um projeto engavetado que estava originalmente designado a David Ayer, mas que acabou não vendo a luz do dia graças as péssimas críticas que o Esquadrão dele conseguiu. Além da Harley e da Hera Venenosa, o grupo também conta com a presença da Mulher Gato, o que poderia funcionar bem como um tipo de sequência para Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa (2020).

 

Superman

Ok, talvez esse seja o item mais controverso dessa lista. No entanto, vale ressaltar que a Warner trouxe James Gunn para a DC na intenção dele dirigir um filme do Superman. Nos últimos anos, a imagem do maior herói de todos os tempos foi massacrada nas telonas e em outras mídias. Mesmo sendo conhecido como um símbolo de esperança, diversas produções decidiram fazer versões maléficas do Superman, seja o Capitão Pátria de The Boys, o Omni-Man de Invincible, o Superman de Zack Snyder, que tem algumas atitudes reprováveis para quem deveria inspirar os outros, ou até mesmo o Superman dos quadrinhos e games, como na saga Injustice. Fato é que já deu dessa história de Super-Homem do mal. A questão está tão saturada que até mesmo o próprio James Gunn produziu seu próprio “Super Malvadão”, em Brightburn: Filho das Trevas (2019). Bola pra frente, pessoal. A mitologia do Último Filho de Krypton é riquíssima e chega a ser um pecado que insistam apenas na versão corrompida do maior de todos.

Em tempos nos quais todo cara bonitão de azul e vermelho vem sendo mostrado como um mau-caráter, trazer o bom e velho Clark Kent heroico, bonachão e símbolo de esperança e inspiração seria uma bola dentro. E se fosse para dar esse filme para James Gunn, seria maravilhoso se ele adaptasse Superman: As Quatro Estações ou Grandes Astros: Superman. Enquanto a primeira é uma história intimista belíssima que mostra com primor o lado humano de Clark Kent e do Superman em diferentes partes de sua vida – passando pela adolescência na fazenda dos Kent até a vida caótica em Metrópolis -, deixando claro o porquê dele ser o símbolo quase imaculado que todos conhecem, a segunda é mais apoteótica. Em Grandes Astros: Superman, o quadrinista Grant Morrison ousou ao trazer brilhantemente algo que não é tão abordado nas HQs: o Superman está morrendo. Ao descobrir que suas células não estão resistindo, Clark vai em busca de resolver os 12 desafios universais, que são praticamente impossíveis de serem cumpridos. Porém, tal qual Hércules, o herói usa seus últimos dias para resolver esses trabalhos e ajudar civilizações em diversos cantos do universo, incluindo sua amada Terra. E nesse processo de benevolência, o fragilizado Superman resolve suas próprias questões pessoais com amigos, família, inimigos e consigo mesmo. É uma história que consegue ser tão grandiosa quanto intimista. Seria um desafio não apenas narrativo, mas também visual para James Gunn, que teria de trabalhar os últimos dias do maior ícone dos quadrinhos. Mas, com sua sensibilidade e capacidade de humanizar personagens, Gunn poderia trazer verdadeiras obras de arte adaptando uma dessas duas sagas.

 

Bônus:

Homem Brinquedo

Apesar desse visual meio João Doria, o Homem Brinquedo é um dos maiores vilões do Superman e fez parte da infância de muitos jovens dos anos 1990/2000 ao aparecer em diversos episódios de Liga da Justiça Sem Limites e Super Choque. Winslow Schott veio de uma família de fabricantes de bonecos e descontou a tristeza de saber que sua esposa não podia ter filhos na produção de brinquedos, o que permitia que ele ficasse próximo das crianças. Só que alguns imprevistos acontecem e ele passa a ter surtos psicóticos. Depois de passar por um ritual de magia do mal, Schott se torna praticamente imortal ao adquirir a habilidade de transferir sua consciência para objetos inanimados. Então, tal qual Charles Lee Ray, ele “possui” um de seus bonecos robôs e fica desse jeito aí da imagem. E não é brincadeira, o vilão já colocou o próprio Superman em diversas roubadas que pareciam impossíveis de serem vencidas.

Por se tratar de um vilão com um passado e um visual tão bizarro, e por envolver esses elementos sobrenaturais típicos dos filmes B de terror dos anos 80, James Gunn poderia trazer bastante personalidade para o Homem Brinquedo. Talvez não necessariamente em um filme, mas quem sabe uma série?

E você? Qual projeto da DC gostaria de ver sendo trabalhado por James Gunn? Diga nos comentários!

‘O Esquadrão Suicida’ cai altos 70,5% em sua 2ª semana nas bilheterias dos EUA

Após uma abertura abaixo do esperado nos EUA, ‘O Esquadrão Suicida‘ teve uma alta queda nas bilheterias em sua segunda semana nos EUA.

O filme caiu altos 70,5% nos EUA em relação a primeira semana. Segundo a Comscore, o filme arrecadou apenas US$ 7,7 milhões e caiu para o 5º lugar no ranking.

Trata-se da maior queda de todos os tempos para um “grande” filme de super-heróis de quadrinhos, abaixo apenas dos 78% de ‘Steel – O Homem de Aço‘, estrelado por Shaquille O’Neal em 1997.

Já ‘Free Guy‘ superou as expectativas e estreou com ótimos US$ 28.4 milhões nas bilheterias dos EUA – superando a estreia de ‘O Esquadrão Suicida‘ (US$ 26.2m).

Vale lembrar que, ao contrário dos lançamentos anteriores da Disney, o longa foi lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas. No mercado internacional, ‘Free Guy‘ arrecadou US$ 22.5 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 50.9 milhões.

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.

Confira nossa entrevista com o astro Ryan Reynolds:

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

Assinantes estão adorando a nova série de terror BIZARRA da Netflix; Confira as reações!

A Netflix lançou uma nova série de terror que está dando o que falar. ‘Vingança Sabor Cereja‘ (Brand New Cherry Flavor) se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano, e abriu com nada menos que 100% de aprovação, com nota 7.80/10 baseada em 6 reviews.

Além de trazer uma protagonista brasileira, a série é cheia de bizarrices e traz uma trama densa e cheia de reviravoltas. E parece que os assinantes compraram a ideia.

Nas redes sociais, várias pessoas elogiaram a série. Confira:

Crítica | ‘Vingança Sabor Cereja’ apela para o gore e entrega uma divertida e sangrenta narrativa

Os críticos também elogiaram a série:

“A série sugere que a ambição cria monstros” – Slant Magazine.

“Raramente há uma história que prova a premissa ‘ninguém sabe de nada’ como este” – IndieWire.

Vingança Sabor Cereja é a dose de surrealismo neon que os fãs de David Lynch esperavam desde o fim de ‘Twin Peaks’” – IGN Movies.

“[A série] é estranha, bizarra e mágica, e não será para todo mundo” – But Why Tho? A Geek Community.

“Uma aventura selvagem e bizarra que entrega uma reviravolta após a outra” – Perri Nemiroff.

Criada por Nick Antosca e Lenore Zion, dupla responsável por ‘Channel Zero‘, a série é baseada no livro homônimo escrito por Todd Grimson.

A trama segue a história de Lisa Nova, um aspirante a diretora de cinema no mundo ensolarado e úmido de Los Angeles, em 1990, que embarca em uma jornada surpreendente – das ruas de Beverly Hills às florestas do Brasil – de vingança sobrenatural.

Rosa Salazar (‘Alita: Anjo de Combate’) estrelará a produção. O elenco ainda contará com Catherine Keener (‘Corra!’), Eric Lange (‘A Escolhida’), Jeff Ward (‘Agents of SHIELD’), Manny Jacinto (‘The Good Place’), Hannah Levien (‘The Magicians’), Leland Orser (‘I Am The Night’) e Patrick Fischler (‘Em Defesa de Jacob’).

BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ROSA SALAZAR as LISA NOVA and CATHERINE KEENER as BORO in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. SERGEI BACHLAKOV/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ROSA SALAZAR as LISA NOVA in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. MERIE WEISMILLER WALLACE/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ERIC LANGE as LOU BURKE and ROSA SALAZAR as LISA NOVA in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. MERIE WEISMILLER WALLACE/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) JEFF WARD as ROY HARDAWAY and ERIC LANGE as LOU BURKE in episode 102 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) MANNY JACINTO as CODE in episode 103 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2021

‘Jungle Cruise’ ultrapassa US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de um mês, a aventura ‘Jungle Cruise‘, estrelada por Dwayne Johnson e Emily Blunt, ultrapassou a marca dos US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 82.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 72.2 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 154.3 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais e através do Premier Access do Disney+.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

Na trama, Johnson vive Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

‘Respect’: Cinebiografia de Aretha Franklin FRACASSA em estreia nas bilheterias

Por causa da alta de uma nova variante de COVID e uma competição acirrada, a cinebiografia ‘Respect: A História de Aretha Franklin‘ fracassou nas bilheterias dos EUA, estreando com apenas US$ 8.8 milhões.

Os números do mercado internacional não foram divulgados.

Com um orçamento de US$ 50 milhões (que não conta os custos com marketing), será difícil para a produção conseguir cobrir seu valor de custo.

A cinebiografia conquistou 63% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral, “a matéria da biografia é tímida quando em comparação com o transcendente brilho de sua artista, mas Jennifer Hudson absolutamente comanda o filme”.

Confira os principais comentários abaixo:

“Quando Jennifer Hudson está cantando, se aproximando da voz e da alma de Aretha, o efeito é incrível” – Slant Magazine.

“Eventualmente, Respect alcança as notas que precisa, tanto musical quando historicamente, mas peca no ingrediente principal: a alma” – EW.

“Hudson se comporta do jeito que se esperaria do material que lhe foi entregue” – Guardian.

“Não é surpresa que a persona de Franklin seja grande demais para ser retratada em um filme, mesmo em um tão longo. Mas Hudson aceita o desafio sem perder uma batida” – The Young Folks.

“Hudson encanta com sua performance, mesmo que a cinebiografia se incline para o lugar comum” – USA Today.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de setembro.

Liesl Tommy (‘The Walking Dead’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Tracey Scott Wilson.

Na produção, acompanhamos toda a carreira da musa Aretha Louise Franklin (Hudson), desde sua infância, cantando em corais da igreja, até sua ascensão a ícone musical, defensora dos direitos civis e militante em prol das mulheres. Aretha foi a primeira mulher a entrar para o Rock and Roll Hall of Fame, sendo vencedora de 8 Grammy Awards.

Jennifer Hudson estrela como a icônica performer. O elenco ainda conta com Kimberly Scott, Forest WhitakerMary J. BligeMarlon Wayans, Audra McDonald, Marc Maron, Tituss Burgess, Saycon Sengbloh, Hailey Kilgore, Tate Donovan, Heather Headley e Skye Dakota Turner.

‘Velozes e Furiosos 9’ ultrapassa US$ 500 milhões internacionalmente

A gasolina não acaba! ‘Velozes e Furiosos 9‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias internacionais.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 172 milhões. No mercado internacional, foram arrecadados US$ 509.3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 681.4 milhões mundialmente – o que representa a MAIOR bilheteria global de uma produção hollywoodiana desde a pandemia, superando a arrecadação de ‘Godzilla vs Kong‘ (US$ 463.1m).

Confira nossas entrevistas de ‘Velozes e Furiosos 9′:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘O Homem nas Trevas 2’ estreia com mais de US$ 10 milhões nos EUA

Apesar da alta da variante delta do COVID assolando os EUA, a sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘ conseguiu um bom resultado nas bilheterias do país, estreando com US$ 10.6 milhões.

No mercado internacional, o terror arrecadou US$ 3.4 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 14 milhões.

Apesar de ser um resultado muito abaixo do primeiro filme (que estreou com US$ 26.4 milhões nos EUA), é necessário considerarmos os complicados tempos que estamos vivendo atualmente. Além disso, com um orçamento de apenas US$ 10 milhões, esse é um ótimo começo para a produção nas telonas.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista:

A sequência se passa anos após a invasão inicial e mortal de sua casa; quando Norman Nordstrom (Stephen Lang) vive em um refúgio de tranquilidade até que os pecados do seu passado cobram seu preço.

‘Free Guy’ supera estreia de ‘O Esquadrão Suicida’ com quase US$ 30 milhões nos EUA

Sucesso! o longa ‘Free Guy‘ superou as expectativas e estreou com ótimos US$ 28.4 milhões nas bilheterias dos EUA – superando a estreia de ‘O Esquadrão Suicida‘ (US$ 26.2m).

Vale lembrar que, ao contrário dos lançamentos anteriores da Disney, o longa foi lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas.

No mercado internacional, o longa arrecadou US$ 22.5 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 50.9 milhões.

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.

Confira nossa crítica com o astro Ryan Reynolds:

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

‘Doutor Estranho 2’: Elisabeth Olsen revela que veremos uma Feiticeira Escarlate totalmente diferente

Após vermos Wanda Maximoff se transformar na Feiticeira Escarlate no final da série ‘WandaVision‘, ficou claro que podemos esperar uma grande transformação da personagem vivida por Elizabeth Olsen em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Agora, em entrevista à Variety, Elisabeth Olsen revelou que veremos novas dimensões da personagem:

“Eu terminei WandaVision numa quarta-feira e voei para Londres numa sexta-feira para continuar desempenhando este papel em Doutor Estranho 2. Eu poderia ter usado esse tempo para sair da mentalidade dela, porque eram utilizações totalmente diferentes da personagem. Mas ainda existe muito mais sobre ela para ser descoberto.  É daí que eu continuo abordando as coisas para que eu sinta que tenho algum tipo de problema – que posso saber que haverá algum tipo de crescimento, mesmo que tudo pareça igual para outras pessoas. Há aquela decisão consciente de aprender um novo elemento dessa mulher, ou mesmo de mim mesma como atriz”, afirmou. 

Lembrando que ‘Doutor Estanho 2‘ tem direção de Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno’) e estreia em 25 de março de 2022.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen estrelam a sequência, que também conta com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

‘As Patricinhas de Beverly Hills’: Alicia Silverstone recria cena HILÁRIA do filme; Assista!

A atriz Alicia Silverstone continua recriando cenas do clássico da Sessão da Tarde ‘As Patricinhas de Beverly Hills‘ para a alegria dos fãs nostalgicos.

A atriz recriou uma das cenas mais divertidas do filme, quando Cher tenta flertar com Christian sem saber que ele é gay. O filme completou 26 anos em 2021.

Confira:

O CinePOP separou uma deliciosa lista de curiosidades do filme. Lançado nos EUA no dia 19 de julho de 1995, o filme se tornou um sucesso inesperado e arrecadou mais de US$ 11 milhões em seu primeiro fim de semana, somando um total de US$ 55 milhões somente nos EUA.

Curiosidades:

» A diretora Amy Heckerling se encontrou com Alicia Witt, Reese Witherspoon, Keri Russell e Tiffani Thiessen para o papel de Cher. Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow foram ambas consideradas para o papel, mas não fizeram o teste. Ben Affleck e Zach Braff fizeram o teste para Josh. Seth Green fez o teste para o Travis. 

» Este filme serviu de inspiração para o videoclipe de Iggy Azalea, “Fancy“, lançado em 2014.

» A atriz Brittany Murphy nos deixou em 2009, com apenas 32 anos. Declarado como acidental, o falecimento d foi causado por uma combinação de causas, sendo elas: pneumonia, anemia e intoxicação por múltiplas drogas, tanto prescritas como sem receita. No entanto, em sua autópsia, não havia nenhuma discriminação ou evidências da presença de drogas ilegais em seu organismo. O pai da atriz acusa a mãe de assassinato, e pediu uma exumação para novos exames que indicaram altas doses de metais pesados, o que indica envenenamento.

» Após a morte de Brittany Murphy, Alicia Silverstone afirmou que ela “sempre se sentiu ligada a [Murphy] pois [elas] compartilharam uma experiência muito especial juntas na vida”. “Eu amei trabalhar com Brittany. Ela era tão talentosa, tão quente e tão doce”, afirmou.

» Alicia Silverstone (Cher) na verdade não sabia como pronunciar corretamente “haitianos” na cena da sala de aula. A diretora Amy Heckerling disse à equipe para não corrigi-la porque achou a cena engraçada.

» Alicia Silverstone não teve que fazer um teste para seu papel neste filme.

» Durante as filmagens, Paul Rudd foi assaltado e teve sua mochila roubada, com o roteiro do filme dentro.

» Os roteiristas do filme participaram de aulas na Beverly Hills High para conseguir entender os alunos.

» Paul Rudd fez o teste para os papeis de Murray, Christian e Elton. Rudd achava que o personagem de Murray era um adolescente branco tentando agir como um rapper.

» A história é baseada no romance de Jane Austen, ‘Emma‘. Amy Heckerling foi convidada pela Paramount para escrever um filme para adolescentes, e ela instantaneamente se lembrou do romance que ela leu quando era adolescente.

» Os atores que fizeram o teste para este filme incluíram Reese Witherspoon para Cher, Terrence Howard para Murray, Jeremy Renner para Christian e Josh, Zooey Deschanel para Amber e Cher, Owen Wilson para Travis, Leah Remini para Tai, Seth Green para Travis e Lauryn Hill para Dionne.

» As filmagens duraram 40 dias!

» O discurso “haitiano” de Cher na aula de debate foi inicialmente um minuto mais longo e foi usado na íntegra no primeiro trailer do filme.

» Um comercial filmado para a MTV trazia Dionne e Cher pedindo comida em um restaurante. A garçonete deles era a professora de educação física lésbica Miss Stoger (Julie Brown). No vídeo, eles se assustam com a ideia de pegarem salmoura da sua salada ceasar, e acabam pedindo apenas fatias de limão para chupar.

» O endereço de Cher é listado como 901 Drury Ln Beverly Hills, 90212.

» De acordo com o roteiro de ‘As Patricinhas de Beverly Hills‘, as cenas do restaurante deveriam se passar no California Pizza Kitchen, mas quando os CEOs da franquia leram as piadas sobre pênis torto no roteiro, eles não permitiam que as filmagens fossem feitas. 

» Este filme gerou uma série de TV e de livros.

» Alicia Silverstone e Paul Rudd também interpretaram super-heróis nos filmes DC e Marvel. Silverstone interpretou Batgirl em ‘Batman & Robin‘ (1997) e Rudd interpretou Scott Lang em ‘Homem-Formiga‘ (2015).

» O nome do personagem de Brittany Murphy, Tai, significa “fezes” em indonésio.

 

‘Free Guy 2’: Ryan Reynolds confirma que Disney quer sequência

O astro Ryan Reynolds ficou mais de três anos divulgando ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘, e o esforço parece ter valido a pena.

Em seu Instagram, o ator comemorou e revelou que a sequência está a caminho?

“Eeeeee depois de 3 anos divulgando #FreeGuy como um filme original fora de franquias, a Disney confirmou hoje que quer oficialmente uma sequência. Woo hoo!!”, afirmou. 

As novas projeções das bilheterias divulgadas pelo Deadline indicam que ‘Free Guy‘ deve arrecadar ótimos US$ 26 milhões em seu primeiro fim de semana. O valor é mais alto da expectativa do estúdio, que girava em torno de US$ 26 milhões.

É uma grande conquista, considerando se tratar de um filme original não baseado em quadrinhos ou franquia famosa.

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Ryan Reynolds, que falou sobre a polêmica dos estúdios lançando seus grandes filmes simultaneamente no streaming:

“Eu não entendo a logística por trás desses moldes de lançamentos, mas entendo que o importante é que essas histórias sejam contadas e vistas. Um filme como Free Guy foi feito para ser visto nos cinemas. Eu já participei de quatro sessões com o público e foi incrível. Há momentos em que o público ficou muito animado.”, afirmou.

No vídeo, Reynolds comenta a possibilidade de ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ ganhar um crossover com Deadpool’. 

Assista:

A comédia recebeu 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. São 46 críticas positivas e 8 negativas.

O filme foi extremamente elogiado e recebeu nota média 7,1/10.

“Combinando um conceito inteligente, humor doce e autoconsciente e um elenco encantador, Free Guy é uma diversão frívola.”, afirma o consenso. 

Os especialistas comentaram que o longa é uma das grandes surpresas do ano, elogiando a direção de Shawn Levy, as atuações e a história.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

Netflix lança suspense policial chocante sobre tráfico sexual

Os amantes de dramas e suspenses policiais vão ficar chocados com uma das mais recentes produções originais da Netflix. Baseada em fatos reais, o longa ‘Eu Sou Todas as Meninas‘ é uma ótima pedida para os fãs do gênero, por justamente tratar com delicadeza e precisão um assunto tão necessário e complexo: O tráfico sexual de pessoas.

Dirigido por Donovan Marsh, o filme de origem sul-africana acompanha uma implacável detetive, que se une a uma assassina que ataca os integrantes de uma quadrilha de tráfico de crianças.

Trazendo uma história emocionante e angustiante, o thriller criminal psicológico nos apresenta à Ntombizonke Bapai (Hlubi Mboya), uma mulher que fora sexualmente traficada ainda quando menina e que hoje, já na vida adulta, decide dedicar-se na luta contra essa prática criminosa e na prevenção de crianças.

Abordando temas tão complicados e dolorosos, o original Netflix vai promover uma profunda e sensível experiência para a audiência, mas também é necessário cautela. Por tratar de assuntos que podem se tornar um gatilho para muitos, é fundamental levar isso em consideração.

Lançado na plataforma em 14 de maio, ‘Eu Sou Todas as Meninas’ foi roteirizado por Wayne Fitzjohn, Emile Leuvennink e Marcell Greeff.

Confira o trailer:

 

 

Foi destino? Cillian Murphy conta inusitada história sobre ‘Um Lugar Silencioso 2’

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘Um Lugar Silencioso 2’, o ator Cillian Murphy revelou uma história inusitada sobre a franquia. Murphy contou que quando ele assistiu ao primeiro filme com seus filhos, ele gostou tanto que escreveu um e-mail para o John Krasinski contratá-lo para a sequência.

Ele nunca chegou a mandar o e-mail, e mesmo assim foi chamado para o filme. Seria destino?

Assista:

Assista nossa crítica do filme:

A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.