‘Robin Hood: A Origem‘ ganhou um trailer honesto hilário. O vídeo faz piada do fracasso comercial do longa e também das diversas versões do personagem.
Confira:
Considerado um dos maiores fracassos de 2018, o longa arrecadou apenas US$ 30 milhões nos EUA, com um orçamento gigantesco de US$ 100 milhões.
Ao total, o filme acumulou US$ 84.7 milhões mundialmente, falhando em cobrir até mesmo o preço de sua produção (sem considerarmos o valor gasto em publicidade). Além disso, o longa amargou meros 17% de aprovação no Rotten Tomatoes, recebendo duras críticas pela falta de qualidade em seu roteiro e chegou até ser considerada um dos piores filmes do ano.
A Sony Pictures Brasil divulgou um novo vídeo promocional de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’, trazendo Avan Jogia para falar um pouco sobre o personagem que interpreta no longa, o icônico Leon S. Kennedy.
Confira:
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 02 de dezembro.
A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.
O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.
O elenco também conta com Kaya Scodelariocomo Claire Redfield, Tom Hoppercomo Albert Wesker, Avan Jogiacomo Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonoughcomo William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.
Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) dirige e também assina o roteiro ao lado de Greg Russo.
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, ‘Resident Evil’ se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, ‘Resident Evil’ já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
‘Assassinato no Expresso Oriente’ ainda nem estreou em todos os mercados internacionais, mas já ganhou uma sequência pela 20th Century Fox.
Segundo o site da revista Variety, a obra ‘Morte no Nilo’, da autora Agatha Christie, será a continuação do primeiro filme.
A produção será roteirizada por Michael Green – o mesmo responsável por ‘Expresso Oriente’. Kenneth Branagh, que interpreta o detetive Hercule Poirot, ainda não oficializou o contrato para a sequência, mas a expectativa é que ele faça seu retorno, tanto na atuação, bem como na direção.
‘Morte no Nilo’ foi publicado em 1937, apenas três anos depois de ‘Assassinato no Expresso Oriente’. Na trama, o detetive Poirot descobre um assassinato no Rio Nilo enquanto passava as férias no Egito. A morte envolve um triângulo amoroso tumultuado.
E para marcar o encerramento da produção, um novo vídeo dos bastidores explora a complexidade da trama, trazendo Jean–MarcVallée, a escritora do livro GillianFlynn e ElizaScanlen revelando novos detalhes.
Confira:
A produção é baseada num livro da autora Gillian Flynn, que já rendeu material para os filmes Garota Exemplar (2014), de David Fincher, e Lugares Escuros (2015), com Charlize Theron.
Na série de 8 episódios, Adams vive Camille Preaker, uma jornalista que retorna para sua cidade natal a fim de investigar um violento assassinato. Ao mesmo tempo, a mulher irá enfrentar demônios psicológicos de seu passado.
O drama nacional ‘Benzinho’, estrelado por Karine Teles (‘Que Horas Ela Volta?’) e Adriana Esteves, foi o maior vencedor do 18º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, conquistando seis estatuetas, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Roteiro Original e Melhor Montagem de Ficção. A produção é dirigida por Gustavo Pizzi (‘Riscado‘).
Além de ‘Benzinho‘, outras aclamadas produções foram destaques na premiação. ‘O Grande Circo Místico‘ levou o troféu Grande Otelo em Melhor Direção de Fotografia, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Melhor Efeito Visual.
‘Chacrinha: O Velho Guerreiro‘ foi o terceiro filme com maior prêmios, conquistando a melhor nas categorias de Melhor Ator, Melhor Som e Melhor Longa-Metragem de Ficção – Voto Popular.
Este ano, o GP – que aconteceu na última quarta-feira (14) – premiou em 34 categorias, sendo quatro inéditas: Melhor Filme Ibero-americano lançado no Brasil e as melhores séries brasileiras de produção independente de ficção, documentário e animação exibidas na TV por assinatura e no OTT.
A disputa reuniu 74 longas de ficção, 67 longas documentários, dois longas infantis, 55 curtas nacionais, além de 43 longas estrangeiros e 11 longas ibero-americanos. Ao todo, 1986 profissionais foram inscritos na disputa e mais de 200 concorreram ao Troféu Grande Otelo.
Confira a lista completa de vencedores:
MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO BENZINHO, de Gustavo Pizzi.
MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
EX PAJÉ, de Luiz Bolognesi.
MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL
DETETIVES DO PRÉDIO AZUL 2 – O MISTÉRIO ITALIANO, de Viviane Jundi.
Se animou para ir assistir nos cinemas? Então confira um vídeo sensacional EXCLUSIVO para o CinePOP, mostrando o making of do filme, com a presença do astro Mateus Solano.
Na trama, Fernando, filho de Irene, é convidado para jogar handebol na Alemanha e sua mãe se encontra mergulhada em sentimentos. Ela terá que se desdobrar para ajudar e dar atenção ao seus outros filhos, à irmã e ao marido.
Ao morrer, Eleanor é levada ao “bom lugar” por engano. Lá, ela se dá conta de que não foi uma boa pessoa durante a vida na Terra. Acreditando poder mudar seu comportamento, ela precisa descobrir o que significa ser uma boa pessoa (ou pelo menos, uma pessoa melhor). Em sua jornada, ela contará com a ajuda de Chidi, a alma gêmea da verdadeira Eleanor.
Filme assistido durante o Festival de Toronto 2020
Invisíveis diante da sociedade e quando vistos, enxergados como párias, marginais e escórias. Existe um pequeno grande submundo de pessoas que muito mais que abaixo da linha de pobreza, vivem também aquém à sua própria existência. Esse universo dolorosamente intimista é amedrontador e nem sempre é trazido às telas com a precisão que lhe é devida. Mas em Holler, a vida cadavérica de dois irmãos largados na periferia é retratada pela ótica do mais profundo sofrimento. E aqui, Jessica Barden – da popular série The End of The F***ing World, é o retrato de vários cidadãos sem rosto, identificados por seu CPF, mas irreconhecíveis perante o mundo.
Holler explora as mazelas mais incrustadas na América que não deu certo. Aquela que não vemos nos comerciais da Disney, que passa de forma despercebida por muitas séries de TV e que não é comerciável para os turistas. Como um drama que relata na ponta do lápis como é ser jovem e sem um futuro promissor, a produção – que marca a estreia de Nicole Riegel em longas metragens, se infiltra nas estranhas da gélida cidade de Jackson, no estado de Ohio, para mostrar um lado absolutamente distante dos populares concursos de beleza que coroam a região.
Fazendo um relato de sua própria cidade natal, Riegel explora o olhar feminino de uma jovem que é forçada a aderir ao modo da malandragem para garantir as migalhas de cada dia. Navegando entre pequenos furtos de livros da biblioteca escolar, à uma oportunidade de dinheiro fácil em práticas ilegais, Ruth (Barden) é uma personagem que não tem o benefício das dúvidas juvenis e pueris, não pode desfrutar da sua jovialidade e é submetida a uma adultização social, onde ela é forçada pelas circunstâncias a fazer o melhor que pode com o nada que possui. Sem pai e nem mãe, ela é cuidada de perto por seu irmão mais velho Blaze (Gus Halper), um jovem que já desistiu de si mesmo e hoje aposta na habilidosa e talentosa irmã.
Trazendo uma percepção sensível sobre o lado negro de quem vive à base de golpes e trapaças em meio à miséria, Holler não é o tipo de drama que faz vista grossa para a falta de imoralidade social de seus protagonistas. Se curvando ao fator psicológico que rege uma vida regada por sequelas ruins e ausência do governo público, o drama visa projetar uma luz mais intensa para os cacos que ficam quando famílias são desfeitas e jovens sem qualquer tipo de fundamentação são forçados a crescer antes da hora para não passar fome. Usando o ceticismo de Ruth para pautar a trama, Riegel traz à tona o melhor da atuação de Barden, que rapidamente se conecta à audiência por seu olhar vazio e doloroso, de quem está cansada de viver à margem da sua própria existência.
Bem dirigido e roteirizado, o drama produzido por Paul Feig impressiona em sua narrativa e chama a atenção para um problema sócio cultural latente em certas regiões do Estados Unidos. Dando voz aos anseios dessa parcela tão marginalizada, Holler é uma surpresa prazerosa do Festival de Toronto, conta uma história sensível e delicada e faz a audiência refletir sobre como nós, enquanto sociedade, lidamos com o menos favorecidos. Identificável pela instantânea conexão com a personagem de Jessica Barden, o longa pode até não ser um soco no estômago que reverbere por anos a fio, mas deixa sua marca de forma memorável como um raro e cru relato sobre o peso da miséria socioeconômica.
O aclamado vencedor do Oscar, ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação nesta sexta-feira, 1º de outubro.
Após dois anos desde o surgimento do Batman, os criminosos de Gotham City têm muito o que temer. Com a ajuda do tenente James Gordon e do promotor público Harvey Dent, Batman luta contra o crime organizado. Acuados com o combate, os chefes do crime aceitam a proposta feita pelo Coringa e o contratam para combater o Homem-Morcego.
Hunter Schafer está lutando para sobreviver no macabro trailer do novo suspense da Prime Video, intitulado ‘Cuckoo‘.
No material de divulgação, ela se vê presa dentro de um bizarro resort, tomado por pessoas misteriosas e práticas assombrosas.
Confira, legendado:
Relutantemente, aos 17 anos, Gretchen deixa sua casa nos Estados Unidos para morar na Alemanha com seu pai Luis, que se casou com Beth, uma mulher mais nova. Juntos, eles se mudam para um resort nos Alpes. Ao chegarem à sua nova casa, eles são recebidos pelo Sr. König, o chefe do pai de Gretchen, que demonstra um interesse inexplicável por Alma, a meia-irmã muda da garota. Com o passar do tempo, Gretchen começa a ser assombrada por estranhos barulhos e visões sangrentas, até que descobre um segredo chocante que também envolve sua própria família, revelando algo de errado no local aparentemente tranquilo.
Em uma decisão histórica, o Globo de Ouro será diferente em janeiro. Após o anuncio dos indicados, a agência cancelou as tradicionais festas pré e pós-Globo de Ouro, e vai usar o dinheiro que seria gasto para começar um fundo de defesa para vítimas de assédio e abuso sexual.
Com esse fundo, mulheres e homens poderão pagar por suas defesas nos tribunais e usar para gastos adicionais, principalmente quem não pode arcar com os gastos do processo.
A decisão veio após os inúmeros casos relatados de vítimas de assédio por produtores, diretores e atores.
O grande nome de destaque neste ano é o mexicano Guillermo del Toro, que trouxe consigo um dos filmes mais aclamados dos festivais de cinema de 2017. ‘A Forma da Água‘ conquistou sete indicações, enquanto ‘The Post: A Guerra Secreta‘, de Steven Spielberg, e ‘Três Anúncios Para Um Crime‘, de Martin McDonagh, conseguiram seis cada.
Melhor atriz – Drama Frances McDormand, ‘Três Anúncios para um Crime’ Jessica Chastain, ‘A Grande Jogada’ Meryl Streep, ‘The Post: A Guerra Secreta’ Michelle Williams, ‘All the Money in the World’ Sally Hawkins, ‘A Forma da Água’
Melhor ator Coadjuvante Armie Hammer, ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ Christopher Plummer, ‘All the Money in the World’ Richard Jenkins, ‘A Forma da Água’ Sam Rockwell, ‘Três Anúncios para um Crime’ Willem Dafoe, ‘Projeto Flórida’
Melhor atriz Coadjuvante Alison Janney, ‘I, Tonya’ Hong Chau, ‘Pequena Grande Vida’ Laurie Metcalf, ‘Lady Bird: A Hora de Voar’ Mary J. Blidge, ‘Mudbound’ Octavia Spencer, ‘A Forma da Água’
Melhor Canção Original ‘A Estrela de Belém’, The Star – Mariah Carey e Marc Shaiman ‘Mudbound’, Mighty River – Mary J. Blidge e Raphael Saadiq ‘O Rei do Show’, This is Me – Justin Paul e Benj Pasek ‘O Touro Ferdinando’, Home – Nick Jonas, Justin Tranter e Nick Monson ‘Viva: A Vida é uma Festa’, Remember Me – Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez
O Globo de Ouro 2018 acontece no dia 07 de janeiro, com exibição da TNT.
O autor Stephen King divulgou no Twitter a capa de seu novo livro, ‘The Outsider’. Na mensagem, ele também confirma o lançamento para maio desse ano. Assista também o trailer do livro:
Na trama, o corpo de um garoto de 11 anos é encontrado em um parque de uma pequena cidade nos EUA. Testemunhas e impressões digitais apontam que o culpado é Terry Maitland, uma celebridade da cidade, professor de inglês e pai de duas meninas. Porém, enquanto a investigação continua, detalhes terríveis começam a aparecer.
O livro será lançado em 22 de maio nos EUA. Ainda não há aditora e nem data de lançamento para o Brasil.
Seguindo com nosso especial, vamos aos maiores rivais da ficção. Personagens que não existem, mas que se odeiam ao nível de perderem suas vidas enfrentando a existência do outro. Confira!
Essa aqui é clássica! Os jovens de Springwood se esqueceram do Assassino dos Sonhos, então Freddy está “desempregado” no Inferno. Para voltar à ativa, ele manipula Jason Vorhees, que começa a causar pesadelos na cidade com uma série de assassinatos cruéis. Já podendo fazer o que sabe de melhor, Freddy vê seu “emprego” ameaçado por Jason e decide matá-lo. Só que não é tão fácil assim. Os dois caem na briga até a morte… Ou quase.
O fenômeno jovem dos anos 2000 atende porHomem-Aranha. O primeiro filme saiu em uma época na qual os super-heróis ainda não brilhavam nos cinemas e foi sucesso total de crítica e público. Na trama bem-humorada, mas com abordagens adultas, Sam Raimi trouxe o Cabeça de Teia para a Nova York do início do século XXI. Enfrentando problemas que qualquer adolescente da época tinha, o jovem Peter Parker (Tobey Maguire) tinha que lidar com a morte de seu Tio Ben e com seus incríveis poderes de Aranha.
O filme rendeu mais duas continuações e se solidificou como um marco no gênero de cinema de quadrinhos. Muito disso se deve à atuação consistente de Willem Dafoe como arquirrival do aracnídeo: o Duende Verde. Todos os outros malfeitores que viriam a enfrentar o Homem-Aranha tinham alguma relação com a Oscorp ou com o próprio Norman Osborn. Podemos dizer que mesmo morto, o Duende Verde foi um pé no saco do Aranha.
Duas espécies extraterrestres que matam humanos por prazer se enfrentando até a morte porque podem. Na trama que une dois dos maiores monstros do cinema, cientistas descobrem uma pirâmide na Antártica e decidem investigá-la. Lá, eles descobrem a “Alien Mãe”. Do lado de fora, está uma Nave de Predadores. Papo vai, papo vem, as duas espécies alienígenas se encontram e fazem seus duelos mortais.
Começou como uma ideia jocosa, mas terminou como franquia de cinema. O ódio entre as espécies é tão grande que já foi retratado até em videogames. A única dica é: se você estiver entre um confronto de Aliens e Predadores, sente-se e aguarde a morte. Não há como escapar.
O vilão mais sorridente do mundo contra o Herói que não sorri. Dois lados de uma Obscura Gotham City e toda a semelhança de suas diferenças. É assim que a relação de interdependência de Batman e Coringa se deu nos cinemas. Um não existe sem o outro e vice-versa. Já tivemos várias versões interpretando tanto o Batman quanto o Coringa, mas uma coisa imutável é a química dos dois. Ninguém conseguiu destruir isso ainda – por mais que o Jared Leto tenha chegado muito perto disso – o respeito que esses dois rivais impõem. A versão imortalizada dessa relação é o interrogatório de O Cavaleiro das Trevas (2008), em que temos Heath Ledger, vivendo o Coringa, e Christian Bale, como o Batman, frente a frente. Em momentos nos quais ambos se testam até o limite. É um caso muito legal de se ver, tanto nos quadrinhos quanto nos cinemas.
Sith Vs Jedi:
Dois lados da Força, cada um fazendo uso de acordo com sua “ideologia”, sua “religião”. Os Sith e Jedi são rivais desde a concepção e têm essa divergência por diferentes interpretações do uso da Força. Os Sith são guiados pelo seguinte código:
Paz é uma mentira, só existe paixão.
Através da paixão, ganho força.
Através da força, ganho poder.
Através do poder, ganho a vitória.
Através da vitória, minhas correntes se rompem.
A Força me libertará.
Já os Jedi seguem o seguinte caminho:
Não há emoção, há paz.
Não há ignorância, há conhecimento.
Não há paixão, há serenidade.
Não há caos, há harmonia.
Não há morte, há a Força.
Ambos creem na Força, mas a enxergam de maneira distinta. Ao longo dos anos e das gerações, seus seguidores se enfrentaram tentando fazer prevalecer sua visão. É meio difícil apontar se há um lado certo, visto que ambos cometeram vários erros ao longo da história. Mas dá para se identificar com um lado, tendo como parâmetro suas crenças, ou até mesmo não participar de nenhum deles, como a saga atual dos cinemas deu a entender que Rey seguiria.
No início da década, em 2010, surgiu no cinema o primeiro filme de uma franquia cujo título, ‘Sobrenatural’, anunciava uma temática já bastante conhecida pelos fãs de suspense e terror. Porém, para a agradável surpresa de muitos, o primeiro filme se mostrou uma ótima opção do gênero. De lá para cá, três continuações foram lançadas nas telonas, só que elas não só dialogam entre si, como também avançam e voltam na linha temporal da trama, o que gera muita confusão para nós, pobres cinéfilos.
Para dar uma ajudinha aos nossos queridos leitores do CinePop, fizemos aqui um pequeno guia para ajudá-los a entender melhor como ‘Sobrenatural’ funciona, seguindo uma sugestão de ordem de como ver os filmes, e não a de lançamento. Cuidado! As explicações a seguir podem conter pequenos spoilers.
O último filme, na verdade, seria o primeiro, por contar a história da personagem principal. Aqui podemos ter uma ideia de como Elise lidou com seus poderes mediúnicos, como teve que trabalhar para utilizá-los a seu favor e o quanto sofreu por isso. No tempo presente da protagonista, ela revisita sua antiga casa onde morou, em Five Keys, no México, a pedido de um rapaz que está sendo atormentado por presenças desconhecidas, e o fato de voltar ao seu antigo lar desencadeia uma série de memórias na velha Elise. Entretanto, o longa é um pouco confuso dentro dele mesmo, porque Elise tem diversos flashbacks da sua juventude, o que faz com que alguns elementos da trama se entrelaçassem, e a gente fique um pouco em dúvida se o fenômeno aconteceu no passado ou se no presente da protagonista. Neste filme, Elise também tem visões de certos episódios que somente ocorrem nos filmes 1 e 2, que, na vida dela, ocorreriam depois. É exemplo disso quando Elise está no outro mundo, abre uma porta e vê o pequeno Dalton, pouco antes de ele cair da escada.
Terceiro filme lançado da franquia, não é exatamente uma continuação. A história se passa antes dos filmes lançados previamente no cinema, porém, na linha temporal da franquia, é a partir deste filme aqui que as coisas começam a acontecer. Esta história se passa na família de Josh – o pai. Na trama uma garota procura Elise (a mulher mediúnica, ao redor da qual a franquia roda), alegando que sua falecida mãe quer se comunicar com ela, só que daí um homem começa a persegui-la e Elise vai ajudá-la. Enquanto isso, no outro mundo, Elise cai numa armadilha da Velha de Preto (a mesma que aparece nos filmes 1 e 2, mas que, dentro do tempo do filme, ela não conhecia ainda). Na cena final, (re)aparece o demônio do filme 1. Esse filme funciona como um anúncio do que está por vir na franquia, por isso recomenda-se assisti-lo antes dos outros.
Este filme fica, na linha temporal da trama geral, em terceiro lugar. Lembra do menino ao qual nos referimos em ‘Sobrenatural 4’? Pois bem, neste primeiro ‘Sobrenatural’ conhecemos a história desse menino, o Dalton, que cai da escada quando uma porta se abre sozinha e, ao acordar, dá de cara com uma figura sombria na escuridão. Só que daí Dalton não acorda mais, e seu pai, Josh, junto com a mãe, Renai, buscam a ajuda de Elise para salvar a alma do filho. Neste filme ocorre um evento significativo para a trama geral, o que impediria a produção de seguir em frente no formato apresentado.
Conforme falamos, por conta do evento significativo, a trama se desenrola por outro lado. Depois desse evento, a família de Josh decide mudar de casa, e eles passam a morar com LorraineLambert, a mãe de Josh. Porém, uma vez lá, eles percebem que suas vidas não voltarão ao normal, pois passam a enxergar uma mulher de branco andando pela casa. Na cena final ocorre um significativo encontro, que dá brecha para uma continuação a partir dessa vertente, porém, não há nada confirmado ainda, embora a atriz Lin Shaye tenha dito aqui que acredita numa continuação da franquia.
É claro que esta é apenas uma sugestão de sequência para assistir à franquia ‘Sobrenatural’, porque, no final das contas, quem decide a ordem é você, leitor-espectador. Até porque a sequência lançada nos cinemas é outra (filmes 3, 4, 2 e 1), e, levando em consideração a direção de James Wan (‘Aquaman’, ‘Jogos Mortais’), é bem possível que esse enredo se contorça e se entrelace ainda mais, caminhando para mais de uma direção ao mesmo tempo, afinal, as entidades sobrenaturais não são muito de seguir uma ordem direitinho, né non?
A Patrulha do Destino ganhará sua própria série em fevereiro de 2019. A DC finalmente iniciou os trabalhos de divulgação da série e revelou o visual de dois dos personagens da equipe: Crazy Jane e Ciborgue.
Confira, com o trailer:
Com a produção bastante avançada, o episódio piloto foi concluído e exibido para os integrantes do elenco.
Quem compartilhou a imagem via Twitter foi o ator Joivan Wade, intérprete do Ciborgue no seriado, revelando o evento.
A Nickelodeon confirmou hoje que está trabalhando em uma nova série animada baseada no hit mundial “Baby Shark”.
A produção será feita em parceria com a SmartStudy’s Pinkfong e, de acordo com declarações oficiais, “[a música] tornou-se um massivo sucesso, abarcando mais de 2,9 bilhões de visualizações no YouTube e se tornando o nono vídeo mais visto da plataforma“.
“Nosso time criativo está se mobilizando com rapidez para criar inúmeros produtos “Baby Shark” dentro de diversas categorias”, a emissora acrescentou. “Nossa equipe de conteúdo original está animada para desenvolver uma série animada que levará essa propriedade para novos patamares e ainda mais fãs”.
Nenhuma outra informação foi divulgada, e não se tem ideia de quando as filmagens do show irão começar.
Apesar das primeiras reações a ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ indicarem uma emocionante resolução para a Saga Skywalker, o filme parece não ter agradado a todo mundo: no site Rotten Tomatoes, ele abriu com apenas 58% de aprovação.
Ainda sem consenso geral, a nota reside em 6,56/10 baseada em 57 reviews (até o momento). É provável que a porcentagem mude com o passar dos dias.
Lembrando que o longa estreia amanhã, 19 de dezembro, nos cinemas nacionais.
Confira as principais críticas abaixo:
“[O filme] é outro desses de franquias zilionárias no qual fiquei envergonhado pelos atores, mas feliz por eles também, porque o dinheiro é, sem dúvida, ótimo e irá livrá-los de fazer coisas com as quais realmente se importam” – New York Magazine.
“Abrams joga com cautela. Mas às vezes uma jornada com mais adrenalina poderia ser melhor” – Arizona Republic.
“[O filme] não tem mais uso ou recursividade quando examinado isoladamente” – Irish Times.
“É isso que o público demanda por filmes de franquia? Filmes que se valem apenas do que é confortável e capitula para fãs sem imaginação?” – Vox.
“Às vezes caótico. Arruinado por palavrões e cenas muito assustadoras para crianças. Mas o ‘Episódio IX’ traz equilíbrio para a força dentro de nós. E acho que é isso que todos pedimos” – Raising Whasians.
Através de seu Twitter oficial, o diretor Spike Leedivulgou um novo cartaz de ‘Destacamento Blood’ (‘Da 5 Blood’), seu próximo filme para a Netflix.
Confira:
A aguardada produção chegará na plataforma de streaming no dia 12 de junho.
A história acompanha um grupo de veteranos da Guerra no Vietnã, que retornam para a selva numa tentativa de redescobrir a inocência que perderam no tempo em que serviram.
O Disney+ divulgou hoje (09) uma nova arte promocional de ‘Falcão e Soldado Invernal’, estampando Anthony Mackie e Sebastian Stan como os respectivos heróis.
Confira:
A expectativa é de que a produção estreia em 2021.
Confira a sinopse oficial da série:
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Estrelada por Mackie e Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.
O aclamado drama ‘Nomadland’ saiu vitorioso da 78ª edição do Globo de Ouro, levando para casa nada menos que duas estatuetas.
Chloé Zhao continuou em sua onda de reconhecimentos ao ser condecorada com o prêmio de Melhor Direção, enquanto o longa-metragem foi o grande vencedora da categoria de Melhor Filme – Drama.
Lembrando que o filme será lançado nos cinemas brasileiros em breve.
Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.
A 1ª temporada da ambiciosa série ‘A Roda do Tempo’ nem mesmo estreou, mas a Amazon Studios já está se antecipando e anunciou recentemente o início das gravações do próximo ciclo.
As boas novas foram reveladas através do Twitter e acompanhadas da primeira foto de bastidores.
Anteriormente, o Deadline divulgou que a plataforma de streaming estará com um painel na San Diego Comic-Con@Home, trazendo novidades de seus vindouros títulos.
Agendado para 23 de julho, o painel da Amazon será transmitido no canal oficial da SDCC no YouTube a partir das 15h.
O evento terá a participação de produtores, diretores e showrunnres de filmes e séries, como ‘A Roda do Tempo’.
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine, membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai, quando ela chega na pequena cidade de Two Rivers. Lá, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Lembrando que a temporada inicial ainda não tem data de estreia confirmada, mas sabe-se que será lançada ainda em 2021.
A produção será estrelada porRosamund Pike, dando vida a Moiraine, membro de uma organização conhecida como Aes Sedai. Ela é líder de um grupo de aventureiros cuja missão pode mudar o mundo para sempre.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider‘) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
Esse épico fantástico é ambientado em um mundo no qual a magia existe, porém só é utilizada pelas mulheres. A trama gira em torno de Moiraine, pertencente à organização feminina conhecida como Aes Sedai, e sua jornada pelo mundo na qual é acompanhada por cinco jovens homens e mulheres. Moiraine acredita que um deles pode ser a reencarnaçaõ de uma poderosa criatura, cujas profecias indicam que pode salvar ou destruir a humanidade.
Rafe Judkins fica responsável pelo roteiro. Por enquanto, a primeira temporada será baseada em ‘O Olho do Mundo’, volume inicial de uma série de catorze romances lançados entre 1990 e 2013.
Entretanto, parece que as expectativas para o título não foram cumpridas como deveriam: no Rotten Tomatoes, o filme dividiu a crítica especializada e abriu com 63% de aprovação, com nota 6.40/10.
Segundo o consenso geral, “‘Não Olhe para Cima’ almeja a algo muito grande para aterrissar de forma consistente, mas a sátira de McKay acerta seu alvo de negação coletiva”.
“Um filme com todas as coisas certas a dizer […], mas concecbido dentro de uma sátira tão desajeitada que é o suficiente para tornar um abraçador de árvores em um pró-desmatamento” – TheWrap.
Lembrando que o filme tem estreia agendada para o dia 24 de dezembro.
A estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima?
O filme estreia no streaming dia 24 de Dezembro de 2021, a tempo de conquistar indicações na temporada de premiações.
McKay não é um estranho a produções de grande calibre, visto que comandou o incrível ‘A Grande Aposta’ (faturando cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme) e ‘Vice’, que levou a estatueta de Melhor Maquiagem e Cabelo para casa.
‘Game of Thrones’ tornou-se um dos shows mais assistidos e aclamados da história da televisão – e não é à toa. Desde 2011, quando primeiro estreou na HBO, a série baseada nos escritos de George R.R. Martin revolucionou a maneira de romantizar (no sentido mais geral da palavra) narrativas medievais ao mesmo tempo que corroborou com temas tão importantes para a compreensão da sociedade em que vivemos.
Ao longo dos anos, a fanbase da produção se tornou incomensurável, que demandava por mais e mais episódios para que os enredos complexos de Westeros não terminassem – motivo que levou os criadores da série, D.B. Weiss e David Benioff, a inclusive ultrapassarem os escritos de Martin em prol de finalizar de modo grandioso o que é considerada como uma das séries mais ovacionadas de todos os tempos. É claro que, no final das contas, o grand finale frustrou boa parte do público e da crítica, culminando de uma 8ª temporada de gosto duvidoso e de conclusões apressadas e que não fizeram jus aos densos arcos talhados com tanto esmero longo de quase uma década.
Dizer que o ciclo de encerramento foi uma decepção é quase um pleonasmo – mas isso não quer dizer que tudo foi posto a perder. Afinal, o segundo capítulo da oitava iteração, “A Knight of the Seven Kingdoms”, não apenas alimentou uma atmosfera de pura angústia, que anteciparia a tão aguardada Batalha contra o Rei do Norte, como se consagrou como uma das entradas mais honestas da série em si. Uma de suas características mais notáveis, inclusive, é o afastamento proposital da rebeldia sanguinolenta de capítulos anteriores, mergulhando de cabeça em uma sensibilidade catártica invejável e que, à época, deixou os espectadores com uma necessidade incontrolável de descobrir o que se sucederia.
Aqui, a história foca em seus determinados núcleos, mas reverencia à incrível química performática de dois personagens: o primeiro deles, Jaime (Nikolaj Coster-Waldau), infundido num compulsório arco de redenção, enfrentando demônios e fantasmas que o guiaram através dos longos anos de inverno até o ápice de seu perdão. Além de reencontrar Bran (Isaac Hempstead), ele se dirige para a presença de Sansa (Sophie Turner) e de Daenerys (Emilia Clarke), jurando fidelidade e mostrando o quão arrependido está de ter confiado na impiedosa irmã, Cersei (Lena Headey).
A premissa que os move é esconder uma carta nas mangas – a qual já foi provada de diversas maneiras, desde as mais inesperadas até as mais cruéis. Porém, é praticamente impossível não sentir uma pontada de compaixão pela última tentativa de Jaime em se redimir, em fazer o que é certo. É de se esperar que Daenerys não acredite logo de começo – pelo menos não até a intervenção de Brienne (Gwendoline Christie), que nutre de suas ressalvas, mas deixa bem claro que Jaime é um homem de honra e que inclusive a ajudou a sobreviver.
Aliás, é nesse momento que o entrelace entre os dois personagens ganha uma nova camada. Brienne e Jaime roubam os holofotes em sequências declarativas sutis e mágicas, trazendo à tona momentos emocionantes de vulnerabilidade. Em cada uma das microssequências que protagonizam, a expressão de luta esvaece para dar lugar a uma despedida entre duas construções extremamente complexas. Seja no campo de treinamento aos arredores do castelo, seja à frente da fogueira tomando um último gole de vinho antes de caminharem para a morte. Christie e Coster-Waldau compartilham de uma expressividade de nos tirar o fôlego, dilacerando-nos o coração conforme aceitam o destino que lhes foi escrito.
E mesmo com essas cenas, é uma em específico que resume a jornada da dupla através da série: em uma conversa com os outros cavaleiros de Winterfell, que reúnem-se dentro de uma desconstruída Távola Redonda, por assim dizer, Brienne mantém sua pose enquanto lamenta não poder ser consagrada Cavaleira devido à tradição; em um último ato de bondade e até mesmo de gratidão por tudo o que a guerreira fez a ele, Jaime levanta-se e utiliza sua própria nomenclatura real para transformá-la no que sempre quis, culminando em uma representação de modéstia e felicidade concentrada no sorriso de Brienne – cuja alegoria pode até entrar como reafirmação de sua esperada ruína na batalha contra o Exército da Noite.
A narrativa não é a única a ganhar voz aqui. Como supracitado, Nutter faz bom uso de referências clássicas para cultivar-nos o sentimento de agonia. A crescente impaciência dos espectadores se dá pela proposital lentidão com a qual o episódio se move – e não pense que os últimos diálogos dos nossos queridos personagens principais insurgem para “encher linguiça”. Não há prolixidade envolvida dentro do capítulo, e sim um tratamento humanizador cujo respaldo faz clara alusão à trilogia ‘Senhor dos Anéis’, mais precisamente nos momentos que antecedem a memorável batalha do Abismo de Helm. O belo uso da desinência luminosa e a presença de uma canção minimamente reconfortante contribuem para essa sensação perturbadora – e já nos dão o tom dos próximos eventos.
Faz-se necessário dizer que outros personagens também recebem seu momento de glória e abrem margens para subtramas a serem exploradas num futuro bem próximo. Sansa enfrenta Daenerys ao defender o Norte e deixar bem claro que sua família e seu reino não se submeterão a outrem, colocando em xeque o desejo megalômano de Khaleesi em se sentar no Trono de Ferro como a “rainha suprema”; Arya (Maisie Williams) entrega-se para o prazer carnal, resolvendo pensar em si mesma antes de partir para a luta e causando um certo alvoroço nos mais despreparados; e Tyrion (Peter Dinklage) começa a se sentir inutilizado ao perceber que, seguindo as ordens de sua senhora, permanecerá no último lugar que gostaria de ficar: nos bastidores.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Enola Holmes 2‘, que estreia no streaming no dia 4 de Novembro de 2022.
Confira:
A sequência seguirá Enola assumindo seu primeiro caso oficial como detetive. Este caso envolve encontrar uma garota desaparecida, o que arrasta Enola para uma perigosa conspiração que a força a pedir a ajuda de seus amigos e familiares.
Helena Bonham Carter irá reprisar seu papel como Eudoria Holmes, mãe da personagem titular. O restante do elenco inclui Susan Wokoma, David Thewlis, Adeel Akhtar, Sharon Duncan-Brewster, Abbie Hern, Hannah Dodd, Gabriel Tierney e Serrana Su-Ling Bliss.
Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.
O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.
Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.
Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.
A Netflix divulgou recentemente um vídeo compilando as estreias do mês de março – e aproveitou para exibir cenas inéditas de ‘Mistério em Paris‘, sequência de ‘Mistério no Mediterrâneo‘ que traz Jennifer Aniston e Adam Sandler de volta como protagonistas.
O longa será lançado no dia 31 de março.
Confira, a partir de 00:01:
Quatro anos após solucionarem o primeiro assassinato, Nick e Audrey Spitz (Sandler, Aniston) são detetives em tempo integral e precisam fazer sua agência dar certo. Convidados para o casamento de um amigo conhecido como Marajá (Adeel Akhtar) em sua ilha particular, o casal Spitz se vê novamente no meio de uma grande confusão logo no início da festa. O noivo foi sequestrado e todos são suspeitos: os convidados mais glamurosos, os familiares e até a noiva! Em ‘Mistério em Paris’, Nick e Audrey Spitz têm nas mãos um caso dos sonhos, com a oportunidade de provar o potencial da agência enquanto viajam por Paris.
Adeel Akhtar e John Kani também retornam nos mesmos papéis do filme original.
Jeremy Garelick (‘Separados pelo Casamento’) substitui Kyle Newachek (‘Perda Total‘) na direção do projeto, que foi roteirizado por James Vanderbilt (‘Zodíaco’).
‘Demoníaca’ fez sua estreia oficial no Festival Internacional de Fantasia e se tornou um sucesso de crítica, conquistando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A produção será lançada em território nacional no próximo dia 09 de agosto.
Lançado oficialmente em 2020, o terror sobrenatural foi dirigido e escrito por Bryan Bertino.
Em uma fazenda isolada de uma cidade rural, dois filhos chegam para se despedir do pai que está morrendo. Rapidamente, uma escuridão parece atingir a família, marcada por pesadelos e uma crescente sensação de que algo maligno se aproxima.
As informações indicam que o longa-metragem teve que passar por “refilmagens significativas” que aumentariam consideravelmente seu custo de produção, tornando-o impraticável para lançamento.
Um dos fatores das regravações teria sido o fato de que o elenco protagonista é formado por vários jovens atores, que cresceram nesses dois últimos anos desde o término das filmagens.
Sneider também apontou que o custo das refilmagens não foi o principal fator, mas sim os atrasos constantes para a finalização da pós-produção.
A primeira versão do filme estava pronta desde 2021, mas não agradou a Netflix.
Na trama, Berry dá vida a uma corajosa mulher cujo marido desaparece misteriosamente. Quando descobre um estranho objeto extraterrestre sob sua casa, ela e seus filhos decidem procurá-lo e desvendar a verdade por trás de seu desaparecimento – o que pode envolver inclusive a CIA.
Recentemente, a atriz contracenou ao lado de Keanu Reeves na aclamada ação ‘John Wick: Parabellum’, além de ter terminado as gravações de ‘Moonfall’, de Roland Emmerich. Ela também protagonizou e fez sua estreia diretorial com ‘Bruised’, que deve ser lançado em breve pela plataforma de streaming. Seus outros créditos incluem as franquias ‘X-Men’, ‘Kingsman’ e ‘007’.
A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, elogiada série baseada na clássica saga literária de Anne Rice, chega este mês ao catálogo do Prime Video Brasil.
O novo ciclo estreia na plataforma de streamingno próximo dia 22 de julho, quase dois meses depois do lançamento da primeira temporada.
Uma reinvenção sensual e contemporânea do revolucionário romance gótico de Anne Rice, ‘Entrevista com o Vampiro’ segue a história épica de amor e sangue de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Bailey Bass), e os perigos da imortalidade, contados ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian). Irritando-se com as limitações da vida de um homem negro na Nova Orleans dos anos 1900, Louis acha impossível resistir à oferta de fuga definitiva do libertino Lestat de Lioncourt: juntar-se a ele como seu companheiro vampiro. Mas os novos poderes inebriantes de Louis têm um preço violento, e a introdução da mais nova novata de Lestat, a criança vampira Claudia, logo os coloca em um caminho de décadas de vingança e expiação.
O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
O aclamado terror ‘A Substância‘, estrelado por Demi Moore e Margaret Qualley, sagrou-se uma das produções mais elogiadas do ano – e não ficaria de fora da próxima temporada de premiações.
A produção foi nomeada a cinco categorias, incluindo Melhor Filme – Comédia ou Musical, Melhor Atriz – Comédia ou Musical para Moore e Melhor Atriz Coadjuvante para Qualley.
Os vencedores serão revelados no dia 05 de janeiro.
Ovacionado pelos críticos – com 90% de aprovação de Rotten Tomatoes –, ‘A Substância‘ acabou se tornando o maior sucesso da Demi Moore como protagonista nos cinemas desde ‘Striptease‘ (US$113M), lançado em 1996.
Confira nossa crítica em vídeo:
Após ser demitida da TV por ser considerada “velha demais” para ser atriz, Elisabeth Sparkle (Demi Moore) recorre a um sinistro programa de aprimoramento corporal. A substância milagrosa promete rejuvenescê-la, mas resulta em uma transformação ainda mais radical. Ela agora precisa dividir seu corpo com Sue (Margaret Qualley), sua versão jovem e melhorada, e, aos poucos, começa a perder completamente o controle da própria vida. Em um pesadelo surreal sobre a busca incessante pela juventude, A Substância revela o preço oculto da perfeição.
Segundo o Deadline, Gambit Saifullah, Fabian Loo, Asmara Abigail e Brett Tutor foram escalados para o elenco protagonista do drama bélico ‘The Ghost and the Gun’.
O filme é ambientado em 1948, três anos após o fim da II Guerra Mundial, e acompanha uma dupla de soldados que é abandonado pelo exército inglês na Malásia. Ambos os soldados se veem obrigados a defender uma pequena vila local de chefes de guerra rebeldes.
As informações indicam que as gravações começaram em junho deste ano em Bali, Indonésia, no recém-construído Viking Sunset Studios.
O filme é escrito e dirigido por Anshul Tiwari (‘Before Life After Death’).
“Raramente vemos as consequências da II Guerra Mundial na Ásia”, disse Tiwari em uma declaração oficial. “Foi isso que me atraiu para este projeto, uma oportunidade de mostrar um período da história frequentemente esquecido. O pano de fundo é a retirada britânica do Sudeste Asiático, mas o cerne do filme são esses personagens sofrendo de trauma e culpa. As cicatrizes externas da guerra podem sarar, mas o dano emocional nunca desaparece”.
Debasmita Dasgupta, Mikail Mahmud Chowdhury e Tim Willrich entram como produtores.
Ed Gein é uma das figuras mais populares da cultura estadunidense – e, por mais que o nome não soe familiar, com certeza sua influência é conhecida no cenário do entretenimento. Afinal, Gein ganhou notoriedade por suas condenáveis atitudes de exumar cadáveres e até mesmo utilizar partes humanas como souvenir, além de ter cometido dois assassinatos oficialmente confirmados. Suas ações influenciaram inúmeros realizadores cinematográficos, histórias de horror e personagens lendários, sendo responsável pela criação de Norman Bates, antagonista do clássico ‘Psicose’, Buffalo Bill, que rendeu a Anthony Hopkins o Oscar de Melhor Ator por ‘O Silêncio dos Inocentes’, e Leatherface, o psicótico serial killer de ‘O Massacre da Serra Elétrica’.
Agora, Ed é levado às telinhas da Netflix através da terceira temporada da antologia ‘Monstros’, produzida por Ryan Murphy e criada por seu colaborador de longa data Ian Brennan. A dupla, conhecida por sua parceria em inúmeras obras, incluindo ‘American Horror Story’, causou impacto significativo ao analisar as controversas figuras de Jeffrey Dahmer e dos Irmãos Menendez (ambas as iterações premiadas); o terceiro ciclo, que chegou à plataforma de streaminghoje, 3 de outubro, inicia o mês das bruxas com o pé direito, ainda que não consiga alcançar o nível artístico das incursões predecessoras – valendo-se do talento de Charlie Hunnam em sua metamórfica performance.
Ao longa de oito capítulos, o público é convidado a acompanhar a insana vida de Ed Gein, um tímido e peculiar rapaz subjugado pela mentalidade ultrapassada, autoritária e quase fundamentalista da mãe, Augusta (Laurie Metcalf). Com um apreço inexplicável pela dor e pela miséria humana, Ed nutre de uma paixão incalculável pela jovem Adeline Watkins (Suzanna Son) enquanto luta para ser o filho perfeito e acatar todas as exigências moralistas e religiosas de sua progenitora – conformando-se em uma complacência mandatória da qual não consegue escapar. Porém, após acidentalmente matar o irmão e com o falecimento da mãe, Ed é engolfado em um vórtice de insanidade que o compele a cometer atrocidades impensáveis e que o alcunharam de O Açougueiro de Plainfield.
Hunnam faz um trabalho incrível ao incorporar os trejeitos de Ed, singrando entre sua melancólica e doce personalidade e a criatura violenta e sanguinária que se esconde nas sombras – e que parece sair da jaula quando, em um ímpeto maníaco, ele vai até a cova da mãe e retirar seu cadáver apodrecido da terra, levando-a para casa e alucinando com sua presença iminente e opressora. Em contraposição, Metcalf rouba os holofotes ao viver Augusta, nos fazendo odiá-la desde os primeiros minutos em que aparece em tela e trazendo, inclusive, algumas breves homenagens à sua performance em ‘Pânico 2’. E, é claro, a construção da tóxica e destrutiva relação entre os dois automaticamente nos arremessa aos anos 60 e ao arco de Norman Bates no icônico suspense de Alfred Hitchcock.
Aliás, o lendário cineasta é peça importante da terceira temporada, sendo encarnado por Tom Hollander em uma interpretação fabulosa – e que constrói uma ponte metalinguística entre Ed Gein e a podridão da indústria hollywoodiana. Em seu núcleo, Hollander é acompanhado pela presença Joey Pollari como Anthony Perkins, ator que imortalizou o antagonista de ‘Psicose’ e que se torna alvo de uma “monstruosidade” autoimposta ao se ver como uma criatura marcada pelo “pecado da sodomia” – algo que, à época, era condenável em todas as instâncias. Ainda que algumas escolhas sejam improváveis demais, Murphy e Brennan conseguem construir esse paralelo de maneira inteligente e prática.
O elenco ainda conta com a firme presença de Vicky Krieps como a criminosa nazista Ilse Koch, que surge como um dos emblemas da fascinação de Ed pelo sofrimento humano – encarando as barbaridades cometidas pelos nazifascistas em plena II Guerra Mundial como uma extensão da naturalidade humana (algo que é mencionado por Hitchcock durante as gravações do longa-metragem). Para além dos atores e atrizes que compõe essa sádica saga, Brennan e o diretor Max Winkler trabalham lado a lado para não só se afastar da identidade das temporadas anteriores, mas compor o novo ciclo dentro de uma constante sensação de perigo, marcado pela exaltação do expressionismo cênico e pelo estudo da frágil psique humana com jogos de luz e sombra e arquétipos bem definidos.
O principal obstáculo enfrentado pela temporada é o roteiro: apesar da delineação contundente dos personagens e das complexas personalidades que povoam as telonas, alguns diálogos são fracos demais para serem levados a sério, apoiados sob uma estrutura descompensada de indiferentes “sacadas” mercadológicas e óbvias metáforas. Em compensação, as escolhas técnicas são quase irretocáveis, migrando do isolamento gelado da zona rural de Wisconsin aos labirínticos corredores dos estúdios de Hollywood para mostrar, de forma derradeira, a imutabilidade inconformada do ser humano.
‘Monstro: A História de Ed Gein’ é uma boa adição à popular antologia da Netflix, mas denota um certo cansaço para a saga – talvez momentâneo, talvez duradouro. Felizmente, Hunnam, Metcalf e o restante do elenco se mostram comprometidos o bastante para ofuscar os deslizes e nos conduzem nessa psicótica e sangrenta trama.
Boas notícias para os fãs do universo televisivo de Taylor Sheridan!
A CBS e a Paramount+ anunciaram que a série ‘Marshals’, spin-off da aclamada ‘Yellowstone’, foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.
A confirmação vem depois de apenas dois episódios lançados do ciclo de estreia – algo que é considerado raro no circuito televisivo e de streaming.
Na trama, com o Rancho Yellowstone para trás, Kayce Dutton (Grimes) se junta a uma unidade de elite de U.S. Marshals, combinando suas habilidades como cowboy e Navy SEAL para trazer justiça para Montana, onde ele e seus companheiros de equipe devem equilibrar família, dever e o alto custo psicológico que vem ao servir como a última linha de defesa na guerra da região contra a violência.
Madonna fez seu glorioso retorno ao mundo da música com o lançamento do já aclamado ‘Confessions II’, que dá continuidade ao icônico ‘Confessions on a Dance Floor’ – e continua a colher frutos de sua imaculada investida.
A MTV revelou hoje (18) os indicados ao Video Music Awards 2026 (VMAs) e a eterna rainha do pop foi a mais relembrada da lista. Já tendo saído vitoriosa com 19 estatuetas e o Prêmio Vanguarda, Madonna disputa em 11 categorias na próxima edição, incluindo Vídeo do Ano, Artista do Ano e Música do Ano.
Os vencedores serão revelados no dia 27 de setembro.
O compilado conta com 16 faixas originais, incluindo as já divulgadas “I Feel So Free”, “Bring Me Love” (com Sabrina Carpenter) e “Love Sensation”. O disco ainda conta com parcerias com Stromae, Martin Garrix, Feid e Lola Leon (filha mais velha de Madonna).
1. I Feel So Free 2. Good for the Soul 3. One Step Away 4. Bring Your Love, feat. Sabrina Carpenter 5. Danceteria 6. Read My Lips, feat. Feid 7. Everything 8. Love Sensation 9. Love Without Words 10. Bizarre, feat. Martin Garrix 11. School 12. Fragile 13. My Sins Are My Savior 14. Betrayal 15. L.E.S. Girl
‘Confessions on a Dance Floor’ foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”, “Sorry” e “Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como Beyoncé, Lady Gaga e Britney Spears.
Após a estreia de ‘The Witcher‘, surgiram inúmeras comparações com outras séries do gênero, principalmente com ‘Game of Thrones‘, mas a showrunner Lauren S. Hissrich fez questão de explicar que há uma grande diferença entre ambas as produções.
Durante uma entrevista para a Variety, ela foi questionada sobre as inevitáveis comparações dos fãs, ao que ela respondeu:
“Se você for comparar, qualquer série ou filme medieval terão semelhanças. Mas a comédia é o que separa ‘The Witcher‘ de outras séries fantásticas, como ‘Game of Thrones’. Andrzej Sapkowski [autor dos livros] é polonês, e ele estava me dizendo muito sobre sua infância na Polônia em meio a conflitos políticos… Ele me disse: ‘Como as pessoas lidam com a tragédia? Elas dão risadas’. Trazer esse tom cômico para uma série de fantasia medieval é algo que ainda não havia sido feito. Foi realmente importante para mim manter isso, e espero que os fãs gostem.”
Por falar nisso, Hissrich disse que tentou evitar a violência e a nudez explícita na série, afirmando que cenas desse tipo só foram gravadas quando havia um contexto.
“Pessoalmente, fico louca se houver violência e nudez gratuita só para chocar o público. Antes de gravar uma cena desse tipo, é preciso criar um contexto e entender porque tais personagens estão nus e o que isso diz sobre eles Espero que em todas as situações o público pense que eu entendi. ”
Por fim, ela disse como pretende lidar com a influência dos fãs sobre a narrativa.
“Antes de começar, eu queria ter uma conversa com os fãs. Eu me apresentei no Twitter dizendo quem eu era e o que estava fazendo. Recebi todo tipo de reação, boa e ruim, mas fiquei na minha. Eu quero que as pessoas saibam é que eu amo essa franquia, mas não significa que vou fazer tudo o que os fãs querem que eu faça. Eles só precisam saber que estou tentando honrar o material de origem, porque eu também adoro.”
Lembrando que todos os episódios de ‘The Witcher‘ já estão disponíveis na Netflix.
Assista ao trailer:
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.
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