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Crítica 2 | Curry Barker entrega um dos melhores filmes de TERROR do ano com o violento ‘Obsessão’

Curry Barker fez sua estreia diretorial em 2024 com ‘Milk & Serial’, um insano filme de terror que rodado no estilo found-footage e com um orçamento ínfimo de 800 dólares. Após não conseguir fechar contrato com qualquer distribuidora, Barker, ao lado de seu colaborador de longa data Cooper Tomlinson, resolveu lançar a produção de maneira independente em seu canal do YouTube, chamando a atenção pelo caráter bastante original do projeto e conquistando críticas bastante positivas que lhe deram uma merecida e bem-vinda atenção. Não demorou muito até que Barker firmasse parceria com a Blumhouse para seu début no circuito de longas-metragens com Obsessão, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 14 de maio.

Com sua primeira exibição mundial no Festival de Toronto, a trama é centrada em Bear (Michael Johnston), um jovem desiludido que se apoia fortemente em seus melhores amigos – em especial em Nikki (Inde Navarrette), amiga de infância pela qual começa a nutrir de sentimentos muitos mais profundos e complexos. Incapaz de dizer a ela que está apaixonado, Bear visita uma loja de artigos esotéricos e compra uma varinha de salgueiro que garante apenas um pedido por pessoa. A princípio resolvendo dá-la à Nikki, ele age por impulso ao desejar que a amiga se torne perdidamente apaixonada por ele – e, a partir daí, a relação que outrora tinham se transforma em um ciclo de destruição regado a uma compulsão sanguinolenta e inescapável.

Como é de costume nas inúmeras produções da Blumhouse envolvendo objetos sobrenaturais e místicos, as coisas não saem como o planejado: apesar das mentiras que insiste em contar para si próprio, querendo acreditar que seu maior sonho se concretizou, a outrora vibrante personalidade de Nikki esmorece pouco a pouco, dando espaço para uma psicótica máquina de ciúmes que consome Bear dia após dia. O que ele desejava foi cumprido – e, agora, ele está preso em um labirinto sem fim que o arremessa em uma tenebrosa viagem pela loucura e pelo arrependimento.

Barker, responsável também pelo roteiro, traz a complexidade e a volatilidade das relações como mote principal da narrativa, colocando-as uma ótica propositalmente exagerada e que bebe de explorações já vistas nas obras de um outro cineasta que vem ganhando espaço significativo na sétima arte: Zach Cregger. Assim como o diretor dos ótimos ‘Noites Brutais’, ‘Acompanhante Perfieta’ e ‘A Hora do Mal’, Barker navega pelas “zonas cinzentas” da psique humana e as injeta com uma dose de exagero que une terror às pulsões da comédia ácida, com sequências inesperadas que são dosadas com exímio cuidado para nos levar numa montanha-russa de emoções.

O longa é pincelado com uma ironia constante que toma proporções apocalípticas à medida que a doentia fixação de Nikki por Bear coloca todos em risco. Em meio a irrupções de pânico inexplicáveis e uma espécie de lavagem cerebral que a transmuta em uma concha vazia do que realmente era, o protagonista percebe que cometeu o maior erro da sua vida ao desejar tê-la da forma como idealizara, suspendendo uma realidade que, apesar de dura, era saudável. E, acompanhando os crescentes conflitos que se estendem entre os personagens, Barker tempera as cenas com uma sátira contundente à codependência emocional.

Trazendo paralelos similares ao body horror ‘Juntos’, estrelado por Alison Brie e Dave Franco, o sucesso do filme não se deve apenas às sombrias reflexões que o realizador arquiteta, mas a um cuidado estético que nos engolfa num estado de alerta e de pânico constantes, em que sabemos que algo de ruim vai acontecer e, mesmo assim, nos espantamos quando isso ocorre. A sutileza com que os detalhes vão sendo mostrados denota uma estilização muito interessante de Barker, em que o horror e o bizarro não são óbvios, e sim enigmáticos e derradeiros – seja na tétrica trilha sonora pela qual também fica responsável, seja nas performances aplaudíveis de Johnston e de Freeman (esta roubando os holofotes a todo momento com uma entrega de tirar o fôlego).

Com Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter, Obsessão marca a impressionante estreia oficial de Barker no circuito de longas-metragens, singrando pelas complexidades morais da mente e das manias humanas e demonstrando um potencial gigantesco que pode transformá-lo em um dos grandes nomes da nova geração. Angustiante, pungente e até mesmo fúnebre, o filme é uma bem-vinda entrada ao gênero do terror e um dos melhores lançamentos da Blumhouse em um bom tempo.

Saiba Mais: Obsessão

 

‘The Boys’: Chace Crawford promete desfecho satisfatório para o Profundo: “Acho que os fãs vão ficar muito satisfeitos”

O fenômeno do Prime Video, The Boys, chega ao seu episódio final esta semana, marcando o encerramento definitivo da aclamada série de sátira política e super-heróis. Em meio à enorme expectativa do público para o desfecho da produção, o ator Chace Crawford, intérprete do polêmico Profundo (The Deep), comentou sobre o destino de seu controverso personagem.

Durante uma entrevista concedida ao portal Collider, Crawford analisou a decadência moral e psicológica do herói aquático na reta final e adiantou que o público receberá exatamente o encerramento que espera para o integrante dos Sete:

“Acho que os fãs vão ficar muito satisfeitos, para ser sincero. E acredito que isso já demorava para acontecer, no sentido de vermos o Profundo lutando no seu ponto mais baixo de todos, completamente emasculado, destruído e sem amigos. E ele matou um amigo próximo. É algo realmente triste. Ele simplesmente não consegue colocar a vida nos trilhos, até o fim. É um ciclo completo em relação ao que aconteceu no episódio piloto da temporada e mostra a incapacidade do Profundo de se redimir”, afirmou.

O ator foi categórico ao avaliar a falta de escrúpulos do personagem e a iminente consequência de seus atos nos momentos derradeiros da série:

“Ele é irredeemível, então ver sua punição chegando vai ser muito satisfatório. Vai ser muito satisfatório”, afirmou Crawford.

O cenário que prepara o terreno para o desfecho do personagem foi construído de forma dramática nos capítulos recentes. O público acompanhou o momento em que o Capitão Pátria (Homelander) decidiu desmantelar de vez os Sete, deixando o Profundo completamente desamparado e sem propósito dentro da corporação.

Para piorar sua situação, o herói acabou banido de seu próprio refúgio, o oceano, após um enorme vazamento de petróleo na costa, uma catástrofe ecológica pela qual a fauna marinha tem total consciência de que ele possui envolvimento direto.

Intitulado Blood and Bone, o capítulo final irá ao ar nesta quarta-feira, no dia 20 de maio.

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Prime Video anuncia exibição do último episódio de ‘The Boys’ nos cinemas

The Boys’ está disponível do Disney+.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

Charlie Cox relembra reformulação de ‘Demolidor: Renascido’: “Estamos em dívida com eles”

O ator Charlie Cox relembrou recentemente os bastidores conturbados do início da produção de Demolidor: Renascido (Daredevil: Born Again). O astro detalhou a radical mudança de direcionamento criativo pela qual a série passou antes de sua estreia no Disney+, celebrando a decisão do estúdio de ouvir o elenco para resgatar a essência do herói.

De acordo com declarações publicadas pelo Deadline, Cox admitiu que o projeto começou com uma proposta completamente distante da versão que os fãs conheciam:

“É algo estranho de comentar, porque eu não sei exatamente o que estava acontecendo nos bastidores. Havia a suposição de que aquele formato morreria, que era coisa do passado. Mas a verdade é que as pessoas adoram esse tipo de série. Elas são extremamente viciantes, fáceis de assistir e muito bem escritas. É muito difícil fazer um procedural [série com episódios procedimentais] realmente bom”, afirmou.

O ator revelou ainda que o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, explicou posteriormente que o objetivo inicial da plataforma de streaming era justamente abraçar o formato clássico da televisão aberta americana:

“Kevin me disse que eles estavam olhando para aquele modelo e pensando: ‘Queremos uma série assim na plataforma de streaming’. Então fazia sentido usar um advogado que já era popular, e aí entra Matt Murdock”, acrescentou.

No entanto, à medida que o cronograma avançava no set, o protagonista percebeu rapidamente que a nova abordagem descaracterizava o sucesso alcançado nos anos anteriores pela produção original da Netflix:

“Ficou claro que o personagem funciona melhor em uma narrativa serializada, mais sombria, mais brutal e com menos humor exagerado”, destacou.

Diante do impasse criativo, o estúdio optou por paralisar os trabalhos, descartar o material gravado e reiniciar o projeto do zero, trazendo novos roteiristas e diretores alinhados à atmosfera urbana e violenta do herói.

Cox elogiou a postura ousada dos executivos: “É preciso dar muito crédito à Marvel, porque é necessário muita coragem, e muito dinheiro, para fazer uma mudança tão grande no meio do caminho. Estamos em dívida com eles. Eles realmente ouviram Vincent [D’Onofrio, o Rei do Crime] e eu”.

Sobre o terceiro ano, Cox preferiu adotar uma postura cautelosa e evitou revelar detalhes: “Eu começo a temporada com barba. Mas não posso dizer mais nada. Sempre fico apavorado com essa pergunta”.

Questionado sobre possíveis participações especiais do Demolidor em futuros filmes do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), o ator revelou que o estúdio foi direto ao traçar suas prioridades imediatas: “Por enquanto, eles deixaram claro que meu foco é a série.”

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 De forma surpreendente, o segundo ano terminou com o herói mascarado Matt Murdock, interpretado por Charlie Cox, sendo preso após revelar ao mundo que ele é, na verdade, o Demolidor de Hell’s Kitchen.

O desfecho dividiu opiniões entre os fãs ao mostrar Matt indo para a prisão, enquanto os vilões Wilson Fisk acaba isolado em uma ilha deserta e o Mercenário, responsável pela morte de Foggy, consegue escapar ao lado de Mr. Charles sem enfrentar qualquer consequência.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Na trama da 2ª temporada…

A batalha pela alma de Nova York atinge um novo patamar: Wilson Fisk, agora como prefeito, domina a cidade e inicia uma caçada implacável contra o seu inimigo público número um: o vigilante de Hell’s Kitchen. Por trás da máscara, Matt Murdock tenta reagir das sombras para desmantelar o império corrupto do Rei do Crime e salvar a cidade.

Dolly – A Boneca Maldita

(Dolly)

 

Elenco:

Fabianne Therese
Seann William Scott
Ethan Suplee

 

Direção: Rod Blackhurst

Gênero: Terror

Duração: 82 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 14 de Maio de 2026

Sinopse: 

Em DOLLY – A BONECA MALDITA, uma jovem que precisa lutar pela sobrevivência após ter sido raptada por um psicopata doentio que tem a intenção de criá-la como sua filha.

Crítica: 

» Crítica | Dolly – A Boneca Maldita – Um dos Filmes de Terror mais BIZARROS da Temporada

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Rod Blackhurst também assina o roteiro ao lado de Brandon Weavil;

» O lutador profissional Max the Impaler dá vida ao antagonista titular;

» O terror promete ser uma homenagem sangrenta aos clássicos dos anos 70 – como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ e ‘Quadrilha de Sádicos‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A creepy doll in a red stained dress stands in a dark forest, holding a shovel amid scattered broken dolls.

Horror scene: a woman in a white dress rests against a large cracked doll head wearing a red dress in a vintage bedroom, with blood on her face.

Girl in a pale, stained dress stands on a dirt mound in a lush forest, surrounded by rows of old dolls.

Crítica | Dolly – A Boneca Maldita – Um dos Filmes de Terror mais BIZARROS da Temporada

Filme de terror estreando no circuito exibidor é sempre um motivo de comemoração, seja porque aqui no Cinepop a galera é fã do gênero, seja porque por ser um gênero desmerecido em premiações e festivais, é sempre bacana quando o circuito comercial abre espaço para exibir um novo longa. Ainda mais quando o filme de terror é tão chocante, que surpreende essa mesma abertura de espaço. Sendo assim, fiquem de olho no longa ‘Dolly – A Boneca Maldita’, que já está em exibição nos cinemas nacionais.

Macy (Fabianne Therese) e Chase (Seann William Scott, da franquia ‘American Pie’) são namorados e a coisa está ficando séria, pois Macy encontrou um anel nas coisas de Chase. E ela está certa: ele a pede em casamento no topo de uma linda colina, após fazerem uma trilha nesse dia especial. Acontece que por mais que Macy ame Chase, ela não quer ser mãe da filha dele, e fica desconfortável com a situação. Porém, nada disso importa pois no meio dessa floresta há uma criatura medonha: a Dolly (Max the Impaler), uma criatura com corpo de mulher que se veste com roupas e máscara de boneca de porcelana, e que passa a caçar Macy para transformá-la em sua boneca favorita.

Toda vez que um filme de terror envolvendo seres humanos surge, nós, cinéfilos, acabamos por nos surpreender com a capacidade humana de ser bizarra. Porque sim, ‘Dolly – A Boneca Maldita’ é um dos filmes de terror mais bizarros dessa temporada.

O roteiro de Brandon Weavil e Rod Blackhurst parte uma situação corriqueira, a do casalzinho com embate moral, para partir para uma história sobre a complexidade psicológica do ser humano em construir camadas e camadas de distúrbios no intuito de se proteger ou de sanar uma falta, um trauma que fica em aberto na vida de uma pessoa. Mas isso é papo de sala de terapia. Em ‘Dolly – A Boneca Maldita’ o que interessa é a protagonista-assassina que tem um perfil psicológico profundamente perturbado, transformando-a numa mulher que se veste como boneca de porcelana dos anos 50, que, inclusive, usa uma máscara de porcelana e se comporta como tal. O resultado visual disso é uma das coisas mais perturbadoras do circuito exibidor atual.

Com certa maestria sádica, o diretor Rod Blackhurst com cenas grotescas que farão o espectador fazer caretas ao longo dos uma hora e vinte minutos. Partindo do princípio do serial killer que busca mulheres reais para vesti-las de bonecas e tratá-las como se fossem crianças de colo (um comportamento, aliás, também praticado para fins sexuais), o grafismo dessas cenas que, em outros contextos (se fossem mãe e filho reais, por exemplo) estariam dentro da normalidade estética, ao serem inseridos num contexto do sadismo psicológico de um psicopata de mente enviesada, é fácil afirmar que tais situações se aproximam da bizarrice que apenas um ser humano é capaz de elaborar. Mas não é fácil de assistir, ainda que, na prática, não seja nada demais.

Para quem curte filme de terror diferentão, com ares de cult underground de festival de cinema, ‘Dolly – A Boneca Maldita’ entrega exatamente essa vibe, num conceito de filme de terror chocante não tanto pelo grau de violência, mas por se aprofundar no mais grotesco do psicológico e trazer tudo isso para a telona. E sim, para quem curte terror com matança criativa, ‘Dolly – A Boneca Maldita’ também entrega. Ou seja, um filme que precisa estômago forte, mas que diverte dentro de sua proposta um tanto quanto inusual.

Saiba Mais » Dolly – A Boneca Maldita

‘O Justiceiro: Uma Última Morte’: Jon Bernthal comenta futuro de Frank Castle no UCM

O ator Jon Bernthal, que interpreta o icônico Frank Castle no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), comentou abertamente sobre sua relação com o implacável anti-herói. Em entrevista recente, o astro celebrou sua trajetória na pele do personagem e sinalizou total entusiasmo sobre a possibilidade de retornar ao papel em futuros filmes do estúdio, impondo apenas uma condição criativa.

De acordo com declarações publicadas pela revista Esquire, Bernthal destacou seu desejo de manter o controle artístico sobre os rumos do Justiceiro: “Estou totalmente disposto a continuar fazendo mais. Mas acho que eu preciso ser a pessoa responsável por criar isso”.

O ator, que recentemente reprisou o manto do vigilante no especial O Justiceiro: Uma Última Morte, detalhou a premissa da nova trama. No enredo, Frank Castle tenta levar uma vida pacífica, longe dos assassinatos brutais do passado, mas acaba inevitavelmente arrastado para um novo e violento conflito.

Após ‘O Justiceiro: Uma Última Morte’, Marvel já tem planos para NOVO projeto centrado em Frank Castle [RUMOR]

Além de estrelar a produção, Bernthal também assumiu as funções de roteirista e produtor executivo. Segundo ele, o cerne da narrativa busca abordar, de forma realista, as severas dificuldades enfrentadas por veteranos das forças especiais quando retornam à sociedade e sentem que perderam seu propósito de vida — uma batalha psicológica que, conforme alertou o ator, frequentemente termina em tragédia.

“Você corta laços com todos os pilares da sua crença, seja religião, o Corpo de Fuzileiros Navais ou até sua família. Basicamente, tudo o que era importante para você começa a parecer corrupto. Você passa a se enxergar como a causa dos problemas do mundo ao seu redor, e em 99% dos casos isso termina em suicídio”, afirmou.

Ao justificar a abordagem densa e realista escolhida para o projeto, o astro defendeu que o público atual do gênero de super-heróis anseia por histórias que fujam do escapismo tradicional e mergulhem em dilemas humanos profundos:

“Eu realmente queria mostrar o que acontece quando você dedica sua vida inteira a algo e, de repente, não existe mais nada para fazer. É extremamente sombrio. Muito sombrio mesmo… Acho que chegamos a um ponto em que os fãs querem esse nível de complexidade psicológica e violência brutal para o personagem”, concluiu.

O Justiceiro: Uma Última Morte’ está disponível no Disney+.

O especial seguirá a jornada do anti-herói após os eventos de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘.

Sob a direção de Reinaldo Marcus Green, a produção deve ter cerca de 45 minutos de duração, seguindo o modelo estabelecido por ‘Lobisomem na Noite‘.

O próprio Jon Bernthal já provocou os fãs ao afirmar que esta será a versão mais intensa do Justiceiro já vista.

“Acho que será o Justiceiro mais intenso que vocês já viram. O que era realmente importante para mim, para o Destin e para o Tom, era acreditar que o Justiceiro poderia sair do set de Homem-Aranha e entrar diretamente no set do especial, e eu acredito que conseguimos isso”, afirmou.

Obsessão

(Obsession)

 

Elenco:

Michael Johnston (Baron)
Inde Navarrette (Nikki Freeman)
Cooper Tomlinson (Ian)
Megan Lawless (Sarah)
Andy Richter (Carter)

 

Direção: Curry Barker

Gênero: Terror

Duração: 108 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Estreia: 14 de Maio de 2026

Sinopse: 

Em OBSESSÃO, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

Entrevista Curry Barker, Michael Johnston e Inde Navarrette:

Crítica: 

Crítica | ‘Obsessão’ é um dos MELHORES filmes de terror da temporada

Crítica 2 | Curry Barker entrega um dos melhores filmes de TERROR do ano com o violento ‘Obsessão’

Curiosidades: 

‘Obsessão’: Terror SURPREENDE e arrecada US$ 16 milhões em estreia nos EUA

Após ‘Obsessão’ e ‘Passageiro do Mal’, quais são os filmes de TERROR que estreiam em 2026?

‘Obsessão’: Curry Barker revela que suas inspirações para o terror foram ‘Hereditário’, ‘Pearl’ e a Mia Goth [EXCLUSIVO]

‘Obsessão’: Terror será para MAIORES por “violência sangrenta e EXTREMA”

» Além de dirigir, Curry Barker também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

‘Spider-Noir’: Série com Nicolas Cage ganha novo cartaz INCRÍVEL; Trailer final será lançado AMANHÃ!

O Prime Video divulgou um novo cartaz oficial da série live-actionSpider-Noir‘, estrelada pelo vencedor do Oscar Nicolas Cage.

O pôster veio acompanhado do anúncio de que o trailer final da atração será lançado amanhã, 19 de maio.

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 27 de maio.

Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.

Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.

Crítica | ‘Obsessão’ é um dos MELHORES filmes de terror da temporada

O diretor e roteirista Curry Barker consegue criar algo realmente perturbador com ‘Obsessão‘. Ele entrega um terror psicológico que cresce de forma quase sufocante a cada minuto. Não é um filme de sustos fáceis, mas sim de tensão acumulada… daquele tipo que te deixa grudado na cadeira, desconfortável, antecipando o pior enquanto a narrativa avança de maneira implacável.

Na trama, Bear é um cara legal apaixonado por Nikki, sua amiga desde a infância. Apaixonado por ela, ele entra em uma loja e compra o misterioso Salgueiro dos Desejos – um artefato que dá ao dono o direito de realizar um desejo. Ele quebra a vareta e pede para que Nikki se apaixone por ele. Segundos depois, ele se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

O grande trunfo aqui está justamente na construção narrativa. O roteiro, também assinado por Barker, consegue construir a história de maneira singela e simplista no começo, como se fosse uma comédia romântica, para subverter as expectativas e iniciar uma jornada ao inferno. É um estudo de personagens disfarçado de terror, onde cada decisão carrega peso e cada silêncio diz mais do que diálogos expositivos. A sensação constante é de que algo está prestes a ruir… e quando isso acontece, o impacto é ainda mais perturbador.

Visualmente, o filme impressiona. A fotografia aposta em uma estética intimista, mas carregada de sombras e enquadramentos sufocantes, reforçando o estado psicológico dos personagens. E quando o horror finalmente se materializa, ele vem com força total: as cenas mais extremas apostam em efeitos práticos, o que torna tudo ainda mais visceral e desconcertante. Não há filtros ou alívios — apenas imagens que ficam na mente.

No elenco, Michael Johnston entrega um trabalho sólido como Bear, sustentando bem a carga emocional exigida pelo papel. No entanto, é impossível não destacar a atuação simplesmente primorosa de Inde Navarrette como Nikki. Ela domina a tela com uma performance intensa, cheia de camadas, transitando entre vulnerabilidade e inquietação de forma impressionante. É o tipo de atuação que eleva o material e permanece com o espectador mesmo após o fim.

A maneira como o filme consegue intensificar as situações de maneira crescente me encantou, com uma construção perfeita de um cenário diabolicamente assustador.

No fim das contas, ‘Obsessão‘ é um lembrete cruel sobre desejos e suas consequências. A velha máxima “cuidado com o que você deseja” ganha aqui um peso trágico, mostrando que certas escolhas não apenas cobram seu preço… elas transformam completamente quem somos. É um terror que vai além do medo imediato, provocando reflexão sobre causa e consequência, obsessão e autodestruição.

Saiba Mais: Obsessão

‘Pânico 7’ já tem data para chegar ao streaming; Saiba mais!

Pânico 7’, a mais recente entrada da icônica franquia slasher Pânico, já tem data para chegar ao streaming.

Depois de se tornar o filme de maior bilheteria da saga de terror, o longa-metragem estrelado por Neve Campbell será lançado na grade da Paramount+ Brasil no dia 8 de junho.

Confira o novo trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=bODfKmok3QI

 

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Vale lembrar que ‘Pânico 8’ já está em desenvolvimento!

Rob Delaney, de ‘Morrendo por Sexo’, é escalado para a nova série de COMÉDIA do Apple TV

Segundo o DeadlineRob Delaney, recém-saído de sua segunda indicação ao Emmy por seu trabalho em ‘Morrendo por Sexo’, foi escalado para a nova série de comédia do Apple TV.

Delaney se junta à previamente confirmada Elizabeth Banks (‘As Panteras’, ‘Jogos Vorazes’), que será a protagonista.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Ainda sem título oficial, o projeto foi criado po Liz Heldens (‘Will Trent’) e Matt Ward (‘Best Medicine’). Banks assume a função de produtora executiva também.

Anteriormente conhecida como ‘We’re All Gonna Die’, a série é supervisionada pela 20th Television.

A produção começa a ser rodada em Los Angeles ainda este ano e traz Banks de volta ao cenário das comédias após participar de obras como ‘Scrubs’’30 Rock’.

A comédia gira em torno de Heidi (Banks), que acaba de sair de um divórcio conturbado e decide dar um novo rumo à sua vida e à de seus filhos. Mas, ao se ver envolvida na organização dos encontros sexuais do pai na comunidade de aposentados, Heidi se vê obrigada a formar uma aliança improvável com o filho solteiro da namorada dele.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘The Boys’: Criador comenta desfecho de Soldier Boy na série

O fenômeno do Prime Video, The Boys, chega ao seu último episódio esta semana, marcando o encerramento definitivo da aclamada série de sátira política e de super-heróis. Em meio à expectativa dos fãs, o showrunner Eric Kripke comentou recentemente sobre o desfecho planejado para o Soldier Boy, o herói de época interpretado por Jensen Ackles.

Durante uma entrevista concedida ao portal Collider, Kripke analisou a complexa carga psicológica que envolve o momento em que o Capitão Pátria (Homelander) finalmente perde o controle em relação ao Soldier Boy:

“Ele simplesmente não podia deixar o pai ir embora de novo. Todos os problemas do Capitão Pátria giram em torno de abandono paterno e da relação com Ryan. Agora o pai dele estará sempre ali, dormindo e sem responder. Isso é uma vitória para ele”, explicou o criador da série.

Além das reviravoltas dramáticas, os bastidores do encerramento também contaram com espaço para a nostalgia. Uma das referências mais divertidas incluídas no roteiro veio quando o Soldier Boy menciona a necessidade de “arrumar o velho Impala”.

Kripke revelou que a fala original foi propositalmente alterada durante a fase de pós-produção com o único objetivo de embutir uma última homenagem ao clássico carro de ‘Supernatural’, série também criada por ele e que foi protagonizada por Jensen Ackles durante 15 temporadas.

“Queríamos colocar uma última referência”, afirmou Kripke, celebrando o carinho dos fãs pelas duas produções.

Intitulado Blood and Bone, o capítulo final irá ao ar nesta quarta-feira, no dia 20 de maio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Prime Video anuncia exibição do último episódio de ‘The Boys’ nos cinemas

The Boys’ está disponível do Disney+.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

‘Steps’: Bette Midler dará voz à Fada Madrinha na nova animação inspirada em ‘Cinderela’

A icônica atriz e cantora Bette Midler (‘Abracadabra’) foi escalada para o elenco de voz de Steps, reimaginação da Netflix para o clássico conto Cinderela (via Deadline).

Midler interpretará a Fada Madrinha na animação, que é o primeiro projeto produzido totalmente pela Netflix Animation Studios.

Ela se junta às previamente confirmada Ali Wong (Lilith), Amanda Seyfried (Cinderela) e Stephanie Hsu (Margot).

A história acompanha Lilith, a “má” meia-irmã de Cinderela, que rouba a varinha mágica da Fada Madrinha e sequestra o Baile Real junto com Margot, destruindo a história de Cinderela como a conhecemos e condenando o reino ao governo tirânico de Priscilla, uma vilã ardilosa que surge e usurpa o trono. Lilith é forçada a se unir a Cinderela para salvar o reino e, principalmente, o relacionamento delas.

O diretor Akiva Schaffer (‘Tico e Teco: Defensores da Lei’) assumirá o comando do filme e ficará responsável por reescrever o roteiro original de Michael Montemayor (‘Enrolados’), contando com o apoio dos roteiristas Dan Gregor e Doug Mand (‘Corra que a Polícia Vem Aí’).

A produção será liderada por Ali Bell pela Party Over Here, sob a supervisão das executivas da Disney Live-Action, Jessica Virtue e Cady Stark.

Authentic Games – No Império Desconectado

(Authentic Games – No Império Desconectado)

 

Elenco:

Marco Túlio (Authentic)
Andrei Soares (Spok)
Cauê Bueno (Cauê)

 

Direção: Bruno Murtinho

Gênero: Animação

Duração: 71 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 14 de Maio de 2026

Sinopse: 

Em AUTHENTIC GAMES – NO IMPÉRIO DESCONECTADO, após anos comandando um mundo offline, o Império Desconectado decide se vingar. O Imperador planeja sequestrar Marco Túlio, criador do Authentic Games, para levar alegria ao seu reino sombrio. Ao entrar nesse universo, Marco Túlio se transforma em Authentic, um simpático boneco, e embarca em uma grande aventura para resgatar a Família Craft e enfrentar o Império. Quando tudo parece perdido, uma ajuda inesperada surge no confronto final.

Curiosidades: 

» O longa é estrelado por Marco Túlio, criador do Authentic Games, um dos maiores fenômenos do entretenimento digital infantil no Brasil, com mais de 20 milhões de seguidores e bilhões de visualizações;

» Além de dirigir, Bruno Murtinho também assina o roteiro ao lado de Lucas Vidal e Chico Barbosa;

» Misturando live-action e animação, o filme é produzido por Rubi Produtora com coprodução de Aya Produções, Authentic Games, Urca Filmes, Riofilme e Prefeitura do Rio, com distribuição da Imagem Filmes;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Na Zona Cinzenta

(In the Grey)

 

Elenco:

Jake Gyllenhaal
Eiza González
Henry Cavill
Rosamund Pike

 

Direção: Guy Ritchie

Gênero: Ação

Duração: 97 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 59 milhões

Estreia: 14 de Maio de 2026

Sinopse: 

Com direção de Guy Ritchie, Na Zona Cinzenta acompanha dois especialistas em resgates, interpretados por Henry Cavill e Jake Gyllenhaal, embarcando na difícil missão de recuperar uma fortuna bilionária que foi roubada. Para isso, eles precisam encontrar uma rota de fuga segura para a experiente negociadora vivida por Eiza González, mas o plano rapidamente se transforma em uma guerra explosiva de estratégia, traições e sobrevivência.

Crítica:

Crítica | Henry Cavill e Jake Gyllenhaal estrelam o divertido thriller de ação ‘Na Zona Cinzenta’ 

Curiosidades:  

» Além de dirigir, Guy Ritchie também assina o roteiro do longa;

»  Um dos filmes de ação dirigidos pelo badalado Guy Ritchie pode nunca ser lançado. ‘Na Zona Cinzenta‘ (In the Grey) teve suas filmagens encerradas no meio de 2023 e estava programado para estrear nos cinemas em 17 de janeiro de 2025 pela Lionsgate, mas desapareceu silenciosamente do calendário sem explicações.

»  O destino do filme ainda é incerto e pode continuar assim por um bom tempo. No papel, o projeto tinha tudo para dar certo: Henry Cavill, Jake Gyllenhaal e Eiza González lideram o elenco, com Ritchie na direção e sua marca registrada de caos estiloso e de alto risco no centro da trama.

»  A história acompanha dois especialistas em extração e uma negociadora de alto nível encarregados de resgatar um grupo que “opera entre o crime e a lei”. É o tipo de premissa perfeita para a narrativa dinâmica de Ritchie, na linha de filmes como ‘O Pacto‘ e ‘Infiltrado’.

» Agora, até mesmo os produtores do filme estão mantendo silêncio sobre o que está acontecendo nos bastidores.

» Em uma nova entrevista ao Deadline, Benjamin Kramer e Teddy Schwarzman, produtores da Black Bear Pictures, não esclareceram o status da produção. “Sem comentários”.

» O que será que aconteceu com o material filmado?  O silêncio só alimentou as especulações.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

guy ritchies in the grey footage reaction video cinemacon 2024

Alma Negra, do Quilombo ao Baile

(Alma Negra, do Quilombo ao Baile)

 

Elenco:

 

Direção: Flavio Frederico

Gênero: Documentário

Duração: 104 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: R$ 1.5 milhões

Estreia: 14 de Maio de 2026

Sinopse: 

Através do olhar de intelectuais como Beatriz Nascimento, Lélia Gonzalez e Edneia Gonçalves, ALMA NEGRA, DO QUILOMBO AO BAILE resgata e celebra a importância dos bailes black no Brasil como espaços de resistência e afirmação da identidade negra.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Flávio Frederico também assina o roteiro ao lado de Mariana Pamplona (‘Em Um Mundo Interior’);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Perto do Sol é Mais Claro

(Perto do Sol é Mais Claro)

 

Elenco:

Reginaldo Faria
Marcelo Faria
Vannessa Gerbelli

 

Direção: Regis Faria

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: R$ 4 milhões

Estreia: 14 de Maio de 2026

Sinopse: 

Em PERTO DO SOL É MAIS CLARO, Regi, um engenheiro carioca de 85 anos, lida com a perda recente da esposa. Sua rotina solitária inclui o apoio dos filhos, a determinação de seguir em frente escrevendo um livro e a paixão por uma atriz.

Crítica: 

Crítica | ‘Perto do Sol é mais Claro’ – Reginaldo Faria brilha em filme que circula a melancolia de forma intimista

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Regis Faria também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | ‘Perto do Sol é mais Claro’ – Reginaldo Faria brilha em filme que circula a melancolia de forma intimista

A vida há de brilhar sempre. Explorando casos do cotidiano em forma de desabafos de um bem-sucedido octagenário carioca preso em um luto, com respingos de solidão, o longa-metragem Perto do Sol é Mais Claro, de Regis Faria, circula a melancolia de forma intimista, atingindo temas interessantes, mas não necessariamente todas suas camadas. O resultado é um composto cinematográfico comum – sem inovações – guiado por uma estética atemporal que ressalta a expressividade.

O projeto nos apresenta Regi (Reginaldo Faria), um gestor de obras que sonha em também ser escritor – um homem cheio de histórias para contar, mas que atravessa um presente repleto de dúvidas e se sentindo cada dia mais sozinho. Contornando passado e presente, por meio de memórias e acontecimentos contemporâneos, ele começa a enxerga as questões ao seu redor de várias formas.

Não veio o Oscar, mas o cinema brasileiro continua com o molho

 

Será que a felicidade não existe e, na verdade, o que temos são apenas momentos felizes? Embarcando nas angústias – muitas delas silenciosas – de um protagonista em eterno conflito, o roteiro busca momentos emblemáticos sobre o envelhecer, mas com o grande desafio de sustentar uma narrativa que oscila em ritmo. Ao estender o amplo retrato, alguns conflitos caem no lugar-comum, dando a sensação que poderiam ser eliminados sem prejuízo a história, já que muitas mensagens equivalentes já haviam sido transmitidas.

Do bloqueio de senha do banco às indignações do trabalho, passando pelos desabafos nas sessões de terapia e pelas renovações do amor, essas questões mundanas são de fácil identificação – e esse é um mérito que deve se refletir nas diversas reações do público quando o filme estrear em circuito, dia 14 de maio.

Em resumo, o projeto convida o espectador para explorar emoções profundas no compartilhamento de sentimentos não ditos – algo bem complexo de se transmitir. Aqui, a fotografia em preto e branco ganha importância e busca atingir um ar poético – que funciona em alguns momentos, em outros nem tanto. Contando com o carisma e forte presença de Reginaldo Faria – um dos grandes nomes do cinema brasileiro ao longo de toda sua história –  Perto do Sol é mais Claro tenta construir um recorte familiar e apresentar as construções de novas emoções em um momento da vida em que as memórias se chocam com as mudanças constantes do mundo.

 

SAIBA MAIS: Perto do Sol é Mais Claro

O Rei da Internet

(O Rei da Internet)

 

Elenco:

João Guilherme
Marcelo Serrado
Débora Ozório

 

Direção: Fabricio Bittar

Gênero: Drama

Duração: 135 min.

Distribuidora: Manequim Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 14 de Maio de 2026

Sinopse: 

Em O REI DA INTERNET, Daniel Nascimento se destaca como um dos maiores hackers do Brasil, integra uma organização criminosa que movimenta milhões de reais, vive intensamente cercado de ostentação e acaba na mira implacável da Policia Federal. Tudo isso antes de completar 17 anos.

Críticas: 

Crítica | O Rei da Internet – João Guilherme BRILHA Como Maior Hacker de História Real Brasileira

Crítica 2 | ‘O Rei da Internet’ – Empolgante filme brasileiro joga os holofotes para os crimes virtuais

Curiosidades: 

» “Vai ser um projeto diferente de tudo o que fiz até agora. Além de atuar, terei minha primeira oportunidade como produtor executivo. Isto é incrível: poder mergulhar de cabeça em um projeto, indo além da atuação,” conta João Guilherme;

» Do mesmo diretor de ‘Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro‘, ‘Como Hackear Seu Chefe‘ e ‘Antologia da Pandemia‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

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O rei da internet

Crítica | O Rei da Internet – João Guilherme BRILHA Como Maior Hacker de História Real Brasileira

Não é só a gringa que tem histórias mirabolantes, baseadas em eventos reais, de true crime absurdas. O Brasil também tem histórias que davam um bom filme (igual acontece lá fora). Histórias surreais demais para a gente acreditar que são verdade, mas são. Como a história do maior hacker desse país – um moleque de 14 anos – que causou um prejuízo financeiro e um rombo na segurança das maiores empresas do Brasil. Se você não sabe quem é ou não lembra, então você precisa ver ‘O Rei da Internet’, que já está em exibição nos cinemas nacionais.

O rei da internet

Daniel (João Guilherme, de ‘De Volta aos 15’) é um jovem de quatorze anos como qualquer outro: meio feio, meio sem graça, espinhento, sem amigos e que sofre bullying na escola. Só que um dia, em 2005, ele teve contato com uma máquina que mudaria sua vida (e de tantos outros adolescentes da época): um computador. Mais especificamente: a internet. E como tantos outros adolescentes entediados e com raiva da sociedade, Daniel encontrou na terra de ninguém da internet o lugar certo para desenvolver suas habilidades, digamos assim, investigativas. Aos poucos ele foi fuxicando, se interessando e, posteriormente, hackeando sistemas operacionais, de segurança e sites de grandes empresas, roubando dados dos usuários. Rapidamente, isso chamou a atenção de outros experts do assunto, e, em pouco tempo, Daniel foi trabalhar no esquema de Fábio (Marcelo Serrado, de ‘Crô’), um contraventor especializando em lavagem de dinheiro. A partir daí, DN (username de Daniel) passa a desfrutar de uma vida de muitos privilégios, bebidas, drogas, carrões, mulheres e muito, muito dinheiro.

Muito antes de toda essa onda de influencers, reality shows e produtores de conteúdo digital, as chances de um adolescente vindo de uma família classe média padrão em uma cidade de interior mudar de vida e se tornar milionário eram ínfimas, a não ser que, claro, estivesse metido em algo de errado. Era o caso de Daniel, mas, como qualquer adolescente, ele não queria, não conseguia enxergar esse “lado errado” das coisas pois a tentação e a possibilidade de viver a vida dos sonhos era muito maior do que qualquer bom-senso. E em 2005, acreditem, nem todo mundo tinha computador em casa, internet banda larga ou um celular que fizesse tudo.

É esse o impacto que o roteiro de Fabrício Bittar e Vinícius Perez faz: constrói aquele senso de urgência juvenil que parece que a vida vai acabar amanhã e tudo precisa ser vivido hoje. Mais ainda: constrói uma atmosfera que, por mais que saibamos que tudo aquilo que o protagonista está fazendo é errado, o espectador tem dificuldades de julgar o moleque, afinal, é só um moleque classe-média fazendo bobagem. De uma maneira invertida, está tirando dos bancos para “redistribuir a renda” a quem está precisando.

Além de tudo, o roteiro é dinâmico, ágil, e por mais que às vezes a narração em off dê uma cansada, o roteiro está sempre conduzindo pra frente a história, criando conexões com o nosso presente (2026), lembrando que vinte anos trás as coisas eram de outra maneira e sinalizando para uma edição versátil, cheia de referências ao mundo cibernético, e uma montagem frenética, que transpira o frenesi daquele universo. É um ótimo roteiro, ótimo! E que casa também muito bem com a direção do mesmo Fabrício Bittar, super atenta em realçar as emoções do protagonista e ambientar o espectador naquele universo a la ‘Lobo de Wall Street’ que o jovem Daniel mergulha sem medo.

O elenco todo está muito bem, com destaque, óbvio para João Guilherme – que, ainda que cause certo estranhamento ele, com mais de 20, interpretando um garoto de 14, João Guilherme faz tão bem, que, ainda que nosso cérebro nos lembre essa informação o tempo todo, é impossível não acreditar no que estamos assistindo, tamanho o talento do rapaz. Um grande acerto a elencagem dele para o protagonismo.

Com a mesma energia caótica de filmes como ‘Bingo – O Rei das Manhãs’, ‘O Rei da Internet’ tem tudo para levar uma multidão de jovens que se identificam com os sentimentos de Daniel e se tornar um novo clássico do cinema pop brasileiro contemporâneo. Um filme viciante do início ao fim e que deixa o julgamento da história para o público: afinal, o crime compensa?

SAIB MAIS » O Rei da Internet