(from left) Mid-Sized Sedan (Aaron Pierre), Prisca (Vicky Krieps), Guy (Gael García Bernal) and Chrystal (Abbey Lee) in Old, written for the screen and directed by M. Night Shyamalan.
O terror ‘Tempo‘ (Old), próximo filme do cineasta M. Nighy Shyamalan (‘O Sexto Sentido’), ganhou novas imagens oficiais e dos bastidores.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de agosto.
O longa é baseado nos quadrinhos Sandcastle, de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters.
A trama acompanha uma família de férias descobre uma praia isolada onde decide relaxar por algumas horas. Porém, logo eles percebem que o lugar os está fazendo envelhecer rapidamente, reduzindo suas vidas inteiras a apenas um dia.
A Netflix finalmente anunciou quando a aguardada 2ª temporada de ‘The Witcher‘, série estrelada por Henry Cavill, será lançada.
O novo ciclo irá estrear na plataforma no dia 17 de dezembro.
Além disso, o primeiro cartaz e novas imagens oficiais da próxima temporada foram divulgados. Confira:
Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Norman Reedus as Daryl Dixon - The Walking Dead _ Season 11 - Photo Credit: Josh Stringer/AMC
A AMC divulgou novas imagens oficiais da última temporada de ‘The Walking Dead‘.
Confira:
Cooper Andrews as Jerry – The Walking Dead _ Season 11 – Photo Credit: Josh Stringer/AMCKhary Payton as Ezekiel – The Walking Dead _ Season 11 – Photo Credit: Josh Stringer/AMCPaola Lázaro as Juanita ‘Princess’ Sanchez – The Walking Dead _ Season 11 – Photo Credit: Josh Stringer/AMCEleanor Matsuura as Yumiko – The Walking Dead _ Season 11 – Photo Credit: Josh Stringer/AMCJosh McDermitt as Dr. Eugene Porter – The Walking Dead _ Season 11 – Photo Credit: Josh Stringer/AMCNorman Reedus as Daryl Dixon – The Walking Dead _ Season 11 – Photo Credit: Josh Stringer/AMCMelissa McBride as Carol Peletier – The Walking Dead _ Season 11 – Photo Credit: Josh Stringer/AMCCailey Fleming as Judith Grimes, Anabelle Holloway as Gracie – The Walking Dead _ Season 11 – Photo Credit: Josh Stringer/AMC
O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 22 de agosto.
O ciclo final contará com 24 episódios. Além disso, a AMC está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.
Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.
A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.
Virginie, que mora em uma fazenda com seus filhos, cria gafanhotos para serem transformados em farinha. Mas tudo muda quando ela descobre que os gafanhotos gostam de sangue…
Esse remake vai acontecer, certamente, em algum momento futuro
Dentre os diretores que surgiram como destaque em seus respectivos gêneros nos últimos anos nenhum tem uma filmografia tão incomum e subjetiva quanto Robert Eggers no terror, este que começou sua carreira em 2007 com o curta João e Maria (uma releitura do famoso conto com duração de pouco menos de trinta minutos) mas cuja fama só veio em 2016 com o lançamento de A Bruxa.
O estilo de terror psicológico e social proposto por ele, além de interpretado sob o ponto de vista da protagonista Thomasin, estabeleceu uma nova fase para o gênero com mais obras lançadas sob uma perspectiva mais psicológica de seus personagens, indo na contramão da febre dos filmes found footage liderados por Atividade Paranormal. Foi a época que exemplares do gênero (que em pouco tempo se tornaram bem conceituados com público e crítica) surgiram tais como Hereditário e Homem Invisível.
O diretor, então, tomou seu tempo para trabalhar no seu novo projeto, este que seria um mergulho ainda mais intenso na exploração de uma narrativa interpretativa e com forte apelo ao terror psicológico. O Farol acabou sendo um sucesso com a mesma proporção de aceitação e rejeição do exemplar anterior; por um lado sua estética e direção foram comemoradas como algo que não se tem normalmente em um filme de grande circulação.
Por outro, o forte tom interpretativo da obra foi uma das razões do por que alguns espectadores não conseguiram se manter ligados à trama até o fim. Mesmo assim, após mais um êxito, Eggers se vê engajado em mais dois projetos: The Northman e uma releitura de Nosferatu.
O primeiro é cronologicamente sua produção mais próxima e, apesar de ter ainda escassas informações a respeito da trama, sabe-se que ele deve abordar a cultura viking de alguma forma. Já Nosferatuainda é um projeto distante, sem maiores detalhes revelados, mas que não impede que especulações acerca de sua abordagem ou desenvolvimento sejam elaboradas.
O filme com a criatura homônima foi lançado inicialmente em 1922 como um exemplar do movimento cinematográfico conhecido como Expressionismo Alemão. O motivo da sua produção, entretanto, está mais atrelado à complicações legais do que qualquer outra coisa. À época o diretor F. W. Murnaunão conseguiu obter os direitos de adaptação do livro Drácula, que pertenciam a família do autor Bram Stoker.
“Nosferatu” de 1922 pode ser interpretado como um simbolismo daquele ano para a Alemanha
Como uma forma de burlar essa barreira legal ele elaborou um enredo que seguia à risca a mesma história narrada no romance, porém nomes de personagens foram modificados (o principal antagonista não mais era o conde Drácula mas sim o conde Orlok). Como esperado houve consequências legais e foi determinado que todos os rolos de filme fossem destruídos.
Ainda assim a força da obra ao longo das décadas foi apenas aumentando, bem como a mística do personagem que tinha um visual mais grotesco que o Drácula de Bela Lugosi alguns anos depois, e por detalhes técnicos empregados pelo diretor de conceder um tom ameaçador para a sombra do vampiro; esse jogo de luz e sombra no cenário era uma característica do mencionado movimento cinematográfico mas narrativamente virou um detalhe a mais para o vilão.
Em termos de significado, Nosferatuainda gera muitas discussões sobre possíveis mensagens implícitas em seu enredo e cenografia. Era característico dos filmes integrantes do expressionismo tecer críticas a situação da Alemanha pós primeira guerra, que precisava lidar com uma economia combalida e surgimento de grupos extremistas. Com isso em mente, o filme de Murnau foi ganhando ares de ser um grande comentário sobre a fraqueza da então vigente República de Weimar e como Orlok simbolizava as forças antagonistas àquela democracia.
O filme se aproveita das inovações do uso de luz e sombra do movimento alemão.
Nosferatuse tornou uma obra referência para cineastas alemães nos anos subsequentes e em 1979 ganhou uma “refilmagem espiritual” pelas mãos de Werner Herzog; uso das aspas se dá porque apesar do título semelhante o filme adaptou mais fielmente a obra de Stoker, logo todos os personagens apresentados são homônimos aos dos livros.
Ainda assim essa versão, principalmente no que concede à composição de cenário e figurino, exibe uma aproximação muito maior com a obra de 1922 do que a adaptação oficial de 1931 ou dos filmes da Hammer durante os anos 50 e 60, ainda mais quando observada a caracterização que Drácula recebeu que ressoa com a mesma utilizada por Max Schreck anteriormente.
Quanto a comentários sócio-políticos muito do que é teorizado em torno dessa versão ecoa na época extremamente divisiva que a Alemanha passava entre um bloco ocidental e oriental. A figura ameaçadora de Drácula, por vezes, passa a ser associada com o medo que ambos os lados tinham um do outro e suas atitudes grotescas (como se alimentar de sangue inocente) representava a forma cartunesca com que ambos os lados do muro eram reproduzidos para as populações.
A versão de Herzog caminha em outra direção da obra de 1922.
Sendo assim, por qual caminho Eggers pode seguir? Partindo do pressuposto que o diretor já mostrou que prefere ambientar seus enredos em contextos de época, é bem provável que sua versão do conde Orlok mantenha o cenário de século XIX e não sacrifique o simbolismo carregado por sua aparência. Não seria inesperado o diretor utilizar o atual imaginário popular formado sobre pandemias e questões sanitárias para montar um vilão simbólico.
Se anteriormente o vampiro representava uma corrosão ou divisão social, uma nova interpretação pode muito bem funcionar como um olhar do conceito de doença em si, com o ato de conversão praticado pelo conde funcionando como uma infecção. Esse tipo de olhar não seria incomum, visto que Guillermo del Toro assinou a série de livros Noturno explorando o vampirismo como uma praga.
Outro elemento que o diretor costuma dedicar tempo é a contextualização social da época em que a história se passa, essa estrutura da sociedade funciona como mecanismo da crescente do terror. A ambientação do famoso sanatório do Dr. Seward, onde Renfield também é mantido preso até a chegada de seu mestre, poderia ser um cenário de opressão tão elevada quanto a casa da família em A Bruxa ou a ilha do farol em O Farol.
Ainda é tudo muito nebuloso e no campo da especulação, mas o diretor em questão já provou ter criatividade para entregar produtos que têm movido o terror em frente; muito da liberdade criativa para esse remake vai depender do que ele irá entregar com The Northman. Porém, não deixa de ser algo que gera grande expectativa.
A Netflix continua cancelando diversas de suas séries.
O streaming encerrou sua série de fantasia ‘Cursed – A Lenda do Lago’ depois de apenas uma temporada.
A série foi baseada na graphic novel de Frank Millere Tom Wheeler e foi anunciada como uma reimaginação da lenda do Rei Arthur, exceto contada através dos olhos da jovem heroína (Katherine Langford) que estava destinada a se tornar a poderosa e trágica Lady of the Lake.
Em entrevista exclusiva divulgada pelo CinePOP, a atriz Katherine Langford falou sobre a série original da Netflix ambientada no Universo Arturiano.
Ela revela detalhes da história, fala sobre sua personagem, representatividade e revela suas personagens fortes preferidas.
Assista:
Baseada no best-seller de Frank Millere Tom Wheeler, Cursed – A Lenda do Lago é a história do rei Arthur contada por Nimue (Katherine Langford), uma jovem com um dom misterioso destinada a se tornar a poderosa Dama do Lago. Após a morte da mãe, Nimue encontra um parceiro inesperado no mercenário Arthur (Devon Terrell) e sai em missão para entregar uma espada ancestral a um mago chamado Merlin (Gustaf Skarsgård). Ao longo de sua história, ela acaba se tornando um símbolo de coragem e rebelião contra os terríveis Paladinos Vermelhos e o Rei Uther (Sebastian Armesto).
Cursed – A Lenda do Lago é uma história sobre amadurecimento, com temas conhecidos de nosso tempo: destruição da natureza, terror religioso, guerras sem sentido e a coragem de assumir a liderança quando tudo parece impossível.
As portas que se abrem na luta constante pelo equilíbrio. Sibyl, exibido no Festival de Cannes em 2019, possui um engenhoso roteiro onde disseca a personalidade de uma protagonista complexa que de maneira egoísta e inconsequente caminha por realidades longe da sua. Provocativo, reflexivo, o projeto consegue em suas entrelinhas criar inteligentes paralelos sobre a rejeição em várias óticas que navegam pelas vidas dos personagens. Escrito e dirigido pela cineasta Justine Triet, também abre espaço para reflexões sobre conflitos éticos bem pra lá da linha tênue imposta na não explícita relação entre paciente e profissional de terapia. Conforme vamos acompanhando a obsessão da terapeuta pela história de sua paciente, a primeira vai abrindo portas bem fechadas de suas memórias que de alguma forma possuem paralelos com o que vemos no presente da segunda.
Na trama, conhecemos a psicóloga Sibyl (Virginie Efira) uma mulher que sempre teve dificuldades em lidar com sua família, seu presente a faz constantemente refletir sobre pedaços de sua trajetória chegando a uma auto análise até certo ponto bastante profunda, fatos que divide nas consultas com o seu próprio terapeuta. Luta contra o alcoolismo, inclusive, frequentando constantemente um grupo de ajuda. Para se concentrar no próximo projeto de sua vida, escrever um romance, acaba tendo que abandonar mais de 20 pacientes, alguns inclusive que já acompanhava fazia anos. Mas nesse processo, o telefone toca e do outro lado da linha é Margot (Adèle Exarchopoulos) uma jovem atriz que está desesperada: grávida de 2 meses de um ator de cinema famoso e ainda casado com a diretora do novo filme que está rodando. A psicóloga então percebe que a história é tudo que procurava para criar o universo do seu livro, assim resolve ajudar a jovem mas sempre gravando todas as consultas.
Um pouco nas linhas do famoso seriado In Treatment (que tem todas as temporadas disponíveis na HBO Max) enxergamos primeiro os conflitos entre Psicóloga e Paciente, as formas de ajudar alguém que sofre tanto quanto você. Mas logo fica evidente a questão chave do descontrole de uma vida com feridas que nunca foram fechadas. E nesse caso, não da paciente mas sim da terapeuta. O ponto de clímax desse inteligente trabalho é juntar as peças rumo a esse descontrole, quando tudo se alinha, paralelos e as tais portas abertas de emoções distantes. Quando tudo isso entra em erupção, as indecisões, as angústias, afloram. Percebemos lapsos de egoísmo e muito sofrimento, principalmente no ponto de um amor não correspondido do passado que insiste em ser um fantasma que ela pensara estar adormecido em seu presente.
Resolve romper com a ética que parece sempre ter defendido por causa do seu egoísmo quase indomável de dar chance a seus sonhos após anos se entupindo de problemas, seus próprios e dos outros. É possível julgarmos tal ato? Existe algum meio termo para a questão? Quais são os limites da ética, da moral? Nos fazendo perguntas a todo instante, quem consegue embarcar nesse caminho espinhoso ligado ao campo das emoções que passa a protagonista consegue entender a genialidade de um filme feito para refletir sobre a vida, sobre a arte do recomeçar e reescrever sua própria trajetória.
A emissora AMC finalmente divulgou a sinopse oficial da 2ª e última temporada de ‘The Walking Dead: World Beyond‘, a conclusão da história épica das irmãs Iris (Aliyah Royale) e Hope Bennett (Alexa Mansour), e seus amigos Elton (Nicolas Cantu) e Silas (Hal Cumpston).
Ambientada uma década após o apocalipse zumbi de ‘The Walking Dead‘, a primeira parte da série derivada acompanhou os jovens sobreviventes em uma jornada cross-country para salvar o pai das meninas do CRM: a força militar da civilização autoritária conhecida apenas como a República Cívica.
Confira a sinopse:
“A 2ª temporada de ‘The Walking Dead: World Beyond’ conclui a história épica de Iris, Hope, Elton e Silas – quatro amigos que viajaram por todo o país em uma missão que transformou tudo o que sabiam sobre si mesmos e o mundo. Enquanto eles enfrentam o misterioso Exército da República Cívica e lutam pelo controle de seu próprio destino, objetivos mudarão, laços se formarão e se desintegrarão e a inocência será tanto perdida quanto encontrada.”
Lembrando que a 1ª temporada termina com os quatro adolescentes separados: Iris junta forças com Felix (Nico Tortorella) e Will (Jelani Alladin) para resgatar Hope das garras da República Cívica, que prendem Silas quando ele fica para trás para evitar a captura de Elton e Percy (Ted Sutherland).
Em um centro de pesquisa da República Cívica em algum lugar no estado de Nova York, o pai das meninas, Dr. Leo Bennett (Joe Holt), permanece sob o controle do CRM e da tenente-coronel Elizabeth Kublek (Julia Ormond).
Nestes dez episódios finais de ‘World Beyond‘, os sobreviventes estarão “lutando com o destino de coisas muito maiores”, disse o co-criador e showrunner Matt Negrete em entrevista para o Comic Book.
“Nós passamos dessas histórias menores deles jogando Banco Imobiliário para a casa da árvore [na 1ª temporada], e isso vai ser muito diferente a partir de agora.”
Ele continuou:
“Não veremos algumas coisas necessariamente tão íntimas na 2ª temporada. Acho que o foco será muito maior, e eles vão lutar contra o destino de coisas muito maiores do que viveram até agora.”
Na semana passada, o Deadline divulgou que a atriz Gissette Valentin (‘Cobra Kai’) foi adicionada ao elenco dos próximos episódios.
Valentim dará vida a cabo Diane Pierce, descrita como “uma soldado inteligente e motivada, que reconhece o respeito de alguém em uma posição de autoridade muito mais elevada”.
Para quem não a conhece, Valentim teve uma pequena participação ma 3ª temporada de em ‘Cobra Kai‘, perdendo uma luta para Tori (Peyton Roi List).
Antes disso, ela atuou em ‘Ozark‘ e interpretou uma guarda numa prisão mexicana em ‘Bad Boys para Sempre‘.
Ela se junta ao recém-chegado Maximilian Osinski, conhecido por seu trabalho como James Davis na adorada série ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’.
Osinski dará vida a Dennis, um “dedicado e disciplinado soldado que está tentando juntas as peças de sua conturbada vida”.
Lembrando que a 2ª temporada estreia ainda em 2021.
Criado por Scott M. Gimple e Negrete, esse é o segundo spin-off do Universo ‘The Walking Dead‘, que também conta com ‘Fear the Walking Dead‘.
A trama foca na primeira geração que cresceu durante o apocalipse zumbi.
O astro fará sua estreia na plataforma de streaming em grande estilo, já que foi adicionado ao elenco da 2ª temporada da elogiada ‘Bom dia, Verônica’.
Até o momento, não foi revelado o motivo que levou o astro a deixar a emissora.
Para quem não se lembra, seu último trabalho na Globo foi em 2019, quando interpretou Régis, vilão de ‘A Dona do Pedaço’.
Antes do fim do contrato, ele até chegou a ser escalado para a 2ª temporada da polêmica ‘Verdades Secretas‘, mas as negociações não seguiram adiante.
Confira o anúncio de renovação de ‘Bom dia, Verônica’:
Raphael Montes, autor do livro homônimo, criador e roteirista da série, comentou:“É emocionante ver o público abraçar uma série de suspense que dá voz a temas tão importantes e atuais. Quando uma história nasce da literatura e chega a milhões de pessoas através do trabalho incrível de uma equipe, o sentimento de realização é enorme. Como criador da série, eu espero que a história de Verônica chegue a mais e mais pessoas. E posso adiantar que, na segunda temporada, Verô vai enfrentar um vilão ainda mais cruel do que Brandão”.
Ilana Casoy, autora do livro homônimo e roteirista da série:“Vem aí a segunda temporada de ‘Bom dia, Verônica’! As verônicas que vivem dentro de mim estão emocionadas por poderem contar suas histórias. As verônicas que vivem fora de mim agora tem voz”.
Tainá Müller, a Verônica:“Minha felicidade é imensa de saber que a nossa série tocou as pessoas, que gerou tantos debates e que o pessoal pede para ver a continuação da trajetória de Verônica. Não vejo a hora de já entrar de cabeça e coração, com todo o meu ser, nessa segunda temporada. Avante, Verônica!”
José Henrique Fonseca, diretor-geral da série:“Muito feliz em fazer essa segunda temporada, pois essa série, além de todos os temas que chamaram a atenção dos espectadores, trata também de uma mulher libertária em busca da verdade e de seu desejo”.
Na história, Tainá Muller é Verônica, uma policial determinada e decidida a usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar em dois casos intrigantes e ajudar as vítimas a despertar contra a violência e a injustiça.
De acordo com o Deadline, a Amazon Prime anunciou que estará com um painel na San Diego Comic-Con@Home, trazendo novidades dos vindouros títulos da plataforma.
Agendado para 23 de julho, o painel da Amazon será transmitido no canal oficial da SDCC no YouTube a partir das 15h.
O evento terá a participação de produtores, diretores e showrunnres de filmes e series, como:
‘A Roda do Tempo’: Uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, com mais de 90 milhões de livros vendidos. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine, membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai, quando ela chega na pequena cidade de Two Rivers. Lá, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
‘EVANGELION: 3.0 + 1.01 THRICE UPON A TIME’: O quarto e último capítulo da nova edição para os cinemas de ‘Evangelion’. A franquia sucesso de bilheteria é um fenômeno da cultura pop japonesa baseado na história de Evangelion, um humano artificial e arma biomecânica multifuncional; e dos Anjos, uma forma de vida desconhecida que ocorre depois que a Terra foi destruída por um evento cataclísmico.
‘Leverage: Redemption‘: Nesta nova iteração, e novo mundo, a equipe do Leverage observou os ricos e poderosos continuarem a pegar o que querem sem consequências. A vigarista Sophie Devereaux, o ladrão Parker, o rebatedor Eliot Spencer e o hacker Alec Hardison viram o mundo mudar nos últimos oito anos. Desde seu último emprego, tornou-se mais fácil – e às vezes legal – para os ricos ficarem mais ricos e poderosos para esmagar qualquer um que esteja em seu caminho. Para lidar com as mudanças no mundo ao seu redor, a equipe encontra uma nova chance em Harry Wilson, um advogado corporativo que está em busca de redenção depois de perceber que esteve sentado do lado errado da mesa durante toda a sua carreira; e Breanna Casey, a irmã adotiva de Hardison que tem um talento especial para computadores, robótica e se meter em encrencas.
‘S.O.Z. Soldados o Zombies’: Para evitar a extradição, o carismático e imprevisível traficante de drogas Alonso Marroquin foge de uma prisão mexicana para se esconder em uma instalação remota localizada no meio do deserto. No lado norte-americano da fronteira, um experimento do Exército dos EUA com minipigs conduzido em uma base militar dá errado e a unidade policial mexicana que perseguia Marroquin é infectada, transformando-se em uma nova espécie de zumbi aprimorada com habilidades especiais. O exército e esta nova espécie convergem para o esconderijo de Marroquin, onde a batalha pela sobrevivência começará.
‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado’: Uma versão moderna do filme de terror de sucesso de 1997 que honra a mesma premissa arrepiante – em uma cidade cheia de segredos, um grupo de adolescentes é perseguido por um misterioso assassino um ano após um acidente fatal em sua noite de formatura. O projeto é baseado no romance de 1973 de Lois Duncan.
Lembrando que a produção já foi renovada para um segundo ciclo, e a temporada inicial será lançada ainda em 2021, sem data de estreia confirmada.
Rosamund Pike será uma das protagonistas, dando vida a Moiraine, é membro de uma organização conhecida como Aes Sedai. Ela é líder de um grupo de aventureiros cuja missão pode mudar o mundo para sempre.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider‘) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
Esse épico fantástico é ambientado em um mundo no qual a magia existe, porém só é utilizada pelas mulheres. A trama gira em torno de Moiraine, pertencente à organização feminina conhecida como Aes Sedai, e sua jornada pelo mundo na qual é acompanhada por cinco jovens homens e mulheres. Moiraine acredita que um deles pode ser a reencarnaçaõ de uma poderosa criatura, cujas profecias indicam que pode salvar ou destruir a humanidade.
Rafe Judkins fica responsável pelo roteiro. Por enquanto, a primeira temporada será baseada em ‘O Olho do Mundo’, volume inicial de uma série de catorze romances lançados entre 1990 e 2013.
Uns dias atrás a palavra “cringe” pipocou nas redes sociais e nos TTs. Rapidamente as pessoas buscaram saber o significado – e deram de cara consigo mesmos. Tudo porque os xófens de hoje decidiram chamar de cringe a galera de trinta e poucos anos ou mais, que faz parte do mundo adulto mas com um comportamento mais descoladinho. Bom, para entender melhor o que significa essa palavrinha, corre assistir a série ‘Geração 30 e Poucos’, lançamento da semana na Netflix.
Daniel (Angelo Spagnoletti) é um rapaz solteiro que marca encontros amorosos via aplicativo para encontrar a moça ideal, que seja capaz de falar de assuntos de seu interesse, como o filme ‘O Exterminador do Futuro’. Junto com seus melhores amigos Luca (Gianluca Colucci) e Sandro (Fabio Balsamo), eles são sócios de uma startup de investimentos e, nas horas vagas, os dois salvam Daniel de furadas com as moças. Até que certo dia, numa confusão de informações, Daniel se encontra com uma moça misteriosa de nome Magda (Cristina Cappelli), que é simplesmente perfeita em todos os sentidos, e ele se conecta de verdade com ela. Mas, ao chegar em casa, descobre que a verdadeira Magda nunca foi ao encontro, e, então, Daniel se dá conta de que se apaixonou por uma mulher completamente desconhecida.
‘Geração 30 e poucos’ é uma série totalmente fofa em muitos aspectos. Pra começar, é uma produção italiana, então, ver aqueles jovens bonitos falando a língua de Da Vinci já torna tudo bastante apaixonante. Não bastasse isso, se passa numa cidadezinha litorânea da Itália bastante semelhante ao desenho ‘Luca’, recém-lançado desenho da Pixar, com casinhas coloridas e jeitosinhas, fonte de água, bicicletas descendo a ladeira e sol batendo no rosto. Soma-se a este cenário dos sonhos a dupla de protagonistas Daniel e Matilda que dá gosto de ver e você imediatamente torce para que fiquem juntos.
Uma das coisas mais gostosas do roteiro de Constanza Durante, Davide Orsini e Laura Grimaldi para a ideia de Francesco Capaldo é que ele intercala momentos do presente, nos anos 2020, com flashback da infância dos personagens, lá no meio dos anos 1990. Esse núcleo da série é completamente nostálgico, mostrando as crianças descobrindo como usar a internet, como conectar um computador, as enciclopédias que se tornaram obsoletas e até mesmo as fitas pornográficas, que muitos adolescentes contrabandearam escondido para a escola para repassar aos colegas – numa época em que não havia vídeos desse tipo ao alcance de qualquer um. Mérito dos diretores Francesco Capaldo e Alessio Maria Federici, que conseguiram equilibrar exatamente o tom certo para contar uma história romântica e saudosista ao mesmo tempo.
‘Geração 30 e poucos’ é uma série bem gostosinha, que apresenta um universo inimaginável a muitos jovens e adolescentes de hoje. Pelo viés do romance construído em apenas oito episódios de menos de trinta minutos cada, é uma ótima pedida para maratonar de uma vez só para ver logo o final feliz, como tanto fizemos com as clássicas comédias românticas dos anos 1990.
Um dedicado pai de família, Ray Cooper, procura justiça contra a companhia farmacêutica responsável por tirar do mercado um medicamento com potencial de salvar vidas pouco antes de sua esposa (Adria Arjona) morrer vítima de um câncer. Mas quando a busca pela verdade leva a um encontro mortal que coloca Ray e sua filha Rachel (Isabela Merced) em perigo, sua missão se torna uma caçada por vingança para proteger a única família que lhe resta.
‘Viúva Negra‘ chegou nos cinemas do Brasil e no Disney+, e os fãs rasgaram elogios para o filme solo da heroína.
Nas redes sociais, os usuários revelaram que se APAIXONARAM pelo filme, pela atuação da Scarlett Johansson e pelas cenas de ação.
Confira as reações:
Assisti Viúva Negra e MEU DEEEEEEEUS! Que delícia de filme! Eu amo minha Natasha, eu só queria que ela estivesse viva ainda, minha rainha, a Yelena é tão perfeita! A cena pós créditos é tudo
Eu assisti ontem no cinema, e com certeza vou assistir novamente, pois é muito belo,perfeito, melhor filme da marvel de super herói solo, fiquei sem chão.#NatashaRomanoff vai ser pra sempre minha viúva negra. #BlackWidow#ViudaNegra
Gente, eu não sei o que dizer, já faz horas que eu assisti Viúva Negra e não sei o que dizer. O filme é lindo, emocionante, tem muita ação, e pra mim estar ali, numa sala de cinema e viver esse momento foi tão único na minha vida. Sou muito grata aos envolvidos #BlackWidow ❤
Assisti Viúva Negra e que filme sensacional!! eu tô impressionado de vdd, superou todas as minhas expectativas. É o filme que ela merecia há muito tempo
Com mais de 140 reviews publicadas, o filme recebeu seu selo de certificado Fresh no Rotten Tomatoes.
Quando pelo menos 60% das críticas são positivas, o filme recebe o status de Fresh no Rotten Tomatoes, e um ícone de tomate vermelho é exibido na página do título com destaque.
Segundo o consenso geral, “os temas mais profundos se afogam em meio a tanta ação, mas [o filme] continua como uma sólida e divertida aventura solo que é guiado por um estelar elenco coadjuvante”.
O longa recebeu 84% de aprovação, com nota 7.20/10.
“Uma mistura satisfatória de músculos e emoção” – Time Out.
“Mesmo onze anos depois, Natasha Romanoff ganhou um filme que faz justiça ao seu status como espiã lendária” – Cinemanía.
“‘Viúva Negra’ dá a Nat um legado que pode estender fundo no MCU e mudá-lo para o melhor” – Den of Geek.
“[O filme] parece uma oportunidade perdida – uma adição enérgica no Universo Cinemático Marvel que acalma o público até aventuras maiores e mais ricas chegarem” – Screen International.
“Apesar de não saber por que o filme precisava existir, acredito que [a diretora] Cate Shortland consturiu uma obra realmente fascinante e divertida” – Le Noir Auteur.
De acordo com o Deadline, o filme conseguiu arrecadar US$ 5 milhões de bilheteria internacional na quarta-feira (7) em 11 países, incluindo França, Itália e Reino Unido, “estabelecendo novos recordes da era pandêmica”.
‘Viúva Negra‘ será lançado em todos os mercados internacionais relevantes no domingo, com exceção da China, Taiwan, Índia, Sudeste Asiático, África do Sul, Uruguai e Peru.
Além dos Estados Unidos, o filme foi lançado hoje na Alemanha, Rússia, Austrália, Japão, Coréia, Brasil, México e mais.
Como vários cinemas já abriram suas portas, a previsão de arrecadação do filme nos cinemas triplicou. Segundo a Variety, o filme deve arrecadar entre US$ 75 e 85 milhões nos cinemas dos EUA em seu primeiro fim de semana.
Com o valor o filme se torna a maior abertura na era pandêmica, na frente de ‘Velozes e Furiosos 9′, que abriu com US$ 70 milhões, e ‘Um Lugar Silencioso 2‘, que estreou com US$ 48 milhões nos EUA.
Mundialmente, ‘Viúva Negra‘ deve arrecadar ótimos US$ 135 milhões em seu fim de semana de estreia.
No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.
A produção da série de TV do ‘Chucky’ já está em andamento e o recém-chegado à franquia, Devon Sawa (‘Premonição’), publicou uma imagem dos bastidores ao lado de Jennifer Tilly.
Sawa lidera o elenco de estreantes na série, que também inclui Lexa Doig (‘Arrow’), Zackary Arthur (A 5ª Onda),Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN 15’) e Alyvia Alyn Lind (‘The Young and the Restless’) como os quatro jovens protagonistas da atração.
Para quem não se lembra, Tilly deu vida à Tiffany em ‘A Noiva de Chucky‘ (1998), uma criminosa obcecada pelo Chucky por acreditar que a alma de seu falecido amante habita o boneco.
Traiçoeiro, Chucky mata Tiffany eletrocutada e transfere sua alma para o corpo de uma boneca, fazendo dela sua noiva.
Para deixar as coisas um pouco mais complicadas, Tilly apareceu como ela mesma em ‘O Filho de Chucky’ (2004), quando Tiffany transfere sua alma para o corpo dela…
Então, na série, Tilly está interpretando Tiffany que está dentro do corpo de Tilly (confuso, não?).
Brad Dourif voltará a dublar o boneco assassino. A produção ainda contará com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’), além de introduzir os novatos Devon Sawa(‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.
Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.
Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.
“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”
Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.”
Dirigido por Herschell Gordon Lewis em 1963, o terro acompanha um assassino que perseguia e assassinava mulheres, coletando partes de seus corpos para um ‘Banquete de Sangue‘ oferecido como sacrifício para a deusa egípcia Ishtar.
O longa também foi muito mal recebido pela crítica especializada, e acumula apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Você já assistiu?
Lembrando que o próximo projeto baseado nas obras de King será a série de terror ‘Chapelwaite‘, baseada no conto ‘Jerusalem’s Lot‘.
Confira o teaser:
Ainda sem data anunciada, a série irá estrear em agosto no EPIX.
Adrien Brody (‘Predadores’) estrelará como o Capitão Charles Boone. Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) interpretará uma personagem original, Rebecca Morgan.
A trama se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone, que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.
Peter Filardi e Jason Filardi serão os showrunners.
O conto ‘Jerusalem’s Lot‘ foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de prequel da clássica obra vampiresca.
Através do Twitter, a página oficial da nova temporada de ‘Dexter‘ anunciou que o revival vai ganhar novidades em um painel exclusivo da San Diego Comic Con deste ano.
A novidade foi revelada pelo próprioMichael C. Hall, intérprete do personagem titular, que diz:
“Acho que está na hora de nos encontrarmos. Eu estarei na San Diego Comic Con em 25 de julho com alguns amigos e colegas. Nos vemos lá.”
O evento online também terá a participação de John Lithgow como o Trinity Killer, Clancy Brown como Kurt Caldwell, Jamie Chung como Molly Park e Oscar Wahlberg como Zach.
Há alguns dias, Chung conversou com o The Hollywood Reporter falou sobre como foi se juntar ao elenco, além de adiantou que sua personagem será uma ameaça para Dexter Morgan.
“A experiência tem sido ótima. Estamos trabalhando com o showrunner original, Clyde Phillips, que trabalhou nas 4 primeiras temporadas. Em essência, o revival é exatamente o que os fãs de ‘Dexter‘ querem.”
Ela continuou, explicando sobre sua personagem:
“Molly Park é tão divertida e vibrante. E o podcast criminal é um meio relativamente novo em termos de crimes reais, e introduzir isso no mundo de ‘Dexter’ é como uma ameaça à identidade do assassino em série. Então, tem sido muito , muito divertido brincar com isso.”
Há algumas semanas, a estrela disse ao Collider que o público vai se surpreender com a forma que a trama vai assumir uma pegada mais sombria e realista do que as temporadas anteriores.
“Os fãs podem esperar que as coisas sejam mais sombrias do que a série original. Isso foi há mais de anos. Portanto, certamente há uma vibração diferente na forma como a série evoluiu em termos de estética e realismo. Sem dúvidas, [o revival] será mais obscuro. Os novos episódios serão ambientados no interior do estado de Nova York e Dexter continua se escondendo. Acho que o público vai ficar satisfeito em rever alguns rostos familiares.”
Recentemente, o Deadline anunciou que John Lithgow retornará como o Trinity Killer no revival de ‘Dexter‘.
Detalhes sobre o seu retorno não foram revelados, mas especula-se que seja apenas uma participação especial – possivelmente em uma alucinação ou flashback, considerando que o personagem foi brutalmente assassinado pelo Dexter no final da quarta temporada.
Há alguns meses, Hall concedeu uma entrevista ao The Daily Beast e afirmou que o revival irá reparar o “desfecho decepcionante” da série original, que permanece como um dos finais mais criticados das telinhas.
“Vamos falar a verdade: os espectadores acharam que a conclusão da série foi muito decepcionante e sempre houve esperanças de que surgisse uma história que valesse a pena ser contada. Eu me incluo nesse grupo que se pergunta: ‘O que aconteceu com aquele cara?’. Então, estou empolgado em retornar. Nunca tive essa oportunidade de interpretar um personagem vários anos depois.”
Ele completa, fazendo menção ao desfecho da série clássica ‘A Sete Palmos‘, como um exemplo de final satisfatório:
“Eu definitivamente pensei que foi justificável o Dexter fazer o que fez. Acho que algumas críticas são em relação a isso, e também há as críticas sobre como tudo se encerrou, e elas são válidas. Nós vivemos em uma era que as expectativas são muito altas e tão simultâneas quanto as reações do público. Eu já participei dos dois extremos; finais ‘extremamente satisfatórios’ e ‘extremamente decepcionantes’.”
A trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.
“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”
Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.
O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear ainda em 2021.
A 2ª temporada do thriller alemão ‘Biohackers’ já está disponível na Netflix. A nova leva de episódios teve a sua estreia nesta sexta-feira (09) na grade de programação.
Nos mais recentes capítulos, assombrada por visões perturbadoras, Mia corre contra o tempo para entender as mudanças repentinas em sua vida — e porque não se lembra de nenhuma delas.
Depois de expor experimentos ilegais com DNA na primeira temporada, a estudante de medicina Mia Akerlund percebe que perdeu a memória dos últimos três meses. Tentando entender o que aconteceu, ela se vê no centro de uma situação muito maior que vai levá-la ao limite.
Após tantos entraves e especulações, o live-action da ‘Barbie‘ está finalmente ganhando forma, com Greta Gerwig à frente da direção.
E a atriz Margot Robbie, que dará vida à personagem, comentou sobre a grande responsabilidade de interpretar a popular boneca nas telonas.
Em uma entrevista à revista Vogue, a indicada ao Oscar ainda expressou o seu entusiasmo e o sentimento de nostalgia que acompanham o vindouro projeto:
“Certo, isso vem como muita responsabilidade e muita nostalgia e conexões. Mas com isso, vem também muitas formas empolgantes de abordar a personagem. As pessoas normalmente escutam ‘Barbie‘ e logo pensam: ‘Eu sei como esse filme será. Mas então eles escutam queGreta Gerwig vai roteirizar e dirigir o projeto e então refletem: “Oh, bem, talvez eu não saiba…”.
Essa é a primeira vez que Gerwig é oficialmente confirmada à frente da direção do projeto, desde as primeiras especulações que circularam, ainda em 2019.
A cineasta ainda co-assinará o roteiro ao lado do seu esposo, o diretor Noah Baumbach (‘História de um Casamento‘).
Além de estrelar, Robbie produzirá o longa, por meio da sua produtora, a LuckyChap Entertainment.
O live-action será uma co-produão da Warner Bros. com a Mattel.
A bonecaBarbie foi criada por Ruth Handler e o seu marido Elliot Handler em 1959, que tinham uma filha de nome Barbara. Observavam Barbara que brincava apenas com bonecas bebês quando criança. A menina era apaixonada por bonecas. Quando cresceu, já pré-adolescente, seu pai observou que Barbara ainda brincava com as suas bonecas. Então, a sua mãe, Ruth Handler, teve a ideia de criar uma boneca adolescente.
A Universal tentou levar um filme em live-action da ‘Barbie‘ aos cinemas em 2009, mas acabou cancelando-o.
A cantora Dua Lipa também estrelará a produção, fazendo a sua grande estreia como atriz.
‘Argylle‘ é baseado no homônimo romance de espionagem da autora Ellie Conway. Embora o livro ainda não tenha sido lançado, a história segue o “maior espião do mundo”, em uma aventura pelo mundo.
A franquia deve incluir pelo menos três filmes. O livro será lançado em 2022.
Jason Fuchs (‘Mulher Maravilha‘) assinará o roteiro, com Vaughn assumindo a cadeira de diretor. O cineasta é mais conhecido por seus trabalhos nas franquias de ‘Kingsman‘ e em ‘Kick-Ass‘.
Por meio de um comunicado oficial, Vaughn comemorou o novo projeto, demonstrando o seu entusiasmo pela trama.
“Quando li este rascunho do manuscrito, senti que era a franquia de espionagem mais incrível e original desde os livros de Ian Fleming dos anos 50. Isso vai reinventar o gênero de espionagem”.
Em seu site oficial, a Marvel Studios divulgou uma nova linha da Funko POP inspirada nas variantes do ‘Loki‘, introduzidos na cena pós-créditos do 4º episódio da atração.
Ganham versões pop o President Loki (Tom Hiddleston), o Kid Loki (Jack Veal), o Classic Loki (Richard E. Grant) e até mesmo o Alligator Loki, o único que ficou de fora foi o Boastful Loki, vivido por DeObia Oparei.
Provavelmente porque o personagem se volta contra os protagonistas momentos antes do fim do 5º episódio, quando eles enfrentam o monstro devorador de variantes.
Confira as miniaturas:
Lembrando que o último episódio de ‘Loki‘ será lançado no dia 14de Julho.
Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.
Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.