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‘Dead for a Dollar’: Willem Dafoe estrelará novo filme do diretor de ‘Os Selvagens da Noite’

De acordo com o Deadline, Willem Dafoe (‘O Farol’) e Christoph Waltz (‘Django Livre’) estrelarão ‘Dead for a Dollar‘, novo western do diretor Walter Hill (‘Os Selvagens da Noite’).

Esse será o primeiro filme comandado pelo cineasta desde ‘Vingança‘, de 2016.

A trama será ambientada em Chihuahua, no Novo México, em 1897. A história seguirá Max Borlund (Waltz), um famoso caçador de recompensas, contratado para encontrar e devolver Rachel Price, a esposa politicamente progressista de Nathan Price, um empresário de sucesso de Santa Fé. Max fica sabendo que ela foi sequestrada por um desertor do exército afro-americano, Elijah Jones, e está sendo mantida sob custódia no México. Quando Max vai ao sul da fronteira, ele logo cruza com seu inimigo jurado, o expatriado americano Joe Cribbens (Dafoe), um apostador profissional, às vezes fora da lei, que Max rastreou e mandou para a prisão anos antes.

Quando Borlund encontra Rachel e Elijah escondidos nas profundezas do deserto mexicano, ele descobre que Rachel fugiu voluntariamente de um marido abusivo, e o soldado em fuga é, na verdade, seu parceiro romântico. Max agora se depara com um dilema: devolver a mulher do outro lado da fronteira para o homem que o contratou, ou ajudar a liberdade de Rachel e lutar contra implacáveis ​​pistoleiros e seu rival criminoso de longa data.

Além de dirigir, Hill também escreveu o roteiro ao lado de Matt Harris.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Titane’: Novo terror da aclamada diretora de ‘Raw’ ganha trailer; Assista!

O terror ‘Titane‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Julia Ducournau (‘Raw’) é responsável pela direção.

TITÂNIO: Metal altamente resistente ao calor e à corrosão, com ligas de alta resistência à tração, muito utilizado em próteses médicas devido à sua pronunciada biocompatibilidade.

Agathe Rousselle e Vincent Lindon estrelam a produção.

O terror será lançado pela NEON, mas ainda não possui previsão de estreia.

‘O Diabo Veste Prada’: Meryl Streep revela ter sofrido depressão por ter interpretado Miranda

Lançado em 2006, ‘O Diabo Veste Prada‘ se tornou um clássico do cinema e ajudou a reforçar as carreiras de Meryl Streep e Anne Hathaway.

Na trama, Hathaway intepreta a jornalista Andrea Sachs, que ingressa no mundo das colunas de moda e tem como mentora Miranda Priestly (Streep), a editora-chefe da revista Runway.

No entanto, Priestly faz da vida de Sachs num verdadeiro inferno na tentativa de transformá-la numa profissional à altura do ambiente em que ela trabalha.

Aparentemente, Priestly é fútil, autoritária e arrogante, mas no fundo, todos sabem que ela tem um bom coração.

E, apesar de Streep ser lembrada pelo público com carinho, ela confessou à Entertainment Weekly que se sentiu bastante deprimida com a personagem.

“Foi horrível. Eu estava sofrendo no meu trailer e podia ouvir o resto do elenco se divertindo e gargalhando. Fiquei muito deprimida, de verdade. Eu dizia para mim mesma: ‘Bem, esse é o preço que você paga por ser a chefona’.”

indicada ao Oscar de Melhor Atriz pelo trabalho, a estrela disse que essa sensação começou depois que ela mergulhou fundo na essência da personagem enquanto se preparava.

“Eu me entreguei completamente à personagem e incorporei suas emoções e trejeitos. Foi a última vez que tentei essa coisa de método porque demorei a me desvincular de Miranda e foi um período muito estressante.”

Hathaway também participou da entrevista e lembrou que se sentiu bastante intimidada com a performance da colega.

“Eu realmente me senti intimidada, ela tem uma presença muito marcante. Mas quando passei a conhecer melhor sua personagem também me senti protegida. Eu sabia que o que quer que ela estivesse fazendo para criar esse medo, eu deveria valorizar porque também sabia que ela estava cuidando de mim.”

Baseada no romance homônimo de Lauren Weisberger, a adaptação foi dirigida por David Frankel e tornou-se um sucesso de crítica e bilheteria.

Orçado em US$ 35 milhões, ‘O Diabo Veste Prada‘ faturou quase US$328 milhões ao redor do mundo, além de receber duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.

O elenco também conta com Emily Blunt, Stanley Tucci, Gisele Bündchen e outros também estrelaram a produção.

Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.

‘Wolf Creek 3’ é CONFIRMADO; Confira o 1º cartaz!

De acordo com o Variety, a sequência ‘Wolf Creek 3‘ está oficialmente em desenvolvimento através da Altitude Film Sales, que adquiriu os direitos globais da produção.

Confira o primeiro cartaz:

No terceiro filme…

“Uma família americana faz uma viagem dos sonhos ao sertão australiano e logo chama a atenção do notório assassino em série Mick Taylor. A viagem se transforma em um pesadelo infernal quando os dois filhos do casal escapam apenas para serem caçados pelo assassino mais infame da Austrália.”

John Jarratt retornará como o serial killer Mick Taylor.

Rachele Wiggins será responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Duncan Samarasinghe.

Greg McLean, diretor dos dois primeiros filmes, retorna como produtor.

As filmagens estão programadas para começarem na Austrália do Sul, ainda em 2021.

‘Gunpowder Milkshake’: Filme de ação da Netflix ganha novos cartazes individuais; Confira!

O thriller de ação ‘Gunpowder Milkshake‘ ganhou novos cartazes individuais.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 14 de julho.

O longa é dirigido por Navot Papushado, que também assina o roteiro ao lado de Ehud Lavski.

“Sam (Karen Gillan) tinha apenas 12 anos quando sua mãe Scarlet (Lena Headey), uma assassina de elite, foi forçada a abandoná-la. Sam foi criado pela Firma, um sindicato do crime cruel para o qual sua mãe trabalhava. Agora, 15 anos depois, Sam seguiu os passos de sua mãe e se tornou uma assassina feroz. Ela usa seus “talentos” para limpar as bagunças mais perigosas da empresa. Ela é tão eficiente quanto leal.

Mas quando um trabalho de alto risco dá errado, Sam deve escolher entre servir a firma e proteger a vida de uma menina inocente de 8 anos, Emily (Chloe Coleman). Com um alvo nas costas, Sam tem apenas uma chance de sobreviver: reunir-se com sua mãe e suas associadas letais: as bibliotecárias (Angela Bassett, Michelle Yeoh e Carla Gugino).

Agora, essas três gerações de mulheres devem aprender a confiar umas nas outras, enfrentar a Firma e seu exército de capangas e levantar o inferno contra aqueles que podem tirar tudo delas.”

Karen Gillan (‘Guardiões da Galáxia’) estrela. O elenco ainda conta com Lena Headey, Carla Gugino, Michelle Yeoh, Angela Bassett, Ralph Ineson, Adam Nagaitis, Michael Smiley, Paul Giamatti e Chloe Coleman.

Vale lembrar que uma sequência já está em desenvolvimento!

‘Batman – O Longo Dia das Bruxas’: Coringa faz Falcone de refém em novo clipe; Assista!

A Warner Bros. divulgou um novo clipe da animação ‘Batman: O Longo Dia das Bruxas‘.

Confira:

O longa será lançado em VOD no dia 22 de junho.

A produção é baseada nos quadrinhos homônimos escrito Jeph Loeb com arte de Tim Sale. Com 13 edições, lançadas em 1996 e 97, a saga permanece sendo um dos arcos mais amados do herói.

Vale lembrar que a segunda parte será lançada ainda em 2021, no segundo semestre.

Dirigido por Chris Palmer (‘Superman: O Homem do Amanhã’), o longa trará Jensen Ackles (‘Supernatural’) dando voz ao icônico Bruce Wayne/Batman.

“Natal. Dia de São Patrício. Páscoa. Conforme os dias do calendário se acumulam, o mesmo ocorre com os corpos espalhados pelas ruas da cidade de Gotham. Um assassino está à solta, matando apenas nos feriados. O único homem que pode parar esse demônio? O Cavaleiro das Trevas.”

“Trabalhando com o procurador distrital Harvey Dent e o tenente James Gordon, Batman corre contra o calendário enquanto tenta descobrir quem é o assassino antes dele reivindicar sua próxima vítima. Um mistério que faz o leitor adivinhar continuamente a identidade do assassino, esta história também está ligada aos eventos que transformam Harvey Dent no inimigo mortal do Batman, Duas Caras.”

A produção ainda contará com as vozes de Naya Rivera (Selina Kyle/Catwoman), Josh Duhamel (Harvey Dent), Billy Burke (James Gordon), Titus Welliver (Carmine Falcone), David Dastmalchian (Homem Calendário), Troy Baker (Coringa), Amy Landecker (Barbara Gordon), Julie Nathanson (Gilda Dent), Jack Quaid (Alberto), Fred Tatasciore (Solomon Grundy) e Alastair Duncan (Alfred).

‘A Múmia’ pode ganhar novo reboot com diretora ‘O Justiceiro’

O reboot de ‘A Múmia‘ deveria ser o pontapé de um novo universo compartilhado, mas depois de fracassar entre os críticos e decepcionar nas bilheterias, todo o projeto foi engavetado.

Porém, muita gente não quer ver a franquia morrer. A Universal está cogitando reformular novamente o Dark Universe com um novo filme da ‘A Múmia‘. Em sua página no Twitter, a cineasta Lexi Alexander (O Justiceiro: Em Zona de Guerra) contou que foi convidada pela Universal para escolher um de seus monstros e fazer um longa-metragem.

Ela decidiu então fazer um pitch para um novo filme de ‘A Múmia‘, mas ainda não sabe se a ideia vai ser aprovada pelo estúdio.

Você acha que a franquia merece um novo reboot?

Dirigido por Alex Kurtzman, o longa seria o início do Dark Universe da Universal Pictures.

Nas profundezas do deserto, uma antiga rainha cujo destino foi injustamente tirado está mumificada. Apesar de estar sepultada em sua cripta, ela desperta nos dias atuais. Com uma maldade acumulada ao longo dos anos, ela espelha terror desde as areais do Oriente Médio até os becos de Londres.

Tom Cruise, Annabelle Wallis, Sofia Boutella, Russell Crowe e Jake Johnson estrelam.

‘A Oitava Noite’: Espírito milenar quer trazer caos à Terra no trailer do novo terror da Netflix; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo de A Oitava Noite, seu mais novo terror sul-coreano.

Confira:

O filme é dirigido por Kim Tae-hyung.

Com contas de oração em uma mão e um machado na outra, um monge caça um espírito milenar que está possuindo humanos e quer trazer caos à Terra.

Lee Sung-min, Park Hae-joon, Kim You-jung, Nam Da-reum, Choi Jin-ho, Kim Dong-yeong e Lee Eal estrelam.

A Oitava Noite tem estreia marcada para o dia 02 de julho.

‘Velozes e Furiosos 10’: Vin Diesel está disposto a voltar ao Brasil para gravar a sequência

Velozes e Furiosos 9’ chega aos cinemas nacionais na próxima quinta-feira (24), mas o protagonista Vin Diesel já está pensando na sequência.

E parece que o 10º filme da franquia pode levar Dom Toretto e sua família de volta ao Brasil, como aconteceu em ‘Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio‘ (2011).

Em entrevista para o Domingo Espetacular, da Rede Record, o astro foi questionado se pensa em retornar ao país e revelou que:

“É uma possibilidade! A gente sempre tem a ideia de voltar ao Brasil como parte desse grande final da saga, porque foi tão importante. Devo dizer que meu amor pelo Brasil e pelo povo brasileiro é indescritível. Eu guardo boas lembranças [das gravações de ‘FF5‘].

Diesel também comentou sobre a participação de Anitta na trilha sonora do 9º filme com a canção ‘Furiosa’ e não poupou elogios à cantora.

Anitta é maravilhosa, e eu acho ela muito talentosa. Gravamos um vídeo para divulgar a música dela… E tem tantos talentos no Brasil.”

Jordana Brewster também participou da entrevista e até falou em português, relembrando com carinho do período em que viveu no Brasil, já que sua mãe é brasileira.

“Eu sou do Rio [de Janeiro]. E quando eu era pequenininha eu ia para uma escola americana no Rio e lembro que a gente viajava para Angra dos Reis todo fim de semana, eu nadava de ilha em ilha e era a coisa mais maravilhosa do mundo.”

Confira a entrevista completa:

Pelo visto, se depender do elenco, a trama de ‘Velozes e Furiosos 10‘ já tem endereço garantido.

E aí, você gostaria de rever os personagens se aventurando por qual lugar do Brasil?

Lembrando que ‘Velozes e Furiosos 9‘ já arrecadou quase US$ 300 milhões no mercado internacional.

O novo capítulo da franquia estreou em 13 novos mercados no último fim de semana e acrescentou US$ 19 milhões ao seu montante, elevando sua bilheteria internacional a impressionantes US$ 292 milhões.

Vale lembrar que ‘Velozes e Furiosos 9‘ será lançado nos EUA apenas no dia 25 de junho. Já no Brasil, o longa estreará quase um mês depois, no dia 22 de julho.

Confira as primeiras críticas do filme:

“Aqueles que já estão imersos na tradição da franquia irão apreciar o cuidado de ‘Velozes e Furiosos 9’ com os personagens secundários – incluindo alguns cujo retorno à narrativa certamente trará aplausos em cinemas lotados. Mas parte desse fan service acaba parecendo forçado. De qualquer forma, o filme nos dá a impressão de que a franquia já perdeu sua criatividade e singularidade.” – Screen Daily.

“Como no último filme de Lin, o decepcionante ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o diretor adota uma abordagem de quantidade em no lugar da qualidade, tem mais ação, mais subtramas e muitos personagens na mistura. Mais do que qualquer filme precisa. Ainda assim, o ‘Velozes e Furiosos 9‘ deixa uma sensação de que faltou algo. A estratégia maximalista não dá espaço para que a trama desenvolva a relação entre Dom e seu irmão.” – The Hollywood Reporter.

“Às vezes, quando você menos espera, uma franquia de sucesso se transforma essencialmente em algo diferente. Com o tempo, ‘Missão Impossível‘ se tornou parecida com ‘007‘, e ‘Velozes e Furiosos‘ se tornou ‘Missão Impossível‘. Mas Velozes e Furiosos 9‘ não é construído em torno de uma missão emocionante. É construído em torno de Vin Diesel e John Cena vivenciando a angústia sobre o passado dos irmãos Toretto. O enredo da família ‘funciona’ (mesmo que você esteja ciente de como o personagem de Cena é mal escrito), mas não é suficente para sustentar o filme; é mais como uma desculpa. A verdade é esta franquia não precisava de mais ‘emoção’. – Variety.

“Este é, de longe, o maior, mais selvagem e desafiador da franquia Velozes e Furiosos‘ (uma cena no final com certeza vai fazer você ficar de boca aberta com a estúpida audácia de alguns personagens), a direção de [Justin] Lin e o roteiro de Daniel Casey é capaz de alavancar a ação a níveis ridiculamente satisfatórios e tudo isso é compensado quando nos profundamos no personagem de Dom, em um nível mais pessoal do que a franquia jamais conseguiu antes.” – IndieWire

“Para o público que deseja retornar aos cinemas em 2021 com um espetáculo grande, barulhento e empolgante, ‘Velozes e Furiosos 9‘ faz os carros andarem rápido, pularem alto e geralmente fazerem o impossível. É extremamente fantasioso, sim, mas também é ridiculamente estimulante se você precisar de um passatempo.” – The Wrap.

Assista ao trailer em versão dublada e legendada:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Elite’: Elenco da série joga Stop em vídeo divertido; Confira!

Para promover o lançamento 4ª temporada da série ‘Elite‘, a Netflix divulgou um novo vídeo divertido com o elenco jogando Stop.

Confira:

Vale lembrar que a 4ª temporada já está disponível na Netflix!

A série foi criada por Darío Madrona e Carlos Montero.

Quando novos adolescentes começam a frequentar uma escola particular exclusiva na Espanha, o confronto entre eles e os estudantes veteranos leva a consequências mortais.

O elenco conta com Itzan Escamilla, Miguel Bernardeau, Arón Piper, Omar Ayuso, Claudia Salas, Georgina Amorós, Manu Rios, Carla Díaz, Martina Cariddi, Diego Martín e Andrés Velencoso.

‘Cruel Summer’: Teaser da 2ª temporada promete novos mistérios; Confira!

O canal Freeform divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘Cruel Summer‘.

Confira:

Ainda sem data anunciada, o próximo ciclo irá estrear apenas em 2022.

Lembrando que a primeira temporada será lançada no Brasil pela Amazon Prime Video em 6 de agosto.

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

O verão de 1993 em uma pequena cidade do Texas foi marcado pelo desaparecimento da garota mais popular do colégio, Kate Wallis (Holt). E Jeanette (Aurelia), até então uma jovem excluída, assume o posto de nova popular do Ensino Médio. Mas tudo sai do controle e a vida de Jeanette se cruza com o misterioso desaparecimento de Kate.

Cada episódio conta com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

Polêmica adaptação com Scarlett Johansson é um dos filmes mais assistidos da Netflix; Confira!

Em ‘Ghost in the Shell: A Vigilante do Amanhã‘, acompanhamos a ciborgue Major e suas missões especializadas no combate contra o ciberterrorismo junto com sua força tarefa, a Seção 9, treinada para frustrar os planos de cibercriminosos e hackers.

Apesar da premissa instigante, a adaptação dirigida por Rupert Sanders em 2017 se tornou alvo de uma grande polêmica entre os fãs do mangá japonês.

Isso porque o público esperava que a protagonista fosse interpretada por uma atriz asiática, mas a Paramount Pictures escolheu Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’) para o papel principal.

Desde o anúncio, a produção sofreu diversas críticas e até ameaças de boicote por conta do whitewashing (embranquecimento) do elenco.

Ainda assim, a produção seguiu em frente com a escolha e, como o previsto, o resultado foi um fracasso de crítica e público.

Orçado em US$ 110 milhões, o longa prometia renovar o gênero da ficção científica tanto pela narrativa quanto pelo visual futurista, mas arrecadou apenas US$ 169,8 milhões pelo mundo.

No Rotten Tomatoes, o índice de aprovação dos críticos é de apenas 43% de aprovação, enquanto o público lhe deu 51% de avaliações positivas.

Mesmo assim, o filme vem encontrando uma boa recepção desde que foi adicionado ao catálogo da Netflix, como já acontece com títulos que tiveram o mesmo destino de ‘Ghost in the Shell à época de seus lançamentos.

De acordo com o Flix Patrol, a versão live-action vem apresentando ótimos resultados assim que chega à plataforma em diversos países.

Embora o portal não tenha divulgado números, seus algorítmos analisaram que a adaptação gerou tantas visualizações que se tornou o 20º título mais assistido da plataforma nos últimos cinco anos em escala global.

Por outro lado, a pesquisa mostra que o filme vira sensação quando chega ao catálogo, mas perde força ao longo das primeiras semanas.

Isso também aconteceu no Brasil, quando o filme foi adicionado ao catálogo em 2019 e permaneceu na plataforma por menos de um ano.

Já em 2021, o longa retornou ao catálogo e parece que continua atraindo os assinantes.

Assista ao trailer:

‘A Pequena Sereia’: Halle Bailey como Ariel em mais imagens do set

O live-action de ‘A Pequena Sereia‘ teve novas imagens divulgadas que trazem a atriz Halle Bailey como Ariel, ao lado do ator Jonah Hauer-King (Príncipe Eric).

Confira:

Segundo o Deadline, a adaptação em live-action da clássica história  terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).

As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Halle Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.

O elenco é formado por Halle Bailey, que será a protagonista Ariel; Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião. Melissa McCarthy completa o elenco como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (O Predador) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Dirigido por Rob Marshall, a obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda.

A Pequena Sereia tem estreia agendada para 19 de novembro de 2021.

‘Viúva Negra’ pode ser a 1ª de novas pré-sequências produzidas pela Marvel Studios, diz Kevin Feige

Ao contrário do Homem de Ferro, do Thor e do Capitão América, só agora a ‘Viúva Negra vai ganhar um filme solo explorando sua trajetória pelo MCU.

Mas será que o mesmo poderia acontecer com outros personagens?

Durante uma entrevista para o SlashFilm, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, sugeriu que sim.

Enquanto promovia a estreia de Viúva Negra‘, o cineasta disse que tudo depende de personagens que possam gerar o mesmo apelo que Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) gerou ao longo dos anos.

“Este filme e esta história são um caso particular para Natasha. Mas a noção de explorar o passado, presente e futuro do MCU é algo que definitivamente planejamos para a maioria dos nossos personagens. Esta história e este elenco em particular são muito pessoais, muito específicos para Natasha. Basta descobrirmos quais outros personagens podem despertar um interesse tão grande no público.”

Mesmo assim, Feige explicou que outros filmes como esse só aconteceriam se a história fosse criativa e atraente o bastante.

“Nós sabíamos que havia um grande período da vida de Natasha que despertava curiosidade… Não apenas sua infânci e como ela se tornou essa assassina da KGB, mas também a lacuna entre ‘Capitão América: Guerra Civil’ e ‘Vingadores: Guerra Infinita’. Esse filme não é só sobre ela, estamos explorando um passado que levará à permanência de seu legado.”

Vale lembrar que essas histórias não precisam ficar presas somente no cinema, mas podem ser construídas também em séries de TV, como ‘Loki‘ e ‘Falcão e o Soldado Invernal‘.

E aí, quais outros personagens você acha que mereciam mais destaque no MCU?

Lembrando que as primeiras reações de a ‘Viúva Negra‘ já foram divulgadas e os críticos amaram a adaptação.

A produção foi extremamente elogiada por seu clima de filme de espionagem, cenas tensas, humor refinado e o principal: Florence Pugh (‘Midsommar’) recebeu diversos elogios por sua atuação, sendo chamada de “um ícone MCU instantâneo”.

Confira as primeiras reações:

“Sequências de luta e perseguição bastante convincentes, uma performance de Florence Pugh arriscada e uma primeira metade que é íntima e cheia de diálogos, meio engraçada de uma nova maneira para o MCU; sim, eu gostei muito.”

“Os filmes da Marvel estão de volta! Viúva Negra é um thriller de espionagem tenso e cheio de ação que realmente completa a história de Natasha de uma forma visceral e emocional. Florence Pugh ARRASA e se torna um instantâneo. É como um filme de Bond do MCU com tons de MISSÃO: IMPOSSÍVEL & THELMA & LOUISE.”

Viúva Negra parece um filme de Fase 1 da Marvel, pois é a história mais independente em algum tempo. Sem aquela baboseira de um filme da Marvel como você nunca viu. Florence Pugh ARRASA!”

“Gostei muito de Viúva Negra! Um dos filmes mais engraçados do MCU, com uma tonelada de piadas autorreferenciais para os fãs de longa data, autoconsciência suficiente para fazer o absurdo funcionar. Florence Pugh e David Harbor roubam o show. Definitivamente tem alguns problemas. Mas cavou! Absolutamente é para ver nos cinemas!!”

“Misture os filmes de Jason Bourne, a série The Americans e o estilo da MArvel e você terá Viúva Negra (ou o que eu chamarei agora, “O momento que Florence Pugh dominou o mundo”) … Definitivamente, fique para a cena pós-créditos”

“É um dos melhores filmes solo da Marvel.

Do começo ao fim, o filme é ótimo. Excelentes surpresas, momentos emocionais da personagem, ação violenta e Scarlett Johansson finalmente consegue colocar tudo no papel.

A diretora Cate Shortland acertou em cheio. Bravo.”

 

Lembrando que ‘Viúva Negra‘ estreia em 08 de julho nos cinemas simultaneamente com o lançamento na Disney+ por meio do Premier Access, custando R$69,60.

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Assista um teaser de ‘Jurassic World 3: Domínio’

Foi divulgado um teaser de Jurassic World: Domínio‘, para promover a prévia de 5 minutos de duração que estará anexada com as sessões IMAX de ‘Velozes e Furiosos 9‘ nos EUA no dia 25 de Junho.

Jurassic World: Domínio‘ chegará aos cinemas em 10 de junho de 2022.

Assista:

O filme vai trazer de volta os atores Laura Dern, Sam Neill e Jeff Goldblum, além de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

Colin Trevorrow dirige.

‘American Horror Stories’: Série derivada de ‘AHS’ ganha cartaz ARREPIANTE; Confira!

Através do Twitter, o prolífico realizador Ryan Murphy divulgou um novo cartaz de  American Horror Stories, série derivada de American Horror Story que tem estreia marcada para o dia 15 de julho no Hulu.

Confira, junto ao mais recente teaser:

Com poucos detalhes divulgados, sabe-se que os episódios serão histórias curtas de uma hora cada, em vez de temporadas completas. Além disso, Sarah Paulson ficará responsável pela direção de alguns capítulos.

Kevin McHale (‘Glee’), Dyllón Burnside (‘Pose’), Charles Melton (‘Riverdale’) e Nico Greetham (‘The Prom’) irão participar da primeira temporada. Evan Peters também retorna para seu papel de Tate Langdon.

Lembrando que a série principal caminha para sua 10ª temporada. Intitulada American Horror Story: Double Feature’, o primeiro episódio estreia em 25 de agosto.

Sci-fi distópico vira a nova sensação entre os assinantes da Netflix; Confira!

Recentemente, chegou ao catálogo da Netflix o eletrizante sci-fi ‘Beyond Skyline‘, que tem conquistado os assinantes da plataforma por misturar a temática futurista com suspense e ação.

Lançado em 2017, o longa é uma sequência de ‘Skyline ‑ A Invasão‘, mas é ambientado simultaneamente aos eventos que ocorreram no primeiro filme, lançado em 2010.

Escrito e dirigido por Liam O’Donnell em sua estreia na função,a sequência acompanha o detetive Mark Coley (Frank Grillo) enquanto tenta sobreviver e superar seus limites durante uma invasão alienígena à Terra.

Na tentativa de encontrar seu filho desaparecido, ele invade uma nave alienígena e acaba aterrissando no sudeste da Ásia, onde forma uma inesperada aliança com um grupo de rebeldes que lutam contra a tirania alienígena.

Unindo sua força de vontade com a logística militar do grupo rebelde, Coley dá início a uma missão para desestabilizar a base alienígena, reencontrar seu filho e dar um fim ao domínio dos dos inimigos de uma vez por todas.

Infelizmente, o longa foi um fracasso comercial, arrecadando míseros US$ 992 mil pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 20 milhões.

No entanto, a aceitação da crítica foi bem razoável, dando ao filme 67% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Mesmo com uma recepção mediana, um terceiro filme foi lançado em 2020 para fechar a trilogia, mas ainda não está disponível na Netflix.

Além de Grillo, conhecido como o Ossos Cruzados no MCU, ‘Beyond Skyline‘ também conta com, Jonny Weston (‘Divergente’), Lindsey Morgan (‘The 100’), Callan Mulvey (‘Vingadores: Ultimato’), Bojana Novakovic (‘Aves de Rapina’), Antonio Fargas (‘Todo Mundo Odeia o Chris’) e Iko Uwais (‘Snake Eyes’).

Assista ao trailer:

Crítica | Holiday – O confronto emocional entre luxo e a violência sem limites

Após dois curtas-metragens e ter assinado o roteiro do polêmico filme Border, a cineasta sueca de 43 anos Isabella Eklöf chega ao seu primeiro longa-metragem na direção dando um grande bico na porta contando a trajetória de uma ingênua jovem e seu relacionamento abusivo com um gângster durante a passagem deles na cidade portuária de Bodrum, na Riviera turca. História impactante, cenas pesadíssimas, que embrulha o estômago mas faz refletir sobre a questão da redenção dentro de um camuflado deslumbre, se existe ou não. Holiday está disponível no ótimo catálogo do streaming Reserva Imovision.

Na trama, conhecemos Sascha (Victoria Carmen Sonne), uma jovem que desembarca em um aeroporto na Turquia para passar um tempo na casa de praia do namorado bandido Michael (Lai Yde) e acaba encarando uma normalidade de violência e abusos dentro do universo do namorado. Quando parece que começa a perceber que há algo errado, ou pelo menos que deseja sair daquele universo mesmo que de maneira não convicta, ela conhece um velejador holandês mas Michael não deixará as coisas irem para o rumo que estavam caminhando.

Selecionado para o Festival de Sundance no ano de 2018, Holiday, aborda paralelos que nos fazem entender melhor a protagonista, consumida por uma ingenuidade tamanha. Por exemplo, o medo vira um paralelo para o ar dessa ingenuidade que envolve a personagem, escolhas aparecem mas o deslumbre para com uma vida de luxo e a acomodação de uma falsa liberdade parece que a deixam confusa a todo instante, mesmo seus instintos a levando para uma busca por uma outra realidade pois aquilo que vive não pode ser nem de longe um padrão para uma vida calma e tranquila. Nada ao seu redor a ajuda nesse caminho complicado, a chegada do velejador holandês parece que desperta nela uma reação de esperança, quase uma desconstrução sobre a sua visão daqueles dias naquele lugar.

Violência física, psicológica, o filme é recheado de fortes cenas que deixarão o espectador impactado. Esse poder de atingir chocando é o caminho tomado por Eklöf para mostrar os rumos sem volta da vida, por escolhas que estão na nossa frente mas, com todos os obstáculos, às vezes não nos fazem enxergar.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 36: Paulo Fontenelle

Nessa vida temos encontros e desencontros. A internet veio para bagunçar isso tudo e para quem é esperto conseguir se aproximar de ídolos ou apaixonados por cinema que nunca teria a chance de conhecer os pensamentos se a distância entre os dois pontos não existisse, como é agora no planeta internet. Dividir curiosidades sobre o gosto cinéfilo é um grande exercício que todos nós cinéfilos adoramos descobrir. Esse especial chega exatamente para apresentar universos diferentes do seu mas sempre com um grande amor ao cinema como o seu.

Produtor, roteirista e diretor. Paulo Fontenelle tem uma vasta carreira no audiovisual brasileiro. Grande cinéfilo, já dirigiu documentário, filme de suspense, comédia, além de seriados, um inclusive rodado dentro de um cinema. Sempre tranquilo e bom de papo, o nosso convidado de hoje tem muita coisa boa para nos contar. Uma grande honra ter o Paulo aqui nesse nosso especial.

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação?

Detalhe o porquê da escolha. Artplex. Porque tem uma programação variada, tantos com filmes de arte quanto com filmes comerciais.

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.

 E.T. – O extraterrestre.

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Difícil nomear um diretor favorito, pois eu sou um cara que gosto dos mais variados gêneros. Vou desde Terrence Malick até SpielbergKubrick, Bunel, Coppola, George Lucas, Tornatore, Hitchcock, Capra, Chaplin, Kusturica, Sabu, Wong Kar Wai, Park Chan-Wook, John Hughes, Bergman, Blake Edwards. A lista segue imensa, não tenho como nomear um diretor só.

4) Qual seu filme nacional favorito e porquê? 

Sou péssimo nessa questão de filmes favoritos. Não tenho aquele filme que me marcou acima de todos os outros. Penso em vários, temos vários filmes brasileiros geniais.

 

5) O que é ser cinéfilo para você?

Ser cinéfilo sempre foi gostar de ver muitos filmes, dos mais variados gêneros e formatos, mas hoje também adoro séries. Então acho que o termo tomou um significado maior, em relação ao audiovisual como um todo.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

De cinema em si, não. Mas com certeza por pessoas que entendem do business cinema e do que tem mais chance de retorno de bilheteria. Entendo que o foco das salas de cinema é (e precisa ser) esse, o de vender ingresso, mas as vezes sinto falta de um risco maior, principalmente por filmes brasileiros.

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Não. Cinema é um ritual. É algo que você faz com seus filhos no final de semana. Cinema não é só ver filmes, é sair de casa, comprar o ingresso, a pipoca, o lanche. Meus filhos farão com os deles e assim por diante. É eterno.

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Tem um milhão de filmes desconhecidos que nem entram em listas cults. Mas o que me vem a cabeça imediatamente e que acho que quase ninguém viu é o Postman Blues do Sabu.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Acho que sim. Com higienização e distanciamento entre os espectadores, mas acho difícil as pessoas irem ao cinema antes da vacina.

 

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Acho que está melhorando, mas ainda temos muito a crescer. O problema do cinema brasileiro é cultural, de formação mesmo. O grande problema é que as referências de nossos profissionais são novelas e teatro, porque isso foi o mais forte no Brasil por muitos anos. Agora está mudando, mas as séries estão ganhando mais força do que os longas. Eu fui professor em uma universidade de cinema e senti na pele o complicado dessa formação. Além do que, temos poucas oportunidades para os jovens que estão começando. Mas acho que de uns anos pra cá temos melhorado muito em qualidade técnica e produzido muita coisa legal.

 

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Engraçado que eu não tenho essa cultura da idolatria. E então não tem ninguém que eu não perca um filme. Mas tem sempre os que chamam mais sua atenção.

12) Defina cinema com uma frase: 

A melhor terapia de todas.

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

Engraçado. Estou aqui tentando lembrar de uma história, mas tá difícil. Quando vou ao cinema não me ligo muito no universo a minha volta. Desligo mesmo. O que é ótimo. Claro que já vi bebês chorando, pessoas que não calam a boca, brigas por causa de celular e porque pessoas insistem em chutar nossas cadeiras, mas nada muito fora do comum. Um amigo me contou sobre dois caras que chegaram as vias de fato por causa disso e as namoradas, ao invés de apartar, acabaram brigando também, mas eu não estava nessa sessão. Uma história triste e desesperadora (Rs) foi quando eu fui ver Vingadores: Guerra infinita. Eu fui sozinho e fiz questão de ir numa segunda de tarde, pra pegar o cinema vazio. Na bombonière tinha uma promoção de coca-cola 500ml, como o filme era longo, acabei comprando. O problema foi que coca-cola associada ao ar condicionado super frio (por conta do cinema vazio) é o maior diurético do mundo. A vontade insuportável de fazer xixi demorou, mas surgiu assim que o Thanos chegou em Wakanda. O problema é que ainda teve uns 20 minutos de filme. Levantei rapidamente depois que ele estalou o dedo, mas lembrei da cena pós créditos e sentei de novo. Acho que foram os maiores créditos de filme da minha vida e talvez um dos xixis mais aliviadores. Kkkkkkkkkk

 

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

Coisas que só o cinema permite que aconteçam.

15) Você é cineasta. Qual dica você daria para os jovens que sonham em ser diretor de cinema? O mercado audiovisual no Brasil é muito complicado?

Eu não mentiria. Nosso mercado é muito complicado mesmo. Pra fazer cinema no Brasil você precisa ter muita certeza do que quer. E então se for realmente o que você deseja, o primeiro conselho é ver filmes, ver making ofs, se informar o máximo que você possa sobre técnicas e sobre teoria. E então procure participar de produções, fazer assistências, trabalhar com pessoas legais. E seja sempre humilde. Não, você não sabe mais do que as pessoas que já fazem isso há anos só porque você viu mil filmes e tem um bom gosto cinematográfico. Seja humilde, escute as pessoas, aprenda. Seu maior erro será sempre o seu ego. Ele vai te fechar portas, te afastar de pessoas legais. Meu principal conselho é a humildade.

16) Você tá com um filme fraquinho aí pra ser lançado, um documentário sobre a banda Blitz. Nos fale como teve a ideia desse projeto.

Na verdade o documentário da BLITZ não foi uma ideia minha, foi um convite da produtora Vira Lata, através do produtor Gabriel Correa e Castro. O editor Bruno Miod estava dando aulas de finalcut para o Evandro Mesquita e teve a ideia do filme. Eu estava escrevendo o roteiro do documentário do Palace 2 para a Vira Lata na época, já conhecia o Gabriel há muito tempo e ele conhecia o meu trabalho como documentarista, então rolou o convite. E foi uma experiência incrível, não só fazer o filme em si, mas a parceria com o Gabriel e toda a equipe. Tanto que já temos outros projetos juntos em desenvolvimento. A história da BLITZ é única. A maior parte das pessoas só conhece a banda, as músicas, mas não tem ideia da revolução que ela causou na música brasileira, Não tem noção de que, se não fosse a Blitz, talvez não tivesse acontecido o Rock BR, que veio logo depois e revelou tantas bandas que nós amamos. Fora isso, quando eu faço um documentário me envolvo muito com meus documentados. É natural que criemos uma relação, porque eu acabo entrando na intimidade de suas vidas. Pode me aproximar de pessoas de quem fui fã quando criança foi demais. A Blitz foi a união de vários gênios da música, do teatro, do design e do audiovisual.  São tantos nomes que eu nem tenho como listar aqui sem deixar ninguém de fora.

 

17) Qual o pior filme que você viu na vida?

Já vi muitos filmes ruins, mas o que me marcou ultimamente como uma das piores coisas que já vi (senão a pior) foi o final de uma série chamada Transparent. Eles fizeram um episódio longa-metragem de duas horas de duração para encerrar a série, pois tiveram problema com o elenco. É horroroso. A série mistura, em suas temporadas, drama, comédia, conteúdo forte. Esse longa final é um musical idiota e o pior é que não respeita nada o que vimos do desenvolvimento dos personagens durante 4 ou 5 temporadas. Pra você ter uma ideia, uma mulher, que vimos como um rabina judaica om problemas de relacionamento, mas uma pessoa normal, começa a dançar do nada, vestida de sado masoquista e o pior, ela faz parte de um “clube” para meninas que ficaram menstruadas. É realmente o pior de todos, indescritível.

18) Você foi o diretor de um seriado que se passa em um cinema. Você pode falar mais sobre esse projeto e quando lança?

Sim. Coincidentemente acabei de trabalhar em dois produtos audiovisuais que tem relação direta com salas de cinema. A série Cinema Café e um filme de terror. A série conta a história de um casal de amigos que investem num cinema de rua e o transformam num multiplex. Ela é focada em filmes comerciais, que façam bilheteria, pois precisa pagar o investimento e fazer a roda girar. Ele é apaixonado por filmes de arte. A guerra dos sexos é inevitável. Cinema Café é uma comédia com grande elenco. Paloma Duarte, Bruno Ferrari, Aline Riscado, Camilo Bevilaqua, Juliana Silveira, Heitor Martinez, Alexandre Lino, Saulo Rodrigues, Rosane Gofman, entre vários outros. Está praticamente pronta, mas o lançamento depende do canal exibidor. Com a pandemia tudo foi adiado e os prazos estendidos. A série foi toda filmada no cinema Reserva Cultural em Niterói, uma locação maravilhosa que, além de ser uma obra de Oscar Niemeyer, ainda por cima tem uma vista linda da Baia de Guanabara.

Opinião | Como ter Rob Zombie na direção de ‘Os Monstros’ pode ser um fator problemático

Identidade narrativa do cineasta não dialoga bem com projetos diferentes dela

Por meio de uma postagem recente em suas redes sociais o diretor Rob Zombie confirmou que está desenvolvendo sua própria versão do icônico seriado dos anos 60, Os Monstros. Uma rápida explicação: o conceito geral da série gira em torno da mencionada família monstro que é formada por representantes famosos do universo do terror em que cada um deles desempenha uma função tradicional como filho, mãe, pai e etc., porém, a figura do pai é o monstro de Frankenstein, a mãe é uma vampira, o avô um Drácula envelhecido e o filho pequeno um filhote de lobisomem.

Não é difícil comparar Os Monstros com a Família Addams, por exemplo, até pela premissa similar de ambos os programas: personagens extravagantes, visível inspiração gótica na composição estética e como as duas famílias agem como qualquer outra (pelo menos no limite do que era aceitável para o público consumidor em meados do século XX), e ainda assim sofrem preconceito de terceiros por serem evidentemente diferentes do que se tinha por “normal”.

Não que ambos os programas tentassem ser críticas veladas à sociedade; enquanto A Família Addams nasceu de tirinhas de jornal, Os Monstros era apenas um sitcom familiar feita nos moldes do que era tendência do gênero nos anos 60 e encomendada por um canal de televisão. Mas ainda assim eles contavam com uma identidade natural, embasada em um tom leve, que foi essencial para que seus nomes não ficassem perdidos no tempo.

Leia também: Conheça o clássico ‘Os Monstros’ – que vai virar filme de Rob Zombie em breve

O sucesso de “Os Monstros” reside em sua simplicidade e leveza

Logo, então, entra Rob Zombie com seu estilo muito característico e que ele exibe com orgulho em todas as suas produções, tanto cinematográficas quanto musicais (com sua antiga banda de heavy metal White Zombie). Esse visual costuma ser aquele comumente associado a esse gênero musical: muito gore, referência à violência, apologia a assuntos tidos como tabus sociais.

Zombie surgiu para o cinema com o longa A Casa dos Mil Corpos em 2003 com experiência prévia em produzir videoclipes durante o final dos anos 90. Esse primeiro filme é bem honesto no sentido do diretor apresentar pela primeira vez a um grande público o tipo de narrativa e visual que ele gostaria de adotar para o resto da carreira; fora que a trama sobre uma família que comete crimes bastante violentos utilizando fantasias seria reaproveitada em outra produção do cineasta no futuro.

Em 2005 ele lançou a sequência Rejeitados pelo Diabo para também servir como um segundo capítulo de uma trilogia que teria conclusão em 2019 com Os 3 Infernais. Ainda assim, ressalta-se que o diretor jamais abandonou seu estilo estético, ainda que continuasse insistindo em certos erros que naturalmente viriam desse estilo.

 

“A Casa dos Mil Corpos” foi o primeiro longa de Rob Zombie

Foi somente por volta de 2007 que ele atingiria um público maior do que seu nicho quando assumia o reboot de Halloween, a famosa franquia do slasher iniciada em 1978 por John Carpenter – e aqui foi o primeiro choque real entre o estilo de Zombie com algo que era totalmente o oposto. O que tornou Halloween uma produção marcante foi uma mistura ideal de timing e ritmo de narrativa.

O primeiro porque o filme veio em um período de transição do terror, muito antes da invasão dos found footage e na véspera da concretização do slasher como subgênero lucrativo nos anos 80. Não à toa a ambientação de Halloween é um subúrbio aparentemente pacato, o último lugar que se esperaria uma matança. 

Sabendo disso, Carpenter entendeu que esse tipo de trama com esse tipo de cenário pedia uma narrativa mais sutil e gradativa do que filmes previamente lançados naquela década (Massacre da Serra Elétrica e Aniversário Macabro por exemplo) que exploraram muito mais abertamente o uso de elementos de gore para chocar a audiência. Esse foi um elemento essencial para que a história de Michael Myers se tornasse memorável, o terror de um assassino escondido na casa ao lado que vai se aproximando lentamente da protagonista era algo bem aceitável.

Em 2007, Rob Zombie transformou Michael Myers em uma representação de seu estilo

Porém, se teve algo que Halloween de 2007 ficou conhecido isso não foi sutileza; Zombie desejou conceder mais tempo de tela a como Michael Myers se tornou um assassino implacável mas para isso ele precisou lançar os personagens em seu próprio mundo de exageros; com isso os pais de Michael foram transformados em figuras ausentes e abusivas (algo jamais mencionado na obra original), sua irmã virou uma figura perversa com ele e sua relação com o psiquiatra Dr. Loomis se provou como um ato de exploração vindo do próprio médico.

A visão mais “sombria” que Zombie teve para a franquia se repetiu na sequência, Halloween II, lançando mão de mortes cada vez mais gráficas e sanguinárias. Apesar de ser uma marca registrada do gênero slasher, essa nunca foi uma característica do filme de Carpenter (que tinha um baixo número de assassinatos quando comparado com outros exemplares). O estilo visual e narrativo de Rob Zombie tem a necessidade de chocar o público, fazê-lo olhar para o outro lado e isso não é errado. O problema começa quando nada disso atua em prol da narrativa ou melhor construção dos personagens.

Isso elimina virtualmente qualquer chance da construção de um suspense efetivo pois o excesso de mortes condiciona o público a esperar por esse tipo de acontecimento, resta apenas se questionar como ele será ou quão violento. O diretor Alfred Hitchcock uma vez definiu o suspense como: “A maneira mais poderosa de captar a atenção é o suspense. Pode ser tanto o suspense inerente a uma situação, quanto o suspense que faz a audiência se perguntar o que vai acontecer a seguir? – é de fato vital que eles se façam essa pergunta”. Suspense nasce da sutileza e isso não existe no estilo do músico cineasta.

Na sequência de “Halloween” o diretor mergulhou ainda mais no seu próprio estilo

Mas e quanto à comédia, visto que esse é o elemento central do seriado Os Monstros? No que concerne a filmes como A Casa dos Mil Corpos e as sequências, Zombie já flertou com o uso de humor ácido nessas obras, principalmente em torno do personagem Capitão Spaulding. Como essa ferramenta seria empregada com os membros da família monstro já é outro assunto.

Ter uma identidade visual é importante para qualquer cineasta, ainda que não seja imperativo. Alguns passam a carreira inteira sem estabelecer esse tipo de referência enquanto outros criam comunidades inteiras de fãs e aprendizes ao redor desse estilo; dois exemplos do tipo são Terrence Malick com seus movimentos de câmera contemplativos e Wes Anderson com a costumeira obsessão por tomadas centralizadas e harmonizadas. O desafio é achar um projeto que case com essa visão.

Até o momento do fechamento deste texto ainda não há qualquer informação sobre essa adaptação de Os Monstros que não seja a confirmação pelo próprio Zombie que ele estará envolvido (e provavelmente sua esposa, Sheri Moon também, visto que ela é figurinha carimbada em todas as suas obras), ou seja, sem elenco anunciado ou trama. O que se tem é o histórico do diretor e a versão original do programa em uma rota de colisão problemática.