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Suposta sinopse COMPLETA de ‘Homem-Aranha 3’ vaza e anuncia retorno de Tobey Maguire e Andrew Garfield

O segundo trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ será lançado amanhã, dia 16, e a sinopse completa oficial pode ter sido revelada antes da hora.

A rede de cinemas dinamarquesa Nordisk Film Biografer atualizou a ficha do filme hoje, com a nova sinopse… que parece confirmar o que os fãs já sabiam.

“Pela primeira vez, o Homem-Aranha não pode mais se esconder atrás da máscara, e ele não pode mais separar sua vida de super-herói de sua vida normal. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, ainda mais perigos entram em jogo, forçando-o a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

O filme apresentará de maneira sombria o multiverso na série de filmes da Marvel, e as versões anteriores do Homem-Aranha, bem como vários vilões de Homem-Aranha (2002) e O Espetacular Homem-Aranha (2012) aparecerão.”

Segundo o site The Direct, o embargo para as primeiras reações dos críticos caem no dia 14 de dezembro, as 2h 30m da madrugada (horário de Brasília).

Os sites CBR e BSL afirmam que a Marvel Studios e a Sony Pictures não exibirão o filme na íntegra para a imprensa para evitar que os jornalistas soltem spoilers do filme.

Os veículos afirmam que as exibições para a imprensa terão apenas cerca de 40 minutos, dando aos jornalistas material suficiente para lidar com as entrevistas e divulgações, sem poderem revelar nenhum dos segredos mais profundos do filme.

A versão completa será exibida na première do filme, para que os jornalistas ainda tenham tempo de fazer as críticas.

Resta pouco mais de duas semanas para a estreia e é possível dizer que este foi o filme com mais vazamentos na história da Marvel Studios.

Independentemente de alguns vazamentos serem verídicos ou não, isso certamente afeta o filme e se transforma em um desafio para a equipe por trás da produção.

Antes do lançamento do filme, o elenco e a equipe sofreram com centenas de perguntas sobre temas específicos dos vazamentos…

Um exemplo foram as inúmeras entrevistas que Andrew Garfield concedeu ao longo dos últimos meses.

Apesar de ter negado sua participação na sequência, o mundo inteiro acredita que ele vai reprisar seu papel como o Peter Parker de ‘O Espetacular Homem-Aranha’.

Acontece que, se ele não estiver no filme, a Sony e a Marvel Studios estão com uma bomba prestes a explodir em suas mãos.

Durante uma entrevista para o Fandango, a produtora Amy Pascall tocou no assunto e disse que qualquer coisa dita de forma equivocada pode soar como uma bomba.

“Este é um assunto difícil de abordar. Não queremos estragar as coisas para os fãs, sabe? Um dos maiores problemas dos filmes é quando as pessoas sabem tudo o que vai acontecer antes de entrarem no cinema.”

Ela continuou:

“Mas então, nós tentamos garantir que as pessoas tenham a experiência completa quando vão ao cinema. E sim, você tenta nunca confirmar nada em nenhum filme, mas este é um grande problema porque qualquer coisa que dissermos será interpretada [de forma positiva ou negativa].”

Lembrando que a sequência estreia em 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Por que as mulheres não podem realizar EXORCISMO? Diretor de ‘A Luz do Demônio’ responde!

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o cineasta alemão Daniel Stamm, responsável pela direção do terror ‘A Luz do Demônio‘ (Prey for the Devil).

Na entrevista, Daniel revelou se acredita em exorcismos e explicou por que as mulheres não podem realizá-los.

“Nós acabamos de gravar uma entrevista com um exorcista real. Nós o perguntamos a mesma coisa, e a resposta dele foi interessante sobre o motivo de mulheres não poderem ser exorcistas. Ele disse que os exorcistas oficiais são os Bispos. Os Bispos são os herdeiros dos Apóstolos de Jesus, que eram todos homens. No pensamento da igreja católica, os Bispos não podem ser mulheres, pois são os descendentes dos Apóstolos. Os Apóstolos eram todos homens, não sei o motivo. Deve estar na bíblia, em algum lugar. É por isso que a resposta para sua pergunta é ‘não’.”, afirmou.

Assista a entrevista e a crítica e siga o CinePOP no YouTube:

 

Perseguida por um demônio que tenta alcançá-la, a Irmã Ann (Jacqueline Byers) luta contra essas forças malignas desde sua infância quando o mal entrou em sua mãe. Ao ouvir vozes, a mãe machucava a filha e essas marcas mudaram toda sua história.

Já adulta, a jovem freira trabalhar em um hospital religioso onde também acontecem aulas de exorcismo oferecidas apenas para Padres. Ao sentir o mal novamente se aproximar, ela consegue uma autorização especial para estudar sobre o ritual Sagrado. O que Ann não imaginava, é que o demônio que a desejava trará seu passado mais traumático e sombrio de volta.

O longa foi escrito por Robert Zappia (‘Halloween H20: 20 Anos Depois‘).

Crítica | Cidade Perdida – Netflix lança uma das MELHORES comédias românticas dos últimos anos com Sandra Bullock e Channing Tatum

As comédias românticas atingiram o seu auge nos anos 90 e 2000 com grandes musas do cinema encantando audiências do mundo inteiro com histórias de amor que nos faziam se apaixonar. Entre um filme e outro de Meg Ryan, surgiram duas grandes estrelas que se tornaram as principais representantes do subgênero: Julia Roberts e Sandra Bullock.

Com filmes cada vez mais clichês que começaram a cansar o público, as comédias românticas foram desaparecendo lentamente dos cinemas e as poucas que eram realizadas estreavam direto no streaming e repetiam fórmulas já conhecidas e ultrapassadas, enterrando e desvalorizando o subgênero. Eis que precisava de uma rainha para provar que as comédias românticas ainda vivem e podem encontrar seu público e fazer sucesso, e Sandra Bullock voltou aos cinemas para realizar o feito. E sim, ela foi muito bem sucedida.

‘Cidade Perdida’ finalmente estreou na Netflix e traz uma lufada de ar fresco ao misturar da maneira ideal e brilhante a comédia romântica com ação, aventura e drama, relembrando aqueles clássicos filmes que outrora assistíamos na Sessão da Tarde e nos encantávamos, vide ‘A Múmia‘.

Em seu retorno triunfal, Sandra Bullock interpreta a amargurada autora Loretta Sage – que escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Channing Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash.”

Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.

Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.

A química e o carisma de Sandra Bullock e Channing Tatum é um deleite e o ponto alto do filme. Quando o casal está em tela, somos bombardeados com diálogos impagáveis e humor astuto e inteligente que consegue tirar gargalhadas. Aos 57 anos, Bullock está mais linda e à vontade do que nunca, mesmo usando o tão falado e desconfortável macacão de lantejoulas. Tatum cria um personagem hilário e amável que vai conquistar a audiência.

Daniel Radcliffe mostra seus dotes de atuação como um vilão maquiavélico e charmoso, se afastando da imagem de ‘Harry Potter‘ e se provando como um ator multifacetado. E o que falar de Brad Pitt? Apesar de sua participação especial ser curta, é uma das melhores e mais divertidas coisas do filme. Simplesmente impagável.

A roteirista Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘, consegue inovar o subgênero com uma história apaixonante e personagens deliciosos, além de criar piadas realmente engraçadas e momentos icônicos – dirigidos de maneira invejável pela dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers‘). Eles realmente sabe como entreter e tirar o melhor de seus atores.

‘Cidade Perdida‘ pode não inventar a roda, mas ele certamente consegue surpreender. Com uma trama rebuscada e um elenco de ouro, temos um daqueles filmes deliciosos que nos deixa com um sorrisão no rosto e de bom humor… E nos tempos que estamos vivendo, isso é tudo que precisamos…

 

Netflix irrita assinantes após cancelar SEIS produções, incluindo sua “melhor série”

Ao longo dos últimos anos, a Netflix vem recebendo bastante críticas por seus frequentes cancelamentos de séries, muitos delas consideradas atrativas e promissoras por grande parte dos assinantes.

No mais recente anúncio de cancelamentos, a plataforma de streaming divulgou que não iria renovar seis de suas séries, incluindo ‘Sombra e Ossos‘, considerada por muitos como a melhor adaptação literária presente no catálogo.

Os outros cancelamentos incluem as animações ‘Agent Elvis’ e ‘Capitão Fall‘, o drama ‘Glamorous‘ e comédia sci-fi ‘Farzar‘. E o mais chocante de todos: ‘Ratched‘, estrelada pela vencedora do Emmy Sarah Paulson, que tornou-se uma das produções mais assistidas da plataforma ao mostrar a juventude da personagem Mildred Ratched, de ‘Um Estranho no Ninho‘. 

A informação veio direto de Paulson em um vídeo postado em uma fan page do Twitter.

Ao ser questionada se haverá uma 2ª temporada, a estrela faz uma expressão de decepção e simplesmente responde: “Não. Não.”

Relembre as séries que foram CANCELADAS em 2024… Até agora!

De acordo com The Independent, a causa dos cancelamentos foi devido às greve de roteiristas e atores que aconteceram este ano, já que “as plataformas de streaming estão tendo que tomar decisões sobre suas propriedades existentes, e espera-se que muitos possam sofrer um corte prematuro devido ao aumento dos custos depois que a produção de todos os projetos foi paralisada enquanto os roteiristas e atores protestavam por uma compensação mais justa”.

O cancelamento de ‘Sombra e Ossos‘ deixou vários fãs chateados, e alguns ainda torcem para que a decisão seja revertida.

A série de fantasia é baseada nos romances do denominado Grishaverse, de Leigh Bardugo, que inclui três livros de ‘Sombra e Ossos’ e dois livros de ‘Six of Crows‘.

Embora tenha tido sucesso o suficiente entre o público, parece que a Netflix não vai voltar atrás.

Após a repercussão, Bardugo se manifestou sobre a decisão.

Em seu perfil do Instagram, ela publicou um texto, dizendo:

“Amigos, vocês provavelmente já ouviram falar que não haverá terceira temporada de ‘Sombra e Ossos’ e nenhum spinoff de ‘Six of Crows’. A notícia me atingiu duramente. Estou com o coração partido e profundamente decepcionada, mas também estou tentando manter minha gratidão. A maioria dos autores nunca consegue ver seu trabalho adaptado. Muitos que o fazem acabam se arrependendo da experiência. Eu sou um daqueles poucos sortudos que conseguem olhar para uma adaptação com orgulho e tremenda alegria. Sou muito grato aos nossos roteiristas, à nossa equipe e ao nosso elenco extraordinário, que não são apenas extremamente talentosos, mas também pessoas genuinamente boas.”

Ela continua:

“Acima de tudo, eu quero dizer o quanto sou grato às pessoas que estão lendo isso – quer você tenha encontrado os livros primeiro ou os descoberto através do programa. O Grishaverse é um lugar melhor por sua causa e estou muito grato por cada tweet, postagem, comentário, resenha, arte, fic, tatuagem e cosplay que ajudaram a tornar tudo isso possível. Somos pessoas de livros e isso significa que nunca paramos de imaginar que a magia pode se tornar real. Vocês são a prova disso. Agora, eu vou chorar e talvez tomar uma bebida e depois ver aonde a história nos leva a seguir. Sem lamentações, Leigh.” 

Remake de ‘O Vingador Tóxico’ ganha imagens INÉDITAS dando destaque a Peter Dinklage; Confira!

O remake de ‘O Vingador Tóxico’, estrelado por Peter Dinklage, ganhou seu cartaz.

O longa recebeu 92% de aprovação dos críticos, e chega aos cinemas estadunidenses em 29 de agosto – ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

vingador tóxico

Na trama, Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original. 

No ano passado, o longa estreou no festival Fantastic Fest, e foi muito bem recebido pelo público e pelos críticos.

Confira as reações:

‘O Vingador Tóxico’ é um deleite insano/sangrento. Um conceito radical trazido (de volta) à vida por um time de pessoas que entende exatamente o que está fazendo e que não hesita. O tipo de filme que funciona como um escape muito prazeroso e bem insano – e que também parece uma celebração da magia do cinema, das coisas loucas que alguém pode criar com originalidade, efeitos práticos e muita paixão pelo gênero”.

‘O Vingador Tóxico’, de Macon Blair, parece um pouco menos com a Troma [Entertainment] e mais como um live-action da ‘Casa dos Horrores’ de ‘Os Simpsons’. Peter Dinklage revela um forte lado performático no nível de Ron Perlman. Achei muito divertido. Muitas pessoas vão odiar [o filme]”.

“Se um Paul Verhoeven de 1987 fizesse um filme para a Troma em vez de ‘Robocop’, você ganharia algo parecido com ‘O Vingador Tóxico’ de Macon Blair. Amei’.

“Se você queria ver Peter Dinklage enfiar a mão no ânus de alguém e arrancar as tripas, então você vai gostar de ‘O Vingador Tóxico’“.

“O novo ‘O Vingador Tóxico’ é muito divertido. Tem a mesma energia exagerada e o mesmo tom do filme original, mas com mais gore, uma maquiagem perturbadoramente linda e coração. Muito coração”.

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 02

OBSESSÃO OU OBSTINAÇÃO? O QUE OS MOVE?

 

Obsessão ou obstinação? O que move as personagens de Game Of Thrones – GoT? Boa parte das ações das personagens de maior destaque neste segundo ep. foram alimentadas pela obsessão ou pela obstinação, aí depende da sua simpatia pela figura. Os maiores destaques foram Arya (Maisie Williams), Brienne (Gwendoline Christie), Cersei (Lena Headey) e Daenerys (Emilia Clarke). Neste ep., elas tiveram uma postura entre a obsessão e a obstinação.

O ep. começou com a minha personagem favorita. Arya chegou à Cidade Livre de Braavos. A composição da sequência realçou a imponência da cidade, com especial destaque para o Colosso de Braavos. Ficamos tão embasbacados quanto a personagem. O capitão do navio a deixou às portas da Casa do Preto e Branco. Mas, não lhe abriram as portas. Logo, saberemos que o homem que negou o seu ingresso era, na verdade, Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha), com outro rosto. As cenas reforçaram que Arya retira força da sua obsessão.

Quem também se provou obsessiva – ou seria obstinada? – foi Brienne (Gwendoline Christie). Enquanto comiam em uma estalagem, Podrick (Daniel Portman) reconheceu Sansa (Sophie Tuerner). Brienne bem que tentou, mas as meias verdades de Baelish (Aidan Gillen) – quem diria que ele, um dia, diria (meias) verdades – conseguiram convencer Sansa a manter Brienne afastada. A sequência da perseguição de cavalos foi bastante interessante; o diálogo ao final, entre Podrick e Brienne, faz a gente ver o quanto ela não aceita a possibilidade do fracasso. A ambiguidade que Gwendoline Christie deu à cena não permite dizer se a personagem está obsecada e apenas recusa a reconhecer o seu fracasso ou se ela realmente é uma mulher obstinada.

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Cersei (Lena Headey) é mesmo uma das piores, mas ela ama seus filhos, e tema pela vida de Myrcella (Nell Tiger Free). Apesar da postura de Doran Martell (Alexander Siddig), irmão de Oberyn e rei de Dorne, Myrcella corre perigo com Ellaria Sand (Indira Varma) cega de vingança. O diálogo entre Cersei e Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) mostrou o seu lado mãe-obstinada; nessas horas, quase visto a camisa “I Love Cersei”. Mas, por sua obsessão pelo poder, fico com a camisa “I Hate Cersei”. Ela substituiu o pai no comando do títere Tommem Lannister (Dean-Charles Chapman).

Ainda na sua educação sentimental sobre como governar, confesso que minha visão sobre Daenerys (Emilia Clarke) mudou radicalmente. Até à sua performance às portas de Meereen, sempre achei que a Targaryen tinha um q de demagoga. Talvez isso seja influência do noticiário político brasileiro, mas, neste ep., ficou mais clara a integridade dela.

As cenas em Meereen foram uma aula sobre as dificuldades de se legitimar como líder. Não é nada fácil. Conciliar interesses, dosar corretamente severidade e bondade, perdão e punição. A cena do julgamento deixou claro que impor justiça sem legitimidade é algo extremamente difícil.

De alguma forma, Daenerys lembra-me Ned Stark (Sean Bean). Ambos são guiados por uma nobreza e um senso de justiça que, no caso de Ned, o levou à ruína. O desfecho de Daenerys dirá muito sobre a noção de justiça em Westeros.

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Ao norte, a Patrulha da Noite elegeu Jon Snow (Kit Harington) como seu novo líder. Antes, Stannis Baratheon (Stephen Dillane) havia lhe proposto deixar a Patrulha e unir-se a ele. Em troca, ele deixaria de ser um bastardo. Jon confessou para Sam (John Bardley) seu velho desejo de se tornar um Stark. Durante a eleição, Sam defendeu o nome de Jon, como o melhor para liderar o grupo. Por um voto (muito importante), Jon venceu.

Mais do que uma defesa, as palavras de Sam foram frutos da intimação. Ele não defendia apenas o nome de Jon Snow, mas dirigia-se para o próprio, lembrando-o da sua importância para a Patrulha. Sam percebeu que Jon ficou tentado a seguir a proposta de Stannis. Sem dúvida, Sam é um obstinado.

P.S.: Foi muito bom rever Bronn (Jerome Flynn). Ele se unirá a Jamie na missão de resgate de Myrcella.

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10 Filmes para você conferir quando tiver uma folguinha!

Em qualquer momento que conseguimos nos livrar um pouco do trabalho, assistir a um filme é sempre um ótimo programa! Para você que está nessa situação, segue abaixo uma lista com ótimas produções:

 

Temporada de Caça (Prime Video)

Na trama, ambientada numa cidadezinha fria no interior dos Estados Unidos, conhecemos Wade (Nick Noite) um policial local, com traumas familiares no passado, que vive um alvoroço no seu presente. Tentando se entender com a filha que vive com a ex-esposa e com os pensamentos sempre tumultuados sobre tudo que aparece em seu cotidiano, acaba ficando obcecado por um acidente de caça fatal, com um líder sindical, que acontece na região.

 

Número 24 (Netflix)

Na trama conhecemos um senhor de idade que se aproxima de algumas centenas de jovens em um auditório e começa a falar sobre sua visão e vivência em uma das piores guerras da história. Seu nome é Gunnar Sønsteby (Erik Hivju/Sjur Vatne Brean), uma figura famosa durante o conflito, um sabotador temido, cheio de disfarces, que atrapalhou os nazistas de muitas formas. Ao longo das quase duas horas de projeção vamos entendendo toda a luta e missões desse personagem meticuloso, que fez parte da resistência norueguesa quando os alemães tomaram seu país durante a segunda guerra mundial.

 

Irmãos Desastre (Sony One)

Na trama conhecemos Maggie (Kristen Wiig) uma mulher que vive com o marido Lance (Luke Wilson) mas esconde de todos não estar nada feliz. Prestes a fazer uma enorme besteira, é avisada que seu irmão Milo (Bill Harder) está com problemas. Assim, após 10 anos se verem, os dois embarcarão em uma jornada de altos e baixos.

 

Blitz (Apple Tv Plus)

Ambientado durante o primeiro ano da segunda guerra mundial, acompanhamos Rita (Saoirse Ronan em mais uma bela atuação), uma operária de munições, e sua escolha difícil de enviar seu filho George (Elliott Heffernan) para ficar em segurança num lugar longe dos conflitos mais intensos. Só que o garoto durante o caminho resolve voltar pra casa e embarca em uma jornada dolorosa onde acaba entendendo melhor todo o contexto que vive.

 

Jurado Nº 2 (MAX)

Com um forte trauma recente em seu passado e com problemas superados com bebida, o jovem Justin (Nicolau Hoult) está prestes a ser pai pela primeira vez e vive seus dias na expectativa ao lado da esposa Allison (Zoey Deutch). A calmaria muda quando ele é selecionado para o júri de um julgamento midiático e aos poucos percebe que está mais envolvido no caso do que imaginava.

 

Passagrana (Disney Plus)

Na trama, conhecemos Zoinhu (Wesley Guimarães), Linguinha (Juan Queiroz), Mãodelo (Elzio Vieira) e Alãodelom (Wenry Bueno), um grupo de amigos muito unidos que vivem de pequenos golpes pelas ruas da maior cidade brasileira. Após serem obrigados a pagar uma dívida com um policial corrupto (interpretado pelo excelente Caco Ciocler), aos trancos e barrancos, resolvem bolar um mirabolante plano para assaltar um banco. Durante esse processo, alguns deles passam por reflexões sobre sonhos e a própria vida.

 

Goyo (Netflix)

Na trama conhecemos Goyo (Nicolás Furtado), um homem inteligente que já tem um doutorado e trabalha como guia num museu de artes em Buenos Aires. Condicionado com Síndrome de Asperger, um estado do espectro autista, vive com sua irmã pianista Saula (Soledad Villamil), uma mulher superprotetora, em um belíssimo apartamento. Ele também é muito próximo de seu outro meio irmão Matute (Pablo Rago), um empreendedor de sucesso, dono de restaurante. Com a chegada de Eva (Nancy Dupláa), a nova segurança do Museu, uma mulher mais velha, com um relacionamento destrutivo com o marido frustrado, Goyo encontrará depois de muito tempo o amor mas também tudo que esse sentimento provoca.

 

Na Terra de Santos e Pecadores (Prime Video)

Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.

 

A Menina Silenciosa (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Cáit (Catherine Clinch), uma menina quieta que vive dias tensos com sua família disfuncional e distante em uma humilde casa. Durante o verão do ano de 1981, ela é enviada para a casa de Eibhlín (Carrie Crowley) e Seán (Andrew Bennett), parentes de sua mãe, um casal que perdeu o filho em uma tragédia. Chegando lá acaba descobrindo um novo sentido de lar, de relação familiar, e assim precisa lidar com novos acontecimentos que abrem o seu leque de percepções sobre a vida.

 

Blackberry (Prime Video)

Na trama, conhecemos Mike (Jay Baruchel) e Doug (Matt Johnson), dois amigos, nerds, que ditam o ritmo em uma micro empresa de tecnologia buscando algum dia alçar voos mais altos no setor de comunicação. Em certo momento, o destino da dupla se cruza com Jim (Glenn Howerton), um experiente homem de negócios que enxerga em um projeto dos amigos um grande potencial. Assim, entre decisões movidas pela emoção, amizades estremecidas e lidando de forma atabalhoada com a iminência da concorrência, no fim dos anos 90, nasceu o primeiro famoso smartphone da história, o Blackberry.

 

Crítica | O Escândalo – Três gerações de mulheres empoderadas brilham em drama

Até as Últimas Consequências

Durante séculos as mulheres lutaram por seus direitos de estarem mais incluídas na sociedade, fosse pelo trabalho ou pelo voto. Mas esta foi apenas a primeira vitória, pois uma nova e mais sórdida continua sendo travada em seus bastidores de emprego. O assédio sexual, moral, o abuso diário sofrido por mulheres nos mais variados âmbitos da vida profissional é uma premissa mais que digna para qualquer obra de arte, sejam livros, séries e produções cinematográficas. E é justamente o mote para este O Escândalo (Bombshell).

Capitaneado pela musa Charlize Theron, que além de protagonizar na pele da jornalista Megyn Kelly, produz o longa ao lado do diretor Jay Roach e do roteirista Charles Randolph, o projeto nasceu de uma história real ocorrida no coração de um dos veículos de extrema direita norte-americano, a Fox News. Por mais controversas que sejam as opiniões dos jornalistas contratados pelo canal (alguns sequer concordando com o que são forçados a dizer em rede nacional – o que cria todo um novo debate sobre jornalismo e moral), o foco do filme não é ideologia política e sim a conduta opressora dentro do local de tralho. E claro, empoderamento feminino.

Voltando ao parágrafo acima, embora não seja o foco, a ideologia não é esquecida, muito pelo contrário. O filme abre bem na época da fervorosa campanha política à presidência norte-americana que elegeu Donald Trump. O presidente dos EUA, como figura polêmica que é, não poderia escapar ileso. O Escândalo abre com a “guerra pessoal” entre a protagonista e o candidato durante uma entrevista. Um dos inúmeros acertos do longa é descortinar os bastidores de uma emissora de TV deste porte, onde o que mais importa são os números. Tal insight jornalístico o coloca ao lado de produções elogiadas como Rede de Intrigas (1976) e Nos Bastidores da Notícia (1987), dadas as devidas proporções.

A trama acompanha três mulheres, jornalistas, em fases diferentes de suas carreiras, mas todas trabalhando para a mesma companhia: Megyn Kelly (Theron) está na crista da onda e é uma das profissionais mais respeitadas da área; Gretchen Carlson (Nicole Kidman) é a veterana tirada do horário nobre para um programa sem muita audiência por não aceitar desaforo – ela se encontra em decadência até de fato ser demitida do canal; e Layla Pospil (Margot Robbie), do trio principal a única personagem criada para o filme, é a novata recém-chegada na emissora, com grandes sonhos e ambições. As três, mesmo sem saber inicialmente, estão ligadas por um ocorrido repugnante, que está intrinsecamente vinculado a suas carreiras profissionais: todas foram assediadas sexualmente pelo chefe, o diretor geral da rede, Roger Ailes (John Lithgow).

Só de termos um trio do porte de Theron, Kidman e Robbie, que são verdadeiramente a nata de suas gerações, já valeria o ingresso. Quando elas entregam atuações empenhadas neste nível, a coisa melhora o sabor consideravelmente. Não por acaso, Theron e Robbie estão indicadas no Globo de Ouro pro ano que vem, e possivelmente verão novas indicações ao Oscar no currículo (e quem sabe Kidman as acompanhe). O elenco de apoio é igualmente espetacular, com destaque para Lithgow, humanizando bastante seu crápula, um dinossauro fora de seu tempo.

O roteiro de Randolph é exímio, e repete as mesmas batidas que já havia entregue em A Grande Aposta (2015), sucesso no Oscar de alguns anos atrás. Seus diálogos expositivos servem para situar a audiência no complexo emaranhado de, não só quem é quem neste jogo, mas também como o jogo funciona. Estes são alguns dos casos onde exposição é bem-vinda, trabalhando a favor da narrativa e da construção da história. Fora isso, o roteirista tem tempo para criar diálogos memoráveis, os quais iremos repetir ao longo de todo o ano, ou quem sabe para sempre. Alguns dos mais divertidos se encontram na boca da Jess Carr de Kate McKinnon, a colega de trabalho de Robbie. O roteiro favorece o trio e suas coadjuvantes, dando espaço para todas brilharem, além de tratar o tema delicado com a seriedade que ele merece.

A direção de Roach – mais lembrado por ter comandado comédias de sucesso vide a trilogia Austin Powers e Entrando Numa Fria, mas igualmente escolado no cinema político e social, vide Virada no Jogo (2012), Trumbo – Lista Negra (2015) e Até o Fim (2016) – é dinâmica e fluída, movendo o ritmo de forma acelerada, e não dando descanso ao espectador. Seu filme faz com as palavras e trama, o que filmes de super-heróis fazem com a ação para a garotada: que é deixar todos grudados na tela, sem fôlego. Aqui, nos sentimos mais estimulados, por tratar de questionamentos reais e atuais. Só de pensarmos o quão próximo foi o ocorrido (em 2016), é de causar arrepios.

No quesito das escorregadas, a principal é a maquiagem que modifica os rostos de Theron e Kidman para deixá-las mais parecidas com suas contrapartes reais. Completamente desnecessário, o artifício mais nos distrai do que ajuda a contar esta história. Afinal, onde está escrito que para dar credibilidade a esta poderosa trama, é necessário que tais mulheres fiquem idênticas às personagens reais? O cinema é magia, faz de conta e saltos de fé. Essa história é mais importante do que apenas as mulheres que as envolve, é para todas as mulheres do planeta, e a identificação seria maior caso víssemos em tela as presenças de Theron e Kidman. Neste caso soa apenas como exercício prático para mostrar o que os profissionais do ramo de próteses, penteados e maquiagem são capazes de fazer. A de Kidman, no entanto, deixa a desejar, soando muito artificial.

Apesar de tal deslize e de uma montagem ligeiramente frouxa, O Escândalo mostra a que veio, indo direto ao ponto como uma faca no coração. Os avessos ao feminismo panfletário ou qualquer discurso unilateral podem descansar sossegados também, o longa não está aqui para unicamente levantar bandeiras, embora seja um filme denúncia. Seu maior mérito é o desenvolvimento de seus personagens, humanizando “vilões”, mostrando seu lado bom, e ao mesmo tempo apresentando as falhas das protagonistas, seja no lado da ambição ou na falta de sororidade. Erros que nos faz humanos e não propagandas ambulantes para qualquer causa. O problema existe, é real, deve ser combatido e erradicado. Mas as pessoas continuarão sendo apenas humanas.

Os Filmes de Terror Slasher que se apropriaram de Queridos Personagens Infantis Famosos

Todo gênero do cinema está restrito às suas convenções. Mas isso não quer dizer que mesmo dentro de uma caixinha, uma produção não possa ser confeccionada com muita criatividade, e algumas inclusive quebrando o molde e transcendendo para outros gêneros. Onde existe originalidade, existe um caminho. Infelizmente esse não é o caso com nenhuma das produções que iremos abordar nessa nova matéria.

Como dito acima, todos os gêneros possuem suas convenções e podem ser considerados repetitivos por parte de uma audiência que não os aprecia. Por exemplo, para uma determinada parcela do público, os filmes de super-heróis podem parecer todos iguais, mesmo que essa afirmação não seja de toda verdade. O mesmo acontece, por exemplo, com os filmes slasher, subgênero dentro do terror no qual a fórmula depende quase sempre de um assassino mascarado perseguindo e eliminando suas vítimas das formas mais criativas possíveis – até eventualmente ser derrotado no desfecho.

E bem, a maioria dos críticos já reclamava desta fórmula, digamos, de mau-gosto, desde a criação e consolidação do subgênero no fim dos anos 70 / início dos anos 80. Isso não impediu, porém, o sucesso de franquias como ‘Sexta-Feira 13’, ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Halloween’, ainda referências no estilo. Agora, mais velho, me pergunto se estes filmes significavam para mim e meus amigos na pré-adolescência, o mesmo que essas produções trash atuais significam para o público de hoje. Pode até ser, em seu conteúdo o significado é o mesmo, porém, existia um artesanato mais elaborado antes, tais filmes eram propriedade de estúdios que hoje são considerados majors, e entraram para a história.

Por comparação, as três franquias citadas estão mais para ‘Pânico’ e outros slasher mais renomados, do que estão para os filmes que iremos apresentar nessa lista. Estes são o lado B da coisa, e seriam mais equivalentes aos slasher mequetrefes dos anos 80 que tentaram pegar carona justamente no sucesso de franquias como as três citadas.

O que nos traz finalmente ao tópico da matéria. Na década de 2000, a dupla de diretores, produtores e roteiristas Jason Friedberg e Aaron Seltzer ficaram conhecidos de uma maneira muito negativa em Hollywood. A dupla entrou para a história por enterrar um subgênero: o das comédias paródias, cimentadas por ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’ e ‘Corra que a Polícia Vem Aí’. Tais filmes atingiram o seu ápice nos anos 90, mas nos anos 2000 seriam usados à exaustão no mais baixo denominador comum pela dupla, em uma série de filmes desprezíveis, que entrariam para a história como alguns dos piores de todos os tempos.

A dupla apenas usava como mote o nonsense e sugava de uma fórmula sem dar nada em troca. Assim surgiam “preciosidades” do nível de ‘Uma Comédia Nada Romântica’, ‘Deu a Louca em Hollywood’, ‘Espartalhões’, ‘Super-heróis: A Liga da Injustiça’, ‘Os Vampiros que se Mordam’, ‘Jogos Famintos’ e ‘Super Velozes, Mega Furiosos’, algumas das produções mais desprezíveis da história da sétima arte, que sequer podem ser consideradas obras cinematográficas.

O mesmo fenômeno se repete hoje, mas com um gênero diferente. O slasher sempre teve uma má reputação. E alguns produtores do cinema B estão dispostos a jogar seu nome mais ainda na lama. Isso porque esses oportunistas se aproveitaram do fato de que alguns dos personagens mais icônicos da cultura pop caíram em domínio público, perdendo seus direitos autorais, de propriedade de grandes estúdios, e resolveram lançar filmes slasher usando de suas figuras a fim de chamar atenção do público.

Porém, a maioria repete apenas uma fórmula pré-estabelecida, mudando apenas a máscara ou a forma do assassino, para que se assemelhe de alguma forma a um personagem clássico. Ah sim, e fazem o mínimo esforço para tentar inserir nas poucas linhas de diálogo alguma referência ao universo clássico destes personagens. É o famoso “fale, não mostre”, até porque orçamento nenhum deles possui.

Abaixo traremos algumas das mais desavergonhadas produções recentes do gênero, de uma verdadeira enxurrada que promete não ter hora para acabar. Confira.

Ursinho Pooh: Sangue e Mel (2023)

O primeiro filme que chamou atenção para este subgênero de utilizar personagens queridos da infância dentro do subgênero slasher foi ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’. Como diz o título, aproveitando o fato de que o Ursinho amarelo da Disney (antes conhecido como Ursinho Puff), criado por A. A. Milne ainda em 1924, e todos os personagens deste universo, caíram em domínio público, estes produtores resolveram transformá-lo em vilão assassino de filme de terror. Guardem este nome: Rhys Frake-Waterfield. Pois o diretor, produtor e roteirista é o responsável por vários filmes do tipo e em breve irá criar seu próprio universo cinematográfico. ‘Sangue e Mel’ fez sucesso suficiente para gerar uma continuação logo no ano seguinte. E não se espante se vier este ano um terceiro filme. O curioso é notar que este tipo de filme tem tido uma base de fãs grande o suficiente que justifique seu lançamento nos cinemas brasileiros.

O Malvado: O Horror do Natal (2022)

Todos acham que essa moda sangrenta com personagens infantis começou com o ‘Ursinho Pooh’, mas no ano anterior, o Grinch, personagem verde que odeia o Natal, criado pelo Dr. Seuss em 1950, já virava um maníaco homicida, trucidando jovens incautos na data mais festiva de todas. De certa forma, essas produções soam muito como as sátiras pornográficas de personagens conhecidos e até infantis. Todo filme ou personagem da cultura pop de sucesso acaba recebendo sua versão marginalizada em alguma produção imprópria para menores.

Essas produções de censura máxima até lembram o que estes produtores fazem com os personagens agora no terror, e sem dúvida existe público para tudo. ‘O Malvado’ foi outro que recebeu sinal verde para habitar nossas telas de cinema, e conta com produção de Steven LaMorte (que também dirige e roteiriza o longa) e Amy Schumacher. Já na frente das telas, David Howard Thornton, que dá vida ao vilão verde, também ficou conhecido como o palhaço Art, da franquia sanguinolenta ‘Terrifier’.

Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra (2024)

Outro que caiu em domínio público foi o símbolo da Disney: o ratinho Mickey. Bem, pelo menos a sua primeira versão em preto e branco no curta conhecido como ‘Steamboat Willie’, datando de 1928. Essa foi a primeira aparição do personagem nas telas, e seu nome ainda não era Mickey, e sim Willie. Essa é a versão que agora pode ser usada por todos. E, é claro, que alguns produtores de filmes B de Hollywood não conversaram e correram para transformar em um filme slasher. E claro, o filme ganhou os cinemas brasileiros, fazendo a alegria dos aficionados.

Popeye: The Slayer Man (2025)

Este ano, até o heroico marinheiro Popeye vai entrar na dança e será transformado em vilão de filme terror trash de baixo orçamento por algum produtor picareta. Isso porque… sim, você acertou, os direitos do personagem caíram em domínio público, já que foi criado em 1929, por Elzie Crisler Segar. O trocadilho no título original está em mudar a palavra “sailor” (ou marujo, marinheiro) por “slayer” (assassino, matador). O filme terá lançamento este ano e não duvidamos que irá parar nas salas de cinema brasileiros.

O Pesadelo da Terra do Nunca de Peter Pan (2025)

Esse longa foi lançado no início deste ano nos EUA e em alguns outros países. O filme faz parte do universo que está sendo costurado pelo mesmo Rhys Frake-Waterfield com os personagens que certa vez foram de propriedade exclusiva da Disney. O produtor e cineasta já havia inclusive produzido uma “cópia” de ‘Five Nights at Freddy’s’, intitulada ‘Freddy’s Fridays’ em 2023. Aqui, é claro, temos uma paródia sangrenta de Peter Pan, Sininho e o universo criado por J. M. Barrie em 1902.

Bambi: O Acerto de Contas (2025)

O ano de 2025 nos trará muitos filmes aguardadíssimos, como o novo ‘Superman’, o novo ‘Quarteto Fantástico’ e o novo ‘Avatar’. Mas trará também uma verdadeira leva de produções questionáveis – todos parte dessa nova onda. E muitos deles com produção de Rhys Frake-Waterfield. Como, por exemplo, o filme do Bambi virado no Jiraiya. Não bastasse ter perdido a mãe assassinada por um caçador, agora, o veadinho mais famoso da cultura pop irá realizar uma vingança à altura. ‘Bambi’ foi criado pelo austríaco Felix Salten em 1923.

Pinocchio Unstrung (2025)

Também já em fase de pós-produção para o lançamento prometido para 2025, Waterfield será o responsável pela produção de ‘Pinocchio Ustrung’, que, como diz o título, terá como foco o boneco de madeira Pinóquio em sua forma mais homicida. A ideia, no entanto, não é novidade, já que em 1996 foi lançado o terror ‘Pinóquio: O Perverso’. A diferença é que o novo filme tem como finalidade a união de todos estes personagens em uma “produção-evento” que será o ápice das obras Waterfield – filme que até o momento tem o título de Poohverse, considerado ‘Os Vingadores’ (2012) do cinema B.

ScreamBoat (2025)

Outro que deverá aportar nos cinemas em 2025 é ‘ScreamBoat’, uma adaptação macabra do citado ‘Steamboat Willie’. A produção aqui é dos mesmos responsáveis por ‘O Malvado: O Horror do Natal’, Amy Schumacher e Steven LaMorte (novamente com direção do último). O longa também contará com David Howard Thornton, que viveu O Malvado e o palhaço Art, como o assassino da vez “Screamboat Willie”. Mesmo tendo “papado mosca” para ‘Mouse Trap’ (que se aproveitou mais rápido do domínio público do Mickey), ‘Screamboat’ deverá manter mais a fidelidade do conto original.

Mas não irá parar por aí, pois os produtores do cinema B irão caçar dólares de qualquer jeito. Por exemplo, Popeye será alvo de duas outras duas produções trash de terror somente esse ano: ‘A Vingança de Popeye’ e ‘Popeye: Maré de Horror’. O mesmo pode ser dito do ratinho Mickey, que além de ‘Screamboat’ e ‘Mouse Trap’, irá aparecer em ‘A Casa do Mickey: Parque da Morte’ e ‘Mickey: O Rato dos Horrores’. Nem mesmo a Cinderela teve descanso e estrelou os slashers ‘A Maldição de Cinderela’ e ‘A Vingança de Cinderela’. Qual será o próximo alvo destes produtores picaretas?

‘Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros’ vai virar série de TV

De acordo com o Variety, a NBC está desenvolvendo uma nova série que se passará no mesmo universo do livro ‘Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros‘, escrito por Seth Grahame-Smith, intitulada ‘The Last American Vampire‘.

A potencial série é descrita como um suspense sobrenatural, e irá seguir Abby, uma jovem analista, que é recrutada para uma divisão especial do FBI que investiga casos únicos e misteriosos. Enquanto trabalha em seu primeiro caso seguindo uma série de assassinatos bizarros, ela descobre que seu novo parceiro é um vampiro de 500 anos de idade.

Vale lembrar que o livro já foi adaptado para os cinemas em 2012, e foi estrelado por Benjamin Walker e Mary Elizabeth Winstead. Com orçamento de US$ 69 milhões, o filme foi um sucesso moderado, arrecadando US$ 116 milhões ao redor do mundo.

Por enquanto, a NBC se comprometeu apenas com o roteiro.

Terry Matalas (‘12 Monkeys‘) será o roteirista, e o produtor executivo. Seth Grahame-Smith, autor do livro, também será o produtor executivo do projeto.

‘Darlin’: Sequência do terror ‘The Woman’ ganha trailer; Assista!

O terror ‘Darlin‘, sequência de ‘The Woman‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito, dirigido e estrelado por Pollyanna McIntosh, que também protagonizou os dois filmes anteriores da franquia.

Encontrada suja e selvagem em um hospital católico, a feroz adolescente Darlin (Canny) é levada para um lar cuidado pelo Bispo (Batt) e suas freiras obedientes, onde ela deve ser domada como uma ‘boa menina’. No entanto, Darlin tem um segredo mais sombrio que os “pecados” dos quais ela é ameaçada, e ela não está viajando sozinha. A Mulher (McIntosh), igualmente selvagem e feroz, que a criou, está sempre presente e está determinada a vir buscá-la, não importa quem tente entrar em seu caminho.

O elenco ainda conta com Lauryn Canny, Bryan Batt, Eugenie Bondurant, Peyton Wich e Mackenzie Graham.

O longa será lançado direto em VOD no dia 12 de julho.

‘O Homem Invisível’ ataca em novo clipe do terror; Assista!

A Universal Pictures divulgou o novo clipe do terror ‘O Homem Invisível‘.

Confira:

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

A estreia está marcada para 27 de fevereiro.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘9-1-1’: Acidente trágico no novo trailer da 4ª temporada; Assista!

A FOX divulgou o novo trailer da 4ª temporada de ‘9-1-1‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 18 de janeiro de 2021.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘Space Jam 2’: LeBron James e Pernalonga são super-heróis em novo clipe da sequência; Confira!

A aguardada sequência ‘Space Jam: Um Novo Legado‘ ganhou um novo clipe, mostrando Pernalonga e LeBron James fantasiados como Batman e Robin.

Confira:

Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

Evan Rachel Wood detalha os abusos de Marilyn Manson no trailer LEGENDADO de ‘Phoenix Rising’

A HBO Max divulgou o trailer legendado do documentário ‘Phoenix Rising: Renascendo das Cinzas‘, que mostra a atriz Evan Rachel Wood (‘Westworld’) falando detalhadamente sobre os abusos que sofreu nas mãos do cantor Marilyn Manson.

Confira:

Dividido em duas partes, o documentário será lançado no serviço de streaming no dia 22 de março.

A produção usa a história de Wood como base para falar das várias mulheres que denunciaram os mesmos crimes do músico. A produção tem direção da cineasta Amy Berg (‘Livrai-nos do Mal‘).

Evan Rachel Wood também acusou Manson de estupro durante filmagens de videoclipe em 2007. “Nunca concordei com aquilo; Heart-Shaped Glasses; Manson começou a penetrar de verdade quando as câmeras começaram a filmar”.

Toda acusação também inclui o uso de bebidas alcoólicas para deixar a atriz dopada e “quase inconsciente” para reagir aos atos de Manson. Ela afirma que nunca esteve em um “set profissional até aquele dia. Era um caos completo e eu não me senti segura. Ninguém estava cuidando de mim.”

Contudo, Manson negou o estupro em nota enviada à People pelo advogado Howard King: “Brian Warner [Manson] não fez sexo com Evan naquele set, e ela sabe que é verdade.” Ao menos 15 mulheres acusaram Marilyn de assédio. Entre elas estão a atriz Esmé Bianco (Game of Thrones), ex-namorada, e a ex-assistente do astro, Ashley Walters. Ele negou todas as alegações, chamando-as de “terríveis distorções da realidade.”

‘Me Conte Mentiras’: Série do Star+ é RENOVADA para a 2ª temporada

O Hulu renovou oficialmente a série ‘Me Conte Mentiras‘ (Tell Me Lies), que foi lançada no Brasil exclusivamente pelo Star+, para a 2ª temporada.

Em entrevista ao TVLine, a showrunner Meaghan Oppenheimer revelou que podemos esperar do próximo ciclo: “Será muito interessante explorar a relação entre esses personagens após tantos términos e reconciliações que aconteceram no primeiro ano.”

Ainda sem previsão, a segunda temporada deve estrear em 2023.

A trama segue um relacionamento conturbado e intenso no decorrer de oito anos. Quando Lucy Albright (Grace Van Patten) e Stephen DeMarco (Jackson White) se conhecem na faculdade, escolhas mundanas levam a consequências irreparáveis. Apesar do relacionamento entre eles começa como qualquer outro romance no campus, eles rapidamente se jogam em uma atração viciante que alterará permanentemente não apenas suas vidas, mas a vida de todos ao seu redor.

O elenco ainda conta com Tyriq Withers, Jade Fernandez, Gabriella Pession, Aidan Alexander e Edmund Donovan.

Roteirista de ‘M3GAN’ e ‘Maligno’ irá escrever novo TERROR da Sony Pictures

De acordo com o Deadline, a roteirista Akela Cooper vai assinar o roteiro do terror ‘It’s Over‘, que está sendo desenvolvido pela Sony Pictures.

A roteirista tem se tornando um nome conhecido no gênero após escrever o enredo de sucessos como ‘Parque do Inferno‘, ‘Maligno‘, ‘M3GAN‘ e o recente ‘A Freira 2‘.

O projeto será baseado em um conto escrito por Jack Follman. O site afirma que o estúdio fechou um acordo milionário para adquirir os direitos da história.

Apesar da trama não ter sido revelada, a produção focará no término de um casal que acaba ganhando uma reviravolta aterrorizante, em uma história que ainda mistura humor e comentário social.

Roy Lee servirá como produtor através da Vertigo Entertainment.

O acordo para o projeto foi fechado imediatamente após o fim da greve dos roteiristas em Hollywood. Vale lembrar, no entanto, que a indústria ainda está sendo assolada pela greve dos atores – mas especialistas acreditam que o conflito deve demorar muito para ser resolvido.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Batalha épica na prévia LEGENDADA do próximo episódio de ‘A Casa do Dragão’; Confira!

A HBO divulgou a prévia legendada do quarto episódio da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o terceiro episódio será lançado no dia 7 de julho.

Confira o cronograma de exibição dos próximos capítulos:

Calendário de episódios da série "A Casa do Dragão".

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

George Clooney não quer mais estrelar filmes românticos

Em entrevista ao 60 Minutes, George Clooney (‘Onze Homens e um Segredo’) revelou que não tem mais interesse em estrelar filmes românticos.

O astro, que protagonizou ‘Ingresso para o Paraíso‘ em 2022 – sua primeira comédia romântica em quase três décadas –, acredita estar muito velho para o gênero.

“Olha, eu tenho 63 anos. Não estou tentando competir com homens mais jovens, de 25 anos. Essa não é o meu trabalho. Não estou mais fazendo filmes românticos.”

A idade, no entanto, abriu novas portas para o artista. Clooney estrelará uma adaptação da Broadway de seu aclamado filme ‘Boa Noite e Boa Sorte‘. O ator, que dirigiu o longa de 2005, interpretará o personagem Edward R. Murrow na nova versão.

“Murrow tinha seriedade em torno dele que eu não podia incorporar quando eu era mais jovem. Eu não era capaz de assumir esse papel,” declarou o ator.

Anteriormente, Clooney havia detonado o governo do atual presidente dos EUA, Donald Trump“Você pega uma narrativa, inventa, não se preocupa com os fatos, não se importa com as consequências. Não há mais regras. É como deixar um bebê atravessar a rodovia 405 no meio da tarde”.

Clooney também refletiu sobre o arco da história: “Eu acredito naquela ideia de que o arco da história se inclina para a justiça, e sei que não parece ser assim agora. Acho que sempre há esses movimentos de pêndulo. A primeira eleição de Trump foi, acredito, o resultado de oito anos de um presidente negro”, acrescentou.

Arnold Schwarzenegger retornará no novo ‘O Exterminador do Futuro’? James Cameron responde!

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, James Cameron  (‘Avatar’) revelou novos detalhes sobre o próximo filme da franquia ‘O Exterminador do Futuro‘.

O cineasta descartou o retorno de Arnold Schwarzenegger como o icônico androide T-800, pois planeja apresentar uma história completamente nova dentro deste popular universo.

Posso dizer com confiança que [o Arnold Schwarzenegger] não estará novo filme [da franquia ‘O Exterminador do Futuro’]. É hora de uma nova geração de personagens. Eu insisti que o Arnold precisava ser incluído em ‘Destino Sombrio’, e aquele filme foi uma ótima despedida dele como o T-800. É necessário explorar nossas direções sobre a guerra temporal e a super inteligência. Quero criar coisas novas que as pessoas não estão esperando. Ninguém deveria trabalhar artisticamente dentro de uma zona de conforto.”

Sobre quando podemos esperar o novo filme, o cineasta declara: “Depois de apenas meses após o lançamento de ‘Avatar 3’, eu começarei a focar [no novo filme]. Há diversos problemas de narrativa para solucionar. O maior problema é: como me manter à frente do que está acontecendo atualmente para criar um filme de ficção científica?”

James Cameron presta homenagem a Adam Greenberg, diretor de fotografia dos dois primeiros ‘O Exterminador do Futuro’

Anteriormente, o diretor já havia expressado o desafio de abordar o tema: “Fui incumbido de escrever uma nova história de ‘O Exterminador do Futuro’. Não consegui avançar muito nisso. Não sei o que dizer que não será ultrapassado por eventos reais. Estamos vivendo uma era de ficção científica agora”, concluiu.

O filme original ‘O Exterminador do Futuro’ está disponível para streaming no Prime Video.

o exterminador do futuro 2
o exterminador do futuro 2

‘Extraordinário’, com Julia Roberts e Jacob Tremblay, tem estreia adiada

A Lionsgate anunciou nesta segunda-feira (13), que mudou a data de lançamento do filme estrelado por Julia Roberts e Jacob Tremblay, intitulado ‘Extraordinário’.

Originalmente agendada para 7 de abril, a estreia foi adiada para 17 de novembro, próximo ao feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças.

Segundo fontes do site Entertainment Weekly, o resultado positivo do teste de exibição às famílias incentivou a mudança de data.

Com o adiamento, a data de estreia nacional (inicialmente marcada para 17 de maio), também sofrerá alterações – que ainda não foram divulgadas pela distribuidora brasileira.

Extraordinário’ terá uma competição forte pela atenção do público, considerando que a tão esperada adaptação dos quadrinhos ‘Liga da Justiça’ chega aos cinemas na mesma data – seis dias antes da tradicional e lucrativa semana do Dia de Ação de Graças.

O filme, baseado no romance homônimo de 2012 escrito por R.J. Palacio, segue um menino (Tremblay) nascido com uma deformidade facial e como ele tenta se encaixar em uma nova escola. Roberts vai interpretar a mãe da criança.

Mandy Patinkin, de ‘Homeland’, acompanha o elenco ao lado de Owen Wilson, Daveed Diggs e Sônia Braga, três vezes indicada ao Globo de Ouro – que impressionou a crítica em diversos festivais de cinema em 2016 por sua performance em ‘Aquarius’ (Kleber Mendonça Filho). O diretor de ‘As Vantagens de Ser Invisível’, Stephen Chbosky, assume a direção de ‘Extraordinário’ e o roteiro ficou a cargo de Steve Conrad (‘À Procura da Felicidade’) e Jack Thorne (‘Skins‘).

Filmagens de ‘Bohemian Rhapsody’ são interrompidas por ausência de Bryan Singer

As filmagens de ‘Bohemian Rhapsody‘, a cinebiografia que conta a história da banda Queen, foram interrompidas por tempo indeterminado. A informação foi revelada pela BBC.

Segundo a publicação, um representante do cineasta Bryan Singer emitiu um comunicado a respeito da suspensão repentina, afirmando que o motivo seria por “problemas de saúde que dizem respeito a Bryan e sua família”.

Outro comunicado de Singer pontua que o diretor “espera se recuperar logo para voltar a trabalhar no filme, após as festas de fim de ano”.

Em uma matéria recente feita pelo site The Hollywood Reporter, fontes internas afirmaram que Singer não conseguiu retornar às filmagens logo depois do Dia de Ação de Graças. Isso teria gerado um problema com os produtores da biografia, que estariam nervosos e já consideravam substituir o diretor.

A publicação ainda pontuou que conduzir a produção de ‘Bohemian Rhapsody‘ não estaria sendo fácil, devido ao comportamento de Singer. As fontes sigilosas relataram que Rami Malek e os produtores estariam de saco cheio com os constantes atrasos do cineasta, além de sua conduta no set de filmagens. Outra fonte ainda disse que em uma das ocasiões em que Bryan se ausentou, o diretor de fotografia assumiu a direção.

O THR ainda relatou que essa não seria a primeira vez que Singer apresenta problemas no set de filmagens. O site pontuou que no passado ele teria tido o mesmo comportamento enquanto trabalhava em ‘Superman – O Retorno‘ e ‘X-Men: Apocalipse‘.

 

 

Dirigido por Bryan Singer, ‘Bohemian Rhapsody’ foi roteirizado por Justin Haythe, mais conhecido por seu excepcional trabalho no indicado ao Oscar, ‘Foi Apenas Um Sonho’.

Vale lembrar que o título da cinebiografia faz referência a magnífica canção homônima, considerada uma das melhores já feitas na história da música.

Mercury foi o vocalista e líder da banda de rock britânica Queen. Compôs muitos dos sucessos da banda, como ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘We Are the Champions’. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se imagem de marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o publico no show tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970 e 80.

Lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público. Em 1991, surgiam rumores de que Mercury estava com AIDS, que se confirmaram em uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer, vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991, em sua própria casa.

‘Superman’: Nicolas Cage elogia Henry Cavill e revela o que espera do herói no futuro da DC

A versão do ‘Superman’ de Nicolas Cage pode ter sido frustrada ao ponto de ele nem chegar a viver o herói nos cinemas, mas o veterano – apaixonado pelo personagem – falou sobre o trabalho do astro Henry Cavill à frente Clark Kent.

Em uma entrevista ao IndieWire, Cage elogiou o trabalho de Cavill – considerando também sua possível despedida do papel -, além de revelar o que espera ver no futuro do herói dentro do Universo DC dos cinemas.

Disse:

“Acho que o Henry Cavill foi um ótimo Superman e eu gostei muito da ira que ele trouxe para o papel. Sobre o que gostaria de ver de agora em diante, eu acho que certamente existem aspectos do personagem que não foram mostrados ainda. Todo esse sentimento de ser um alien e o questionamento de ‘como vou me encaixar na sociedade?. Talvez todos me amem se eu me tornar um herói, ainda que eu seja uma espécie de aberração’. Tudo isso não foi trazido com o personagem ainda. Ele é bastante vulnerável e embora eu não saiba quem deveria assumir o papel, desejo toda a sorte do mundo para essa pessoa”.

 

Após o conceituado THR afirmar pela manhã que o astro Henry Cavill e a DC Comics se separaram, a Warner Bros se manifestou e colocou panos quentes em cima da polêmica… mas deixou uma pergunta ainda maior.

Em uma declaração oficial (abaixo), a WB afirma que nenhum plano foi feito sobre futuros filmes do ‘Superman‘, indicando que Henry Cavill ainda está a bordo como o super-herói.

Confira:

“Embora nenhuma decisão tenha sido tomada em relação aos próximos filmes do Superman, sempre tivemos grande respeito e um ótimo relacionamento com Henry Cavill, e isso permanece inalterado.”, afirmou o estúdio.

Porém, o ScreenRant pontua que toda essa confusão pode ter sido criada pelos próprios envolvidos, como uma tática de ambas as partes na negociação de uma renovação do contrato de Cavill para voltar a viver o personagem. Será?

Além da Warner, a agente do ator, Dany Garcia, também se manifestou em seu twitter.

“Seja pacífico, a capa ainda está em seu armário. A @wbpictures tem sido e continua sendo parceiros à medida que eles evoluem o Universo DC.”, afirmou.

THR dificilmente divulgaria um rumor tão devastador.

Na notícia, o site afirmava que a Warner estava em busca de um Batman e um Superman mais jovens para futuros novos filmes envolvendo os personagens, alegando que ambos “são como James Bond: sempre podem ser substituídos por atores mais novos”.

Recentemente, Henry Cavill fechou contrato com a Netflix para interpretar Geralt de Rivia na série de TV ‘The Witcher’.

‘O Pintassilgo’: Nicole Kidman lindíssima em nova imagem dos bastidores; Confira!

O novo drama da Warner Bros., intitulado ‘O Pintassilgo‘ (The Goldfinch), ganhou uma nova imagem dos bastidores, que traz a uma versão mais jovem da personagem vivida por Nicole Kidman. A foto foi compartilhada por ela mesma, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Confira:

 

Dirigido por John Crowley, o filme é baseado no livro homônimo escrito por Donna Tartt, que ganhou o prêmio Pulitzer em 2014.

Theodore “Theo” Decker tinha 13 anos quando sua mãe foi morta em um ataque a bomba no Metropolitan Museum of Art. A tragédia muda o curso de sua vida, enviando-lhe para uma emocionante odisseia de tristeza e culpa, reinvenção e redenção, e até mesmo amor. Apesar de tudo, ele segura um pedaço de esperança tangível desse dia terrível… uma pintura de um pequeno pássaro acorrentado a seu poleiro. O Pintassilgo.

O elenco inclui Ansel Elgort, Oakes Fegley, Aneurin Barnard, Finn Wolfhard, Sarah Paulson, Luke Wilson, Jeffrey Wright e Nicole Kidman.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.

‘Fargo’: “Esse é o melhor papel que eu já tive”, afirma Chris Rock

O astro Chris Rock fará uma mudança bem grande em seu gênero de atuação na 4ª temporada de ‘Fargo‘.

E durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator foi bem franco ao admitir que  seu personagem na aclamada produção é de fato o melhor papel que ele já teve na sua vida.

“Papéis grandiosos são como amores…Você consegue dois, três se tiver sorte…E este é o melhor papel que eu já tive”.

O criador da série, Noah Hawley, completou a fala do ator, explicando porque ele foi a escolha ideal para protagonizar a 4ª temporada:

“Eu apenas pensei, ‘ele é esse cara’. Chris começou sem nada, um garoto magrelo sem autorização para subir naquele palco, e agora ele meio que é essa ‘declaração mais velha’. Ele me odiaria por dizer isso, mas ele é alguém que construiu um império para si mesmo e Loy é exatamente assim também”.

FX divulgou um novo teaser promocional da 4ª temporada de ‘Fargo’, com cenas inéditas do próximo ciclo.

Confira:

Prevista para abril, a estreia foi adiada devido ao surto de Coronavírus. Agora, o canal marcou o lançamento para o dia 27 de setembro, nos EUA.

Timothy OlyphantChris Rock, Ben Whishaw, Jessie BuckleyJack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri CrutchfieldAmber MidthunderUzo Aduba fazem parte do elenco do novo ciclo.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos.

‘American Pie Apresenta: Meninas ao Ataque’: Nova versão já está disponível no streaming TeleCine

O novo filme da franquia ‘American Pie Apresenta: Meninas ao Ataque’, protagonizado por um elenco feminino, já está disponível no streaming TeleCine. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação da plataforma nacional.

A trama acompanha as amigas Annie, Kayla, Michelle e Stephanie, que fazem um pacto para tentar resolver os problemas em suas vidas amorosas e sexuais.

Confira o trailer

Dirigido por Mike Elliot, o filme também conta com Piper Curda (‘Não Fui Eu‘), Natasha Behnam (‘Crazy Ex-Girlfriend‘), Lizze Broadway (‘InstaKiller‘), e Darren Barnet (‘Eu Nunca’).

‘She Rides Shotgun’: Lionsgate adquire novo thriller com Taron Egerton e anuncia data de estreia

A Lionsgate anunciou que lançará o aguardado thriller de ação e crime ‘She Rides Shotgun‘ em circuito limitado nos cinemas dos EUA a partir de 1º de agosto. A novidade foi divulgada pela Variety.

Estrelado por Taron Egerton e com direção de Nick Rowland (Calm With Horses), o longa é baseado no romance homônimo de Jordan Harper, vencedor do Edgar Award.

Na trama, Egerton vive Nate, um ex-presidiário recém-libertado que se vê obrigado a proteger sua filha de 11 anos, Polly (interpretada pela promissora Ana Sophia Heger), de uma conspiração violenta liderada por um xerife corrupto e uma gangue brutal. Com poucos recursos e sem aliados confiáveis, pai e filha embarcam em uma fuga desesperada, marcada por perseguições, traições e descobertas emocionais.

Descrito como “explosivo e comovente”, o filme equilibra ação intensa com um núcleo dramático sensível, centrado na relação entre um pai em busca de redenção e uma filha precocemente madura. Segundo Egerton, que também assina como produtor, foi “a experiência mais enriquecedora e emocional” de sua carreira:

“Ana Sophia tinha apenas 10 anos quando filmamos e é absolutamente extraordinária. Nunca tive uma conexão tão sensível com outro ator em cena”.

O roteiro é assinado por Jordan Harper, ao lado de Ben Collins e Luke Piotrowski. O elenco ainda conta com Rob Yang (‘Succession‘) e John Carroll Lynch (‘Zodíaco‘, ‘Fargo‘). A trilha sonora original foi composta por Blanck Mass, músico experimental conhecido por atmosferas intensas e melancólicas.

A produção é da Waypoint Entertainment, Makeready e Super Frog, com nomes como Brad Weston, Nate Matteson, Hiro Murai e o próprio Egerton entre os produtores. A distribuição é da Lionsgate, em parceria com a Fifth Season.

Tom Holland, o Homem-Aranha, quer interpretar o novo James Bond nos cinemas; Saiba mais!

Um novo filme de James Bond está tomando forma e muitos atores e diretores estão interessados em fazer parte do projeto. Como é o caso do ator Tom Holland, o Homem-Aranha de ‘De Volta ao Lar‘, que revelou em uma live no Facebook que gostaria de ser o novo James Bond dos cinemas.

“Eu realmente quero ser James Bond. Sony faça esses filmes. Eu disse a eles para fazer isso acontecer”

E vocês, acham que o ator seria um boa escolha para o Bond?

Atualmente Holland está filmando ‘Vingadores 4’ e veremos ele antes disso, em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

O cineasta Denis Villeneuve falou sobre a possibilidade de assumir a direção da próxima sequência do agente 007.

Em entrevista ao The Playlist, o diretor falou que adoraria assumir o projeto, pontuando sua agenda apertada com as filmagens de ‘Dune’.

Segundo ele:

“Na verdade eu não sei nada sobre o assunto, mas Daniel Craig é um ator incrível com eu tive um pouco de contato, mas eu estou bem ocupado agora produzindo ‘Dune’. Mas também preciso dizer que realmente seria um privilégio trabalhar com ele, um verdadeiro sonho. Adoraria fazer um filme de Bond com Daniel, ia ser muito gratificante. Eu acho que tudo é uma questão de timing”.

Paul McGuigan, o diretor responsável por ‘Os Gângsteres’ e ‘Victor Frankenstein’ também estaria sendo cotado para assumir a direção de ‘James Bond 25’. A informação partiu do site Den of Geek.

‘James Bond 25’ ainda não possui data de estreia e nem elenco definido.

‘Perdidos no Espaço’: Netflix renova a série para a 2ª temporada

A Netflix anunciou hoje que ‘Perdidos no Espaço’ foi renovada para a 2ª temporada. Por enquanto, novo ano ainda não ganhou data de estreia. Confira o vídeo:

O reboot de ‘Perdidos no Espaço’ vem recebendo muitos elogios de crítica e público, o que aumentou a possibilidade de uma renovação, e parece que os criadores Burk Sharpless e Matt Sazama também estão animados.

Em entrevista recente, a dupla confirmou que já está trabalhando no roteiro da 2ª temporada:

“Nós queremos estar prontos para quando recebermos o sinal verde. Tivemos muitas ideias sobre a segunda temporada, e esperamos poder continuar as aventuras dos Robinson. Temos coisas realmente loucas planejadas, vocês precisam ver”

‘Perdidos no Espaço’ possui 10 episódios e já está disponível no catálogo da Netflix.

Crítica | ‘Perdidos no Espaço’ – Primeiras Impressões

Perdidos no Espaço‘ (Lost In Space) é uma série Original Netflix dramática e moderna baseada no clássico de ficção científica dos anos 60. Ambientada 30 anos no futuro, a colonização no espaço agora é uma realidade e a família Robinson está entre os que foram testados e selecionados para criar uma vida nova em um mundo melhor. Mas quando os novos colonos encontram-se abruptamente retirados da rota para sua nova casa, eles devem forjar novas alianças e trabalhar juntos para sobreviver em um ambiente alienígena perigoso, anos-luz de seu destino original.

Os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, de ‘Drácula – A História Nunca Contada’, escrevem a trama do remake, produzido pela Legendary TVNeil Marshall (‘Abismo do Medo’) vai produzir a série e dirigir alguns episódios.

Perdidos no Espaço‘ foi originalmente exibida na TV americana entre os anos 1965 e 1968. No total, foram produzidos 83 episódios. Em 2013, o cineasta John Woo tentou produzir um reboot, chamado ‘The Robinsons: Lost in Space’, mas o piloto não agradou o extinto canal WB.

O Rei do Show e a fórmula Disney nos Musicais

Quando você pensa em musicais, qual a imagem vem a sua cabeça? A resposta dessa pergunta, para muitos brasileiros, é a esquete do Show de humor Nós Na Fita, estrelado por Leandro Hassum e Marcius Melhem, na qual eles parodiam situações ruins do cotidiano – como ser assaltado ou esquecer as chaves do carro – de forma cantada, sob ótica cômica dos grandes musicais. Ou seja, pra muita gente, a concepção desse estilo de filme é algo estranho, antinatural, chato… brega.

Lançado no natal de 2017, O Rei do Show é o exemplo mais recente de uma possível mudança no formato dos Musicais de Hollywood. Com foco em histórias mais simples e músicas “chiclete”, a missão dessa nova fase é clara: lucrar mais e pulverizar a imagem de brega.

Numa época em que o imediatismo guia a humanidade, o entretenimento faz de tudo para não ser cafona. O público anseia por dinamismo, mesmo que isso signifique uma diversão rápida e sem peso. Por isso, o mesmo não costuma reagir bem ao melodrama no cinema. Se seus desejos não forem atendidos, o resultado é uma palavra que assusta a todos os produtores e estúdios do mundo: Flop.

 

Mediante esse cenário assustador, surge La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle, e abre uma porta para o gênero. Vendido como “O musical para quem não gosta de musicais”, essa ode ao Jazz fez uso de uma receita muito conhecida do público e que faz sucesso desde 1937: a Fórmula Disney.

Enquanto a maioria dos musicais clássicos, como Moulin Rouge: Amor em VermelhoCantando na Chuva e Os Miseráveis possuem de 14 a 20 músicas cantadas no repertório, os grandes sucessos da Disney, como CinderelaO Rei Leão e Frozen: Uma Aventura Congelante, por exemplo, usam de 4 a 10 canções originais, sendo uma delas um Hit que será tocado mais de uma vez no longa, de modo a ditar o tom do filme, e uma mais animada para manter a imagem da película viva na cabeça dos espectadores. Em La La Land, esses papéis são de City of Stars (vencedora de melhor Canção Original no Oscar 2017) e Another Day Of Sun. Em O Rei do Show, as escolhidas são The Greatest Show This Is Me (Vencedora de melhor Canção Original no Globo de Ouro 2018), respectivamente.

Outro aspecto marcante das histórias da Casa do Mickey é a abordagem de temas delicados de maneira otimista e superficial, cheio de coincidências na trama e até mesmo um toque de magiaSeguindo esse estilo, La La Land e O Rei do Show são exemplos perfeitos de Contos de Fadas modernos. Porque depois de muito tempo (e de análise de bilheteria, provavelmente) eles viram que essas fábulas de roteiro simples e acalentadoras de corações são uma ótima fonte de arrecadação.

Por fim, a estratégia mais interessante de marketing envolve as músicas. Lembram quando Let It Go foi febre mundial, chegando a alcançar Top 10 da Billboard e tudo mais? Pois então, a cada vez que falam sobre a música, o filme ganha muito em divulgação gratuita. Apostando nisso, La La Land e O Rei do Show liberaram suas Playlists em plataformas como Spotify e ITunes e fizeram muito sucesso antes mesmo do lançamento dos filmes. Com pegadas mais simples e populares, as trilhas sonoras colocaram esses longa-metragens na cabeça do povo, literalmente. Ou seja, além de gerar buzz, também passaram a lucrar bastante com a venda de músicas isoladas.

Apesar dos fãs Oldschool chiarem um pouco com o “novo” formato, é um saída inteligente para reconquistar um público preconceituoso em relação a esse gênero cinematográfico, e quem sabe até conseguir resgatar os dias de glória dos Musicais? Claro, isso tudo vai depender da criatividade hollywoodiana e da reação dos espectadores. Não adianta nada inovar, mas transformar isso em um novo padrão.

‘Game of Thrones’ – Entenda o discurso de Tyrion Lannister

Game of Thrones’ acabou, e nós mal podemos acreditar que estamos dizendo essa frase. Alguns gostaram do final, muitos ficaram decepcionados. Amem ou odeiem, o último episódio foi exibido, e um diálogo chamou a atenção, porque é justamente ele que explica toda a intenção desta última e polêmica temporada da série. Pensando nisso, resolvi explicar este que, a meu ver, é o ponto principal do último capítulo da série. Assim, a partir de agora a reportagem contém spoilers.

Tudo começa quando Tyrion Lannister é levado como prisioneiro pelo Verme Cinzento para ser julgado por um Conselho formado por representantes de todas as principais Casas de Westeros. Ele fora preso por Daenerys, acusado de traição. Verme Cinzento começa a exigir justiça para o Imp, mas Tyrion ressalta, por duas vezes, que não cabe a ele decidir, apontando que essa função seria do rei ou rainha dos Sete Reinos. Na falta de um governante, Tyrion sugere que eles mesmos elejam um novo rei ou rainha, uma vez que eles são as pessoas mais importantes do reino. A despeito do que o coitado do Sam Tarly sugere – de iniciar uma democracia e delegar a votação ao povo –, os Lordes e Ladies concordam que uma eleição entre eles é a melhor solução.

Tyrion, então, começa um discurso que, mais do que um mero diálogo de personagem, traz, em si, a essência da ‘Canção de Gelo e Fogo’.

Ele começa a explicar que pensou muito no assunto e que chegou à conclusão de que o que une as pessoas não são as guerras, os casamentos ou os reinos: o que une as pessoas são as histórias, uma boa história. Assim, a próxima pessoa a governar os sete (bom, agora seis) reinos teria que ser uma pessoa que contivesse todas as histórias do reino, que tivesse testemunhado os acontecimentos, ou seja, que fosse a memória de uma nação. Daí, então, a melhor opção ser Brandon Stark, o Quebrado, aquele que caiu da torre e sobreviveu; que, incapaz de andar, aprendeu a voar e a ver; e que, vendo, observou o passado e o futuro e atingiu a sabedoria que os homens mundanos jamais conseguirão. Em outras palavras, Brandon Stark é o museu vivo de Westeros.

Como sugeri em minha outra matéria, Bran é o personagem que viu tudo, o detentor de conhecimento e, por isso, poderia se tornar o narrador da história, ou mesmo o autor. Assim, temos duas representações para a importância de Bran na história.

Figurativamente, dentro das ‘Crônicas de Gelo e Fogo’, Brandon seria o próprio George Martin, e Tyrion Lannister o contador da história. Ou seja, Brandon, a memória do povo, é aquele capaz de registrar e contar as histórias e os feitos dos heróis da trama, mas, para tal, precisa de Tyrion como sua Mão (literalmente), porque, afinal, dentro daquele universo fictício, o anão seria seu narrador. Este seria o primeiro significado de ambos, dentro da compreensão e do mundo dos personagens, pelo viés de quem viveu a história.

Em outra medida, podemos enxergar Brandon Stark como uma alegoria do próprio espectador – e, a meu ver, esta é a abordagem que tanto os roteiristas quanto a própria HBO querem que nós tenhamos.

Brandon está sempre sentado, assistindo a tudo sem interferir – ou pouco interferindo. Ele sabe toda a história, e pode ver tanto passado quanto futuro (como nós, que podemos rever os episódios e ver teasers do que estava por vir). Ele é o guardião da memória, aquele que vai cantar a história dos heróis aos quatro ventos e manter ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’ viva eternamente. Agora, pensem: quem, senão nós, espectadores, viu tudo, lembra de tudo, contou a história de ‘Game of Thrones’ pra todo mundo nos últimos dez anos, levantou teorias, se emocionou, amou e odiou tudo o que aconteceu? Nós, os fãs.

Assim, figurativamente, Brandon Stark é a representação dos fãs. E, uma vez que Drogon destruiu o Trono de Ferro, não há mais trono para sentar, porém, Brandon sempre teve seu próprio trono, que o conduziu por toda a série, de inúmeras maneiras. E para quem acha que essa análise é uma viagem, sugiro olhar a mensagem divulgada ontem pela própria HBO, em que a empresa agradece ao elenco, à equipe e, principalmente, aos fãs de GOT e diz: nós dobramos o joelho para vocês.

E para quem se dobra o joelho, se não a um rei?

 

É claro que sabemos das teorias levantadas de que Tyrion, na verdade, teria conspirado para que elegessem Brandon para, assim, ele mesmo poder governar. Ou a hipótese de Brandon ser um golpista, que sabia de tudo desde o início e deixou que tudo acontecesse, só para banir o irmão (agora primo) pra Muralha e isolar a irmã em Winterfell, para que ele tivesse o poder (bom, neste caso, Dr. Estranho também seria um baita de um golpista em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, pela mesma razão), embora isso vá de contra tudo que o personagem viveu em sua jornada. Sabemos, claro, que a origem de ‘Game of Thrones’, o livro, é política, e que o jogo pelo trono tem seus posicionamentos ideológicos. Porém, acreditamos que o objetivo de David Benioff e D. B. Weiss, roteiristas da série, ao eleger Brandon como o novo rei dos seis reinos, era pura e simplesmente prestar uma grande homenagem ao fã e ao criador da série, George Martin, ao mesmo tempo. Porque, como Tyrion mesmo disse, uma história, uma boa história uniu a todos nós, fãs, assim como uma boa história seria reunida e contada através de Brandon Stark, O Quebrado, Primeiro de Seu Nome, Rei dos Seis Reinos. Sinceramente, essa é uma escolha muito bonita, e prefiro acreditar nela.

‘A Maldição da Residência Hill’ e ‘Making a Murderer’ entre as séries mais maratonadas da Netflix

Duas das melhores séries da Netflix, ‘A Maldição da Residência Hill’ e a documental ‘Making a Murderer‘ estão entre as mais maratonadas nos EUA segundo um levantamento da própria plataforma.

Segundo o Bloody Disgusting, ‘A Maldição da Residência Hill‘ é superada por outras séries como ‘Making a Murderer‘ e ’13 Reasons Why’. A mais maratonada é ‘On My Block‘, comédia adolescente original da Netflix.

Mike Flanagan, o criador da aclamada ‘A Maldição da Residência Hill‘, voltou a falar sobre o infame final alternativo da série, que traria um final muito menos feliz do que originalmente vimos nas telinas.

“Não parecia com o tipo de coisa que nós queríamos transmitir e foi por isso que nós abandonamos a ideia rapidamente. [O final alternativo] foi parte de conversas muito iniciais, mas nós nunca realmente chegamos a uma conclusão que queríamos desenvolver.”

Caso a série seja renovada, Flanagan afirmou que a segunda temporada terá uma narrativa completamente diferente.

“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família.”

 

Crítica de Álbum | Madonna – Uma instigante e ácida jornada

Madonna é um nome atemporal. A icônica cantora que despontou no início da década de 1980 deixou para trás um legado incomparável, afirmando-se e reafirmando-se como um dos pilares da música pop ao lado de Michael Jackson e, mais tarde, de Britney Spears. Madonna não apenas construiu seu nome em meio a uma cultura essencialmente machista, ainda mais considerando que seu espaço de trabalho era e ainda é a indústria fonográfica, como também revolucionou o gênero e, até hoje, por mais que ceda a alguns modismos contemporâneos, continua se renovando e encantando gerações e mais gerações. Não é surpresa, pois, que sua extensa discografia sirva de referências para diversas cantoras da atualidade – incluindo Lady Gaga, Beyoncé, Katy Perry e muitas outras.

O mais impressionante, talvez, seja a forma como seu primeiro álbum homônimo não tenha caído nos perigos do envelhecimento precoce: desde seu lançamento em 1983 até os dias de hoje, ainda que grande parte das faixas não tenha caído no gosto popular do novo público, ganham aclame por sua originalidade e suas estruturações deliciosamente envolventes. Como se não bastasse, a artista também encontrou-se no meio de uma bruta transição entre o disco e o house music, aproveitando o conturbado momento da música para se envolver e mergulhar em produções do pós-disco.

‘Madonna’, como ficou intitulado, é um ótimo álbum cujo único pecado é ter apenas oito faixas. É claro que, levando em consideração a época em que foi lançado, uma cantora feminina não clamaria por mais protagonismo, principalmente se pensarmos que, assim como todas as outras esferas criativas da história, a música também era dominada por homens. Porém, por ter um respaldo de John Benitez, seu namorado na época. Logo, não é muita surpresa que a primeira track, chamada “Lucky Star” seja uma singela declaração amor movida pelos trejeitos já conhecidos de um brutal disco aglutinado com dançantes sintetizadores que, apesar de aparecerem por mais de cinco minutos, em momento algum nos deixam entediados.

Mesmo com a competência do escopo musical supracitado, é “Borderline” que insurge como o primeiro ápice por sua construção totalmente inesperada. A priori, a música desenrola-se sem muitas surpresas, abrindo espaço para a brilhante voz mezzo-soprano da cantora, procurando novamente os sintetizadores para criar uma atmosfera ambígua. Afinal, a letra foca num relacionamento conturbado em que a narradora atura as crises de ciúme de seu amor; as investidas instrumentais, alcançando um patamar quase encantatório, criam um paradoxo que cai por terra com a chegada do pré-chorus e, enfim, de um refrão aplaudível que se delineia com altos e baixos muito bem pontuais.

Em seu próprio álbum, Madonna consegue se reinventar. A primeira mudança vem com “Burning Up”, iniciando com a crueza da guitarra e a sutileza do baixo, até culminar em um individualismo lírico apaixonante. O arranjo híbrido dialoga com seus conterrâneos – sendo quase impossível não relacioná-la com Jackson -, mas se recusa a abandonar sua personalidade desinibida. Os sintetizadores, levemente ofuscados nessa canção, voltam com uma força gritante em “I Know It”, um tour-de-force confessional que abraça com gentileza instrumentos como o piano e o saxofone. É claro que a linearidade construtiva por vezes nos cansa, mas a doçura excessiva é travestida com uma ambiência dark no refrão e durante o bridge – como os toques proposital e excessivamente demarcados.

Após os esforços críticos e satíricos, a cantora volta às pistas de dança em sua declaração de amor à década anterior com “Holiday”. É um fato dizer que a track em questão encontra até hoje uma paixão inerente, principalmente pelos fãs mais ardentes da Rainha do pop. Entretanto, faz-se necessário dizer que, depois do primeiro chorus, a música permanece em uma incessante monotonia que, vez ou outra, adiciona um elemento fortuito que se perde em meio a tantas coisas acontecendo. De fato, nem mesmo as lyrics se salvam, consagrando-se mais por sua facilidade de ficar atado às nossas memórias que por sua profundidade (inexistente, por assim dizer). “Think of Me”, por sua vez, reencontra-se em meio a incrível potência retumbante da bateria, seguindo um crescendo adorável e retornando a uma cautelosa instrumentalização. O único obstáculo enfrentando é o fato da voz principal, por vezes, ser jogada para um infeliz segundo plano.

As especificidades do electro-pop se materializam com ainda mais poder na penúltima faixa desse breve álbum, “Physical Attraction”. O estilo em questão é inconfundível e dispensa quaisquer explicações para se apresentar nesta faixa, dividindo solidariamente sua expressividade com os vocais da artista. “Everybody”, ainda que dê uma sensação de reciclagem de investidas anteriores, é um dançante e animado jeito de concluir o EP – e até mesmo a letra bastante “instrucional” (“todo mundo, vamos, dance e cante”) prefere se manter num espaço comedido para a sonoridade instigante.

A estreia autointitulada de Madonna é apenas a primeira deliciosa jornada que uma das maiores performers de todos os tempos viria a nos apresentar. Já com suas composições iniciais, ela conquistou um triunfante patamar que apenas se reafirmaria com o passar dos anos – alcançando um chocante e honrável ápice poucos anos depois.

Nota por faixa:

  • Lucky Star – 4/5
  • Borderline – 5/5
  • Burning Up – 4,5/5
  • I Know It – 4/5
  • Holiday – 2,5/5
  • Think of Me – 4/5
  • Physical Attraction – 4,5/5
  • Everybody – 3/5