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‘Doutor Estranho 2’: Elizabeth Olsen revela novo poder da Feiticeira Escarlate [SPOILER]

WandaVision‘ mostrou Wanda Maximoff finalmente descobrindo o quão poderosa é e se transformando na Feiticeira Escarlate do Universo Cinematográfico da Marvel. Porém, a personagem tem mais um poder que até então o público desconhecia, e ao que parece ela vai usá-lo em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

A atriz Elizabeth Olsen revelou ao Hollywood Reporter que a Feiticeira Escarlate tem o poder de viajar entre universos.

“Ela tem alguns poderes muito divertidos. Você sabe, telecinese, e agora ela também pode viajar entre universos…”, disse.

Após perceber que deu SPOILER, ela mudou de assunto rapidamente.

Marcado para 25 de março de 2022, o longa traz Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno’) assumindo a direção.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

‘Army of the Dead 2’: Zack Snyder confirma sequência e filmes derivados

Antes mesmo de ‘Army of the Dead‘ chegar na Netflix, o streamer já confirmou que está desenvolvendo dois filmes derivados: a pré-sequência em anime ‘Army of the Dead: Lost Vegas‘ e ‘Army of Thieves‘, um filme de live-action baseado em Dieter, o personagem interpretado por Matthias Schweighöfer.

Agora, o diretor Zack Snyder confirmou uma sequência direta do filme e diz que sabe para onde vai a história a partir daqui:

“Olha, se alguma vez houve o desejo de mais Army of the Dead, eu sei exatamente onde a história vai. Então, sim, estamos prontos para fazer a sequência”, disse Snyder ao Entertainment Tonight .

Você gostou do filme?

O CinePOP traz uma matéria especial com 20 curiosidades sobre ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas.

Confira:

  • A Netflix assumiu o projeto da Warner Bros.
  • As filmagens começaram no verão de 2019 com um orçamento de até US $ 90 milhões.
  • Chris D’Elia já havia filmado suas cenas em 2020 quando surgiram histórias sobre ele assediando sexualmente mulheres. Zack Snyder contratou a comediante Tig Notaro para substituir D’Elia. Notaro foi filmada sozinha e inserida no filme em todas as cenas em que D’Elia estava por meio da tela verde e outros efeitos especiais.
  • Este filme estava passando por um inferno de desenvolvimento desde 2004, quando Snyder recusou a chance de dirigi-lo para seguir outros projetos. Em 2010, foi anunciado que o filme finalmente seguiria em frente com Matthijs van Heijningen Jr. na direção e uma data de lançamento no outono de 2013, mas esta versão não foi aprovada.
  • O filme está sendo rodado no antigo Atlantic Club Casino Hotel, em Atlantic City, que está fechado desde 13 de janeiro de 2014. O cassino também era conhecido como Golden Nugget, Hilton e Bally’s Grand. Filmado durante o final do verão de 2019, dezenas de unidades de ar-condicionado foram trazidas para o hotel.
  • O segundo projeto de terror apocalíptico zumbi de Zack Snyder desde Madrugada dos Mortos (2004), sua estreia na direção.
  • Zack Snyder cortou uma piada visual grosseira do filme que mostrava um stripper com um pênis enorme que teve uma mordida, porque ele achou que foi longe demais.
  • Este é o primeiro filme digital de Zack Snyder. Todos os seus filmes anteriores foram rodados em 35mm ou 65mm. Ele usou câmeras digitais para o epílogo de Knightmare na ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, mas isso foi devido às preocupações do COVID-19.
  • James Gunn havia escrito o filme de zumbi anterior de Zack Snyder, Madrugada dos Mortos (2004), mas desistiu de escrever este filme devido ao seu foco no Esquadrão Suicida (2021).
  • Um tigre vivo, cuidadosamente decorado com maquiagem, foi usado para algumas fotos do tigre zumbi com um treinador presente o tempo todo. Quanto ao modelo gerado por computador, a referência foi um dos tigres de Carole Baskin da icônica série de documentários da Netflix Tiger King (2020).
  • Bem ao lado da entrada do cofre está o que parece ser cinco caixas contendo rolos de filme em uma prateleira de metal. Esta é a versão de Snyder da Liga da Justiça, como Zack Snyder compartilhou originalmente com Vero em dezembro de 2019.
  •  Ao contrário de Madrugada dos Mortos (2004), este filme não é baseado em nenhuma obra de George A. Romero, mas alguns elementos serão retirados de seus filmes.
  • Este filme não é uma continuação de Madrugada dos Mortos (2004) de Snyder, que foi escrito por James Gunn. Em Madrugada dos Mortos, o surto foi mundial. Em Army of the Dead, está contido em Vegas.
  • O segundo filme de Snyder baseado em um conceito original dele mesmo, seguindo Sucker Punch (2011).
  • Dave Batista recusou uma oferta para aparecer em O Esquadrão Suicida, a fim de trabalhar neste filme.
  • O segundo filme de Zack Snyder para um serviço de streaming, depois de Liga da Justiça de Zack Snyder (2021).
  • Zack Snyder também atua como diretor de fotografia e operador de câmera neste filme.
  • Garret Dillahunt não é estranho ao gênero zumbi, já que há vários anos ele é a estrela principal de ‘Fear the Walking Dead‘.
  • Com 148 minutos, este é o segundo filme de zumbi mais longo da história, atrás de ‘Dawn of the Dead‘ de George A Romero (1978), que chega a 156 minutos.
  • Army of the Dead‘ é também o terceiro lançamento de terror mainstream mais longo da história, atrás de ‘It: Capítulo 2‘ (169 minutos) e ‘Doutor Sono‘ (180 minutos).

Confira a nossa crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Durante uma seleta coletiva de imprensa, da qual o CinePOP foi um dos convidados, o cineasta revelou detalhes sobre as horripilantes criaturas, salientando o seu desejo de ir além no gênero, transformando os zumbis em monstros muito mais evoluídos do que o habitual:

“Eu acho que os zumbis tem perdurado nos cinemas e na cultura POP porque eles são monstros derivados de nós mesmos, então essa é sempre uma ótima forma de pensar sobre eles. Mas nesse filme, eu não apenas senti que queria homenagear clássicos de zumbis, como também queria explorar o que mais eles poderiam oferecer. E uma das coisas que eu mais pensei enquanto criava esse roteiro era na noção de que muito mais que uma evolução, eles representariam até mesmo a nossa substituição”.

Snyder foi ainda mais além, ponderando sobre as características singulares do zumbis de ‘Army of the Dead’. Para o cineasta, a ideia era torná-los independentes e autossuficientes, para que o fator “ameaça” pudesse ser explorado por uma ótica um pouco mais aprofundada:

“A ideia é que eles não sejam apenas esses zumbis de outro nível, que podem pensar, perambular e atacar animais. Mas que eles sejam menos perversos, não destruam o planeta e não se matem. Eles não são muito agressivos. Nós erramos com eles e eles estão devolvendo o favor, mas essa versão da humanidade ou o que quer ela seja representa o fato de que eles conseguem sobreviver sem nós, de que eles vão ficar bem sem nós. E eu achei que isso seria uma jeito divertido e assustador de pensá-los, como sendo os nossos substitutos”.

Ao longo da coletiva, o astro Dave Bautista também comentou sobre o thriller de ação, revelando que quase rejeitou a proposta:

“Eu pude fazer vários filmes com muitas cenas de ação, mas nunca havia feito um onde eu pudesse mostrar minha versatilidade como ator. Quando o projeto chegou a mim, eu não estava muito interessado, porque me foi descrito como um longa de zumbi com assalto e eu não estava à procura de um trabalho desse porte, eu queria me provar como ator. Mas a proposta voltou a mim quando Zack disse que queria que eu interpretasse o Scott. Então eu li o roteiro e era completamente diferente do que pensei que seria”.

O ator, que também faz parte da franquia de ‘Guardiões da Galáxia‘, ainda refletiu sobre a jornada do seu personagem, pontuando o simbolismo por trás das suas motivações. Segundo ele, Scott vive uma trajetória de redenção familiar e reconexão com sua filha:

“O filme realmente me proporcionaria a oportunidade de mostrar diversos lados da minha atuação, para além daquele cara que é um badass em cenas de ação. É a história de um pai que quer se redimir com a sua filha e isso foi o que me convenceu. Era a oportunidade de eu mostrar um lado maior da minha performance. Ele não é um cara apenas da ação. Ele é capaz de ser isso, mas é também alguém que quer se redimir. É uma história sobre redenção”.

Crítica | Brightburn: Filho das Trevas – Amazon Prime lança terror sobre Superman ‘do mal’

A mitologia em torno da figura do Superman (ou Super-Homem), um dos mais antigos e definitivamente o mais famoso dos super-heróis saídos dos quadrinhos, é tão impactante culturalmente que levou o diretor Bryan Singer a tecer o comentário sobre o personagem ser tão conhecido quanto Jesus Cristo – enquanto filmava sua própria interpretação da história em Superman – O Retorno (2006).

Sim, já tivemos inúmeras versões deste conto espalhadas pelas mais diversas mídias, seja no cinema, TV e, é claro, nas HQs, berço do herói. Mas ainda não vimos tudo o que pode ser feito com esta narrativa. E a prova disso é a forma como o produtor James Gunn resolve tratar o material ao aderir à brincadeira. Oriundo do cinema fantástico e de terror, o diretor se tornou uma estrela ao fazer de personagens C do repertório da Marvel, a mais nova sensação pop (Os Guardiões da Galáxia). E se, como afirma o próprio, as duas coisas que mais gosta no mundo são terror e super-heróis, por que não uni-las em um filme?

A ideia, no entanto, embora tenha partido de um Gunn (na verdade de dois), não foi de James. Brian Gunn, seu irmão, e Mark Gunn, seu primo, são os responsáveis pelo argumento sobre uma criança que cai do espaço numa área rural dos EUA, na pequena cidade de Brightburn (a Pequenópolis deste universo), e é adotado por um amável casal do interior: Tori (Elizabeth Banks) e Kyle (David Denman). A proposta aqui é a seguinte: e se ao invés do altruísmo e bondade, o menino desenvolvesse as piores e mais perversas características humanas?

Para a empreitada foi escalado o jovem diretor David Yarovesky (em seu segundo longa), que, adepto da escola de suspense e terror do mestre John Carpenter, consegue criar cenas memoráveis e geladas, donas de um ritmo agonizante próprio. Ajuda o fato do roteiro não fornecer saídas fáceis, deixando mais perguntas do que respostas, assim como grandes exemplares do gênero. Mas, sendo este um produto mainstream, pensado para as grandes massas, o nível de grafismo das cenas é altíssimo, podendo ser comparado ao dos torture porn, vide Jogos Mortais e afins. A indução do que é imaginado e não visto, no entanto, ainda é a solução mais eficiente.

Brightburn, porém, não é meramente violência desmedida e voltada ao entretenimento. Muito pelo contrário. Existe toda uma discussão dramática envolvendo distúrbios infantis que se não prevenidos podem vir a se tornar agravantes como psicopatia – e podendo inclusive ser traçado um forte paralelo com jovens que constantemente entram armados em colégios para chacinas. Em especial, aqui, como tal fato afeta os pais.

Com reviravoltas que constantemente nos pegam desprevenidos, Brightburn eleva o nível de tensão em diversas cenas (em especial a da visita na casa da tia) e cria um dos personagens infantis mais assustadores do cinema recente – para entrar no hall ao lado de Damien (A Profecia) e Esther (A Órfã), por exemplo. Dono de uma história simples, mas muito eficiente e artesanalmente costurada, a nova produção bancada por James Gunn é daquelas que tem jeitão de já ter nascido cult. Ah sim, e uma dica: prestem atenção no que eles fizeram com a cena pós-créditos e tente não abrir um grande sorriso.

Não, eles não estavam mortos desde o começo | Entenda o final da série Lost

Por: Lucca Torres

Há 11 anos, o episódio final de Lost ia ao ar, chocando – e frustrando – muita gente com sua revelação bombástica, que encerrou anos de teorias dos fãs e acabou virando um meme de proporções mundiais. Afinal, as pessoas acompanharam o seriado esse tempo todo só para descobrir que os personagens estavam mortos? Pois bem, ao contrário do que foi difundido pela internet, o final deixa claro que eles NÃO estavam mortos desde o começo. Confira no texto.

Se você vive pela internet, com certeza já deve ter escutado sobre o polêmico fim da série Lost. Muitos até falam que o final é muito ruim porque todos estavam mortos esse tempo todo. O que faz com que algumas pessoas realmente passem longe da série por conta desse equívoco. Elas nem pensam em começar a ver porque já sabem do “final ruim”. Porém, essa história de “todo mundo quase morto” é fruto de um falso entendimento, que se tornou uma falsa memória coletiva. Hoje, até algumas pessoas que assistiram a série acreditam que todos estavam mortos desde o primeiro episódio.

Portanto, entenda de uma vez por todas o verdadeiro final da série, e porque você deveria dar uma chance a esse marco da TV.

Para começar, precisamos falar sobre como Lost foi a série precursora de teorias e discussões na internet. A cada novo episódio os fóruns online explodiam com milhões de teorias e comentários. Teorias essas que os produtores Carlton Cuse e Damon Lindelof amavam instigar com referências escancaradas na própria série.

Essas teorias iam desde “a ilha é um experimento científico” até “eles estão mortos e a ilha é um purgatório”, e os produtores sempre davam um jeito de dar uma instigada nessas e outras teorias mirabolantes, mas realmente a do purgatório era a mais popular entre elas.

Estavam mortos desde o começo?

Lost sempre foi conhecido por inovar na sua forma de contar a história, seja com os famosos flashbacks que mostram acontecimentos do passado dos personagens e também flashforwards, que inovaram mostrando acontecimentos do futuro. Porém, na sexta e última temporada, a narrativa introduziu os flash-sideways, que mostravam uma espécie de realidade alternativa onde a ilha vivia submersa e o avião da Oceanic 815 nunca caiu. E durante toda a última temporada acompanhamos essa realidade alternativa paralelamente ao que era mostrado na “realidade normal”.

A Ilha submersa.

Mas o mundo e as pessoas desses flash-sideways eram totalmente diferentes das que conhecíamos. James Sawyer, por exemplo, era um golpista totalmente imoral. Já nesse “mundo paralelo”, era um policial boa pinta. Percebemos então que aquela realidade não era um simples mundo onde eles não caíram na ilha. As coisas eram bem diferentes.

Foi aí que a trama começou a mostrar a verdade. Desmond lembra de tudo que viveu na ilha e tomou como missão fazer todos se lembrarem. Então, durante a parte final da última temporada, somos brindados com momentos lindos e inesquecíveis de personagens amados, mas que já haviam morrido, se reencontrando.

Charlie e Claire se reencontram.

Porém, os flash-sideways eram intercalados com os acontecimentos do presente na ilha, então, durante toda a última temporada, temos duas tramas:

● Na ilha: Os sobreviventes tentando lutar contra a ameaça da “fumaça preta”;

● Na realidade alternativa: Desmond reunindo todos com a intenção de fazer com que se lembrassem.

Descobrimos então que a realidade alternativa nada mais era do que um afterlife, um “pós-morte”. Nem céu, inferno, purgatório ou umbral. Aquilo era um meio termo, um lugar onde todos poderiam “seguir adiante” juntos.

E é o que acontece no último episódio. Ao mesmo tempo em que acompanhamos Jack literalmente dando sua vida pela ilha e caminhando em direção a morte, temos o mesmo Jack no pós-morte relembrando tudo com o auxílio do “O Guia”, que é representado pelo falecido pai do personagem.

O Guia.

Jack pergunta se ele é real, e O Guia responde: “Eu sou real, você é real, tudo que aconteceu com você foi real, todas as pessoas ali são reais”.

Então Jack pergunta se todos que estão no afterlife estão mortos e tem como resposta: “Todo mundo morre um dia, Jack. Alguns antes de você e outros, depois”.

Ou seja, todos que estão na ilha estão vivos, enquanto aqueles que estão no afterlife estão mortos. E a explicação de todos estarem juntos ao mesmo tempo é que não existe “agora” no afterlife.

Esses diálogos vieram praticamente para mostrar a todos que tudo aquilo que eles viveram na ilha aconteceu. E o afterlife, que foi introduzido na sexta e última temporada, era um pós-morte.

Então, toda aquela teoria de que eles estavam mortos desde o começo caiu por terra, porque todos se lembram dos momentos que passaram na ilha, e a fala do Guia a Jack é auto-explicativa: tudo na ilha aconteceu mesmo.

Mesmo que não vejamos alguns personagens como Hurley, Sawyer e Kate morrerem, não significa que isso não acontecerá um dia, como diz O Guia: “Todo mundo morre um dia”. Então podemos pressupor que Sawyer poderá morrer com 100 anos de idade. Mas, independentemente disso, eles sempre vão se encontrar ali no afterlife.

Na cena final da série, vemos Jack morrendo na “realidade da ilha”. Ao mesmo tempo, todos no afterlife estão se encontrando e se abraçando, sentados numa igreja para seguir adiante.

E apesar de ser uma igreja, Lost não determina qual religião é correta, fica a seu critério determinar para onde estão partindo. Seja para o além, céu ou qualquer lugar. Então a série encerra com Jack fechando os olhos, fazendo um paralelo com a primeira cena do primeiro episódio, onde ele abre os olhos e acorda na ilha.

Os paralelos entre a primeira e a última cena da série

Muitas pessoas não entenderam esse final e espalharam por aí que todos estavam mortos, mas a verdade é que tudo que aconteceu na ilha foi real. Todas as temporadas, todos os momentos felizes e tristes, todos os mistérios e intrigas aconteceram. O pós-morte é apenas um elemento introduzido na última temporada para encerrar a série. Tudo aquilo que aconteceu… Bem, aconteceu.

As seis temporadas de Lost estão disponíveis no Amazon Prime Video.

Marvel terá gays e trans nos próximos filmes, diz Kevin Feige

O presidente da Marvel StudiosKevin Feige, comentou que a companhia “absolutamente” tem planos para introduzir mais personagens LGBTQ+ no Universo Cinemático Marvel.

O panteão cinematográfico já trouxe seu primeiro personagem abertamente gay em ‘Vingadores: Ultimato’, interpretado pelo diretor Joe Russo em uma breve aparição – algo sobre o qual Feige disse que era “um pequeno passo” em direção à representatividade e à inclusão.

O CEO revelou que Os Eternos, dirigido por Chloé Zhao, trará um personagem LGBTQ+ com mais destaque para as telonas. Feige foi questionado se a Marvel tem planos de introduzir outras figuras da comunidades, “especificamente personas trans”:

“Sim. Absolutamente, sim. Vamos adicionar diversidade gay e trans. E muito em breve, em um filme que estamos rodando agora mesmo, teremos um personagem abertamente gay”.

Quando outro estudante lhe perguntou se o sucesso de ‘Pantera Negra’‘Capitã Marvel significavam que o MCU cresceria para algo mais diverso, Feige comentou que esse sempre foi o plano da Marvel.

“Toda vez que fazemos um filme, esperamos que faça sucesso para que possamos fazer outro. Essa é sempre a ideia. E com esses dois filmes em particular, queríamos mostrar heróis dos quadrinhos que representassem o mundo que assiste aos nossos filmes. Então nossa intenção sempre foi continuar a fazer isso. O que é legal é que ambos os longas-metragens foram tremendos sucessos e jogaram fora quaisquer dúvidas, e eu espero que tenha inspirado companhias ao redor do mundo para fazer a mesma coisa”. 

Ansiosos?

‘Grey’s Anatomy’: Mais um ator deixará o elenco da série!

Após a saída de Jesse Williams, mais um ator está deixando o elenco regular de ‘Grey’s Anatomy‘.

De acordo com o Deadline, Greg Germann, que tem interpretado o Dr. Tom Koracick por quatro temporadas – tendo sido promovido ao elenco fixo nos últimos dois ciclos – deixará a produção e não retornará para o 18ª temporada.

A última aparição do ator será durante o último episódio do ciclo atual, que irá ao ar no dia 3 de junho. Apesar disso, o site destaca que há possibilidades dele retornar como convidado especial no futuro.

Vale lembrar que ‘Grey’s Anatomy‘ já foi oficialmente renovada para a 18ª temporada.

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

‘Velozes e Furiosos 9’ arrecada US$ 127 mi e faz franquia passar a marca dos US$ 6 bilhões

Velozes e Furiosos 9’ já foi lançado em diversos países e arrecadou US$ 127 milhões em seus três primeiros dias em cartaz.

Com a arrecadação, o filme fez a franquia ‘Velozes e Furiosos‘ ultrapassar a marca dos US$ 6 bilhões arrecadados com nove filmes.

Especificamente, o filme dirigido por Justin Lin arrecadou US$ 105 milhões só na China, dando-lhe a maior estreia de grande sucesso durante a pandemia de coronavírus (COVID-19) em curso até agora. Ao fazer isso, Velozes e Furiosos 9’ está a caminho de se tornar a segunda maior abertura para a franquia, atrás de Velozes e Furiosos 7’. É também o quinto maior dia de abertura de qualquer filme na China.

Com as estreias em Hong Kong, Rússia e Oriente Médio, o longa acumulou mais US$ 10,7 milhões.

Tudo isso considerando que os cinemas abertos não estão operando com capacidade total.

Lembrando que o filme estreia nos EUA somente em 25 de junho e chega às telonas brasileiros em 22 de julho.

Como o Brasil e os EUA são dois mercados bastante promissórios, resta aguardar para saber se essas estreias vão injetar uma boa quantia no fim da corrida.

E aí, você está ansioso?

Confira as primeiras críticas do filme:

“Aqueles que já estão imersos na tradição da franquia irão apreciar o cuidado de ‘Velozes e Furiosos 9’ com os personagens secundários – incluindo alguns cujo retorno à narrativa certamente trará aplausos em cinemas lotados. Mas parte desse fan service acaba parecendo forçado. De qualquer forma, o filme nos dá a impressão de que a franquia já perdeu sua criatividade e singularidade.” – Screen Daily.

“Como no último filme de Lin, o decepcionante ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o diretor adota uma abordagem de quantidade em no lugar da qualidade, tem mais ação, mais subtramas e muitos personagens na mistura. Mais do que qualquer filme precisa. Ainda assim, o ‘Velozes e Furiosos 9‘ deixa uma sensação de que faltou algo. A estratégia maximalista não dá espaço para que a trama desenvolva a relação entre Dom e seu irmão.” – The Hollywood Reporter.

“Às vezes, quando você menos espera, uma franquia de sucesso se transforma essencialmente em algo diferente. Com o tempo, ‘Missão Impossível‘ se tornou parecida com ‘007‘, e ‘Velozes e Furiosos‘ se tornou ‘Missão Impossível‘. Mas Velozes e Furiosos 9‘ não é construído em torno de uma missão emocionante. É construído em torno de Vin Diesel e John Cena vivenciando a angústia sobre o passado dos irmãos Toretto. O enredo da família ‘funciona’ (mesmo que você esteja ciente de como o personagem de Cena é mal escrito), mas não é suficente para sustentar o filme; é mais como uma desculpa. A verdade é esta franquia não precisava de mais ‘emoção’. – Variety.

“Este é, de longe, o maior, mais selvagem e desafiador da franquia Velozes e Furiosos‘ (uma cena no final com certeza vai fazer você ficar de boca aberta com a estúpida audácia de alguns personagens), a direção de [Justin] Lin e o roteiro de Daniel Casey é capaz de alavancar a ação a níveis ridiculamente satisfatórios e tudo isso é compensado quando nos profundamos no personagem de Dom, em um nível mais pessoal do que a franquia jamais conseguiu antes.” – IndieWire

“Para o público que deseja retornar aos cinemas em 2021 com um espetáculo grande, barulhento e empolgante, ‘Velozes e Furiosos 9‘ faz os carros andarem rápido, pularem alto e geralmente fazerem o impossível. É extremamente fantasioso, sim, mas também é ridiculamente estimulante se você precisar de um passatempo.” – The Wrap.

Assista ao trailer em versão dublada e legendada:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Pam & Tommy’: Série terá a mesma sensibilidade de ‘Eu, Tonya’, revela diretor

A minissérie biográfica ‘Pam & Tommy‘ ainda está em fase de produção, mas já está sendo uma das mais comentadas do momento, em virtude da surpreendente transformação dos atores Sebastian Stan e Lily James.

E durante uma entrevista ao ComickBook.com, o diretor da produção – Craig Gillespie, falou sobre o assunto, revelando ainda que a série terá a mesma sensibilidade de ‘Eu, Tonya‘, aclamada cinebiografia indicada ao Oscar também dirigida por ele.

Na ocasião, o diretor de ‘Cruella‘ ainda ponderou sobre a importância de ponderar sobre como a sex tape de Pamela Anderson e Tommy Lee acabou gerando consequências imensuráveis na vida dos indivíduos. Gillespie ainda salientou que a minissérie fará esse confronto com a audiência:

“Eu sei, é meio louco como isso chamou a atenção absolutamente, estamos há quatro semanas e Sebastian e Lilly estão simplesmente arrasando! E você sabe, temos Seth [Rogen] lá também e Nick Offerman e será uma jornada muito, muito louca e divertida que, em última análise, o que adoro é que tem muito coração. Tem uma sensibilidade muito semelhante a ‘Eu, Tonya‘, onde você começa a fazer essa jornada e entende o dano que foi feito à Pamela Anderson e que como público somos novamente cúmplices disso, porque nós devoramos toda essa situação, sem nenhuma preocupação com as consequência que isso traria para os indivíduos”.

Confira as primeiras imagens:

Em seus perfis do Instagram James e Stan também mostraram novos vislumbres de suas caracterizações.

Confira:

“‘Não paramos de jogar porque envelhecemos, envelhecemos porque paramos de jogar’. – Tommy Lee, escreveu Stan.

“‘É ótimo ser loira. Com baixas expectativas, é muito fácil surpreender as pessoas’- Pamela Anderson. ‘Pam & Tommy‘ chega ao Hulu em breve”, escreveu James.

Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.

Netflix vai lançar “novo Harry Potter” com Charlize Theron; Confira os detalhes!

Após investir alto em ‘O Legado de Jupiter‘ para competir com ‘The Boys‘, do Amazon Prime, a Netflix agora vai lançar um filme para tentar iniciar uma franquia sobre magia que tentará seguir o sucesso de ‘Harry Potter‘.

Trata-se de uma adaptação da saga de romances de sucesso assinada por Soman Chainani e Alice Klesck.

Em A Escola do Bem e do Mal, os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, um lugar similar a Hogwarts, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem.

O filme é baseado no primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas, e tem uma pegada bastante parecida com a de Harry Potter.

O filme é dirigido por Paul Feig, de ‘Missão Madrinha de Casamento‘ e ‘A Espiã que Sabia de Menos‘, e é estrelado pelas aclamadas atrizes Kerry WashingtonCharlize Theron.

Confira as primeiras imagens:

Sophia Anne Caruso (‘Evil’) e Sofia Wylie (‘High School Musical: O Musical: A Série‘) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.

O roteiro fica a cargo de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘).

A estreia na Netflix acontece em 2022.

20 ANOS de O Retorno da Múmia | Confira dez curiosidades sobre a sequência!

A sequência O Retorno da Múmia, segundo capítulo da adorada franquia estrelada por Brendan FraserRachel Weisz, chegou aos cinemas de todo o mundo há 20 anos, em maio de 2001.

Apesar de ter sido criticada pelos especialistas, o longa ainda tem um lugarzinho especial entre os fãs de filmes de aventura.

O Retorno da Múmia expandiu a mitologia explorada no filme de 1999 e introduziu diversos personagens novos, incluindo Meela Nais/Anck Su Namun (Patricia Velásquez) e o Escorpião Rei (Dwayne Johnson), além de trazer Arnold Vosloo em seu icônico papel como o antagonista Imhotep.

Para celebrar seu aniversário de duas décadas, o CinePOP separou uma breve lista com dez curiosidades de bastidores da produção.

Confira:

SUCESSO COMERCIAL

Apesar das críticas mistas, O Retorno da Múmia fez um estrondoso sucesso nas bilheterias mundiais, arrecadando US$435 milhões contra um orçamento de US$98 milhões. O feito inclusive rendeu mais uma sequência da saga principal, A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ e um spin-off centrado no personagem de Johnson.

TREINAMENTO INTENSIVO

Weisz e Velásquez, que interpretaram Evelyn O’Connell e Meela Nais, respectivamente, bem como as guerreiras egípcias Nefertiri e Anck Su Namun no passado, treinaram por cinco meses para as sequências de luta. As atrizes fizeram as cenas sem quaisquer dublês.

PERSONALIDADE IRREPARÁVEL

Apesar dos personagens Rick e Evelyn crescerem e amadurecerem consideravelmente no segundo filme, principalmente após o casamento e o nascimento de Alex (Freddie Boath), o diretor Stephen Sommers queria deixar claro que Jonathan (John Hannah) não aprendera absolutamente nada da primeira aventura.

FÃ DE CARTEIRINHA

Boath era um grande fã de A Múmia, tendo assistido ao filme mais de 30 vezes. Ele recusou a oportunidade de participar de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ para estrelar o segundo capítulo da franquia – e sabia tanto sobre o primeiro longa que serviu como uma espécie de consultor para a nova aventura.

CUIDADO: RISCO DE MORTE

Fraser fraturou um disco espinhal, uma costela e machucou os joelhos durante as filmagens do longa. Johnson, por sua vez, teve infecção alimentar e insolação, perdendo quase cinco quilos e dizendo que foi o “pior momento da minha vida”.

AQUELE QUE NÃO DEVE SER NOMEADO

Ardeth Bay (Oded Fehr) e a única pessoa no filme que se refere a Imhotep como “a Criatura”. Isso é explicado na novelização da obra, que declara que Ardeth, assim como todos os medjai, temem se referir a Imhotep pelo nome enquanto a múmia está em sua forma não-morta.

MÉTODO DOLOROSO

Para manter a suavidade do corpo, Vosloo tinha que raspar o corpo inteiro duas vezes por dia. Originalmente, ele tentou usar cera, mas não conseguiu suportar a dor.

CONTRATEMPOS

A Ponte da Torre estava fechada para permitir filmagens. Eles tinham permissão de fechá-la por apenas vinte minutos por vez, mas o tráfego resultante depois da primeira vez causou ameaças de prisão da Scotland Yeard e um tempo reduzido de fechamento de dez minutos.

ESPETÁCULO PÚBLICO

Penhascos extras foram digitalmente acrescentados à sequência do tsunami, para mascarar as centenas de espectadores que assistiam às filmagens.

SEQUÊNCIA RÁPIDA

A sequência é ambientada quase dez anos depois dos eventos de A Múmia, apesar dos filmes terem uma diferença de lançamento de apenas dois. Sommers brincou que resolveu fazer a franquia desse jeito porque “não queria trabalhar com bebês”.

Fonte: IMDb, ScreenRantMovieFone

‘Batman’: Imagens de colecionável revelam VÁRIOS detalhes do uniforme de Robert Pattinson

O Prime 1 Studio divulgou belas imagens do colecionável do ‘Batman‘ de Robert Pattinson, revelando novos detalhes do uniforme e do visual do personagem.

Confira:


O filme é escrito e dirigido por Matt Reeves.

Além de Robert Pattinson (Bruce Wayne) e Paul Dano (Charada), o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.

 

Crítica | Demon Slayer – Mugen Train: O Filme – Longa do anime de sucesso é na medida para os fãs

Quem curte anime japonês sabe o que esperar das animações. É um tipo de produção diferente das animações ocidentais estilo Disney – são carregadas de emoções altamente dramáticas e não necessariamente focam em uma história fechada, linear, mas sim em construir desafios e aventuras para que a missão de seus personagens constantemente seja posta em xeque. É mais ou menos assim que ocorre com a maior parte das séries de anime japoneses, que, ao fazerem sucesso – e boa parte delas faz – ganha extensões em formato de longa-metragem. É o caso da seriezinha ‘Demon Slayer’, que estreia nos cinemas brasileiros seu filmeDemon Slayer – Mugen Train: O Filme’.

Tanjirô (Natsuki Hanae, na dublagem original em japonês), Zenitsu (Hiro Shimono) e Inosuke (Yoshitsugu Matsuoka) correm para pegar o trem na plataforma que já está saindo em direção à cidade de Mugen. Eles precisam encontrar em qual vagão está Kyôjurô (Satoshi Hino), um poderoso mestre. Porém, a viagem rapidamente é ameaçada pela presença de demônios terríveis que invadem o sono das pessoas e as aprisiona ali, em memórias felizes das quais elas não querem abrir mão, enquanto seus corpos são ameaçados de morte dentro do vagão. Por isso, Tanjirô terá que aprender a como dominar sua própria força de modo a proteger a todos os passageiros do trem.

Primeiramente, ‘Demon Slayer – Mugen Train: O Filme’ é uma produção feita pensada nos fãs da série. Ou seja, se você está de bobeira e decidir assistir a este filme, provavelmente não irá entender alguns pontos chave do enredo porque ele se constrói diretamente com elementos do anime. Não que o longa seja incompreensível, claro que não. Mas ele impacta de uma forma muito mais intensa na garotada que é fã do trio de caçadores de demônios.

Dramaturgicamente, é preciso dizer que ‘Demon Slayer – Mugen Train: O Filme’ é extreeeemamente dramático, na mesma medida em que é extreeemamente exagerado. Ao mesmo tempo que seus personagens têm surtos infantilóides (que atrai o público pré-adolescente), ao mesmo tempo tem cenas bem pesadinhas para essa garotada (que justifica a classificação etária de 16 anos).

Com uma roupagem juvenil – posto que os personagens têm faixas etárias bem jovens, embora lidem com temáticas de responsabilidade adulta –, o roteiro de Koyoharu Gotouge, baseado no mangáKimetsu no yaiba’, é elaborado em quatro arcos que se desenvolvem em quase duas horas de duração. Os primeiros três são interligados por uma história linear bastante coerente – a aventura dos protagonistas em enfrentar os demônios que ameaçam o trem –, porém, quando a gente acha que o filme está acabando, surge um novo arco com o surgimento de um novo personagem que embica a trama para uma outra direção, deixando-a em aberto porque, como falamos, o longa faz parte do universo da série.

Ou seja, ‘Demon Slayer – Mugen Train: O Filme’ é como um episódio super estendido do anime: funciona melhor como um OVA do que como um filme. Mas os fãs vão curtir cada momento no cinema, sem dúvida, pois o longa é recheado de batalhas mirabolantes e golpes incríveis que preenchem a telona com muita luz e brilho coloridos.

Autor INVENTOU que tinha CÂNCER! Conheça a polêmica em torno de ‘A Mulher na Janela’

A Mulher na Janela‘ já está disponível na Netflix, mas muitas pessoas não sabem toda a polêmica em torno da produção e do livro em que ela se baseia.

Dan Mallory, que assinou o livro como A. J. Finn, foi exposto em uma reportagem do New Yorker que revelou que o autor inventou ter câncer, além de outras coisas.

No vídeo abaixo, Renato Marafon explica a polêmica e fala sobre o filme:

Na trama, Anna Fox (Adams) mora sozinha em uma casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma agorafobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo vinho, assistindo filmes antigos, conversando com estranhos na internet.

Quando uma nova família se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela vida perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê um assassinato que muda tudo para sempre.

Mas será que ela realmente presenciou o crime ou o criou em sua mente?

O elenco também conta com Gary Oldman, Brian Tyree Henry, Julianne Moore, Wyatt Russell e Anthony Mackie.

‘Homem-Formiga 3’: Michael Douglas confirma data de início das gravações; Saiba quando!

Depois que a Marvel Studios confirmou para fevereiro de 2023 a estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa Quantumania‘, os fãs estão curiosos para saber quando as gravações serão iniciadas.

Durante uma entrevista para o Deadline, Michael Douglas, intérprete de Hank Pym, confirmou que as câmeras começam a rodar em 03 de julho.

Ele acrescentou que o filme será filmado em Londres, algo que o diretor Peyton Reed já havia confirmado através do Twitter.

Comentando sobre sua trajetória no MCU, Douglas disse:

“Eu nunca tinha participado de um filme com tantos efeitos visuais antes de ‘Homem-Formiga’ e achei que isso não podia ser superado, mas aí veio a sequência. E o ambiente também é muito divertido com Paul [Rudd], Evangeline [Lilly] e todo o elenco. Agora estamos nos preparando para ir a Londres. As filmagens do 3º começam em 03 de julho.”

Lembrando que a sequência estreia em 17 de fevereiro de 2023.

O elenco também conta com o retorno de Paul Rudd como Scott Lang/Homem-Formiga, Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne e Evangeline Lilly como Hope Vn Dyune/Vespa.

As novidades são Kathryn Newton como a nova intérprete de Cassie Lang e Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

A sequência traz o retorno de Peyton Reed como diretor, a partir do roteiro ecrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

20 Curiosidades sobre ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’, de Zack Snyder 

O CinePOP traz uma matéria especial com 20 curiosidades sobre ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas, superprodução de Zack Snyder para a Netflix.

Confira:

  • A Netflix assumiu o projeto da Warner Bros.
  • As filmagens começaram no verão de 2019 com um orçamento de até US $ 90 milhões.
  • Chris D’Elia já havia filmado suas cenas em 2020 quando surgiram histórias sobre ele assediando sexualmente mulheres. Zack Snyder contratou a comediante Tig Notaro para substituir D’Elia. Notaro foi filmada sozinha e inserida no filme em todas as cenas em que D’Elia estava por meio da tela verde e outros efeitos especiais.
  • Este filme estava passando por um inferno de desenvolvimento desde 2004, quando Snyder recusou a chance de dirigi-lo para seguir outros projetos. Em 2010, foi anunciado que o filme finalmente seguiria em frente com Matthijs van Heijningen Jr. na direção e uma data de lançamento no outono de 2013, mas esta versão não foi aprovada.
  • O filme está sendo rodado no antigo Atlantic Club Casino Hotel, em Atlantic City, que está fechado desde 13 de janeiro de 2014. O cassino também era conhecido como Golden Nugget, Hilton e Bally’s Grand. Filmado durante o final do verão de 2019, dezenas de unidades de ar-condicionado foram trazidas para o hotel.
  • O segundo projeto de terror apocalíptico zumbi de Zack Snyder desde Madrugada dos Mortos (2004), sua estreia na direção.
  • Zack Snyder cortou uma piada visual grosseira do filme que mostrava um stripper com um pênis enorme que teve uma mordida, porque ele achou que foi longe demais.
  • Este é o primeiro filme digital de Zack Snyder. Todos os seus filmes anteriores foram rodados em 35mm ou 65mm. Ele usou câmeras digitais para o epílogo de Knightmare na ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, mas isso foi devido às preocupações do COVID-19.
  • James Gunn havia escrito o filme de zumbi anterior de Zack Snyder, Madrugada dos Mortos (2004), mas desistiu de escrever este filme devido ao seu foco no Esquadrão Suicida (2021).
  • Um tigre vivo, cuidadosamente decorado com maquiagem, foi usado para algumas fotos do tigre zumbi com um treinador presente o tempo todo. Quanto ao modelo gerado por computador, a referência foi um dos tigres de Carole Baskin da icônica série de documentários da Netflix Tiger King (2020).
  • Bem ao lado da entrada do cofre está o que parece ser cinco caixas contendo rolos de filme em uma prateleira de metal. Esta é a versão de Snyder da Liga da Justiça, como Zack Snyder compartilhou originalmente com Vero em dezembro de 2019.
  •  Ao contrário de Madrugada dos Mortos (2004), este filme não é baseado em nenhuma obra de George A. Romero, mas alguns elementos serão retirados de seus filmes.
  • Este filme não é uma continuação de Madrugada dos Mortos (2004) de Snyder, que foi escrito por James Gunn. Em Madrugada dos Mortos, o surto foi mundial. Em Army of the Dead, está contido em Vegas.
  • O segundo filme de Snyder baseado em um conceito original dele mesmo, seguindo Sucker Punch (2011).
  • Dave Batista recusou uma oferta para aparecer em O Esquadrão Suicida, a fim de trabalhar neste filme.
  • O segundo filme de Zack Snyder para um serviço de streaming, depois de Liga da Justiça de Zack Snyder (2021).
  • Zack Snyder também atua como diretor de fotografia e operador de câmera neste filme.
  • Garret Dillahunt não é estranho ao gênero zumbi, já que há vários anos ele é a estrela principal de ‘Fear the Walking Dead‘.
  • Com 148 minutos, este é o segundo filme de zumbi mais longo da história, atrás de ‘Dawn of the Dead‘ de George A Romero (1978), que chega a 156 minutos.
  • Army of the Dead‘ é também o terceiro lançamento de terror mainstream mais longo da história, atrás de ‘It: Capítulo 2‘ (169 minutos) e ‘Doutor Sono‘ (180 minutos).

Confira a nossa crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Durante uma seleta coletiva de imprensa, da qual o CinePOP foi um dos convidados, o cineasta revelou detalhes sobre as horripilantes criaturas, salientando o seu desejo de ir além no gênero, transformando os zumbis em monstros muito mais evoluídos do que o habitual:

“Eu acho que os zumbis tem perdurado nos cinemas e na cultura POP porque eles são monstros derivados de nós mesmos, então essa é sempre uma ótima forma de pensar sobre eles. Mas nesse filme, eu não apenas senti que queria homenagear clássicos de zumbis, como também queria explorar o que mais eles poderiam oferecer. E uma das coisas que eu mais pensei enquanto criava esse roteiro era na noção de que muito mais que uma evolução, eles representariam até mesmo a nossa substituição”.

Snyder foi ainda mais além, ponderando sobre as características singulares do zumbis de ‘Army of the Dead’. Para o cineasta, a ideia era torná-los independentes e autossuficientes, para que o fator “ameaça” pudesse ser explorado por uma ótica um pouco mais aprofundada:

“A ideia é que eles não sejam apenas esses zumbis de outro nível, que podem pensar, perambular e atacar animais. Mas que eles sejam menos perversos, não destruam o planeta e não se matem. Eles não são muito agressivos. Nós erramos com eles e eles estão devolvendo o favor, mas essa versão da humanidade ou o que quer ela seja representa o fato de que eles conseguem sobreviver sem nós, de que eles vão ficar bem sem nós. E eu achei que isso seria uma jeito divertido e assustador de pensá-los, como sendo os nossos substitutos”.

Ao longo da coletiva, o astro Dave Bautista também comentou sobre o thriller de ação, revelando que quase rejeitou a proposta:

“Eu pude fazer vários filmes com muitas cenas de ação, mas nunca havia feito um onde eu pudesse mostrar minha versatilidade como ator. Quando o projeto chegou a mim, eu não estava muito interessado, porque me foi descrito como um longa de zumbi com assalto e eu não estava à procura de um trabalho desse porte, eu queria me provar como ator. Mas a proposta voltou a mim quando Zack disse que queria que eu interpretasse o Scott. Então eu li o roteiro e era completamente diferente do que pensei que seria”.

O ator, que também faz parte da franquia de ‘Guardiões da Galáxia‘, ainda refletiu sobre a jornada do seu personagem, pontuando o simbolismo por trás das suas motivações. Segundo ele, Scott vive uma trajetória de redenção familiar e reconexão com sua filha:

“O filme realmente me proporcionaria a oportunidade de mostrar diversos lados da minha atuação, para além daquele cara que é um badass em cenas de ação. É a história de um pai que quer se redimir com a sua filha e isso foi o que me convenceu. Era a oportunidade de eu mostrar um lado maior da minha performance. Ele não é um cara apenas da ação. Ele é capaz de ser isso, mas é também alguém que quer se redimir. É uma história sobre redenção”.

Universal anunciava há quatro anos o fracassado ‘Dark Universe’; Confira!

Há exatos quatro anos, a Universal Pictures anunciou o Dark Universe.

O Universo teria uma continuidade expressiva nos cinemas e traria de volta as clássicas narrativas de monstros exploradas no começo do século passado – incluindo A Noiva de Frankenstein com Angelina Jolie atada no papel principal, uma versão de O Homem Invisível com Johnny Depp e uma possível continuação de A Múmia com Tom Cruise e Russell Crowe (que interpretou o temível Dr. Jekyll no longa-metragem em questão). Entretanto, todos os planos foram por água abaixo e o panteão sombrio foi colocado em suspensão por tempo indeterminado.

 

O ‘Dark Universe‘ ainda contaria com novos filmes de ‘Van Helsing‘, ‘Drácula‘ e ‘Lobisomem‘, que foram repaginados.

Felizmente, a Universal resolveu repaginar o que tinha em mente e reconectar tudo em uma esfera cinematográfica diferente do que iríamos ver – novas histórias e personagens que fariam parte do cânone monstro. O primeiro deles, O Homem Invisível (protagonizado por Elizabeth Moss), se tornou um sucesso de público e crítica. Mesmo com a crise do Coronavírus afetando os cinemas, ‘Homem Invisível conseguiu arrecadar US$ 134 milhões pelo mundo, com um orçamento de apenas US$ 7 milhões.

‘A Múmia’: Presidente da Universal Pictures admite falha na criação do Dark Universe

Por essa razão, o CinePOP resolveu criar uma singela matéria explorando o futuro do Dark Universe nas telonas, desde o projeto mais tangível até o mais utópico. 

DRÁCULA

Após o sucesso de ‘O Homem Invisível‘, a Universal Pictures voltou a se empolgar com seu Dark Universe e contratou a Blumhouse e vai realizar um reboot de ‘Drácula‘.

O novo projeto será dirigido por Karyn Kusama, cuja filmografia inclui ‘Garota Infernal‘ e ‘Aeon Flux.

Assim como ‘O Homem Invisível‘, a história se passará nos dias de hoje e será uma releitura do clássico de Bram Stoker.

Matt Manfredi e Phil Hay, que já haviam trabalhado com Kusama em filmes como ‘O Peso do Passado‘, roteirizam.

Se o filme se concretizar, seria parte da nova abordagem do estúdio aos Monstros da Universal, após a infeliz introdução do “Universo Sombrio” em 2017 com ‘A Múmia‘.

 

FRANKENSTEIN

Universal Pictures anunciou um novo projeto com James Wan: será um filme de monstro com elementos de ‘Frankenstein‘.

Com roteiro de Robbie Thompson, produtor executivo de ‘Supernatural‘, o longa mostrará um grupo de adolescentes que descobre que o vizinho está construindo um monstro com pedaços de cadáver. Quando o monstro foge, o terror corre solto.

Segundo o THR, a trama utilizará elementos clássicos do Universo de Monstros mas trará uma abordagem moderna.

James Wan não vai dirigir, mas vai produzir através da sua empresa Atomic Monster.

Baseada no romance homônimo de Mary Shelley, a história já foi adaptada inúmeras vezes para as telonas: em 1930, Boris Karloff deu vida à infame criatura e, em 2012, o monstro ganhou uma repaginação amigável com a animação Hotel TransilvâniaJavier Bardem havia sido considerado para viver o personagem-titular no primeiro reboot planejado pela UniversalA Noiva de Frankenstein, mas o projeto não seguiu em frente.

 

LOBISOMEM

A Universal Pictures deu sinal verde para um novo filme do ‘Lobisomem‘ (Wolfman), que será estrelado por Ryan Gosling.

Os executivos da Universal se reuniram com diretores no mês passado, e o preferido para assumir a direção é Cory Finle , que recentemente recebeu ótimas críticas por dirigir o drama da HBO ‘Má Educação“, com Hugh Jackman e Allison Janney.

A ideia é que a trama se passe nos dias de hoje e tenha a pegada do thriller ‘O Abutre‘, com Jake Gyllenhaal, com uma óbvia reviravolta sobrenatural.

Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo, de ‘Orange is the New Black‘, escreveram o roteiro baseado em uma ideia original de Gosling.

 

DARK ARMY

Outro interessante sinal de que o Dark Universe está mudado é o fato do diretor e roteirista Paul Feig ter sido cotado para criar um projeto por conta própria. O cineasta, conhecido por seu trabalho em Caça-Fantasmas, deve comandar o longa intitulado Dark Army, que promete introduzir personagens novos à saga, além de mergulhar fundo na mitologia arrepiante introduzida no século XIX.

De qualquer forma, poucas informações acerca da trama e da equipe técnica foram reveladas.

 

RENFIELD

Quando falamos do universo sombrio de monstros, automaticamente pensamos na ilustra presença de Drácula, um dos personagens mais famosos da cultura pop (que nos últimos meses ganhou uma nova versão para a Netflix). Porém, ao que tudo indica, teremos outro nome vampiresco trilhando seu caminho para as telonas: o assecla Renfield.

Dexter Fletcher está atado para dirigir o filme sobre o braço-direito do Conde e, ainda que pouco tenha sido revelado, sabe-se que Robert Kirkman apresentou a primeira versão de um roteiro, o qual pretende misturar comédia e terror num mesmo lugar.

 

A MULHER INVISÍVEL

Elizabeth Banks parece estar investindo em sua carreira como diretora e, recentemente, apresentou sua parte do Dark Universe com A Mulher Invisível – um dos projetos mais interessantes dessa nova leva de produções de terror.

Segundo a premissa, a trama será uma união não ortodoxa entre Thelma & Louise e Psicopata Americano – e, caso o filme predecessor faça um sucesso considerável nas bilheterias e entre o público e a crítica, não será surpresa se um cross-over acontecer com O Homem Invisível. Mais do que isso, pode ser até que o longa de Whanell já dê alguma pista do que podemos esperar no futuro.

 

Keanu Reeves day! ‘Matrix 4’ e ‘John Wick 4’ seriam lançados nos cinemas HOJE!

Keanu Reeves nunca esteve tão em alta em Hollywood, mesmo tendo uma carreira invejável nas últimas décadas repleta de blockbusters e filmes aclamados.

Aos 55 anos, o ator tem causado briga entre os estúdios, incluindo uma disputa entre Marvel e DC – ambas querem contratá-lo.

A agenda do astro está tão disputada, que em 2021 teríamos Reeves em DOSE DUPLA nos cinemas NO MESMO DIA, no chamado Keanu Reeves Day.

Por conta da pandemia de coronavírus e por decisão comercial óbvia dos estúdios, os lançamentos não acontecerão mais na mesma data.

Matrix 4‘ e ‘John Wick 4‘ seriam lançados hoje, dia 21 de maio de 2021, mas foram adiados.

John Wick 4‘ agora estreia apenas em 27 de maio de 2022. ‘Matrix 4‘ está agendado para 21 de dezembro de 2021.

O 3ª filme da franquia ‘John Wick‘, ‘Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias e já arrecadou US$ 321,6 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo. Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003. Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

‘Velozes e Furiosos 9’ arrecada quase US$ 70 milhões em fim de semana de estreia

Velozes e Furiosos 9’ já estreou em alguns cinemas espalhados pelo mundo e registrou nada menos que US$ 68,9 milhões em seus dois primeiros dias de exibição.

De acordo com o Screen Rant, a sequência dirigida por Justin Lin arrecadou US$ 3,4 milhões em seu primeiro dia em cartaz na Coreia do Sul, atingindo a maior marca da história no mercado coreano.

Com as estreias em Hong Kong, Rússia e Oriente Médio, o longa acumulou mais US$ 10,7 milhões.

Tudo isso considerando que os cinemas abertos não estão operando com capacidade total.

Mesmo assim, parece difícil esperar que a sequência tenha uma arrecadação final tão grande quanto o antecessor, que acumulou US$ 1,2 bilhão pelo mundo.

Até agora, o 7º filme foi o que mais faturou em toda a franquia, com US$ 1,5 bilhão pelo mundo.

Ainda assim, é bom deixar claro que grande parte desse sucesso foi devido à comoção pela morte de Paul Walker e pela curiosidade em saber como seu personagem seria retratado no enredo.

Lembrando que o filme estreia nos EUA somente em 25 de junho e chega às telonas brasileiros em 22 de julho.

Como o Brasil e os EUA são dois mercados bastante promissórios, resta aguardar para saber se essas estreias vão injetar uma boa quantia no fim da corrida.

E aí, você está ansioso?

Confira as primeiras críticas do filme:

“Aqueles que já estão imersos na tradição da franquia irão apreciar o cuidado de ‘Velozes e Furiosos 9’ com os personagens secundários – incluindo alguns cujo retorno à narrativa certamente trará aplausos em cinemas lotados. Mas parte desse fan service acaba parecendo forçado. De qualquer forma, o filme nos dá a impressão de que a franquia já perdeu sua criatividade e singularidade.” – Screen Daily.

“Como no último filme de Lin, o decepcionante ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o diretor adota uma abordagem de quantidade em no lugar da qualidade, tem mais ação, mais subtramas e muitos personagens na mistura. Mais do que qualquer filme precisa. Ainda assim, o ‘Velozes e Furiosos 9‘ deixa uma sensação de que faltou algo. A estratégia maximalista não dá espaço para que a trama desenvolva a relação entre Dom e seu irmão.” – The Hollywood Reporter.

“Às vezes, quando você menos espera, uma franquia de sucesso se transforma essencialmente em algo diferente. Com o tempo, ‘Missão Impossível‘ se tornou parecida com ‘007‘, e ‘Velozes e Furiosos‘ se tornou ‘Missão Impossível‘. Mas Velozes e Furiosos 9‘ não é construído em torno de uma missão emocionante. É construído em torno de Vin Diesel e John Cena vivenciando a angústia sobre o passado dos irmãos Toretto. O enredo da família ‘funciona’ (mesmo que você esteja ciente de como o personagem de Cena é mal escrito), mas não é suficente para sustentar o filme; é mais como uma desculpa. A verdade é esta franquia não precisava de mais ‘emoção’. – Variety.

“Este é, de longe, o maior, mais selvagem e desafiador da franquia Velozes e Furiosos‘ (uma cena no final com certeza vai fazer você ficar de boca aberta com a estúpida audácia de alguns personagens), a direção de [Justin] Lin e o roteiro de Daniel Casey é capaz de alavancar a ação a níveis ridiculamente satisfatórios e tudo isso é compensado quando nos profundamos no personagem de Dom, em um nível mais pessoal do que a franquia jamais conseguiu antes.” – IndieWire

“Para o público que deseja retornar aos cinemas em 2021 com um espetáculo grande, barulhento e empolgante, ‘Velozes e Furiosos 9‘ faz os carros andarem rápido, pularem alto e geralmente fazerem o impossível. É extremamente fantasioso, sim, mas também é ridiculamente estimulante se você precisar de um passatempo.” – The Wrap.

Assista ao trailer em versão dublada e legendada:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘DOM’: Guerra ao tráfico de drogas no novo trailer da série brasileira da Amazon; Confira!

A Amazon Prime divulgou um novo trailer da série brasileira ‘DOM‘.

Confira:

Inspirada em uma história real, a produção irá estrear no dia 4 de junho.

A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.

O elenco conta com Gabriel Leone, Flavio Tolezani, Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos.

‘Grey’s Anatomy’: Novo vídeo traz emocionante despedida ao Dr. Jackson Avery; Confira!

A ABC divulgou um novo vídeo de ‘Grey’s Anatomy‘, trazendo uma emocionante despedida ao personagem Jackson Avery (Jesse Williams).

Confira:

Recentemente, foi confirmado que Greg Germann, que tem interpretado o Dr. Tom Koracick por quatro temporadas – tendo sido promovido ao elenco fixo nos últimos dois ciclos – também deixará a produção e não retornará para o 18ª temporada.

A última aparição do ator será durante o último episódio do ciclo atual, que irá ao ar no dia 3 de junho. Apesar disso, o site destaca que há possibilidades dele retornar como convidado especial no futuro.

Vale lembrar que ‘Grey’s Anatomy‘ já foi oficialmente renovada para a 18ª temporada.

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.