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‘Sonic 3: O Filme’ ganha cenas INÉDITAS com Shadow, personagem de Keanu Reeves

A Paramount Pictures divulgou um animado comercial de ‘Sonic 3‘, em que podemos ver o Shadow (Keanu Reeves).

Confira:

 

Publicado por @funkopopsnews
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Ao invés de 2 de Janeiro de 2025, o filme agora chega em 25 de Dezembro de 2024.

Nos EUA, o filme abre dia 20 de Dezembro e vai bater de frente com ‘Mufasa – O Rei Leão‘.

Sonic retorna às telonas nessa temporada de férias em sua aventura mais emocionante até agora. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo que eles já enfrentaram antes. Com suas habilidades superadas em todos os sentidos, a Equipe Sonic deve buscar uma aliança improvável na esperança de parar Shadow e proteger o planeta. 

Vale destacar que Keanu Reeves dublará o vilão Shadow no novo filme.

Shadow é uma espécie de clone maligno do Sonic. Ora, como Shadow seria clone do Sonic, se o Sonic é bem mais novo que o Shadow? Fácil, por viagem no tempo é claro, afinal de contas viagem no tempo em sonic existe desde Sonic CD, então fica óbvio que sonic pode ter viajado ao passado e o Dr Gerald ter estudado ele por ter aparecido nas escrituras e murais equidnas por ser a verdadeira forma de vida suprema, e assim Gerald fez uma cópia (Shadow) para que pudesse estudá-la

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

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Wagner Moura fala sobre ‘O Agente Secreto’ ter sido escolhido para representar o Brasil no Oscar [EXCLUSIVO]

O Agente Secreto‘ nem chegou aos cinemas e já é um sucesso, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e vários prêmios nos festivais que passou.

Durante sua passagem pelo Festival do Rio, o CinePOP conversou com o astro Wagner Moura – que apareceu na lista de possíveis indicados ao Oscar de Melhor Ator feita pela revista americana Variety.

Wagner revelou o que sentiu quando o filme foi escolhido para representar o Brasil no Oscar.

“A gente ficou super feliz, viveu um momento que a gente ficou, será que vai? Mas eu dentro de mim eu achava que ia ser O Agente Secreto, porque um filme que ganhou quatro prêmios, né, em Cannes ganhou dois oficiais e outros dois. É muito raro isso, né? É um filme que tá fazendo um barulho, tem uma distribuidora muito forte que é Neon, que tá fazendo festivais, todos os festivais do circuito certinho. Toronto, Nova York, Londres, é tudo muito certo assim, sabe? Eu achei que ia ser ele e fui pensando assim: “Ah, não, cara, não é possível. cheio de gente ali no meio e é difícil, eu sei, porque foi uma safra muito boa de filmes brasileiros, né? Eh, muito bons filmes, mas eu acho que se você for analisar, independentemente da qualidade, de qual filme você gostou mais, o filme que tinha mais chance de ter uma entrada na coisa, eu acho que era O Agente Secreto mesmo.”

Assista a entrevista completa e siga o CinePOP no YouTube:

Wagner Moura, estrela de ‘O Agente Secreto’, fala sobre seus medos em relação à Inteligência Artificial

O The Hollywood Reporter divulgou recentemente suas apostas para os indicados ao Oscar, e entre os principais destaques estão o longa brasileiroO Agente Secreto e o astro brasileiro Wagner Moura.

A reportagem aposta em Wagner Moura para uma indicação de Melhor Ator, ao lado de nomes como Leonardo DiCaprio (‘Uma Batalha Após a Outra’), Timothée Chalamet (‘Marty Supreme’), Michael B. Jordan (‘Pecadores’) e George Clooney (‘Jay Kelly’).

Outra categoria em que a reportagem destaca o longa nacional é Melhor Filme Internacional, ao lado de ‘Valor Sentimental’ (Noruega), ‘Foi Apenas um Acidente’ (França), ‘Nenhuma Outra Escolha’ (Coreia do Sul) e ‘2000 Metros Até Andriivka’ (Ucrânia).

Além disso, a reportagem considera O Agente Secreto uma ameaça capaz de surpreender, podendo conquistar indicações em categorias como Melhor Filme, Melhor Diretor (Kleber Mendonça Filho) e Melhor Roteiro Original (Kleber Mendonça Filho).

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.  

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

A estreia nos cinemas nacionais está marcada para o dia 6 de novembro. 

 

10 Filmes pra fazer pipoca e não DESGRUDAR os olhos da tela!

Nada como dar o play e assistir a um filme bom. Como a oferta está cada vez mais volumosa, com muitas produções entrando e saindo das prateleiras virtuais dos streamings e também no eletrizante circuito exibidor, resolvemos criar uma lista com alguns filmes que merecem sua atenção. Assim, segue abaixo 10 filmes pra fazer pipoca e não desgrudar os olhos da tela!

 

Os Cowboys

Na trama, conhecemos brevemente toda a família de Alain (François Damiens), um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Alain é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem. Os anos se passam e somente seu filho Kid (Finnegan Oldfield), que praticamente sacrifica sua adolescência, acredita e ajuda seu pai a tentar encontrar Kelly.

 

Pecados Antigos, Longas Sombras

Na trama, acompanhamos a saga de dois detetives de Madri, Juan (Javier Gutiérrez) e Pedro (Raúl Arévalo) com ideias, personalidade e ações sob pressão completamente diferentes, que são enviados a um pequeno povoado para resolver um caso intrigante de desaparecimento de duas jovens. Ao longo dos intensos 105 minutos, vamos descobrindo segredos, traições, e um grande mistério, muito maior que os assassinatos, que é aos poucos desvendado.

 

Igualada

Eu sou porque somos. Exibido no Festival É Tudo verdade 2024, o documentário colombiano Igualada chega para mostrar algumas verdades do mundo político e as possibilidades de como a coragem aliada à uma forte corrente de mudanças buscam se libertar do medo, da intolerância. Partindo de um termo desdenhoso, referido à ativista social Francia Márquez, que logo acende uma chama para um caminho de uma candidatura à princípio sem apoio nenhum, o documentário acende uma luz no fim do túnel virando mais um símbolo de um movimento que ganhou força pelas redes sociais e também nas urnas colombianas.

 

Uma Família Feliz

Na trama, conhecemos Eva (Grazi Massafera), uma artesã de bonecos de bebês à espera do terceiro filho, o primeiro menino, que vive seus dias felizes ao lado do marido, o advogado Vicente (Reynaldo Gianecchini), e das duas filhas gêmeas em um condomínio de alto padrão numa grande cidade brasileira. Certo dia, já após o nascimento do novo filho, e em meio a uma depressão pós-parto evidente, suas filhas aparecem machucadas e Eva acaba sendo acusada de ter cometido tal ato. Assim, sua vida muda completamente, desencadeando uma série de conflitos que rebatem em acontecimentos estranhos e duvidosos.

 

Instinto Materno

Na trama, ambientada na década de 60, conhecemos duas amigas, vizinhas, praticamente inseparáveis: Celine (Anne Hathaway) e Alice (Jessica Chastain). Quando uma tragédia acontece, essa relação entre as amigas é completamente abalada. Assim, ao longo dos dias, entre o luto e a culpa, no campo das suposições uma série de desconfianças encontra o caminho das personagens.

 

Amores Expressos

A trama nos joga em um par de momentos. Primeiro um jovem policial de pouco mais de 20 anos, à beira do desespero com um término recente adquirindo inclusive hábitos estranhos envolto na sua loucura obsessiva que tem seu destino cruzado em um bar onde conhece uma criminosa que se mete em uma enrascadas após ser passada para trás. Num segundo momento, conhecemos um outro policial que fora abandonado por uma aeromoça, um amor relâmpago visto de formas diferentes pelos dois, que acaba tendo seu caminho impactado por uma jovem que trabalha em um pequeno restaurante.

 

Zona de Interesse

Na trama, ambientada na segunda guerra mundial, conhecemos Rudolf Höss (Christian Friedel), alta patente nazista e comandante do campo de concentração de Auschwitz que vive com sua esposa Hedwig (Sandra Hüller) e seus filhos em uma casa confortável levando a vida que sempre sonharam. O lugar é situado ao lado do campo de concentração mencionado, onde atrocidades foram cometidas.

 

Regra 34

Na trama, conhecemos Simone (Sol Miranda), uma jovem negra, de vinte e poucos anos, que, após a faculdade de direito, está iniciando seu caminho na Defensoria Pública no Estado do Rio de Janeiro. Seu cotidiano é intenso, precisa lidar pelas possibilidades da lei sobre vários tipos de violências quase sempre contra mulheres. De noite, ela é Camgirl, faz performances sexuais online, buscando expor seus desejos e também os desejos do público que já a acompanha faz tempo. Quando ela se vê em um certo descontrole quanto a violência (e até mesmo os limites) de suas apresentações na internet, escolhas precisarão serem tomadas.

 

Miss Violence

Na trama, sem nenhum tipo de introdução, somos guiados para dentro do dia do aniversário de 11 anos da jovem Angeliki, que de repente e sem ninguém entender, se joga da janela da casa onde mora com sua mãe, seus irmãos e avós. A polícia e o serviço social são chamados e tentam a todo custo descobrir a razão desse suicídio. Assim, somos guiados para o cotidiano tenebroso dessa estranha família que tem na figura do avô (interpretado de maneira brilhante pelo ator Themis Panou) a razão de seu mistério.

 

Meu Querido Intruso

Na trama, uma jovem sonhadora vai em busca de uma nova oportunidade de trabalho numa cidade longe de sua família. Como é muito ligada aos pais, se sente muito solitária no começo, até conhecer Sam, um homem mais velho e com ele viver uma intensa e divertida história de amor. No começo as experiências são positivas mas a peculiaridade de como Sam vive sua vida geram graves problemas de relacionamento com a família de sua noiva.

Star Trek: Discovery | Primeiras Impressões da nova série Netflix

Por Gustavo Barreto

“Espaço. A fronteira final”. A famosa frase mencionada em áudio pelo capitão James Kirk (William Shatner) antes da intro de todos os episódios de Star Trek: a série clássica sempre representou a essência do que é Star Trek: exploração. Melhor dizendo, o ato de se desbravar o desconhecido oceano negro chamado universo. É com esse espírito que os explorados no século XVI se lançaram ao mar e também foi com ele que a Federação dos Planetas Unidos, no universo Star Trek, busca a integração de todas as raças da galáxia.

A linha narrativa da série sempre foi pautada na aventura, aonde a cada episódio a nave e a tripulação da vez (seja ela a USS Enterprise de Kirk ou a USS Voyager de Janet) descobriam um novo planeta, uma nova forma de vida, tinham problemas com o primeiro contato, resolviam a questão de maneira diplomática (ou não) e voltavam à exploração de novos sistemas.

Para um público moderno, já saturado com o modelo “caso da semana”, utilizar a estrutura de “planeta da semana” poderia ser uma ideia arriscada, tanto para o conforto do espectador quanto para o desenvolvimento do enredo, que poderia ser prejudicado pelo excesso de episódios. Entretanto, ainda na pré-produção, os produtores Bryan Fuller (Hannibal) e Alex Kurtzman (reboot de Star Trek nos cinemas) decidiram que seguiriam a proposta de narrativa criada por Gene Roddenberry ainda na série clássica dos anos 1960.

Os primeiros dois episódios apresentaram mais uma nova tripulação em uma nova nave, dessa vez batizada de USS Discovery. A protagonista é Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), que tendo tido parte de sua educação em Vulcano, representa a exata combinação da impulsividade humana com a lógica dos vulcanos. Sua melhor amiga e tutora é a capitã Georgiou (Michelle Yeoh), a quem os anos de guerra acabaram por enraizar um espirito forte por soluções diplomáticas.

Apesar do enredo se passar dez anos antes da série clássica não há como não notar as semelhanças expostas nesses dois primeiros episódios. Dentre algumas estão o preconceito racial, muito abordado nas temporadas produzidas nos anos 1960 e aqui representado pela cultura da raça Klingon, aonde um Klingon branco é diminuído por outros e cuja a moral só é elevada ao ser visto como um igual por seu líder. Têm-se o fanatismo religioso exposto também na visão desse mesmo líder Klingon, de uma maneira que o espectador percebe que esse caminho leva apenas à morte e destruição.

Em apenas dois episódios iniciais, Star Trek: Discovery deu o tom de como será guiada essa primeira temporada. Honrando o espírito aventureiro e socialmente crítico idealizado por Roddenbery, a série põe na mesa figuras que ainda precisam de maior desenvolvimento, mas que já possuem presenças fortes por irem contra conceitos tradicionais na televisão. Os efeitos especiais e jogos de câmeras (com uso de fleurs na iluminação, takes da nave no espaço e zoons externos na mesma) também remetem à nova leva de filmes da franquia nos cinemas.

Com episódios a serem lançados semanalmente na Netflix, resta saber se a primeira temporada manterá esse caminho que, à primeira vista, é espetacular.

Crítica em Vídeo | Festival Varilux – ‘Marvin’ e ‘Primavera em Casablanca’

O jornalista Bruno Fai realizou a cobertura do Festival Varilux 2018, o maior evento que celebra o cinema francês no Brasil. Assista no vídeo abaixo os comentários sobre os dramas impactantes ‘Marvin’ e ‘Primavera em Casablanca’. Leia também nossas críticas nos links abaixo.

Festival Varilux | Marvin – Anne Fontaine comanda drama sobre aceitação da diversidade sexual

Festival Varilux | Primavera em Casablanca – Casal de diretor e atriz discute o Marrocos atual

 

Suspense intrigante de M. Night Shyamalan estreia na Netflix; Vale a pena assistir?

O diretor M. Night Shyamalan se tornou um dos realizadores mais inconstantes de Hollywood. Mesmo assim, ele continua como uma das vozes mais chamativas e badaladas da maior indústria de cinema do mundo e a cada novo lançamento consegue atrair atenção do grande público, assim como dos especialistas. Existem os diretores unanimemente adorados, vide Steven Spielberg, Martin Scorsese, Quentin Tarantino e Christopher Nolan; e também existem aqueles que deixam parte do público e dos críticos prontos para torcer o nariz a cada novo trabalho, vide Zack Snyder, Paul W. S. Anderson e Michael Bay. Já M. Night Shyamalan existe nos dois mundos.

O que acontece é que o diretor indiano chegou em Hollywood chutando a porta com os dois pés, no filme ‘O Sexto Sentido’ (1999) que, além de o render indicações ao Oscar como melhor diretor e melhor roteiro (além de ser indicado como melhor filme), ainda fez todo e qualquer crítico anunciar Shyamalan como o novo Spielberg. Prematuro? Sem dúvida. Logo em seu trabalho seguinte, o cineasta viu os mesmos que o colocaram em um pedestal, começarem a questionar seu talento. Acontece que seguindo ‘O Sexto Sentido’, o realizador entregou uma obra muito diferente com ‘Corpo Fechado’ – que hoje encontrou seu público e é enaltecido como um de seus, senão seu melhor filme.

Com ‘O Sexto Sentido’, M. Night Shyamalan realizou uma das melhores estreias de todos os tempos em Hollywood.

Depois vieram ‘Sinais’ (2002), que recuperou seu prestígio nas bilheterias, e os elogios, e ‘A Vila’ (2004), que o dividiu novamente. Particularmente, acho este segundo o melhor trabalho do cineasta e seu melhor filme – mesmo reconhecendo que muitos, ou a maioria não compartilha deste pensamento. A meu ver, ‘A Vila’ foi o último grande trabalho sequencial de M. Night Shyamalan, e um que o levou à ruptura na fase da Disney. A seguir ele tentaria parcerias com a Warner (‘A Dama na Água’), Fox (‘Fim dos Tempos’), Paramount (‘O Último Mestre do Ar’) e Columbia (‘Depois da Terra’), não obtendo sucesso de crítica ou bilheteria em nenhum. Mas o pior é que menos de 10 anos após o fim da parceria com a Disney, seus quatro trabalhos seguintes, de forma consecutiva, eram considerados por todos os avaliadores como alguns dos piores filmes do período.

Assim, de rei de Hollywood em sua fase inicial, M. Night Shyamalan amargava o fundo do poço, considerado um fogo de palha que não havia de fato acendido, pelo contrário, havia se apagado de forma desastrosa. Nessa fase, seus roteiros originais pareciam não dar mais certo, e quando tentou investir por um momento como “diretor de aluguel”, fosse adaptando um conhecido desenho em forma live-action, ou dando forma a uma ideia da Cientologia para Will Smith e o filho, os resultados foram abaixo do medíocre. Era a hora de Shyamalan se reestruturar e voltar ao básico. O diretor se voltou para a TV com ‘Wayward Pines’ e no cinema aderiu ao found footage no arrepiante e subestimado ‘A Visita’ (2015). Em pé novamente, tomou o mundo de assalto mais uma vez com ‘Fragmentado’ (2017), criando um mistério envolvente que anunciava que o diretor havia retornado à sua boa forma.

‘Fragmentado’ levou Shyamalan de volta às boas com a crítica e as bilheterias, depois de mais de 10 anos de fracassos.

O problema de M. Night Shyamalan sempre foi o ego. E com isso não estou dizendo que ele tenha uma personalidade egocêntrica na vida real, pois nem o conheço. Ao que parece é um ótimo sujeito. Me refiro ao egocentrismo cinematográfico, como artista. Isso é inegável. Foi o que o fez comprar briga com os críticos em ‘A Dama na Água’ (2006), após ser execrado pelos mesmos que haviam o colocado num pedestal. No filme citado, Shyamalan cria um dos personagens como um crítico de cinema extremamente pedante, e o mata da forma mais violenta de todas. Por outro lado, seu personagem no mesmo filme é um escritor com bloqueio, mas cuja história irá salvar o mundo. Isso é que é um ego inflado.

Depois de voltar as boas com ‘Fragmentado’, o diretor acreditava que o mundo era seu novamente e podia fazer qualquer coisa. Assim, deixou seu ego falar mais alto novamente e entregou o desfecho decepcionante não de um, mas de dois de seus filmes mais queridos dos fãs, ‘Fragmentado’ e também ‘Corpo Fechado’, com ‘Vidro’ (2019), filme onde tudo se conectava. Toda essa introdução para chegarmos até ‘Tempo’, o filme que dá continuidade à sua nova má fase após um breve vislumbre de glória. ‘Tempo’ teve a dificuldade de ser realizado durante a pandemia, em 2020, e terminou sendo lançado em 2021 – pela Universal, em nova parceria do diretor.

O amor em família está no centro da trama de ‘Tempo’, produção enigmática de M. Night Shyamalan.

Novamente, essa não é uma história original do cineasta, mas sim baseada numa Graphic novel de Pierre Oscar-Lévy e Frederik Peeters. A história é simples, mas bastante intrigante e misteriosa. Uma família de férias em um resort num local paradisíaco é levada em um passeio por uma praia. No local encontram-se outros turistas hospedados no mesmo resort. Até aí nada fora do lugar. Acontece que a sacada da ideia, que surge como uma das famosas reviravoltas do diretor, é que este é um local fantástico, de certa forma fenomenal como a ilha de ‘Lost’ (já que os quadrinhos foram escritos em 2010), do qual os visitantes não conseguem sair, e onde o tempo passa de forma acelerada para todos, transformando crianças em adolescente e depois em adultos em questão de horas – e adultos em idosos decrépitos.

O conceito é interessante, mas seria melhor como um curta-metragem, ou o episódio de alguma série no estilo ‘Além da Imaginação’. Isso porque ao contrário dos outros filmes do diretor, cujas temáticas são de certa forma simples igualmente, neste ele não conseguiu alongar a premissa para transforma-la em um longa de forma eficiente. Em ‘Tempo’, Shyamalan carece de bons personagens, porque falta desenvolvimento. Tudo o que ganhamos são esboços e caricaturas. Os diálogos então parecem tirados dos quadrinhos e não caem bem quando são ditos por pessoas de verdade. As situações são forçadas e nunca parecemos estar observando seres humanos agindo numa situação dessas. A tentativa do cineasta em criar suspense em cada frase dita por um personagem, o fazendo agir de forma estranha para elevar a atmosfera, soa artificial por deixa-los sem características humanas – proferindo o texto de forma didática como seres robóticos.

Os jovens talentosos Thomasin McKenzie e Alex Wolff, como dois irmãos crescendo velozmente, são a melhor coisa de ‘Tempo’.

Fora isso, algumas escolhas de ângulos e de onde posicionar a câmera são infelizes. E aí recaímos no tópico da pretensão egotística de Shyamalan como diretor. Tais cenas são criadas para serem “um diferencial” na obra, mas aqui o cineasta filma em mais de um momento as pessoas reagindo a algum evento aterrador na areia, de dentro da água, nos deixando ver pouco (um cacoete costumeiro do realizador). Aqui, no entanto, com sua câmera marítima, onde o mar muitas vezes sacoleja e submerge nosso ponto de vista, a visão “artística” termina parecendo amadora. Em outro momento, sua câmera tenta filmar um personagem, mas a confusão que sucede em primeiro plano termina por novamente tapar nossa visão com o caos do corre-corre. São momentos simples de escolhas pretensiosas e que ficaram ruins no produto final, que não somam à narrativa, apenas transparecem a pretensão artística do realizador.

É o durante que mais incomoda em ‘Tempo’, e não tanto a óbvia revelação final, que precisava vir e existir para explicar a resolução, mesmo que, de forma sábia, não explique tudo. Sim, a praia é inexplicável, um fenômeno da natureza. Já as intenções dos homens que a cercam embora à primeira vista nefastas, possuem um propósito maior. O mais doloroso de ‘Tempo’ é o caminho e não tanto o destino onde chegamos. As escolhas, digamos, inusitadas de onde pôr a câmera do diretor, somadas a diálogos que não parecem ditos por humanos, causam uma interação capenga dos personagens e pior ainda, atuações comprometidas de gente talentosa, como a dupla principal formada pelo mexicano Gael García e a luxemburguesa Vicky Krieps – sem qualquer química que transmita que são uma família que se ama, mas estão em crise.

Tempo’ possui uma premissa interessante, mas parece não ir a lugar algum.

Essa falta de harmonia na interação chega até os coadjuvantes, inclusive as crianças, que não satisfazem em suas atuações. Mais para o fim, em um dos momentos que deveria ser a grande cena assustadora do filme, com a velhice da personagem da bela Abbey Lee em uma caverna, tudo o que o trecho consegue passar é a vontade por risadas involuntárias, com seus efeitos de CGI duvidosos. Por outro lado, quem consegue se sair razoavelmente bem dessa bagunça toda é o trio de jovens atores: Alex Wolff (de ‘Hereditário’), Thomasin McKenzie (de ‘Jojo Rabbit’) e Eliza Scanlen (de ‘Adoráveis Mulheres’).

Com o orçamento de US$18 milhões (baixo para os padrões de Hollywood), ‘Tempo‘ recuperou para os cofres da Universal, US$90 milhões ao redor do mundo. Sua estreia corajosa foi no dia 23 de julho de 2021, em pleno auge do verão norte-americana, época dos maiores lançamentos dos estúdios, onde descolou a primeira posição do fim de semana, com US$16.8 milhões ainda em tempos pandêmicos. O terror levou a melhor para cima do blockbuster ‘G.I. Joe Origens – Snake Eyes‘, da Paramount, e o drama ‘Joe Bell‘, com Mark Wahlberg. Já em matéria de críticas, ‘Tempo‘ descolou 50% de aprovação da imprensa especializada, convencendo exatamente metade dos jornalistas, mas não escapando do “tomate podre” no Rotten Tomatoes.

Shyamalan disse ter se atraído pela história por seu mote do envelhecimento acelerado e o medo da morte iminente. Na vida real, já deixa seu legado, passando o manto de diretor para a filha mais velha Ishana, que trabalhou como assistente de direção na segunda unidade, estreando em uma produção com o aval do pai. A jovem segue agora para entregar seu primeiro filme solo como diretora, comandando Dakota Fanning em ‘The Watchers’. E o Shyamalan pai seguiu para o mais bem recebido ‘Batem à Porta’ (2023) – por isso não devemos temer o tempo. Ele pode ser nosso aliado.

Tempo‘ (2021), de M. Night Shyamalan, estreou recentemente no acervo da Netflix.

Dylan McDermott retornará em ‘American Horror Story: Apocalipse’

Dylan McDermott confirmou o seu retorno em American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada).

McDermott interpretou Ben Harmon na primeira temporada da série.

Confira os teasers recentes:

 


Ontem, Ryan Murphy divulgou as primeiras fotos dos bastidores de ‘American Horror Story: Radioactive‘, mostrando o retorno do coven de bruxas da terceira temporada.

Confira:

The Return. Cordelia, Stevie and Misty casting a bewitching spell.

Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em

A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Emma Roberts, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter.

O FX já renovou ‘American Horror Story para suas 9ª e 10ª temporadas.

‘Detetive Pikachu’: Pokemons fazem teste de elenco em novo vídeo divertido; Assista!

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo divertido de ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘, com os Pokemons fazendo teste de elenco para o filme.

Confira:

O primeiro trailer do longa surpreendeu com a boa recepção do público ao se tornar um dos mais assistidos de 2018 – com mais de 60 milhões de visualizações –, o que explica a confiança do estúdio.

O filme foi dirigido por Rob Letterman, que coescreveu o roteiro com Nicole Perlman.

“Harry Goodman desaparece misteriosamente, e isso leva seu filho de 21 anos, Tim, a ter que descobrir o que aconteceu. Entra na investigação também o antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu – um super-investigador hilário, muito fofo e que faz a gente morrer de rir. Ele é um quebra-cabeças até para si mesmo!

Ao descobrir que conseguem se comunicar entre eles, Tim e Pikachu se tornam parceiros relutantes numa jornada arrepiante para desvendar o intrincado enigma. Ao seguirem pistas pelas ruas neons de Ryme City – uma moderna cidade onde humanos e pokémons vivem em harmonia em um mundo hiper realista na versão live action -, os dois encontram uma diversidade de pokémons pelo caminho, e acabam descobrindo uma terrível ameaça que pode destruir a harmonia com que esses dois povos vivem e pode até mesmo destruir por completo o universo Pokémon!”

Ryan Reynolds dublará o personagem-título. Justice SmithKathryn Newton, Karan Soni Ken Watanabe completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.

‘Anne With an E’: Última temporada ganha trailer emocionante; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada de ‘Anne With an E‘.

Confira:

A nova temporada será lançada na plataforma no dia 3 de janeiro.

A trama acompanha a órfã Anne (Amybeth McNulty), uma menina otimista que vai morar com a família dos Cuthberts na Inglaterra. Por causa do seu jeito peculiar, Anne acaba sofrendo para se adaptar na vida difícil do interior.

‘Jack Reacher’: Alan Ritchson, de ‘Titãs’, estrelará adaptação da Amazon

De acordo com o TVLine, Alan Ritchson (‘Titãs‘) estrelará a série ‘Jack Reacher‘, adaptação que está sendo desenvolvida pela Amazon.

A produção é baseada nos livros de Lee Child, e a primeira temporada adaptará o primeiro livro da saga, ‘Dinheiro Sujo‘.

Nick Santora (‘Scorpion‘) será o showrunner do projeto.

Lee Child criou um personagem e universo incríveis,” declarou Santora. “Será a missão de todos os roteiristas, produtores, atores e equipe capturar a essência dos livros. Felizmente, Lee tem nos apoiado e nos ajudado nessa jornada.”

A saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.

‘Godzilla Ponto Singular’: Anime da Netflix ganha data de estreia

A Netflix finalmente anunciou quando o anime ‘Godzilla Ponto Singular‘, uma série animada que marca o início de um novo projeto para Godzilla, será lançado.

A produção irá estrear no serviço de streaming no dia 24 de junho.

Confira o trailer:

 

Atsushi Takahashi será responsável pela direção.

A série irá introduzir novos personagens e uma história original que não têm relação com a animação já lançada pelo serviço de streaming.

Kazue Kato foi responsável pelo design dos novos personagens, e Eiji Yamamori foi responsável pelo design do novo Godzilla.

Kirby em ‘Pânico 6’? Diretores comentam possível retorno da personagem

Um dos tópicos mais discutidos da franquia ‘Pânico‘ nos últimos anos foi esclarecido com o lançamento do novo filme: Kirby Reed (Hayden Panettiere) está VIVA!

Em entrevista ao Collider, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett expressaram seu desejo em ver o retorno da personagem, indicando a possível participação da Kirby em ‘Pânico 6‘.

“Nós entramos em contato com a Hayden [Panettiere]. Sabíamos que seria um easter egg divertido. Nós sabíamos que havia uma grande discussão online sobre o destino da Kirby. E ela sempre foi uma das nossas personagens favoritas na franquia. Nós amamos o trabalho da Hayden no quarto filme e sentimos que seria muito divertido mostrar evidências concretas de sua sobrevivência.”

Eles completam, “Nós entramos em contato com ela; queríamos que ela estivesse mais envolvida [no quinto filme]. Mas, no final das contas, não fazia sentido fazer algo pequeno para uma personagem tão interessante. Sentimos que o mais interessante nesse filme seria uma pequena referência. Sabíamos que os fãs que gostam da personagem iam encontrar o easter egg no filme.”

Assista às nossas entrevistas com o elenco do novo filme:

Assista nossa crítica:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Crítica com Spoilers | ‘Pânico’ honra o legado de Wes Craven da maneira mais voraz possível

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Confira o VIOLENTO trailer do remake de ‘Dead Space’

A desenvolvera EA divulgou o primeiro trailer do remake do jogo ‘Dead Space‘.

Além disso, a produção teve o seu lançamento confirmado para o dia 27 de janeiro de 2023.

Confira o trailer:

A nova versão está sendo desenvolvida para PC, PlayStation 5 e Xbox Series.

De acordo com o Venture Beat, o remake “continua a impressionar internamente”, com a EA dedicada a atingir o mesmo grau de qualidade que o remake de ‘Resident Evil 2‘, da Capcom.

O jogo original segue o engenheiro Isaac Clarke, que luta contra uma infestação alienígena, parecida com vírus, que transforma humanos em monstros alienígenas chamados “Necromorphs” ou “Necromorfos”, a bordo de uma nave de mineração espacial chamada USG Ishimura.

O jogo ainda rendeu duas sequências, pré-sequência, adaptação para os quadrinhos e até mesmo um filme animado intitulado ‘Dead Space: Downfall‘.

James Gunn revela que NINGUÉM descobriu grande easter egg em ‘Guardiões da Galáxia’

Desde o lançamento do primeiro ‘Guardiões da Galáxia‘, o diretor James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) havia revelado que o projeto trazia um grande easter egg, que havia passado despercebido pelos espectadores.

Após a conclusão de sua trilogia, que marcou sua despedida do Universo da Marvel, o cineasta foi questionado sobre o easter egg. Infelizmente, Gunn se recusou a revelar. No entanto, o diretor acredita que é apenas uma questão de tempo até alguém descobrir.

“Você tem algum período em mente para revelar o easter egg, tipo o aniversário de 20 anos do filme, ou você vai levar esse segredo para o seu túmulo?”, perguntou um fã.

Em resposta, Gunn comentou: “Não vou levar ao túmulo porque muitas pessoas na minha vida sabem [do easter egg].”

Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estará disponível na Disney+ no dia 2 de agosto.

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Reboot de ‘O Corvo’ é CONFIRMADO para agosto no Brasil; Confira o trailer dublado e legendado!

Inicialmente previsto para junho, a Imagem Filmes confirmou o lançamento do reboot de ‘O Corvo‘ para o dia 22 de agosto nos cinemas nacionais.

Além disso, a distribuidora também divulgou o trailer nacional da produção.

Confira, dublado e legendado:

A trama acompanha Eric Draven (Bill Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.

Conhecido por seu papel como Pennywise em ‘It: A Coisa‘, Bill Skarsgård estrela o filme ao lado da cantora FKA twigs, que faz sua estreia nos cinemas. Um dos projetos mais comentados da indústria cinematográfica dos últimos anos, o longa é uma nova versão do clássico estrelado por Brandon Lee em 1994.

Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.

“Acho que o encanto do protagonista é que ele tem uma beleza perturbadora e, à medida que se transforma através de sua perda, ele se torna algo que nem ele consegue controlar. É aquela frase famosa: ‘Quem luta contra monstros deve ter cuidado para que não se transforme em um.’”, disse o diretor em entrevista.

Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco de O Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.

Após indicações ao Oscar, ‘Ainda Estou Aqui’ registra AUMENTO nas bilheterias dos EUA

Após ter recebido três indicações ao Oscar 2025 – incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz para Fernanda Torres –, o aclamado drama brasileiro ‘Ainda Estou Aqui‘ registrou um grande salto nas bilheterias norte-americanas.

De acordo com o Collider, o longa alcançou a segunda melhor média por sala de cinema de qualquer filme atualmente em exibição no país, superando títulos em alta como ‘Mufasa: O Rei Leão‘ e ‘Ameaça no Ar‘.

A produção nacional ainda arrecadou US$ 229 mil no último final de semana nos EUA – o que representa um aumento de 102% na arrecadação em comparação ao final de semana anterior.

Ao total, o longa já arrecadou quase meio milhão após 10 dias em cartaz.

Aclamado pelos críticos e espectadores, ‘Ainda Estou Aqui‘ alcançou 96% e 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente.

Sucesso nos cinemas, o longa já soma quase R$ 90 milhões mundialmente.

Confira as críticas do Rotten Tomatoes.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Atriz comenta sobre o FUTURO da franquia ‘Brinquedo Assassino’: “Chucky sempre retorna”

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Christine Elise quebrou o silêncio sobre o futuro da franquia ‘Brinquedo Assassino‘, após o cancelamento da série ‘Chucky‘.

A atriz, que estrelou o segundo filme da saga e reprisou seu papel como Kyle no seriado do canal SyFy, prometeu que ainda não vimos o fim do icônico boneco assassino.

“Não sei qual será o próximo [passo] da franquia. Tudo o que eu sei é que o Chucky sempre retorna.”

Ela completa, “A série foi realmente incrível. Acredito que as três temporadas, coletivamente, são melhores do que os sete filmes da saga. Don Mancini criou oito horas de conteúdo por três anos seguidos. Sinto que ele serviu um entretenimento incomparável.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

‘Percy Jackson e os Olimpianos’ enfrentam a Maldição do Titã no teaser da 3ª temporada; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, que adaptará o terceiro volume da saga homônima de Rick Riordan – ‘A Maldição do Titã‘.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no dia 20 de novembro.

Confira:

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).

‘O Rei Leão’: Produtor da animação revela que Mufasa e Scar não são irmãos verdadeiros

23 anos após o lançamento da clássica animação ‘O Rei Leão‘, o produtor do original, Don Hahn, revelou que os personagens Mufasa e Scar não são irmãos de sangue, de fato.

A afirmação foi feita durante uma entrevista recente ao Hello Giggles, em que Hahn pontuou que assim como ele, a equipe de produção também havia chegado a este consenso, considerando até mesmo alguns aspectos ligados à dinâmica real entre leões na vida selvagem.

De acordo com ele:

“Enquanto produzíamos a animação, conversamos muito sobre ser improvável que ambos tivessem os mesmos pais. Levando em conta a forma como os leões atuam no mundo selvagem, quando o chefe da alcateia envelhece, o ‘leão trapaceiro’ o mata para ocupar seu lugar. Isso acarreta nas fêmeas o instinto reprodutor e então o mais jovem leão acaba matando o rei e todos os seus filhotes. Dessa maneira, ele se transforma no comandante da alcateia. Pensando nisso, eu sempre me perguntei: ‘como será então que temos esses dois leões a frente do mesmo grupo?’ Ocasionalmente é possível ver dois machos em uma mesma alcateia em uma dinâmica diferente, mas quando isso acontece, eles não são oriundos dos mesmos pais, não pertencem à mesma família. Sempre haverá um leão que ficará às sombras. Em ‘O Rei Leão‘, nós tentamos trazer essas verdades do reino animal para dentro da narrativa, o que nos leva a crer que Scar e Mufasa não poderiam ter o mesmo gene e grau de parentesco”.

 

O remake de ‘O Rei Leão‘ (Lion King), que será dirigido por John Favreau, estreia no dia 19 de julho de 2019.

O Rei Leão‘ é mais uma produção de uma série de adaptações que os Studios Disney tem feito ao longo dos anos. Além desta, já passaram para o gênero live action outros clássicos como ‘Cinderela‘, ‘Branca de Neve‘, ‘Malévola‘, ‘Alice no País das Maravilha‘ e a mais recente e aguardada, ‘A Bela e a Fera‘.

 

 

 

Crítica | Samantha! – Série brasileira da Netflix é uma overdose maravilhosa dos anos 80

A televisão brasileira nos anos 80 é um espetáculo à parte. Jovens esbeltas, seminuas, com colãs que marcam o corpo e meias arrastão pulverizam cenários infantis, que mesclam cores quentes com tons pastéis e reluzem em meio a holofotes brilhantes. À medida que a estética explode na tela diante das audiências, atividades divertidas e interativas roubam a atenção dos pequenos, que se perdem em um emaranhado de ruptura de princípios morais e desvirtualização excessiva dos parâmetros. Assim era um dia comum na TV aberta brasileira. A Netflix traz esse ar nostálgico todo de volta, em sua primeira série de comédia nacional, intitulada Samantha!. Destinada ao ostracismo, mas determinada demais para aceitar que nem tudo que é antigo de fato vira vintage nos anos 2010, a protagonista homônima tenta se provar, em uma espécie de sátira velada da ícone oitentista, Simony. Aquela mesma, da turminha infantil Balão Mágico.

Os anos 80 é uma das décadas mais fascinantes, não apenas por sua identidade tão particular expressa em tons neons, blazers com ombreiras, cabelos com permanente e a ascensão suprema do jeans surrado de cós alto da Levi’s. A década em si é um museu de novidades, com um estilo musical que imperava a ruptura com o passado e tentava planejar o futurismo em meio a uma tecnologia que exalava em VHS, fitas cassete e aparelhos portáteis de música, como walkman. Com uma identidade irreverente, que se destaca em figuras polêmicas como Madonna – que protestava contra o lirismo, com pichações em esculturas no clipe de Borderline -, extravagantes como Cindy Lauper – que se tornou outra potente voz feminina – e icônicas como Prince, a época carrega o frescor do novo como poucas conseguiram. E Samantha! resgata essa enorme memorabilia, abrindo o baú da irreverência, onde a TV ditava o nível de sucesso de alguém e a palavra internet sequer corria o mundo.

Em sua busca incansável pelo sucesso de outrora, a personagem vivida por Emanuelle Araújo custa a compreender o que se passa na atualidade. Paralisada no tempo, ela absorve os contextos sociais como alguém aquém ao mundo que a cerca, em uma busca incessante por algo impalpável. Essa voracidade se expressa em deliciosas referências e em um figurino tão comum para os anos 80, mas que gera uma estranheza e desconforto enormes para os olhos do presente. Com episódios leves que duram uma média de 30 minutos, a trajetória da incansável ex-estrela mirim converge com o cenário virtual do momento, gerando muito mais que conflitos de geração, mas uma leve crítica à forma como o mundo passou a se relacionar, mediante o uso excessivo das tecnologias e suas redes sociais.

Produzida por Alice Braga e Chuck Lorre, Samantha! traz a originalidade que só alguém de origem brasileira seria capaz de extrair do nosso passado e o carimbo de um dos maiores produtores de TV dos Estados Unidos. O envolvimento direto da atriz na produção contribui para a autenticidade do material desenvolvido, considerando que a narrativa é também um espelho das memórias de crianças que – assim como ela – cresceram assistindo programas emblemáticos como Clube da Criança, que marcou a estreia da Xuxa na televisão sob a tutela da emissora Manchete, e seus derivados subsequentes, como Xou da Xuxa, Xuxa Park e Planeta Xuxa. A presença de Lorre traz a credibilidade internacional de alguém que possui no currículo, grandes sucessos de público, como é o caso de Two and a Half Men e The Big Bang Theory. Com o emblema da Netflix reverberando a produção em diversos países, Samantha! leva a marca da brasilidade no ramo do entretenimento, trazendo piadas um pouco bairristas – de início -, mas crescendo vertiginosamente como uma produção que traz problemáticas extremamente pontuais para o atual contexto social global.

Embora cambaleie em seus três primeiros episódios, a primeira série de comédia da Netflix consegue mostrar a que veio adiante, com uma trama que faz um paralelo genuíno entre os simbolismos do sucesso nos anos 80 e nos anos 2010. Ao mostrar o enorme abismo que distancia ambos os períodos, Samantha! traz consigo um humor rico por suas contextualizações autênticas, brincando com os maneirismos das duas épocas, nos colocando como espectadores que observam estes universos de fora e chegam a ser capazes de sinalizar os aspectos ridículos com os quais nos acostumamos, em virtude da familiarização. Das mensagens subliminares em discos de vinil, passando pelas inserções de comerciais no meio da programação infantil, alcançado as duck faces que fazemos para as selfies e as hashtags sem sentido que bombam nas redes sociais, a indústria do entretenimento e a cultura POP se revelam diante da audiência, com diálogo irônicos, personagens substanciais e uma peculiaridade de encher os olhos.

Samantha! É o ponta-pé inicial necessário para a Netflix projetar a exímia qualidade de entretenimento que o Brasil realmente possui. Sem medo de satirizar as referências mais saudosas e até mesmo assustadoras, a série também não esquece de se projetar para o público mundial, desenvolvendo um elo de ligação capaz de deixar a produção tão divertida para aqueles que estão de fora, como ela realmente é para nós, que estamos aqui do lado de dentro de hilária bagunça.

Crítica em Vídeo:

‘Ma’: Octavia Spencer faz convite suspeito em nova cena; Assista!

Uma nova cena do terror ‘Ma‘, estrelado pela Octavia Spencer, foi divulgada. O material traz a vilã fazendo um convite muito suspeito para um grupo de jovens.

Confira:

O longa é dirigido por Tate Taylor, o aclamado diretor de ‘Histórias Cruzadas‘, que coescreve o roteiro ao lado de Scotty Landes.

A trama segue Sua Ann, uma mulher solitária que vive uma vida reservada em sua pequena cidade. Um dia, Maggie, uma adolescente da cidade, pede que Sue compre pedida para ela e seus amigos, e Sue Ann vê a chance de fazer alguns amigos. Ela oferece aos jovens a chance de ficar em seu porão para evitar beber e dirigir. Mas há algumas regras em sua casa: um dos jovens tem que permanecer sóbrio. Não xingue. Nunca suba as escadas. E chame-a Ma. No entanto, conforme a hospitalidade de Ma começa a se transformar em obsessão, o que começou como um sonho adolescente se transforma em um pesadelo assustador.

O elenco ainda inclui Diana SilversJuliette LewisLuke EvansMissi Pyle, McKaley MillerCorey FogelmanisGianni Paolo e Dante Brown.

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas no dia 31 de maio.

‘Stargirl’ recruta uma nova parceira na promo do episódio 1×04; Assista!

A heroína ‘Stargirl‘ vai precisar de muita ajuda na luta contra o crime e a fim de montar a Sociedade da Justiça, ela vai recrutar uma colega de escola, conforme pontua a promo do quarto episódio, intitulado “Wildcat”.

Assista:

O capítulo em questão vai ao ar no dia 09 de junho.

“Wildcat” é dirigido por Rob Hardy, a partir de um roteiro assinado por James Dale Robinson.

A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

Stargirl ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

‘Cruella’: Maquiadora do filme revela como transformou a Emma Stone na vilã da Disney

Um dos trabalhos mais importantes da construção da nova versão live-action de Cruella é justamente o conceito visual da vilã homônima. Conhecida por seu estilo irreverente e exagerado, a estilista de moda demanda um produção à parte, composta por uma combinação sincronizada entre figurinos que seja uma extensão da sua personalidade e uma cuidadosa montagem de imagem, por meio da maquiagem e do cabelo.

E segundo a maquiadora do filme, Nadia Stacey, era fundamental transformar a atriz Emma Stone em uma figura camaleoa, que pudesse se transformar de Estella para Cruella de forma surpreendente. Durante um evento fechado, do qual o CinePOP foi um dos convidados, a profissional deu detalhes do seu processo criativo – que impactou diretamente no resultado final do filme.

“Acho que o mais importante para mim é que o cabelo e a maquiagem nesse filme é usado como uma ferramenta de ilusão – algo que nunca havia visto em outro filme. Ela tem que se disfarçar para a baronesa. E então, quando vemos Estella pela primeira vez, ela precisa ser crível como uma garota que está crescendo em Londres. E então ela está criando essa persona em Cruella. E então, quando ela começa a chegar a esses momentos nos tapetes vermelhos, há uma espécie de máscara em todas as maquiagens também, porque ela tem que se disfarçar. Então eu precisava que a diferença fosse enorme entre os dois visuais. Eu precisava manter Estella bem simples, para que tivéssemos um grande espaço para expandir a Cruella. E eu sei que nunca mais vou ter a mesma oportunidade de criar tantos visuais de uma só vez”.

Stacey ainda deu detalhes das trabalhosas etapas de construção das perucas da Cruella, salientando as dificuldades de montar o visual para a personagem:

“Foi muito difícil estilizar as perucas para a Emma Stone, porque na época em que estávamos gravando o filme, o mercado de produção de perucas estava bem tumultuado e nós tivemos dificuldades de encontrar o cabelo branco, porque ele precisa ser processado de forma de uma forma bem particular. E por um bom tempo eu só tinha duas peças, então segui usando ambas, sempre fazendo algumas mudanças. Em uma delas havia uma franja, que é na verdade uma peça separada. Então eu fazia essas alterações, acrescentando e retirando algumas coisas. O que meio que funcionava super bem com ela. E quando eu vi a Jenny [Beaven – designer de figurino do filme] fazendo todas as suas mudanças nas roupas, tudo acabou funcionando. Mas eu confesso que foi bem trabalhoso, mas não me arrependo. Poderia ter sido mais fácil, fazendo apenas um ou dois estilos, mas quando você tem toda essa liberdade de criação, que te permite brincar com os visuais da personagem, você fica pensando: ‘O que eu poderia fazer em seguida?'”.

Assista a nossa crítica:

Crítica | CRUELLA é uma explosão visual que nos entrega a genuína vilã da Disney

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

Sydney Sweeney vai estrelar e produzir thriller baseado em conto publicado no Reddit

A atriz Syndey Sweeney vai estrelar e produzir um thriller baseado em conto publicado no Reddit. A novidade foi confirmada pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, o conto segue o estilo do sucesso ‘Garota Exemplar‘ e é repleto de reviravoltas inesperadas. A história fictícia foi escrita por um professor, chamado Joe Cote.

A Warner Bros. adquiriu os direitos de adaptação do material, a partir de uma competição bem acirrada, que colocou o professor de Massachusetts no radar de Hollywood.

Cote passou a chamar a atenção da indústria quando o empresário Aaron Folbe, da Underground Entertainment, o procurou para uma reunião após ler seu conto.

O vindouro thriller ainda contará com Eric Roth, vencedor do Oscar por ‘Forrest Gump‘, como o roteirista.

A história de Cote é intitulada “Eu fingi ser uma garota desaparecida para poder roubar sua família” e acompanha uma jovem que aparece na porta de uma família dez anos depois que sua filha de 18 anos desapareceu. Seu plano é convencê-los de que ela é a menina desaparecida para ficar por apenas uma noite — tempo suficiente para roubar alguns objetos de valor e fugir.

O projeto ainda não conta com diretor, mas Roth já está trabalhando no roteiro.

Sweeney estrelará e produzirá o longa por meio de sua produtora, Fifty-Fifty Films, junto de Trevor Engelson e Aaron Folbe, ambos da Underground Entertainment, Steven Schneider, da Room 101 e Roy Lee e Mira Yoon, da Vertigo.

Cote será o produtor executivo da adaptção de seu conto.

Vale lembrar que Sweeney também está em negociações para estrelar o terror ‘The Masque of the Red Death‘, que está sendo desenvolvido pela A24.

O longa é baseado no conto homônimo escrito por Edgar Allan Poe.

A trama original segue um príncipe que tenta evitar uma praga perigosa, conhecida como Morte Vermelha, escondendo-se em sua abadia.

A adaptação está sendo descrita como “uma abordagem extremamente revisionista e sombriamente cômica do conto”.

Charlie Polinger (‘Fuck Me, Richard’) será responsável pela direção.

Publicado originalmente em 1842, o conto foi adaptado pela primeira vez em 1964, sendo estrelado por Vincent Price.

Alegadamente, as filmagens estão previstas para começar ainda este ano.

Novas fotos de ‘Jogos Mortais: Jigsaw’ desenterram antigas armadilhas

As novas imagens divulgadas Jogos MortaisJigsawdesenterram clássicas armadilhas vistas em filmes anteriores, como famosa “Armadilha de urso reverso” da personagem Amanda Young (Shawnee Smith), confira:

 

O oitavo filme da franquia ganhou um vídeo dos bastidores com a presença do elenco e dos diretores, mostrando como foram planejadas algumas das novas e sangrentas armadilhas.

Confira:

A Paris Filmes lança Jogos MortaisJigsaw em 30 de Novembro nos cinemas brasileiros.

 

Uma série de assassinatos brutais começam a assustar a cidade. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?

O elenco conta com Laura Vandervoort (a Supergirl de ‘Smallville‘) e Hannah Anderson.

O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.

Josh Stolberg e Pete Goldfinger, de ‘Piranha 3D‘ e ‘Pacto Secreto‘, roteirizam.

Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.

Os sete filmes da franquia arrecadaram US$ 874 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.

 

CONFIRMADO! ‘Capitã Marvel’ terá retorno de dois vilões de ‘Guardiões da Galáxia’

A Disney confirmou que o longa da Capitã Marvel’ terá o retorno de dois atores que interpretaram vilões em Guardiões da Galáxia.

Os atores são Lee Pace, que viveu o grande vilão Ronan; e Djimon Hounsou, que apareceu brevemente como o mercenário Korath,

A trama do filme se passará nos anos 1990, antes dos eventos de Guardiões.

Além disso, também contará com o retorno do Agente Phil Coulson (Clark Gregg) para as telonas, sete anos depois de Os Vingadores (2012). O personagem acabou se estabelecendo como o astro de Agents of SHIELD, uma das principais produções de TV da Marvel.

Veja também as primeiras imagens de Jude Law como Mar-Vell em ‘Capitã Marvel‘.

O que você achou do visual?

Confira:

O roteirista Christopher Markus contou que a Capitã Marvel, vivida pela Brie Larson, terá um papel “importante” em Vingadores 4 e que a personagem irá desempenhar um poder nunca antes visto na Marvel.

“Nós estamos muito animados em tê-la em ‘Vingadores 4’. O filme solo dela ainda não saiu, então tivemos que nos coordenar com o pessoal daquela produção para inclui-la no nesse filme. Em termos de nível de poder… ninguém que introduzimos no universo Marvel até agora tem tanto poder quanto ela.

Já em termos de personalidade, acho que ela é próxima do Capitão América. Ela tem um senso do que é certo, e não quer ouvir quando as pessoas a contradizem. Em meio a egos inflados como o de Tony  e pessoas cuja vida pessoal é uma loucura, como Quill, alguém com uma visão clara de mundo será é bem-vinda”

Durante uma nova entrevista ao Collider, a roteirista Geneva Robertson-Dworet comentou sobre seu trabalho em Capitã Marvel e garantiu que o longa irá agradar os fãs, além de ser muito fiel aos quadrinhos.

“Pode ter certeza que vamos trazer muitas coisas dos quadrinhos nesse filme. A Capitã Marvel é uma personagem incrível, divertida, e muito poderosa. Ela adora bater nos criminosos e nos inimigos. Esse mundo é muito bom de se explorar. E estou trabalhando ao lado de pessoas muito talentosas. É um sonho se tornando realidade, sério”

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Jude Law, DeWanda Wise e Ben Mendelsohn. O roteiro fica por conta de Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider: A Origem’) e a direção é da dupla Anna Boden e Ryan Fleck.

O lançamento é previsto para 6 março de 2019 no Brasil.

O Beijo no Asfalto

Elenco:

Lázaro Ramos

Débora Falabella

Fernanda Montenegro

Direção: Murilo Benício

Gênero: Drama

Duração: 90 min.

Distribuidora: ArtHouse

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 6 de Dezembro de 2018

Sinopse:

O longa é baseado na peça homônima escrita por Nelson Rodrigues. Ao presenciar um atropelamento, Arandir, um bancário recém-casado, tenta socorrer a vítima, mas o homem, quase morto, só tem tempo de realizar um último pedido: um beijo.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

 

 

10 curiosidades de ‘Tomb Raider: A Origem’, o flop que brecou uma nova franquia

Ao longo dos anos, as adaptações de videogames para os cinemas penaram até encontrar um caminho que agradasse a público e crítica. E nesse meio tempo, muitos filmes foram lançados e acabaram caindo num limbo. Dentre eles, a franquia Lara Croft, estrelada por Angelina Jolie, conseguiu conquistar um fandom interessante, mesmo com a divergência dos games, e por isso houve uma certa resistência quando anunciaram um reboot protagonizado por Alicia Vikander.

Lançado em 2018, Tomb Raider: A Origem não chegou a ser um fracasso, mas também passou longe de empolgar a Warner, que planejava criar uma franquia com uma porção de filmes. O resultado abaixo do esperado acabou complicado as possibilidades da saga, cujo segundo capítulo passou quatro anos ‘em pausa’, até ser oficialmente cancelado em 2022. E como todo grande filme que ‘flopa’, o longa esconde uma porção de curiosidades de bastidores. Pensando nisso, o CinePOP separou dez delas para você conhecer ou relembrar. Confira!

Segunda tentativa

A primeira ideia de reboot da saga veio da Warner, ainda em 2009, que queria adquirir a saga e colocar o fenômeno da época, Megan Fox, como protagonista. Na época, Megan havia acabado de ser eleita a mulher mais sexy do mundo e vinha de longas que a sexualizavam ao máximo. Ou seja, provavelmente seria um filme completamente diferente da pegada mais ‘empoderada’ do que foi em 2018. Porém, o projeto não vingou e caiu no colo da MGM, que começou a trabalhar no filme em 2011. Conforme o esperado, o roteiro foi reescrito várias vezes até chegar à versão que foi para os cinemas.

Diretoras

O mote desse projeto era o protagonismo feminino. Para isso, a MGM trabalhou por anos com a ideia de trazer uma diretora de peso para comandar a aventura. Então, convidaram nomes como Catherine Hardwicke, Kathryn Bigelow e Mimi Leder para assumir, mas nenhuma delas topou. Assim, o filme foi entregue para o norueguês Roar Uthaug.

Biotipo

Para o papel de Lara Croft, o time de casting escolheu um time de candidatas com o mesmo biotipo. Se Angelina Jolie fez uma Lara mais ‘encorpada’, com mais ‘curvas’, o reboot queria uma atriz mais magrinha. Para isso, foram consideradas Daisy Ridley, Saoirse Ronan, Nina Dobrev, Kristen Stewart e Emilia Clarke para o papel, que acabou ficando com Alicia Vikander.

Recusas

Daisy negou Lara Croft para viver ‘Todos os Jedi’

Inicialmente, eles ofereceram o papel para Kristen Stewart, que recusou a participação. Então, eles fizeram a proposta para Daisy Ridley, que era a favorita dos fãs, que decidiu não aceitar o papel por conta dos compromissos de filmagem de Star Wars: Episódio IX – A Ascensão Skywalker (2019).

Rumores falsos

Com o sucesso do filme original, Angelina Jolie voltou para a sequência, em 2003, que passou longe da popularidade do primeiro e exigiu muito dela. Na ocasião, ela disse estar satisfeita e que não voltaria mais para a personagem caso houvesse novos filmes. Dez anos, depois, porém, com o anúncio da MGM estar oficialmente trabalhando no projeto, começaram a surgir rumores de que a atriz estaria considerando retornar para o papel. Tudo falso, segundo a própria Jolie.

Oscar

Com a escalação de Alicia Vikander, Lara Croft passou a ostentar uma curiosidade muito valorizada no meio: ela só foi interpretada nos cinemas por atrizes ganhadoras do Oscar. Angelina Jolie ganhou a estatueta de melhor atriz em 2000, por Garota Interrompida, enquanto Vikander levou o de melhor atriz coadjuvante em 2016, por A Garota Dinamarquesa.

Fibrada

Extremamente dedicada ao papel, Alicia Vikander adotou um treinamento especial muito intenso para criar músculos e ostentar uma aparência digna das grandes heroínas de ação. Da mesma forma, ela pediu para fazer a maior parte de suas cenas de ação, dispensando dublês o máximo possível. A atriz queria passar veracidade e fluidez, reduzindo o número de cortes enquanto pulava e fazia acrobacias.

Durou pouco

O físico da atriz foi realmente muito elogiado durante as gravações, a ponto do ator Walton Goggins, que interpreta o vilão, dizer que sentia vergonha do próprio corpo só de chegar perto dela em cena. No entanto, Vikander comentou que esse corpão fibrado não durou muito tempo. Segundo a atriz, seu físico voltou “ao normal” exatamente três meses depois do fim das gravações, quando ela abandonou a rotina intensa de treinamento.

Inspiração

A trama do novo filme e o visual dos personagens foram inspirados no reboot da saga dos videogames, lançado em 2013. Para ajudar a promover os games, o trailer oficial da sequência, Shadow of the Tomb Raider, foi lançado junto à estreia do filme.

Recepção

Na época de seu lançamento, o filme chegou a ser a adaptação de videogames com melhor avaliação da história do Rotten Tomatoes. Com arrecadação de 274,7 milhões de dólares, o filme não chegou a ser um fracasso internacional, porque contou com uma bilheteria interessante da China. No entanto, o interesse do filme nos Estados Unidos foi muito abaixo do esperado, tendo cerca de 58 milhões de dólares em bilheteria. Em nível de comparação, o custo estimado ficou em torno de US$ 94 milhões. Ou seja, ele sequer se pagaria se não fosse a China. Com isso, os planos da franquia foram por água abaixo.

Tomb Raider: A Origem está disponível no Amazon Prime Video.

Crítica | Saideira – Thati Lopes e Luciana Paes Embarcam em Road Movie pela Estrada Real do Brasil

O Brasil tem muitas histórias que ainda não foram contadas para o Brasil. Seja na literatura, no cinema ou mesmo no ensino da História, há muitos capítulos de nossa trajetória enquanto país que ainda não ganharam a devida atenção dos produtores artísticos. Por exemplo, há, até hoje, uma estrada que liga as Minas Gerais até a costa brasileira, na cidade de Paraty, que também passava por partes de São Paulo e do Rio de Janeiro para escoamento de café, ouro, metais e, também, de cana de açúcar e cachaça. Esse trajeto foi nomeado como Estrada Real e decretado patrimônio histórico e cultural do país – e agora é também o mote para o filme ‘Saideira’, que chega essa semana aos cinemas brasileiros.

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Penélope (Luciana Paes, de ‘Eleita’) volta à sua casa, em Paraty, determinada a encontrar a ‘Saideira’, uma lendária garrafa de cachaça que, dizem, é a melhor do mundo. Mas, ao chegar, descobre que seu avô, Honório (Tonico Pereira, de ‘Nas Ondas da Fé’), acaba de falecer, e, com ele, morre junto a receita e a localização da ‘Saideira’. Inconformada, Penélope mal dá atenção para sua irmã mais nova, Joana (Thati Lopes, da série ‘Nada Suspeitos’), a quem não via há dez anos. Porém, quando um advogado chega com o testamento do avô – que, na verdade, é uma charada com uma caça ao tesouro –, Penélope vê nesse desafio a oportunidade de finalmente encontrar sua ‘Saideira’ e, com isso, se tornar a maior cachaçóloga do mundo.

Escrito a oito mãos por Arthur Warren, Júlio Taubkin, Marina Morais e Pedro Arantes, o roteiro deixa bem evidente que o cerne de seu enredo é a Estrada Real, e toda a ficção fora construída ao redor dessa estrada para evidenciá-la. Para tal, personagens, elementos e situações foram criadas para passarem ao longo dos 1.630 quilômetros de extensão e, acima de tudo, valorizar o caminho, parando para mostrar a paisagem e as características locais – como, por exemplo, quando as irmãs chegam a Itabira, cidade de Drummond, e mencionam suas poesias.

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Se por um lado é muito legal ver esse patrimônio ganhar um filme em toda a sua extensão – com direito a minuciosa explicação das diferenças entre os tipos de cachaças, para espectadores de qualquer país entender –, por outro as motivações das personagens ficam soltas no enredo, o que acaba realçando ainda mais o abismo que há entre as irmãs – uma descolada, inocente e juvenil, a outra, adulta, séria demais, beirando a amargura –, descompassadas com a paisagem.

Tal qual ‘Minha Irmã e Eu’, em ‘Saideira’ temos duas irmãs pegando a estrada para desbravar o país a partir de um assunto familiar pessoal delas. No caminho, muitos desafios e ensinamentos farão com que as duas repensem seus estilos de vida e as escolhas que fizeram. Independente da motivação, é legal ver essas histórias com protagonistas mulheres, mostrando que tá tudo bem viajar sozinha; com sorte, filmes como este ‘Saideira’ podem encorajar outras mulheres a também se motivarem a conhecer o país, mesmo que sozinhas.

Saideira’ desbrava um Brasil esquecido nos recantos dos livros didáticos e apresenta a cachaça tipo exportação. Sob a roupagem da ficção, o filme de Pedro Arantes e Júlio Taubkin traz um Brasil histórico-cultural para todo mundo conhecer.

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‘Gambit’: Rupert Wyatt diz que seu filme teria se passado nos anos 1970

Rupert Wyatt, diretor de ‘Planeta dos Macacos: A Origem’, revelou que sua visão para o conturbado Gambit teria sido ambientado durante a década de 1970.

O filme baseado no conhecido mutante enfrenta múltiplos obstáculos há anos, com vários diretores confirmados abandonando o projeto. Nomes como Doug LimanGore Verbinski haviam sido cotados. Channing TatumLéa Seydoux iriam protagonizar o longa-metragem como o personagem-título e Bella Donna Boudreaux, respectivamente. Wyatt, por sua vez, foi o primeiro nome a ser atado à produção, mas saiu da cadeira de direção em 2015.

Em uma recente entrevista ao site Collider, o cineasta divulgou alguns detalhes de sua investida no longa-metragem:

Sim, uma espécie de filme de assalto. Quer dizer, é um filme de época. Começou nos anos 70 e se estenderia até hoje. [Gambit] seria sobre gangues mutantes e a noção do que significa pertencer a algum grupo, do tribalismo nesse ambiente. Os pântanos de Nova Orleans. Então teria sido super divertido.

O próximo filme mutante a chegar aos cinemas, ainda sob tutela da Fox, será X-Men: Fênix Negra, com estreia marcada para o dia 07 de junho de 2019.

‘O Exterminador do Futuro 6’ abre com 60% de aprovação no RT; Confira as críticas!

O aguardado ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ chega em breve aos cinemas e, depois das primeiras reações, o filme abriu com 60% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

Com nota 5,58/10 baseada em 35 reviews (até o momento), o consenso geral diz que “[o longa] representa uma significativa melhora de suas iterações anteriores, ainda que não traga o mesmo poder de artilharia que os melhores longas da franquia”.

Confira as principais críticas:

“Às vezes, não é necessário muito para revitalizar uma propriedade intelectual morta. Às vezes, tudo o que precisamos é um filme no qual ‘Hasta la vista, baby’ não é uma extensão do espanhol dos personagens” – Los Angeles Times.

“Essa nova história, na verdade, demanda ser contada e é feita com precisão e habilidade” – TheWrap.

‘Destino Sombrio’ representa um bem-vindo retorno a suas origens, com Arnold SchwarzeneggerLinda Hamilton reprisando seus papéis, adicionando nostalgia ao cânone mitológico que separa [o filme] de tudo que procedeu ‘O Julgamento Final’” – CNN.

“É uma estrada tortuosa, mas essa última máquina aceita o desafio” – We Live Entertaiment.

‘Destino Sombrio’ é só mais um filme ruim da franquia ‘O Exterminador do Futuro’ em uma sequência de filmes ruins da franquia ‘O Exterminador do Futuro’ (apesar de ser melhor que ‘Gênesis’” – Associated Press.

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

‘Never Have I Ever’: Adolescente tenta perder a virgindade no trailer da nova comédia da Netflix

Netflix divulgou o trailer completo de ‘Never Have I Ever’, nova comédia original criada por Mindy Kaling.

A série estreia no dia 27 de abril de 2020.

Confira:

Lang Fisher entra como showrunner e roteirista.

A série é uma comédia coming-of-age que gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Sendhil Ramamurthy e Richa Shukla completam o elenco.

A 1ª temporada terá dez episódios.

Katy Perry lança ‘Smile’, seu 6º álbum de estúdio oficial

Finalmente está aqui!

Katy Perry lançou hoje (28) seu 6º álbum de estúdio, intitulado Smile. A produção marca o retorno da artista para o cenário musical pela primeira vez de 2017, quando lançou Witness.

Confira a tracklist oficial abaixo, que conta com os singles “Daisies”“Harleys in Hawaii”“Never Really Over” e Smile:

  1. Never Really Over
  2. Cry About It Later
  3. Teary Eyes
  4. Daisies
  5. Resilient
  6. Not the End of the World
  7. Smile
  8. Champagne Problems
  9. Tucked
  10. Harleys in Hawaii
  11. Only Love
  12. What Makes a Woman

Smile: Fan Edition

  • Small Talk
  • Never Worn White
  • Daisies (Acoustic)
  • Daisies (Oliver Heldens remix)

Perry é considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards.