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Crítica em Vídeo | Círculo de Fogo: A Revolta

Círculo de Fogo: A Revolta, continuação do sucesso de 2013 dirigido por Guillermo del Toro, já arrecadou US$150 milhões mundiais e equiparou a bilheteria do filme original. Além disso, foi o primeiro a roubar o pódio este ano do todo poderoso Pantera Negra (que estava há cinco semanas no topo). Ou seja, espere uma terceira parte. O crítico Pablo Bazarello já conferiu o longa e comenta para você. Assista abaixo.

Superando as expectativas, Círculo de Fogo: A Revolta’ abriu as bilheterias neste final de semana e fez 122 milhões fora dos Estados Unidos, com 65 milhões sendo apenas na China, e 28 milhões de abertura doméstica, totalizando 150 milhões de bilheteria global. As informações são do ComicBook.

O resultado foi similar ao filme original, o que acabou garantindo uma sequência. Em 2013, o filme fechou com 411 milhões de dólares ao redor do mundo, com 112 milhões sendo apenas na China e 101 milhões nos Estados Unidos.

Círculo de Fogo: A Revolta’ já está em exibições nos cinemas nacionais.

Confira a nossa crítica: Círculo de Fogo: A Revolta – Mais robôs, menos monstros e emoção

Confira um vídeo especial legendado que relembra o Legado da Franquia.

‘Círculo de Fogo 2’: John Boyega aparece de Jaeger azul em novas fotos do set

O elenco conta com Jing Tian (‘A Grande Muralha’),  John Boyega (‘Star Wars: O Despertar da Força’) e Scott Eastwood (‘Esquadrão Suicida’).

O diretor Guillermo del Toro retorna apenas como produtor, e a direção fica por conta de Steven S. DeKnight. Em seu currículo, existe apenas a produção da primeira temporada de ‘Demolidor‘ para a Netflix e a direção de episódios das séries ‘Angel‘ e ‘Smallville‘, mas nenhum longa-metragem.

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Conheça as 6 Vezes que o Jogo ‘Dungeons & Dragons’ foi adaptado às telas

Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’ já está disponível para assistir no Paramount+ e Globoplay!

Os fãs conhecem bem o universo de D&D, como é conhecido por eles. Trata-se de um jogo de tabuleiro no estilo de RPG, ou seja, um jogo interativo onde os participantes criam suas próprias narrativas usando apenas a imaginação. Dungeons & Dragons foi criado ainda na década de 1970, se popularizou e se tornou o “pai” dos jogos de RPG. A série ‘Stranger Things’, por exemplo, mostrou os meninos protagonistas jogando e tirou muito de seus conceitos e criaturas do famoso jogo.

Tamanho sucesso atraiu atenção de produtores de Hollywood, que assim como os criadores de ‘Stranger Things’ resolveram inserir diversos conceitos saídos dele em suas próprias narrativas. É bem verdade que para o cinema, a trajetória de ‘D&D’ não foi das mais felizes, com esta sendo apenas a sua segunda adaptação oficial para as telonas. Mesmo assim, ‘Dungeons & Dragons’ já esteve presente na cultura pop das formas mais variadas. Sim, sua influência se estende a variados projetos, incluindo o citado ‘Stranger Things’, mas aqui nesta matéria iremos dar uma olhada em 6 produções que foram inspiradas diretamente em ‘D&D’. Confira abaixo.

Labirinto de Emoções (1982)

Primeiro papel protagonista da carreira de um certo Tom Hanks, ‘Labirinto de Emoções’ foi a primeira tentativa, de forma bem tímida, de levar ‘D&D’ às telas – bem, ou quase. Trata-se de um filme feito para a Televisão, que foi ao ar pelo canal norte-americano CBS. Com o título original de ‘Mazes and Monsters’ (‘Labirintos e Monstros’), referência clara a ‘Dungeons and Dragons’ (‘Masmorras e Dragões’), o filme é baseado no livro de Rona Jaffe. Por sua vez, o livro pegava carona na polêmica cercando o jogo de RPG na época, quando o estudante James Dallas Egbert III desapareceu de seu dormitório na Universidade Michigan State em agosto de 1979. Supostamente o rapaz teria ido até os túneis subterrâneos da instituição para jogar ‘D&D’ e nunca mais foi visto. Assim, a escritora bolou uma narrativa onde um grupo de estudantes universitários decide jogar uma partida de ‘M&M’ nas cavernas secretas de sua faculdade.

Caverna do Dragão (1983-1985)

Essa é clássica e inesquecível. Ainda hoje, muitos fãs do desenho dos anos 80 associam o título ‘Dungeons & Dragons’ a esta versão animada. Acontece que ‘Caverna do Dragão’ foi apenas uma adaptação do jogo para a TV, criando seus personagens originais, que por sua vez caíram no gosto do público. Porém, esse é o caso de produção, assim como ‘Chaves’, que fez muito mais sucesso no Brasil do que em seu próprio país de origem. Por aqui, não cansávamos de ver as reprises da história do grupo de adolescentes formado por Hank, Sheila, Diana, Bobby, Presto e Eric, que ao entrarem num trem fantasma de parque de diversões, vão parar em um mundo medieval mágico. Nos EUA, o programa durou apenas 3 temporadas, com um total de 27 episódios.

Krull (1983)

No mesmo ano da estreia de ‘Caverna do Dragão’ nas TVs americanas, a aventura de fantasia ‘Krull’ chegava aos cinemas com produção da Columbia Pictures (hoje Sony). O filme marca um dos primeiros papeis de Liam Neeson no cinema, no papel de um personagem coadjuvante. Na trama, um príncipe precisa resgatar sua noiva de uma fortaleza, onde é mantida prisioneira por invasores alienígenas. No percurso de sua aventura, irá se deparar com aliados, inimigos e todo tipo de criatura mística. Embora não seja cem por cento divulgado, além das inspirações nas missões do jogo, ‘Krull’ foi lançado com diversos produtos de merchandising, incluindo jogos – de videogame, fliperama e de tabuleiro. Um deles seria ‘D&D’, o que terminou não acontecendo. O criador do RPG, Gary Gygax nega.

Dungeons & Dragons: A Aventura Começa Agora (2000)

Sabe aqueles filmes que desejamos esquecer e que nunca tivessem sido feitos? Pois então, essa versão mequetrefe do famoso jogo é uma delas. Produção da New Line Pictures (hoje subsidiária da Warner) de US$45 milhões, a primeira adaptação oficial de ‘D&D’ aos cinemas prometia ser um verdadeiro blockbuster. No entanto, com um roteiro preguiçoso, a falta de atores carismáticos no elenco, e um Jeremy Irons mais caricato do que jamais esteve em toda a sua carreira, o filme terminou caindo rapidamente no esquecimento, ressurgindo um tempo depois apenas para se tornar uma chacota cult. Considerado um dos piores filmes dos anos 2000, a obra parecia ter colocado um ponto final em qualquer possibilidade de se revisitar essa marca muito valiosa nas telonas.

The Legend of Vox Machina (2022- )

Animação elogiadíssima da Amazon Prime Video, a série lançou sua segunda temporada esse ano e já foi confirmada para uma terceira temporada. Politicamente incorreto, violento e muito desbocado, esse desenho animado é o que ‘D&D’ seria se fosse mirado a um público mais adulto. O programa não se acanha em deixar o sangue correr solto, e apresentar algumas das mortes mais grotescas da TV, bem no estilo sujo de ‘The Boys’. Pense no que esta série citada fez com o material dos super-heróis e imagine uma aventura medieval de fantasia, capa e espada na mesma linha. Tudo começou no programa ‘Critical Role’, criado por Matthew Mercer, que traz semanalmente um grupo de atores jogando RPG e exibindo seu jogo. Num dos programas surgiu a ideia para ‘Vox Machina’, que reprisou muitos de seus atores como dubladores da animação.

Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes (2023)

Agora sim. Nunca diga nunca. Passados 23 anos desde a desastrosa primeira investida de um live-action no cinema baseado em ‘D&D’, a Paramount Pictures adquiriu os direitos da franquia e fez da maneira certa. Aliás, o estúdio está se tornando craque em injetar novo gás em franquias abandonadas e fazer elas virarem ouro em Hollywood. Foi o que a Paramount conseguiu com as franquias ‘Pânico’, ‘Sonic’ e agora com ‘Dungeons & Dragons’. Dessa vez, contando com nomes como Chris Pine, Michelle Rodriguez e Hugh Grant no elenco, a nova investida é puro charme, carisma e diversão garantidos. É tudo o que os fãs esperavam, sendo um grande atrativo também para os não familiarizados, graças a personagens bem desenvolvidos e atores que entregam tudo de si entrando de verdade na brincadeira. Com tamanha simpatia do público e dos críticos, uma continuação é praticamente certa de sair do papel.

Crítica em Vídeo | Jogador Nº 1 – O novo sucesso de Spielberg

Jogador Nº 1, nova superprodução de entretenimento do rei Steven Spielberg, é um sucesso de crítica e vem somando uma boa bilheteria. Se você ainda não assistiu ao filme, corra aos cinemas, pois este tem o selo de qualidade do CinePOP. Antes confira a opinião de Pablo Bazarello e Karolen Passos sobre o filme no vídeo abaixo.

Crítica | Jogador Nº 1 – O retorno do melhor de Spielberg

“Se ‘Jogador Nº 1’ é tedioso em alguns momentos, tem também um montão de diversão em outras partes”. – Michael O’Sullivan, Washington Post

“Pelo fio do bigode, Spielberg ganha a corrida contra o seu próprio material”. – Michael Phillips, Chicago Tribune

“Eu já assisti ‘Jogador Nº 1’ e agora o meu globo ocular precisa de férias”. – Soren Anderson, Seattle Times

“De novo e de novo, o cenário do filme – e a arte praticada por Spielberg – ajudam a transformar os vários potenciais erros em características atrativas”. – Glen Weldon, NPR

“Talvez marque o início de uma nova era na produção de filmes ou o fim de uma antiga. Independente disso, parece um experimento fracassado de construir uma nova história em cima das carcaças de filmes antigos, séries de TV e video games”. – Alonso Duralde, TheWrap

“É bom ver Spielberg, aos 71 anos, ainda encontrando novas formas de linguagem cinematográfica para expressar seu humanismo”. – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle.

Estão no elenco: Mark Rylance, que viverá James Donovan Halliday; Tye Sheridan, que viverá o protagonista Wade Watts; Olivia Cooke (‘Bates Motel’) como Artemis, avatar que a personagem Samantha Cook escolhe no do jogo Oasis; e  Simon Pegg como o cocriador da Oasis, Orgen Morrow.

Na trama, o ano é 2044 e, como o resto da humanidade, o protagonista Wade Watts prefere mil vezes o jogo do OASIS do que o mundo real. Ele garante que esconde as peças de um diabólico quebra-cabeça cuja resolução leva à riqueza incalculável. A chave para o quebra-cabeça são baseadas na cultura do final do século XX e, por anos, milhões de seres humanos têm tentado encontrá-los, sem sucesso.

De repente, Wade consegue resolver o quebra-cabeça e ganha o prêmio, e, posteriormente, deve competir contra milhares de jogadores para conseguir o troféu. A única maneira de sobreviver é ganhar, mas para isso terá que abandonar sua existência virtual e lidar com a vida e o amor no mundo real, que sempre tentou fugir.

 

‘Ahsoka’ | Ranqueamos da Pior à Melhor TODAS as Séries da Saga Star Wars na Disney+

Ahsoka’ é o mais novo sucesso de uma série dentro do universo Star Wars criada para a plataforma Disney+. Desde que adquiriu os direitos da franquia espacial de George Lucas (assim como todo o acervo da LucasFilm – que ainda inclui Indiana Jones e Willow, por exemplo), pela módica quantia de US$4 bilhões, a Disney tratou de colocar sua propriedade (muitos diriam nova galinha dos ovos de ouro) para fazer dinheiro e assim recuperar seu investimento.

A compra bilionária ocorreu em 2012, e em 2015 já chegava aos cinemas ‘O Despertar da Força’, o sétimo capítulo da saga mais querida de uma galáxia muito, muito distante. De lá para cá foram um total de cinco filmes lançados nos cinemas, e outros são prometidos para os próximos anos. A altura que ‘A Ascensão Skywalker’ chegava aos cinemas, o último filme de Star Wars até hoje; a Disney já havia estreado sua plataforma de streaming: a Disney+. O ano era 2019, e alguns meses antes o estúdio usava Star Wars novamente como um dos carros-chefes para impulsionar seu novo produto.

De forma inédita, Star Wars ia parar nas telinhas com ‘O Mandaloriano’ (The Mandalorian), o primeiro programa de tal universo na Disney+. De lá para cá esse programa já lançou três temporadas, e ao todo tivemos cinco séries em live-action levando a marca. O mais recente foi justamente ‘Ahsoka’, que estreou em agosto deste ano e terminou no início de outubro, com um total de 8 episódios. Sendo assim, resolvemos criar uma matéria, ranqueando todos os seriados em live-action de Star Wars dentro da Disney+ desde 2019 – do pior ao melhor. Confira abaixo e deixe nos comentários a sua ordem.

05) O Livro de Boba Fett (2021)

A série do mercenário mais querido do universo de Star Wars foi a segunda a estrear na plataforma da Disney+, depois de ‘O Mandaloriano’. De fato, quando a primeira estreou, muitos confundiram, acreditando que o personagem de Pedro Pascal era o favorito dos fãs, Boba Fett, já que possuem trajes bem parecidos. Mas logo descobrimos se tratar de um personagem inédito em tal mitologia. E um que caiu bastante nas graças dos fãs. Porém, essa magia não se repetiu no programa verdadeiro de Boba Fett, que abre o ranking como a série, digamos, menos preferida de todos (críticos e público).

Com sete episódios em sua minissérie, dirigidos por talentos como Robert Rodriguez (três episódios), Bryce Dallas Howard e Dave Filoni, a história segue os eventos após o desfecho de ‘O Retorno de Jedi’ (1983), quando o mercenário para todos os efeitos havia morrido do lado de fora do palácio de Jabba. Os fãs sempre se perguntaram e teorizaram sobre o fato de que Boba estivesse vivo. E os realizadores finalmente responderam a pergunta, o trazendo de volta. Porém, a expectativa de um veículo solo para o personagem jamais seria igualada ao que os fãs tinham em suas mentes.

04) Obi-Wan Kenobi (2022)

Quando os fãs de Star Wars receberam a notícia de que o astro Ewan McGregor retornaria ao papel de Obi-Wan Kenobi, o mundo tremeu. Mesmo que o ator tenha participado da que é considerada, hoje, a trilogia de filmes menos apreciada pelos fãs – a trilogia prequel. De qualquer forma, os filmes dos anos 2000 fizeram parte da formação de toda uma geração de fãs de Star Wars, que guardam tais filmes com bastante carinho. Independente do resultado deles, uma coisa todos parecem concordar, da atuação certeira de McGregor como o mestre Jedi.

A minissérie em seis episódios de ‘Obi-Wan Kenobi’ volta no tempo para mostrar o início do exílio do mestre Jedi, após os eventos sombrios que encerraram a trilogia prequel, quando todos os Jedi restantes precisaram fugir e buscar refúgio escondidos em algum canto da galáxia. A série mostra Obi-Wan encontrando a pequena Princesa Leia, e precisando encarar pela primeira vez seu velho amigo Anakin, já nas formas do vilão robótico Darth Vader. Todos os seis episódios foram dirigidos por Deborah Chow, diretora conhecida do mundo das séries.

03) Ahsoka (2023)

O mais recente programa de Star Wars no Disney+ pegou lugar bem no meio do ranking, se posicionando no centro entre os melhores e os menos preferidos. Ahsoka é uma personagem que nasceu nas animações de Star Wars e em seu universo estendido da literatura. Nas formas de carne (laranja) e osso de Rosario Dawson, a personagem fez sua estreia em live-action na segunda temporada de ‘O Mandaloriano’, ainda em 2020. Agora, ela finalmente ganha um programa próprio para chamar de seu, que deu o que falar entre os fãs – ainda mais pela aparição de um certo Anakin Skywalker, novamente nas formas de Hayden Christensen.

Apesar da aparição de Christensen ainda em sua forma humana (diferente de ‘Obi-Wan’), a cronologia aqui se passa depois do episódio IV. O que acontece é que algumas cenas de Anakin são flashbacks e outras ocorrem em outro plano astral como uma espécie de fim de treinamento para a protagonista através do uso da Força e de sua mente.

02) O Mandaloriano (2019)

Em segunda posição, subindo o pódio com a medalha de prata está a primeira de todas, ‘O Mandaloriano’. O primeiro seriado do universo de Star Wars chegou chegando e fez tanto sucesso que foi o único a garantir mais de uma temporada até o momento. Dos quatro primeiros que vimos na lista até o momento, ele é o único que não foi uma minissérie, costurando mais este universo e servindo inclusive de introdução para as séries de ‘Ahsoka’ e ‘Boba Fett’. Estrelado pelo onipresente Pedro Pascal, em pouco tempo o Mandaloriano ganhou tanta popularidade, que se tornou um personagem ainda mais querido para esta nova geração que seu “pai” Boba Fett.

O Mandaloriano’ já exibiu três temporadas, com a terceira estreando este ano, antes de ‘Ahsoka’. E caso não fosse justamente esta terceira temporada, talvez a série estivesse em um lugar mais alto na lista. Acontece que a temporada três foi unanimemente considerada a mais fraca por todos os fãs e críticos, o que serviu para diminuir um pouco a nota do programa. Mas não muito, pois ela ainda segue sendo uma das favoritas dos fãs. ‘O Mandaloriano’ é também a série que reuniu os maiores talentos atrás das câmeras, com episódios dirigidos por Taika Waititi, Jon Favreau, Robert Rodriguez, dois por Peyton Reed (da franquia ‘Homem-Formiga’ da Marvel), dois pelo ator Carl Weathers (que também estrela no programa) e três por Bryce Dallas Howard.

01) Andor (2022)

Em primeiríssima posição, subindo ao ponto mais alto do pódio com a medalha de ouro como a melhor série do universo Star Wars na Disney+ na opinião dos fãs, dos críticos e do público está ‘Andor’. Muito enaltecido por ousar fazer algo diferente dentro deste universo, ‘Andor’ é um thriller político que apenas calhou de fazer parte de Star Wars. Ou seja, é o programa verdadeiramente diferenciado, mais sério e adulto do lote. É claro que ele surge como derivado de um dos filmes mais queridos de todos igualmente, ‘Rogue One’ (2016). Foi lá que conhecemos inicialmente o rebelde Cassian Andor, papel de Diego Luna, saído do submundo desta galáxia muito, muito distante, sempre planejando a derrubada do Império.

Sabemos que Andor só conhece Jyn Erso, a personagem de Felicity Jones no filme ‘Rogue One’; mas como a segunda temporada dessa série de sucesso já foi confirmada, não custa sonhar ver a moça fazendo parte do elenco, mesmo que seja em sua própria trama separada – só para sabermos o que ela andava fazendo na época. ‘Andor’ é também a série com mais episódios por temporada, com um total de 12 episódios em seu primeiro ano. A segunda já está prometida para 2024.

‘Titan’: Lily Collins vai estrelar suspense de sobrevivência

A jovem atriz Lily Collins (O Mínimo para Viver), filha do cantor Phil Collins, acaba de assinar para viver a protagonista do thriller de sobrevivência ‘Titan’, informa a Variety.

No suspense, Collins interpreta uma jovem música, que parte para uma aventura a fim de descobrir as circunstâncias da morte de sua irmã ativista do meio ambiente. Para isso ela viaja ao mesmo local, colocando assim sua própria vida em risco.

Austin Bunn, roteirista de Versos de um Crime (2013), está vinculado ao projeto para estrear na direção.

‘Dezesseis Facadas’, ‘Noites Brutais’, ‘Ursinho Pooh’ e mais Filmes de Terror para Curtir o Halloween na Amazon Prime Video

Outubro é o mês do halloween. A data que é sinônimo de medo e terror faz parte da história dos EUA, e durante muito tempo chegava para nós aqui no Brasil somente através dos filmes e séries. Os aficionados por cinema sempre sonharam em celebrar a data. Nos últimos anos o evento também conhecido por aqui como o dia das bruxas começou a se popularizar também no Brasil, com festas, fantasias e atividades relacionadas a esta temática macabra.

Em comum entre o halloween e o nosso dia de São Cosme e Damião está a distribuição de doces nas ruas. O halloween também lembra de certa forma o nosso carnaval, já que é uma oportunidade de todos, incluindo crianças e adultos, se fantasiarem. A diferença é que em geral tais fantasias são voltadas ao universo de filmes e séries de terror, embora não seja necessariamente uma obrigação. Além das festas, fantasias e os doces, uma excelente pedida na data é maratonar filmes e séries assustadoras, mesmo que sejam de mentirinha (ou melhor, não tão intensos assim).

Aliás, o halloween deve ser celebrado durante todo o mês de outubro, com os fãs e entusiastas da data entrando no espírito com muita antecedência. E por aqui resolvemos entrar nesse clima também, com algumas matérias de dicas para a data. Dessa vez a opção é pela Amazon Prime Video, o streaming número 2 no mundo, para recomendações de filmes de terror e suspense recentes no acervo da plataforma. Confira abaixo.

Dezesseis Facadas (2023)

Um dos filmes mais divertidos do acervo atual da Amazon Prime Video, ‘Dezesseis Facadas’ é uma produção original da casa e fez sua estreia no Fantastic Fest nos EUA, no fim de setembro. Coprodução da Blumhouse, o estúdio continua a criar slashers divertidos, misturados com fantasia ou ficção científica. Podemos dizer que ele faz parte de uma trilogia não declarada, com ‘A Morte te dá Parabéns’ e ‘Freaky’. Aqui, Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) vive uma adolescente que no melhor estilo ‘De Volta para o Futuro’ vai parar nos anos 80 graças a uma máquina do tempo. Mas isso não é tudo, já que ela encontra seus pais com a mesma idade que possui, e precisa impedir um assassino mascarado de matar três jovens.

Noites Brutais (2022)

Antes pertencente com exclusividade ao acervo da STAR+, ‘Noites Brutais’ chega de forma bem-vinda à filmoteca da Amazon Prime Video. Um dos filmes de terror mais elogiados dos últimos anos, os fãs abraçaram o longa do diretor e roteirista Zach Cregger com força. Em casos assim ficamos sempre esperando qual será o próximo passo do cineasta. Na trama, o filme se divide em três partes. Na primeira e melhor temos uma situação verdadeiramente assustadora, por ser algo real, moderno e de fácil identificação.

A jovem Tess (Georgina Campbell) aluga uma casa de Airbnb em outra cidade, por motivo de trabalho. Chegando no local ela percebe que um sujeito já se encontra hospedado, papel de Bill Skarsgard, clamando uma confusão do proprietário. E agora? A segunda parte é um flashback que conta como a cidade ficou daquela forma. E no terceiro ato, o longa se transforma por completo em um “filme de monstro”, o que pode tirar boa parte dos espectadores do engajamento com o filme. Mas se você não liga para isso, ou quem sabe adora o gênero, certamente irá se divertir. De certa forma, é como ‘Um Drink no Inferno’ (1996), onde somos pegos de surpresa com a segunda parte do longa.

Colheita Sombria (2023)

Um dos mais recentes exemplares do gênero a chegar na plataforma da Amazon Prime Video, ‘Colheita Sombria’ era prometido há bastante tempo, e vinha sendo constantemente adiado, se tornando um daqueles filmes que viram quase uma lenda urbana, e que ficamos nos perguntando se de fato serão lançados algum dia. Este, ainda bem, foi. Dirigido por David Slade, do ótimo ‘Menina Má.com’ e do bom ’30 Dias de Noite’, o filme é baseado no livro de Norman Partridge. O longa pode ser um prato cheio para os que curtem filmes sobre cidadezinhas com uma lenda local bastante assustadora, envolvendo uma criatura mitológica que se ergue uma vez por ano.

Dentre outras coisas, o filme planeja lançar um personagem icônico para chamar de seu, aqui a criatura conhecida como Sawtooth Jack, ou ‘Dentes de Serra’, um ser lendário saído das plantações. Passado na década de 1960, existe um evento promovido pela cidade para que os rapazes do local tentem matar a criatura, que retorna todo dia 31 de outubro. Quem conseguir ganha uma fortuna. Assim, um jovem tenta repetir o feito de seu irmão mais velho.

Mona Lisa e a Lua de Sangue (2021)

Se você curte filmes de gênero bem diferentes e totalmente fora da caixinha, então essa dica é para você. Trata-se da nova obra da diretora britânica Ana Lily Amirpour, que tem no currículo os cult ‘Garota Sombria Caminha pela Noite’ e ‘Amores Canibais’. Amirpour também cria o roteiro, e resolve apostar em uma história que mistura ‘Halloween – A Noite do Terror’ (1978) com obras mais recentes como a série ‘The Boys’. A trama gira em torno da tal Mona Lisa do título (papel da sul coreana Jeon Jong-seo – em cartaz também na Netflix com ‘A Bailarina’), uma paciente considerada extremamente perigosa, que assim como Michael Myers, foge de um hospital psiquiátrico.

A sacada aqui é que Mona Lisa possui dons sobrenaturais psíquicos, ou seja, consegue com a mente controlar os movimentos de outras pessoas, inclusive fazendo com que machuquem a si mesmos. Ela foge e fica encantada com a cidade de Nova Orleans, e com as cores neon que Amirpour imprime em seu trabalho. O visual da obra chama atenção, mesmo que todo o resto seja algo que já tenhamos visto antes. Uma vez pela cidade, ela conhece a personagem de Kate Hudson, o nome mais chamativo do elenco, que vive uma stripper que abriga a fugitiva.

Sede Assassina (2023)

Existem muitos atrativos aqui nesta produção, que é uma pedida para aqueles que desejam celebrar o halloween com uma pegada mais realista, mesmo sem esquecer os elementos assustadores. O público mais adulto que curte um filme mais intenso nem sempre é adepto da fantasia, do surrealismo e de elementos sobrenaturais, voltados mais ao público jovem. Assim, o dia da bruxas não precisa ser feito apenas de filmes de terror, com os suspenses e os thrillers sendo uma ótima pedida igualmente. É justamente nessa seara que surge ‘Sede Assassina’, cujo principal atrativo é o roteiro e a direção do argentino Damián Szifron, em seu primeiro filme desde o fabuloso indicado ao Oscar ‘Relatos Selvagens’ (2014).

Nesse primeiro filme americano do diretor, ele escala a jovem atriz Shailene Woodley no papel de uma policial muito talentosa, mas dona de seus próprios problemas, para a caçada a um assassino. O psicopata está aterrorizando a cidade de Baltimore, matando pessoas em festas de coberturas em outros prédios. Assim, ela se junta ao FBI, comandado pelo personagem de Ben Mendelsohn.

X – A Marca da Morte (2022)

Atualmente vivemos uma boa safra de filmes de terror e grande parte delas pode ser encontrada no acervo da Amazon Prime Video. O streaming marcou um golaço ao trazer de forma exclusiva para o seu acervo um dos longas mais comentados dos últimos anos, que inclusive conseguiu criar sua própria franquia – algo que hoje todos almejam. O diretor Ti West em parceria com o estúdio A24, queridinho dos cinéfilos que buscam produções diferenciadas, cria uma obra despretensiosa, mas que foi muito abraçada pelos aficionados. Todos trataram de anunciar o filme como um herdeiro direto de ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

Passado na década de 1970, acompanhamos uma equipe indo gravar um filme adulto em uma fazenda isolada da cidade. É preciso ter em mente que nos anos 70, os filmes pornô atingiram o auge de seu “prestígio”, sendo uma indústria em partes glamorosa, como mostrado na obra-prima de Paul Thomas Anderson, ‘Boogie Nights – Prazer Sem Limites’. Ou seja, tais produções tinham público para estrear nos cinemas, como um filme normal. Mas o que acontece aqui é que a tal fazenda é de propriedade de dois idosos desequilibrados, que quando descobrem o tipo de filme que está sendo rodado no local, as coisas saem de vez dos trilhos. Mia Goth e Jenna Ortega são os chamarizes do elenco.

Vestido Maldito (2018)

Outra dica para os que curtem filmes experimentais e fora da caixinha. Não por acaso, esse aqui também teve distribuição da A24, que sempre vê potencial e aposta em filmes que fogem do óbvio, abrindo espaço para discussões mais profundas e enigmáticas sobre o que é ser humano, e como lidamos com as situações mais absurdas que possam se apresentar. Aqui acompanhamos a protagonista vivida por Marianne Jean-Baptiste, e só nesta escalação já vemos um grande diferencial, pois a atriz não é a típica protagonista a qual estamos acostumados, por não possui um perfil padronizado. Indo um dia a uma loja, ela descobre um belo vestido vermelho e se apaixona pela peça.

Porém, a roupa carrega uma carga pesada, apesar de fascinar à princípio. É uma espécie de ‘Christine – O Carro Assassino’, de Stephen King, só trocando um carro por um vestido, aliás ambos são vermelhos. Porém, apesar da sinopse simples, o filme é mais profundo do que se possa imaginar, e é dono de um estilo muito similar aos giallo italianos, em especial ‘Suspiria’, e diferente do típico terror de shopping e sustos fáceis.

Ursinho Pooh – Sangue e Mel (2023)

É claro que não poderíamos terminar a lista sem a dica do que é um dos filmes mais sem-vergonha dos últimos anos, mas que ganhou imensa popularidade graças em especial à sua ousadia na hora de criar uma história. Acontece que os direitos dos personagens criados por A.A. Milne expiraram e caíram em domínio público, saindo das mãos da Disney. Ou seja, a turminha do ursinho Pooh, antes conhecido como ursinho Puff, com direito a Christopher Robin, o burro Bisonho, Tigrão e o Leitão. Assim, percebendo o potencial da coisa, os produtores deste filme garantiram o seu ganha-pão e criaram um filme de terror slasher em cima de tais figuras.

Por mais que o filme seja apenas uma desculpa para usar o título, e que o ursinho no filme não seja nada mais que um homem usando uma máscara de urso (bem capenga por sinal, cuja boca nem sequer mexe), a curiosidade tomou conta do povão, que correu para comentar e divulgar o filme. E não existe publicidade melhor que o boca a boca. Com a internet, essa forma de marketing grátis aumentou exponencialmente. No melhor estilo falem mal, mas falem de mim, ‘Ursinho Pooh – Sangue e Mel’ se beneficiou totalmente, garantindo assim o sinal verde para a continuação. Se você curte um filme trash, repleto de muito sangue, então essa é a pedida para você.

Os 12 Novos Filmes de Dwayne ‘The Rock’ Johnson – o maior astro da ação em Hollywood

Você provavelmente nunca ouviu seu nome ou sabe quem é, bem, se esteve vivendo debaixo de uma rocha (trocadilho não intencional) pelos últimos 15 anos. O fato é: Dwyane Johnson, ex-lutador de luta livre, se tornou um dos maiores nomes do entretenimento atual e o maior astro da ação do momento. E o sujeito faz por onde, trabalha insanamente duro e vende seu peixe como ninguém (é só acompanha-lo nas redes sociais para ver). Já são 36 filmes no currículo, entre participações e dublagens em animações, 19 como protagonista e uma série de TV (Ballers, que já vai para sua quarta temporada).

Embora nem tudo que toque vire ouro (cof cof Baywatch cof cof), é seguro dizer que o cara faz dinheiro em 80% dos casos – o que é mais do que podemos dizer da maioria. Saindo do estrondoso sucesso de Jumanji – Bem-vindo à Selva, da Sony, no início deste ano, que já soma quase US$1 bilhão ao redor do mundo, e emendando com Rampage: Destruição Total, da Warner, US$280 milhões ao redor do mundo com duas semanas de exibição, é válido frisar que qualquer grande estúdio em sã consciência deseja fazer negócio com o astro. Pensando nisso, resolvemos trazer para você uma nova lista, com os doze próximos projetos do ator já engatilhados para os próximos anos. Não vai faltar adrenalina. Veja abaixo.

1) Arranha-Céu: Coragem Sem Limite

Depois da Sony e da Warner, chega a vez da Universal pegar a fatia deste bolo. Arranha-Céu (Skyscraper no original) está em fase de pós-produção, mas é o próximo filme de Johnson a atingir os cinemas (literalmente), com estreia marcada para o dia 13 de julho no Brasil. Depois da homenagem ao cinema de monstros que foi Rampage, o subgênero homenageado aqui é o cinema catástrofe. Curiosamente, Johnson interpreta um personagem que não tem uma perna e sua prótese promete salvá-lo de algumas enrascadas, como pudemos ver no trailer. Na trama, um arranha-céu corre perigo, no melhor estilo Inferno na Torre (1974) e cabe ao astro salvar sua família e o dia.

2) Fighting With My Family

Este é o projeto mais curioso da lista. Trata-se de uma produção independente escrita e dirigida pelo ator Stephen Merchant. O filme com tintas de comédia dramática é a biografia de um lutador de luta livre, que se apresenta “lutando” ao lado da família (daí o título original) para públicos pequenos ao redor do país. O filme traz no elenco, Vince Vaughn e Lena ‘Cersei’ Headey. Apesar de inusitado, demonstra uma manobra corajosa do ator em seguir rumos diferentes, apostando em produções menores e mais dramáticas também. Fighting With My Family já foi concluído e tem estreia programada para setembro nos EUA.

3) Jungle Cruise

Essa é uma das produções que mais desperta a curiosidade na lista. Depois de Piratas do Caribe, a Disney tenta mais uma vez tirar do papel uma possível franquia cinematográfica baseada numa atração de seus parques de diversões. Basta lembrar que em duas outras oportunidades a ideia se esvaiu: Mansão Mal-Assombrada (2003, com Eddie Murphy) e Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível (2015, com George Clooney). Bem, mas aqui temos The Rock! A trama fala sobre um grupo de aventureiros viajando num barco através de uma floresta recheada de perigos e animais. No filme, no entanto, o famoso passeio ganhará ameaças sobrenaturais. Outros dois chamarizes são a presença da coprotagonista Emily Blunt – recém-saída do sucesso Um Lugar Silencioso – e a direção de Jaume Collet-Serra, especialista em cinema intenso, seja na ação ou no terror, aderindo agora à sua primeira obra voltada para a família e ao grande público. Jungle Cruise está em fase de pré-produção e ainda não ganhou data de estreia.

4) Jumanji 2

Por falar em selva e em sucesso, a sequência da sensação deste início de 2018 já foi confirmada – e como deixar por menos. Apesar da trama ainda não ter sido divulgada, ou sequer se o diretor Jake Kasdan retorna, o quarteto principal (The Rock, Karen Gillan, Jack Black e Kevin Hart) já foi confirmado (e eles são burros?); assim como a data de estreia para 2019. O filme se encontra atualmente em fase de pré-produção e sairá novamente pela Sony.

5) Red Notice

Este é outro filme já confirmado e em pré-produção. A estreia, no entanto, é só para 2020. Escrito e dirigido por Rawson Mashall Thurber, que comandou Johnson em Um Espião e Meio (2016) e Arranha-Céu (2018), o filme foi anunciado pelo astro em suas redes sociais, desde a reunião num restaurante quando foi feito o pitch (venda da ideia) – isso que é interatividade em tempo real. Além disso, Johnson realizou um bate-bola com seus fãs através do Instagram, perguntando qual ator seria um bom antagonista para viver o maior ladrão do mundo neste longa. Muitas ideias interessantes foram sugeridas pelos seguidores, como Charlize Theron e Jessica Chastain. Aqui, The Rock viverá um agente do FBI caçando o gatuno de artes mais procurado pelas autoridades. O filme sairá novamente pela Universal.

6) Esquadrão Suicida 2

Aqui adentramos num terreno perigoso. E não por este ser a sequência de um dos blockbusters de heróis menos prestigiados dos últimos tempos, mas por se tratar de uma produção ainda envolta em muitos mistérios, cuja presença de The Rock, como o vilão Adão Negro, sequer foi confirmada. Por um lado, temos a estreia do filme para 2019 confirmada pela Warner e as voltas de Will Smith e Joel Kinnaman (embora este último surja sem confirmação no IMDB) garantidas, além do diretor Gavin O´Connor substituindo David Ayer. Por outro lado, a participação de Johnson permanece ainda como rumor – será que veremos o personagem debutar em seu filme solo antes? Seja como for, nomes como Margot Robbie, Jared Leto e Karen Fukuhara também são mencionados para a sequência.

7) Black Adam –Adão Negro

É aqui que a coisa se complica mesmo. Mas não me surpreenderia se esta agenda fosse toda embaralhada dentro de alguns meses, criando uma bagunça na já muito conturbada cronologia do universo da DC nas telonas. Adão Negro é o arqui-inimigo do super-herói Shazam, que ganhará filme solo ano que vem nas formas de Zachary Levi (aquele do Nescau). Até aí, tudo bem, já que o vilão não precisa dar as caras necessariamente no primeiro filme do herói. Esquadrão Suicida 2 é outro filme da casa programado para estrear no mesmo ano de 2019, e segundo rumores, o vilão mor será Adão Negro. Pulamos agora para o filme solo do vilão, já em fase de pré-produção, mas sem data de estreia divulgada. Será que veremos a primeira aparição do impiedoso Deus em outro filme para depois protagonizar seu próprio longa? Afinal, dois filmes contendo o personagem no mesmo ano pode ser overdose, mesmo ele sendo The Rock.

8) Hobbs and Shaw

Durante a divulgação de Velozes e Furiosos 8 (2017), o último filme da franquia de rachas de carro a la James Bond até o momento, foi reportado que Dwayne Johnson e Vin Diesel não estariam no melhor dos entrosamentos. De fato, a notícia era que os dois precisaram ser mantidos separados nos red carpets aos quais compareciam. Golpe de marketing ou treta da braba? Seja como for não demorou até o tal derivado muito prometido da franquia surgir, e olha só, é justamente um que tira The Rock da companhia de seus colegas, dando-lhe um filme solo. Coincidência ou não, o fato pode excluir Johnson do nono longa da franquia, deixando seu Luke Hobbs de fora da “corrida espacial”. Hobbs and Shaw reúne o casal que todo mundo adorou do filme 8, os personagens de Johnson e Jason Statham. Teremos muitos tiroteios com bebês ao colo de novo? A dupla já foi confirmada, assim como o diretor David Leitch, de De Volta ao Jogo (2014), Atômica (2017) e Deadpool 2 (2018). A estreia está programada pela Universal para o dia 26 de julho de 2019.

9) San Andreas 2

Em time que está ganhando não se mexe. Com o orçamento de US$100 milhões e uma bilheteria mundial de quase US$500 milhões, é seguro dizer que Terremoto: A Falha de San Andreas (2015) foi um sucesso. Assim, como Hollywood não gosta de perder tempo, uma sequência começa a tomar forma, com Johnson, Carla Gugino, Alexandra Daddario e Paul Giamatti já confirmados para retornarem. Quem volta também é o diretor do original, Brad Peyton. No entanto, algo me diz que a continuação só terá sinal verde completo quando a Warner receber a maior parte dos números de Rampage, blockbuster em cartaz atualmente que reuniu Johnson ao cineasta Peyton. Uma pergunta eu me faço: qual será a trama, outro terremoto?

10) Doc Savage

O super-herói original, Doc Savage é um personagem criado em revistas pulp (que Tarantino tanto ama) na década de 1930. Curiosamente, o personagem ao longo dos anos já foi tanto publicado na Marvel quanto na DC, se tornando um híbrido das editoras – será que o longa finalmente unirá a rivalidade dos nerds de plantão? Com lançamento da Sony, sem data ainda definida, Doc Savage trará Johnson como o protagonista, conhecido como o Homem de Bronze, criado por cientistas desde a infância, com grande força mental e física. Ele viaja pelo mundo combatendo todo tipo de vilão megalomaníaco. Um tópico que empolga é a presença do diretor e roteirista Shane Black atrás das câmeras, cineasta responsável pelos ótimos Beijos e Tiros (2005) e Dois Caras Legais (2016).

11) The Janson Directive

Outro projeto curioso com o nome do astro, The Janson Directive é um thriller de espionagem assinado por ninguém menos que o romancista Robert Ludlum. Baseado no livro do cultuado autor falecido em 2001, responsável pela série Bourne no cinema, o longa traz Johnson na pele de Paul Janson, ex-fuzileiro naval e prisioneiro de guerra, trabalhando como consultor de segurança para empresas. Quando uma operação de resgate de um cliente do alto escalão dá errado, ele é forçado a começar a fugir. A data de estreia, diretor e resto do elenco ainda não foram confirmados.

12) Big Trouble in Little China

Terminando nossa parada de sucessos futuros de Dwayne ‘The Rock’ Johnson chega uma refilmagem que pode animar alguns e enfezar os fãs mais xiitas. Os Aventureiros do Bairro Proibido (1986) é uma das produções cult saídas da década de 1980 mais adoradas e que deixou uma geração inteira esperando pela sequência anunciada ao desfecho, que nunca viria. Nem todos os ganchos vingavam. Dirigido pelo lendário John Carpenter, o longa é dito ter dado origem ao famoso game sanguinário Mortal Kombat – é só observar as caracterizações dos personagens. Na trama, um motorista de caminhão (Kurt Russell, no auge de sua canastrice) se vê no meio de uma disputa territorial entre gangues no bairro chinês. Mas esta não é uma batalha comum, e sim uma sobrenatural, envolvendo entidades poderosas e criaturas místicas. Neste remake, que ainda não foi confirmado oficialmente pela FOX, dona da propriedade, The Rock viveria Jack Burton, o personagem truculento de Russell. Se depender do veterano ator, colega de Johnson nos últimos filmes da franquia Velozes e Furiosos, o aval está dado.

Halloween | Os Remakes de Filmes de Terror que Completam 17 anos em 2023

Alguém lembra quando Hollywood parou de apostar em ideias originais para seus filmes? Muitos irão dizer que ainda hoje existem aqueles que preferem investir neste ineditismo. Mas sejamos sinceros, estes desbravadores são a grande minoria. E quando falamos em premissas recicladas, o movimento que mais salta aos olhos são as chamadas refilmagens. Nada contra, o problema foi quando os produtores da maior indústria do cinema resolveram querer “refazer” clássicos que sempre estiveram na mente do público.

Essa “reimaginação” sempre é mais interessante quando se dá em relação a uma produção obscura, ou muito antiga, que não ressoa mais com a audiência atual. Algo como um realizador do porte de Guillermo del Toro vem fazendo. Primeiro, ele homenageou os filmes de monstros clássicos – em especial O Monstro da Lagoa Negra (1954) -, com A Forma da Água (2017), que nem mesmo era uma refilmagem. E esse ano o cineasta dará sua visão ao clássico O Beco das Almas Perdidas, lançado originalmente em 1947. Ou seja, prato cheio para um remake.

Quando pensamos em remake, porém, nenhuma outra década chama tanto atenção quando os anos 2000. Em especial os meados da década. O fato foi inclusive satirizado com muita esperteza por Pânico 4 (2011), quando um dos personagens cita com fugacidade as “trocentas” refilmagens de terror dos últimos anos para escapar com vida. Quando falamos de terror, a coisa fica ainda mais crítica, pois pouquíssimas obras resistem sem serem refeitas ao público de hoje. Nesta seara chega nossa nova matéria, voltada aos remakes lançados há exatos 17 anos, época de auge para estes projetos receberem sinal verde. Confira abaixo e assista neste dia das bruxas – se tiver coragem.

 

Natal Negro

Antes de Sexta-Feira 13, antes de A Hora do Pesadelo e antes mesmo de Halloween – A Noite do Terror, existiu Black Christmas – Noite do Terror (1974). O filme é considerado por muitos como um dos primeiros do subgênero terror adolescente e contava sobre uma casa de irmandade de jovens mulheres estudantes sendo aterrorizadas por um maníaco que faz ligações obscenas. O sujeito está escondido no sótão de sua casa, sem que nenhuma das moças saibam. E aos poucos, vai pegando uma a uma durante o feriado de natal. Ainda hoje é um clássico cult do gênero. Assim, há 17 anos estreava o remake, muito mais voltado ao clima teen espertinho surgido após Pânico – esse com dez anos de atraso, mas que poderia facilmente ter ocorrido ainda no fim dos anos 90. O atrativo eram os nomes das jovens promissores que vendiam o longa no cartaz, como Mary Elizabeth Winstead, Michelle Trachtenberg, Lacey Chabert e Katie Cassidy. Mas não parou por aí, e em 2019, a Universal e a Blumhouse apostaram num terror feminista que esqueceu de dar medo e apenas martelou sua mensagem óbvia e panfletária.

 

O Sacrifício

Muitos consideram este filme o ponto de virada na carreira do então astro Nicolas Cage. A intenção do ator, porém, era das melhores. E ao lado do então igualmente promissor cineasta Neil LaBute, escavaram o remake do cult O Homem de Palha (1973), clássico do horror britânico sobre seitas rurais – de onde o polêmico Midsommer (2019) tirou muitas de suas inspirações. A proposta da refilmagem era audaciosa e interessante, ao trocar o sexo não apenas da líder da seita (agora uma mulher, Ellen Burstyn), mas também colocar o feminino como foco central da narrativa. Do resultado, infelizmente, as pessoas só lembram da fantasia de urso de Cage e da infame cena das abelhas, com o surto do ator.

 

Viagem Maldita

Essa até foi uma pedida melhor do que a refilmagem do clássico atemporal A Profecia. Isso porque Quadrilha de Sádicos (1977), terror no qual este é baseado, embora seja o segundo filme do renomadíssimo Wes Craven, se tornou uma produção cult, desconhecida do grande público. Ou seja, era terror de nicho, assim cabendo aos produtores o repaginarem para a nova geração. E quando digo produtores, o próprio Craven está entre os responsáveis pelo longa. fora isso, um cineasta talentoso na direção: o francês Alexandre Aja. No elenco, um dos chamarizes era a presença de Emilie de Ravin, muito popular na época devido ao seu papel da grávida Claire, no fenômeno Lost (2004-2010).

 

A Profecia

A Profecia (1976), de Richard Donner, completa 47 anos em 2023 e há muito se encontra no panteão dos clássicos do terror sobrenatural. O longa faz parte do que eu gosto de chamar de “tríade” sobre crianças endemoniadas – ao lado de O Bebê de Rosemary (1968) e O Exorcista (1973). A Profecia, porém, foi o primeiro a receber uma refilmagem. No entanto, uma que foi rapidamente varrida para debaixo do tapete. Afinal, você ouve falar nela atualmente? Mas sim, ela existiu e era lançada nos cinemas há 17 anos, protagonizada por Liev Schreiber, Julia Stiles e a mesma Mia Farrow de O Bebê de Rosemary. Um dos problemas aqui foi a escalação do menino Seamus Davey-Fitzpatrick como Damien, que não possui a dualidade entre a fofura e ameaça como no original.

Pulse

Agora entramos no terreno das refilmagens de produções asiáticas. Kairo (2001) seguia de perto O Chamado e O Grito (as versões originais) pegando a onda de filmes sobrenaturais que fizeram muito sucesso no Japão entre o fim dos anos 90 e início de 2000. O mote é até interessante e usa a internet como porta de entrada de espíritos malignos em nosso plano. Há 17 anos, em 2006, a internet estava mais difundida pelo mundo e era uma realidade de nosso dia a dia. Assim, a versão norte-americana  chegava, com a loirinha Kristen Bell como a protagonista assombrada – outra atriz mais acostumada a comédias.

O Grito 2

O Grito original japonês, ou Ju-On (no idioma do país), é uma produção de 2002, lançada no mesmo ano em que a versão americana de O Chamado fazia muito sucesso nos EUA. Assim, os produtores americanos não perdiam tempo em levar apenas dois anos depois sua própria versão desta história também, com O Grito (2004). Dentre estes produtores estava o renomado Sam Raimi. Estrelado pela eterna Buffy, Sarah Michelle Gellar, o terror obteve um sucesso moderado. Assim, dois anos depois chegava a continuação, há exatos 17 anos. Essa sequência, porém, passava completamente fora de todos os radares – com muitos sequer sabendo de sua existência. Em 2020, os produtores tentaram novamente com uma versão mais séria e dramática da história, igualmente sem sucesso.

 

Quando um Estranho Chama

Terminando a lista de clássicos americanos saídos da década de 1970, When a Stranger Calls foi lançado em 1979, e trazia Carol Kane (que depois ficaria mais ligada à papeis em comédias) como protagonista. Aqui, todo o mote para a trama teve certamente influência do citado Halloween, lançado no ano anterior. Ambos possuem jovens mulheres ainda na fase adolescente trabalhando como babás para famílias, tomando conta de crianças. Uma prática comum nos EUA. Em todos os casos, elas terminam sendo perseguidas por um maníaco. A diferença aqui, e que serve como mote, é que o psicopata deste filme faz ligações para atormentar a jovem vítima, e quando a polícia finalmente rastreia estas ligações, descobre que elas estão sendo feitas de dentro da casa. O remake já incorporava os telefones celulares em sua narrativa e contava como Camilla Belle como protagonista, e Katie Cassidy (novamente) e uma Tessa Thompson ainda menina no elenco.

 

O Massacre da Serra Elétrica: O Início

Por falar em obras clássicas do terror lançadas em 1974, indiscutivelmente a que mais se destaca é O Massacre da Serra Elétrica, considerado um dos primeiros slashers do cinema. O filme fez sucesso e se tornou cult, porém, era tão visceral e explícito que terminou sendo banido de várias praças de exibição pelo mundo, ao contrário do mais contido e repleto de suspense Halloween, que se tornaria um clássico muito bem sucedido financeiramente. A continuação do Massacre só ocorreria mais de dez anos depois, num filme mais voltado ao humor sombrio. Mais duas continuações, em 1990 e 1994, e a franquia seria colocada no gelo. Isso é, até em 2003 um remake bem sucedido ser lançado, contendo a revelação de Jessica Biel em seu elenco. Aquele filme, no entanto, terminava de uma forma que simplesmente não podia ser continuado – tanto que nada o seguiu em sua linha narrativa até hoje. Assim, a opção dos realizadores foi por uma prequel, que ao invés de continuar, antecedia os fatos mostrados em 2003.

‘Um Lugar Silencioso’: Ellen DeGeneres faz paródia do terror sensação

É indiscutível que Um Lugar Silencioso se tornou um dos maiores sucessos deste início de 2018, tanto de crítica quanto de bilheteria. E quando o sucesso é grande assim, todos querem uma casquinha. Desta vez foi a apresentadora Ellen DeGeneres quem aproveitou para brincar com o longa. Em seu programa, ela criou uma divertida paródia, dizendo que fazia parte do longa e que o filme poderia ter sido um sucesso ainda maior caso não tivesse sido cortada. Assista abaixo.

Um Lugar Silencioso já soma mais de US$215 milhões ao redor do mundo, e já teve sua sequência encomendada pela Paramount.

ODIEI! Os Filmes mais Detonados pelos críticos em 2023…

A arte é subjetiva, como todos nós estamos cansados de saber. A máxima de “o que é bom para você pode ser ruim para mim e vice-versa” é a mais pura realidade quando tratamos de arte. E com os filmes isso acontece mais ainda por serem uma forma de arte muito popular e que desperta a paixão dos fãs como nenhuma outra. A verdade é que cada um de nós absorve a arte baseados em nossas próprias vivências e experiências, a bagagem que trazemos conosco. Dessa forma, a arte ou um filme é o espelho do que levamos para ele, ou seja, só irá refletir o que já temos dentro de nós.

Uma vez dito isso, é preciso levar em conta também o fator consenso. Vivemos em uma sociedade democrática, ou pelo menos desejamos que seja cada vez mais. Assim como o voto em políticos para saber quem ganhou uma eleição através da maioria das opções, a forma de avaliação de um filme pode ser simples: foi bom ou não em nossa opinião. Sendo assim, os mais variados agregadores reúnem avaliações da crítica especializada (profissionais com um conhecimento maior da arte cinematográfica, especializados em assistir e comentar todo tipo de filme com mais propriedade) e também do grande público, que em sua maioria procura cinema apenas para se entreter.

É sobre esta segunda categoria de espectador que iremos falar nessa matéria, o grande público. Por mais que você tenha gostado de alguns dos filmes que iremos apresentar abaixo como os piores de 2023, saiba que na opinião da maioria dos espectadores que os assistiu e votou no maior banco de dados de cinema da rede, o IMDB, eles deixaram muito a desejar. Aqui, reunimos os filmes de prestígio, de grandes estúdios, com astros e estrelas protagonizando, e que não conseguiram sequer uma nota 5 de 10 nestas avaliações. Confira abaixo quais são esses longas “azarados” ou “odiados” mesmo.

Casamento em Família
Nota: 4.9 / 6.1 mil votos

Reunir em um único filme os talentos de Richard Gere, Susan Sarandon, Diane Keaton e William H. Macy seria o suficiente para atrair atenção de qualquer cinéfilo. E apesar de sua premissa “farsesca” até interessante, na opinião geral dos espectadores o filme recai na fórmula do mais baixo denominador comum em sua comédia romântica. Na trama, Emma Roberts e Luke Bracey ficam noivos e decidem se casar, como forma de último esforço para seu relacionamento que já não estava indo muito bem. Porém, ao apresentarem suas famílias uma para a outra – Richard Gere e Diane Keaton (os pais dela) e William H. Macy e Susan Sarandon (os pais dele) – os casais de meia idade logo descobrem que estão secretamente traindo uns aos outros.

O Exorcista: O Devoto
Nota: 4.9 / 23 mil votos

Aqui podemos dizer que o consenso é praticamente uma unanimidade, pois difícil mesmo é encontrar alguém para falar bem do novo ‘O Exorcista’. Se fosse qualquer outro filme sobre possessão demoníaca, ‘O Devoto’ seria considerado medíocre e esquecido na semana seguinte, como a maioria dos exemplares deste que já se tornou um subgênero. O problema é que a Blumhouse e o diretor David Gordon Green (que cada vez se queima mais com a comunidade de fãs do terror) ousaram colocar o título de um dos filmes mais influentes e celebrados da sétima arte. Planejado como uma trilogia, duvidamos muito que uma continuação receba sinal verde.

Os Mercenários 4
Nota: 4.8 / 21 mil votos

Até então, a franquia dos heróis de ação da terceira idade havia ficado entre erros e acertos, mas sempre conseguia conquistar o coração do amante nostálgico do gênero. A proposta já nasceu como “galhofa” – Sylvester Stallone escreveu e dirigiu sua homenagem aos colegas e a ele mesmo, mostrando que os velhos cães de guerra ainda tinham muito sangue para dar em tela.

Com as continuações, o envolvimento de outras lendas foi aumentando, com: Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris, Wesley Snipes, Harrison Ford, Mel Gibson e Antonio Banderas. Esse era o caminho que os filmes deveriam ter seguido, escalando quem sabe a seguir Jackie Chan, Steven Seagal, Kurt Russell e afins. Mas sabemos que a coisa começa errada quando os atrativos de seu novo filme são Megan Fox e 50 Cent…

Cemitério Maldito: A Origem
Nota: 4.7 / 7.5 mil votos

Os cinéfilos um pouco mais velhos ainda guardam com muito carinho a primeira adaptação de ‘Cemitério Maldito’ para o cinema, baseado no livro de Stephen King, e lançado em 1989. A história fala sobre uma família, dessas de comercial de margarina, se mudando para sua nova grande casa numa área rural dos EUA. Nas proximidades existe um antigo cemitério de animais, tido como místico, parte do folclore local, e que segundo reza a lenda, quem for enterrado ali retorna dos mortos; mas não está “puro”.

Aproveitando o sucesso que o filme fez, o estúdio resolveu lançar uma continuação três anos depois, e trinta anos depois um remake. Nenhum dos dois teve a mesma relevância cultural do primeiro. Agora eles tentam de novo com a primeira prequel deste universo e o resultado foi ainda mais genérico, agradando poucas pessoas.

Os Cavaleiros do Zodíaco
Nota: 4.4 / 9.1 mil votos

Muitos fatores jogaram contra esta primeira adaptação em live-action do famoso e muito cultuado anime dos anos 80. Talvez o mais determinante seja a ausência de grandes nomes envolvidos com o projeto, na frente e atrás das câmeras. Na hora de levar para as telonas uma produção deste porte com atores de carne e osso, é preciso ter o compromisso de fazer da maneira certa. E há muito tempo Hollywood percebeu que grandes atores dão credibilidade a este tipo de produto.

As presenças de Marlon Brando e Jack Nicholson foram o que fizeram os filmes do ‘Superman’ e ‘Batman’ darem certo, por exemplo. Isso e o fato de serem bons, é claro. E é isso que faz hoje a Marvel e a DC investirem pesado em nomes badalados para suas obras. Talvez ‘Cavaleiros do Zodíaco’, que não é bom, ganhasse mais credibilidade com esse investimento.

Peter Pan e Wendy
Nota: 4.4 / 26 mil votos

Peter Pan e Wendy’ parece ter seguido a fama das produções da Disney em live-action que adaptam suas animações clássicas despejadas na plataforma de streaming da Disney+; em especial o pouco apreciado ‘Pinóquio’, de Robert Zemeckis. De forma geral, mesmo os que rendem bilheterias astronômicas, como ‘A Bela e a Fera’, ‘O Rei Leão’ e ‘A Pequena Sereia’ não conseguem encantar da mesma forma que suas contrapartes em desenho. Não que o estúdio se importe muito com isso, afinal, como dito, tais produções ainda correspondem enchendo seus cofres. Porém, algumas delas parecem não terem a fé de seus produtores e terminam desovadas no streaming, somente para depois todos constatarem que realmente não eram muito boas – e caso fossem ao cinema certamente dariam prejuízo.

Pequenos Espiões: Apocalipse
Nota: 4.3 / 2.6 mil votos

Por enquanto (ainda temos mais dois meses até o fim de 2023), a produção renomada menos apreciada pelo grande público é o quinto filme da franquia infantil ‘Pequenos Espiões’, idealizada por Robert Rodriguez. O diretor teve a ideia quando foi pai, e assim começou a pensar em projetos infantis para a criançada. O problema é que nenhum deles se salva. E não apenas dentro da franquia ‘Pequenos Espiões’, com fracassos como ‘Sharkboy e Lavagirl’, ‘A Pedra Mágica’ e ‘Pequenos Grandes Heróis’.

De alguma forma tais filmes devem dar algum resultado para o cineasta, caso contrário não continuaria fazendo-os. Depois da fracassada tentativa de reboot em 2011, com Jessica Alba, Rodriguez tenta de novo com esse exemplar, dessa vez contando com Zachary Levi e Gina Rodriguez como os nomes chamativos do elenco.