Site Página 4377

Crítica | ‘O Testamento: O Segredo de Anita Harley’ – O Game of Thrones da vida real!

Uma herança bilionária, uma disputa pelo poder, narrativas antagônicas e possíveis relacionamentos amorosos são alguns dos elementos que moldam um dos casos jurídicos mais complexos em andamento em nosso país. Muitas vezes, a vida real consegue ser mais impactante do que qualquer obra de ficção: O Testamento: O Segredo de Anita Harley é a prova disso.

Com direção de Camila Appel, a nova minissérie do Globoplay, nos leva até a história de Anita Harley, herdeira e acionista da Casas Pernambucanas – uma mulher da alta sociedade com um patrimônio na casa do bilhão. Há dez anos, Anita sofreu um AVC e permanece em coma até hoje. Desde então, uma acirrada disputa por sua curatela se estabeleceu entre sua secretária de confiança, Cristine Rodrigues, e Sônia Soares, uma funcionária que alega ser a companheira de Anita.

Mas, se você pensa que a história acaba aí, não se engane. Logo surgem outros personagens para compor esse embaralhado cenário, abrindo novas camadas. Arthur, filho de Sônia, entra com um pedido de maternidade socioafetiva e, mais adiante, surge um advogado de Sônia, que vira, por um tempo, o presidente das Casas Pernambucanas.

Não é fácil contar uma história tão repleta de questões e narrativas conflitantes buscando a imparcialidade – algo que toda boa obra documental apresenta. Se debruçando sobre depoimentos, reconstituições feitas em estúdio, fatos e ampla pesquisa, esse projeto alcança uma longa linha temporal – bem organizada de forma não-linear – para situar o público num entrelaçar de hipóteses que culmina em todo o imbróglio que permanece até os dias atuais.

Um dos grandes méritos dessa obra é exatamente a maneira que é organizada e apresentada essa história – bem complexa em todos os sentidos. A cada final de episódio, um gancho para o próximo convida o público para uma maratona de algumas horas, onde há muitas reviravoltas ao longo de toda a trama. Assim, chegamos em fortes depoimentos que envolvem os personagens já citados, parte de familiares de Anita, advogados e ex-funcionários. É revelação atrás de revelação.

Com tantas versões de uma mesma história – fora os desdobramentos recentes, que surgem como a cereja do bolo no campo das revelações bombásticas – O Testamento: O Segredo de Anita Harley revela-se um projeto que transforma uma curiosa premissa em grande impacto, conduzindo as reflexões a um conflito de interpretações situado em uma fronteira tênue e nebulosa entre os sentimentos e as dinâmicas de controle. Um verdadeiro Game of Thrones da vida real!

A Hora do Espanto (1985) na Netflix | Relembre o Clássico do Terror disponível na plataforma

Disponível no Acervo Atual da Netflix, ‘A Hora do Espanto’ foi o maior sucesso do gênero em 1985

Foi o amor por filmes de terror e por histórias de vampiros que fez o diretor Tom Holland criar A Hora do Espanto. Comecemos por partes. Não, não é esse Tom Holland que você está pensando. Antes do intérprete atual do herói Homem-Aranha no cinema, outro artista de mesmo nome fazia sucesso no mundo da sétima arte – em especial em produções de gênero como o terror. Esse Tom Holland é, entre outras coisas, o diretor de outro grande clássico do horror dos anos 80: Brinquedo Assassino (1988), o primeiro filme do querido boneco Chucky. Só por estes dois esforços na direção, o cineasta tem seu nome cativo no panteão do cinema entretenimento.

Holland começou a escrever seu nome em Hollywood ao assinar o roteiro de Psicose 2 (1983), continuação do clássico absoluto de Hitchcock, e seu primeiro grande trabalho na indústria. Enquanto escrevia seu trabalho seguinte, a aventura infanto-juvenil cult Os Heróis Não Tem Idade (1984), Holland começou a pensar num conceito para uma história: sobre um adolescente fã de filmes de terror que desconfia que seu vizinho na casa ao lado seja um vampiro. O conceito era interessante, mas o próprio roteirista não achava que era forte o suficiente para sustentar uma história inteira. O entrave em sua cabeça parava na pergunta: “o que ele vai fazer?”, já que a primeira reação de todos seria achar que o jovem estava louco. Assim, Holland via esta ideia empacada e permaneceu desta forma, somente em sua cabeça, por um ano.

A Hora do Espanto’, criado por Tom Holland, se tornou um dos mais icônicos filmes de terror dos anos 1980.

Em determinada ocasião, enquanto conversava sobre essa sua ideia com John Byers, então o chefão do estúdio Columbia Pictures (hoje Sony), o próprio Holland viu a lâmpada acender em sua cabeça. E o que o roteirista bolou foi: “ele iria diretamente falar com Vincent Price”. O citado ator veterano era sinônimo de filmes de terror e muitos contendo tais criaturas das trevas bebedoras de sangue. E assim nascia não apenas o personagem Peter Vincent, como também sua inspiração completa para escrever A Hora do Espanto.

Na trama, Charley Brewster (William Ragsdale) é um adolescente comum. Ele tem uma namorada, Amy (Amanda Bearse) e um melhor amigo “Evil” Ed (Stephen Geoffreys). Apaixonado por clássicos filmes de terror, o rapaz é fã do programa A Hora do Espanto (Fright Night, algo como Noite do Medo), uma maratona noturna de filmes de terror antigos e esquecidos, apresentada por um astro veterano de tais filmes, Peter Vincent (Roddy McDowall). Quando Charley começa a desconfiar e depois confirma que seu novo vizinho seja de fato um vampiro assassino que está matando jovens mulheres na sua cidadezinha, ele tenta alistar a ajuda de seus amigos e até mesmo de seu ídolo, um pseudo especialista nas criaturas noturnas.

Segundo o próprio diretor, o jovem Charley é a motor de ‘A Hora do Espanto’, mas Peter Vincent é o seu coração.

Este tipo de programa apresentado no filme era muito comum e popular nos EUA nas TVs abertas por lá. Foram estes programas que popularizaram figuras como Elvira, personagem de Cassandra Peterson, que iniciou sua carreira como anfitriã na TV neste segmento. Ou seja, A Hora do Espanto não é apenas um filme apaixonado pelo gênero terror ou vampiros, mas também homenageia e presta tributo a um tipo de atração televisiva muito popular no passado, que ainda estava no auge na década de 1980, mas que hoje, assim como tantos itens da cultura pop do passado, se tornaram esquecidos. Segundo o próprio Holland, Peter Vincent e seu background televisivo são o coração do filme.

Depois de ter bolado uma espécie de homenagem metalinguística a uma era (fã e apresentador de programa de terror se veem num próprio filme de terror), Tom Holland escreveu o roteiro completo em três semanas. Mas aí viria a pegadinha. O roteirista queria estrear na direção, com este seu então mais recente texto. Acontece que Holland havia se decepcionado muito com o tratamento que um de seus roteiros havia recebido em tela, no filme Tudo por uma Verdade (1984), e assim conseguiu um acordo com a Columbia, que apostou num diretor novato – ninguém poderia prever o sucesso que o seu filme de vampiros faria.

Aposta certa! A Columbia (Sony) bancou o projeto e o resultado foi muito satisfatório.

Com o diretor de primeira viagem Tom Holland contratado para sua grande estreia – num terror que misturava muito humor e autoconsciência em sua narrativa -, o próximo passo dado era contratar os atores certos para os personagens. É claro que a “alma” do filme, Peter Vincent, precisava e só poderia ser um único ator: Vincent Price. De fato, Holland criou o nome do personagem tendo Price em mente, e também o ator Peter Cushing. No entanto, a saúde de Vincent Price não estava das melhores e o ator evitava trabalhar de forma intensa, ou sequer estava aceitando papeis em filmes de terror nesta época. Ele viria a realizar seu último filme no cinema cinco anos depois com Edward Mãos de Tesoura (1990), de Tim Burton. Assim, Holland recorreu a Roddy McDowall, imortalizado por seu papel de Cornelius no clássico O Planeta dos Macacos (1968).

Já para o papel do protagonista Charley Brewster, “o menino que grita lobo”, segundo a definição do próprio criador, um nome famoso que quase terminou com o papel foi Charlie Sheen. Segundo Holland, no entanto, a aparência de Sheen era a de um herói e não era o que o autor buscava para Charley. Com William Ragsdale, o diretor encontrou um “rapaz mais mundano” e identificável. Isso porque a intenção do cineasta com o filme era validá-lo para o público moderno (da época), ao enraizá-lo na realidade, justamente por isso usou como cenário os subúrbios de uma cidadezinha norte-americana.

O veterano Roddy McDowall interpreta Peter Vincent, personagem inspirado em Vincent Price.

A Hora do Espanto, curiosamente, não era prioridade para a Columbia Pictures na época. O estúdio estava concentrando todas as suas forças em fazer de Perfeição, filme sobre a investigação real da revista Rolling Stone na “azaração” que rolava em academias de ginástica (protagonizado por John Travolta e Jamie Lee Curtis), o seu grande sucesso daquele ano de 1985. Fora este, outra grande prioridade da casa era História de um Amor, outro romance, este musical, com Rebecca De Mornay. Ironicamente, História de um Amor passou mais que em branco, passou “transparente”, e Perfeição viveu para se tornar um dos fracassos mais retumbantes não apenas dos anos 1980, mas da história de Hollywood. Mesmo assim, o estúdio cedeu US$9.5 milhões para o orçamento de A Hora do Espanto, dos quais US$1 milhão foi gasto apenas com os efeitos visuais do longa – se tornando o primeiro filme de vampiros a gastar tanto com efeitos.

Enquanto as prioridades da Columbia fracassavam, A Hora do Espanto se tornava um grande sucesso. O terror foi o filme do gênero mais bem sucedido daquela temporada e o segundo mais rentável do ano de 1985, ficando atrás somente da bilheteria de um peso pesado: A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy.

O vampiro Jerry Dandrige (Chris Sarandon) se tornaria um vilão tão icônico quanto Freddy Krueger nos anos 80.

Ah sim, neste momento devo adereçar um dos personagens principais do longa e o principal antagonista: Jerry Dandrige. O tal vizinho vampiro é um sedutor de primeira, igualmente carismático, ameaçador e aterrorizante. Para o papel foi escalado Chris Sarandon, num de seus melhores e mais divertidos desempenhos. E por falar no vilão, o filme do vampiro e o segundo de Freddy Krueger guardam mais semelhanças do que apenas a boa bilheteria, monstros icônicos, maquiagem de primeira e tramas com terror e certo humor. A Hora do Espanto e A Hora do Pesadelo 2 possuem subtexto gay em sua narrativa. Bem, A Vingança de Freddy hoje é notoriamente conhecido por este fator – eu inclusive escrevi uma matéria sobre isso, que você pode conferir no link abaixo. Quanto à Hora do Espanto, o elemento gay que é constantemente cada vez mais adereçado hoje é a relação entre Jerry, o vampiro sedutor, e seu “cuidador”, o zumbi Billy (Jonathan Stark). Basta uma segunda olhada no filme para entender um pouco melhor esta dinâmica.

Leia também: A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy | Os 35 Anos do TERROR GAY mais famoso do Cinema

Segundo o autor, os personagens e sua relação foram criados com estes tons subliminares de forma proposital, embora nenhum dos dois intérpretes (Sarandon e Stark) tenham pego as referências ao atuarem nestes papeis. Há inclusive um ponto de debate sobre a sexualidade do melhor amigo Evil Ed, personificado de forma única por Stephen Geoffreys. Seu desempenho amalucado e histérico, claramente afetado e dono de uma das risadas mais estridentes e icônicas dos anos 1980, deram início a uma linha de pensamento sobre Ed ser um personagem gay. O próprio Holland diz que embora essa não tenha sido sua intenção na época, o personagem pode ser lido sim desta forma. “Você pode dizer que Evil Ed era o rapaz gay que sofre bullying”, diz o criador. O bullying sofrido por Ed é adereçado em alguns momentos do longa e até mesmo no diálogo quando o vampiro seduz o jovem para que se junte a ele. “Você não precisa ter medo de mim. Eu sei como é ser diferente. Eles não irão implicar mais com você ou te bater. Eu irei garantir isso”, profere o vampiro. Mas segundo o diretor, a ideia por trás de Evil Ed era a do garoto nerd que lê gibis de terror demais. Já a relação entre os vilões Jerry e Billy, essa sim, Holland afirma ter sido criada de forma intencional.

A namorada Amy (Amanda Bearse) e o melhor amigo ‘Evil’ Ed (Stephen Geoffreys) são os fiéis escudeiros do protagonista.

Dentre as referências usadas por Tom Holland na criação de A Hora do Espanto, além dos clássicos da Hammer, podemos encontrar também inúmeras homenagens ao primeiro livro de vampiros de Stephen King, Salem’s Lot. O texto foi adaptado, não para o cinema, mas para a TV, na forma de uma minissérie em dois episódios em 1979, intitulada Os Vampiros de Salem. O mesmo material serviu de forte influência na criação da série de sucesso recente da Netflix, Missa da Meia Noite (2021), criada por Mike Flanagan.

O sucesso de A Hora do Espanto foi tanto que se estendeu para outras mídias, como videogames, algo que era comum na época. Assim, em 1988, um o game oficial licenciado era lançado para os computadores Commodore Amiga, onde o personagem a ser controlado era não Charley, mas sim o vampiro Jerry. Fora isso, Castlevania, um dos games mais famosos e cultuados de todos os tempos, que se tornaria uma grande franquia, era lançado em 1986 e trazia homenagem ao filme de Holland. O personagem do caçador de vampiros no game, chamado Charlie Vincent, é referência aos personagens Charley Brewster e Peter Vincent do longa.

O inesquecível Evil Ed é seduzido pelo lado sombrio e se torna uma criatura das trevas.

Nesta época, esse estilo de temática de horror clássico, abordando tópicos como vampiros, havia ficado ultrapassado pelas gerações mais novas e nos anos 1980 precisou de uma roupagem moderna e esperta para ser revivido. Uma prova de quão inteligente era o roteiro é mostrada num diálogo proferido por Peter Vincent, que cita a preferência do público da época. “Tudo o que eles querem é um louco demente por aí numa máscara de esqui picotando jovens virgens”, diz o apresentador. É claro, fazendo menção certeira às sequências de Sexta-Feira 13, que povoavam e dominavam os cinemas na década de 80. No entanto, a esta altura, a franquia de Jason já se encontrava em seu quinto exemplar, com Um Novo Começo (1985), que não foi páreo para A Hora do Espanto nas bilheterias.

A Hora do Espanto arrecadou US$25 milhões em sua estadia nos cinemas, como dito, se tornando o sucesso surpresa daquela temporada. Em seu fim de semana de estreia nos cinemas dos EUA, enfrentou a pesada concorrência do esmaga quarteirão De Volta para o Futuro e da continuação Férias Frustradas 2, debutando em terceira posição do ranking – conseguindo triunfar sobre Mulher Nota Mil, outro clássico absoluto dos 80’s que estreava no mesmo dia. Algumas décadas depois e o terror ainda demonstra seu poder de culto, com o lançamento do Blu-ray limitado de edição comemorativa do aniversário de 30 anos em 2015 – dos quais foram fabricadas apenas cinco mil cópias – esgotando em menos de 48 horas.

Quem vê cara, não vê coração. Amy também se vê vítima do vampiro Jerry.

O sucesso fez gerar uma sequência três anos depois, sem qualquer envolvimento do criador original Tom Holland. A Hora do Espanto 2 (1988) foi escrito e dirigido por Tommy Lee Wallace (Halloween 3 – A Noite das Bruxas). Em 2011, A Hora do Espanto ganhou um remake com Colin Farrell e o saudoso Anton Yelchin nos papeis principais, e direção de Craig Gillespie – dos sucessos Eu, Tonya (2017) e Cruella (2021). Dois anos depois, em 2013, A Hora do Espanto 2 era lançado direto no mercado de vídeo. Este filme, que não conta com nenhum dos envolvidos no remake, embora leve o título “2”, não é uma continuação, mas sim um novo reboot da franquia.

Na versão original do roteiro, o filme possuía um desfecho diferente. O que ganhamos é ambíguo e flerta com a possibilidade de uma continuação, quando Charley nota olhos vermelhos no escuro e ganhamos a frase de Evil Ed que marca o filme “You’re so Cool Brewster”, seguida de suas gargalhadas. Com isso, teorias afirmam que o melhor amigo de Charley permaneceu vivo e no desfecho original Peter Vincent igualmente se transformaria em um vampiro na frente das câmeras de seu programa. Também em 2015, Tom Holland durante um programa do Youtube foi perguntado pelos fãs qual dentre seus filmes ele gostaria de realizar uma sequência, ignorando as continuações e reboots. O cineasta respondeu A Hora do Espanto e disse que para isso reutilizaria o elenco original. o diretor foi ainda mais longe e chegou até mesmo a apresentar seu pitch. Sua ideia seria por um Charley Brewster adulto e pai solteiro, herdando a casa de sua mãe e se mudando para lá com seus dois filhos adolescentes. Os jovens estariam convencidos de que algo maligno se encontra na casa ao lado. E eles estão certos, já que Evil Ed invadiu a mansão abandonada e tenta ressuscitar Jerry Dandrige. Com quem precisamos falar para isso acontecer o mais rápido possível?

Novos banners de ‘MegaTubarão’, ‘Jurassic World 2’ e ‘8 Mulheres e Um Segredo’

Os filmes ‘MegaTubarão‘, ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ e ‘Oito Mulheres e Um Segredo‘ ganharam divertidos novos displays nos cinemas dos EUA para que o público possa interagir com as artes.

Confira:

Oito Mulheres e um Segredo‘ e ‘Jurassic World 2‘ chegam aos cinemas brasileiros no dia 7 e 21 de junho, respectivamente. Já ‘MegaTubarão‘, 9 de agosto.

 

‘A Morte te Dá Parabéns 2’ ganha novo trailer SENSACIONAL; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer de ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘ (Happy Death Day 2U).

Confira:

Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.

A sequência do longa, que levou mais de um milhão de pessoas aos cinemas brasileiros, mantém o mesmo tom de suspense e comédia do primeiro filme e acompanha a personagem Tree (Jessica Rothe) em mais uma empreitada. Na história, Tree descobrirá que morrer e voltar várias vezes seguidas era surpreendentemente mais fácil do que enfrentar os novos perigos que a aguardam.

Israel Broussard (Carter), Ruby Modine (Lori) e Rachel Matthews (Danielle) também retornam. Os novatos Suraj Sharma e Sarah Yarkin completam o elenco.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 21 de fevereiro de 2019, uma semana depois da estreia nos EUA.

 

 

Jessica McNamee viverá Sonya Blade no reboot de ‘Mortal Kombat’

De acordo com o EW, Jessica McNamee (‘MegaTubarão‘) entrou para o elenco do reboot de ‘Mortal Kombat‘. A atriz irá interpretar a icônica Sonya Blade, uma das personagens mais populares da franquia.

Além dela, Josh Lawson viverá Kano e Lewis Tan irá interpretar um personagem ainda não divulgado.

O elenco ainda conta com Joe Taslim (Sub-Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Mehcad Brooks (Jax), Tadanobu Asano (Raiden) e Sisi Stringer (Mileena).

Dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan, o longa será uma adaptação para maiores de idade, e deve incluir Fatalities.

Diferente do que todos pensam, o roteirista Greg Russo afirmou que a nova adaptação do clássico jogo para os cinemas não repetirá as mesmas histórias que os longas predecessores.

“A ideia para este novo filme sempre foi essa, não queremos repetir o que vocês já viram”, Russo declarou. “Isso não é chamativo para ninguém, creio eu. E eles já assistiram àqueles filmes. Então, ao mesmo tempo que queremos contar uma nova história, ela será fiel ao panteão dos jogos que todos amam.”

Mortal Kombat‘ será lançado nos cinemas no dia 5 de março de 2021.

Dois longas-metragens anteriores foram realizados. Lançado em 1995, Mortal Kombat teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122,1 milhões nas bilheterias mundiais. Mortal Kombat – A Aniquilação’ estreou 2 anos depois e custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51,3 milhões. A crítica massacrou os dois filmes.

‘Monstro do Pântano’: Série completa será exibida pela CW!

De acordo com o TVLine, a CW adquiriu os direitos da série ‘Monstro do Pântano‘ (Swamp Thing) e irá exibir a primeira (e única) temporada. Ainda não há, no entanto, uma previsão de estreia.

A medida está se tornando comum pelas emissoras norte-americanas, que estão comprando conteúdo de serviços de streaming para preencher suas programações. Por causa da paralisação da quarentena imposta pelo surto de COVID-19, as novas produções que deveriam ser filmadas para a próxima temporada de estreias não puderam ser gravadas, causando um buraco na grade das emissoras.

Vale lembrar que a CW também adquiriu as duas primeiras temporadas de ‘Tell Me a Story‘, que foi cancelada recentemente pela CBS All Access.

Em entrevista ao Comic Book, Gary Dauberman, o roteirista revelou o que tinha em mente para a 2ª temporada da série.

“Se vocês estiverem interessados em saber como seriam as outras temporadas, vocês podem dar uma conferida no material de origem. A primeira temporada é como um filme; há um começo, meio e fim. É apenas uma história sendo contada no decorrer de 10 episódios. Nas outras temporadas, nós teríamos episódios com caráter mais antológicos, independentes da trama geral da série. O pântano é basicamente quintal para o terror sobrenatural e podemos seguir diferentes subgêneros a partir dessa premissa. Eu queria muito explorar isso na segunda temporada.

Ele completa, “A série ia ficar mais estranha. Para as pessoas que não conhecem o personagem, a primeira temporada estava mostrando quem o Monstro do Pântano era, mas a segunda temporada iria se aprofundar em ideais mais perturbadoras e sinistras.”

Criada por Gary DaubermanMark Verheiden, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

O elenco conta com Crystal Reed, Virginia Madsen, Andy Bean, Derek Mears, Henderson Wade, Maria Sten, Jeryl Prescott, Jennifer Beals e Will Patton.

‘Grey’s Anatomy’: Retorno da 17ª temporada tem estreia adiada em uma semana

A ABC adiou em uma semana o retorno da 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘. Agora, a produção retornará de sua longa pausa no dia 11 de março.

Station 19‘ também sofreu um adiamento e retornará no mesmo dia.

A série foi criada por Shonda Rhimes.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

‘Pretty Little Liars’: Cinco novas atrizes se juntam ao elenco do reboot

De acordo com o Deadline, cinco novas atrizes entraram para o elenco do reboot ‘Pretty Little Liars: Original Sin‘, que está sendo desenvolvido pela HBO Max.

Lea SalongaSharon LealElena GoodeCarly Pope e Zakiya Young irão interpretar as mães das novas protagonistas.

O elenco da nova versão ainda contará com Chandler Kinney (‘Zombies 2’), Maia Reficco (‘Strangers’), Bailey Madison (‘Good Witch’), Zaria (‘Black-ish’), Malia Pyles (‘Baskets’), Alex Aiono (‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce’), Mallory Bechtel (‘Hereditário’) e Eric Johnson (‘Smallville’).

Através de uma declaração oficial, o showrunner Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale‘) revelou que o reboot se inclinará muito mais no gênero terror do que a série original.

“Nós vamos nos inclinar bastante no terror e suspense nesse reboot. Espero que possamos honrar os fãs da série original ao mesmo tempo em que introduzimos elementos inesperados.”

Ele completa, “Nesse reboot sombrio e cheio de terror, a história se passará a alguns quilômetros de Rosewood, mas existirá dentro do universo de ‘Pretty Little Liars’ – se passará em uma cidade nova, com uma nova geração de pequenas mentirosas.”

Confira a sinopse oficial do reboot:

“Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.”

O reboot será lançado através da HBO Max, em 2022.

Pretty Little Liars: Original Sin‘ recebeu um pedido direto para a série da HBO Max, e está sendo baseado nas histórias contadas na série de livros best-sellers de Sara Shepard.

Em conversa exclusiva com o CinePOP, Lucy Hale, que interpretou a jovem Aria nas sete temporadas da produção, falou sobre a possibilidade de voltar à personagem. E a atriz não guardou meias palavras:

“Com certeza (gostaria de um revival da série)! Acho que tem que passar um pouco mais de tempo, mas eu amo a série, amo aquela personagem e amo aquelas pessoas. 100% de chance que me envolveria.”

Roberto Aguirre-Sacasa, criador e showrunner de ‘Riverdale‘, será o showrunner do reboot da série.

A produtora Alloy Entertainment, que controla os direitos da série original, será responsável pela produção da nova versão.

A série original durou por sete temporadas (2010-16), rendendo ainda dois spin-offs: ‘Ravenswood‘ e ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘, ambos cancelados depois de apenas uma temporada.

‘O Que Fazemos nas Sombras’: 4ª temporada ganha o primeiro teaser divertido; Confira!

O canal FX divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada da série ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows).

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 23 de junho.

“No chocante último episódio da terceira temporada, Nandor, Guillermo e Nadja deixaram Staten Island para seguirem caminhos diferentes enquanto Laszlo permaneceu em casa para cuidar da criatura que saiu do peito do Colin Robinson – o bebê Colin. Nessa temporada, os vampiros retornam para Staten Island apenas para encontrarem sua mansão na beira do colapso – e sem dinheiro para repará-la. Enquanto a busca eterna de Nandor por amor evolui, Nadja finalmente descobre o seu sonho de abrir a boate de vampiros mais sexy da área.”

“Laszlo luta enquanto tenta criar o Bebê Colin, tentando fazê-lo não se tornar um vampiro de energia. E até mesmo Guillermo se encontra em uma jornada emocional enquanto ele lida com seu amor por sua família.”

“Com locações assustadoras como o secreto Mercado da Noite, com mais monstros estranhos e convidados especiais surpreendentes, a quarta temporada de ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ continuará a arrancar sangue e risadas. E, dessa vez, com um toque de renovação domiciliar.”

Vale lembrar que as três primeiras temporadas já estão disponíveis no Star+.

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem homônimo.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

Idris Elba afirma que a DC será um SUCESSO sob o comando do James Gunn

Em entrevista ao ComicBook, o ator Idris Elba não poupou elogios ao realizador James Gunn, afirmando que o Universo da DC finalmente está em boas mãos.

O ator, que interpretou o Pistoleiro em ‘O Esquadrão Suicida‘, declarou que não há ninguém melhor para cuidar da DC.

“[James Gunn] é um gênio, certo? Eu não consigo pensar em ninguém melhor para assumir o comando do Universo da DC. Ele conhece esses personagens melhor do que ninguém, além de ter uma grande imaginação e bom gosto para desenvolver essas histórias. Acredito que o Universo da DC será um grande sucesso sob o seu comando.”

Anteriormente, Gunn e Peter Safran fizeram uma declaração emocionante sobre o futuro da DC Studios, revelando o quanto essa posição significa para eles:

“Nós estamos honrados em ajudar a moldar esses personagens da DC, que nós amamos desde que éramos crianças. Estamos ansiosos para colaborar com os diretores, roteiristas e atores mais talentosos do mundo para criar um multiverso que ainda permite a expressão individual dos artistas envolvidos. Nosso compromisso com o Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Harley Quinn e os outros personagens do catálogo da DC é equivalente ao nosso compromisso com as incríveis possibilidades humanas que estes personagens representam. Estamos animados em revigorar a experiência cinematográfica ao redor do mundo enquanto contamos as histórias mais lindas, incríveis e grandiosas já apresentadas.”

Vale lembrar que o primeiro capítulo irá incluir cinco filmes (‘Superman – O Legado‘, ‘The Authority‘, ‘The Brave and the Bold‘, ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã‘ e ‘Monstro do Pântano‘) e cinco séries para a HBO Max (‘Creature Commandos‘, ‘Waller‘, ‘Booster Gold‘, ‘Lanterns‘ e ‘Paradise Lost‘).

Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com as novidades após tantas frustrações nos últimos meses.

Além da animação em relação aos títulos anunciados, o público está esperançoso de que o planejamento de 10 anos para o DCU possa alavancar este novo universo compartilhado, assim como aconteceu com a Marvel Studios.

Confira as reações:

Bilheterias GLOBAIS registram aumento e arrecadam US$ 33.9 milhões em 2023

Sucesso na indústria cinematográfica! De acordo com o Gower Street Analytics, as bilheterias globais arrecadaram cerca de US$ 33.9 bilhões em 2023.

O valor representa um aumento de 30.5% em comparação à arrecadação do ano anterior. Em contrapartida, o resultado ainda está 15% abaixo dos anos precedentes à pandemia, entre 2017-2019.

As projeções ainda indicam que 2024 deve arrecadar em torno de US$ 31.5 bilhões mundialmente, ficando 7% abaixo do resultado de 2023.

Vale lembrar que as bilheterias norte-americanas também ficaram em alta em 2023, conseguindo ultrapassar a marca dos US$ 9 bilhões de arrecadação – o que representa 26.8% da arrecadação global total.

Analises preliminares apontam que o próximo ano também deve enfrentar uma baixa em arrecadação nos EUA por causa da menor quantidade de grandes blockbusters. As projeções mais recentes indicam que 2024 deve fechar com apenas US$ 8 bilhões no país.

O site ainda aponta que a Universal Pictures foi a grande vencedora das bilheterias domésticas em 2023, com um total de US$ 1.93 bilhão em arrecadação. O estúdio foi responsável pelo lançamento de ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B) e ‘Oppenheimer‘ (US$952M), que representam a 2ª e 3ª maior bilheteria do ano, respectivamente.

Esta é a primeira vez desde 2015 que o estúdio lidera as bilheterias domésticas.

A Disney, que geralmente ocupa a primeira colocação, caiu para a segunda posição – somando um total de US$ 1.89 bilhão em 2023. Os números ainda incluem os lançamentos da 20th Century Studios e Searchlight.

A Warner Bros. fecha o TOP 3, com US$ 1.4 bilhão em arrecadação.

Confira o ÉPICO teaser legendado da 2ª temporada de ‘The Last of Us’

A HBO divulgou o primeiro teaser legendado da 2ª temporada de ‘The Last of Us‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sem data de estreia, o próximo ciclo estreará apenas em 2025.

last 2 art

tlou day art abby credit greg ruth

tlou day art ellie credit greg ruth

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Entidade demoníaca é invocada no trailer do remake do terror ‘Witchboard: Espírito Assassino’; Confira!

O terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

 

 

A nova versão estreará nos cinemas norte-americanos no dia 15 de agosto.

Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.

Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.

Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.

Atriz de ‘Twin Peaks’ se junta ao elenco do novo TERROR de possessão demoníaca do diretor de ‘Audition’

De acordo com o Deadline, Hailey Benton Gates (‘Twin Peaks: O Retorno’) foi confirmada no elenco do novo terror de possessão demoníaca do aclamado cineasta japonês Takashi Miike – diretor de ‘Audition‘ e ‘13 Assassinos‘.

Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

A cantora Charli XCX (‘The Moment’) será a protagonista.

O elenco ainda contará com Milly Alcock (‘Supergirl’), Norman Reedus (‘The Walking Dead’), Kiko Mizuhara (‘Attack on Titan’) e Show Kasamatsu (‘Tokyo Vice’).

Na trama…

“Três melhores amigas se encontram em Kyoto para reacender a amizade de longa data. O que deveria ser uma viagem despreocupada entre amigas se transforma em um pesadelo, que começa quando Katie (Charli XCX) é possuída por um espírito violento e atormentado (Mizuhara), na tradição do terror japonês.”

Ross Evans e Yumiko Aoyagi assinam o roteiro, que é inspirado em uma ideia original de Charli e Miike.

Após o sucesso de seu álbum BRAT, a cantora Charli XCX tem investido pesado em sua carreira de atriz. Ela recentemente filmou o remake de ‘As Faces da Morte‘, o thriller erótico ‘I Want Your Sex‘, ‘100 Noites de Desejo‘, entre outros projetos.

As filmagens estão acontecendo atualmente, no Japão.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Clive Owen, Rosamund Pike e Common vão estrelar o thriller de ação ‘Three Seconds’

Clive Owen, Common e Rosamund Pike serão colegas de elenco em um novo projeto, intitulado ‘Three Seconds’.

Dirigido por Andrea Di Stefano, o roteiro também foi re-escrito pelo cineasta, a partir de um material que já passou pelas mãos de Alex Garland, Matt Cook e Rowan Joffe.

A trama traz Pete Hoffman, um criminoso em redenção que já foi soldado das Forças Especiais, Como parte de seu acordo de libertação, ele se comprometeu a trabalhar como um agente secreto para o FBI, se infiltrando na máfia polonesa e no comércio de drogas em Nova York.

No entanto, quando o traficante se dá mal e ameaça revelar sua identidade como um espião, ele se vê forçado a voltar para prisão, na tentativa de salvar sua vida e a de sua família.

Three Seconds’ está à venda no mercado do Festival de Cannes, em busca de distribuidores e investidores.

 

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar 2’ terá cenas filmadas em várias cidades europeias

Boa parte da sequência de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ deve se passar em algumas cidades europeias.

Segundo o portal Production Weekly, a continuação listou o início da produção, marcado para 19 de maio deste ano, sinalizando algumas locações para as filmagens.

Além de Nova York, Londres, Veneza e Praga devem ser as outras cidades onde a trama se passará. Considerando também que agentes europeus aparecerão na sequência, a informação realmente condiz com o que a trama deve oferecer.

As filmagens da sequência estão programadas para começarem em 1 de junho de 2018 e durará até setembro, sob o subtítulo provisório: ‘Spider-Man: Fall of George’ (em tradução livre fica como Homem-Aranha: Outono de George’). O título é uma homenagem a um episódio de Seinfeld, de 1997.

A estreia acontece dia 5 de julho de 2019.

Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

Arte de fã imagina Zac Efron como Wolverine; Confira resultado!

Após o astro Keanu Reeves revelar que gostaria de interpretar o herói Wolverine nos cinemas, mais um ator foi sugerido pelos fãs para o papel.

Vários seguidores do popular artista BossLogic sugeriram ao criativo uma arte que trouxesse o jovem Zac Efron no papel  do mutante.

Respondendo aos pedidos, ele desenvolveu um material que ilustra a possibilidade e o resultado é realmente convincente.

Confira:

‘The Flash’: Imagens do set confirmam retorno de [SPOILER]; Confira!

A 6ª temporada de ‘The Flash‘ retornou essa semana e novas imagens feitas direto do set de filmagens confirmaram o retorno de mais um personagem, pós Crise nas Infinitas Terras.

Compartilhadas pelo portal CANADAGRAPHS, as imagens confirmam a volta de Godspeed para a segunda parte da sexta temporada. Aparentemente, o personagem deve aparecer no episódio 18.

Além disso, as fotos divulgadas também sugerem o retorno do Flautista.

Confira:

Assista à promo do próximo episódio:

Assista ao trailer da temporada:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, a série faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

A série é exibida pela emissora The CW.

‘Pose’: 2ª temporada já está disponível na Netflix

A 2ª temporada da aclamada série Pose, criada por Ryan Murphy, já está disponível na Netflix. O mais recente ciclo teve sua estreia na última sexta-feira (01) na grade de programação.

Exibida internacionalmente pela FX, a produção examina com cuidado a vida dos LGBTQ+ da Nova York dos anos 1980, em meio à epidemia de HIV/AIDS e de que forma essa comunidade se uniu para um bem maior.

Relembre o trailer da temporada anterior:

Criada por MurphySteven Canals e Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transsexuais da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

A TRAMA SE PASSA NO FINAL DOS ANOS 80 E OBSERVA A JUSTAPOSIÇÃO DE VÁRIOS SEGMENTOS DA VIDA E DA SOCIEDADE EM NOVA YORK: A ASCENSÃO DO UNIVERSO DE LUXO, A CENA SOCIAL E LITERÁRIA DO CENTRO E O MUNDO E CULTURA DOS BAILES.

O elenco inclui Mj RodriguezDominique JacksonBilly PorterIndya MooreRyan Jamaal SwainHailie SaharAngelica Ross e Angel Bismark Curiel.

‘This is Us’: O amor está no ar na promo do 2º episódio da 6ª e última temporada; Confira!

A 6ª e última temporada do aclamado drama This Is Usjá está em exibição e o 2º capítulo, intitulado “Yellow Brick Road“, ganhou sua promo oficial.

No vídeo em questão, Deja e Nicky são os grandes destaques e aqui seguem em direção às suas pessoas amadas, Malik e Sally – respectivamente.

Confira:

Relembre o trailer da temporada:

A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca e Jack, um casal esperando trigêmeos; Kevin, um ator que está cansado do que faz; Kate, uma mulher tentando perder peso e Randall um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.

A série é criada por Dan Fogelman.

O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.

THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)

Crítica | Raio Negro (Black Lightning) – a série de herói que precisávamos

It’s a Family affair

Poucas são as vezes em que faço isto, mas se tratando de Black Lightning é preciso antes de mais nada destacar um detalhe sobre a parte técnica desta produção: a trilha sonora. Do rap ao soul, a série caminha com tamanha perfeição que é impossível não se apaixonar e desejar pela playlist contendo todas as músicas tocadas nos episódios (se alguém encontrar ou resolver catalogar, colocar no Spotify, favor me informar). É incrível e marcante para o telespectador, sem contar que se encaixam nos momentos perfeitos. Isto sem contar as músicas do Godholly, criadas para a série e para personagens específicos. Já deixo avisado que estão no Spotify e a da Thunder (Tormenta) é a minha favorita (playing on loop).

Bom, mas vamos falar da série, certo?! Black Lightning, criada por Salim Akil (The Game) e Mara Brock Akil (Cougar Town), fez uma primeira temporada de tirar o fôlego. Saindo um pouco do eixo, ao qual o público está acostumado, quando se trata das produções de heróis com o selo CW de aprovação, a narrativa aqui toma proporções mais maduras e traz uma história que tem um pouco de investigação policial (mesmo que não oficial), vigilantes, tráfico de drogas, espionagem, conspirações governamentais (ilegais?) e mortes. Honestamente, como uma fã do Batman e de Gotham City, vejo muitas similaridades na história de Jefferson Pierce (Cress Williams) com a de Bruce Wayne. E não, isto não é algo negativo, mas sim acrescenta e muito em trazer um ritmo mais adulto para a trama.

Este primeiro ano da série apresenta bem a história com a qual o telespectador está diante e os personagens que farão parte do todo. O desenrolar do roteiro é coerente, não esquece ninguém no churrasco nenhum personagem, e permite a todos tempo de tela suficiente para que se entenda o histórico de cada um. A narrativa é um verdadeiro emaranhado de teia que, aos poucos, vai se desembolando, explorando e mostrando quem de fato é quem no meio de toda a corrupção. Além, claro, dos cliffhangers bem trabalhados e deixados para a próxima temporada.

Com um roteiro tão estável, Black Lightning precisaria de um elenco tão bom quanto e neste quesito a série não peca, e as performances entregues são excelentes. É preciso destacar Nafessa Williams, que dá a vida a personagem Thunder, cuja descoberta dos poderes a leva numa jornada que dá gosto acompanhar. O time formado com o pai, o Black Lightning, resulta sempre num dos melhores momentos de cada episódio. Jennifer Pierce (China Anne McClain), a filha mais nova do herói, também percorre um caminho de descobertas que entrega debates e conflitos excelentes, realísticos mesmo com toda a fantasia de superpoderes.

Christine Adams, é a matriarca da família, Lynn Pierce, e Damon Grupton é o Gordon de Freeland, interpretando Bill Henderson. Duas importantes adições a família da qual acompanhamos a história. Agora é preciso falar sobre Peter Gambi (James Remar) que, vamos combinar, em tudo que ele parece com Alfred Pennyworth, também se distancia. E claro, não posso deixar de citar Marvin ‘Krondon’ Jones III, que vive o vilão Tobias Whale. A interpretação é tão boa, e o desprezo que ele incita no público é tamanho, que a única vontade que se tem é de dar um soco bem dado no meio da fuça do personagem (ou isso é só eu?).

Nos quesitos técnicos, a série acerta na direção, realiza um trabalho coerente com os elementos apresentados. A arte também não erra e cá entre nós, que traje espetacular o da Thunder, não? Gostei mais do que o do Black Lightning. Sorry, Jefferson! Na ficção e na realidade ela tem mais fãs que você. O único problema da produção talvez continue sendo a coreografia de lutas. Aparentemente, é o mesmo grupo que coreografa as outras séries da CW e parece ser algo constante das produções que precisa de ajustes. Resta torcer por uma melhora!

Bom, a criação de Salim Akil e Mara Brock Akil não foge do dever e entrega situações, diálogos e momentos em que trata sobre racismo, preconceito social, sexismo, machismo, entre outros. Afinal, estamos diante de uma produção audiovisual cujo o protagonista é um herói negro, em um bairro majoritariamente de negros, a co-protagonista é uma mulher, heroína, lésbica e negra, e o vilão é um babaca racista cujo objetivo é governar uma cidade que não pertence a ele.

Black Lightning é aquela série que nem a gente sabia que precisava e facilmente ocupa o primeiro lugar no ranking das melhores séries baseadas em personagens da DC Comics no ar atualmente.

Gosta de cartazes? Temos mais de 16 mil imagens sem texto; Vem ver!

Se você é admirador das artes feitas para os pôsteres de filmes, vai gostar dessa dica! O Moviemania disponibiliza mais de 16 mil artes em HD e sem texto, o que facilita o uso como papel de parede.

O site oferece wallpapers de filmes e séries de TV, tanto para celular quanto para computadores e tablets. Disponíveis para download através desse link. Para baixar, basta escolher o tamanho desejado logo abaixo da imagem escolhida.

Confira alguns exemplos belíssimos:

 

 

‘Spawn’: Jeremy Renner deve co-estrelar o reboot da Blumhouse

Segundo novas informações do The Hashtag Show, o astro Jeremy Renner (‘Os Vingadores’) está em negociações para co-estrelar Spawn.

O site destaca que o ator está em fase final para entrar na produção da Blumhouse e deverá interpretar Twitch, detetive que é aliado do anti-herói. Assim como foi dito anteriormente, Twitch servirá como personagem central da trama, enquanto Spawn terá uma participação menor.

Jamie Foxx viverá o personagem-título.

As filmagens começam em Junho em Nova York, e o longa terá um baixo orçamento – girando em torno dos US$ 10 milhões.

Já dá para deixar ansioso pelo que está por vir, lembrando que o reboot será produzido pela Blumhouse, a produtora de Corra!’.

Leia mais sobre o tão esperado filme de Spawn:

‘Spawn’: Divulgados novos detalhes sobre o reboot do anti-herói; Confira!

Reboot de ‘Spawn’ será produzido pela Blumhouse, de ‘Corra!’

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme do DCEU – incluindo ‘O Esquadrão Suicida’

O Esquadrão Suicida já está disponível no HBO Max, onde poderá ser visto por ainda mais gente. Com muitas avaliações positivas, o longa foi considerado um dos melhores do Universo DC, que a gente ainda não sabe muito bem se vai continuar interligando seus filmes ou se vai investir em mais histórias isoladas, modelo que vem dando mais certo para a Warner recentemente. Pois bem, agora que o último filme desse universo já está disponível para grande parte do público, o CinePOP decidiu rankear os filmes do UDC do pior para o melhor, incluindo O Esquadrão Suicida e a Liga da Justiça de Zack Snyder, que foi vendida pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

10. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção. David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe. Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar. Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

9.
Mulher Maravilha 1984
(2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou. Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora. Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

8.
Batman Vs Superman: A Origem da Justiça
(2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.
Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

7. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas. Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman. Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

 

6. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut. Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2. O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

5. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

 

4. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

 

3. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman
conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.
Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança. Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar. Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo. Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa. Simplesmente uma das maiores surpresas de 2021.

1. Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar. É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

Crítica | Valentina – Filme sobre jovem trans sem pai estreia na Netflix

A educação é um direito básico de todo ser humano, especialmente aos menores de idade. Qualquer criança ou adolescente deve poder ter acesso aos estudos e ser bem aceito na instituição escolar, independentemente de sua origem, seu gênero, seu biotipo, sua classe social, seu poder aquisitivo, etc. Porém, sabemos que não é bem isso que acontece na vida real. Pensando nessa problemática, estreia essa semana na Netflix o longa ‘Valentina’.

Valentina (Thiessa Woinbackk) tem dezessete anos e mora numa cidade do interior de Minas Gerais. Sua mãe, Márcia (Guta Stresser), passou para um concurso em um hospital em outra cidade do interior, e, diante da mudança, Valentina toma uma decisão: quer se matricular na nova escola com seu nome social, deixando de vez seu passado masculino para trás, pois se identifica com o gênero feminino. Porém, a nova escola exige como requisito que ambos os pais assinem a matrícula da jovem, e, por isso, Valentina e sua mãe precisam encontrar onde está Renato (Rômulo Braga), o pai da jovem. Só que em uma cidade pequena, qualquer segredo tem perna curta, e talvez a nova vida não seja tão fácil quanto a menina gostaria.

Escrito e dirigido por Cássio Pereira dos Santos, o filme consegue trazer aquele ar interiorano de uma passagem de tempo mais devagar, pois a vida é, em si, desacelerada, se comparada às grandes cidades. Esse é um grande acerto do enredo: localizar-se em um ambiente onde as discussões de gênero ainda são, em grande parte, inexistentes, e o preconceito e a violência contra as pessoas transgêneros ainda são muito alto. Outro fator importantíssimo que Cássio acerta em seu longa é trazer essa pauta para o universo jovem, jogando luz sobre um tema que precisa ser conversado mais abertamente pela sociedade, e, por isso, ‘Valentina’ presta um importante serviço ao levantar essa inquietação para o espectador.

Entretanto, a execução da produção ficou um pouco imprecisa, o que por vezes comprometeu o filme. A recorrência do close fechado nos atores sem abrir a câmera, por exemplo, impede com que seja sabido que uma das personagens, amiga de Valentina, está grávida. Isso só é descoberto pelo espectador quando as jovens decidem fazer um chá de bebê – até então, com a close focando apenas o rosto dos personagens, sem vê-las de longa o espectador não consegue ver a barriga da moça; assim, a gravidez, lá na metade do filme, soa surpreendente.

Valentina’ é um sensível filme que levanta a importantíssima questão da inclusão de adolescentes transgêneros nos ciclos e nas instituições sociais. Sem recair no drama exagerado nem na violência, o longa nacional provoca o questionamento sobre as dificuldades diárias que esses jovens cidadãos enfrentam para terem o direito simples de serem chamados pelos nomes que escolheram.

Através da inocência de ‘Valentina’, é possível ter uma ideia de que as batalhas para as pessoas transgêneros são diárias e constantes, inclusive em questões tão simples quanto uma matrícula escolar. Talvez, com filmes como este, o debate se torne mais aberto e frequente, e, quem sabe, com o tempo, as dificuldades para os e as jovens trans diminuam.

‘Vingadores: Ultimato’: Filme ganha nova sinopse com participação da Capitã Marvel

O Movieweb divulgou uma nova sinopse de ’Vingadores: Ultimato’ trazendo um pouco mais da participação da Capitã Marvel na história.

Confira:

“Thanos estalou seus dedos em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, e metade da vida no universo instantaneamente se dissolveu. Agora, um grupo desolado de guerreiros sobreviventes, incluindo Capitão América, Viúva Negra, Homem de Ferro e Hulk trabalham para revidar a ação genocida do Titã Louco. Como nossos heróis não puderam impedir Thanos da primeira vez, o que os faz pensar que podem vencer uma revanche? A resposta pode estar em poder supremo, graças à Capitã Marvel, ou nos menores espaços entre os átomos acessíveis ao Homem-Formiga. ‘Vingadores’: Ultimato promete reescrever o MCU como o conhecemos. Quando acabar, nada será o mesmo”

Recentemente foi divulgada a lista de personagens já confirmados em ’Vingadores: Ultimato’.

Confira:

Brie Larson – Carol Danvers / Captã Marvel
Tom Holland – Peter Parker / Homem-Aranha
Bradley Cooper – Rocket (voz)
Karen Gillan – Nebula
Scarlett Johansson – Natasha Romanoff / Viúva Negra
Chris HemsworthThor
Robert Downey Jr. – Tony Stark / Homem de Ferro
Dave Bautista – Drax
Josh Brolin – Thanos
Elizabeth Olsen – Wanda Maximoff / Feiticeira Escarlate
Chris Evans – Steve Rogers / Capitão América
Evangeline Lilly – Hope van Dyne / A Vespa
Jon Favreau – Happy Hogan
Pom Klementieff – Mantis
Sebastian Stan – Bucky Barnes / Soldado Invernal
Tilda Swinton – A Anciã
Michelle Pfeiffer – Janet Van Dyne
Paul Rudd – Scott Lang / Homem-Formiga
Jeremy Renner – Clint Barton / Ronin
Gwyneth Paltrow – Pepper Potts
Mark Ruffalo – Bruce Banner / Hulk
Chadwick Boseman – T’Challa / Pantera Negra
Katherine Langford
Kerry Condon – Friday (voice)
Brock Rumlow / Crossbones
Letitia Wright – Shuri
Don Cheadle – James Rhodes / War Machine
Ty Simpkins – Harley Keener
Benedict Wong – Wong

Os estúdios Walt Disney sediaram o encontro anual de acionistas hoje mais cedo, 07, e aproveitaram para divulgar gravações estendidas de Vingadores: Ultimato’. Enquanto o vídeo em questão, ou um segundo trailer, deve sair muito em breve, o site ComicBook.com adquiriu acesso à descrição das filmagens.

Segundo as fontes, o vídeo começa com os Vingadores sentados em uma grande sala, do mesmo modo como fomos apresentados no breve spot divulgado durante o Super Bowl. Capitã Marvel (Brie Larson) participa da reunião. Nebula (Karen Gillan) menciona que Thanos (Josh Brolin) provavelmente irá “ao jardim” depois que completou seu plano.

A Capitã Marvel, pois, se pronuncia e diz ao grupo que eles precisam ir até lá e utilizar as Joias do Infinito para desfazer o Estalo. Logo depois, o vídeo compartilhado traz Rocket (Bradley Cooper), Thor (Chris Hemsworth), Nebula, Capitão América (Chris Evans), Máquina de Combate (Don Cheadle) e Viúva Negra (Scarlet Johansson) no espaço. Rocket diz algo do tipo, “Quem nunca veio para o espaço antes? Levante a mão”.

A gravação termina com Rocket avisando àqueles que nunca viajaram antes para não vomitarem em sua nave. 

Vingadores: Ultimato’ chega aos cinemas brasileiros em 25 de Abril de 2019.

‘Night Wolf’: Kevin Hart vai estrelar nova comédia de super-heróis

Kevin Hart assinou contrato para estrelar a nova comédia de super-heróis ‘Night Wolf’. As informações são do Collider.

O filme será produzido pela STX, que já trabalhou com Hart no sucesso Amigos Para Sempre. O roteiro fica a encargo de Dan HernandezBenji Samit.

Ainda sem muitos detalhes, a história gira em torno de um homem (Hart) que conhece seu futuro sogro pela primeira vez e descobre que ele, na verdade, é o super-herói conhecido como Night Wolf (Lobo da Noite, em tradução livre).

“Depois de adquirirmos os direitos [do longa], mandamos a ideia para Kevin Hart e seu time esperando que eles amassem a ideia tanto quanto nós. É uma grande comédia e a premissa é engraçada e feita sob medida para o talento cômico de Hart. Estamos animados por trabalharmos juntos mais uma vez”, declarou Adam Fogelson, presidente da STXfilms.

Os próximos filmes da produtora incluem As Golpistas, protagonizado por Jennifer Lopez e com estreia marcada para 13 de setembro; e The Gentlemen, comandado por Guy Ritchie e com lançamento marcado para 24 de janeiro de 2020.

Hart, por sua vez, retorna para a aguardada sequência Jumanji: Próxima Fase, que chega aos cinemas brasileiros em 13 de dezembro.

‘Loki’: Gugu Mbatha-Raw entra para a nova série do Disney+

Segundo o The Hollywood ReporterGugu Mbatha-Raw foi elencada na nova série do Disney+Loki. Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Ela se junta aos previamente anunciados Tom HiddlestonOwen WilsonSophia Di Martino.

Mbatha-Raw é conhecida por inúmeros trabalhos no cinema e na televisão, incluindo Black MirrorA Bela e a Fera e O Paradoxo Cloverfield. Recentemente, ela estrelou o thriller noir ‘Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe’.

Segundo uma nova reportagem do site The Illuminerdi, a série irá introduzir sua primeira personagem transgênero.

A anti-heroína Sera fará parte da produção e terá papel de destaque, pavimentando seu caminho para futuros projetos cinematográficos.

Para aqueles que não a conhecem, Sera foi introduzida há alguns anos no quadrinho ‘Angela: Asgard’s Assassin #1’. Nas HQs, ela faz parte dos Anchorite, uma raça rara de homens sem asas que são mantidos dentro de um templo e que rezam para os Anjos que morreram sem ter uma alma. Sera, entretanto, se identifica como mulher e foi eventualmente salva de um monstro por Angela, irmã de Thor, e as duas acabaram se casando.

Lembrando que a série dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e se irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

A previsão de estreia é para o outono de 2021

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Amphibia’: 2ª temporada da série do Disney Channel ganha novo trailer promocional

Disney Channel divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Amphibia, sua nova série animada.

Confira:

O novo ciclo estreou no último dia 11 de julho.

Matt Braly é o criador da produção.

O show é estrelado por Brenda Song como a voz de Anne Boonchuy, Justin Felbinger interpretando Spring Plantar, Amanda Leighton como Polly Plantar e Bill Farmer no papel de Hop Pop.

Depois de roubar uma misteriosa caixinha de música, a jovem Anne Boonchuy é magicamente transportada para o mundo de Amphibia, um lugar místico habitado por pessoas-sapo. Com a ajuda de um anfíbio chamado Sprig, Anne irá se transformar de monstra à heroína e descobrir o verdadeiro significado de amizade.

‘Nasce Uma Rainha’: Glória Groove e Alexia Twister dão conselhos transformadores em novo vídeo promocional

O novo reality show original da Netflix, intitulado Nasce Uma Rainha’ – apresentado pelas icônicas drag queens Glória Groove Alexia Twister, já está disponível em seu catálogo!

E, para promover a produção, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilado com nove dicas transformadoras das performers.

Confira:

A série é descrita como “uma jornada de autoconhecimento e empoderamento de aspirantes a drag queen e drag king”.

A série conta com seis episódios de 40 minutos de duração, que trazem duas madrinhas ajudando os participantes do reality, guiando-os na escolha de perucas, de roupas incríveis e até mesmo dos próprios nomes artísticos.

‘Big Shot: Treinador de Elite’: Novos teasers apresentam os protagonistas da série do Disney+; Confira!

Disney+ divulgou, através do Twitter, uma série de breves teasers de Big Shot: Treinador de Elite’, apresentando os personagens principais da produção.

Confira:

A série foi criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies‘).

A trama conta a história de um técnico de basquete universitário bastante temperamental (John Stamos), que por um golpe do destino acabou sendo demitido, e se viu obrigado a trabalhar como professor e técnico em uma escola voltada apenas para meninas ricas.

O elenco ainda conta com Jessalyn Gilsig, Yvette Nicole Brown, Richard Robichaux, Sophia Mitri Schloss, Nell Verlaque, Tiana Le, Monique Green, Tisha Custodio e Cricket Wampler.

‘MALIGNO’: Terror de James Wan ganha arrepiante trailer LEGENDADO; Confira!

A Warner Bros. divulgou o trailer final legendado do terror ‘Maligno‘, filme dirigido pelo lendário James Wan (‘Invocação do Mal’).

Confira:

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 9 de setembro.

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e suspense, aos moldes do subgênero Giallo Film, que surgiram na Itália e serviram de modelo para slashers como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

‘All American: Homecoming’: Série derivada ganha trailer COMPLETO; Confira!

The CW divulgou o trailer completo de All American: Homecoming’, série derivada da adorada produção All American que focará na personagem Simone Hicks (Geffri Maya).

O spin-off tem estreia marcada para o dia 21 de fevereiro de 2022 na emissora.

Confira:

A série foi criada por April Blair.

O drama jovem-adulto tem como pano de fundo a experiência HBCU e gira em torno de uma jovem e esperançosa jogadora de tênis de Beverly Hills e de um jogador de basebol de elite de Chicago, conforme eles lidam com as altas expectativas dos esportes universitários e navegam pelos altos e baixos da vida adulta sem supervisão.

Peyton Alex Smith, Kelly Jenrette, Cory Hardrict, Sylvester Powell, Netta Walker e Camille Hyde completam o elenco.