Conquistar uma estatueta do Oscar é uma honraria dada às estrelas mais seletas de Hollywood e o cantor e ator Jared Leto é um dos aclamados astros de cinemas que conseguiu esse feito, por sua aclamada performance na cinebiografia ‘Clube de Compras de Dallas‘, em 2014.
Mas Leto descobriu que sua estatueta está perdida há três anos e não faz ideia do que pode ter acontecido a ela. Durante uma entrevista ao talk show The Late Late Show with James Corden, para promover seu novo filme ‘Os Pequenos Vestígios‘, o cantor da banda Thirty Seconds to Mars comentou a complicada situação.
“Eu descobri que ela está desaparecida há três anos e eu não sabia disso. Eu acho que ninguém quis me contar”.
Segundo Leto, ele havia mudado de residência algumas vezes em Los Angeles, quando a estatueta “magicamente desapareceu de algum jeito“. O astro, de 49 anos, ainda levou a situação com bom humor, refletindo sobre o misterioso sumiço:
“Ela poderia estar em algum lugar, mas todo mundo revirou de cima a baixo. Eu espero que esteja em boas mãos, onde quer que esteja. Nós não a vemos há bastante tempo”.
Quando o apresentador o questiona a respeito de alguém tê-la roubado, Leto pondera sobre a possibilidade: “Eu acho que é uma boa possibilidade, não é o tipo de coisa que alguém acidentalmente joga no lixo”.
Ao longo do bate papo, o ator e cantor ainda refletiu sobre a noite em que conquistou a estatueta:
“Eu me lembro da noite em que a ganhei. Eu passei ela para tanta gente. Ela caiu, ficou arranhada, mas as pessoas se divertiram fazendo fotos com ela. É legal poder compartilhar isso, então espero que alguém esteja cuidando bem dela”.
A história gira em torno de um xerife chamado Deke (Washington), que se junta com um detetive (Malek) para investigar um serial killer (Leto). Deke tem uma habilidade incrível em perceber os mínimos detalhes, mas lutará contra segredos de seu passado enquanto procura o assassino.
Uma mulher terá que redescobrir a vida após um doloroso divórcio na nova série de comédia dramática da Netflix, intitulada ‘Amor Para Recomeçar‘.
A produção, de origem árabe, ganhou um apaixonante e inspirador trailer oficial legendado. No vídeo promocional, Ola terá que criar seus filhos e recomeçar sua vida profissional, à medida em que cura o coração partido após ser abandonada pelo esposo.
Confira:
Na trama, depois de uma reviravolta na vida, Ola embarca em uma jornada de autoconhecimento enquanto lida com os desafios de criar duas crianças e pagar as contas.
Hend Sabry, Hani Adel, Sawsan Badr e Nada Moussa estrelam a série.
No segundo dia da Rio Creative Conference, a Rio2C, aNetflixrealizou dois painéis que bombaram o evento e lotaram a Grande Sala da Cidade das Artes, na cidade do Rio de Janeiro. Ambos aproveitaram para anunciar novas produções e comentar sobre a empresa no Brasil.
A primeira aconteceu pela manhã, logo no primeiro horário das nove horas, e contou com a presença de Ted Sarandos, o Chefe de Conteúdo do serviço de streaming, e do ator brasileiro Wagner Moura, que já estreou a produção Narcos do canal, no papel de seu protagonista Pablo Escobar. Eles conversaram sobre a atuação do mesmo, onde o executivo elogiou o trabalho de Moura e ambos adiantaram sobre a nova parceria: “Acabamos de produzir o longa ‘Sérgio’, sobre a vida do diplomata Sérgio Vieira de Mello. Sempre quis apresentar personagens latinos sem serem caricatos e consegui vender essa ideia para a Netflix”, explicou o artista.
Sarandos também utilizou o momento para apresentar os planos do streaming para o Brasil e o atual cenário de produção no país. Ele fez muitos comentários positivos à Indústria Nacional e revelou números bastante expressivos de planos que a empresa possui: “O Brasil tem talentos extraordinários e uma longa tradição em contar grandes histórias. É por este motivo que estamos animados em aumentar nosso investimento na comunidade criativa brasileira. Esses 30 projetos, em vários estágios de produção, em diferentes locais espalhados pelo país, serão feitos no Brasil e consumidos pelo mundo.”
A segunda palestra aconteceu no fim do dia. Exatamente às 18h45 entravam no palco da Grande Sala, encerrando o segundo dia de evento, Peter Friedlander, vice-presidente e responsável pela área de Séries Originais da plataforma, Charlie Brooker e Annabel Jones, criadores e produtores-executivos da série de sucesso Black Mirror.
Eles comentaram sobre o filme Bandersnatch, considerado uma inovação tecnológica no quesito produções audiovisuais. Brooker disse que precisou aprender a utilizar um programa para escrever filmes interativos e que os técnicos com quem trabalhou sempre foram muito solícitos, nunca disseram que seria impossível fazer algo, apenas comentavam que poderia ser difícil, mas buscariam uma solução. “Senti-me um verdadeiro nerd”, brincou. E quando questionados a respeito sobre o que consideravam uma inovação tecnológica no campo dos filmes e séries, Annabel teceu elogios a Homem-Aranha no Aranhaversodizendo que ficou encantada com o longa-metragem.
Mas a grande notícia ainda estava por vir e juntos, Peter, Charlie e Annabel anunciaram a primeira produção audiovisual brasileira de zumbi, sob o nome de Reality Z. A série será uma adaptação da produção britânica Dead Set, criada pelo próprio Charlie Brooker. A nacional tem roteiro do diretor vencedor do International Emmy por A Mulher Invisível, Cláudio Torres. “É fascinante ver como Torres repensou o show, ambientado numa cidade tão icônica como o Rio de Janeiro e explorando a cultura pop do Brasil de maneira tão astuta”, disse o criador de Black Mirror.
Por fim, o CinePOP participou de uma coletiva de imprensa com Brooker e Annabel Jones que, em breve, vocês poderão conferir o texto a respeito do que foi comentado.
A Marvel Studios liberou um novo e fantástico pôster de ‘Pantera Negra’ para o lançamento em IMAX. Confira:
O Rotten Tomatoes divulgou a porcentagem que o novo longa da Marvel Studios alcançou. De acordo com o site, ‘Pantera Negra’ teve 100% de aprovação da crítica, com uma nota média de 8.6 de 10. Até o momento, foram contabilizadas 64 resenhas positivas sobre o filme e nenhuma negativa. Confira o vídeo:
Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.
Parece que o clássico oitentista ‘Robocop’ ressurgirá após 30 anos desde seu lançamento, com uma nova sequência.
Segundo novas informações do Deadline, o diretor Neill Blomkamp, de ‘Distrito 9’ e ‘Chappie’, deve assumir o filme após negociações com a MGM.
Ainda de acordo com o site, o filme será uma sequência direta do original e se chamará ‘Robocop Returns’ e contará com o retorno dos roteiristas originais Ed Neumeiere Michael Miner.
Após a confirmação de que assumirá a direção, Blomkamp confirmou, via Twitter, que a censura será +18, ao contrário da produção de 2014 que se manteve no PG-13, garantindo que o filme será “adulto”, com muita sátira e explosões.
Em uma entrevista recente à revista Zeitgeist Entertainment Magazine, Neumeier afirmou que está escrevendo a sequência, que pelo visto vai ignorar as duas continuações lançadas nos anos 90 e 93 e não terá nenhuma ligação ao remake de José Padilha.
“Não podemos dizer muito, mas eu sei que há vários outros filmes do ‘Robocop’ e recentemente houve um remake, mas o que posso dizer é que esta produção vai meio que voltar àquele bom e velho ‘Robocop’ que todos amamos. Começaremos dali e seguiremos adiante. Então esse é realmente uma continuação do primeiro filme, na minha mente. Ele terá mais uma pegada oldschool”.
A mais nova animação da Pixar, Red: Crescer é uma Fera, estreou na última sexta (11) no Disney+ e fez algo um tanto quanto incomum no histórico das animações da Pixar: dividiu opiniões. Enquanto uns amaram a história a ponto de bombardearem as redes sociais com artes e seus momentos favoritos do longa, outros detestaram tudo feito pelo estúdio, desde a trama até o estilo de animação. Um dos comentários negativos mais frequentes é o “nem parece Pixar”. Mas isso não é necessariamente negativo.
Na última década, o estúdio viveu seus anos mais conturbados. Fundada em 1986, a Pixar ganhou o mundo na década seguinte ao lançar o primeiro longa-metragem animado inteiramente em 3D, Toy Story: Um Mundo de Aventuras (1995). O filme que começou tudo ditou o rumo da empresa pelos 15 anos seguintes, que investiu alto em tecnologias revolucionárias de animação, sempre buscando o hiperrealismo dos cenários e composições, enquanto trabalhava histórias de forma criativa e inesperada. Ou seja, foram anos de aventuras memoráveis, cheias de humor inocente e muitas novidades.
Quando foi lançado, “Toy Story” também causou estranhamento no público acostumado com o 2D.
Porém, em 2010, com a chegada de Toy Story 3, o aparente fim do ciclo que começou tudo lá em 1995 trouxe um novo padrão para a empresa.
A ideia de que os filmes da Pixar tinham que “fazer chorar” parece ter se impregnado na missão do estúdio, o que logo se tornou um grande limitador no leque de possibilidades narrativas das equipes criativas envolvidas nos projetos. Surgiu ali uma nova “fórmula Pixar”.
Não coincidentemente, a década seguinte do estúdio passou longe da unanimidade de crítica do período anterior. Além de investir mais em sequências, como Universidade Monstros, Procurando Dory e Os Incríveis 2, os filmes originais, com exceções como Divertida Mente e Viva – A Vida é uma Festa, não conseguiram impactar tanto no cenário dos longas-animados como seus antecessores. Ou vai me dizer que seu filme favorito da Pixar é Valente? Ou O Bom Dinossauro?
Chegava a ser contraditório que quanto mais eles avançavam no realismo assustador de suas animações, menos criativas ou cativantes fossem as novas histórias. A tal “fórmula Pixar” permitiu que filmes fossem feitos de qualquer jeito, contanto que a estrutura narrativa apresentasse um personagem minimamente carismático com um trauma a ser resolvido para que todo o longa fosse desenvolvido em torno da possibilidade de criar um “momento para chorar” no final. Quer dizer, se o público estabeleceu que a Pixar fazia “filmes pra chorar”, a Pixar decidiu atender ao que esperavam dela.
E isso até funcionou em alguns projetos, mas simplesmente limitou muito outros. Por quê? Porque essa necessidade de construir um momento de choro reduziu a liberdade da aventura que tanto marcou filmes como Toy Story, Monstros S.A., Vida de Inseto e por aí vai.
“Vida de Inseto” jamais precisou tentar fazer o público chorar para conquistar os fãs. A boa história e os bons personagens bastaram.
No entanto, de uns tempos pra cá, a Pixar parece ter entendido a mensagem passada pela crítica de que ela estava se tornando apenas mais um estúdio qualquer de animação. O próprio mercado passou essa mensagem, basta reparar na rápida evolução tecnológica que os filmes animados dos estúdios concorrentes sofreram. De uma hora pra outra, todo mundo se tornou capaz de fazer animações hiperrealistas.
Então, vendo também o sucesso de seus curtas, que tinham mais liberdade, como os Sparkshorts, a Pixar virou a chave e decidiu se reinventar novamente. Enquanto a concorrência corria atrás do realismo, a Pixar voltou a se preocupar com a originalidade. E isso reflete também em seu estilo de animação.
Com o passar dos anos, o realismo deixou de ser um diferencial da Pixar.
Dessa forma, nos últimos três anos, o estúdio lançou um filme todo baseado no universo dos jogos de RPG, um longa sobre a vida antes e após a morte, uma aventura de amizade sobre monstros marinhos descobrindo a Itália e agora a história de uma menina comum crescendo por meio de uma analogia muito criativa.
Mas o filme que marca essa mudança de vez nos padrões da Pixar é Luca. Ele abandona de vez aquela sede pelo realismo e pelo choro do público, trazendo um estilo de animação mais suave. A inspiração da estética desse filme vem das animações 2D e da aquarela, com cores tipicamente italianas. Isso permitiu mais expressividade aos seus personagens e influenciou ainda mais na personalidade deles. Afinal, agora eles teriam formas e tamanhos diferentes, mesmo com a aparência humana.
“Luca” fez uma verdadeira revolução estética na Pixar.
Logo de cara, parte do público reclamou justamente do visual. Alguns diziam que estava feio, mas a predominância era: “não parece Pixar”. A mesmíssima coisa aconteceu com Red: Crescer É Uma Fera. Confesso que assim que vi as primeiras imagens, também não me chamou muita atenção. Tudo parecia redondinho demais, estranho demais.
Só que aí, ao assistir o filme, tudo passa a fazer muito sentido. O estilo de animação escolhido presta uma homenagem à arte oriental, além de se tornar parte fundamental da história. Uma trama sobre os problemas da pré-adolescência e suas mudanças físicas não teria o mesmo impacto se as personagens fossem padronizadas, como a Elsa de Frozen, por exemplo.
Em “Red”, cada personagem tem sua particularidade.
A ideia do filme é retratar crianças normais, suas particularidades e diferenças, assim como é na vida real. E esse estilo de animação foi fundamental para que isso funcionasse.
Ao mesmo tempo, a história não foi construída para fazer o público obrigatoriamente chorar. Não! É uma aventura divertida e revolucionária.
Sim, você pode até não ter gostado do filme, mas não dá para negar que ele deu o primeiro passo para mudar a forma como personagens femininas são construídas. Ele traz uma protagonista que usa desodorante, tem problemas típicos da idade, menstrua e fala palavras que não costumamos ver saindo de mulheres em filmes da Disney.
“Red” deve marcar uma nova fase dos filmes da Pixar.
Pode parecer besteira, mas quando foi a última vez nos cinemas, fora comédias românticas, que você viu uma personagem mulher passar desodorante ou falar sobre absorventes de forma tão natural quanto foi feito em Red?
São esses detalhes que fazem a diferença e levam a Pixar ao nível do que um dia já foi o estúdio. Essas inovações, não apenas tecnológicas, mas narrativas, transformaram a empresa NA referência do mercado, por mais que tenha se perdido recentemente.
Então, é normal que Red: Crescer é uma Fera esteja causando um certo estranhamento em parte do público. Eles se acostumaram com uma Pixar não tão criativa quanto já fora um dia, aceitando produções menos inspiradas e as definindo como um tipo de padrão de qualidade. Essa mudança para algo mais original, mais inspirado, nunca é fácil logo de cara. Por isso, é muito bom ver a Pixar se distanciando das concorrentes novamente, mas agora de um jeito positivo. Que a aventura e a criatividade voltem a ser a principal característica do estúdio, e não apenas “fazer chorar”.
Red: Crescer é uma Fera e todos os outros filmes citados no texto estão disponíveis no Disney+.
Samantha Schmütz já se firmou no gênero da comédia. Desde que conquistou seu espaço no programa ‘Vai Que Cola’, o público se acostumou a vê-la interpretando o papel da jovem mulher pobre e deslumbrada, que sonha em ter um estilo de vida superior à sua capacidade de se sustentar. Esta provavelmente foi a razão do primeiro ‘Tô Ryca!’ ter feito tanto sucesso nos cinemas e, posteriormente, na tv. Porém, ao contrário do que se pode esperar, a piada fácil ganha um tom mais sério em ‘Tô Ryca! 2’, que chega hoje aos cinemas nacionais e vai emocionar o espectador em muitas maneiras.
Selminha (Samantha Schmütz) ama ser rica, e ainda desfruta muito bem da herança que ganhou do tio misterioso. Porém, a chegada de uma homônima (Evelyn Castro), com o mesmo nome e sobrenome da outra, irá colocar o direito à herança em juízo, e, até que a justiça decida, Selminha terá seus bens bloqueados. Isso significa que, de um dia para o outro, ela voltará a ser pobre, e aprenderá, na marra, que dinheiro não é tudo na vida, embora ajude em muito a melhorar as condições das pessoas.
O principal diferencial no roteiro de Fil Braz é a mudança no foco da comédia: ao contrário do estilo Caco Antibes, tão propagado ao longo das décadas aqui no Brasil – o estilo de comédia que aponta e ri do pobre –, ‘Tô Ryca! 2’ não quer rir do seu público-alvo, mas com ele. A ideia aqui não é mais rir do pobre enquanto objeto de comicidade, mas de estar junto com ele e rir da desgraça coletiva que atinge as camadas sociais mais vulneráveis da população, aplaudindo a capacidade do cidadão de se virar todos os dias apesar de ser esquecido pelos governos.
Essa mudança no eixo da história da protagonista faz toda a diferença para que a jornada de Selminha não caia na cansativa fórmula de continuação de franquias e abre a possibilidade do filme se tornar um grande concorrente de bilheteria. Fil Braz constrói uma história que faz com que a protagonista ganhe uma consciência crítica sobre a sociedade, perca um pouco do deslumbre e, consequentemente, apresente uma profundidade muito mais interessante dessa vez, que não ocorre no primeiro longa. Há, ainda, uma consciente e bela inserção da cabelereira (Wallie Ruy), mostrando a atenção da produção em inserir, de maneira orgânica, personagens trans e LGTBQIA+ num filme de grande alcance.
Pedro Antônio Paes se mostra firme na direção, especialmente por conseguir extrair o melhor de Samantha Schmütz, muito natural nas situações em que sua personagem se encontra. Por outro lado, o argumento do longa é bem fraquinho, e todo o núcleo da Selminha fake parece não ter recebido a mesma atenção dos assistentes, com cenas picotadas que entram repentinamente no longa e atuações caricatas que destoam da naturalidade do resto da produção, ao ponto de um ninja vestido de preto passar correndo no segundo andar da casa na cena do choque elétrico, e ninguém ter se atentado a esse erro.
O que é bom mesmo é que Samantha Schmütz chama a responsabilidade para si e emplaca um golão com ‘Tô Ryca! 2’. Com ótimas piadas e um tom extremamente crítico aos governantes que ignoram as populações pobres, o longa se afasta do estilo genérico de boa parte das comédias nacionais e se comunica diretamente com o espectador, dizendo a ele que entende sua luta para sobreviver, apesar dos inúmeros percalços da vida. Samantha está de parabéns por entender isso e passar o recado para o espectador, resgatando a função crítica que a comédia tinha, mas que havia perdido em prol do entretenimento besteirol.
Enquanto ‘Morbius‘ segue em gravações, Avi Arad ofereceu uma entrevista para o Deadline nesta quinta-feira (21) e prometeu que o vilão terá um visual fantástico.
“Espere só até você ver o visual dele, o que fizemos com esse personagem… Vocês vão amar. Há tantos outros ótimos personagens a caminho também. Vocês vão ver. Estamos apenas começando.”
Uma sinopse preliminar de ‘Morbius, o Vampiro Vivo’ foi divulgada, revelando que o filme será uma mistura de “horror com ação”. Confira:
“História de horror e ação de um cientista que, na tentativa de encontrar a cura para uma rara doença sanguínea, acidentalmente se transforma em um vampiro. Com nojo de si mesmo, ele decide caçar e punir aqueles que julga não serem merecedores da vida”
Matt Smith, um dos Doctors de ‘Doctor Who‘, se junto a Jared Leto no elenco.
Criado por Roy Thomas e Gil Kane, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que tentava descobrir a cura para um doença sanguínea, quando se transformou em um vampiro executando um experimento. Sua primeira aparição aconteceu na edição 101 de ‘The Amazing Spider-Man’, em 1971.
Morbius, porém, não é um vampiro convencional. Ele se alimenta de sangue e tem aversão à luz, mas suas vítimas não necessariamente viram vampiros. Entre suas habilidades, vale notar que ele é capaz de voar, tem força e velocidade sobre-humanas e capacidade de se curar.
Tom Holland ganhou notoriedade por encarnar a nova versão do Homem-Aranha nos cinemas e, mesmo com as diversas polêmicas envolvendo a Marvel e a Sony Pictures, o astro revelou qual o seu uniforme preferido da saga.
Em recente aparição à Keystone Comic-Con, Holland declarou ao público que gosta muito de vestir o uniforme tático.
“É o único uniforme com o qual consigo ir ao banheiro”, ele revelou. “É só abrir o zíper, eu amo”.
Em outra entrevista, o ator confirmou que voltará a interpretar o Homem-Aranha na Sony, mesmo após o fim do acordo com a Marvel Studios.
“Tivemos cinco filmes maravilhosos. Foram anos sensacionais, os melhores anos da minha vida. Não sei o que vai acontecer no futuro, mas posso confirmar que continuarei vivendo o herói nos cinemas e me divertir muito com isso. O Homem-Aranha terá uma jornada diferente a partir de agora, mas vamos procurar trazer uma história ainda mais empolgante e legal para os fãs”, afirmou.
A Disney pediu um aumento em sua porcentagem de lucros, de 5% para 50%, e a Sony não aceitou.
Apesar do retorno de Tom, o filme deve ter um novo diretor.
A narrativa gira em torno de Elida (Rae), princesa que logo se torna uma forasteira órfã, que explora os confins traiçoeiros da galáxia, fugindo do governo republicano que quer extinguir sua linhagem. Quando seu velho amigo Isaac (Rozon) aparece e diz que sua mãe Xevelyn está viva, ele se juntam a um novo aliado, Amae, para resgatá-la, lutando contra o perigoso Comandante Lazaro (du Toit).
Em entrevista ao Digital Spy, o lendário romancista e roteirista Neil Gaiman comentou que deseja voltar para o panteão sci-fi de ‘Doctor Who’ para escrever um episódio especialmente a Jodie Whittaker, que se tornou a primeira Doutora da série.
“Tudo a ver com ‘Doctor Who’ sempre me chama a atenção. Eu amo o Doutor. Eu acho que Jodie Whittaker está fabulosa como a Doutora. Por um lado, adoraria escrever para ela, mas por outro, eu realmente queria escrever algo para Peter Capaldi, e nunca consegui fazer isso porque estava escrevendo ‘Good Omens’ na época. Então, nunca se sabe. Com sorte, escreverei algo para Jodie e, se não for para ela, talvez para o próximo Doutor”.
Gaiman já trabalhou na série em dois capítulos – “The Doctor’s Wife” e “Nightmare in Silver” -, além de ter escrito o conto “Nothing O’Clock”. Cada uma delas foi estrelada pelo 11º Doutor, interpretado por Matt Smith.
Desde 2017, Whittaker faz sucesso como a primeira mulher a encarnar a personagem principal na série e, em seu aniversário de 38 anos, diversos fãs fizeram questão de homenageá-la nas redes sociais com elogios e agradecimentos.
Entre as publicações, os internautas reforçaram como sua introdução na série foi importante para a representatividade feminina.
Confira as reações:
HOJE É ANIVERSÁRIO DESSE ANJO DO CÉU QUE TROUXE PRA MIM A DOUTORA
Ainda não fiz meu post anual enaltecendo Jodie Whittaker. Sempre tenho necessidade de falar do quanto essa mulher é maravilhosa, perfeita e importante na minha vida. Ela foi e sempre será a primeira, quem bateu de frente, quem aceitou um trabalho sabendo os ataques que receberia pic.twitter.com/KJHquyi95k
— Taynaro #ForaBolsonaro (@poxataynaro) June 18, 2020
É oficialmente aniversário do meu raio de sol vulgo Jodie Whittaker. Da mulher que abriu portas em uma série tão importante pra mim e assim nos dando oportunidades e experiências únicas e que nos lembrou que o Doctor é como nós e que o amor é a maior força do universo. UM ANJO! pic.twitter.com/ncHxNhEEUH
Hoje é aniversário desse anjinho maravilhoso que deu vida a nossa amada 13°doutora
Feliz aniversário para Jodie Whittaker, a primeira mulher no papel de doctor e que me fez amar ainda mais essa série e tem um lugar especial no meu coração ♡ pic.twitter.com/jQ98l1n0eT
Vale lembrar que Whittaker confirmou que estará reprisando o papel na 13ª temporada, que deve começar a ser filmada em setembro, caso as filmagens não sejam interrompidas devido ao Coronavírus.
Enquanto isso, confira o trailer da 12ª temporada, encerrada em março deste ano:
A 12ª temporada de ‘Doctor Who’ introduziu um perigoso vilão cujo alvo principal é a própria Doutora. O objetivo do inimigo é eliminar de uma vez por todas a timelord da galáxia e impedir que ela se regenere em mais uma versão.
Em seu Twitter oficial, o editor Chris Welch, da revista Verge, compartilhou uma nova foto de bastidores de ‘Gavião Arqueiro’, série original do Disney+, anunciando que as gravações migrarão para o Brooklyn, em Nova York, nesta semana.
A foto estampa um cronograma que indica o início das filmagens de ‘Anchor Point’ (título de produção do show) para quarta-feira, 02 de dezembro.
No começo da semana passada, Jeremy Renner publicou uma imagem no Instagram mostrando que Clint Barton vai sofrer alguns traumas físicos ao longo dos episódios.
Na foto, o astro aparece com o nariz cortado e aparentemente quebrado, além de hematomas na testa, na bochecha e na região da sobrancelha.
Confira:
Anteriormente, Renner compartilhou um vídeo no Twitter mostrando um processo de modelagem em seu rosto e intrigou seus seguidores.
Como o astro está se aventurando nas gravações da série, os fãs estão teorizando que o molde pode ter sido feito para uma máscara.
Nos quadrinhos, o personagem usa uma máscara bem marcante, que acabou ficando de fora da versão cinematográfica.
Além disso, as artes conceituais divulgadas durante a pré-produção da série mostraram o personagem ao lado de Kate Bishop e ambos usavam uniformes bem coloridos, o que indica maior fidelidade aos quadrinhos.
Confira o vídeo, junto com uma arte conceitual:
“Você já teve aqueles dias estranhos de trabalho em que fica preso com fita adesiva e sacos de lixo, além de ser sufocado por 45 minutos para engessar o rosto e o crânio? #amominhavida.”
Do you ever have those odd work days when you are duct taped inside garbage bags, and suffocated for 45 min to have your face and skull put in a cast ??? #lovemylifepic.twitter.com/TgIChIQjwG
Segundo o portal The Direct, a personagem Madame Máscara deve aparecer como uma personagem coadjuvante na produção, assumindo o papel de vilã da trama.
Ainda não se sabe qual seria a dimensão e extensão da personagem na narrativa ou se ela será a principal antagonista, mas de acordo com a publicação, a Marvel Studios já estaria em busca de uma atriz para encarar o papel.
A Disney ainda não confirmou a informação, portanto trate tudo como rumores.
Nos quadrinhos, Madame Máscara já chegou a ser um interesse amoroso ocasional do Homem de Ferro, além de ser sua inimiga. A vilã é filha do Conde Nefaria, cuja primeira aparição nas HQs foi em “Os Vingadores”, edição 13 (fevereiro de 1965).
A produção será rodada sob o título de produção ‘Anchor Point’, que faz menção ao primeiro volume de histórias do personagem titular, assinado por Kelly Thompson em 2017.
Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con 2019, Jeremy Renner compartilhou um espetacular primeiro teaser do show, que tem estreia marcada para o outono norte-americano de 2021.
O show é baseado nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A série, na verdade, terá enfoque no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton oficialmente se aposente.
A adaptação das HQs de ‘Gavião Arqueiro’ será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais daDisney+. Renner apareceu pela última vez como o personagem titular na épica conclusão ‘Vingadores: Ultimato’.
Kate Winslet não é apenas um dos nomes mais conhecidos da atualidade, como também é uma das melhores atrizes de sua geração. Conhecida por inúmeros papéis icônicos, incluindo Rose DeWitt em ‘Titanic’, Clementine em ‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’ e Hanna Schmitz em ‘O Leitor’ (performance pela qual levou o Oscar de Melhor Atriz para casa), Winslet não apenas alcançou sucesso imensurável nas telonas, mas também emprestou sua versatilidade para a televisão – fosse como Mildred Pierce na série homônima do começo da década passada, fosse a Sra. Fillyjock na animação ‘Moominvalley’. Agora, anos depois de sua última aparição em uma produção live-action, a atriz está de volta com mais uma rendição incrível na pungente minissérie ‘Mare of Easttown’.
A obra, supervisionada pela HBO, já é interessante por, mais uma vez, apostar no gênero do drama criminal – dessa vez, nos levando à pequena cidade da Pensilvânia que empresta seu nome ao título. No centro desse melancólico e controverso vilarejo, Winslet insurge como Mare Sheehan, uma detetive sem papas na língua cujo principal objetivo é manter a ordem entre os seus vizinhos e, caso nada de errado aconteça, voltar para a casa que divide com a mãe (Jean Smart), com a filha (Angourie Rice) e com o neto, que passou aos seus cuidados após a aparente morte do filho mais velho, que lhe aparece em momentos mais catárticos e reveladores. Outrora uma famosa jogadora de basquete no colégio local, Mare é conhecida por todos e parece se arrastar para enfrentar os inúmeros problemas de todo dia.
A verdade é que a personagem é a encarnação clássica da anti-heroína literária, não por sua índole oscilante, e sim pelo jeito como se comporta perante os outros. Afastando-se do maniqueísmo datado entre a “mocinha” e a “vilã”, ela é um equilíbrio caótico entre os dois e, apesar de amar incondicionalmente sua família, não consegue deixar que certos problemas – como a desaprovação constante da mãe, a qual acolheu sob seu teto, e a personalidade gritante de Siobhan, a filha – impactem na engrenagem que construiu arduamente para viver dia após dia. Ela é apaixonada pelo trabalho – ou ao menos mente bem o suficiente para que acreditemos nisso; mesmo assim, sente-se presa em Easttown e, rendendo-se a uma perspectiva derrotista, perde as esperanças de algum momento deixá-la para trás. É por esse motivo que canaliza todas os sonhos frustrados para Siobhan, desejando que ela passe em uma faculdade e seja bem-sucedida o mais longe possível dali.
A pitoresca construção da cidade nos lembra vagamente de outras produções similares, como ‘Big Little Lies’ e ‘Home Before Dark’ – o que, por um lado, auxilia no processo de familiaridade com o público, e, por outro, deixa de apostar na originalidade. De fato, a performance irretocável de Winslet e todo o elenco é o suficiente para nos querer descobrir o que acontecerá nos próximos episódios, deixando os deslizes essencialmente para as aspirações artísticas: a paleta de cores restringe-se a um circunspecto azulado do inverno, enquanto os jogos de câmera são resquícios do constante apreço pelos dramas seriados e pelo suspense teatralizado, assemelhando-se a qualquer outra peça audiovisual que você consiga pensar.
No final das contas, é o roteiro plurinarrativo de Brad Ingelsby que permite a série alcançar a estrelas: Mare é o centro de uma intrincada máquina sociológica que parece não ver o que está à sua frente e, ao mesmo tempo, sofre com um caso que não conseguiu resolver – o desaparecimento de uma garota há um ano que ainda demonstra sequelas numa adoecida mãe e na busca por uma justiça que, de fato, nunca acontecerá. Porém, a personagem de Winslet não é a única a roubar os holofotes: temos também a presença virtuosa de Cailee Spaeny como Erin McMenamin, uma jovem mãe que vive às custas de um pai bêbado e é obrigada a aguentar as birras de um ex-namorado que a engravidou e não se importa com nada do que acontece a ela ou ao filho. Abandonada por aqueles que considerava serem seus amigos, Erin torna-se o mistério principal quando, ao final do episódio piloto, aparece morta no riacho que cruza a cidade.
É necessário dizer que o início da série é um tanto quanto comedido – e pode até mesmo cair no desgosto de certa parte dos telespectadores. Por enquanto, não há confirmação do que esperar os próximos capítulos, mas cada detalhe impresso no enredo é de importância, ao menos, para conhecermos as várias tramas e subtramas que unem forças por algo maior. Não é surpresa que Mare esteja em contato com cada coadjuvante dê as caras ao longo da iteração, compreendendo que a aplicação da lei não é preto-no-branco e tão fácil quanto se imagina – mas sim um constante estudo de caso que deve ser analisado em sua completude (como faz com o embate entre dois irmãos e até mesmo ao investigar um suposto homem que fica observando a casa de sua vizinha).
‘Mare of Easttown’ tem tudo para ser mais uma grande produção da HBO e, mesmo caminhando a passos curtos, já preparou o terreno para o que pode se transformar em um dos grandes mistérios do ano. E, caso a premissa não tenha te instigado, recomendo que confira a iminente estreia da série pela espetacular e majestosa atuação de Winslet.
Lana Wachowski retorna na cadeira de direção em uma história que promete recomeçar a incrível narrativa iniciada nos anos 1990, apresentando um mundo totalmente remodelado e recheado de reviravoltas que prometem revitalizar o panteão. E, pensando nisso, preparamos uma breve matéria com os principais pontos para prestar atenção no trailer – e o que esperar da narrativa.
Confira:
THOMAS
Reeves retorna como seu icônico personagem Neo, alter-ego do programador Thomas Anderson, pela primeira vez em nada menos que 18 anos. Aqui, o protagonista parece mergulhar novamente na Matriz, que o impede de entender o que é realidade e o que é ficção.
Mais do que isso, ele parece assustado com sonhos que mais se assemelham a memórias e que são engatilhadas por outras personas que aparecem na trama – como os vividos por Yahya Abdul-Mateen II e Jessica Henwick. Ao que tudo parece, Neo pode ter sido levado de volta à Matriz, suprimido da verdade que o cerca e mantido em um estado de apaziguamento mental que pode esconder as verdadeiras intenções de quem o colocou lá.
AS PÍLULAS
Uma das cenas mais clássicas do filme original é o momento em que Morpheus, vivido por Laurence Fishburne, oferece duas pílulas para Neo: caso ele tome a vermelha, a “realidade” em que vive se desintegra; caso opte pela azul, retorna à vida que tinha. Aqui, a trama se repete, trazendo Abdul-Mateen II como o responsável por retirá-lo da mentira que acredita ser seu cotidiano – e, como bem percebemos, Neo opta por descobrir a verdade.
Entretanto, a própria atmosfera do trailer parece nos prometer novos acontecimentos – o que pode indicar que as pílulas terão um efeito diferenciado do que tinham no filme de 1999. Ademais, precisaremos conferir o longa para descobrir o que acontece, de fato.
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Um aspecto bastante recorrente no trailer de ‘Matrix Resurrections’ foram as constantes homenagens ao clássico romance infantil ‘Alice no País das Maravilhas’, de Lewis Carroll. Além do livro mostrado na imagem acima, temos a música “White Rabbit”, da banda Jefferson Airplane, a tatuagem de coelho que pertence à personagem de Henwick e o fato de Neo atravessar um espelho (menção à ‘Alice Através do Espelho’).
A história em questão não é presença incomum na saga, visto que já foi referenciado tantos nos live-actions predecessores quando nas animações derivadas. Agora, está na hora de mergulhar mais fundo no buraco do coelho e ver o que aguarda Neo e os outros personagens.
TRINITY
Será que Trinity é real?
Essa foi uma das perguntas que fizemos a nós mesmos depois de assistir ao trailer de ‘Matrix Resurrections’. No começo do vídeo, vemos uma breve falha na matriz que indica que Thomas/Neo não está ficando louco ou se rendendo a alucinações; pouco depois de atravessar o espelho ao lado de Henwick, temos um momento cândido entre ele e Trinity (Anne-Moss). Entretanto, algo nos chama a atenção.
Como visto na imagem acima, percebemos que as feições de Trinity estão marcadas pelo código que forma a matriz. Isso significa que ela não está realmente ali com ele? Ou será que existem duas versões de uma mesma personagem? Afinal, nos momentos finais do trailer, Trinity aparece exibindo um poder imensurável – o que pode indicar que a Matriz arquitetou uma versão diferente da personagem para manter Neo por perto.
Outra possibilidade é que Trinity, acordada no primeiro filme e uma das responsáveis por trazer Neo de volta à realidade, também está sob o efeito controverso da Matriz, visto que, brevemente, aparece atada a diversos fios e cabos em um estado de sono induzido (ou até mesmo, prestes a acordar de um profundo sonho).
DISTOPIA ATUALIZADA
Em ‘Matrix’, Neo descobre que, após a guerra entre a humanidade e a tecnologia, as máquinas começaram a se nutrir da energia biolétrica dos humanos capturados, visto que não tinham acesso à luz solar, mantendo-os presos na realidade simulada que dá nome à franquia.
Apesar de termos sido apresentados a esse mundo distópico, ‘Matrix: Resurrections’ aumenta exponencialmente o dano que as máquinas causaram aos humanos e expande esse panteão de terror e de subserviência inconsciente, como visto em diversas cenas – incluindo a de cima. É bem possível que nossos heróis entrem em mais um conflito com as máquinas e tenham como objetivo destruir seu império e resgatar aqueles que sobreviveram.
‘How I Met Your Father‘, série derivada de ‘How I Met Your Mother‘, ganhou um novo vídeo promocional em que o elenco protagonista se reúne para revelar segredos de bastidores da produção.
Confira:
Lembrando que a primeira temporada chega no dia 09 de março ao Brasil e será lançada através do Star+.
No Rotten Tomatoes, o spin-off foi massacrado pela crítica internacional e amargou apenas 31% de aprovação, com nota 4.70/10 baseada em 35 reviews.. Os especialistas comentaram sobre o fato da série não ser engraçada e se valer muito de conexões com a original.
Confira:
“A única coisa que eu não esperava, criança, é o quanto eu não gostaria de ‘How I Met Your Father’ por uma simples razão: não é engraçado. Nem um pouco” – Rolling Stone.
A trama se passa em um futuro próximo, onde Sophie conta ao seu filho a história de como ela conheceu seu pai. O conto nos levará de volta ao ano de 2021, onde seguiremos Sophie (Duff) e seu grupo de amigos — Jesse (Lowell), Valentina (Raisa), Charlie (Ainsley), Ellen (Tran) e Sid (Sharma) —, que estão tentando descobrir quem são, o que querem da vida e como se apaixonar em uma era cheia de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.
A Marvel Studios divulgou um novo teaser oficial da aguardada sequência ‘Thor: Amor e Trovão’, trazendo o personagem titular (Chris Hemsworth) fazendo um discurso para seus aliados.
Em entrevista ao Total Film, Hemsworth confirmou que o filme vai explicar como o relacionamento entre o Thor e a Jane Foster (Natalie Portman) chegou ao fim, após os eventos de ‘Thor: O Mundo Sombrio‘.
“Nós nos divertimos muito explorando [o término do relacionamento deles]. Respondemos muitas perguntas que ficaram no ar após o fim do segundo filme, sobre como eles se separaram. Essa questão havia sido deixada para interpretação: quem terminou com quem? O que realmente aconteceu entre eles? Eles mantiveram contato? Como a relação terminou? Nós nos divertimos muito respondendo essas questões.”
Vale lembrar que a Jane desapareceu após os dois primeiros filmes do herói. Em ‘Thor: Ragnarok‘, a ausência da personagem foi explicada através de um diálogo rápido do Deus do Trovão: “Ela não terminou comigo, sabe? Eu terminei com ela. Foi um término mútuo.”
Parece que nós finalmente vamos saber o que realmente aconteceu entre os dois.
Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ chega aos cinemas nacionais no dia 07 de julho.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
Há um ano, a icônica cantora e compositora Adele fazia seu tão aguardado comeback com o álbum ’30. Considerado por muitos como o ápice artístico da carreira da performer, a produção nos apresentou a um lado mais amadurecido, marcado por decepções amorosas e por uma perspectiva mais simbólica e melancólica do mundo – talvez ainda mais que seus discos anteriores.
Além dos sucesso crítico, ’30’ fez um estrondo comercial ao redor do mundo, alcançando o topo da Billboard 200 e da Hot 100 (este último com o lead single“Easy On Me”). Ademais, a produção concorre a diversas categorias do Grammy Awards 2023, incluindo Álbum do Ano, Música do Ano e Gravação do Ano, tendo grandes chances de levar várias estatuetas para casa.
No dia de hoje, 19 de novembro, a obra faz seu primeiro aniversário e, para celebrá-la, montamos uma lista ranqueando todas as músicas da versão padrão do disco.
Veja abaixo e conte para nós qual a sua música favorita:
12. “WOMAN LIKE ME”
Não se enganem: ’30’, assim como boa parte da discografia de Adele, não tem quaisquer músicas ruins. Entretanto, é preciso dizer que algumas das faixas ficam um tanto quanto apagadas frente a poderosas canções que chamam muito mais a nossa atenção – que é o caso de “Woman Like Me”. Com mensagens poderosas, os deslizes ficam presos a uma estrutura que não é muito ousada e que parece pensada de última hora.
11. “I DRINK WINE”
“I Drink Wine” é uma favorita de muitos fãs ao redor do mundo, pelo fato da faixa falar sobre autoaceitação, perdão e amor próprio – algo que Adele lutou muito para compreender, tendo passado por diversos problemas ao longo da vida. A canção é muito bem produzida, mas esbarra em alguns problemas de fraseamento que mancham sua estrutura impecável; de qualquer forma, quaisquer obstáculos são ofuscados pela belíssima rendição da cantora, que nos arrebata para outro mundo.
10. “MY LITTLE LOVE”
A temática do amor, seja ele como for, aparece em peso na estrutura de ’30’, incluindo em “My Little Love”, uma cândida inflexão neo-soul e chamber folk que dialoga com a ótima “Remember Where You Are”, de Jessie Ware. Aqui, os vocais de Adele, que exaltam o poder de um coro gospel, servem como uma acalentadora história de ninar em que ela percebe que ainda tem “muito a aprender”, conforme dialoga com o filho, Angelo.
9. “CRY YOUR HEART OUT”
Não são apenas as baladas taciturnas que permeiam o álbum – muito pelo contrário: como bem fez em discos anteriores, a artista se sente confortável o bastante para o evocativo blues de “Cry Your Heart Out”, um hino de empoderamento produzido por Greg Kurstin, colaborador de longa de data de Adele que também participa de diversas outras tracks.
8. “EASY ON ME”
Enquanto a cantora posa como uma adorável e engraçada mulher, as faixas que compõe tiram nosso fôlego e pintam um retrato melancólico, por mais otimista que as mensagens criadas sejam. Com “Easy On Me”, ela faz a mesma coisa, mas com um teor um tanto quanto diferente e que representa um belíssimo amadurecimento que levou mais de meia década para acontecer: logo de cara, as pesadas notas do piano contrastam com a leveza e a suavidade de seus poderosos vocais; e, como se não bastasse, Adele reconhece o processo de renascimento pelo que precisava passar, endereçando a turbulência que passou com seu último relacionamento com os emocionantes versos “não tive a chance de sentir o mundo ao meu redor”.
7. “ALL NIGHT PARKING”
O interlúdio “All Night Parking” funciona como uma investida propositalmente anacrônica entre passado e presente, reunindo Adele com o lendário e saudoso Erroll Garner, ícone do jazz falecido em 1977. Aqui, ela fala sobre uma paixão que se constrói em um relacionamento à distância – e todas as borboletas no estômago que sentimos com essa empreitada inesperada, ainda que ela tenha um prazo de validade mais curto que o esperado.
6. “HOLD ON”
Se há algo que Adele sabe como fazer como ninguém, é construir músicas e versos que se relacionem com qualquer um que já tenha passado por algum trauma ou alguma tristeza gigantesca pela vida. “Hold On” é uma das canções que mais reafirma sua capacidade de compreender o mundo e os outros, erguendo-se como uma empática e quase minimalista track, movida pelo piano, pelo violão e por uma arrepiante performance de uma das maiores vocalistas da atualidade.
5. “CAN I GET IT”
Em “Can I Get It”, as escolhas instrumentais podem destoar um pouco das canções, mas serve como uma divisão entre dois atos muito bem definidos. Talvez o aspecto que nos mais chame a atenção seja o fato de ela insurgir como uma memorabilia que se alicerça em clássicos de Red Hot Chili Peppers e Oasis, apresentando um novo e interessante lado de sua personalidade.
4. “OH MY GOD”
Lançado como segundo single da obra, “Oh My God” é impecável do começo ao fim, não apenas por entrar em contraste com as conhecidas e pungentes baladas da artistas, mas por uma produção irretocável assinada por Kurstin. Aqui, temos a exaltação do gospel pop, com tudo a que temos direito: camadas superpostas de vocais impecáveis, palmas, órgão e um baixo estrondoso que fala por si só. Não é surpresa que Adele tenha decidido lançá-la como uma das músicas promocionais do álbum.
3. “TO BE LOVED”
Em ’30’, Adele parece deixar de lado as épicas produções de suas obras anteriores, apostando fichas em uma pessoalidade e uma intimidade nunca antes vista em sua carreira. Dentro desse escopo, “To Be Loved” insurge como uma das mais tocantes faixas do álbum, falando sobre o divórcio que a artista enfrentou, dando enfoque essencialmente ao seu poder vocal e guiando-se pelas notas ecoantes do piano – reafirmando-se não apenas como uma liricista, mas uma poeta.
2. “LOVE IS A GAME”
Assim como várias outras incursões do álbum, “Love Is a Game” é uma belíssima reflexão cinemática, movida pelo classicismo atemporal de uma ode à Era de Ouro de Hollywood – principalmente pela presença exuberante e emocionante de um arranjo de corda e de um baixo apaixonante. Facilmente uma das melhores entradas da carreira de Adele, a ideia por trás da faixa é analisar o amor como um “jogo para tolos jogarem” (incluindo-se nesse grupo), visto que se apaixonar é se machucar – e tudo isso vale a pena.
1. “STRANGERS BY NATURE”
Na abertura de ’30’, Adele apresenta “Strangers By Nature”, que marca uma inesperada colaboração com o vencedor do Oscar Ludwig Göransson (‘Rocky’, ‘Pantera Negra’) que demonstra uma paixão pela teatralidade. O verso “eu nunca vi o céu com esta cor antes” e a impactante presença de múltiplas camadas e de sintetizadores prestam a melhor das homenagens a Judy Garland e a Barbra Streisand, em uma ode musical que grita no próprio silêncio.
Através do Instagram, o astro Tom Holland (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) divulgou uma nova imagem oficial de ‘The Crowded Room’, série antológica da Apple TV+ que co-estrela ao lado de Amanda Seyfried (‘The Dropout’).
A produção estreará oficialmente no dia 9 de junho na plataforma de streaming.
A cada temporada, a atração será focada em histórias envolvendo casos da vida real de pessoas com transtornos mentais.
Holland dará vida a Danny Sullivan, inspirado em Billy Milligan, a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa de Transtorno de Personalidade Múltipla (também conhecido como Transtorno Dissociativo de Identidade).
O cineasta Akiva Goldsman, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme ‘Uma Mente Brilhante‘, será responsável pelo projeto.
Baseada na biografia ‘The Minds of Billy Milligan‘, de Daniel Keyes, a série é descrita como uma “emocionante antologia”, que irá explorar “as verdadeiras e inspiradoras histórias daqueles que lutaram e aprenderam a conviver com distúrbios mentais”.
A HBO Max divulgou um vídeo promocional de ‘Nossa Bandeira é a Morte‘, série de comédia estrelada por Taika Waititi e Rhys Darby.
O material explora o relacionamento entre Stede (Darby) e Ed (Waititi), além de nos preparar para a segunda temporada – que estreia em 05 de outubro na plataforma de streaming.
Confira:
David Jenkins é o criador da série e também entra como showrunner. Waititi fica responsável pelo episódio piloto.
Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.
Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.
Além disso, a plataforma de streaming confirmou o lançamento da produção para o dia 25 de abril.
Confira:
Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix– e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.
Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.
A produção chega em breve à plataforma de streaming, ainda sem data confirmada.
O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.
Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.
Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage(‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.
O roteiro da adaptação é escrito porSteve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).
Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.
Baseada no romance homônimo de Elin Hilderbrand de 2018, a trama promete um mistério envolvente e personagens cativantes e estreia na plataforma de streaming no próximo dia 05 de setembro.
A trama acompanha Celeste Otis, que, no dia 4 de julho está prestes a se casar com o homem perfeito, que por acaso é da família mais rica da região de Nantucket, Massachusetts. Mas quando um corpo é descoberto flutuando no porto na manhã do casamento, todos na festa se tornam suspeitos.
O filme ‘Emilia Pérez’, estrelado por Selena Gomez, Zoe Saldaña, Karla Sofía Gascón e Adriana Paz, já chegou aos cinemas brasileiros.
Agora, trazemos a vocês a crítica em vídeo dessa polêmica produção.
Confira:
Lembrando que o longa conquistou nada menos que treze indicações ao Oscar 2025 – incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Jacques Audiard, Melhor Atriz para Karla Sofía Gascón e Melhor Atriz Coadjuvante para Zoe Saldaña.
Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.
“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.
‘The Old Guard 2’, sequência do filme de ação estrelado por Charlize Theron, finalmente chegou à Netflix.
O longa-metragem foi lançado hoje, 2 de julho, na plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
Dirigido por Victoria Mahoney, o filme mostra Andy (Charlize Theron) e seus guerreiros imortais enfrentando um novo inimigo que ameaça a existência da raça humana.
Além de Teron, o filme também terá outros retornos com o elenco sendo contando com Matthias Schoenaerts(Booker), KiKi Layne(Nile Freeman), Marwan Kenzari(Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’) são as novas adições.
A cantora e compositora Taylor Swiftlançou hoje (28) uma nova versão de “The Fate of Ophelia”, lead single do álbum ‘The Life of a Showgirl’.
O remix foi produzido pela popular dupla The Chainsmokers.
Ouça:
Para promover o álbum, Swift também lançou uma produção cinematográfica intitulada ‘The Official Release Party of a Showgirl’. O longa-metragem conta 89 minutos de duração e chega aos cinemas nacionais em 24 de outubro.
O último álbum de Swift foi ‘The Tortured Poets Department’, que conquistou seis indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano.
Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’, ‘Folklore’ e ‘Midnights’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’, ‘Red’, ‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.
Segundo o Deadline, a HBO Max escalou seis novos membros ao elenco do drama ‘How to Survive Without Me’.
Scarlett Abinante (‘Animal Kingdom’), Genevieve Angelson (‘The Handmaid’s Tale’), Tommy Dewey (‘A Dona da Bola’), Matthew Kellison (‘Jimmy Kimmel Live!’), Colette Porch (‘Hal & Harper’) e Ella Rubin (‘Until Dawn’) farão parte do ambicioso projeto da plataforma de streaming.
‘How to Survive Without Me’ começa após o falecimento da matriarca Beverly (Wilson), mostrando a família De Angelis se sentindo perdida, sem saber como lidar com suas vidas complexas e em constante mudança sem a sua orientação. Mas, fiel ao seu estilo, Beverly encontrou uma maneira de continuar comandando tudo, mesmo depois de morta. Se quiserem vivenciar a obra final de Beverly, a família precisa encontrar tempo — e se esforçar — para permanecer unida e apoiar uns aos outros em todos os desafios que a vida ainda tem pela frente.
De acordo com o Comic Book, 12 das 30 celebridades mais populares do IMDb estão no elenco de ‘Stranger Things’, e Dacre Montgomery, intérprete de Billy, ocupa o primeiro lugar do ranking.
Num post em seu perfil do Instagram, o astro comemorou o acontecimento e compartilhou um pouco de sua trajetória na dramaturgia.
“A foto do IMDb é apenas um número. Mas #1 – 3 semanas seguidas – isso significa algo para mim. Ela tem valor, me dá esperança. Não vou desperdiçar as oportunidades que me foram dadas.”, disse o ator australiano.
Muitas pessoas comentaram no post, incluindo Millie Bobby Brown, que atualmente ocupa o segundo lugar no site.
“Ninguém merece isso mais do que você! Tão feliz por você ”, escreveu ela.
A terceira temporada de ‘Stranher Things‘ já está disponível naNetflix!
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
Em seu perfil do Instagram, o ilustrador Wesley Burt divulgou uma arte conceitual mostrando os diferentes visuais do Fat Thor (Chris Hemsworth).
O curioso é que as artes mostram o personagem ainda cego e usando um tapa-olho por cima da ferida causada por Hela em ‘Thor: Ragnarok’.
Na legenda, Burt disse que ficou surpreso quando lhe pediram para imaginar um Thor desleixado:
“Estas são algumas das primeiras artes conceituais que eu fiz para o Fat Thor em ‘Vingadores: Ultimato‘. Foi uma experiência louca imaginar sua jornada e seu estado emocional na época, pois nem tinham começado filmar ‘Ragnarok‘, mas eu precisava imaginar sua perda e cinco anos de lamentações, bebidas e sandálias crocs.”
Confira:
These are a couple of the early concepts I did for Thor in Endgame that made it thru, was a wild experience to imagine his journey & emotional state at the time, as even Ragnarok had barely begun filming yet, but I needed to embed the 5+ years of loss & ptsd. Also, #crocs. pic.twitter.com/9Qnoyfg28j
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
Em seu perfil do Instagram, a atriz Liv Tyler surpreendeu os fãs ao revelar que foi diagnosticada com Coronavírus na véspera do ano novo de 2021.
Já recuperada, a intérprete de Arwen em ‘O Senhor dos Anéis‘ aparece abraçada aos filhos, Sailor Gene e Lula Rose, após duas semanas em isolamento.
Na legenda, ele desabafou ao dizer que a experiência foi aterrorizante e ainda se sentiu culpada ao imaginar que poderia ter passado a doença para outras pessoas.
Apesar de se considerar uma pessoa tímida e que não revela acontecimentos pessoais, ela fez questão de deixar claro que este é um assunto que precisa ser tratato de forma pública.
Em parte da legenda, ela diz:
“Reencontrando meus amores… Essas duas semanas foram selvagens. Sou uma pessoa tão reservada e tímida, e geralmente não compartilho essas coisas, mas este é um grande problema e sinto que todos nós precisamos compartilhar informações para reunir fatos, conscientizar outras pessoas e mostrar que não estamos sozinhos.”
Ela continua:
“Eu testei positivo para o Covid-19 na véspera de Ano Novo. Que merda, eu tinha feito tudo certo ao longo de 2020 para manter a mim e a minha família em segurança. Fiz tudo o que pude para proteger minhas crianças e seguir as regras para proteger os outros. De repente, na manhã do último dia de 2020… Uma bomba me derrubou. Essa doença vem rápido e atinge como uma locomotiva… Aí surgem os sentimentos de medo, vergonha e culpa rodando sua mente… De quem você poderia ter contraído a doença? Para quem você passou? É um pensamento aterrorizante. Felizmente, o resto da minha família e amigos testaram negativos. Mas existem tantos elementos estranhos sobre esta doença, isso afeta a todos de maneira completamente diferente.”
Chegou ao catálogo daDisney+ uma série de curtas explorando os sons mais icônicos da saga, desde a ignição e os choques de sabres de luz, à respiração de Darth Vader e aos motores das principais naves apresentadas nos filmes.
Ao todo, são sete curtas, intitulados ‘Maravilha’, ‘Excitação’, ‘Lado sombrio’, “Lado luminoso’, ‘Bipes’, ‘Conexões’ e ‘Estranhezas‘.
Cada episódio varia entre 07 e 09 minutos de duração.
O anúncio foi feito por David W. Collins, sonoplasta-chege da Skywalker Sound.
Confira:
Surpresa! ‘Star Wars: Galaxy of Sounds‘ chegou ao catálogo da Disney+. Esses poemas sonoros/visuais são uma celebração do incrível trabalho dos sonoplastas da @skywalkersound. Aproveitem!”
Lembrando que a próxima estreia da Lucasfilm é ‘The Book of Boba Fett’, derivada de ‘O Mandaloriano’.
Com oito episódios confirmados, a obra tem lançamento agendado para o dia 29 de dezembro na Disney+.
Confira o primeiro cartaz oficial e os títulos dos capítulos:
Episódio 1: The Champion Episódio 2: The Assassin Episódio 3: The Syndicate Episódio 4: The Battleground Episódio 5: The Homeworld Episódio 6: The Warlord Episódio 7: The Showdown Episódio 8: The Hunter
Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.
Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.
Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.
E aí, você está ansioso pela estreia?
A série vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.
Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.
“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filonie Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.”
Um dos momentos mais marcantes de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ é quando Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) viaja à Terra 838 e conhece os Illuminati, os heróis daquela realidade.
A equipe é formada por Charles Xavier (Patrick Stewart), Sr Fantástico (John Krasinski), Capitã Carter (Hayley Atwell), Capitã Marvel (Lashana Lynch), Barão Mordo (Chiwetel Ejiofor) e Raio Negro (Anson Mount).
E, agora que já faz mais de um mês da estreia, o Comic Book divulgou uma imagem inédita da equipe, que faz parte da coleção Marvel Clothes.
A peça está disponível no site da Amazon por US$ 24.99
A Apple TV+ divulgou o primeiro pôster oficial de ‘Silo‘, série pós-apocalíptica de drama que estrela Rebecca Ferguson (‘Duna’) e Tim Robbins (‘Um Sonho de Liberdade’).
A produção é uma adaptação da série de livros de mesmo nome, escritos por Hugh Howey.
Em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette (Rebecca Ferguson) começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
Na imagem, vemos Juliette subindo uma escada que diz:
“A verdade vai aparecer.”
Confira, junto com o teaser:
A produção contará com 10 episódios, e está prevista para estrear na Apple TV+ no dia 5 de maio.
A pré-produção de ‘Superman – O Legado‘ está bem encaminhada, com o diretor James Gunn começando a completar o elenco antes do início oficial das gravações, que serão iniciadas em março do ano que vem.
Como os fãs estão bastante curiosos, muitos deles já estão entrando em contato com Gunn para saberem quando será revelado o novo traje do Homem de Aço, vivido por David Corenswet(‘Pearl’).
Através do Threads, o cineasta foi questionado com a seguinte pergunta:
“Olá James, gostaria de saber onde você está no processo de criação do figurino e da música do Superman.”
Em reposta, Gunn disse que:
“O figurino está quase pronto, mas ainda estamos indo e voltando em alguns elementos. Grande parte da trilha sonora – talvez até a maioria dos temas principais – já foi escrita.”
Já Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor, enquanto Rachel Brosnahan será Lois Lane, repórter do Planeta Diário a par romântico do Superman.
Lembrando que ‘Superman: O Legado’ tem estreia marcada para julho de 2025.
Autor de histórias de terror tem uma relação muito longa com produções fora do cinema
Em sua agenda de produções futuras, o serviço de streaming Apple Plus lançou o trailer de Lisey’s Story; suspense protagonizado por Julianne Moore baseado no livro Love: A História de Lisey lançado em 2006 e assinado pelo mestre do terror. O relacionamento entre Stephen Kinge adaptações de seus livros é algo bastante único quando postos ao lado de outras produções baseadas em obras preexistentes.
Desses projetos nasceram obras históricas para o cinema como O Iluminado, Carrie – A Estranha e Um Sonho de Liberdade e outras tidas como verdadeiros exemplos de como não realizar um filme; dentre eles havendo Comboio do Terror, Torre Negrae A Maldição. Fato é que o repertório de adaptações envolvendo propriedades de Stephen King é tão extenso quanto sua própria bibliografia com mais de cinquenta obras.
Sendo assim, bora lembrar três produções baseadas na escrita de King que mesmo não possuindo orçamentos tão vantajosos quanto os longas que fizeram história no cinema, de uma forma ou de outra ficaram guardados na memória do público.
Tem muita lenda por aí mas o ódio que o autor sentia pela adaptação realizada por Stanley Kubrick em 1980 definitivamente não é uma delas. King sempre considerou que a visão dispensada pelo cineasta para esse livro em específico não só era bastante injusta com a personagem Wendy (esposa do protagonista Jack) como também, do ponto de vista dele, havia deixado de lado toda a subtrama do protagonista ser um alcoólatra em recuperação.
A versão para televisão do clássico livro tinha a promessa de ser mais fiel ao material fonte.
Esse fator era muito importante para ele pois O Iluminado foi escrito em um período muito conturbado da vida de King; quando ele atravessava uma fase de tratamento ao alcoolismo e viu na escrita uma forma de terapia. Dessa maneira, Jack se torna uma extensão de um problemático Stephen dentro daquela história. Para tentar corrigir esse “erro” (muitas aspas aqui) o autor ofereceu um roteiro para uma minissérie ao canal ABC, aonde já havia realizado parcerias bem sucedidas no passado.
Tendo já sido concebido à sombra do filme de Kubrick, além da interpretação deixada por Jack Nicholson no papel principal, o projeto teve muita dificuldade em sair do papel; as opções sugeridas hesitavam em embarcar em uma ideia que automaticamente seria sempre comparada a um clássico do terror. Eventualmente ele encontraria na figura de Steven Webber um Jack Torrance mais próximo da visão do autor. O Iluminadode 1997 é até hoje uma experiência mista: enquanto que é fácil notar uma conexão maior com o livro, o mesmo pode ser dito da limitação financeira. Se o filme de 1980 utilizava muito mais jogo de câmera e narrativa do que efeitos especiais, a produção televisiva vai pelo caminho inverso e abandona a sutileza em prol do uso de CGI (que definitivamente não envelheceu bem).
2) Carrie – A Estranha (2002)
A versão clássica conduzida por Brian De Palmaem 1976 possui uma ligação mais harmoniosa com o criador original, não existindo um histórico de declarações negativas de King sobre o filme. Por volta de 2002 o canal de televisão NBC encomendou uma adaptação do livro homônimo de 1974 sem qualquer ligação com o filme de 1976. À altura daquele ano a propriedade em torno do livro se recuperava do fracasso que fora The Rage: Carrie 2 (A Maldição de Carrie, no Brasil), uma pretensa tentativa de continuar a história do filme de De Palma.
A versão de 2002 foi o primeiro contato de muitos com a trágica história de Carrie.
Bryan Fuller (hoje conhecido por séries como Hannibale Deuses Americanos) foi escolhido para redigir um roteiro enquanto que a direção ficou a cargo de David Carson (cujo projeto mais conhecido é o longa Star Trek Generations) gerando assim um filme que entrega exatamente o que se esperava dele; um projeto com orçamento limitado que, mesmo tendo o desejo de ser o mais fiel possível ao livro de King, também tinha que cumprir uma função de piloto para um possível novo seriado e, portanto, necessitando tomar certas decisões criativas para gerar mais história.
A adaptação também sofreu muito na hora de transpor a temática do bullying sofrido por Carrie e a eventual vingança dela, pois há apenas alguns anos antes ocorrera o massacre na escola de Columbine, o que tornava esse tipo de assunto especialmente problemático.
Certamente o mais memorável dentre todas as humildes interpretações dos livros de Stephen King para a televisão, It – A Coisa (subtitulado à época “Uma Obra-Prima do Medo”) é uma espécie de Santo Graal desse nicho; seja por motivos positivos, seja por outros nem tão positivos. Acontece que adaptar o calhamaço com mais de mil páginas é uma tarefa difícil até mesmo para uma grande produção de Hollywood (como ficou evidente anos depois) devido às diversas propostas abordadas pelo enredo; indo de drama adolescente, passando por um suspense de assassinatos em série, até chegar em terror cósmico.
Longe de ter um alto valor de produção, a versão de 1990 para “It – a coisa” ainda detém elementos memoráveis.
Seguindo a mesma receita prévia de orçamento limitado e, por consequência, um elenco bastante barato, essa despretensiosa produção alcançou um estranho status cult graças a performance de Tim Curry. O ator já possuía uma carreira consolidada previamente com The Rocky Horror Picture Show, Os Sete Suspeitos e Caçada ao Outubro Vermelho mas com o despretensioso It ele marcou a memória do público por sua versão do palhaço Pennywise graças à combinação de um ótimo trabalho de maquiagem e um tom humorístico que se revezava constantemente com a ameaça de uma cena violenta.
Com isso a noção desse Pennywise como sendo uma ameaça sobrenatural é substituída, em alguns momentos, por uma de que ele é uma ameaça mais real; alguém simplesmente vestido de palhaço, contribuindo assim para uma maior aproximação (mesmo que indesejada) entre o antagonista e o público. Mesmo que o resultado final da obra como um todo tenha entregue uma versão bem condensada, até apressada, do colosso que é o livro, é a interpretação de Curry que perdura.
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