Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade. Se você ouvir esse nome por aí, talvez não sabia de quem se trata. No entanto, se falarmos Baby do Brasil – ou mesmo Baby Consuelo, como foi conhecida boa parte de sua carreira – as lembranças logo chegam. 18 anos depois do início do projeto, o documentárioApopcalipse Segundo Baby, chegou às telonas brasileiras antes da sua estreia em circuito, através do CineOP.
Com roteiro e direção de Rafael Saar, a obra toma um rumo corajoso desde seu início, fugindo de referências documentais conhecidas para se chegar em uma narrativa intensa, cheia de imagens e movimentos. Essa busca pela originalidade, na tentativa de traduzir o abstrato de uma personalidade plural, marcada por autorreflexões de Baby, segue apenas por essa perspectiva, com a ajuda de registros de apresentações marcantes.
De Niterói a Salvador, passando por uma experiência marcante em Santiago de Compostela – ex-integrante do grupo Novos Baianos, que alcançou o sucesso ao longo dos anos 1970 – vai contando a sua própria história que atravessou gerações na Música Popular Brasileira. Com uma personalidade que causa impacto em segundos, a artista de 73 anos tem sua trajetória marcada pela espiritualidade e pela subjetividade. Um mérito do projeto é tentar jogar luz nesse campo abstrato, estabelecendo caminhos e diálogos com o universo psicodélico.
Nesse livro aberto de memórias, desabafos e confissões, vamos conhecendo melhor essa artista que nunca chegou ao anonimato, intercalando sua vida pessoal com a profissional. No entanto, a escolha do modelo narrativo faz com que a obra se resuma a uma nota só. Ao longo de quase duas décadas realizando pouco a pouco esse trabalho, Saar reuniu um arquivo poderoso e potente, que busca ser um grande complemento para tudo que é dito, mas por vezes naufraga na falta de bifurcações críticas – possíveis contrapontos que poderiam enriquecer a obra.
Mesmo irregular, o documentário apresenta qualidades. Uma delas é que é feito para todos: tanto para fãs quanto para quem não conhece esse ícone da MPB. Não é nenhum absurdo pensar que, após a sessão, muitas pessoas vão se interessar em ouvir as dezenas de canções que marcaram a vida dessa artista inigualável.
Apopcalipse Segundo Babyjoga todas suas cartas na tradução de uma personalidade indecifrável e acaba acertando na eterna caminhada de uma artista sempre em busca de se encontrar.
O longa-metragem será lançado no circuito norte-americano em 25 de setembro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Confira:
O longa é escrito e dirigido por Bassam Tariq (‘A Isca’).
Na trama…
Após a morte de sua esposa, um assassino de aluguel profundamente religioso embarca em uma jornada desesperada por Houston para proteger seus filhos, enfrentando as forças que o cercam — e as crenças que ameaçam desmoronar em seu interior.
O Apple TV divulgou um teaser inédito de ‘Lucky‘, série de suspense estrelada pela vencedora do Globo de Ouro Anya Taylor-Joy.
Com um elenco estelar que inclui Annette Bening, Timothy Olyphant, Aunjanue Ellis Taylor, Drew Starkey, Clifton Collins Jr. e William Fichtner, a produção tem estreia marcada para 15 de julho, com a exibição dos dois primeiros episódios.
‘Lucky’ é baseada no livro homônimo de Marissa Stapley, da lista de mais vendidos do New York Times. Na trama, quando um assalto multimilionário dá errado, a golpista Lucky (Taylor-Joy) é obrigada a fugir. Procurada pelo FBI e por um implacável chefe do crime, Lucky precisa lutar por sua vida, e por uma saída.
Além de estrelar, Taylor-Joy também entra como produtora executiva ao lado de Reese Witherspoon e Jonathan Tropper.
Este será o primeiro projeto da atriz nas telinhas desde o sucesso de ‘A Rainha do Gambito‘, que lhe rendeu indicações ao Emmy, Globo de Ouro e SAG Awards.
Tropper (‘See’) atuará como showrunner ao lado de Cassie Pappas (‘Silo’).
Foi divulgado um novo vídeo promocional da vindoura animação ‘O Bosque Selvagem‘ (Wildwood).
O material nos leva aos bastidores da ambiciosa produção da LAIKA, referência no gênero do stop-motion, e mostra como o impecável cenário foi trazido à vida.
Confira:
A trama acompanha a determinada adolescente Prue McKeel, que embarca em uma missão desesperada de resgate depois que seu irmão caçula é sequestrado por um bando de corvos. Acompanhada por seu colega de classe desajeitado, mas leal, Curtis Mehlberg, Prue navega por um mundo habitado por animais falantes, bandidos e figuras poderosas movidas pela dor e pela ambição. À medida que a dupla é arrastada para um conflito que ameaça o equilíbrio da própria floresta, Prue precisa descobrir uma força e uma crença que jamais soube que possuía. Para salvar seu irmão e proteger o frágil futuro do Bosque Selvagem, ela terá de arriscar tudo.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de outubro.
A produção é baseada na saga fantástica infantil homônima assinada por Colin Meloy e ilustrada por Carson Ellis.
O indicado ao Oscar Chris Butler, que escreveu os filmes ‘ParaNorman’, ‘Kubo e as Cordas Mágicas’ e ‘Link Perdido’ para a companhia, fica responsável pelo roteiro. Travis Knight entra como diretor.
O Apple TV divulgou um teaser inédito da 4ª temporada da aclamada comédia ‘Ted Lasso‘.
No próximo ciclo, Ted (Jason Sudeikis) retorna a Richmond para enfrentar seu maior desafio: treinar um time de futebol feminino da segunda divisão. Ao longo da temporada, Ted e a equipe aprendem a agir por impulso, arriscando tudo de maneiras que nunca imaginaram.
A nova temporada estreará no serviço de streaming no dia 5 de agosto.
Segundo a sinopse oficial, a quarta temporada acompanha Ted retornando a Richmond para enfrentar seu maior desafio até agora: treinar um time feminino da segunda divisão do futebol inglês. Ao longo dos episódios, ele e suas novas jogadoras serão forçados a “dar o salto antes de olhar”, encarando riscos e oportunidades inesperadas.
O musical ‘tick, tick… BOOM!’ chega a São Paulo para uma curta temporada entre 9 e 19 de julho, no Teatro Viradalata. Após temporada de sucesso no Rio de Janeiro, a produção da Play It! Produções leva à capital paulista uma nova montagem da obra, considerada um dos musicais mais emocionantes e pessoais do teatro musical contemporâneo.
Aclamado desde sua estreia Off-Broadway, o espetáculo recebeu sete indicações ao Drama Desk Awards, incluindo Melhor Musical, e conquistou o Outer Critics Circle Award de Melhor Musical Off-Broadway. Os ingressos estão à venda pela Sympla.
Poucas obras retratam com tanta honestidade as dúvidas, as angústias e as esperanças de quem decide perseguir um sonho artístico quanto ‘tick, tick… BOOM!’. Escrita por Jonathan Larson, criador do premiado musical ‘Rent’, a obra nasceu de experiências pessoais do autor e acompanha Jon, um jovem compositor prestes a completar 30 anos que tenta concluir o musical que poderá mudar sua trajetória enquanto enfrenta as incertezas da vida adulta. Dividido entre a estabilidade e o desejo de viver da arte, ele se vê diante de escolhas que colocam à prova seus relacionamentos, suas convicções e o próprio futuro.
Embora ambientado no início da década de 1990, o musical permanece atual ao abordar temas como ansiedade, propósito, frustrações profissionais e o peso das decisões que acompanham a vida adulta. Com humor, emoção e uma trilha sonora vibrante, a obra transformou inquietações pessoais em uma narrativa universal, capaz de dialogar com artistas e com qualquer pessoa que já tenha se perguntado se está no caminho certo.
A encenação aposta na proximidade entre artistas e plateia para transformar o público em parte da jornada de Jon. Cenário, figurinos, movimentação e construção das cenas foram concebidos para criar uma experiência imersiva, aproximando os espectadores dos conflitos, sonhos e emoções vividos pelo protagonista. A atmosfera é potencializada por uma banda formada por quatro músicos que executam ao vivo as composições de Larson, preservando toda a força e a energia da trilha original. A formação é composta por Thalyson Rodrigues (piano e regência), Ingrid Cavalcanti (baixo elétrico), Jorge Ervolini (guitarra e violão) eKiko Andrioli (bateria), que conferem ainda mais potência e dinamismo às canções que conduzem a narrativa.
O alcance da obra foi ampliado em 2021, quando ‘tick, tick… BOOM!’ ganhou uma adaptação cinematográfica dirigida por Lin-Manuel Miranda, em sua estreia como diretor. Estrelado por Andrew Garfield, o longa recebeu elogios da crítica internacional, conquistou duas indicações ao Oscar e rendeu ao ator o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Comédia ou Musical, apresentando Larson e sua trajetória a milhões de espectadores ao redor do mundo.
Produzido pela Play It! Produções, empresa carioca dedicada ao desenvolvimento de novos talentos do teatro musical, o espetáculo reúne uma equipe formada por artistas de diferentes trajetórias para revisitar uma obra que segue emocionando plateias ao transformar sonhos, frustrações e escolhas em uma narrativa profundamente humana. Mais de três décadas após sua criação, ‘tick, tick… BOOM!’ reafirma seu lugar entre os títulos mais sensíveis e marcantes do teatro musical contemporâneo.
A rainha do popMadonna lançou recentemente a inédita “Read My Lips”, que não apenas integra o vindouro álbum ‘Confessions II’, como faz parte da trilha sonora da Copa Mundial da FIFA 2026.
A track, em sua versão bilíngue, foi feita em colaboração com o cantor colombiano Feid.
Confira:
O álbum, que serve como sequência do aclamado ‘Confessions on a Dance Floor’, tem lançamento agendado para o dia 3 de julho e conta com 12 faixas na versão padrão, incluindo “I Feel So Free”, “Bring Me Love” (ao lado de Sabrina Carpenter) e “Love Sensation”.
O projeto ainda marca mais uma parceria entre Madonna e Stuart Price, que produziu o disco original.
1. I Feel So Free 2. Good for the Soul 3. One Step Away 4. Bring Your Love 5. Danceteria 6. Read My Lips 7. Every Thing 8. Love Without Words 9. Bizarre 10. School 11. Fragile 12. My Sins Are My Savior
‘Confessions on a Dance Floor’ foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”, “Sorry” e “Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como Beyoncé, Lady Gaga e Britney Spears.
O próximo ciclo será baseado no segundo volume da saga literária, Um Verão Radiante.
“A repercussão de ‘Depois Daquele Ano’ tem sido verdadeiramente extraordinária, ressaltando o apelo universal da narrativa de Carley Fortune e a profunda conexão que o público estabeleceu com o universo de Barry’s Bay,” declarou Peter Friedlander, chefe do departamento de Televisão Global da Amazon MGM Studios. “Somos imensamente gratos a Carley, Amy B. Harris, ao nosso elenco e equipe criativa excepcionais e aos fãs apaixonados que abraçaram esta série em todo o mundo. Estamos empolgados em retornar a Barry’s Bay e trazer ao público mais um capítulo profundamente emocionante e inesquecível.”
Sem data de estreia, a segunda temporada deve ser lançada apenas em 2027.
A história, descrita como “romântica e nostálgica”, se passa ao longo de seis anos e uma semana na charmosa cidade fictícia de Barry’s Bay, um típico refúgio à beira do lago. Lá, um relacionamento que nasceu em verões ensolarados será testado pelo tempo, pelas escolhas e pelos fantasmas do passado.
A adaptação é estrelada por Sadie Soverall (Saltburn, Fate: The Winx Saga) no papel de Percy e Matt Cornett (High School Musical: The Musical: The Series) no papel de Sam, o par romântico da história.
Além de Soverall e Cornett, o elenco conta com: Aurora Perrineau (KAOS, Westworld) como Chantal; Abigail Cowen (Fate: The Winx Saga, The Ritual) como Delilah; Michael Bradway (Chicago Fire) como Charlie; Joseph Chiu (Rua do Medo: Rainha do Baile) como Jordie.
Amy B. Harris assume o papel de showrunner. Ela tem um histórico consolidado com a Amazon MGM Studios, onde possui um acordo global de desenvolvimento. Ela também foi responsável por séries como ‘The Wilds‘ (Prime Video), ‘The Carrie Diaries‘ (prequel de Sex and the City) e atuou como produtora e roteirista na série original ‘Sex and the City‘. Outras passagens notáveis de Harris incluem ‘Gossip Girl‘, ‘Designated Survivor‘ e ‘The Comeback‘.
Além de Harris, estão na produção executiva a própria Fortune, Lindsey Liberatore, Amy Rardin e John Stephens.
De acordo com o Deadline, o live-action de ‘Supergirl‘ deve fracassar em sua estreia nos cinemas norte-americanos.
O longa deve abrir abaixo das projeções nos EUA, com apenas US$ 40 milhões, sendo desbandado pela animação ‘Toy Story 5‘.
Internacionalmente, a produção deve acrescentar entre US$ 25-35 milhões através de 78 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 62-77 milhões.
É um desempenho decepcionante para uma produção orçada em US$ 170 milhões (sem contar os custos de marketing).
Dividindo a opinião dos críticos – com 57% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também não parece ter agradado muito os espectadores, recebendo uma nota B- no CinemaScore. Para termos de comparação, fracassos recentes do gênero alcançaram médias maiores – como ‘As Marvels‘ (B), ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (B), ‘The Flash‘ (B) e ‘Adão Negro‘ (B+).
Vale lembrar que o live-action do ‘Superman‘ recebeu uma nota A- do público no CinemaScore.
‘Supergirl‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Estrelado por Alcock, o filme mostra o que acontece quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar uma perigosa batalha, e a Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
O Prime Video divulgou o primeiro teaser trailer do filme ‘A Hipótese do Amor‘ (The Love Hypothesis), baseado no romance homônimo de Ali Hazelwood.
Estrelado por Lili Reinhart (‘As Golpistas’) e Tom Bateman (‘Assassinato no Expresso do Oriente’), o longa será lançado no serviço de streaming no dia 23 de setembro.
Na trama, Olive Smith (Reinhart), uma dedicada candidata ao doutorado em Biologia, e o renomado – e temido – professor Dr. Adam Carlsen (Bateman) decidem embarcar em um relacionamento falso. Mas, à medida que as aparências se confundem com a realidade, suas teorias cuidadosamente calculadas sobre o amor começam a ruir, abrindo espaço para sentimentos inesperados.
Publicado em 2021, ‘A Hipótese do Amor’ permaneceu por 10 meses na lista dos mais vendidos do New York Times e foi publicado em 40 países. Originalmente adquirido para publicação pela editora Sarah Blumenstock, da Berkley, o livro também foi eleito o melhor romance do ano pela Amazon.
Em um recorte que apresenta figuras icônicas como um elo para olhares intimistas, chegamos no segundo dia de exibições da CineOP 2026 até o simpático curta-metragem documental Voltamos a Apresentar: O Popular Gil Gomes, selecionado para a Mostra Contemporânea de Curtas.
João Bertolucci é um senhor boa praça, conhecido por toda Boituva, no interior de São Paulo, que exerce há algumas décadas a mesma profissão: locutor de eventos e promoções, de farmácias a funerárias. Mas há um detalhe que chama a atenção: ele imita a voz e o gestual de Gil Gomes, famoso repórter policial que marcou a década de 1990.
Com esse personagem peculiar em mãos, os cineastas Ariel Serrão e Tainá Lima constroem, em 11 minutos, uma narrativa que percorre a rotina e as histórias de seu protagonista através de imagens de arquivo e pequenas gravações realizadas quando ele já estava próximo de deixar a vida que sempre levou.
Pensando em linguagem cinematográfica, nada novo é apresentado, mas nada que impeça uma experiência repleta de simbolismos e que, de alguma forma, toca o coração. Pelas memórias que acumulou por meio de seu trabalho, somos testemunhas de uma figura que viveu intensamente o caminho que descobriu para se tornar icônica, jogando ao mundo – ou, pelo menos, a todos em sua cidade – uma generosa lembrança coletiva.
Conforme vamos descobrindo essa história, que deixa um gostinho de quero mais quando percebemos se aproximar do fim, compreendemos que o caminho adotado é o de um gesto de homenagem, esquecendo talvez de modelar, com mais preponderância, camadas mais profundas que liguem o personagem de forma mais coesa ao sentido de identidade, propósito e vida.
O suspense ‘Refém por um Fio‘ (Dead Man’s Wire), estrelado por Bill Skarsgard (‘IT: Bem-Vindos a Derry’), ganhou o primeiro trailer.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de agosto, pela Diamond Films.
A trama é inspirada em eventos reais e retrata o sequestro por Tony Kiritsis na década de 1970 de seu hipotecário bancário, exigindo não apenas uma grande quantia de dinheiro em troca de seu refém, como também um pedido de desculpas.
Mais detalhes sobre o quinto filme da franquia não foram revelados.
‘Shrek’ tornou-se uma das produções mais conhecidas do século e conta com quatro longas-metragens e uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Gato de Botas’. Os seis filmes desse universo cinemático arrecadaram nada menos que US$4,01 bilhões ao redor do mundo.
As discussões a respeito do uso deInteligência Artificial (IA) em Hollywood ganharam novos e polêmicos contornos. A Hasbro, empresa responsável pelo clássico infantil ‘Peppa Pig’, está solicitando que os atores mirins da animação cedam os direitos de suas vozes para o uso de IA por meio de novas cláusulas contratuais.
De acordo com informações do Deadline, fontes da indústria afirmam que cláusulas envolvendo IA estão se tornando cada vez mais comuns em contratos de produções infantis para TV e cinema. No entanto, a adoção dessas condições em uma marca do tamanho de ‘Peppa Pig’ acendeu um forte sinal de alerta e gerou profunda preocupação no setor.
Em resposta imediata, quase mil pessoas já assinaram uma carta aberta organizada pela Associação de Agentes de Jovens Artistas (AYPA), condenando o uso dessas cláusulas em uma “franquia infantil internacional”. Embora o documento não cite diretamente a animação e a AYPA tenha se recusado a identificar o projeto, fontes do setor confirmaram ao Deadline que a produção em questão é a famosa série da porquinha.
Na prática, a cláusula contestada permitiria que a Hasbro clonasse a voz de uma criança e utilizasse o material gerado por IA em conteúdos comerciais e ativos de toda a franquia por tempo indeterminado. Segundo a AYPA, os agentes frequentemente buscam orientação sobre o tema e relatam que os termos costumam ser apresentados sob a lógica do “aceite ou deixe”, pressionando pais e responsáveis a assinarem para que as crianças não percam o emprego.
Confira abaixo os principais trechos da carta aberta da AYPA, direcionada a executivos de estúdios, produtores e equipes de elenco:
“Escrevemos em um momento em que a inteligência artificial já é tema de intensos debates e preocupações em toda a indústria. Recenemente, um grande estúdio responsável por uma franquia infantil internacional e por uma série animada de longa duração ofereceu contratos a atores mirins exigindo que concordassem com o uso de IA, permitindo que suas vozes fossem utilizadas em todos os ativos comerciais da franquia. A recusa em remover essa cláusula, acompanhada de uma postura de ‘aceite ou deixe’, nos levou a escrever esta carta para deixar claro que isso não será aceito”, escreveram.
A associação reforça que o uso de ferramentas de clonagem em menores de idade ultrapassa limites éticos e legais do mercado de trabalho artístico.
“Quando o intérprete é uma criança, o consentimento deve ser tratado com o máximo cuidado. Crianças não podem fornecer consentimento legal plenamente informado, e a aprovação de um pai ou responsável nunca deve servir como autorização irrestrita para capturar, clonar, treinar ou reutilizar a voz de uma criança indefinidamente”, afirma o documento.
“Qualquer acordo envolvendo a voz de uma criança deveria estar totalmente isento de qualquer uso de inteligência artificial. Nenhuma criança deveria ter sua identidade profissional futura moldada por um modelo de IA criado antes que ela tivesse idade suficiente para compreender suas consequências. Rejeitamos todos os contratos que exijam que artistas infantis cedam seus direitos de voz indefinidamente e sem limites”, destacou.
Procurada para se posicionar sobre o manifesto e o teor dos novos contratos, a empresa preferiu não entrar em detalhes sobre a produção de ‘Peppa Pig’.
Um porta-voz da Hasbro declarou oficialmente: “A Hasbro está ciente da carta aberta que circula sobre cláusulas de IA em contratos de artistas infantis. Não podemos comentar negociações específicas ou acordos contratuais”.
O representante acrescentou que a empresa deseja conduzir as discussões sobre novas tecnologias de forma ética: “A proteção dos artistas infantis é parte fundamental da identidade da Hasbro. À medida que os padrões da indústria em relação à IA continuam evoluindo, estamos comprometidos em lidar com essa questão de forma responsável e transparente”.
‘Supergirl’ já está em cartaz nos cinemas nacionais e, apesar de ser inspirado na aclamada HQ “Supergirl: Mulher do Amanhã”, faz uma mudança significativa nos momentos finais da história de Kara Zor-El. Agora, o diretorCraig Gillespie revelou que a decisão partiu diretamente de James Gunn, copresidente da DC Studios.
Segundo o ComicBookMovie, no desfecho do longa, Kara esfaqueia e mata Krem das Colinas Amarelas, para a satisfação de um Lobo fumando seu tradicional charuto. A escolha surpreendeu muitos fãs, já que a prima do Superman sempre foi retratada como uma heroína que evita tirar vidas.
Nos quadrinhos, o desfecho é bem diferente. Kara implora para que Ruthye não se torne uma assassina e resiste ao impulso de matar Krem. No fim, o vilão é condenado a 300 anos na Zona Fantasma, reforçando uma das principais mensagens da HQ: a vingança não resolve nada. Além disso, a decisão aproxima a Supergirl dos princípios morais do Superman, que também não mata seus inimigos.
Em entrevista recente,Craig Gillespie defendeu a mudança e confirmou que ela fazia parte da visão de James Gunn para a personagem.
“Isso estava no roteiro desde o começo. Eu me reuni com James, conversamos sobre isso, e ele foi irredutível. Acho que foi uma decisão incrível. Considerando o tipo de filme que estávamos fazendo e para onde a personagem estava caminhando, ela precisava passar por essa jornada emocional. Não havia outra conclusão lógica para o que ela faria”, explicou.
O diretor também revelou que, durante a produção, surgiu a possibilidade de gravar um final alternativo caso a decisão fosse mal recebida nas exibições-teste.
“Ao longo da produção surgiram comentários do tipo: ‘Será que deveríamos gravar uma versão reserva? E se as exibições-teste não forem bem?’. Mas James dizia o tempo todo: ‘Não, não precisamos de um plano B. Está tudo certo.’ E eu pensava: ‘Você não precisa me convencer duas vezes!'”, acrescentou.
Vale lembrar que o debate sobre heróis matarem ou não seus vilões é um dos temas mais recorrentes entre os fãs de histórias em quadrinhos. Diversos roteiristas já exploraram esse dilema ao longo das décadas, e tudo indica que James Gunn pretende levar essa discussão para o novo DCU. Caso isso aconteça, a decisão de Kara pode ter consequências importantes nas próximas produções do universo compartilhado.
Estrelado por Alcock, o filme mostra o que acontece quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar uma perigosa batalha, e a Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
‘Motor City’, novo longa de ação estrelado por Alan Ritchson, divulgou seu mais novo trailer. No filme, o ator interpreta um trabalhador que, após ser incriminado injustamente, decide embarcar em uma implacável jornada de vingança contra um poderoso gangster responsável por destruir sua vida.
‘Motor City’ estreia nos cinemas norte-americanos em 24 de julho.
“Este não será o tipo de filme para todo mundo, mas se você quer ver uma ação de alta octanagem com grandes atuações de Alan Ritchson e Ben Foster, assista Motor City nas telonas”, disse Ricky Valero do FandomWire.
“A experiência de assistir Motor City evoca, involuntariamente, a sensação de ter caído em um daqueles trailers falsos gerados por IA que infestam o YouTube, percebendo, no meio do caminho, que a estranheza sugere uma caricatura vaga do comportamento humano, em vez de algo genuíno”, disse Jim Vorel do Paste Magazine.
“Não deveria funcionar, mas de certa forma funciona, pelo menos para aqueles que são fãs suficientemente apaixonados por pulp para embarcar nessa montanha-russa maluca”, disse Steve Pond do TheWrap.
“Uma explosão supercarregada!”, disse Chris Bumbray do JoBlo’s.
“Ainda assim, se você está em busca de uma história de vingança com cenas de ação bem filmadas e muito estilo, Motor City provavelmente vai empolgar, e servir como um lembrete de que precisamos de mais filmes nesse mesmo estilo”, disse Alex Papaioannou do InSession Film.
“Um ator se destaca em particular… É Ritchson, que foi perfeitamente escalado, incorporando tanto o protagonista durão dos filmes policiais clássicos quanto o homem de ação musculoso dos tempos modernos, ao mesmo tempo em que enfrenta com competência o desafio proposto pela premissa”, disse Nick Johnston do Vanyaland.
“Infelizmente, não há filme suficiente por trás do artifício, e Ponciroli não consegue manter o controle de direção como um John Woo, oscilando entre um estilo de ação exagerado e uma encenação excessivamente séria, que faz parecer que Bergman dirigiu um filme do Jean-Claude Van Damme”, disse Brian Tallerico do RogerEbert.
“Tirando algumas sequências violentas pontuais, no entanto, o artifício deste filme de gênero resulta em um melodrama piegas e derivativo. Teria se beneficiado muito de falar mais alto enquanto carregava um porrete”, disse Nick Schager do The Daily Beast.
“‘Motor City’ é um thriller de ação ambientado na Detroit dos anos 1970 e começa com a libertação de Miller da prisão. Uma vez livre, ele lança uma onda de vingança brutal contra aqueles que o incriminaram”, conforme a sinopse oficial.
O caminho até a realização de ‘Motor City’ foi inusitado. O roteiro, escrito por Chad St. John, foi incluído na “Hollywood Black List” de 2009 e despertou o interesse da Warner Bros.
Em 2011, Chris Evans chegou a receber o convite para o papel principal. Ritchson só entrou no projeto em 2023, e o elenco final só foi definido com o tempo.
Com o sucesso da produção, a saga conseguiu superar a marca histórica de US$ 1 bilhão em arrecadação global.
Nos EUA, o filme supera US$ 100 milhões – tornando-se o primeiro filme de comédia a ultrapassar a marca no país desde ‘Viagem de Garotas‘, de 2017. Internacionalmente, acrescenta US$ 105 milhões através de 53 territórios.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com México (US$11.4M), Reino Unido (US$9.8M), Brasil (US$8.7M), Alemanha (US$8.5M) e França (US$5.2M).
O 6º filme da franquia tira sarro de filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.
‘Vingadores: Doutor Destino’ chega em breve aos cinemas, trazendo os heróis mais poderosos da Terra em um confronto direto contra Victor Von Doom, interpretado porRobert Downey Jr., no meio de uma guerra multiversal. Enquanto o longa não estreia, novos rumores começam a circular detalhando a complexa relação entre o vilão e o Quarteto Fantástico no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).
Conforme o ComicBookMovie, as especulações indicam que a equipe formada por Reed, Sue, Johnny e Ben mantinha, na verdade, uma excelente relação de amizade com o Doutor Destino antes do início da crise. A grande ruptura na aliança acontecerá quando o vilão sequestrar Franklin Richards, o filho do casal líder da equipe, motivando os heróis a cruzarem realidades em direção à Terra-616 em uma missão de resgate.
O rumor aponta ainda que a cena pós-créditos de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ deve funcionar como um prelúdio para essa dinâmica, mostrando o vilão apenas brincando amigavelmente com o pequeno Franklin.
Essa abordagem encontra forte eco no material de origem. Nos quadrinhos, Doutor Destino e Reed Richards começaram a vida acadêmica como colegas, e o governante da Latvéria já deixou sua rivalidade com o grupo de lado em diversas ocasiões, ele chegou inclusive a ajudar no nascimento de Valeria Richards, tornando-se padrinho da garota.
Os boatos sugerem que a adaptação cinematográfica vai beber dessa complexidade. Embora nada tenha sido confirmado oficialmente pela Marvel Studios, espera-se que a trama leve o Doutor Destino a perseguir as variantes dos heróis em busca de vingança por tragédias do passado, colocando-o em rota de colisão definitiva com seus antigos aliados.
Vale reforçar que, até o momento, todas as informações devem ser tratadas estritamente como rumores.
O 23º Festival de Cinema de Cuiabá – CINEMATO, uma das mais importantes vitrines do audiovisual brasileiro e amazônico, acontece de 29 de junho a 5 de julho de 2026, com entrada gratuita. Nesta edição, o festival homenageia o diretor, ator e dramaturgo Amauri Tangará, artista cuja trajetória é marcada por obras conectadas às identidades populares e aos territórios do chamado Brasil profundo.
Com o tema “Migração – Mobilidade Humana e Mudanças Climáticas”, o CINEMATO apresenta uma programação composta por 67 filmes brasileiros, distribuídas entre as mostras Competitiva, Documenta Brasil, Cinema Paradiso, Cinema Escola e as sessões especiais Olhar de Estreia, Queimada Cuiabana, Melhor Idade e Homenagem. As produções selecionadas dialogam com questões ligadas ao pertencimento, aos deslocamentos humanos, às transformações ambientais e à diversidade cultural e territorial, evidenciando a riqueza estética do cinema brasileiro contemporâneo.
Sete longas-metragens disputam o tradicional Troféu Coxiponé. Entre eles estão “Eclipse” (SP), thriller dirigido e protagonizado por Djin Sganzerla e inspirado em fatos reais; “Dentre Nordeste e Sudeste” (SP), de Andrea Mendonça, que acompanha as histórias de vida de nordestinos que migraram para São Paulo; e “Filhas da Noite” (PE), de Henrique Arruda e Sylara Silvério, que celebra a resistência, a arte e a memória de seis artistas trans veteranas do Recife.
Completam a mostra competitiva de longas “Perto do Sol é Mais Claro” (RJ), drama intimista dirigido por Régis Faria e protagonizado por seu pai, o ator Reginaldo Faria; “Um Olhar Inquieto: O Cinema de Jorge Bodanzky” (AM),de Jorge Bodanzky e Liliane Maia, coprodução entre Amazonas e Mato Grosso; e os mato-grossenses “Cinco Tipos de Medo” (MT), de Bruno Bini, suspense policial que entrelaça histórias marcadas por amor e violência, e “Memória de Elefante” (MT), de Severino Neto, que aborda o luto e a resistência do Cerrado.
Luis Borges e Dira Paes
Na categoria de curtas-metragens, foram selecionadas 15 obras, sendo cinco produções de Mato Grosso. Integram a mostra “A Pele do Ouro” (RR), de Marcela Ulhoa e Yare Perdomo; “Canto” (GO), de Danilo Daher; “Entre Cinzas” (GO), de Daniel Calil e Renato Ogata; “Kaira e o Temporal” (CE), de Wagner Nogueira Mendes; “Kika Não Foi Convidada” (RO), de Juraci Júnior; “Mapago” (MS), de Marcus Teles; “Memórias com Vista para o Mar” (RJ), de Marton Olympio; “Presépio” (RJ), de Felipe Bibian; “Canção Imigrante” (RS), de Cleverton Borges e Pedro Guindani; “Ressonância” (RN), de Anna Zêpa; além dos mato-grossenses “Belo Ouro”, de Pither Lopes; “Capim”, de Julia Munhoz e Caio Pimenta; “O Olhar de Antonio”, de Glória Albues; “Sacas de Areia”, de Raphael Henrique; e “Divino: Sua Alma, Sua Lente”, de Clea Torres, Gilson Costa e Divino Tserewahú.
Já a Mostra Documenta Brasil reúne obras que abordam memória, cultura e história do país. Integram a seleção “Quatro Luas Pantaneiras” (MS), de Ana Carla Loureiro; “Pau D’Arco” (RJ), de Ana Aranha; “Anistia 79” (RJ), de Anita Leandro; “Rita Moreira: Crônicas, Memórias e Videotape” (PR), de Sérgio Santos Barroso; e “Sérgio Mamberti – Memórias do Brasil” (SP), de Evaldo Mocarzel.
Entre os convidados está a atriz e diretora Dira Paes, que retorna ao festival para entregar, pelo segundo ano consecutivo, o prêmio que leva seu nome, concedido a uma mulher com atuação de destaque no audiovisual e em causas socioambientais.
A atriz cuiabana Bella Campos participará da apresentação de “Cinco Tipos de Medo”, enquanto Vanessa Gerbelli acompanhará a exibição de “Perto do Sol é Mais Claro”. O festival também receberá a cineasta e roteirista Betse de Paula, os diretores Régis Faria, Renato Barbieri do consagrado filme Pureza e um dos maiores nomes da cinematografia nacional, e Jorge Bodanzky, do renomado Iracema, uma transa amazônica.
Os convidados participarão de debates, encontros e oficinas com realizadores e atividades voltadas à formação de público e ao fortalecimento do cinema brasileiro.
Programação Paralela
A programação começa uma semana antes da abertura oficial com o Cinema Paradiso, iniciativa que leva sessões de cinema a instituições que atendem pessoas com mobilidade reduzida ou que não podem se deslocar até as salas de exibição. O festival também promoverá oficinas entre os dias 30 de junho e 3 de julho, o Seminário “Migração, Mobilidade Humana e Mudanças Climáticas”, em 1º de julho, rodas de conversa nos dias 3 e 4 de julho e encontros diários com realizadores dos filmes participantes das mostras competitivas.
O 23º CINEMATO é realizado pelo Instituto INCA – Inclusão, Cidadania e Ação, com patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT), por meio do Governo de Mato Grosso. Conta com parceria da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência da UFMT (Procev-UFMT), Primeiro Plano Cinema e Vídeo e Trup., apoio institucional do Cineclube Coxiponés, Curso de Cinema e Audiovisual da UFMT, Rede Cineclubista de Mato Grosso (REC-MT) e Assembleia Legislativa de Mato Grosso, além do apoio cultural da TV Centro América.
‘O Bosque Selvagem’, nova animação em stop-motion da Laika, divulgou um belíssimo trailer que destaca a impressionante qualidade visual da produção e apresenta um universo mágico repleto de aventura, fantasia e perigos. O filme ainda não possui data de estreia confirmada no Brasil.
“A trama acompanha Prue e Curtis, duas crianças que embarcam em uma arriscada jornada por uma floresta encantada para resgatar Mac, um bebê sequestrado por uma misteriosa revoada de corvos. Ao longo da missão, eles enfrentarão criaturas fantásticas, desafios inesperados e descobrirão segredos ocultos no coração do Bosque Selvagem”, diz a sinopse.
Nos Estados Unidos, ‘O Bosque Selvagem’ estreia em 23 de outubro, com distribuição da Fathom Entertainment.
A produção é baseada na saga fantástica infantil homônima assinada por Colin Meloy e ilustrada por Carson Ellis.
O indicado ao Oscar Chris Butler, que escreveu os filmes ‘ParaNorman’, ‘Kubo e as Cordas Mágicas’ e ‘Link Perdido’ para a companhia, fica responsável pelo roteiro. Travis Knight entra como diretor.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.