Site Página 45

‘O Bosque Selvagem’: Deslumbrante animação em stop-motion da produtora de ‘Coraline’ ganha novo trailer; Confira!

‘O Bosque Selvagem’, nova animação em stop-motion da Laika, divulgou um belíssimo trailer que destaca a impressionante qualidade visual da produção e apresenta um universo mágico repleto de aventura, fantasia e perigos. O filme ainda não possui data de estreia confirmada no Brasil.

“A trama acompanha Prue e Curtis, duas crianças que embarcam em uma arriscada jornada por uma floresta encantada para resgatar Mac, um bebê sequestrado por uma misteriosa revoada de corvos. Ao longo da missão, eles enfrentarão criaturas fantásticas, desafios inesperados e descobrirão segredos ocultos no coração do Bosque Selvagem”, diz a sinopse.

Nos Estados Unidos, ‘O Bosque Selvagem’ estreia em 23 de outubro, com distribuição da Fathom Entertainment.

A produção é baseada na saga fantástica infantil homônima assinada por Colin Meloy e ilustrada por Carson Ellis.

O indicado ao Oscar Chris Butler, que escreveu os filmes ‘ParaNorman’‘Kubo e as Cordas Mágicas’‘Link Perdido’ para a companhia, fica responsável pelo roteiro. Travis Knight entra como diretor.

O longa tem as vozes de Mahershala AliCarey MulliganJacob TremblayPeyton Elizabeth LeeAwkwafinaAngela BassettJake JohnsonCharlie DayAmandla StenbergJemaine ClementMaya ErskineTantoo Cardinal, Tom Waits e Richard E. Grant farão parte do projeto.

‘Hidari’: Keanu Reeves é CONFIRMADO em animação de samurais em stop-motion

O Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy foi o cenário de um anúncio bombástico. Hidari, o aguardado longa-metragem de samurais em stop-motion, confirmou o astro mundial Keanu Reeves em seu elenco de vozes.

De acordo com do Variety, o próprio Reeves compartilhou seu entusiasmo com a proposta artística e a escala do projeto: “Acho que o stop-motion e tudo o que eles estão fazendo, sua esperança e ambição, é algo muito cinematográfico. Pode ser grandioso em escala e, ao mesmo tempo, muito íntimo. Com o roteiro que desenvolveram, acho que é algo extraordinário. Quero ver esse filme e quero estar nesse filme. Estou muito animado para seguir em frente e ter a oportunidade de interpretar esse papel, de fazer parte disso. Será algo muito especial para levar ao mundo”.

O diretor Masashi Kawamura não economizou nas palavras para definir o tom da produção: “Imagine ‘John Wick’ ambientado no Japão feudal e interpretado por marionetes de madeira turbinadas”.

A história deHidari é inspirada nas obras e nos mitos em torno de Hidari Jingoro, um lendário artista e mestre carpinteiro japonês que supostamente viveu no século XVII.

“Ninguém sabe se ele realmente existiu ou não. Ele é cercado por muito mistério, e achei que seria um personagem muito interessante para ser o centro da minha história. Diziam até que ele conseguia dar vida à madeira. Quando ouvi isso, pensei: é exatamente o que fazemos no stop-motion. Movemos objetos inanimados e tentamos criar vida”, explicou Kawamura

O diretor optou por utilizar esculturas de madeira reais nas marionetes, integrando o material à narrativa. Cada quadro do filme é produzido manualmente, o que serve também como um manifesto contra a automação digital da indústria.

“A pergunta que mais ouvimos é: ‘Por que fazer isso em stop-motion?’ Porque nós amamos essa técnica! Ela é fantástica, mas infelizmente muita gente a vê como algo nostálgico e voltado para um público pequeno. Nossa equipe quer quebrar completamente essa percepção e criar algo muito diferente. Num mundo em que você pode praticamente gerar um filme em três segundos usando IA, se não se importar com qualidade, nós estamos fazendo exatamente o oposto. Este é um filme sobre artesanato”, desabafou o cineasta, criticando o uso indiscriminado da inteligência artificial.

Na trama, um jovem mestre carpinteiro trabalha na reconstrução do Castelo de Edo, mas acaba envolvido em uma conspiração brutal, perdendo seu mentor, sua noiva e seu braço direito.

“Ele sobrevive, se reinventa e transforma todas as suas habilidades e ferramentas de carpintaria em armas. Ele cria uma prótese letal de madeira e enfrenta um exército de soldados mecânicos e, posteriormente, um robô gigante que ameaça destruir a cidade de Edo. Vamos fazer tudo isso em stop-motion, pessoal. Vai ser uma loucura. Por trás de todo esse espetáculo, a história fala sobre um homem tentando redescobrir quem é depois de seguir um caminho de destruição”, garantiu Kawamura.

A equipe já colhe os frutos do interesse do público: o teaser conceitual focado na textura da madeira já ultrapassou 5 milhões de visualizações no YouTube. O visual detalhado rendeu o apelido de um novo subgênero:

“Cada veio, cada marca de cinzel entalhada à mão. Queremos destacar tudo isso no filme. Até criamos o termo ‘Wood Punk’ para definir o universo que estamos construindo”, destacou.

Após uma breve tentativa de parceria com grandes estúdios de Hollywood, a produção agora segue de forma independente ao lado da Questry.

A produtora Noriko Matsumoto explicou a mudança de rota no desenvolvimento: “Recebemos uma proposta de um grande estúdio, mas o cenário mudou drasticamente e o projeto acabou não podendo seguir em frente”.

Apesar das mudanças de mercado, a escalação de Keanu Reeves foi celebrada como o maior acerto da produção, unindo referências do cinema ocidental e oriental na concepção do herói.

“Ter Keanu Reeves conosco é um sonho realizado. Nosso personagem foi desenhado como um híbrido entre Keanu Reeves e Toshiro Mifune. Ele representa exatamente o personagem que procurávamos”, concluiu Matsumoto.

hidari 1

Nova série da Netflix conquista 40% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

A nova série da Netflix,Oasis, fez sua estreia no Rotten Tomatoes com uma recepção inicial positiva. A produção conquistou 40% de aprovação, com base em 5 avaliações da crítica especializada.

oasis e1782421186778

De modo geral, os críticos consideraram a série uma produção simples e formulaica, destacando que seus personagens são bastante clichês e superficiais. No entanto, muitos apontaram que a trama consegue ser divertida e envolvente, funcionando como um entretenimento leve e despretensioso.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Os personagens são superficiais e a trama frequentemente beira o absurdo, mas a visão de pessoas bonitas tomando decisões terríveis é reconfortante o suficiente para superar qualquer senso crítico do espectador”, disse Alison Herman da Variety.

“Não é que Oasis seja necessariamente uma série ruim, mas ela parece seguir uma fórmula que já vimos muitas vezes antes, e não traz nada de novo que a diferencie, nem que seja minimamente, de outras produções sobre ‘ricos sendo pessoas horríveis'”, disse Joel Keller do Decider.

Oasis não passa de um drama adolescente em que cada trama segue seu próprio caminho, e a maioria delas não leva a lugar nenhum depois de ficar girando em círculos”, disse Natalia Marcos do El Pais.

“Funciona como um entretenimento leve, ideal para o verão, com reviravoltas e conflitos suficientes para manter o interesse do público, mas não oferece nada particularmente novo que a torne memorável depois que acabar”, disse Belen Prieto do Espinof.

OASIS acabou se tornando um pouco hormonal e excessivamente voltada aos dramas adolescentes para o meu gosto. Dito isso, acho que a série tem uma qualidade de produção muito alta e personagens interessantes. Só não precisava ter oito episódios”, disse Karina Adelgaard do Heaven of Horror.

Oasis’ está disponível na Netflix

Oasis é o resort de férias mais luxuoso do país, um verdadeiro paraíso para as famílias mais ricas. Porém, tudo muda quando a polícia invade o local para investigar um desaparecimento misterioso. Até que o caso seja resolvido, ninguém está autorizado a deixar o resort”, diz a sinopse.

oasis 02 1 e1782421017760

‘Apenas Coisas Boas’: Romance nacional comparado a ‘O Segredo de Brokeback Mountain’ já está em cartaz nos cinemas!

apenascoisasboas 1
apenascoisasboas 1

Para os entusiastas de romances intensos e picantes, o longa-metragem Apenas Coisas Boas já está em cartaz nos cinemas nacionais. O filme, comparado ao clássico ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, explora a paixão avassaladora entre dois jovens em meio à paisagem rural de Goiás.

A trama se passa na década de 1980 e mergulha em uma narrativa intimista e profunda.

“Catalão, interior de Goiás, 1984. A região rural da Batalha dos Neves é formada por grandes pastos de lavoura, algumas poucas fazendas e dividida ao meio pelo rio São Marcos. Antonio vive sozinho e isolado cuidando dos afazeres de sua pequena fazenda até o dia em que seu destino cruza com o de Marcelo, um motoqueiro solitário que sofre um acidente atravessando a região. Antonio cuida das feridas de Marcelo. Os dois se apaixonam e vivem uma história que transforma, desestabiliza e provoca rupturas em cada um deles”, diz a sinopse oficial.

O elenco principal traz o ator Lucas Drummond contracenando ao lado do estreante Liev Carlos.

A produção conta com a direção e o roteiro de Daniel Nolasco, cineasta conhecido por seus trabalhos emMr. Leather (2019) eVento Seco (2020).

No circuito comercial, o filme é uma produção da Rensga Filmes em coprodução com a Caprisciana Produções, contando com a distribuição nacional exclusiva da Olhar Filmes em parceria com a RioFilme. O projeto foi realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Governo Federal, e operacionalizado pelo Governo de Goiás através da Secretaria de Estado da Cultura.

Crítica | ‘Apenas Coisas Boas’ é nosso ‘Brokeback Mountain’, com MUITO mais cenas picantes 18+ [CineBH]

Apenas Coisas Boas’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

apenas coisas boas poster 2

Louis Partridge, estrela de ‘Enola Holmes’, reflete sobre o peso da fama: “É realmente complicado”

O ator Louis Partridge, estrela de ‘Enola Holmes’, comentou recentemente sobre os impactos da notoriedade em sua rotina, destacando como aprendeu a lidar com a fama “de várias maneiras, algumas melhores do que outras”.

“As redes sociais podem ficar bem barulhentas às vezes, mas é importante ter boas pessoas ao seu redor, e descobrir por conta própria o que realmente importa além de ficar olhando para o celular. Para ser sincero, isso é surpreendentemente difícil hoje em dia. Não vou mentir. Parece bobeira dizer isso, mas é realmente complicado”, desabafou Partridge à Variety.

Desde que alcançou o estrelato internacional, o ator viu sua carreira e vida pessoal passarem por grandes transformações: ele já contracenou com grandes nomes da indústria, como Cate Blanchett, firmou uma sólida parceria com a grife Prada e iniciou um namoro de enorme repercussão na mídia com a cantora Olivia Rodrigo.

Olhando para trás, ele admite que nunca imaginou receber tanta atenção voltada aos seus bastidores fora das telas.

“Não imaginava, mas isso faz parte do trabalho. Sou grato por sentir que estou no caminho certo. Estou feliz com o momento em que estou, mas ainda tenho muito a fazer”, concluiu.

‘Enola Holmes 3’ estreia no dia 1º de julho na Netflix.

O longa traz Brown de volta como a personagem titular, Partridge como Lorde Tewkesbury e Helena Bonham Carter como Eudoria Holmes, mãe de Enola.

Enquanto os dois primeiros filmes focaram em Enola buscando sua mãe e resolvendo seu primeiro caso oficial na Inglaterra vitoriana, o terceiro filme a levará para o exterior.

A nova aventura será na ilha-nação de Malta, descrita como um “verdadeiro ninho de víboras” e um cenário perigoso como nada que a jovem detetive já tenha enfrentado. Em paralelo aos novos desafios, Enola precisará equilibrar sua vida pessoal e profissional em meio a esse cenário. Seu relacionamento com o Tewkesbury avançará significativamente.

Philip Barantini (‘O Chef’) fica responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Himesh Patel, Henry Cavill, Helena Bonham Carter e Sharon Duncan-Brewster.

Inspirados nos livros escritos por Nancy Springer, os filmes de Enola Holmes mostram a irmã mais nova de Sherlock trilhando sua própria carreira como detetive.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Luca Guadagnino se diz esperançoso sobre o lançamento de ‘Artificial’ após descarte da Amazon

O cineasta Luca Guadagnino comentou recentemente sobre o seu novo longa,Artificial, que permanece no limbo da distribuição após a Amazon MGM desistir de lançar o projeto. O diretor se mostra esperançoso com o eventual lançamento do filme, mas não escondeu sua preocupação com o rumo do mundo diante do avanço da inteligência artificial.

Conforme o Deadline, adiantando que “não pode falar muito porque estamos bem no meio dessa situação”, o diretor indicado ao Oscar deu pistas sobre outro caminho potencial para a produção, que reconta a trajetória do CEO da OpenAI, Sam Altman.

“Eu estava lendo um ótimo artigo ontem relembrando como, lá em 2003, a CBS cancelou uma grande série dramática sobre os Reagans devido à pressão dos republicanos. Ela foi de fato cancelada, embora mais tarde tenha sido exibida em um canal menor”, disse Guadagnino.

O diretor explicou que “a questão não é a inteligência artificial em si”, acrescentando: “O que mais me importa é como as pessoas estão mudando completamente a face, não apenas da sociedade, em termos de hábitos de consumo e de como interagimos com essas ferramentas, mas a própria face da identidade de um lugar como os Estados Unidos e o mundo inteiro”.

Guadagnino observou que parte do filme foi rodada em São Francisco, usando o cenário local como uma metáfora visual para a sua obra:

“Uma cidade maravilhosa, uma das grandes e marcantes cidades dos EUA, a cidade de Alfred Hitchcock, um lugar de grande beleza, mas também de grande desespero, com tantos sem-teto, tantas pessoas vivendo sob o efeito do fentanil, enquanto esses carros autônomos maravilhosos e silenciosos deslizavam por elas. Essa, para mim, é a imagem perfeita para ilustrar o tema. É uma imagem perturbadora, mais do que apenas perturbadora”, destacou.

Os direitos de lançamento do filme foram rejeitados pela Amazon MGM poucos meses após a gigante da tecnologia anunciar um investimento de US$ 50 bilhões na OpenAI como parte de uma parceria plurianual em nuvem.

artificial 2

Artificialchega em um momento de ebulição, com o término do julgamento real entre os magnatas previsto para este mês. Contudo, a recepção interna pode ser tensa: fontes indicam que nem Altman, que possui parcerias bilionárias com a Amazon via OpenAI, nem Musk são retratados de forma simpática na trama.

Embora Garfield e Barinholtz liderem o elenco, o grande destaque das exibições de teste é Yura Borisov (indicado ao Oscar por ‘Anora’). Ele interpreta Ilya Sutskever, o idealista da operação e descrito como o personagem que “mais sofreu” na história real. Além deles, Cooper Hoffman e Jason Schwartzman completam o longa.

O longa é escrito por Simon Rich (Saturday Night Live), o texto traz um tom satírico e diálogos densos, distanciando-se dos dramas anteriores de Guadagnino.

‘Artificial’: Novo longa de Luca Guadagnino é descrito como “A Rede Social da era da IA”

Com um orçamento de US$ 40 milhões, Artificial vem sendo descrito pelo World of Reel como a versão definitiva sobre o “boom” tecnológico atual. A montagem atual possui cerca de 2h30 e foca no choque de egos e na ética questionável de uma indústria que se move em velocidade vertiginosa.

garfieldspidey wide 8ac95a28601cc90e79f4fb1ed9baf54273ebdb50 s1100 c50

Mick Jagger demonstra interesse em produzir cinebiografia dos Rolling Stones: “Isso me interessa”

O cantor Mick Jagger, vocalista dos The Rolling Stones, manifestou recentemente seu interesse na produção de uma cinebiografia sobre a lendária banda britânica, formada em 1962. Conforme o Deadline, o astro destacou que, assim como os Beatles, os Stones também renderiam uma excelente história nas telas.

Como exemplo desse modelo de narrativa, Jagger citou produções focadas em recortes específicos, como Um Completo Desconhecido (2024), sobre Bob Dylan, eGet on Up (2014), cinebiografia de James Brown da qual foi produtor.

“Sim, isso me interessa. Não quero entrar em muitos detalhes, mas eu sei como enxergo isso. Existem muitas maneiras de fazer uma cinebiografia. Na maioria das vezes, você escolhe apenas um pequeno período da vida de alguém e o cerca de outros acontecimentos. Veja o filme do Bob Dylan: ele mostra o momento em que Bob adotou a guitarra elétrica”, disse Jagger.

O vocalista continuou sua linha de raciocínio explicando a necessidade de foco estratégico na direção: “Você precisa pensar: em qual momento vai focar? E quais dois anos da história serão realmente interessantes? O filme do Bob Dylan cobre cerca de dois anos; o de James Brown, que produzi, abrange um período um pouco maior”.

Questionado sobre qual fase da carreira de mais de seis décadas dos Rolling Stones renderia o melhor roteiro, o cantor admitiu a complexidade da escolha.

“Não sei qual período escolher, porque nossa história é muito longa”, respondeu Jagger.

Paul Mescal detalha preparação intensa para viver Paul McCartney na cinebiografia dos Beatles

O interesse do vocalista coincide com o atual momento de grandes projetos sobre ícones do rock, como o ambicioso projeto do diretor Sam Mendes, The Beatles – A Four-Film Cinematic Event‘, uma série de quatro cinebiografias simultâneas focadas em cada um dos membros da banda de Liverpool.

O elenco da produção dos rivais históricos já está confirmado e conta com Paul Mescal como Paul McCartney, Joseph Quinn como George Harrison, Harris Dickinson como John Lennon e Barry Keoghan como Ringo Starr.

Rolling Stones

Figueira Júnior, dublador de ‘Dragon Ball’ e ‘Futurama’, falece aos 60 anos

O ator e dublador Figueira Júnior, amplamente conhecido por seus trabalhos em Dragon Ball e Futurama, faleceu aos 60 anos. A informação foi compartilhada por sua colega de profissão e amiga de longa data, Tânia Gaidarji, nas redes sociais, na madrugada deste sábado (27). O artista ficou eternizado por dar voz a personagens icônicos como o Androide 17 e o protagonista Philip J. Fry.

De acordo com a CNN Brasil, a causa da morte ainda não foi informada.

Em uma publicação, Tânia Gaidarji lamentou a perda do amigo e relembrou o último encontro entre os dois:

“Meu grande amigo Figueira Júnior nos deixou. Ele foi me visitar várias vezes no Instituto do Coração e tiramos essas fotos na quinta-feira da semana passada, um dia antes da minha cirurgia. Ele estava me dando forças e acalmando. E estava feliz e esperançoso porque estava tomando uma nova medicação, também para o coração. Nesse dia, por coincidência, ele foi com a camiseta do Android 17 e eu estava com a camiseta da Bulma. Por que não dei as Sementes dos Deuses pra ele?”, escreveu.

Com quase quatro décadas de carreira, Figueira Júnior marcou gerações de brasileiros. Além de seu enorme sucesso no mundo dos animes e animações, o dublador também emprestou seu talento a grandes clássicos do cinema mundial, integrando o elenco de dublagem de filmes memoráveis comoO Profissional, Um Sonho de Liberdade e ‘Karatê Kid – A Hora da Verdade’.

Artista multifacetado, ele também atuou com destaque como locutor, diretor de dublagem, fotógrafo e professor.

figueira junior Foto Instagram 1 e1782581674252

Diretor de ‘Ricky Bobby’ se diz aberto a reconciliação com Will Ferrell após rompimento de parceria histórica

O diretor Adam McKay comentou recentemente sobre a possibilidade de voltar a trabalhar com o ator Will Ferrell, com quem compartilhou uma das parcerias mais bem-sucedidas da comédia americana.

“Sempre estive totalmente aberto à ideia. Nós sempre nos demos muito bem e fomos parceiros criativos extraordinários. A única coisa que realmente gerou ressentimento entre nós foi quando decidimos encerrar a Gary Sanchez. Sei que isso foi noticiado de várias formas, mas, na verdade, foi só isso”, disse McKay, conforme a Variety.

O cineasta lamentou o distanciamento e refletiu sobre o peso de gerenciar o negócio que mantinham juntos.

“É uma pena, porque tivemos uma parceria criativa incrível. Acho que nós dois subestimamos as complicações de administrar não apenas uma empresa, mas uma empresa muito bem-sucedida. Ficamos muito tempo com ela e realizamos diversos projetos legais”, pontuou.

Segundo McKay, o colega nunca teve grande interesse nos bastidores da indústria.

“O Will já falou isso publicamente. Ele nunca foi alguém que realmente quisesse produzir. Ele estava meio dentro, meio fora. Gostava da empresa e tinha orgulho dela, mas, no fim, queria seguir em frente. Produzir acabou se tornando trabalho demais; nunca foi sua paixão. Eu era quem realmente queria produzir, mas a vida de uma estrela de cinema é muito diferente da de um roteirista e diretor. Então seguimos caminhos diferentes”, acrescentou.

A dupla, responsável por comédias icônicas dos anos 2000 como O Âncora, Ricky Bobby: A Toda Velocidade e Quase Irmãos, encerrou a colaboração de forma conturbada em 2019, dissolvendo a produtora Gary Sanchez, fundada por eles em 2006.

Em outubro de 2021, Ferrell explicou que a separação ocorreu devido à sobrecarga de projetos de McKay.

“O Adam queria fazer isso, aquilo e mais aquilo. Ele queria crescer e ampliar sua influência, e eu só pensava: ‘Isso parece muita coisa para eu acompanhar'”, disse na época.

Contudo, um mês depois, McKay apresentou uma versão diferente dos fatos, revelando que o golpe definitivo na amizade aconteceu quando escalou John C. Reilly para interpretar Jerry Buss, dono do Los Angeles Lakers, na série da HBO Winning Time, um papel que Ferrell cobiçava.

“Iria ligar para ele e não liguei. O Reilly ligou, claro, porque ele é um cara íntegro… Eu errei completamente na forma como conduzi isso. Deveria simplesmente ter feito tudo da maneira correta”, comentou.

A última conversa entre os dois ocorreu justamente durante o encerramento da produtora.

“Eu disse: ‘Bom, estamos encerrando a empresa’. E ele respondeu algo como: ‘Sim, estamos’. Depois disse apenas: ‘Tenha uma boa vida’. Na hora pensei: ‘Droga, o Ferrell nunca mais vai falar comigo’. E foi exatamente assim que terminou”, destacou.

Apesar do silêncio que se estende desde então, McKay admitiu que subestimou o impacto do desentendimento.

“Na minha cabeça, pensei que deixaríamos a poeira baixar. Seis meses ou um ano depois sentaríamos para rir de tudo isso e pensaríamos: ‘É só um problema de negócios, quem se importa? Trabalhamos juntos por 25 anos’. Mas o Will sentiu isso de uma forma muito mais profunda do que eu jamais imaginei. Tentei procurá-lo depois e também lembrei de algumas situações em que fui magoado e nunca recebi um pedido de desculpas”, concluiu.

A24 defende parceria de IA com o Google: “Preferimos ter um lugar à mesa”

A A24 se manifestou recentemente sobre o acordo firmado com o Google, destacando que a ação é uma tentativa de garantir “um lugar à mesa” nas discussões de Hollywood sobre inteligência artificial, após o estúdio independente ser alvo de críticas de fãs por abraçar a tecnologia.

“Esta é uma parceria de pesquisa. Estamos trabalhando lado a lado com os pesquisadores da DeepMind para aprender, testar e desenvolver novas soluções, participando ativamente da criação de ferramentas e fluxos de trabalho”, afirmou a representante de comunicação da A24, Sophia Shin, conforme a Variety.

O comunicado continua: “Nosso relacionamento com nosso público é algo que não damos como garantido. Essa parceria existe porque queremos ajudar a definir quais ferramentas serão criadas para os artistas, para que eles tenham voz na construção delas, em vez de simplesmente receberem ferramentas prontas. Preferimos ter um lugar à mesa do que ficar de fora”.

A parceria dará à A24 e à sua divisão tecnológica, A24 Labs, acesso às pesquisas e à infraestrutura da DeepMind. Em contrapartida, pesquisadores trabalharão diretamente com o estúdio para identificar quais ferramentas podem ser úteis aos cineastas. O acordo não concede ao Google acesso ao catálogo de filmes nem aos dados da A24, e também não obriga os diretores a utilizarem as tecnologias desenvolvidas.

Mesmo assim, a reação nas redes sociais foi amplamente negativa. Usuários invadiram as publicações da A24 no Instagram e no X (antigo Twitter), acusando o estúdio de trair seu público.

“Que diabos é essa colaboração com IA? Vocês conhecem a própria base de fãs?”, escreveu um internauta no Instagram em uma publicação sobre o próximo filme do estúdio, The Debut. Outro usuário do X afirmou que o acordo demonstrava um comportamento “repugnante”.

O CEO e cofundador da DeepMind, Demis Hassabis, defendeu a iniciativa em um blog, escrevendo que a empresa acredita que “a melhor maneira de desenvolver ferramentas que fortaleçam os artistas é trabalhando diretamente com eles. Ao colaborar com cineastas e líderes da indústria, como a A24, desde o início, podemos desenvolver novos recursos de IA para apoiar artistas na criação de histórias autênticas e significativas, ajudando a concretizar sua visão criativa”.

Alguns cineastas ligados à A24, porém, têm se manifestado abertamente contra a incorporação da IA ao processo de produção.

O diretor de Backrooms, Kane Parsons, chamou a IA generativa de “um sintoma de uma deterioração cultural e econômica mais ampla”.

Segundo ele, embora a tecnologia possa ter aplicações em efeitos visuais, “é difícil discutir o assunto de forma objetiva porque há muita coisa em jogo e muitas consequências realmente prejudiciais já acontecendo”.

Ele completou: “Acho que penso como a maioria das pessoas equilibradas. Se eu pudesse estalar os dedos e fazer a IA generativa desaparecer para sempre, provavelmente faria isso. Criativamente, não sinto nenhum prazer em usar essas ferramentas. Para mim, isso derrota completamente o propósito da criação”.

Na mesma linha, os diretores de ‘Herege’, Scott Beck e Bryan Woods, incluíram nos créditos do filme distribuído pela A24 um aviso informando que “nenhuma IA generativa foi utilizada na produção deste filme”.

Segundo Beck, o estúdio não se opôs à inclusão da mensagem.

“Estamos vivendo um dos maiores debates éticos da criatividade, e essa corrida já começou. O importante é termos essas conversas antes que essas tecnologias sejam impostas simplesmente porque fazem sentido para as empresas. Isso é extremamente perigoso. Se ninguém colocar limites, daqui a cinco ou dez anos poderemos estar em uma situação muito preocupante”, concluiu.

A24 firma parceria com Google para desenvolver ferramentas de IA voltadas ao cinema

A24

‘The Samurai and the Prisoner’: Drama histórico do mestre do cinema japonês ganha trailer; Confira!

The Samurai and the Prisoner, o novo longa do diretor Kiyoshi Kurosawa, divulgou recentemente seu primeiro trailer. Após mais de 45 anos de carreira e cerca de 30 filmes dirigidos, o aclamado cineasta japonês realiza aqui o seu primeiro filme de samurai.

Situado no Período dos Estados Guerreiros, no século XVI, o longa é baseado no romance Kokurojo, de Honobu Yonezawa, obra vencedora do prestigiado Prêmio Naoki em 2021.

“Araki Murashige, um vassalo histórico que se rebelou contra o senhor da guerra Oda Nobunaga em 1578 e se refugiou no Castelo de Arioka. Enquanto as tropas de Nobunaga cercam a fortaleza, um assassinato dentro do castelo desencadeia uma série de crimes inexplicáveis. Sem alternativas, Murashige faz um acordo desconfortável com Kanbei, um estrategista extremamente inteligente e perigoso que está trancado em sua masmorra”, diz a sinopse.

O elenco de peso também reúne nomes como Masahiro Motoki, Masaki Suda, Yuriko Yoshitaka, Joe Odagiri, Munetaka Aoki, Ryota Miyadate e Tasuku Emoto.

Além de dirigir, Kiyoshi Kurosawa também assina o roteiro da adaptação. O longa foi filmado em um estilo clássico, marcado por uma fotografia repleta de sombras comandada por Yasuyuki Sasaki.

A produção fica por conta da Shochiku, estúdio japonês com mais de 130 anos de história, responsável por clássicos de Yasujirō Ozu e pelo próprio vencedor do OscarA Partida, em parceria com a Tokyo Broadcasting System Television.

Kurosawa revelou que dirigir um filme de samurai era um sonho antigo.

“Sempre quis fazer um jidaigeki [gênero japonês de dramas históricos ambientados no período feudal], mas hoje em dia esse tipo de produção exige muito dinheiro. São cenários grandiosos, locações, perucas, maquiagem e figurinos. Nunca tive a oportunidade até agora”, afirmou.

Sobre sua principal inspiração, ele afirmou: “Queria fazer um filme clássico, no mesmo espírito das grandes obras que vieram antes de mim”.

The Samurai and the Prisoner 02 1 e1782575520467

Crítica | ‘Cinzenta: Inventários da Chaminé’ – Os rastros de memórias de um objeto gigantesco perdido em uma cidade [CineOP 2026]

Um objeto gigantesco perdido em uma cidade, engolido pelo tempo e deixando rastros de memórias. Seguindo por essa vertente, chegamos até o engenhoso curta-metragem Cinzenta: Inventários da Chaminé, uma produção mineira dirigida por Natália Reis que mescla o passado e presente virando um registro fundamental de um lugar.

Terceiro filme de um set que conversa bastante entre si pelos seus temas propostos na Mostra de Curtas Contemporâneos da CineOP 2026, essa obra consegue um ganho profundo em sua narrativa imersiva ao lidar com o tempo como variável importante, de forma a deixar os depoimentos que se somam com indicações atemporais.

Entre os sonhos, fumaça e cinza, chegamos até um conjunto de registros históricos mergulhados em um lado pessoal da própria diretora e sua família, com depoimentos que ajudam a decifrar as reflexões sobre o tal objeto gigantesco que ficou esquecido após o declínio da maior produtora nacional de carbureto de cálcio, fundada na década de 1960 por uma empresa belga e, quatro décadas depois, vendida a um grupo norte-americano.

Por meio de imagens que chamam a atenção, uma espécie de raio-x ilustrativo da região conhecida como a Terra do Pai da aviação, a grande sacada da produção é se inspirar por uma obra da escritora polonesa Olga Tokarczuk e transformar a presença de uma chaminé da antiga Companhia Brasileira de Carbureto de Cálcio em um personagem que unifica um registro fundamental.

Este filme nos faz pensar sobre as memórias e os esquecimentos evidentes que marcam regiões de nosso país. Ao revisitar o passado, abre-se um paralelo com o presente e com aquilo que pode se esperar do futuro. Interessante.

Justiça de Los Angeles mantém CONDENAÇÃO de Harvey Weinstein, mas determina redução de pena

O ex-produtor de cinema Harvey Weinstein sofreu um duro revés em Los Angeles. Um tribunal de apelações se recusou a anular sua condenação de 2022 por agressão sexual, embora com uma ressalva. A decisão veio apenas um dia após ele conseguir uma vitória parcial na justiça, conforme informou o Deadline.

“A sentença é anulada e o caso é devolvido para um novo julgamento de fixação da pena. Em todos os demais aspectos, a condenação é mantida”, determinou o Tribunal de Apelações do 2º Distrito da Califórnia em uma decisão publicada nesta sexta-feira.

Com esse veredito, a pena de 16 anos de prisão por estupro e outros crimes sexuais, imposta em fevereiro de 2023 pela juíza Lisa B. Lench, será anulada apenas para que uma nova punição seja estabelecida.

A condenação de 2023 aplicada a Weinstein, hoje com 74 anos e debilitado, havia sido baseada, em parte, na pena de 23 anos de prisão que ele recebera em Nova York em 2020. No entanto, o caso de Nova York foi anulado em abril de 2024 pela Corte de Apelações do estado, que determinou a realização de um novo julgamento.

Na decisão atual de 112 páginas, o tribunal da Califórnia afirmou que a juíza Lench aplicou a pena máxima com base em um agravante que agora é considerado inválido. Pela legislação local, é provável que os oito anos da pena referentes à condenação por cópula oral forçada sejam reduzidos, fazendo com que a nova pena total de Weinstein balance entre 12 e 14 anos de prisão.

Paralelamente, em Nova York, após novos julgamentos com veredictos mistos, o promotor de Manhattan decidiu, em 25 de junho, não realizar um quarto julgamento por estupro, já que a acusadora Jessica Mann informou que não desejava testemunhar novamente. A sentença definitiva sobre as condenações obtidas nesses novos processos no Leste deve ser anunciada no segundo semestre.

Na Costa Oeste, o processo também teve uma longa trajetória. Após quase dois meses de julgamento em Los Angeles, o júri condenou Weinstein, em 19 de dezembro de 2022, por todas as acusações relacionadas à “Jane Doe nº 1”, mas o absolveu do caso envolvendo a “Jane Doe nº 2”.

Além disso, os jurados não conseguiram chegar a um consenso sobre as denúncias da “Jane Doe nº 3” e da “Jane Doe nº 4” (esta última identificada posteriormente como Jennifer Siebel Newsom, esposa do governador da Califórnia, Gavin Newsom).

Na mesma decisão divulgada nesta sexta-feira, os juízes rejeitaram o argumento da defesa de que permitir o testemunho de outras mulheres sobre supostos abusos teria sido um erro. Segundo o tribunal, os depoimentos eram “relevantes para demonstrar sua propensão a cometer os crimes sexuais pelos quais estava sendo julgado”.

Apesar da derrota na manutenção da culpa, a equipe jurídica de Weinstein afirmou que não vai parar.

“Este não é o fim do processo de apelação. Pretendemos recorrer à Suprema Corte da Califórnia porque continuamos acreditando que erros jurídicos significativos afetaram o processo e merecem uma nova revisão”, declarou um representante do ex-produtor.

Harvey Weinstein é transferido para hospital de Nova York para aguardar julgamento por assédio

harvey weinstein trial

Causa da morte de Bobby J. Brown, ator de ‘The Wire’, é revelada; Entenda o caso!

A causa da morte do ator Bobby J. Brown, conhecido por seu trabalho na sérieThe Wire, foi oficialmente confirmada. O artista de 62 anos perdeu a vida no dia 24 de fevereiro, após ficar preso em um incêndio que atingiu um celeiro.

De acordo com a People, o Escritório do Médico Legista de Maryland determinou que o falecimento foi decorrente de lesões térmicas difusas e inalação de fumaça, sendo a tragédia classificada pelas autoridades como um acidente.

Sua filha, Reina Brown, relembrou o momento doloroso em que recebeu a notícia por telefone, no meio da noite.

“Eu estava profundamente dormindo. Tinha ido para a cama cerca de duas horas antes. Minha irmã mais nova estava desesperada, dizendo que o papai tinha morrido e que ficou preso em um incêndio no celeiro. Eu só conseguia perguntar: ‘Como assim?'”, contou Reina.

Abalada, Reina relatou a dificuldade de aceitar a realidade.

“Saí de casa e fiquei descalça na calçada, usando apenas uma camisola, porque queria ter certeza de que estava realmente acordada. Fiz isso para confirmar que aquilo era real e não um pesadelo. Também serviu como um exercício para me manter firme. Eu simplesmente não conseguia acreditar. Pensava: ‘Isso não é real’. E, sinceramente, ainda parece que não é”, afirmou.

Segundo ela, Brown chegou a pedir que um familiar lhe levasse um extintor de incêndio enquanto as chamas se espalhavam.

“Todos ainda estão tentando processar o que aconteceu. Tem sido muito difícil para toda a família. Meu pai era um ser humano incrível. Era uma pessoa maravilhosa, um pilar da comunidade, e fará muita falta para muitas pessoas”, homenageou a filha.

O agente do ator, Albert Bramante, também lamentou profundamente a perda.

Bobby J. Brown era um ator de enorme talento e de uma integridade ainda maior. Ele encarava seu trabalho com uma disciplina e uma paixão verdadeiramente inspiradoras. Embora sua carreira tenha sido marcada por diversas atuações memoráveis, foi sua dedicação inabalável à arte da atuação que realmente definiu quem ele era como artista. Estamos profundamente entristecidos com essa perda e pedimos privacidade para sua família e entes queridos neste momento”, declarou.

Nascido e criado em Washington, D.C., Brown construiu uma carreira multifacetada de destaque dentro e fora de Hollywood. Antes de brilhar nas telas, foi um boxeador de sucesso e conquistou cinco títulos do Golden Gloves. Após treinar com o técnico Carmen Graziano e seguir carreira profissional no boxe em Nova Jersey, decidiu mudar de profissão e se mudou para Nova York, onde estudou na American Academy of Dramatic Arts.

Crítica | ‘Ouro de Tolo Remix’ – Um experimento inventivo que retrata o antes e depois da ‘Cidade do Ouro’ [CineOP 2026]

Ao estudar a programação da CineOP 2026 antes do festival começar, uma sinopse me chamou bastante a atenção. Por sorte, foi um dos primeiros filmes que assisti em Ouro Preto este ano, o curta-metragem de apenas 4 minutos, chamado Ouro de Tolo Remix.

Abrindo a série 1 da Mostra Contemporânea de curtas-metragens, que este ano trouxe um setlist muito inventivo, trazendo ao público a oportunidade de viajar em reflexões através de engenhosos experimentos que alcançam as infinidades que a linguagem cinematográfica pode provocar, esta obra mineira, dirigida por Gabriel Afonso, é um convite a conhecer, de forma bem objetiva, um antes e depois, também os impactos culturais, da relação da cidade de Nova Lima com o ouro.

Sem quase mostrar personagens, só ouvindo o que a narrativa tem a nos dizer de forma inventiva, como se estivéssemos ouvindo um spot de uma rádio informativa ou mesmo como se estivéssemos na garupa de algum veículo, o filme nos guia para um tour por aquele lugar que carrega marcas do passado de um lugar conhecido como a Cidade do Ouro. Esse fato, chamou a atenção dos ingleses séculos atrás, que compraram a Mina de Morro Velho, que chegou a ser uma das mais profundas do mundo.

Expondo de forma criativa situações que contornam a história da cidade e chegando rapidamente em críticas sociais importantes, percebe-se uma urgência em abordar a questão da especulação imobiliária, apresentando a falta de compromisso com a função social.

Para tal, adentra uma estrada de um experimento cinematográfico, trazendo o abstrato e aumentando o volume das sensações, um modelo narrativo que se mostra certeiro e envolvente, capaz de fazer com que cada pessoa absorva a história de formas diferentes. Não tenham dúvidas: a Mostra Contemporânea de curtas-metragens da CineOP 2026 começa com o pé direito.

 

‘O Exorcista’: Reboot de Mike Flanagan ganha título OFICIAL!

O aguardado reboot de ‘O Exorcista‘ teve seu título oficial divulgado.

Dirigido por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), o novo filme será intitulado ‘The Exorcist: Martyrs‘ (O Exorcista: Mártires, em tradução livre).

O título foi revelado através do site oficial da produtora do cineasta, a Red Room Pictures.

Com estreia programada para 11 de março de 2027, o novo filme está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga” – e não dará continuidade ao filme anterior, ‘O Exorcista: O Devoto‘, que foi concebido como o primeiro de uma fracassada trilogia.

red room pictures

Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) será a protagonista.

O reboot será estrelado por Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’), Diane Lane (‘Infidelidade’), Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão’), John Leguizamo (‘O Menu’), Sasha Calle (‘The Flash’) e Laurence Fishburne (‘John Wick’).

O elenco ainda contará Rahul Kohli, Hamish Linklater, Gil Bellows, Carl Lumbly, Robert Longstreet, Matt Biedel, Samantha Sloyan, Kate Siegel, John Gallagher Jr., Benjamin Pajak e Carla Gugino.

Anteriormente, Flanagan havia revelado que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica 2 | Supergirl – Krypto e Jason Momoa são Destaque em Nova Aventura que não Empolga

Durante muito tempo a jovem Kara foi conhecida pelo público como a prima do Superman. Apesar de ter seu público leitor dos quadrinhos, a história dessa super-heroína não conseguia furar a bolha de seu nicho, restrita apenas aos leitores fiéis dos quadrinhos da DC. Até mesmo numa tentativa de alcançar novos fãs – e, quem sabe, angariá-los para o DCEU – chega essa semana nos cinemas o live-actionSupergirl’, a aventura que conta a história pouco conhecida do grande público desta jovem heroína que trilha o próprio caminho.

supergirl

Kara Zor-El (Milly Alcock, de ‘House of the Dragon’) acaba de completar 23 anos e não sabe o que fazer da vida. Ela passa os dias e as noites em busca de emoções, enchendo a cara pelos bares da galáxia e fugindo de qualquer contato com seu primo Clark (David Corenswet, de ‘Superman’), que insiste que ela passe um tempo na Terra para tentar criar raízes em algum lugar. Mas a verdade é que desde que perdera seu planeta e sua família, Kara não encontra motivos para continuar em lugar algum. Até que seu caminho cruza com o de Ruthye (Eve Ridley, da série ‘The Witcher’), uma menina cuja família fora assassinada pelo cruel Krem (Matthias Schoenaerts, de ‘A Garota Dinamarquesa’) e que busca vingança. Quando a vida de Krypto é ameaçada pelo grupo de Bandoleiros, Kara se junta à Ruthye atrás de Krem.

Os efeitos visuais e especiais utilizados são de boa qualidade e conseguem estilizar o ambiente ficcional extraterrestre, além de dar expressões emocionais a Krypto, o que ajuda a criar um vínculo afetivo do espectador à situação que o cãozinho está enfrentando. Para um filme de super-herói, a parte técnica de ‘Supergirl’ entrega exatamente o que se espera e o que precisa existir para esse gênero de produção.

Não há sombra de dúvida de que há um esforço de Milly Alcock para entregar o seu melhor ao dar vida à Kara, mas talvez essa seja justamente a questão: o esforço é visível. E, aí, as coisas não saem naturais, tudo parece atuação e pouco crível, desde ela se fazendo de embriagada a até ela quebrando tudo por ser a pessoa mais forte em cena. O espectador não consegue se distanciar da atriz e embarcar na sua Kara por não haver nada de super em cena.

supergirl2

O roteiro de Ana Nogueira baseado no personagem criado por Jerry Siegel e Joe Shuster traduz bem a ambientação de ficção científica e na energia das HQs para um longa-metragem, mas faltou carisma à protagonista. Passa uma sensação de que a personagem, apesar de ser mulher, busca agradar ao público masculino consumidor dos filmes de herói; embora saibamos a tragédia pela qual a protagonista passou, o excesso de cenas em que ela tem náuseas, faz xixi de porta aberta, vomita, arrota, se mostra embriagada, fala grosserias e solta frasezinhas de efeito como se fosse a última bolacha do pacote cansa.  E, aí, quando Kara finalmente assume o uniforme da Supergirl, já estamos na reta final do longa.

Mas é quando finalmente Jason Momoa entra em cena pra valer com seu Lobo que o nível do filme se eleva. Carismático e experiente, mesmo entregando a mesma energia de seus outros papéis, com o Lobo cabe exatamente o tipo de atuação que Momoa se dispõe, e Lobo parece realmente feito sob medida. Fica até um gosto de ter um pouco mais de tela para o personagem.

Irregular, o filme de Craig Gillespie busca agradar a todos os públicos, quando podia ter construído uma ‘Supergirl’ na qual as meninas se espelhassem com orgulho. É um filme que entrega o entretenimento seguindo a cartilha, mas não empolga, e que sinaliza para diversas possibilidades de universo compartilhado com Superman e outros vertentes.

lobo

Louis Partridge reage a rumores sobre estrelar o novo ‘007’

Conhecido por seu trabalho em Enola Holmes, o ator Louis Partridge comentou recentemente sobre os fortes rumores que o colocam na disputa para vestir o terno de James Bond no próximo filme de007. O jovem astro destacou que nunca imaginou ser cotado para o papel do icônico agente secreto britânico.

Durante uma entrevista no tapete vermelho, ao ser informado de que a Variety o havia listado como um dos favoritos ao papel, o ator brincou com a situação:

“Não, não. Pelo menos ainda não. Mas é algo para se ter em mente. Fico me perguntando o que a Variety acha”, afirmou.

Logo em seguida, ao ouvir que a própria publicação apoiava sua escalação, ele respondeu com bom humor: “Maravilhoso. Obrigado, Variety”.

Para responder à dúvida do ator, o chefe da sucursal londrina da Variety, Alex Ritman, revelou que Partridge é sim um dos nomes considerados. O anúncio reforça os bastidores de que a Amazon MGM Studios procura um James Bond britânico, jovem e com o rosto pouco saturado no grande público.

Vale lembrar que, até o momento, os favoritos para assumir o papel são Jacob Elordi (28), Aaron Taylor-Johnson (35), Callum Turner (36) e Harris Dickinson (29).

007

‘007’: Sydney Sweeney comenta sobre a possibilidade de interpretar uma Bond Girl

O próximo filme de James Bond já tem sua equipe criativa em formação. O roteiro será assinado pelo aclamado roteirista britânico Steven Knight, criador da popular série Peaky Blinders, conforme anunciado pela Amazon MGM Studios.

A direção da nova produção ficará a cargo do cineasta Denis Villeneuve, nome de prestígio e indicado ao Oscar, conhecido por sucessos comoDuna e ‘A Chegada’. 

denis villeneuve 007

‘A Odisseia’: Épico de Chris Nolan NÃO será exibido com antecedência para influenciadores

A vindoura adaptação de A Odisseia, clássico poema grego de Homero, é um dos projetos mais ambiciosos do ano e da carreira do vencedor do Oscar Christopher Nolan – e tanto o diretor quanto a Universal Pictures tomaram uma decisão inesperada em relação ao longa-metragem.

Segundo uma nova reportagem do The Hollywood Reporter, o estúdio resolveu pular as exibições para influenciadores e decidiu realizar uma sessão apenas para críticos de cinema.

Essa decisão contraria a tendência de companhias que buscam se antecipar às críticas profissionais convidando blogueiros de sites de fãs e influenciadores para assistir a grandes lançamentos com antecedência e publicar, em seguida, minicríticas (muitas vezes bastante entusiasmadas) nas redes sociais.

Os estúdios geralmente decidem se realizam ou não sessões voltadas para a divulgação boca a boca caso a caso, dependendo do filme, mas essa prática tornou-se bastante comum para produções que almejam o status de blockbuster — ou seja, o tipo de filme feito para o grande público.

A decisão da Universal também ocorre em um momento em que os fãs estão mais esclarecidos sobre a relação entre os departamentos de marketing dos estúdios e os influenciadores.

Lembrando que o filme terá classificação indicativa para maiores de 18 anos (R-Rated).

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A Odisseia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 16 de julho.

‘A Odisseia’: Elon Musk volta a detonar Christopher Nolan por escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia

O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$ 250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.

Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott

A Odisseia – Filme | CinePOP

Fenômeno! Disney faz história e é o PRIMEIRO estúdio a ultrapassar US$ 3 bilhões em bilheteria em 2026

A Disney alcançou uma marca histórica ao se tornar o primeiro estúdio de 2026 a ultrapassar a impressionante barreira de US$ 3 bilhões em bilheteria mundial. O feito foi impulsionado pelo desempenho avassalador de grandes lançamentos e pela liderança absoluta no mercado cinematográfico, já que todos os filmes lançados pelo estúdio este ano estrearam na primeira posição das bilheterias.

Com esse resultado, a Disney consolida sua soberania na indústria, tendo liderado o ranking global de estúdios em nove dos últimos dez anos.

De acordo com dados divulgados pelo Deadline, o faturamento bilionário foi puxado principalmente por grandes produções da casa e de suas subsidiárias.

A animação Toy Story 5, dirigida por Andrew Stanton, registrou a segunda maior estreia da história da Pixar ao arrecadar US$ 312 milhões logo em seu primeiro fim de semana, somando atualmente mais de US$ 367 milhões globalmente. Outro grande pilar desse sucesso foiO Diabo Veste Prada 2, da 20th Century Studios, que faturou US$ 677,6 milhões e fez a franquia ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria acumulada.

O saldo bilionário do estúdio também contou com a nova animação da Pixar, ‘Cara de Um, Focinho de Outro’, que garantiu US$ 372 milhões, e com a aventura espacialStar Wars: The Mandalorian & Grogu, que já ultrapassou os US$ 323 milhões.

Além disso, o suspense Socorro!’, também da 20th Century Studios, contribuiu com US$ 94 milhões, somando-se ao excelente desempenho contínuo de blockbusters lançados no final de 2025 que estenderam seu sucesso pelas salas de cinema, como ‘Avatar: Fogo e Cinzas e Zootopia 2’.

O domínio da Disney deve crescer ainda mais nos próximos meses, já que o ano está longe de acabar e o estúdio ainda tem grandes estreias programadas para os cinemas.

Entre os lançamentos mais aguardados para os próximos meses estão a versão em live-action de Moana, o drama The Dog Stars, a nova animação Enfeitiçadas: Bem-vindos a Hexe e o épico da Marvel Studios, Vingadores: Dr. Destino, que trará o aguardado retorno de Robert Downey Jr. como o vilão Doutor Destino.

DisneyCinema des