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Ninfomaníaca – Volume 1

Vocês sabiam que o ingrediente secreto do sexo é o amor? Após dirigir os excelentes Anticristo (2009) e Melancolia (2011), o extraordinário cineasta Lars Von Trier chega aos cinemas de todo mundo com a parte final da sua “Trilogia da Depressão”, Ninfomaníaca. Divido em dois volumes, o drama é conduzido com uma delicadeza fora do comum, misturada com um falso lirismo. Feito para chocar, o aguardado e polêmico trabalho do mais famoso cineasta dinamarquês de todos os tempos, é uma pequena obra-prima que será alvo de discussões durante longos anos.

Nesse primeiro volume, somos surpreendidos com o inusitado encontro entre Seligman (Stellan Skarsgård) e Joe (Charlotte Gainsbourg).  O primeiro, um homem simples e inteligente que adora conversar sobre pescaria. A segunda, sofrera uma agressão misteriosa e aceita desabafar toda sua história até aquele momento. Joe é viciada em sexo e ao longo de anos se viu em situações constrangedoras desde a perda da virgindade até os dias atuais. Conforme conta sua história para Seligman, os dois personagens começam a discutir a sexualidade, e a verdadeira face de uma sociedade que preza pelo desejo, com diversas comparações com o cotidiano humano.

Uma grande tela preta permanece durante um longo período logo no início da projeção, ao som da chuva caindo, deixando o espectador paralisado com o inusitado. Já sabíamos que estávamos prestes a assistir mais um show deste polêmico cineasta ganhador da Palma de Cannes no ano de 2000 com o filme Dançando no Escuro. Passando pela polifonia de Bach e as analogias improváveis entre o sexo e a matemática, representada pelo famoso teorema de Fibonacci, o cineasta de 57 anos explora o mundo da sexualidade de uma maneira tão radical que até Alfred Kinsey ficaria de olhos esbugalhados.

A narrativa é feita de maneira abarcante se sustentando em cima das opiniões de Seligman sobre as situações que passara Joe. Esse bate-bola é tão pungente aos olhos de Joe que o sarcasmo toma conta rapidamente da situação, levando o público a diversos risos entre um raciocínio e outro. A protagonista, vista em duas fases nessa primeira parte, consegue ser forte o suficiente para enfrentar todo aquele drama que passara, relatando todos os detalhes com uma forte dor e desespero.

Os coadjuvantes que aparecem neste volume, alguns atores famosos só vão aparecer no volume dois como o Willem Dafoe (L), contribuem cada qual no seu quadrado para ajudar a contar essa história. Em relação a isso, vale mencionar que a personagem de Uma Thurman, Mrs. H, é um dos grandes destaques da fita. Desesperada e humilhada, parte para o confronto de maneira tão incisiva que acaba provocando na personagem principal um complexo conflito. Outro destaque é Jerome (interpretado por Shia Lebouf) que aparece em duas fases na vida de Joe. Seguro e com um baita entendimento de seu personagem, o ator californiano, famoso por sua presença em Transformers, tem uma cena de penetração que vai dar o que falar, principalmente pela maneira como foi filmada.

Von Trier é assim mesmo. Gosta de provocar o público a todo instante com suas ideias. Dessa vez abordando a sexualidade não tem medo dela ser vista de maneira aberta, nua, sem cortes, a cada instante gerando um constrangimento aos mais puritanos. Arrogante e debochado, o roteiro (assinado pelo próprio criador do Dogma 95) consegue reunir um conjunto de ações envolventes além de diálogos para lá de antológicos que deixam o público fascinado por essa história. Não deixem de conferir esse trabalho impecável que mais parece uma poesia picante. Bravo!

Crítica | ‘Explosão no Trem-Bala’ – Remake Japonês que chegou na NETFLIX ganha fôlego trazendo os pormenores em forma de crítica social

Como lidar com uma situação drástica de risco nacional? Buscando respostas para essa pergunta, o longa-metragem japonês Explosão no Trem-Bala mistura ação, policial e drama trazendo os pormenores de conflitos que se cruzam quando um trem com mais de 300 passageiros está em risco de explodir. Remake de um badalado filme japonês lançado em meados da década de 1970 – O Trem-Bala – ganha fôlego trazendo os pormenores em forma de crítica social.

Tinha tudo para ser mais um dia calmo e tranquilo para Kazuya Takaichi (Tsuyoshi Kusanagi), o responsável por um moderno trem que faz um longo percurso com destino final na capital japonesa, Tóquio. A questão é que logo nos primeiros minutos de viagem acaba sendo avisado pelo centro de controle que há várias bombas instaladas ao longo da composição. Correndo contra o tempo em busca de soluções, Kazuya e outros personagens importantes farão de tudo para salvar os passageiros.

O roteiro consegue de forma bem inteligente apresentar seu caos das emoções em momentos decisivos onde todos os personagens encontram seus espaços nas camadas que se abrem. Aliado a uma narrativa cheia de adrenalina e tensão – com cenas de ação bem executadas – essa se torna uma união satisfatória para as mais de duas horas de projeção.

E não pensem que os clichês atrapalham. Contido em quase todas as produções do gênero ação, aqui há um drible no óbvio trazendo para a trama central um interessante cardápio repleto de críticas sociais. Desde o posicionamento do governo japonês em casos de terrorismo, passando por outras questões políticas – até mesmo a força das redes sociais nos tempos atuais –  o longa-metragem que chegou nesse final de abril na Netflix é um equilibrado emaranhado de ações e consequências.

Com seu abre-alas ao melhor estilo ‘Missão Impossível’, Explosão no Trem-Bala traz para os tempos modernos uma história parecida já contada 50 anos atrás mas dando seu próprio toque de originalidade. Esse é um filme que consegue prender a atenção.

Relembre a carreira de Joel Schumacher

Hoje Hollywood perde um de seus grandes talentos. O diretor Joel Schumacher, nome conhecido por cinéfilos, entusiastas casuais da sétima arte e aficionados pelo mundo do entretenimento de forma geral, nos deixou aos 80 anos após algum tempo lutando contra o câncer.

O motivo do estrelato se deu quando Schumacher assumiu a direção dos filmes do Batman em meados dos anos 1990 – elevando sua carreira a outro patamar e atraindo para si a atenção de um público mais abrangente.

Indicado à Palma de Ouro (prêmio máximo no prestigiado Festival de Cannes), Schumacher era produtor, roteirista e em seu currículo teve 35 créditos como diretor. Como forma de homenagear este cultuado cineasta, o CinePOP relembra para você a carreira deste grande artista.

Início de Carreira

Filho de mãe sueca, o nova yorkino Joel Schumacher começou sua vida profissional como designer e vitrinista de lojas de sua cidade natal, logo seguindo para a faculdade de moda e depois trabalhando nesta indústria. Schumacher só viria a ingressar na vida de cinema aos trinta e poucos anos, e muitos de seus filmes refletem seu passado como estilista.

Muitos diretores de sucesso começaram suas carreiras no comando de vídeo clipes, mas no caso de Schumacher, eles só viriam após ter seu nome estabelecido em Hollywood. Em 1988, após já ter na bagagem dois filmes de sucesso, o cineasta comandou o clipe ‘Devil Inside’, da banda INXS.

Seus primeiros filmes foram ainda na década de 1970, com dois longas produzidos direto para a TV, em 1974 e 1979. O primeiro, Virginia Hill, é a biografia da ex-prostituta namorada do mafioso Bugsy Siegel; o segundo, Amateur Night at the Dixie Bar and Grill, relata o cotidiano de um bar country e seus shows de talento.

Curiosamente, foi o clássico Grandes Esperanças (1946), de David Lean, baseado no icônico livro de Charles Dickens, que despertou o interesse de Schumacher a perseguir a carreira no cinema.

Anos 1980

O primeiro filme de Schumacher lançado para o cinema foi A Incrível Mulher que Encolheu (1981), baseado no livro de Richard Matheson – uma comédia com Lily Tomlin. Dois anos depois, e o diretor continuava no gênero da comédia com o escrachado non sense Táxi Especial (1983), sobre um grupo de taxistas em Washington e suas desventuras com a companhia em que trabalham. O longa conta com o infame Mr. T (Esquadrão Classe A e Rocky III).

Foi na sequência que Schumacher se tornaria um nome a se prestar atenção em Hollywood, ao entregar dois anos depois a dramédia O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (1985), sobre um grupo de amigos recém-saídos da faculdade, precisando encarar a vida adulta. No longa, escrito pelo próprio, o diretor teve sob seu comando o grupo de jovens atores conhecidos como Brat Pack – os talentos mais promissores da geração 80’s. Dentre eles: Demi Moore, Rob Lowe, Andrew McCarthy, Emilio Estevez, Judd Nelson, Ally Sheedy, Andie MacDowell e Mare Winningham.

Para a geração que cresceu nos anos 80, porém, nenhum filme seria mais emblemático na filmografia do diretor do que Os Garotos Perdidos (1987) – cult de vampiros bancado pela Warner, com Kieffer Sutherland, Jason Patric, Corey Haim e Corey Feldman. Com uma filmografia calcada na comédia, ação e alguns sustos, em 1989, Schumacher dava um passo além, investindo num drama adulto produzido pela Paramount. Um Toque de Infidelidade (1989), com Ted Danson e Isabella Rossellini é refilmagem de uma obra francesa sobre troca de casais.

Anos 1990

Ainda na década de 1980, o investimento em Joel Schumacher já havia se tornado tão confiável que os grandes estúdios lhe ofereciam trabalho constante, e o diretor lançava filmes a cada dois anos. Essa periodicidade seguiu pelos anos 1990. Nos dois primeiros anos da década, o cineasta construía uma dinâmica de sucesso com a estrela Julia Roberts. Numa dobradinha, a dupla lançava em sequência o thriller Linha Mortal (1990) – indicado ao Oscar de efeitos sonoros – e drama romântico Tudo por Amor (1991), para a Columbia/Sony e a Fox respectivamente.

A esta altura, Joel Schumacher já era um diretor altamente prestigiado em Hollywood – tendo transitado por diversos gêneros (e exibido sucesso neles) e se tornado homem de confiança dos maiores estúdios, algo muito importante na indústria. Voltando para a Warner, ele comandou Um Dia de Fúria (1993), com Michael Douglas, e O Cliente (1994), adaptação de John Grisham, indicado ao Oscar de melhor atriz para Susan Sarandon. Ambos de boa repercussão e sucesso. Neste período também, o cineasta voltaria ao mundo dos vídeo clipes assinando ‘Heaven Help’, de Lenny Kravitz, e ‘Kiss From a Rose’, de Seal.

Foi sua bagagem até então, e a boa relação com a Warner, que lhe garantiram o sinal verde para o comando em Batman Eternamente (1995), sua primeira incursão em um filme de super-herói, e um do qual era muito fã. Quando Tim Burton foi afastado por seus filmes com o personagem serem considerados muito sombrios e violentos, Schumacher foi instruído (ou obrigado) a produzir obras mais simpáticas às crianças. O resultado foi favorável, já que a aventura fez US$336 milhões mundialmente. Já a sequência, Batman & Robin (1997), não teria a mesma sorte e ficaria marcado como uma das piores produções cinematográficas da história – motivo de piadas e chacotas. Schumacher inclusive chegou a pedir desculpas na frente das câmeras para os fãs no lançamento de uma edição comemorativa do filme em DVD.

Para muitos, Joel Schumacher se tornaria uma personalidade estigmatizada depois do ocorrido. Porém, assim como Paul Verhoeven (e seu Showgirls), por exemplo, seu legado é muito maior – mesmo que nenhum lançamento consecutivo tenha verdadeiramente sido tão impactante ao ponto de apagar o gosto amargo no paladar dos fãs. Ainda nos anos 1990, o diretor lançaria obras aclamadas e de sucesso relativo, como Tempo de Matar (1996), segunda e mais eficiente adaptação de Grisham; 8mm (1999), descida ao “inferno” do cineasta com seu filme mais intenso; e Ninguém é Perfeito (1999), outra obra escrita pelo próprio, sobre a relação de amizade entre um segurança homofóbico (Robert De Niro) e seu vizinho Drag Queen (Philip Seymour Hoffman).

Anos 2000

Na nova década, Joel Schumacher se cercou de atores de prestígio e alguns promissores talentos. Descobriu o irlandês Colin Farrell no drama de guerra Tigerland: A Caminho da Guerra (2000) e repetiu a parceria no suspense Por um Fio (2002). Trabalhou com Anthony Hopkins na ação de espionagem Em Má Companhia (2002); com Cate Blanchett na biografia O Custo da Coragem (2003); e novamente com Jim Carrey no thriller Número 23 (2007). Todos variando o nível de sucesso, mas sem uma produção arrebatadoramente unânime. No período, sua aposta mais ambiciosa foi para a Universal com a versão para o cinema da grandiosa peça O Fantasma da Ópera (2004), de Andrew Lloyd Weber – escolhido a dedo pelo autor da obra devido ao uso da música proposta por Schumacher em Os Garotos Perdidos. Segundo relatos, o diretor foi a primeira e única opção para o musical.

O Fantasma da Ópera ficou abaixo do esperado em termos financeiros e falhou em agradar a crítica. O fato fez o cineasta se voltar a obras de menor orçamento, como o terror Renascido das Trevas (2009), com Henry Cavill e Michael Fassbender – então ilustres desconhecidos. Fassbender disse em entrevista que Schumacher foi o melhor diretor com quem já trabalhou.

Últimos Trabalhos

Em seus últimos filmes, Joel Schumacher resolveu se manter menor, mais minimalista. Na última década entregou apenas dois longas para o cinema. Twelve: Vidas Sem Rumo (2010) tentou resgatar o feeling de Schumacher para o universo dos jovens de seus primeiros sucessos. Aqui, baseado num livro, dando enfoque a um clima mais sombrio, com temas como tráfico de drogas e assassinato. Emma Roberts foi a revelação do elenco. O segundo, e canto do cisne para o diretor foi Reféns (2011), que usou como protagonistas os colaboradores do cineasta Nicolas Cage (8mm) e Nicole Kidman (Batman Eternamente), juntos em tela pela primeira vez. O filme, porém, passou em branco – não sendo por assim dizer um trabalho muito expressivo de nenhuma das partes.

Os últimos trabalhos assinados por Joel Schumacher foram os episódios 5 e 6 da primeira temporada da série de sucesso House of Cards (2013), série que deu o pontapé inicial para mostrar o que seria o colosso Netflix. A série tinha produção de David Fincher, amigo pessoal de Joel Schumacher.

Só para quem é raiz! A “Rambo-mania” completa 40 anos! Você lembra?

O sucesso estrondoso de ‘Rambo: Programado para Matar (1982) catapultou Sylvester Stallone ao estrelato como um dos maiores ícones do cinema de ação dos anos 80. O filme original, baseado no romance First Blood, apresentou ao público o personagem John Rambo, um veterano traumatizado da Guerra do Vietnã que luta contra as autoridades locais em uma pequena cidade. Com uma combinação de ação, drama psicológico e um protagonista complexo, First Blood conquistou tanto o público quanto a crítica, tornando-se um clássico instantâneo e abrindo caminho para uma franquia que marcaria uma geração. Esse sucesso criou grande expectativa para a sequência, que viria a ser ‘Rambo 2 – A Missão‘, filme que completa 40 anos de sua estreia em 2025.

Após o sucesso do primeiro filme, a equipe criativa, liderada por Sylvester Stallone, decidiu expandir o universo de Rambo, transformando-o de um drama psicológico em uma ação explosiva e cheia de adrenalina. ‘Rambo 2 – A Missão foi concebido para mostrar o herói em uma missão de resgate no Vietnã, destacando a guerra, o patriotismo e o combate direto contra as forças inimigas. Stallone assumiu novamente o papel principal e também contribuiu como roteirista, ao lado de James Cameron, buscando criar uma narrativa que, além de manter o carisma do personagem, elevasse o nível das cenas de ação e efeitos especiais, apostando num tom mais épico e de grande espetáculo. O filme prometia trazer mais intensidade, tiroteios e sequências memoráveis, ampliando a mitologia de John Rambo para um público global.

Rambo 2 – A Missão foi dirigido por George P. Cosmatos, um cineasta conhecido por sua habilidade em comandar grandes produções de ação e aventura. Cosmatos, no ano seguinte, voltaria a comandar Stallone no cult máximo do cinema policial ‘Cobra‘ (1986) – no Brasil conhecido pela alcunha infame ‘Stallone Cobra‘, infelizmente não repetindo o sucesso. Sua direção em ‘Rambo 2 trouxe uma pegada ainda mais apoteótica e visualmente impactante, realçando as cenas de combate e o clima tenso das missões de guerra. Sob sua batuta, o filme conseguiu ampliar a grandiosidade da franquia, entregando um espetáculo que combinava ação ininterrupta e emoção, característica fundamental para o sucesso do longa.

O elenco de ‘Rambo 2 – A Missão contou com Sylvester Stallone no papel icônico de John Rambo, o veterano endurecido e habilidoso em combates que retorna ao Vietnã para uma missão de resgate crucial. Ao seu lado, Richard Crenna reprisou o papel do coronel Trautman, mentor e figura paternal de Rambo, oferecendo equilíbrio e contexto emocional à trama. O filme também apresentou Charles Napier como o burocrata Murdock, que comete o maior erro de sua vida: trair Rambo (como é dito em um dos diálogos). E ainda, Steven Berkoff, um dos atores-personagens preferidos para vilões dos anos 80 (tendo sido o antagonista de ‘Um Tira da Pesada‘ também), aqui como um cruel militar russo. Finalizando o elenco, Martin Kove (o Kreese de ‘Karatê Kid‘) como o soldado Ericson; e a asiática Julia Nickson no papel de Co, o contato de Rambo no Vietnã, e interesse amoroso do herói.

Por mais que tenha sido muito vendido como retrato de propaganda era Ronald Reagan, do patriotismo exacerbado americano, do herói infalível que faz tudo por seu país, ‘Rambo 2‘ é também uma crítica a esse sistema. Por mais que não pareça. Acontece que, assim como em ‘Nascido em 4 de Julho‘ (1989), o patriotismo do protagonista se torna decepção, neste caso quando o herói é traído e abandonado por seus compatriotas. No final, Rambo vira as costas para o país que o renegou pela segunda vez (após o filme original).

Em ‘Rambo 2, John Rambo recebe a tarefa de retornar ao Vietnã para uma missão de reconhecimento com o objetivo de localizar e fotografar prisioneiros de guerra americanos ainda desaparecidos. O que parecia ser uma operação simples logo se complica quando Rambo descobre que os militares subestimaram a resistência inimiga e que a situação é muito mais perigosa do que o esperado. Preso em território hostil, ele precisa usar toda sua habilidade, força e inteligência para sobreviver às emboscadas e aos ataques das tropas vietnamitas enquanto tenta cumprir sua missão e resgatar os prisioneiros.

Uma das mudanças mais marcantes entre ‘Rambo: Programado para Matar e ‘Rambo 2 – A Missão está na abordagem do personagem principal. No primeiro filme, John Rambo é retratado como uma figura trágica e vulnerável, um veterano traumatizado pela guerra e rejeitado pela própria nação, cuja violência surge como resposta ao abuso e à marginalização. Já na sequência, Rambo assume uma postura muito mais heroica e implacável — quase um super-soldado —, transformando-se num símbolo de força, redenção e poder militar americano. Essa mudança de tom reflete não só o desejo de transformar a franquia em um blockbuster de ação, mas também o clima político e cultural dos anos 80, com Hollywood adotando uma visão mais idealizada do soldado americano.

Além da transformação do personagem, ‘Rambo 2 – A Missão também apresentou uma mudança significativa no estilo e no tom em comparação ao primeiro filme. Enquanto ‘Programado para Matar é um drama de ação com forte carga emocional e crítica social — centrado na solidão, no trauma de guerra e no desprezo pelos veteranos —, a sequência aposta em um espetáculo visual de guerra, com cenas grandiosas de explosões, batalhas e combates corpo a corpo. O tom mais contido e introspectivo do original dá lugar a uma narrativa mais direta, voltada para o entretenimento e para a ação desenfreada, aproximando o longa dos moldes clássicos do cinema de ação dos anos 80. A mudança agradou ao grande público, mas dividiu parte da crítica, que viu na sequência uma simplificação do drama complexo do primeiro filme.

Com o lançamento de ‘Rambo 2 – A Missão, em 1985, o personagem vivido por Sylvester Stallone transcendeu o cinema e se transformou em um verdadeiro ícone da cultura pop mundial. O sucesso estrondoso do filme gerou um fenômeno conhecido como Rambomania, que se espalhou rapidamente por diversos países. Rambo virou sinônimo de força, coragem e patriotismo exagerado, sendo estampado em camisetas, desenhos animados, brinquedos, cartazes, lancheiras, jogos de videogame e programas de TV. Crianças imitavam o herói, amarrando faixas vermelhas na cabeça e empunhando armas de brinquedo, enquanto adultos viam nele uma figura de resistência e poder, especialmente em um contexto ainda marcado pela Guerra Fria. A estética do filme e o visual de Rambo — com músculos à mostra, cicatrizes e armamento pesado — se tornaram referência obrigatória para a ação dos anos 80.

No Brasil, a Rambomania também chegou com força total. O filme foi exibido com enorme sucesso nos cinemas e, posteriormente, na televisão, onde alcançou audiências impressionantes. Produtos licenciados invadiram bancas, lojas e programas infantis, com revistinhas, bonecos genéricos e até paródias em programas humorísticos. E quem poderia esquecer o infame concurso do “Rambo brasileiro”, no programa do SBT Viva a Noite, apresentado pelo saudoso Gugu Liberato. O nome “Rambo” virou parte do vocabulário popular, sendo usado para descrever qualquer pessoa vista como durona ou valente. Nas brincadeiras de rua, crianças disputavam quem seria o “Rambo” da vez. O impacto cultural foi tão grande que, mesmo décadas depois, o personagem ainda é lembrado com nostalgia por toda uma geração que cresceu sob a influência desse herói explosivo e invencível.

A recepção crítica a ‘Rambo 2 – A Missão foi bastante dividida. Muitos críticos viram o filme como um retrocesso em relação ao original, apontando a falta de nuance emocional e a transformação do personagem em uma figura quase caricatural. A violência excessiva, o roteiro simplificado e o tom propagandista também foram alvos de críticas, especialmente por analistas que esperavam uma continuação mais densa e crítica, como o primeiro filme. No entanto, outros reconheceram a competência técnica do longa e elogiaram sua direção enérgica, a produção grandiosa e o carisma de Sylvester Stallone, que se consolidava ali como uma das maiores estrelas de ação do cinema.

Já entre o público, ‘Rambo 2 foi um enorme sucesso. O filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente e se tornou uma das maiores bilheteiras de 1985, transformando Stallone em um símbolo global do cinema de ação. Em muitos países, o longa foi visto como uma catarse patriótica — especialmente nos Estados Unidos —, enquanto em outros serviu como puro entretenimento escapista. Com sua força comercial e cultural, ‘Rambo 2 – A Missão ajudou a redefinir os padrões do gênero de ação e deixou uma marca duradoura na cultura pop.

Rambo 2 – A Missão não apenas consolidou John Rambo como um dos maiores ícones da história do cinema de ação, como também moldou toda uma geração de filmes que viriam a seguir. Transformando um ex-soldado traumatizado em um herói quase mitológico, o longa definiu o estilo visual, o tom e o apelo popular que marcariam a era de ouro do gênero nos anos 80. Mesmo com as críticas à sua abordagem mais simplista e explosiva, o filme se tornou um marco cultural, eternizando frases, imagens e atitudes que ainda hoje ecoam no imaginário coletivo. Mais do que uma sequência, ‘Rambo 2 foi o nascimento de um mito — e a prova de que, às vezes, um herói de ação pode dizer muito com poucas palavras e muitos tiros. Ah sim, e caso você não saiba, ‘Rambo 2‘ foi indicado ao Oscar… ao menos o de melhor edição de efeitos sonoros.

‘Westside’: Novo reality musical da Netflix ganha trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer do seu novo reality show musical, intitulado ‘Westside‘.

Confira:

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 9 de novembro.

Suas histórias, suas músicas. Nove músicos talentosos recebem a maior oportunidade de suas vidas, mas será que conseguirão superar todos os desafios?

As músicas da série já estão disponíveis:

‘Annabelle 3’: Boneca assombra em novo cartaz sinistro; Confira!

O terror ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘ ganhou um novo cartaz.

Assista:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2436166749748027?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige o longa-metragem da franquia ‘Invocação do Mal‘, que marca também a sua estreia na direção.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam ao Universo ‘Invocação do Mal‘, sendo esta a primeira aparição deles fora da franquia principal. O elenco ainda inclui McKenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

‘The Undoing’: Minissérie da HBO ganha novo trailer e data de estreia; Confira!

A HBO divulgou o novo trailer legendado da minissérie ‘The Undoing‘, estrelada pela Nicole Kidman.

A produção irá estrear no dia 10 de maio.

Criada por David E. Kelley, a produção é uma adaptação do livro ‘You Should Have Known‘, de Jean Hanff Korelitz.

A trama conta a história de uma conselheira de casamentos, Grace Sachs (Kidman), cuja vida vira de ponta cabeça nas vésperas do lançamento de seu primeiro livro. A trama ainda envolve o desaparecimento do marido de Grace, o que leva a uma série de descobertas que mudarão sua vida para sempre.

O elenco ainda conta com Hugh Grant, Noah Jupe, Donald Sutherlande Edgar Ramirez.

Tubarões alienígenas atacam no trailer BIZARRO de ‘Contatos com Tubarões do Terceiro Grau’

O terror trash ‘Contatos com Tubarões do Terceiro Grau‘ (Shark Encounters of the Third Kind) ganhou um trailer bizarro.

Confira:

O longa é dirigido por Mark Polonia.

Um grupo de alienígenas hostis colide no fundo do oceano e, por meio de controle mental, usa tubarões para aterrorizar uma pequena cidade cheia de segredos na esperança de completar sua missão de invasão. Depende de um grupo distinto de habitantes da cidade resolver isso, mas no final são tubarões contra alienígenas em um clímax surpreendente.

Titus HimmelbergerNatalie HimmelbergerJennie Russo estrelam a produção.

Atriz de ‘Pretty Little Liars’ terá que lutar pela sobrevivência no terror ‘The Bog’

De acordo com o Deadline, Janel Parrish (‘Pretty Little Liars’) estrelará o terror ‘The Bog‘.

O elenco ainda contará com Jonathan Bennett (‘Meninas Malvadas’), Mark Ryder (‘Borgia’), Timothy Murphy (‘Westworld’) e Robert Clohessy (‘Blue Bloods’).

Na trama…

Inspirada por assombrosos eventos reais, a trama segue dois casais, liderados pela problemática Collette (Parrish), que conectam por meio de amizade, infidelidade e uma trágica morte familiar, decidem fazer uma viagem épica nas remotas Terras Altas da Escócia para ficar longe de tudo e se reconectar em uma das cabanas antigas e isoladas que pontilham a área. O que começa como a melhor época de suas vidas – e um retiro de casais muito necessário e solicitado por médicos –, rapidamente foge do controle. Lá, eles se veem aterrorizados por moradores desconhecidos e, sem o conhecimento deles, são submetidos a um ritual místico de caça milenar.

Myles Clohessy será responsável pela direção, que também escreveu o roteiro do filme ao lado de Phil Harrell e Emma Harrell.

As filmagens estão programadas para começarem em outubro.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Assassinato na fronteira é investigado no trailer do suspense ‘Águas Selvagens’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer do suspense nacional ‘Águas Selvagens‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de maio.

Roly Santos é responsável pela direção.

Quando o investigador Lúcio Gualtieri aceita um trabalho para solucionar um crime cometido na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, ele se vê perseguido por uma organização criminosa envolvida em uma trama macabra de assassinatos. Ao descobrir uma verdade obscura que coloca em prova todas as suas crenças, o ex-policial precisará enfrentar seu passado conturbado, enquanto tenta sobreviver aos perigos dessa zona de águas selvagens.

O elenco conta com Roberto Birindelli, Mayana Neiva, Leona Cavalli, Daniel Valenzuela, Alana Lópes, Juan M. Tellategui, Luiz Guilherme, Néstor Nuñez e Mario José Paz.

A Baleia

(The Whale)

 

Elenco:

Brendan Fraser
Sadie Sink
Hong Chau
Samantha Morton
Ty Simpkins

 

Direção: Darren Aronofsky

Gênero: Drama

Duração: 117 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

A trama conta a história de um homem de 270 quilos chamado Charlie, que tenta se reaproximar da filha adolescente depois de abandoná-la para ficar com um amante. Após a morte do companheiro, Charlie se entrega a um transtorno alimentar compulsivo em resposta ao luto, o que acaba transformando-o em obeso mórbido.

Crítica: 

Crítica | A Baleia é – sem sombra de dúvidas – um EMOCIONANTE conto sobre perdão e reconciliação familiar

Curiosidades: 

» Brendan Fraser foi ovacionado em pé durante seis minutos depois que os créditos subiram nas telonas do Festival de Veneza;

» O longa-metragem foi indicado em quatro categorias no Critics Choice Awards 2023, incluindo Melhor Ator para FraserMelhor Atriz Jovem para Sadie SinkMelhor Roteiro Adaptado para Samuel D. HunterMelhor Cabelo e Maquiagem;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘It’s a Wonderful Knife’: Slasher natalino estilo ‘Pânico’ será para MAIORES por “violência sangrenta”

O terror ‘It’s a Wonderful Knife‘, slasher natalino no mesmo estilo que o clássico ‘Pânico‘, recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta, uso de drogas e linguagem”.

Na trama, um ano depois de salvar sua cidade de um assassino psicótico na véspera de Natal, a vida de Winnie Carruthers não é nada maravilhosa – mas, quando ela deseja nunca ter nascido, ela se encontra em um universo paralelo aterrorizante e descobre que, sem ela, as coisas poderiam ser muito, muito piores.

Agora, o assassino está de volta e ela deve se unir ao desajustado da cidade para identificar o assassino e voltar à sua própria realidade.

Confira o trailer:

Tyler MacIntyre (‘As Garotas da Tragédia’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Jane Widdop (‘Yellowjackets’), Joel McHale (‘Becky’), Justin Long (‘Noites Brutais’), Katharine Isabelle (‘Possuída’), Jess McLeod (‘Um de Nós Está Mentindo’) e Cassandra Naud (‘Influencer’).

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de novembro.

Josh Hartnett esconde segredo SINISTRO no trailer dublado de ‘Armadilha’, novo thriller de M. Night Shyamalan

A Warner Bros. divulgou o novo trailer dublado de ‘Armadilha‘, o novo filme de M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º d agosto.

Escrito e dirigido por Shyamalan, ‘Armadilha‘ é estrelado por Josh Hartnett, Ariel Donoghue, Saleka Shyamalan, Hayley Mills e Allison Pill.

Anteriormente, Josh Hartnett (’30 Dias de Noite’) revelou que o longa será muito “bizarro e sombrio”, e confessou que a produção irá surpreender os espectadores: “Trabalhar com o M. Night Shyamalan foi uma das melhores experiências da minha carreira. Acredito que ele é um artista verdadeiro – Com ‘A’ maiúsculo. Sinto que as pessoas ficarão surpresas com o filme que estamos fazendo. É um longa muito bizarro, muito sombrio e selvagem.”

Ele completa, “[Meu papel em ‘Armadilha’] será diferente. Eu tento fazer isso com todos os meus personagens. Se você só fica interpretando os mesmos papéis, isso acaba deixando o público entediado.”

Vale lembrar que, recentemente, o cineasta fechou contrato com a Warner Bros. para a produção e direção de projetos originais. O acordo foi firmado pouco depois da Warner também ter fechado contrato com outros grandes nomes da indústria do entretenimento – incluindo Akiva GoldsmanBaz Luhrmann.

Sob a nova parceria, o diretor e sua companhia Blinding Edge Pictures irão desenvolver projetos originais para o cineasta produzir e/ou dirigir com a supervisão da Warner Bros. Pictures e da New Line Cinema.

Amores Materialistas

(Materialists)

 

Elenco:

Dakota Johnson
Chris Evans
Pedro Pascal

 

Direção: Celine Song

Gênero: Comédia romântica

Duração: 109 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em AMORES MATERIALISTAS, os negócios de uma casamenteira de Nova York se complicam quando ela se envolve em um triângulo amoroso com seu ex-namorado ator, que ganha a vida como garçom, e um novo pretendente ricaço.

Crítica: 

Crítica | Amores Materialistas – Celine Song apresenta um roteiro afiado, mas um romance SEM FAÍSCAS

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Celine Song também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Sophie Turner é alvo de conspiração no trailer DUBLADO de ‘O Roubo’, nova série de SUSPENSE do Prime Video

O Prime Video divulgou o primeiro trailer de ‘O Roubo‘ (STEAL), nova série de suspense estrelada pela Sophie Turner (‘Game of Thrones’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção estreará no serviço de streaming no dia 21 de janeiro.

Um dia de trabalho típico em uma empresa de investimentos de fundos de pensão é interrompido quando uma gangue de ladrões violentos invade o local e obriga Zara (Turner) e seu melhor amigo Luke (Archie Madekwe) a cumprir suas exigências. Mas quem roubaria bilhões de libras das aposentadorias de pessoas comuns — e por quê?

Criada por S.A. Nikias, a série conta com a direção de Sam Miller e Hettie Macdonald.

O elenco ainda conta com Jacob Fortune-Lloyd, Andrew Howard, Ellie James, Jonathan Slinger, Harry Michell, Thomas Larkin, Tara Summers e Sarah Belcher.

[SPOILER!] Keanu Reeves explica o final de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

[SPOILER!] 

Antes dos créditos finais de  ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’, a audiência observa Keanu Reeves em uma situação bem delicada.

Como ele quebrou as regras da organização de assassinos internacionais, um alto valor está sendo pago por sua cabeça, o que o coloca em constante sinal de alerta. É um contexto perigoso, mas os criadores por trás da franquia afirmaram que é justamente o ponto onde John Wick deveria estar, indo contra as regras pré-estabelecidas e encarando mais ameaças do que antes.

O final da sequência dá indícios de um inevitável capítulo 3.

Durante uma entrevista ao site CinemaBlend, Keanu Reeves comentou sobre a conclusão do filme e o que está sendo feito para esculpir a próxima narrativa:

“Queríamos chegar a um ponto em que John literalmente tivesse que lutar por sua vida e que ele estivesse começando a se tornar um pouco ‘anti-regras’. E é aí que o personagem começa a se desenvolver. As regras e o mundo em que ele viveu não estão começando a trabalhar em favor dele e também não estão funcionando! Há pessoas lá fora que querem pegá-lo por causa de suas transgressões e nós curtimos essa ideia – quando eu digo ‘nós’, eu quero dizer os produtores, o escritor, o diretor -, nós gostamos de vê-lo sofrer!”

A pergunta que ainda paira entre os fãs é o que John Wick fará no futuro. Conforme Reeves revelou, o roteirista Derek Kolstad  e o diretor Chad Stahelski não estão inteiramente certos, mas algumas ideias já começaram a surgir:

“Gostaríamos colocá-lo em outra situação vulnerável que fizesse todos questionarem: ‘Como ele vai sair dessa? Como ele vai sobreviver? O que isso significa? O que ele vai fazer?’. Eu ainda não sei como vamos conduzi-lo, mas temos algumas idéias. Talvez ele precise ir a Jerusalém! Ou talvez ele esteja no meio do deserto. Sei la!”

Na sequência, Wick é forçado novamente a sair da aposentadoria após descobrir que um de seus maiores inimigos está tentando assumir o controle da organização internacional de assassinos.

‘Liga da Justiça’: Luzes nos cabelos do Aquaman são uma referência aos quadrinhos, diz Momoa

A versão de Aquaman de Jason Momoa é bem diferente dos quadrinhos e inclusive foi usada como peça chave para a atualização dos traços do personagem nas novas edições do herói.

Mas para honrar as raízes originais, o astro e a equipe de produção decidiram trazer alguns fragmentos que pudessem ser diretamente associados à fonte.

Em uma entrevista recente, Momoa revelou que as luzes nos cabelos do herói são uma clara referência às Hqs:

Zack Snyder teve a ideia das tatuagens e todos queriam que pelo menos tivesse um pouco de loiro nos cabelos dele. Já para os olhos, eu sempre fui fã daquele tom de verde à la Van Gogh, que pode confundir as pessoas, atraindo-nas, ao mesmo que tempo que as assusta. Eu queria ter essa aparência”.

 

‘Liga da Justiça’: Warner quase demitiu Zack Snyder após ‘Batman vs Superman’

Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

O filme já está em cartaz no Brasil.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ entra no universo de ‘Stranger Things’ em trailer feito por fã

O sucesso ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ entrou no mundo invertido da popular série ‘Stranger Things‘ em um novo trailer feito por um fã.

O vídeo mistura aspectos do trailer da produção original da Netflix com diversas cenas do filme, dando um ar bem mais sombrio para a adaptação dos quadrinhos.

Assista ao resultado:

O CinemaBlend divulgou uma possível data para o lançamento do trailer de ‘Vingadores 4‘, se o estúdio seguir a mesma estratégia de marketing de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

O primeiro trailer do terceiro filme da franquia foi lançado no dia 29 de Novembro de 2017.

Segundo assim, a data mais provável para o trailer de ‘Vingadores 4‘ é em novembro deste ano.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 02 de maio de 2019.

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Jessica Chastain ficou ensanguentada até o FINAL das gravações

A aguardada sequência ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ estreia nessa semana nos cinemas e vai trazer o Clube dos Perdedores de volta à Derry, para acabar de vez com o assombroso e maldito legado do palhaço Pennywise.

E o nosso editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon, teve a oportunidade de conferir de perto a nova produção, participando também de um bate papo com o elenco adulto do longa, em Los Angeles (Califórnia).

Em durante um pequeno encontro com a impressa, a atriz Jessica Chastain revelou com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP uma experiência quase traumática no set.

Tendo que reviver a terrível cena em que ela mergulha em um banho de sangue, a atriz foi obrigada a permanecer ensanguentada até o final das gravações, conforme compartilhou:

“Não tem como se preparar para uma cena como essa, porque você não sabe como ela realmente será. Nós fizemos um ensaio com água, mas a água é mais fina que o líquido que eles usam para parecer sangue. E havia esse container com água e então havia o medo de que quando ele enchesse, eu teria que entrar e ninguém poderia me ver. Ele não era profundo, mas você tem esses receios. Mas antes de gravarmos essa cena com sangue eu disse: ‘Eu farei isso tranquilamente, contanto que assim que terminarmos de gravá-la e vocês gritarem ‘corta!’, eu veja todos de camisetas brancas, pois vou dar um abraço de urso em todos e vamos tirar uma foto. E foi incrível, pois o Andy reclamou tanto só de ter um pouquinho de sangue no seu corpo. Mas o que eu não entendia é que achava que o sangue magicamente desapareceria, pois fazia parte da sua imaginação. Então eu pensava que assim que a cena estivesse encerrada, ela voltaria ao normal, a ser a Beverly de sempre. Mas Andy, como adora me torturar, me banhou de sangue até o final do filme. Acho que isso foi o pior de tudo, pois antes de cada tomada havia uma piscina de sangue e eu tinha que me mergulhar nela e então ir para o set”.

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård no papel de Pennywise e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.

‘Supernatural’: Pandemia não impactou drasticamente os planos de encerramento da série, diz showrunner

A pandemia do coronavírus acabou mudando a vida da população mundial, afetando a produção cinematográfica ao redor do mundo.

E a série ‘Supernatural‘ também acabou sendo prejudicada, uma vez que a gravação de seu final de temporada não pôde ser executada. Mas segundo o showrunner da série, Andrew Dabb, a produção não chegou a ser afetada de maneira drástica.

“Nós ainda estamos fazendo tudo o que queríamos em se tratando dos personagens, da trama e da sua mitologia. Em alguns casos, nós tivemos que simplificar os caminhos para chegar até lá. Por exemplo, para o episódio final, nós tínhamos algo bem grande e super extravagante planejado, mas isso não era viável. Mas nós encontramos uma alternativa para conseguirmos chegar ao mesmo lugar, de forma sábia – em se tratando de roteiro – e, mais importante, que funcionasse emocionalmente. Então tudo se trata de ser adaptável. Nós tivemos que reescrever algumas coisas, mas nada que mudasse fundamentalmente o que a série é ou para onde estava indo”.

Lembrando que os episódios finais da última temporada retornam a partir do dia 08 de outubro, na CW.

Confira o trailer estendido, junto com o pôster:

“Sua jornada final continua. Os sete episódios finais de Supernatural estreiam a partir de 08 de outubro!

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘The Crown’: Tobias Menzies dedica estatueta do Emmy para Michael K. Williams

O astro Tobias Menzies, intérprete do príncipe Philip na aclamada série ‘The Crown‘, dedicou sua estatueta do Emmy Awards para o ator Michael K. Williams, que faleceu recentemente.

Por meio de uma publicação feita no Twitter, o recente vencedor refletiu sobre sua vitória e ponderou sobre o grandioso trabalho de Williams.

Confira:

“Muito honrado de ter ganhado o Emmy Awards na noite passada. Muito obrigado à TV Academy e parabéns a todos os meus brilhantes colegas indicados. Mas eu gostaria de dicar isso ao Michael K. Williams. Sua performance como Omar em The Wire é um das melhores performances em tela. Ele fará muita falta. Descanse em paz”.

Vale lembrar que a 4ª temporada da série conquistou 11 estatuetas no total, incluindo a de Melhor Série Dramática. Além disso, a produção levou todas as demais categorias de atuação em que disputou.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Cleaning Lady’ e ‘Alert’ são CANCELADAS pela Fox

A Fox oficializou o cancelamento de duas de suas séries dramáticas em situação indefinida: ‘Alert: Missing Persons Unit‘ e ‘The Cleaning Lady‘.

As decisões foram tomadas após a exibição das temporadas atuais — ‘Alert‘ encerrou em 27 de maio, enquanto ‘The Cleaning Lady‘ teve seu final exibido em 3 de junho.

A medida já era esperada nos bastidores. Ambas as produções, ao lado de outras séries já descartadas como ‘Accused‘ e ‘The Great North‘, estavam nas últimas posições do ranking de audiência da Fox para a temporada 2024–2025. A última, atualmente em sua quinta temporada, também deve ser oficialmente cancelada até o fim do mês.

Apesar de também não ter sido renovada, a série antológica ‘Accused‘, produzida por Howard Gordon (‘24 Horas‘, ‘Homeland‘), ainda pode retornar como evento limitado, segundo o presidente da Fox Television Network, Michael Thorn. “Adoramos o projeto e o Howard. […] Como é uma antologia, não segue o mesmo cronograma das séries com elenco fixo. Pode haver uma oportunidade de retorno no futuro”.

Motivos dos cancelamentos

Ambas as produções eram coproduções da Fox com estúdios externos: Alert com a Sony Pictures TV, ‘The Cleaning Lady‘ com a Warner Bros. TV.

Alert: Missing Persons Unit‘, estrelada por Scott Caan e Dania Ramirez, chegou a ser considerada para uma possível renovação com reformulações, já que a Fox valorizava a química de Caan no papel principal e a evolução para um formato “buddy cop”. No entanto, a audiência não sustentou o investimento.

Já ‘The Cleaning Lady‘, protagonizada por Élodie Yung, enfrentou desafios criativos após a perda do ator Adan Canto, que faleceu em decorrência de um câncer. A série passou por reformulações, mas não conseguiu retomar o ritmo das temporadas anteriores, apesar de manter uma base fiel de fãs. O final da quarta temporada deixa pontas soltas e tramas não resolvidas.

Alert: Missing Persons Unit‘ acompanhava os esforços da unidade de pessoas desaparecidas da polícia da Filadélfia, com episódios focados na busca e no resgate de desaparecidos. No elenco estavam também Adeola Role, Ryan Broussard e Alisha-Marie Ahamed. A série era produzida por nomes como Jamie Foxx e Carla Kettner (showrunner).

The Cleaning Lady‘ era a primeira série dramática liderada por uma protagonista do Sudeste Asiático na TV aberta americana. Inspirada em um formato argentino, a trama seguia Thony De La Rosa, uma ex-cirurgiã cambojana-filipina que passa a trabalhar como faxineira e médica clandestina para uma organização criminosa em Las Vegas. Também estavam no elenco Martha Millan, Kate Del Castillo, Santiago Cabrera e outros.

‘Black Mirror’: 4ª temporada finalmente ganha data de estreia; Confira!

A Netflix finalmente anunciou a data de lançamento da 4ª temporada de Black Mirror’. Os seis novos episódios estarão disponíveis a partir do dia 29 de dezembro.

U.S.S. Callister

A Netflix divulgou o trailer do episódio “U.S.S. Callister” da 4ª temporada de Black Mirror, dirigido por Toby Haynes. Tem Jesse Plemons, Cristin Milioti e Jimmi Simpson no elenco. O roteiro fica por conta de Charlie Brooker e William Bridges. Assista:

Metalhead:

Dirigido por David Slade (American Gods), com roteiro de Charlie Brooker. O elenco conta com Maxime Peake (A Teoria de Tudo), Jake Davies (The Missing) e Clint Dyer (Desconhecido).

Hang the DJ:

“Hang the DJ” é dirigido por Timothy Van Patten e estrelado por Georgina Campbell, Joe Cole, George Blagden. O episódio pretende provocar o telespectador com observações sobre o atual cenário dos encontros românticos.

Black Museum:

Crocodilo:

Assista também ao trailer do 1º episódio da 4ª temporada de Black Mirror, intitulado “Crocodilo”, dirigido por John Hillcoat (A Estrada) e estrelado Andrea Riseborough (Animais Noturnos):

Arkangel:

O episódio “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster e escrito por Charlie Brooker, o criador da série, conta com Rosemarie Dewitt, Owen Teague e Brenna Harding no elenco.

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.

O lançamento da 4ª temporada acontece em 29 de Dezembro na Netflix.

‘Asa Noturna’: Diretor nega rumor de que Zac Efron será o protagonista

Após diversos rumores surgirem na internet de que Zac Efron estaria confirmado como o protagonista de Asa Noturna, o diretor Chris McKay veio ao Twitter para desmentir essas informações de uma vez por todas.

Um fã perguntou sobre e o diretor apenas comentou: ‘Não é verdade’. Confira:

Ator de ‘Stranger Things’ sugere que fará parte de ‘Asa Noturna’; Confira!

Asa Noturna será dirigido por Chris McKay com base em um roteiro de Bill Dubuque (‘O Contador’). O filme ainda não possui uma data de estreia.

‘Os Vingadores: Guerra Infinita’: Análise do Trailer e seus SEGREDOS

Saiu o espetacular trailer final de Os Vingadores: Guerra Infinita e não estamos sabendo lidar com o hype! Então, para instigar ainda mais a curiosidade de vocês, preparamos essa análise do trailer. Confiram!

Sanctum de Nova York

O trailer começa e a primeira cena a chamar atenção é esse plano no teto do Sanctum de Nova York, lar do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). Ele reflete um objeto em chamas vindo em sua direção. Pode ser uma nave invasora, mas como o telhado ainda está intacto, acredito que o objeto seja o Incrível Hulk.

A história de Thanos

Gamora (Zoe Saldana) narra a história de Thanos (Josh Brolin), provavelmente para seus próprios companheiros de equipe, os Guardiões da Galáxia. Em um trecho que faz uma referência monstruosa aos quadrinhos, ela diz que ele quer destruir metade do universo e pode fazer isso num estalar de dedos. Acontece que nas HQs, Thanos juntou as seis jóias e destruiu metade do universo em um estalar de dedos, literalmente.

Tony Stark

Ela continua com seu conto. O trailer, porém, insere Tony Stark (Robert Downey Jr.) pedindo para Gamora falar o nome do personagem da história. Essa cena do Tony acontece dentro do Sanctum de Nova York, onde ele está com o Doutor Estranho e um recém-caído do céu Bruce Banner (Mark Ruffallo). A pergunta deve ser para ele.

Colecionador

Seguindo esse “truque” de edição, vemos Gamora em um lugar que parece ser a base do Colecionador (Benicio Del Toro), muito similar à cena que vazou há algum tempo. Faremos menção a ela mais tarde. Isso quase confirma que ela estava contando a história de Thanos para Peter Quill (Chris Pratt) e Drax (Dave Bautista).

EXTREMIS

Tony Stark toma o lugar de fala e começa a contar suas vantagens contra Thanos. O trailer mostra ele voando em direção a uma das naves-portal do Titã Louco. Então, a armadura forma uma turbina gigante no lugar dos pés do Vingador, que sai voando mais rápido. Seu novo traje se assemelha muito ao do Pantera Negra, saindo de dentro do repulsor no peito. Nos quadrinhos, isso é possível graças a tecnologia EXTREMIS, abordada de forma superficial em Homem de Ferro 3 (2013).

Peter Parker

Voltamos para o primeiro trailer, em que Peter Parker (Tom Holland) aparecia vendo a nave-portal chegar a Nova York. Aqui, ele sai do ônibus escolar e se troca no caminho mesmo. Algo recorrente nos quadrinhos do Teioso.

Gemas do Infinito

Stark segue com as vantagens e o trailer direciona para dois Vingadores importantíssimos. O Doutor Estranho abrindo o Olho de Agamotto – a Joia do Tempo – e Visão (Paul Bettany), apavorado, junto a Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), também assustada, em  Wakanda. Vale lembrar que o Visão porta a Joia da Mente na cabeça e o Capitão América vai levá-lo para a nação do Pantera Negra para garantir sua segurança.

Vingadores em Wakanda

Uma nave chega a Wakanda. Ela é recebida por T’Challa (Chadwick Boseman) e suas Dora Milaje. A câmera inverte e vemos os Vingadores e o Máquina de Combate (Don Cheadle), que ficara do lado do Homem de Ferro na Guerra Civil. Há um homem atrás de Bruce Banner que muitos dizem ser o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) no traje de Ronin, mas deve ser só um guarda Wakandano.

As Visões de Shuri

Vemos então Shuri (Letitia Wright) mostrar um holograma do Visão. Vamos lembrar que ele é feito de Vibranium, tecnologia dominada por ela. Isso deve indicar a sobrevivência do Visão. Será que Shuri irá consertá-lo? Ele conseguirá sobreviver sem a joia? Descubra em 26 de abril de 2018.

12% de um plano

Uma das interações mais esperadas pelos fãs acontece aqui. Tony Stark diz que tem um plano, mas o Senhor das Estrelas corta pra dizer que o plano até que serve, mas o dele é beeem melhor. Peter Quill sendo Peter Quill. Stark parece enfim ter achado alguém com o Ego (entenderam a referência?) maior que o dele e faz uma cara de “Quem esse cara acha que é?”. Peter Parker e Drax ficam meio “eita!”.

Colecionador #2

Lembra que falei da cena em que Thanos ataca a base do Colecionador? As cores indicam que ela começa aqui. O trio de Guardiões descendo da Milano rumo ao Titã. Essa passagem promete ser uma das mais tristes do filme. Algumas pessoas (eu inclusive) apostam que Drax morrerá aí.

A Guerra de Wakanda

Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate sobrevoam naves Wakandanas rumo ao exército de Thanos. Quem está nessas naves será revelado a seguir.

Vingadores!

Dois times de Vingadores e os exércitos Wakandanos rumam ao maior confronto da história da Marvel nos cinemas. O Capitão América (Chris Evans) parece ter uma amizade interessante com o Pantera Negra. Bucky (Sebastian Stan), agora chamado de Lobo Branco, aparece com seu novo braço, preto e dourado, igual ao uniforme de Erik Killmonger (Michael B. Jordan) no filme solo do Pantera.

Hulk… Buster

Acho que todo mundo já se ligou que teremos três grandes núcleos no filme. Enquanto a Guerra de Wakanda estiver rolando, o time do Homem de Ferro, Homem Aranha e Guardiões da Galáxia estarão no espaço. Thor, Rocket e Groot também estarão fora da Terra, mas buscando a nova arma de Thor (Chris Hemsworth). Então, essa Hulkbuster não será pilotada por Tony Stark. O mais cotado para assumir a lataria é o Dr. Bruce Banner.

Stormbreaker

O trailer agora foca no núcleo do Thor. Rocket (Bradley Cooper) e Groot Adolescente (Vin Diesel) o observam meio espantados. O Deus do Trovão ergue seu braço e atrai raios em sua direção, tal qual fazia com o Mjolnir. Pode ser o momento em que ele adquire sua nova arma, o machado Stormbreaker.

Não é a Mamãe!

Temos um flashback de quando Thanos roubou Gamora de seus pais e planeta natal. É interessante reparar que o gigante roxo é amparado por um exército Chitauri, o mesmo que foi cedido a Loki (Tom Hiddleston) para a invasão de Nova York, no primeiro Vingadores (2012).

A Grande Família

O trailer vai para uma cena com os filhos de Thanos entregando Loki ao grande vilão do filme. Ela deve se passar na nave asgardiana de Thor: Ragnarok (2017). Loki roubou o Tesseract de Asgard e deve entregá-lo ao Titã como forma de barganha pelas vidas restantes de sua terra natal. Não sabemos se a dele está inclusa no acordo.

Thanos e o Cubo

Thanos aparece destruindo o Tesseract com a mão nua. Até aqui, os únicos a tocarem nele foram o Caveira Vermelha (Hugo Weaving), que foi transportado para outra dimensão, e Nick Fury (Samuel L. Jackson), que o segurou com luvas por 1 segundo e ainda assim queimou as mãos. O roxão não só o toca, como também destrói esse invólucro da Joia do Espaço.

Trabalho em Equipe

Essa cena já tinha sido mostrada no trailer da San Diego Comic Con. Ela mostra o Doutor Estranho fazendo um caminho de magia para que o Senhor das Estrelas possa atacar Thanos.

Pré-Guerra

Voltando para a Terra, o time Capitão aparece se preparando para o confronto com o exército de Thanos. Cada um exibe sua arma, até que os escudos de Wakanda caem.

Festa Estranha com gente esquisita

O Doutor Estranho aparece sendo torturado por Fauce de Ébano (Tom Vaughn-Lawlor), um dos filhos de Thanos. Strange grita de dor e acaba sendo ironizado pelo malfeitor. Será que o Doutor perderá sua Joia do Infinito?

Hulk Esmaga!

Se as teorias estiverem corretas, esse deve ser o momento em que o Doutor Bruce Banner deixará o Hulk se libertar e enfim esmagar tudo ao seu redor.

DESAFIO INFINITO!

O ápice do trailer (e talvez de todo o Universo Cinematográfico Marvel) é o Capitão América caindo pro braço com o Thanos. O Capitão tem que usar TODA sua força para segurar um soco do Titã, que mediante o ato faz uma cara de confusão e arrogância. “Como esse mortal fraco conseguiu fazer isso?”. Nos quadrinhos, isso também acontece, com direito a um dos melhores discursos do Capitão América. O resultado não é lá muito bom para o bandeiroso. QUE CENA INCRÍVEL!

“Hey everyone!”

Peter Parker conhece Doutor Estranho e se apresenta. Ao perceber que Stephen usou seu nome de herói, Peter se apresenta como Homem Aranha. É uma auto-zoação com o fato de a Marvel não levar identidades secretas a sério.

Extremis #2

Tony Stark levará uma surra infinita de Thanos. Isso é certo. O resultado pode ser essa cena do trailer. A dúvida é: a armadura irá se reconstruir ou será o fim de Tony?

Bicho Piruleta

O trailer termina com o Aranha de Ferro fazendo suas acrobacias em meio ao planeta alienígena em que sua equipe está.

 

A grande dúvida que fica é: FALTA MUITO PRA ABRIL?

Os Vingadores: Guerra Infinita estreia em 26 de abril de 2018

 

Crítica | ‘Histórias Estranhas’ – Nova Geração do Terror Brasileiro

Como uma coletânea de contos, o ousado projeto ‘Histórias Estranhas’ entra em circuito nacional espremido entre superproduções hollywoodianas, e justamente por isso merece um espaço e a atenção do espectador. Em 75 minutos de filme, nos é apresentado dez curtas de terror, cada um realizado e produzido por uma equipe específica e reunidas em ordem de ritmo crescente pelo idealizador do projeto, Ricardo Ghiorzi.

Os curtas são: ‘Ninguém’, de Rodrigo Brandão; ‘A Mão’, de Kapel Furman; ‘Mulher Ltda.’, de Taísa Ennes; ‘No Trovão, Na Chuva ou Na Tempestade’, de Paulo Biscaia Filho; ‘Os Enamorados’, de Claudio Ellovitch; ‘Invisível’, de Filipe Ferreira; ‘Sete Minutos para a Meia-Noite’, de Ricardo Ghiorzi; e ‘Apóstolos’, de Marcos DeBrito. Cada curta tem cerca de dez minutos de duração e contém uma história completa, que não se interliga com a próxima.

Com isso em mente, é preciso ir ver a este ‘Histórias Estranhas’ com o coração aberto, porque fica claro que nem todas as equipes tinham o mesmo orçamento e/ou experiência, então, às vezes o som das falas fica baixo (como em ‘Sete Minutos para a Meia-Noite‘), em oposição à megaprodução de ‘Apóstolos’, cuja edição ajuda a dar os efeitos de arrancar cabeças e contém um elenco mais conhecido, com Marcelo Argenta e Luiz Machanoscki (fazendo ele mesmo, Jesus).

Os destaques ficam para ‘Mulher Ltda.’, que faz uma crítica às expectativas jogadas em cima das mulheres, que devem ser perfeitas sempre e servir aos homens, e para ‘Invisível’, que faz uma releitura da história do ‘Homem Invisível’, mas conferindo sensibilidade ao personagem, dando um viés à possibilidade do personagem ter tido uma vida comum, como todo ser humano. O curtaNinguém’ tem uma proposta interessante, sem diálogos, e abre o projeto dessas ‘Histórias Estranhas’. É uma boa sacada, afinal, sem diálogos, o filme não é falado em nenhuma língua, e, consequentemente, pode se inscrever em festivais do mundo inteiro. O já mencionado ‘Apóstolos’ traz a Santa Ceia e os apóstolos de Cristo repaginados, com cenas de nudez, muita sensualidade e efeitos especiais.

Com cenas de terror gore, suspense, terror trash e alguns tons políticos, a proposta desses ‘Histórias Estranhas’ é apresentar uma nova leva de potenciais diretores e diretoras de terror no Brasil, e o resultado são pequenas amostras que facilmente poderiam ser estendidas para versões mais longas, até porque algumas dessas histórias ficaram sem explicação. Com maquiagens convincentes e edições potentes para favorecer o clima de tensão, a coletânea entretém e diverte, e demonstra ser o produto certo para seu público alvo. Se você curte o estilo, não deixe de conferir ‘Histórias Estranhas’ nos cinemas (até porque, tendo público, é bem capaz de continuarmos a ter esse tipo de filme sendo exibido nos cinemas brasileiros com mais frequência).

‘A Maldição da Residência Hill’ e ‘Making a Murderer’ entre as séries mais maratonadas da Netflix

Duas das melhores séries da Netflix, ‘A Maldição da Residência Hill’ e a documental ‘Making a Murderer‘ estão entre as mais maratonadas nos EUA segundo um levantamento da própria plataforma.

Segundo o Bloody Disgusting, ‘A Maldição da Residência Hill‘ é superada por outras séries como ‘Making a Murderer‘ e ’13 Reasons Why’. A mais maratonada é ‘On My Block‘, comédia adolescente original da Netflix.

Mike Flanagan, o criador da aclamada ‘A Maldição da Residência Hill‘, voltou a falar sobre o infame final alternativo da série, que traria um final muito menos feliz do que originalmente vimos nas telinas.

“Não parecia com o tipo de coisa que nós queríamos transmitir e foi por isso que nós abandonamos a ideia rapidamente. [O final alternativo] foi parte de conversas muito iniciais, mas nós nunca realmente chegamos a uma conclusão que queríamos desenvolver.”

Caso a série seja renovada, Flanagan afirmou que a segunda temporada terá uma narrativa completamente diferente.

“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família.”

 

Crítica de Álbum | Madonna – Uma instigante e ácida jornada

Madonna é um nome atemporal. A icônica cantora que despontou no início da década de 1980 deixou para trás um legado incomparável, afirmando-se e reafirmando-se como um dos pilares da música pop ao lado de Michael Jackson e, mais tarde, de Britney Spears. Madonna não apenas construiu seu nome em meio a uma cultura essencialmente machista, ainda mais considerando que seu espaço de trabalho era e ainda é a indústria fonográfica, como também revolucionou o gênero e, até hoje, por mais que ceda a alguns modismos contemporâneos, continua se renovando e encantando gerações e mais gerações. Não é surpresa, pois, que sua extensa discografia sirva de referências para diversas cantoras da atualidade – incluindo Lady Gaga, Beyoncé, Katy Perry e muitas outras.

O mais impressionante, talvez, seja a forma como seu primeiro álbum homônimo não tenha caído nos perigos do envelhecimento precoce: desde seu lançamento em 1983 até os dias de hoje, ainda que grande parte das faixas não tenha caído no gosto popular do novo público, ganham aclame por sua originalidade e suas estruturações deliciosamente envolventes. Como se não bastasse, a artista também encontrou-se no meio de uma bruta transição entre o disco e o house music, aproveitando o conturbado momento da música para se envolver e mergulhar em produções do pós-disco.

Madonna, como ficou intitulado, é um ótimo álbum cujo único pecado é ter apenas oito faixas. É claro que, levando em consideração a época em que foi lançado, uma cantora feminina não clamaria por mais protagonismo, principalmente se pensarmos que, assim como todas as outras esferas criativas da história, a música também era dominada por homens. Porém, por ter um respaldo de John Benitez, seu namorado na época. Logo, não é muita surpresa que a primeira track, chamada “Lucky Star” seja uma singela declaração amor movida pelos trejeitos já conhecidos de um brutal disco aglutinado com dançantes sintetizadores que, apesar de aparecerem por mais de cinco minutos, em momento algum nos deixam entediados.

Mesmo com a competência do escopo musical supracitado, é “Borderline” que insurge como o primeiro ápice por sua construção totalmente inesperada. A priori, a música desenrola-se sem muitas surpresas, abrindo espaço para a brilhante voz mezzo-soprano da cantora, procurando novamente os sintetizadores para criar uma atmosfera ambígua. Afinal, a letra foca num relacionamento conturbado em que a narradora atura as crises de ciúme de seu amor; as investidas instrumentais, alcançando um patamar quase encantatório, criam um paradoxo que cai por terra com a chegada do pré-chorus e, enfim, de um refrão aplaudível que se delineia com altos e baixos muito bem pontuais.

Em seu próprio álbum, Madonna consegue se reinventar. A primeira mudança vem com “Burning Up”, iniciando com a crueza da guitarra e a sutileza do baixo, até culminar em um individualismo lírico apaixonante. O arranjo híbrido dialoga com seus conterrâneos – sendo quase impossível não relacioná-la com Jackson -, mas se recusa a abandonar sua personalidade desinibida. Os sintetizadores, levemente ofuscados nessa canção, voltam com uma força gritante em “I Know It”, um tour-de-force confessional que abraça com gentileza instrumentos como o piano e o saxofone. É claro que a linearidade construtiva por vezes nos cansa, mas a doçura excessiva é travestida com uma ambiência dark no refrão e durante o bridge – como os toques proposital e excessivamente demarcados.

Após os esforços críticos e satíricos, a cantora volta às pistas de dança em sua declaração de amor à década anterior com “Holiday”. É um fato dizer que a track em questão encontra até hoje uma paixão inerente, principalmente pelos fãs mais ardentes da Rainha do pop. Entretanto, faz-se necessário dizer que, depois do primeiro chorus, a música permanece em uma incessante monotonia que, vez ou outra, adiciona um elemento fortuito que se perde em meio a tantas coisas acontecendo. De fato, nem mesmo as lyrics se salvam, consagrando-se mais por sua facilidade de ficar atado às nossas memórias que por sua profundidade (inexistente, por assim dizer). “Think of Me”, por sua vez, reencontra-se em meio a incrível potência retumbante da bateria, seguindo um crescendo adorável e retornando a uma cautelosa instrumentalização. O único obstáculo enfrentando é o fato da voz principal, por vezes, ser jogada para um infeliz segundo plano.

As especificidades do electro-pop se materializam com ainda mais poder na penúltima faixa desse breve álbum, “Physical Attraction”. O estilo em questão é inconfundível e dispensa quaisquer explicações para se apresentar nesta faixa, dividindo solidariamente sua expressividade com os vocais da artista. “Everybody”, ainda que dê uma sensação de reciclagem de investidas anteriores, é um dançante e animado jeito de concluir o EP – e até mesmo a letra bastante “instrucional” (“todo mundo, vamos, dance e cante”) prefere se manter num espaço comedido para a sonoridade instigante.

A estreia autointitulada de Madonna é apenas a primeira deliciosa jornada que uma das maiores performers de todos os tempos viria a nos apresentar. Já com suas composições iniciais, ela conquistou um triunfante patamar que apenas se reafirmaria com o passar dos anos – alcançando um chocante e honrável ápice poucos anos depois.

Nota por faixa:

  • Lucky Star – 4/5
  • Borderline – 5/5
  • Burning Up – 4,5/5
  • I Know It – 4/5
  • Holiday – 2,5/5
  • Think of Me – 4/5
  • Physical Attraction – 4,5/5
  • Everybody – 3/5

‘Thor: Amor e Trovão’: Taika Waititi diz que sequência será mais ousada que ‘Ragnarok’

Em recente entrevista ao site Entertainment Weekly, o diretor Taika Waititi revelou que o aguardado projeto ‘Thor: Amor e Trovão’, quarto filme da saga, será mais ousada e mais brilhante que o filme anterior, ‘Ragnarok’.

“O próximo filme do Thor que estou fazendo, basicamente, nos leva mais uma vez para o espectro da aventura. Essa foi a coisa que mais gostei sobre fazer ‘Ragnarok’, parecia que estávamos colocando Thor em uma aventura super legal. Há sempre coisas novas para ver e fazer, e neste, acho que vamos dobrar muitas coisas e criar algo maior, mais ousado e mais brilhante. Teremos coisas muito loucas no filme”.

Por enquanto, Lawrence e a Marvel ainda não se pronunciaram sobre a informação, então considere como rumor.

Lembrando ‘Thor: Amor e Trovão‘ estreia em 05 de novembro de 2021.

O elenco conta com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tessa Thompson, e Kat Dennings.

‘Frozen 3’: Josh Gad fala sobre a possibilidade de mais um filme da franquia

Desde o tremendo sucesso de Frozen 2, os fãs da animação vinham se perguntando se os diretores Jennifer LeeChris Buck já tinham em mente uma terceira parte da franquia.

Em uma recente entrevista ao PopCulture.comJosh Gad, que dublou o adorável boneco de neve Olaf nos dois longas-metragens, explicou que qualquer tipo de terceira iteração só seguirá em frente caso a equipe criativa tenha uma história boa o suficiente para ser explorada.

“Não sei. Quero dizer, é o seguinte: Frozen 2 não era Frozen 2 até que existisse uma razão para existir. E, similarmente, não sei se e quando haverá um Frozen 3, ele explicou. “Isso está muito além de minha alçada, mas posso lhes dizer o seguinte: houve uma oportunidade de pegar esses personagens e trazer de volta um senso de esperança e inspiração. E é o motivo do time da Disney e eu termos nos reunido nas últimas semanas para [a websérie] ‘Em Casa com o Olaf’. E então a saga ‘Frozen’ continua, mesmo que não seja necessariamente na forma de um terceiro filme. Mas veremos! Se há uma história que vale a pena ser contada, tenho certeza de que Jennifer Lee e o incrível time da Disney a contarão um dia”.

Durante uma entrevista para o The Express, o produtor Peter Del Vecho foi questionado com a mesma pergunta, ao que ele respondeu:

“Acho que, quando olhamos para esses dois filmes juntos, o que eu amo sobre eles é que [os diretores] Jennifer [Lee] e Chris [Buck] fizeram um trabalho incrível ao transformá-los em uma história completa, e agora parece que a jornada está completa”.

Pelo visto, Del Vecho acredita que a história foi concluída, mas Lee decidiu adicionar um pouco mais de mistério à pergunta, dizendo:

“Para mim, a história está completa… Mas quem sabe? Eu não sei. Chris e eu já conversamos sobre isso e ele me disse: ‘Me pergunte isso daqui a um ano.”

Ainda que as respostas não sejam animadoras, vale lembrar que ‘Toy Story 2‘ parecia o fim da franquia, até que os responsáveis decidiram investir em mais duas sequências entre 2010 e 2019.

Assista à nossa crítica de ‘Frozen 2′:

Frozen 2‘ quebrou o recorde do original e se tornou a animação com a maior bilheteria de todos os tempos, acumulando US$ 1,446 bilhão pelo mundo.

‘News of the World’: Drama faroeste com Tom Hanks ganha trailer OFICIAL e novas imagens; Confira!

Tom Hanks fará sua estreia nos filmes de faroeste com o drama de época News of the World – e, agora, o longa ganhou seu primeiro trailer oficial e novas imagens promocionais.

Confira:

O projeto será comandado por Paul Greengrass, aclamado diretor responsável por Lion – Uma Jornada para Casa’.

Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.

Confira a sinopse oficial:

A trama se passa em 1870 e acompanha uma viagem de carro pelo difícil território do oeste feita por parceiros incomuns. Um deles é um capitão texano, chamado Jefferson Kyle Kidd (Hanks), que viaja por cidades distantes lendo as notícias para moradores locais que não possuem acesso à informação, se certificando que eles saibam o que de fato está acontecendo no mundo. Durante uma viagem para divulgar a aprovação da 15ª emenda – que concedeu os direitos a voto para todos os homens nos Estados Unidos – ele é solicitado para escoltar uma garota de 10 anos (Helena Zengel) até seus parentes, que se encontram em San Antonio, após ela ter sido resgatada de um tribo nativa que assassinou sua família quatro anos antes. No entanto, a menina não quis ser resgatada e reluta quanto a ser levada para morar com pessoas cujas quais ela não se recorda. E para Kidd, há a constatação de que os jornais estão de tornando cada vez mais acessíveis, colocando sua profissão em risco.

News of The World’ será feito sob os cuidados da Fox 2000.

‘Black Is King’: Filme dirigido por Beyoncé é indicado ao NAACP Image Awards

Os indicados ao NAACP Image Awards foram divulgados e o estupendo álbum visual Black Is King, dirigido por Beyoncé, faturou três nomeações.

A aclamada produção concorre aos prêmios de Melhor Programa de Variedades (Série ou Especial)Melhor Videoclipe/Álbum VisualMelhor Direção em Filme Televisivo ou Especial.

Os vencedores serão revelados no dia 27 de março.

Lembrando que Black Is King está disponível na plataforma do Disney+.

O filme é uma celebração do aniversário de um ano de The Lion King: The Gift, obra reimaginada da artista para o remake em live-action de O Rei Leão (2019).

Confira a sinopse oficial abaixo:

Esse álbum visual de Beyoncé reimagina as lições de O Rei Leão para os jovens reis e rainhas dos dias de hoje, que buscam por suas coroas. O filme esteve em produção por um ano com um elenco e uma equipe que representam diversidade e conectividade. As viagens das famílias negras através do tempo são honradas em um conto sobre um jovem rei e sua jornada transcendental através de amor, traições e autoidentidade. Seus ancestrais ajudaram-no a trilhar o caminho para seu destino e, com os ensinamentos de seu pai e de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para reclamar sua casa e seu trono.

Crítica | Beyoncé prova novamente que é uma artista imbatível com o majestoso ‘Black Is King’

O filme é considerado uma celebração memorialística para o mundo sobre a experiência negra e terá videoclipes para as canções “My Power”“Mood 4 Eva”“Brown Skin Girl”.

O álbum em questão traz colaborações com Childish Gambino, Kendrick Lamar, Pharrell, 070 Shake, Tierra Whack, Jay-Z, Blue Ivy Carter e Jessie Reyez, bem como os artistas africanos Wizkid, Shatta Wale, Burna Boy, Mr Eazi, Tiwa Savage, Tekno, Yemi Alade, Busiswa e Salatiel.

R.L. Stine e elenco exploram os horrores de ‘Rua do Medo’ em novo vídeo de bastidores; Confira!

A trilogia Rua do Medo já está disponível no catálogo da Netflix e continua a conquistar a crítica internacional e os assinantes ao redor do mundo.

Agora, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores em que o romancista R.L. Stine, criador da saga de livros, e o elenco protagonista, exploram os horrores da produção.

Confira:

Relembre o trailer:

O elenco é formado por Gillian Jacobs, Sadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy Ford, Julia RehwaldKiana Madeira, Olivia WelchRyan Simpkins

‘Rua do Medo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, Goosebumps. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.

Kate Trefry (Stranger Things) também está atada às produções.