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‘Duster’: Josh Holloway vai estrelar nova série da HBO Max produzida e co-escrita por J.J. Abrams

O astro John Holloway, da série ‘Lost‘, vai novamente trabalhar em parceria com o cineasta J.J. Abrams, na nova série original da HBO Max, intitulada ‘Duster‘. A informação foi revelada em primeira mão pela revista Variety.

A produção se passa no sudoeste, no auge dos anos 70, e traz Holloway como um piloto de fuga para um crescente sindicato do crime.

Abrams assina o roteiro de ‘Duster‘, ao lado de LaToya Morgan (‘The Walking Dead‘). Ambos também assumem a função de produtores executivos do projeto.

Recentemente, Holloway entrou para o elenco da 3ª temporada da aclamada série western ‘Yellowstone‘, da Paramount Pictures.

Ele também estrelou a série ‘Colony‘, da emissora USA e criada por Carlton Cuse, um dos co-criadores de ‘Lost‘.

Josh Holloway ficou mais conhecido por interpretar James Sawyer, na série ‘Lost‘. Além disso, o ator também dirigiu diversos episódios da produção, que traz Abrams como um dos criadores e produtores executivos.

Crítica | Mo: Nova série de comédia da A24 é uma joia preciosa da Netflix

Imigrante ilegal à espera de asilo nos Estados Unidos, Mo é um palestino que fez da cidade de Houston, no Texas, sua nova casa. Entre pequenos trambiques como a venda de réplicas de artigos de luxo e uma família particularmente complicada, ele faz parte dos dreamers – estrangeiros que chegaram sem documento aos país quando ainda eram crianças. E ao longo de oito episódios de meia hora, os criadores Ramy Youssef e Mo Amer (que também estrela) transformam a agridoce trajetória de um jovem do Oriente Médio em uma inesperada e divertida jornada de autodescoberta e cura, em meio à situações perigosamente absurdas.

Uma surpresa impressionante da Netflix, Mo é ainda mais uma preciosidade da produtora A24, conhecida por seu brilhantismo nos cinemas e agora na TV. Sempre flertando com o humor sombrio e o drama pesado, a série de comédia dramática vai além da sua combinação de gêneros e oferece ao público uma experiência única e completa, feita especificamente para quem está à procura de um bom entretenimento aliado a uma excelente concepção criativa. Com sacadas cômicas hilárias sempre permeadas pela acidez de uma crítica social, a produção nos faz rir de forma inteligente sem exigir demais de sua audiência.

Sua perspicácia cômica faz de Mo um original Netflix que não quer apenas extrair o riso frouxo, mas quer também convidar a audiência para uma inesperada montanha russa emocional onde a linha que separa a comédia do drama é precisamente tênue – quase imperceptível. Com um roteiro brilhante que acompanha um imigrante tentando encontrar o seu lugar na América, enquanto luta para prover para sua família em meio à ilegalidade, a série consegue transitar entre os dois gêneros em que se encontra com uma genialidade surpreendente. Mudando o teor da narrativa sempre com dinamismo, Mo sabe transitar do humor para a tensão sem quebrar seu próprio ritmo, pegando a audiência de forma desprevenida.

Não se privando de abordar questões mais densas como os traumas da Guerra do Golfo que fez sua família fugir para os Estados Unidos e o sofrimento vivido por seu pai nesse processo, a série se leva a sério mantendo o excelente humor que nos cativa logo em seu primeiro episódio. Com Mo Amer exalando carisma em uma facilidade extrema, a original Netflix traz uma atmosfera similar à Atlanta (criada e estrelada por Donald Glover) e é a combinação certeira entre cultura POP e conceitual, garantindo um resultado diferente que a coloca em um lugar de destaque entre os mais recentes lançamentos das telinhas.

Divertida e também absurda, a produção co-criada pelo premiado Ramy Youssef (Ramy) faz diversos contrastes culturais e religiosos, sempre respeitando a diversidade de opiniões e visões de vida – à medida em que não se restringe ao povo muçulmano. Com uma trama que transcende as tradições sociais do povo árabe, Mo é uma comédia dramática sobre imigração, pertencimento e a necessidade de compartilharmos nossas histórias, por mais malucas que elas sejam.

Crítica | A Ilha de Bergman traz uma caprichosa metalinguagem em homenagem ao gênio sueco

Falar de cinema dentro de um filme é um fascínio para os amantes da sétima arte. Em estreia na mostra competitiva do Festival de Cannes 2021, a diretora Mia Hansen-Løve (O que Está por Vir) executa com proeza e certa melancolia uma homenagem ao cineasta sueco Ingmar Bergman, falecido em 2007. Ela nos leva em excursão à ilha de Fårö, em Gotlands län, na Suécia, onde Bergman passou seus últimos dias, escreveu seus roteiros e rodou muitas de suas obras. 

Prolífero artista, Bergman deixo um legado de mais de 50 filmes, em que tratava de temas, desde a metafísica (O Sétimo Selo, 1957), até a introspecção psicológica (Persona,1966) e análise da vida de casal (Cenas de um Casamento, 1974), além da reflexão familiar (Fanny & Alexander, 1982). Assim, todos esses elementos são apresentados no roteiro de Mia Hansen-Løve a partir da curiosidade do casal de cineastas Chris (Vicky Krieps) e Tony (Tim Roth), o qual parte em visita à ilha de Fårö, em busca de conhecimento e inspiração.

Ele é um famoso diretor e especialista na obra do autor sueco, já ela é uma roteirista impregnada com a indecisão de qual final dar para o seu atual trabalho. Além do papel de escritora, ela reflete sobre o seu ofício de mãe, já que não para de pensar na filha pequena deixada alguns dias longe de seus cuidados para focar no trabalho. Desse modo, a diretora francesa projeta uma metalinguagem para falar do processo de criação, influência e admiração no cinema. 

Progenitor de nove crianças de seis mulheres diferentes, Ingmar Bergman foi um pai ausente e alguns dos diálogos do filme processam a vida pessoal atabalhoada do diretor em evidência da enorme quantidade de obras realizadas. Em busca de um lirismo para sua aventura “descortinando Bergman”, Chris conhece o jovem cineasta e pesquisador Hampus (Hampus Nordenson), responsável por lhe apresentar curiosidades da ilha e dos suecos com as quais ela começa a compor o seu roteiro. 

Um segundo filme entra em cena com os personagens Amy (Mia Wasikowska) e Joseph (Anders Danielsen Lie). Eles se reencontram depois de um longo tempo para o casamento de um amigo em comum na ilha de Fårö. Durante três dias, Amy tem a chance de reviver os sentimentos alojados no seu peito, enquanto Joseph mostra-se hesitante com a aproximação da jovem. A fábula de Amy e Joseph ganha contornos tão vívidos e febris que por um momento, a escritora e o diretor da narrativa principal tornam-se secundários.

Acompanhar o sofrimento de Amy por um amor fugaz e idealizado invoca mais curiosidade  do que as andanças e compromissos diários de Chris e Tony. Assim, a vida dos criadores e das criaturas dividem a tela e a nossa atenção. Existe, entretanto, uma atração em ambas as narrativas por conta da cumplicidade de querer enxergá-los como parte da história, não como criações para nos provocar precisas emoções. Ao jogar com a metalinguagem, Mia Hansen-Løve brinca com a nossa percepção de vivenciar sentimentos legítimos por frações de segundos diante da tela. 

A Ilha de Bergman já está em exibição nos cinemas nacionais e não é um filme de conclusões e resoluções, mas de processo. Aqueles que sabem apreciar a marcha ao invés da chegada vão admirar o esforço de Mia Hansen-Løve de nos apresentar um outro lado de Bergman e a vertente oposta da construção de uma história. Os percursos dos personagens parecem entreabertos, mas é por conta dessas possibilidades em jogo, que o seu trabalho possui um zelo particular. 

‘Logan’: “Não me preocupei em fazer um filme para crianças”, diz James Mangold

O diretor de LoganJames Mangold, deu uma entrevista ao The Credits, onde falou um pouco mais sobre seu trabalho no longa do herói. O diretor, que causa sempre polêmica, contou que não se preocupou em fazer um filme de super-herói para crianças:

“Com certeza ‘Logan’ não é um filme que possa ser vendido para crianças. Não é um filme feito para criar colecionáveis, e nem apresentar comerciais em canais infantis em um sábado de manhã. Realmente não me preocupei em fazer um filme para crianças de 12 anos. Minha preocupação era fazer algo competente para os adultos. Tive liberdade para fazer algo mais sofisticado dessa forma”

Diretor de ‘Logan’ detona filmes com cenas pós-créditos

Logan‘ foi uma das adaptações de quadrinhos mais simbólicas, não apenas por marcar a despedida de Hugh Jackman como o herói, mas também por toda sua carga emocional.

E a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas reconheceu a importância da produção, que já havia sido indicada ao prêmio do Sindicato dos Roteiristas 2018.

Logan‘ se tornou o primeiro filme de herói a ser indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, nos 90 anos de história da premiação.

Para o produtor do longa, Hutch Parker, a indicação é uma conquista.

“Eu sou bem realista a respeito do tipo de filme que ‘Logan‘ é e espero que os votantes da Academia o assistam e reconheçam o seu valor – ainda que ele seja um filme com classificação R-rated e faça parte de um legado diretamente vinculado a uma saga de quadrinhos.”, afirmou ao The Hollywood Reporter.

Assista nossa crítica:

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SEM SPOILERS

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‘As Panteras’: Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska serão as protagonistas

A atriz Ella Balinska (‘Midsomer Murders’) é a mais recente adição ao elenco do reboot de ‘As Panteras‘.

Segundo Informações exclusivas da Varietyela vai estrelar o filme ao lado de Kristen Stewart (‘Crepúsculo’) e Naomi Scott (‘Power Rangers’).

Existia a expectativa de Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’) ser uma das protagonistas, mas a aclamada atriz acabou dando lugar à Balinska.

As filmagens do reboot, inicialmente marcadas para abril deste ano, foram adiadas para setembro e a expectativa é que a produção seja encerrada em janeiro de 2019. As gravações acontecerão em Berlim.

Elizabeth Banks (‘Jogos Vorazes‘), que fez sua estreia como diretora no sucesso comercial ‘A Escolha Perfeita 2‘, é quem assume a direção.

Carlo Bernard e Doug Miro (‘Narcos‘) atualmente finalizam o roteiro, que já passou pelas mãos de David Auburn, de ‘A Casa do Lago‘ (2006), e Evan Spiliotopoulos, de ‘Hércules‘ (2014) e ‘O Caçador e a Rainha do Gelo‘ (2016).

O lançamento de As Panteras acontece no dia setembro de 2019 nos Estados Unidos.

No filme de 2000, Dylan (Drew Barrymore), Natalie (Cameron Diaz) e Alex (Lucy Liu) recebem a missão de resgatar um bilionário sequestrado, impedir que seu software de reconhecimento de vozes caia em mãos erradas e, de quebra, salvar Bosley (Bill Murray) e Charles Townsend, seu chefe Charlie (voz de John Forsythe). Tudo isso com fundo musical de primeira e um show de artes marciais.

O primeiro filme custou US$ 90 milhões e arrecadou US$ 264 milhões mundialmente. A sequência, de 2003, custou US$ 120 milhões e arrecadou US$ 259 milhões.

A série original dos anos 70 era estrelada por Farrah Fawcett, Kate Jackson e Jaclyn Smith.

Mônica 60 anos | Onde assistir às produções da Turma da Mônica

Baixinha, dentuça, golducha e muito amada pelo Brasil, a Mônica completou nada menos que 60 anos de idade nesta sexta-feira (3). Quer dizer, sua primeira aparição completou seis décadas. Isso porque a Mônica segue lá firme e forte com seus sete anos de idade.

Sua estreia aconteceu em uma tirinha do Cebolinha, em que o coitado tentava se equilibrar na calçada e cruzava o caminho da miúda mais amada do Brasil. Após uma grosseria, ele leva uma pancada do icônico Sansão – que posteriormente seria revelado esconder um tijolo dentro da espuma – e desde então, não parou mais de apanhar. Da mesma forma, a simpática garotinha, que foi inspirada na própria filha de Mauricio de Sousa, deu início a uma trajetória de muitos sucessos em diferentes mídias, transformando-a no maior ícone das histórias em quadrinhos e animações brasileiras em todo o mundo.

Em homenagem aos 60 anos da Mônica, o CinePOP separou nesta lista as principais produções da Turma da Mônica nos streamings e onde vocês podem assisti-las. Confira!

Turma da Mônica: Laços

Com direção de Daniel Rezende e inspirado na graphic novel homônima, esse filme mostra a Turma da Mônica se unindo em uma aventura cheia de ação, mistérios e perigos para encontrar o Floquinho, cachorrinho perdido do Cebolinha.

Onde assistir: Globoplay.

Turma da Mônica: Lições

Sequência de Laços e também inspirada na continuação da história dos quadrinhos, Lições acompanha a turminha um pouco mais velha e tendo que lidar com uma fase complicada da infância. Eles chegam naquele momento em que são velhos demais para serem crianças, mas também são muito novinhos para serem adolescentes. Para piorar as coisas, nesse período, em meio a todas essas questões, a Mônica se machuca em uma das aventuras da Turma e acaba mudando de escola. Então, Cebolinha e seus amigos, bolam um plano infalível para trazê-la de volta. Será que vai dar certo?

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Turma da Mônica: A Série

Trazendo de volta o elenco dos filmes, a série tem oito episódios e gira em torno de duas novas personagens: a esnobe Carminha Frufru e a tagarela Denise. Carminha chega ao Bairro do Limoeiro mexendo com a vida de todos. Então, ela decide dar uma festa para se enturmar no bairro, só que ela acaba sendo vítima de um plano que joga um balde de lama na cabeça dela na frente de todos. Os episódios seguem as investigações de Denise, que aborda o caso pela perspectiva dos principais suspeitos: Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão.

Onde assistir: Globoplay.

Turma da Mônica: Cine Gibi

Adaptando várias histórias em pequenos filmes da Turminha, a franquia Cine Gibi se tornou um sucesso dos anos 2000 e rendeu nada menos que nove filminhos divertidos que fizeram boa parte da nova geração se encantar com os personagens do Bairro do Limoeiro.

Onde assistir: Amazon Prime Video e Netflix.

Turma da Mônica: Clássicos

Ao longo das décadas, além das tirinhas e dos quadrinhos, a Turma da Mônica se consagrou por seus clássicos animados que rodaram o mundo e fizeram sucesso principalmente no Brasil e no Japão, como o episódio do Cebolinha e sua “lagaltixa” Onofre, e o Chico Bento com o Galo Ataliba. Essas historinhas curtas aqueceram o coração de milhões de crianças nesses anos e ajudaram a transformar a Turma da Mônica em um ícone da Cultura Pop.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Turma da Mônica

A série mais recente da Turma da Mônica adapta algumas das milhares de histórias em quadrinhos da turminha e se tornou um dos grandes sucessos do Cartoon Network. São episódios curtinhos, mas muito divertidos e bem produzidos.

Onde assistir: HBO Max.

Crítica | Serial Kelly – Gaby Amarantos Estreia na Telona como SERIAL KILLER Matadora de Machistas

Gaby Amarantos vem se destacando cada vez mais no cenário nacional. Tendo iniciado sua carreira como cantora em 2002, foi mais ou menos em 2012 que ela expandiu sua ascensão nacionalmente, após ter suas músicas entrando na trilha sonora de novelas da Rede Globo, como ‘Ex Mai Love’. Dona de um carisma sem igual, uma voz poderosa e silhueta bem brasileira, não demorou muito para que essa paraense de Belém rapidamente migrasse para a sétima arte, passando a figurar também em seriados e novelas como atriz. De lá para cá são vinte anos de carreira como cantora e mais ou menos dez como atriz – e a partir dessa semana, Gaby faz sua estreia nas telonas com o filme ‘Serial Kelly’.

Kelly (Gaby Amarantos) é uma potente cantora de forró eletrônico no interior nordestino que vive de se apresentar em bares, shoppings e restaurantes em troca de algum dinheiro. Na trilha para fazer sucesso, ela canta em cabarés e zonas de entretenimento adulto, onde trava amizade com profissionais do sexo e travestis. Numa dessas, conhece Tempero (Igor de Araújo), um galego galanteador que arrebata sua atenção. Porém, antes Kelly resolvera se vingar de seu produtor musical, que tentou lhe passar a perna. Quando mais mortes de homens começam a se espalhar pela região, o caso desperta a atenção da delegada Fabíola (Paula Cohen), que passa a caçar Kelly na tentativa de ajudá-la.

O grande destaque em ‘Serial Kelly’ é realmente Gaby Amarantos. É impressionante a maturidade que a cantora consegue imprimir neste seu primeiro papel nas telonas como protagonista. Tudo bem que já são anos trabalhando como atriz, mas Gaby atua de maneira tão natural, tão orgânica, que não parece estar fazendo esforço algum. Sem contar que a atriz preenche a tela com sua beleza; sua pele brilha sob a fotografia de Pedro Urano, que faz bom uso da iluminação natural das locações abertas para valorizar a personagem em planos abertos e vibrantes.

Definido como comédia, o filme de René Guerra está mais para um drama bem-humorado. As situações em que a protagonista se envolve têm comicidade, mas não exatamente fazem rir; ao contrário, provocam a reflexão através de um viés mais leve sobre situações absurdas e cotidianas, todas envoltas em comportamentos machistas que provocam em Kelly uma urgência de acerto de contas. As vítimas possuem perfis de pessoas repugnantes que se vestem com o véu da hipocrisia social para se aproveitarem dos talentos de Kelly de alguma forma, seja na música, seja no sexo. O roteiro de René Guerra e Marcelo Caetano faz um retrato sobre como essa protagonista ama três coisas: comer, transar e matar; a partir dessa trinca, constroem um enredo em que os atos de Kelly são compreensíveis ao espectador, e culminam no contraponto da sororidade que ela oferece às mulheres que atravessam seu caminho, retribuídos pela delegada que sentencia: “em terra de matadores, a mulher que mata vira serial killer”.

Sob o peso do patriarcado, ‘Serial Kelly’ mostra que também no crime o tratamento às mulheres é desigual. Com Kelly, Gaby Amarantos mostra que é uma artista completa, e que o cinema era um caminho natural para essa grande estrela.

Ranking | Da PIOR para a MELHOR Temporada de ‘Stranger Things’

Stranger Things‘ se tornou a série sensação da Netflix, encantando e divertindo os fãs, mas também partindo o coração de muitos. Já foram três temporadas desde que encontramos Eleven, Will, Mike, Dustin, Lucas e companhia pela primeira vez. Neste meio tempo, nos deparamos com muita nostalgia dos anos 80 e com uma trama focada na aventura e na amizade entre as crianças.

Criada pelos irmãos Ross Duffer e Matt Duffer, Stranger Things é uma das maiores séries da atualidade. Em quatro anos de existência, recebeu nada menos que 31 indicações ao Emmy e quatro indicações ao Globo de Ouro, sem contar o prêmio de Melhor Elenco no SAG Awards. Como a Netflix não divulga regularmente os números de audiência, não dá para se ter uma dimensão exata do sucesso da série, mas está bem claro que estamos diante de um fenômeno da cultura pop.

Inspirada livremente nos universos de Steven Spielberg, John Carpenter, Stephen King, dentre outros grandes nomes, a série entregou, até aqui, três boas temporadas, embora seja possível reconhecer alguns problemas aqui acolá, além de altos e baixos. Pensando nisso, o CinePOP decidiu fazer um ranking das temporadas até o momento, da pior à melhor.

Confira como ficou a nossa ordem.

 

04 – Segunda Temporada (2017)

Não é como se a segunda temporada de Stranger Things fosse uma completa perda de tempo. Temos coisas bem legais e a introdução de personagens pra lá de cativantes. Mas é impossível não reconhecer que foi a temporada mais problemática até aqui, com direito ao famoso sétimo episódio, completamente dispensável e desinteressante, que até hoje é criticado pelos fãs.

 

Pontos positivos:

O desenvolvimento do Steve e sua amizade com Dustin; a introdução de novos personagens como Max, Erica e Bob (#RIPBob); a manutenção do clima nostálgico e referencial; e momentos delicados, seja na relação entre Eleven e Hopper, seja entre as crianças, como no belo baile que fecha a temporada.

Pontos negativos:

O sétimo episódio (o que foi aquilo?) e a tentativa frustrada de fazer algo meio X-Men; o mau desenvolvimento de Billy, que surge como uma espécie de vilão, mas que é sempre raso e desinteressante; a sensação de estarmos diante de uma “temporada-ponte”, cuja única função é traçar o caminho para o que vem a seguir, sem oferecer algo realmente muito especial.

 

03 – Primeira Temporada (2016)

Não foi fácil tomar a decisão de colocar a temporada inicial na segunda colocação do nosso ranking, afinal foi a responsável por introduzir personagens maravilhosos e um universo realmente fascinante. Não foi por acaso que Stranger Things se tornou um fenômeno cultural e boa parte das razões estão presentes no primeiro ano da produção.

 

Pontos positivos:

Clima de nostalgia e ótimo aproveitamento da relação afetiva das pessoas com os anos 80; elenco infantil carismático selecionado com precisão; elenco de apoio talentoso, com direito a retomada da carreira de Winona Ryder; roteiro envolvente que mescla aventura e ficção científica, e remete aos clássicos dos anos 80, como Conta Comigo, Goonies, ET e companhia; trilha sonora e direção de arte primorosas.

Pontos negativos:

Trama um pouco arrastada nos primeiros episódios; abordagem bizarra do Jonathan no início, especialmente em seu momento stalker escondido tirando fotos de Nancy; exagera um pouco no número de referências e easter eggs.

 

02 – Quarta Temporada (2022)

A quarta temporada do fenômeno Stranger Things deu o que falar. Isso porque pela primeira vez desde a estreia do programa lá em 2016, a Netflix resolveu aderir ao formato de episódios espaçados, ao invés de entregar a temporada inteira de uma tacada só. Esse foi o formato de consumir séries implementado inicialmente pela Netflix, que terminou por popularizar o conceito de “maratonar” seus seriados. Três anos após a terceira temporada, a série volta com uma atmosfera muito mais sombria e que se inclina para múltiplas referências cinematográficas, desde os alívios cômicos e autoconscientes com ‘Halloween’ até a estrutura cenográfica de ‘A Hora do Pesadelo’ (que se estende, inclusive, para a caracterização de Vecna). Porém, enquanto o impecável visual contribui para nos engatar na nova história, o roteiro é o que mais sofre problemas por oscilar entre um arrasto narrativo e um frenesi conclusivo. Os dois últimos episódios são aprazíveis em sua completude e já nos dão o tom do quinto ano.

Pontos positivos:

A grandiosidade. A série conquistou status cinematográfico com um investimento maior em visual, já que temos um clima hollywoodiano nas cenas de ação e de terror. É visível como a Netflix caprichou nos efeitos especiais e práticos, incluindo a caracterização espetacular do vilão Vecna, além de começar a amarrar os pontos soltos da trama.

Pontos negativos:

Ao dividir a série em três núcleos, o roteiro ganha um ritmo anticlimático, que se arrasta por vezes quando algumas tramas não possuem a mesma urgência das outras. Apesar do visual espectacular e do ótimo desenvolvimento dos personagens, o ritmo da trama não se mantém tão bem quanto nas temporadas anteriores.

 

01 – Terceira Temporada (2019)

Após as derrapadas no segundo ano, a série está cada vez mais madura, sem perder na inocência e no clima de nostalgia. Conseguiu manter a dinâmica aventura/ficção científica e ainda pôde acrescentar novos elementos, como a intriga política entre Estados Unidos e União Soviética – algo clássico dos filmes dos anos 80. A evolução dos personagens também é notória e a divisão por grupos funciona, principalmente por causa do surgimento de um novo quarteto maravilhoso.

 

Pontos positivos:

Boa construção do suspense; ótima relação entre Max e Eleven, que deixa para trás o clima de competitividade da segunda temporada; introdução da Robin; dinâmica perfeita no núcleo Dustin-Steve-Robin-Erica; melhor desenvolvimento de Billy; clima de filmes de espionagem dos anos 80; final cativante de partir o coração; cliffhanger instigante para a quarta temporada.

Pontos negativos:

Trama um pouco arrastada nos primeiros episódios; dinâmica entre Joyce e Hopper parece exagerada, embora com bons momentos; Billy segue prejudicado por uma atuação acima do tom de Dacre Montgomery, por mais que o personagem ganhe novas camadas; trilha sonora excessiva.

 

‘Peaky Blinders’: A guerra começa no novo trailer da 5ª temporada; Assista!

A 5ª temporada de ‘Peaky Blinders’ ganhou seu segundo trailer oficial.

Confira:

Os novos episódios se passam durante a grande crise da bolsa em 1929, um momento de glória para o personagem de Sam Claflin, que vê seu crescimento no cenário político.

A série acompanha família de gângsteres na Inglaterra no começo do século 20 e conta com Cillian Murphy, Tom Hardy, Paul Anderson, Helen McCrory e Annabelle Wallace.

A série retorna no dia 04 de outubro deste ano.

‘Stranger Things’: Nova foto de bastidores confirma retorno de [SPOILER] para a 4ª temporada

A nova temporada de Stranger Things chega em alguns meses à Netflix, mas algumas fotos de bastidores já começaram a despontar nas redes sociais e a confirmar o retorno de alguns personagens.

Uma delas, divulgada recentemente, parece ter endossado a volta de duas personagens fan-favorite: Nancy Wheeler (Natalia Dyer) e Robin Buckley (Maya Hawke).

Confira:

 

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Confira o novo teaser, que mostra os bastidores da primeira roda de leitura dos novos episódios do quarto ano.


O próximo ciclo deve estrear apenas em 2021, e contará com 9 episódios.

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

Crítica | Like a Virgin – Madonna e suas aventuras amorosas

Quando ouvimos o nome Madonna, automaticamente pensamos em um dos maiores nomes da história da música – não apenas por suas rendições atemporais que acompanham gerações até hoje, mas também pela capacidade da performer em chocar o público desde sua consagração em 1983 com seu primeiro álbum de estúdio autointitulado. Porém, sua capacidade de nos envolver com letras e escopos musicais explícitos veio um ano depois com o lançamento de Like a Virgin, seguindo o sucesso sem precedentes do memorável début.

Em sua segunda obra, a artista buscava uma maior autonomia produtiva, porém não conseguiu o aval da produtora de seus discos. Por essa razão, Madonna aventurou-se em uma autodescoberta de independência ao lado de Nile Rodgers, confiando nele para tornar real a possibilidade de diversos sucessos, ainda mais considerando que Rodgers já havia trabalhado com o lendário David Bowie. O resultado, mesmo não chegando no mesmo patamar que o disco anterior, foi bastante aprazível e permitiu que ela marcasse mais uma vez em um árduo trabalho – que gerou canções revisitadas por diversos outros nomes, conterrâneos ou futuros.

A primeira track é um irônico mergulho no mundo capitalista, travestido em versos dançantes e uma paixão inenarrável da cantora pela bombshell Marilyn Monroe, buscando referências estéticas de “Diamonds Are a Girl’s Best Friend” em 1953, provando que não pensaria duas vezes em honrar algumas de suas maiores influências. Não é surpresa que, em união ao videoclipe, “Material Girl” transforme-se em um intrínseco desejo do eu-lírico em conquistar o que sempre almejou; os arranjos sintéticos marcam correlações com o CD predecessor, mas abre um terreno fértil para que Madonna explore um delicioso soubrette, uma afetação que conversa com sua reafirmação de gênero em uma causalidade a priori superficial, porém dotada de um cinismo dançante acompanhado pela mutável bateria. Em comparação à contemporaneidade, a música pode erroneamente transmitir uma sensação datada – refutada pela robótica voz de Frank Simms que acompanha a lead singer.

O soubrette apareceria mais uma vez com Like a Virgin, cuja estruturação híbrida entre os sintetizadores e o teclado é simplesmente divina e reflete o apreço da cantora com os instrumentais em questão. A explicitação, levando em conta a época perscrutada por tabus em que a faixa foi lançada, é sexy e dotada de controvérsias apaixonantes: “como uma virgem, tocada pela primeira vez” é o verso que inicia cada um dos refrãos cada vez com mais potência.

O álbum em si peca por alguns excessos que não são facilmente ignoráveis, a começar pela saturada repetição monofônica de investidas recicladas: temos em “Angel”, por exemplo, uma construção confessional acompanhada pelos arranjos do electro-pop e por uma rendição mais grave da lead, que não perde a oportunidade de fazer declarações e mais declarações para um caso amoroso – mantendo estritas relações contraditórias com “I Know It” e “Physical Attraction”. Entretanto, a belíssima construção lírica e sonora perde força quando comparada com o cíclico e monótono “você é um anjo” (“you’re an angel”), que insurge em primeiro plano mais vezes do que deveria. O mesmo acontece equívoco dá as caras em “Dress You Up”, cujo escopo revitalizante e onírico entrega os holofotes para a explosão de “vou te vestir com meu amor” (“gonna dress you up in my love”). É interessante e trágico ao mesmo tempo como os backing vocals ganham mais expressividade que a artista em si.

As repetições também aparecem em “Over and Over”, mas não causam a mesma sensação extenuante de antes. A dinâmica faixa é nostálgica e atual ao mesmo tempo, funcionando como uma espécie de mensagens de apoio para os ouvintes, pedindo para que, caso a vida lhes derrube, que se levantem e tentem “de novo e de novo”. Tal supressão das infelicidades das múltiplas esferas cotidianas é logo jogada propositalmente no lixo com a chegada de “Love Don’t Live Here Anymore”, uma impecável balada que faz ótimo uso do violino e do violão, criando uma épica espontaneidade e dividindo o centro de nossas atenções entre a atmosfera efusiva e uma entrega extremamente tocante.

“Pretender”, por sua vez, cria em nós uma expectativa quase noir, utilizando as desnecessárias repetições de tracks anteriores a seu favor, colocando-as já no ato de abertura. Todavia, essa troca não é o suficiente para tirar-lhe as construções formulaicas e os convencionalismos que seriam apenas retirados em sua totalidade com “Stay”. Aqui, o premeditável crescendo alterna com fluidas declinações, acompanhadas pela brutalidade contrastante da bateria que antecede as principais viradas. “Shoo-Bee-Doo” retoma as sensações oníricas integrantes de investidas anteriores, recebendo uma interessante romantização cuja confirmação é feita por versos como “eu vejo muita confusão [em seus olhos], e isso está me matando” – uma notável empatia que também se tornaria marca da discografia de Madonna.

Like a Virgin pode não ter o mesmo respiro inovador da obra anterior, mas ainda assim constrói-se em uma jornada repleta de declarações e confissões epistolares que mostram a vulnerabilidade de sua artista ao mesmo tempo que divulgam uma expressividade intimista sem igual.

Nota por faixa:

  • Material Girl – 5/5
  • Angel – 2,5/5
  • Like a Virgin – 4,5/5
  • Over and Over – 4/5
  • Love Don’t Live Here Anymore – 5/5
  • Dress You Up – 3/5
  • Shoo-Bee-Doo – 3,5/5
  • Pretender – 3,5/5
  • Stay – 4/5

‘Selena’: Drag queens Katya e Trixie Mattel reagem à nova série da Netflix

Netflix divulgou um recente vídeo promocional de Selena: A Série’, trazendo as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel reagindo à produção.

Confira:

A série já está disponível na plataforma de streaming.

Christian Serratos vive a emblemática cantora latina Selena Quintanilla-Pérez, que atingiu o estrelato nos Estados Unidos entre os anos 80 e 90 e que foi assassinada aos 23 anos.

A produção foi criada por Moises Zamora, com consultora de Don Todd (This Is Us).

A obra será dividida em duas partes. Gabriel ChavarriaRicardo ChaviraNoemí GonzalezSeidy López completam o elenco.

Selena nasceu na pequena cidade de Corpus Christi, onde começou a cantar desde muito jovem. Lançou seu primeiro em 1984, mas não seria até oito anos mais tarde que alcançaria o topo da parada mexicana da Billboard por oito meses consecutivos com Entre a Mi Mundo. Em 1994, levou para casa o Grammy de Melhor Álbum de Música Latina e é considerada até hoje uma das artistas mais importantes da indústria musical, sendo apelidade de rainha da música latina e tendo vendido mais de 80 milhões de discos.

Em 1995, foi assassinada por Yolanda Saldívar, sua sócia e presidente do fã-clube – que também estava desviando dinheiro da família e roubando as lojas. Dois anos depois, Selena ganhou uma cinebiografia estrelada por Jennifer Lopez, que se tornou um sucesso de público e rendeu à atriz uma indicação ao Globo de Ouro.

‘The Bad Batch’: Primeiro episódio da animação já está disponível no Disney+!

The Bad Batch é a mais nova entrada no extenso panteão Star Wars e, agora, o primeiro episódio finalmente estreou no Disney+.

O capítulo foi adicionado ao catálogo da plataforma de streaming hoje, 04 de maio.

Confira o trailer:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os episódios são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘The Witcher’: Vesemir é destaque nas novas imagens promocionais da 2ª temporada; Confira!

Depois de revelar um novo trailer da 2ª temporada de The Witcher, a Netflix divulgou duas novas imagens oficiais dos próximos episódios, dando destaque a Vesemir (Kim Bodnia), mentor de Geralt de Rivia (Henry Cavill).

Confira:

Lembrando que o novo ciclo têm estreia agendada para 17 de dezembro e que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Confira os títulos dos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

O legado continua no novo cartaz OFICIAL de ‘Downton Abbey: Uma Nova Era’; Confira!

A Universal Pictures e a Focus Features divulgaram recentemente um novo cartaz oficial de Downton Abbey 2: Uma Nova Era’.

O pôster vem acompanhado da seguinte frase: “o legado continua”.

Confira:

Anteriormente com lançamento agendado para o dia 18 de março, o longa-metragem agora chegará aos cinemas britânicos apenas em 29 de abril de 2022. Nos Estados Unidos, a produção só será exibida a partir de 20 de maio.

Assista ao trailer oficial abaixo:

De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.

Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.

Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) será responsável pela direção.

Fellowes voltará a escrever o roteiro do novo filme.

“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.

O primeiro filme foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

Os 10 Álbuns Mais Aguardados do 2º Semestre de 2022

O primeiro semestre de 2022 acabou oficialmente – e fomos presenteados com diversos álbuns incríveis de grandes nomes do cenário fonográfico, incluindo Charli XCXROSALÍAKendrick Lamar.

Agora, está na hora de nos prepararmos para os próximos meses, em que mais artistas adorados pelo público retornarão com produções inéditas. Temos, por exemplo, o aguardado retorno de Beyoncé com o ambicioso Renaissance – Act I’, bem como o lançamento do segundo álbum de Rina SawayamaHold the Girl, que vem ganhando fama expressiva desde 2019.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez álbuns mais aguardados do segundo semeste.

Confira:

SPECIAL, Lizzo

Lançamento: 15 de julho

Melissa Jefferson, ou, como a conhecemos, Lizzo, lançou seu último compilado de originais em 2019, abarcando um forte aclame crítico. Agora, três anos e algumas colaborações depois, a cantora e compositora irá retornar com Special, seu quarto álbum de estúdio, que já conta com os singles “About Damn Time”“Grrrls”, além de outras dez faixas.

EMAILS I CAN’T SEND, Sabrina Carpenter

Lançamento: 15 de julho

Sabrina Carpenter começou a fazer sucesso no Disney Channel e, desde sua saída, embarcou no mundo da música e da atuação. Seus álbuns anteriores, incluindo ‘Singular – Act I’‘Singular – Act II’, foram recebidos com críticas bastante positivas, principalmente pela profundidade lírica das canções e pela rendição de Carpenter. Logo, não é surpresa que o anúncio de ‘emails i can’t send’, seu próximo disco, tenha vindo com bastante animação – e já conte com os singles “skinny dipping”“vicious” “fast times”.

RENAISSANCE – ACT I, Beyoncé

Lançamento: 29 de julho

Seis anos depois do icônico ‘Lemonade’Beyoncé finalmente está voltando ao cenário musical com seu mais novo projeto (e não, não estamos contando suas músicas soltas, nem seu especial ‘Black Is King’). Pelo que pudemos ouvir do lead single“Break My Soul”, nossa Queen B está retornando para um mergulho mais mainstream, apostando fichas no house e no dance – mas detalhes mais concisos do álbum, Renaissance – Act I’, ainda são mantidos sob segredo.

HOLY FVCK, Demi Lovato

Lançamento: 19 de agosto

Em janeiro deste ano, Demi Lovato anunciou o funeral de sua carreira pop, prenunciando um retorno ao gênero do rock-pop de seus dois primeiros álbuns, ‘Don’t Forget’ (2008) e Here We Go Again (2009). Poucos meses depois, Lovato revelou o aguardado Holy Fvck e apresentou ao mundo o single “Skin of My Teeth”, que aglutinou tanto a identidade que eternizou quase duas décadas atrás quanto seu amadurecimento artístico. O disco será lançado em agosto deste ano.

VIVAS LAS VENGEANCE, Panic! at the Disco

Lançamento: 19 de agosto

Quatro anos depois de ‘Pray for the Wicked’Brendon Urie irá lançar o sétimo álbum oficial de seu ato musical Panic! at the Disco. Com divulgação agendada para o dia 19 de agosto, o disco, intitulado ‘Viva Las Vengeance’, conta com 12 faixas originais, incluindo o single homônimo, e conta com a produção de nomes como Jake SinclairMike Viola.

WILL OF THE PEOPLE, Muse

Lançamento: 26 de agosto

Muse está de volta – e com o primeiro álbum produzido inteiramente pelo grupo em nada menos que uma década. ‘Will of the People’ também será lançado em setembro de 2022 e já conta com três singles oficiais: “Won’t Stand Down”“Compliance” e a faixa titular. Dois meses depois da divulgação do disco, a banda de rock inglesa irá embarcar em uma turnê promocional, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.

HOLD THE GIRL, Rina Sawayama

Lançamento: 02 de setembro

Se Rina Sawayama já conseguiu conquistar o mundo com o ovacionado ‘SAWAYAMA’, ela tem grandes chances de repetir o feito com o lançamento de Hold the Girl. O segundo álbum de estúdio oficial da cantora nipo-britânica já teve dois incríveis singles divulgados (o country-popglam-rock “This Hell” e o a saudoso “Catch Me In the Air”) e deixou os fãs animados para o que essa artista tão incrível nos reserva no futuro próximo.

MOSS, Maya Hawke

Lançamento: 23 de setembro

Maya Hawke eternizou Robin na aclamada série sci-fi ‘Stranger Things’ – mas o que poucas pessoas sabem é que a atriz também vem investindo bastante tempo na indústria musical. Dois anos depois de ter feito seu début com ‘Blush’, Hawke está pronta para voltar com MOSS, compilado de treze faixas originais que será lançado no final de setembro. Retornando ao folk-rock, a artista divulgou o lead single“Thérèse’, em junho.

DIAMONDS & DANCEFLOORS, Ava Max

Lançamento: 14 de outubro

Depois de várias canções soltas, Ava Max finalmente lançou seu primeiro álbum em 2020, ‘Heaven & Hell’, que teve recepção sólida por parte dos especialistas e que alavancou sua carreira ao redor do mundo. Em outubro deste ano, Max também voltará com a divulgação de ‘Diamonds & Dancefloors’, cujos detalhes ainda não foram revelados. Entretanto, você poder conferir o lead single“Maybe You’re the Problem”, em todas as plataformas de streaming.

DIRT FEMME, Tove Lo

Lançamento: 14 de outubro

No final de junho, a artista sueca Tove Lo aproveitou o lançamento de “True Romance” para anunciar seu quinto álbum de estúdio, ‘Dirt Femme’. O compilado, que também contará com a incrível “How Long”, música original da série ‘Euphoria’, e com “No One Dies From Love”, será divulgado em meados de outubro e promete trazer a artista de volta ao electro-popsynth-pop de seus discos anteriores, incluindo o ótimo ‘Sunshine Kitty’.

‘Olhar Indiscreto’: Série brasileira estilo ‘Janela Indiscreta’ ganha trailer completo; Confira!

Netflix anunciou divulgou hoje (07) o trailer completo de ‘Olhar Indiscreto’, sua mais nova série brasileira.

Estrelada por Emanuelle AraújoDébora Nascimento, a produção estreia no dia 01 de janeiro de 2023 na plataforma de streaming.

Confira:

Pegando referências do clássico do suspense Janela Indiscreta, de Alfred Hitchcock, a narrativa é centrada em Miranda (Nascimento), uma jovem hacker que passa o tempo espionando a vizinha Cléo (Araújo), uma prostituta de luxo que mora no prédio da frente.

Quando Cléo pede para que ela cuide de seu cachorro durante uma viagem, a vida de Miranda vira de cabeça para baixo e ela cruza caminho com o homem dos seus sonhos. Mas nada é o que parece ser.

Nikolas AntunesÂngelo Rodrigues completam o elenco. Fabrizia PintoLetícia Veiga ficam a encargo da direção, enquanto Marcela Citterio assina o roteiro.

Crítica | ‘Bonnie e Clyde’ encerra sua temporada em São Paulo com espetáculo memorável

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da história de Bonnie Parker e Clyde Barrow. A dupla improvável se tornou extremamente conhecida nos anos 1920, à época da Grande Depressão, em que conquistaram um status controverso de heróis por fazerem o necessário para sobreviverem em meio a um cenário de devastação e fome. Não é surpresa que, depois de terem sua história levada aos cinemas e à televisão, ganhariam uma adaptação teatral na Broadway que se tornaria um sucesso de público. E, quase uma década e meia depois de sua estreia nos Estados Unidos, o musical Bonnie & Clyde chegou ao São Paulo e encerrou uma ótima temporada neste último domingo, 14 de maio.

A trama acompanha os personagens titulares, interpretados por Eline Porto e Beto Sargentelli, apresentando ao público dois jovens com sonhos que, eventualmente, não se realizam. Bonnie quer ser famosa, uma estrela de cinema e uma poeta, e sonha com o momento em que sua foto estará estampada em revistas e enfeitando outdoors; Clyde, por sua vez, tem uma propensão ao errado e carrega como ídolos o pistoleiro Billy the Kid e o mafioso Al Capone. Ambos têm um desejo em comum: a fama. E, de certa forma, a peça discorre sobre o assunto tendo como máscara uma história de amor que atravessou gerações. Afinal, em um lugar como o subúrbio industrial de West Dallas, as coisas não parecem muito prósperas – e os dois se veem em um beco sem saída, mergulhados em frustrantes esperanças que nunca se concretizam.

Porém, depois que se conhecem por um acaso, Bonnie e Clyde começam a desfrutar de um apreço pela vida que foi acendido de forma quase simbiótica. Apesar da vida criminal de Clyde ao lado do irmão, Buck (Claudio Lins), Bonnie se sente atraída de forma inexplicável – e a recíproca também é verdadeira. Não é surpresa que, pouco antes do encerramento do primeiro ato, ambos unem forças para partir em uma aventura inenarrável, movida a roubos e ao enfrentamento de uma justiça que insistia em deixá-los estagnados. E a jornada é apenas um dos muitos pontos altos dessa versão que não deve nada à original.

É quase óbvio falar que o elenco é o principal elemento: Porto e Sargentelli, que são um casal na vida real, desfrutam de uma química apaixonante, que oscila entre o amor, a sedução e a luxúria de modo envolvente e que nos leva em uma insana valsa regada a balas e a revólveres; Lins insurge como o bem-vindo escape cômico da narrativa como Buck, dividindo boa parte das cenas com a irretocável Mariana Gallindo como Blanche (originalmente interpretada por Adriana Del Claro), que nos arremessa de volta para os anos 1920 no momento em que solta a voz na canção “Você Volta pra Prisão”. Como se não bastasse, o quarteto supracitado abraça com tanta vontade os personagens que torna o trabalho de espectador muito mais fácil e divertido – nos convidando a uma montanha-russa de sentimentos que perdura muito depois da peça terminar.

A adaptação brasileira tem um quê de diferencial, principalmente por arquitetar uma experiência bastante imersiva que funde o público com o palco em um único organismo vivo. A própria ambientação, feita no 033 Rooftop, nos remete ao Oeste dos Estados Unidos, enclausurada em uma espécie de cabaré western e pincelada com tons de vermelho e de azul que se transmutam à medida que os arcos se desenrolam – e, ainda que as duas horas demorem a passar pelos assentos poucos confortáveis, conseguimos até esquecer um pouco a dor na lombar para apreciar a atuação e o cuidado com o cenário.

Devo também mencionar o trabalho exímio da banda que acompanha as canções, contribuindo novamente para a atmosfera à medida que recupera o bluegrass, o blue e o gospel das canções originais, incrementando-as com sutis brasilidades – como é de costume quando musicais da Broadway vêm para cá. É quase impossível não começar a se remexer na cadeira quando o violoncelo, o clarinete e a bateria se fundem em um só em uma explosão de narcóticas sensações.

Bonnie & Clyde vai deixar saudades – mas isso não quer dizer que não tenha terminado numa nota agridoce. Pelo contrário, as apresentações finais da produção entregaram a mesma paixão de antes e trouxeram uma experiência não muito usual no circuito teatral nacional. Agora, podemos reviver as memórias dia após dia e esperar que, caso tudo dê certo, a temporada se estenda por mais algum tempo.

Prism | OBRA-PRIMA da carreira de Katy Perry faz 10 anos; Confira o ranking de todas as músicas!

Três anos depois de dominar o mundo com o memorável Teenage DreamKaty Perry voltou ao mundo da música com o incrível e elogiado álbum Prism.

Considerada por muitos como a melhor entrada de sua carreira – incluindo por este que vos fala -, o compilado de treze faixas originais é carregada com um número considerável de sucessos de paradas mundiais, incluindo o lead single “Roar”, que alcançou o primeiro lugar da Billboard 200, e faixas como “Dark Horse”“Unconditionally”, que ficaram marcadas como músicas essenciais da carreira da cantora.

Além de conquistar quatro indicações ao Grammy Awards, Prism auxiliou a manter o status de fenômeno artístico da performer e veio acompanhado de belíssimas mensagens de empoderamento, relacionamentos e uma inclinação bem-vinda ao carpe diem (ou seja, ao “viver o presente).

Pensando nisso e celebrando seu aniversário de dez anos, o CinePOP preparou uma lista ranqueando as treze faixas da versão padrão do álbum – o que significa que não levamos em consideração as faixas “Spiritual”“It Takes Two”“Choose Your Battles”.

Confira abaixo com ficou nosso ranking e conte para nós qual a sua faixa favorita:

13. DOUBLE RAINBOW

Prism parte de um conceito bastante sólido que funciona na maior parte do tempo – tornando o trabalho de encontrar erros muito drásticos bastante difícil. Enquanto cada uma das faixas conversa em diferentes níveis com os ouvintes, há algumas delas que desaparece em meio a um vibrante microcosmos. É o caso, por exemplo, de “Double Rainbow”: a semi-balada encontra terreno fértil com o escopo do electro-pop e, mesmo com versos belíssimos, acaba sendo esquecida perto de músicas mais memoráveis.

12. LOVE ME

Em Prism, Katy parece mais inspirada do que nunca – e pronta para conversar francamente com qualquer um que queira mergulhar em sua incrível carreira. Não é surpresa que “Love Me” arranque alguns dos versos mais simbólicos e belos de 2013, mas essa boa intenção e essa preocupação lírica não são suficientes para impedir a faixa de cair em algumas fórmulas e, assim como “Double Rainbow”, ficar apagada em meio a titãs com os quais digladeia.

11. BIRTHDAY

Voltando a fazer o que sabe de melhor – isso é, colocar seduzentes mensagens subliminares em músicas aparentemente inocentes -, “Birthday” é o resumo perfeito de todas as fases de Perry (ao menos até o lançamento de Prism). Mesmo nos deixando felizes e muito animados com uma produção alto-astral, a música deixa um gostinho de quero mais e, para o bem ou para o mal, se mostra apaixonada demais pelo passado.

10. DARK HORSE

Apostando em uma amálgama bastante irreverente e explosiva de referências, “Dark Horse” é um lugar muito propício para que Perry explore o seu lado mais despreocupado. A rebeldia da faixa é tão alta, que somos praticamente engolfados no sintético ritmo – e a condenável zona de conforto é jogada no lixo para algo novo e inesperado. Talvez a música não tenha envelhecido tão bem quanto as outras, mas ainda permanece como uma das mais conhecidas da artista.

9. GHOST

A segunda metade de Prism é recheado de semi-baladas que revelam um lado mais íntimo da artista – e “Ghost”, ainda que não tenha a mesma originalidade de faixas similares, faz um bom trabalho em recuperar os desejos e os pensamentos que precisam ser colocados para fora. A envolvente e propositalmente repetitiva progressão é acompanhada de acordes que variam desde o electro até o soft-rock – algo que não é nem um pouco surpreendente, considerando as obras anteriores de Katy.

8. INTERNATIONAL SMILE

“International Smile” carrega um fardo do qual é difícil se desvencilhar – e esse fardo é dividir os holofotes com sucessos gigantescos como “Unconditionally”“Dark Horse”. De certa forma, a leveza desenrolada em múltiplas camadas vocais parece mais uma reminiscência de Teenage Dream do que uma investida diferente; mas, como bem se fala na canção, ela tem um je ne sais quoi que nos faz dançar do começo ao fim (e isso é o que importa).

7. THIS IS HOW WE DO

Quando ouvi o álbum pela primeira vez, “This Is How We Do” pareceu longe de ser tão inovadora ou memorável quanto produções conterrâneas – até mesmo em comparação com a obra anterior, Teenage Dream, quanto a subestimada posterior, Witness. Entretanto, ao retornar oito anos mais tarde, a track se mantém fiel ao estilo irreverente apresentado em outros momentos do disco e vem acompanhado de uma quebra da quarta parede muito interessante e divertida.

6. ROAR 

A sacada mais eficaz e sagaz de Prism foi dar o pontapé inicial com uma ótima e prática música, intitulada Roar”, na qual ela conversa com sua independência como mulher dentro de uma indústria comandada majoritariamente por homens – e que, em meio aos instrumentos convencionais, funciona em sua completude, com um espirituoso refrão.

5. THIS MOMENT

O final dos anos 2000 e o começo da década de 2010 representou um grande renascimento para as ramificações eletrônicas da pop music – como o electro-pop e o synth-pop. Nesse contexto, “This Moment” é uma faixa que merecia estar em todas as playlists daqueles que amam se divertir, principalmente pela impactante produção de Stargate Benny Blanco (que poderiam muito bem ter emprestado suas habilidades para outras entradas do álbum). A música inclusive traz referências a Lady GagaRobyn, além de ajudar na reiteração da versatilidade de Perry.

4. BY THE GRACE OF GOD

Em By The Grace of God”, a cantora retorna às suas raízes e opta por um arranjo mais contido através do piano clássico, explodindo de forma comedida, mas nunca a ofuscar sua irretocável rendição e dizer finalmente a si mesma para erguer a cabeça e acreditar em seu potencial. A belíssima mensagem só ganha mais força pelos poderosos sintetizadores e pelos naturalistas tambores antes do último respiro.

3.LEGENDARY LOVERS

Em retrospecto, a segunda música do álbum mistura inúmeros estilos que, apesar de formulaicos, são vibrantes em sua completude e alcançam uma descontruída coesão que merece atenção. Legendary Lovers” também ganha pontos por seu pré-coro, com a entrada de uma proposital unidimensionalidade tanto da voz quanto do escopo instrumental.

2. UNCONDITIONALLY

Feliz e contraditoriamente, Unconditionally” consegue usar a fórmula a seu favor e insurge como uma das melhores músicas do álbum. A poderosa construção inicia-se em um minimalismo esperado que explode inúmeras vezes com a chegada do refrão tríplice. O power pop faz uso de instrumentos novos, incluindo os tambores tribais que carregam consigo uma catártica potência. Porém, o que mais chama a atenção é a simplicidade da letra que contrasta com aquilo que Perry faz de melhor: nos levar em uma épica e epifânica jornada musical que apenas reafirma o peso de seu nome na indústria fonográfica.

1. WALKING ON AIR

Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna (principalmente quando cita “Erotica”)

Rebecca Ferguson fala sobre as POLÊMICAS declarações que fez sobre ex-colega que a maltratou

Nas últimas semanas, a aclamada atriz Rebecca Ferguson ganhou destaque nas manchetes ao redor do mundo após comentar sobre um ex-colega de profissão não identificado que a maltratou em um set de filmagens.

Ferguson disse que o colega era um “idiota” e revelou que essa pessoa a fez chorar, além de confirmar que o astro em questão não era nem Tom Cruise, nem Hugh Jackman (com quem trabalhou em ‘Missão Impossível’‘O Rei do Show’, respectivamente).

Não levou muito até que vários internautas começassem a especular sobre quem essa pessoa poderia ser. Em uma recente entrevista ao The Jess Cagle Show, Ferguson revelou que não estava esperando que seus comentários se transformassem em um jogo viral de adivinhação.

“Primeiramente, sim, meio que gostei do gancho”, explicou Ferguson. “Mas o que percebi mesmo com a idade que tenho agora é que isso não importa. Definitivamente, acho que sou muito mais aberta. Também sei onde estão meus limites. Mas o objetivo da entrevista não era sobre encontrar a pessoa – é claro, as pessoas ficarão interessadas. Mas fiquei entusiasmada com a pergunta, que foi uma pergunta muito boa de [Josh Smith]. Porque a questão era: existe um ponto em sua carreira em que você foi tratado de maneira que o fez mudar de decisão – foi assim que formulei para mim mesma -, onde você quer mudar, ou não vai aceitá-la? E foi um momento muito claro, para mim, trabalhar com essa pessoa.”

Ela continua: “mas eu recebi telefonemas de incríveis colegas com quem trabalhei, que disseram: ‘você sabe o que fez, certo?’. E eu pensei: ‘meu Deus. Não, não pensei’. Digo, não é minha responsabilidade, para ser honesta. Eu não me importo. Sabe: ‘você é ótimo, mas minha história é minha história – e se você é uma pessoa boa, então não se preocupe com isso'”.

Vale lembrar que o filme mais recente da atriz é Duna: Parte 2’, que continua em exibição nos cinemas nacionais.

Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.

A sequência explora a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

TERROR da Blumhouse que amargou 24% de aprovação da crítica já está disponível no streaming!

O terror ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico‘ (Imaginary), nova produção da Blumhouse em parceria com a Lionsgate, já está disponível no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem, que amargou 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi lançado hoje, 19 de setembro, na plataforma de streaming.

Na trama, Jessica retorna para a casa de sua infância com sua família. Logo, sua filha mais jovem, Alice, começa a ficar apegada a um ursinho de pelúcia, chamado Chauncey, que ela encontra no porão. Apesar da interação parecer divertida, a situação não demora muito para se tornar sinistra. Enquanto o comportamento da Alice se torna cada vez mais preocupante, Jessica percebe que o ursinho é muito mais do que um brinquedo inocente…

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

DeWanda Wise (‘Jurassic World: Domínio’) estrela a produção.

Jeff Wadlow (‘Cry Wolf: O Jogo da Mentira’) fica responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Wadlow, Greg Erb, Jason Oremland e Bryce McGuire.

SAG Awards 2025 acontece HOJE; Saiba onde assistir!

A cerimônia de vencedores do Screen Actors Guild Awards 2025, um dos principais termômetros para o Oscar e uma das premiações mais cobiçadas do ano, acontece hoje, 23 de fevereiro.

O evento será exibido pela Netflix a partir das 21h (horário de Brasília), com a transmissão do tapete vermelho. A cerimônia oficial começa às 22h.

Kristen Bell retorna como anfitriã após ter apresentado a premiação em 2018.

Relembre a lista de indicados:

Melhor Elenco em Filme
UM COMPLETO DESCONHECIDO
ANORA
CONCLAVE
EMILIA PÉREZ
WICKED

Melhor Ator em Filme
ADRIEN BRODY / László Tóth – “O BRUTALISTA”
TIMOTHÉE CHALAMET / Bob Dylan – “UM COMPLETO DESCONHECIDO”
DANIEL CRAIG / William Lee – “QUEER”
COLMAN DOMINGO / Divine G – “SING SING”
RALPH FIENNES / Lawrence – “CONCLAVE”

Melhor Atriz em Filme
PAMELA ANDERSON / Shelly – “THE LAST SHOWGIRL”
CYNTHIA ERIVO / Elphaba – “WICKED”
KARLA SOFÍA GASCÓN / Emilia/Manitas – “EMILIA PÉREZ”
MIKEY MADISON / Ani – “ANORA”
DEMI MOORE / Elisabeth – “A SUBSTÂNCIA”

Melhor Ator Coadjuvante em Filme
JONATHAN BAILEY / Fiyero – “WICKED”
YURA BORISOV / Igor – “ANORA”
KIERAN CULKIN / Benji Kaplan – “A VERDADEIRA DOR”
EDWARD NORTON / Pete Seeger – “UM COMPLETO DESCONHECIDO”
JEREMY STRONG / Roy Cohn – “O APRENDIZ”

Melhor Atriz Coadjuvante em Filme
MONICA BARBARO / Joan Baez – “UM COMPLETO DESCONHECIDO”
JAMIE LEE CURTIS / Annette – “THE LAST SHOWGIRL”
DANIELLE DEADWYLER / Berniece – “PIANO DE FAMÍLIA”
ARIANA GRANDE / Galinda/Glinda – “WICKED”
ZOE SALDAÑA / Rita – “EMILIA PÉREZ”

Melhor Elenco em Série de Comédia
ABBOTT ELEMENTARY
O URSO
HACKS
ONLY MURDERS IN THE BUILDING
FALANDO A REAL

Melhor Atriz em Série de Comédia
KRISTEN BELL / Joanne – “NINGUÉM QUER”
QUINTA BRUNSON / Janine Teagues – “ABBOTT ELEMENTARY”
LIZA COLÓN-ZAYAS / Tina – “O URSO”
AYO EDEBIRI / Sydney Adamu – “O URSO”
JEAN SMART / Deborah Vance – “HACKS”

Melhor Ator em Série de Comédia
ADAM BRODY / Noah Roklov – “NINGUÉM QUER”
TED DANSON / Charles Nieuwendyk – “UM ESPIÃO INFILTRADO”
HARRISON FORD / Paul – “FALANDO A REAL”
MARTIN SHORT / Oliver Putnam – “ONLY MURDERS IN THE BUILDING”
JEREMY ALLEN WHITE / Carmen “Carmy” Berzatto – “O URSO”

Melhor Elenco em Série de Drama
BRIDGERTON
O DIA DO CHACAL
A DIPLOMATA
XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO
SLOW HORSES

Melhor Ator em Série de Drama
TADANOBU ASANO / Kashigi Yabushige – “XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO”
JEFF BRIDGES / Dan Chase – “THE OLD MAN”
GARY OLDMAN / Jackson Lamb – “SLOW HORSES”
EDDIE REDMAYNE / The Jackal – “O DIA DO CHACAL”
HIROYUKI SANADA / Yoshii Toranaga – “XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO”

Melhor Atriz em Série de Drama
KATHY BATES / Madeline Matlock – “MATLOCK”
NICOLA COUGHLAN / Penelope Featherington – “BRIDGERTON”
ALLISON JANNEY / Vice President Grace Penn – “A DIPLOMATA”
KERI RUSSELL / Kate Wyler – “A DIPLOMATA”
ANNA SAWAI / Toda Mariko – “XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO”

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para a Televisão
KATHY BATES / Edith Wilson – “THE GREAT LILLIAN HALL”
CATE BLANCHETT / Catherine Ravenscroft – “DISCLAIMER”
JODIE FOSTER / Det. Elizabeth Danvers – “TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA”
LILY GLADSTONE / Cam Bentland – “DEBAIXO DA PONTA”
JESSICA GUNNING / Martha – “BEBÊ RENA”
CRISTIN MILIOTI / Sofia Falcone – “PINGUIM”

Melhor Ator em Minissérie ou Filme para a Televisão
JAVIER BARDEM / Jose Menendez – “MONSTROS: IRMÃOS MENENDEZ”
COLIN FARRELL / Oz Cobb – “PINGUIM”
RICHARD GADD / Donny – “BEBÊ RENA”
KEVIN KLINE / Stephen Brigstocke – “DISCLAIMER”
ANDREW SCOTT / Tom Ripley – “RIPLEY”

Melhor Elenco de Dublês em Filme
DEADPOOL & WOLVERINE
DUNA: PARTE 2
O DUBLÊ
GLADIADOR II
WICKED

‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ escala SEIS novos membros ao elenco do prelúdio

Lionsgate escalou seis novos nomes ao elenco de Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, prelúdio da icônica saga distópica criada por Suzanne Collins.

Sky FrancesTatyana MuzondoAlina ReidSalimou ThiamJohn DoebleKaine Buffonge foram escalados como Maritte, Ringina, Kerna, Clayton, Buck e Hull, respectivamente – tributos selecionados para o 50º Jogos Vorazes, também conhecido como Segundo Massacre Quaternário.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jhaleil Swaby, Laura Marcus, Percy Daggs IV e Rada Rae, que darão vida aos tributos Panache, Silka, Ampert e Wellie.

O elenco ainda conta com Joseph Zada (Haynith Abernathy), Whitney Peak (Lenore Dove Baird), Mckenna Grace (Maysilee Donner), Jesse Plemons (Plutarch Heavensbee), Kelvin Harrison Jr. (Beetee), Maya Hawke (Wiress), Lili Taylor (Mags), Ben Wang (Wyatt Callow), Ralph Fiennes (Presidente Snow), Elle Fanning (Effie Trinket), Kieran Culkin (Caesar Flickerman), Billy Porter (Magno Stift) e Glenn Close (Drusilla Sickle).

A trama se passa vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

O filme mais recente foi Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).

Oscar 2026 | “Golden”, de ‘Guerreiras do K-Pop’, leva o prêmio de Melhor Canção Original

Guerreiras do K-Pop é um verdadeiro fenômeno – e já começou a marcar presença na temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores do zoscar2026, o longa foi condecorado na categoria de Melhor Canção Original“Golden”, dado a Ejae, Mark Sonnenblick, Ido, 24Teddy.

Lembrando que o filme está disponível na Netflix.

No longa, quando não estão lotando estádios, as estrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey usam seus poderes secretos para proteger os fãs contra ameaças sobrenaturais.

Além de se tornar um fenômeno no serviço de streaming, o longa alcançou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado quase US$ 25 milhões nas bilheterias norte-americanas.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ é o filme mais aguardado da temporada

Vingadores: Ultimato’ continua fazendo sucesso nas bilheterias, mas não é o último filme do Universo Marvel que os fãs estão animados para ver em 2019. Segundo o Fandango Survey, que entrevistou mais de 2000 pessoas, ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ é o filme mais esperado da temporada, seguido por ‘Rocketman’, ‘Godzilla: Rei dos Monstros’, ‘X-Men: Fênix Negra’, ‘O Rei Leão’, ‘Toy Story 4’, ‘MIB – Homens de Preto: Internacional’, ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’, ‘Aladdin’ e ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2’.

A sequência do Cabeça de Teia também alcançou o primeiro lugar na categoria “Atriz mais esperada”, já que os fãs estão ansiosos para ver Zendaya como MJ. Tom Holland ficou em terceiro lugar e Jake Gyllenhaal em quinto, como “Ator mais esperado”. Quem assume o primeiro lugar é Chris Hemsworth, que compõe o elenco de ‘MIB – Homens de Preto: Internacional’. Confira a lista completa.

Confira os belíssimos cartazes individuais dos principais personagens:

O filme chega aos cinemas nacionais em 4 de julho. Confira o trailer:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco também conta com Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Samuel L. Jackson.

‘Os Novos Mutantes’: Conheça a personagem de Anya Taylor-Joy

Com a proximidade da estreia de ‘Os Novos Mutantes‘, a Disney divulgou novas informações sobre Illyana Rasputin, a personagem vivida por Anya Taylor-Joy (Vidro’, ‘A Bruxa).

Para quem não conhece, Rasputin é a irmã mais nova do mutante Colossus e é uma poderosa feiticeira, que adota o codinome Magik.

Entre suas principais habilidades, ela pode se teletransportar através de diferentes dimensões, mas isso acabou despertando seu lado mais sombrio depois que ela se perdeu em um reino demoníaco conhecido como O Limbo.

Embora Magik seja assustadora no início, ela aprende a controlar sua dupla personalidade e seus poderes, tornando-se uma forte aliada dos jovens mutantes, apesar de se manter isolada dos outros.

Confira as imagens:

Lembrando que ‘Os Novos Mutantes‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de abril de 2020.

Confira o trailer:

Para quem não conhece, ‘Os Novos Mutantes‘ acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘Missão Impossível 7’: “É INSANO ver Tom Cruise fazendo suas próprias cenas de ação”, diz Simon Pegg

Não é preciso ser fã da franquia ‘Missão Impossível‘ para saber que Tom Cruise é famoso por dispensar dublês nas perigosas cenas de ação dos filmes, como saltar de aviões, escalar montanhas e pilotar motos a toda velocidade.

Durante uma entrevista com Conan O’Brien, Simmon Pegg, intérprete de Benji Dunn, disse que ficou impressionado quando viu pela primeira vez o astro realizando suas acrobacias.

“Foi simplesmente insano.”, disse Pegg, animado. “Quando você assiste aos filmes sabendo que ele mesmo fez aquelas cenas de ação, é incrível… Você sente uma sensação real de perigo porque você sabe que é o Tom fazendo tudo aquilo. Quando eu o vi gravando pela primeira vez, eu não tinha ideia se ele iria sobreviver. Você tem noção? Ele pilota uma moto em penhascos.”

Pegg continuou, falando que Cruise tenta se dasafiar a cada novo filme, atingindo níveis de insanidade quase sobre-humanos, principalmente no próximo filme.

“Ele adora fazer isso, e a verdade é que ele se dasafia a fazer algo cada vez mais insano. Mas ele treina rigorosamente e é um cara preparado para fazer o que faz. Ele não faz nada arriscado até se sentir para fazer. Eu acho que ‘Missão Impossível 7‘ vai atingir um novo nível de loucura com essas cenas.”

No entanto, ainda vai demorar até que o público testemunhe essas cenas!

Há alguns dias, o Daily Mail divulgou que as gravações de ‘Missão Impossível 7‘ estavam acontecendo em Veneza, na Itália, mas foram interrompidas por tempo indeterminado depois que 12 membros da equipe foram diagnosticados com Coronavírus.

Cruise foi fotografado usando máscara enquanto conversava com o diretor Christopher McQuarrie na última quarta-feira (28).

Ainda não foi revelado qual seria o assunto da conversa, mas fontes ligadas à produção disseram ao portal que o astro está preocupado com possíveis novos contágios entre o elenco e a equipe.

Na semana passada, o The Sun também havia divulgado que pelo menos 150 figurantes foram informados que não iriam gravar as cenas agendadas para amanhã (30).

Enquanto isso, os peritos de saúde contratados pela Skydance Productions estão rastreando os contatos daqueles que testaram positivo para o Covid-19 após a suspensão das filmagens, indicando que não foi um caso isolado.

Lembrando que esta não é a primeira que as filmagens são paralisadas.

Logo no início da pandemia na Europa, as gravações marcadas na Itália foram adiadas por conta das medidas de proteção decretadas pelo governo local.

Anteriormente, a expectativa é que a produção da sequência fosse finalizada até maio de 2021, mas o calendário deve ser alterado por conta dos atrasos.

Lembrando que a estreia de ‘Missão Impossível 7’ foi adiado de julho de 2021 para novembro do mesmo ano.

Enquanto isso, Missão Impossível 8 será lançado no dia 3 de novembro de 2022, três meses depois de sua data original. 

Confira algumas imagens dos bastidores:

‘Céu Vermelho-Sangue’: Filme de vampiros da Netflix está CONQUISTANDO os assinantes; Confira as reações!

O novo terror de vampiros da Netflix, intitulado ‘Céu Vermelho-Sangue‘ (Blood Red Sky), chegou ontem ao catálogo da plataforma e está conquistando os assinantes.

Dirigido por  Peter Thorwarth, o longa gira em torno de uma mulher com uma doença misteriosa é obrigada a agir quando um grupo de terroristas tenta sequestrar um avião. Para proteger seu filho, ela terá que revelar um grande segredo e liberar o monstro interior que sempre lutou para esconder.

Nas redes sociais, o filme vem recebendo bastante elogios por se revelar como uma grata surpresa e por renovar o interesse do público pelos filmes de vampiros.

Além disso, os assinantes da Netflix também se surpreenderam com as cenas gore e trash, com as reviravoltas da trama e com a excelente atuação do elenco.

Alguns até disseram que este é o filme do ano, enquanto outros já estão pedindo por uma sequência!

Confira as reações:

Thorwarth também assina o roteiro ao lado de Stefan Holtz.

Peri Baumeister estrela a produção. Kais SettiAlexander ScheerDominic Purcell e Roland Møller completam o elenco.

‘Estou feliz que minha mãe morreu’: Jennette McCurdy, de ‘iCarly’, causa polêmica com título de autobiografia

Mais conhecida por seu papel como Sam Puckett em iCarly’, Jennette McCurdy causou polêmica ao anunciar o lançamento de sua autobiografia, intitulada ‘Estou feliz que minha mãe morreu’.

Com lançamento marcado para 09 de agosto deste ano, o livro resgata memórias dolorosas da infância e adolescência da ex-atriz, que disse ter sido forçada pela mãe a entrar no meio artístico.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, McCurdy disse que a obra também contém tons de humor, mas promete ser tanto engraçada quanto de partir o coração.

Na capa, ela estampa uma expressão de deboche enquanto segura uma urna funerária, objeto geralmente usado para guardar restos mortais de pessoas cremadas.

No entanto, a urna presente na capa do livro guarda somente papéis picados.

McCurdy revelou que a ideia passou por muitas revisões antes de chegar à versão final.

“Os papéis picados emaranhados dentro de uma urna me pareceu uma boa maneira de capturar o humor da tragédia, mas eu sabia que não queria ir tão longe a ponto de derramá-los ou jogá-los no ar com um enorme sorriso no rosto ou fazer qualquer outro tipo de linguagem corporal que pudesse parecer grosseiro. Por fim, escolhi uma expressão facial que considero sincera, um pouco magoada e um pouco esperançosa.”

No livro, McCurdy explora como sua mãe dominadora a obrigou a se tornar um pilar da Nickelodeon, o que levou à ansiedade, vergonha e auto-aversão, que se manifestaram em distúrbios alimentares, vício em álcool e drogas e uma série de relacionamentos não saudáveis.

As coisas só pioraram quando sua mãe morreu de câncer enquanto ela estrelava a série Sam & Cat‘, ao lado de Ariana Grande.

Após anos de terapia, ela disse que finalmente está pronta para falar com os fãs sobre seu processo de recuperação.

“Foi importante para mim explorar o abuso emocional e psicológico que sofri durante meu tempo como atriz mirim. Eu não tive as ferramentas, a linguagem ou o apoio necessários para falar por mim mesma naquela época, então este livro é uma maneira de eu não apenas honrar essa experiência e dar voz ao meu antigo eu, mas espero encorajar os jovens a fazerem o mesmo se se encontrarem em ambientes onde podem ser condicionados a fazer algo que não se sentem confortáveis.”

Atualmente com 29 anos, McCurdy já havia dito ao podcast Empty Inside que sente vergonha de alguns de seus papéis e só permaneceu atuando na maior parte da vida para sustentar a família.

“Já faz alguns anos que parei de atuar. Em vez disso, prefiro escrever e dirigir, e essa nova fase está indo muito bem. Eu decidi parar porque eu nunca quis atuar, para falar a verdade. Minha mãe me colocou nesse ramo quando eu tinha apenas seis… Com 10 anos eu já era a principal fonte de renda da família, e só continuei por causa deles.”

Ela continuou:

“Minha família não tinha muito dinheiro e essa era a única saída, naquela época. Atuar foi útil para me dar algum grau de sucesso, mas não pretendo voltar. Minha experiência como atriz ainda me traz vergonha. Eu fico ressentida com a minha carreira de várias maneiras, sabe? Me sinto insatisfeita porque alguns foram papéis muito extravagantes e embaraçosos. Eu tinha uns 12 ou 13 anos quando comecei a gravar ‘iCarly‘, quando terminei, acho que tinha 21… Eu já não queria fazer mais isso desde os 15, eu estava louca de tanta vergonha. As pessoas me param e dizem: ‘Que incrível, você é a Sam daquela série da Nick’, e eu me sinto constrangida toda vez. Imagino que haja uma experiência muito diferente na atuação, quando você se orgulha dos trabalhos que fez, mas eu não me sinto assim.”

Lembrando que ‘iCarly‘ teve sua estreia nas telinhas em 2007 e trouxe Miranda Cosgrove como Carly Shay, que estrela sua própria websérie, que é produzida com a ajuda dos seus melhores amigos Freddie (Nathan Kress) e Sam, além do seu atrapalhado e peculiar irmão mais velhos, Spencer (Jerry Trainor).

A trama traz ela e seus amigos na realização do primeiro canal de YouTube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

iCarly‘ contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2012 antes de ganhar um revival na Paramount+.

Relembre a abertura e confira a capa do livro de McCurdy:

‘The Flash’: Brinquedo revela a nova Batwing do Batman na adaptação; Confira!

Uma página do Instagram dedicada a novidades sobre o Batman compartilhou nos stories a imagem de um brinquedo inspirado em ‘The Flash‘, vindoura adaptação estrelada por Ezra Miller.

Como os fãs já sabem, o longa vai contar com o retorno do Batman de Michael Keaton, e parece que o herói vai pilotar sua Batwing na trama.

O brinquedo mostra que a nave será de um modelo um pouco diferente da versão apresentada no filme dirigido por Tim Burton em 1989.

Confira:

Anteriormente, o The Wrap revelou que a Warner Bros. vai apresentar o novo trailer do filme durante o SuperBowl do ano que vem, que acontece no dia 12 de fevereiro de 2023.

O investimento é alto e a Warner não anunciava no Super Bowl desde 2006, quando exibiu os trailers de ‘16 Quadras‘, ‘V de Vingança‘ e ‘Poseidon‘.

Lembrando que ‘The Flash‘ está programado para 16 de junho de 2023.

Assista ao primeiro trailer:

De acordo com o World of Reel, o filme dirigido por Andy Muschietti (‘It – A Coisa’) foi considerado um dos filmes mais bem dirigidos do DCU, o que aumentou a confiança de David Zaslav, presidente do estúdio, no produto final.

Pelo visto, a produção obteve as classificações de pontuação de teste mais altas da história do DCU.

Em agosto, o portal postou um trecho de uma reação à exibição-teste, que diz:

“O filme é bem-humorado na medida certa, emocionante e corajoso, além do fato de Ezra Miller estar perfeito no papel principal.”

Vale lembrar que o filme também é o grande retorno de Michael Keaton como Batman, e quem assistiu afirmou que ele desempenha um papel muito importante na trama, aparecendo em mais da metade dos 140 minutos de duração.’The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.

‘As Marvels’: Comercial de TV relembra o quão forte é Carol Danvers; Assista!

A Marvel Studios da China divulgou um comercial de TV inédito para promover a estreia de ‘As Marvels‘, que estreia em 09 de novembro nos cinemas nacionais.

Apesar de ter apenas 29 segundos de duração, a prévia traz algumas cenas inéditas de momentos de ação de Monica Rambeau (Teyonah Parris) e Carol Danvers (Brie Larson).

Além disso, o vídeo relembra o quão forte é Danvers, resgatando cenas de sua luta contra Thanos em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Confira:

De acordo com o Film Ratings (via CBM), ‘As Marvels‘ ganhou classificação indicativa para maiores de 13 anos (PG-13).

Assim como na maioria dos filmes do MCU, a decisão foi tomada devido a algumas cenas de ação com violência e linguagem inapropriada para crianças.

Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.

As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.

Episódio de ‘Os Simpsons’ previu candidatura de Kamala Harris à presidência dos EUA

Como os fãs já sabem, ‘Os Simpsons‘ ganhou bastante fama nos últimos anos pelas assustadoras semelhanças que trazem com impactantes acontecimentos da realidade em alguns dos episódios, como se fossem previsões.

E um episódio da 11ª temporada, intitulado ‘Bart to the Future‘, mostra Lisa se tornando a primeira presidente mulher dos EUA, surgindo com um paletó roxo e colar de pérolas, igual ao visual de de Kamala Harris.

Atualmente, Harris é a 49ª vice-presidente do país, servindo junto ao governo de Joe Biden, e também é a favorita a assumir a candidatura democrata nos EUA nas próximas eleições após a desistência de Biden.

Na animação, Lisa vira presidente após substituir um político que vendia imóveis, assim como Donald Trump, que concorre pelos Republicanos.

Para alguns fãs, a previsão indica que Harris pode sair vitoriosa nas eleições.

Confira as similaridades:

“‘Os Simpsons’ ‘previram’ a vitória presidencial de Kamala Harris.
Em um episódio, eles mostraram uma presidente cujas roupas se assemelham muito às de Harris, até a cor do terno e das pérolas. Ao mesmo tempo, segundo a trama, ela substituiu o presidente que vendia imóveis (como Trump). Deve-se notar que a série ‘Os Simpsons‘, ao longo dos anos de sua existência, adquiriu a reputação de prever o futuro. A sitcom animada de Matt Groening é famosa pelo fato de algumas situações de seus episódios terem ocorrido posteriormente na vida real.”

Criada em 1989, a animação ‘Os Simpsons‘ já está em sua 35ª temporada e não deve chegar ao fim tão cedo, como garantiu o showrunner Al Jean.

Em entrevista para o Screen Rant, o cineasta disse que o futuro da animação é brilhante e acredita que ela chegará a mais de 1.000 episódios!

A 35ª temporada acaba dentro de alguns dias, com seu episódio final indo ao ar em algum momento de junho, mas a 36ª temporada já foi confirmada e, eventualmente, vai marcar mais de 800 episódios.

“Acho que Os Simpsons‘ está em uma forma fantástica. Sou tendencioso, mas eu acho que os episódios atuais são, quer eu trabalhe muito em um, ou não, são ótimos e acho que o futuro é brilhante, vamos chegar a 800 em breve, e espero que passemos de 1000.”

Até lá, relembre o trailer da 35ª temporada:

Vale lembrar que, anteriormente, a emissora havia renovado a animação para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, 2025.

Criada por James L. Brooks, Matt Groening e Sam Simon, ‘Os Simpsons‘ é a série de comédia e animada de maior longevidade da história da televisão americana.

A trama segue as aventuras satíricas de uma família da classe trabalhadora na cidade desajustada de Springfield.

A produção conta com as vozes de Dan Castellaneta, Nancy Cartwright, Harry Shearer, Julie Kavner, Yeardley Smith, Hank Azaria e Pamela Hayden.

HBO Max chega ao Prime Video Channels no Brasil; Confira!

Chegou ontem (29) ao Prime Video uma grande novidade: agora, é possível assistir ao conteúdo da HBO Max através do Prime Video Channels, um serviço que permite assistir filmes e séries de outras plataformas diretamente do streaming da Amazon.

Os membros Prime do Brasil e México têm a opção de assinar a HBO Max por meio do Prime Video Channels em suas TVs, dispositivos móveis e online, incluindo o popular dispositivo Fire TV.

Além disso, os assinantes terão acesso aos conteúdos oferecidos pelo serviço de streaming da Warner Bros., o Max, quando for lançado no final deste ano na América Latina.

Para incentivar os usuários a experimentarem a HBO Max, o Prime Video está oferecendo um período de teste gratuito de 7 dias nos dois países. Após o período de teste, a assinatura mensal da HBO Max através do Prime Video Channels terá o valor de R$ 34,90 no Brasil.

É importante ressaltar que aqueles que já assinam a HBO Max NÃO terão acesso ao catálogo por dentro do Prime Video, sendo necessário uma nova assinatura.